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      <title>Kantar Worldpanel News RSS AmÃ©rica Latina PortuguÃ©s</title>
      <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/</link>
      <description>Kantar Worldpanel. High Definition Inspiration</description>
      <language>br</language>
      <pubDate>Mon, 09 Mar 2026 09:39:56 +0000</pubDate>
      <lastBuildDate>Mon, 09 Mar 2026 09:39:56 +0000</lastBuildDate>
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         <title><![CDATA[Winning Omnichannel: desempenho do setor FMCG em 2020]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Winning-Omnichannel-desempenho-do-setor-FMCG-em-2020</link>
         <description><![CDATA[<p>A quinta edi&ccedil;&atilde;o do nosso estudo anual,&nbsp;<em>Winning Omnichannel</em>, traz uma vis&atilde;o global abrangente de como as din&acirc;micas do FMCG (bens de consumo massivo) e do varejo se transformaram em 2020.</p>
<p>A an&aacute;lise considerou o comportamento de consumo em 42 pa&iacute;ses e constatou que os eventos causados pela pandemia do novo Coronav&iacute;rus mudaram a forma de comprar <em>FMCG.</em> Algumas das tend&ecirc;ncias vistas nos anos anteriores se aceleraram, outras se inverteram.</p>
<p>No in&iacute;cio de 2020, esperava-se uma continua&ccedil;&atilde;o do crescimento de FMCG perto de 2,5%, e o que se viu foi um crescimento <strong>quatro vezes</strong> maior, para 10%, o que representa US$ 220 bilh&otilde;es. Os fatores foram diversos, do movimento de estocagem no primeiro trimestre at&eacute; a mudan&ccedil;a cont&iacute;nua do consumo fora de casa para dentro durante o resto do ano e a falta de intera&ccedil;&otilde;es sociais presenciais. Os impactos foram sentidos em quase todas as regi&otilde;es, pa&iacute;ses, canais, setores e categorias, com taxas de crescimento dobrando ou triplicando.</p>
<p>Entre as regi&otilde;es, a exce&ccedil;&atilde;o foi a Europa Oriental, que teve menor crescimento por causa da R&uacute;ssia, onde o segmento de <em>FMCG </em>caiu de 8,4% para 5%. O impacto da Covid-19 foi mais pronunciado na Am&eacute;rica Latina, nos EUA e na Europa Ocidental, todos passando de um crescimento est&aacute;vel ou lento para um de dois d&iacute;gitos. A Dinamarca foi o mercado com o crescimento mais r&aacute;pido, da ordem de 23,5%, e os EUA foram o maior contribuinte geral, com 14%.</p>
<p>O efeito de estocagem foi evidente com crescimento no primeiro trimestre de 8,7%, j&aacute; significativamente maior do que qualquer outro j&aacute; visto nos &uacute;ltimos anos. Uma exce&ccedil;&atilde;o foi a China Continental, onde os protocolos de <em>lockdown</em> impediram o aumento normal nos gastos de <em>FMCG </em>esperados para o Ano Novo Lunar.</p>
<p>No segundo trimestre, o crescimento da <em>FMCG</em> atingiu o pico de 2020 em 13,6%. Mais pa&iacute;ses entraram em <em>lockdown</em> e se viu uma migra&ccedil;&atilde;o do consumo de comer e beber fora de casa para dentro, inclusive durante o importante per&iacute;odo de Natal. E embora o crescimento tenha desacelerado ligeiramente durante a segunda metade do ano, permaneceu pr&oacute;ximo a 10%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Impacto dos <em>lockdowns </em>em setores e categorias</span></p>
<p>Os setores de <strong>bebidas, latic&iacute;nios e alimentos</strong>, que responderam por 74% do valor de FMCG em 2019 - cresceram 8,6%, 10,3% e 11,4%, respectivamente, se beneficiando com o movimento do consumo fora de casa para dentro durante a maior parte de 2020.</p>
<p>Vinho e cerveja foram as duas categorias de bebidas com melhor desempenho em 2020 na Europa e Am&eacute;rica Latina, quando os consumidores procuraram replicar a experi&ecirc;ncia do bar em casa.</p>
<p>O setor de <strong>cuidados com o lar</strong> cresceu a uma taxa semelhante ao FMCG total: 9,8%. O aumento da demanda foi gerado por um maior enfoque na higiene e na limpeza e fez com que alvejantes e outros produtos aumentassem 25% e 21%, respectivamente - duas de apenas seis categorias que tiveram um crescimento de mais de 20%. E atrelada ao aumento do consumo de alimentos no domic&iacute;lio, a categoria Lava Lou&ccedil;a foi beneficiada com um crescimento de 12%.</p>
<p>Com a falta de intera&ccedil;&atilde;o social, o setor de <strong>Sa&uacute;de e Beleza</strong> passou do que mais cresceu em 2019 para o &uacute;nico setor em queda em 2020. A maquiagem teve a maior queda de qualquer categoria de FMCG - 17% - uma oscila&ccedil;&atilde;o de 24%, ap&oacute;s ter registrado crescimento de 7% em 2019. Apesar da queda na demanda do setor, lavagem de m&atilde;os e corpo acelerou de 6% para 16%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">A vis&atilde;o 360&deg;: decl&iacute;nio de alimentos e bebida</span></p>
<p>Apesar das vendas de FMCG In-Home (dentro de casa) terem atingido 10% em 2020, o quadro completo de 360&deg;, combinando vendas para Out-of-Home (fora de casa -OOH) e In-Home, mostra um decl&iacute;nio de 2% a 5% para alimentos e bebidas (excluindo bebidas alco&oacute;licas).</p>
<p>As maiores quedas em vendas OOH foram registradas na Espanha, com -37%, Gr&atilde; Bretanha, com -32%, Fran&ccedil;a, -26%, e <strong>Brasil, com decl&iacute;nio significativo de -25%.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="text-decoration-line: underline;">Bebidas impulsionam o decl&iacute;nio do OOH</span></p>
<p>No final de 2020, as vendas de bebidas OOH ca&iacute;ram mais de 30%, enquanto as vendas em casa aumentaram apenas 6%. As vendas totais ca&iacute;ram 14%. O setor foi duramente atingido durante o primeiro per&iacute;odo de bloqueio (segundo trimestre de 2020), no qual as vendas de OOH ca&iacute;ram mais da metade. Refrigerantes e caf&eacute;, que dependem mais do OOH, sofreram a queda mais significativa: -16% e -22%.</p>
<p>Enquanto o canal OOH em todo o mundo apresentou uma queda de US$ 45 bilh&otilde;es, o <em>delivery</em> se destacou. O uso de agregadores de terceiros (empresas como UberEats, iFood) tem sido um dos principais motores do sucesso e o potencial &eacute; evidente. Mais de 80% dos consumidores usam agregadores de terceiros em toda a &Aacute;sia, enquanto os da Fran&ccedil;a, M&eacute;xico, Brasil e Portugal ainda preferem fazer pedidos por telefone.</p>
<p>Junto com esse crescimento extraordin&aacute;rio para entrega de refei&ccedil;&otilde;es, foram os varejistas de com&eacute;rcio moderno (hipermercados, supermercados, lojas de conveni&ecirc;ncia, self-service) que tiveram o melhor desempenho em 2020. Essa mudan&ccedil;a oferece aos fabricantes a oportunidade de ganhar a ocasi&atilde;o OOH, especialmente na Europa.</p>
<p>Para obter mais informa&ccedil;&otilde;es, visite: <a href="https://www.kantar.com/inspiration/fmcg/how-covid-19-has-re-shaped-latin-america-shopping-habits">https://www.kantar.com/inspiration/fmcg/how-covid-19-has-re-shaped-latin-america-shopping-habits</a></p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 27 Apr 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Winning-Omnichannel-desempenho-do-setor-FMCG-em-2020</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Dia da Terra pontua import?ncia da sustentabilidade]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Dia-da-Terra-pontua-importncia-da-sustentabilidade</link>
         <description><![CDATA[<p>A comemora&ccedil;&atilde;o do Dia da Terra neste 22 de abril pontua a import&acirc;ncia da sustentabilidade para as marcas. Na edi&ccedil;&atilde;o 2020 do nosso estudo "Who Cares, Who Does?", sinalizamos as preocupa&ccedil;&otilde;es ambientais aumentaram em rela&ccedil;&atilde;o a 2019 e que influenciam cada vez mais a forma como os produtos s&atilde;o produzidos, embalados e, principalmente, escolhidos pelos consumidores.</p>
<p>A oportunidade de apropria&ccedil;&atilde;o do mercado sustent&aacute;vel segue aberta. Na Am&eacute;rica Latina, somente &frac14; dos 8.500 entrevistados pela Kantar conseguiram nomear 1 marca que esteja fazendo algo em prol do meio ambiente. Das citadas 20% s&atilde;o da ind&uacute;stria e 16% do varejo. As cinco mais identificadas como sustent&aacute;veis foram Natura, em primeiro lugar, Coca-Cola, Yp&ecirc;, Bimbo e Omo, e entre os varejistas o Top 5 ficou assim: Bodega Aurrera, Assa&iacute;, Walmart, Atacad&atilde;o e &Eacute;xito.</p>
<p>Os <em>shoppers </em>est&atilde;o realmente mais conscientes e respons&aacute;veis. De 2019 para 2020, 11% mais declaram levar &agrave;s compras sacolas reutiliz&aacute;veis, 5% mais evitam usar pl&aacute;sticos e 18% mais passaram a usar artigos lav&aacute;veis ou reutiliz&aacute;veis, como fraldas e cosm&eacute;ticos. Al&eacute;m disso, 9% mais evitam comprar bebidas em embalagens pl&aacute;sticas, 23% mais optam por sacolas de tecido ou papel ao inv&eacute;s das de pl&aacute;stico para frutas e verduras e 5% mais preferem cotonetes de algod&atilde;o feitos com papel ou madeira em vez de pl&aacute;stico.</p>
<p>Globalmente, a maior preocupa&ccedil;&atilde;o ambiental segue sendo a mudan&ccedil;a clim&aacute;tica, que foi citada por 16,4% dos consumidores em 2019 e por 16,8% em 2020. Na sequ&ecirc;ncia vieram os res&iacute;duos pl&aacute;sticos (14% em 2019 x 14,8% em 2020), contamina&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua (10,9% x 9,7%), escassez de &aacute;gua (8,4% x 8,5%) e contamina&ccedil;&atilde;o do ar (7,3% x 8,4%).</p>
<p>J&aacute; para os latino-americanos a principal preocupa&ccedil;&atilde;o &eacute; com a &aacute;gua. As varia&ccedil;&otilde;es de um ano para outro foram discretas e os principais t&oacute;picos mencionados foram contamina&ccedil;&atilde;o, escassez e desperd&iacute;cio.</p>
<p>E, apesar de acreditarem que os maiores respons&aacute;vel por restringir os danos ambientais sejam os fabricantes, quando o assunto &eacute; &aacute;gua 44% alegam que na verdade os consumidores s&atilde;o os principais respons&aacute;veis, buscando sempre maneiras de n&atilde;o a desperdi&ccedil;ar.</p>
<p>Nesse cen&aacute;rio, observa-se que os h&aacute;bitos rotineiros est&atilde;o alinhados com a principal preocupa&ccedil;&atilde;o ambiental da regi&atilde;o. 88% procuram economizar &aacute;gua na hora de lavar lou&ccedil;a, 79% geralmente fecham a torneira na hora de lavar lou&ccedil;a e 63% normalmente fecham o chuveiro na hora de se ensaboar. Al&eacute;m disso, 57% buscam produtos que utilizem menos &aacute;gua e 55% usam lavagem r&aacute;pida ou ciclo ecol&oacute;gico na m&aacute;quina de lavar roupa.</p>
<p><strong style="text-align: center;"><br /></strong></p>
<p><strong style="text-align: center;">Mudan&ccedil;as provocadas pela pandemia</strong></p>
<p>Pela Covid-19, a preocupa&ccedil;&atilde;o global com a seguran&ccedil;a alimentar teve um crescimento de um ano para outro. Foi de 5,1% para 7%.</p>
<p>Em contrapartida, provavelmente pela redu&ccedil;&atilde;o do tempo de perman&ecirc;ncia nos pontos de venda pelo risco de cont&aacute;gio, a leitura de r&oacute;tulos sofreu um grande impacto. A checagem do conte&uacute;do de gordura, por exemplo, que era feita por 49% dos consumidores em 2019, passou a ser feita por apenas 34%. O mesmo aconteceu com sal (que caiu de 40% para 30%), a&ccedil;&uacute;car (53% para 40%), fibra (22% para 19%) e calorias (42% para 32%).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Segmenta&ccedil;&otilde;es</strong></p>
<p>O estudo Who Cares, Who Does? divide os consumidores em tr&ecirc;s categorias: os <em>Actives</em>, que trabalham constantemente para reduzir seus n&iacute;veis de res&iacute;duos pl&aacute;sticos; <em>Considerers</em>, que tomam a&ccedil;&otilde;es para reduzir seu impacto ambiental, mas com menor frequ&ecirc;ncia; e os <em>Dismissers</em>, que possuem pouco ou nenhum interesse nos desafios ambientais que o mundo enfrenta e que n&atilde;o fazem nada para melhorar. Os dois primeiros grupos crescem no mundo todo, especialmente na Am&eacute;rica Latina, onde os Dismissers ca&iacute;ram de 63% em 2019 para 47% em 2020. A exce&ccedil;&atilde;o na regi&atilde;o &eacute; o Brasil, onde os n&uacute;meros praticamente n&atilde;o mudaram de um ano a outro.</p>
<p>Os gastos dos Ativos latino-americanos em bens de consumo massivo devem ser considerados nas estrat&eacute;gias das marcas. Representam 10% do mercado FMCG e s&atilde;o da ordem de US$ 4 bilh&otilde;es. Mundialmente equivalem a US$ 382 bilh&otilde;es.</p>
<p>As recomenda&ccedil;&otilde;es da Kantar para ter &ecirc;xito neste mercado come&ccedil;am na necessidade de fazer uma parceria com o comprador, uma vez que 30% deles se sentem empoderados em mudar a situa&ccedil;&atilde;o ambiental do planeta.</p>
<p>O estudo Who Cares, Who Does? &eacute; realizado anualmente pela Kantar e contempla 80.000 entrevistas em 22 pa&iacute;ses, sendo 8.500 em 7 pa&iacute;ses latino-americanos.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 22 Apr 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Dia-da-Terra-pontua-importncia-da-sustentabilidade</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Quais foram as mudan?as que a pandemia trouxe?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Quais-foram-as-mudanas-que-a-pandemia-trouxe</link>
         <description><![CDATA[<p><span>A pandemia trouxe muitas mudan&ccedil;as nos&nbsp;</span>h&aacute;bitos<span>&nbsp;de consumo dos brasileiros, e um desses movimentos foi o incremento de 4.7 milh&otilde;es de novas&nbsp;</span>ocasi&otilde;es<span>&nbsp;de sobremesas ap&oacute;s o almo&ccedil;o e jantar.</span><br /><br /><span>Assista o v&iacute;deo acima e confira em menos de 2 minutos a explica&ccedil;&atilde;o do nosso especialista sobre os principais insights sobre esses novos h&aacute;bitos!</span></p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 13 Apr 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Quais-foram-as-mudanas-que-a-pandemia-trouxe</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[ConsumerBook 2021]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/ConsumerBook-2021</link>
         <description><![CDATA[<div>
<p style="text-align: justify;"><span>Atualizado com os impactos da pandemia no comportamento do consumidor brasileiro, &eacute; o &uacute;nico anu&aacute;rio dispon&iacute;vel no mercado com dados e insights hist&oacute;ricos dos &uacute;ltimos 5 anos nos setores de bens de consumo dur&aacute;veis e n&atilde;o dur&aacute;veis. Traz tamb&eacute;m informa&ccedil;&otilde;es sobre os canais de varejo e o relacionamento das categorias com nichos espec&iacute;ficos de compradores.</span></p>
<p style="text-align: justify;">P<span>ermite ainda explorar diferentes cruzamentos de informa&ccedil;&otilde;es de maneira f&aacute;cil e objetiva, auxiliando no direcionamento das decis&otilde;es estrat&eacute;gicas de seu neg&oacute;cio.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span>Fa&ccedil;a o download no link ao lado e visualize que tipos de informa&ccedil;&otilde;es voc&ecirc; pode ter.</span></p>
</div>]]></description>
         <pubDate>Fri, 09 Apr 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/ConsumerBook-2021</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Cen?rios de Crescimento para 2021]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Cen?rios-de-Crescimento-para-2021</link>
         <description><![CDATA[<div style="text-align: left;" align="center">
<p>A Kantar acaba de lan&ccedil;ar a 3&ordf; edi&ccedil;&atilde;o de&nbsp;&nbsp;&ldquo;Aprendizados do Consumer Insights sobre a Am&eacute;rica Latina"!</p>
</div>
<div style="text-align: left;" align="center">
<p>Nesta s&eacute;rie, rastreamos a mudan&ccedil;a de h&aacute;bitos das fam&iacute;lias latinas durante a pandemia. Em 2020, 80 milh&otilde;es de pessoas vulner&aacute;veis ??receberam alguma forma de assist&ecirc;ncia governamental como transfer&ecirc;ncias diretas, doa&ccedil;&atilde;o de itens b&aacute;sicos ou suporte de d&iacute;vida.</p>
<p>Essa renda adicional teve um efeito claro sobre os h&aacute;bitos de consumo. Em pa&iacute;ses que tiveram a ajuda governamental direta ou remessas de dinheiro, os n&iacute;veis socioecon&ocirc;micos mais baixos conseguiram crescer mais do que as classes altas, enquanto em pa&iacute;ses sem apoio governamental a situa&ccedil;&atilde;o era oposta.</p>
<p>Em 2021, n&atilde;o teremos programas de ajuda no mesmo n&iacute;vel do ano passado. Nesse cen&aacute;rio de maior press&atilde;o econ&ocirc;mica e com h&aacute;bitos ainda afetados pela COVID-19, como os consumidores ir&atilde;o racionalizar suas compras neste ano?</p>
<p>Conhe&ccedil;a os tr&ecirc;s cen&aacute;rios que seus compradores podem enfrentar nessa situa&ccedil;&atilde;o assistindo ao v&iacute;deo.</p>
</div>]]></description>
         <pubDate>Wed, 07 Apr 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Cen?rios-de-Crescimento-para-2021</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Desenvolvimento do E-commerce no Brasil]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Desenvolvimento-do-E-commerce-no-Brasil</link>
         <description><![CDATA[<p>Assista ao primeiro epis&oacute;dio da s&eacute;rie "Aprendizados do Consumer Insights no Brasil"!</p>
<p>Nele, analisamos o acelerado desenvolvimento do #ecommerce nos &uacute;ltimos meses, al&eacute;m das diferen&ccedil;as entre os compradores exclusivos do canal offline e mixadores dos canais on e offline.</p>
<p>Confira o v&iacute;deo completo acima e descubra a import&acirc;ncia do e-commerce para o crescimento da sua marca!</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 31 Mar 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Desenvolvimento-do-E-commerce-no-Brasil</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[COVID-19 ocasiona queda de US$22 bilh?es nas vendas OOH]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/COVID-19-ocasiona-queda-de-US22-bilhes-nas-vendas-OOH</link>
         <description><![CDATA[<p>As vendas de FMCG (bens de consumo massivo) para consumo em casa atingiram 10% globalmente em 2020; no entanto, nos setores de <em>snacks</em> e bebidas n&atilde;o alco&oacute;licas dentro (<em>In Home</em>) e fora do lar (<em>Out Of Home</em> &ndash; OOH) o cen&aacute;rio foi diferente.&nbsp;Em compara&ccedil;&atilde;o com 2019, as vendas OOH diminu&iacute;ram em oito dos nove mercados analisados, com exce&ccedil;&atilde;o da Indon&eacute;sia, em uma queda da ordem de US$ 22 bilh&otilde;es (-26%), enquanto as internas aumentaram U$ 8 bilh&otilde;es (+8%). E em seis deles - Espanha, Gr&atilde;-Bretanha, China, Tail&acirc;ndia, Fran&ccedil;a e Brasil &ndash; tamb&eacute;m foi registrada uma queda nas vendas combinadas de dentro e fora de casa.</p>
<p>No Brasil, o gasto Fora do Lar caiu 16% em compara&ccedil;&atilde;o a 2019, enquanto o Dentro do Lar teve desempenho 12% maior do que em 2019.</p>
<p>No final de 2020, nos pa&iacute;ses inclu&iacute;dos na an&aacute;lise, as vendas de bebidas OOH ca&iacute;ram mais de 30%, enquanto as vendas em casa aumentaram apenas 6%, o que significa que as vendas totais ca&iacute;ram 14%. Os lanches consumidos fora do lar tamb&eacute;m sofreram decl&iacute;nio nas vendas OOH (18%), mas aumentaram as vendas internas (8%). A categoria de bebidas foi a mais atingida durante o primeiro per&iacute;odo de bloqueio (segundo trimestre de 2020) e, embora nenhum dos setores tenha se recuperado totalmente no &uacute;ltimo ano, o desempenho foi melhor para <em>snacks</em> no terceiro trimestre. Ao mesmo tempo, as vendas internas aceleraram para um crescimento de dois d&iacute;gitos tanto no segundo quanto no quarto trimestre.</p>
<p>Algumas categorias espec&iacute;ficas dentro de bebidas - refrigerantes e caf&eacute;s - que tinham a maior depend&ecirc;ncia de OOH, sofreram o decl&iacute;nio mais significativo do consumo dentro e fora do lar, de -16% e -22%, respectivamente. No extremo oposto, dentro de <em>snacks</em>, temos chocolate e <em>snacks</em> salgados, as duas categorias com a menor depend&ecirc;ncia de OOH para as vendas gerais, e ambas mantendo um crescimento de 4% e 5%, respectivamente.</p>
<p>Juntamente com a depend&ecirc;ncia das vendas OOH, mesmo que todas as ocasi&otilde;es OOH mudem para bebidas <em>In Home</em>, a categoria bebida sempre sofrer&aacute; mais, uma vez que o custo m&eacute;dio da bebida &eacute; &euro; 1,20 fora do lar versus &euro; 0,20 dentro do lar, o que significa que um cliente precisa desfrutar uma bebida seis vezes em casa para contribuir com o mesmo valor que pagaria fora de casa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Vendas de hot&eacute;is, restaurantes e caf&eacute;s caem US$ 15 bilh&otilde;es</strong></p>
<p>Quando consideramos as vendas OOH, temos quatro canais distintos: dois dos quais s&atilde;o OOH puro - HoReCa (Hot&eacute;is, Restaurantes e Caf&eacute;s) e <em>Impulso</em> (quiosques, lojas de doces, postos de gasolina, carro m&oacute;vel, food truck, vendedores ambulantes e m&aacute;quinas de venda autom&aacute;tica) e dois que reproduzem<em> In-and-Out</em> - Canal moderno (hipermercados, supermercados e lojas de conveni&ecirc;ncia, self-service) e Canal Tradicional (Lojas de comida tradicional, n&atilde;o self-service).</p>
<p>60% dos gastos OOH v&ecirc;m dos canais OOH puros (41% para HoReCa e 19% para Impulso), e esses dois foram os mais atingidos pela pandemia, devido &agrave;s restri&ccedil;&otilde;es de bloqueio entre os pa&iacute;ses ao longo de 2020. As vendas ca&iacute;ram 36 % em HoReCa e 24% em Impulso, significando que sua decad&ecirc;ncia foi respons&aacute;vel por 85% da perda de US$ 22 bilh&otilde;es em vendas OOH, sendo que HoReCa contribuiu com a maior parte disso.</p>
<p>O impacto e o decl&iacute;nio de HoReCa significam que o canal perdeu participa&ccedil;&atilde;o em quase todos os lugares e caiu para 41% em 2020, ante 48% em 2019.</p>
<p>O canal Impulso &eacute; o mais importante para Brasil e registrou um decl&iacute;nio de 17% em valor, enquanto HoReCa teve queda de 22%, Canal Moderno de 6% e Tradicional de 12%, tamb&eacute;m em compara&ccedil;&atilde;o a 2019.</p>
<p>Os dados acima s&atilde;o baseados na an&aacute;lise do ano completo de 2020 em compara&ccedil;&atilde;o a 2019, usando os pain&eacute;is de compra fora de casa em nove mercados: Brasil, China, Fran&ccedil;a, Gr&atilde;-Bretanha, Indon&eacute;sia, M&eacute;xico, Portugal, Espanha e Tail&acirc;ndia. Esses pain&eacute;is fornecem uma amostra cont&iacute;nua global e com a mais recente tecnologia dispon&iacute;vel, em que a Kantar registra cada lanche, bebida e refei&ccedil;&atilde;o comprada para consumo fora de casa, seja em movimento, no local de compra, no local de trabalho ou em outro lugar. Abrange dois setores de <em>Snacks</em> (chocolate, biscoitos, bolos, salgadinhos e sorvetes) e Bebidas N&atilde;o Alco&oacute;licas (caf&eacute;, refrigerantes, sucos e &aacute;gua engarrafada).</p>
<p>A Kantar tamb&eacute;m cobriu quatro canais distintos: HoReCa (pubs, bares, restaurantes - QSR e FSR, cadeias e independentes - cafeterias, padarias e lanchonetes), <em>Impulso</em> (quiosques, lojas de doces, postos de gasolina, carro m&oacute;vel, food truck, vendedores ambulantes e m&aacute;quinas de venda autom&aacute;tica), Canal Moderno (Hipermercados, supermercados, lojas de conveni&ecirc;ncia e self-service) e Canal Tradicional (lojas de comida tradicional e n&atilde;o self-service).</p>
<p><strong>&nbsp;</strong></p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 25 Mar 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/COVID-19-ocasiona-queda-de-US22-bilhes-nas-vendas-OOH</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Aux?lio emergencial impulsionou as compras In Home]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Auxlio-emergencial-impulsionou-as-compras-In-Home</link>
         <description><![CDATA[<p>O aux&iacute;lio emergencial impulsionou as compras dentro do lar em 2020!</p>
<p>Nesse cen&aacute;rio, a import&acirc;ncia de marcas premium cresceu nos dois grupos - com e sem aux&iacute;lio. Mas para comprar itens mais caros, os lares sem o benef&iacute;cio recorreram&nbsp;mais as promo&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>Assista ao v&iacute;deo acima e confira em menos de 2 minutos a explica&ccedil;&atilde;o do nosso especialista sobre os principais insights o aux&iacute;lio emergencial!</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 23 Mar 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Auxlio-emergencial-impulsionou-as-compras-In-Home</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Desempenho da P?scoa em 2021 depende do ecommerce]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Cenrio-da-Pscoa-em-2021</link>
         <description><![CDATA[<p>Em 2020, quando as medidas de distanciamento social come&ccedil;avam a vigorar, a queda na penetra&ccedil;&atilde;o de itens de P&aacute;scoa foi de 16 pontos percentuais em rela&ccedil;&atilde;o a 2019, aproximadamente 9 milh&otilde;es de domic&iacute;lios que abandonaram o evento. Este ano, diante de um cen&aacute;rio semelhante ao do ano passado e com algumas incertezas como retomada do aux&iacute;lio emergencial e possibilidade de restri&ccedil;&atilde;o de hor&aacute;rio de funcionamento de supermercados, o desempenho do setor no per&iacute;odo pode se repetir.</p>
<p>Ano passado, o gasto m&eacute;dio nos lares que receberam o aux&iacute;lio emergencial do governo, na categoria de Chocolates, foi 8% maior que naqueles que n&atilde;o receberam aux&iacute;lio, o que possibilitou o acesso de algumas fam&iacute;lias a produtos mais premium, segundo nosso estudo Consumer Insights.</p>
<p>Seguindo a tend&ecirc;ncia registrada, os ovos de chocolate podem voltar a ser o destaque positivo em volume e vendas na P&aacute;scoa este ano, j&aacute; que as categorias de chocolate regular (barras de chocolate) e de presentes apresentaram queda em 2020. &ldquo;O que se viu no ano passado foi o aumento de consumo de ovos de chocolate em lares com crian&ccedil;as e uma diminui&ccedil;&atilde;o substancial nos sem. Al&eacute;m disso, a impossibilidade de celebrar com pessoas de fora do conv&iacute;vio do lar pode explicar a queda brusca nas ocasi&otilde;es de presente", comenta Bruno Machado, Gerente S&ecirc;nior de Contas da Kantar.</p>
<p>Ovos artesanais tamb&eacute;m devem manter bom desempenho este ano. Em 2020 a Kantar registrou 600 mil novos domic&iacute;lios comprando esses produtos.</p>
<p>Com lojas f&iacute;sicas fechadas, o <em>e-commerce</em> torna-se essencial para o com&eacute;rcio neste momento de restri&ccedil;&otilde;es mais duras da pandemia. Em 2020, cerca de 7,5 milh&otilde;es de domic&iacute;lios compraram bens de consumo massivo (FMCG) no universo online, sendo aproximadamente 2,3 milh&otilde;es de novos lares somente no segundo semestre, e o segmento terminou o ano alcan&ccedil;ando 12,9% dos lares brasileiros. Diante disso, Machado ressalta que "o com&eacute;rcio online ser&aacute; muito relevante para os varejistas&nbsp;na P&aacute;scoa deste ano".</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 19 Mar 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Cenrio-da-Pscoa-em-2021</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[E-commerce e delivery crescem ainda mais em 2020]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/E-commerce-e-delivery-crescem-ainda-mais-em-2020</link>
         <description><![CDATA[<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;">O <em>e-commerce e o delivery</em>, que ganharam for&ccedil;a desde o come&ccedil;o da pandemia, cresceram ainda mais no &uacute;ltimo trimestre de 2020 e&nbsp;este cen&aacute;rio parece ser irrevers&iacute;vel, j&aacute; que os brasileiros passaram a confiar nesses canais emergentes de consumo, que tamb&eacute;m proporcionam conveni&ecirc;ncia.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;">No segundo trimestre do ano, a busca por prazer foi a principal motiva&ccedil;&atilde;o para quem aderiu &agrave;s entregas em domic&iacute;lio. Mas ao longo do ano, as raz&otilde;es passaram a ser conveni&ecirc;ncia e h&aacute;bito.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;">As principais categorias foram <em>fast food</em>, que cresceu 62% durante o ano em compara&ccedil;&atilde;o com 2019, doces (50%) e pizzas (345), impulsionadas pelo consumo sobretudo de crian&ccedil;as at&eacute; 12 anos e adultos entre 25 e 34 anos.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;">&nbsp;J&aacute; o com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico atraiu mais de 2,3 milh&otilde;es de usu&aacute;rios somente no segundo semestre, registrando um aumento de 18,1 milh&otilde;es de ocasi&otilde;es de consumo, e terminou o ano alcan&ccedil;ando 12,9% dos lares brasileiros. Sua penetra&ccedil;&atilde;o quase dobrou, passando de 5,4% no per&iacute;odo de janeiro a junho para 9,4% entre julho e dezembro. O principal <em>driver</em> foi o aplicativo WhatsApp, respons&aacute;vel por 5% desses 9,4%, que criou uma nova realidade, facilitando ainda mais os pedidos.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;">As classes mais altas e os compradores mais maduros ainda s&atilde;o mais importantes para o universo online, por&eacute;m o e-commerce se tornou mais democr&aacute;tico ao longo da pandemia, sendo adotado tamb&eacute;m pelas classes mais baixas e por <em>shoppers </em>mais jovens.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;">Dentro desse cen&aacute;rio, 7,5 milh&otilde;es de domic&iacute;lios compraram online bens de consumo massivo (FMCG) em 2020, e o t&iacute;quete m&eacute;dio tamb&eacute;m foi mais elevado do que nas compras <em>offline</em>: 18,4% maior, ou R$ 63,94). A cesta de bebidas foi o grande destaque em lealdade e a de alimentos ainda tem oportunidade de se desenvolver mais.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;"><br /><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/5/img1.png" alt="img1.png" width="624" height="367" /></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;"><span style="font-size: small; line-height: 150%; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">&ldquo;Al&eacute;m do desafio de atrair novos compradores, estimular a reten&ccedil;&atilde;o deles e o consumo &eacute; essencial para o sucesso do com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico. Tamb&eacute;m &eacute; importante ter uma vis&atilde;o 360&ordm; do cliente&rdquo;, afirma David Fiss, Diretor de Servi&ccedil;os ao Cliente &amp; Novos Neg&oacute;cios da Kantar.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;">&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 17 Mar 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/E-commerce-e-delivery-crescem-ainda-mais-em-2020</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[E-commerce conquista novos shoppers compradores de FMCG]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/E-commerce-conquista-novos-shoppers-compradores-de-FMCG</link>
         <description><![CDATA[<p>Voc&ecirc; sabia que +2MM de novos shoppers brasileiros passaram a comprar produtos FMCG no e-commerce entre o segundo vs primeiro semestre de 2020? A pandemia acelerou o crescimento do canal e o Whatsapp foi o meio que mais o sustentou no &uacute;ltimo ano.&nbsp;</p>
<p><span>Assista ao v&iacute;deo acima e confira em menos de 2 minutos os principais insights sobre o tema!</span></p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 15 Mar 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/E-commerce-conquista-novos-shoppers-compradores-de-FMCG</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[10 Slides para fazer voc? pensar sobre os canais ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/10-Slides-para-fazer-voce-pensar-sobre-os-canais-de-compra-</link>
         <description><![CDATA[<p>A primeira edi&ccedil;&atilde;o de 2021 dos <strong>&ldquo;10 slides para fazer voc&ecirc; pensar&rdquo;</strong> ir&aacute; abordar as principais mudan&ccedil;as na din&acirc;mica de compra e o papel dos diferentes canais durante a pandemia. O n&iacute;vel de restri&ccedil;&atilde;o social em cada pa&iacute;s foi um fator decisivo para eleger os canais de compra, revolucionando as tend&ecirc;ncias vistas at&eacute; 2019:</p>
<ul>
<li>A busco por seguran&ccedil;a e menor exposi&ccedil;&atilde;o foram respons&aacute;veis pela diminui&ccedil;&atilde;o dos canais visitados, pelo que o n&iacute;vel de execu&ccedil;&atilde;o no ponto de venda tornou-se mais relevante do que nunca, visto que existiam menos pontos de contato com o comprador<br /> &nbsp;</li>
<li>A proximidade, seja f&iacute;sica ou digital, assim como a procura pelo melhor custo-benef&iacute;cio s&atilde;o os eixos que orientam o shopper na escolha do canal de compra em toda a Am&eacute;rica Latina<br /> &nbsp;</li>
<li>E-commerce &eacute; um grande vencedor em diversos mercados. Por exemplo, no Brasil ele foi democratizado devido ao acesso via Whatsapp</li>
</ul>
<div>
<ul>
<li>Na Argentina, n&atilde;o apenas se desenvolveu nos s&ecirc;niors, popula&ccedil;&atilde;o de maior risco, mas tamb&eacute;m cresceu nos nativos de e-commerce para outras categorias: jovens de classes altas</li>
</ul>
</div>
<div>
<ul>
<li>Na Col&ocirc;mbia, &eacute; claro que ser&aacute; uma tend&ecirc;ncia que se manter&aacute; mesmo se a mobilidade voltar ao normal, j&aacute; que 53% dos compradores digitais declararam que continuar&atilde;o comprando no futuro e 12% at&eacute; aumentar&atilde;o seus gastos</li>
</ul>
</div>
<p><br /> N&atilde;o apenas o e-commerce se desenvolveu, cada pa&iacute;s teve algumas peculiaridades principalmente devido ao n&iacute;vel de severidade das restri&ccedil;&otilde;es.&nbsp;</p>
<p>Para saber mais, convidamos voc&ecirc; a baixar o relat&oacute;rio.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 09 Mar 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/10-Slides-para-fazer-voce-pensar-sobre-os-canais-de-compra-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[An?lise do consumo dentro e fora do lar em 2020]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/An?lise-do-consumo-dentro-e-fora-do-lar-em-2020</link>
         <description><![CDATA[<p>A mais recente edi&ccedil;&atilde;o do nosso estudo Consumer Insights, aponta que o &uacute;ltimo trimestre de 2020 foi o pior momento da pandemia para o consumo fora do lar no Brasil, enquanto o dentro do lar teve saldo positivo, impulsionado pelos gastos das classes CDE que receberam aux&iacute;lio emergencial. Segundo analistas da Kantar,&nbsp; a suspens&atilde;o do aux&iacute;lio emergencial, a indefini&ccedil;&atilde;o sobre sua retomada, a alta do desemprego e dos pre&ccedil;os e o aumento dos n&iacute;veis de pobreza devem impactar diretamente o consumo no Brasil em 2021.</p>
<p>Apesar de ter havido crescimento no curto prazo, gra&ccedil;as &agrave; flexibiliza&ccedil;&atilde;o das medidas restritivas e ao consumo de refei&ccedil;&otilde;es e cervejas, o <strong>consumo fora do lar </strong>caiu entre outubro e dezembro de 2020 em todos os cen&aacute;rios: 5,8% em compara&ccedil;&atilde;o com o trimestre anterior e expressivos 28,8% considerando o mesmo per&iacute;odo do ano anterior.</p>
<p>A retra&ccedil;&atilde;o &eacute; puxada por diversas categorias: &aacute;gua mineral, bebidas quentes, &aacute;gua de coco, energ&eacute;tico, sucos, sandu&iacute;ches frios e quentes, incluindo hamb&uacute;rgueres, salgados diversos , iogurtes, bolos, chocolates, outros doces, biscoitos e barras de cereal. E atribu&iacute;da especialmente &agrave;s classes sociais mais baixas.</p>
<p>A alta dos pre&ccedil;os foi uma das respons&aacute;veis. Comparando com o &uacute;ltimo trimestre de 2019, refei&ccedil;&otilde;es subiram 16%, bebidas quentes 15% e doces 14%. Entre outros fatores est&atilde;o a suspens&atilde;o do aux&iacute;lio emergencial, fornecido a 58% das fam&iacute;lias brasileiras, a indefini&ccedil;&atilde;o sobre sua retomada, a alta do desemprego e o aumento dos n&iacute;veis de pobreza.</p>
<p><br /><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/5/11.png" alt="11.png" width="584" height="338" /></p>
<p>Enquanto isso, o que se observou no <strong>consumo dentro do lar </strong>foi&nbsp; uma expans&atilde;o de gastos com todas as cestas de consumo entre as fam&iacute;lias que receberam aux&iacute;lio emergencial. Essas cestas apresentaram o dobro de crescimento nos primeiros meses de pandemia e houve mais acesso a categorias de consumo massivo.</p>
<p>No primeiro e segundo trimestres do ano a classe DE, que representa &frac14; dos domic&iacute;lios brasileiros, foi a que registrou maior percentual de varia&ccedil;&atilde;o de gastos &ndash; respectivamente 9% e 14% -, gra&ccedil;as ao fato de que 72% de seus membros receberam a ajuda do governo. Mas isso n&atilde;o se sustentou ap&oacute;s junho: no terceiro trimestre caiu para 8% e no quarto para 6%. J&aacute; as classes AB e C conseguiram sustentar o crescimento ao longo do ano.</p>
<p><br /><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/5/12.jpg" alt="12.jpg" width="566" height="208" /></p>
<p>As cestas mais beneficiadas pela inje&ccedil;&atilde;o do montante foram mercearia doce, perec&iacute;veis e higiene &amp; beleza. J&aacute; as cestas de bebidas e de mercearia salgada tiveram um desempenho melhor entre os domic&iacute;lios que n&atilde;o receberam o aux&iacute;lio.</p>
<p><br /><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/5/13.jpg" alt="13.jpg" width="567" height="239" /></p>
<p>O aux&iacute;lio tamb&eacute;m permitiu mais acesso a itens de maior valor agregado entre os domic&iacute;lios que o receberam. Houve crescimento de marcas premium nos dois grupos, por&eacute;m, para os que n&atilde;o o receberam, foi importante recorrer a promo&ccedil;&otilde;es.</p>
<p><br /><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/5/14.jpg" alt="14.jpg" width="567" height="219" /></p>
<p>O consumo dentro do lar alavancado pelo aux&iacute;lio emergencial aconteceu principalmente nas regi&otilde;es Norte, Nordeste e Grande Rio de Janeiro.</p>
<p><br /><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/5/15.jpg" alt="15.jpg" width="567" height="213" /></p>
<p><strong>Categorias</strong></p>
<p>Entre os produtos mais consumidos durante os meses da pandemia em 2020, o cloro foi a principal categoria dentro do lar em todas as classes sociais. Devido &agrave; necessidade de redobrar os cuidados com higiene, ganhou 18,3 pontos de penetra&ccedil;&atilde;o de 2019 para 2020.&nbsp; O aumento na classe AB foi ainda maior, da ordem de 20,6 pontos. J&aacute; na classe C foi de 17,7 e na DE de 17%.</p>
<p>Outras categorias que cresceram nas mais variadas rendas familiares durante 2020 foram azeite (11,7 pontos de penetra&ccedil;&atilde;o), presuntaria (11,6), p&atilde;o industrializado (8,1) e ketchup (7,9).&nbsp; Nas classes AB, destaque&nbsp; para aumento de consumo de batata congelada (8,2) e manteiga (7,3) e na classe DE, empanados (11,3). &nbsp;Houve retra&ccedil;&atilde;o nas categorias de bebida &agrave; base de soja (3,8), bolo pronto (2,9), escova dental (2), leite aromatizado (2) e bronzeador (1,6).</p>
<p>&ldquo;O ano de 2020 terminou com saldo positivo dentro do lar gra&ccedil;as aos gastos maiores das classes CDE. Para 2021, o desafio &eacute; sustentar isso, j&aacute; que a frequ&ecirc;ncia de compras tem uma tend&ecirc;ncia org&acirc;nica de queda e o volume m&eacute;dio por compra cai. Sem o aux&iacute;lio emergencial ser&aacute; necess&aacute;rio atacar mercados mais vulner&aacute;veis, minimizando os riscos de desacelera&ccedil;&atilde;o&rdquo;, declara David Fiss, Diretor de Servi&ccedil;os ao Cliente &amp; Novos Neg&oacute;cios da Kantar.</p>
<p>O estudo Consumer Insights avaliou 11.300 lares em todo o Brasil, que estatisticamente representam 58 milh&otilde;es de lares.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 08 Mar 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/An?lise-do-consumo-dentro-e-fora-do-lar-em-2020</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Os compradores procuram proximidade e seguran?a]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Os-compradores-procuram-proximidade,-seguran?a-e-facil-acesso</link>
         <description><![CDATA[<p>A segunda edi&ccedil;&atilde;o de &ldquo;Aprendizados do Consumer Insights sobre a Am&eacute;rica Latina" j&aacute; est&aacute; dispon&iacute;vel.</p>
<p>Neste epis&oacute;dio, analisamos como a pandemia mudou o lugar onde compramos. Al&eacute;m do E-commerce, os minimercados e o Cash&amp;Carry foram os dois canais que mais cresceram em 2020.</p>
<p>Surgiram novos formatos, como as &ldquo;lojas caseiras&rdquo;: que combinam um portf&oacute;lio diversificado, comodidade, proximidade e pre&ccedil;os competitivos em rela&ccedil;&atilde;o a outros canais.</p>
<p>Essas lojas demonstram como a proximidade, a seguran&ccedil;a e o f&aacute;cil acesso atraem os compradores e devem continuar a crescer a longo prazo.</p>
<p>Saiba mais assistindo ao v&iacute;deo:</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 19 Feb 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Os-compradores-procuram-proximidade,-seguran?a-e-facil-acesso</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[O com?rcio eletr?nico ganhou 3 anos de desenvolvimento ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/O-comercio-eletronico-ganhou-3-anos-de-desenvolvimento-em-3-meses</link>
         <description><![CDATA[<p>A Kantar acaba de lan&ccedil;ar sua s&eacute;rie "Aprendizados do Consumer Insights sobre a Am&eacute;rica Latina em 2020".</p>
<p>Nesta primeira edi&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; poder&aacute; descobrir quais foram as alavancas de crescimento do grande vencedor: E-Commerce. Em apenas 3 meses cresceu o esperado para 3 anos! Esse desenvolvimento ocorreu em toda a regi&atilde;o e em todas as cestas.</p>
<p>Saiba mais sobre esses compradores digitais e os principais fatores que desencadearam o desenvolvimento do e-commerce na pandemia assistindo ao v&iacute;deo.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 09 Feb 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/O-comercio-eletronico-ganhou-3-anos-de-desenvolvimento-em-3-meses</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Qu?o otimistas s?o as fam?lias sobre a economia?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Quo-otimistas-so-as-famlias-sobre-a-economia</link>
         <description><![CDATA[<p>Perguntamos &agrave;s fam&iacute;lias "Qual voc&ecirc; acha que ser&aacute; sua situa&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica em 2021?" com o objetivo de conhecer a percep&ccedil;&atilde;o que as fam&iacute;lias t&ecirc;m. A pergunta foi feita para os mexicanos e trazendo uma percep&ccedil;&atilde;o sobre a Am&eacute;rica Central: Argentina, Brasil e Col&ocirc;mbia.</p>
<p>No contexto atual dos mexicanos, a an&aacute;lise mostrou que 47% das fam&iacute;lias consideram que sua situa&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica permanecer&aacute; a mesma de 2020, enquanto 31% mencionaram que ser&aacute; pior, provavelmente devido ao impacto inesperado do COVID-19 no ano passado que afetou a rotina e a qualidade de vida das fam&iacute;lias, n&atilde;o s&oacute; local, mas tamb&eacute;m globalmente.</p>
<p>Vale ressaltar que 22% declararam que apesar de tudo o que est&aacute; acontecendo com a pandemia, consideram que haver&aacute; uma situa&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica melhor do que antes em casa. Nesta resposta vimos que tanto os lares que est&atilde;o em um n&iacute;vel socioecon&ocirc;mico alto quanto aqueles na base da pir&acirc;mide concordaram com isso, ent&atilde;o vemos uma polariza&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&ldquo;J&aacute; existe um programa de vacina&ccedil;&atilde;o para combater o v&iacute;rus no M&eacute;xico, ent&atilde;o pode-se esperar que no segundo semestre a economia do pa&iacute;s comece a se reativar&rdquo;, explica Adri&aacute;n &Aacute;valos, gerente de Estudos Especiais da Divis&atilde;o Worldpanel do M&eacute;xico.</p>
<p>Quanto &agrave; Latam, alguns pa&iacute;ses que est&atilde;o na Am&eacute;rica Central - Argentina, Brasil e Col&ocirc;mbia - possuem planos de vacina&ccedil;&atilde;o para o primeiro trimestre de 2021. Portanto e pelo panorama atual, os latino-americanos n&atilde;o s&atilde;o t&atilde;o positivos diante da situa&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica deste ano.</p>
<p><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/5/Imagem2.png" alt="Imagem2.png" width="644" height="423" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&ldquo;Em compara&ccedil;&atilde;o com a Am&eacute;rica Latina, vemos que eles tendem a n&atilde;o ser t&atilde;o positivos com sua situa&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica, enquanto no M&eacute;xico a vis&atilde;o &eacute; de que continue igual ao que vinha sendo em 2020. &Eacute; claro que haver&aacute; mudan&ccedil;as nos h&aacute;bitos de compra e tamb&eacute;m na pr&oacute;pria maneira de viver o dia a dia&rdquo;, acrescentou Adri&aacute;n Avalos da Kantar M&eacute;xico.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 29 Jan 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Quo-otimistas-so-as-famlias-sobre-a-economia</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Nova lei de rotulagem nutricional]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Nova-lei-de-rotulagem-nutricional</link>
         <description><![CDATA[<p>As marcas brasileiras precisam se preparar para a implanta&ccedil;&atilde;o da nova norma de rotulagem nutricional de alimentos e bebidas embalados, que foi aprovada em outubro passado pela Anvisa e deve entrar em vigor em 24 meses. 75% dos consumidores nacionais j&aacute; buscam produtos com menor teor de gordura, 70% com menos a&ccedil;&uacute;car e 69% sem aditivos, como corantes e conservantes. Al&eacute;m disso, quando se deparam com um produto dito &ldquo;natural&rdquo;, 59% deles alegam esperar que seja livre de conservantes.</p>
<p>Quanto &agrave; an&aacute;lise das informa&ccedil;&otilde;es nos r&oacute;tulos, mesmo que ocasionalmente, 33% das pessoas afirmam ficar de olho na quantidade de vitaminas, 33% na de a&ccedil;&uacute;car, 32% na de gordura, 32% nas calorias e valor nutricional e 30% no teor de s&oacute;dio.</p>
<p>A maior inova&ccedil;&atilde;o da regra ser&aacute; a coloca&ccedil;&atilde;o de s&iacute;mbolos informativos na parte frontal superior da embalagem, facilmente captados &agrave; primeira vista, que devem indicar o teor de tr&ecirc;s nutrientes: a&ccedil;&uacute;cares adicionados, gorduras saturadas e s&oacute;dio.</p>
<p>A Tabela de Informa&ccedil;&atilde;o Nutricional tamb&eacute;m passar&aacute; por altera&ccedil;&otilde;es significativas, a come&ccedil;ar pela ado&ccedil;&atilde;o de fundo branco e letras pretas, para impedir que contrastes interfiram na legibilidade. Al&eacute;m disso, ser&aacute; obrigat&oacute;rio identificar a&ccedil;&uacute;cares totais e adicionais, valores energ&eacute;tico e nutricional e n&uacute;mero de por&ccedil;&otilde;es por embalagem. A tabela dever&aacute; ficar perto da lista de ingredientes e em superf&iacute;cie cont&iacute;nua, sem &aacute;reas encobertas ou locais de dif&iacute;cil visualiza&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 18 Jan 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Nova-lei-de-rotulagem-nutricional</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[E-commerce contribuiu com crescimento FMCG em Latam]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/E-commerce-contribuiu-com-crescimento-FMCG-em-Latam</link>
         <description><![CDATA[<p>O que o COVID-19 nos deixou no ano passado e como ele moldar&aacute; nosso novo normal em 2021? Vale lembrar que, com a chegada e evolu&ccedil;&atilde;o da pandemia, os consumidores adaptaram seu comportamento de compra de acordo com o contexto econ&ocirc;mico e a crise sanit&aacute;ria, ou seja, primeiro foram feitas as compras de p&acirc;nico e abastecimento, depois veio o isolamento social e, por fim, a fase de adapta&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>
<p>&ldquo;Nesse per&iacute;odo, os consumidores gastaram US$11 bilh&otilde;es adicionais em FMCG para consumo dentro do lar em 2020, desencadeado pelo confinamento e novos h&aacute;bitos de compra que a quarentena trouxe consigo. Vale ressaltar que foi realizada uma pesquisa e a maioria dos domic&iacute;lios declararam considerar manter esses novos comportamentos no futuro porque ficar&aacute; em casa por mais tempo &rdquo;, explicou Marcela Botana, Diretora Regional de Contas da Kantar.</p>
<p>Portanto, verificou-se que este gasto &ldquo;extra&rdquo; com FMCG gerou a recupera&ccedil;&atilde;o do mercado na maioria dos pa&iacute;ses latino-americanos, que haviam apresentado um resultado negatio ou est&aacute;vel em 2019. No terceiro trimestre do ano passado, por&eacute;m, houve alguns sinais de desacelera&ccedil;&atilde;o desse crescimento nos territ&oacute;rios com as maiores taxas de infla&ccedil;&atilde;o e desemprego da regi&atilde;o, como Argentina, Brasil, Col&ocirc;mbia e Chile.</p>
<p>Al&eacute;m desse crescimento recorde do setor de FMCG, algumas tend&ecirc;ncias se destacaram com impacto de m&eacute;dio e longo prazo, por exemplo:</p>
<p>- Os consumidores na maioria dos pa&iacute;ses da regi&atilde;o visitavam as lojas menos vezes em compara&ccedil;&atilde;o com 2019 e n&atilde;o h&aacute; sinais de retorno aos n&iacute;veis pr&eacute;-pand&ecirc;micos</p>
<p>- O e-commerce cresceu em todos os pa&iacute;ses e grupos demogr&aacute;ficos, quebrando barreiras e alcan&ccedil;ando n&iacute;veis sem precedentes que devem continuar a se desenvolver</p>
<p>- Os canais de proximidade e os que oferecem produtos baratos foram os mais atrativos para o consumidor em 2020, e a tend&ecirc;ncia &eacute; que continuem ganhando relev&acirc;ncia em 2021</p>
<p>Focando em alguns pa&iacute;ses, vemos que, no caso do M&eacute;xico, o comportamento foi "at&iacute;pico" em um contexto de crise em termos de tamanhos e canais escolhidos. Na Col&ocirc;mbia, observou-se desde o in&iacute;cio que eles traziam carrinhos mais cheios ou mais itens por viagem com o objetivo de se expor menos para cuidar da sa&uacute;de.</p>
<p>Agora &eacute; hora de falar sobre o protagonista desta pandemia e que teve um aumento acelerado no curto prazo e que contribuiu com 4% do crescimento total da FMCG na Am&eacute;rica Latina: o E-commerce. A Kantar havia previsto que o canal alcan&ccedil;aria esse n&iacute;vel de import&acirc;ncia na regi&atilde;o em meados de 2023 (uma acelera&ccedil;&atilde;o de quase 3 anos).</p>
<p>Marcela Botana, diretora da Kantar acrescentou: &ldquo;O canal foi democratizado com a adi&ccedil;&atilde;o de 9 milh&otilde;es de novos compradores na Am&eacute;rica Latina, com destaque principalmente em Higiene Pessoal e na agilidade que foi adotada no M&eacute;xico. Especificamente, a Cidade do M&eacute;xico experimentou o crescimento mais r&aacute;pido em 2020: em apenas 9 meses eles adicionaram mais de 1 milh&atilde;o de compradores ao canal, alcan&ccedil;ando n&iacute;veis de penetra&ccedil;&atilde;o t&atilde;o altos quanto os que vemos em Bogot&aacute;, que j&aacute; est&aacute; vindo de um desenvolvimento de mais de 1 ano &rdquo;.</p>
<p>Al&eacute;m do com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico, os minimercados e o Cash&amp;Carry foram os dois canais que mais cresceram em 2020. O interessante &eacute; que o fizeram com fontes diferentes: a C&amp;C acima de tudo ganhou novos compradores (+6 milh&otilde;es) e oportunidades de compra, enquanto a os minimercados perderam frequ&ecirc;ncia, mas conseguiram compensar o volume com um aumento significativo de compras por ocasi&atilde;o. Al&eacute;m disso, atra&iacute;ram mais compradores de alto n&iacute;vel como fonte secund&aacute;ria.</p>
<p>&ldquo;Os movimentos nos canais indicam tend&ecirc;ncias futuras, passando por formatos focados tanto no Mix ou no Digital com sua comodidade e seguran&ccedil;a (sa&uacute;de) neste contexto, chegando a formatos emergentes, como o "In- Home Stores": que combinam um mix diversificado, com comodidade / proximidade, mantendo pre&ccedil;os competitivos em rela&ccedil;&atilde;o a outros canais&rdquo;, afirmou a diretoria da Kantar.</p>
<p>Em conclus&atilde;o, observamos que fatores econ&ocirc;micos e de sa&uacute;de fizeram de 2020 um ano recorde em termos de consumo dentro do lar, e &eacute; prov&aacute;vel que o consumo dentro do lar ainda seja alto at&eacute; meados de 2021, mas j&aacute; com press&otilde;es econ&ocirc;micas no sentido de uma desacelera&ccedil;&atilde;o. Outra a&ccedil;&atilde;o que tamb&eacute;m vai continuar este ano &eacute; a racionaliza&ccedil;&atilde;o, que &eacute; uma necessidade para v&aacute;rios grupos de consumidores, bem como a reconfigura&ccedil;&atilde;o dos canais em fun&ccedil;&atilde;o do seu papel e os grandes vencedores v&atilde;o manter os seus &lsquo;motivos&rsquo; para continuar a crescer. A execu&ccedil;&atilde;o continuar&aacute; a levar a convers&atilde;o de compradores online e offline que procuram proximidade e produtos baratos.</p>
<p><br />[1] FMCG por sua sigla em ingl&ecirc;s. Refere-se a produtos de consumo de bens massivo.</p>
<p>[2] Mix: Combina&ccedil;&atilde;o de canais offline e online</p>
<p>[3] Lojas In-Home: Venda de produtos b&aacute;sicos encontrados em condom&iacute;nios com o objetivo de minimizar o contato com outras pessoas, 24/7 e autoatendimento.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 14 Jan 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/E-commerce-contribuiu-com-crescimento-FMCG-em-Latam</guid>
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         <title><![CDATA[ Aumenta problemas bucais dos brasileiros ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/-Aumenta-problemas-bucais-dos-brasileiros-</link>
         <description><![CDATA[<p><span>Diante de um consumo indulgente no 2&ordm; trimestre de 2020 devido &agrave; pandemia e tamb&eacute;m da queda na ida aos dentistas, os problemas bucais dos brasileiros aumentaram, gerando oportunidades para produtos espec&iacute;ficos.&nbsp;</span></p>
<p>58% dos entrevistados afirmam n&atilde;o ter visitado um consult&oacute;rio de abril a junho e 62% de julho a setembro. Como resultado, queixas com sangramentos, c&aacute;ries, problemas na gengiva, fragilidade no esmalte e sensibilidade excessiva.</p>
<p>Nesse cen&aacute;rio, a utiliza&ccedil;&atilde;o de creme dental voltado ao clareamento ou tratamento de sensibilidade subiu 8% no 2&ordm; trimestre de 2020 em compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo de 2019. J&aacute; no 3&ordm; trimestre versus o do ano passado o crescimento foi ainda maior: 13%. O mesmo aconteceu com antiss&eacute;ptico bucal (13% entre os terceiros trimestres de 2020 e 2019) e fio dental (24%).</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 12 Jan 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/-Aumenta-problemas-bucais-dos-brasileiros-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Delivery cresce e e-commerce enfrenta desconfian?a]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Delivery-cresce-e-e-commerce-enfrenta-desconfiana</link>
         <description><![CDATA[<p>Depois de reduzido o foco nas compras de abastecimento durante o in&iacute;cio do confinamento, em mar&ccedil;o, um dos primeiros impactos da pandemia no comportamento de compras no Brasil foi o aumento do <em>delivery </em>de refei&ccedil;&otilde;es. A nova maneira de consumo virou tend&ecirc;ncia logo em abril e, desde ent&atilde;o, vem ganhando cada vez mais espa&ccedil;o e coloca o Brasil ao lado dos mercados asi&aacute;ticos quanto &agrave; popularidade. Por aqui, o servi&ccedil;o tem mais de 80% de penetra&ccedil;&atilde;o nas zonas urbanas entre os consumidores de at&eacute; 50 anos e demonstra ainda mais oportunidade de crescimento.&nbsp;</p>
<p>A combina&ccedil;&atilde;o de novas ocasi&otilde;es de compra e novos usu&aacute;rios &eacute; o que faz o servi&ccedil;o continuar expandindo, especialmente durante os dias da semana. O segundo trimestre de 2020 registrou aumento de 27% nos pedidos de entregas em domic&iacute;lio de segunda a sexta-feira em rela&ccedil;&atilde;o ao primeiro trimestre. J&aacute; no terceiro, a alta foi de mais 15% em rela&ccedil;&atilde;o ao anterior. Ainda no curto prazo, os pedidos de fim de semana tiveram incremento de 20% entre abril e junho versus janeiro a mar&ccedil;o, e outros 6% de resultado positivo entre o terceiro e o segundo trimestres.</p>
<p>De acordo com o estudo, o grupo que mais usa o servi&ccedil;o &eacute; composto de pessoas que j&aacute; eram compradoras frequentes de refei&ccedil;&otilde;es fora do lar antes da pandemia. Outra caracter&iacute;stica &eacute; que s&atilde;o homens em sua maioria, com idades entre 25 e 34 anos, que vivem em zonas urbanas e de classes altas.</p>
<p>Al&eacute;m disso, na Am&eacute;rica Latina, o prazer de aproveitar uma refei&ccedil;&atilde;o em fam&iacute;lia ou de experimentar algo novo e o sentimento de merecer este &ldquo;presente&rdquo; s&atilde;o as principais motiva&ccedil;&otilde;es. Este <em>'enjoyment'</em> foi o motivo para 86% dos mexicanos e 75% dos brasileiros. Globalmente, esse n&uacute;mero cai para 59% e os outros 41% elegem a conveni&ecirc;ncia como raz&atilde;o. Olhando apenas para o Brasil, vontade de algo diferente e prazer s&atilde;o os principais motivadores em S&atilde;o Paulo e nos estados do Nordeste, enquanto o h&aacute;bito &eacute; o que impulsiona os moradores da regi&atilde;o Sul e do Rio de Janeiro a acionarem o servi&ccedil;o de entrega.</p>
<p>Um pouco na contram&atilde;o dessa imensa populariza&ccedil;&atilde;o do <em>delivery</em>, o <em>e-commerce</em> para compras de FMCG (bens de consumo massivo) ainda enfrenta restri&ccedil;&otilde;es entre brasileiros, mesmo tendo melhoria lenta. Por aqui, apesar de 350 mil novos lares terem escolhido o canal no terceiro trimestre do ano em rela&ccedil;&atilde;o ao segundo, 51% dos consumidores disseram preferir fazer compras em lojas f&iacute;sicas mesmo durante a pandemia. Entre setembro de 2019 e o mesmo m&ecirc;s de 2020, o canal ganhou apenas 9,4% em penetra&ccedil;&atilde;o e &eacute; o WhatsApp a plataforma com maior n&iacute;vel de aceita&ccedil;&atilde;o, enquanto m&iacute;dias sociais e sites t&ecirc;m o pior desempenho.</p>
<p>Os principais desafios para o crescimento do canal est&atilde;o relacionados com seguran&ccedil;a e a figura do vendedor. Para 44% dos brasileiros, n&atilde;o ter um funcion&aacute;rio para tirar d&uacute;vidas &eacute; uma barreira, 33% dizem n&atilde;o confiar em fornecer dados para compras online, 19% n&atilde;o encontram o sortimento esperado e 16% se preocupam com o atraso nas entregas e n&atilde;o t&ecirc;m esperan&ccedil;as de que esse aspecto ir&aacute; melhorar rapidamente.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 07 Jan 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Delivery-cresce-e-e-commerce-enfrenta-desconfiana</guid>
      </item>	
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         <title><![CDATA[Um ano de cinema para o comportamento do consumidor]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Um-ano-de-cinema-para-o-comportamento-do-consumidor</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste ano, os desafios e mudan&ccedil;as no comportamento do consumidor foram &eacute;picos. Voc&ecirc; quase poderia descrev&ecirc;-los como cinematogr&aacute;ficos. <br /> <br /> &Eacute; por isso que destacamos algumas das mudan&ccedil;as mais importantes relacionadas ao comportamento do consumidor em 2020 como uma s&eacute;rie de trailers de filmes: &ldquo;Um caso de amor com a Internet&rdquo;, &ldquo;Home but not Alone&rdquo;, &ldquo;A Revolu&ccedil;&atilde;o Verde Continua&rdquo; e &ldquo;Telefones Velozes e Furiosos&rdquo;. <br /> <br /> Esperamos que voc&ecirc; encontre dois minutos para assistir ao nosso resumo de como todos n&oacute;s nos adaptamos &agrave; vida dentro do lar, como o mundo se tornou mais digital e por que ficamos mais &ldquo;verdes&rdquo; durante o isolamento.</p>
<p>Te desejamos um feliz e excelente 2021!</p>
<p>Tamb&eacute;m podemos ver os v&iacute;deos em&nbsp;<a href="https://vimeo.com/kantarworldpanel/review/491233313/13656d8702">ingl&ecirc;s</a>,&nbsp;<a href="https://vimeo.com/kantarworldpanel/review/491687804/1cab3f7bc8">franc&ecirc;s</a>,&nbsp;<a href="https://vimeo.com/kantarworldpanel/review/491690883/7b3b78a0fd">espanhol Latam</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="https://vimeo.com/kantarworldpanel/review/491688777/e918f25fae">portugu&ecirc;s</a>.</p>
<div class="component c-hero-media c-hero-media--video js-hero-media js-video-stand-alone animate--slide animate--run">&nbsp;</div>]]></description>
         <pubDate>Thu, 17 Dec 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Um-ano-de-cinema-para-o-comportamento-do-consumidor</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Rotas de crescimento das marcas vencedoras - Latam]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Rotas-de-crescimento-das-marcas-vencedoras---Latam</link>
         <description><![CDATA[<p>Em um ano at&iacute;pico, a Kantar analisou os principais caminhos de crescimento que as marcas vencedoras seguiram na pandemia.</p>
<p>Embora os consumidores tenham mudado seus h&aacute;bitos durante o isolamento e existam setores que enfrentam grandes desafios, existem players de sucesso que se adaptaram rapidamente &agrave;s mudan&ccedil;as nas necessidades dos consumidores, assim como nos comportamentos de compra.</p>
<p>Analisamos os padr&otilde;es de crescimento que as principais marcas que conquistam compradores em pa&iacute;ses com diferentes graus de quarentena t&ecirc;m em comum durante o per&iacute;odo de isolamento. Essas marcas de alto n&iacute;vel nos mostram que existem oportunidades de desenvolvimento no momento e inspiram sua marca a crescer.</p>
<p>Baixe a 8&ordf; edi&ccedil;&atilde;o do Term&ocirc;metro Latam para saber mais sobre essas alavancas de crescimento. Se voc&ecirc; quiser saber mais sobre quem est&aacute; crescendo e o que eles est&atilde;o fazendo, n&atilde;o hesite em nos contatar.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 15 Dec 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Rotas-de-crescimento-das-marcas-vencedoras---Latam</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[10 slides para fazer voc? pensar em 2020 e em 2021 ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/10-slides-para-fazer-voc?-pensar-em-2020-e-em-2021</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta edi&ccedil;&atilde;o veremos quem conseguiu se destacar nessa pandemia e algumas das oportunidades que surgiram e que ser&atilde;o fundamentais para o crescimento no pr&oacute;ximo ano:</p>
<ul>
<li>Os canais menores se destacaram, pois as miss&otilde;es migraram para mais itens por viagem.</li>
<li>Canais em desenvolvimento, como e-commerce, alcan&ccedil;aram um crescimento exponencial.</li>
<li>Em contraste com o ambiente complexo que vivenciamos hoje, as grandes marcas ainda tendem a se expandir no mercado.</li>
<li>Existe uma forte correla&ccedil;&atilde;o entre o apoio governamental e o crescimento da cesta de bens de consumo massivo (FMCG).</li>
<li>Durante a pandemia houve um aumento da conscientiza&ccedil;&atilde;o com o meio ambiente. Agora h&aacute; uma maior preocupa&ccedil;&atilde;o com o planeta.</li>
<li>A tend&ecirc;ncia onmichannel foi substitu&iacute;da por menos canais de compras. Altera&ccedil;&atilde;o em quem faz as compras, assm como a frequ&ecirc;ncia com que visitam os pontos de vendas.</li>
<li>Nessa nova normalidade, novas oportunidades surgiram para a ind&uacute;stria FMCG, por exemplo, em alguns pa&iacute;ses os gastos aumentaram mais do que no per&iacute;odo anterior a pandemia.</li>
<li>A Am&eacute;rica Latina j&aacute; tem planos de aplicar a vacina no primeiro trimestre de 2021. No entanto, as fam&iacute;lias n&atilde;o se sentem t&atilde;o positivas quanto &agrave; sua recupera&ccedil;&atilde;o.</li>
</ul>
<p>Fa&ccedil;a o download do relat&oacute;rio ao lado para conhecer esses insights e crie estrat&eacute;gias que permitam estar cada vez mais perto de seus consumidores.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 10 Dec 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/10-slides-para-fazer-voc?-pensar-em-2020-e-em-2021</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Desafios da retomada de consumo no 3? trimestre]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Desafios-da-retomada-de-consumo-no-3-tri</link>
         <description><![CDATA[<p>O consumo em valor de FMCG dentro do lar caiu 3,8% no terceiro trimestre de 2020 em compara&ccedil;&atilde;o aos meses de abril, maio e junho, quando a vida ainda estava concentrada em casa, mas ainda assim registrou 12% de crescimento se comparado ao mesmo per&iacute;odo do ano passado. &Eacute; o que aponta nosso mais recente levantamento Consumer Insights.</p>
<p>Grande parte desse impulso deve-se ao aux&iacute;lio emergencial concentrado na base da pir&acirc;mide social, visto que 72% da classe DE e 61% da classe C declaram ter recebido o valor. De acordo com o levantamento da Kantar, o dinheiro recebido foi destinado para tr&ecirc;s despesas principais: compras de alimentos e bebidas (63%), pagamento de servi&ccedil;os b&aacute;sicos (47%) e abastecimento de produtos de limpeza (38%).</p>
<p>J&aacute; fora do lar, a flexibiliza&ccedil;&atilde;o nas restri&ccedil;&otilde;es do confinamento gerou uma estabiliza&ccedil;&atilde;o na tend&ecirc;ncia de queda do consumo (+0,2%) - entre julho e setembro no Brasil, por&eacute;m o cen&aacute;rio para o consumo <em>out of home</em> ainda &eacute; negativo se comparado ao ano anterior (-17%).</p>
<p>A volta de consumidores para as ruas e desembolso de valores maiores a cada ocasi&atilde;o de compra s&atilde;o os dois fatores que ajudaram nessa estabiliza&ccedil;&atilde;o. Os adultos entre 30 e 39 anos das classes A/B e C s&atilde;o os respons&aacute;veis por puxar essa contribui&ccedil;&atilde;o em valor e, no geral, t&ecirc;m gastado at&eacute; 7% mais nas refei&ccedil;&otilde;es principais fora de casa, especialmente aos finais de semana.&nbsp;</p>
<p>No curto prazo, os gastos com buf&ecirc;s e card&aacute;pio aumentaram 35%, e com sandu&iacute;che e hamb&uacute;rguer 27%. No entanto, os com <em>snacks</em> industrializados, como salgadinhos, balas e chocolates, ca&iacute;ram 19%. <br /> Com a possibilidade de voltar a fazer refei&ccedil;&otilde;es fora de casa entre julho e setembro, bares, restaurantes, lanchonetes e padarias viram os valores gastos crescerem em 59%, 11% e 36%, respectivamente, nesses meses.</p>
<p>A flexibiliza&ccedil;&atilde;o do isolamento junto com o impacto nos pre&ccedil;os, influenciou na escolha de quais produtos o brasileiro levou para casa entre julho e setembro.</p>
<p>Nesse cen&aacute;rio, alguns alimentos se destacaram ao aumentar sua penetra&ccedil;&atilde;o, ou seja, conquistar novos lares compradores, como &eacute; o caso do p&atilde;o industrializado (+11,8 p.p.), creme de leite (+8,7 p.p.) e lingui&ccedil;as (+8,3 p.p.). Ao mesmo tempo, alguns produtos perdem relev&acirc;ncia, como bolo pronto (-4 p.p.), caldos (-3,8 p.p.) e salgadinhos (-2,8 p.p.). Em rela&ccedil;&atilde;o as bebidas, o consumo de embalagens maiores e retorn&aacute;veis cresceu, enquanto as embalagens menores t&ecirc;m o resultado contr&aacute;rio.</p>
<p>A cesta de limpeza cresceu 4% em unidades neste &uacute;ltimo trimestre, com destaque tamb&eacute;m para as embalagens maiores e econ&ocirc;micas, principalmente das categorias de &aacute;gua sanit&aacute;ria, desinfetante e cloro. J&aacute; a cesta de higiene e beleza ainda cai 3,7% em unidades no curto prazo, mas categorias como cremes para pele, deo col&ocirc;nia, tintura para cabelo e maquiagens voltam a ganhar compradores com o retorno gradual das rotinas fora do lar.</p>
<p>E para o futuro, 81% dos consumidores se declaram muito preocupados com o cen&aacute;rio de COVID-19 e as principais preocupa&ccedil;&otilde;es listadas s&atilde;o: 24% sa&uacute;de das pessoas de modo geral, 16% que n&atilde;o tenha hospital para todos e 13% a sa&uacute;de dos filhos e crian&ccedil;as da fam&iacute;lia, apenas 4% colocam economia entre as principais preocupa&ccedil;&otilde;es, mas 53% acreditam que o pa&iacute;s estar&aacute; em situa&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica pior no ano que vem.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 04 Dec 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Desafios-da-retomada-de-consumo-no-3-tri</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Servi?os de delivery crescem no Brasil ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Servios-de-delivery-crescem-no-Brasil-</link>
         <description><![CDATA[<p>A queda do consumo de alimentos e bebidas fora do lar (OOH) devido &agrave; pandemia tem custado &agrave;s economias globais bilh&otilde;es de d&oacute;lares em receita. Ao todo, US$ 16 bilh&otilde;es deixaram de ser gastos com <em>snacks </em>e bebidas n&atilde;o alco&oacute;licas OOH no mundo entre janeiro a agosto de 2020, em compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo do ano anterior, de acordo com o estudo Kantar <a href="https://www.kantar.com/campaigns/food-and-drink-trends-in-the-covid-19-era%20">"Out-of-home food and drinks landscape. COVID-19 impact and the road to recovery".</a></p>
<p>Neste cen&aacute;rio de distanciamento social e confinamento, os restaurantes, bares e ind&uacute;strias de alimentos e bebidas t&ecirc;m visto nos servi&ccedil;os de <em>delivery</em> uma alternativa para recupera&ccedil;&atilde;o de seus n&uacute;meros, e o Brasil &eacute; um dos mercados que mais apontam nessa dire&ccedil;&atilde;o. A modalidade j&aacute; tem 80% de penetra&ccedil;&atilde;o entre consumidores com menos de 50 anos por aqui, ficando atr&aacute;s apenas dos pa&iacute;ses asi&aacute;ticos, al&eacute;m de uma frequ&ecirc;ncia m&eacute;dia de consumo de 18 vezes ao ano.</p>
<p>Em 2019, 44% dos gastos do consumo fora do lar vinham da cesta de <em>snacks</em> e bebidas n&atilde;o alco&oacute;licas. Entre janeiro a agosto de 2020, em compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo do ano anterior, o consumo dessas duas cestas no mundo caiu 10% no total, com redu&ccedil;&atilde;o de 30% OOH e incremento de 9% <em>in home</em>. A Europa &eacute; o maior respons&aacute;vel por puxar os &iacute;ndices para baixo.</p>
<p>No Brasil o cen&aacute;rio &eacute; de estabilidade, j&aacute; que o gasto fora do lar retraiu 12% e dentro do lar teve um crescimento no mesmo patamar, equilibrando o gasto total. Por aqui, a maior queda do n&uacute;mero de pessoas consumindo esses produtos em lanchonetes, padarias, bares e restaurantes aconteceu em mar&ccedil;o e abril deste ano, com sinais de recupera&ccedil;&atilde;o em maio e certa estabilidade desde ent&atilde;o. Ao todo, o consumo das categorias IH e OOH sofreu perdas de 5% no Brasil desde o in&iacute;cio da pandemia, enquanto pa&iacute;ses como Inglaterra e Fran&ccedil;a registraram queda total de 27% e 20%, respectivamente.</p>
<p>Isso se explica pela combina&ccedil;&atilde;o de dois fatores: baixa popularidade dos servi&ccedil;os de <em>delivery</em> nos pa&iacute;ses europeus e pela redu&ccedil;&atilde;o do consumo no canal conhecido como Horeca, que s&atilde;o hot&eacute;is, restaurantes e caf&eacute;s. No entanto, olhando para o canal globalmente, ele era considerado o setor mais promissor no ano passado. Por&eacute;m, atualmente &eacute; o respons&aacute;vel por mais da metade do gasto neste ano.</p>
<p>Apesar do decl&iacute;nio geral, os <em>snacks</em> v&ecirc;m mostrando r&aacute;pida recupera&ccedil;&atilde;o com a transfer&ecirc;ncia do consumo para dentro do lar, mas s&atilde;o as bebidas n&atilde;o alco&oacute;licas que n&atilde;o mostram sinais de volta ao patamar e retraem fortemente em gasto total (dentro e fora do lar) no patamar de 14%, comparando o per&iacute;odo de janeiro a agosto de 2020 com o mesmo per&iacute;odo do ano passado.</p>
<p>Se adicionadas as refei&ccedil;&otilde;es fora do lar ao cen&aacute;rio, o impacto da Covid-19 no setor &eacute; ainda maior. Globalmente, as refei&ccedil;&otilde;es principais - almo&ccedil;o e jantar &ndash; contribu&iacute;ram negativamente em 77% para a retra&ccedil;&atilde;o do gasto fora do lar. No entanto, parte delas continua sendo consumida com a acelera&ccedil;&atilde;o do crescimento dos servi&ccedil;os de <em>delivery</em>, que "levaram os restaurantes at&eacute; as casas" e se mostram como uma alternativa do setor para balancear os n&uacute;meros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Popularidade dos servi&ccedil;os de </strong><strong><em>delivery</em></strong><strong> pelo mundo</strong></p>
<p>No Brasil, um dos mercados com maior penetra&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o, 15% das pessoas pedem entregas em domic&iacute;lio uma ou mais vezes por semana, 40% recebem refei&ccedil;&otilde;es em casa entre uma e tr&ecirc;s vezes no m&ecirc;s e 26% menos de uma vez no m&ecirc;s. Al&eacute;m disso, 44% tendem a incluir bebidas no pedido. O pa&iacute;s fica atr&aacute;s somente dos mercados asi&aacute;ticos na popularidade e frequ&ecirc;ncia de uso desse servi&ccedil;o. Na China, 30% pedem <em>delivery</em> uma ou mais vezes na semana e, na Coreia do Sul, 60% o fazem entre uma e tr&ecirc;s vezes no m&ecirc;s. J&aacute; na Inglaterra, 4% usam o servi&ccedil;o mais de uma vez na semana e 32% o fazem menos de uma vez ao m&ecirc;s.</p>
<p>No geral, para 59% da popula&ccedil;&atilde;o mundial, o motivo de usar o <em>delivery </em>&eacute; por prazer, como uma forma de presentear a si mesmo e a fam&iacute;lia com uma refei&ccedil;&atilde;o especial. Para o restante dos consumidores (41%), a conveni&ecirc;ncia &eacute; o que justifica. Mas esses n&uacute;meros variam muito entre os pa&iacute;ses. Na Coreia do Sul, apenas 39% dos pedidos s&atilde;o feitos tendo o prazer como motiva&ccedil;&atilde;o. J&aacute; a Am&eacute;rica Latina &eacute; a regi&atilde;o em que mais se usa o <em>delivery</em> com base nesse motivo: 75% dos consumidores no Brasil e 86% no M&eacute;xico. Tanto &eacute; que 72% dos pedidos no Brasil s&atilde;o feitos aos fins de semana, sendo a pizza e hamb&uacute;rgueres os pratos mais buscados.</p>
<p>Ainda no pa&iacute;s, membros das classes mais altas s&atilde;o os maiores consumidores de refei&ccedil;&otilde;es por <em>delivery </em>e a penetra&ccedil;&atilde;o desse servi&ccedil;o entre os com menos de 50 anos &eacute; de 80%. Na &Aacute;sia, o consumo &eacute; mais popular e mais disperso entre sua popula&ccedil;&atilde;o. A penetra&ccedil;&atilde;o na Coreia do Sul &eacute; de 99% entre os <em>shoppers</em> abaixo de 50 anos e, na China, de 84%. Na Europa, a popula&ccedil;&atilde;o mais jovem &eacute; que faz maior uso, j&aacute; que o servi&ccedil;o ainda tem pouca penetra&ccedil;&atilde;o em diversas regi&otilde;es e os consumidores se mostram mais resistentes em "substituir" as idas aos restaurantes. Na Inglaterra, apenas 36% dos compradores com menos de 50 anos usam o servi&ccedil;o e, na Espanha, 37%.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 19 Nov 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Servios-de-delivery-crescem-no-Brasil-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[10 tend?ncias para a ind?stria de m?dia e comunica??o]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/10-tendncias-para-a-indstria-de-mdia-e-comunicao</link>
         <description><![CDATA[<p>O mundo da m&iacute;dia se encontra em um momento crucial &ndash; s&atilde;o desafios sociais, pol&iacute;ticos, econ&ocirc;micos e tecnol&oacute;gicos. O que vem adiante? Nunca &eacute; f&aacute;cil prever, especialmente neste ano.</p>
<p>Nossas tend&ecirc;ncias de m&iacute;dia e previs&otilde;es para 2021 visam apoi&aacute;-lo em um futuro relativamente incerto. &Eacute; um estudo que explora descobertas que podem ajud&aacute;-lo a construir conex&otilde;es mais ricas com seu p&uacute;blico, consumidores e clientes, para impulsionar o crescimento dos neg&oacute;cios em 2021 e al&eacute;m.</p>
<p>O estudo re&uacute;ne artigos e opini&otilde;es de especialistas da Kantar pelo mundo e oferece m&uacute;ltiplas vis&otilde;es sobre temas que v&atilde;o impactar a ind&uacute;stria de m&iacute;dia, trazendo uma imers&atilde;o nos comportamentos do consumidor de m&iacute;dia do pr&oacute;ximo ano, juntamente com as principais estrat&eacute;gias projetadas para reaquecer e estimular o crescimento econ&ocirc;mico.</p>
<h3>As mudan&ccedil;as na M&iacute;dia</h3>
<ul>
<li>Comportamentos da audi&ecirc;ncia e din&acirc;mica da ind&uacute;stria &ndash; o que fica e o que muda? Lidando com o &ldquo;novo normal&rdquo; &ndash; Frances Sheardown</li>
<li>O assinante-bumerangue. O modelo de neg&oacute;cios SVOD &eacute; sustent&aacute;vel? &ndash; Dominic Sunnebo</li>
<li>Com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico e m&iacute;dia: friends or frenemies? Acompanhando os consumidores &ndash; Anshuman Pandey &nbsp;</li>
</ul>
<h3>As pessoas e a M&iacute;dia</h3>
<ul>
<li>A audi&ecirc;ncia no Streaming. E a import&acirc;ncia de estar junto &ndash; Hanne Teigum</li>
<li>Do ativismo &agrave; a&ccedil;&atilde;o. O prop&oacute;sito de marca acelera &ndash; Fran&ccedil;ois Nicolon</li>
<li>O dilema das m&iacute;dias sociais. Construindo relacionamentos com a audi&ecirc;ncia em um mundo predominantemente digital &ndash; Anna Salter</li>
</ul>
<h3>O desempenho da M&iacute;dia</h3>
<ul>
<li>O contexto criativo no centro das aten&ccedil;&otilde;es. Diferencia&ccedil;&atilde;o em seu mix de m&iacute;dia &ndash; Duncan Southgate</li>
<li>Uma infus&atilde;o de Analytics. Impulsionando seus insights de m&iacute;dia &ndash; Satya Menon</li>
<li>&ldquo;Cookies&rdquo; dif&iacute;ceis de mastigar. As realidades de um mundo sem cookies &ndash; Jane Ostler</li>
<li>Democratizando dados. Dando ritmo &agrave; sua estrat&eacute;gia de dados &ndash; Manish Bhatia</li>
</ul>
<p>Baixe o material no site da divis&atilde;o Kantar IBOPE Media:&nbsp;<a href="https://bit.ly/2IRXKLb">https://bit.ly/2IRXKLb</a>&nbsp;ou escreva&nbsp; para digital@kantaribopemedia.com</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 18 Nov 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/10-tendncias-para-a-indstria-de-mdia-e-comunicao</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Publicidade em crise?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Publicidade-em-crise</link>
         <description><![CDATA[<p>Compreender os riscos e impactos do<strong> investimento em publicidade</strong>, especialmente durante um ano como 2020, &eacute; fundamental para ajudar as marcas a analisar quais a&ccedil;&otilde;es devem ser tomadas. Neste material, separamos insights que v&atilde;o desde&nbsp;<span>os <strong>riscos do corte na publicidade at&eacute; como otimizar seu plano de m&iacute;dia:</strong></span></p>
<p>- Voc&ecirc; sabe quanto tem a perder se decidir cortar os riscos em publicidade?</p>
<p>- Voc&ecirc; sabe o potencial negativo &agrave; curto prazo que uma marca pode ter se decidir n&atilde;o se comunicar?</p>
<p>- Recess&otilde;es atrapalham a lealdade dos consumidores e preocupa&ccedil;&atilde;oes financeiras afetam as escolhas finais de compra. Voc&ecirc; sabe como defender o valor da sua marca?</p>
<p>- Voc&ecirc; sabe como otimizar o seu plano de m&iacute;dia e onde colocar esfor&ccedil;os?</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 11 Nov 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Publicidade-em-crise</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Mercado de Beleza na ?sia]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Mercado-de-Beleza-na-sia</link>
         <description><![CDATA[<p>O setor de beleza, um dos mais promissores na &Aacute;sia, estava em pleno crescimento quando foi impactado pela pandemia. S&oacute; a China perdeu 25B chinese yuan em vendas no primeiro semestre de 2020 por conta da Covid-19, ao mesmo tempo em que vendas de produtos para cuidados com pele e cabelo ca&iacute;ram 49% na Coreia e compras de maquiagens foram reduzidas em 48% na Tail&acirc;ndia. No entanto, o segmento j&aacute; apresenta sinais de retomada, mas com consider&aacute;veis mudan&ccedil;as no comportamento do consumidor, segundo o estudo Asia Beauty, feito na Coreia, Taiwan, China, Tail&acirc;ndia, Vietn&atilde;, Filipinas, Indon&eacute;sia e Mal&aacute;sia pela Kantar, l&iacute;der global em dados, insights e consultoria, e que mira tend&ecirc;ncias para 2025.</p>
<p>De acordo com o levantamento, o consumo n&atilde;o voltar&aacute; a ser como na era pr&eacute;-coronav&iacute;rus e &eacute; preciso abra&ccedil;ar o &ldquo;novo normal&rdquo; para reconstru&iacute;-lo. Skincare e hair care t&ecirc;m retomadas relativamente r&aacute;pidas, mas a recupera&ccedil;&atilde;o lenta no consumo de maquiagem em toda a regi&atilde;o &eacute; o que previne o setor de cuidados pessoais de registrar uma performance mais positiva atualmente.</p>
<p>Um dos motivos para isso j&aacute; &eacute; o reflexo na mudan&ccedil;a de posicionamento do <em>shopper</em> em rela&ccedil;&atilde;o a cosm&eacute;ticos. O estudo define o comportamento como 'Flex': <em>Fundamental, Local, E-commerce and Luxury</em>. Ou seja, o foco muda para beleza voltada para sa&uacute;de; marcas locais e personaliza&ccedil;&atilde;o ganham cada vez mais for&ccedil;a; e-commerce segue crescendo e oferecendo maior diversifica&ccedil;&atilde;o e o luxo continua como importante vetor aspiracional para as vendas.</p>
<p>A principal tend&ecirc;ncia &eacute; que o consumo de produtos de beleza se desloque cada vez mais da ideia do uso apenas para melhorar a apar&ecirc;ncia e evolua para a preocupa&ccedil;&atilde;o em proporcionar bem-estar e qualidade de vida. Em geral, os consumidores passam a buscar com mais frequ&ecirc;ncia produtos que ofere&ccedil;am efic&aacute;cia no tratamento, ingredientes naturais, controle de oleosidade e acne. Apenas na China, 13 milh&otilde;es de consumidoras disseram que est&atilde;o mudando a rotina de <em>skincare</em> para produtos que ofere&ccedil;am recupera&ccedil;&atilde;o da pele e n&atilde;o apenas resultado imediato.</p>
<p>As vendas de produtos para cuidados com a pele, por exemplo, registraram o maior crescimento durante o <em>lockdown</em> e continuam ganhando penetra&ccedil;&atilde;o em todos os mercados. Creme de limpeza facial, por exemplo, avan&ccedil;ou 8 pontos de penetra&ccedil;&atilde;o na Coreia. S&eacute;rum, hidratante e &aacute;gua micelar tamb&eacute;m ganharam mais espa&ccedil;o nas necessaires em outros pa&iacute;ses da &Aacute;sia. Ao lado delas, os produtores locais tamb&eacute;m se destacam, j&aacute; que a efici&ecirc;ncia do produto e conhecer bem o consumidor est&atilde;o no topo da lista de prioridades na hora de comprar. Na &Aacute;sia, 70% das marcas com incremento de desempenho desde o in&iacute;cio da pandemia s&atilde;o regionais.</p>
<p>Al&eacute;m desses crit&eacute;rios, o luxo continua sendo um dos vetores aspiracionais do universo de beleza na regi&atilde;o. Na China, o segmento era l&iacute;der pr&eacute;-pandemia e foi o que mais sofreu durante o <em>lockdown</em>, mas em junho j&aacute; voltava &agrave; primeira posi&ccedil;&atilde;o nas escolhas dos <em>shoppers</em> com n&uacute;meros pr&oacute;ximos ao antigo patamar. As classes mais altas s&atilde;o as grandes respons&aacute;veis por esse movimento, enquanto os grupos de m&eacute;dio poder aquisitivo reduziram as compras de marcas de luxo em 21%. Parte desses consumidores migrou para outra importante tend&ecirc;ncia: o fortalecimento de marcas pr&oacute;prias com a busca por pre&ccedil;os menores e melhor custo-benef&iacute;cio.</p>
<p>&nbsp;Ainda na China, ap&oacute;s o confinamento, as compras de p&oacute; compacto e creme de limpeza facial de marcas pr&oacute;prias cresceram, respectivamente, 200% e 86%. Na Coreia, pre&ccedil;o menor &eacute; prioridade para compra de maquiagens em 28% das ocasi&otilde;es, junto com produtos de longa dura&ccedil;&atilde;o em 20% dos casos.</p>
<p>Mais um apontamento relevante &eacute; que a aproxima&ccedil;&atilde;o de beleza &agrave; sa&uacute;de &eacute; puxada tamb&eacute;m por uma varia&ccedil;&atilde;o na faixa et&aacute;ria de consumidores ativos. Os grupos de 30 a 39 anos e com mais de 50 anos s&atilde;o os com maior potencial, especialmente o segundo, que aumentou as compras online de cosm&eacute;ticos em 64% na China durante a pandemia.</p>
<p>Quando o tema &eacute; canal de compra, o e-commerce evolui em v&aacute;rios segmentos de bens de consumo massivo no mundo todo. Na China, 83% dos compradores o usam. Entre as categorias, beleza &eacute; uma das que tem crescimento mais acelerado e investimento em evolu&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica. No entanto, esse aumento n&atilde;o &eacute; t&atilde;o org&acirc;nico quanto parece e exige que as plataformas decifrem os est&aacute;gios de intera&ccedil;&atilde;o dos compradores para converter. Segundo o levantamento da Kantar, no in&iacute;cio da pandemia, grande parte dos consumidores comprava online pela conveni&ecirc;ncia de economizar tempo e n&atilde;o precisar enfrentar filas. Mas com a populariza&ccedil;&atilde;o do canal e a quebra de barreiras emocionais que dificultavam a intera&ccedil;&atilde;o, as miss&otilde;es de compra habituais deram espa&ccedil;o para miss&otilde;es de impulso, emerg&ecirc;ncia e descoberta. Depois disso, o pr&oacute;ximo est&aacute;gio &eacute; que, estando mais confort&aacute;veis com o canal, os compradores ampliem o n&uacute;mero de lojas online visitadas e transfiram para o virtual o tradicional <em>window shopping offline</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 06 Nov 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Mercado-de-Beleza-na-sia</guid>
      </item>	
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         <title><![CDATA[Influ?ncia das tend?ncias no planejamento do mix ideal]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Influncia-das-tendncias-no-planejamento-do-mix-ideal</link>
         <description><![CDATA[<p>A pandemia rompeu barreiras, acelerou tend&ecirc;ncias e fez transforma&ccedil;&otilde;es esperadas para os pr&oacute;ximos 5 anos chegarem em 5 meses. Entre mar&ccedil;o e agosto deste ano, 21% dos brasileiros fizeram uma compra online de comida ou bebida pela primeira vez na vida e 12% dos lares tamb&eacute;m passaram a comprar bens de consumo massivo (FMCG) pelo telefone.</p>
<p>Tudo indica que esses h&aacute;bitos v&atilde;o continuar para 53% da popula&ccedil;&atilde;o quando a crise sanit&aacute;ria acabar. 40% pretendem continuar comprando online, mas 18% sinalizaram que v&atilde;o reduzir ou parar de usar e-commerce.</p>
<p>A insatisfa&ccedil;&atilde;o do <em>shopper</em> com o canal &eacute; um alerta e uma oportunidade de melhoria aos varejistas, j&aacute; que 29% dizem n&atilde;o conseguir encontrar nele todo o sortimento que buscam, al&eacute;m de se queixar de atrasos na entrega e pre&ccedil;os mais altos do que na loja f&iacute;sica. No entanto, apesar de o e-commerce ser a pior modalidade avaliada no quesito velocidade, mais da metade dos consumidores brasileiros pretende continuar usando alternativas que se popularizam no abastecimento de FMCG nos &uacute;ltimos meses, como WhatsApp, telefone e aplicativos.</p>
<p>Al&eacute;m da explos&atilde;o de canais online que o cen&aacute;rio atual de transforma&ccedil;&atilde;o constante instituiu, outras mudan&ccedil;as no comportamento do consumidor tamb&eacute;m se mostram persistentes em longo prazo quando o tema &eacute; mix no varejo de bens de consumo massivo. O primeiro deles &eacute; entender o bolso do brasileiro e como a pandemia n&atilde;o afeta a todos da mesma forma: 51% declararam ter sofrido impacto negativo na renda e temos visto taxas de desemprego que n&atilde;o param de crescer. Neste cen&aacute;rio, 42% dos brasileiros declararam que receberam ajuda de governo em dinheiro e que utilizaram esse aporte principalmente para compra de alimentos, bebidas e limpeza dentro dos lares ou mesmo para pagamento de contas essenciais, como &aacute;gua, luz, telefone e internet.</p>
<p>Quando avaliamos quem sustentou o consumo dentro dos lares, temos como destaque a classe DE (+7% em unidades compradas), que incrementou novas ocasi&otilde;es de consumo com mais caf&eacute;s da manh&atilde; e jantares sendo preparados em casa. J&aacute; a classe AB aumentou em 38% o uso de <em>delivery </em>no &uacute;ltimo trimestre.</p>
<p>Ficando mais tempo em casa, as ocasi&otilde;es de consumo <em>in home</em> cresceram 10%, principalmente no caf&eacute; da manh&atilde; (+14%) e almo&ccedil;o (+12%). E na hora de comprar e preparar as refei&ccedil;&otilde;es, prazer, conveni&ecirc;ncia e saudabilidade, uma tend&ecirc;ncia j&aacute; presente pr&eacute;-Covid, s&atilde;o as principais raz&otilde;es de escolha e preparo dos pratos.</p>
<p>J&aacute; quando o assunto &eacute; saudabilidade, &eacute; preciso estar alerta, j&aacute; que &eacute; um conceito relativo com diferentes percep&ccedil;&otilde;es entre os grupos sociais. Nas classes AB, a busca por uma alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel inclui consumo de frutas, saladas, legumes, castanhas e iogurte, enquanto entre as classes CDE a categoria saudabilidade abrange arroz, feij&atilde;o, cereais infantis, leite em p&oacute;, sucos e vitaminas caseiras.&nbsp;</p>
<p>No geral, os brasileiros t&ecirc;m consci&ecirc;ncia sobre a import&acirc;ncia e benef&iacute;cios dos produtos considerados mais saud&aacute;veis. 57% declaram preferir alimentos org&acirc;nicos, 32% buscam produtos sem lactose e 40% sem gl&uacute;ten. Por&eacute;m, 35% consideram o pre&ccedil;o uma barreira para consumo desse segmento.</p>
<p>Ainda falando da cesta de produtos, durante a pandemia todas as classes inclu&iacute;ram novas categorias nos carrinhos. Desinfetante &eacute; unanimidade. Al&eacute;m dele, a classe DE passou a comprar mais p&atilde;es industrializados, maionese e farinha de trigo. A classe C adotou a presuntaria e, a classe AB, a cerveja e o requeij&atilde;o.</p>
<p>Todas essas mudan&ccedil;as no comportamento do consumidor chegam tamb&eacute;m &agrave;s escolhas dos canais. Proximidade e pre&ccedil;o s&atilde;o os crit&eacute;rios mais usados na hora de escolher o ponto de venda adequado. Por conta disso, o pequeno varejo ganhou 3 milh&otilde;es de novos lares compradores e o varejo tradicional mais de 2 milh&otilde;es no &uacute;ltimo trimestre, ao mesmo tempo em que marcas pr&oacute;prias, que t&ecirc;m pre&ccedil;o at&eacute; 10% mais baixo que a m&eacute;dia do mercado, passaram a ser consumidas pela primeira vez por 2 milh&otilde;es de brasileiros e o Atacarejo segue mantendo a tend&ecirc;ncia de crescimento, atraindo 4 milh&otilde;es de brasileiros, com uma m&eacute;dia de pre&ccedil;os at&eacute; 15% mais baixos.</p>
<p>Com a desacelera&ccedil;&atilde;o da pandemia, vemos uma mudan&ccedil;a nas miss&otilde;es de compra dos brasileiros. Se no in&iacute;cio v&iacute;amos compras de abastecimento, hoje, com a flexibiliza&ccedil;&atilde;o e maior adapta&ccedil;&atilde;o &agrave;s novas rotinas, as miss&otilde;es de compras menores come&ccedil;am a ganhar mais relev&acirc;ncia e compras de proximidade crescem 10%, assim como miss&otilde;es de reposi&ccedil;&atilde;o / urg&ecirc;ncia (+9%).</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 03 Nov 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Influncia-das-tendncias-no-planejamento-do-mix-ideal</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Personal Care apresenta melhora no 2? trimestre]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Personal-Care-no-2-trimestre</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Apesar de o setor de Cuidados Pessoais ter sofrido um grande impacto em v&aacute;rios pa&iacute;ses durante a pandemia, principalmente nas ocasi&otilde;es fora do lar e de socializa&ccedil;&atilde;o, no Brasil algumas ocasi&otilde;es de consumo voltam a crescer no segundo trimestre. &Eacute; o que mostra a <strong>Kantar</strong>, l&iacute;der global em dados, <em>insights</em> e consultoria.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O isolamento social nos primeiros tr&ecirc;s meses do ano fez com que categorias menos utilit&aacute;rias fossem despriorizadas como maquiagem, banho/cuidados com o cabelo, fragr&acirc;ncia, hidrata&ccedil;&atilde;o do rosto/corpo e desodorante, nesta ordem. J&aacute; no segundo trimestre de 2020, com a flexibiliza&ccedil;&atilde;o do isolamento social, a cesta de Personal Care come&ccedil;ou a mostrar indicativo de melhora, com destaque para os consumidores incrementando especialmente a rotina de Higiene Oral. Neste cen&aacute;rio, o uso de produtos de <em>Personal Care</em> ap&oacute;s as refei&ccedil;&otilde;es cresceu 27%. &nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O abandono do sedentarismo tamb&eacute;m se transformou em uma oportunidade para as marcas. Tr&ecirc;s milh&otilde;es de pessoas passaram a praticar exerc&iacute;cios regularmente no &uacute;ltimo trimestre (Q2&rsquo;20), aumentando em 29% a ocasi&atilde;o de uso de produtos de cuidados pessoais antes de fazer exerc&iacute;cios. A pr&aacute;tica gerou destaque para o uso especialmente de sabonete l&iacute;quido, esfoliante e hidratante corporal, xampu e p&oacute;s xampu. E a justificativa vai muito al&eacute;m da limpeza: aten&ccedil;&atilde;o &agrave;s necessidades sensoriais, como nutri&ccedil;&atilde;o, repara&ccedil;&atilde;o e busca por maciez.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 27 Oct 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Personal-Care-no-2-trimestre</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Preocupa??o ambiental ? oportunidade de mercado FMCG]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Preocupao-ambiental--oportunidade-de-mercado-FMCG</link>
         <description><![CDATA[<p>Apenas &frac14; dos 8.500 consumidores de sete pa&iacute;ses da Am&eacute;rica Latina entrevistados pela Kantar, l&iacute;der global em dados, <em>insights </em>e consultoria, para a elabora&ccedil;&atilde;o da segunda edi&ccedil;&atilde;o de seu estudo <em>Who Cares, Who Does?</em> da Kantar conseguem nomear uma marca de bens de consumo massivo que esteja contribuindo para a prote&ccedil;&atilde;o do meio ambiente. As cinco marcas mais reconhecidas como sustent&aacute;veis s&atilde;o Natura, que conquistou o primeiro lugar, gra&ccedil;as a 20% dos respondentes, e depois, por ordem, Coca-Cola, Yp&ecirc;, Bimbo e Omo.</p>
<p>J&aacute; as indica&ccedil;&otilde;es de varejistas foram ainda menores. Apenas 16% das pessoas o fizeram e o resultado foi o seguinte: a mexicana Bodega Aurrer&aacute; lidera o Top 5, seguida por Assa&iacute;, Walmart, Atacad&atilde;o e a colombiana &Eacute;xito.</p>
<p>Isso cria uma grande oportunidade junto ao mercado Eco-Ativo, aquele respons&aacute;vel ambientalmente e que representa globalmente US$ 382 bilh&otilde;es, e convida as marcas &agrave; a&ccedil;&atilde;o. Para Kesley Gomes, Diretora Latam de LinkQ da Kantar, &ldquo;o primeiro passo &eacute; se associar a esses consumidores. 40% garantem estar otimistas apesar dos desafios atuais e 30% se sentem empoderados para mudar a situa&ccedil;&atilde;o. &Eacute; como criar uma joint venture com eles, para que se sintam parte de seu projeto&rdquo;, explica ela. O pr&oacute;ximo passo &eacute; fazer a substitui&ccedil;&atilde;o das embalagens pl&aacute;sticas, que s&atilde;o uma unanimidade como vil&atilde;s para o meio ambiente. No que se refere a produtos para cuidados com o lar, 49% dos entrevistados pedem recipientes 100% recicl&aacute;veis, 43% reutiliz&aacute;veis e 41% biodegrad&aacute;veis. J&aacute; quanto aos itens de cuidados pessoais, estes percentuais s&atilde;o, respectivamente, 48%, 34% e 37%.</p>
<p>A Kantar sinaliza ainda a import&acirc;ncia da transpar&ecirc;ncia no processo de reciclagem, comunicando e educando para gerar confian&ccedil;a e tamb&eacute;m para aumentar a percep&ccedil;&atilde;o de sustentabilidade da marca. 55,8% dos latino-americanos atestam n&atilde;o saber onde entregar itens para reciclagem e 56,6% tem d&uacute;vidas sobre o que acontece com os materiais entregues.</p>
<p>O conceito natural &eacute; algo a tamb&eacute;m ser levado em conta. 87% preferem produtos naturais por serem bons para a sa&uacute;de, 83% por serem melhores para o meio ambiente e 82% mais saborosos ou bons para a pele. Al&eacute;m disso, 58% esperam que eles estejam livres de conservantes, 49% de aditivos ou corantes, 45% que tenham apenas ingredientes naturais, 28% que sejam org&acirc;nicos e 23% que n&atilde;o estejam geneticamente modificados.</p>
<p>O conceito Carbon Free tamb&eacute;m tem muito a ser explorado. Apenas 11% dos respondentes da Am&eacute;rica Latina o identificam como importante na redu&ccedil;&atilde;o do impacto ambiental. Na Alemanha, como compara&ccedil;&atilde;o, esse n&uacute;mero chega a 42%.</p>
<p>Por fim,&nbsp; vincular-se a ONGs ou entidades locais conceituadas e inovar no lan&ccedil;amento de produtos sustent&aacute;veis sempre &eacute; positivo.</p>
<p>A segunda edi&ccedil;&atilde;o do estudo <em>Who Cares Who Does</em> contou com a participa&ccedil;&atilde;o de 80 mil consumidores de 19 pa&iacute;ses, localizados na Europa, Am&eacute;rica Latina, Estados Unidos e &Aacute;sia. Mais informa&ccedil;&otilde;es em <a href="http://www.kantar.com/whocareswhodoes">www.kantar.com/whocareswhodoes</a></p>
<p>Voc&ecirc; tamb&eacute;m pode rever nosso webinar:&nbsp;<a class="r-1n1174f r-1loqt21 r-1qd0xha r-ad9z0x r-bcqeeo r-1ny4l3l r-1ddef8g r-qvutc0 css-4rbku5 css-18t94o4 css-901oao css-16my406" title="http://bit.ly/3nbQvxt" dir="ltr" href="https://t.co/wkO5wSd1nz?amp=1" rel=" noopener noreferrer" target="_blank" data-focusable="true">bit.ly/3nbQvxt</a>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 21 Oct 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Preocupao-ambiental--oportunidade-de-mercado-FMCG</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Ganhos no investimento em sustentabilidade ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Ganhos-no-investimento-em-sustentabilidade-</link>
         <description><![CDATA[<p>As marcas de bens de consumo massivo que investirem em sustentabilidade poder&atilde;o crescer no mercado consumidor conhecido como Eco-Ativo, aquele ambientalmente consciente e que representa US$382 bilh&otilde;es. &Eacute; o que aponta a segunda edi&ccedil;&atilde;o do nosso estudo <em>Who Cares, Who Does?</em>. Somente em 2019, este p&uacute;blico cresceu entre 16% a 20% mundialmente.</p>
<p>Os ganhos tamb&eacute;m podem vir dos compradores convencionais. Um a cada 5 afirma que durante a pandemia adquiriu h&aacute;bitos mais amistosos com o meio ambiente e 16% deles est&atilde;o focando em iniciativas mais ecol&oacute;gicas. &ldquo;Nossos dados continuam a sugerir que a inova&ccedil;&atilde;o na redu&ccedil;&atilde;o do uso de pl&aacute;stico permanece como oportunidade&rdquo;, comenta Natalie Babbage, Diretora Global de LinkQ da Kantar. &ldquo;Observamos que os compradores est&atilde;o altamente conscientes sobre as embalagens que adquirem semanalmente, e que para eles passou a ser primordial considerar como podem pessoalmente reduzir o impacto no meio ambiente. O papel reciclado e embalagens com qualidade garantida est&atilde;o sendo mais utilizados, demonstrando a demanda por uma alternativa verde&rdquo;, completa ela.</p>
<p>A pesquisa contou com a participa&ccedil;&atilde;o de 80 mil consumidores de 19 pa&iacute;ses, localizados na Europa, Am&eacute;rica Latina, Estados Unidos e &Aacute;sia, sendo que quase metade se sente pessoalmente afetada pelos problemas ambientais. Entretanto, a maioria &eacute; encorajada a ser mais respons&aacute;vel ambientalmente pelo incentivo especialmente dos filhos (50%), amigos (43%) e c&ocirc;njuges (41%).&nbsp;</p>
<p>As inten&ccedil;&otilde;es s&atilde;o boas, mas ainda n&atilde;o est&atilde;o sendo colocadas em pr&aacute;tica. Enquanto 87,5% dos entrevistados dizem que comprar produtos com embalagens recicladas &eacute; importante para eles, apenas 20% fazem isso regularmente.</p>
<p>Diante deste cen&aacute;rio, os fabricantes de bens de consumo massivo ganham um papel importante e uma &oacute;tima oportunidade de mercado. Atualmente, apenas 22% dos consumidores conseguem nomear uma marca que esteja fazendo um bom trabalho ao que se refere a inciativas sustent&aacute;veis.</p>
<p>A apresenta&ccedil;&atilde;o do estudo <em>Who Cares, Who Does? Foco na Am&eacute;rica Latina aconteceu no</em>&nbsp;dia 14/10, &agrave;s 11h (hor&aacute;rio de Bras&iacute;lia, em espanhol). Para assistir ao<span>&nbsp;webinar, acesse:&nbsp;</span><a class="r-1n1174f r-1loqt21 r-1qd0xha r-ad9z0x r-bcqeeo r-qvutc0 css-4rbku5 css-18t94o4 css-901oao css-16my406" title="http://bit.ly/3nbQvxt" dir="ltr" href="https://t.co/wkO5wSd1nz?amp=1" rel=" noopener noreferrer" target="_blank" data-focusable="true">bit.ly/3nbQvxt</a><span>&nbsp;</span></p>
<p>Leia o estudo completo:&nbsp;<a href="https://bit.ly/34112Ef">https://bit.ly/34112Ef</a>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 19 Oct 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Ganhos-no-investimento-em-sustentabilidade-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Cresce consumo de marcas locais e pr?prias no Brasil]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Cresce-consumo-de-marcas-locais-e-pr?prias-no-Brasil</link>
         <description><![CDATA[<p>O contexto macroecon&ocirc;mico que surgiu com a pandemia do novo Coronav&iacute;rus foi determinante para profundas mudan&ccedil;as no comportamento de consumo do brasileiro, especialmente no que se refere ao crescimento das marcas locais e pr&oacute;prias. &Eacute; o que mostra a segunda edi&ccedil;&atilde;o de 2020 do nosso estudo <strong>Consumer Insights</strong>.</p>
<p>Entre os meses de abril e junho, em compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo do ano passado, as marcas locais ganharam ainda mais for&ccedil;a, passando de 65% para 66% de representa&ccedil;&atilde;o em valor no mercado nacional, impulsionadas principalmente pelos consumidores das classes C (donas de casa de 30 a 39 anos) e ganhando import&acirc;ncia em lares DE e de lares mais jovens, com destaque para as regi&otilde;es da Grande Rio de Janeiro e das regi&otilde;es Norte e Nordeste. Marcas locais no Brasil se concentram sobretudo nos setores de alimentos, l&aacute;cteos/substitutos e limpeza, com pre&ccedil;o m&eacute;dio 7% menores do que as marcas globais.</p>
<p>As marcas pr&oacute;prias, assim como as marcas locais, tamb&eacute;m tiveram bom desempenho, conquistando mais de 2,2 milh&otilde;es de novos compradores no primeiro semestre deste ano, passando de 29% de penetra&ccedil;&atilde;o em junho de 2019 para 33% no mesmo m&ecirc;s de 2020, e com 22% de varia&ccedil;&atilde;o positiva em unidades.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 16 Oct 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Cresce-consumo-de-marcas-locais-e-pr?prias-no-Brasil</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Relat?rio Who Cares, Who Does? Latam 2020]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Relatrio-Who-Cares-Who-Does-Latam-2020</link>
         <description><![CDATA[<p>&Aacute;gua continua sendo a principal preocupa&ccedil;&atilde;o dos latino-americanos</p>
<p>- Polui&ccedil;&atilde;o, escassez e desperd&iacute;cio de &aacute;gua se destacam entre as 3 principais preocupa&ccedil;&otilde;es da Am&eacute;rica Latina</p>
<p>- Em quarto lugar, est&atilde;o as altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas, sendo que globalmente &eacute; a n&uacute;mero um</p>
<p>Pelo segundo ano consecutivo, a Kantar anuncia os resultados do seu estudo <strong><em>Who Cares, Who Does? </em></strong>que busca entender as atitudes e a&ccedil;&otilde;es dos consumidores em rela&ccedil;&atilde;o ao meio ambiente, neste caso compartilharemos resultados com foco na Am&eacute;rica Latina. Vale ressaltar que este estudo permite comparar as respostas com os dados de comportamentais reais, tanto de compras quanto de uso, por isso ele auxilia n&atilde;o s&oacute; a saber o que as pessoas est&atilde;o falando sobre sustentabilidade, mas tamb&eacute;m a <strong>vincular diretamente &agrave; sua marca e categoria</strong>.</p>
<p>Com base em um amplo question&aacute;rio para saber qual a principal preocupa&ccedil;&atilde;o ambiental na Am&eacute;rica Latina, constatamos que a <strong>&aacute;gua continua sendo a preocupa&ccedil;&atilde;o mais relevante na regi&atilde;o</strong>, al&eacute;m dela, seguran&ccedil;a alimentar e desperd&iacute;cio de alimentos tornaram-se relevantes, assim como o desmatamento.</p>
<p>Deve-se levar em considera&ccedil;&atilde;o que esta <strong>pesquisa foi realizada entre maio e junho deste ano</strong>, datas em que a m&iacute;dia falava dos "c&eacute;us azuis" vistos em v&aacute;rias partes do mundo durante a pandemia e ao mesmo tempo dos inc&ecirc;ndios florestais na Austr&aacute;lia, assim como na Amaz&ocirc;nia que ganhou manchetes em diversas not&iacute;cias. Portanto, havia muito foco nessas quest&otilde;es.</p>
<p>&ldquo;Destaco que na Am&eacute;rica Latina temos prioridades diferentes das preocupa&ccedil;&otilde;es a n&iacute;vel global, onde as mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas ocupam o primeiro lugar e na Am&eacute;rica Latina o quarto. Por causa dessas diferen&ccedil;as em termos do que mais preocupa cada regi&atilde;o do mundo, se sugere que as a&ccedil;&otilde;es ou comunica&ccedil;&otilde;es devem ser tropicalizadas&rdquo;, explica Kesley Gomes, <strong>Diretora de Solu&ccedil;&otilde;es Latam, LinkQ da Kantar.</strong></p>
<p>O ponto onde h&aacute; concord&acirc;ncia com os consumidores a n&iacute;vel global &eacute; sobre quem pode liderar o controle e limitar os danos ambientais. Quase todos os entrevistados apontam que a ind&uacute;stria de bens de consumo massivo deve ser o principal respons&aacute;vel nesta &aacute;rea &ndash; ocupando o primeiro lugar. Embora estejamos alinhados sobre quem acreditamos serem os agentes de mudan&ccedil;a, cada vez mais os consumidores latino-americanos s&atilde;o considerados parte dessa transforma&ccedil;&atilde;o em favor do meio ambiente.</p>
<p>&ldquo;Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; &aacute;gua, a maioria (44%) acredita que o consumidor &eacute; o principal respons&aacute;vel por fazer o uso correto, sem desperdi&ccedil;ar, com destaque para esse sentimento principalmente no M&eacute;xico. As empresas tamb&eacute;m t&ecirc;m papel relevante no cuidado com a &aacute;gua (para 21%), evitando seu desperd&iacute;cio durante a fabrica&ccedil;&atilde;o de seus produtos, ocupando a segunda posi&ccedil;&atilde;o, destacando essa vis&atilde;o principalmente no Chile e na Col&ocirc;mbia&rdquo;, acrescentou <strong>Kesley Gomes da Kantar.</strong></p>
<p>Nesse sentido, perguntamos quais a&ccedil;&otilde;es os fabricantes devem tomar para controlar o desperd&iacute;cio, a escassez ou a contamina&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua e o que os consumidores desejam &eacute; uma ind&uacute;stria respons&aacute;vel - 48% acreditam que a primeira a&ccedil;&atilde;o seria esclarecer e educar a popula&ccedil;&atilde;o quanto ao uso adequado do recurso.</p>
<p>Outro ponto a destacar &eacute; o desenvolvimento dos produtos, os consumidores esperam op&ccedil;&otilde;es que sejam f&aacute;ceis de enxaguar para se gastar menos l&iacute;quido e ofertas do mercado de produtos concentrados para que o consumo de &aacute;gua seja menor.</p>
<p>Para finalizar, a diretora Kantar afirma: &ldquo;O consumidor est&aacute; se tornando cada vez mais respons&aacute;vel, os h&aacute;bitos rotineiros sobre os quais j&aacute; se faz uma forte comunica&ccedil;&atilde;o est&atilde;o mais enraizados como, por exemplo, fechar as torneiras da &aacute;gua ao nos ensaboarmos no banho ou lavar a lou&ccedil;a, mas no que se refere ao aproveitamento dos produtos h&aacute; uma grande &aacute;rea de oportunidade&rdquo;.</p>
<p>Para saber mais, voc&ecirc; tamb&eacute;m pode assistir ao nosso webinar. <a title="http://bit.ly/3nbQvxt" href="https://t.co/wkO5wSd1nz?amp=1" target="_blank">bit.ly/3nbQvxt</a></p>
<p>*O webinar &eacute; em espanhol.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 14 Oct 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Relatrio-Who-Cares-Who-Does-Latam-2020</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Leitura de r?tulos de produtos FMCG ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Leitura-de-rtulos-de-produtos-FMCG-</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante a pandemia do novo coronav&iacute;rus, seja por medo de desabastecimento ou pela pressa em sair rapidamente do ponto de venda para evitar o cont&aacute;gio, os consumidores pararam de buscar informa&ccedil;&otilde;es nos r&oacute;tulos dos bens de consumo massivo que adquirem. Esta &eacute; uma das conclus&otilde;es da segunda edi&ccedil;&atilde;o do estudo <em>Who Cares, Who Does?</em> da Kantar, l&iacute;der global em dados, <em>insights </em>e consultoria, que contou com a participa&ccedil;&atilde;o de 80 mil pessoas de 19 pa&iacute;ses da Europa, Am&eacute;rica Latina, Estados Unidos e &Aacute;sia.</p>
<p>Enquanto em 2019 53% das pessoas buscavam informa&ccedil;&otilde;es sobre a presen&ccedil;a de a&ccedil;&uacute;car nos produtos, em 2020 esse n&uacute;mero caiu para 40%. O mesmo aconteceu com o conte&uacute;do de gordura (49% x 34%), calorias (42% x 32%) e sal (40% x 30%).</p>
<p>Mais informa&ccedil;&otilde;es em <a href="http://www.kantar.com/whocareswhodoes">www.kantar.com/whocareswhodoes</a></p>
<p>Voc&ecirc; tamb&eacute;m pode rever nosso webinar:&nbsp;<a class="r-1n1174f r-1loqt21 r-1qd0xha r-ad9z0x r-bcqeeo r-qvutc0 css-4rbku5 css-18t94o4 css-901oao css-16my406" title="http://bit.ly/3nbQvxt" dir="ltr" href="https://t.co/wkO5wSd1nz?amp=1" rel=" noopener noreferrer" target="_blank" data-focusable="true">bit.ly/3nbQvxt</a>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 14 Oct 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Leitura-de-rtulos-de-produtos-FMCG-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Desempenho Mercado de OTC em 2020]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Mercado-de-OTC-e-as-novas-necessidades-dos-shoppers</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante a pandemia, analg&eacute;sicos e vitaminas passaram a compor mais de 70% do volume da cesta de medicamentos OTC, os de venda livre. A preocupa&ccedil;&atilde;o em aumentar a imunidade &eacute; um dos principais fatores para esse desempenho. &Eacute; o que aponta um estudo da Kantar, l&iacute;der global em dados, <em>insights</em> e consultoria.</p>
<p>Destaque para as vitaminas e multivitam&iacute;nicos que ganharam mais de 1.7 milh&otilde;es de novos lares compradores no segundo trimestre de 2020, em compara&ccedil;&atilde;o com o primeiro.</p>
<p>Antes da quarentena, em fevereiro, os <em>shoppers </em>com mais de 50 anos eram os principais respons&aacute;veis pelo consumo, com um gasto m&eacute;dio mensal de R$ 52,00 em suplementos vitam&iacute;nicos, representando quase metade do faturamento da categoria. J&aacute; os analg&eacute;sicos s&atilde;o mais consumidos por lares com crian&ccedil;as de at&eacute; 12 anos e, em mar&ccedil;o, esse p&uacute;blico foi respons&aacute;vel por 52% do faturamento da categoria.</p>
<p>Em quase todo o Brasil ocorreu grande estoque desses produtos sem necessidade de uso imediato, com exce&ccedil;&atilde;o da Grande Rio de Janeiro e do Interior do Estado de S&atilde;o Paulo. Compras de produtos de menor custo, incluindo gen&eacute;ricos, e o compartilhamento entre membros de cada fam&iacute;lia, foram outros pontos em comum.</p>
<p>O medo de aglomera&ccedil;&otilde;es e a necessidade de comprar perto de casa, impulsionou canais de vizinhan&ccedil;a e neste contexto, os canais de Farm&aacute;cia Independentes ganharam mais participa&ccedil;&atilde;o no decorrer dos meses nos mercados de antigripais.</p>
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<p>O painel OTC da Kantar representa 57 milh&otilde;es de domic&iacute;lios em todo o Brasil e 190 milh&otilde;es de indiv&iacute;duos auditados de forma cont&iacute;nua, e abrange todos os canais, de grandes redes a independentes. Somente entre janeiro e junho deste ano, a Kantar auditou mais de 90 milh&otilde;es de transa&ccedil;&otilde;es nesse mercado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Sat, 10 Oct 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Mercado-de-OTC-e-as-novas-necessidades-dos-shoppers</guid>
      </item>	
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         <title><![CDATA[Latam: maior pacote de est?mulo econ?mico ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Latam-maior-pacote-de-estmulo-econmico-</link>
         <description><![CDATA[<p>De acordo com o<strong> Consumer Insights da Kantar, o segundo trimestre do ano foi o de maior consumo dos &uacute;ltimos anos na Am&eacute;rica Latina. Houve um aumento acelerado nas &uacute;ltimas semanas de maio a junho, superando os n&iacute;veis de consumo pr&eacute;-COVID-19.</strong></p>
<p>Nesse contexto, ap&oacute;s mais de 150 dias de confinamento, na <strong>Am&eacute;rica Latina tr&ecirc;s grupos de pa&iacute;ses foram identificados</strong> de acordo com o ambiente em que se encontram os consumidores e que permitiu identificar seu desenvolvimento em rela&ccedil;&atilde;o aos demais:</p>
<p>-&nbsp;&nbsp; <strong>Grupo 1. Brasil e M&eacute;xico - Baixa press&atilde;o: </strong>Pouco isolamento social com ajuda governamental, especialmente no Brasil</p>
<p>-&nbsp;&nbsp; <strong>Grupo 2. Argentina e Chile - M&eacute;dia press&atilde;o: </strong>Isolamento social m&eacute;dio, mas com apoio governamental para classes socioecon&ocirc;micas mais baixas<strong></strong></p>
<p>-&nbsp;&nbsp; <strong>Grupo 3. Col&ocirc;mbia, Equador, Peru e Bol&iacute;via - Maior press&atilde;o: </strong>Alto isolamento com pouco apoio do governo - Peru &eacute; a exce&ccedil;&atilde;o e de fato cresce al&eacute;m da m&eacute;dia do grupo</p>
<p>&ldquo;A pandemia for&ccedil;ou os governos da Am&eacute;rica Latina a implantar o maior pacote de est&iacute;mulo econ&ocirc;mico da hist&oacute;ria. Nunca houve uma a&ccedil;&atilde;o em tamanha escala e em todos os pa&iacute;ses ao mesmo tempo. Por casal desta a&ccedil;&atilde;o, o Brasil &eacute; o que tem maior destaque, mas como porcentagem do PIB, Chile, Argentina e Peru tamb&eacute;m t&ecirc;m programas importantes. O destaque desses pacotes para aquisi&ccedil;&atilde;o de bens de consumo massivo s&atilde;o as transfer&ecirc;ncias diretas de renda&rdquo;, explicou <strong>Cecilia Alva, Client &amp; New Business Director Latam Worldpanel Division de Kantar.</strong></p>
<p>Com o maior volume de transfer&ecirc;ncias diretas, o Brasil &eacute; o &uacute;nico pa&iacute;s onde o crescimento de bens de consumo massivo no segundo trimestre &eacute; superior ao de mar&ccedil;o, m&ecirc;s no qual houve pico de consumo. No M&eacute;xico e na Am&eacute;rica Central, o crescimento neste per&iacute;odo foi importante, mas um pico como este ainda n&atilde;o havia sido visto. Por sua vez, na Argentina e no Chile (Grupo 2), a pandemia reverteu a tend&ecirc;ncia de queda do mercado de 2019, mas o crescimento j&aacute; mostra sinais de desaceleramento.</p>
<p>Os programas de <strong>transfer&ecirc;ncia de renda s&atilde;o massivos na Argentina, Brasil, Chile e Peru.</strong> Combinando todos os pa&iacute;ses da Am&eacute;rica Latina, cerca de <strong>100 milh&otilde;es de pessoas receberam alguma forma de apoio governamental no segundo trimestre de 2020.</strong> At&eacute; 80% desses recursos<strong> s&atilde;o utilizados ??para comprar produtos b&aacute;sicos, portanto, </strong>o impacto no mercado de<strong> bens de consumo &eacute; enorme e atinge principalmente as classes mais baixas.</strong></p>
<p>&ldquo;Quando comparamos o crescimento dos bens de consumo massivo com a ajuda governamental, vemos que h&aacute; uma correla&ccedil;&atilde;o clara: os pa&iacute;ses com menos apoio apresentam o menor crescimento. &Eacute; interessante notar que outras latitudes tamb&eacute;m possuem programas de ajuda, mas as pessoas n&atilde;o ficam tanto tempo em casa como acontece na Am&eacute;rica Latina, ent&atilde;o os recursos do governo encontram sua correla&ccedil;&atilde;o mais forte em produtos de bens de consumo massivo em nossa regi&atilde;o&rdquo;, <strong>adicionou Cecilia Alva de Kantar.</strong></p>
<p>No Brasil, <strong>65 milh&otilde;es de pessoas receberam ajuda de US$100 por m&ecirc;s desde mar&ccedil;o.</strong> Essa inje&ccedil;&atilde;o de dinheiro <strong>aumentou a renda dos benefici&aacute;rios em quase &frac14;, em vez de uma queda esperada de 20% causada pela pandemia, caso n&atilde;o houvesse ajuda.</strong> Como 1/3 da renda mensal dos <strong>brasileiros vai para a compra de produtos de bens consumo massivo,</strong> esses recursos adicionais do governo <strong>equivalem a quase 4% de crescimento adicional do mercado.</strong> <strong>Quando olhamos para a Am&eacute;rica Latina como um todo, at&eacute; 30% do crescimento do mercado, no segundo trimestre, veio de transfer&ecirc;ncias de dinheiro de governos.</strong></p>
<p>Al&eacute;m da ajuda governamental, o principal impacto sobre o consumo, vem da pandemia e das restri&ccedil;&otilde;es de mobilidade que ela imp&otilde;e. As horas extras <strong>em casa afetam os h&aacute;bitos de compra, </strong>ou seja, quanto mais voc&ecirc; fica em casa,<strong> a frequ&ecirc;ncia de compra diminui, portanto, h&aacute; menos exposi&ccedil;&atilde;o e, consequentemente, compras maiores s&atilde;o feitas a cada vez. </strong>Essa tend&ecirc;ncia <strong>&eacute; mais acentuada nos pa&iacute;ses dos grupos 2 e 3 (Argentina, Bol&iacute;via, Chile, Col&ocirc;mbia, Equador, Peru) onde h&aacute; mais restri&ccedil;&otilde;es de mobilidade, enquanto no Brasil e no M&eacute;xico (Grupo 1), </strong>com regras menos r&iacute;gidas,<strong> h&aacute; mudan&ccedil;as menos dr&aacute;sticas.</strong></p>
<p><strong>Esses dois fatores: 1) press&atilde;o econ&ocirc;mica e 2) isolamento social interagem para definir o ambiente do consumidor em cada mercado. </strong>Os pa&iacute;ses que comp&otilde;em o<strong> grupo 3 (Bol&iacute;via, Col&ocirc;mbia, Equador, Peru) enfrentaram &ldquo;elei&ccedil;&otilde;es mais dif&iacute;ceis&rdquo;, </strong>pois, com sua habitual baixa renda e sem muito dinheiro extra do governo<strong> </strong>(exceto Peru),<strong> a perman&ecirc;ncia em casa gerava necessidades claras, para as quais eram obrigados a escolher o essencial. Pelo contr&aacute;rio, </strong>os do<strong> grupo 1 (Brasil e M&eacute;xico), </strong>com<strong> menos restri&ccedil;&otilde;es de renda e mobilidade, </strong>conseguiram manter<strong> um comportamento mais normal e at&eacute; mesmo gastar mais com coisas n&atilde;o essenciais e indulg&ecirc;ncias.</strong></p>
<p>Outro ponto a destacar, menciona a diretora da Kantar, <strong>&eacute; que os latinos percebem o dinheiro como fonte de cont&aacute;gio em maior propor&ccedil;&atilde;o do que os cart&otilde;es neste contexto,</strong> al&eacute;m de permitir o acesso a canais com <strong>melhores pre&ccedil;os e fazer compras maiores,</strong> portanto, os gastos com essa forma de pagamento <strong>aumentaram tr&ecirc;s vezes mais em rela&ccedil;&atilde;o ao dinheiro na Am&eacute;rica Latina.</strong></p>
<p>Vale ressaltar que o <strong>com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico &eacute; outro canal para o qual a pandemia trouxe novos &ldquo;motores de crescimento&rdquo;,</strong> por ser considerado uma <strong>forma segura de compra de bens de consumo massivo.</strong> O fato de na maioria dos<strong> pa&iacute;ses o grupo com mais de 65 anos ter ganhado mais penetra&ccedil;&atilde;o,</strong> j&aacute; que antes tinham barreiras para usar o canal, &eacute; prova disso.</p>
<p>&ldquo;Dizem que h&aacute; 10 milh&otilde;es de latinos comprando por meios digitais. O que certamente podemos ser considerado como um legado comportamental para o futuro. Mesmo levando em considera&ccedil;&atilde;o situa&ccedil;&otilde;es de crise passadas em que os canais e categorias adquiridas foram os principais comportamentos de longo prazo " <strong>finalizou Cecilia Alva da Kantar.</strong></p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 07 Oct 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
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      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Who Cares, Who Does? Latam 2020]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Who-Cares-Who-Does-2020</link>
         <description><![CDATA[<p>2020 foi impactado por uma crise sanit&aacute;ria e um bloqueio nas atividades econ&ocirc;micas em todo o mundo, e (a) <strong>sustentabilidade</strong> se tornou um t&oacute;pico ainda mais cr&iacute;tico para a ind&uacute;stria de bens de consumo r&aacute;pido (FMCG).&nbsp;Globalmente, os consumidores mais preocupados com o meio ambiente valem US$ 382 bilh&otilde;es (para) neste setor e est&atilde;o se tornando cada vez mais valiosos, o que significa que inova&ccedil;&atilde;o sustent&aacute;vel e comunica&ccedil;&atilde;o direta com o consumidor sobre as &ldquo;credenciais verdes&rdquo; s&atilde;o importantes tanto para os seus neg&oacute;cios, assim como para o planeta.</p>
<p><br /> A segunda edi&ccedil;&atilde;o do nosso relat&oacute;rio&nbsp;<strong><em>Who Cares, Who Does?</em></strong><em> </em><em><strong>Foco em Am&eacute;rica Latina</strong></em><em>, </em>analisa a percep&ccedil;&atilde;o e os h&aacute;bitos das pessoas sobre sustentabilidade e como isso se reflete nas suas decis&otilde;es de compras. Al&eacute;m de comparar a regi&atilde;o com o cen&aacute;rio global.</p>
<p><br /> Quer saber mais sobre o <em>Who Cares Who Does Latam</em>? Fa&ccedil;a o download da nossa One Pager ao lado ou se inscreva para nosso webinar no dia 14 de outubro, &agrave;s 11h (Hor&aacute;rio de Bras&iacute;lia):&nbsp;<a href="https://bit.ly/3cFXMkc">https://bit.ly/3cFXMkc</a>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: small;">*O webinar ser&aacute; em espanhol.</span></p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 29 Sep 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Who-Cares-Who-Does-2020</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Kantar Talks 2020: Natura award winner]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Kantar-Talks-2020-Natura-award-winner</link>
         <description><![CDATA[<p>Conhe&ccedil;a como nossa solu&ccedil;&atilde;o CMM Always On (Consumer Media Measure) ajudou na compreens&atilde;o das campanhas e reestruturou a estrat&eacute;gia de m&iacute;dia e comunica&ccedil;&atilde;o da Natura. Este trabalho integrado entre a Kantar e a Natura foi reconhecido globalmente como um dos projetos que mais trouxeram impacto para o neg&oacute;cio do cliente.</p>
<p>No evento Kantar Talks 2020, nosso Gerente de M&iacute;dia, Lucio Cleto, conversou com Leonardo Vendrame, Media Head da Natura, para falar sobre como foi essa trajet&oacute;ria desafiadora em dire&ccedil;&atilde;o a quebra de paradigmas por meio do entendimento do papel da m&iacute;dia em gerar vendas e atrair shoppers.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 04 Sep 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Kantar-Talks-2020-Natura-award-winner</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[10 Slides para fazer voc? pensar sobre o COVID-19 Ed.5]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/10-Slides-para-fazer-voc?-pensar-sobre-o-COVID-19-Ed.5</link>
         <description><![CDATA[<p>Compartilhamos com voc&ecirc; a 5&ordm; edi&ccedil;&atilde;o dos&nbsp;<strong>Dez Slides para que voc&ecirc; pensar</strong>&nbsp;sobre o impacto do COVID-19 e como est&aacute; sendo a volta gradual as atividades fora do lar e quais s&atilde;o as oportunidades neste novo contexto.</p>
<p>Alguns pontos a serem considerados nesta edi&ccedil;&atilde;o:</p>
<ul>
<li>Come&ccedil;amos a ver como o impacto do COVID-19 est&aacute; se diversificando, enquanto continuamos tendo pontos em comum com outras partes do mundo, vemos particularidades em nossa regi&atilde;o.</li>
<li>Assim como nas edi&ccedil;&otilde;es anteriores, continuamos a descobrir novos h&aacute;bitos e desta vez &eacute; em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; alimenta&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m dos consumidores estarem procurando mais alimentos indulgentes, as fam&iacute;lias procuram tamb&eacute;m o equil&iacute;brio na alimenta&ccedil;&atilde;o.</li>
<li>Tamb&eacute;m encontramos mudan&ccedil;as nos h&aacute;bitos de higiene pessoal, onde a limpeza continua a crescer, mas a vaidade foi afetada pelo confinamento. Agora, temos mais brasileiros com barbas.</li>
<li>Nesse ambiente complexo, vemos quais a&ccedil;&otilde;es est&atilde;o sendo tomadas pelas fam&iacute;lias latino-americanas a fim de compensar os gastos.</li>
<li>Os pa&iacute;ses onde h&aacute; maior propor&ccedil;&atilde;o de empregos informais, est&atilde;o sendo mais impactados economicamente devido &agrave; redu&ccedil;&atilde;o de sua renda.</li>
</ul>
<p>Fa&ccedil;a o download do relat&oacute;rio ao lado para conhecer esses insights. A partir de agora a entrega ser&aacute; mensal.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 31 Aug 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/10-Slides-para-fazer-voc?-pensar-sobre-o-COVID-19-Ed.5</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Consumo fora do lar come?a retomada no 2? trimestre]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumo-fora-do-lar-come?a-retomada-no-2?-trimestre</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O segundo trimestre de 2020 destaca-se para o mercado de FMCG (bens de consumo massivo) por um leve crescimento no consumo <em>Out of Home </em>(OOH), gra&ccedil;as &agrave; flexibiliza&ccedil;&atilde;o da quarentena e reabertura de alguns com&eacute;rcios pelo pa&iacute;s. De acordo com o levantamento <strong>Consumer Insights</strong> da <strong>Kantar</strong>, l&iacute;der global em dados, <em>insights</em> e consultoria, apesar de o consumo neste segmento ainda estar no vermelho e ter perdido 17% em valor gasto em rela&ccedil;&atilde;o ao trimestre anterior, alguns canais tiveram um momento de respiro apoiados por categorias com for&ccedil;a regional.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O Nordeste, por exemplo, &eacute; o grande respons&aacute;vel por impulsionar varia&ccedil;&atilde;o positiva de 19% em valores de vendas de FMCG que mercadinhos de bairro e mercearias registraram no per&iacute;odo nacionalmente. J&aacute; os hipermercados e supermercados tamb&eacute;m tiveram &iacute;ndice positivo de 19%, puxados em grande parte pelo Rio de Janeiro e, especialmente, em compras de salgadinho, chocolate e cerveja. Os estados do RJ e de SP tamb&eacute;m ajudaram a alavancar o aumento de 7% nas vendas das padarias, principalmente em compras de p&atilde;o de queijo, doces e pizzas em S&atilde;o Paulo e biscoitos, sandu&iacute;ches, sorvetes e bebidas quentes no Rio de Janeiro</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, esse movimento e o aumento de consumo dentro do lar ainda s&atilde;o insuficientes para reequilibrar a queda geral dos n&uacute;meros. Nos meses de maio e junho, as compras para <em>In Home </em>tiveram alta de 13,9% em rela&ccedil;&atilde;o aos mesmos meses do ano passado, para <em>OOH</em> ca&iacute;ram 14,7% e, no comparativo, o consumo de FMCG como um todo, dentro e fora do lar, retraiu 0,8% no Pa&iacute;s.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Olhando apenas para o consumo <em>In Home</em> no longo prazo, a cesta FMCG teve incremento de 7,9% em valor gasto, 2,8% em unidades, 3% em frequ&ecirc;ncia e 4,2% em volume nos &uacute;ltimos 12 meses terminados em junho de 2020 em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo no ano passado. No m&eacute;dio prazo, comparando o primeiro semestre de 2020 versus 2019, a frequ&ecirc;ncia segue em crescente de 4%, al&eacute;m de pre&ccedil;o m&eacute;dio que continuam aumentando (+7,1%), o n&uacute;mero de unidades compradas a cada viagem cresce +4,2%. J&aacute; quando o destaque &eacute; julho, nota-se uma desacelera&ccedil;&atilde;o do consumo sendo o m&ecirc;s em que os gastos tiveram seu menor pico desde o in&iacute;cio da quarentena como poss&iacute;vel reflexo da crise econ&ocirc;mica e os lares restringindo as compras. Esse movimento acontece em todas as classes sociais, especialmente em rela&ccedil;&atilde;o aos alimentos perec&iacute;veis e nos diversos canais, inclusive atacarejo.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O atacarejo, ali&aacute;s, voltou a ser procurado pelos <em>shoppers </em>para miss&otilde;es maiores &ndash; de reposi&ccedil;&atilde;o e abastecimento, e o hipermercado avan&ccedil;ou neste quesito.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Como era de se esperar, categorias de higiene pessoal e limpeza da casa ganham cada vez mais espa&ccedil;o no carrinho. Entre os produtos, destaque para papel higi&ecirc;nico (+2,8 pontos de penetra&ccedil;&atilde;o), sabonete (+1,2), cloro (+12,5%) e desinfetante (+5,7%).&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Ao ficar mais tempo em casa, al&eacute;m de aumentar os ciclos de limpeza, os brasileiros tamb&eacute;m passaram a fazer mais uma ocasi&atilde;o de consumo ao longo do dia. E, diferente da tend&ecirc;ncia do in&iacute;cio da pandemia, em que a conveni&ecirc;ncia e praticidade estavam no topo da lista de necessidades dos consumidores, agora eles t&ecirc;m demorado mais para preparar suas refei&ccedil;&otilde;es e o h&aacute;bito e o prazer t&ecirc;m assumido a lideran&ccedil;a. Ao todo, 8,7% a mais de pratos t&ecirc;m sido preparados e consumidos em casa, com destaque para o p&atilde;o caseiro, que ganhou mais de 400 milh&otilde;es de ocasi&otilde;es. Al&eacute;m dele, entram tamb&eacute;m lanches com frios, salada de frutas, caldos e sopas, por exemplo.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Por tudo isso, entre os alimentos, farinha de trigo (+11,8), lingui&ccedil;as (+11), chocolate culin&aacute;rio (+10,7), creme de leite (+11,1) e leite condensado (+9,2) est&atilde;o entre os que cresceram em pontos de penetra&ccedil;&atilde;o no segundo trimestre do ano, enquanto alimentos pr&eacute;-preparados retra&iacute;ram, como bolo pronto (-2,8), caldos (-2,1), sobremesas prontas (-0,5). Mas, entre as classes sociais h&aacute; algumas varia&ccedil;&otilde;es. Por exemplo, requeij&atilde;o e cerveja passam a ser categorias consolidadas nos carrinhos de compras das classes AB, atingindo mais de 70% da popula&ccedil;&atilde;o desta classe. Presuntaria se consolida como categoria na classe C e farinha de trigo e maionese nas classes DE.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Com novas diretrizes de distanciamento social, a jornada de consumo tem sido alterada e, no per&iacute;odo, os atacarejos e o pequeno varejo foram os que mais cresceram, ganhando respectivamente, mais de 4 milh&otilde;es de novos lares e mais de 3 milh&otilde;es de novos lares compradores s&oacute; neste primeiro semestre do ano.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 26 Aug 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumo-fora-do-lar-come?a-retomada-no-2?-trimestre</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Winning Omnichannel: Foco na Am?rica Latina]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Winning-Omnichannel:-Foco-na-Am?rica-Latina</link>
         <description><![CDATA[<p><span>Se adaptar ao desconhecido e as incertezas s&atilde;o apenas alguns desafios que enfrentamos com a pandemia COVID-19, que teve um impacto profundo em nossa vida di&aacute;ria e que ainda ir&aacute; reverberar por algum tempo.</span></p>
<p>Durante o isolamento social, mudamos a forma como compramos, desde os produtos essenciais para ficar em casa at&eacute; os h&aacute;bitos alimentares, de trabalho e de conv&iacute;vio dentro do lar.</p>
<p><span>Essas mudan&ccedil;as para cuidar da nossa sa&uacute;de t&ecirc;m sido disruptivas para o mercado de produtos de consumo massivo (FMCG) e tamb&eacute;m para os canais de marketing - varejistas.</span></p>
<p><span>Em nosso 4&ordm; lan&ccedil;amento&nbsp;</span><strong><em>&ldquo;Winning Omnichannel&rdquo; Latam</em></strong><span>&nbsp;queremos compartilhar com voc&ecirc;s os impactos globais que a pandemia teve&nbsp;e mergulhar em como ela est&aacute; afetando o varejo e o com&eacute;rcio de consumo na Am&eacute;rica Latina, ajudando voc&ecirc; a entender como navegar neste mundo complexo e em constante transforma&ccedil;&atilde;o.</span></p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 18 Aug 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Winning-Omnichannel:-Foco-na-Am?rica-Latina</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[O que esperar dos produtos FMCG em 2020?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/O-que-esperar-dos-produtos-FMCG-em-2020</link>
         <description><![CDATA[<p>Vivemos um ano de mudan&ccedil;as constantes e a Kantar pode ajud&aacute;-lo a entender e prever os principais indicadores de suas categorias para maximizar seus planos.</p>
<p>Dada a natureza excepcional de 2020, n&oacute;s trabalhamos com uma previs&atilde;o de curto prazo usando os h&aacute;bitos de consumo dos &uacute;ltimos 3 anos at&eacute; junho de 2020 para conhecer o impacto a partir de dezembro. Nesta an&aacute;lise, encontramos 3 resultados baseados nas proje&ccedil;&otilde;es dos mercados brasileiro e mexicano. O mesmo pode ser feito para o resto dos pa&iacute;ses latino-americanos.</p>
<p>A pandemia mudou definitivamente a maneira como os consumidores se comportaram em 2020, e possivelmente, no futuro. As mudan&ccedil;as no consumo diferem entre as categorias, influenciadas pela recupera&ccedil;&atilde;o de cada pa&iacute;s. Por isso, &eacute; t&atilde;o importante avaliar a din&acirc;mica espec&iacute;fica de cada categoria, que &eacute; a chave para vencer durante este ano. Em m&eacute;dia, 80% de todas as marcas vencedoras continuar&atilde;o a crescer no ano seguinte, raz&atilde;o pela qual o bom desempenho durante uma crise &eacute; t&atilde;o importante, porque continuar&aacute; no futuro pr&oacute;ximo.</p>
<p>Se voc&ecirc; quiser saber mais sobre o impacto do COVID-19 no consumo de suas categorias, entre em contato conosco!</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 07 Aug 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/O-que-esperar-dos-produtos-FMCG-em-2020</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Os desafios do Personal Care durante a pandemia]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Os-desafios-do-Personal-Care-durante-a-pandemia</link>
         <description><![CDATA[<p>O confinamento social alterou a rotina e os h&aacute;bitos de uso e compra dos consumidores. O setor de Higiene &amp; Beleza foi impactado, mas mesmo nesse cen&aacute;rio, os mercados essenciais se sustentam e novas necessidades come&ccedil;am a surgir.</p>
<p>Neste material iremos apresentar o desempenho do setor e das ocasi&otilde;es de uso durante a pandemia de COVID-19. O que voc&ecirc; precisa saber agora?</p>
<p>- Quais as novas demandas dos consumidores?</p>
<p>- O que comunicar e como mapear oportunidades de inova&ccedil;&atilde;o?</p>
<p>- Como adequar meu portf&oacute;lio de acordo com as novas necessidades?</p>
<p>Os dados s&atilde;o resultados de pesquisas da Kantar, que apresenta um profundo entendimento de como os consumidores compram e usam as categorias de alimentos, bebidas e cuidados pessoais, dentro de casa.</p>
<p>Quer se aprofundar mais na sua marca? Entre em contato com nosso especialista.&nbsp;<a href="https://www.kantarworldpanel.com/br/countries/worldpanel/Brazil">Clique aqui</a></p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 28 Jul 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Os-desafios-do-Personal-Care-durante-a-pandemia</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[10 Slides para fazer voc? pensar sobre o COVID-19 Ed.4]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/10-Slides-para-fazer-voc?-pensar-sobre-o-COVID-19-Ed.4</link>
         <description><![CDATA[<p>Compartilhamos com voc&ecirc; a 4&ordm; edi&ccedil;&atilde;o dos <strong>Dez Slides para que voc&ecirc; pensar</strong>&nbsp;sobre o impacto do COVID-19 na <strong>Am&eacute;rica Latina</strong>.</p>
<p>Alguns pontos a serem considerados nesta edi&ccedil;&atilde;o:</p>
<ul>
<li>&Eacute; um ambiente complexo. Existem hist&oacute;rias de sucesso nas quais marcas e categorias conseguiram se recuperar durante o confinamento social ao conquistar compradores.</li>
<li>Nos mais de 120 dias de isolamento, os h&aacute;bitos de compra mudaram v&aacute;rias vezes, come&ccedil;ando com produtos b&aacute;sicos e limpeza, seguidos de indulg&ecirc;ncias.</li>
<li>O com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico &eacute; um dos canais mais desenvolvidos no confinamento, tanto nas resid&ecirc;ncias jovens quanto nas mais maduras.</li>
<li>Por outro lado, vemos que em pa&iacute;ses como o Chile, o canal tradicional registrou participa&ccedil;&atilde;o hist&oacute;rica durante o confinamento.</li>
</ul>
<p>Queremos inspir&aacute;-lo por meio desses gr&aacute;ficos a entender sobre o movimento que est&aacute; acontecendo nas diferentes regi&otilde;es e que ir&atilde;o ajud&aacute;-lo a expandir seus neg&oacute;cios.</p>
<p>Fa&ccedil;a o download do relat&oacute;rio ao lado.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 21 Jul 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/10-Slides-para-fazer-voc?-pensar-sobre-o-COVID-19-Ed.4</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Hist?rias de Sucesso do Brand Footprint Latam 2020]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Historias-de-Sucesso-Brand-Footprint-</link>
         <description><![CDATA[<p>Na Am&eacute;rica Latina, embora o PIB e os gastos tenham se mantido est&aacute;veis em 2019, apresentando uma queda acentuada apenas no Chile e na Argentina - devido aos protestos e a incerteza pol&iacute;tica - nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s meses do ano, encontramos outros pa&iacute;ses que tiveram um crescimento muito baixo, assim como Col&ocirc;mbia, Bol&iacute;via e Am&eacute;rica Central. S&atilde;o diversas realidades em uma regi&atilde;o onde apenas duas economias cresceram, Brasil e M&eacute;xico.</p>
<p>Nesse ambiente complexo, encontramos marcas que conseguiram se desenvolver e ganhar Consumer Reach Point (CRP).</p>
<p>Analisamos o comportamento dessas marcas e encontramos 5 alavancas comuns que cresceram e impulsionaram seu desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: center;"><img 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<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<p>Convidamos voc&ecirc; a conhecer as hist&oacute;rias de sucesso da Am&eacute;rica Latina para inspir&aacute;-lo.</p>
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         <pubDate>Wed, 15 Jul 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
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      <item>
         <title><![CDATA[Coca-Cola, Yp? e Italac s?o as marcas mais escolhidas]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Coca-Cola-Yp-e-Italac-so-as-marcas-mais-escolhidas</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta oitava edi&ccedil;&atilde;o do Brand Footprint divulgamos as marcas de consumo massivo mais escolhidas pelos brasileiros em 2019, al&eacute;m de fazer uma an&aacute;lise especial sobre o impacto da Covid-19 nas marcas entre janeiro e abril de 2020.</p>
<p>No ano passado, Coca-Cola, Yp&ecirc;, Italac, Colgate e Tang, nessa ordem, foram as marcas mais escolhidas pelos brasileiros. Foram analisadas mais de 290 marcas no Brasil em 2019, sendo que 86% das Top 50 marcas mudaram de posi&ccedil;&atilde;o no ranking, com destaque para a Oral-B, que ganhou 22 lugares e entrou no Top 50 pela primeira vez, al&eacute;m de Aurora, Quero e Bombril, que subiram 7, 6 e 5 posi&ccedil;&otilde;es, respectivamente.</p>
<p>No que se refere &agrave; penetra&ccedil;&atilde;o, o levantamento tamb&eacute;m concluiu que a marca de sucos Del Valle foi a que mais conquistou novos lares compradores em 2019, (+6,2 pontos percentuais de penetra&ccedil;&atilde;o), o que representa mais de 3,4 milh&otilde;es de novos compradores, seguida pela Skala (+3,3 milh&otilde;es de novos lares) e Visconti (+3,1 milh&otilde;es novos lares).</p>
<p>Entre as cestas, Nissin foi a marca mais escolhida na de Alimentos, enquanto Coca-Cola &eacute; a l&iacute;der entre as Bebidas, Italac entre L&aacute;cteos e Substitutos, Yp&ecirc; para Cuidados com o Lar e Colgate para Cuidados Pessoais.</p>
<p>Em compara&ccedil;&atilde;o com 2018, o brasileiro aumentou em 4% o valor gasto com compras de bens de consumo massivo, especialmente nos lares com 1 ou 2 pessoas (+6%), monoparentais (+6%) e formados por donas de casa com mais de 50 anos (+5%). Entre os canais de compra, destaque para atacarejos, com crescimento em valor de 12%, e farm&aacute;cias e drogarias, com 6%.</p>
<p><strong>Reflexo da Covid-19 na escolha das marcas</strong></p>
<p>De janeiro a abril de 2020, quando o mundo j&aacute; convivia com o impacto da pandemia, 49% das marcas cresceram em CRP (<em>Consumer Reach Point</em>) no Brasil. Nesse contexto, as marcas locais ganharam ainda mais relev&acirc;ncia, representando mais de 65% do mercado em valor, contra 64% no mesmo per&iacute;odo do ano anterior. Considerando as cestas, Alimentos, L&aacute;cteos e Cuidados com o Lar s&atilde;o onde as marcas locais t&ecirc;m mais for&ccedil;a, com presen&ccedil;a de 84%, 78% e 75%, respectivamente.</p>
<p>Como era de se esperar, com as rigorosas recomenda&ccedil;&otilde;es em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; higiene no combate ao coronav&iacute;rus, os gastos com as cestas de Cuidados com o Lar e Cuidados Pessoais cresceram no curto prazo. Os brasileiros gastaram at&eacute; 11% mais adquirindo produtos da primeira cesta e at&eacute; 5% mais em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; segunda. Nesse novo cen&aacute;rio, Tixan, Yp&ecirc; e Limpol s&atilde;o as Top 3 marcas na prefer&ecirc;ncia nacional para limpeza da casa, enquanto Lux, Close Up e Skala s&atilde;o as mais escolhidas para cuidados pessoais. Entre os produtos, cloro (+52%), esponja de a&ccedil;o (+44%), papel higi&ecirc;nico (+25%) e absorvente higi&ecirc;nico (+12%) registraram os maiores crescimentos em valor.</p>
<p>Ainda considerando as cestas, Aurora, Perdig&atilde;o e Sadia foram as l&iacute;deres nas escolhas de Alimentos dos brasileiros nos quatro primeiros meses no ano. Quando o tema &eacute; Bebidas, Sukita foi a que mais cresceu, depois Coca-Cola e Heineken. Entre os l&aacute;cteos, o top 3 fica com Piracanjuba, Vigor e Danone, nessa ordem. De forma geral, o Top 10 de marcas que mais ganharam penetra&ccedil;&atilde;o entre janeiro e abril de 2020 no pa&iacute;s &eacute; composto por Aurora, Lux, Perdig&atilde;o, Tixan, Piracanjuba, Sadia, Pullman, Parmalat, Gallo e Alto Alegre, nessa ordem.</p>
<p>Segundo o estudo, casais com crian&ccedil;as pequenas, lares monoparentais e com crian&ccedil;as de at&eacute; 12 anos, al&eacute;m da Classe C, foram os grupos que mais aumentaram seus gastos em valor com FMCG se comparados os &iacute;ndices de janeiro a abril de 2020 versus o mesmo per&iacute;odo de 2019.</p>
<p>Veja o ranking completo aqui <a href="https://kantar.turtl.co/story/brand-footprint-2020-latam/page/5/4">https://kantar.turtl.co/story/brand-footprint-2020-latam/page/5/4</a></p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 13 Jul 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Coca-Cola-Yp-e-Italac-so-as-marcas-mais-escolhidas</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Consumo de bebidas quentes durante confinamento social]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumo-de-bebidas-quentes-durante-confinamento-social</link>
         <description><![CDATA[<p>A partir da &uacute;ltima semana de mar&ccedil;o, houve decl&iacute;nio no consumo fora do lar. Nesse cen&aacute;rio, o caf&eacute; tamb&eacute;m sofre retra&ccedil;&atilde;o, sendo padarias um dos canais que mais contribu&iacute;ram negativamente para sua performance no curto prazo.</p>
<p>Neste material iremos apresentar como a categoria, apesar do decl&iacute;nio de consumo fora do lar, est&aacute; se comportando dentro dos lares brasileiros. Acompanhe tamb&eacute;m:</p>
<p>- Quais as novas demandas de consumo?</p>
<p>- Como podemos adequar portf&oacute;lio e comunica&ccedil;&atilde;o nos pontos de venda?</p>
<p>Os dados s&atilde;o resultados de pesquisas da Kantar, que apresenta um profundo entendimento de como os consumidores compram e usam as categorias de alimentos, bebidas e cuidados pessoais, dentro de casa.</p>
<p>Quer se aprofundar mais na sua marca? Entre em contato com nosso especialista.&nbsp;<a href="https://www.kantarworldpanel.com/br/countries/worldpanel/Brazil">Clique aqui</a></p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 09 Jul 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumo-de-bebidas-quentes-durante-confinamento-social</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Bebidas ganham relev?ncia durante confinamento social]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Bebidas-ganham-relevncia-no-confinamento-social</link>
         <description><![CDATA[<p>O consumo de bebidas cresceu ap&oacute;s o in&iacute;cio do confinamento social, impulsionado principalmente pelo aumento de refei&ccedil;&otilde;es feitas em casa. Nesse cen&aacute;rio, vinhos e cervejas come&ccedil;am a desempenhar um papel importante ao ganhar novas ocasi&otilde;es de consumo.</p>
<p>Al&eacute;m desses insights, a Kantar sinalizou outros fatos que est&atilde;o ocorrendo e indicam tend&ecirc;ncias futuras.</p>
<p>- Qual a principal motiva&ccedil;&atilde;o de consumo da categoria?</p>
<p>- Em qual momento do dia sua categoria est&aacute; sendo consumida?</p>
<p>- Quais os dias da semana com mais ocasi&otilde;es de consumo?</p>
<p>- Consumidores est&atilde;o buscando marcas premium?</p>
<p>- Com est&aacute; o gasto In Home vs Ou of Home?</p>
<p>- Como est&aacute; o desempenho da sua marca?</p>
<p>Os dados s&atilde;o resultados de pesquisas da Kantar, que apresenta um profundo entendimento de como os consumidores compram e usam as categorias de alimentos, bebidas e cuidados pessoais, dentro de casa.</p>
<p>Quer se aprofundar mais na sua marca? Entre em contato com nosso especialista.&nbsp;<a href="https://www.kantarworldpanel.com/br/countries/worldpanel/Brazil">Clique aqui</a></p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 30 Jun 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Bebidas-ganham-relevncia-no-confinamento-social</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Novas oportunidades para o setor de alimentos]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Novas-oportunidades-para-o-setor-de-alimentos</link>
         <description><![CDATA[<p>Novas ocasi&otilde;es de consumo come&ccedil;aram a crescer dentro dos lares brasileiros. Ao mesmo tempo, busca por comodidade e indulg&ecirc;ncia aumentam e os deliverys ganharam for&ccedil;a. Nesse cen&aacute;rio, massas caseiras, p&atilde;es e biscoitos s&atilde;o os grandes favoritos.</p>
<p>Os dados s&atilde;o resultados de pesquisas da Kantar, que apresenta um profundo entendimento de como os consumidores compram e usam as categorias de alimentos e bebidas e cuidados pessoais, dentro de casa.</p>
<p>Quer se aprofundar mais na sua marca e categoria?&nbsp;</p>
<p>Entender que categorias concorrem na mesma ocasi&atilde;o de consumo que a sua?</p>
<p>Entre em contato com nosso especialista.&nbsp;<a href="https://www.kantarworldpanel.com/br/countries/worldpanel/Brazil">Clique aqui</a></p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 26 Jun 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Novas-oportunidades-para-o-setor-de-alimentos</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[10 Slides para fazer voc? pensar sobre o COVID-19 Ed.3]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/10-Diapositivas-para-hacerte-pensar-sobre-COVID-19-3-Ed</link>
         <description><![CDATA[<p>Compartilhamos a 3&ordm; edi&ccedil;&atilde;o dos <strong>Dez Slides para fazer voc&ecirc; pensar</strong> sobre os impactos do COVID-19 na <strong>Am&eacute;rica Latina</strong>.</p>
<p>Alguns pontos a serem considerados nessa edi&ccedil;&atilde;o:</p>
<ul>
<li>Continuamos observando os canais emergentes ganhando relev&acirc;ncia como, por exemplo, e-commerce, pedidos feitos por telefone e deliverys de comida.</li>
<li>Nossos hor&aacute;rios funcionam de &ldquo;maneiras diferentes&rdquo; a partir do isolamento social. Mais tempo em casa afeta nossos hor&aacute;rios que n&atilde;o t&ecirc;m nada a ver com o per&iacute;odo pr&eacute;-pandemia.</li>
<li>Ao passar mais tempo em casa, tamb&eacute;m passamos mais tempo na cozinha, mas ao mesmo tempo buscamos pratos mais simples e pr&aacute;ticos.</li>
<li>Cesta de alimentos cresce ao contr&aacute;rio de cuidados pessoais ou beleza, impactadas devido ao seu papel social ter sido sacrificado na pandemia. Tamb&eacute;m ser&aacute; um desafio retom&aacute;-las ao &ldquo;novo normal&rdquo;.</li>
<li>Preocupa&ccedil;&otilde;es com a sa&uacute;de e economia transformam nossos h&aacute;bitos rapidamente, os gastos diminuem e nossos estilos de vida se reajustam.</li>
</ul>
<p>Queremos inspir&aacute;-lo por meio desses gr&aacute;ficos a entender sobre o movimento que est&aacute; acontecendo nas diferentes regi&otilde;es e que ir&atilde;o ajud&aacute;-lo a expandir seus neg&oacute;cios.</p>
<p>Fa&ccedil;a o download do relat&oacute;rio ao lado.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 25 Jun 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/10-Diapositivas-para-hacerte-pensar-sobre-COVID-19-3-Ed</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Como o COVID-19 impactou os h?bitos de compra e consumo]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Como-o-COVID-19-impactou-os-hbitos-de-compra-e-consumo</link>
         <description><![CDATA[<p>O isolamento social gerou muitas transforma&ccedil;&otilde;es nos h&aacute;bitos de compra e consumo de bens de consumo massivo. Categorias que antes se destacavam foram despriorizadas, enquanto outras cresceram em todo o pa&iacute;s.</p>
<p>&nbsp;A Kantar j&aacute; pontuou algumas tend&ecirc;ncias que se apresentaram no Brasil:&nbsp;&nbsp;</p>
<p>&nbsp;- Crescimento de canais de proximidade e vizinhan&ccedil;a</p>
<p>- Ocasi&otilde;es de consumo fora de casa migrando para dentro de casa</p>
<p>- Mais refei&ccedil;&otilde;es sendo preparadas pelas fam&iacute;lias, aumento de card&aacute;pios r&aacute;pidos como sanduiches</p>
<p>- O aumento dos servi&ccedil;os de delivery e op&ccedil;&otilde;es de compra online</p>
<p>- Impacto nas rotinas de cuidados pessoais</p>
<p>Os dados s&atilde;o resultados de pesquisas da Kantar, que apresenta um profundo entendimento de como os consumidores compram e usam as categorias de alimentos, bebidas e cuidados pessoais, dentro de casa.</p>
<p>Para um aprofundamento mais completo sobre a sua marca, entre em contato com nosso especialista. <a href="https://www.kantarworldpanel.com/br/countries/worldpanel/Brazil">Clique aqui</a></p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 18 Jun 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Como-o-COVID-19-impactou-os-hbitos-de-compra-e-consumo</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Isolamento social transforma o comportamento de consumo]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Isolamento-social-transforma-o-comportamento-de-consumo</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span>A pandemia do novo coronav&iacute;rus desafia todas as proje&ccedil;&otilde;es econ&ocirc;micas e transformou o comportamento dos consumidores brasileiros. Uma das mudan&ccedil;as mais significativas, segundo o rec&eacute;m-lan&ccedil;ado estudo Consumer Insights da <strong>Kantar</strong>, l&iacute;der global em dados, <em>insights</em> e consultoria, foi a inclus&atilde;o de novos canais na rotina de compra da popula&ccedil;&atilde;o, que agora busca fazer o abastecimento em mercadinhos de bairro, pequenos varejos e varejos tradicionais para evitar aglomera&ccedil;&atilde;o. Antes da pandemia, isso se concentrava principalmente em atacarejos. </span><span>&nbsp;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span>No primeiro trimestre de 2020, em compara&ccedil;&atilde;o com o &uacute;ltimo de 2019, mais de 2 milh&otilde;es de lares passaram a comprar em pequenos varejos, mais de 1,2 milh&atilde;o em varejos tradicionais e mais de 200 mil em supermercados da vizinhan&ccedil;a.</span><span>&nbsp;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span>Para 60,2% dos entrevistados a mudan&ccedil;a deve-se &agrave; necessidade de evitar aglomera&ccedil;&otilde;es, 59,6% a fizeram para n&atilde;o ter grandes deslocamentos, enquanto 53,5% a justificam pelos pre&ccedil;os acess&iacute;veis. </span><span>&nbsp;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span>O estudo da Kantar tamb&eacute;m segmentou os perfis de compra para cada tipo de canal de venda. Enquanto os minimercados atraem majoritariamente pessoas de 40 a 49 anos das classes CDE, com filhos adultos, o varejo tradicional &eacute; o preferido de quem tem at&eacute; 29 anos e crian&ccedil;as pequenas. </span><span>&nbsp;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span>Outro canal que passou por uma reformula&ccedil;&atilde;o em seu formato para atender necessidades mais espec&iacute;ficas do consumidor foi o hipermercado, que agora ganha relev&acirc;ncia em miss&otilde;es de reposi&ccedil;&atilde;o, com t&iacute;quete m&eacute;dio menor e menos itens no carrinho de compras. O atacarejo tamb&eacute;m passa por uma transforma&ccedil;&atilde;o, atendendo n&atilde;o apenas compras de estocagem, mas tamb&eacute;m crescendo nas de reposi&ccedil;&atilde;o, movimento de fideliza&ccedil;&atilde;o dos consumidores que o frequentam.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span>Outros dados do relat&oacute;rio mostram que no primeiro trimestre de 2020, em compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo de 2019, o gasto m&eacute;dio em bens de consumo massivo subiu 7,7% e os pre&ccedil;os 4,8%. E ao mesmo tempo em que a frequ&ecirc;ncia de compra aumentou 4,6%, o que representa uma visita a mais por m&ecirc;s ao ponto de venda, a quantidade de unidades compradas por viagem diminuiu 1,7%. Este aumento no consumo foi detectado principalmente nas classes AB e DE.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span>E-commerce e Delivery</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span>O com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico ganhou espa&ccedil;o na prefer&ecirc;ncia dos consumidores. Considerando toda a Am&eacute;rica Latina, houve um crescimento de 3,3 vezes nas quatro primeiras semanas ap&oacute;s a decreta&ccedil;&atilde;o da quarentena, sendo 2,3 vezes no Brasil. 68% dos respondentes brasileiros dizem que os <em>apps</em> de entregas em domic&iacute;lio os satisfazem totalmente no quesito velocidade, 63% na facilidade de uso, 64% na qualidade dos produtos e 77% na facilidade de pagamento. Compras por telefone ou <em>Whatsapp</em> e em sites ou aplicativos de supermercados tamb&eacute;m foram avaliadas:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span>O <em>delivery</em> tamb&eacute;m veio para ficar. O sistema ganhou 38% de novos usu&aacute;rios no primeiro trimestre de 2020 em compara&ccedil;&atilde;o com o segundo trimestre de 2018, sobretudo na classe AB (+11%). As tr&ecirc;s categorias mais beneficiadas foram <em>fast food</em>, pizzas e pratos/refei&ccedil;&otilde;es, sendo os adultos e jovens adultos os p&uacute;blicos que mais impulsionaram o consumo de indulg&ecirc;ncias.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span>Cestas</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span>Outra altera&ccedil;&atilde;o significativa foi no h&aacute;bito de compra. No pr&eacute;-isolamento o objetivo dos consumidores foi grande estocagem, especialmente das cestas de limpeza e alimentos. J&aacute; no final do m&ecirc;s de abril, alimentos e bebidas se destacaram, e o setor de higiene e beleza passou para segundo plano. A din&acirc;mica de compra de fim de m&ecirc;s foi suavizada, com tend&ecirc;ncia de retra&ccedil;&atilde;o.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span>Na semana de 4 de maio, em compara&ccedil;&atilde;o com a de 9 de mar&ccedil;o, os brasileiros optaram por op&ccedil;&otilde;es mais indulgentes dentro de casa. O consumo de ingredientes para doces e de cerveja cresceu: leite condensado 61%, creme de leite 45%, cerveja 42% e leite 39%. Por outro lado, houve queda na compra de itens como queijo, fraldas e frangos. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span>Presen&ccedil;a de bebidas alco&oacute;licas</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span>A partir de 20 de mar&ccedil;o, devido &agrave; necessidade de isolamento social, o consumo fora do lar de cervejas foi trocado para o dentro do lar. S&oacute; nos finais de semana houve um crescimento de 9% de ocasi&otilde;es da bebida quando analisamos o primeiro trimestre de 2020 versus o mesmo per&iacute;odo do ano passado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span>O mesmo aconteceu com vinhos, que ganharam 19% de novas ocasi&otilde;es durante a semana e 6% aos s&aacute;bados e domingos. Quase 90% de seu consumo &eacute; feito como acompanhamento de pratos.</span></p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 10 Jun 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Isolamento-social-transforma-o-comportamento-de-consumo</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[10 Slides para fazer voc? pensar sobre o COVID-19 Ed.2]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/10-Slides-para-fazer-voc-pensar-sobre-o-COVID-19-Ed2</link>
         <description><![CDATA[<p>Compartilhamos a segunda edi&ccedil;&atilde;o dos &ldquo;Dez Slides para que voc&ecirc; pensar&rdquo;. Nela, voc&ecirc; ser&aacute; capaz de se informar sobre os impactos do COVID-19 na Am&eacute;rica Latina.</p>
<p>Alguns pontos a serem considerados nesta edi&ccedil;&atilde;o s&atilde;o:</p>
<p>&bull; Vimos que algumas marcas aumentaram a conscientiza&ccedil;&atilde;o e conversaram com compradores durante a quarentena, buscando sintonizar a sociedade e os problemas atuais</p>
<p>&bull; O consumo de m&iacute;dia cresceu durante o confinamento, n&atilde;o apenas para plataformas como Netflix, mas a TV no M&eacute;xico aumentou 30%, assim como os videogames</p>
<p>&bull; As preocupa&ccedil;&otilde;es com a sa&uacute;de continuam, mas agora a situa&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica global e local come&ccedil;a a obter relev&acirc;ncia, assim como o desemprego que ocorreu durante esse per&iacute;odo. At&eacute; o momento, 14 milh&otilde;es de pessoas perderam seus empregos na Am&eacute;rica Latina durante a quarentena.</p>
<p>&bull; Tamb&eacute;m vemos que cozinhar &eacute; uma atividade que cresceu na Am&eacute;rica Latina. Os consumidores aprenderam a fazer novos pratos e sobremesas durante a quarentena.</p>
<p>&bull; Um "novo normal" est&aacute; chegando. Estamos voltando aos velhos h&aacute;bitos? Antes do COVID-19, na maioria dos pa&iacute;ses, o consumo de alimentos e bebidas fora de casa ocorria quase diariamente.</p>
<p>Queremos inspir&aacute;-lo por meio desses gr&aacute;ficos a entender sobre o movimento que est&aacute; acontecendo nas diferentes regi&otilde;es e que ir&atilde;o ajud&aacute;-lo a expandir seus neg&oacute;cios.</p>
<p>Fa&ccedil;a o download do relat&oacute;rio ao lado.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 08 Jun 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/10-Slides-para-fazer-voc-pensar-sobre-o-COVID-19-Ed2</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[ Altera??es e perspectivas para compras de canal]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/-Altera??es-e-perspectivas-para-compras-de-canal</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Um novo mundo: mudan&ccedil;as e perspectivas para a compra de canais</strong></p>
<p>Sabemos que o mundo n&atilde;o ser&aacute; o mesmo depois do COVID-19 e, embora n&atilde;o tenhamos todas as respostas do que nos espera no futuro, consideramos essencial saber quais as perguntas certas, assim como os movimentos de mercado a serem monitorados de forma assertiva para planejar os neg&oacute;cios da melhor maneira e tomar decis&otilde;es no momento certo.</p>
<p>Portanto, queremos compartilhar com voc&ecirc; uma an&aacute;lise que fizemos na Kantar sobre o contexto dos canais de compra na Am&eacute;rica Latina e algumas reflex&otilde;es que podem ajud&aacute;-lo na constru&ccedil;&atilde;o de uma nova estrat&eacute;gia para o futuro.</p>
<p>Esperamos que esta informa&ccedil;&atilde;o seja do seu interesse e possa apoiar reflex&otilde;es importantes para o seu neg&oacute;cio.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 04 Jun 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/-Altera??es-e-perspectivas-para-compras-de-canal</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Brand Footprint Latam: Coca-Cola, Colgate e Bimbo]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Brand-Footprint-Latam:-Coca-Cola,-Colgate-e-Bimbo</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Pelo <strong>8&ordm; ano consecutivo, lan&ccedil;amos o Brand Footprint</strong>, a revis&atilde;o abrangente da <strong>Kantar sobre as marcas de FMCG mais escolhidas do planeta</strong>. At&eacute; agora, nunca vimos um momento t&atilde;o desafiador. <strong>Diante do surto de COVID-19</strong>, as empresas est&atilde;o se reinventando e a economia mundial mudou, <strong>afetando tamb&eacute;m a Am&eacute;rica Latina e, principalmente, o Brasil.</strong> Os efeitos ainda n&atilde;o s&atilde;o claros, mas certamente ser&atilde;o duradouros.</p>
<p style="text-align: justify;">A hist&oacute;ria deste relat&oacute;rio gira em torno da <strong>mudan&ccedil;a de marcas de bens de consumo na Am&eacute;rica Latina</strong>, a regi&atilde;o onde os <strong>2 primeiros lugares no ranking atingem a maioria das fam&iacute;lias</strong>; sendo comprados <strong>por mais de 8 em cada 10 fam&iacute;lias da regi&atilde;o.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Tamb&eacute;m analisamos <strong>mais de perto os efeitos do COVID-19</strong>. Com comportamento de compra de <strong>produtos de consumo massivo com crescimento a curto prazo e quedas&nbsp; </strong><strong>nunca antes detectados</strong>, com <strong>diferentes cen&aacute;rios por pa&iacute;s e categoria</strong>, focamos em alguns principais mercados para ver <strong>como essas flutua&ccedil;&otilde;es afetaram a escolha das marcas</strong>. <strong>Na Kantar, continuamos focados em continuar cumprindo nossos compromissos.</strong>&nbsp;</p>
<p>Os principais resultados incluem:&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">- <strong>26% das marcas</strong> que est&atilde;o <strong>no ranking da Am&eacute;rica Latina s&atilde;o da regi&atilde;o</strong></p>
<p style="text-align: justify;">- Apenas <strong>4 marcas</strong> tiveram <strong>um crescimento na penetra&ccedil;&atilde;o de 1% ou mais</strong></p>
<p style="text-align: justify;">- Apenas <strong>2 marcas</strong> no <strong>Top 10 </strong><strong>incrementaram</strong><strong> compradores: Bimbo e Lala</strong></p>
<p style="text-align: justify;">- <strong>Primor entra no Top 50 subindo 7 posi&ccedil;&otilde;es</strong>, uma vez que incrementou 6,5% de&nbsp; compradores</p>
<p style="text-align: justify;">- <strong>Quem mais sobe posi&ccedil;&otilde;es &eacute; Oral-B</strong>, conquistando <strong>12 posi&ccedil;&otilde;es</strong>, alcan&ccedil;ando o <strong>43&ordm; lugar</strong> <strong>com o segundo maior aumento de CRPs (Consumer Reach Points)</strong> na regi&atilde;o em <strong>14%</strong>, pois ganha compradores <strong>7% e &eacute; escolhida por eles 4,5%</strong><strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;">- <strong>Del Valle</strong> est&aacute; entre os <strong>20 primeiros, gra&ccedil;as ao aumento de 8% dos CRPs</strong>, sendo a marca que mais <strong>ganha compradores 7,9%,</strong> com esse desempenho chega ao <strong>#20 do ranking</strong><strong>, subindo 5 posi&ccedil;&otilde;es</strong></p>
<p style="text-align: justify;">- Pelo segundo ano consecutivo, o <strong>Vigor cresce em ritmo acelerado</strong>, ocupando o <strong>30&ordm; lugar, subindo 6 posi&ccedil;&otilde;es, ganhando 7% dos CRPs</strong> impulsionados por uma maior <strong>penetra&ccedil;&atilde;o de 3,4% e agora mais escolhida 1,2%</strong></p>
<p style="text-align: justify;">- Na <strong>Am&eacute;rica Latina</strong>, a marca que <strong>lidera o ranking &eacute; a Coca-Cola</strong>. Al&eacute;m de ser a <strong>marca mais escolhida em 8 dos 14 pa&iacute;ses da regi&atilde;o</strong>. <strong>42% dos CRPs da bebida s&atilde;o gerados na Am&eacute;rica Latina,</strong> porque <strong>t&ecirc;m mais compradores 87,4% (42,1% no mundo todo)</strong><strong> e s&atilde;o compradas com mais frequ&ecirc;ncia 24,8 vezes em compara&ccedil;&atilde;o com 12,3 no mundo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">- <strong>19% dos CRPs da Coca-Cola</strong> s&atilde;o fornecidos por um &uacute;nico pa&iacute;s: o <strong>M&eacute;xico com o maior n&uacute;mero de Consumer Reach Points </strong></p>
<p style="text-align: justify;">- Na <strong>Am&eacute;rica Latina</strong> est&aacute; o pa&iacute;s com <strong>maior penetra&ccedil;&atilde;o: Bol&iacute;via 99% vs. 42% global</strong></p>
<p style="text-align: justify;">- <strong>Honduras</strong> &eacute; o pa&iacute;s que compra com maior frequ&ecirc;ncia; <strong>83 vs 12 global</strong></p>
<p style="text-align: justify;">- <strong>Trabalhou a volta das garrafas retorn&aacute;veis em toda a regi&atilde;o</strong> ??para contribuir para um mundo sem desperd&iacute;cio&nbsp;</p>
<p><strong>Em rela&ccedil;&atilde;o ao COVID-19</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&nbsp;</strong><strong>Atualmente, estamos observando tr&ecirc;s comportamentos em quase todos os pa&iacute;ses do mundo </strong></p>
<ol>
<li><strong>1.&nbsp;&nbsp;&nbsp; </strong><strong>Os lares est&atilde;o comprando mais em cada ocasi&atilde;o e indo menos aos pontos de venda</strong></li>
<li><strong>2.&nbsp;&nbsp;&nbsp; </strong><strong>As rotinas de cuidado pessoal mudaram &ndash; ou foram pausadas &ndash; devido a menos intera&ccedil;&otilde;es sociais durante a pandemia</strong></li>
<li><strong>3.&nbsp;&nbsp;&nbsp; </strong><strong>O com&eacute;rcio digital se acelerou, com o e-commerce competindo com grandes varejistas e entregas a domic&iacute;lio substituindo as ocasi&otilde;es de consumo que se realizavam fora de casa </strong><strong>&nbsp;</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">- Essas mudan&ccedil;as s&atilde;o ainda mais complicadas <strong>pelas mudan&ccedil;as na renda dispon&iacute;vel</strong>, mas sabemos que o mercado de <strong>FMCG &eacute; resiliente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">- Quando olhamos <strong>pela perspectiva da marca</strong>, descobrimos que o <strong>potencial de desempenho depende muito da categoria</strong></p>
<p style="text-align: justify;">- As marcas t&ecirc;m <strong>5 vezes</strong> mais chances de <strong>crescer se a categoria em que atuam for bem-sucedida.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em geral, <strong>as categorias de bens de consumo foram divididas em quatro formas de desempenho</strong>, enquanto um mercado &eacute; fechado como resultado de uma pandemia:</p>
<p style="text-align: justify;">1. <strong>Aumento da demanda relacionada ao COVID-19</strong>. Essas s&atilde;o categorias que cresceram atrav&eacute;s de um aumento real na demanda e provavelmente est&atilde;o relacionadas &agrave; higiene, como produtos de <strong>limpeza dom&eacute;stica.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">2. <strong>Ocasi&otilde;es dom&eacute;sticas aumentam a demanda</strong>. Refere-se &agrave;s categorias que se beneficiaram das ocasi&otilde;es em que s&atilde;o transferidas de fora para dentro de casa, principalmente Alimentos e Bebidas, <strong>como biscoitos</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">3. Categorias de <strong>armazenamento de curto prazo</strong> nas quais os produtos tendem a ter uma vida &uacute;til longa e permanecem essenciais, como <strong>detergentes para a roupa</strong></p>
<p style="text-align: justify;">4. <strong>Consumo reduzido em casa</strong>, s&atilde;o as categorias que tiveram uma pausa ou redu&ccedil;&atilde;o no uso, as categorias de Beleza e cuidados pessoais s&atilde;o as que t&ecirc;m maior probabilidade de aparecer aqui, como <strong>desodorantes</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O relat&oacute;rio completo pode ser lido em <a href="https://kantar.turtl.co/story/brand-footprint-2020-latam/">Brand Footprint Latam</a>. Para saber mais sobre o Brand Footprint da Kantar, explorar os dados e fazer qualquer solicita&ccedil;&atilde;o relacionada ao assunto, visite <a href="http://www.kantar.com/brandfootprint">http://www.kantar.com/brandfootprint</a>.</p>
<p><strong>As 10 marcas mais escolhidas da Am&eacute;rica Latina</strong><strong>&nbsp;</strong></p>
<table style="width: 622px;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="52">
<p align="center"><strong>2019 Rank</strong></p>
</td>
<td valign="top" width="77">
<p align="center"><strong>Altera&ccedil;&atilde;o vs. 2018</strong></p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="116">
<p align="center"><strong>Marca</strong></p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="92">
<p align="center"><strong>CRP </strong></p>
<p align="center"><strong>(milh&otilde;es)</strong></p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="83">
<p align="center"><strong>CRP Varia&ccedil;&atilde;o</strong></p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="101">
<p align="center"><strong>Penetra&ccedil;&atilde;o</strong></p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="101">
<p align="center"><strong>Escolha do consumidor</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="52">
<p align="center">1</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="77">
<p align="center">=</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="116">
<p align="center">Coca-Cola</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="92">
<p align="center">2566.0</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="83">
<p align="center">-4.0</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="101">
<p align="center">87.4</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="101">
<p align="center">24.8</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="52">
<p align="center">2</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="77">
<p align="center">=</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="116">
<p align="center">Colgate</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="92">
<p align="center">825.0</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="83">
<p align="center">0.0</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="101">
<p align="center">89.4</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="101">
<p align="center">7.8</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="52">
<p align="center">3</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="77">
<p align="center">=</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="116">
<p align="center">Bimbo</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="92">
<p align="center">662.0</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="83">
<p align="center">-2.0</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="101">
<p align="center">32.5</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="101">
<p align="center">17.2</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="52">
<p align="center">4</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="77">
<p align="center">=</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="116">
<p align="center">Maggi</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="92">
<p align="center">597.0</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="83">
<p align="center">-1.0</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="101">
<p align="center">59.2</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="101">
<p align="center">8.5</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="52">
<p align="center">5</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="77">
<p align="center">=</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="116">
<p align="center">Lala</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="92">
<p align="center">537.0</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="83">
<p align="center">-6.0</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="101">
<p align="center">17.7</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="101">
<p align="center">25.6</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="52">
<p align="center">6</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="77">
<p align="center">=</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="116">
<p align="center">Pepsi</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="92">
<p align="center">465.0</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="83">
<p align="center">4.0</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="101">
<p align="center">39.4</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="101">
<p align="center">10.0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="52">
<p align="center">7</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="77">
<p align="center">=</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="116">
<p align="center">Nescaf&eacute;</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="92">
<p align="center">433.0</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="83">
<p align="center">-2.0</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="101">
<p align="center">40.9</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="101">
<p align="center">8.9</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="52">
<p align="center">8</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="77">
<p align="center">=</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="116">
<p align="center">Tang</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="92">
<p align="center">407.0</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="83">
<p align="center">-3.0</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="101">
<p align="center">51.7</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="101">
<p align="center">6.6</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="52">
<p align="center">9</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="77">
<p align="center">=</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="116">
<p align="center">Knor</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="92">
<p align="center">378.0</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="83">
<p align="center">-9.0</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="101">
<p align="center">53.8</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="101">
<p align="center">5.9</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="52">
<p align="center">10</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="77">
<p align="center">=</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="116">
<p align="center">Sunsilk | Sedal | Seda</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="92">
<p align="center">281.0</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="83">
<p align="center">-3.0</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="101">
<p align="center">48.0</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="101">
<p align="center">4.9</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Fonte: Relat&oacute;rio Brand Footprint Kantar. Acesse o ranking Top 50 completo: <a href="http://www.kantar.com/brandfootprint">http://www.kantar.com/brandfootprint</a></p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 01 Jun 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Brand-Footprint-Latam:-Coca-Cola,-Colgate-e-Bimbo</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Marcas mais escolhidas em Latam ser?o reveladas]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Marcas-mais-escolhidas-na-Amrica-Latina-sero-revelada</link>
         <description><![CDATA[<p>Pelo oitavo ano consecutivo, lan&ccedil;amos o Brand Footprint que traz um panorama amplo das marcas de produto de consumo massivo mais escolhidas do mundo em 2019. At&eacute; o momento, nunca t&iacute;nhamos passado por um momento t&atilde;o desafiador. Antes da pandemia de COVID-19, as empresas estavam se reinventando e a economia mundial passava por uma transforma&ccedil;&atilde;o, que inclusive afetava a Am&eacute;rica Latina e, especialmente, o Brasil. Os efeitos do novo v&iacute;rus ainda n&atilde;o est&atilde;o claros, mas certamente ser&atilde;o duradouros. Esse relat&oacute;rio mostra a mudan&ccedil;a das marcas de bens de consumo na Am&eacute;rica Latina, regi&atilde;o onde as duas primeiras coloca&ccedil;&otilde;es do ranking atingem a maioria das fam&iacute;lias, sendo comprados por mais de 8 em cada 10.</p>
<p>Tamb&eacute;m inclu&iacute;mos no nosso relat&oacute;rio uma an&aacute;lise sobre os efeitos do COVID-19. Com o comportamento de compra de produtos de consumo massivo apresentando crescimento a curto prazo, decl&iacute;nios nunca antes vistos e diferentes cen&aacute;rios por pa&iacute;s e categoria, focamos em alguns mercados-chave para identificar como essas altera&ccedil;&otilde;es afetaram na escolha das marcas. Na Kantar, continuamos focados em continuar cumprindo nossas responsabilidades e compromissos.</p>
<p>Para saber mais sobre o rankings, convidamos voc&ecirc; a navegar no nosso relat&oacute;rio e conhecer a hist&oacute;ria de sucesso da marca n&ordm;1 na regi&atilde;o da Am&eacute;rica Latina.</p>
<p>Para ler o relat&oacute;rio global Brand Footprint 2020, acesse:&nbsp;<a href="https://www.kantar.com/campaigns/brand-footprint">https://www.kantar.com/campaigns/brand-footprint</a></p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 27 May 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Marcas-mais-escolhidas-na-Amrica-Latina-sero-revelada</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Brand Footprint 2020]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Brand-Footprint-2020</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Kantar Brand Footprint: </strong><strong>Dinamismo de marcas locais supera o ressurgimento de marcas globais</strong></p>
<ul>
<li><strong>&nbsp;</strong>Mais fam&iacute;lias ao redor do mundo escolheram as Top-20 marcas globais</li>
<li>Coca Cola, Colgate e Maggi permanecem como as tr&ecirc;s marcas mais escolhidas no mundo</li>
<li>O n&uacute;mero de marcas globais escolhidas pelos consumidores mais de 1 bilh&atilde;o de vezes cresce de 17 para 22</li>
<li>&Iacute;ndia foi o pa&iacute;s que mais contribuiu para os maiores ganhos, respons&aacute;vel pelo crescimento de 13 das Top-25 principais marcas de produtos de consumo massivo (FMCG)</li>
</ul>
<p>Globalmente, mais carrinhos de compras est&atilde;o sendo preenchidos com grandes marcas, com 20 das 25 principais marcas mostrando crescimento na frequ&ecirc;ncia com que foram escolhidas pelos consumidores em 2019. Entretanto, as marcas locais se mostraram mais fortes no &uacute;ltimo ano do que as marcas globais. Essas s&atilde;o as duas principais conclus&otilde;es do Ranking Brand Footprint 2020 da Kantar, relat&oacute;rio global que mede a frequ&ecirc;ncia com que as marcas est&atilde;o sendo escolhidas ao redor do mundo. O ranking anual, com foco no desempenho de longo prazo das marcas, tamb&eacute;m inclui uma an&aacute;lise especial sobre o desempenho das grandes marcas durante a atual pandemia de COVID-19.</p>
<p>Os principais resultados incluem:</p>
<p><strong>Uma mudan&ccedil;a a favor das Top-25 principais marcas globais de produtos de consumo massivo</strong></p>
<ul>
<li>&nbsp;424 bilh&otilde;es de escolhas de marca foram feitas ao longo do ano, representando um aumento de 2.6% nos CRPs (Consumer Reach Points) em compara&ccedil;&atilde;o a 2018.</li>
<li>As marcas globais aumentaram os CRPs em 2% no ano de 2019 vs estabilidade de crescimento&nbsp; em 2018, mas isso n&atilde;o foi suficiente para derrotar as marcas locais que cresceram os CRPs em 3.1% em todo o mundo.</li>
<li>Marcas globais agora representam uma em cada tr&ecirc;s (34.1%) op&ccedil;&otilde;es de marcas em todo o mundo, enquanto as marcas locais / regionais representam duas em tr&ecirc;s (65.9%) das marcas colocadas nas cestas de compras.</li>
<li>As maiores marcas globais responderam melhor ao desafio apresentado pelas marcas locais nos &uacute;ltimos anos, mostrando sua taxa de crescimento mais bem-sucedida do que em qualquer Brand Footprint anterior: 20 das 25 principais marcas (80%) classificadas alcan&ccedil;aram crescimento em 2019, em compara&ccedil;&atilde;o com 48% em 2018.</li>
<li>As Top-50 marcas globais representaram 15.5% de todas as op&ccedil;&otilde;es de marca feitas em 2019 e 24% de crescimento nos itens comprados.</li>
<li>Tr&ecirc;s das 50 principais marcas (Pond's, Vim e Brooke Bond) alcan&ccedil;aram um ganho de penetra&ccedil;&atilde;o global de 1% ou mais - o que significa mais 14 milh&otilde;es de novos clientes cada. <a title="" href="file:///C:/Users/CarolinaFornitr/AppData/Local/Microsoft/Windows/INetCache/Content.Outlook/H1A943E9/Brand%20Footprint%20Release%2020200518_%20PT.docx#_ftn1">[1]</a></li>
</ul>
<p class="Default">&nbsp;<strong>Mais marcas escolhidas mais de 1 bilh&atilde;o de vezes</strong></p>
<ul>
<li>Atualmente, existem 40 marcas no mundo colocadas nas cestas de compras dos consumidores mais de um bilh&atilde;o de vezes por ano. Al&eacute;m das 22 &ldquo;marcas bilion&aacute;rias&rdquo; globais, o n&uacute;mero de marcas bilion&aacute;rias locais aumentou de 14 para 18. Todos os 18 s&atilde;o marcas indianas ou chinesas.</li>
<li>Cinco marcas globais aderiram ao clube dos bilion&aacute;rios: Brooke Bond, Head &amp; Shoulders, Kinder, Heinz e Oreo.</li>
<li>A Coca-Cola continua sendo a marca mais escolhida no planeta, escolhida nas prateleiras mais de 6 bilh&otilde;es de vezes durante o ano; seguido por Colgate (escolhida 4 bilh&otilde;es de vezes); e Maggi ocupando o terceiro lugar (3 bilh&otilde;es de vezes).</li>
</ul>
<p>&nbsp;<strong>&Iacute;ndia, uma alavanca chave de crescimento</strong></p>
<ul>
<li><strong>&nbsp;</strong>No &uacute;ltimo ranking, a &Iacute;ndia foi o pa&iacute;s que mais contribuiu para o crescimento de 13 das Top-25 principais marcas classificadas vs 8 das Top-25 em 2018, demonstrando a crescente import&acirc;ncia do pa&iacute;s para o sucesso de uma marca.</li>
<li>Os h&aacute;bitos &uacute;nicos de compra dos consumidores indianos se tornam mais evidentes em 2019, com as marcas de produtos de consumo massivo (FMCG) sendo compradas com mais frequ&ecirc;ncia em todo o pa&iacute;s e em quantidades menores.</li>
<li>Marcas locais como Patanjali e Dabur aumentaram sua penetra&ccedil;&atilde;o nacional em 2019, desafiando o dom&iacute;nio e o crescimento dos principais players do mercado e salientando a popularidade global de produtos de beleza naturais e ayurv&eacute;dicos.</li>
</ul>
<p><strong>Setores mais e menos fortes</strong></p>
<ul>
<li>Em todos os setores de FMCG, a competi&ccedil;&atilde;o ficou mais dif&iacute;cil. No geral, apenas 46% das marcas alcan&ccedil;aram crescimento de CRP em 2019, em compara&ccedil;&atilde;o com 47% das marcas em 2018, 49% em 2017 e 52% em 2016.</li>
<li>Os CRPs no setor de latic&iacute;nios cresceram 0.7%, sendo que pelo segundo ano consecutivo as marcas globais perderam participa&ccedil;&atilde;o de mercado para marcas locais.</li>
<li>O setor de alimentos cresceu 2.7% durante o ano, enquanto a participa&ccedil;&atilde;o de mercado entre marcas globais e marcas locais permaneceu inalterada em 27.6% e 72.4%.</li>
<li>No setor de bebidas, o crescimento de marcas globais superou o crescimento de marcas locais. Como resultado, os players globais aumentaram sua participa&ccedil;&atilde;o de mercado para 38.4%</li>
<li>Coca-Cola ganhou impulso pela primeira vez desde 2013. Atualmente, apresenta uma performance muito melhor, sendo escolhida nas prateleiras 6 bilh&otilde;es de vezes em um ano.</li>
<li>O setor de sa&uacute;de e beleza foi o que apresentou mais r&aacute;pido o crescimento em CRP, com aumento de 6.1%. As marcas locais se beneficiaram um pouco mais do crescimento em compara&ccedil;&atilde;o as marcas globais. As globais representam agora 59.6% das op&ccedil;&otilde;es de marca, queda de 0.6% vs 2018 - segunda perda sucessiva de participa&ccedil;&atilde;o.</li>
</ul>
<p class="Default">&ldquo;As marcas FMCG est&atilde;o acostumadas a navegar em tempos turbulentos. Em 2019, vimos muita inova&ccedil;&atilde;o em resposta &agrave;s diferentes macrotend&ecirc;ncias. Esse talento para a inova&ccedil;&atilde;o garantir&aacute; que as maiores marcas do mundo sejam capazes de responder aos desafios impostos pelo COVID-19 e pelo mercado FMCG cada vez mais competitivo por meio de novos formatos, canais digitais e do com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico. Nosso estudo mostra que a inova&ccedil;&atilde;o que ressoa e se adapta &agrave;s novas necessidades dos compradores locais, combinada com o aumento do investimento em mercados emergentes, continuar&atilde;o sendo alavancas significativas do sucesso futuro&rdquo;, explica <strong>Luis Sim&otilde;es, Diretor de Estrat&eacute;gia da Divis&atilde;o Worldpanel, Kantar</strong>.</p>
<p>O relat&oacute;rio completo pode ser lido no <a href="https://kantar.turtl.co/story/brand-footprint-2020">https://kantar.turtl.co/story/brand-footprint-2020</a>. Para saber mais sobre o Brand Footprint da Kantar, explorar nossos dados e solicitar mais informa&ccedil;&otilde;es visite o site: <a href="http://www.kantar.com/brandfootprint">http://www.kantar.com/brandfootprint</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tabela 1. </strong></p>
<p><strong>Top 10 marcas globais mais escolhidas</strong><strong>&nbsp;</strong></p>
<table style="width: 625px;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p><strong>Ranking 2019 </strong></p>
</td>
<td valign="bottom" width="84">
<p><strong>Altera&ccedil;&atilde;o ranking vs 2018</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="141">
<p><strong>Marca</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="51">
<p><strong>CRP (m)</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="103">
<p><strong>CRP Crescimento</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="95">
<p><strong>Penetra&ccedil;&atilde;o</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="101">
<p><strong>Escolhida pelo Consumidor</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p align="center">1</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="84">
<p align="center">=</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="141">
<p align="center">Coca-Cola</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="51">
<p align="center">6,094</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="103">
<p align="center">0.4%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="95">
<p align="center">42.1%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="101">
<p align="center">12.3</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p align="center">2</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="84">
<p align="center">=</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="141">
<p align="center">Colgate</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="51">
<p align="center">4,157</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="103">
<p align="center">7%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="95">
<p align="center">59.7%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="101">
<p align="center">5.9</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p align="center">3</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="84">
<p align="center">=</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="141">
<p align="center">Maggi</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="51">
<p align="center">3,117</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="103">
<p align="center">12%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="95">
<p align="center">32.3%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="101">
<p align="center">8.2</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p align="center">4</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="84">
<p align="center">=</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="141">
<p align="center">Lay's</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="51">
<p align="center">2,608</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="103">
<p align="center">8%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="95">
<p align="center">30.4%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="101">
<p align="center">7.3</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p align="center">5</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="84">
<p align="center">=</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="141">
<p align="center">Lifebuoy</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="51">
<p align="center">2,450</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="103">
<p align="center">8%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="95">
<p align="center">25.0%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="101">
<p align="center">8.3</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p align="center">6</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="84">
<p align="center">=</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="141">
<p align="center">Pepsi</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="51">
<p align="center">2,156</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="103">
<p align="center">2%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="95">
<p align="center">22.8%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="101">
<p align="center">8.0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p align="center">7</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="84">
<p align="center">2</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="141">
<p align="center">Sunsilk</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="51">
<p align="center">1,981</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="103">
<p align="center">8%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="95">
<p align="center">23.3%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="101">
<p align="center">7.2</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p align="center">8</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="84">
<p align="center">-1</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="141">
<p align="center">Dove</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="51">
<p align="center">1,962</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="103">
<p align="center">5%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="95">
<p align="center">36.8%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="101">
<p align="center">4.5</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p align="center">9</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="84">
<p align="center">1</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="141">
<p align="center">Indomie</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="51">
<p align="center">1,907</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="103">
<p align="center">7%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="95">
<p align="center">4.9%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="101">
<p align="center">32.9</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p align="center">10</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="84">
<p align="center">-2</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="141">
<p align="center">Nescaf&eacute;</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="51">
<p align="center">1,834</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="103">
<p align="center">-2%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="95">
<p align="center">22.6%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="101">
<p align="center">6.9</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Fonte:</strong> Relat&oacute;rio Kantar&rsquo;s Brand Footprint 2020. Acesse o ranking TOP-50 completo: <a href="http://www.kantar.com/brandfootprint">http://www.kantar.com/brandfootprint</a></p>
<p><strong><br /></strong></p>
<p><strong>Sobre o Relat&oacute;rio Brand Footprint:</strong> O estudo anual Brand Footprint da Kantar &eacute; baseado em pesquisa feita com 74% da popula&ccedil;&atilde;o global; total de um bilh&atilde;o de fam&iacute;lias em 52 pa&iacute;ses nos cinco continentes - cobrindo 85% do PIB global. Como parte do estudo, a Worldpanel rastreia mais de 22.900 marcas de bebidas, alimentos, latic&iacute;nios, sa&uacute;de, beleza e cuidados com o lar.</p>
<p>&nbsp;Para mais informa&ccedil;&otilde;es, entre em contato com <a href="mailto:info.br@kantar.com">info.br@kantar.com</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div><hr align="left" size="1" width="33%" />
<div>
<ul>
<li><a title="" href="file:///C:/Users/CarolinaFornitr/AppData/Local/Microsoft/Windows/INetCache/Content.Outlook/H1A943E9/Brand%20Footprint%20Release%2020200518_%20PT.docx#_ftnref1">[1]</a> Cada ganho de penetra&ccedil;&atilde;o de 0,1% no mundo &eacute; de 1,4 milh&atilde;o de compradores</li>
</ul>
</div>
</div>]]></description>
         <pubDate>Tue, 26 May 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Brand-Footprint-2020</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[10 Slides para fazer voc? pensar sobre o COVID-19]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/10-Slides-para-fazer-voc-pensar-sobre-o-COVID-19</link>
         <description><![CDATA[<p>Desenvolvemos na Am&eacute;rica Latina uma sele&ccedil;&atilde;o de "Dez slides para fazer voc&ecirc; pensar", focados no impacto que o novo coronav&iacute;rus (COVID-19) est&aacute; causando no nosso comportamento de compra na regi&atilde;o.</p>
<p>Devemos considerar que, &agrave; medida que o isolamento social avan&ccedil;a, cresce o medo sobre a situa&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica. A maior parte do PIB da Am&eacute;rica Latina vem do trabalho informal, al&eacute;m de concentrar uma propor&ccedil;&atilde;o maior de popula&ccedil;&atilde;o baixa renda e, portanto, com menos poder de compra.</p>
<p>Nesses tipos de situa&ccedil;&otilde;es, somos guiados n&atilde;o apenas pela raz&atilde;o, mas tamb&eacute;m pelas emo&ccedil;&otilde;es. &Eacute; por isso que estocamos inicialmente os itens que consideramos essenciais, por medo do contato ou de n&atilde;o encontrar o b&aacute;sico. Diante desse cen&aacute;rio vemos o desenvolvimento de v&aacute;rios canais, incluindo compras atrav&eacute;s de diversas plataformas de entrega.</p>
<p>Portanto, frente aos acontecimentos, &eacute; vital saber o que est&aacute; acontecendo com o comprador para desenvolver as estrat&eacute;gias adequadas e alcan&ccedil;&aacute;-lo durante o per&iacute;odo de isolamento.</p>
<p>Queremos inspir&aacute;-lo por meio desses gr&aacute;ficos a entender sobre o movimento que est&aacute; acontecendo nas diferentes regi&otilde;es e que ir&atilde;o ajud&aacute;-lo a expandir seus neg&oacute;cios.</p>
<p>Fa&ccedil;a o download do relat&oacute;rio.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 14 May 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/10-Slides-para-fazer-voc-pensar-sobre-o-COVID-19</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Consumer Insights Latam Q4 2019]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumer-Insights-Latam-Q4-2019</link>
         <description><![CDATA[<p>Compartilhamos com voc&ecirc;s uma nova edi&ccedil;&atilde;o de <em>Consumer Insights Latam</em>, que resume o comportamento do setor de produtos de consumo massivos (FMCG) at&eacute; dezembro de 2019.</p>
<p>Em um contexto de PIB consolidado sem varia&ccedil;&atilde;o em compara&ccedil;&atilde;o ao ano anterior, o setor FMCG permaneceu estagnado (0,2%), ainda que 3 pa&iacute;ses tenham crescido entre 1 e 3% (Brasil, Equador e Col&ocirc;mbia) &ndash; por&eacute;m n&atilde;o foi suficiente para compensar as contra&ccedil;&otilde;es no Chile (-1,3%) e na Argentina (- 6%).</p>
<p>O recente surto de Coronav&iacute;rus poderia ser o gatilho de crescimento em Cuidados Pessoais e de Limpeza do Lar em 2020, ap&oacute;s a retra&ccedil;&atilde;o de mais de 2 pp que a cesta de Cuidados Pessoais registrou em 6 pa&iacute;ses da regi&atilde;o em 2019. Na China, produtos com propriedades desinfetantes aumentaram suas vendas exponencialmente nas primeiras semanas ap&oacute;s o surto &ndash; e algo semelhante havia acontecido em Latam no surto de H1N1, uma d&eacute;cada atr&aacute;s.</p>
<p>O caso mais interessante de escolha de marcas vem da Col&ocirc;mbia: Marcas Pr&oacute;prias continuaram sua escalada e agora representam 19% do gasto total, afetando diretamente segmento de marcas 'tradicionais' sem afetar as 'premium'. Isto refor&ccedil;a que nem sempre o consumidor escolhe apenas pelo pre&ccedil;o.</p>
<p><br /><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/5/pt.PNG" alt="pt.PNG" width="560" height="272" /></p>
<p>Ainda que embrion&aacute;rio, a acelera&ccedil;&atilde;o de E-commerce &eacute; reconfirmada, assim como 'Atacarejos' e o canal 'Droga &amp; Farma', que continuam crescendo a taxas de 2 d&iacute;gitos. Minha recomenda&ccedil;&atilde;o &eacute; n&atilde;o descuidar dos Hipermercados, que est&atilde;o recuperando sua import&acirc;ncia para o shopper e, al&eacute;m disto, permitem aos fabricantes dar visibilidade &agrave; inova&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Em 2020, a proje&ccedil;&atilde;o do PIB poderia influenciar o crescimento do setor FMCG no Brasil, Col&ocirc;mbia e M&eacute;xico, que encerraram 2019 com crescimentos no &uacute;ltimo trimestre, com maior contribui&ccedil;&atilde;o das classes baixas.</p>
<p>Na pr&oacute;xima edi&ccedil;&atilde;o, esperamos atrair sua aten&ccedil;&atilde;o n&atilde;o apenas com uma perspectiva do consumo, mas com um olhar mais profundo nas prefer&ecirc;ncias do consumidor.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumer-Insights-Latam-Q4-2019</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Kantar mede impacto do coronav?rus no consumo na China]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Kantar-mede-impacto-do-coronav?rus-no-consumo-na-China</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Milh&otilde;es de chineses est&atilde;o h&aacute; semanas com a rotina completamente alterada por conta de ordens de restri&ccedil;&atilde;o devido ao COVID-19, conhecido popularmente como coronav&iacute;rus. Durante este per&iacute;odo, a forma e as prioridades de consumo tamb&eacute;m sofreram dr&aacute;sticas mudan&ccedil;as e a <strong>Kantar</strong>, l&iacute;der global em dados, insights e consultoria, recolheu dados de forma online de mais de mil lares entre 6 e 9 de fevereiro em todo o pa&iacute;s asi&aacute;tico, inclusive na regi&atilde;o de Hubei, epicentro da crise, para entender como a popula&ccedil;&atilde;o tem se comportado. Aos entrevistados, foi perguntado se haviam reduzido, mantido ou aumentado seus gastos nas compras de 24 ind&uacute;strias e como pretendem retomar os gastos quando a normalidade for restabelecida.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Pela impossibilidade de sair de casa, as ind&uacute;strias de entretenimento e turismo s&atilde;o as que mais sofrem: 75% dos chineses disseram ter cancelado compras destas categorias e 17% reduziram os valores desde o in&iacute;cio da crise. Em segundo plano, produtos relacionados tamb&eacute;m t&ecirc;m perdido mercado como, por exemplo, bebidas alco&oacute;licas (-57%), cosm&eacute;ticos (-56%) e vestu&aacute;rio (-67%). Em contrapartida, os gastos com alimentos e bebidas cresceram em 40% dos lares, produtos de limpeza em 48% e seguro sa&uacute;de em 38%, especialmente na prov&iacute;ncia de Hubei.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, quando finalmente puderem deixar suas casas, 82% dos chineses pretendem retomar as refei&ccedil;&otilde;es na rua, 78% t&ecirc;m planos de viajar e 77% de investir em entretenimento <em>out of home</em>. A retomada n&atilde;o indica &iacute;ndices t&atilde;o positivos para a ind&uacute;stria de luxo, que dever&aacute; ter as maiores perdas a curto e m&eacute;dio prazo, j&aacute; que 61% afirmaram ter reduzido ou eliminado estes itens do or&ccedil;amento e 21% pretendem continuar diminuindo a compra com o fim da crise. Este comportamento pode ser reflexo das mudan&ccedil;as de perspectiva de consumo que as pessoas apresentam ap&oacute;s este tipo de evento.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como os chineses t&ecirc;m feito suas compras?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Como &eacute; preciso passar o maior tempo poss&iacute;vel em casa, 55% dos chinestes t&ecirc;m usado as plataformas de e-commerce para abastecer as prateleiras, apesar dos supermercados ainda serem o canal mais usado por pequena diferen&ccedil;a.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Um comportamento curioso &eacute; que as pessoas t&ecirc;m se juntado em grupos de vizinhos, amigos ou familiares para trocar produtos ou fazer compras coletivas. Para isso, t&ecirc;m se organizado usando a plataforma de mensagens instant&acirc;neas WeChat. De acordo com o levantamento, 35% das fam&iacute;lias citaram os grupos como um novo canal de compra.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como os chineses t&ecirc;m gasto o tempo em casa?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Este &eacute; provavelmente o mais longo per&iacute;odo da hist&oacute;ria em que milh&otilde;es de chineses t&ecirc;m sido obrigados a ficarem em casa. Al&eacute;m de aulas online para crian&ccedil;as e adolescentes e trabalho remoto, as atividades que mais t&ecirc;m preenchido o tempo s&atilde;o na maioria relacionadas &agrave;s telas: 58% da popula&ccedil;&atilde;o tem assistido a v&iacute;deos de longa dura&ccedil;&atilde;o, 56% v&iacute;deos curtos e 41% est&aacute; ligada na TV. Com exce&ccedil;&atilde;o de uma atividade muito popular, que &eacute; dormir. Para 54% dos entrevistados, descansar tem sido a principal maneira de driblar o confinamento. Na sequ&ecirc;ncia, 28% das pessoas t&ecirc;m aproveitado o per&iacute;odo para cozinhar mais, 23% para curtir os filhos, 30% para estudar online e 26% para ler.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Por conta de mais tempo dispon&iacute;vel para estar conectado, 40% citaram visitar mais vezes plataformas informativas de v&iacute;deos, 34% t&ecirc;m usado mais as redes sociais, principalmente o WeChat, e 26% plataformas online de m&uacute;sica. Alguns servi&ccedil;os online tamb&eacute;m ganharam novos clientes, j&aacute; que 84% dos chineses consumiram algum produto online de forma in&eacute;dita durante a crise. Por exemplo, 34% participaram de uma consulta m&eacute;dica &agrave; dist&acirc;ncia pela primeira vez, 33% experimentaram cursos online e 26% decidiriram subscrever uma assinatura e pagar por entretenimento digital.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que deve mudar no consumo com o fim da crise?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de ainda n&atilde;o haver previs&atilde;o para que as restri&ccedil;&otilde;es quanto ao coronav&iacute;rus terminem, os chineses j&aacute; sabem o que querem fazer quando este dia chegar. Para 65%, a primeira compra ser&aacute; um jantar fora de casa com outras pessoas, 58% pretendem visitar lojas e shoppings e 45% viajar.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A preocupa&ccedil;&atilde;o com a sa&uacute;de tambem &eacute; item amplamente citada. Para 83% dos consumidores, estocar m&aacute;scaras e produtos desinfetantes ser&aacute; prioridade, assim como usar m&aacute;scara diariamente (65%), ter mais aten&ccedil;&atilde;o &agrave;s bact&eacute;rias no cuidado com a higiene pessoal (76%) e comprar equipamentos que ajudem a manter a casa limpa (63%).&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">De forma geral, a pesquisa indica que o consumo na China deve se tornar mais conservador, j&aacute; que muitos lares aumentaram a preocupa&ccedil;&atilde;o em guardar dinheiro para emerg&ecirc;ncias e reduzir gastos desnecess&aacute;rios. Em paralelo, a aten&ccedil;&atilde;o em valorizar o que o dinheiro n&atilde;o compra tamb&eacute;m foi citado, como passar mais tempo com fam&iacute;lia e amigos e ter um universo espiritual mais rico. Ainda neste segmento, as pessoas afirmaram que pretendem pagar mais por marcas que sejam mais socialmente e ambientalmente respons&aacute;veis.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 27 Feb 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Kantar-mede-impacto-do-coronav?rus-no-consumo-na-China</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Industrializada ou natural, ?gua de coco em crescimento]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Industrializada-ou-natural,-?gua-de-coco-em-crescimento</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A &aacute;gua de coco &eacute; uma das bebidas mais caracter&iacute;sticas do Pa&iacute;s e, seja a op&ccedil;&atilde;o natural na praia ou a vers&atilde;o industrializada no conforto de casa, o brasileiro tem inclu&iacute;do cada vez mais a bebida em suas escolhas de consumo. Entre novembro de 2018 e novembro de 2019, o produto ganhou mais de 2,5 pontos de penetra&ccedil;&atilde;o no mercado nacional, o que significa que mais de 1,5 milh&otilde;es de lares passaram a comprar &aacute;gua de coco, aponta a <strong>Kantar</strong>, l&iacute;der global em dados, insights e consultoria. &nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Para consumo fora de casa, os brasileiros desembolsam, em m&eacute;dia, R$ 11,41 por uma unidade da bebida, valor 64% maior do que quando &eacute; comprada para consumo <em>in home</em>. Nas ruas, a classe AB &eacute; a que mais pede &aacute;gua de coco, especialmente no com&eacute;rcio ambulante e em barracas de praia. O perfil deste consumidor &eacute; formado tamb&eacute;m por 57% de mulheres, 48% com mais de 50 anos e 60% que consomem sozinhos. As embalagens menores (200ml) s&atilde;o bastante populares com este p&uacute;blico, mas as op&ccedil;&otilde;es de mais de 300ml tamb&eacute;m t&ecirc;m ganhado espa&ccedil;o.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">J&aacute; quando a &aacute;gua de coco vai parar nos carrinhos para consumo em casa, o perfil &eacute; diferente. O valor gasto por unidade &eacute;, em m&eacute;dia, de R$ 7,35 e os atacarejos s&atilde;o o canal preferido. A classe AB1 lidera as compras, assim como fam&iacute;lias pequenas com uma ou duas pessoas e que priorizam embalagens maiores de 331ml ou 1L. "Neste caso, a busca por saudabilidade &eacute; o principal fator para a escolha de &aacute;gua de coco industrializada para consumo no lar", analisa Giovanna Fischer, Diretora de Marketing e Insights da <strong>Kantar</strong>.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A j&aacute; popular bebida ganha ainda mais for&ccedil;a durante o ver&atilde;o. No interior de S&atilde;o Paulo, o volume de &aacute;gua de coco vendida cresceu 35% no ver&atilde;o de 2019 em rela&ccedil;&atilde;o ao inverno do mesmo ano para consumo dentro do lar. Na Grande Rio de Janeiro, o n&uacute;mero aumentou em 32% e, na Grande S&atilde;o Paulo, 27%. Quando considerado o consumo fora de casa, os consumidores do Rio de Janeiro n&atilde;o abrem m&atilde;o deste tipo de refresco nos dias mais quentes. No ver&atilde;o passado, o volume consumido <em>out of home</em> expandiu 44% no estado, 33% na regi&atilde;o Sul e 32% em S&atilde;o Paulo em compara&ccedil;&atilde;o aos meses mais frios do ano.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Al&eacute;m do sabor e da saudabilidade, o crescimento da &aacute;gua de coco no mercado nacional est&aacute; alinhado tamb&eacute;m com a prioriza&ccedil;&atilde;o dos gastos durante a crise. Cada vez mais, as fam&iacute;lias elegem com cuidado os bens de consumo massivo (FMCG) que v&atilde;o parar na prateleira e as bebidas, seja ainda por praticidade e indulg&ecirc;ncia, t&ecirc;m ganhado espa&ccedil;o neste cen&aacute;rio. De 2016 at&eacute; 2019, o gasto mensal m&eacute;dio com esta cesta passou de R$ 78 para R$ 86. Mesmo per&iacute;odo em que a despesa m&eacute;dia por m&ecirc;s com FMCG caiu de R$ 972 para R$ 933.&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 19 Feb 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Industrializada-ou-natural,-?gua-de-coco-em-crescimento</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Consumo apresentou ?ndices positivos em novembro]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/consumo-apresentou-?ndices-positivos-em-novembro</link>
         <description><![CDATA[<p>Os indicadores de consumo do m&ecirc;s de novembro apresentaram uma leve recupera&ccedil;&atilde;o do mercado de bens de consumo massivo (FMCG) no curto prazo. De acordo com o levantamento Consumer Thermometer da <strong>Kantar</strong>, l&iacute;der global em dados, insights e consultoria, houve um aumento de 5,1% no volume de bens de consumo massivo comprados nos tr&ecirc;s &uacute;ltimos meses terminados em novembro (setembro a novembro), em rela&ccedil;&atilde;o ao trimestre anterior. A frequ&ecirc;ncia com que os brasileiros levaram produtos para casa tamb&eacute;m cresceu 1,5% e a quantidade de unidades colocadas nas sacolas teve performance positiva de 3,5%. Pensando no bolso, o valor gasto com as categorias neste per&iacute;odo e o ticket m&eacute;dio desembolsado por cada compra tiveram alta de 7,2% e 3,9%, respectivamente.</p>
<p>Entre as categorias, a de bebidas foi a que mais se destacou positivamente, com 5,1% de crescimento. Nesse per&iacute;odo, &aacute;gua mineral, cerveja e &aacute;gua de coco sa&iacute;ram mais r&aacute;pido das prateleiras dos supermercados, enquanto leite aromatizado, suco em p&oacute; e refrigerante n&atilde;o foram t&atilde;o bem assim.</p>
<p>Todas as classes registraram crescimento de setembro a novembro de 2019, com destaque para a classe DE com aumento de 4,6%. As classes AB e C tiveram performance positiva de 3,3% e 3,0%, respectivamente. Entre as regi&otilde;es, as que compraram mais unidades foram Grande S&atilde;o Paulo, Grande Rio de Janeiro e Sul, nesta ordem. &ldquo;Apesar de todas as regi&otilde;es terem fechado o ano com recupera&ccedil;&atilde;o a curto prazo, os &iacute;ndices variam bastante entre elas. O Centro-Oeste e as cidades do interior paulista t&ecirc;m os n&uacute;meros menos expressivos do ranking nacional&rdquo;, analisa Giovanna Fischer, Diretora de Marketing e Insights da <strong>Kantar</strong>.</p>
<p>Entre os canais, o atacarejo continua como o que mais cresce na prefer&ecirc;ncia no Pa&iacute;s ao lado das farm&aacute;cias, que tamb&eacute;m t&ecirc;m atra&iacute;do novos lares compradores. Os outros canais apresentam queda tanto no longo quanto no curto prazo.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p><br /><br /></p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 27 Jan 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/consumo-apresentou-?ndices-positivos-em-novembro</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[No ver?o, brasileiros gastam mais com cerveja OOH]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/no-verao-brasileiros-gastam-mais-com-cerveja</link>
         <description><![CDATA[<p>Na hora de acompanhar as refei&ccedil;&otilde;es ou apenas se refrescar neste ver&atilde;o, quais as prioridades de consumo do brasileiro? Cada vez mais ele tem aberto espa&ccedil;o no or&ccedil;amento para as bebidas. Esta cesta, inclusive, fez um caminho inverso aos gastos com bens de consumo massivo (FMCG) nos &uacute;ltimos quatro anos. Segundo a <strong>Kantar</strong>, l&iacute;der global em dados, insights e consultoria, de 2016 at&eacute; 2019, esses gastos m&eacute;dios mensais ca&iacute;ram de R$ 972 para R$ 933, enquanto as despesas das fam&iacute;lias com bebidas por m&ecirc;s saltaram de R$ 78 para R$ 86. Dentro do lar a campe&atilde; &eacute; a &aacute;gua mineral, enquanto fora do lar &eacute; a cerveja que lidera a lista, especialmente no ver&atilde;o, &eacute;poca em que o brasileiro gasta 60% mais com o consumo da bebida alc&oacute;olica <em>out of home</em>. Seja em bares, restaurantes ou blocos de Carnaval, o valor desembolsado &eacute;, em m&eacute;dia, de R$ 11,62 em cada ocasi&atilde;o de compra, enquanto dentro do lar o t&iacute;quete m&eacute;dio &eacute; de R$ 6,76 por oportunidade.</p>
<p>No ver&atilde;o passado, per&iacute;odo que vai de outubro de 2018 a mar&ccedil;o de 2019, o volume de cerveja consumido fora do lar no Brasil cresceu 14,2% em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; mesma esta&ccedil;&atilde;o do per&iacute;odo anterior. Em compara&ccedil;&atilde;o com o inverno de 2018 foram 2,7 milh&otilde;es de novos lares comprando a bebida ao menos uma vez. Ao todo, 56,5% das fam&iacute;lias inclu&iacute;ram cerveja nos carrinhos nos meses mais quentes do ano, especialmente os segmentos <em>premium</em> e puro malte.</p>
<p>Esta varia&ccedil;&atilde;o &eacute; ainda maior se compararmos as regi&otilde;es do Pa&iacute;s. No Nordeste, local de temperaturas mais altas e destino comum nas f&eacute;rias, o consumo <em>out of home</em> cresceu 48% no &uacute;ltimo ver&atilde;o. J&aacute; no Rio de Janeiro, houve aumento de 22% e, em S&atilde;o Paulo, de 17%.</p>
<p>Ainda segundo o levantamento da <strong>Kantar</strong>, a principal motiva&ccedil;&atilde;o para o consumo de cerveja na rua nesta &eacute;poca &eacute; &ldquo;apreciar o sabor&rdquo;. Entre os consumidores, 65% o fazem no hor&aacute;rio de almo&ccedil;o nos fins de semana, 36% acompanhados dos amigos, 59% s&atilde;o homens e 41% mulheres.</p>
<p>J&aacute; quando o consumo &eacute; feito dentro de casa, o brasileiro tem outro comportamento e racionaliza mais a compra. "Al&eacute;m de gastar menos, a principal motiva&ccedil;&atilde;o &eacute; o prazer. A classe AB1 foi a que mais consumiu cerveja <em>in home</em> no ano passado e a vers&atilde;o <em>long neck</em> (330ml) foi a mais pedida", analisa Giovanna Fischer, Diretora de Marketing e Consumer Insights da <strong>Kantar</strong>.</p>
<p>Para o consumo dentro de casa, no &uacute;ltimo ver&atilde;o o atacarejo e o supermercado convencional foram os canais que mais cresceram. J&aacute; para consumo na rua, os vendedores ambulantes se destacaram, conquistando 1,5 ponto de penetra&ccedil;&atilde;o, ou seja, 800 mil novas pessoas.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 20 Jan 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/no-verao-brasileiros-gastam-mais-com-cerveja</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Vendas online de FMCG ? o canal que cresce mais r?pido]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Vendas-online-de-FMCG-?-o-canal-que-cresce-mais-r?pido</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As vendas de produtos de consumo massivo (FMCG) via com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico cresceram sete vezes mais r&aacute;pido do que o mercado total entre julho de 2018 e junho de 2019. De acordo com estudo global da <strong>Kantar</strong>, l&iacute;der mundial em dados, insights e consultoria, o Brasil registrou 30,9% de aumento nas vendas online neste per&iacute;odo, enquanto o mercado total de FMCG no Pa&iacute;s teve alta de apenas 5,6%.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os pa&iacute;ses analisados &ndash; China continental, Brasil, M&eacute;xico, Reino Unido, Taiwan, Coreia do Sul, Espanha, Fran&ccedil;a, Tail&acirc;ndia, Col&ocirc;mbia e Mal&aacute;sia -, a China continental continua sendo o primeiro pa&iacute;s em que este tipo de com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico mais cresce, foi 36,1% de aumento. E a tend&ecirc;ncia n&atilde;o para. Nos &uacute;ltimos seis meses, a modalidade ganhou 10 pontos de penetra&ccedil;&atilde;o, atingindo 73% da popula&ccedil;&atilde;o, ou seja, tr&ecirc;s em cada quatro fam&iacute;lias chinesas compram mantimentos pela internet. Estes &iacute;ndices colocam o pa&iacute;s e a Coreia do Sul como os mais avan&ccedil;ados do mundo quando o assunto &eacute; compras online de FMCG.&nbsp;</p>
<table style="width: 576px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" nowrap="nowrap" width="378">
<p><strong><em>Crescimento do valor FMCG</em></strong><strong><em></em></strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="198">&nbsp;</td>
</tr>
<tr>
<td width="157">
<p><strong>Pa&iacute;s</strong></p>
</td>
<td width="221">
<p><strong>FMCG (online e offline)</strong></p>
</td>
<td width="198">
<p><strong>FMCG online</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="157">
<p>Brasil</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="221">
<p>5.6%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="198">
<p>30.9%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="157">
<p>China continental</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="221">
<p>5.0%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="198">
<p>36.1%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="157">
<p>M&eacute;xico</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="221">
<p>4.7%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="198">
<p>43.5%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="157">
<p>Reino Unido</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="221">
<p>2.4%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="198">
<p>5.9%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="157">
<p>Taiwan</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="221">
<p>2.2%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="198">
<p>22.0%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="157">
<p>Coreia do Sul</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="221">
<p>1.6%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="198">
<p>13.1%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="157">
<p>Espanha</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="221">
<p>1.3%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="198">
<p>6.4%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="157">
<p>Fran&ccedil;a</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="221">
<p>1.2%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="198">
<p>6.0%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="157">
<p>Tail&acirc;ndia</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="221">
<p>0.8%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="198">
<p>43.2%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="157">
<p>Col&ocirc;mbia</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="221">
<p>0.0%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="198">
<p>53.5%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="157">
<p>Mal&aacute;sia</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="221">
<p>-2.3%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="198">
<p>23.3%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="3" nowrap="nowrap" width="576">
<p><em>Fonte: Worldpanel FMCG Panel, Kantar, julho de 2018 a junho de 2019<br /> * O FMCG &eacute; considerado produtos de consumo em massa embalados com alimentos, bebidas, latic&iacute;nios, cuidados pessoais, cuidados domiciliares e outros como alimentos para animais de estima&ccedil;&atilde;o.</em></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;">Apesar de o Brasil ainda n&atilde;o estar neste patamar, os n&uacute;meros mostram que o comportamento do brasileiro est&aacute; mudando gradativamente. Isto porque, apesar de ser o local em que as compras destas categorias via e-commerce t&ecirc;m a menor participa&ccedil;&atilde;o de mercado (0,1%), &eacute; o quinto com maior crescimento nas vendas.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O levantamento apontou ainda que as economias asi&aacute;ticas continuam a ser l&iacute;deres neste segmento. A Cor&eacute;ia do Sul est&aacute; no topo com participa&ccedil;&atilde;o de mercado de 20,3%, seguida pela China continental (15,2%) e Taiwan (8,7%). Na Europa Ocidental, o Reino Unido lidera com 7,6%, seguido pela Fran&ccedil;a, 6,2%. Na Am&eacute;rica Latina, o cen&aacute;rio mais t&iacute;mido &eacute; parecido, tendo Col&ocirc;mbia (0,3%) e M&eacute;xico (0,2%) a frente do Brasil.&nbsp;</p>
<table style="width: 576px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td colspan="3" nowrap="nowrap" width="576">
<p><strong><em>Valor de vendas de FMCG Online</em></strong></p>
<p><em>% do total de vendas de FMCG</em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="209">
<p><strong>Share em valor do E-commerce (%)</strong></p>
</td>
<td width="179">
<p><strong>Julho 2017 a junho 2018</strong></p>
</td>
<td width="189">
<p><strong>Julho 2018 a junho 2019</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Cor&eacute;ia do Sul</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="179">
<p>18.2%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="189">
<p>20.3%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>China Continental</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="179">
<p>11.8%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="189">
<p>15.2%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Taiwan</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="179">
<p>7.3%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="189">
<p>8.7%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Reino Unido</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="179">
<p>7.4%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="189">
<p>7.6%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Fran&ccedil;a</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="179">
<p>5.9%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="189">
<p>6.2%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Espanha</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="179">
<p>2.3%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="189">
<p>2.4%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Mal&aacute;sia</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="179">
<p>1.6%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="189">
<p>2.0%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Tail&acirc;ndia</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="179">
<p>1.2%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="189">
<p>1.6%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Col&ocirc;mbia</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="179">
<p>0.2%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="189">
<p>0.3%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>M&eacute;xico</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="179">
<p>0.1%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="189">
<p>0.1%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Brasil</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="179">
<p>0.1%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="189">
<p>0.1%</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;"><em>Fonte: Worldpanel FMCG Panel, Kantar, julho de 2018 a junho de 2019</em>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">&ldquo;Esperamos que, at&eacute; 2025, as compras de supermercado online dobrem, o que significa que 10% das vendas globais de bens de consumo ser&atilde;o feitas em com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico. No Brasil, esta estimativa &eacute; de 3%&rdquo;, analisa Deborah Maeda, Diretora de Varejo da <strong>Kantar.</strong>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Na &Aacute;sia, o online dever&aacute; ser o principal canal at&eacute; 2025. As vendas dever&atilde;o representar quase um ter&ccedil;o da aquisi&ccedil;&atilde;o de produtos de consumo em massa na China continental no intervalo de cinco anos e um quarto na Cor&eacute;ia do Sul. Na Fran&ccedil;a e no Reino Unido, o com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico deve representar pouco menos de 10% destas transa&ccedil;&otilde;es.&nbsp;</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="209">
<p><strong><em>Progn&oacute;stico</em></strong></p>
</td>
<td valign="top" width="127">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="209">
<p><strong>Share do valor de E-commerce (%)</strong><strong></strong></p>
</td>
<td valign="top" width="127">
<p><strong>Progn&oacute;stico<em> 2025</em></strong><strong></strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="209">
<p>China continental</p>
</td>
<td valign="top" width="127">
<p>31%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="209">
<p>Cor&eacute;ia do Sul</p>
</td>
<td valign="top" width="127">
<p>24%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="209">
<p>Reino Unido</p>
</td>
<td valign="top" width="127">
<p>9%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="209">
<p>Fran&ccedil;a</p>
</td>
<td valign="top" width="127">
<p>8%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="209">
<p>Brasil</p>
</td>
<td valign="top" width="127">
<p>3%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="209">
<p>M&eacute;xico</p>
</td>
<td valign="top" width="127">
<p>3%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" valign="top" width="336">
<p><em>Fonte: Painel FMCG do Worldpanel, Kantar</em></p>
<p><em>&nbsp;</em></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>]]></description>
         <pubDate>Thu, 16 Jan 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Vendas-online-de-FMCG-?-o-canal-que-cresce-mais-r?pido</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Venda de alimentos industrializados crescem para pets ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Venda-de-alimentos-industrializados-crescem-para-pets</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os pets t&ecirc;m ganhado cada vez mais espa&ccedil;o nos lares. <span>De acordo com o levantamento Consumer Insights da&nbsp;<strong><span>Kantar</span></strong>, l&iacute;der global em dados, insights e consultoria,&nbsp;57% das fam&iacute;lias brasileiras possuem um amigo pet. Entre elas, 48% t&ecirc;m c&atilde;es e 20% t&ecirc;m gatos. Al&eacute;m disso, os filhotes t&ecirc;m ganhado relev&acirc;ncia dentro dos lares no &uacute;ltimo ano. Com esse aumento da popula&ccedil;&atilde;o de pets, amplia-se tamb&eacute;m o consumo de produtos voltados para eles. Nos &uacute;ltimos 12 meses terminados em junho, a categoria teve resultado positivo de 18,9% em volume, 24,7% em valor e 5,4% em ticket m&eacute;dio a cada ida ao ponto de venda.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span>No Brasil, uma m&eacute;dia de 2,8% do or&ccedil;amento familiar vai para cuidados com pets. Neste universo, quase 70% dos gastos vai para alimenta&ccedil;&atilde;o com m&eacute;dia anual de R$270,15. Depois, consultas, vacinas e outras despesas veterin&aacute;rias equivalem a 13,7% do or&ccedil;amento do pet. Em seguida, acess&oacute;rios e artigos de higiene abocanham 12,7% da verba. E, por &uacute;ltimo, a import&acirc;ncia em gastos fica com compra de animais dom&eacute;sticos com 3,7%.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span>Com a imensa import&acirc;ncia que os animais de estima&ccedil;&atilde;o t&ecirc;m nos lares, a alimenta&ccedil;&atilde;o deles faz parte da preocupa&ccedil;&atilde;o da fam&iacute;lia quando o assunto &eacute; equilibrar o or&ccedil;amento. &ldquo;Com a redu&ccedil;&atilde;o do consumo devido &agrave; instabilidade econ&ocirc;mica nos &uacute;ltimos anos, o brasileiro tem feito escolhas antes de encher o carrinho e, neste cen&aacute;rio, algumas categorias perdem espa&ccedil;o enquanto outras ganham penetra&ccedil;&atilde;o. Neste movimento, alimentos para c&atilde;es e gatos est&atilde;o entre os produtos que registraram aumento de lares compradores&rdquo;, analisa Giovanna Fischer, Diretora de Marketing e Insights da Kantar.</span><span>&nbsp;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span>Gatos</span></p>
<p style="text-align: justify;">As fam&iacute;lias de gatos aumentaram no &uacute;ltimo ano, especialmente as que possuem dois. Dos lares que abrigam estes animais, 60% t&ecirc;m apenas um, 23% possuem dois gatos e 17% tem tr&ecirc;s ou mais.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, 38,9% dos lares mixam ra&ccedil;&atilde;o e alimento caseiro. Deste total, 25% dos donos dividem a pr&oacute;pria comida com os pets. Em rela&ccedil;&atilde;o as classes sociais, 61,9% dos grupos AB priorizam apenas ra&ccedil;&atilde;o, enquanto apenas 34,3% das classes DE fazem o mesmo.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">C&atilde;es</p>
<p style="text-align: justify;">Quando se trata da alimenta&ccedil;&atilde;o de c&atilde;es, o levantamento da Kantar tamb&eacute;m aponta um aumento no mix de ra&ccedil;&atilde;o e alimentos caseiros. Esta combina&ccedil;&atilde;o est&aacute; presente em 48,7% dos lares que t&ecirc;m cachorro, enquanto 35,6% usam apenas ra&ccedil;&atilde;o e 15,7% apenas alimentos caseiros. Estes n&uacute;meros variam quando analisadas as classes sociais. Nos lares de classe AB, 46% utilizam apenas ra&ccedil;&atilde;o, enquanto essa taxa cai para 23% entre as classes DE.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 20 Dec 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Venda-de-alimentos-industrializados-crescem-para-pets</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Mudan?as nas prefer?ncias do consumidor ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Mudanas-nas-preferncias-do-consumidor-</link>
         <description><![CDATA[<p><span lang="PT-BR"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Toda marca deseja ser escolhida e, como os consumidores est&atilde;o mudando sua forma de comprar, isto est&aacute; se tornando mais complexo.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Em todo o mundo, 2019 foi um ano desafiador para o setor de consumo massivo, com incertezas pol&iacute;ticas na Am&eacute;rica Latina e na Espanha, o Brexit no Reino Unido e uma preocupa&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua com nosso planeta em muitos mercados.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Nossa meta para 2020 &eacute; ajudar voc&ecirc; a entender seus consumidores ainda melhor &ndash; essencial neste ambiente em mudan&ccedil;a &ndash; para conseguir crescer.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Nossos especialistas preveem novas inova&ccedil;&otilde;es no varejo no Reino Unido que desacelerar&atilde;o as refei&ccedil;&otilde;es fora de casa e para entrega, a conveni&ecirc;ncia e os canais online. Na &Aacute;sia, o e-commerce continuar&aacute; crescendo muito rapidamente, mas as<em> bricks &amp; mortar</em> ainda t&ecirc;m potencial de crescimento.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">O crescimento do setor de consumo massivo na Am&eacute;rica Latina estar&aacute; associado &agrave; oferta de op&ccedil;&otilde;es mais simples e saud&aacute;veis. Na Espanha e na Fran&ccedil;a, os produtos que aliam sa&uacute;de e prazer continuar&atilde;o crescendo. Uma tend&ecirc;ncia em alta na &Iacute;ndia para 2020 ser&aacute; a premiumiza&ccedil;&atilde;o.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Mundialmente, os consumidores continuar&atilde;o esperando que as marcas e os fabricantes inovem em sustentabilidade e no impacto ambiental. Parcerias ser&atilde;o particularmente importantes em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; tecnologia.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Neste v&iacute;deo, nossos especialistas falam sobre as tend&ecirc;ncias que devem ser acompanhadas ao redor do mundo para que 2020 seja um ano de sucesso para suas marcas.</span></span></p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 20 Dec 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Mudanas-nas-preferncias-do-consumidor-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[O ?ltimo trimestre do ano ? marcado por crises]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/O-ltimo-trimestre-do-ano--marcado-por-crises</link>
         <description><![CDATA[<p><span>Ainda que este relat&oacute;rio reflita o comportamento dos domic&iacute;lios latino-americanos at&eacute; setembro de 2019, a import&acirc;ncia dos acontecimentos que ocorreram em diversos mercados da regi&atilde;o desde outubro merecem ser mencionadas, assim como uma tentativa de dimensionar seu impacto at&eacute; o final do ano. </span><br /><br /><span> Dos 5 pa&iacute;ses em conflito, Equador, Peru e Col&ocirc;mbia se normalizaram no primeiro m&ecirc;s e estimamos um impacto limitado no trimestre. No sentido contr&aacute;rio, Chile e Bol&iacute;via agora est&atilde;o vivendo situa&ccedil;&otilde;es complexas e mais violentas. No caso do Chile, nas 4 primeiras semanas desde o in&iacute;cio dos conflitos, o gasto despencou 20% e se concentrou em categorias de primeira necessidade, o que representar&aacute; uma retra&ccedil;&atilde;o de 1 ponto percentual para a regi&atilde;o como um todo neste m&ecirc;s. </span></p>
<p><span><br /><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/5/20191210b.jpg" alt="20191210b.jpg" width="590" height="429" /></span></p>
<p><span><span style="color: #333333; font-size: x-small;">Fonte: Crescimento % de Volume | FMCG | MAT Q3 2019 vs. YA | Total Latam </span></span></p>
<p><span>Neste contexto, n&atilde;o podemos deixar de mencionar a nova desvaloriza&ccedil;&atilde;o no m&ecirc;s de agosto e a acelera&ccedil;&atilde;o da infla&ccedil;&atilde;o na Argentina logo ap&oacute;s as elei&ccedil;&otilde;es prim&aacute;rias, imediatamente antes da troca de governo pac&iacute;fica no dia 10 de dezembro. </span><br /><br /><span> Quais comportamentos s&atilde;o subjacentes a este &lsquo;caos&rsquo;? O e-commerce duplicou seu tamanho gra&ccedil;as ao Brasil e ao Chile, principalmente, e Farm&aacute;cias e Perfumarias se somam aos canais com &lsquo;crescimento de 2 d&iacute;gitos&rsquo;, quando suas contribui&ccedil;&otilde;es s&atilde;o consolidadas, em pelo menos 6 pa&iacute;ses. Na busca por oportunidades de crescimento estes 2 canais s&atilde;o obrigat&oacute;rios na agenda. </span><br /><br /><span> Segmentos de nicho (como sem lactose ou sem gl&uacute;ten) continuam na agenda do consumidor, assim como op&ccedil;&otilde;es que permitam &lsquo;aumentar a saudabilidade&rsquo; da dieta familiar. &Eacute; hora de se arriscar para se conectar com o humor social dos consumidores, oferecendo ref&uacute;gio e seguran&ccedil;a nas m&uacute;ltiplas ocasi&otilde;es de consumo e uso ao longo do dia. </span></p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 18 Dec 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/O-ltimo-trimestre-do-ano--marcado-por-crises</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Por crise, mais de 500 mil lares deixaram a classe AB]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Por-crise,-mais-de-500-mil-lares-deixaram-a-classe-AB</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A popula&ccedil;&atilde;o brasileira como um todo tem feito malabarismos diante da crise financeira e instabilidade pol&iacute;tica nos &uacute;ltimos anos. Neste contexto, as classes sociais se comportam de maneiras diferentes na tentativa di&aacute;ria de manter o padr&atilde;o de consumo ao mesmo tempo em que buscam equilibrar o or&ccedil;amento dom&eacute;stico cada vez mais apertado. De acordo com o levantamento Consumer Insights da <strong>Kantar</strong>, l&iacute;der global em dados, insights e consultoria, a classe AB1, que fica no topo da pir&acirc;mide, foi a que mais perdeu poder real de compra entre 2014 e setembro de 2019. A renda m&eacute;dia domiciliar deste grupo caiu 31%, seguido tamb&eacute;m de redu&ccedil;&otilde;es substanciais nos rendimentos das fam&iacute;lias de todas as outras classes: B2 (-16%), C1 (-20%), C2 (-16%) e DE (-20%). Por conta disso, mais de 500 mil lares sa&iacute;ram da classe AB1 neste per&iacute;odo e migraram para outras classes. Atualmente, 27% dos domic&iacute;lios brasileiros se encaixam na classe AB, 49% na C e 24% na DE.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Com saldo banc&aacute;rio inferior e despesas que s&oacute; crescem, as classes que enfrentaram maior redu&ccedil;&atilde;o de renda s&atilde;o tamb&eacute;m aquelas que mais se endividaram entre 2014 e 2018. Neste per&iacute;odo, em que o desemprego cresceu, o peso do sal&aacute;rio para as despesas dom&eacute;sticas perdeu for&ccedil;a, enquanto ajuda governamental e renda informal ganharam espa&ccedil;o como alternativas financeiras. No ano de 2018, 51% das fam&iacute;lias DE gastaram mais do que ganharam, assim como 48% das casas AB1. A classe C1 foi a que mais desequilibrou as contas neste intervalo e, em 49% dos seus domic&iacute;lios, os gastos n&atilde;o fecharam no fim do m&ecirc;s. Por outro lado, as classes B2 e C2, mesmo tamb&eacute;m tendo a renda diminu&iacute;da, conseguiram encolher os &iacute;ndices de endividamento.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Neste cen&aacute;rio de ganhos menores, o brasileiro precisa driblar o or&ccedil;amento e fazer escolhas o tempo todo sobre o que vale ou n&atilde;o ser inclu&iacute;do no carrinho. Entre estas escolhas, est&atilde;o os bens de consumo massivo (FMCG), que t&ecirc;m pesado cada vez mais no bolso. Por isso, na busca por manter o padr&atilde;o social, o comportamento de consumo dos brasileiros, independente da classe, tem como prioridade tr&ecirc;s caracter&iacute;sticas na hora decidir o que comprar: qualidade dos produtos, al&eacute;m de praticidade e indulg&ecirc;ncia que eles proporcionam. &ldquo;Para manter estas prefer&ecirc;ncias nem sempre o produto mais barato &eacute; escolhido, o que mostra cada vez mais a racionaliza&ccedil;&atilde;o na hora da compra&rdquo;, analisa Giovanna Fischer, Diretora de Marketing e Insights da <strong>Kantar</strong>.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A classe AB &eacute; a que mais prioriza produtos indulgentes ao mesmo tempo em que tem as fam&iacute;lias que menos se preocupam com pre&ccedil;o baixo na hora de adquirir aquilo que desejam. Na sequ&ecirc;ncia, a classe C mant&eacute;m um equil&iacute;brio maior entre busca por qualidade e pre&ccedil;o. Por fim, a classe DE tamb&eacute;m est&aacute; muito atenta &agrave; qualidade, no entanto, elege em primeiro lugar pre&ccedil;os baixos e produtos em promo&ccedil;&atilde;o com mais frequ&ecirc;ncia na hora de comprar do que os outros grupos.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 13 Dec 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Por-crise,-mais-de-500-mil-lares-deixaram-a-classe-AB</guid>
      </item>	
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         <title><![CDATA[Brasileiro retoma aumento de idas ao ponto de venda]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Brasileiro-retoma-aumento-de-idas-ao-ponto-de-venda</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Pela primeira vez, desde o segundo trimestre de 2018, o mercado de bens de consumo massivo (FMCG) no Brasil registra &iacute;ndice positivo de frequ&ecirc;ncia de compra, aponta o levantamento Consumer Insights da <strong>Kantar</strong>, l&iacute;der global em dados, insights e consultoria. No &uacute;ltimo trimestre terminado em setembro deste ano, a quantidade de idas ao ponto de venda cresceu 7%, o que significa que, em m&eacute;dia, as fam&iacute;lias fizeram uma visita a mais aos estabelecimentos para se abastecer.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Al&eacute;m disso, o volume m&eacute;dio em unidades compradas tamb&eacute;m aumentou 2,1% e o gasto m&eacute;dio em 3,5% para consumo dentro do lar em rela&ccedil;&atilde;o ao trimestre anterior.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Fora do lar, a frequ&ecirc;ncia tamb&eacute;m registrou crescimento de 3,5%. Este n&uacute;mero indica que, nesse per&iacute;odo, as fam&iacute;lias fizeram uma refei&ccedil;&atilde;o a mais em restaurante, churrascaria ou outros estabelecimentos comerciais, por exemplo. Entre as regi&otilde;es que se destacam est&atilde;o Grande Rio de Janeiro, Leste e Interior do Rio de Janeiro, Centro-Oeste e Grande S&atilde;o Paulo, nesta ordem. No per&iacute;odo analisado, quase todas as cestas se recuperaram, em especial perec&iacute;veis e mercearia doce.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">No longo prazo, ou seja, nos &uacute;ltimos 12 meses terminados em setembro de 2019 em compara&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo do ano anterior, o indicativo n&atilde;o &eacute; positivo, apesar do pessimismo da popula&ccedil;&atilde;o ter ca&iacute;do de 20% para 15% nos &uacute;ltimos 12 meses. Considerando consumo dentro do lar, a frequ&ecirc;ncia de compra caiu 2% e o volume m&eacute;dio de unidades retraiu 4,1%. Fora do lar, a frequ&ecirc;ncia baixou 7,4%, o que significa deixar de fazer seis almo&ccedil;os ou jantares na rua no intervalo citado.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Ou seja, nos &uacute;ltimos anos, devido &agrave; redu&ccedil;&atilde;o da renda e ao aumento do endividamento, os itens de FMCG passaram a pesar cada vez mais no bolso, obrigando os brasileiros a fazerem escolhas e repensarem o consumo na tentativa de manter o mesmo padr&atilde;o. Com limita&ccedil;&otilde;es financeiras, as fam&iacute;lias cortaram gastos e elegeram os itens que consideram indispens&aacute;veis para manter no carrinho. E, no momento desta decis&atilde;o, cada classe racionaliza de uma maneira. Em linhas gerais, a classe AB, que perdeu mais de 500 mil lares devido &agrave; crise, reduziu o volume m&eacute;dio comprado, enquanto as classes CDE diminu&iacute;ram as visitas aos estabelecimentos.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s categorias, o brasileiro, independente de classe social, tem certo padr&atilde;o de prioridades. Na hora de comprar, os <em>shoppers </em>buscam nos produtos qualidade, conveni&ecirc;ncia, valor e benef&iacute;cios. &ldquo;Neste cen&aacute;rio, para manter estas prioridades, nem sempre o carrinho &eacute; cheio com as op&ccedil;&otilde;es mais baratas. Apesar de pre&ccedil;o ser sim importante, ele pode n&atilde;o ser o fator primordial de decis&atilde;o em diversas ocasi&otilde;es de compra&rdquo;, analisa Giovanna Fischer, Diretora de Marketing e Insights da <strong>Kantar</strong>. &nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Este comportamento justifica, por exemplo, o crescimento de produtos <em>premium</em>, como &aacute;gua mineral saborizada, azeite extra virgem, sorvete e amaciante concentrado. Destaque tamb&eacute;m para produtos de limpeza, como limpador brilho e desengordurante de cozinha, que desempenham papel importante em um dia a dia mais conveniente nos cuidados com a casa. Vale ressaltar ainda que os mais de 9 milh&otilde;es de lares seniores no Pa&iacute;s j&aacute; s&atilde;o respons&aacute;veis por 16% dos gastos com FMCG e t&ecirc;m claras as suas necessidades, como busca por saudabilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 05 Dec 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Brasileiro-retoma-aumento-de-idas-ao-ponto-de-venda</guid>
      </item>	
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         <title><![CDATA[Na contram?o global, Brasil retrai consumo fora do lar]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Na-contram?o-global,-Brasil-retrai-consumo-fora-do-lar</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O consumo fora de casa de comida e bebidas n&atilde;o-alc&oacute;olicas est&aacute; crescendo no mundo todo fortemente influenciado pela busca pela comodidade &agrave; mesa e pelo movimento batizado de <em>food tech</em>, que s&atilde;o as facilidades e mudan&ccedil;as que a tecnologia implementa nos servi&ccedil;os de pedidos e <em>delivery</em> e que t&ecirc;m alterado o comportamento de compra. Globalmente, o consumo Out of Home (OOH) representa 58,5% dos gastos com alimentos e bebidas alc&oacute;olicas e n&atilde;o alc&oacute;olicas e, segundo o estudo 'Winning food &amp; drink occasions Out-of-Home&rsquo;, da <strong>Kantar</strong>, l&iacute;der global em dados, insights e consultoria, o aumento deste &iacute;ndice &eacute; regra mundial. Mas, h&aacute; apenas uma exce&ccedil;&atilde;o: o Brasil.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Em nove dos 10 mercados analisados - China, Brasil, Fran&ccedil;a, Indon&eacute;sia, M&eacute;xico, Portugal, Espanha, Tail&acirc;ndia, Reino Unido e Vietn&atilde; - as pessoas est&atilde;o, em menor ou maior medida, deixando de cozinhar em casa para fazer refei&ccedil;&otilde;es compradas na rua ou pedidas pela tela do celular. Em Portugal, os pedidos fora de casa avan&ccedil;aram 6,7%, 5% na Indon&eacute;sia e 4,6% no Reino Unido, regi&atilde;o que registrou 40% de crescimento das plataformas de <em>delivery</em>. Por aqui, observa-se o contr&aacute;rio. Apesar do consumo OOH ainda representar 52% dos gastos com alimentos e bebidas, de 2017 para 2018, este &iacute;ndice caiu 3,4%. No entanto, o gasto em cada compra aumentou 2,8%.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O momento atual do Pa&iacute;s caracterizado por crise econ&ocirc;mica, instabilidade pol&iacute;tica, aumento de desemprego e do endividamento s&atilde;o algumas das raz&otilde;es por tr&aacute;s destes n&uacute;meros. Mas, nem por isso, o brasileiro est&aacute; atr&aacute;s nas tend&ecirc;ncias de comportamento e de uso da tecnologia. A busca por comodidade, praticidade e indulg&ecirc;ncia &agrave; mesa tamb&eacute;m tem sido regra para os consumidores nacionais. Se fica dif&iacute;cil equilibrar o or&ccedil;amento indo a restaurantes e pedindo entrega da hamburgueria do bairro toda semana, a solu&ccedil;&atilde;o &eacute; trazer este card&aacute;pio para dentro de casa. E para isso, &eacute; necess&aacute;rio tamb&eacute;m que a prepara&ccedil;&atilde;o no lar n&atilde;o tome muito tempo e seja uma receita f&aacute;cil e r&aacute;pida.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Um exemplo deste comportamento &eacute; o aumento do consumo de categorias indulgentes no lar, como as geralmente pedidas em <em>fast food</em>. O hamb&uacute;rguer ganhou <em>in home</em> 11% em volume de compra e 13% em valor no per&iacute;odo entre 2018 e 2019, especialmente na classe DE e com donas de casa mais jovens, de at&eacute; 34 anos. Para acompanhar, os brasileiros est&atilde;o desembolsando 24% mais em batata congelada, especialmente nos lares AB e com donas de casa entre 50 e 64 anos. A lingui&ccedil;a registrou resultado positivo de 3% em volume e 11% em valor, principalmente no Norte e Nordeste. Ao mesmo tempo em que estes mesmos itens perderam prioridade fora de casa. O hamb&uacute;rguer caiu 1% em volume, a batata congelada retraiu 12% e as refei&ccedil;&otilde;es despencaram 13% no mesmo per&iacute;odo.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, se tem um item que, mesmo na crise, o brasileiro n&atilde;o abriu m&atilde;o durante as refei&ccedil;&otilde;es na rua &eacute; o refrigerante. A categoria &eacute; a segunda mais promissora entre as bebidas OOH, e perde, claro, apenas para o caf&eacute;. Os refrigerantes avan&ccedil;aram globalmente 4,7% em consumo fora do lar entre 2017 e 2018, segundo a <strong>Kantar</strong>. Este crescimento vem principalmente de dois mercados: Brasil e M&eacute;xico. Por aqui, o h&aacute;bito de acompanhar a refei&ccedil;&atilde;o ou o lanche com um refrigerante segue forte e os gastos com este tipo de bebida nestas ocasi&otilde;es aumentaram&nbsp; 11%, especialmente nos restaurantes (72%), j&aacute; que em 84,8% das ocasi&otilde;es a bebida &eacute; compartilhada. &ldquo;Apesar de estarem consumindo menos fora de casa, os brasileiros fazem escolhas em busca de indulg&ecirc;ncia nestas ocasi&otilde;es&rdquo;, analisa Giovanna Fischer, Diretora de Marketing e Insights da <strong>Kantar</strong>.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 14 Nov 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Na-contram?o-global,-Brasil-retrai-consumo-fora-do-lar</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Brasileiros declaram ter diminu?do o consumo de carne]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Brasileiros-declaram-ter-diminu?do-o-consumo-de-carne</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Preocupados com a sa&uacute;de, os brasileiros t&ecirc;m mudado alguns h&aacute;bitos alimentares, principalmente diminuindo a quantidade de carne vermelha, gordura, a&ccedil;&uacute;car e s&oacute;dio na dieta. De acordo com o levantamento &ldquo;Who Cares, Who Does&rdquo;, feito pela <strong>Kantar</strong>, l&iacute;der global em dados, insights e consultoria, 48,5% dos consumidores brasileiros afirmam ter reduzido o consumo de gordura, 48% cortaram certa quantidade de s&oacute;dio na alimenta&ccedil;&atilde;o e 47% eliminaram o a&ccedil;&uacute;car do dia a dia. Ado&ccedil;antes, gl&uacute;ten, lactose e alimentos processados tamb&eacute;m passaram a ter a quantidade controlada &agrave; mesa.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;No mesmo per&iacute;odo, a carne vermelha tamb&eacute;m teve seu espa&ccedil;o reduzido no est&ocirc;mago do consumidor e n&atilde;o s&oacute; por conta do impacto socioambiental, mas tamb&eacute;m como forma de equilibrar o or&ccedil;amento dom&eacute;stico, de acordo com 25% dos que participaram da pesquisa. Ainda entre os brasileiros, 31,5% declaram ter reduzido a carne por indica&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica e 16% pelo bem-estar dos animais. Ao total, 22% diminu&iacute;ram o consumo desse tipo espec&iacute;fico de prote&iacute;na e apenas 8% aumentaram.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto algumas categorias de produtos s&atilde;o cortadas, outras ganham espa&ccedil;o, como &eacute; o caso de produtos org&acirc;nicos. Na hora de ir &agrave;s compras, 69% das pessoas priorizam levar para casa alimentos naturais e 45,5% optam por org&acirc;nicos. &ldquo;Apesar de os brasileiros buscarem mais saudabilidade, o custo um pouco mais elevado de produtos naturais e org&acirc;nicos ainda &eacute; a principal barreira para quem n&atilde;o os consome com tanta frequ&ecirc;ncia&rdquo;, analisa Giovanna Fischer, Diretora de Marketing e Insights da <strong>Kantar</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;Para escolher os produtos ideais, os brasileiros est&atilde;o mais atentos aos r&oacute;tulos. Entre os que checam as embalagens, 44% ficam de olho na taxa de a&ccedil;&uacute;car, 40% na quantidade de gordura, 38% na presen&ccedil;a de s&oacute;dio, 37% nas calorias e 33% nos conservantes.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 01 Nov 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Brasileiros-declaram-ter-diminu?do-o-consumo-de-carne</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Webinar: Winning food & drink occasions]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Webinar-Winning-food--drink-occasions</link>
         <description><![CDATA[<p><span>Out-of-home (OOH) est&aacute; em todos os lugares e crescer neste mercado &eacute; fundamental para as marcas que atuam nas categorias de salgadinhos e bebidas n&atilde;o alco&oacute;licas, as marcas que n&atilde;o conseguem ter sucesso em OOH, perdem. </span><br /><br /><span> Nossa pr&oacute;xima publica&ccedil;&atilde;o, </span><strong><em>Winning food &amp; drink occasions</em></strong><span>, analisa as din&acirc;micas do consumo OOH, que registra um aumento nos gastos globalmente. O relat&oacute;rio tamb&eacute;m mostra a crescente import&acirc;ncia da tecnologia em alimentos e como esta tecnologia est&aacute; acionando o gasto em servi&ccedil;os de delivery e retiradas (</span><em>take-aways</em><span>) &ndash; roubando ocasi&otilde;es de preparo de refei&ccedil;&otilde;es em casa. </span><br /><br /><span> Nossos especialistas </span>Maria Josep Mart&iacute;nez<span>, Global OOH Director, e Javier S&aacute;nchez, Global OOH Manager, compartilhar&atilde;o as principais descobertas em um webinar no dia 30 de outubro.&nbsp;</span></p>
<p><span>Inscreva-se no webinar:</span></p>
<ul>
<li><span><a href="https://event.on24.com/eventRegistration/EventLobbyServlet?target=reg20.jsp&amp;referrer=https%3A%2F%2Fwww.kantarworldpanel.com%2Fglobal%2FNews%2FWebinar-Winning-food-and-drink-occasions&amp;eventid=2115830&amp;sessionid=1&amp;key=B634488DDFC00F46DD7B8DC3CD7B61EA&amp;regTag=&amp;sourcepage=register" target="_blank">10am UK time</a></span></li>
<li><span><a href="https://event.on24.com/eventRegistration/EventLobbyServlet?target=reg20.jsp&amp;referrer=https%3A%2F%2Fwww.kantarworldpanel.com%2Fglobal%2FNews%2FWebinar-Winning-food-and-drink-occasions&amp;eventid=2116633&amp;sessionid=1&amp;key=64D00630F02987F3FBA57D74A6124451&amp;regTag=&amp;sourcepage=register" target="_blank">4pm UK time</a></span></li>
</ul>
<p><span><br /></span></p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 31 Oct 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Webinar-Winning-food--drink-occasions</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Homens est?o mais engajados com higiene e beleza]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Homens-est?o-mais-engajados-com-higiene-e-beleza</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O mercado de beleza especializado no p&uacute;blico masculino est&aacute; se transformando e amadurecendo nos &uacute;ltimos anos, especialmente no Brasil. Um novo estudo da Kantar analisou o comportamento de 22.000 homens em oito pa&iacute;ses, descobrindo que est&atilde;o cada vez mais preocupados com sua rotina de cuidados pessoais. Enquanto 67% dos homens brasileiros declaram tentar manter sua apar&ecirc;ncia, a m&eacute;dia global &eacute; significativamente menor com 57%.</p>
<p style="text-align: justify;">Em termos de preocupa&ccedil;&otilde;es com o envelhecimento entre os homens, h&aacute; diferen&ccedil;as vis&iacute;veis por pa&iacute;s. Os brasileiros se destacam mais uma vez com mais da metade (54%) alegando que far&atilde;o o puderem para parecer mais jovens, atr&aacute;s apenas da China com 58%.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora os homens brasileiros fiquem em segundo lugar no que diz respeito &agrave; import&acirc;ncia de ter uma apar&ecirc;ncia jovem, eles s&atilde;o os mais envolvidos em termos de uso semanal de produtos de cuidados pessoais, usando em m&eacute;dia 63 produtos por semana (sendo 47 a m&eacute;dia global). Isso ocorre devido ao uso de categorias como sabonete, desodorante, shampoo, fio dental e p&oacute;s-barba. Quando se trata de gastar dinheiro em produtos de beleza e cuidados pessoais, os homens alem&atilde;es superam os outros, com 68% mencionando que gostam de gastar muito com os produtos dessas categorias, em compara&ccedil;&atilde;o com a m&eacute;dia global de 21%. Curiosamente, apesar de serem conhecidos por suas culturas de cuidados pessoais, os homens franceses e americanos s&atilde;o os menos propensos a gastarem com esses produtos, com respectivamente apenas 11% e 10%.</p>
<p style="text-align: justify;">&ldquo;No cen&aacute;rio global, &eacute; uma imagem promissora para marcas e fabricantes de produtos de higiene e beleza. Os homens est&atilde;o se mostrando mais preocupados com a apar&ecirc;ncia e confort&aacute;veis consumindo esses produtos, al&eacute;m de estarem adquirindo um maior conhecimento sobre o que est&aacute; nas prateleiras. Como vimos, o brasileiro &eacute; mais receptivo do que a m&eacute;dia global, mas ainda h&aacute; car&ecirc;ncia de produtos espec&iacute;ficos para esse p&uacute;blico, impedindo o crescimento ainda maior da categoria&rdquo;, comenta o especialista em insights Kantar, Renan Morais.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto &agrave;s principais preocupa&ccedil;&otilde;es enfrentadas pelos homens brasileiros, destacam-se acne e pele oleosa. Ao total, 63% dos homens declararam que tiveram algum problema de pele no ano passado, 8% a mais que a m&eacute;dia mundial. O Brasil tamb&eacute;m se sobressai na procura por tratamentos profissionais, sendo o pa&iacute;s em que os homens mais optaram por cuidar da sua est&eacute;tica nos &uacute;ltimos 6 meses (29%), mais do que o dobro da m&eacute;dia geral de 14%.</p>
<p style="text-align: justify;">Al&eacute;m dos tratamentos profissionais, os homens brasileiros t&ecirc;m 87% mais chance de experimentar produtos de barba, 61% mais chance de acompanhar as &uacute;ltimas tend&ecirc;ncias da moda e 32% mais chance de preferir produtos naturais, em compara&ccedil;&atilde;o &agrave; m&eacute;dia global. Sendo os homens brasileiros surpreendentemente mais propensos a dizer que est&atilde;o envolvidos com a categoria, a qualidade dos produtos se torna uma caracter&iacute;stica muito importante. Quase metade (47%) alega verificar este detalhe para sua decis&atilde;o final, vs 38% globalmente. As recomenda&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m s&atilde;o importantes na sua decis&atilde;o de compra, influenciando mais de 20% dos produtos de cuidados pessoais comprados por homens brasileiros.</p>
<p style="text-align: justify;">&ldquo;Mesmo a ades&atilde;o da rotina de cuidados pessoais por parte dos homens ser uma tend&ecirc;ncia e um grande desafio em alguns pa&iacute;ses, o mercado brasileiro est&aacute; em alta. Com 35% o Brasil lidera o ranking de pessoas categorizadas como heavy users, ou seja, que possuem mais frequ&ecirc;ncia nas ocasi&otilde;es de cuidados pessoais ao longo da semana.&rdquo;, afirma Renan.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 24 Oct 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Homens-est?o-mais-engajados-com-higiene-e-beleza</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[P?ozinho e categoria industrializada cresce no Pa?s]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/P?ozinho-e-categoria-industrializada-cresce-no-Pa?s</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Mesmo com tend&ecirc;ncia de queda no consumo de categorias de consumo&nbsp; massivo, o p&atilde;o n&atilde;o perdeu espa&ccedil;o na mesa do brasileiro e est&aacute; entre os produtos que conquistam cada vez mais espa&ccedil;o nos lares. O alimento, que tem no dia 16 de outubro o Dia Mundial do P&atilde;o, tem 98,7% de penetra&ccedil;&atilde;o nos lares nacionais e est&aacute; presente em quase 1/4 de todas as refei&ccedil;&otilde;es, especialmente no caf&eacute; da manh&atilde;, aponta a l&iacute;der global em dados, insights e consultoria <strong>Kantar</strong>.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar do p&atilde;o artesanal ter mais de 80% de penetra&ccedil;&atilde;o, &eacute; o crescimento do p&atilde;o industrializado que se destaca na cesta. Este segmento representa 10,6% do consumo da cesta de derivados de trigo e, mesmo com aumento de pre&ccedil;o de 3,2%, registrou expans&atilde;o em 10,3% em volume e ganhou 2,6 pontos de penetra&ccedil;&atilde;o de 2017 para 2018.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">&ldquo;Os p&atilde;es industrializados crescem em duas frentes. A vers&atilde;o comum ganha espa&ccedil;o impulsionada por domic&iacute;lios maiores, de classe m&eacute;dia e com crian&ccedil;as pequenas. E em segundo lugar, os segmentos especiais e lights conquistam novos lares entre as classes mais altas e shoppers mais maduros&rdquo;, analisa Giovanna Fischer, Diretora de Marketing e Insights da <strong>Kantar</strong>.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A classe C consome 46,8% dos p&atilde;es vendidos no Pa&iacute;s e a maioria dele j&aacute; &eacute; industrializado. As classes DE s&atilde;o as que mais compram as vers&otilde;es artesanais, apesar de tamb&eacute;m registrarem queda no consumo. Quando analisadas as regi&otilde;es do Pa&iacute;s, Norte e Nordeste s&atilde;o l&iacute;deres na compra de p&atilde;es e consomem 51,1% dos p&atilde;es artesanais produzidos. Em todas as outras regi&otilde;es, as varia&ccedil;&otilde;es industrializados t&ecirc;m mais espa&ccedil;o com destaque para Grande S&atilde;o Paulo, interior de S&atilde;o Paulo e estados do Sul.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os tipos de p&atilde;es industrializados, os comuns est&atilde;o principalmente na mesa de fam&iacute;lias classe m&eacute;dia com mais de 5 pessoas e com presen&ccedil;a de crian&ccedil;as. J&aacute; os especiais e lights t&ecirc;m cada vez mais presen&ccedil;a no carrinho dos lares com mais de 50 anos, com 1 ou duas pessoas e classes AB. Na hora de encher o carrinho, o varejo tradicional, especialmente padarias e confeitarias, ainda s&atilde;o os mais buscados. Mas, atacarejo, autosservi&ccedil;o e supermercados convencionais tamb&eacute;m est&atilde;o na rota dos consumidores.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A categoria como um todo tamb&eacute;m acompanha as tend&ecirc;ncias de consumo que t&ecirc;m que se consolidado no mercado nacional: busca por praticidade, saudabilidade e conveni&ecirc;ncia. Durante a semana, saudabilidade e h&aacute;bito s&atilde;o os fatores que determinam quais p&atilde;es ser&atilde;o escolhidos. J&aacute; aos s&aacute;bados e domingos, prazer e sabor s&atilde;o as prioridades. E, independente do dia, a manteiga ainda &eacute; a companheira certa do p&atilde;ozinho. Em 69,7% das ocasi&otilde;es de consumo de p&atilde;o artesanal, a manteiga ou margarina est&aacute; presente e, em 51,7% das ocasi&otilde;es quando o p&atilde;o &eacute; industrializado.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 15 Oct 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/P?ozinho-e-categoria-industrializada-cresce-no-Pa?s</guid>
      </item>	
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         <title><![CDATA[Um senhor mercado]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Um-senhor-mercado</link>
         <description><![CDATA[<p><em>Brasil ganhou 1,2 milh&atilde;o de novos lares com mais de 65 anos entre 2017 e 2019</em></p>
<p style="text-align: justify;">Institu&iacute;da pela Organiza&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas (ONU), a data de 01 de outubro marca o Dia Internacional do Idoso, faixa et&aacute;ria que vem crescendo em quantidade e tamb&eacute;m oportunidade de mercado no Brasil. Entre julho de 2017 e 2019, o Pa&iacute;s ganhou 1,2 milh&atilde;o de novos lares com mais de 65 anos, segundo a multinacional de pain&eacute;is de consumo <strong>Kantar</strong>. Do total de 9,4 milh&otilde;es de lares maduros brasileiros, 64% t&ecirc;m entre 1 e 2 pessoas, 86% n&atilde;o t&ecirc;m crian&ccedil;as de at&eacute; 12 anos e 38% t&ecirc;m carro. Al&eacute;m de menores, estas fam&iacute;lias t&ecirc;m uma renda m&eacute;dia domiciliar mensal 9% maior do que o restante da popula&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Neste cen&aacute;rio, os novos s&ecirc;niors s&atilde;o um mercado com grande potencial de crescimento no futuro pr&oacute;ximo. Apesar de todas as faixas et&aacute;rias terem reduzido a frequ&ecirc;ncia de compra de bens de consumo massivo (FMCG) nos &uacute;ltimos anos, atualmente, os idosos s&atilde;o o &uacute;nico target que apresentou crescimento em unidades (+2,1%), volume comprado (+0,6%) e valor desembolsado (+5,3%) nos &uacute;ltimos 12 meses terminados em julho deste ano. Os lares maduros apresentam ainda &iacute;ndices positivos e gastam mais na compra de todas as categorias em compara&ccedil;&atilde;o com a m&eacute;dia geral da popula&ccedil;&atilde;o, especialmente em higiene e beleza (+6,3%), bebidas (+7,3%) e commodities (+4,6%).&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">&ldquo;Entre as pessoas maduras, 90% t&ecirc;m telefone celular, 45% acessam internet e 11% trabalham fora. Elas n&atilde;o se enxergam mais como idosas, por isso buscam produtos espec&iacute;ficos e qualidade de vida&rdquo;, analisa Giovanna Fischer, Diretora de Marketing e Insights da <strong>Kantar</strong>.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as categorias, destaque para o azeite, produto que mais conquistou lares acima dos 65 anos no intervalo de julho de 2017 e o mesmo m&ecirc;s deste ano. O produto ganhou 6,9 pontos de penetra&ccedil;&atilde;o e conquistou 651 novos domic&iacute;lios dessa faixa et&aacute;ria, seguido por escova dental, leite fermentado, cereal matinal e inseticida. Enquanto donas de casa mais jovens de at&eacute; 34 anos aumentaram o consumo dentro do lar de leite fermentado, petit suisse, leite em p&oacute;, &aacute;gua de coco e batata congelada, nesta ordem, maioria dos produtos relacionada ao consumo infantil.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Com uma frequ&ecirc;ncia de visita aos pontos de venda 7% maior, as donas de casa da terceira idade elegem as lojas de proximidade e conveni&ecirc;ncia como prioridade, destacando-se farm&aacute;cias e supermercados independentes. Al&eacute;m deles, o atacarejo tamb&eacute;m v&ecirc;m conquistando espa&ccedil;o entre este target. Entre julho de 2018 e o mesmo m&ecirc;s de 2019, o canal ganhou 669 mil novos lares maduros como compradores.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 02 Oct 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Um-senhor-mercado</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Lares com filhos adultos gastam mais com beleza]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Lares-com-filhos-adultos-gastam-mais-com-beleza</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os lares brasileiros com filhos adultos s&atilde;o os que mais gastam com produtos de beleza e higiene pessoal no Brasil, aponta levantamento da multinacional de pain&eacute;is de consumo <strong>Kantar</strong>. Este grupo &eacute; o que incluiu produtos destas categorias com mais frequ&ecirc;ncia no carrinho de compras e, a cada visita ao ponto de venda, gasta, em m&eacute;dia, R$30,64. Na sequ&ecirc;ncia, as mulheres que trabalham formalmente dentro ou fora de casa costumam gastar at&eacute; R$29,57. As fam&iacute;lias monoparentais t&ecirc;m um ticket m&eacute;dio de R$28,53, enquanto as donas de casa com mais de 50 anos costumam desembolsar R$27,86 por cada compra. As donas de casa de at&eacute; 29 anos t&ecirc;m menor poder aquisitivo, apesar de forte influ&ecirc;ncia nas escolhas e gastam, em m&eacute;dia, R$ 25,82 a cada oportunidade.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Os canais de compra que cada um destes grupos elege na hora de levar para casa fragr&acirc;ncias, shampoos, lo&ccedil;&atilde;o p&oacute;s-barba e protetores solar, por exemplo, tamb&eacute;m varia e tem sofrido modifica&ccedil;&atilde;o com os anos. Os supermercados est&atilde;o entre os preferidos dos lares monoparentais. Farm&aacute;cias, small box e porta a porta est&atilde;o no radar das mulheres com mais de 50 anos. Enquanto hipermercados e varejo tradicionais s&atilde;o escolhas frequentes dos demais grupos.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Estes comportamentos dos consumidores refletem as novas din&acirc;micas familiares da popula&ccedil;&atilde;o e chegam para a ind&uacute;stria como desafios e oportunidades. &ldquo;Estas mudan&ccedil;as trazem novos targets potenciais, como as donas de casa com mais de 50 anos, por exemplo. Se analisarmos este grupo, elas t&ecirc;m cada vez mais fam&iacute;lias menores e rendas maiores, ao mesmo tempo em que buscam mais qualidade de vida e, para isso, procuram produtos certos em canais de venda espec&iacute;ficos. Neste cen&aacute;rio, para as marcas, os obst&aacute;culos est&atilde;o em adequar as embalagens, oferecer op&ccedil;&otilde;es com benef&iacute;cios essenciais e se posicionar no canal adequado&rdquo;, analisa Giovanna Fischer, Diretora de Marketing e Insights da <strong>Kantar</strong>.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda de olho neste grupo, os brasileiros com mais de 50 anos representam mais de 30% da popula&ccedil;&atilde;o. Segundo o levantamento, 57% deles vivem em lares com uma ou duas pessoas e 42% n&atilde;o t&ecirc;m filhos. Por este conjunto, muitos gastam mais do que o restante da popula&ccedil;&atilde;o em higiene e beleza. Os cremes, por exemplo, t&ecirc;m penetra&ccedil;&atilde;o em 49,9% dos lares maduros e, nestes lares, as despesas com estes produtos podem ser at&eacute; 7% maior do que a m&eacute;dia geral.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Quando o assunto &eacute; maquiagem, o batom &eacute; o principal aliado das mulheres com mais de 55 anos. Ele est&aacute; presente na rotina de 98,1% delas. Isso porque l&aacute;bios secos ou rachados s&atilde;o, ao lado das olheiras, suas principais preocupa&ccedil;&otilde;es de beleza. Al&eacute;m do batom, elas buscam tamb&eacute;m sabonete l&iacute;quido, len&ccedil;os umedecidos e removedor de maquiagem como prioridade. De acordo com a <strong>Kantar</strong>, o principal objetivo ao usarem os produtos &eacute; definir o formato dos olhos e boca e criar uma apar&ecirc;ncia saud&aacute;vel. Esta faixa et&aacute;ria se mostra tamb&eacute;m como consumidoras fi&eacute;is, j&aacute; que as principais raz&otilde;es que as levam ao ponto de venda s&atilde;o para encontrar uma marca que sempre usam ou comprar uma marca de qualidade que gostam.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 30 Sep 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Lares-com-filhos-adultos-gastam-mais-com-beleza</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[O domic?lio latino-americano apertou o cinto]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/O-domiclio-latino-americano-apertou-o-cinto</link>
         <description><![CDATA[<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">O consumo contraiu (-1,7%) na maioria dos pa&iacute;ses latino-americanos, apesar de se observar uma desacelera&ccedil;&atilde;o na queda no segundo trimestre do ano. Em valor, os domic&iacute;lios latino-americanos gastaram 6% mais que no ano passado. Se excluirmos a Argentina, pa&iacute;s com infla&ccedil;&atilde;o alta, o gasto aumentou apenas 2,4%. Ou seja, o consumo tem crescido abaixo da infla&ccedil;&atilde;o e observamos uma eros&atilde;o no gasto devido &agrave; escolha de marcas (marcas pr&oacute;prias e tradicionais) e canais (lojas de descontos, feiras, atacarejos, granel).</span></span><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><br /></span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/5/BR.PNG" alt="BR.PNG" width="598" height="247" /></span></span></p>
<p><span style="font-size: x-small;">Fonte: Crescimento em Volume % | FMCG | MAT Q2 2019 vs. YA | Total Latam</span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">O que nos diferencia como regi&atilde;o?</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;">A cesta de Latic&iacute;nios foi a mais afetada na Am&eacute;rica Latina: no Equador (-5%), Brasil (-3%), M&eacute;xico (-2%) e CAM (-2%). O setor de Cuidados Com o Lar continua expandindo em diversos mercados (no Equador cresceu 8%).</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Metade do gasto dos argentinos ocorre em marcas tradicionais, e aumentou 8 pontos percentuais (p.p.) nos 3 &uacute;ltimos anos. Marcas premium, por sua vez, perderam 3 p.p. no Brasil e ganharam 3 p.p. no M&eacute;xico. Marcas pr&oacute;prias j&aacute; s&atilde;o um caso de sucesso em CAM (principalmente no Panam&aacute; e na Costa Rica) e na Col&ocirc;mbia. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Em um contexto de contra&ccedil;&atilde;o de consumo, h&aacute; mercados que conseguem expandir consistentemente, como o caso de cervejas, cuja penetra&ccedil;&atilde;o passou de 60,9% para 63,6% nos dois &uacute;ltimos anos. Isto representa 12 milh&otilde;es de domic&iacute;lios a mais que agora consomem a categoria.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">O que est&aacute; mudando?</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;">H&aacute; oportunidades em segmentos de nicho (como sem lactose ou gl&uacute;ten), a especializa&ccedil;&atilde;o prolifera, e o consumidor latino j&aacute; incorporou novos h&aacute;bitos de compra (como o e-commerce). &Eacute; hora de redefinir as fronteiras do mercado de opera&ccedil;&atilde;o &ndash; biscoitos competem com iogurte e refrigerantes com cerveja. Os consumidores escolhem de um leque de categorias, n&atilde;o mais de um leque de marcas, dependendo de suas necessidades a cada ocasi&atilde;o de consumo. </span></p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 27 Sep 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/O-domiclio-latino-americano-apertou-o-cinto</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Categorias pr?ticas e indulgentes crescem]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Categorias-pr?ticas-e-indulgentes-crescem</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O cen&aacute;rio econ&ocirc;mico se mostra mais favor&aacute;vel com queda dos &iacute;ndices de desemprego e resultados positivos do varejo. Por&eacute;m, o consumo ainda apresenta recuo. Os &uacute;ltimos tr&ecirc;s meses terminados em julho apresentaram recupera&ccedil;&atilde;o na frequ&ecirc;ncia de compra comparado ao trimestre anterior, per&iacute;odo que registrou a maior queda na s&eacute;rie hist&oacute;rica desde 2016. O levantamento Consumer Thermometer da <strong>Kantar</strong>, multinacional de pain&eacute;is de consumo, aponta 2% de aumento na frequ&ecirc;ncia de compra das categorias de consumo massivo (FMCG) dentro do lar entre maio e julho deste ano.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar da redu&ccedil;&atilde;o do volume de unidades continuar sendo realidade em todas as classes sociais do Pa&iacute;s, no longo prazo, os grupos DE apresentam uma pequena melhora em rela&ccedil;&atilde;o ao meses iniciais de 2019.</p>
<p style="text-align: justify;">Al&eacute;m disso, o &uacute;ltimo trimestre registrou tamb&eacute;m &iacute;ndices positivos em algumas regi&otilde;es. A &nbsp;Grande S&atilde;o Paulo (+1,1%), interior de S&atilde;o Paulo (+1,2%) e Leste e interior do Rio de Janeiro (+1,1%) contabilizaram crescimento em rela&ccedil;&atilde;o ao per&iacute;odo anterior. Em contrapartida, as regi&otilde;es Centro-Oeste e Grande Rio de Janeiro n&atilde;o mostraram sinais de retomada e viram os &iacute;ndices de volume de compra ca&iacute;rem ainda mais.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">"O consumo no Brasil ainda se encontra em recuo. Neste cen&aacute;rio de retra&ccedil;&atilde;o e incertezas, o shopper est&aacute; sempre tentando equilibrar o or&ccedil;amento e faz escolhas conscientes que lhe permitam incluir categorias de conveni&ecirc;ncia, praticidade e indulg&ecirc;ncia no carrinho de compras", analisa Giovanna Fischer, Diretora de Marketing e Insights da <strong>Kantar</strong>.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Nesta an&aacute;lise, a cesta de perec&iacute;veis &eacute; a &uacute;nica a apresentar performance positiva nos &uacute;ltimos 7 meses versus o mesmo per&iacute;odo do ano anterior. As categorias de sorvete e leite fermentado se destacam, estando entre as que mais ganharam novos lares nos &uacute;ltimos per&iacute;odos, entregando conveni&ecirc;ncia, praticidade e indulg&ecirc;ncia.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Considerando os canais que o consumidor brasileiro elege na hora das compras, o atacarejo n&atilde;o para de crescer e continua avan&ccedil;ando mais 3,8 ponto de penetra&ccedil;&atilde;o no ano m&oacute;vel. As vendas em autosservi&ccedil;o tamb&eacute;m acumularam alta de 2,0% nos &uacute;ltimos 7 meses.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 25 Sep 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Categorias-pr?ticas-e-indulgentes-crescem</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Sorvete ganha 2 milh?es de novos lares no Brasil]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Sorvete-ganha-2-milh?es-de-novos-lares-no-Brasil</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O sorvete &eacute; uma das sobremesas mais populares do mundo e, por isso, tem at&eacute; seu pr&oacute;prio dia. A data de 23 de setembro foi eleita como Dia do Sorvete e, no Brasil, h&aacute; motivo para comemorar j&aacute; que o doce tem crescido na prefer&ecirc;ncia dos consumidores. Entre agosto de 2018 e o mesmo m&ecirc;s deste ano, o sorvete conquistou 4,2 pontos de penetra&ccedil;&atilde;o, o que significa que a categoria ganhou espa&ccedil;o no freezer de 2 milh&otilde;es de novos lares no Pa&iacute;s, aponta levantamento da multinacional de pain&eacute;is de consumo <strong>Kantar</strong>. No mesmo per&iacute;odo, o consumo dentro dos lares registrou 12,9% de aumento em volume e 7% de crescimento em valor.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Com tantas op&ccedil;&otilde;es de sabores e formatos, a embalagem de 1,5L &eacute; a que mais se destaca e teve uma performance ainda mais positiva do que a m&eacute;dia: ganhou penetra&ccedil;&atilde;o em 3,8 milh&otilde;es de novas fam&iacute;lias no per&iacute;odo. Entre os sabores, o brasileiro &eacute; um consumidor tradicional e o napolitano &eacute; o preferido. A combina&ccedil;&atilde;o de chocolate, creme e morango &eacute; a escolha de 27,9% dos lares. Em seguida, o ranking fica completo com flocos, creme e chocolate, nesta ordem.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os shoppers nacionais, a sobremesa tem espa&ccedil;o em 53% das fam&iacute;lias com mais de 3 pessoas, &eacute; comprada por 40% dos consumidores com mais de 50 anos e est&aacute; presente no carrinho de 87% das classes ABC. A regi&atilde;o Grande Rio de Janeiro &eacute; que mais compra sorvete para consumo dentro do lar (63,6% de penetra&ccedil;&atilde;o), seguida pela Grande S&atilde;o Paulo (62,1%) e regi&atilde;o Sul (54,8%). Na hora de encher o carrinho, os supermercados de rede e atacarejos foram os canais de destaques e registraram crescimento positivo no per&iacute;odo.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Como era de se esperar, dezembro e janeiro, meses de f&eacute;rias e ver&atilde;o, s&atilde;o as &eacute;pocas de maior consumo. E, mesmo nestes per&iacute;odos, 2019 teve destaque favor&aacute;vel em rela&ccedil;&atilde;o aos anos anteriores.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o levantamento da <strong>Kantar</strong>, o sorvete foi eleito principalmente para consumo no jantar e ap&oacute;s o jantar entre os paulistanos, que consomem sorvete semanalmente e, em m&eacute;dia, 2 vezes por semana.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto ao valor, o ticket m&eacute;dio gasto pelos brasileiros com o doce para consumo dom&eacute;stico &eacute; de R$ 8,35/litro. Enquanto o pre&ccedil;o m&eacute;dio gasto com sorvete fora de casa &eacute; de R$ 21,17.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">&ldquo;Sorvete &eacute; uma categoria que se destaca por entregar praticidade e indulg&ecirc;ncia para o consumidor, duas tend&ecirc;ncias que vem se destacando nos nossos &uacute;ltimos estudos. Prazer, sabor e conveni&ecirc;ncia s&atilde;o os principais atributos que o consumidor enxerga na categoria&rdquo;. analisa Giovanna Fischer, Diretora de Marketing e Insights da <strong>Kantar</strong>.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Considerando a performance fora do lar, os brasileiros consumiram sorvete, em m&eacute;dia, cinco vezes nos &uacute;ltimos 12 meses. Destaque para o picol&eacute;, que foi eleito em tr&ecirc;s oportunidades no mesmo per&iacute;odo. A classe C &eacute; que a mais consome nestas ocasi&otilde;es, com mulheres representando 60%&nbsp; do consumo. S&atilde;o Paulo &eacute; a regi&atilde;o que mais compra o doce fora do lar, mas o Nordeste se destaca com o maior crescimento em 2019.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 19 Sep 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Sorvete-ganha-2-milh?es-de-novos-lares-no-Brasil</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Nova publica??o! Consumidor e o desperd?cio do pl?stico]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Nova-publica??o!-Consumidor-e-o-desperd?cio-do-pl?stico</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A sa&uacute;de de nosso planeta est&aacute; numa encruzilhada. Quer seja por influ&ecirc;ncia da m&iacute;dia ou das atitudes e cren&ccedil;as das gera&ccedil;&otilde;es mais jovens, o impacto do pl&aacute;stico no meio-ambiente chamou a aten&ccedil;&atilde;o dos consumidores em todo o mundo.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A ind&uacute;stria de produtos de consumo massivo (FMCG) est&aacute; enfrentando sua pr&oacute;pria batalha com o pl&aacute;stico e os protestos do p&uacute;blico levaram a uma rea&ccedil;&atilde;o de algumas das marcas mais proeminentes ao redor do mundo. Cadeias de supermercado aboliram sacolas pl&aacute;sticas descart&aacute;veis, enquanto muitos fabricantes tomaram medidas para reduzir ou eliminar embalagens pl&aacute;sticas no ponto de vendas ou em sua cadeia de fornecimento.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Nossa pesquisa constatou que quase metade (48%) dos consumidores em todo o mundo esperam que os fabricantes deem o exemplo, dizendo que eles t&ecirc;m a maior responsabilidade de agir em rela&ccedil;&atilde;o a estas quest&otilde;es. E fazer mudan&ccedil;as em considera&ccedil;&atilde;o a isto &eacute; claramente uma quest&atilde;o de &lsquo;quando&rsquo;, n&atilde;o de &lsquo;se&rsquo;, para todas as empresas.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, at&eacute; que ponto os compradores realmente se importam? Suas cr&iacute;ticas e desejos se refletem em seu pr&oacute;prio comportamento de compras? Quais regi&otilde;es, pa&iacute;ses e grupos demogr&aacute;ficos est&atilde;o mais engajados com sua redu&ccedil;&atilde;o de consumo de pl&aacute;stico? Onde est&aacute; a oportunidade para varejistas e fabricantes?&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A Kantar, em colabora&ccedil;&atilde;o com a Europanel e a GfK, entrevistou mais de 65.000 pessoas em 24 pa&iacute;ses &mdash; investigando como se sentem em rela&ccedil;&atilde;o ao uso de pl&aacute;sticos por empresas de FMCG. O que torna este estudo singular &eacute; nossa habilidade de comparar suas respostas ao comportamento de compras real dos integrantes de nossos pain&eacute;is, para realmente entender como mudam suas cestas de compras e seu relacionamento com as marcas que est&atilde;o escolhendo.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Isto posto, varejistas e fabricantes n&atilde;o podem esperar que os consumidores migrem para sua marca puramente por suas credenciais &lsquo;verdes&rsquo; &mdash; e ser &lsquo;verde&rsquo; ou sustent&aacute;vel significa coisas diferentes em mercados diferentes. Ao entendermos a &lsquo;<em>lacuna verde</em>&rsquo; entre os consumidores que dizem que se importam e os que realmente fazem algo a respeito, podemos revelar as oportunidades potenciais trazidas pela preocupa&ccedil;&atilde;o ambiental &mdash; e ajudar as marcas a desempenharem um papel importante para moldar nosso futuro planeta.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Clicando nos links desta p&aacute;gina voc&ecirc; pode baixar o relat&oacute;rio, assistir ao webinar ou entrar em contato com nosso especialista para saber como estes dados podem ser cruzados &agrave;s suas bases de dados normais e descobrir como os compradores de sua marca responderam.</p>
<div class="WordSection1">
<div class="WordSection1">
<p><a href="https://www.kantarworldpanel.com/global/Events/Webinar-Who-Cares%2c-Who-Does-Consumers-and-plastic-waste">https://www.kantarworldpanel.com/global/Events/Webinar-Who-Cares,-Who-Does-Consumers-and-plastic-waste</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>]]></description>
         <pubDate>Tue, 10 Sep 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Nova-publica??o!-Consumidor-e-o-desperd?cio-do-pl?stico</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Kantar apresenta mudan?as e novo consumidor MULTI]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Kantar-apresenta-mudan?as-e-novo-consumidor-MULTI</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Durante o evento Kantar Talks, a <strong>Kantar, </strong>l&iacute;der global em dados, insights e consultoria, apresentou mudan&ccedil;as e tend&ecirc;ncias que impactam o mercado no Brasil e no mundo, fornecendo diretrizes para que as empresas possam crescer, adaptando suas estrat&eacute;gias e campanhas de comunica&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Em um cen&aacute;rio global onde a transforma&ccedil;&atilde;o constante &eacute; a &uacute;nica certeza, o relat&oacute;rio Energias Globais, da Kantar &ndash; realizado em 26 pa&iacute;ses, por meio de 34.000 entrevistas - evidenciou as 8 principais tend&ecirc;ncias que se tornam cada vez mais importantes para o consumidor. A primeira delas &eacute; a preocupa&ccedil;&atilde;o com a responsabilidade &ndash; tanto social, quanto ambiental -, seguida pela busca incessante por experi&ecirc;ncias positivas, bem-estar f&iacute;sico e espiritual, conex&otilde;es humanas mais relevantes, fluxos flex&iacute;veis e simplicidade. Para completar, o consumidor atual tamb&eacute;m deseja preservar sua identidade, que &eacute; &uacute;nica e foge de estere&oacute;tipos, e ter prote&ccedil;&atilde;o, seja f&iacute;sica, digital, ambiental ou financeira.</p>
<p style="text-align: justify;">&ldquo;Parece complexo e &eacute;, mas para crescer e se manter no topo as empresas devem ter conhecimento sobre esses conceitos, afim de atender as necessidades do consumidor, que se refletem na intera&ccedil;&atilde;o com as marcas e principalmente nas decis&otilde;es de compra&rdquo;. Comenta Sonia Bueno, Presidente Brasil da Kantar.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas novas tend&ecirc;ncias criam um consumidor &ldquo;multi&rdquo;, ou seja, que se abre para novas perspectivas, tem mais op&ccedil;&otilde;es de marcas, busca canais espec&iacute;ficos para a sua compra <em>.</em> Ele procura o que lhe proporciona experi&ecirc;ncias mais valiosas, faz trocas, explora novas marcas e categorias e abandona antigas, frequenta menos vezes o ponto de venda e busca canais espec&iacute;ficos para as suas compras.. E tudo isso faz surgir novos nichos de mercado. &ldquo;Antes buscava-se alimentos menos cal&oacute;ricos, j&aacute; hoje tamb&eacute;m h&aacute; uma busca por segmentos como &ldquo;sem gl&uacute;ten&rdquo; e &ldquo;sem lactose&rdquo;, o que significa uma oportunidade e um desafio para as empresas&rdquo;, afirma &nbsp;Elen Wedemann, Managing Director da Kantar, divis&atilde;o Worldpanel.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo ela, atualmente existe mais dificuldade para as megamarcas crescerem, seja por penetra&ccedil;&atilde;o ou frequ&ecirc;ncia. &ldquo;Para essas marcas conseguirem crescer ainda mais &eacute; necess&aacute;rio que elas usem diferentes canais e atentem-se que a decis&atilde;o de compra &eacute; uma combina&ccedil;&atilde;o de ocasi&atilde;o, benef&iacute;cio, necessidade e experi&ecirc;ncia&rdquo;, completa Elen.&nbsp;&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como as marcas podem crescer e se manter no topo</strong>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A disrup&ccedil;&atilde;o tornou-se a palavra do momento e algo vital para as empresas crescerem e se manterem no topo, mas de nada adianta se essa diferencia&ccedil;&atilde;o n&atilde;o trouxer um valor real para o consumidor. O ranking BrandZ da Kantar, que mensura o valor das marcas h&aacute; 14 anos, detectou que na compara&ccedil;&atilde;o entre os rankings de 2006 e 2019, oito diferentes empresas aparecem entre as 10 maiores maiores &ndash; quase todas de tecnologia.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">&ldquo;As mudan&ccedil;as nos h&aacute;bitos de consumo, produtos, m&iacute;dia e tecnologia ditam quem atinge e quem se mant&eacute;m no topo. Est&aacute; muito dif&iacute;cil crescer e mais dif&iacute;cil ainda &eacute; manter o crescimento &rdquo;, garante Valkiria Garr&eacute;, CEO &nbsp;da <strong>Kantar, divis&atilde;o Insights</strong>. Segundo ela, entre 2006 e 2019, entre as 100 maiores marcas do mundo, 52 mudaram, ou seja, mais da metade.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O segredo para o sucesso est&aacute; na combina&ccedil;&atilde;o de tr&ecirc;s itens b&aacute;sicos: relev&acirc;ncia, diferencia&ccedil;&atilde;o e conhecimento. &Eacute; fundamental que as empresas encontrem as necessidades dos seus consumidores para que possam ir al&eacute;m de onde j&aacute; est&atilde;o estabelecidas, foquem em nichos de mercado, personalizem seus produtos e servi&ccedil;os, cheguem mais facilmente ao consumidor e adotem novos modelos de neg&oacute;cios. Atualmente, as marcas s&oacute; crescem se conseguirem se diferenciar, mas o principal &eacute; continuar nesse movimento.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Para nortear as marcas, a Kantar definiu, em parceria com o IRG - Institute of Real Growth - 7 pilares: ter uma vis&atilde;o mais ampla do mercado, ter m&uacute;ltiplos modelos de neg&oacute;cios, evoluir as experi&ecirc;ncias do consumidor, reescrever suas culturas, agilizar a organiza&ccedil;&atilde;o, usar o lado direito do c&eacute;rebro (combinando a an&aacute;lise de dados com a criatividade) e ter um crescimento humanizado.&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 30 Aug 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Kantar-apresenta-mudan?as-e-novo-consumidor-MULTI</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Produtos multiuso crescem a curto prazo no Brasil]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Produtos-multiuso-crescem-a-curto-prazo-no-Brasil</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Entre o consumo de produtos massivos (FMCG), a cesta de produtos de limpeza est&aacute; entre as que apresenta resultados positivos no curto prazo no Brasil. Apesar de ter tido retra&ccedil;&atilde;o de 1,1% de unidades no ano de 2018 para 2019, ela ganhou 2,4% em unidades do primeiro para o segundo trimestre deste ano. Al&eacute;m de ter crescido tamb&eacute;m 1,8% de volume ponderado neste per&iacute;odo, segundo levantamento da multinacional de pain&eacute;is de consumo <strong>Kantar</strong> apresentado na&nbsp;14&ordf; edi&ccedil;&atilde;o do Anu&aacute;rio ABIPLA (Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Ind&uacute;strias de Produtos de Higiene, Limpeza e Saneantes de Uso Dom&eacute;stico e de Uso Profissional).&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Neste cen&aacute;rio, os amaciantes de roupa, produtos multiuso e limpeza perfumada s&atilde;o os que t&ecirc;m melhor performance da categoria. Eles tiveram aumento de 2,5, 2,2 e 2,1 pontos de penetra&ccedil;&atilde;o, respectivamente, no primeiro semestre de 2019 em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo do ano anterior.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A nova din&acirc;mica familiar &eacute; uma das raz&otilde;es por tr&aacute;s do desempenho destes produtos espec&iacute;ficos. O contexto atual &eacute; de mais mulheres trabalhando fora, mais m&atilde;es acima dos 35 anos, aumento da expectativa de vida e queda do n&uacute;mero de integrantes das fam&iacute;lias, aliado &agrave; ressignifica&ccedil;&atilde;o do papel do homem, a divis&atilde;o de tarefas e a busca por tornar atividades di&aacute;rias mais simples. Entre 2009 e 2017, houve 5% de redu&ccedil;&atilde;o na presen&ccedil;a das empregadas dom&eacute;sticas em lares do Pa&iacute;s, e donas de casa mais atarefadas e com menos ajuda buscam alternativas eficazes e simples para o cuidado com a casa. &ldquo;Neste cen&aacute;rio, categorias ligadas a praticidade e aroma ganham penetra&ccedil;&atilde;o em todas as regi&otilde;es&rdquo;, analisa Rita Navarro, Diretora de New Business da <strong>Kantar</strong>.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os produtos de melhor desempenho, os de limpeza perfumada ganharam mais de 1,3 milh&otilde;es de novos lares compradores nos seis primeiros meses de 2019, impulsionado principalmente por promo&ccedil;&otilde;es. Como os canais de compra variam de acordo com o tamanho da embalagem, os atacarejos s&atilde;o os mais populares para fam&iacute;lias que buscam op&ccedil;&otilde;es de mais de 1000ml.</p>
<p style="text-align: justify;">J&aacute; os produtos multiuso, l&iacute;deres em praticidade, tiveram 4,8% de aumento em valor e conquistaram novos compradores principalmente na Grande S&atilde;o Paulo. No per&iacute;odo, a busca pelo tamanho grande ganhou 38,8% de import&acirc;ncia, apesar das embalagens m&eacute;dias representarem 90% em share de volume.</p>
<p style="text-align: justify;">Por sua vez, os amaciantes t&ecirc;m penetra&ccedil;&atilde;o em 81,5% dos lares brasileiros e ganharam 10,4% em valor do primeiro semestre de 2018 para o mesmo per&iacute;odo de 2019. Devido ao custo-benef&iacute;cio, apresentam destaque as op&ccedil;&otilde;es concentradas &ndash; que representam 31% da categoria &ndash; e das embalagens tipo garrafa e com mais de 2 litros.</p>
<p style="text-align: justify;">Al&eacute;m da busca por praticidade, os brasileiros tamb&eacute;m fazem escolhas para driblar o aumento de pre&ccedil;os e o endividamento. &ldquo;Para 48% e 40% dos consumidores, respectivamente, ter boa qualidade e pre&ccedil;o baixo &eacute; fundamental na hora de colocar um produto no carrinho. Por isso, observamos que marcas l&iacute;deres desta categoria seguem no topo do ranking Brand Footprint da <strong>Kantar</strong>&rdquo;, avalia Rita Navarro. A lista, que tem Yp&ecirc;, Omo e Brilhante nas primeiras posi&ccedil;&otilde;es, destaca ainda a Tyxan, marca que mais ganhou lares compradores em 2018. Foram 2,3 milh&otilde;es de novos shoppers levando seus produtos para casa.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, as marcas buscam oportunidades no mercado e crescem aquelas que conquistam novos shoppers. No Brasil, marcas locais ganham for&ccedil;a e, em 67% do mercado da cesta de limpeza, os produtos nacionais s&atilde;o mais relevantes.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 27 Aug 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Produtos-multiuso-crescem-a-curto-prazo-no-Brasil</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Regionalismo influencia a decis?o de compra no Nordeste]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Regionalismo-influencia-a-decis?o-de-compra-no-Nordeste</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O levantamento da Kantar sobre o Nordeste analisa as principais caracter&iacute;sticas e diferen&ccedil;as comportamentais da regi&atilde;o. De acordo com a pesquisa, o Nordeste representa 25% dos domic&iacute;lios brasileiros, por&eacute;m contribui com apenas 15% do PIB do pa&iacute;s. Segundo o IBGE, enquanto o PIB nacional cresceu 1,1%, em 2018 versus 2017, o Nordeste teve aumento de 0,6%, n&uacute;mero abaixo do restante do pa&iacute;s.</p>
<p style="text-align: justify;">A regi&atilde;o Norte + Nordeste se diferencia do restante do pa&iacute;s pela alta concentra&ccedil;&atilde;o de domic&iacute;lios da classe DE, 47% versus 24% no Brasil, esse retrato muda toda a din&acirc;mica de consumo na regi&atilde;o. Com rela&ccedil;&atilde;o ao perfil dos consumidores, os domic&iacute;lios se destacam com presen&ccedil;a de crian&ccedil;as de at&eacute; 12 anos e fam&iacute;lias numerosas, de 5 ou mais pessoas, com donas de casa mais jovens.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar da regi&atilde;o ter a menor renda m&eacute;dia domiciliar mensal do pa&iacute;s, R$ 2.489 versus R$ 3.173 do total Brasil, ela &eacute; uma das &uacute;nicas que consegue equilibrar o or&ccedil;amento dom&eacute;stico, ficando atr&aacute;s apenas do estado de S&atilde;o Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em rela&ccedil;&atilde;o ao consumo, alimentos e bebidas t&ecirc;m um peso importante dentro dos lares no Nordeste e comprometem 26% de todo o or&ccedil;amento dom&eacute;stico. As cestas que mais se destacam s&atilde;o Mercearia Doce e Higiene e Beleza que, al&eacute;m de elevada import&acirc;ncia, apresentam o maior gasto m&eacute;dio por domic&iacute;lio. Categorias como caf&eacute; sol&uacute;vel, cereal tradicional, deo col&ocirc;nia, leite em p&oacute;, caldos e cremes e lo&ccedil;&otilde;es s&atilde;o destaques na regi&atilde;o.</p>
<p style="text-align: justify;">O Nordestino tamb&eacute;m se diferencia do restante do pa&iacute;s ao apresentar menos idas ao ponto de venda e menos mixidade entre os canais. Enquanto no Brasil s&atilde;o usados, em m&eacute;dia, 7 canais de compra, mais da metade da popula&ccedil;&atilde;o do Nordeste acessa, em m&eacute;dia, apenas 4 canais. O varejo tradicional &eacute; bastante relevante na regi&atilde;o, por&eacute;m quem mais cresceu no &uacute;ltimo ano, em compara&ccedil;&atilde;o ao restante do pa&iacute;s, foram autosservi&ccedil;os e os atacarejos. O levantamento aponta tamb&eacute;m que 44% das unidades compradas se concentram nos dez primeiros dias de cada m&ecirc;s. Durante a semana, destacam-se o s&aacute;bado (21%) e, diferente do restante do pa&iacute;s, a segunda-feira exerce uma import&acirc;ncia relevante (17%).</p>
<p style="text-align: justify;">&ldquo;O regionalismo &eacute; uma tend&ecirc;ncia forte no Nordeste e podemos ver como essa identidade &eacute; distinta do restante do pa&iacute;s pelas escolhas dos consumidores da regi&atilde;o, marcas locais s&atilde;o l&iacute;deres em 16% das 110 categorias auditadas no Nordeste e chegam a ganhar importantes posi&ccedil;&otilde;es no ranking por regi&otilde;es da Kantar, o Brand Footprint&rdquo;, comenta Giovanna Fischer, Diretora de Marketing e Insights da Kantar.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Ranking Brand Footprint 2019 Norte e Nordeste</p>
<table style="width: 289px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="71">
<p>1</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="219">
<p>Marat&aacute;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="71">
<p>2</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="219">
<p>Vitarella</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="71">
<p>3</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="219">
<p>Yp&ecirc;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="71">
<p>4</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="219">
<p>Colgate</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="71">
<p>5</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="219">
<p>Soya</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="71">
<p>6</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="219">
<p>Fortaleza</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="71">
<p>7</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="219">
<p>Santa Clara</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="71">
<p>8</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="219">
<p>Deline</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="71">
<p>9</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="219">
<p>Italac</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="71">
<p>10</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="219">
<p>Nissin</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;">Ranking Brand Footprint 2019 Brasil</p>
<table style="width: 305px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="87">
<p>1</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="219">
<p>Coca-Cola</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="87">
<p>2</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="219">
<p>Yp&ecirc;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="87">
<p>3</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="219">
<p>Colgate</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="87">
<p>4</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="219">
<p>Italac</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="87">
<p>5</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="219">
<p>Tang</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="87">
<p>6</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="219">
<p>Nissin</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="87">
<p>7</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="219">
<p>Nescau</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="87">
<p>8</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="219">
<p>Soya</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="87">
<p>9</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="219">
<p>Piracanjuba</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="87">
<p>10</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="219">
<p>Vitarella</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>]]></description>
         <pubDate>Thu, 15 Aug 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Regionalismo-influencia-a-decis?o-de-compra-no-Nordeste</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Pagamentos com cart?o crescem 8%]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Pagamento-no-cart?o-de-cr?dito-?-mais-utilizado</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ao lado da Argentina, o Brasil &eacute; o pa&iacute;s da Am&eacute;rica Latina que mais faz uso de cart&atilde;o de cr&eacute;dito na hora de comprar produtos de consumo massivo (FMCG). De acordo com levantamento da <strong>Kantar</strong>, multinacional de pain&eacute;is de consumo, 45% das fam&iacute;lias latino-americanas utilizam cart&atilde;o de cr&eacute;dito na regi&atilde;o para compras de FMCG, j&aacute; no Brasil este n&uacute;mero sobe para 65%.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">As fam&iacute;lias brasileiras usaram o cart&atilde;o de cr&eacute;dito para esta finalidade 15 vezes durante o ano de 2018, o que significa uma compra paga com o dispositivo a cada 24 dias. J&aacute; na Am&eacute;rica Latina, o uso de cart&atilde;o de cr&eacute;dito foi a cada 25 dias. Praticamente 100% das fam&iacute;lias da regi&atilde;o utilizam o dinheiro como forma de pagamento, que foi eleito para quitar uma compra de FMCG, em m&eacute;dia, a cada 6 dias no Brasil, o que d&aacute; um total de 61 vezes ao ano. Na Am&eacute;rica Latina, este n&uacute;mero sobe para 132 vezes no ano, em m&eacute;dia a cada 2 dias.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo, que analisou os pa&iacute;ses da Am&eacute;rica Latina com exce&ccedil;&atilde;o de Chile e Bol&iacute;via, concluiu ainda que 20% de todo o montante gasto com as categorias de r&aacute;pido consumo na regi&atilde;o &eacute; quitado em cart&otilde;es de d&eacute;bito, cr&eacute;dito ou conveniados de lojas. Al&eacute;m disso, a escolha pelo cart&atilde;o de cr&eacute;dito nestas situa&ccedil;&otilde;es cresceu 2% no ano passado. Mesmo per&iacute;odo em que as notas perderam 2,1% em valor, apesar desta modalidade ainda representar 74,7% do total arrecadado.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, 30% das compras de FMCG em 2018 foram quitadas atrav&eacute;s de cart&atilde;o, um crescimento de 8% em compara&ccedil;&atilde;o a 2017. Pagamentos atrav&eacute;s de dinheiro representaram 61% do total arrecadado e, assim como na Am&eacute;rica Latina, perdeu 2% em valor.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O ticket m&eacute;dio gasto no cart&atilde;o de cr&eacute;dito em compras de FMCG no Pa&iacute;s &eacute; de R$ 73. Enquanto o gasto m&eacute;dio por compra em dinheiro &eacute; de R$ 41. O uso dos m&eacute;todos tamb&eacute;m se diferencia nas miss&otilde;es de compra. No Brasil, o cart&atilde;o de cr&eacute;dito &eacute; o m&eacute;todo mais utilizado para compras de abastecimento, em 60% dos casos as fam&iacute;lias optaram pelo dispositivo para quitar as despesas. J&aacute; o dinheiro &eacute; a modalidade escolhida para pagar 25% das compras de proximidade, quando s&atilde;o levados para casa menos produtos de uma vez.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Fam&iacute;lias mais jovens, de classes mais altas, sem filhos e formadas por uma ou duas pessoas s&atilde;o as mais adeptas ao uso do cart&atilde;o de cr&eacute;dito na Am&eacute;rica Latina, enquanto lares latino-americanos monoparentais e com filhos optam pelo dinheiro com maior frequ&ecirc;ncia.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">"Somente no Brasil, as despesas com bens de consumo massivo representam 28% dos gastos das fam&iacute;lias e &eacute; importante observar a maneira como elas pagam por elas. Apesar de usarem o cart&atilde;o menos vezes, os valores gastos a cada ida ao ponto de venda s&atilde;o maiores quando pagam com o dispositivo. Enquanto o dinheiro &eacute; eleito majoritariamente em compras menores e mais frequentes&rdquo;, analisa Giovanna Fischer, Diretora de Marketing e Insights da <strong>Kantar</strong>.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Considerando os canais de compra, s&oacute; no Atacarejo, as compras com cart&otilde;es cresceram 25% e 30% das fam&iacute;lias utilizaram o m&eacute;todo como pagamento de suas compras em FMCG, um incremento de 22 mil novos lares em 2018.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 07 Aug 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Pagamento-no-cart?o-de-cr?dito-?-mais-utilizado</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Frequ?ncia de compras cai ainda mais em 2019]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Frequ?ncia-de-compras-cai-ainda-mais-em-2019</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A instabilidade pol&iacute;tica e econ&ocirc;mica que ainda se apresenta nos primeiros meses de 2019 continua impactando a performance das categorias de consumo massivo (FMCG) dentro do lar e ainda n&atilde;o apresentam sinais de recupera&ccedil;&atilde;o. No &uacute;ltimo trimestre terminado em maio de 2019, houve uma redu&ccedil;&atilde;o de 9% na frequ&ecirc;ncia de compra - valores indexados nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s meses terminados em agosto de 2016 - aponta o levantamento Consumer Thermometer da <strong>Kantar</strong>, multinacional de pain&eacute;is de consumo. O n&uacute;mero representa a maior queda comparando a s&eacute;rie hist&oacute;rica.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">"Apesar de cen&aacute;rio de retra&ccedil;&atilde;o, algumas tend&ecirc;ncias se consolidam no mercado nacional. S&atilde;o elas: a prefer&ecirc;ncia pelas categorias pr&aacute;ticas e de indulg&ecirc;ncia que continuam conquistando novos lares no Brasil e o crescimento do atacarejo como canal de compra", analisa Giovanna Fischer, Diretora de Marketing e Insights da <strong>Kantar</strong>.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A cesta de mercearia doce, por exemplo, ganhou 2% em volume de unidades no ano acumulado. Neste per&iacute;odo, sorvete, leite fermentado e azeite registraram aumento na presen&ccedil;as nos carrinhos dos brasileiros. Analisando apenas os primeiros cinco meses de 2019, ganharam espa&ccedil;o tamb&eacute;m suco pronto e maionese.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Em rela&ccedil;&atilde;o aos canais de compra, o atacarejo continua avan&ccedil;ando em participa&ccedil;&atilde;o de mercado e ganhou mais 2,5 pontos de penetra&ccedil;&atilde;o entre mar&ccedil;o e maio deste ano. Os supermercados de conveni&ecirc;ncia tamb&eacute;m se destacaram com melhora de 2,1 pontos de penetra&ccedil;&atilde;o no mesmo per&iacute;odo.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">No ano acumulado (&uacute;ltimos 12 meses terminados em maio), o recuo no volume de unidades foi sentido por todas as classes sociais e em todas as regi&otilde;es do Pa&iacute;s. As classes AB registraram queda de 3,9% e apenas as classes DE tiveram leve crescimento com 0,7% de alta. J&aacute;. A regi&atilde;o Sul &eacute; a que mais sofreu redu&ccedil;&atilde;o com perda de 4,4% em volume de unidades compradas.&nbsp; &nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 30 Jul 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Frequ?ncia-de-compras-cai-ainda-mais-em-2019</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Bolos prontos lights e integrais ganham espa?o]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Bolos-prontos-lights-e-integrais-ganham-espa?o</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Diante do desequil&iacute;brio econ&ocirc;mico atual, os brasileiros de todas as classes sociais reduziram a demanda das categorias de bens de consumo r&aacute;pido (FMGC). Neste cen&aacute;rio, no entanto, alguns produtos apresentam mudan&ccedil;as na maneira de serem consumidos, especialmente por causa de dois comportamentos: primeiro, a busca por op&ccedil;&otilde;es mais saud&aacute;veis na mesa e, depois, o carrinho de compras tem cada vez mais espa&ccedil;o para categorias de indulg&ecirc;ncia e praticidade. De acordo com levantamento da <strong>Kantar</strong>, multinacional de pain&eacute;is de consumo, analisando particularmente os bolos prontos industrializados nota-se uma retra&ccedil;&atilde;o da categoria com queda de 2,5% de frequ&ecirc;ncia e redu&ccedil;&atilde;o de 1,9% no volume em compras em 2018 em compara&ccedil;&atilde;o ao ano anterior. Em contrapartida, a categoria conquistou novos &nbsp;compradores.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar do segmento ser dominado por bolos prontos normais (98,4% de share), os integrais, lights zero a&ccedil;&uacute;car e zero lactose, que correspondem a apenas 1,6% do mercado, est&atilde;o ganhando espa&ccedil;o e despontando como tend&ecirc;ncia na categoria. Os bolos normais perderam 3,9% de volume e 15,4% de frequ&ecirc;ncia entre 2017 e 2018. Mesmo per&iacute;odo em que as op&ccedil;&otilde;es integrais e lights cresceram 53,3% em volume e 38,5% em frequ&ecirc;ncia.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A mesma tend&ecirc;ncia &eacute; observada no tamanho das por&ccedil;&otilde;es. Os bolos prontos individuais representam menos de 1% do mercado, mas sua frequ&ecirc;ncia de compra cresceu 40%, mesmo tendo um pre&ccedil;o m&eacute;dio 3x maior que os produtos tradicionais. Estas embalagens s&atilde;o mais consumidas em lares jovens, que t&ecirc;m de 3 a 5 pessoas e com crian&ccedil;as pequenas, relevantes principalmente nas regi&otilde;es Norte, Nordeste e Leste + Interior do Rio de Janeiro.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">J&aacute; as embalagens familiares, que det&ecirc;m maior parte do share de mercado, est&atilde;o mais presentes nas prateleiras de fam&iacute;lias entre 1 e 4 pessoas e com shoppers mais maduros. Este formato se destaca principalmente no interior paulista.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A classe C concentra o consumo de bolos prontos industrializados no Brasil com 49% do volume consumido. &ldquo;A categoria tamb&eacute;m se preserva com 31% de participa&ccedil;&atilde;o em volume entre as classes AB, especialmente por conta dos lares com crian&ccedil;as&rdquo;, analisa Giovanna Fischer, Diretora de Marketing e Insights da <strong>Kantar</strong>.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O varejo tradicional concentra 27% da import&acirc;ncia em volume, e neste canal, a frequ&ecirc;ncia de compra cresceu 24% somente no &uacute;ltimo ano. Por&eacute;m, houve queda no volume por viagem de 15%. O atacarejo por sua vez, subiu de 13% para 16% sua import&acirc;ncia em volume, mas perdeu 7% e 4% em frequ&ecirc;ncia e volume de compra por viagem, respectivamente.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 26 Jul 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Bolos-prontos-lights-e-integrais-ganham-espa?o</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Brasileiros reduzem refei??es e cafezinho fora de casa]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Brasileiros-reduzem-refei??es-e-cafezinho-fora-de-casa</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os brasileiros continuam tendo que equilibrar escolhas e driblar os desafios no or&ccedil;amento em 2019. No cen&aacute;rio atual de incertezas pol&iacute;ticas, aumento do desemprego e crescimento do endividamento, o consumo de todas as classes sociais sofre redu&ccedil;&atilde;o. Segundo levantamento da <strong>Kantar</strong>, multinacional de pain&eacute;is de consumo, 78% das categorias de consumo r&aacute;pido perderam alcance nos lares e 70% apresentaram redu&ccedil;&atilde;o na frequ&ecirc;ncia de compra nos &uacute;ltimos 12 meses terminados em mar&ccedil;o. Neste contexto, o aumento dos pre&ccedil;os &eacute; o que mais impactou o consumo dentro e fora do lar e levou muitos brasileiros a deixarem de fazer as refei&ccedil;&otilde;es na rua.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Neste per&iacute;odo, as refei&ccedil;&otilde;es fora do lar do tipo &lsquo;buffet a vontade&rsquo; encareceram 7% no Pa&iacute;s. Em 2018, 61% dos brasileiros faziam refei&ccedil;&otilde;es fora de casa. Em 2019, o percentual caiu para 58%, o que significa menos 976.840 indiv&iacute;duos comendo em estabelecimentos comerciais.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Em S&atilde;o Paulo, os &lsquo;pratos do card&aacute;pio&rsquo; foram o que mais sofreram reajuste com 8% de aumento de pre&ccedil;o. Em segundo lugar, o tipo &lsquo;buffet a vontade&rsquo; encareceu 7% e, em terceiro, o &lsquo;prato feito&rsquo; subiu 3% no valor m&eacute;dio. Considerando toda a categoria de pratos e refei&ccedil;&otilde;es fora do lar, 68% dos paulistas faziam refei&ccedil;&otilde;es fora de casa em 2018. Em 2019, este &iacute;ndice &eacute; de 62% da popula&ccedil;&atilde;o. O estado registrou retra&ccedil;&atilde;o de 6 pontos percentuais de penetra&ccedil;&atilde;o, o que significa 720.250 pessoas deixando de comer fora.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Considerando as bebidas quentes, o chocolate quente est&aacute; at&eacute; 14% mais caro fora de casa no Pa&iacute;s e, em S&atilde;o Paulo, aumento do pre&ccedil;o pode chegar a 7%. J&aacute; o cafezinho, n&atilde;o registrou aumento significativo no valor. &ldquo;Apesar de razo&aacute;vel estabilidade no valor, o consumo de uma das bebidas favoritas do brasileiro tamb&eacute;m perde consumidores fora do lar&rdquo;, analisa Giovanna Fischer, Diretora de Marketing e Insights da <strong>Kantar</strong>.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">De 2018 para 2019, o consumo de cafezinho na rua caiu 2 pontos percentuais de penetra&ccedil;&atilde;o, ou seja, 775.842 indiv&iacute;duos abriram m&atilde;o de pedir um expresso no Brasil. Em S&atilde;o Paulo, a queda foi de 4 pontos, o que significa 610.177 clientes deixando de consumir a bebida fora de casa. Dentro do lar, o cafezinho continua forte e est&aacute;vel em 98% dos lares nacionais. J&aacute; em S&atilde;o Paulo, o n&uacute;mero caiu para 96%, uma redu&ccedil;&atilde;o de 2 pontos percentuais e menos 143 mil fam&iacute;lias comprando caf&eacute; para consumo domiciliar.<em>&nbsp;</em></p>
<p style="text-align: justify;">Se por um lado, os dados mostram retra&ccedil;&atilde;o de consumo de refei&ccedil;&otilde;es fora do lar. Por outro, o estudo concluiu tamb&eacute;m que os paulistas t&ecirc;m se voltado para o consumo dentro do lar e, por isso, o estado registra crescimento de categorias ligadas a saudabilidade, praticidade, indulg&ecirc;ncia e conveni&ecirc;ncia. O sorvete e a sobremesa pronta, por exemplo, ganharam 8,4 e 5,7 pontos de penetra&ccedil;&atilde;o, respectivamente. Isto equivale a 603.397 e 409.448 fam&iacute;lias que inclu&iacute;ram os itens em seus carrinhos. A &aacute;gua de coco tamb&eacute;m tem tido mais espa&ccedil;o nas prateleiras das fam&iacute;lias paulistanas e, com 6,5 a mais de pontos de penetra&ccedil;&atilde;o, ganhou 466.914 novos consumidores nos &uacute;ltimos 12 meses. O mesmo aconteceu com o leite fermentado, que tem 423.814 novos compradores com aumento de 5,9 pontos de penetra&ccedil;&atilde;o.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 17 Jul 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Brasileiros-reduzem-refei??es-e-cafezinho-fora-de-casa</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Produtos naturais impulsionam cuidado com pele e cabelo]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Produtos-naturais-impulsionam-cuidado-com-pele-e-cabelo</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A procura por produtos naturais aqueceu o mercado de beleza no Brasil nos &uacute;ltimos anos. De forma geral, os itens de beauty &amp; care cresceram 9% em 2018. J&aacute; os itens com ativos naturais, como abacate, argan, coco, oliva, macad&acirc;mia etc., representavam 6% do mercado em 2017. J&aacute; em 2018, equivalem a 20% em valor, aponta levantamento feito pela <strong>Kantar</strong>, multinacional de pain&eacute;is de consumo. A preocupa&ccedil;&atilde;o com pele e cabelo representa grande parte das decis&otilde;es de compra desta cesta no Brasil. Entre os valores totais gastos neste segmento, 30,1% v&atilde;o para shampoo, 25,3% com cuidados com a pele do corpo e 13,3% para skin care do rosto.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar das mulheres terem rotinas cada vez mais din&acirc;micas e estarem buscando mais praticidade &ndash; reduziram em 2,6% a frequ&ecirc;ncia do uso de produtos durante a semana -, os cuidados com a beleza ainda tomam 18% mais tempo delas do que dos homens. Em geral, este tempo extra &eacute; gasto estilizando o cabelo e com tratamentos para a pele do rosto.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo aponta que na hora do skin care, o comportamento varia muito entre p&uacute;blicos masculinos e femininos, mas independente do sexo e idade concentra as aten&ccedil;&otilde;es no rosto. Os homens t&ecirc;m duas grandes preocupa&ccedil;&otilde;es com cuidados est&eacute;ticos ao longo da vida: acne e cravos. Para trat&aacute;-los, incluem um ou dois produtos em suas rotinas, principalmente entre 11 e 24 anos. Entre as mulheres, 33% delas t&ecirc;m em m&eacute;dia seis preocupa&ccedil;&otilde;es na vida adulta. S&atilde;o elas: cravos, espinhas, acne, olheiras, rugas e manchas. Para isso, elas elegem, em m&eacute;dia, 4 ou 5 categorias de beleza por per&iacute;odo. No entanto, o n&uacute;mero de produtos na necessaire caiu 5% nos &uacute;ltimos dois anos na contram&atilde;o do aumento pela busca de op&ccedil;&otilde;es que ofere&ccedil;am um mix de benef&iacute;cios com &ecirc;nfase em efeito anti-idade, hidrata&ccedil;&atilde;o e nutri&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">&ldquo;Mulheres se preocupam com olheiras e rugas boa parte da vida adulta, enquanto os cuidados est&eacute;ticos dos homens s&atilde;o concentrados entre os jovens que buscam solu&ccedil;&otilde;es para cravos e espinhas&rdquo;, analisa Giovanna Fischer, Diretora de Marketing e Insights da <strong>Kantar</strong>.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Entre o p&uacute;blico feminino, 33,5% busca ajuda dermatol&oacute;gica para tratamentos no rosto, enquanto 21,1% dos homens procuram solu&ccedil;&otilde;es nos consult&oacute;rios m&eacute;dicos.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo apontou tamb&eacute;m que 9,5% das mulheres gostariam de ter pele muito mais clara do que t&ecirc;m, 19,3% um pouco mais clara e 6,4% um pouco mais escura. Entre os homens, 6,8% gostariam de ter pele muito mais clara, 14,4% um pouco mais clara e 6,1% mais escura.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Quando se trata de cabelo, apenas 4,9% das mulheres se dizem felizes com as pr&oacute;prias madeixas, enquanto 11,4% dos homens n&atilde;o mudariam nada nos fios. O contraste entre os dois p&uacute;blicos tamb&eacute;m aparece nas queixas. As mulheres encontram, em m&eacute;dia, 15 problemas capilares em si mesmas, n&uacute;mero que cai para 8 entre os homens. Entre o p&uacute;blico masculino, 21,7% n&atilde;o tem nenhuma reclama&ccedil;&atilde;o a fazer sobre o pr&oacute;prio cabelo e, entre as mulheres, este &iacute;ndice &eacute; de 7,3%. &nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, 31% das mulheres dizem ter cabelo liso, 28% levemente liso, 16% ondulado, 10% encaracolado e 4% crespo. Os fios longos predominam e 42% das mulheres t&ecirc;m cabelos abaixo do ombro e 23,3% na altura dos ombros. Entre os homens, 38% dizem ter cabelo liso, 28% levemente liso, 17% ondulado, 6% encaracolado e 2% crespo. Na hora de escolher o corte, 43,2% usam bem curto acima das orelhas, 20,6% curto que cobre as orelhas e 19,3% raspado.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A busca por um look mais natural tem crescido entre as brasileiras e, progressivamente, elas t&ecirc;m usado menos chapinha e secador de cabelo. O comportamento tamb&eacute;m tem feito a escolha por colora&ccedil;&atilde;o, o procedimento qu&iacute;mico mais popular entre as mulheres, mudar de tom: o loiro tem perdido espa&ccedil;o e o castanho ganhado pontos na prefer&ecirc;ncia. Al&eacute;m disso, as donas de cabelos encaracolados s&atilde;o as menos adeptas &agrave; qu&iacute;mica.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Ao todo, nos &uacute;ltimos seis meses, 62,2% do p&uacute;blico feminino passou por algum tratamento qu&iacute;mico nos cabelos, enquanto 13,7% dos consumidores masculinos aderiram a algum procedimento deste tipo. A maior parte delas (23%) aplica produtos em casa e 20% vai ao sal&atilde;o de beleza.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O frizz &eacute; o que mais preocupa as mulheres: 45,3% o elegem como principal problema, principalmente entre as mais jovens. O ranking &eacute; completo com cuidados com pontas duplas e perda de cabelo. De acordo com o aumento da idade, fios grisalhos e pouco volume tamb&eacute;m entram na lista. Entre os homens, a caspa &eacute; a principal preocupa&ccedil;&atilde;o de 35,5% deles, al&eacute;m da perda de fios e cabelo grisalho.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 10 Jul 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Produtos-naturais-impulsionam-cuidado-com-pele-e-cabelo</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Novo report - Winning Omnichannel to grow in retail ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Novo-report---Winning-Omnichannel-to-grow-in-retail-</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center"><strong>Vendas online globais de FMCG cresceram 20% em 2018</strong><strong><em>&nbsp;</em></strong></p>
<p style="text-align: left;" align="center"><strong><em>EUA e China Continental s&atilde;o os mercados onde as vendas online de FMCG crescem mais rapidamente, globalmente</em></strong></p>
<p style="text-align: left;" align="center"><strong><em>Em breve o Brasil provavelmente ser&aacute; um mercado maior para este nicho do que muitos pa&iacute;ses da Europa Ocidental</em></strong><strong><em><br /> Varejistas puramente online est&atilde;o atraindo novos compradores, enquanto varejistas tradicionais enfrentam dificuldades</em></strong>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">As vendas online de produtos de consumo massivo (FMCG) cresceram 20,3% globalmente em 2018 e agora representam 5,1% das vendas de mantimentos ao redor do mundo, segundo novos dados da Kantar. O crescimento foi impulsionado pelos EUA e pela China Continental, que juntos representam 84% do crescimento do e-commerce global gra&ccedil;as ao sucesso da Amazon, Alibaba, JD.com e Walmart.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Crescimento em valor de FMCG, 2018</em></strong></p>
<table style="width: 489px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="151">
<p><strong>Pa&iacute;s</strong></p>
</td>
<td width="338">
<p align="center"><strong>Crescimento em valor das vendas online de FMCG</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="151">
<p><strong><em>Global</em></strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="338">
<p align="center"><strong><em>+20,3%</em></strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="151">
<p><strong>EUA*</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="338">
<p align="center">+35,9%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="151">
<p><strong>China Continental</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="338">
<p align="center">+32,3%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="151">
<p><strong>Taiwan</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="338">
<p align="center">+31,9%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="151">
<p><strong>It&aacute;lia</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="338">
<p align="center">+26,3%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="151">
<p><strong>Coreia do Sul</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="338">
<p align="center">+14,0%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="151">
<p><strong>Alemanha</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="338">
<p align="center">+11,5%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="151">
<p><strong>Espanha</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="338">
<p align="center">+9,1%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="151">
<p><strong>Fran&ccedil;a</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="338">
<p align="center">5,7%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="151">
<p><strong>Reino Unido</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="338">
<p align="center">3,5%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="151">
<p><strong>Jap&atilde;o </strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="338">
<p align="center">0,8%</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><em>Fonte: Kantar, GfK, Intage, ano fechado 2018</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><em>*Estimativa da Kantar e do Departamento de Com&eacute;rcio dos EUA</em></span>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Uma alta penetra&ccedil;&atilde;o das compras online nas economias asi&aacute;ticas &eacute; efetuada por smartphones, o que significa que estes pa&iacute;ses continuam na vanguarda em termos de compras online de produtos massivos. Mais de 19% de todas as vendas de FMCG na Coreia do Sul agora se originam online, a mais alta propor&ccedil;&atilde;o do mundo. A China Continental vem em seguida, com 14% &ndash; apesar de que, com base nas taxas de crescimento atuais e no fato de nove em cada dez compras online j&aacute; serem feitas atrav&eacute;s de um dispositivo m&oacute;vel, espera-se que o pa&iacute;s ultrapasse a posi&ccedil;&atilde;o da Coreia do Sul at&eacute; 2025. Em Taiwan, a participa&ccedil;&atilde;o das vendas online no total de FMCG est&aacute; em 8,2% e no Jap&atilde;o chegou a 7,7%.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Na Europa Ocidental<a title="" href="file:///C:/Users/cardosom/AppData/Local/Microsoft/Windows/INetCache/Content.Outlook/0TSTST0K/06%2006%2019%20Global%20online%20FMCG%20sales%20grew%20by%2020%25%20in%202018%20Camargue%20v5_pt-BR%20vers%C3%A3o%20AD_final.docx#_ftn1">[1]</a>, 4,1% das vendas de mantimentos vieram do e-commerce, principalmente lideradas pelo Reino Unido, com 7,2%, e pela Fran&ccedil;a, com 5,6%. Entretanto, os n&uacute;meros de compradores est&atilde;o se estabilizando nos dois pa&iacute;ses e isto significa que o crescimento foi mais lento que no ano anterior. Em contraste, as vendas do e-commerce expandiram quase 35% na Holanda, onde startups como Picnic contribu&iacute;ram para que um total de 4,5% das vendas de FMCG agora venham do meio online.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Na Europa Oriental<a title="" href="file:///C:/Users/cardosom/AppData/Local/Microsoft/Windows/INetCache/Content.Outlook/0TSTST0K/06%2006%2019%20Global%20online%20FMCG%20sales%20grew%20by%2020%25%20in%202018%20Camargue%20v5_pt-BR%20vers%C3%A3o%20AD_final.docx#_ftn2">[2]</a>, a venda online de FMCG est&aacute; menos desenvolvida, representando apenas 1,9% das vendas em 2018. Apenas a Rep&uacute;blica Tcheca e a R&uacute;ssia registraram mais de 1,5% de vendas online na regi&atilde;o, com 3,3% e 2,2%, respectivamente.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Da mesma forma, as compras online de FMCG na Am&eacute;rica Latina continuam incipientes. Apesar de a Argentina liderar, apenas 0,6% das vendas se originam do e-commerce e esta propor&ccedil;&atilde;o n&atilde;o aumentou desde o ano anterior. <strong>O Brasil tamb&eacute;m se manteve est&aacute;vel, com os mesmos 0,1% das vendas.</strong> Preocupa&ccedil;&otilde;es com seguran&ccedil;a e meios de pagamento limitados ainda s&atilde;o barreiras para que os consumidores locais fa&ccedil;am compras pela Internet.</p>
<table style="width: 496px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td colspan="5" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="496">
<p><strong><em>Vendas</em></strong> <strong><em>online, como % das vendas totais de FMCG</em></strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="278">
<p><strong>Participa&ccedil;&atilde;o de valor do e-commerce (%)</strong></p>
</td>
<td width="47">
<p align="center"><strong>2017</strong></p>
</td>
<td width="50">
<p align="center"><strong>2018</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="80">&nbsp;</td>
<td width="41">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="278">
<p><strong><em>Global</em></strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="47">
<p align="right"><strong><em>4,3%</em></strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p align="right"><strong><em>5,1%</em></strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="80">&nbsp;</td>
<td width="41">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="278">
<p><strong>Coreia do Sul</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="47">
<p align="right">17,0%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p align="right">19,1%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="80">&nbsp;</td>
<td width="41">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="278">
<p><strong>China Continental</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="47">
<p align="right">11,1%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p align="right">14,0%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="80">&nbsp;</td>
<td width="41">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="278">
<p><strong>Taiwan</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="47">
<p align="right">6,4%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p align="right">8,2%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="80">&nbsp;</td>
<td width="41">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="278">
<p><strong>Jap&atilde;o</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="47">
<p align="right">7,6%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p align="right">7,7%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="80">&nbsp;</td>
<td width="41">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="278">
<p><strong>Reino Unido</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="47">
<p align="right">7,2%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p align="right">7,2%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="80">&nbsp;</td>
<td width="41">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="278">
<p><strong>Fran&ccedil;a</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="47">
<p align="right">5,4%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p align="right">5,6%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="80">&nbsp;</td>
<td width="41">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="278">
<p><strong>Holanda</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="47">
<p align="right">3,5%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p align="right">4,5%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="80">&nbsp;</td>
<td width="41">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="278">
<p><strong>EUA*</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="47">
<p align="right">3,3%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p align="right">4,4%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="80">&nbsp;</td>
<td width="41">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="278">
<p><strong>Rep&uacute;blica Tcheca</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="47">
<p align="right">3,0%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p align="right">3,3%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="80">&nbsp;</td>
<td width="41">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="278">
<p><strong>Dinamarca</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="47">
<p align="right">2,2%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p align="right">2,6%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="80">&nbsp;</td>
<td width="41">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="278">
<p><strong>Espanha</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="47">
<p align="right">2,2%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p align="right">2,4%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="80">&nbsp;</td>
<td width="41">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="278">
<p><strong>&Aacute;ustria</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="47">
<p align="right">2,5%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p align="right">2,3%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="80">&nbsp;</td>
<td width="41">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="278">
<p><strong>R&uacute;ssia</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="47">
<p align="right">2,4%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p align="right">2,2%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="80">&nbsp;</td>
<td width="41">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="278">
<p><strong>Mal&aacute;sia</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="47">
<p align="right">1,5%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p align="right">1,8%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="80">&nbsp;</td>
<td width="41">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="278">
<p><strong>It&aacute;lia</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="47">
<p align="right">1,4%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p align="right">1,7%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="80">&nbsp;</td>
<td width="41">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="278">
<p><strong>Portugal</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="47">
<p align="right">1,6%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p align="right">1,6%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="80">&nbsp;</td>
<td width="41">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="278">
<p><strong>Alemanha</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="47">
<p align="right">1,4%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p align="right">1,5%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="80">&nbsp;</td>
<td width="41">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="278">
<p><strong>Hungria</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="47">
<p align="right">1,1%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p align="right">1,5%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="80">&nbsp;</td>
<td width="41">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="278">
<p><strong>Eslov&aacute;quia</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="47">
<p align="right">1,2%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p align="right">1,2%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="80">&nbsp;</td>
<td width="41">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="278">
<p><strong>Pol&ocirc;nia</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="47">
<p align="right">1,1%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p align="right">1,1%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="80">&nbsp;</td>
<td width="41">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="278">
<p><strong>Argentina</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="47">
<p align="right">0,6%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p align="right">0,6%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="80">&nbsp;</td>
<td width="41">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="278">
<p><strong>Cro&aacute;cia</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="47">
<p align="right">0,5%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p align="right">0,6%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="80">&nbsp;</td>
<td width="41">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="278">
<p><strong>Bulg&aacute;ria</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="47">
<p align="right">0,2%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p align="right">0,3%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="80">&nbsp;</td>
<td width="41">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="278">
<p><strong>Indon&eacute;sia</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="47">
<p align="right">0,1%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p align="right">0,2%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="80">&nbsp;</td>
<td width="41">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="278">
<p><strong>Chile</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="47">
<p align="right">0,1%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p align="right">0,2%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="80">&nbsp;</td>
<td width="41">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="278">
<p><strong>Col&ocirc;mbia</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="47">
<p align="right">0,1%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p align="right">0,2%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="80">&nbsp;</td>
<td width="41">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="278">
<p><strong>&Iacute;ndia</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="47">
<p align="right">0,1%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p align="right">0,1%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="80">&nbsp;</td>
<td width="41">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="278">
<p><strong>Filipinas</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="47">
<p align="right">0,0%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p align="right">0,1%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="80">&nbsp;</td>
<td width="41">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="278">
<p><strong>Brasil</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="47">
<p align="right">0,1%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="50">
<p align="right">0,1%</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="80">&nbsp;</td>
<td width="41">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="5" nowrap="nowrap" width="496">
<p><span style="font-size: x-small;"><em>Fonte: Kantar, GfK, Intage, ano fechado 2018</em></span></p>
<p><span style="font-size: x-small;"><em><em>*Estimativa da Kantar e do Departamento de Com&eacute;rcio dos EUA</em></em></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><strong>&nbsp;</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Varejistas puramente online alavancam o crescimento</strong><strong>&nbsp;</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Globalmente, s&atilde;o os varejistas puramente online como a Amazon, Alibaba e JD.com que est&atilde;o saindo vitoriosos no mercado de e-commerce &agrave; medida que continuam a atrair novos compradores. Os varejistas puramente online agora representam 72% das vendas online, registrando um surpreendente crescimento consolidado de 29% em 2018. Diante desta concorr&ecirc;ncia, varejistas que operam tanto lojas f&iacute;sicas quanto canais de e-commerce cresceram apenas 3%, em compara&ccedil;&atilde;o &ndash; apesar de que a redu&ccedil;&atilde;o de prazos de entrega e a oferta de op&ccedil;&otilde;es de frete gr&aacute;tis ou mais baratas dever&aacute; ajudar os varejistas multicanal a diminu&iacute;rem esta diferen&ccedil;a.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Os gigantes puramente online est&atilde;o dominando dos dois lados do globo &ndash; a Amazon agora representa 53% de todas as vendas online de FMCG nos EUA. Apesar de a Amazon ainda n&atilde;o ter conseguido atingir taxas igualmente altas na Europa, obteve participa&ccedil;&otilde;es de mercado nas vendas online de FMCG de 8,8% e 5,0% na Alemanha e na Fran&ccedil;a, e subiu para 3,2% na Espanha e 1,0% no Reino Unido.<strong><em>&nbsp;</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Varejistas puramente online vs. varejistas tradicionais, participa&ccedil;&atilde;o de valor % das vendas online de FMCG</em></strong></p>
<table style="width: 484px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="175">
<p><strong>Participa&ccedil;&atilde;o de valor (%)</strong></p>
</td>
<td width="129">
<p align="center"><strong>Puramente online</strong></p>
</td>
<td width="180">
<p align="center"><strong>Varejistas tradicionais</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="175">
<p><strong>Global</strong></p>
</td>
<td width="129">
<p align="center">71,8%</p>
</td>
<td width="180">
<p align="center">28,2%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="175">
<p><strong>China Continental</strong></p>
</td>
<td width="129">
<p align="center">99,1%</p>
</td>
<td width="180">
<p align="center">0,9%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="175">
<p><strong>Taiwan</strong></p>
</td>
<td width="129">
<p align="center">92,7%</p>
</td>
<td width="180">
<p align="center">7,3%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="175">
<p><strong>EUA*</strong></p>
</td>
<td width="129">
<p align="center">60,0%</p>
</td>
<td width="180">
<p align="center">40,0%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="175">
<p><strong>Dinamarca</strong></p>
</td>
<td width="129">
<p align="center">52,8%</p>
</td>
<td width="180">
<p align="center">47,2%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="175">
<p><strong>Alemanha</strong></p>
</td>
<td width="129">
<p align="center">48,4%</p>
</td>
<td width="180">
<p align="center">51,6%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="175">
<p><strong>R&uacute;ssia</strong></p>
</td>
<td width="129">
<p align="center">43,0%</p>
</td>
<td width="180">
<p align="center">57,0%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="175">
<p><strong>Espanha</strong></p>
</td>
<td width="129">
<p align="center">24,4%</p>
</td>
<td width="180">
<p align="center">75,6%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="175">
<p><strong>Reino Unido</strong></p>
</td>
<td width="129">
<p align="center">16,2%</p>
</td>
<td width="180">
<p align="center">83,8%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="175">
<p><strong>&Aacute;ustria</strong></p>
</td>
<td width="129">
<p align="center">11,7%</p>
</td>
<td width="180">
<p align="center">88,3%</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><em>Fonte: Kantar / GfK, ano fechado 2018</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><em>*Estimativa da Kantar e do Departamento de Com&eacute;rcio dos EUA</em>&nbsp;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Eric Batty, diretor global de desenvolvimento de neg&oacute;cios de e-commerce da Divis&atilde;o </strong><strong>Worldpanel da Kantar, comenta:</strong> &ldquo;Enquanto as vendas online de varejistas multicanal na Europa tenderem a concentrar-se em produtos tradicionais de alimentos e bebidas, as vendas da Amazon tendem mais fortemente a produtos de higiene. Na Fran&ccedil;a, por exemplo, apesar de a Amazon ser a l&iacute;der online em produtos de higiene, em alimentos e bebidas ocupa apenas a s&eacute;tima posi&ccedil;&atilde;o. L&aacute;, varejistas tradicionais que operam lojas f&iacute;sicas tiveram sucesso com a modalidade <em>click-and-collect</em> &ndash; na qual consumidores fazem as compras online e passam nas lojas para retirar seus pedidos &ndash; com empresas como E.Leclerc sendo 20 vezes maiores que a Amazon na venda online de alimentos gra&ccedil;as a seus pontos de retirada <em>DRIVE</em>.&rdquo;<strong>&nbsp;</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Online dever&aacute; ser o maior canal na &Aacute;sia at&eacute; 2025</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Kantar projeta que at&eacute; 2025, online representar&aacute; quase um ter&ccedil;o do total das vendas de FMCG na China e um quarto na Coreia do Sul. No Reino Unido e na Fran&ccedil;a, espera-se que estes n&uacute;meros cheguem a 9% e 8%, respectivamente, no mesmo per&iacute;odo.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Para Manuela Bastian, diretora de Expert Solutions da Kantar, </strong>o cen&aacute;rio no Brasil tende a melhorar, ainda que lentamente<strong> </strong>&ldquo;Apesar de o pa&iacute;s ainda estar atrasado no uso de e.commerce, as compras online de FMCG devem aumentar at&eacute; 2025, chegando a 3% do<em> share</em> e fazendo com que ultrapassemos pa&iacute;ses da Europa Ocidental. O principal motivo ser&aacute; a busca por conveni&ecirc;ncia na hora das compras, principalmente em grandes cidades.&rdquo;&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Proje&ccedil;&atilde;o da participa&ccedil;&atilde;o de online nas vendas de FMCG at&eacute; 2025, %</em></strong></p>
<table style="width: 505px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="278">
<p><strong>Participa&ccedil;&atilde;o de valor do e-commerce (%)</strong></p>
</td>
<td width="132">
<p align="center"><strong>Proje&ccedil;&atilde;o para 2025</strong></p>
</td>
<td width="95">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="278">
<p><strong><em>Global</em></strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="132">
<p align="center"><em>10%</em></p>
</td>
<td width="95">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="278">
<p><strong>China Continental</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="132">
<p align="center">31%</p>
</td>
<td width="95">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="278">
<p><strong>Coreia do Sul</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="132">
<p align="center">24%</p>
</td>
<td width="95">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="278">
<p><strong>Taiwan</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="132">
<p align="center">20%</p>
</td>
<td width="95">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="278">
<p><strong>EUA*</strong><strong></strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="132">
<p align="center">12%</p>
</td>
<td width="95">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="278">
<p><strong>Reino Unido</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="132">
<p align="center">9%</p>
</td>
<td width="95">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="278">
<p><strong>Fran&ccedil;a</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="132">
<p align="center">8%</p>
</td>
<td width="95">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="278">
<p><strong>Argentina</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="132">
<p align="center">3%</p>
</td>
<td width="95">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="278">
<p><strong>Brasil</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="132">
<p align="center">3%</p>
</td>
<td width="95">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="278">
<p><strong>M&eacute;xico</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="132">
<p align="center">3%</p>
</td>
<td width="95">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="3" nowrap="nowrap" width="505">
<p><span style="font-size: x-small;"><em>Fonte: Kantar<br /> </em><em>*Estimativa da Kantar e do Departamento de Com&eacute;rcio dos EUA</em><em></em></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div><br clear="all" /><hr align="left" size="1" width="33%" />
<div>
<p><span style="font-size: x-small;"><a title="" href="file:///C:/Users/cardosom/AppData/Local/Microsoft/Windows/INetCache/Content.Outlook/0TSTST0K/06%2006%2019%20Global%20online%20FMCG%20sales%20grew%20by%2020%25%20in%202018%20Camargue%20v5_pt-BR%20vers%C3%A3o%20AD_final.docx#_ftnref1">[1]</a> Europa Ocidental inclui &Aacute;ustria, Dinamarca, Fran&ccedil;a, Alemanha, It&aacute;lia, Holanda, Portugal, Espanha e Reino Unido.</span></p>
</div>
<div>
<p><span style="font-size: x-small;"><a title="" href="file:///C:/Users/cardosom/AppData/Local/Microsoft/Windows/INetCache/Content.Outlook/0TSTST0K/06%2006%2019%20Global%20online%20FMCG%20sales%20grew%20by%2020%25%20in%202018%20Camargue%20v5_pt-BR%20vers%C3%A3o%20AD_final.docx#_ftnref2">[2]</a> Europa Oriental inclui Bulg&aacute;ria, Cro&aacute;cia, Rep&uacute;blica Tcheca, Hungria, Pol&ocirc;nia, R&uacute;ssia e Eslov&aacute;quia.</span></p>
<p><span style="font-size: x-small;"><br /></span></p>
<p>Saiba mais sobre o estudo assistindo o nosso <a href="https://www.kantarworldpanel.com/global/Events/Webinar---Winning-Omnichannel-to-grow-in-retail">webinar</a> ou fa&ccedil;a o download do artigo em ingl&ecirc;s, clicando no link &agrave; direita desta p&aacute;gina.&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>]]></description>
         <pubDate>Wed, 03 Jul 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Novo-report---Winning-Omnichannel-to-grow-in-retail-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Casa pr?pria e educa??o, s?o prioridade dos Millennials]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Casa-pr?pria-e-educa??o,-s?o-prioridade-dos-Millennials</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Algumas caracter&iacute;sticas s&atilde;o certas entre os Millennials, como serem hiperconectados &ndash; 9 em cada 10 usam celular para se conectar &ndash; e buscarem alto n&iacute;vel de personaliza&ccedil;&atilde;o nos servi&ccedil;os. No entanto, a gera&ccedil;&atilde;o nascida entre o in&iacute;cio da d&eacute;cada de 1980 e o fim dos anos 1990 cresceu, teve filhos, comprou casa, tem novas preocupa&ccedil;&otilde;es e, por tudo isso, n&atilde;o &eacute; mais exatamente como imaginada e mudou sua maneira de consumir e ser percebida pelo mercado. Na Am&eacute;rica Latina, 25% das donas de casa atualmente t&ecirc;m menos de 34 anos. Este grupo et&aacute;rio representa 25% da popula&ccedil;&atilde;o na regi&atilde;o e consome 24% de itens b&aacute;sicos (FMCG), o equivalente a US$ 30 bilh&otilde;es.&nbsp;O levantamento &lsquo;Desmistificando as Fam&iacute;lias Millennials&rsquo;, elaborado pela multinacional de pain&eacute;is de consumo <strong>Kantar</strong>, aponta tamb&eacute;m que 8 em cada 10 fam&iacute;lias latino-americanas da gera&ccedil;&atilde;o Y t&ecirc;m filhos, metade delas com duas crian&ccedil;as ou mais e 42% s&atilde;o menores de cinco anos. Com estas caracter&iacute;sticas e diante das instabilidades econ&ocirc;micas e pol&iacute;ticas, ter uma casa pr&oacute;pria e investir na educa&ccedil;&atilde;o dos filhos s&atilde;o agora suas principais preocupa&ccedil;&otilde;es.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Com restri&ccedil;&otilde;es financeiras e objetivo de poupar, alguns h&aacute;bitos mudaram. Visitas a restaurantes e delivery diminu&iacute;ram e, em m&eacute;dia, as fam&iacute;lias cozinham quatros vezes por semana. No Brasil, s&atilde;o gastos em torno de 30 minutos no preparo das refei&ccedil;&otilde;es. As mulheres ainda s&atilde;o as maiores respons&aacute;veis por esta tarefa, mas os homens desta gera&ccedil;&atilde;o t&ecirc;m cozinhado 50% com mais frequ&ecirc;ncia comparado a outras faixas et&aacute;rias.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Al&eacute;m disso, os Millennials compram 8% menos itens b&aacute;sicos do que o restante da popula&ccedil;&atilde;o da Am&eacute;rica Latina. Em 2018, eles diminu&iacute;ram 3,1% em ticket m&eacute;dio e visitaram 4,6% menos os pontos de venda em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior. Produtos com bom custo-benef&iacute;cio e promo&ccedil;&otilde;es s&atilde;o os mais populares. &ldquo;Os Millennials gastam menos em bens de r&aacute;pido consumo e compram com menor frequ&ecirc;ncia&rdquo;, analisa Giovanna Fischer, Diretora de Marketing e Consumer Insights da <strong>Kantar</strong>.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A renda tamb&eacute;m influencia em larga escala o comportamento de consumo deste grupo. Dois ter&ccedil;os das fam&iacute;lias latino-americanas formadas por Millennials s&atilde;o de baixa renda e metade delas conta com fonte &uacute;nica de or&ccedil;amento, j&aacute; que 58% das mulheres n&atilde;o t&ecirc;m um trabalho remunerado, principalmente no Brasil, Argentina e M&eacute;xico. Entre as m&atilde;es que trabalham fora, apenas 27% o fazem em tempo integral.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">As fam&iacute;lias de baixa renda s&atilde;o geralmente formadas por mais de cinco pessoas e 58% t&ecirc;m uma fonte de rendimento. Entre elas, os itens mais comprados s&atilde;o diretamente ligados aos cuidados infantis, como fralda descart&aacute;vel, leite em p&oacute;, snacks, biscoitos e p&atilde;o. Especialmente os de marcas pr&oacute;prias e econ&ocirc;micas. Este grupo costuma ir mais vezes aos pontos de venda, por isso 22% do or&ccedil;amento em FMCG &eacute; usado em miss&otilde;es di&aacute;rias e 7% em itens de urg&ecirc;ncia. Os atacarejos s&atilde;o os canais preferidos devido &agrave; possibilidade de ofertas e 8% escolhem pagar em dinheiro.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">As fam&iacute;lias de alta renda s&atilde;o majoritariamente formadas por uma ou duas pessoas, sem crian&ccedil;as e 37% dependem de uma &uacute;nica fonte de renda. Entre elas, 63% t&ecirc;m carro o que justifica a prioriza&ccedil;&atilde;o de compras maiores e menos idas aos pontos de venda. Hipermercados e supermercados s&atilde;o os canais mais eleitos e 45% do or&ccedil;amento com itens b&aacute;sicos &eacute; gasto em miss&otilde;es de abastecimento. Marcas premium s&atilde;o as preferidas e os itens mais comprados s&atilde;o altamente indulgentes com lista de compras formada por leite UHT, cerveja, iogurte, comida para pet e queijo. Acesso a cart&atilde;o de cr&eacute;dito tamb&eacute;m permite que as compras sejam mais planejadas, assim como privilegiar liquida&ccedil;&otilde;es sazonais.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as cestas de FMCG, os Millennials gastam mais em cuidados com sa&uacute;de e beleza, principalmente online, concluiu o levantamento da <strong>Kantar</strong>. No geral, ela representa 19,3% das despesas de itens b&aacute;sicos sendo fraldas descart&aacute;veis, perfumes, shampoos e desodorantes os itens mais buscados. Entre os canais, quase 50% das compras online de FMCG correspondem a itens da cesta de Higiene e Beleza e 36% deste total s&atilde;o de fraldas descart&aacute;veis. &nbsp;Esta gera&ccedil;&atilde;o tem 121% mais chances de comprar produtos de cuidado com a pele online do que o restante da popula&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O Brasil e a Argentina s&atilde;o os pa&iacute;ses mais conectados e usam redes sociais diversas vezes ao dia, principalmente Instagram, Facebook e YouTube. Al&eacute;m de usar a internet para baixar e ouvir m&uacute;sicas, visitar sites de marcas e buscar informa&ccedil;&otilde;es sobre produtos est&atilde;o entre as principais atividades desta gera&ccedil;&atilde;o no universo web.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 24 Jun 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Casa-pr?pria-e-educa??o,-s?o-prioridade-dos-Millennials</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Prefer?ncia pelas marcas entre as regi?es do Brasil]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Prefer?ncia-pelas-marcas-entre-as-regi?es-do-Brasil</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Na hora de encher o carrinho de compras, a prefer&ecirc;ncia dos consumidores pelas marcas varia entre as regi&otilde;es do Brasil. O novo levantamento Brand Footprint, da multinacional de pain&eacute;is de consumo <strong>Kantar</strong>, mostrou que a Coca-Cola e a Yp&ecirc; s&atilde;o as marcas que aparecem mais vezes entre as primeiras posi&ccedil;&otilde;es dos rankings locais. A Coca-Cola &eacute; l&iacute;der de escolhas na Grande Rio de Janeiro e na regi&atilde;o Sul, onde tem 92,9% de penetra&ccedil;&atilde;o nos estados do Paran&aacute;, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Na regi&atilde;o Nordeste &eacute; a 12&ordf; marca preferida, com 73,4% de penetra&ccedil;&atilde;o nos lares. &ldquo;Mesmo com as diferen&ccedil;as regionais, a Coca-Cola &eacute; a marca mais escolhida no Brasil e no mundo de acordo com o levantamento geral&rdquo;, analisa Giovanna Fischer, Diretora de Marketing e Consumer Insights da <strong>Kantar</strong>.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A Yp&ecirc; &eacute; a principal escolha dos consumidores no interior de S&atilde;o Paulo, no leste + interior do Rio de Janeiro e na regi&atilde;o Centro-Oeste, onde j&aacute; foi comprada ao menos uma vez em 97,5% dos lares no ano de 2018. Na Grande S&atilde;o Paulo e na Grande Rio de Janeiro aparece em sexto e oitavo lugar, respectivamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Na Grande S&atilde;o Paulo, a Italac &eacute; a marca mais escolhida pelos consumidores com 90,7% de penetra&ccedil;&atilde;o nos lares. Em seguida, vem a Panco com 88,1% e a Coca-Cola com 84,3%.</p>
<table style="width: 595px;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="66">
<p align="center"><strong>Posi&ccedil;&atilde;o</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="132">
<p align="center"><strong>Marca</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="136">
<p align="center"><strong>Domic&iacute;lios comprando ao menos uma vez (penetra&ccedil;&atilde;o)</strong></p>
</td>
<td width="144">
<p align="center"><strong>Escolhas do consumidor (frequ&ecirc;ncia)</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="118">
<p align="center"><strong>Atos de Compra (consumer reach points</strong><a title="" href="file:///C:/Users/cardosom/AppData/Local/Microsoft/Windows/INetCache/Content.Outlook/0TSTST0K/Kantar_BFootprint_regional%20final.docx#_ftn1"><strong><strong>[1]</strong></strong></a></p>
<p align="center"><strong>&ndash; milh&otilde;es)</strong><strong></strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">1</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Italac</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">90,7%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">9,1</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">64,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">2</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Panco</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">88,1%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">8,7</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">60,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">3</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Coca-Cola</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">84,3%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">9,3</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">55,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">4</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Tang</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">79,4%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">9,0</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">51,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">5</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Aurora</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">89,0%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">7,5</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">49,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">6</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Yp&ecirc;</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">91,5%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">6,4</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">49,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">7</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Vigor</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">88,7%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">8,0</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">49,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">8</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">Adria</p>
</td>
<td width="136">
<p align="center">89,7%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">6,9</p>
</td>
<td width="118">
<p align="center">47,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">9</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">Sadia</p>
</td>
<td width="136">
<p align="center">86,0%</p>
</td>
<td width="144">
<p align="center">7,2</p>
</td>
<td width="118">
<p align="center">45,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">10</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">Qualy</p>
</td>
<td width="136">
<p align="center">81,5%</p>
</td>
<td width="144">
<p align="center">6,3</p>
</td>
<td width="118">
<p align="center">36,0</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Relat&oacute;rio <em>Brand Footprint</em> da Kantar;&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">No interior do estado, a Panco, criada na Zona Leste da capital paulista, tamb&eacute;m &eacute; popular nas prateleiras e tem 82,3% de penetra&ccedil;&atilde;o, enquanto na regi&atilde;o Sul tem apenas 10,6% de presen&ccedil;a. A Marilan, que tem sede na cidade interiorana de Mar&iacute;lia, se manteve na s&eacute;tima posi&ccedil;&atilde;o com 76,5% de penetra&ccedil;&atilde;o no Interior de S&atilde;o Paulo. Na Grande Rio de Janeiro, a marca aparece com 52,7% de penetra&ccedil;&atilde;o.</p>
<table style="width: 595px;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="66">
<p align="center"><strong>Posi&ccedil;&atilde;o</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="132">
<p align="center"><strong>Marca</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="136">
<p align="center"><strong>Domic&iacute;lios comprando ao menos uma vez (penetra&ccedil;&atilde;o)</strong></p>
</td>
<td width="144">
<p align="center"><strong>Escolhas do consumidor (frequ&ecirc;ncia)</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="118">
<p align="center"><strong>Atos de Compra (consumer reach points</strong><a title="" href="file:///C:/Users/cardosom/AppData/Local/Microsoft/Windows/INetCache/Content.Outlook/0TSTST0K/Kantar_BFootprint_regional%20final.docx#_ftn2"><strong><strong>[2]</strong></strong></a></p>
<p align="center"><strong>&ndash; milh&otilde;es)</strong><strong></strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">1</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Yp&ecirc;</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">95,8%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">8,5</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">72,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">2</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Coca-Cola</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">87,1%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">10,6</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">68,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">3</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Panco</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">82,3%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">7,7</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">52,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">4</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Italac</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">82,3%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">7,3</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">50,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">5</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Tang</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">74,9%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">7,8</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">43,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">6</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Piracanjuba</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">79,3%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">5,8</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">37,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">7</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Marilan</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">76,5%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">5,8</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">35,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">8</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Colgate</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">80,3%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">5,2</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">32,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">9</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Nescau</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">74,1%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">5,4</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">30,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">10</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Vigor</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">75,1%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">5,6</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">30,0</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Relat&oacute;rio <em>Brand Footprint</em> da Kantar;&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A Marat&aacute; &eacute; a marca preferida no Nordeste e chega a 80% dos lares locais. Enquanto na Grande SP e na Grande RJ, ela apresenta 23,8% e 13% de penetra&ccedil;&atilde;o, respectivamente. A pernambucana Vitarella vem na segunda posi&ccedil;&atilde;o regional e, em 2018, foi comprada ao menos uma vez em 71,7% dos lares. As locais Fortaleza e Richester tamb&eacute;m se mant&ecirc;m relevantes no ranking. A primeira tem 74,4% de penetra&ccedil;&atilde;o e a segunda, 65,4%.</p>
<table style="width: 595px;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="66">
<p align="center"><strong>Posi&ccedil;&atilde;o</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="132">
<p align="center"><strong>Marca</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="136">
<p align="center"><strong>Domic&iacute;lios comprando ao menos uma vez (penetra&ccedil;&atilde;o)</strong></p>
</td>
<td width="144">
<p align="center"><strong>Escolhas do consumidor (frequ&ecirc;ncia)</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="118">
<p align="center"><strong>Atos de Compra (consumer reach points</strong><a title="" href="file:///C:/Users/cardosom/AppData/Local/Microsoft/Windows/INetCache/Content.Outlook/0TSTST0K/Kantar_BFootprint_regional%20final.docx#_ftn3"><strong><strong>[3]</strong></strong></a></p>
<p align="center"><strong>&ndash; milh&otilde;es)</strong><strong></strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">1</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Marat&aacute;</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">80,0%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">10,4</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">174,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">2</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Vitarella</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">71,7%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">11,3</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">170,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">3</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Yp&ecirc;</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">86,4%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">7,6</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">121,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">4</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Colgate</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">94,0%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">7,8</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">117,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">5</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Soya</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">92,2%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">7,5</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">107,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">6</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Fortaleza</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">74,4%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">6,9</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">91,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">7</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Santa Clara</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">70,2%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">7,6</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">84,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">8</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Deline</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">67,4%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">7,8</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">81,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">9</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Italac</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">81,7%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">5,7</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">77,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">10</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Nissin</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">76,0%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">6,5</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">76,0</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Relat&oacute;rio <em>Brand Footprint</em> da Kantar;&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Na regi&atilde;o Centro-Oeste, as locais Piracanjuba, Italac e Mabel, todas com mais de 80% de penetra&ccedil;&atilde;o, dividem o Top10 das marcas preferidas com as consolidadas Yp&ecirc;, Coca-Cola, Colgate, Omo, Itamb&eacute;, Nissin e Tixan. Os destaques locais ficam por conta da Nestl&eacute;, que ganhou 12,2 pontos percentuais de penetra&ccedil;&atilde;o, e a Minuano com crescimento de 9,8 pontos percentuais nos estados de Goi&aacute;s, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.</p>
<table style="width: 595px;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="66">
<p align="center"><strong>Posi&ccedil;&atilde;o</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="132">
<p align="center"><strong>Marca</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="136">
<p align="center"><strong>Domic&iacute;lios comprando ao menos uma vez (penetra&ccedil;&atilde;o)</strong></p>
</td>
<td width="144">
<p align="center"><strong>Escolhas do consumidor (frequ&ecirc;ncia)</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="118">
<p align="center"><strong>Atos de Compra (consumer reach points</strong><a title="" href="file:///C:/Users/cardosom/AppData/Local/Microsoft/Windows/INetCache/Content.Outlook/0TSTST0K/Kantar_BFootprint_regional%20final.docx#_ftn4"><strong><strong>[4]</strong></strong></a></p>
<p align="center"><strong>&ndash; milh&otilde;es)</strong><strong></strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">1</p>
</td>
<td valign="bottom" width="132">
<p align="center">Yp&ecirc;</p>
</td>
<td valign="bottom" width="136">
<p align="center">97,5%</p>
</td>
<td valign="bottom" width="144">
<p align="center">11,0</p>
</td>
<td valign="bottom" width="118">
<p align="center">63,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">2</p>
</td>
<td valign="bottom" width="132">
<p align="center">Coca-Cola</p>
</td>
<td valign="bottom" width="136">
<p align="center">92,9%</p>
</td>
<td valign="bottom" width="144">
<p align="center">12,4</p>
</td>
<td valign="bottom" width="118">
<p align="center">51,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">3</p>
</td>
<td valign="bottom" width="132">
<p align="center">Piracanjuba</p>
</td>
<td valign="bottom" width="136">
<p align="center">91,2%</p>
</td>
<td valign="bottom" width="144">
<p align="center">8,6</p>
</td>
<td valign="bottom" width="118">
<p align="center">39,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">4</p>
</td>
<td valign="bottom" width="132">
<p align="center">Italac</p>
</td>
<td valign="bottom" width="136">
<p align="center">88,6%</p>
</td>
<td valign="bottom" width="144">
<p align="center">8,9</p>
</td>
<td valign="bottom" width="118">
<p align="center">38,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">5</p>
</td>
<td valign="bottom" width="132">
<p align="center">Colgate</p>
</td>
<td valign="bottom" width="136">
<p align="center">87,8%</p>
</td>
<td valign="bottom" width="144">
<p align="center">6,8</p>
</td>
<td valign="bottom" width="118">
<p align="center">28,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">6</p>
</td>
<td valign="bottom" width="132">
<p align="center">Omo</p>
</td>
<td valign="bottom" width="136">
<p align="center">85,0%</p>
</td>
<td valign="bottom" width="144">
<p align="center">6,8</p>
</td>
<td valign="bottom" width="118">
<p align="center">26,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">7</p>
</td>
<td valign="bottom" width="132">
<p align="center">Mabel's</p>
</td>
<td valign="bottom" width="136">
<p align="center">81,7%</p>
</td>
<td valign="bottom" width="144">
<p align="center">6,3</p>
</td>
<td valign="bottom" width="118">
<p align="center">25,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">8</p>
</td>
<td valign="bottom" width="132">
<p align="center">Itamb&eacute;</p>
</td>
<td valign="bottom" width="136">
<p align="center">78,8%</p>
</td>
<td valign="bottom" width="144">
<p align="center">8,2</p>
</td>
<td valign="bottom" width="118">
<p align="center">24,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">9</p>
</td>
<td valign="bottom" width="132">
<p align="center">Nissin</p>
</td>
<td valign="bottom" width="136">
<p align="center">75,8%</p>
</td>
<td valign="bottom" width="144">
<p align="center">6,4</p>
</td>
<td valign="bottom" width="118">
<p align="center">22,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">10</p>
</td>
<td valign="bottom" width="132">
<p align="center">Tixan</p>
</td>
<td valign="bottom" width="136">
<p align="center">78,6%</p>
</td>
<td valign="bottom" width="144">
<p align="center">5,3</p>
</td>
<td valign="bottom" width="118">
<p align="center">19,0</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Relat&oacute;rio <em>Brand Footprint</em> da Kantar;&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Na Grande Rio de Janeiro, a Coca-Cola &eacute; l&iacute;der, seguida pela carioca Piraqu&ecirc;, que tem 97,1% de penetra&ccedil;&atilde;o. No leste + interior do Rio de Janeiro, a presen&ccedil;a dos produtos da marca cai para 45,8% e, no Centro-Oeste, para 6,7% de penetra&ccedil;&atilde;o. A ga&uacute;cha Eleg&ecirc; &eacute; a quarta marca mais escolhida pelos consumidores da regi&atilde;o e tem 94,8% de penetra&ccedil;&atilde;o. Enquanto na regi&atilde;o Sul fica na 11&ordf; posi&ccedil;&atilde;o do ranking com 60% de presen&ccedil;a nos lares.</p>
<table style="width: 595px;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="66">
<p align="center"><strong>Posi&ccedil;&atilde;o</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="132">
<p align="center"><strong>Marca</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="136">
<p align="center"><strong>Domic&iacute;lios comprando ao menos uma vez (penetra&ccedil;&atilde;o)</strong></p>
</td>
<td width="144">
<p align="center"><strong>Escolhas do consumidor (frequ&ecirc;ncia)</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="118">
<p align="center"><strong>Atos de Compra (consumer reach points</strong><a title="" href="file:///C:/Users/cardosom/AppData/Local/Microsoft/Windows/INetCache/Content.Outlook/0TSTST0K/Kantar_BFootprint_regional%20final.docx#_ftn5"><strong><strong>[5]</strong></strong></a></p>
<p align="center"><strong>&ndash; milh&otilde;es)</strong><strong></strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">1</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Coca-Cola</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">90,8%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">15,5</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">64,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">2</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Piraqu&ecirc;</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">97,1%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">10,6</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">53,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">3</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Qualy</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">94,0%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">10,9</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">46,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">4</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Eleg&ecirc;</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">94,8%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">8,7</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">36,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">5</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Perdig&atilde;o</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">93,8%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">8,0</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">36,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">6</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Seara</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">89,8%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">7,3</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">31,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">7</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Sadia</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">91,3%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">6,5</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">29,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">8</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Yp&ecirc;</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">90,3%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">5,7</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">26,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">9</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Uni&atilde;o</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">91,3%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">6,3</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">26,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">10</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">Soya</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">89,4%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">5,8</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">24,0</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Relat&oacute;rio <em>Brand Footprint</em> da Kantar;&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Depois da dupla Yp&ecirc; e Coca-Cola, a mineira Itamb&eacute; completa o Top3 e, com crescimento de 6,3 pontos percentuais de penera&ccedil;&atilde;o, &eacute; prefer&ecirc;ncia certa em 85,9% das oportunidades de compra na regi&atilde;o leste + interior do Rio de Janeiro. No Centro-Oeste, a marca tem boa presen&ccedil;a com 78,8% de penetra&ccedil;&atilde;o e, no Nordeste, 68,6%. O ranking regional segue com outras duas marcas de Minas Gerais: Santa Am&aacute;lia e Vilma. Elas t&ecirc;m 89,2% e 71,6% de penetra&ccedil;&atilde;o nos lares, respectivamente.</p>
<table style="width: 595px;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="66">
<p align="center"><strong>Posi&ccedil;&atilde;o</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="132">
<p align="center"><strong>Marca</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="136">
<p align="center"><strong>Domic&iacute;lios comprando ao menos uma vez (penetra&ccedil;&atilde;o)</strong></p>
</td>
<td width="144">
<p align="center"><strong>Escolhas do consumidor (frequ&ecirc;ncia)</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="118">
<p align="center"><strong>Atos de Compra (consumer reach points</strong><a title="" href="file:///C:/Users/cardosom/AppData/Local/Microsoft/Windows/INetCache/Content.Outlook/0TSTST0K/Kantar_BFootprint_regional%20final.docx#_ftn6"><strong><strong>[6]</strong></strong></a></p>
<p align="center"><strong>&ndash; milh&otilde;es)</strong><strong></strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">1</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Yp&ecirc;</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">92,2%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">8,6</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">83,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">2</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Coca-Cola</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">85,2%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">10,9</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">76,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">3</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Itamb&eacute;</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">85,9%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">9,2</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">66,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">4</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Santa Am&aacute;lia</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">89,2%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">7,3</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">60,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">5</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Vilma</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">71,6%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">8,7</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">56,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">6</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Colgate</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">89,7%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">6,1</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">46,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">7</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Aymore</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">66,2%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">6,8</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">40,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">8</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Marilan</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">81,2%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">5,5</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">40,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">9</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Qualy</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">79,6%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">6,0</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">39,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">10</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Cemil</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">57,4%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">7,0</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">35,0</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Relat&oacute;rio <em>Brand Footprint</em>da Kantar;</p>
<div><br clear="all" /><hr align="left" size="1" width="33%" />
<div style="text-align: justify;">
<p><a title="" href="file:///C:/Users/cardosom/AppData/Local/Microsoft/Windows/INetCache/Content.Outlook/0TSTST0K/Kantar_BFootprint_regional%20final.docx#_ftnref1">[1]</a> Penetra&ccedil;&atilde;o: % de domic&iacute;lios que compram&nbsp; a marca ao menos uma vez</p>
<p><a title="" href="file:///C:/Users/cardosom/AppData/Local/Microsoft/Windows/INetCache/Content.Outlook/0TSTST0K/Kantar_BFootprint_regional%20final.docx#_ftnref1">[2]</a>Consumer Reach Points (CRP) &eacute; a m&eacute;trica da Kantar para classificar as marcas de maior sucesso atrav&eacute;s do n&uacute;mero de vezes que elas s&atilde;o escolhidas pelos consumidores durante o ano.&nbsp;</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><a title="" href="file:///C:/Users/cardosom/AppData/Local/Microsoft/Windows/INetCache/Content.Outlook/0TSTST0K/Kantar_BFootprint_regional%20final.docx#_ftnref3">[3]</a> Consumer Reach Points (CRP) &eacute; a m&eacute;trica da Kantar para classificar as marcas de maior sucesso atrav&eacute;s do n&uacute;mero de vezes que elas s&atilde;o escolhidas pelos consumidores durante o ano.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><a title="" href="file:///C:/Users/cardosom/AppData/Local/Microsoft/Windows/INetCache/Content.Outlook/0TSTST0K/Kantar_BFootprint_regional%20final.docx#_ftnref4">[4]</a> Consumer Reach Points (CRP) &eacute; a m&eacute;trica da Kantar para classificar as marcas de maior sucesso atrav&eacute;s do n&uacute;mero de vezes que elas s&atilde;o escolhidas pelos consumidores durante o ano.</p>
</div>
<div>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
</div>
<div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>]]></description>
         <pubDate>Tue, 18 Jun 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Prefer?ncia-pelas-marcas-entre-as-regi?es-do-Brasil</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Conhe?a as marcas preferidas entre brasileiros]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Conhe?a-as-marcas-preferidas-entre-brasileiros</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Com or&ccedil;amentos diferentes na hora da compra, os consumidores costumam priorizar marcas distintas de acordo com o n&iacute;vel socioecon&ocirc;mico. Apesar disto,&nbsp; o levantamento Brand Footprint, feito pela multinacional de pain&eacute;is de consumo <strong>Kantar</strong>, encontrou algumas similaridades entre as escolhas dos brasileiros. A principal delas &eacute; que a Colgate, a Yp&ecirc; e a Coca-Cola aparecem no Top5 de marcas preferidas entre todas as classes sociais do Pa&iacute;s.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A Colgate &eacute; uma das marcas mais consolidadas entre os diferentes p&uacute;blicos. &Eacute; a quarta marca preferida da classe C com 86,3% de penetra&ccedil;&atilde;o, e a quinta das classes AB e DE com 88% de penetra&ccedil;&atilde;o em ambas. Analisando o ano de 2018, a marca nacional de limpeza Yp&ecirc; &eacute; l&iacute;der entre os consumidores da classe DE com 86,9% de penetra&ccedil;&atilde;o e segunda colocada entre os p&uacute;blicos AB e C com 94,1% e 92,2% de penetra&ccedil;&atilde;o, respectivamente.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">J&aacute; a Coca-Cola, marca un&acirc;nime e principal escolha entre consumidores do Brasil e do mundo, apresenta diferen&ccedil;a um pouco mais aparente entre os diversos p&uacute;blicos. Nas classes AB, a marca tem 88,8% de penetra&ccedil;&atilde;o, n&uacute;mero que cai para 76,1% entre a DE. Em 2018, quase 25% das pessoas das classes mais baixas n&atilde;o compraram Coca-Cola e elegeram outros concorrentes. Entre eles, a Marat&aacute;, marca que atua em v&aacute;rias categorias, especialmente bebidas. Ela subiu uma posi&ccedil;&atilde;o no ranking e aparece em segundo lugar entre as marcas preferidas das classes DE.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">&ldquo;As maiores diferen&ccedil;as entre marcas por classe social aparecem na cesta de alimentos, por isso marcas regionais s&atilde;o mais relevantes. Ao passo que a maior consist&ecirc;ncia entre os diversos p&uacute;blicos est&aacute; na compra de produtos de limpeza&rdquo; analisa Giovanna Fischer, Diretora de Marketing e Consumer Insights da <strong>Kantar</strong>.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Entre a classe AB, a Sadia (82,3% de penetra&ccedil;&atilde;o), a Italac (76% de penetra&ccedil;&atilde;o) e a Piracanjuba (78,1% de penetra&ccedil;&atilde;o) foram eleitas como marcas preferidas. Em compara&ccedil;&atilde;o com a classe DE, a Italac continua sendo escolhida com frequ&ecirc;ncia parecida e tem 75,9% de penetra&ccedil;&atilde;o, a Piracanjuba ganhou uma posi&ccedil;&atilde;o e soma 62,7% de penetra&ccedil;&atilde;o e a Sadia tem 60,9%. Ainda entre o grupo AB, a marca de limpeza Tixan se destacou e cresceu 21 posi&ccedil;&otilde;es no ranking chegando a 62,2% de penetra&ccedil;&atilde;o. Entre a classe C, ela subiu 7 degraus alcan&ccedil;ando 66,8% de penetra&ccedil;&atilde;o e, entre a classe DE, escalou 12 posi&ccedil;&otilde;es e registra 65,6% de penetra&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>
<table style="width: 595px;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="66">
<p align="center"><strong>Posi&ccedil;&atilde;o</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="132">
<p align="center"><strong>Marca</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="136">
<p align="center"><strong>Domic&iacute;lios comprando ao menos uma vez (penetra&ccedil;&atilde;o)</strong></p>
</td>
<td width="144">
<p align="center"><strong>Escolhas do consumidor (frequ&ecirc;ncia)</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="118">
<p align="center"><strong>Atos de Compra (consumer reach points</strong><a title="" href="file:///C:/Users/cardosom/AppData/Local/Microsoft/Windows/INetCache/Content.Outlook/0TSTST0K/Kantar_BFootprint_classes_revisado.docx#_ftn1"><strong><strong>[1]</strong></strong></a></p>
<p align="center"><strong>&ndash; milh&otilde;es)</strong><strong></strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">1</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Coca-Cola</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">88,8%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">12,4</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">162,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">2</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Yp&ecirc;</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">94,1%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">8,1</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">137,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">3</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Sadia</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">82,3%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">6,9</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">89,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">4</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Italac</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">76,0%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">6,7</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">83,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">5</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Colgate</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">87,7%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">6,1</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">82,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">6</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Piracanjuba</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">78,1%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">5,4</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">70,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">7</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Omo</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">80,0%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">5,9</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">69,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">8</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Vigor</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">70,6%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">6,8</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">68,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">9</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Nestl&eacute;</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">86,3%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">5,6</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">67,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">10</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Itamb&eacute;</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">64,4%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">7,3</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">65,0</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Relat&oacute;rio <em>Brand Footprint</em> da Kantar;&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Na classe C, a Italac tamb&eacute;m aparece no Top3 na terceira posi&ccedil;&atilde;o entre as marcas mais escolhidas. Os produtos latic&iacute;nios goianos foram comprados ao menos uma vez em 77,8% dos lares deste grupo em 2018. Em quinto lugar no ranking est&aacute; a Tang, que se destaca como op&ccedil;&atilde;o de suco em p&oacute; com 70,5% de penetra&ccedil;&atilde;o. Na classe DE, ela caiu dois degraus e tem 66,4% de penetra&ccedil;&atilde;o e, na classe AB, aparece em 16&ordf; posi&ccedil;&atilde;o com 61,1%.&nbsp;</p>
<table style="width: 595px;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="66">
<p align="center"><strong>Posi&ccedil;&atilde;o</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="132">
<p align="center"><strong>Marca</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="136">
<p align="center"><strong>Domic&iacute;lios comprando ao menos uma vez (penetra&ccedil;&atilde;o)</strong></p>
</td>
<td width="144">
<p align="center"><strong>Escolhas do consumidor (frequ&ecirc;ncia)</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="118">
<p align="center"><strong>Atos de Compra (consumer reach points</strong><a title="" href="file:///C:/Users/cardosom/AppData/Local/Microsoft/Windows/INetCache/Content.Outlook/0TSTST0K/Kantar_BFootprint_classes_revisado.docx#_ftn2"><strong><strong>[2]</strong></strong></a></p>
<p align="center"><strong>&ndash; milh&otilde;es)</strong><strong></strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">1</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Coca-Cola</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">85,7%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">10,6</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">246,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">2</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Yp&ecirc;</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">92,2%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">7,9</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">240,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">3</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Italac</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">77,8%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">6,4</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">148,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">4</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Colgate</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">86,3%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">5,9</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">144,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">5</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Tang</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">70,5%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">7,2</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">138,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">6</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Nissin</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">75,0%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">6,2</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">126,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">7</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Qualy</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">71,9%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">6,0</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">117,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">8</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Nescau</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">74,9%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">5,4</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">115,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">9</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Soya</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">77,7%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">5,2</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">111,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">10</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Piracanjuba</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">72,5%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">5,1</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">110,0</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Relat&oacute;rio <em>Brand Footprint</em> da Kantar;<strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na classe DE, depois de Yp&ecirc; e Marat&aacute;, a pernambucana Vitarella &eacute; a mais escolhida e foi comprada por 54,6% dos lares. N&uacute;mero que &eacute; reduzido para 43% entre a classe C e 32,1% entre a classe A. A marca de limpeza Assolan cresceu entre todas as classes em 2018 e, entre o grupo DE, chegou a 65,3% de penetra&ccedil;&atilde;o com 9 posi&ccedil;&otilde;es acima no ranking. Entre a classe C, subiu 12 degraus e registra 58% de lares compradores e, entre a classe A, teve performance positiva de 13 lugares e penetra&ccedil;&atilde;o de 48,1%.&nbsp;</p>
<table style="width: 595px;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="66">
<p align="center"><strong>Posi&ccedil;&atilde;o</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="132">
<p align="center"><strong>Marca</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="136">
<p align="center"><strong>Domic&iacute;lios comprando ao menos uma vez (penetra&ccedil;&atilde;o)</strong></p>
</td>
<td width="144">
<p align="center"><strong>Escolhas do consumidor (frequ&ecirc;ncia)</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="118">
<p align="center"><strong>Atos de Compra (consumer reach points</strong><a title="" href="file:///C:/Users/cardosom/AppData/Local/Microsoft/Windows/INetCache/Content.Outlook/0TSTST0K/Kantar_BFootprint_classes_revisado.docx#_ftn3"><strong><strong>[3]</strong></strong></a></p>
<p align="center"><strong>&ndash; milh&otilde;es)</strong><strong></strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">1</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Yp&ecirc;</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">86,9%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">7,7</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">107,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">2</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Marat&aacute;</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">49,0%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">10,4</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">95,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">3</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Vitarella</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">54,6%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">9,3</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">88,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">4</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Coca-Cola</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">76,1%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">8,0</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">82,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">5</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Colgate</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">87,8%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">6,5</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">80,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">6</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Soya</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">84,3%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">6,5</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">75,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">7</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Nissin</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">77,3%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">6,5</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">68,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">8</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Italac</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">75,9%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">5,6</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">61,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">9</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Sorriso</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">81,7%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">5,4</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">60,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">10</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center">Tang</p>
</td>
<td valign="top" width="136">
<p align="center">66,4%</p>
</td>
<td valign="top" width="144">
<p align="center">6,2</p>
</td>
<td valign="top" width="118">
<p align="center">56,0</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Relat&oacute;rio <em>Brand Footprint</em> da Kantar;<strong></strong></p>
<div><br clear="all" /><hr align="left" size="1" width="33%" />
<div style="text-align: justify;">
<p><a title="" href="file:///C:/Users/cardosom/AppData/Local/Microsoft/Windows/INetCache/Content.Outlook/0TSTST0K/Kantar_BFootprint_classes_revisado.docx#_ftnref1">[1]</a> Penetra&ccedil;&atilde;o: % de domic&iacute;lios que compram&nbsp; a marca ao menos uma vez</p>
<p>&sup2; Consumer Reach Points (CRP) &eacute; a m&eacute;trica da Kantar para classificar as marcas de maior sucesso atrav&eacute;s do n&uacute;mero de vezes que elas s&atilde;o escolhidas pelos consumidores durante o ano.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><a title="" href="file:///C:/Users/cardosom/AppData/Local/Microsoft/Windows/INetCache/Content.Outlook/0TSTST0K/Kantar_BFootprint_classes_revisado.docx#_ftnref2">[2]</a> Penetra&ccedil;&atilde;o: % de domic&iacute;lios que compram&nbsp; a marca ao menos uma vez</p>
<p>&sup2; Consumer Reach Points (CRP) &eacute; a m&eacute;trica da Kantar para classificar as marcas de maior sucesso atrav&eacute;s do n&uacute;mero de vezes que elas s&atilde;o escolhidas pelos consumidores durante o ano.</p>
</div>
<div>
<p style="text-align: justify;"><a title="" href="file:///C:/Users/cardosom/AppData/Local/Microsoft/Windows/INetCache/Content.Outlook/0TSTST0K/Kantar_BFootprint_classes_revisado.docx#_ftnref3">[3]</a> Penetra&ccedil;&atilde;o: % de domic&iacute;lios que compram&nbsp; a marca ao menos uma vez</p>
<p style="text-align: justify;">&sup2; Consumer Reach Points (CRP) &eacute; a m&eacute;trica da Kantar para classificar as marcas de maior sucesso atrav&eacute;s do n&uacute;mero de vezes que elas s&atilde;o escolhidas pelos consumidores durante o ano.</p>
</div>
</div>]]></description>
         <pubDate>Tue, 11 Jun 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Conhe?a-as-marcas-preferidas-entre-brasileiros</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Perec?veis e canais complementares s?o destaque]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Perec?veis-e-canais-complementares-s?o-destaque</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Novo levantamento Consumer Insights da multinacional de pain&eacute;is de consumo <strong>Kantar </strong>indica que a cesta de perec&iacute;veis foi a &uacute;nica entre os produtos de consumo massivo (FMCG) a apresentar desempenho positivo no primeiro trimestre de 2019. E mais: nesse per&iacute;odo tamb&eacute;m se destacaram os canais complementares de compra &ndash; atacarejo e pequeno varejo autosservi&ccedil;o.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O crescimento dos perec&iacute;veis foi de 2% em volume e 1,1% em unidades se comparado com os &uacute;ltimos 12 meses at&eacute; mar&ccedil;o de 2019. O movimento foi impulsionado pela alta na penetra&ccedil;&atilde;o de sorvete, leite fermentado, &aacute;gua mineral e sobremesa pronta dentro de casa e de biscoitos e bebidas fora do lar.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os canais utilizados, o atacarejo se manteve como o preferido dos brasileiros com crescimento de 3,9 pontos percentuais de penetra&ccedil;&atilde;o, ou seja, um ganho de mais de 2,1 milh&otilde;es de novos lares comprando no canal. Logo ao lado dele, o pequeno varejo autosservi&ccedil;o se apresentou com ganho de 1,3 ponto percentual de penetra&ccedil;&atilde;o, que representa 715 mil novos lares. &ldquo;Estes dois canais se complementam de acordo com os momentos e a miss&atilde;o de compra do consumidor e apresentam crescimento&rdquo;, analisa Giovanna Fischer, Diretora de Marketing e Consumer Insights da Kantar.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Na contram&atilde;o, o porta a porta encolheu 4,7 pontos percentuais de penetra&ccedil;&atilde;o e supermercados da vizinhan&ccedil;a e hipermercados registraram retra&ccedil;&atilde;o de 2,2 e 2,1, respectivamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda entre mar&ccedil;o de 2018 e o mesmo m&ecirc;s deste ano, a classe DE foi a &uacute;nica a apresentar crescimento. Entre esta parcela, que corresponde a 25% da popula&ccedil;&atilde;o, houve um aumento de 6,3% no valor de compra e 3% na quantidade de unidades consumidas. Por outro lado, as classes AB e C encolheram, especialmente a AB com 5% a menos em unidades.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo apontou tamb&eacute;m que 78% das categorias perderam penetra&ccedil;&atilde;o e 70% tiveram baixa na frequ&ecirc;ncia no mesmo per&iacute;odo.</p>
<p style="text-align: justify;">O principal fator de queda foi o volume m&eacute;dio de compra por viagem com redu&ccedil;&atilde;o de 4,2%. Quanto &agrave; frequ&ecirc;ncia, as fam&iacute;lias brasileiras diminu&iacute;ram em 1% a quantidade de vezes que v&atilde;o aos pontos de venda. No entanto, a cada visita, o ticket m&eacute;dio se manteve est&aacute;vel.</p>
<p style="text-align: justify;">Na an&aacute;lise do consumo fora do lar, situa&ccedil;&otilde;es de compra que representam quase a metade dos gastos, a redu&ccedil;&atilde;o na frequ&ecirc;ncia foi mais significativa: 6 visitas a menos. Al&eacute;m disso, o estudo da <strong>Kantar</strong> detectou 7,5% de decr&eacute;scimo no valor de compra e 1,5% de diminui&ccedil;&atilde;o em unidades em compara&ccedil;&atilde;o aos dois &uacute;ltimos anos.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo da <strong>Kantar</strong> concluiu ainda que a renda informal continua a ganhar espa&ccedil;o no bolso do brasileiro como forma de equilibrar as finan&ccedil;as, isso porque o consumidor ainda n&atilde;o se recuperou do momento p&oacute;s-crise de 2015. Neste panorama, metade das fam&iacute;lias ainda se endivida. Desde 2016, as despesas mensais t&ecirc;m superado a renda, em m&eacute;dia, 2%. Entre as classes mais baixas, os &iacute;ndices s&atilde;o ainda maiores: as classes D e E desembolsam at&eacute; 6% mais do que recebem, n&uacute;mero que cai levemente para 5% entre a classe C.&acute;</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Assista nosso webinar atrav&eacute;s do link:&nbsp;<a href="https://bit.ly/2wO5Paz">https://bit.ly/2wO5Paz</a>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 05 Jun 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Perec?veis-e-canais-complementares-s?o-destaque</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Desmistificando os Millennials ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Desmistificando-os-Millennials-</link>
         <description><![CDATA[<p><br /><span> Nunca na hist&oacute;ria do marketing falou-se tanto sobre uma gera&ccedil;&atilde;o quanto sobre os </span><em>millennials</em><span>. N&oacute;s achamos que os conhecemos &ndash; eles s&atilde;o super conectados, despreocupados e egoc&ecirc;ntricos &ndash; e estas suposi&ccedil;&otilde;es acionaram nossas decis&otilde;es de marketing por muitos anos. Isto pode ter sido verdade no passado, mas o tempo passou e os millennials cresceram; os membros mais velhos da gera&ccedil;&atilde;o agora t&ecirc;m por volta de trinta e cinco anos de idade. Na Am&eacute;rica Latina, 25% das donas de casa est&atilde;o abaixo de 34 anos. </span><br /><br /><span> Baixe o relat&oacute;rio ou olhe o </span><a href="https://urldefense.proofpoint.com/v2/url?u=https-3A__event.on24.com_eventRegistration_EventLobbyServlet-3Ftarget-3Dreg20.jsp-26referrer-3D-26eventid-3D2009237-26sessionid-3D1-26key-3DD7DF271347CBDD8815154A52B319019F-26regTag-3D-26sourcepage-3Dregister&amp;d=DwMGaQ&amp;c=zdK58V2JKULZdB8nuBRpog&amp;r=wd0hIhi4PzffauU1tlUSKyobajpI_BnEdvam3BSHucE&amp;m=o6wGcNDzBRiASlUl1FbyRPvEQrtRn9ojmqt94pE2DDU&amp;s=Xy6IRzYmFxWk3ma85oU8Nk3h4-cmrNz98oTRxXm0HI4&amp;e=" target="_blank">webinar</a><span> e ganhe uma vis&atilde;o mais de perto deste p&uacute;blico-alvo de 30 milh&otilde;es de d&oacute;lares. </span></p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 29 May 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Desmistificando-os-Millennials-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[2018: Um ano de recordes hist?ricos]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/2018-Um-ano-de-recordes-histricos</link>
         <description><![CDATA[<p><span lang="PT-BR">O consumo encerrou 2018 inalterado em Latam; o setor de FMCG n&atilde;o cresceu em volume. Nem mesmo foi compensado pelo crescimento org&acirc;nico dos domic&iacute;lios. Entretanto, os domic&iacute;lios gastaram 3,9% mais devido ao aumento de pre&ccedil;os, este &ldquo;palavr&atilde;o&rdquo; para quem administra o dinheiro do lar.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">2018 foi um ano de contra&ccedil;&atilde;o de consumo na Argentina, no M&eacute;xico, no Peru e na Am&eacute;rica Central. O Chile, a Bol&iacute;via, a Col&ocirc;mbia e o Equador s&atilde;o os pa&iacute;ses com o cen&aacute;rio mais favor&aacute;vel, apesar de as taxas de crescimento terem sido baixas. O Brasil encerrou o ano negativo e o term&ocirc;metro do consumo &ldquo;<em>out-of-home</em>&rdquo; n&atilde;o &eacute; um bom ind&iacute;cio: o consumo de alimentos e bebidas fora do domic&iacute;lio contraiu 4%.</span></p>
<p><span lang="PT-BR"><br /></span><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/5/Imagen grafico PT.png" alt="Imagen grafico PT.png" width="600" height="290" /></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">O &uacute;ltimo trimestre do ano foi o terceiro consecutivo com contra&ccedil;&atilde;o de consumo (-0,9%) e pela primeira vez em 10 anos o setor de FMCG n&atilde;o cresceu (0,1%). </span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">Os domic&iacute;lios abandonaram algumas categorias &ldquo;sup&eacute;rfluas&rdquo;, representando ao redor de 20% de seu gasto. Esta &eacute; a margem que precisam reduzir, e Bebidas e Latic&iacute;nios foram os setores mais castigados. Refrigerantes, uma categoria extremamente forte para o domic&iacute;lio latino, perdeu penetra&ccedil;&atilde;o em quase todos os pa&iacute;ses.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">Os latinos est&atilde;o comprando a mesma quantidade &ndash; mas comprando de forma diferente. Marcas pr&oacute;prias v&ecirc;m ganhando participa&ccedil;&atilde;o ano ap&oacute;s ano na Col&ocirc;mbia e na Am&eacute;rica Central. As marcas l&iacute;deres ganharam 10 pp em participa&ccedil;&atilde;o na Argentina em 3 anos. As marcas premium perderam 2 pp de sua participa&ccedil;&atilde;o em Alimentos e Latic&iacute;nios em 3 anos, por&eacute;m mant&ecirc;m seu dom&iacute;nio em produtos de limpeza e beleza. Os atacadistas alcan&ccedil;am sua participa&ccedil;&atilde;o hist&oacute;rica e os formatos de proximidade, como Lojas de Desconto e Minimercados foram os que mais cresceram.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">Os shoppers v&atilde;o menos vezes ao ponto de venda, uma tend&ecirc;ncia generalizada na regi&atilde;o, na qual aumentam os intervalos entre as compras, resultando em menos pontos de contato f&iacute;sicos entre marcas e shoppers. </span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">A maioria dos shoppers (56%) &eacute; de baixa renda e um ter&ccedil;o das donas de casa dos domic&iacute;lios s&atilde;o Millennials. A inclus&atilde;o destes domic&iacute;lios &eacute; chave para o crescimento das marcas. As marcas devem se tornar acess&iacute;veis e &ldquo;pag&aacute;veis&rdquo; para este segmento, que frequenta o canal tradicional em seus mais diversos formatos, e em 2018 se animou em comprar artigos de limpeza &ldquo;a granel&rdquo;&hellip;e por WhatsApp!</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">2018 foi um ano excelente para Cervejas, que conquistaram quase 3 milh&otilde;es de domic&iacute;lios latinos.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><br /></span></p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 23 May 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/2018-Um-ano-de-recordes-histricos</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Coca-Cola, Yp? e Colgate s?o as marcas mais escolhidas ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Coca-Cola-Ype-e-Colgate-sao-as-marcas-mais-escolhidas-no-Brasil</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;" align="center"><strong><em>Globalmente, Coca-Cola &eacute; a marca mais escolhida pelo s&eacute;timo ano consecutivo e lidera este exclusivo &lsquo;clube de bilion&aacute;rios&rsquo;</em>&nbsp;</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Principais fatos: marcas mais escolhidas no Brasil. </strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Perdig&atilde;o e Tixan foram as marcas que mais cresceram em 2018.</li>
<li>Marcas de alimentos e cuidados pessoais conquistaram mais posi&ccedil;&otilde;es no ranking das 50 Maiores, apesar de Coca-Cola, Yp&ecirc; e Omo ocuparem as posi&ccedil;&otilde;es n&uacute;mero 1, 2 e 13</li>
<li>Marcas locais s&atilde;o mais escolhidas pelos consumidores no Brasil: 33 das 50 marcas no ranking s&atilde;o locais</li>
<li>Qu&iacute;mica Amparo e Brasil Foods, encabe&ccedil;am o ranking de fabricantes locais<strong>&nbsp;</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Principais fatos: marcas globais</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>17 marcas globais foram escolhidas nas prateleiras mais de um bilh&atilde;o de vezes em 2018 e fazem parte de um &lsquo;clube de bilion&aacute;rios&rsquo;, juntamente com 14 marcas locais da China e da &Iacute;ndia</li>
<li>Marcas locais viram um aumento no n&uacute;mero de vezes que s&atilde;o escolhidas pelos consumidores, e j&aacute; representam 64,8% de todas as marcas escolhidas pelos consumidores contra 35,2% das marcas globais</li>
<li>Coca-Cola continua sendo a marca mais escolhida do mundo &mdash; pelo s&eacute;timo ano consecutivo</li>
<li>Colgate &eacute; a segunda marca mais escolhida globalmente e &eacute; a &uacute;nica marca comprada por mais da metade de todos os domic&iacute;lios ao redor do planeta &mdash; com uma penetra&ccedil;&atilde;o de 60,5%, globalmente</li>
<li>Vim registrou o crescimento mais r&aacute;pido entre as 50 maiores marcas &mdash; com um aumento de 10% na escolha dos consumidores, o que a fez subir sete posi&ccedil;&otilde;es nos rankings e ingressar no clube de bilion&aacute;rios&nbsp;</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Coca-Cola continua sendo &ndash; pelo 7&ordm; ano consecutivo &ndash; a marca de produto de consumo massivo mais escolhida pelos consumidores brasileiros. Segundo o relat&oacute;rio anual <em>Brand Footprint</em> da Kantar e seu ranking das marcas mais escolhidas do mundo, Coca-Cola foi escolhida nas prateleiras pelos compradores 489 milh&otilde;es de vezes. A marca foi seguida por Yp&ecirc; e Colgate, que tamb&eacute;m foram as marcas mais escolhidas nas cestas de Cuidados com o Lar e Cuidados Pessoais, respectivamente.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">As 10 marcas mais escolhidas no Brasil tamb&eacute;m incluem Italac (n<span style="text-decoration: underline;"><sup>o</sup></span> 4), Tang (n<span style="text-decoration: underline;"><sup>o</sup></span> 5), Nissin (n<span style="text-decoration: underline;"><sup>o</sup></span> 6), Nescau (n<span style="text-decoration: underline;"><sup>o</sup></span> 7) e Soya (n<span style="text-decoration: underline;"><sup>o</sup></span> 8). Piracanjuba ganhou presen&ccedil;a nos domic&iacute;lios brasileiros e este ano conseguiu subir 4 posi&ccedil;&otilde;es, tornando-se a 9&ordf; marca mais escolhida no pa&iacute;s. Este ano, a 10&ordf; posi&ccedil;&atilde;o foi conquistada pela marca Vitarella.<strong>&nbsp;</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tabela 1. Marcas mais escolhidas no Brasil<br /> <br /> </strong></p>
<table style="width: 635px;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="66">
<p align="center"><strong>Posi&ccedil;&atilde;o</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="105">
<p align="center"><strong>Marca</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="162">
<p align="center"><strong>Domic&iacute;lios comprando ao menos uma vez</strong></p>
</td>
<td width="170">
<p align="center"><strong>Escolha do consumidor (escolha do comprador)</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="132">
<p align="center"><strong><em>Consumer Reach Points<a title="" href="file:///C:/Users/cardosom/AppData/Local/Microsoft/Windows/INetCache/Content.Outlook/6CLN3Q77/Brand%20footprint%20Local%20Press%20release%20template%20Brazil_VF_SEM%20OOH.docx#_ftn1"><strong>[1]</strong></a></em></strong><strong> (milh&otilde;es)</strong><strong></strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">1</p>
</td>
<td width="105">
<p align="center">Coca-Cola</p>
</td>
<td width="162">
<p align="center">84,2</p>
</td>
<td width="170">
<p align="center">10,5</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">489</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">2</p>
</td>
<td width="105">
<p align="center">Yp&ecirc;</p>
</td>
<td width="162">
<p align="center">91,4</p>
</td>
<td width="170">
<p align="center">9,6</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">485</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">3</p>
</td>
<td width="105">
<p align="center">Colgate</p>
</td>
<td width="162">
<p align="center">87,0</p>
</td>
<td width="170">
<p align="center">6,3</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">304</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">4</p>
</td>
<td width="105">
<p align="center">Italac</p>
</td>
<td width="162">
<p align="center">76,8</p>
</td>
<td width="170">
<p align="center">6,9</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">293</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">5</p>
</td>
<td width="105">
<p align="center">Tang</p>
</td>
<td width="162">
<p align="center">67,0</p>
</td>
<td width="170">
<p align="center">6,8</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">253</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">6</p>
</td>
<td width="105">
<p align="center">Nissin</p>
</td>
<td width="162">
<p align="center">73,8</p>
</td>
<td width="170">
<p align="center">6,0</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">245</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">7</p>
</td>
<td width="105">
<p align="center">Nescau</p>
</td>
<td width="162">
<p align="center">74,8</p>
</td>
<td width="170">
<p align="center">5,6</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">231</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">8</p>
</td>
<td width="105">
<p align="center">Soya</p>
</td>
<td width="162">
<p align="center">76,7</p>
</td>
<td width="170">
<p align="center">5,4</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">230</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">9</p>
</td>
<td width="105">
<p align="center">Piracanjuba</p>
</td>
<td width="162">
<p align="center">71,5</p>
</td>
<td width="170">
<p align="center">5,8</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">229</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p align="center">10</p>
</td>
<td width="105">
<p align="center">Vitarella</p>
</td>
<td width="162">
<p align="center">42,9</p>
</td>
<td width="170">
<p align="center">9,5</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">225</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Relat&oacute;rio <em>Brand Footprint</em> da Kantar. Acesse o ranking completo das 50 Maiores Marcas: <a href="http://www.kantarworldpanel.com/brandfootprint">www.kantarworldpanel.com/brandfootprint</a>&nbsp;</p>
<p class="BodyB" style="text-align: justify;">Os rankings do <em>Brand Footprint</em> mensuram quantas vezes qualquer marca de produto de consumo massivo &eacute; comprada no ponto de venda. O relat&oacute;rio mensura quantos domic&iacute;lios compraram cada marca e quantas vezes a compraram em um ano. As marcas mais escolhidas nas prateleiras globalmente e em qualquer regi&atilde;o ou pa&iacute;s comp&otilde;em os diferentes rankings inclu&iacute;dos no relat&oacute;rio.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as 50 marcas mais escolhidas no pa&iacute;s, Perdig&atilde;o (n&ordm; 15) foi a que mais cresceu em CRP&rsquo;s, (+19%), subindo 8 posi&ccedil;&otilde;es no ranking e ganhando +2,0 pontos de penetra&ccedil;&atilde;o apoiado por investimento em comunica&ccedil;&atilde;o. Tixan (n<span style="text-decoration: underline;"><sup>o</sup></span> 24) foi a que mais aumentou o n&uacute;mero de compradores (+4,2 pontos de penetra&ccedil;&atilde;o), tamb&eacute;m subindo 8 posi&ccedil;&otilde;es gra&ccedil;as a inova&ccedil;&atilde;o, promo&ccedil;&otilde;es originais e comunica&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Considerando o ranking completo, KitKat se destacou e galgou 31 posi&ccedil;&otilde;es, chegando ao 191&ordm; lugar do ranking, ganhando +7,1 pontos de penetra&ccedil;&atilde;o. A marca lan&ccedil;ou novos SKU&rsquo;s, ofereceu novos sabores a seus consumidores e tamb&eacute;m explorou novos momentos de consumo, com isso ganhou +7,1 pontos de penetra&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de muitas das marcas mais escolhidas serem de produtos alimentares e de cuidados pessoais, o ranking tamb&eacute;m traz marcas de bebidas e cuidados com o lar. As 3 maiores marcas em cuidados com o lar s&atilde;o Yp&ecirc;, Omo e Brilhante, e em bebidas s&atilde;o: Coca-Cola, Tang e Nescau.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O fabricante com mais marcas no ranking das 50 maiores este ano &eacute; a Unilever, que conseguiu incluir 6 marcas: Omo, Brilhante, Rexona, Seda, Hellmann&rsquo;s e Dove. M. Dias Branco, Ambev e Danone tamb&eacute;m foram escolhidos pelos consumidores, respectivamente com 4, 5, e 3 marcas no ranking.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O ranking do <em>Brand </em><em>Footprint</em> mostra que a maioria das marcas com crescimento expandiram sua base de compradores. &ldquo;Estrat&eacute;gias que procuram conquistar novos consumidores t&ecirc;m consistentemente mais sucesso que aquelas que tentam aumentar a fidelidade e a frequ&ecirc;ncia de consumo&rdquo; explica David Fiss, Diretor de Client Services &amp; Insights da Kantar. &ldquo;Para crescer, as marcas devem priorizar a identifica&ccedil;&atilde;o de novos <em>shoppers</em>&rdquo;.<strong>&nbsp;</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>31 marcas no clube de bilion&aacute;rios</strong>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a &uacute;ltima edi&ccedil;&atilde;o do relat&oacute;rio <em>Brand Footprint</em>, existem 17 marcas globais de produtos de consumo massivo (FMCG) que s&atilde;o escolhidas pelos consumidores mais de um bilh&atilde;o de vezes ao ano, e 14 marcas locais de FMCG que est&atilde;o neste exclusivo &lsquo;clube de bilion&aacute;rios&rsquo;.&nbsp;</p>
<p class="Default" style="text-align: justify;">Globalmente, Coca-Cola &eacute; a marca mais escolhida do mundo, selecionada das prateleiras 5,9 bilh&otilde;es de vezes em um ano. Colgate e Maggi mantiveram suas posi&ccedil;&otilde;es no ranking, tamb&eacute;m sendo as marcas mais escolhidas do mundo em produtos de cuidados pessoais e alimentos. Colgate continua sendo a &uacute;nica marca escolhida por mais da metade da popula&ccedil;&atilde;o mundial &mdash; estando presente em 6 de cada 10 (60,5%) domic&iacute;lios globalmente, enquanto Maggi manteve seu forte desempenho, com a escolha dos consumidores aumentando 7% e consolidando seu lugar como a 3&ordf; marca mais escolhida no mundo.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Vim foi a marca global de mais r&aacute;pido crescimento entre as 50 maiores &mdash; com um aumento de 10% na escolha dos consumidores, o que a fez subir sete coloca&ccedil;&otilde;es nos rankings e a entrar no &lsquo;clube de bilion&aacute;rios&rsquo; na 16&ordf; posi&ccedil;&atilde;o globalmente. A marca Kinder, da Ferrero, tamb&eacute;m subiu sete degraus no ranking, conquistando 18,5 milh&otilde;es de domic&iacute;lios em um ano.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Brooke Bond, Dettol e Doritos foram as outras marcas no grupo dos 5 maiores ganhos globais em penetra&ccedil;&atilde;o<a title="" href="file:///C:/Users/cardosom/AppData/Local/Microsoft/Windows/INetCache/Content.Outlook/6CLN3Q77/Brand%20footprint%20Local%20Press%20release%20template%20Brazil_VF_SEM%20OOH.docx#_ftn2">[2]</a> e, por sua vez, tiveram uma ascens&atilde;o em suas posi&ccedil;&otilde;es no ranking global de 2018.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Marcas locais e marcas globais</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A publica&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m mostra que marcas locais cresceram em 2018, representando 64,8% de todas as marcas escolhidas pelos consumidores em compara&ccedil;&atilde;o &agrave; participa&ccedil;&atilde;o de 35,2% das marcas globais; um ganho de participa&ccedil;&atilde;o de 0,3% &ndash; que &eacute; uma desacelera&ccedil;&atilde;o em compara&ccedil;&atilde;o ao aumento de 0,5% em 2017. A maior conquista para marcas locais foi na categoria de Cuidados Pessoais, na qual conseguiram aumentar +0,7% o n&uacute;mero de vezes que os consumidores as escolheram.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar das marcas locais continuarem a ganhar participa&ccedil;&atilde;o, fabricantes globais como a Unilever demonstraram como ganhar localmente, adaptando seus produtos &agrave;s necessidades dos mercados locais, com marcas como Wheel e Surf Excel, no setor de cuidados com o lar, e Clinic Plus no setor de beleza &amp; cuidados pessoais.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Brand Footprint</em> revela que para marcas globais &eacute; imperativo vencer em seu maior mercado &mdash; das 50 maiores marcas que cresceram em seu mercado n&uacute;mero 1, 82% cresceram de forma geral, enquanto aquelas que n&atilde;o cresceram em seu mercado n&uacute;mero 1, 91% declinaram.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tabela 2. As 17 marcas bilion&aacute;rias no ranking global de marcas de consumo massivo revelado pelo relat&oacute;rio <em>Brand Footprint</em></strong>&nbsp;</p>
<table style="width: 595px;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="47">
<p align="center"><strong>Posi&ccedil;&atilde;o</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="132">
<p align="center"><strong>Marca</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="142">
<p align="center"><strong>Domic&iacute;lios comprando ao menos uma vez (penetra&ccedil;&atilde;o)</strong></p>
</td>
<td width="151">
<p align="center"><strong>Escolhas do consumidor (frequ&ecirc;ncia)</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="123">
<p align="center"><strong>Atos de Compra (<em>Consumer Reach Points</em><a title="" href="file:///C:/Users/cardosom/AppData/Local/Microsoft/Windows/INetCache/Content.Outlook/6CLN3Q77/Brand%20footprint%20Local%20Press%20release%20template%20Brazil_VF_SEM%20OOH.docx#_ftn3"><strong>[3]</strong></a></strong></p>
<p align="center"><strong>&ndash; milh&otilde;es)</strong><strong></strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="47">
<p align="center">1</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">Coca-Cola</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">41,9%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">12,3</p>
</td>
<td width="123">
<p align="center">5.965</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="47">
<p align="center">2</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">Colgate</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">60,5%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">5,5</p>
</td>
<td width="123">
<p align="center">3.872</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="47">
<p align="center">3</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">Maggi</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">31,2%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">7,5</p>
</td>
<td width="123">
<p align="center">2.698</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="47">
<p align="center">4</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">Lifebuoy</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">26,3%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">7,5</p>
</td>
<td width="123">
<p align="center">2.297</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="47">
<p align="center">5</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">Lay&rsquo;s</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">29,6%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">6,6</p>
</td>
<td width="123">
<p align="center">2.247</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="47">
<p align="center">6</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">Pepsi</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">22,7%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">7,6</p>
</td>
<td width="123">
<p align="center">2.001</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="47">
<p align="center">7</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">Nescaf&eacute;</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">22,7%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">7,5</p>
</td>
<td width="123">
<p align="center">1.958</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="47">
<p align="center">8</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">Dove</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">37,1%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">4,3</p>
</td>
<td width="123">
<p align="center">1.833</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="47">
<p align="center">9</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">Sunsilk/Sedal/Seda</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">23,5%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">6,7</p>
</td>
<td width="123">
<p align="center">1.821</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="47">
<p align="center">10</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">Indomie</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">4,7%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">33,1</p>
</td>
<td width="123">
<p align="center">1.782</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="47">
<p align="center">11</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">Knorr</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">27,4%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">5,5</p>
</td>
<td width="123">
<p align="center">1.757</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="47">
<p align="center">12</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">Lux</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">30,4%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">4,1</p>
</td>
<td width="123">
<p align="center">1.428</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="47">
<p align="center">13</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">Sunlight</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">11,3%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">10,3</p>
</td>
<td width="123">
<p align="center">1.355</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="47">
<p align="center">14</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">Downy</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">13,7%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">8,3</p>
</td>
<td width="123">
<p align="center">1.316</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="47">
<p align="center">15</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">Nestl&eacute;</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">25,0%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">4,5</p>
</td>
<td width="123">
<p align="center">1.299</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="47">
<p align="center">16</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">Vim</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">16,7%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">5,4</p>
</td>
<td width="123">
<p align="center">1.041</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="47">
<p align="center">17</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">Sprite</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">24,8%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">3,6</p>
</td>
<td width="123">
<p align="center">1.037</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Relat&oacute;rio <em>Brand Footprint</em> da Kantar;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tabela 3. As 14 marcas bilion&aacute;rias no ranking de marcas locais de consumo massivo revelado pelo relat&oacute;rio <em>Brand Footprint</em></strong>&nbsp;</p>
<table style="width: 603px;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="81">
<p align="center"><strong>Marca</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="68">
<p align="center"><strong>Pa&iacute;s</strong></p>
</td>
<td width="161">
<p align="center"><strong>Domic&iacute;lios comprando ao menos uma vez (penetra&ccedil;&atilde;o)</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="151">
<p align="center"><strong>Escolhas do consumidor (frequ&ecirc;ncia)</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="142">
<p align="center"><strong>Atos de Compra (<em>Consumer Reach Points</em><a title="" href="file:///C:/Users/cardosom/AppData/Local/Microsoft/Windows/INetCache/Content.Outlook/6CLN3Q77/Brand%20footprint%20Local%20Press%20release%20template%20Brazil_VF_SEM%20OOH.docx#_ftn4"><strong>[4]</strong></a></strong></p>
<p align="center"><strong>&ndash; milh&otilde;es)</strong><strong></strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="81">
<p align="center">Parle</p>
</td>
<td width="68">
<p align="center">&Iacute;ndia</p>
</td>
<td width="161">
<p align="center">74,4%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">25,1</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">5.314</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="81">
<p align="center">Amul</p>
</td>
<td width="68">
<p align="center">&Iacute;ndia</p>
</td>
<td width="161">
<p align="center">18,8%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">73,4</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">3.968</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="81">
<p align="center">Clinic Plus</p>
</td>
<td width="68">
<p align="center">&Iacute;ndia</p>
</td>
<td width="161">
<p align="center">82,4%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">14,4</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">3.377</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="81">
<p align="center">Britannia</p>
</td>
<td width="68">
<p align="center">&Iacute;ndia</p>
</td>
<td width="161">
<p align="center">65,9%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">17,0</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">3.204</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="81">
<p align="center">Aavin</p>
</td>
<td width="68">
<p align="center">&Iacute;ndia</p>
</td>
<td width="161">
<p align="center">4,6%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">178,2</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">2.317</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="81">
<p align="center">Ghadi</p>
</td>
<td width="68">
<p align="center">&Iacute;ndia</p>
</td>
<td width="161">
<p align="center">46,1%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">16,5</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">2.180</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="81">
<p align="center">Nandini</p>
</td>
<td width="68">
<p align="center">&Iacute;ndia</p>
</td>
<td width="161">
<p align="center">4,3%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">168,1</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">2.073</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="81">
<p align="center">TaTa</p>
</td>
<td width="68">
<p align="center">&Iacute;ndia</p>
</td>
<td width="161">
<p align="center">71,7%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">9,0</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">1.908</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="81">
<p align="center">Wheel</p>
</td>
<td width="68">
<p align="center">&Iacute;ndia</p>
</td>
<td width="161">
<p align="center">56,4%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">8,9</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">1.427</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="81">
<p align="center">Yili</p>
</td>
<td width="68">
<p align="center">China</p>
</td>
<td width="161">
<p align="center">90,9%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">7,5</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">1.275</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="81">
<p align="center">Milma</p>
</td>
<td width="68">
<p align="center">&Iacute;ndia</p>
</td>
<td width="161">
<p align="center">2,6%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">163,0</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">1.229</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="81">
<p align="center">Vijaya</p>
</td>
<td width="68">
<p align="center">&Iacute;ndia</p>
</td>
<td width="161">
<p align="center">3,2%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">121,9</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">1.127</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="81">
<p align="center">Surf Excel</p>
</td>
<td width="68">
<p align="center">&Iacute;ndia</p>
</td>
<td width="161">
<p align="center">54,0%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">6,9</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">1.059</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="81">
<p align="center">Mengniu</p>
</td>
<td width="68">
<p align="center">China</p>
</td>
<td width="161">
<p align="center">88,1%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">6,5</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">1.053</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Relat&oacute;rio <em>Brand Footprint</em> da Kantar&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tabela 4. Participa&ccedil;&atilde;o de mercado das marcas globais e locais</strong>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="170">&nbsp;</td>
<td colspan="2" valign="top" width="208">
<p align="center"><strong>2017</strong></p>
</td>
<td colspan="2" valign="top" width="223">
<p align="center"><strong>2018</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="170">&nbsp;</td>
<td valign="top" width="104">
<p align="center"><strong>Marcas globais</strong></p>
</td>
<td valign="top" width="104">
<p align="center"><strong>Marcas locais</strong></p>
</td>
<td valign="top" width="113">
<p align="center"><strong>Marcas globais</strong></p>
</td>
<td valign="top" width="110">
<p align="center"><strong>Marcas locais</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="170">
<p>Total FMCG</p>
</td>
<td valign="top" width="104">
<p align="center">35,50%</p>
</td>
<td valign="top" width="104">
<p align="center">64,50%</p>
</td>
<td valign="top" width="113">
<p align="center">35,20%</p>
</td>
<td valign="top" width="110">
<p align="center">64,80%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="170">
<p>Alimentos</p>
</td>
<td valign="top" width="104">
<p align="center">28,00%</p>
</td>
<td valign="top" width="104">
<p align="center">72,00%</p>
</td>
<td valign="top" width="113">
<p align="center">27,70%</p>
</td>
<td valign="top" width="110">
<p align="center">72,30%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="170">
<p>Bebidas</p>
</td>
<td valign="top" width="104">
<p align="center">39,50%</p>
</td>
<td valign="top" width="104">
<p align="center">60,50%</p>
</td>
<td valign="top" width="113">
<p align="center">39,50%</p>
</td>
<td valign="top" width="110">
<p align="center">60,50%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="170">
<p>Latic&iacute;nios</p>
</td>
<td valign="top" width="104">
<p align="center">19,80%</p>
</td>
<td valign="top" width="104">
<p align="center">80,20%</p>
</td>
<td valign="top" width="113">
<p align="center">19,40%</p>
</td>
<td valign="top" width="110">
<p align="center">80,60%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="170">
<p>Beleza &amp; Cuidados Pessoais</p>
</td>
<td valign="top" width="104">
<p align="center">61,40%</p>
</td>
<td valign="top" width="104">
<p align="center">38,60%</p>
</td>
<td valign="top" width="113">
<p align="center">60,70%</p>
</td>
<td valign="top" width="110">
<p align="center">39,30%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="170">
<p>Cuidados com o Lar</p>
</td>
<td valign="top" width="104">
<p align="center">47,40%</p>
</td>
<td valign="top" width="104">
<p align="center">52,60%</p>
</td>
<td valign="top" width="113">
<p align="center">47,30%</p>
</td>
<td valign="top" width="110">
<p align="center">52,70%</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Fonte: Relat&oacute;rio <em>Brand Footprint</em> da Kantar</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Josep Montserrat, CEO da Divis&atilde;o Worldpanel, Kantar</strong>, explicou: &ldquo;As marcas globais de consumo massivo t&ecirc;m grandes oportunidades para crescer considerando as especificidades dos mercados locais e adaptando sua oferta &agrave;s escolhas, prefer&ecirc;ncias e comportamentos de compra dos consumidores locais. As marcas que conseguirem responder ao desafio com agilidade continuar&atilde;o a conquistar crescimento.&rdquo;Fonte: Relat&oacute;rio <em>Brand Footprint</em> da Kantar&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">_______________________________</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br /></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><strong>NOTAS AOS EDITORES</strong></span></p>
<p class="BodyB" style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><strong><em>Brand Footprint</em></strong><strong>: o estudo</strong></span></p>
<p class="BodyB" style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">O estudo anual <em>Brand Footprint</em> da Kantar se baseia na medi&ccedil;&atilde;o de 72% da popula&ccedil;&atilde;o mundial; um total de um bilh&atilde;o de domic&iacute;lios em 49 pa&iacute;ses em 5 continentes &ndash; cobrindo 85% do PIB mundial. Como parte do estudo, a Divis&atilde;o Worldpanel audita mais de 21.400 marcas nas cestas de bebidas, alimentos, latic&iacute;nios, sa&uacute;de &amp; beleza e cuidados com o lar.&nbsp;</span></p>
<p class="BodyB" style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><strong><em>Brand Footprint</em></strong><strong>: o ranking das 50 Maiores Marcas</strong></span><br /><span style="font-size: x-small;"> O ranking anual da Kantar das 50 marcas de produtos de consumo massivo mais escolhidas do mundo revela quais marcas est&atilde;o tendo &ecirc;xito global, e oferece insights para ajudar as marcas de consumo massivo a definirem metas globais com maior precis&atilde;o e melhorarem o crescimento global de seus neg&oacute;cios.&nbsp;</span></p>
<p class="BodyB" style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">Ele se distingue de outros rankings de marcas por fornecer informa&ccedil;&otilde;es baseadas no comportamento real do consumidor, ao inv&eacute;s de sua atitude. A m&eacute;trica <em>Consumer Reach Point</em> (ou CRP) constitui a base do ranking. Uma m&eacute;trica inovadora que mensura quantos domic&iacute;lios ao redor do mundo est&atilde;o comprando uma marca (penetra&ccedil;&atilde;o) e com que frequ&ecirc;ncia (escolha do consumidor), fornece uma representa&ccedil;&atilde;o verdadeira da escolha dos compradores.&nbsp;</span></p>
<p class="BodyB" style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">Para acessar os rankings globais, regionais, por pa&iacute;ses e setores na &iacute;ntegra e um &iacute;ndice completo das marcas inclu&iacute;das no ranking das 50 Maiores Marcas Globais, por favor, acesse <a href="http://www.kantarworldpanel.com/brandfootprint">www.kantarworldpanel.com/brandfootprint</a>&nbsp;</span></p>
<p class="BodyB" style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Metodologia e escopo<br /> </strong>O ranking deste ano analisou mais de 21.400 marcas e 72% da popula&ccedil;&atilde;o global em 49 pa&iacute;ses em cinco continentes, nos 12 meses encerrando em novembro de 2018.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Cr&eacute;ditos</strong></span><br /><span style="font-size: x-small;"> A publica&ccedil;&atilde;o <em>Brand Footprint</em> &eacute; uma iniciativa da Kantar e o ranking &eacute; criado em colabora&ccedil;&atilde;o com a GfK na &Aacute;frica do Sul, Alemanha, &Aacute;ustria, B&eacute;lgica, Dinamarca, Eslov&aacute;quia, Hungria, It&aacute;lia, Pol&ocirc;nia, Rep&uacute;blica Tcheca, R&uacute;ssia e Su&eacute;cia, com a IRI nos EUA, com a Intage no Jap&atilde;o e com a CTR na China.</span></p>
<div><hr align="left" size="1" width="33%" />
<div style="text-align: justify;">
<p><span style="font-size: x-small;"><a title="" href="file:///C:/Users/cardosom/AppData/Local/Microsoft/Windows/INetCache/Content.Outlook/6CLN3Q77/Brand%20footprint%20Local%20Press%20release%20template%20Brazil_VF_SEM%20OOH.docx#_ftnref1">[1]</a> <em>Consumer Reach Points</em> (CRP) &eacute; a m&eacute;trica da Kantar para classificar as marcas de maior sucesso atrav&eacute;s do n&uacute;mero de vezes que elas s&atilde;o escolhidas pelos consumidores durante o ano.</span></p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><span style="font-size: x-small;"><a title="" href="file:///C:/Users/cardosom/AppData/Local/Microsoft/Windows/INetCache/Content.Outlook/6CLN3Q77/Brand%20footprint%20Local%20Press%20release%20template%20Brazil_VF_SEM%20OOH.docx#_ftnref2">[2]</a> Penetra&ccedil;&atilde;o: % de domic&iacute;lios que compram a marca ao menos uma vez</span></p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><span style="font-size: x-small;"><a title="" href="file:///C:/Users/cardosom/AppData/Local/Microsoft/Windows/INetCache/Content.Outlook/6CLN3Q77/Brand%20footprint%20Local%20Press%20release%20template%20Brazil_VF_SEM%20OOH.docx#_ftnref3">[3]</a> Consumer Reach Points (CRP) &eacute; a m&eacute;trica da Kantar para classificar as marcas de maior sucesso atrav&eacute;s do n&uacute;mero de vezes que elas s&atilde;o escolhidas pelos consumidores durante o ano.</span></p>
</div>
<div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><a title="" href="file:///C:/Users/cardosom/AppData/Local/Microsoft/Windows/INetCache/Content.Outlook/6CLN3Q77/Brand%20footprint%20Local%20Press%20release%20template%20Brazil_VF_SEM%20OOH.docx#_ftnref4">[4]</a> Consumer Reach Points (CRP) &eacute; a m&eacute;trica da Kantar para classificar as marcas de maior sucesso atrav&eacute;s do n&uacute;mero de vezes que elas s&atilde;o escolhidas pelos consumidores durante o ano.</span></p>
</div>
</div>]]></description>
         <pubDate>Mon, 20 May 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Coca-Cola-Ype-e-Colgate-sao-as-marcas-mais-escolhidas-no-Brasil</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Brand Footprint Global]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Brand-Footprint-Global</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;" align="center"><strong><em>Brand Footprint</em></strong><strong> revela 31 marcas de consumo massivo que foram escolhidas pelos consumidores mais de 1 bilh&atilde;o de vezes</strong></p>
<p style="text-align: justify;" align="center"><em><strong>Globalmente, Coca-Cola &eacute; a marca mais escolhida do mundo pelo s&eacute;timo ano consecutivo e lidera este exclusivo &lsquo;clube de bilion&aacute;rios&rsquo;</strong><br /> <br /> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Principais fatos</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>17 marcas globais foram escolhidas nas prateleiras mais de um bilh&atilde;o de vezes em 2018 e fazem parte de um &lsquo;clube de bilion&aacute;rios&rsquo;, juntamente com 14 marcas locais da China e da &Iacute;ndia</li>
<li>Marcas locais viram um aumento no n&uacute;mero de vezes que s&atilde;o escolhidas pelos consumidores, e j&aacute; representam 64,8% de todas as marcas escolhidas contra 35,2% das marcas globais</li>
<li>Coca-Cola continua sendo a marca mais escolhida do mundo &mdash; pelo s&eacute;timo ano consecutivo</li>
<li>Colgate &eacute; a segunda marca mais escolhida globalmente e &eacute; a &uacute;nica marca comprada por mais da metade de todos os domic&iacute;lios ao redor do planeta &mdash; com uma penetra&ccedil;&atilde;o de 60,5%, globalmente</li>
<li>Vim registrou o crescimento mais r&aacute;pido entre as 50 maiores marcas &mdash; com um aumento de 10% na escolha dos consumidores, o que a fez subir sete posi&ccedil;&otilde;es nos rankings e ingressar no clube de bilion&aacute;rios&nbsp;</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Segundo a edi&ccedil;&atilde;o de 2019 do relat&oacute;rio <em>Brand Footprint</em> da Kantar, existem 17 marcas globais de produtos de consumo massivo (FMCG) que s&atilde;o escolhidas pelos consumidores mais de um bilh&atilde;o de vezes ao ano, e 14 marcas locais de FMCG que est&atilde;o neste exclusivo &lsquo;clube de bilion&aacute;rios&rsquo;.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Marcas globais</strong><strong>&nbsp;</strong></p>
<p class="Default" style="text-align: justify;">Os rankings do relat&oacute;rio <em>Brand Footprint</em> mensuram quais marcas est&atilde;o sendo compradas por mais consumidores e com maior frequ&ecirc;ncia. Globalmente, Coca-Cola &eacute; a marca mais escolhida do mundo, elegida nas prateleiras 5,9 bilh&otilde;es de vezes em um ano. Colgate e Maggi mantiveram suas posi&ccedil;&otilde;es no ranking, tamb&eacute;m sendo as marcas mais escolhidas do mundo em produtos de cuidados pessoais e alimentos. Colgate continua sendo a &uacute;nica marca escolhida por mais da metade da popula&ccedil;&atilde;o mundial &mdash; estando presente em 6 de cada 10 (60,5%) domic&iacute;lios globalmente, enquanto Maggi manteve seu forte desempenho, com a escolha dos consumidores aumentando 7% e consolidando seu lugar como a 3&ordf; marca mais escolhida no mundo.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Vim foi a marca global de mais r&aacute;pido crescimento entre as 50 maiores &mdash; com um aumento de 10% na escolha dos consumidores, o que a fez subir sete coloca&ccedil;&otilde;es nos rankings e a entrar no &lsquo;clube de bilion&aacute;rios&rsquo; na 16&ordf; posi&ccedil;&atilde;o globalmente. A marca Kinder, da Ferrero, tamb&eacute;m subiu sete degraus no ranking, conquistando 18,5 milh&otilde;es de domic&iacute;lios em um ano.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Brooke Bond, Dettol e Doritos foram as outras marcas no grupo dos 5 maiores ganhos globais em penetra&ccedil;&atilde;o<a title="" href="file:///C:/Users/cardosom/Documents/Giovanna/Releases/Kantar%20Worldpanel%20-%20Brand%20Footprint%20Global%20Press%20release%202019%20VF%201505.docx#_ftn1">[1]</a> e, por sua vez, tiveram uma ascens&atilde;o em suas posi&ccedil;&otilde;es no ranking global de 2018.<strong>&nbsp;</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Marcas locais e marcas globais</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O estudo tamb&eacute;m mostra que marcas locais cresceram em 2018, j&aacute; representam 64,8% de todas as marcas escolhidas pelos consumidores contra 35,2% das globais; um ganho de participa&ccedil;&atilde;o de 0,3% &ndash; que &eacute; uma desacelera&ccedil;&atilde;o em compara&ccedil;&atilde;o ao aumento de 0,5% em 2017. A maior conquista para marcas locais foi em cuidados pessoais, pois conseguiram aumentar em +0,7% o n&uacute;mero de vezes que os consumidores as escolheram.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar das marcas locais continuarem a ganhar participa&ccedil;&atilde;o, fabricantes globais como a Unilever demonstraram como ganhar localmente, adaptando seus produtos &agrave;s necessidades regionais, com marcas como Wheel e Surf Excel, no setor de cuidados com o lar, e Clinic Plus no setor de cuidados pessoais.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Brand Footprint</em> revela que para marcas globais &eacute; imperativo vencer em seu maior mercado &mdash; entre as 50 maiores marcas que cresceram em seu mercado n&uacute;mero 1, 82% o fizeram de forma geral, enquanto aquelas que n&atilde;o amplificaram os ganhos em seu mercado priorit&aacute;rio, 91% declinaram.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tabela 1. As 17 marcas bilion&aacute;rias no ranking global de marcas de consumo massivo revelado pelo relat&oacute;rio <em>Brand Footprint</em></strong>&nbsp;</p>
<table style="width: 595px;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="47">
<p align="center"><strong>Posi&ccedil;&atilde;o</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="132">
<p align="center"><strong>Marca</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="142">
<p align="center"><strong>Domic&iacute;lios comprando ao menos uma vez (penetra&ccedil;&atilde;o)</strong></p>
</td>
<td width="151">
<p align="center"><strong>Escolhas do consumidor (frequ&ecirc;ncia)</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="123">
<p align="center"><strong>Atos de Compra (consumer reach points</strong><a title="" href="file:///C:/Users/cardosom/Documents/Giovanna/Releases/Kantar%20Worldpanel%20-%20Brand%20Footprint%20Global%20Press%20release%202019%20VF%201505.docx#_ftn2"><strong><strong>[2]</strong></strong></a></p>
<p align="center"><strong>&ndash; milh&otilde;es)</strong><strong></strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="47">
<p align="center">1</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">Coca-Cola</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">41,9%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">12,3</p>
</td>
<td width="123">
<p align="center">5.965</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="47">
<p align="center">2</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">Colgate</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">60,5%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">5,5</p>
</td>
<td width="123">
<p align="center">3.872</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="47">
<p align="center">3</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">Maggi</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">31,2%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">7,5</p>
</td>
<td width="123">
<p align="center">2.698</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="47">
<p align="center">4</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">Lifebuoy</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">26,3%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">7,5</p>
</td>
<td width="123">
<p align="center">2.297</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="47">
<p align="center">5</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">Lay&rsquo;s</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">29,6%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">6,6</p>
</td>
<td width="123">
<p align="center">2.247</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="47">
<p align="center">6</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">Pepsi</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">22,7%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">7,6</p>
</td>
<td width="123">
<p align="center">2.001</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="47">
<p align="center">7</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">Nescaf&eacute;</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">22,7%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">7,5</p>
</td>
<td width="123">
<p align="center">1.958</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="47">
<p align="center">8</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">Dove</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">37,1%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">4,3</p>
</td>
<td width="123">
<p align="center">1.833</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="47">
<p align="center">9</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">Sunsilk/Sedal/Seda</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">23,5%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">6,7</p>
</td>
<td width="123">
<p align="center">1.821</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="47">
<p align="center">10</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">Indomie</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">4,7%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">33,1</p>
</td>
<td width="123">
<p align="center">1.782</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="47">
<p align="center">11</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">Knorr</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">27,4%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">5,5</p>
</td>
<td width="123">
<p align="center">1.757</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="47">
<p align="center">12</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">Lux</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">30,4%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">4,1</p>
</td>
<td width="123">
<p align="center">1.428</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="47">
<p align="center">13</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">Sunlight</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">11,3%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">10,3</p>
</td>
<td width="123">
<p align="center">1.355</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="47">
<p align="center">14</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">Downy</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">13,7%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">8,3</p>
</td>
<td width="123">
<p align="center">1.316</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="47">
<p align="center">15</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">Nestl&eacute;</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">25,0%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">4,5</p>
</td>
<td width="123">
<p align="center">1.299</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="47">
<p align="center">16</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">Vim</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">16,7%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">5,4</p>
</td>
<td width="123">
<p align="center">1.041</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="47">
<p align="center">17</p>
</td>
<td width="132">
<p align="center">Sprite</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">24,8%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">3,6</p>
</td>
<td width="123">
<p align="center">1.037</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Relat&oacute;rio <em>Brand Footprint</em> da Kantar;<strong>&nbsp;</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tabela 2. As 14 marcas bilion&aacute;rias no ranking de marcas locais de consumo massivo revelado pelo relat&oacute;rio <em>Brand Footprint</em></strong>&nbsp;</p>
<table style="width: 603px;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="81">
<p align="center"><strong>Marca</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="68">
<p align="center"><strong>Pa&iacute;s</strong></p>
</td>
<td width="161">
<p align="center"><strong>Domic&iacute;lios comprando ao menos uma vez (penetra&ccedil;&atilde;o)</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="151">
<p align="center"><strong>Escolhas do consumidor (frequ&ecirc;ncia)</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="142">
<p align="center"><strong>Atos de Compra (consumer reach points</strong><a title="" href="file:///C:/Users/cardosom/Documents/Giovanna/Releases/Kantar%20Worldpanel%20-%20Brand%20Footprint%20Global%20Press%20release%202019%20VF%201505.docx#_ftn3"><strong><strong>[3]</strong></strong></a></p>
<p align="center"><strong>&ndash; milh&otilde;es)</strong><strong></strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="81">
<p align="center">Parle</p>
</td>
<td width="68">
<p align="center">&Iacute;ndia</p>
</td>
<td width="161">
<p align="center">74,4%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">25,1</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">5.314</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="81">
<p align="center">Amul</p>
</td>
<td width="68">
<p align="center">&Iacute;ndia</p>
</td>
<td width="161">
<p align="center">18,8%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">73,4</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">3.968</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="81">
<p align="center">Clinic Plus</p>
</td>
<td width="68">
<p align="center">&Iacute;ndia</p>
</td>
<td width="161">
<p align="center">82,4%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">14,4</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">3.377</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="81">
<p align="center">Britannia</p>
</td>
<td width="68">
<p align="center">&Iacute;ndia</p>
</td>
<td width="161">
<p align="center">65,9%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">17,0</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">3.204</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="81">
<p align="center">Aavin</p>
</td>
<td width="68">
<p align="center">&Iacute;ndia</p>
</td>
<td width="161">
<p align="center">4,6%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">178,2</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">2.317</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="81">
<p align="center">Ghadi</p>
</td>
<td width="68">
<p align="center">&Iacute;ndia</p>
</td>
<td width="161">
<p align="center">46,1%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">16,5</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">2.180</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="81">
<p align="center">Nandini</p>
</td>
<td width="68">
<p align="center">&Iacute;ndia</p>
</td>
<td width="161">
<p align="center">4,3%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">168,1</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">2.073</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="81">
<p align="center">TaTa</p>
</td>
<td width="68">
<p align="center">&Iacute;ndia</p>
</td>
<td width="161">
<p align="center">71,7%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">9,0</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">1.908</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="81">
<p align="center">Wheel</p>
</td>
<td width="68">
<p align="center">&Iacute;ndia</p>
</td>
<td width="161">
<p align="center">56,4%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">8,9</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">1.427</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="81">
<p align="center">Yili</p>
</td>
<td width="68">
<p align="center">China</p>
</td>
<td width="161">
<p align="center">90,9%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">7,5</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">1.275</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="81">
<p align="center">Milma</p>
</td>
<td width="68">
<p align="center">&Iacute;ndia</p>
</td>
<td width="161">
<p align="center">2,6%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">163,0</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">1.229</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="81">
<p align="center">Vijaya</p>
</td>
<td width="68">
<p align="center">&Iacute;ndia</p>
</td>
<td width="161">
<p align="center">3,2%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">121,9</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">1.127</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="81">
<p align="center">Surf Excel</p>
</td>
<td width="68">
<p align="center">&Iacute;ndia</p>
</td>
<td width="161">
<p align="center">54,0%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">6,9</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">1.059</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="81">
<p align="center">Mengniu</p>
</td>
<td width="68">
<p align="center">China</p>
</td>
<td width="161">
<p align="center">88,1%</p>
</td>
<td width="151">
<p align="center">6,5</p>
</td>
<td width="142">
<p align="center">1.053</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Relat&oacute;rio <em>Brand Footprint</em> da Kantar&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tabela 3. Participa&ccedil;&atilde;o de mercado das marcas globais e locais</strong>&nbsp;</p>
<table style="width: 622px;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="193">
<p>&nbsp;</p>
</td>
<td colspan="2" width="214">
<p align="center"><strong>2017</strong></p>
</td>
<td colspan="3" width="215">
<p align="center"><strong>2018</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="193">
<p>&nbsp;</p>
</td>
<td width="111">
<p align="center"><strong>Marcas globais</strong></p>
</td>
<td width="103">
<p align="center"><strong>Marcas locais</strong></p>
</td>
<td width="111">
<p align="center"><strong>Marcas globais</strong></p>
</td>
<td width="103">
<p align="center"><strong>Marcas locais</strong></p>
</td>
<td width="0">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="193">
<p>Total FMCG</p>
</td>
<td width="111">
<p align="center">35,5%</p>
</td>
<td width="103">
<p align="center">64,5%</p>
</td>
<td width="111">
<p align="center">35,2%</p>
</td>
<td width="103">
<p align="center">64,8%</p>
</td>
<td width="0">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="193">
<p>Alimentos</p>
</td>
<td width="111">
<p align="center">28,0%</p>
</td>
<td width="103">
<p align="center">72,0%</p>
</td>
<td width="111">
<p align="center">27,7%</p>
</td>
<td width="103">
<p align="center">72,3%</p>
</td>
<td width="0">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="193">
<p>Bebidas</p>
</td>
<td width="111">
<p align="center">39,5%</p>
</td>
<td width="103">
<p align="center">60,5%</p>
</td>
<td width="111">
<p align="center">39,5%</p>
</td>
<td width="103">
<p align="center">60,5%</p>
</td>
<td width="0">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="193">
<p>Latic&iacute;nios</p>
</td>
<td width="111">
<p align="center">19,8%</p>
</td>
<td width="103">
<p align="center">80,2%</p>
</td>
<td width="111">
<p align="center">19,4%</p>
</td>
<td width="103">
<p align="center">80,6%</p>
</td>
<td width="0">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="193">
<p>Beleza &amp; Cuidados Pessoais</p>
</td>
<td width="111">
<p align="center">61,4%</p>
</td>
<td width="103">
<p align="center">38,6%</p>
</td>
<td width="111">
<p align="center">60,7%</p>
</td>
<td width="103">
<p align="center">39,3%</p>
</td>
<td width="0">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="193">
<p>Cuidados com o lar</p>
</td>
<td width="111">
<p align="center">47,4%</p>
</td>
<td width="103">
<p align="center">52,6%</p>
</td>
<td width="111">
<p align="center">47,3%</p>
</td>
<td width="103">
<p align="center">52,7%</p>
</td>
<td width="0">
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Relat&oacute;rio <em>Brand Footprint</em> da Kantar&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Josep Montserrat, CEO da Divis&atilde;o Worldpanel, Kantar</strong>, explicou: &ldquo;As marcas globais de consumo massivo t&ecirc;m grandes oportunidades para crescer considerando as especificidades dos mercados locais e adaptando sua oferta &agrave;s escolhas, prefer&ecirc;ncias e comportamentos de compra dos consumidores locais. As marcas que conseguirem responder ao desafio com agilidade continuar&atilde;o a conquistar crescimento.&rdquo;</p>
<p class="BodyB" style="text-align: justify;" align="center"><strong>____________________________</strong></p>
<p class="BodyB" style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><strong>NOTAS AOS EDITORES</strong></span><strong style="font-size: x-small;">&nbsp;</strong></p>
<p class="BodyB" style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><strong><em>Brand Footprint</em></strong><strong>: o estudo<br /> </strong>O estudo anual <em>Brand Footprint</em> da Kantar se baseia na medi&ccedil;&atilde;o de 72% da popula&ccedil;&atilde;o mundial; um total de um bilh&atilde;o de domic&iacute;lios em 49 pa&iacute;ses em 5 continentes &ndash; cobrindo 85% do PIB mundial. Como parte do estudo, a Divis&atilde;o Worldpanel audita mais de 21.400 marcas nas cestas de bebidas, alimentos, latic&iacute;nios, sa&uacute;de &amp; beleza e cuidados com o lar.</span>&nbsp;</p>
<p class="BodyB" style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><strong><em>Brand Footprint</em></strong><strong>: o ranking das 50 Maiores Marcas</strong></span><br /><span style="font-size: x-small;"> O ranking anual da Kantar das 50 marcas de produtos de consumo massivo mais escolhidas do mundo revela quais marcas est&atilde;o tendo &ecirc;xito global, e oferece insights para ajudar as marcas de consumo massivo a definirem metas globais com maior precis&atilde;o e melhorarem o crescimento global de seus neg&oacute;cios.</span>&nbsp;</p>
<p class="BodyB" style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">Ele se distingue de outros rankings de marcas por fornecer informa&ccedil;&otilde;es baseadas no comportamento real do consumidor, ao inv&eacute;s de se basear na atitude. A m&eacute;trica <em>Consumer Reach Point</em> (ou CRP) constitui a base do ranking. Uma m&eacute;trica inovadora que mensura quantos domic&iacute;lios ao redor do mundo est&atilde;o comprando uma marca (penetra&ccedil;&atilde;o) e com que frequ&ecirc;ncia (escolha do consumidor), fornece uma representa&ccedil;&atilde;o verdadeira da escolha dos compradores.</span>&nbsp;</p>
<p class="BodyB" style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">Para acessar os rankings globais, regionais, por pa&iacute;ses e setores na &iacute;ntegra e um &iacute;ndice completo das marcas inclu&iacute;das no ranking das 50 Maiores Marcas Globais, por favor, acesse <a href="http://www.kantarworldpanel.com/brandfootprint">www.kantarworldpanel.com/brandfootprint</a></span>&nbsp;</p>
<p class="BodyB" style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Metodologia e escopo<br /> </strong>O ranking deste ano analisou mais de 21.400 marcas e 72% da popula&ccedil;&atilde;o global em 49 pa&iacute;ses em cinco continentes, nos 12 meses encerrando em novembro de 2018.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Cr&eacute;ditos</strong></span><br /><span style="font-size: x-small;"> A publica&ccedil;&atilde;o <em>Brand Footprint</em> &eacute; uma iniciativa da Kantar e o ranking &eacute; criado em colabora&ccedil;&atilde;o com a GfK na &Aacute;frica do Sul, Alemanha, &Aacute;ustria, B&eacute;lgica, Dinamarca, Eslov&aacute;quia, Hungria, It&aacute;lia, Pol&ocirc;nia, Rep&uacute;blica Tcheca, R&uacute;ssia e Su&eacute;cia, com a IRI nos EUA, com a Intage no Jap&atilde;o e com a CTR na China.</span></p>
<div><hr align="left" size="1" width="33%" />
<div style="text-align: justify;">
<p><span style="font-size: x-small;"><a title="" href="file:///C:/Users/cardosom/Documents/Giovanna/Releases/Kantar%20Worldpanel%20-%20Brand%20Footprint%20Global%20Press%20release%202019%20VF%201505.docx#_ftnref1">[1]</a> Penetra&ccedil;&atilde;o: % de domic&iacute;lios que compram a marca ao menos uma vez</span></p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><span style="font-size: x-small;"><a title="" href="file:///C:/Users/cardosom/Documents/Giovanna/Releases/Kantar%20Worldpanel%20-%20Brand%20Footprint%20Global%20Press%20release%202019%20VF%201505.docx#_ftnref2">[2]</a> Consumer Reach Points (CRP) &eacute; a m&eacute;trica da Kantar para classificar as marcas de maior sucesso atrav&eacute;s do n&uacute;mero de vezes que elas s&atilde;o escolhidas pelos consumidores durante o ano.</span></p>
</div>
<div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><a title="" href="file:///C:/Users/cardosom/Documents/Giovanna/Releases/Kantar%20Worldpanel%20-%20Brand%20Footprint%20Global%20Press%20release%202019%20VF%201505.docx#_ftnref3">[3]</a> Consumer Reach Points (CRP) &eacute; a m&eacute;trica da Kantar para classificar as marcas de maior sucesso atrav&eacute;s do n&uacute;mero de vezes que elas s&atilde;o escolhidas pelos consumidores durante o ano.</span></p>
</div>
</div>]]></description>
         <pubDate>Wed, 15 May 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Brand-Footprint-Global</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Hipersegmenta??o: mudan?a no perfil do consumidor]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Hipersegmenta??o:-mudan?a-no-perfil-do-consumidor</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O novo perfil do consumidor moderno, definido cada vez mais como conectado, exigente e em busca de experi&ecirc;ncias, impacta seu comportamento de compra dentro e fora do lar. Segundo levantamento da <strong>Kantar </strong>apresentado na APAS Show 2019, maior feira do setor de supermercados do mundo, o consumidor possui necessidades distintas dependendo da situa&ccedil;&atilde;o em que se encontra, seja o dia da semana, se est&aacute; ou n&atilde;o acompanhado e de acordo com a motiva&ccedil;&atilde;o da compra.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Todas essas diferen&ccedil;as criam um consumo espec&iacute;fico, o que gera uma hipersegmenta&ccedil;&atilde;o do mercado. Se antes os consumidores eram identificados atrav&eacute;s de grupos similares, como por exemplo, tradicional, fitness ou experimentador de inova&ccedil;&otilde;es, agora as decis&otilde;es s&atilde;o mais espec&iacute;ficas e podem variar de acordo com o momento, buscando pre&ccedil;o ou experi&ecirc;ncia de compra, por exemplo, de acordo com a ocasi&atilde;o. Isso impacta tamb&eacute;m as decis&otilde;es de compra e consumo dentro e fora do lar.</p>
<p style="text-align: justify;">Para exemplificar esse comportamento, foi feito um aprofundamento na categoria de refrigerantes. Notou-se que apesar de a bebida ter uma penetra&ccedil;&atilde;o mensal parecida dentro e fora do lar, o compartilhamento &eacute; bem diferente: 96,7% dividem o produto em casa, enquanto apenas 41,4% o partilham quando est&atilde;o fora. A presen&ccedil;a do refrigerante na mesa tamb&eacute;m muda de acordo com o dia da semana e o tipo de refei&ccedil;&atilde;o. O consumo dentro do lar &eacute; priorit&aacute;rio durante o jantar e aos finais de semana. Fora, &eacute; mais frequente durante os almo&ccedil;os de segunda a sexta-feira.</p>
<p style="text-align: justify;">Os consumidores tamb&eacute;m mudam seus h&aacute;bitos de consumo em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; produtos regulares e diet/light/zero. Em casa, as bebidas regulares (54%) s&atilde;o mais importantes do que as zero a&ccedil;&uacute;car (48%) nos finais de semana. Fora do lar, as op&ccedil;&otilde;es diet/light/zero representam 36,7% das vendas aos s&aacute;bados e domingos, contra 35,1% dos a&ccedil;ucarados.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, mesmo quem opta pelas bebidas sem a&ccedil;&uacute;car em determinadas ocasi&otilde;es, tamb&eacute;m compra produtos de categorias mais indulgentes em outros momentos. Seja dentro ou fora do lar, a cerveja &eacute; a principal escolha desses consumidores, e biscoitos e salgadinhos tamb&eacute;m tem participa&ccedil;&atilde;o relevante, principalmente fora do lar.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto ao formato, a garrafa pl&aacute;stica representa 95% no volume da bebida que chega aos lares contra 4,6% da embalagem de lata. Fora do lar, os n&uacute;meros variam: a lata equivale a 26% da fatia de mercado, enquanto 68% dos consumidores ficam com as garrafas pl&aacute;sticas.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Na hora de definir o sabor, a cola ainda &eacute; a estrela em todos os cen&aacute;rios. Dentro do lar, os refrigerantes de cola (28% de participa&ccedil;&atilde;o) s&atilde;o seguidos de perto pelo guaran&aacute; (27% de participa&ccedil;&atilde;o), especificamente em compras nos super e hipermercados. J&aacute; fora, a diferen&ccedil;a &eacute; maior, pois este tipo da bebida representa 58% das escolhas nas ocasi&otilde;es de impulso contra 20% do guaran&aacute;, 12% de laranja e 8% de lim&atilde;o.</p>
<p style="text-align: justify;">&ldquo;Fora do lar, as cantinas, cafeterias, padarias e docerias s&atilde;o os pontos priorit&aacute;rios para compra de refrigerantes. Dentro do lar, os hipermercados e supermercados ainda s&atilde;o os mais escolhidos. O shopper busca canais que se complementem de acordo com as necessidades de cada momento e isso &eacute; o que gera uma ocasi&atilde;o de compra.&rdquo;, analisa Deborah Maeda, Diretora de <em>Retail</em> da Kantar. &ldquo;&Eacute; essencial ter um sortimento adequado por canal para atender as mais diferentes necessidades dos clientes. As garrafas pet, por exemplo, s&atilde;o mais importantes para supermercados independentes, varejo tradicional, atacarejo e lojas de departamento. Os hipermercados s&atilde;o o principal canal para bebidas com sabor de uva e outras frutas. Os zero a&ccedil;&uacute;car s&atilde;o melhor cotados em hipermercados, supermercados de rede e lojas de departamento&rdquo;, complementa Deborah.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 10 May 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Hipersegmenta??o:-mudan?a-no-perfil-do-consumidor</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Webinar Revelados os novos rankings de Brand Footprint]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Webinar-Revelados-os-novos-rankings-de-Brand-Footprint</link>
         <description><![CDATA[<p><span>A edi&ccedil;&atilde;o deste ano de Brand Footprint e seu ranking global das marcas mais escolhidas de produtos de consumo massificados ser&atilde;o revelados no dia 15 de maio. </span><br /><br /><span> Neste webinar, Benjamin Cawthray, Diretor Global de Thought Leadership, discorrer&aacute; sobre as constata&ccedil;&otilde;es mais importantes, inclusive: </span></p>
<ul>
<li>Crescimento atrav&eacute;s da conquista de mais compradores como acionador prim&aacute;rio</li>
<li>Novas hist&oacute;rias de sucesso de marcas globais e locais ao redor do mundo</li>
<li>O ranking das 50 Marcas Mais Escolhidas globalmente</li>
<li>In&eacute;dito ranking das marcas no consumo out-of-home</li>
</ul>
<p><span><a href="https://event.on24.com/eventRegistration/EventLobbyServlet?target=reg20.jsp&amp;referrer=https%3A%2F%2Fwww.kantarworldpanel.com%2Fglobal%2FEvents%2FWebinar--Brand-Footprint-new-FMCG-ranking-revealed&amp;eventid=2001090&amp;sessionid=1&amp;key=C34DE407697E96CE948B5A01DE4E986B&amp;regTag=&amp;sourcepage=register"><strong>Olhe o webinar</strong> </a>e tenha uma vis&atilde;o mais detalhada das oportunidades de crescimento para sua marca no mercado de massificados.</span><span><br /></span></p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 09 May 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Webinar-Revelados-os-novos-rankings-de-Brand-Footprint</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Promo??es s?o relevantes para o crescimento incremental]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Promoes-so-relevantes-para-o-crescimento-incremental</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As promo&ccedil;&otilde;es t&ecirc;m grande import&acirc;ncia no crescimento global das empresas e marcas de bens de consumo. Um estudo da multinacional de pain&eacute;is de consumo Kantar em seis mercados &ndash; Brasil, M&eacute;xico, China Continental, Fran&ccedil;a, Espanha e Reino Unido - aponta que um em cada cinco d&oacute;lares gastos foram em produtos promocionados.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre os pa&iacute;ses analisados, o Brasil foi o que registrou o maior crescimento na import&acirc;ncia das promo&ccedil;&otilde;es, saltando de 10,7% em 2016 para 16,1% em 2018. Este movimento foi impulsionado principalmente pela desacelera&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica, que gerou um consumidor mais consciente de suas escolhas. Com isso, o atacarejo se consolidou nos &uacute;ltimos anos como principal destaque - em 2018, 1 em cada 2 lares brasileiros comprou no canal.</p>
<p style="text-align: justify;">O e-commerce tamb&eacute;m apresentou performance positiva globalmente, crescendo 15% em 2018. Por&eacute;m este r&aacute;pido movimento criou um mercado altamente competitivo em termos de promo&ccedil;&otilde;es, que agora representam mais de um ter&ccedil;o (36,1%) do valor total gasto no com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Manuela Bastian, Diretora de Expert Solutions da Kantar, a principal mudan&ccedil;a na &uacute;ltima d&eacute;cada foi o aumento do uso da tecnologia em promo&ccedil;&otilde;es, como, por exemplo, os programas de fidelidade personalizados. &ldquo;Os compradores brasileiros tendem a procurar promo&ccedil;&otilde;es. Quando encontram ofertas relevantes, acabam consumindo mais no canal e tornam-se mais leais, inclusive aumentando seus gastos&rdquo;, completa a executiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Globalmente os setores mais promocionados s&atilde;o sa&uacute;de e beleza e cuidados com o lar, e, especificamente no Brasil, o setor de latic&iacute;nios &eacute; t&atilde;o importante quanto sa&uacute;de e beleza para promo&ccedil;&otilde;es.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale ressaltar que o sucesso das promo&ccedil;&otilde;es s&oacute; &eacute; efetivo quando conseguem incentivar compras adicionais, as que n&atilde;o aconteceriam sem a a&ccedil;&atilde;o promocional. Esse "crescimento incremental&rdquo; &eacute; portanto a medida mais eficaz para analisar o desempenho de uma promo&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Muitas promo&ccedil;&otilde;es acabam canibalizando ou antecipando compras que j&aacute; aconteceriam de qualquer forma. A promo&ccedil;&atilde;o eficiente &eacute; aquela que consegue gerar um volume incremental, seja via maior volume por visita ou via uma nova ocasi&atilde;o de compra&rdquo;, finaliza Manuela.</p>
<p style="text-align: justify;">Saiba mais sobre o estudo assistindo o nosso <a href="https://www.kantarworldpanel.com/global/News/Generating-incremental-growth-through-promotions">webinar</a> ou fa&ccedil;a o download do report global, clicando no link &agrave; direita desta p&aacute;gina.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 26 Apr 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Promoes-so-relevantes-para-o-crescimento-incremental</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Consumer Thermometer]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumer-Thermometer</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A perspectiva de otimismo que se come&ccedil;ou a ser desenhada no segundo semestre de 2018 n&atilde;o conseguiu se manter nos primeiros momentos de 2019. Com a taxa de desemprego em alta &ndash; atingindo mais de 13 milh&otilde;es de pessoas -, e o atraso na aprova&ccedil;&atilde;o das reformas pol&iacute;ticas, o consumo apresentou desempenho negativo em fevereiro. &Eacute; o que aponta o Consumer Thermometer, elaborado pela Kantar. De acordo com o estudo, nos 12 meses terminados em fevereiro de 2019 houve queda de 1,3% nas unidades levadas para casa pelos brasileiros na compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo do ano anterior. Isso ocorre como consequencia de uma redu&ccedil;&atilde;o de 0,5% na frequencia de compras e 3,3% no volume m&eacute;dio levado por visita.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando analisado o acumulado do ano (janeiro + fevereiro), o decl&iacute;nio de unidades chega a 5,2% versus os mesmos meses de 2018. Frequ&ecirc;ncia e volume por viagem tamb&eacute;m se destacaram negativamente, com diminui&ccedil;&atilde;o de, respectivamente 2,2% e 5,7% no per&iacute;odo. No recorte dos tr&ecirc;s meses at&eacute; fevereiro de 2019, os &iacute;ndices negativos se repetem.&nbsp;&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/Latam/Brazil/Consumer_Thermometer/CT_1.png" alt="" width="580" height="321" /></p>
<p style="text-align: justify;">O recuo em unidades foi sentido em todas as classes sociais e tamb&eacute;m em todas as regi&otilde;es do pa&iacute;s, segundo demonstra o levantamento. A totalidade dos per&iacute;odos analisados apresentou queda para a classe AB e C. Apenas a DE conseguiu um ligeiro aumento de 1,6% nos 12 meses terminados em fevereiro na compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo do ano anterior. Na an&aacute;lise das regi&otilde;es, o Interior de S&atilde;o Paulo se destacou negativamente, perdendo 10,3% nos dois primeiros meses do ano.</p>
<p style="text-align: justify;"><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/Latam/Brazil/Consumer_Thermometer/CT_2.png" alt="" width="580" height="177" /></p>
<p style="text-align: justify;">Em rela&ccedil;&atilde;o aos canais, o atacarejo seguiu firme e forte como o grande destaque, com o porta a porta perdendo grande participa&ccedil;&atilde;o. Hipermercados, supermercado de conveni&ecirc;ncia e supermercado de vizinhan&ccedil;a tamb&eacute;m acumularam quedas.</p>
<p style="text-align: justify;"><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/Latam/Brazil/Consumer_Thermometer/CT_3.png" alt="" width="580" height="210" /></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Na an&aacute;lise das cestas, o Consumer Thermometer aponta que alimentos, bebidas, l&aacute;cteos, limpeza e higiene e beleza perderam penetra&ccedil;&atilde;o em todos os recortes estudados.</p>
<p style="text-align: justify;"><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/Latam/Brazil/Consumer_Thermometer/CT_4.png" alt="" width="580" height="188" /></p>
<p style="text-align: justify;">&ldquo;O cen&aacute;rio atual tem como protagonista um consumidor que, ainda em meio &agrave;s incertezas pol&iacute;ticas e econ&ocirc;micas e ainda impactado pela alta taxa desemprego, precisou retrair as compras. E isso n&atilde;o ocorreu apenas nas classes mais baixas, sendo sentida por todas as camadas da popula&ccedil;&atilde;o&rdquo;, analisa Giovanna Fischer, Diretora de Marketing e Insights da Kantar. &ldquo;Al&eacute;m diso, os consumidores continuam endividados, o que afeta ainda mais o potencial de consumo&rdquo;.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dados s&atilde;o do Worldpanel FMCG, que monitora os h&aacute;bitos e comportamento de compra de consumidores e shoppers em todo o Brasil.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 17 Apr 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumer-Thermometer</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Innovation for Growth]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Innovation-for-Growth</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Kantar, l&iacute;der global em an&aacute;lise de dados, insights e consultoria, divulgou em seu novo relat&oacute;rio, &ldquo;Innovation for Growth&rdquo; a import&acirc;ncia das inova&ccedil;&otilde;es para o crescimento de marcas e produtos atualmente. O estudo analisou todos os lan&ccedil;amentos feitos nos &uacute;ltimos dois anos em sete mercados, tanto desenvolvidos como em desenvolvimento: Reino Unido, Espanha, Alemanha, M&eacute;xico, Vietn&atilde;, China e Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;"><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/Latam/Brazil/Beauty/Innovation_for_Growth.jpg" alt="" width="580" height="261" /></p>
<p style="text-align: justify;">Neste estudo, a empresa selecionou os lan&ccedil;amentos que alcan&ccedil;aram pelo menos 1% de penetra&ccedil;&atilde;o no mercado, ou 500.000 fam&iacute;lias em um ano, totalizando em uma amostra de 1.825 SKU&rsquo;s em 44 categorias diferentes.</p>
<p style="text-align: justify;">O mercado de bens de consumo massivo vive uma &eacute;poca de estagna&ccedil;&atilde;o. Grandes players est&atilde;o encontrando dificuldades frente a empresas menores, que possuem mais agilidade de adapta&ccedil;&atilde;o em um ambiente que muda muito r&aacute;pido.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste contexto, a inova&ccedil;&atilde;o se torna uma estrat&eacute;gia priorit&aacute;ria para as marcas que desejam continuar a crescer e grandes empresas j&aacute; se movimentam frente a essa necessidade. A Nestl&eacute;, por exemplo, criou a Nestl&eacute; Research em Lausanne (com uma equipe de 800 pessoas) e a Kraft Heinz est&aacute; investindo 90 milh&otilde;es de euros no seu Centro Global de Excel&ecirc;ncia em Amsterd&atilde;.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Nossa especialista em Inova&ccedil;&atilde;o no Brasil, Manuela Bastian comenta: &ldquo;Mesmo n&atilde;o sendo f&aacute;cil lan&ccedil;ar um produto em um mercado cada vez mais competitivo, quando &eacute; bem sucedida, a inova&ccedil;&atilde;o tem o poder de impulsionar o crescimento. Por&eacute;m o desafio &eacute; que essa inova&ccedil;&atilde;o se mantenha no carrinho de compras ao longo do tempo.&rdquo;</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o estudo, apenas uma pequena parcela dos lan&ccedil;amentos conseguem de fato causar impacto positivo. Somente 1,7% ultrapassaram 1% de penetra&ccedil;&atilde;o (ou 500.000 lares) em um ano.</p>
<p style="text-align: justify;">No relat&oacute;rio das marcas mais escolhidas globalmente da Kantar,&nbsp; &ldquo;Brand Footprint&rdquo;, a empresa identificou como algumas das marcas que mais cresciam estavam utilizando a inova&ccedil;&atilde;o como uma ferramenta para impulsionar este movimento. Uma an&aacute;lise global mostra que Dove, por exemplo, foi uma das poucas marcas que cresceram no ano a ano, e isso ocorreu via inova&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s do lan&ccedil;amento da linha Baby Dove.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil temos um exemplo de uma marca local que se destacou trabalhando inova&ccedil;&otilde;es e lan&ccedil;amentos. A marca brasileira 3 Cora&ccedil;&otilde;es se tornou a terceira marca que mais cresceu, impulsionada por inova&ccedil;&otilde;es em categorias como leite aromatizado, achocolatado em p&oacute; e uma nova linha de cappuccino incluindo embalagens de dosagem &uacute;nica.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso refor&ccedil;a o poder das inova&ccedil;&otilde;es para impulsionar crescimento, por&eacute;m sempre pensando em medir a inova&ccedil;&atilde;o incremental, ou seja, n&atilde;o basta saber quantas unidades foram vendidas, &eacute; preciso saber se a nova compra agrega valor. A m&eacute;trica de sucesso desenvolvida pela Kantar, avalia o sucesso de um novo lan&ccedil;amento atrav&eacute;s do seu <span style="text-decoration: underline;">impacto na categoria</span>:&nbsp;</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Novos compradores</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Novas compras de lan&ccedil;amento via compradores que, de outra forma, n&atilde;o teriam comprado a categoria.&nbsp;&nbsp;</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Mudan&ccedil;as no volume</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Aumento/ diminui&ccedil;&atilde;o do volume da categoria comprado na transa&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Viagens inesperadas</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Transa&ccedil;&otilde;es em que um comprador tenha adicionado uma viagem de compra em sua rotina e comprou a categoria sem substitui&ccedil;&atilde;o de produto.&nbsp;</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Pre&ccedil;o mais alto</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Aumentar o valor da categoria incentivando os compradores a compr&aacute;-la a um pre&ccedil;o mais alto.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Existem dois tipos de impacto incremental que o estudo pode medir: valor para o fabricante e valor para a categoria como um todo.</p>
<p style="text-align: justify;">Valor para o fabricante</p>
<p style="text-align: justify;">10% dos top lan&ccedil;amentos ganharam 85% das vendas dos seus concorrentes, em contrapartida, 10% dos lan&ccedil;amentos menos efetivos, ganharam apenas 28% das vendas.</p>
<p style="text-align: justify;">Valor para a categoria</p>
<p style="text-align: justify;">Os n&uacute;meros mostram que, a longo prazo, aumentar o valor da categoria como um todo &eacute; mais estrat&eacute;gico do que roubar compradores dos concorrentes.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, n&atilde;o &eacute; uma tarefa f&aacute;cil. Dos 1.825 lan&ccedil;amentos analisados, 43% tiveram um impacto positivo nas vendas e 15,1% trouxeram um benef&iacute;cio significativo para a categoria &ndash; resultando em mais de 10% de crescimento da categoria no primeiro ano de lan&ccedil;amento.</p>
<p style="text-align: justify;">Por&eacute;m, &eacute; crucial notar que pouco mais da metade dos lan&ccedil;amentos (57%) trouxe impacto negativo para as vendas, destacando o qu&atilde;o dif&iacute;cil &eacute; a jornada de um novo produto.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os cases analisados no estudo, no Brasil destacou-se o do P&atilde;o Artesano, da Pullman, lan&ccedil;ado em mar&ccedil;o de 2017. Na vis&atilde;o da especialista Manuela Bastian, o produto representou uma grande inova&ccedil;&atilde;o para a categoria dos p&atilde;es fatiados, chegando &agrave;s prateleiras com um novo formato (fatias mais grossas) e se colocando como uma op&ccedil;&atilde;o &ldquo;caseira&rdquo;. A novidade trouxe nostalgia e criou o desejo por itens com caracter&iacute;sticas de &ldquo;feito em casa&rdquo;, passando a ser associado &agrave; reuni&atilde;o de fam&iacute;lia. Sua embalagem tamb&eacute;m inovou ao apostar em material fosco.</p>
<p style="text-align: justify;">A Kantar atrav&eacute;s de an&aacute;lises de inova&ccedil;&otilde;es de marca em todo o mundo, pode ajudar os seus clientes a definir categoria relevante/ benchmarks nacionais, medida contra esses benchmarks e - mais importante - medir a incrementalidade dos lan&ccedil;amentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Saiba mais sobre o estudo assistindo o nosso webinar ou fa&ccedil;a o download do report global, clicando no link &agrave; direita desta p&aacute;gina.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 10 Apr 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Innovation-for-Growth</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Produtos de higiene e beleza seguem aquecidos no Brasil]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Produtos-de-higiene-e-beleza-seguem-aquecidos-no-Brasil</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Enquanto o consumo no pa&iacute;s ainda tenta avan&ccedil;ar em passos t&iacute;midos, sendo diretamente impactado pelo aumento das d&iacute;vidas, renda informal e desemprego, a cesta de produtos voltados para higiene e beleza consegue se manter com n&iacute;veis positivos. De acordo com dados apurados pela Kantar, os brasileiros aumentaram a compra de itens de beauty &amp; care em 5% em 2018 na compara&ccedil;&atilde;o com o ano anterior. Em volume, no mesmo per&iacute;odo, a alta ficou em 1,3%. As demais cestas juntas apresentaram crescimento de 1,5% em valor e queda de 2,1% em volume.</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/Latam/Brazil/Beauty/BeautyCare1.jpg" alt="" width="580" height="373" /></p>
<p style="text-align: justify;">O que pode explicar o bom desempenho, de acordo com o levantamento, &eacute; o comportamento do brasileiro. O pa&iacute;s &eacute; l&iacute;der mundial na frequ&ecirc;ncia de banhos por semana. S&atilde;o 12 localmente versus 6 na Europa. No Brasil, por exemplo, o sabonete em barra est&aacute; presente em 99% dos lares, na Gr&atilde;-Bretanha o &iacute;ndice &eacute; de 32% - por l&aacute;, o sabonete l&iacute;quido faz mais sucesso, com 75% de penetra&ccedil;&atilde;o. A presen&ccedil;a de shampoo e p&oacute;s shampoo com penetra&ccedil;&atilde;o de, respectivamente, 91% e 88%, revela que os cabelos s&atilde;o os queridinhos dos brasileiros.</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/Latam/Brazil/Beauty/BeautyCare2.jpg" alt="" width="580" /></p>
<p style="text-align: justify;">Declarando em sua maioria ter fios lisos (34,3%) ou ligeiramente ondulados (27,4%), os consumidores buscam nas prateleiras itens que apresentem boa rela&ccedil;&atilde;o pre&ccedil;o &ndash; qualidade (64%) e tamb&eacute;m uma fragr&acirc;ncia agrad&aacute;vel (60%). &ldquo;A an&aacute;lise dos dados nos apresenta um shopper guiado cada vez mais por escolhas inteligentes. O pre&ccedil;o, que em um cen&aacute;rio de incertezas, poderia ser um fator determinante para a escolha, n&atilde;o supera o desejo por um item de qualidade e que traga benef&iacute;cios extras, como o perfume&rdquo;, analisa Giovanna Fischer, Diretora de Marketing e Insights da Kantar.</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/Latam/Brazil/Beauty/BeautyCare3.jpg" alt="" width="580" height="359" /></p>
<p style="text-align: justify;">Seguindo a tend&ecirc;ncia de escolhas mais conscientes, os cuidados com os cabelos se tornam cada vez mais simples e naturais no Brasil. A penetra&ccedil;&atilde;o semanal de uso de secador, por exemplo, era de 16% em 2014. Tr&ecirc;s anos depois, o &iacute;ndice foi a 12%. Produtos como shampoo com baixo sulfato &ndash; com menos detergente e, portanto, que resseca menos os fios &ndash; j&aacute; foi usado ou &eacute; objeto de desejo de 67% dos brasileiros. N&atilde;o por acaso, os dados apontam que a penetra&ccedil;&atilde;o de produtos para procedimentos capilares caiu: alisantes perderam 2 pontos percentuais na compara&ccedil;&atilde;o de 2018 com o ano anterior. No mesmo per&iacute;odo, tintura para cabelo teve queda de 3 pontos percentuais.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Acostumados a mixar canais &ndash; s&atilde;o 7 para a compra da cesta de FMCG, os produtos de consumo massivo -, o brasileiro usa em m&eacute;dia 5 canais para se abastecer de itens de higiene e beleza, sendo que o varejo tradicional segue como o mais importante.</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/Latam/Brazil/Beauty/BeautyCare4.jpg" alt="" width="580" height="316" /></p>
<p style="text-align: justify;">Os dados s&atilde;o do Worldpanel FMCG e Worldpanel Usage Personal Care, que monitora os h&aacute;bitos, comportamento de compra e uso de consumidores e shoppers 360&ordm; em todo o Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 05 Apr 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Produtos-de-higiene-e-beleza-seguem-aquecidos-no-Brasil</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Mudan?a de h?bito do consumidor brasileiro]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Mudana-de-hbito-do-consumidor-brasileiro</link>
         <description><![CDATA[<p>Itens considerados mais saud&aacute;veis, como a&ccedil;&uacute;car demerara e produtos zero lactose ganham espa&ccedil;o.</p>
<p>Seguindo a tend&ecirc;ncia mundial por uma rotina mais saud&aacute;vel, o brasileiro est&aacute; mudando seus h&aacute;bitos alimentares dentro de casa. De acordo com dados levantados pela Kantar Worldpanel, 27% dos lares declaram ter feito mudan&ccedil;as na alimenta&ccedil;&atilde;o, aumentando o consumo de frutas, sucos naturais e diminuindo o consumo de carne vermelha, a&ccedil;&uacute;car e refrigerante, por exemplo.</p>
<p>Em linha com essa tend&ecirc;ncia o estudo revela que 389 mil domic&iacute;lios deixaram de comprar a&ccedil;&uacute;car refinado no ano passado. Presente em 51,8% dos lares, o produto teve queda de 0,4% em volume e 19% em valor na compara&ccedil;&atilde;o com 2017. Por outro lado, a vers&atilde;o demerara, menos refinada e sem aditivo qu&iacute;mico, saltou de 6,9% para 10,6% de penetra&ccedil;&atilde;o no mesmo per&iacute;odo, ou seja, ganhou mais de 2 milh&otilde;es de domic&iacute;lios compradores em 2018. Volume e valor tamb&eacute;m se destacaram positivamente, com alta de, respectivamente, 50,4% e 44,8%.</p>
<p>Ainda com forte presen&ccedil;a no pa&iacute;s, as carnes tamb&eacute;m foram impactadas pelos novos comportamentos dos consumidores. Todas &ndash; bovina, frango e su&iacute;na &ndash; apresentaram queda de volume em 2018 na compara&ccedil;&atilde;o com o ano anterior. No entanto, dos lares que declaram ter feito mudan&ccedil;as nos h&aacute;bitos alimentares, 50% deles dizem ter diminu&iacute;do o consumo das carnes vermelhas.</p>
<p>Entrando na casa de 97% da popula&ccedil;&atilde;o, os refrigerantes tamb&eacute;m viram o n&uacute;mero de compradores cair de 2017 para 2018: 222 mil domic&iacute;lios deixaram de colocar a bebida na despensa. O mesmo ocorreu com o leite UHT, que perdeu 611 mil lares no per&iacute;odo. Por outro lado, produtos zero lactose come&ccedil;am a ganhar for&ccedil;a. De acordo com a pesquisa, 20% das fam&iacute;lias j&aacute; compraram algum produto zero lactose. A categoria de leites sem lactose, por exemplo, cresceu 7,9% em volume e 12,6% em valor.</p>
<p>&ldquo;J&aacute; faz algum tempo que a saudabilidade tem sido um fator importante na hora das compras n&atilde;o s&oacute; no Brasil, mas em todo o mundo. Agora, o movimento ganha mais for&ccedil;a. A entrada de produtos como o a&ccedil;&uacute;car demerara e zero lactose na lista de compras revela um consumidor mais atento e alinhado &agrave;s preocupa&ccedil;&otilde;es globais com a sa&uacute;de&rdquo;, afirma Giovanna Fischer, Diretora de Marketing e Consumer Insights da Kantar Worldpanel.</p>
<p>Fa&ccedil;a o download do infogr&aacute;fico com dados adicionais sobre o estudo clicando no link &agrave; direita desta p&aacute;gina.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 29 Mar 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Mudana-de-hbito-do-consumidor-brasileiro</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Kantar se torna uma marca ?nica]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Kantar-se-torna-uma-marca-nica</link>
         <description><![CDATA[<p><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">A Kantar, maior empresa de dados, insights e consultoria do mundo, anunciou que a partir do pr&oacute;ximo dia 2 de abril, ter&ccedil;a-feira, todos os seus servi&ccedil;os ser&atilde;o entregues sob uma &uacute;nica marca: Kantar. Com isso, as outras marcas operacionais n&atilde;o ser&atilde;o mais utilizadas. </span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">&ldquo;A mudan&ccedil;a em nosso branding reflete as transforma&ccedil;&otilde;es que j&aacute; est&atilde;o acontecendo dentro da empresa e &eacute; movida pelo desejo de gerar simplicidade, escala e impacto para nossos clientes. Esta altera&ccedil;&atilde;o facilitar&aacute; o entendimento de todos os servi&ccedil;os da Kantar, melhorando o trabalho em conjunto. Assim, teremos menos obst&aacute;culos para a co-cria&ccedil;&atilde;o e colabora&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m de mais facilidade para a constru&ccedil;&atilde;o de novas plataformas e ofertas necessidades de nossos clientes&rdquo;, comentou Eric Salama, CEO global da Kantar, sobre a estrat&eacute;gia da nova marca.</span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">A novidade est&aacute; em linha com iniciativas adotadas recentemente pela Kantar, que incluem:</span></p>
<ul>
<li><span style="font-size: small;">&middot;</span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <span style="font-family: Calibri; font-size: small;">O lan&ccedil;amento da Kantar Marketplace, uma nova loja online de insights que oferece pesquisas e insights on-demand.</span></li>
<li><span style="font-size: small;">&middot;</span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Os novos Brand Guidance Systems da Kantar que integram de maneira inteligente os resultados de pesquisa com dados de search, social, vendas, m&iacute;dia e comportamentais para fornecer insights acion&aacute;veis para otimizar o desempenho da marca ou da campanha.</span></li>
<li><span style="font-size: small;">&middot;</span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <span style="font-family: Calibri; font-size: small;">A integra&ccedil;&atilde;o de big data, intelig&ecirc;ncia artificial e recursos anal&iacute;ticos de toda a empresa, que desencadeia insights mais completos para impulsionar o crescimento dos neg&oacute;cios.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Mandy Pooler, CMO da Kantar, complementou: &ldquo;a Kantar entende cada vez mais como as pessoas pensam, sentem, compram, votam e consomem m&iacute;dia como nenhuma outra empresa. Simplificar nossa estrat&eacute;gia de marca &eacute; s&uacute;til, mas importante para a nossa evolu&ccedil;&atilde;o e miss&atilde;o &ndash; inspirar as principais companhias e organiza&ccedil;&otilde;es do mundo ao proporcionar a compreens&atilde;o mais completa das dos seus p&uacute;blicos e seus consumidores&rdquo;.</span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">&nbsp;</span></p>
<p><strong><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Nota do Editor:</span></strong></p>
<p>1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<span style="font-size: small;">&nbsp; A mudan&ccedil;a afetar&aacute; toda a Kantar Media, exceto a Kantar IBOPE Media, que continuar&aacute; a operar com o nome atual da marca at&eacute; novo aviso.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-size: small;">2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; As marcas que n&atilde;o ser&atilde;o mais utilizadas s&atilde;o:&nbsp; Kantar Consulting, Kantar Health, Kantar IMRB, Kantar Media, Kantar Millward Brown, Kantar Public, Kantar TNS, Kantar Worldpanel, Lightspeed.</span></p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 19 Mar 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Kantar-se-torna-uma-marca-nica</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Brasileiro fez menos compras de itens b?sicos em 2018]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Brasileiro-fez-menos-compras-de-itens-bsicos-em-2018-consumo-fora-do-lar-foi-ainda-mais-impactado-</link>
         <description><![CDATA[<p>A escolha do novo presidente e a melhora de indicadores econ&ocirc;micos aliados ao aumento da confian&ccedil;a dos brasileiros no fim do ano n&atilde;o conseguiram reverter o desempenho negativo das compras de itens b&aacute;sicos (FMCG) no ano passado. De acordo com o Consumer Insights, elaborado pela Kantar, o consumo n&atilde;o cresceu em 2018, apresentando queda de 2,1% em toneladas e aumento t&iacute;mido de 1,5% em valor na compara&ccedil;&atilde;o com 2017. Al&eacute;m disso, houve diminui&ccedil;&atilde;o na frequ&ecirc;ncia de compra de 2%, o que significa que as fam&iacute;lias fizeram uma visita a menos ao ponto de venda a cada seis meses. Diferentemente de anos anteriores, quando a frequ&ecirc;ncia ca&iacute;a e o volume m&eacute;dio por visita aumentava, no ano passado a frequ&ecirc;ncia caiu enquanto o volume m&eacute;dio ficou est&aacute;vel.&nbsp;</p>
<p>Na an&aacute;lise do consumo fora do lar, que representa quase a metade dos gastos, a queda foi ainda maior: 2,4% em valor e 3,7% em volume nos 12 meses terminados em novembro de 2018 na compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo do ano anterior.</p>
<p>No entanto, de acordo com o estudo, o cen&aacute;rio inst&aacute;vel n&atilde;o impediu o aumento de categorias consideradas premium dentro dos lares, como molho para salada, sobremesa pronta, azeite, leite fermentado, massa fresca, batata congelada, suco congelado, ch&aacute; pronto e cerveja.</p>
<p>J&aacute; categorias consideradas menos relevantes, entre elas, tintura para cabelos, bebida de soja, ado&ccedil;ante, bronzeador/protetor solar, sapon&aacute;ceos, caldos, alvejantes sem cloro e cloro, perderam penetra&ccedil;&atilde;o nos domic&iacute;lios. Fora de casa, cresceram caf&eacute;, cerveja e refrigerantes, enquanto que bebida &agrave; base de soja, barra de cereal e sorvete diminu&iacute;ram suas presen&ccedil;as.</p>
<p>Em rela&ccedil;&atilde;o aos canais utilizados pelos consumidores, a Kantar detectou que o brasileiro foi de 5 em 2013 para 7 no ano passado. Mais uma vez, o atacarejo se destacou, consolidando-se como o canal favorito no pa&iacute;s em 2018, crescendo 3,7 pontos de penetra&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o a 2017, enquanto porta a porta teve queda de 5 p.p., seguido por hipermercados e super de vizinhan&ccedil;a que, respectivamente, encolheram 3 e 2,3 p.p.</p>
<p>No quesito cestas, perec&iacute;veis e mercearia doce foram os grandes destaques do ano, aumentando o volume em 3,9% e 2,8%, respectivamente, impulsionado por biscoitos, refrigerados e leite fermentado.</p>
<p>&nbsp;A an&aacute;lise aponta ainda que no &uacute;ltimo trimestre, momento do aumento da confian&ccedil;a da popula&ccedil;&atilde;o, o consumo se mostrou est&aacute;vel na compara&ccedil;&atilde;o com os tr&ecirc;s meses anteriores &ndash; em unidades, o &iacute;ndice ficou em 102 nos dois per&iacute;odos, enquanto que em toneladas foi de 97 para 98.</p>
<p>&ldquo;O ano passado nos apresentou um consumidor que manteve o mesmo n&uacute;mero de categorias no seu carrinho de compras, mas que escolheu mais seus produtos. Por causa das incertezas causadas pelas instabilidades econ&ocirc;micas e pol&iacute;ticas, o brasileiro optou por fazer mais refei&ccedil;&otilde;es em casa, no entanto, elegendo itens mais sofisticados. Al&eacute;m disso, a redu&ccedil;&atilde;o da frequ&ecirc;ncia de idas ao ponto de venda, fez com que as compras fossem mais espec&iacute;ficas e que mais canais entrassem na rotina dos compradores&rdquo;, analisa Giovanna Fischer, Diretora de Marketing e Consumer Insights da Kantar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Saiba mais sobre o estudo assistindo o nosso <a href="https://event.on24.com/wcc/r/1943600/051563B563CD284B380A86ECDC65C326">webinar</a> ou fa&ccedil;a o download dos artigos, em portugu&ecirc;s ou ingl&ecirc;s, clicando no link &agrave; direita desta p&aacute;gina.</p>
<p>Al&eacute;m disso, n&atilde;o hesite em entrar em contato com nossa especialista <a href="https://www.kantarworldpanel.com/br/about-us/Nossos-Experts/Giovanna-Fischer">Giovanna Fischer</a> para saber mais detalhes sobre o estudo.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 13 Mar 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Brasileiro-fez-menos-compras-de-itens-bsicos-em-2018-consumo-fora-do-lar-foi-ainda-mais-impactado-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Consumo de chocolate na P?scoa cresce entre brasileiros]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumo-de-chocolate-na-Pscoa-cresce-entre-brasileiros</link>
         <description><![CDATA[<p>Ap&oacute;s retra&ccedil;&atilde;o em 2017, a P&aacute;scoa do ano passado trouxe novas oportunidades ao mercado. O consumo de chocolates e ovos mostrou recupera&ccedil;&atilde;o em 2018, atraindo novos compradores no per&iacute;odo. De acordo com dados da Kantar Worldpanel, mais 37 milh&otilde;es de lares compraram chocolates durante os meses de mar&ccedil;o e abril de 2018.</p>
<p>Ovos de P&aacute;scoa e chocolates juntos tiveram uma penetra&ccedil;&atilde;o de 67,4% dos domic&iacute;lios em 2018 versus 62,8% no ano anterior. Apesar de ainda n&atilde;o ter recuperado os patamares de 2014, o crescimento se deu principalmente pelo consumo dos chocolates regulares, que conquistaram +3,2 milh&otilde;es de novos domic&iacute;lios no per&iacute;odo, enquanto os ovos de P&aacute;scoa, apenas +840 mil, mantendo consumo relativamente est&aacute;vel e ainda muito abaixo dos anos anteriores.</p>
<p>Isto porque para manter a tradi&ccedil;&atilde;o, as fam&iacute;lias est&atilde;o fazendo escolhas mais racionais e v&ecirc;m buscando novos caminhos como smart shoppers. &ldquo;A compra de chocolates no per&iacute;odo j&aacute; &eacute; uma tradi&ccedil;&atilde;o entre os brasileiros. Independentemente do formato da guloseima, ela marca presen&ccedil;a de uma forma ou de outra nos lares. Uma das sa&iacute;das encontradas pelos consumidores &eacute; mixar chocolates e ovos para manter o consumo, j&aacute; que por exemplo, o pre&ccedil;o m&eacute;dio por kilo da caixa de bombom &eacute; de R$ 26,30 versus R$ 122,60 do pre&ccedil;o m&eacute;dio por kilo do ovo, analisa Giovanna Fischer, Diretora de Marketing e Consumer Insights da Kantar Worldpanel.</p>
<p>O levantamento mostrou que a mudan&ccedil;a de comportamento foi sentida em altera&ccedil;&otilde;es nos formatos consumidos e nos pontos de venda. A caixa de bombons sortida foi a estrela contribuindo sozinha com 21% do crescimento de 31% da categoria na P&aacute;scoa 2018. Tamb&eacute;m contribuem positivamente os tabletes regulares (3%), snacks (2%) e cobertura (2%). Em termos de canais, quem se destaca s&atilde;o presentes, que contribuem com 23% deste crescimento.</p>
<p>Neste cen&aacute;rio, total ovos contribui com uma retra&ccedil;&atilde;o de 0,4% e o &uacute;nico canal que cresce &eacute; chocolaterias, em detrimento de supermercados que perderam espa&ccedil;o no segmento.</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/Latam/Brazil/Site/Pascoa.png" alt="" width="600" height="867" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fa&ccedil;a o download do nosso infogr&aacute;fico de P&aacute;scoa clicando no link &agrave; direita desta p&aacute;gina.</p>
<p>Al&eacute;m disso, n&atilde;o hesite em entrar em contato com nossa especialista&nbsp;<a href="https://www.kantarworldpanel.com/br/about-us/Nossos-Experts/Giovanna-Fischer">Giovanna Fischer</a>&nbsp;para saber mais detalhes sobre o estudo.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 08 Mar 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumo-de-chocolate-na-Pscoa-cresce-entre-brasileiros</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Brasileiro gasta mais com cerveja durante o Carnaval]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Brasileiro-gasta-mais-com-cerveja-durante-o-Carnaval</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante os dias de folia, os brasileiros t&ecirc;m por h&aacute;bito gastar mais com cerveja em compara&ccedil;&atilde;o com os mesmos dias nos demais meses do ano. De acordo com dados da Kantar Worldpanel, enquanto que o gasto m&eacute;dio domiciliar com a bebida ficou em R$ 36,18 por m&ecirc;s no ano passado, em fevereiro o valor subiu para R$ 42,87. Ao analisamos as classes separadamente, a DE &eacute; a que mais cresce, 26%.</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/Latam/Brazil/Site/Site_3.png" alt="" width="515" height="108" /></p>
<p><strong>Total/ Classe AB/ Classe C/ Classe DE</strong></p>
<p>Ainda segundo a empresa, 17% dos domic&iacute;lios compraram a bebida em &eacute;poca de Carnaval no ano passado. Todas as classes ganham lares compradores no per&iacute;odo, com o faturamento da categoria chegando a ser 44% maior do que o resto do ano. Entre a classe DE, o &iacute;ndice ultrapassa os 50%.</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/Latam/Brazil/Site/Site_4.png" alt="" width="547" height="300" /></p>
<p>&ldquo;A cerveja, que atualmente est&aacute; presente em mais de 63% dos lares brasileiros e volta a ganhar novos domic&iacute;lios consumidores, segue um dos produtos mais alinhados com as comemora&ccedil;&otilde;es e festas no pa&iacute;s.&rdquo;, analisa Giovanna Fischer, Diretora de Marketing e Consumer Insights da Kantar Worldpanel.</p>
<p>Os refrigerantes tamb&eacute;m fazem sucesso no Carnaval, revela o levantamento. O gasto m&eacute;dio por lar passa de R$12,06, m&eacute;dia mensal de 2018, para R$ 13,29, &eacute;poca da folia. Mais uma vez, a classe DE &eacute; a que mais aumentou o gasto: 15%.&nbsp;</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/Latam/Brazil/Site/Site_5.png" alt="" width="569" height="200" /></p>
<p>O faturamento de refrigerantes tamb&eacute;m cresceu em todas as classes, com a DE atingindo 25%, seguida pela classe AB (23%) e C (19%).</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/Latam/Brazil/Site/Site_6.png" alt="" width="530" height="300" /></p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 01 Mar 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Brasileiro-gasta-mais-com-cerveja-durante-o-Carnaval</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Crian?as ganham cada vez mais import?ncia no consumo]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Crianas-ganham-cada-vez-mais-importncia-no-consumo</link>
         <description><![CDATA[<p>Quase 17% da popula&ccedil;&atilde;o da Grande S&atilde;o Paulo, as crian&ccedil;as t&ecirc;m cada vez mais import&acirc;ncia no consumo dentro dos lares da capital brasileira. De acordo com dados do painel Usage Foods &amp; Beverages, elaborado pela Kantar Worldpanel, pequenos de at&eacute; 12 anos foram respons&aacute;veis por 3,2 bilh&otilde;es de ocasi&otilde;es de consumo na regi&atilde;o metropolitana de S&atilde;o Paulo nos 12 meses terminados em junho de 2018. De todos os momentos de consumo realizados no lar (caf&eacute; da manh&atilde;, almo&ccedil;o, jantar, lanches entre as refei&ccedil;&otilde;es, ceia), a faixa et&aacute;ria responde por 17,4% deles. No mesmo per&iacute;odo de 2017, o &iacute;ndice era de 16,9%.</p>
<p>&nbsp;A relev&acirc;ncia dos pequenos &eacute; tanta que s&atilde;o eles os principais respons&aacute;veis pela retomada do crescimento de penetra&ccedil;&atilde;o de iogurtes nos domic&iacute;lios, j&aacute; que optam pelo produto no caf&eacute; da manh&atilde; (28,7%) e tamb&eacute;m no lanche da tarde (37,8%). N&atilde;o por acaso, a categoria de refrigerados l&aacute;cteos marca presen&ccedil;a em mais de 163 milh&otilde;es de ocasi&otilde;es de consumo das crian&ccedil;as &ndash; quase 60% da categoria est&aacute; concentrada em indiv&iacute;duos de at&eacute; 12 anos. Ainda segundo a Kantar Worldpanel, o petit suisse &eacute; mais popular entre as crian&ccedil;as mais jovens, at&eacute; 6 anos, enquanto que o&nbsp;leite fermentado j&aacute; se concentra n&atilde;o apenas em crian&ccedil;as at&eacute; 6 anos mas, inclusive, abrangendo as crian&ccedil;as de 7 a 12 anos. Al&eacute;m disso, o leite fermentado veio ganhando import&acirc;ncia no share of stomach dos pequenos ao longo do tempo, na compara&ccedil;&atilde;o dos 12 meses terminados em junho de 2018 versus o mesmo per&iacute;odo de 2017. H&aacute;bito e saudabilidade s&atilde;o apontados como os principais atributos que levam ao consumo dos refrigerados pela garotada.</p>
<p>&nbsp;Algumas categorias maduras como biscoitos, maionese e sucos prontos perderam espa&ccedil;o nos domic&iacute;lios com crian&ccedil;as no per&iacute;odo analisado, enquanto que iogurtes e sobremesas prontas permaneceram com os n&iacute;veis de penetra&ccedil;&atilde;o est&aacute;veis. Por outro lado, petit suisse, leite fermentado, bolo pronto, leite em p&oacute; e cream cheese registraram ganho de compradores. Os dados apurados apontam ainda que produtos de maior valor agregado e com atributos como praticidade, conveni&ecirc;ncia e sabor est&atilde;o cada vez mais dentro dos lares com pequenos no Brasil.</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/Latam/Brazil/Site/Site_1.png" alt="" width="600" height="193" /></p>
<p>&nbsp;&ldquo;Lares com crian&ccedil;as possuem uma alimenta&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica, com produtos que se adaptam a cada ocasi&atilde;o. Vemos escolhas sendo feitas, com alguns itens sendo priorizados e outros saindo da cesta. &Eacute; essencial entender os atributos e os benef&iacute;cios que direcionam essas escolhas&rdquo;, afirma Giovanna Fischer, Diretora de Marketing e Consumer Insights da Kantar Worldpanel.</p>
<p>&nbsp;<strong>Refrigerados l&aacute;cteos</strong></p>
<p>Com cerca de 21 milh&otilde;es de indiv&iacute;duos, a Grande S&atilde;o Paulo apresenta a maior penetra&ccedil;&atilde;o de produtos refrigerados l&aacute;cteos do pa&iacute;s, estando na geladeira de 97,6% dos domic&iacute;lios em&nbsp;um ano.&nbsp; Seus principais consumidores s&atilde;o shoppers de at&eacute; 29 anos e entre 40 e 49 anos, sendo que 45% do volume &eacute; comprado pelas classes mais altas -&nbsp; A/B (45,3%) e C (48%). J&aacute; a DE responde por apenas 6,7%.</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/Latam/Brazil/Site/Site_2.png" alt="" width="600" height="338" /></p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 27 Feb 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Crianas-ganham-cada-vez-mais-importncia-no-consumo</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Sa?de e bem-estar norteiam os h?bitos alimentares]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Sade-e-bem-estar-norteiam-os-hbitos-alimentares</link>
         <description><![CDATA[<p>Em meio &agrave;s mudan&ccedil;as nos h&aacute;bitos de consumo e levando-se em conta as diferen&ccedil;as entre os pa&iacute;ses e suas culturas, alimentos e bebidas t&ecirc;m sido escolhidos, globalmente, por dois crit&eacute;rios: saudabilidade e bem-estar. &Eacute; o que aponta o relat&oacute;rio <em><strong>Eat, Drink &amp; Be Healthy</strong></em>, elaborado pela Kantar Worldpanel e que analisa oito mercados globais - Reino Unido, Espanha, M&eacute;xico, Portugal, China Continental, Fran&ccedil;a, Brasil e Estados Unidos. De acordo com o levantamento, o lanche saud&aacute;vel est&aacute; em alta, mesmo com as pessoas se alimentando cada vez menos em casa. A fruta fresca, por exemplo, aumentou sua presen&ccedil;a na mesa dos consumidores, enquanto que o caf&eacute; da manh&atilde; segue sendo a principal refei&ccedil;&atilde;o feita nos lares mundialmente.</p>
<p><strong>Queda de alimenta&ccedil;&atilde;o em casa<img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/Latam/Brazil/Usage/1.png" alt="" width="700" height="269" /></strong></p>
<p>Com as refei&ccedil;&otilde;es principais ficando mais simples e leves, al&eacute;m da diminui&ccedil;&atilde;o do consumo de prote&iacute;na animal, o n&uacute;mero de pratos servidos no almo&ccedil;o e jantar registrou queda de 6% em 2018. As escolhas baseadas na sa&uacute;de e bem-estar impactaram tamb&eacute;m na amplia&ccedil;&atilde;o do mercado de bebidas, com op&ccedil;&otilde;es como sucos e smoothies ganhando espa&ccedil;o frente aos produtos de grandes marcas.</p>
<p>Quando se compara<span style="text-decoration: line-through;">ra</span> o n&uacute;mero de ocasi&otilde;es semanais de consumo de alimentos e bebidas em casa, h&aacute; dois grupos distintos: pa&iacute;ses onde as pessoas se alimentam no domic&iacute;lio tr&ecirc;s vezes por dia e aqueles em que as pessoas s&oacute; o fazem duas vezes. O snacking &ndash; o lanche feito no intervalo das refei&ccedil;&otilde;es principais &ndash; &eacute; o fator mais relevante para o entendimento das diferen&ccedil;as entre os mercados. O h&aacute;bito de petiscar &eacute; quase tr&ecirc;s vezes maior no Reino Unido, onde as pessoas comem em casa tr&ecirc;s vezes por dia, do que na Fran&ccedil;a, onde a frequ&ecirc;ncia &eacute; de duas vezes.</p>
<p><strong><br />Varia&ccedil;&atilde;o de ocasi&otilde;es de alimenta&ccedil;&atilde;o em casa</strong></p>
<p><strong><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/Latam/Brazil/Usage/2.png" alt="" width="500" height="497" /></strong></p>
<p>A diminui&ccedil;&atilde;o do consumo em casa pode impactar o caf&eacute; da manh&atilde;, almo&ccedil;o e jantar, mas isso n&atilde;o vale para as ocasi&otilde;es de lanches. Enquanto o n&uacute;mero global de refei&ccedil;&otilde;es em casa despencou 36 milh&otilde;es entre 2014 e 2018 - um decl&iacute;nio de 2% em caf&eacute; da manh&atilde;, almo&ccedil;o e jantar &ndash; os snacks cresceram. Com pessoas fazendo menos refei&ccedil;&otilde;es principais, especialmente no hor&aacute;rio de almo&ccedil;o e jantar, houve um aumento de 0,5% no consumo dos lanches/petiscos, comportamento que &eacute; tend&ecirc;ncia no mundo todo e que ocorre, em sua maioria, &agrave; tarde e depois do jantar.</p>
<p>Em todos os pa&iacute;ses analisados, o prazer &eacute; o principal motivador do consumo em casa. No entanto, a depender do per&iacute;odo do dia o comportamento muda. A sa&uacute;de tem mais import&acirc;ncia nas manh&atilde;s. No Brasil, 59% das ocasi&otilde;es no meio da manh&atilde; s&atilde;o dominados por frutas, e a categoria tamb&eacute;m ocupa mais da metade dessas ocasi&otilde;es em Portugal e Espanha. Enquanto o dia passa, os consumidores tornam-se mais indulgentes - com chocolate sendo 27% dos snacks ap&oacute;s o jantar na Fran&ccedil;a, enquanto que os portugueses preferem degustar biscoitos (31%) neste momento. No entanto, a fruta continua a ser o item mais consumido nas ocasi&otilde;es de snacks em todos os pa&iacute;ses, mas sua ingest&atilde;o ainda est&aacute; longe das recomenda&ccedil;&otilde;es nutricionais de &oacute;rg&atilde;os de sa&uacute;de. Consumidores no Reino Unido, por exemplo, consomem suco de frutas ou frutas menos de cinco vezes por semana.</p>
<p>&ldquo;A alimenta&ccedil;&atilde;o &eacute; uma das maiores manifesta&ccedil;&otilde;es culturais de um pa&iacute;s, de uma sociedade. Vemos que no Brasil temos uma singularidade de pratos, rituais e ingredientes que nos diferenciam e nos abrem espa&ccedil;o para oportunidades de neg&oacute;cio espec&iacute;ficas. Vemos temas globais &ndash; como a saudabilidade &ndash; sustentando sua relev&acirc;ncia, por&eacute;m cada mercado se apropria disso de forma diferente, com produtos diferentes.&rdquo; comentou Alain Enya, Out of Home &amp; Usage Manager, da Kantar Worldpanel.</p>
<p><strong><br /><br />Fruta domina ocasi&otilde;es de snacks<img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/Latam/Brazil/Usage/3.png" alt="" width="300" height="499" /></strong></p>
<p>O fato de o caf&eacute; da manh&atilde; ser a refei&ccedil;&atilde;o mais importante globalmente n&atilde;o quer dizer, no entanto, que ele signifique a mesma coisa em todos os mercados. Na China continental, por exemplo, ele ocorre entre 6h e 7h, j&aacute; na Fran&ccedil;a e Reino Unido, &agrave;s 7h. Espanh&oacute;is e mexicanos fazem a refei&ccedil;&atilde;o mais tarde, respectivamente, entre 8h e 9h e 9h e 10h. O dinheiro e o tempo empregado tamb&eacute;m s&atilde;o diferentes. Espanha, Fran&ccedil;a e o Reino Unido gastam menos de 10 minutos preparando o caf&eacute; da manh&atilde; em um dia normal, mas s&atilde;o os espanh&oacute;is que pagam mais pela ocasi&atilde;o, &euro; 1,60. Mexicanos levam mais de 18 minutos para fazer seu caf&eacute; da manh&atilde; - mais que o dobro do tempo de qualquer pa&iacute;s ocidental. Mas o que eles perdem em tempo, ganham em custo, gastando apenas 0,30 &euro; em cada ocasi&atilde;o.</p>
<p><strong>Caf&eacute; da manh&atilde; em casa</strong></p>
<p><strong><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/Latam/Brazil/Usage/4.png" alt="" width="500" /></strong></p>
<p>O que vai &agrave; mesa no caf&eacute; da manh&atilde; tamb&eacute;m muda de pa&iacute;s para pa&iacute;s. Os menus no Reino Unido, por exemplo, s&atilde;o dominados por cereais (60%), enquanto os do M&eacute;xico e da China Continental incluem muito mais ingredientes - incluindo ovos e especiarias. No M&eacute;xico, 17% das pessoas tamb&eacute;m consomem refrigerantes durante o caf&eacute; da manh&atilde; ap&oacute;s &agrave;s 10h &ndash; n&atilde;o por acaso, a Coca-Cola aparece como a marca n&uacute;mero um do pa&iacute;s, de acordo com o relat&oacute;rio Brand Footprint mais recente. A idade &eacute; outro diferencial. Na Espanha, por exemplo, &agrave; medida que as pessoas envelhecem, o caf&eacute; da manh&atilde; se torna mais complexo. Os espanh&oacute;is deixam de tomar chocolate e comer carboidratos simples, como as crian&ccedil;as, para desfrutar de op&ccedil;&otilde;es saud&aacute;veis, incluindo frutas.</p>
<p>A simplifica&ccedil;&atilde;o na hora da alimenta&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m foi detectada pelo Usage Foods and Beverages, com aumento no consumo de vegetais e a diminui&ccedil;&atilde;o da presen&ccedil;a de carnes. No per&iacute;odo analisado, houve queda de 6% no n&uacute;mero de pratos que comp&otilde;em o almo&ccedil;o e o jantar. A sobremesa foi a etapa que mais apresentou decl&iacute;nio. Na Fran&ccedil;a, Espanha e no Reino Unido, houve queda de 66 milh&otilde;es de ocasi&otilde;es de sobremesa em 2018, uma diminui&ccedil;&atilde;o de 8% versus 2014. Mais uma vez olhando para a Fran&ccedil;a, Espanha e o Reino Unido, o consumo de carne est&aacute; caindo nitidamente. Desde 2014, o n&uacute;mero de ocasi&otilde;es com carne no menu apresenta queda de 4% a 4,3% por semana na Fran&ccedil;a, de 5% a 5,3 por semana no Reino Unido, e de 8% a 6,3 por semana na Espanha.</p>
<p>&nbsp;<img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/Latam/Brazil/Usage/5.png" alt="" width="400" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando analisadas as bebidas consumidas em casa, o estudo revela que houve um decl&iacute;nio geral no h&aacute;bito - menos 60 milh&otilde;es de vezes por semana. Essa queda &eacute; em grande parte impulsionada por uma diminui&ccedil;&atilde;o significativa de bebidas quentes, especialmente nos EUA (- 8% desde 2014) e o Reino Unido ( - 5% no mesmo per&iacute;odo). Todo mercado analisado em nosso estudo mostrou um decl&iacute;nio no consumo de bebidas quentes, tendo a queda m&eacute;dia global sido de 3,3% em rela&ccedil;&atilde;o aos &uacute;ltimos 12 meses. Esta tend&ecirc;ncia proporcionou oportunidades para as marcas expandirem suas ofertas de bebidas frias. O caf&eacute; gelado e cerveja gelada, por exemplo, s&atilde;o categorias que est&atilde;o ganhando participa&ccedil;&atilde;o nos Estados Unidos.</p>
<p>O consumo de &aacute;gua aumentou em todos os oito mercados. Mais notavelmente, a &aacute;gua da torneira tornou-se a escolha das fam&iacute;lias dos Estados Unidos e Reino Unido - impulsionado em grande parte por um desejo de reduzir o desperd&iacute;cio de pl&aacute;stico. Isso significa que, agora mais do que nunca, marcas est&atilde;o competindo com &aacute;gua em todas as ocasi&otilde;es - nos EUA, quase a metade (48,5%) de todas as ocasi&otilde;es de bebidas s&atilde;o agora &aacute;gua. Dentro disso, 34% &eacute; &aacute;gua da torneira, apresentando para as marcas o desafio de encontrar maneiras de persuadir os consumidores a gastar bebendo algo dispon&iacute;vel &ldquo;gratuitamente&rdquo;.</p>
<p>J&aacute; os refrigerantes t&ecirc;m perdido espa&ccedil;o. Na Espanha, por exemplo, o consumo em casa diminuiu 22% em 2018. Significativamente, 33% desse decl&iacute;nio foi visto entre indiv&iacute;duos de 10 a14 anos, uma tend&ecirc;ncia que sugere que futuras gera&ccedil;&otilde;es de adultos podem n&atilde;o beber refrigerantes.</p>
<p>Os consumidores de hoje querem saber exatamente o que entra em seus produtos. Esse desejo juntamente com a demanda por mais ingredientes saud&aacute;veis, naturais e org&acirc;nicos, levou a um boom nas bebidas caseiras. Ao contr&aacute;rio do que temos visto com culin&aacute;ria e a simplifica&ccedil;&atilde;o de card&aacute;pios, sucos caseiros est&atilde;o roubando partes de produtos prontos para beber&mdash; mais notavelmente no M&eacute;xico e na Espanha, onde mais da metade de todo suco bebidas s&atilde;o caseiras.</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/Latam/Brazil/Usage/6.png" alt="" width="400" height="252" /></p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 25 Feb 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Sade-e-bem-estar-norteiam-os-hbitos-alimentares</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Eat, Drink & Be Healthy]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Eat-Drink--Be-Healthy</link>
         <description><![CDATA[<p>Nossa nova publica&ccedil;&atilde;o <strong>Eat, Drink &amp; Be Healthy - Como o consumo em casa est&aacute; mudando </strong>mostra as &uacute;ltimas descobertas sobre como o consumo de alimentos e bebidas em casa est&aacute; mudando em todo o mundo. Por exemplo, vimos como os lanches saud&aacute;veis &#8203;&#8203;est&atilde;o aumentando, assim como a ingest&atilde;o de frutas est&atilde;o ganhando share of stomach e como os card&aacute;pios est&atilde;o ficando mais simples, porque os consumidores preferem refei&ccedil;&otilde;es mais leves, com m&eacute;todos de preparo mais limpos e menos ingredientes com prote&iacute;na animal.</p>
<p>Se comprar um produto &eacute; o "momento da verdade", o consumo &eacute; o momento da valida&ccedil;&atilde;o - e &eacute; vital para gerar satisfa&ccedil;&atilde;o e repetir a compra. Sa&uacute;de e bem-estar est&atilde;o no centro dos h&aacute;bitos globais de comer e beber, mas, embora o caf&eacute; da manh&atilde; continue sendo o momento mais importante em casa com a rotina e a sa&uacute;de liderando o caminho, os consumidores s&atilde;o mais indulgentes &agrave; noite. Essa consci&ecirc;ncia de sa&uacute;de criou uma fragmenta&ccedil;&atilde;o mais ampla entre os pa&iacute;ses do mercado de bebidas, onde vemos como as bebidas &agrave; base de plantas e bebidas fermentadas, juntamente com smoothies caseiros e sucos, est&atilde;o ganhando participa&ccedil;&atilde;o sobre os produtos de marca.</p>
<p><strong>Ganhando share of stomach</strong></p>
<p>O relat&oacute;rio <strong>Eat, Drink &amp; Be Healthy </strong>explora o quanto as tend&ecirc;ncias e os h&aacute;bitos de consumo mudaram em todo o mundo para fornecer &agrave;s marcas e varejistas que desejam ganhar uma share of stomach durante as diferentes ocasi&otilde;es, com uma s&eacute;rie de pontos importantes para ter em mente:</p>
<p>&nbsp;<strong>Imagem global. </strong>No geral, a economia est&aacute;vel est&aacute; transferindo o consumo em casa para fora de casa, especialmente na Espanha, na Fran&ccedil;a e no Reino Unido.</p>
<ul>
<li><strong>O boom de lanches saud&aacute;veis. </strong>Ingest&atilde;o durante todo o dia aumentou e mudou para ser mais saud&aacute;vel.<br /><br /></li>
<li><strong>Rotinas de caf&eacute; da manh&atilde; permanecem</strong>. Os h&aacute;bitos diferem entre pa&iacute;ses, mas as rotinas para o caf&eacute; da manh&atilde; s&atilde;o definidas: cereais no Reino Unido, refrigerantes no M&eacute;xico, refei&ccedil;&otilde;es com &oacute;leo, ovos e especiarias na China Continental e caf&eacute; na Espanha.<br /><br /></li>
<li><strong>A simplifica&ccedil;&atilde;o de menus</strong>. Menos espa&ccedil;o para ocasi&otilde;es de sobremesas e vasto potencial para solu&ccedil;&otilde;es prontas para consumo globalmente.<br /><br /></li>
<li><strong>Rapidamente mudando as escolhas de bebidas. </strong>Com a consci&ecirc;ncia de sa&uacute;de em mente, a hidrata&ccedil;&atilde;o, os caseiros e os probi&oacute;ticos est&atilde;o fragmentando a categoria de bebidas.</li>
</ul>
<p>Clique nos links no lado direito desta p&aacute;gina para baixar o relat&oacute;rio completo, para assistir ao webinar on-ine ou para entrar em contato com nosso especialista e saber mais sobre as implica&ccedil;&otilde;es e oportunidades para marcas e varejistas de alimentos e bebidas.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 21 Feb 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Eat-Drink--Be-Healthy</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Kantar apresenta previs?es para a m?dia em 2019]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Kantar-apresenta-previses-para-a-mdia-em-2019</link>
         <description><![CDATA[<p>A Kantar, l&iacute;der mundial em an&aacute;lise de dados, insights e consultoria, acaba de divulgar sua perspectiva sobre as principais tend&ecirc;ncias que ir&atilde;o moldar o cen&aacute;rio de m&iacute;dia e comunica&ccedil;&atilde;o em 2019. O relat&oacute;rio de previs&otilde;es aponta os 12 principais movimentos que transformar&atilde;o o mercado este ano.</p>
<p>&nbsp;&ldquo;Vivemos em uma &eacute;poca de grandes desafios para o mercado de marketing. Por outro lado, a difus&atilde;o do uso da Intelig&ecirc;ncia Artificial e o aumento da ativa&ccedil;&atilde;o por voz, para citar duas das principais tend&ecirc;ncias do ano, criam novas oportunidades. Os insights do Media Predictions permitem que as&nbsp; empresas desenhem suas estrat&eacute;gias de m&iacute;dia e mensurem os seus investimentos de forma mais eficiente nesse novo cen&aacute;rio&rdquo;, afirma Sonia Bueno, Presidente Kantar Brasil.</p>
<p>O Media Predictions re&uacute;ne informa&ccedil;&otilde;es de pesquisa e an&aacute;lises assinadas por alguns dos principais especialistas da Kantar em todo o mundo e &eacute; publicado anualmente desde 2009.&nbsp;</p>
<p><strong><a href="https://www2.kantar.com/l/208642/2019-02-04/8cbxj">Acesse o estudo completo aqui</a></strong></p>
<p>Confira as principais previs&otilde;es da Kantar para 2019:</p>
<p>1. Finalmente come&ccedil;aremos a unir Analytics e Intelig&ecirc;ncia Artificial para um melhor entendimento do ROI</p>
<p>2. Profissionais de marketing come&ccedil;ar&atilde;o a explorar tecnologias de voz de forma mais criativa</p>
<p>3. Marcas buscam estabelecer confian&ccedil;a e mais experi&ecirc;ncias interativas em m&iacute;dia social.</p>
<p>4. As marcas criar&atilde;o novos tipos de experi&ecirc;ncias com seus consumidores e aprender&atilde;o como integr&aacute;-las e medi-las</p>
<p>5. As marcas come&ccedil;ar&atilde;o a levar mais a s&eacute;rio a imagem das mulheres nas propagandas e usar&atilde;o melhor seu poder de influ&ecirc;ncia para lidar com quest&otilde;es sociais</p>
<p>6. A&iacute; vem a Amazon! &ndash; marca se consolida como um r&aacute;pido motor na corrida de publicidade digital</p>
<p>7. A saga de v&iacute;deo continua &ndash; propagandas em v&iacute;deo fortalecer&atilde;o sua pr&oacute;pria personalidade, ao inv&eacute;s de ser apenas uma edi&ccedil;&atilde;o de um filme de TV</p>
<p>8. De volta &agrave;s...grande telas &ndash; a internet agora &eacute; parte do ecossistema de TV e v&iacute;deo</p>
<p>9. Novos desenvolvimentos em automatiza&ccedil;&atilde;o de marketing ser&atilde;o estimulados pela Intelig&ecirc;ncia Artificial, impulsionando a segmenta&ccedil;&atilde;o por m&iacute;dia</p>
<p>10. Influ&ecirc;ncia com credibilidade &ndash; as marcas tentar&atilde;o ganhar confian&ccedil;a usando micro-influenciadores</p>
<p>11. As empresas ir&atilde;o adotar fontes de dados mais sofisticadas para uma segmenta&ccedil;&atilde;o mais Inteligente</p>
<p>12. As empresas come&ccedil;ar&atilde;o a explorar e entender o papel da Realidade Aumentada na constru&ccedil;&atilde;o de marcas</p>
<p>Confira o estudo completo para saber mais e se aprofundar em cada tend&ecirc;ncia. <a href="https://www2.kantar.com/l/208642/2019-02-04/8cbxj">Clique aqui.</a></p>
<p>Boa leitura!</p>
<p>Fonte: Kantar&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 11 Feb 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Kantar-apresenta-previses-para-a-mdia-em-2019</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Produtos com maior poder de limpeza se destacam ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Produtos-de-limpeza-com-mais-propriedades-se-destacam-</link>
         <description><![CDATA[<p>Racionalizando h&aacute; um bom tempo, os consumidores t&ecirc;m deixado de contar com ajuda para cuidar da casa. Desde 2009, a penetra&ccedil;&atilde;o de gastos com empregadas dom&eacute;sticas, faxineiras e diaristas apresenta queda no Brasil. Segundo dados da Kantar Worldpanel, h&aacute; dez anos, o &iacute;ndice era de 12,9%, chegando a 7,6% em 2017. Neste cen&aacute;rio, produtos com maior poder de limpeza e que facilitam a higieniza&ccedil;&atilde;o do lar, oferecendo uma s&eacute;rie de benef&iacute;cios, cresceram.</p>
<p>Entre os itens que passaram a ser levados para casa em mais unidades est&atilde;o detergente l&iacute;quido para roupa &ndash; alta de 9,8% -, produto de limpeza perfumada (+ 7,2%), &aacute;gua sanit&aacute;ria combinada com alvejante e cloro (+ 6,9%), inseticida (+6,3%), detergente l&iacute;quido (+4,9%).Os dados comparam os &uacute;ltimos 12 meses terminados em setembro de 2018 com o mesmo per&iacute;odo do ano anterior.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 08 Feb 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Produtos-de-limpeza-com-mais-propriedades-se-destacam-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Brasileiros utilizam 7 canais de compras diferentes]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Brasileiros-utilizam-7-canais-de-compras-diferentes</link>
         <description><![CDATA[<p>A din&acirc;mica dos shoppers brasileiros tem sofrido altera&ccedil;&otilde;es no decorrer dos anos. No ano passado, os consumidores utilizaram 7 canais diferentes para fazer suas compras: supermercado e atacarejo, para abastecimento; supermercado, hipermercado e varejo tradicional, para reposi&ccedil;&atilde;o; e farm&aacute;cia e mercados menores, para aquela necessidade que tem de ser atendida nas proximidades do lar. Os dados, levantados pela Kantar Worldpanel, analisam os 12 meses terminados em outubro de 2018. Ainda segundo a empresa, al&eacute;m da inclus&atilde;o de dois novos formatos de canais frequentados por ano, o abastecimento registrou aumento.</p>
<p>&nbsp;&ldquo;A multiplicidade de canais utilizada atualmente demonstra que o brasileiro est&aacute; cada vez mais bem informado e em busca de satisfazer suas necessidades de compra de maneira mais racional&rdquo;, aponta Lenita Vargas Mattar, Diretora de Varejo Latam da Kantar Worldpanel.</p>
<p>&nbsp;No per&iacute;odo analisado, as compras de abastecimento, ou seja, aquelas compras para encher a despensa, representaram 51,1% de todo o valor empregado pelos consumidores nas compras de bens de consumo massivo. Em 2017, elas representavam 49,8%. As compras de proximidade se mantiveram est&aacute;veis e j&aacute; as do tipo reposi&ccedil;&atilde;o, perderam sua import&acirc;ncia em valor, de 32,2% em 2017, representam agora 30,7%. E o canal que mais se destaca nesta movimenta&ccedil;&atilde;o &eacute; o atacarejo.</p>
<p>&nbsp;Nas compras de abastecimento (supermercados e atacarejo), com ticket m&eacute;dio de R$ 146,28, as categorias que apresentam maior penetra&ccedil;&atilde;o s&atilde;o as de massa tradicional sabonete, papel higi&ecirc;nico, detergente em p&oacute;, creme dental, &oacute;leo de soja, detergente l&iacute;quido, margarina, caf&eacute; torrado e leite UHT, com as regi&otilde;es Norte + Nordeste, Sul e Leste + Interior do Rio de Janeiro se destacando em unidades. Quando analisadas as compras de reposi&ccedil;&atilde;o, cujo ticket m&eacute;dio &eacute; de R$ 49,72, a&ccedil;&uacute;car, detergente em p&oacute;, massa tradicional, leite UHT, caf&eacute; torrado, papel higi&ecirc;nico, margarina, &oacute;leo de soja, creme dental e iogurte se destacam em penetra&ccedil;&atilde;o, com regi&otilde;es Norte + Nordeste, Grande S&atilde;o Paulo e Sul adquirindo mais unidades.</p>
<p>Destacando-se na Grande S&atilde;o Paulo, Leste + interior do Rio de Janeiro e interior de S&atilde;o Paulo, as compras de proximidade, com ticket m&eacute;dio de R$ 39,13, teve como principais categorias lingui&ccedil;as, salgadinhos, caf&eacute; torrado, a&ccedil;&uacute;car, iogurte, p&atilde;o industrializado, suco em p&oacute;, p&oacute;s shampoo, detergente em p&oacute; e massa tradicional.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 04 Feb 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Brasileiros-utilizam-7-canais-de-compras-diferentes</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Bebidas alco?licas gerou R$ 8,5 bilh?es em um ano]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Bebidas-alcolicas-gerou-R-85-bilhes-em-um-ano</link>
         <description><![CDATA[<p>A venda de bebidas alco&oacute;licas fora de casa tem sido um grande neg&oacute;cio para as empresas do segmento. Nos 12 meses terminados em setembro de 2018, 18 milh&otilde;es de brasileiros consumiram o produto fora do lar, gastando em m&eacute;dia R$ 40 por ocasi&atilde;o. Tanta movimenta&ccedil;&atilde;o gerou R$ 8,5 bilh&otilde;es no per&iacute;odo analisado. As informa&ccedil;&otilde;es foram apuradas pelo painel Out of Home da Kantar Worldpanel.</p>
<p>De acordo com George Moore, gerente da Kantar Worldpanel e um dos respons&aacute;veis pelo estudo, a cerveja segue como o produto mais buscado, com 82% de participa&ccedil;&atilde;o, seguido pelos destilados, com 15%, e vinhos, que aparecem com 3%. &ldquo;O sucesso da cerveja pode ser atribu&iacute;do &agrave; frequ&ecirc;ncia com que ela &eacute; escolhida, j&aacute; que o consumidor m&eacute;dio opta pela bebida quase uma vez por m&ecirc;s, em 11 ocasi&otilde;es por ano&rdquo;, afirma. Vinho e destilados apresentam frequ&ecirc;ncia, respectivamente, de 2,5 e 4 vezes em 12 meses.</p>
<p>&ldquo;O vinho, que tem como principais motiva&ccedil;&otilde;es de consumo o sabor e o prazer que proporciona, tem a oportunidade de aumentar o n&uacute;mero de vezes que &eacute; escolhido pelo consumidor&rdquo;, analisa Moore, que completa: &ldquo;Os fabricantes precisam entender a din&acirc;mica de cada canal, identificando quais os principais para ganhar participa&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m de compreender quando as pessoas visitam os canais e por quais raz&otilde;es o fazem. Entender o motivo do consumo da bebida alco&oacute;lica tamb&eacute;m &eacute; importante&rdquo;.</p>
<p>Na an&aacute;lise de canais, bares e restaurantes est&atilde;o no topo dos que mais vendem cerveja no pa&iacute;s.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 28 Jan 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Bebidas-alcolicas-gerou-R-85-bilhes-em-um-ano</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Conectividade impacta o engajamento ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Conectividade-impacta-o-engajamento-dos-consumidores</link>
         <description><![CDATA[<p>A tecnologia cada vez mais presente, as novas formas de comunica&ccedil;&atilde;o e a conectividade que h&aacute; tempos impactam o consumo t&ecirc;m alterado tamb&eacute;m a rela&ccedil;&atilde;o das pessoas com as marcas. Em um cen&aacute;rio no qual, de acordo com a Kantar Worldpanel, quase 80% dos brasileiros possuem smartphones, o engajamento sofreu grandes altera&ccedil;&otilde;es. Segundo o levantamento Connected Life, elaborado pela Kantar TNS, dois fatores interligados guiam essas mudan&ccedil;as: os indiv&iacute;duos online por cada vez mais tempo - de duas a tr&ecirc;s horas por dia, sendo que 91% deles marcam presen&ccedil;as nas redes sociais &ndash; combinado com o grande volume de comunica&ccedil;&atilde;o gerado pelas marcas, o que acaba esmagando os consumidores, que ficam expostos a mais an&uacute;ncios e com isso perdem clareza sobre percep&ccedil;&atilde;o de marca.</p>
<p>O fato de a intera&ccedil;&atilde;o no ambiente online n&atilde;o ser considerada satisfat&oacute;ria tamb&eacute;m joga contra as marcas. A presen&ccedil;a constante de an&uacute;ncios &ndash; muitas vezes repetidos e de produtos que j&aacute; foram comprados -, monitoramento e notifica&ccedil;&otilde;es s&atilde;o citadas como quest&otilde;es que atrapalham a rela&ccedil;&atilde;o. Segundo o Dimension, estudo global da Kantar Media, hoje quase todo tipo de a&ccedil;&atilde;o de comunica&ccedil;&atilde;o realizada por empresas e por marcas &eacute; percebida como publicidade. J&aacute; o relat&oacute;rio da Centennials aos 21, feito pela Kantar e que retrata o comportamento dos jovens nascidos ap&oacute;s 1997, revela que 48% dessa faixa et&aacute;ria no Brasil &eacute; resistente a an&uacute;ncios. Quando analisados os adultos, o &iacute;ndice cai para 43%.</p>
<p>O impacto dessas mudan&ccedil;as j&aacute; pode ser sentido na cesta FMCG (Fast Moving Consuming Goods), os bens de R&aacute;pido Consumo ou itens b&aacute;sicos. An&aacute;lise da Kantar Worldpanel, que leva em conta os 12 meses terminados em setembro de 2018 em compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo do ano passado, revela que as principais marcas lutam para se manter relevantes, perdendo import&acirc;ncia no carrinho em um cen&aacute;rio em que o consumidor adquire menos marcas. No entanto, elas ainda s&atilde;o muito importantes, ocupando aproximadamente 60% do gasto dos consumidores, inclusive para a classe DE, que v&ecirc; nas principais marcas de mercado sin&ocirc;nimo de qualidade.</p>
<p>Para lidar com o novo cen&aacute;rio, &eacute; importante que as marcas forne&ccedil;am uma experi&ecirc;ncia relevante aos seus consumidores, tanto na compra quanto no uso dos produtos, tendo tamb&eacute;m um prop&oacute;sito e comunicando o mesmo com clareza, em plataformas multim&iacute;dias e com uma mensagem consistente entre formatos. Al&eacute;m disso, &eacute; imprescind&iacute;vel fazer a&ccedil;&otilde;es promocionais com estrat&eacute;gias direcionadas por target e por canal.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 28 Jan 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Conectividade-impacta-o-engajamento-dos-consumidores</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Classes baixas puxam retomada de itens b?sicos]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Classes-baixas-puxam-retomada-de-itens-bsicos</link>
         <description><![CDATA[<p>Ap&oacute;s a retra&ccedil;&atilde;o do consumo que impactou os seis primeiros meses do ano passado, um leve impacto positivo foi detectado pelo Consumer Insights, estudo da Kantar Worldpanel que analisa o terceiro trimestre de 2018. A retomada ocorre por meio do volume m&eacute;dio por visita na cesta de FMCG (Fast Moving Consuming Goods), os bens de R&aacute;pido Consumo ou itens b&aacute;sicos. E os respons&aacute;veis pelo impacto positivo foram as classes C e DE. As regi&otilde;es Leste + Interior do Rio de Janeiro e Nordeste foram as que mais contribu&iacute;ram.</p>
<p>A an&aacute;lise aponta tamb&eacute;m que o atacarejo segue como o queridinho dos consumidores, sendo o principal canal para a compra dos FMCG. No entanto, varejo tradicional e porta a porta continuam perdendo espa&ccedil;o. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s cestas, perec&iacute;veis &ndash; notadamente leite fermentado - e mercearia doce se destacam.</p>
<p>Ainda segundo a Kantar Worldpanel, em alimentos categorias mais sofisticadas crescem, trazendo praticidade, valor agregado e tamb&eacute;m uma alimenta&ccedil;&atilde;o mais prazerosa. A quest&atilde;o tem desempenhado papel importante na hora de decis&atilde;o de compra - 27% de import&acirc;ncia das ocasi&otilde;es de consumo s&atilde;o por prazer.&nbsp; Al&eacute;m do leite fermentado, leite em p&oacute;, batata congelada, p&atilde;o industrializado, massa fresca e azeite est&atilde;o entre os itens que seguem na lista do supermercado pelo prazer que trazem para a alimenta&ccedil;&atilde;o do lar. Enquanto isso, fora de casa, os indiv&iacute;duos buscam principalmente por sabor (50% das ocasi&otilde;es de consumo fora do lar s&atilde;o por sabor).</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 28 Jan 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Classes-baixas-puxam-retomada-de-itens-bsicos</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Inova??es s?o alavancas de crescimento para as marcas]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Inovaes-so-alavancas-de-crescimento-para-as-marcas</link>
         <description><![CDATA[<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">As vendas por si s&oacute; n&atilde;o s&atilde;o a &uacute;nica medida de sucesso quando uma marca lan&ccedil;a um novo produto. Para realmente entender o valor da inova&ccedil;&atilde;o, precisamos conhecer o seu impacto na categoria &mdash; o que significa mensurar a inova&ccedil;&atilde;o incremental.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">E &eacute; isso o que mostra o mais recente relat&oacute;rio<strong><em> Innovating for growth</em></strong>. Analisamos mais de 1.800 lan&ccedil;amentos de novos produtos para descobrir o que as inova&ccedil;&otilde;es de sucesso t&ecirc;m em comum e como estes atributos podem ser uma alavanca de crescimento para as marcas.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">Conhe&ccedil;a os insights neste <span><a href="https://www.kantarworldpanel.com/br/Eventos/Webinar--Como-mensurar-o-sucesso-das-inovaes-">webinar</a></span> ou fa&ccedil;a o download do nosso relat&oacute;rio clicando &agrave; direita.</span></span></p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 22 Jan 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Inovaes-so-alavancas-de-crescimento-para-as-marcas</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[?gua micelar se torna queridinha das brasileiras ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/gua-micelar-se-torna-queridinha-das-brasileiras-</link>
         <description><![CDATA[<p>Vaidosas e cada vez mais em busca de uma beleza natural, as consumidoras do pa&iacute;s se renderam &agrave; &aacute;gua micelar. Categoria nova e que ganhou for&ccedil;a no ano passado, quando v&aacute;rias marcas criaram vers&otilde;es para o produto, j&aacute; est&aacute; presente na rotina de cuidados faciais de mais de 8% das brasileiras, o que equivale a cerca de 4,2 milh&otilde;es de mulheres. Os dados s&atilde;o da Kantar Worldpanel e se referem ao per&iacute;odo de Julho de 2017 a Junho de 2018.</p>
<p>&nbsp;Ainda segundo levantamento da empresa, 25% das mulheres usam 5 ou mais itens de skin care no Brasil. Levantamentos recentes apontam tamb&eacute;m para a queda no n&uacute;mero de ocasi&otilde;es de uso do secador de cabelo e menos procedimentos capilares.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 15 Jan 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/gua-micelar-se-torna-queridinha-das-brasileiras-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Como crescer no mercado brasileiro de bebidas]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Como-crescer-no-mercado-brasileiro-de-bebidas</link>
         <description><![CDATA[<p>O mercado de bebidas no Brasil &eacute; complexo e est&aacute; enfrentando desafios. Com performance aqu&eacute;m do mercado FMCG, sua import&acirc;ncia diminuiu de 15% (ano m&oacute;vel setembro 2016) para 14,6% (ano m&oacute;vel setembro 2016) e os fabricantes devem buscar estrat&eacute;gias de crescimento.</p>
<p>Concentrando-se em quatro grandes categorias: cervejas, refrigerantes, latic&iacute;nios e caf&eacute;s, exploramos as principais &aacute;reas para que os fabricantes possam construir uma estrat&eacute;gia de crescimento eficaz. Colocar a ocasi&atilde;o de consumo e o consumidor como foco ajuda a impulsionar as oportunidades para crescimento das marcas:</p>
<p>&bull; Identificando o momento do consumo</p>
<p>&bull; Diferenciando as necessidades de consumo dentro e fora do lar</p>
<p>&bull; Entendendo como influenciar o comportamento dos shoppers</p>
<p>O relat&oacute;rio revela que as maiores marcas do setor s&atilde;o aquelas que atraem mais compradores. Atrav&eacute;s da compreens&atilde;o de como as ocasi&otilde;es e motivos s&atilde;o diferentes entre as categorias, o estudo mostra oportunidades para reverter o desempenho que o mercado est&aacute; enfrentando.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 14 Jan 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Como-crescer-no-mercado-brasileiro-de-bebidas</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[?70% do gasto com caf? acontece fora do domic?lio?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/70-do-gasto-com-caf-acontece-fora-do-domiclio</link>
         <description><![CDATA[<p>Na edi&ccedil;&atilde;o mais recente de nossa s&eacute;rie <em>Perspectives</em>, Maria Josep Mart&iacute;nez-Abarca, Diretora Global de <em>Out of Home (OOH) and Usage Food</em>, reflete sobre o escopo do mercado de consumo fora do domic&iacute;lio (OOH) para marcas de alimentos e bebidas.<strong></strong></p>
<p>Em primeiro lugar, ela leva em considera&ccedil;&atilde;o a oportunidade que o mercado OOH oferece para marcas de produtos de grande consumo (FMCG):</p>
<p><em>&ldquo;Com nossos pain&eacute;is de OOH, cobrimos alimentos e bebidas comprados para consumo fora do domic&iacute;lio. Estes pain&eacute;is nos permitem quantificar o valor total do mercado. Em m&eacute;dia, observamos que 41% do total &eacute; para consumo f</em><em>ora do domic&iacute;lio.&rdquo;</em></p>
<p>Ela prossegue, observando que este n&atilde;o &eacute; o padr&atilde;o ao redor do mundo e que h&aacute; diferen&ccedil;as entre pa&iacute;ses:</p>
<p><em>&ldquo;N</em><em>a Tail&acirc;ndia e na Indon&eacute;sia, OOH tem a maior participa&ccedil;&atilde;o de mercado, com mais de 65% do total sendo consumido fora do domic&iacute;lio, seguido pela China, M&eacute;xico e Brasil. Na Europa existem dois tipos de pa&iacute;ses: aqueles como o Reino Unido e a Espanha, onde cerca de 45% do mercado &eacute; OOH e tamb&eacute;m h&aacute; a Fran&ccedil;a e Portugal, onde OOH representa cerca de 25% do valor total.&rdquo;</em></p>
<p>Mas n&atilde;o existem diferen&ccedil;as apenas entre pa&iacute;ses; tamb&eacute;m existem diferen&ccedil;as marcadas entre categorias:</p>
<p>&ldquo;<em>Por </em><em>exemplo, o mercado OOH representa 70% do gasto total em caf&eacute;. &Eacute;, portanto, realmente importante levar em considera&ccedil;&atilde;o o valor do mercado OOH</em>.&rdquo;</p>
<p>Maria Josep ent&atilde;o discorre sobre os padr&otilde;es de consumo OOH, observando que apesar de a penetra&ccedil;&atilde;o ser de 100% em todos os pa&iacute;ses, a frequ&ecirc;ncia &eacute; um diferenciador:</p>
<p>&ldquo;<em>Os consumidores mais </em><em>intensos est&atilde;o na Tail&acirc;ndia e no Reino Unido, com aproximadamente quatro ocasi&otilde;es de compra por semana, seguidos pelos consumidores na China e na Espanha, com duas ocasi&otilde;es por semana</em>.&rdquo;</p>
<p>Ela tamb&eacute;m observa que h&aacute; padr&otilde;es distintos em termos da prefer&ecirc;ncia por categorias. Por exemplo:</p>
<p>&ldquo;<em>N</em><em>o Reino Unido, caf&eacute; &eacute; l&iacute;der no mercado de bebidas, enquanto na Am&eacute;rica Latina s&atilde;o refrigerantes e na &Aacute;sia &eacute; &aacute;gua mineral. Ao analisarmos as prefer&ecirc;ncias por alimentos, fica ainda mais diferente. Na Fran&ccedil;a, p&atilde;es doces t&ecirc;m a maior participa&ccedil;&atilde;o, na China &eacute; sorvete enquanto no M&eacute;xico s&atilde;o salgadinhos</em>.&rdquo;</p>
<p>Ela identificou porque &eacute; t&atilde;o importante levar em considera&ccedil;&atilde;o o mercado OOH, particularmente para entender o panorama de canais por pa&iacute;s.</p>
<p>&ldquo;<em>Analisamos </em><em>dois grupos de canais &ndash; aqueles que s&atilde;o exclusivamente para consumo fora do domic&iacute;lio, por exemplo, bares e caf&eacute;s. Tamb&eacute;m exploramos mercados tradicionais para consumo fora do local. Constatamos que 19% das vendas de alimentos e bebidas no varejo moderno se destinam a consumo OOH. Isto significa que de cada US$ 10 gastos em supermercados e hipermercados, quase US$ 2 s&atilde;o para consumo fora do domic&iacute;lio</em>.&rdquo;</p>
<p>Ela observa que h&aacute; alguns casos especiais:</p>
<p>&ldquo;<em>Em </em><em>pa&iacute;ses como o M&eacute;xico e a Tail&acirc;ndia, existem lojas de conveni&ecirc;ncia que s&atilde;o atores adicionais no mercado OOH</em>.&rdquo;</p>
<p>Maria Josep resume que:</p>
<p><em>&ldquo;Para entender a estrat&eacute;gia no pa&iacute;s, &eacute; importante entender o panorama do varejo.&rdquo;</em></p>
<p>Assista &agrave; entrevista na &iacute;ntegra clicando no v&iacute;deo acima.</p>
<p>Caso tenha interesse em saber mais ou queira descobrir como podemos ajudar sua marca a ter mais sucesso, deixe uma mensagem para nossa especialista clicando no bot&atilde;o &agrave; direita.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 04 Jan 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/70-do-gasto-com-caf-acontece-fora-do-domiclio</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[P?es industrializados ganham espa?o ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Pes-industrializados-ganham-espao-</link>
         <description><![CDATA[<p>H&aacute; dois anos fazendo sucesso entre os consumidores e apresentando uma performance positiva, os p&atilde;es industrializados conquistaram mais de 1,1 milh&atilde;o de novos lares nos 12 meses terminados em setembro de 2018 em compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo do ano passado. Os dados s&atilde;o da Kantar Worldpanel. A categoria cresceu em gasto m&eacute;dio (7,3%), frequ&ecirc;ncia (1,8%) e unidades (10,3%). Nesse cen&aacute;rio, as vers&otilde;es integrais foram as que mais se destacaram, com crescimento de 4 pontos percentuais de penetra&ccedil;&atilde;o de um ano para o outro, ganhando 2,2 milh&otilde;es de domic&iacute;lios.</p>
<p>Ainda de acordo com o levantamento, o segmento integral, mais ligado &agrave; saudabilidade e tamb&eacute;m mais caro, est&aacute; concentrado nos consumidores maduros, a partir dos 30 anos. A maior parte dos jovens optam pela vers&atilde;o tradicional, que tem sido tamb&eacute;m a mais promocionada.&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 14 Dec 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Pes-industrializados-ganham-espao-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Consumo de refrigerante dentro de casa diminui]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumo-de-refrigerante-dentro-de-casa-diminui</link>
         <description><![CDATA[<p>De acordo com dados da Kantar Worldpanel, da m&eacute;dia de 23 compras realizadas no ano em 2015, os shoppers reduziram 2 idas ao ponto de venda em busca dos produtos na compara&ccedil;&atilde;o com 2018 - ano m&oacute;vel de setembro de 2018 vs. setembro de 2015. Al&eacute;m disso, houve queda de 7% no volume comprado em cada ocasi&atilde;o.</p>
<p>Segundo a empresa, a mudan&ccedil;a dentro do lar tem explica&ccedil;&atilde;o na din&acirc;mica de consumo fora de casa. De forma muito alinhada &agrave; tend&ecirc;ncia global, no Brasil 58,4% do gasto com a categoria &eacute; realizado longe do domic&iacute;lio.&nbsp;</p>
<p>O estudo da Kantar Worldpanel mostra que nos &uacute;ltimos 12 meses acumulados (julho de 2018), o consumo fora do lar traz 2,5% de penetra&ccedil;&atilde;o incremental. Na medida em que analisamos per&iacute;odos mais curtos como, por exemplo, 6 meses acumulados, o incremento dobra de propor&ccedil;&atilde;o. E, por fim, no m&ecirc;s de julho de 2018 o consumo fora do lar foi capaz de atrair 19,6% de penetra&ccedil;&atilde;o incremental. Ou seja, quase 20% da popula&ccedil;&atilde;o domiciliar consumiu a categoria exclusivamente fora do lar no m&ecirc;s em quest&atilde;o.&nbsp;</p>
<p>Foram analisadas as 7 Regi&otilde;es Metropolitanas (S&atilde;o Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Fortaleza, Curitiba e Porto Alegre).&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 14 Dec 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumo-de-refrigerante-dentro-de-casa-diminui</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Tend?ncias de consumo em Latam - 2019]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Tendncias-de-consumo-em-Latam-2019</link>
         <description><![CDATA[<p><span lang="PT-BR">Apresentamos um v&iacute;deo com a opini&atilde;o de nossos especialistas sobre as tend&ecirc;ncias de consumo na Am&eacute;rica Latina e no mundo. O shopper est&aacute; mudando, est&aacute; em movimento! Ajudamos voc&ecirc; a seguir seus passos, para que as suas marcas o encontrem em 2019.</span></p>
<p><iframe src="https://player.vimeo.com/video/306164012" frameborder="0" width="640" height="360"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span lang="EN-US"><iframe src="https://player.vimeo.com/video/306759491" frameborder="0" width="640" height="360"></iframe></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span lang="EN-US"><iframe src="https://player.vimeo.com/video/306756511" frameborder="0" width="640" height="360"></iframe></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span lang="EN-US"><iframe src="https://player.vimeo.com/video/306202018" frameborder="0" width="640" height="360"></iframe></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">Participe da conversa atrav&eacute;s de nossas redes sociais usando o hashtag #FollowTheShopper e fique &agrave; vontade para entrar em contato conosco caso queira obter mais informa&ccedil;&otilde;es.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">Toda a equipe da Kantar Worldpanel lhe deseja um ano novo muito feliz e com muito sucesso.</span></span><span lang="PT-BR"><br /></span></p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 13 Dec 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Tendncias-de-consumo-em-Latam-2019</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Chocolate se fortalece como presente de Natal]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Chocolate-se-fortalece-como-presente-de-Natal</link>
         <description><![CDATA[<p>Op&ccedil;&atilde;o que cabe no or&ccedil;amento e que resolve com rapidez a necessidade de um mimo de &uacute;ltima hora, os chocolates ca&iacute;ram nas gra&ccedil;as dos brasileiros como op&ccedil;&atilde;o de presente de Natal. De acordo com dados da Kantar Worldpanel, 21% do volume da categoria comprado em dezembro do ano passado foi presenteado. Isso significa que mais de 12 milh&otilde;es de indiv&iacute;duos ganharam a guloseima. No Nordeste, o &iacute;ndice chegou a 24,8%. Quando analisado apenas as chocolaterias, o volume &eacute; ainda mais relevante: quase 50% do canal foi comprado para ser dado para algu&eacute;m.</p>
<p>Nesse cen&aacute;rio, as caixas de bombom s&atilde;o as preferidas para presente. Ainda segundo o levantamento, 34% do volume das caixas comercializadas em dezembro de 2017 e janeiro de 2018 tinha um s&oacute; destino: regalar algu&eacute;m querido.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 11 Dec 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Chocolate-se-fortalece-como-presente-de-Natal</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[O novo shopper latino d? o ritmo do mercado de FMCG]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/O-novo-shopper-latino-d-o-ritmo-do-mercado-de-FMCG</link>
         <description><![CDATA[<p>Para o setor de produtos de grande consumo (FMCG) na Am&eacute;rica Latina, o terceiro trimestre de 2018 viu uma consolida&ccedil;&atilde;o das tend&ecirc;ncias observadas no segundo trimestre quando, pela primeira vez em 10 anos, o consumo em volume n&atilde;o cresceu. O mercado contraiu-se pelo segundo trimestre consecutivo, com uma queda de volume de -1,6%. Isto foi impulsionado pelo Brasil e pelo M&eacute;xico, os dois maiores mercados da regi&atilde;o, ao mesmo tempo que a situa&ccedil;&atilde;o alarmante na Venezuela continuou, com uma queda de -19% em apenas um trimestre. O consumo de FMCG est&aacute; crescendo em apenas tr&ecirc;s pa&iacute;ses &ndash; Chile, Col&ocirc;mbia e Bol&iacute;via &ndash; e mesmo l&aacute; o crescimento &eacute; apenas marginal.</p>
<p>&nbsp;Agora &eacute; certo que o ano encerrar&aacute; com uma pequena, por&eacute;m significativa, tend&ecirc;ncia negativa de volume de -0,8%, com os shoppers latino-americanos comprando menos produtos de FMCG no final de 2018 que no in&iacute;cio. O Natal ainda est&aacute; por vir, por&eacute;m o consumo precisaria aumentar muito para compensar os decl&iacute;nios anteriores do ano.</p>
<p>&nbsp;As vendas totais em valor de FMCG em toda a Am&eacute;rica Latina ainda est&atilde;o aumentando, com um crescimento anual de 2,6%; entretanto, isto ainda fica abaixo da taxa de infla&ccedil;&atilde;o: em termos reais, os consumidores est&atilde;o gastando menos, assim como comprando menos.<br />Apesar de o consumo estar desacelerando, a velocidade da mudan&ccedil;a nos h&aacute;bitos dos compradores, e tamb&eacute;m da estrutura do mercado de varejo, est&aacute; acelerando.</p>
<p>&nbsp;Milh&otilde;es de domic&iacute;lios mudaram o modo que fazem compras, com a situa&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica determinando suas escolhas de marcas e canais. Est&atilde;o abandonando canais, marcas e categorias para experimentar novas alternativas que satisfa&ccedil;am suas necessidades e, ao mesmo tempo, lhes permitam economizar. Para controlar seus or&ccedil;amentos, est&atilde;o migrando de marcas premium para dar mais espa&ccedil;o em suas cestas a marcas pr&oacute;prias e econ&ocirc;micas.</p>
<p>&nbsp;<img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/18/Grafico1_ESP.png" alt="Grafico1_ESP.png" width="600" height="183" /></p>
<p>O panorama de varejo tamb&eacute;m est&aacute; mudando, com a chegada de novos formatos de atacado, desconto e e-commerce que oferecem pre&ccedil;os mais em conta e melhor custo-benef&iacute;cio. A cada dia, lojas de descontos &lsquo;inteligentes&rsquo; est&atilde;o abrindo novos pontos de venda com &aacute;reas de vendas menores, oferecendo um sortimento limitado, por&eacute;m variado, e uma melhor experi&ecirc;ncia de compra.<br />Diversos canais tradicionais tamb&eacute;m est&atilde;o proliferando, tais como feiras livres no Chile e <em>mercados</em> no M&eacute;xico, que ganharam popularidade entre os domic&iacute;lios menos abastados.</p>
<p>Ainda h&aacute; bols&otilde;es de crescimento na Am&eacute;rica Latina, por&eacute;m eles mudaram. Marcas e canais est&atilde;o conseguindo obter taxas de crescimento de dois d&iacute;gitos aproveitando as oportunidades neste novo cen&aacute;rio, reconhecendo e satisfazendo as necessidades e caracter&iacute;sticas do novo shopper latino-americano.</p>
<p>Este ano foi uma hist&oacute;ria de ruptura: mudan&ccedil;as nos h&aacute;bitos de consumo, mudan&ccedil;as nas estruturas de varejo e mudan&ccedil;as nas estrat&eacute;gias das marcas. Com as expectativas de crescimento do PIB da Am&eacute;rica Latina permanecendo em 2% para o ano, e o desemprego em 8,5%, mais alto que a m&eacute;dia global de 5,5%, predizemos que esta tend&ecirc;ncia intensificar&aacute; em 2019.</p>
<p><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/18/Grafico2_ESP.png" alt="Grafico2_ESP.png" width="600" height="308" /></p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 10 Dec 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/O-novo-shopper-latino-d-o-ritmo-do-mercado-de-FMCG</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Consumo de cerveja cresce no Brasil]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumo-de-cerveja-cresce-no-Brasil-categoria-ganha-mais-de-500-mil-lares-no-ltimo-ano-</link>
         <description><![CDATA[<p>Alcan&ccedil;ando 63,4% dos domic&iacute;lios brasileiros atualmente, a cerveja vem ampliando sua presen&ccedil;a: no ano passado, o &iacute;ndice chegava a 62,7%, enquanto que em 2016 atingia 62,3%. Os dados, apurados pela Kantar Worldpanel, referem-se aos 12 meses terminados em setembro e revelam que mais de 500 mil lares passaram a consumir a categoria no per&iacute;odo. O volume levado para casa tamb&eacute;m registrou alta: neste ano foram 4,5 litros, versus 4,2 e 4,4, respectivamente, em 2016 e 2017. O desembolso m&eacute;dio com o produto subiu de R$ 286, h&aacute; dois anos, para R$ 342, em 2018. O bom desempenho da bebida dentro dos lares, no entanto, n&atilde;o impede que seja longe de casa onde ocorra a maior parte do consumo: 64% do volume &eacute; consumido fora do lar.</p>
<p>No out of home, a categoria cresceu 9,4% em valor nos 12 meses terminados em julho em compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo do ano passado, sendo que o que mais pesa na escolha do produto &eacute; a busca por sabor (62%). De acordo com o estudo, 85% do consumo de cerveja dentro de casa ocorre na refei&ccedil;&atilde;o principal, sendo que em 22% delas &eacute; harmonizado com churrasco (regi&atilde;o metropolitana de S&atilde;o Paulo, nos 12 meses terminados em julho deste ano).</p>
<p>Quando se analisa os Millennials, o comportamento em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s bebidas muda se a gera&ccedil;&atilde;o tem ou n&atilde;o filhos. Pais de crian&ccedil;as entre 0 e 2 anos gastam 54,6% com bebidas l&aacute;cteas e 10,1% com cerveja, j&aacute; os que n&atilde;o t&ecirc;m herdeiros empregam 35% com latic&iacute;nios e 22% com a bebida.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 06 Dec 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumo-de-cerveja-cresce-no-Brasil-categoria-ganha-mais-de-500-mil-lares-no-ltimo-ano-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Brasileiro compra roupa em mais ocasi?es]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Brasileiro-compra-roupa-em-mais-ocasies</link>
         <description><![CDATA[<p>Dados da Kantar Worldpanel apontam que 75 milh&otilde;es de pessoas compraram roupas nos 12 meses terminados em agosto deste ano. Em compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo de 2015, a frequ&ecirc;ncia aumentou de 4,5 vezes para 5, sendo quase uma vez a cada dois meses. No entanto, o desembolso m&eacute;dio por visita, atualmente em R$ 86, apresentou redu&ccedil;&atilde;o de 11% em 2018 em rela&ccedil;&atilde;o a 2017.</p>
<p>Ao analisarmos mulheres e homens separadamente, elas fizeram seis visitas &agrave;s lojas, gastando R$ 84 em m&eacute;dia, apostando mais em blusas, cal&ccedil;as e vestidos, enquanto que os rapazes foram cinco vezes aos pontos de venda, investindo R$ 88 em m&eacute;dia, levando cal&ccedil;as, bermudas e camisetas.&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 28 Nov 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Brasileiro-compra-roupa-em-mais-ocasies</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Gerando crescimento incremental atrav?s de promo??es]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Gerando-crescimento-incremental-atravs-de-promoes</link>
         <description><![CDATA[<p><span lang="PT-BR">Promo&ccedil;&otilde;es s&atilde;o um investimento significativo para fabricantes e varejistas, mas quanto deste investimento gera crescimento incremental de volume?</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Este e outros t&oacute;picos relevantes acionam nosso mais recente paper de lideran&ccedil;a de ideias: Gerando crescimento incremental atrav&eacute;s de promo&ccedil;&otilde;es.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Em todos os mercados analisados para este estudo, constatamos que mais de um d&oacute;lar em cada cinco investidos em FMCG eram gastos em promo&ccedil;&otilde;es. Entretanto, apesar de promo&ccedil;&otilde;es poderem ajudar as marcas a crescer atraindo novos compradores &ndash; assim como estimulando seu retorno &ndash;; no longo prazo n&atilde;o t&ecirc;m impacto algum sobre a penetra&ccedil;&atilde;o.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Atrav&eacute;s de nossos pain&eacute;is, podemos ver o n&iacute;vel de promo&ccedil;&otilde;es em cada um de nossos mercados estudados, assim como o aumento nas vendas que estas promo&ccedil;&otilde;es trouxeram. O &ecirc;xito, quer para os fabricantes ou varejistas, apenas acontece quando as promo&ccedil;&otilde;es conseguem estimular compras adicionais no n&iacute;vel da categoria que n&atilde;o teriam ocorrido de outra forma. Chamamos isto de &ldquo;crescimento incremental&rdquo; &mdash; &eacute; a medida mais efetiva pela qual analisar o desempenho da promo&ccedil;&atilde;o.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Neste novo relat&oacute;rio, identificamos os cinco princ&iacute;pios a levar em considera&ccedil;&atilde;o &agrave; medida que varejistas e fabricantes recorrem ao uso de promo&ccedil;&otilde;es para obter crescimento incremental.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Saiba tudo sobre promo&ccedil;&otilde;es neste <span style="color: #000000; text-decoration: underline;"><a href="https://www.kantarworldpanel.com/br/Eventos/Webinar-est-tirando-mximo-proveito-de-suas-promoes"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;">webinar</span></a></span> ou baixando o relat&oacute;rio, clicando no atalho &agrave; direita desta p&aacute;gina.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Tamb&eacute;m, por favor, n&atilde;o hesite em entrar em contato com nossa especialista Fl&aacute;via Amado caso queira saber mais.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span><br /></span></span></p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 27 Nov 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Gerando-crescimento-incremental-atravs-de-promoes</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[?O crescimento exige metas realistas?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/O-crescimento-exige-metas-realistas</link>
         <description><![CDATA[<p>&nbsp;<strong>Virginia Garavaglia: &ldquo;O crescimento exige metas realistas&rdquo;</strong><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><br /></span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">Nesta edi&ccedil;&atilde;o de <em>Perspectives</em>, Virginia Garavaglia, Diretora de Marketing da Am&eacute;rica Latina, analisa o que as marcas precisam fazer para ter crescimento.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">Ao considerar como as marcas crescem na regi&atilde;o, ela mencionou um estudo global que analisou 18.000 marcas e concluiu que as maneiras que as marcas crescem na Am&eacute;rica Latina s&atilde;o exatamente as mesmas que em outras regi&otilde;es.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">&ldquo;Para crescer, uma marca precisa conquistar mais compradores.&rdquo;</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">Em toda a Am&eacute;rica Latina, o setor de FMCG est&aacute; crescendo lentamente, com um aumento de volume de apenas <span>1</span>% ano a ano. Entretanto, com uma penetra&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia de apenas 33%, todas as marcas t&ecirc;m espa&ccedil;o para crescer e podem conquistar mais compradores:</span></span><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">&nbsp;</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">&ldquo;Estamos em um jogo de soma zero na maioria dos mercados: as marcas que crescem o fazem &agrave;s custas das marcas que declinam.&rdquo;<br /></span></span><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">Ao analisar quantos compradores s&atilde;o necess&aacute;rios para ter &ecirc;xito, Virginia Garavaglia toma o Brasil como exemplo, onde o mercado est&aacute; expandindo a 3%. Entre as marcas que est&atilde;o crescendo, estamos observando uma taxa de 12% ano a ano. Entre as marcas em expans&atilde;o, tr&ecirc;s quartos conseguiram conquistar novos compradores.&nbsp;</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">&ldquo;No Brasil, se sua marca aumentar a penetra&ccedil;&atilde;o em 0,8% ou mais em um ano, significa que voc&ecirc; est&aacute; entre as marcas vencedoras. No Brasil existem 54 milh&otilde;es de domic&iacute;lios, portanto isto significa que uma marca deve conquistar 430.000 domic&iacute;lios a cada ano para continuar tendo &ecirc;xito.&rdquo;<br /></span></span><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">Entretanto, n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel mensurar todas as marcas da mesma forma; metas de crescimento diferentes devem ser definidas para marcas pequenas e grandes para determinar seu &ecirc;xito:&nbsp;</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">&ldquo;Pequenas marcas de sucesso conquistam 270.000 domic&iacute;lios em um ano, enquanto marcas grandes precisam conquistar 800.000 compradores.&rdquo;<br /></span></span><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">E ela acrescenta que no ano passado apenas 20 marcas em todo o Brasil conquistaram dois milh&otilde;es de domic&iacute;lios ou mais, e estas foram as marcas que mais cresceram em vendas. Oral-B, Frisco, Suave, Brilhante e 3 Cora&ccedil;&otilde;es s&atilde;o algumas delas. Virginia Garavaglia conclui:</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">&ldquo;O crescimento &eacute; poss&iacute;vel se voc&ecirc; estabelecer metas realistas e identificar os lugares mais quentes para crescimento em seu mercado.&rdquo;</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">Assista &agrave; entrevista na &iacute;ntegra clicando no v&iacute;deo acima.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">Caso tenha interesse em saber mais ou queira descobrir como podemos ajudar sua marca a ter mais &ecirc;xito, envie uma mensagem &agrave; nossa especialista clicando no bot&atilde;o &agrave; direita.</span></span></p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 21 Nov 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/O-crescimento-exige-metas-realistas</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Black Friday maior parte n?o pretende comprar]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Black-Friday-maior-parte-no-pretende-comprar</link>
         <description><![CDATA[<p>Sin&ocirc;nimo de boas ofertas e grandes oportunidades na reta final do ano, a Black Friday parece n&atilde;o empolgar tanto os brasileiros &ndash; nem mesmo como forma de antecipar as compras de Natal. De acordo com levantamento da Kantar Worldpanel, 53% dos entrevistados n&atilde;o planeja comprar nada no dia 23 de novembro.</p>
<p>Os dados revelam tamb&eacute;m que 17% dos ouvidos revelaram o desejo de antecipar as compras de fim de ano na data.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A pesquisa online ouviu 605 pessoas, entre os dias 1&ordm; e 12 de novembro.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 14 Nov 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Black-Friday-maior-parte-no-pretende-comprar</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Quase 80% dos brasileiros possuem smartphones]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Quase-80-dos-brasileiros-possuem-smartphones</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Planos com controle de gastos atingem 17% da popula&ccedil;&atilde;o&nbsp; </strong></p>
<p>O brasileiro tem cada vez mais smartphones. No entanto, seguindo a tend&ecirc;ncia de combina&ccedil;&atilde;o de percep&ccedil;&atilde;o de valor com escolhas econ&ocirc;micas, o consumidor aposta em planos nos quais possa controlar seus gastos e manter assim o aparelho e todas as facilidades oferecidas por ele. De acordo com o estudo ComTech, elaborado pela Kantar Worldpanel, 79% da popula&ccedil;&atilde;o tem um telefone inteligente e com v&aacute;rias funcionalidades. Os dados s&atilde;o do primeiro trimestre deste ano. No mesmo per&iacute;odo de 2016, o &iacute;ndice era de 58,3%, e nos tr&ecirc;s primeiros meses de 2017 chegava a 70,8%.</p>
<p>Para usufruir de todos os benef&iacute;cios da telefonia m&oacute;vel sem apelar para os pr&eacute;-pagos ou p&oacute;s-pagos, 17% da popula&ccedil;&atilde;o &ndash; quase 24 milh&otilde;es de pessoas -&nbsp; tem hoje os planos controle, aqueles em que h&aacute; pagamento de um valor pr&eacute;-definido mensalmente. Os n&uacute;meros se referem a abril deste ano.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 12 Nov 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Quase-80-dos-brasileiros-possuem-smartphones</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Mais de 100 milh?es de brasileiros t?m smartphones]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Mais-de-100-milhes-de-brasileiros-tm-smartphones</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Aparelhos inteligentes est&atilde;o presentes em todas as classes sociais</strong></p>
<p>Foi-se o tempo em que os telefones eram apenas para fazer liga&ccedil;&otilde;es. Hoje, nas m&atilde;os de mais de 100 milh&otilde;es de brasileiros, os smartphones s&atilde;o uma realidade para quase 80% da popula&ccedil;&atilde;o. Os dados s&atilde;o do Telecom Insights, estudo da Kantar Worldpanel que analisa o segundo trimestre deste ano. Ganhando cada vez mais espa&ccedil;o frente aos celulares com poucos recursos, os aparelhos com mais funcionalidades atingem atualmente todas as classes sociais, popularizando a internet m&oacute;vel &ndash; 81 % da classe AB tem smartphones; na C e DE, respectivamente, a presen&ccedil;a &eacute; de 80% e 76%. Para se ter uma ideia, no segundo trimestre de 2016, 18% das pessoas possu&iacute;am 4G. No mesmo per&iacute;odo de 2018, o &iacute;ndice atingiu 53%.</p>
<p>E como a import&acirc;ncia do item cresceu, as preocupa&ccedil;&otilde;es com os gastos se tornaram uma realidade. Para controlar o desembolso, 53% da popula&ccedil;&atilde;o aposta em planos pr&eacute;-pagos enquanto que 17% aderiu &agrave;s contas controle. Quando considerado o gasto na hora de comprar um aparelho, aqueles de at&eacute; R$ 1.000 s&atilde;o a porta de entrada para jovens de 7 a 11 anos. Os premium, acima de R$ 2.500, aparecem entre pessoas de 12 a 18 anos. Os adultos optam por telefones intermedi&aacute;rios, com valores de R$ 1.001 a R$ 2.500. Os maduros, com mais de 65 anos, s&atilde;o mais presenteados com aparelhos em compara&ccedil;&atilde;o com as demais faixas et&aacute;rias. Quando compram o produto, optam por aqueles de at&eacute; R$ 1.000.</p>
<p>De acordo com o levantamento da Kantar Worldpanel, a qualidade da c&acirc;mera &eacute; o atributo mais importante para a escolha de um aparelho &ndash; 43%. Outra conclus&atilde;o &eacute; que em tempos de instabilidade econ&ocirc;mica e pol&iacute;tica cresce a import&acirc;ncia de aparelhos usados.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 06 Nov 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Mais-de-100-milhes-de-brasileiros-tm-smartphones</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Mercado de cabelos cresce e movimenta R$ 8 bi no Brasil]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Mercado-de-cabelos-cresce-e-movimenta-R-8-bi-no-Brasil</link>
         <description><![CDATA[<p>Os cuidados com os cabelos seguem em alta entre os brasileiros. De acordo com estudo elaborado pela Kantar Worldpanel, a cesta de shampoo, p&oacute;s shampoo e tinturas cresceu 4,5% nos 12 meses terminados em agosto deste ano em compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo de 2017. Ainda segundo o levantamento, 818 milh&otilde;es de unidades foram compradas, gerando R$ 8 bilh&otilde;es. A penetra&ccedil;&atilde;o dos produtos alcan&ccedil;ou 96%, o que equivale a 52 milh&otilde;es de domic&iacute;lios. As mulheres seguem como as maiores consumidoras dos itens focados nas madeixas, sendo que os homens preferem apostar mais na perfumaria.&nbsp;</p>
<p>A pesquisa da Kantar Worldpanel revela ainda que o uso de produtos para cabelos geralmente &eacute; compartilhado no pa&iacute;s &ndash; 68% quando se trata de shampoo e 62% quando considerado o p&oacute;s-shampoo. Na hora da escolha de itens de cuidados pessoais, o brasileiro leva em conta, em sua maioria, a boa fragr&acirc;ncia e a rela&ccedil;&atilde;o pre&ccedil;o- qualidade.&nbsp;</p>
<p>Os dados apontam ainda que a maior parte da popula&ccedil;&atilde;o tem atualmente o cabelo liso (34.3%) e ondulado (ligeiramente, 27,4%; totalmente, 16,4%). Quando analisado o comprimento, os brasileiros ou t&ecirc;m cabelos longos (23,2%) ou muito curto (23,8%). Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; cor, o loiro vem perdendo espa&ccedil;o em todo o pa&iacute;s, refor&ccedil;ando a tend&ecirc;ncia de uma busca pelo natural, j&aacute; detectada anteriormente pela Kantar Worldpanel.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 01 Nov 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Mercado-de-cabelos-cresce-e-movimenta-R-8-bi-no-Brasil</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Os Centennials s?o a nova pot?ncia econ?mica]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Os-Centennials-so-a-nova-potncia-econmica</link>
         <description><![CDATA[<p>Saiam da frente, <em>Millennials</em>. Os <em>Centennials</em> s&atilde;o a nova pot&ecirc;ncia econ&ocirc;mica</p>
<p><span lang="PT-BR">N&atilde;o conseguir conectar-se com os valores, cren&ccedil;as e expectativas dos <em>Centennials</em> representar&aacute; um desafio significativo para o futuro crescimento das marcas, segundo um novo relat&oacute;rio da Kantar.</span></p>
<p><span lang="ES-TRAD"><em><span lang="PT-BR">Centennials</span></em><span lang="PT-BR"> aos 21</span></span><span lang="PT-BR"> &eacute; um novo relat&oacute;rio que examina os comportamentos e expectativas desta coorte global, e os desafios &agrave;s marcas e marqueteiros para redefinir como operam, visando melhorar seu engajamento com este grupo de consumidores cada vez mais influente.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Representando 35% da popula&ccedil;&atilde;o global, os <em>Centennials</em>, os primeiros dos quais completaram 21 anos de idade este ano, se tornaram uma pot&ecirc;ncia econ&ocirc;mica com cada vez mais influ&ecirc;ncia sobre a lealdade e os gastos com as marcas. O relat&oacute;rio da Kantar revela uma gera&ccedil;&atilde;o que &eacute;:</span></p>
<p><strong><span lang="PT-BR">Digitalmente dependente, e ao mesmo tempo usu&aacute;rios conscientes da tecnologia</span></strong></p>
<p><span lang="PT-BR">Os <em>Centennials</em> usam seus smartphones at&eacute; 30% mais que indiv&iacute;duos acima de 21 anos e passam at&eacute; 35% mais tempo em seus dispositivos durante o dia. Ainda assim, um pouco mais de um ter&ccedil;o dos <em>Centennials</em> ao redor do mundo acredita que usam o telefone demais.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Os <em>Centennials</em> na Fran&ccedil;a, Reino Unido e EUA s&atilde;o ainda mais apegados a seus smartphones que a m&eacute;dia da coorte de <em>Millennials</em>: em m&eacute;dia, os <em>Centennials</em> passam 2,40 horas por dia em seus aparelhos celulares em compara&ccedil;&atilde;o &agrave; m&eacute;dia de 2,12 horas para os <em>Millennials</em>.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Os <em>Centennials</em> passam para outra rapidamente se a experi&ecirc;ncia com uma marca n&atilde;o trouxer o que desejam ou precisam; 62% n&atilde;o utilizam um app ou website que seja dif&iacute;cil de navegar, e 63% declaram ter instalado um bloqueador de propagandas em seu telefone celular ou computador de mesa.</span></p>
<p><strong><span lang="PT-BR">Cada vez mais influentes nas decis&otilde;es de compra da fam&iacute;lia</span></strong></p>
<p><span lang="PT-BR">As fam&iacute;lias est&atilde;o recorrendo a seus membros mais jovens para coletar informa&ccedil;&otilde;es sobre produtos, comparar opini&otilde;es e obter conselhos sobre o processo de compra; at&eacute; tr&ecirc;s quartos dos <em>Centennials</em> relatam que influenciam decis&otilde;es e gastos importantes da fam&iacute;lia.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Esta tend&ecirc;ncia &eacute; ainda mais prevalente ao analisarmos decis&otilde;es de compras tomadas nos setores de alimentos e bebidas (77%), mobili&aacute;rio (76%) e artigos para o lar (73%).</span></p>
<p><strong><span lang="PT-BR">Utilizam m&iacute;dias sociais de forma diferente das gera&ccedil;&otilde;es anteriores</span></strong></p>
<p><span lang="PT-BR">O modo que usam sites de m&iacute;dias sociais difere das gera&ccedil;&otilde;es anteriores, com o Facebook sendo utilizado pelos <em>Centennials</em> por uma m&eacute;dia de 11 minutos por dia, em compara&ccedil;&atilde;o a Snapchat (30 minutos), Facebook Messenger (28 minutos) e Twitter (22 minutos).</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Online, os <em>Centennials</em> s&atilde;o mais propensos a se identificarem com suas identidades nas m&iacute;dias sociais que outras gera&ccedil;&otilde;es, com 61% admitindo que as coisas que postam dizem muito/algo sobre quem s&atilde;o, em compara&ccedil;&atilde;o a 56% dos <em>Millennials</em>.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">&Agrave; medida que os <em>Centennials</em> se tornam jovens adultos, eles remodelar&atilde;o categorias e trar&atilde;o ind&uacute;strias abaixo. As marcas que souberem onde procurar poder&atilde;o come&ccedil;ar a interpretar os sinais e fazer predi&ccedil;&otilde;es sobre como os <em>Centennials</em> influenciar&atilde;o seu futuro. Entender os valores e motiva&ccedil;&otilde;es desta gera&ccedil;&atilde;o &eacute; um primeiro passo essencial para posicionar-se para o sucesso, &agrave; medida que os <em>Centennials</em> tomam as r&eacute;deas e conduzem os mercados globais.</span><strong><br /></strong></p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 26 Oct 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Os-Centennials-so-a-nova-potncia-econmica</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Vaidosas, brasileiras buscam beleza natural]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Houve-queda-no-uso-semanal-do-secador-de-cabelo-e-diminuio-dos-procedimentos-capilares</link>
         <description><![CDATA[<p>Reconhecidamente vaidosas, as brasileiras gostariam de dedicar mais tempo aos cuidados pessoais &ndash; 53% fizeram essa afirma&ccedil;&atilde;o em 2017 em estudo conduzido pela Kantar Worldpanel. No entanto, o desejo tem uma particularidade: cada vez mais &eacute; guiado por uma busca pelo natural. N&atilde;o por acaso, levantamentos da empresa apontam queda no uso semanal do secador de cabelo &ndash; 16% versus 12%, na compara&ccedil;&atilde;o de 2014 com 2017, e diminui&ccedil;&atilde;o dos procedimentos capilares. Nos 12 meses terminados em junho de 2018 em compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo em 2016, a parcela da popula&ccedil;&atilde;o que comprou itens para tratamentos nos fios apresentou queda de 3 pontos percentuais, o que equivale a 1.6 milh&otilde;es de lares que deixaram de consumir a categoria de tinturas, enquanto que os alisantes ca&iacute;ram 2 pontos percentuais &ndash;, representando 1.1 milh&otilde;es de lares a menos.</p>
<p>O interesse por uma beleza menos artificial inclui tamb&eacute;m a busca por produtos feitos com ingredientes naturais, cosm&eacute;ticos antipolui&ccedil;&atilde;o e antistress, multifuncionais e at&eacute; feitos em casa. Empregando mais dinheiro em cuidados com os cabelos &ndash; 23% de todo o gasto com beleza, segundo dados de 2017 -, o Brasil tamb&eacute;m se destaca em deo col&ocirc;nias e maquiagens. O pa&iacute;s aparece em 9&ordm; lugar no ranking mundial de compras de maquiagem, com 46% de penetra&ccedil;&atilde;o nos lares. Em primeiro lugar, a Col&ocirc;mbia apresenta &iacute;ndice de 82%. Quando o assunto &eacute; deo col&ocirc;nia, o Brasil ocupa tamb&eacute;m o 9&ordm; posto na lista, com 55% de penetra&ccedil;&atilde;o nos domic&iacute;lios. Col&ocirc;mbia repete o p&oacute;dio, com 86% de presen&ccedil;a.</p>
<p><strong>Homens</strong></p>
<p>Em pesquisa realizada em 2017 pela Kantar Worldpanel, 72% dos homens ouvidos disseram preferir usar produtos feitos especialmente para eles. Por isso mesmo, itens focados nesse p&uacute;blico t&ecirc;m ganhado espa&ccedil;o nas prateleiras. Em levantamento que analisou os 12 meses terminados em mar&ccedil;o de 2018 em compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo do ano anterior, o consumo de col&ocirc;nia masculina premium teve crescimento de 8% em volume.&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 25 Oct 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Houve-queda-no-uso-semanal-do-secador-de-cabelo-e-diminuio-dos-procedimentos-capilares</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Consumo de desodorantes e antiss?pticos bucais cresce]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumo-de-desodorantes-e-antisspticos-bucais-cresce</link>
         <description><![CDATA[<p>De olho nos cuidados pessoais, o brasileiro aumentou o consumo de desodorantes e antiss&eacute;pticos bucais nos 12 meses terminados em junho deste ano em compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo de 2017.</p>
<p>De acordo com levantamento da Kantar Worldpanel, enquanto a cesta de higiene e beleza apresentou crescimento de 2,1% em volume, os itens tiveram eleva&ccedil;&atilde;o de 11% no quesito, sendo os &uacute;nicos a alcan&ccedil;arem dois d&iacute;gitos.</p>
<p>Segundo dados da pesquisa, o atacarejo, j&aacute; um velho conhecido dos brasileiros, &eacute; hoje o principal canal de compra para produtos da cesta, conquistando mais 1,6 milh&otilde;es de novos lares compradores no per&iacute;odo analisado (+ 3 pontos percentuais) &ndash; porta a porta, por exemplo, registrou queda de 4 pontos percentuais, enquanto que hipermercado caiu 1 ponto percentual e drogarias e farm&aacute;cias aumentaram 2 pontos percentuais.&nbsp;</p>
<p>O estudo revela tamb&eacute;m que o comportamento dos consumidores, cada vez mais complexo, &eacute; diferente em cada canal. Enquanto que no atacarejo entram no carrinho itens como papel higi&ecirc;nico, desodorante, creme dental, absorvente higi&ecirc;nicos e p&oacute;s shampoo, nas drogarias e farm&aacute;cias dominam a cesta de compras desodorante, creme dental, deo col&ocirc;nia e sabonete. As promo&ccedil;&otilde;es seguem importantes para a cesta, principalmente aquelas do tipo leve mais, pague menos.&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 18 Oct 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumo-de-desodorantes-e-antisspticos-bucais-cresce</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[?Crescimento ? uma combina??o de online e offline"]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Crescimento--uma-combinao-de-online-e-offline</link>
         <description><![CDATA[<p>S<strong><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">t&eacute;phane Roger: &ldquo;Crescimento &eacute; uma combina&ccedil;&atilde;o de online e offline"</span></span></strong><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><br /></span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">Nesta nova edi&ccedil;&atilde;o de <em>Perspectives</em>, conversamos com St&eacute;phane Roger, Diretor Global de Shopper &amp; Varejo da Kantar Worldpanel. Aproveitando seu conhecimento privilegiado do varejo ao redor do mundo, perguntamos sobre as tend&ecirc;ncias globais e o que esperar nos pr&oacute;ximos anos nesta &aacute;rea. Nosso especialista, em resposta, oferece algumas dicas &agrave;s marcas sobre como conseguir crescer no varejo e evoluir mais rapidamente com o e-commerce.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">No ano passado o setor de varejo registrou uma leve recupera&ccedil;&atilde;o de 1,9% de crescimento em valor. Entretanto, St&eacute;phane Roger observa que isto se deve principalmente &agrave; infla&ccedil;&atilde;o no Reino Unido, Am&eacute;rica Latina e &Aacute;frica. Em seguida, ele destaca a aus&ecirc;ncia de rela&ccedil;&atilde;o entre dois indicadores importantes:</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">&ldquo;Existe uma clara desconex&atilde;o entre o crescimento do PIB e de FMCG&rdquo;.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">&Eacute; improv&aacute;vel que esta situa&ccedil;&atilde;o se altere nos pr&oacute;ximos anos, ele observa. Uma raz&atilde;o para acreditar nisto &eacute; que a popula&ccedil;&atilde;o global est&aacute; desacelerando, as pessoas est&atilde;o ficando mais velhas e a frequ&ecirc;ncia de compras est&aacute; mais baixa.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">&ldquo;Os shoppers est&atilde;o migrando para alternativas menos caras, como lojas de descontos, marcas pr&oacute;prias ou promo&ccedil;&otilde;es&rdquo;.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">Quando perguntamos a nosso especialista aonde as marcas podem encontrar crescimento no varejo, ele &eacute; claro: a maior fatia do bolo se encontra no e-commerce. Este canal cresceu 15% no ano passado e j&aacute; representa 5,8% do gasto total em FMCG. Em algumas categorias, como Beleza, est&aacute; muito mais desenvolvido, chegando a 10%.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">&ldquo;76% do crescimento do FMCG vem de fora dos supermercados e hipermercados&rdquo;.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">St&eacute;phane Roger encerrou nossa entrevista com algumas ideias para que o e-commerce evolua ainda mais rapidamente. Como ele observa, nos 12 &uacute;ltimos meses aproximadamente 35 bilh&otilde;es de d&oacute;lares foram gerados pela aquisi&ccedil;&atilde;o de ag&ecirc;ncias: Amazon com Whole Foods, Hema Fresh saindo de Alibaba e Walmart com Flipkart, na &Iacute;ndia.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">&ldquo;Acredito que o crescimento esteja na fus&atilde;o das experi&ecirc;ncias online e offline&rdquo;.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">Assista &agrave; entrevista de <em>Perspectives</em> na &iacute;ntegra clicando no v&iacute;deo acima e nos envie uma mensagem caso queira saber sobre as possibilidades para e-commerce.</span></span></p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 10 Oct 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Crescimento--uma-combinao-de-online-e-offline</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Paul Murphy: ?As pessoas n?o s?o t?o fi?is a marcas?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Paul-Murphy-As-pessoas-no-so-to-fiis-a-marcas</link>
         <description><![CDATA[<p><span lang="PT-BR"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Em nossa &uacute;ltima edi&ccedil;&atilde;o de <em>Perspectives</em>, enfocamos em como as marcas crescem. Para aprendermos mais sobre este assunto, entramos em contato com nosso Diretor Global de An&aacute;lise e Insight, Paul Murphy, e pedimos que compartilhasse seu conhecimento nesta &aacute;rea. Durante nossa conversa, Paul discorreu sobre tr&ecirc;s pontos interessantes que nenhuma marca quer perder: como as marcas crescem; qual deve ser a lista de coisas a fazer; e quais perguntas ainda permanecem sem respostas em rela&ccedil;&atilde;o a este assunto.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">&ldquo;As maiores marcas s&atilde;o aquelas que conseguem que a maioria dos consumidores as comprem com mais frequ&ecirc;ncia&rdquo;.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Como marca, em &eacute;pocas de crescimento ou de queda, h&aacute; duas coisas &agrave;s quais voc&ecirc; deveria estar prestando aten&ccedil;&atilde;o. Uma delas &eacute; o n&uacute;mero de compradores que voc&ecirc; tem e a outra &eacute; a frequ&ecirc;ncia com que est&atilde;o comprando seus produtos. Enquanto as maiores marcas do mundo t&ecirc;m os maiores n&uacute;meros de compradores e de frequ&ecirc;ncia de compras, as menores t&ecirc;m menos pessoas as comprando, e o fazem com menor frequ&ecirc;ncia.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">&ldquo;A ideia que as pessoas s&atilde;o mais ou menos fi&eacute;is a marcas n&atilde;o existe tanto quanto se acha&rdquo;.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Outra coisa a levar em considera&ccedil;&atilde;o, Paul observa, &eacute; que mais comumente algu&eacute;m compra uma marca espec&iacute;fica apenas uma vez ao ano. Os consumidores n&atilde;o s&atilde;o t&atilde;o fi&eacute;is a marcas como se acredita, ent&atilde;o a chave para isto &eacute; fazer com que os consumidores comecem a comprar seus produtos.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">&ldquo;Todo mundo passa tempo demais analisando as pessoas que j&aacute; compram seus produtos&rdquo;.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Quando indagado sobre onde as marcas que desejam crescer deveriam enfocar, Paul tem uma opini&atilde;o clara: nas pessoas que ainda n&atilde;o as compram. Como ele explica, o pr&oacute;ximo passo &eacute; descobrir porque n&atilde;o est&atilde;o comprando a marca e ent&atilde;o pensar em solu&ccedil;&otilde;es para o problema. A resposta a esta &uacute;ltima pergunta &eacute; inova&ccedil;&atilde;o.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">&ldquo;A inova&ccedil;&atilde;o que chega &agrave; loja &eacute; a que as pessoas veem&rdquo;.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Do ponto de vista de marketing, Paul Murphy explica que h&aacute; aspectos a controlar. Primeiro, que as pessoas consigam encontrar na loja o que veem na Internet. E, segundo, propaganda em todas as formas &ndash; os consumidores conhecem uma marca ap&oacute;s a terem visto ao longo do tempo e quando as pessoas a seu redor a compram.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">&ldquo;Quando voc&ecirc; pergunta a algu&eacute;m qual &eacute; sua marca favorita, ela falar&aacute; sobre marcas que voc&ecirc;, que eu e que todo mundo conhece&rdquo;.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Paul Murphy oferece um &uacute;ltimo mas n&atilde;o menos importante conselho &agrave;s marcas: as marcas precisam lembrar as pessoas que existem e que lhes oferecem coisas relevantes.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">&ldquo;Ainda que possa parecer embara&ccedil;oso, voc&ecirc; precisa dizer &agrave;s pessoas que est&aacute; l&aacute; e que &eacute; relevante&rdquo;.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Apesar de tudo o que sabemos sobre como as marcas crescem, h&aacute; algumas perguntas que ainda n&atilde;o foram respondidas. Paul Murphy indica que algumas das perguntas mais relevantes se relacionam ao planejamento or&ccedil;ament&aacute;rio: quanto dinheiro investir em personaliza&ccedil;&atilde;o versus direcionamento em massa, ou quanto investir em presen&ccedil;a no ponto de venda e na gama de produtos.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Assista &agrave; entrevista completa clicando no v&iacute;deo acima e ponha estas dicas em pr&aacute;tica para come&ccedil;ar a fazer sua marca crescer.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Caso tenha interesse em saber mais sobre marcas ou queira descobrir como podemos ajudar a faz&ecirc;-lo, deixe uma mensagem para nosso especialista clicando no bot&atilde;o &agrave; direita.</span></span></p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 09 Oct 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Paul-Murphy-As-pessoas-no-so-to-fiis-a-marcas</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Novo relat?rio Blurring Boundaries]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Novo-relatrio-Blurring-Boundaries</link>
         <description><![CDATA[<p><span lang="EN-US">Marketing entre as Linhas Difusas de Pessoas</span><span lang="PT-BR"><span><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> &nbsp; &nbsp;</span></span></span></p>
<p><span>As pessoas est&atilde;o ficando mais parecidas com marcas e as marcas est&atilde;o ficando mais parecidas com pessoas</span></p>
<p><span>Neste novo relat&oacute;rio, a Kantar identifica os cinco maiores desafios digitais que propriet&aacute;rios de marcas precisam superar para melhorar seu marketing em uma era digital estressada. O relat&oacute;rio Linhas Difusas investiga as mudan&ccedil;as nas din&acirc;micas dos relacionamentos entre pessoas e marcas causadas pela tecnologia.</span></p>
<p><span>Ao comentar sobre o lan&ccedil;amento do relat&oacute;rio, Fritz Friedlund disse: &ldquo;Linhas Difusas significam que as pessoas est&atilde;o ficando mais parecidas com marcas e as marcas est&atilde;o ficando mais parecidas com pessoas. Para manter um relacionamento significativo com seus consumidores, os propriet&aacute;rios das marcas precisam desenvolver novas estrat&eacute;gias de comunica&ccedil;&atilde;o fundamentadas em um entendimento claro de seu prop&oacute;sito, diferencia&ccedil;&atilde;o e personalidade, assim como em princ&iacute;pios de engajamento que levem em considera&ccedil;&atilde;o os diversos desafios apresentados pela tecnologia em r&aacute;pida evolu&ccedil;&atilde;o.&rdquo;</span></p>
<p><span>Alguns dos desafios de marketing identificados no relat&oacute;rio incluem:</span></p>
<p><span><span>&middot;<span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span></span><span>Sempre ligados &agrave;s comunica&ccedil;&otilde;es: Os consumidores agora passam em m&eacute;dia 3,5 horas online e usando m&iacute;dias sociais &ndash; al&eacute;m de 2,7 horas consumindo m&iacute;dias offline.</span></p>
<p><span><span>&middot;<span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span></span><span>Crise de confian&ccedil;a no meio online: 40% dos consumidores conectados ao redor do mundo est&atilde;o preocupados com o volume de informa&ccedil;&otilde;es pessoais que as empresas armazenam sobre eles.</span></p>
<p><span><span>&middot;<span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span></span><span>Aumento do volume de propagandas: Entre 2008 e 2015, o n&uacute;mero de marcas anunciantes aumentou 30%.</span></p>
<p><span><span>&middot;<span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span></span><span>Crise de identidade algor&iacute;tmica: Quase tr&ecirc;s quartos dos consumidores online reclamam da exibi&ccedil;&atilde;o de propagandas repetitivas.</span></p>
<p><span><span>&middot;<span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span></span><span>Prolifera&ccedil;&atilde;o nas plataformas de m&iacute;dias sociais: Mais que um em cada tr&ecirc;s usu&aacute;rios de m&iacute;dias sociais acredita que a maior parte das informa&ccedil;&otilde;es nas m&iacute;dias sociais n&atilde;o &eacute; confi&aacute;vel.</span></p>
<p><span>Estes e outros desafios tornam o marketing digital de hoje frustrante para os consumidores e profissionais de marketing. O relat&oacute;rio Linhas Difusas delineia as medidas que as marcas devem tomar para reexaminar seus relacionamentos com as pessoas &mdash; o que as marcas representam, como se apresentam, o que dizem, como expressam sua mensagem e como se comportam.</span></p>
<p><span>Baixe o novo relat&oacute;rio </span><span>Linhas Difusas clicando &agrave; direita da p&aacute;gina, assista ao webinar e saiba tudo sobre ele.</span></p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 03 Oct 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Novo-relatrio-Blurring-Boundaries</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Mercado de limpeza dom?stica cresce]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Mercado-de-limpeza-domstica-cresce</link>
         <description><![CDATA[<p>Em uma &eacute;poca na qual o termo &ldquo;tempo &eacute; dinheiro&rdquo; n&atilde;o poderia ter uma conota&ccedil;&atilde;o mais literal, as escolhas de consumo t&ecirc;m sido diretamente impactadas pela necessidade da realiza&ccedil;&atilde;o de tarefas da forma mais pr&aacute;tica poss&iacute;vel &ndash; segundo a Kantar Consulting, 82% dos consumidores buscam cada vez mais formas de simplificar a sua vida. Registrando crescimento maior do que a cesta de consumo massivo nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos, o mercado de limpeza dom&eacute;stica no Brasil, de acordo com dados levantados pela Kantar Worldpanel, tem assistido a um aumento consumo de itens que facilitam a vida de quem tem de higienizar a casa. Para exemplificar, limpadores sanit&aacute;rios cresceram 22% em volume nos &uacute;ltimos 12 meses terminados em junho de 2018 na compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo do ano passado. Sapon&aacute;ceos, &aacute;gua sanit&aacute;ria combinada com alvejante e cloro e detergente de roupa concentrado registraram alta de 17%, 10% e 8%, respectivamente.</p>
<p>E como o dinheiro tamb&eacute;m est&aacute; na ordem do dia, as embalagens maiores &ndash; big sizes &ndash; se destacam como as op&ccedil;&otilde;es mais econ&ocirc;micas, n&atilde;o por acaso a categoria de detergente para roupas, por exemplo, &nbsp;cresce exclusivamente por meio de produtos com 2 quilos ou mais. Refor&ccedil;ando a tend&ecirc;ncia de escolhas inteligentes e controle dos gastos, o atacarejo se estabelece como o canal que mais cresce para a cesta de limpeza &ndash; mais de 1,7 milh&otilde;es de novos domic&iacute;lios adquiriram produtos para higiene do lar no canal.</p>
<p>Importante notar, no entanto, que o pre&ccedil;o n&atilde;o &eacute; o &uacute;nico fator que leva &agrave; decis&atilde;o do shopper: 48% dos brasileiros valorizam a boa qualidade. Definitivamente, o consumidor e suas escolhas s&atilde;o cada vez mais complexas!&nbsp;</p>
<p><strong><br /></strong></p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 02 Oct 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Mercado-de-limpeza-domstica-cresce</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[As escolhas do consumidor]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/As-escolhas-do-consumidor</link>
         <description><![CDATA[<p><span>O Brasil est&aacute; enfrentando uma situa&ccedil;&atilde;o de altas expectativas pol&iacute;ticas. Com a elei&ccedil;&atilde;o em Outubro, a maior parte dos brasileiros ainda n&atilde;o sabe em quem votar. A economia cresce em um ritmo mais lento, a taxa de desemprego ainda &eacute; alta e o novo presidente ter&aacute; muitos desafios para retomar o crescimento do pa&iacute;s.</span></p>
<p><span>Isso reflete diretamente em um desaquecimento do consumo no segundo trimestre, com uma retra&ccedil;&atilde;o de 5,5% em volume e 2,5% em valor. Mas isso n&atilde;o significa necessariamente que os consumidores est&atilde;o escolhendo as marcas mais baratas. Existem muitas escolhas complexas que v&atilde;o al&eacute;m do pre&ccedil;o. Nesse cen&aacute;rio, &eacute; importante que os fabricantes transmitam valor, sempre lembrando de estar presentes no PDV com o portfolio e pre&ccedil;os corretos!</span></p>
<p><span>Fa&ccedil;a o download do nosso artigo e desfrute a leitura!</span></p>
<p><strong>Giovanna Fischer</strong><br />Marketing &amp; Consumer Insights Director<br />Kantar Worldpanel Brasil</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 24 Sep 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/As-escolhas-do-consumidor</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Leite em p? se destaca]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Leite-em-p-se-destaca-no-consumo-dos-brasileiros-</link>
         <description><![CDATA[<p>Estudo elaborado pela Kantar Worldpanel e que analisa o consumo de leite no Brasil aponta que o segmento em p&oacute; foi o &uacute;nico a crescer de janeiro a junho de 2018. O produto, al&eacute;m de ganhar penetra&ccedil;&atilde;o (3,9 p.p.) em quase todas as regi&otilde;es do pa&iacute;s &ndash; exceto Grande S&atilde;o Paulo e Sul -, isto &eacute;, mais de 2 milh&otilde;es de lares passaram a comprar leite em p&oacute;.</p>
<p>J&aacute; o UHT se manteve est&aacute;vel, crescendo em volume na Grande S&atilde;o Paulo e na regi&atilde;o Leste + Interior do Rio de Janeiro &ndash; nas demais, houve retra&ccedil;&atilde;o. O levantamento revela ainda que no Nordeste o UHT vem sendo substitu&iacute;do pelo leite em p&oacute;.</p>
<p>Analisando o per&iacute;odo de paralisa&ccedil;&atilde;o dos caminhoneiros, que afetou o pa&iacute;s em maio passado, a Kantar Worldpanel apurou que n&atilde;o houve queda no consumo de leites no per&iacute;odo, mas que o impacto foi sentido no pre&ccedil;o m&eacute;dio.</p>
<p>Ainda segundo a pesquisa, os leites especiais (enriquecidos ou fortificados, por exemplo) seguem como grandes apostas da ind&uacute;stria, no entanto, ainda deixam os consumidores em d&uacute;vida em rela&ccedil;&atilde;o aos benef&iacute;cios proporcionados.&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 21 Sep 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Leite-em-p-se-destaca-no-consumo-dos-brasileiros-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[A nova cara do varejo]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/A-nova-cara-do-varejo</link>
         <description><![CDATA[<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">O gasto na cesta FMCG erodiu devido ao crescimento das marcas de <em>baixo custo.</em></span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">O consumo da cesta chegou a um ponto de inflex&atilde;o (Q2 2018) e, pela primeira vez em 10 anos, deixou de crescer em Latam (-0,1% em volume). O crescimento em valor tamb&eacute;m desacelerou (1,6%) e ficou abaixo da infla&ccedil;&atilde;o, prevista em 3,6% para 2018.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">O <em>shopper</em> latino mudou sua escolha de marcas, dando mais espa&ccedil;o para marcas pr&oacute;prias e econ&ocirc;micas a fim de controlar seu or&ccedil;amento, ao mesmo tempo que experimenta novos formatos de canais. Isto acabou erodindo o valor da cesta FMCG: muitos lares gastam menos para comprar o mesmo volume.<br /></span></span><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">Metade dos pa&iacute;ses da regi&atilde;o mostra uma contra&ccedil;&atilde;o no consumo; e o Brasil continua sendo o motor de crescimento, ainda que a uma taxa muito conservadora.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">O M&eacute;xico sofre aumentos de pre&ccedil;o; o Chile retoma o crescimento e a Col&ocirc;mbia &eacute; o mercado que mais cresce em Q2 para o consumo massificado. Na maioria dos pa&iacute;ses, os <em>shoppers</em> v&atilde;o menos vezes ao ponto de venda, o que significa que cada ato de compra se torna mais importante. As marcas competem em mais canais e, ao mesmo tempo, t&ecirc;m menos <em>touchpoints</em> com seus compradores devido &agrave; redu&ccedil;&atilde;o das idas ao ponto de venda.</span></span><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><br /></span></span></p>
<p>&nbsp;<img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/5/G1_PT.jpg" alt="G1_PT.jpg" width="427" height="206" /></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">As marcas pr&oacute;prias conquistaram 3,6% de participa&ccedil;&atilde;o em valor na regi&atilde;o, silenciosamente ganhando <em>share</em> ano ap&oacute;s ano. Alcan&ccedil;aram seu recorde na Col&ocirc;mbia, com 15% do mercado, conquistando mais de 2 pontos de participa&ccedil;&atilde;o de mercado a cada ano desde 2015. A Am&eacute;rica Central (8%), o Chile (6%) e a Argentina (5%) v&ecirc;m em seguida. Marcas <em>premium</em> perderam 2 pontos de participa&ccedil;&atilde;o de mercado nos &uacute;ltimos 3 anos.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">Novos formatos de varejo e novos <em>players</em> &ndash; sobretudo locais &ndash; mudam a cara do varejo. Atacadistas, <em>discounters</em>, cadeias regionais, farm&aacute;cias&hellip; e Dollar City, que expande na Col&ocirc;mbia. Feiras livres e distribuidoras ganham terreno no Chile, lojas de vizinhan&ccedil;a na Bol&iacute;via e &ldquo;<em>tianguis</em>&rdquo; &ndash; mercados ao ar livre &ndash; entre os lares mexicanos de n&iacute;veis socioecon&ocirc;micos mais baixos.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;">Apesar de o consumo estar estagnado, a estrutura do varejo em Latam &eacute; &uacute;nica, local e est&aacute; mudando muito rapidamente.</span></span></p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 20 Sep 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/A-nova-cara-do-varejo</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Panetone, o mercado cresce]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Panetone-o-mercado-cresce</link>
         <description><![CDATA[<p>S&iacute;mbolo do Natal, o panetone segue como um dos produtos queridinhos dos brasileiros. De acordo com estudo da Kantar Worldpanel, mais de 29 milh&otilde;es de fam&iacute;lias consumiram o item de novembro de 2017 a janeiro deste ano, atingindo 53,2% dos lares &ndash; na classe AB1, a mais alta, na Grande S&atilde;o Paulo, o &iacute;ndice chegou a 78%. No per&iacute;odo analisado, houve crescimento de 13% em volume e 15% em faturamento em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior. Segundo o levantamento, cada fam&iacute;lia levou para casa 1,3 quilo de panetone, uma alta de 2,6% em compara&ccedil;&atilde;o com novembro de 2016 a janeiro de 2017, tendo o produto chegado aos domic&iacute;lios principalmente via presente.</p>
<p>A Kantar Worldpanel revela ainda que no Natal do ano passado os panetones foram menos promocionados, o que resultou em que pre&ccedil;os similares em janeiro e dezembro. Com penetra&ccedil;&atilde;o maior no m&ecirc;s do Natal, o quitute come&ccedil;a a entrar na cesta de compras em novembro, seguindo na mesa da popula&ccedil;&atilde;o no come&ccedil;o do ano. Isso pode ser explicado pelas promo&ccedil;&otilde;es de queima de estoque comuns em janeiro.</p>
<p>Em termos de embalagens, as de 400 e 500 gramas s&atilde;o as que mais t&ecirc;m se destacado. No per&iacute;odo analisado pela pesquisa, elas entraram em 2 milh&otilde;es de domic&iacute;lios a mais do que no ano anterior. Em meio a um n&uacute;mero cada vez maior de sabores e vers&otilde;es, a tradicional ainda aparece como a preferida do brasileiro, representando quase 80% do volume da categoria (78,2%). No entanto, a Kantar Worldpanel detectou que os segmentos recheados e sem frutas ganharam espa&ccedil;o.</p>
<p>Quando analisado o perfil do consumidor de panetone, o estudo aponta que h&aacute; uma concentra&ccedil;&atilde;o de volume comprado na Grande S&atilde;o Paulo, pelos indiv&iacute;duos com 50 anos ou mais, em lares de 1 a 2 pessoas, de alto poder aquisitivo e sem crian&ccedil;as.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 18 Sep 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Panetone-o-mercado-cresce</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Cecilia Alva: gera??o de consumidores maduros]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Cecilia-Alva-gerao-de-consumidores-maduros</link>
         <description><![CDATA[<ul>
<li><span lang="PT-BR"><strong>Consumidores</strong> acima de 50 anos s&atilde;o fundamentais para a ind&uacute;stria de produtos de consumo massificados na Am&eacute;rica Latina. Conversamos sobre este assunto com Cecilia Alva, Diretora de Clientes &amp; Novos Neg&oacute;cios para Latam. Neste breve v&iacute;deo, a especialista explica a import&acirc;ncia cada vez maior do segmento maduro para este mercado, o que gostam de comprar e como fazem compras.</span></li>
</ul>
<p><span lang="PT-BR">&ldquo;Apesar desta gera&ccedil;&atilde;o representar um em cada cinco domic&iacute;lios, o segmento maduro expandir&aacute; um ter&ccedil;o em uma d&eacute;cada&rdquo;.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Ao falarmos sobre as prioridades e prefer&ecirc;ncias desta faixa et&aacute;ria, nossa especialista indica seu desejo por conex&atilde;o e autoconhecimento. Esta &eacute; uma gera&ccedil;&atilde;o consciente de sua sa&uacute;de e qualidade de vida. &ldquo;Os consumidores maduros buscam efici&ecirc;ncia, qualidade e praticidade em muitos aspectos de suas vidas&rdquo;.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Ao analisarmos como isto se reflete nos h&aacute;bitos de compras e entretenimento deste grupo, identificamos algumas tend&ecirc;ncias interessantes. Os consumidores maduros fazem compras menores e ligeiramente menos frequentes. Compram mais marcas premium e gastam mais, em m&eacute;dia, combinando os canais de varejo moderno e lojas de vizinhan&ccedil;a.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Enfocando nas oportunidades, as marcas t&ecirc;m uma imensa possibilidade de crescimento com o segmento maduro em diversas categorias, tais como cuidados pessoais. O que devem fazer &eacute; enfocar em como os consumidores podem melhorar sua rotina de higiene atrav&eacute;s da inova&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Como os consumidores maduros s&atilde;o conscientes da rela&ccedil;&atilde;o de uma dieta equilibrada e boa qualidade de vida, prestam aten&ccedil;&atilde;o aos r&oacute;tulos e embalagens&rdquo;.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Caso queira saber mais sobre as constata&ccedil;&otilde;es da gera&ccedil;&atilde;o madura ou sobre como podemos ajudar a explorar as tend&ecirc;ncias deste p&uacute;blico-alvo, por favor, entre em contato conosco.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">N&atilde;o deixe de assistir ao v&iacute;deo para saber mais sobre a gera&ccedil;&atilde;o de consumidores maduros.</span></p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 23 Aug 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Cecilia-Alva-gerao-de-consumidores-maduros</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Cozinha latina: do amor ao ?dio]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Cozinha-latina-do-amor-ao-dio</link>
         <description><![CDATA[<p>Acreditamos que apenas se voc&ecirc; entender como o seu produto &eacute; utilizado voc&ecirc; realmente entender&aacute; a melhor forma de vend&ecirc;-lo aos consumidores. Entender como, quando, por quem e porque os produtos s&atilde;o utilizados traz insights ainda mais profundos sobre a natureza dos produtos e as oportunidades e amea&ccedil;as que enfrentam. Esta publica&ccedil;&atilde;o &ldquo;Cozinha latina&rdquo;,&nbsp; sobre como as pessoas cozinham e se alimentam desvenda 6 verdades reveladoras para todos os marqueteiros no neg&oacute;cio de alimentos e bebidas na Am&eacute;rica Latina:</p>
<p><strong>1.&nbsp;&nbsp; Refei&ccedil;&otilde;es preparadas em casa est&atilde;o no centro da vida</strong><strong></strong></p>
<p><strong>2.&nbsp;&nbsp; As mulheres s&atilde;o respons&aacute;veis pela cozinha</strong><strong></strong></p>
<p><strong>3.&nbsp;&nbsp; Cozinhar &eacute; amor, mas algumas pessoas odeiam faz&ecirc;-lo</strong><strong></strong></p>
<p><strong>4.&nbsp;&nbsp; As crian&ccedil;as t&ecirc;m poder de decis&atilde;o sobre o card&aacute;pio</strong><strong></strong></p>
<p><strong>5.&nbsp;&nbsp; Praticidade &eacute; importante &ndash; mas tradi&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m &eacute;</strong><strong></strong></p>
<p><strong>6.&nbsp;&nbsp; A sa&uacute;de tem alto impacto na escolha dos alimentos</strong></p>
<p>Os latino-americanos passam 8% de seu tempo &ndash; ao menos duas horas todos os dias &ndash; preparando refei&ccedil;&otilde;es para si mesmos e suas fam&iacute;lias.</p>
<p>Eles se orgulham das refei&ccedil;&otilde;es que preparam &ndash; 63% consideram que cozinhar &eacute; uma fonte de orgulho &ndash; e sentem que est&atilde;o demonstrando seu amor por suas fam&iacute;lias ao passar tempo lhes preparando comida. Apenas um em cada 10 domic&iacute;lios usam entregas de restaurantes &ndash; e isto &eacute; mais comum em domic&iacute;lios nos quais as donas de casa trabalham fora.</p>
<p>82% disseram que cozinham em casa todos os dias, e gostam de faz&ecirc;-lo. Entretanto, 18% encaram cozinhar como uma tarefa dom&eacute;stica que n&atilde;o consideram nada agrad&aacute;vel. Em 93% dos domic&iacute;lios latino-americanos a mulher &eacute; respons&aacute;vel por preparar as refei&ccedil;&otilde;es. Homens cozinham em 13% dos domic&iacute;lios da regi&atilde;o, e filhas e filhos t&ecirc;m um papel ativo na cozinha em 15% das fam&iacute;lias.</p>
<p>As m&atilde;es latino-americanas gostam de fazer seus filhos felizes preparando as comidas que eles adoram: 36% preparam as refei&ccedil;&otilde;es que seus filhos pedem que preparem.</p>
<p>10% das pessoas cozinham refei&ccedil;&otilde;es especificamente para dietas especiais &ndash; tais como dietas sem gl&uacute;ten, com baixo teor de s&oacute;dio ou para diabetes.</p>
<p>Voc&ecirc;s est&atilde;o convidados a ler mais nesta publica&ccedil;&atilde;o gratuita. Nossos especialistas ter&atilde;o prazem em apresentar a voc&ecirc;s nossa solu&ccedil;&atilde;o <em>Usage Food</em>, n&atilde;o deixe de nos contatar para saber mais.</p>
<p><span lang="PT-BR">Bom apetite!</span></p>
<p><span style="font-size: small;">&nbsp;</span></p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 26 Jul 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Cozinha-latina-do-amor-ao-dio</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Holistic View 2018]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Holistic-View-2018</link>
         <description><![CDATA[<p>Na &eacute;poca da bonan&ccedil;a econ&ocirc;mica, ele chegou a ocupar o quarto lugar entre os itens que mais contribu&iacute;am para o gasto dos brasileiros. O tempo passou, as instabilidades vieram, e o lazer deixou de ser prioridade para os consumidores. De acordo com o Holistic View, levantamento da Kantar Worldpanel, o gasto com divers&atilde;o sequer entrou no ranking dos dez mais de 2017. Aparecem em primeiros lugares transportes, alimenta&ccedil;&atilde;o dentro do lar, habita&ccedil;&atilde;o, servi&ccedil;os p&uacute;blicos e higiene pessoal. Sa&uacute;de, artigos de limpeza, bebidas dentro do lar, comunica&ccedil;&atilde;o e educa&ccedil;&atilde;o fecham a lista. A queda no crescimento do lazer entre 2016 e 2017 pode ser explicado principalmente em fun&ccedil;&atilde;o da diminui&ccedil;&atilde;o das viagens &ndash; o &uacute;nico crescimento expressivo nesse quesito foi o aumento no valor empregado ao acesso &agrave; internet (contribui&ccedil;&atilde;o de 2,1% no per&iacute;odo analisado).</p>
<p>Em um cen&aacute;rio ainda de forte racionaliza&ccedil;&atilde;o e com fam&iacute;lias gastando mais do que sua renda, o cart&atilde;o de cr&eacute;dito ganhou import&acirc;ncia. Em 2007, por exemplo, a penetra&ccedil;&atilde;o dessa modalidade de pagamento era de 27%. Dez anos depois, o &iacute;ndice saltou para 64%. Isso se deve ao uso do cart&atilde;o para compras de alimentos/bebidas, higiene e limpeza.</p>
<p>Analisando as cestas, o estudo aponta a maior parte delas conseguiu bons resultados em volume, com destaque para mercearia doce, cuja varia&ccedil;&atilde;o em unidades e volume atingiu, respectivamente, 6,9% e 7,9% no ano passado, e limpeza, que apresentou os &iacute;ndices de 5,1% e 7,7% de varia&ccedil;&atilde;o. J&aacute; os perec&iacute;veis n&atilde;o conseguiram repetir o &ecirc;xito, seguindo sem se recuperar, com 3,3% e 4% de queda em varia&ccedil;&atilde;o de unidades e toneladas, respectivamente.</p>
<p>Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s categorias, grande parte delas conseguiram manter o crescimento apresentado desde 2016, quando uma leve recupera&ccedil;&atilde;o atingiu o consumo. Entre as que voltaram para despensa est&atilde;o molho para salada, iogurte, cremes e lo&ccedil;&atilde;o, ra&ccedil;&atilde;o para gatos e c&atilde;es, alisantes, achocolatado em p&oacute;, maionese, creme de leite, salgadinhos, tempero, tintura para cabelos, margarina, l&acirc;minas de barbear, shampoo e p&oacute;s shampoo, esponja de a&ccedil;o e lingui&ccedil;a. J&aacute; as que deixaram os carrinhos de compra, apresentando queda cont&iacute;nua nos &uacute;ltimos dois semestres, est&atilde;o leite pasteurizado, bebidas &agrave; base de soja, polpa + pur&ecirc;, refrigerantes, &oacute;leos especiais, caldo/tempero para feij&atilde;o, hamb&uacute;rguer e sab&atilde;o em pedra.&nbsp; Entraram para a lista dos itens racionalizados cream cheese, petit suisse, sobremesa pronta, detergente l&iacute;quido para roupas e cereal matinal.</p>
<p>E justamente na hora de eleger o que entra na cesta do supermercado, o consumidor segue apostando na tend&ecirc;ncia das escolhas inteligentes, com destaque para embalagens econ&ocirc;micas (exemplos: sabonete l&iacute;quido refil e chocolate em p&oacute; plastic bag), que rendem mais, e as grandes, que agregam volume (exemplos: manteiga de 500g, detergente em p&oacute; de 2 kg).</p>
<p>Fora de casa, os brasileiros tamb&eacute;m tiveram de economizar em 2017. Segundo o Holistic View, o gasto com alimentos e bebidas fora do lar representava 21% em 2016. No ano passado, o &iacute;ndice caiu para 19%. Quando est&atilde;o longe do domic&iacute;lio, os consumidores investem mais em sandu&iacute;ches, lanches e salgados, sendo o jantar a refei&ccedil;&atilde;o menos feita fora de casa, apenas 13,1% da popula&ccedil;&atilde;o manteve esse h&aacute;bito em 2017.</p>
<p><strong>Demais gastos &nbsp;</strong></p>
<p>Os servi&ccedil;os pessoais se recuperaram mais intensamente no ano passado, acima do crescimento do total de gastos. Procedimentos est&eacute;ticos, servi&ccedil;os de manuten&ccedil;&atilde;o, como lavanderia e costureira, e personal trainer apresentaram varia&ccedil;&atilde;o positiva de valor na compara&ccedil;&atilde;o entre 2016 e 2017. Sa&uacute;de tamb&eacute;m se destacou, variado positivamente, e revelando que a preocupa&ccedil;&atilde;o com o bem-estar est&aacute; atrelada &agrave; cont&iacute;nua redu&ccedil;&atilde;o dos lares que gastam com fumo &ndash; atualmente 21%. Em 2010, o n&uacute;mero chegava a 28%.</p>
<p>Puxados pela populariza&ccedil;&atilde;o do smartphone, os gastos com comunica&ccedil;&atilde;o voltaram a crescer acima da m&eacute;dia. De 2016 para 2017, houve varia&ccedil;&atilde;o de 5,1% no valor empregado no quesito. J&aacute; o gasto com habita&ccedil;&atilde;o foi um dos quem mais diminuiu em 2016, notadamente a compra e a manuten&ccedil;&atilde;o de m&oacute;veis. No ano passado, houve uma recupera&ccedil;&atilde;o consider&aacute;vel, por meio de m&atilde;o de obra e materiais de constru&ccedil;&atilde;o. Os servi&ccedil;os p&uacute;blicos voltaram a ficar mais pesados para o or&ccedil;amento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 19 Jul 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Holistic-View-2018</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Follow the Shopper ? A nova estrutura do retail]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/o-panorama-de-varejo-em-mudana-na-Amrica-Latina</link>
         <description><![CDATA[<p>Os shoppers da Am&eacute;rica Latina est&atilde;o mais dispostos que nunca a experimentar novos formatos de varejo, em sua busca por tirar m&aacute;ximo proveito de seus or&ccedil;amentos para compras de produtos de r&aacute;pido consumo (FMCG). Como resultado, a estrutura de canais na regi&atilde;o est&aacute; mudando rapidamente.</p>
<p>Entender os canais emergentes e ter uma estrat&eacute;gia clara para estar onde os shoppers est&atilde;o &eacute; parte fundamental da constru&ccedil;&atilde;o de marca.</p>
<p>No ano passado, o volume de produtos massificados cresceu 1,7% na Am&eacute;rica Latina. Apesar de estarem consumindo menos, os domic&iacute;lios est&atilde;o gastando 10% mais em sua cesta b&aacute;sica. Aumentos de pre&ccedil;os e rendas mais baixas colocam os shoppers sob grande press&atilde;o para gerir seus gastos. Eles fazem compras com menos frequ&ecirc;ncia &ndash; e o fazem de forma mais deliberada e racional. Eles se tornaram &lsquo;omni-shoppers&rsquo; habilidosos que, por exemplo, v&atilde;o ao atacarejo para estocar produtos de limpeza e higiene pessoal e usam lojas de conveni&ecirc;ncia para produtos perec&iacute;veis.</p>
<p>Isto levou a uma mudan&ccedil;a no panorama de varejo, com uma prolifera&ccedil;&atilde;o de novos formatos e canais. O mercado de FMCG ficou mais fragmentado, para tornar-se mais conveniente e pr&aacute;tico para os consumidores. No fim das contas, s&atilde;o os shoppers que saem vencedores &ndash; mas as marcas e varejistas que souberem como tirar proveito das tend&ecirc;ncias tamb&eacute;m ter&atilde;o sucesso.</p>
<p>Baixe nosso relat&oacute;rio "Follow the shopper" e saiba mais sobre o panorama de varejo em mudan&ccedil;a na Am&eacute;rica Latina.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 16 Jul 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/o-panorama-de-varejo-em-mudana-na-Amrica-Latina</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Encontre as oportunidades de crescimento]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Encontre-as-oportunidades-de-crescimento</link>
         <description><![CDATA[<p>O mercado de bens de consumo n&atilde;o dur&aacute;veis (FMCG) na Am&eacute;rica Latina passou por diversas mudan&ccedil;as importantes nos &uacute;ltimos 18 meses. O cen&aacute;rio de marcas, o panorama de canais e o clima econ&ocirc;mico mudaram; e tudo isto teve um impacto nos volumes de FMCG.</p>
<p>O ritmo de crescimento do volume na regi&atilde;o continua lento: no ano m&oacute;vel at&eacute; mar&ccedil;o de 2018, o consumo aumentou 0,8% em compara&ccedil;&atilde;o a 1,7% em 2017 como um todo. Se tomarmos o 1&ordm; Trimestre de 2018 isoladamente, entretanto, o quadro fica alarmante &ndash; o volume cresceu apenas 0,5%, a taxa mais baixa da regi&atilde;o nos dez &uacute;ltimos anos.</p>
<p><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/5/CI 1_pt.png" alt="CI 1_pt.png" width="500" height="178" /></p>
<p>Este decl&iacute;nio &eacute; uma tend&ecirc;ncia de longo prazo. As vendas em volume de FMCG est&atilde;o aumentando a um quinto da taxa que estavam em 2016 (2,6%) e contrastam fortemente com o aumento de 8% observado em 2009.</p>
<p>A maioria dos shoppers na Am&eacute;rica Latina est&aacute; comprando menos itens que comprava no mesmo per&iacute;odo do ano passado. O consumo est&aacute; aumentado em apenas tr&ecirc;s mercados, Brasil (4%), Bol&iacute;via (2,3%) e Am&eacute;rica Central (0,7%) e encolhendo no restante da regi&atilde;o. As vendas em volume de FMCG na Venezuela est&atilde;o no n&iacute;vel mais baixo j&aacute; registrado, tendo despencado 24% apenas no 1&ordm; trimestre de 2018.</p>
<p><br /><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/5/CI 2_pt.png" alt="CI 2_pt.png" width="600" height="238" /></p>
<p>A Kantar Worldpanel mant&eacute;m a opini&atilde;o que o crescimento de FMCG n&atilde;o ultrapassar&aacute; 2% este ano. Entretanto, varejistas e marcas ainda est&atilde;o encontrando oportunidades. H&aacute; oportunidades de crescimento em marcas pr&oacute;prias, cidades secund&aacute;rias e determinados formatos de varejo; e a situa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o ser&aacute; de m&aacute;s not&iacute;cias para aqueles que conseguirem encontr&aacute;-los e tirar proveito deles.</p>
<p><br /><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/5/CI 4_pt.png" alt="CI 4_pt.png" width="600" height="311" /></p>
<p>Baixe o relat&oacute;rio Consumer Insights na &iacute;ntegra clicando no bot&atilde;o &agrave; direita e tenha o quadro completo da evolu&ccedil;&atilde;o de FMCG na Am&eacute;rica Latina.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 27 Jun 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Encontre-as-oportunidades-de-crescimento</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[E-commerce, atacarejo e lojas de desconto ganham share]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/E-commerce-atacarejo-e-lojas-de-desconto-ganham-share</link>
         <description><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="652">
<p>O relat&oacute;rio mais recente da Kantar Worldpanel, &ldquo;Winning Omnichannel: Encontrando o crescimento no varejo reinventado&rdquo;, j&aacute; est&aacute; dispon&iacute;vel. Esta publica&ccedil;&atilde;o revela que em 2017, 76% do crescimento em valor dos produtos de r&aacute;pido consumo (FMCG) veio de canais diferentes de supermercados e hipermercados. Os tr&ecirc;s canais que crescem mais rapidamente ao redor do mundo s&atilde;o o e-commerce (+15%), lojas de descontos (+5.2%) e atacarejos (+4.4%). O desempenho destes canais supera o de hipermercados e supermercados, que continuam sendo, de longe, os maiores canais, por&eacute;m apresentam um crescimento mais lento, globalmente (+0.8%).</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="652">
<p>A Kantar Worldpanel prediz que at&eacute; 2020, 15,3% dos produtos massificados ser&atilde;o comercializados pelos tr&ecirc;s canais com mais r&aacute;pido crescimento: e-commerce, lojas de descontos e atacarejos. E-commerce ser&aacute; o canal com maior expans&atilde;o em 2020, com uma participa&ccedil;&atilde;o de mercado global de 7,2%, impulsionado pelo aumento de penetra&ccedil;&atilde;o da Internet em mercados como a &Aacute;frica e a &Aacute;sia.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="652">
<p><strong>Tabela 1: Participa&ccedil;&atilde;o de valor Global de FMCG, por canal</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="215">
<p><strong>Channels</strong></p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center"><strong>2015</strong></p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center"><strong>2016</strong></p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center"><strong>2017</strong></p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="116">
<p align="center"><strong>Forecast 2020</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="215">
<p><strong>Hypermarket &amp; Supermarket</strong></p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">50.8%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">49.8%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">49.2%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="116">
<p align="center">48.4%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="215">
<p><strong>Discounters</strong></p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">5.1%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">5.2%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">5.3%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="116">
<p align="center">6.0%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="215">
<p><strong>Convenience</strong></p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">5.4%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">5.5%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">5.5%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="116">
<p align="center">5.8%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="215">
<p><strong>E-commerce</strong></p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">4.8%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">5.4%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">5.8%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="116">
<p align="center">7.2%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="215">
<p><strong>Traditional trade</strong></p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">18.5%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">18.6%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">18.4%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="116">
<p align="center">18.4%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="215">
<p><strong>Cash-and-carry</strong></p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">1.3%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">1.6%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">1.8%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="116">
<p align="center">2.1%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="215">
<p><strong>Others</strong></p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">14.1%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">13.9%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">14%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="116">
<p align="center">12.1%</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="248">
<p><strong>Canais</strong></p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center"><strong>2015</strong></p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center"><strong>2016</strong></p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center"><strong>2017</strong></p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="150">
<p align="center"><strong>Proje&ccedil;&atilde;o para 2020</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="248">
<p><strong>Hipermercados &amp; Supermercados</strong><strong></strong></p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">50,8%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">49,8%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">49,2%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="150">
<p align="center">48,4%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="248">
<p><strong>Lojas de descontos</strong><strong></strong></p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">5,1%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">5,2%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">5,3%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="150">
<p align="center">6,0%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="248">
<p><strong>Lojas de conveni&ecirc;ncia</strong><strong></strong></p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">5,4%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">5,5%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">5,5%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="150">
<p align="center">5,8%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="248">
<p><strong>E-commerce</strong><strong></strong></p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">4,8%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">5,4%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">5,8%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="150">
<p align="center">7,2%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="248">
<p><strong>Varejo tradicional</strong><strong></strong></p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">18,5%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">18,6%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">18,4%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="150">
<p align="center">18,4%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="248">
<p><strong>Atacarejo</strong><strong></strong></p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">1,3%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">1,6%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">1,8%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="150">
<p align="center">2,1%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="248">
<p><strong>Outros</strong><strong></strong></p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">14,1%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">13,9%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="54">
<p align="center">14%</p>
</td>
<td valign="top" nowrap="nowrap" width="150">
<p align="center">12,1%</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="693">
<p>Fonte: Kantar Worldpanel</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="693">
<p><strong>St&eacute;phane Roger</strong>, Diretor Global de Shopper e Varejo da Kantar Worldpanel, disse: &ldquo;O mercado global de FMCG est&aacute; mais dif&iacute;cil que nunca, tendo crescido apenas +1,9% em valor no ano passado, enquanto o produto interno bruto (PIB) teve um aumento de quase +4%. Al&eacute;m da m&eacute;dia, o crescimento est&aacute; fragmentado por conta do aumento de e-commerce e lojas de descontos, e das dificuldades dos hipermercados e supermercados. Os shoppers est&atilde;o enviando uma mensagem clara: querem conveni&ecirc;ncia e valor por seu dinheiro. Na Kantar Worldpanel, predizemos que os gastos em supermercados e hipermercados cair&atilde;o para 48,4% em 2020. As estrat&eacute;gias de sucesso precisam entender melhor as novas din&acirc;micas de canais que est&atilde;o acontecendo e as diferen&ccedil;as entre os pa&iacute;ses.&rdquo;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="693">
<p><strong>A evolu&ccedil;&atilde;o global do mercado de FMCG</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="693">
<p>Globalmente, o mercado de FMCG cresceu 1,9% em 2017. Mercados menos maduros como a &Aacute;frica, a Am&eacute;rica Latina e a &Aacute;sia s&atilde;o os que crescem &agrave;s taxas mais altas (+8,8%, 7,3% e 4,3% respectivamente). Em contraste, o mercado cresceu 2,2% na Europa Ocidental (influenciado pela infla&ccedil;&atilde;o no Reino Unido e o contexto do Brexit) e os EUA, com a maior contribui&ccedil;&atilde;o para o gasto em massificados no mundo, registrou um crescimento quase marginal (+0,5%). A demanda est&aacute; declinando por tr&ecirc;s motivos principais: a popula&ccedil;&atilde;o est&aacute; aumentando mais lentamente, de forma geral, as pessoas est&atilde;o reduzindo seu gasto em FMCG (seja comprando menos ou escolhendo marcas pr&oacute;prias) e tamb&eacute;m est&atilde;o fazendo compras com menos frequ&ecirc;ncia.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="693">
<p><strong>Tabela 2: Crescimento anual em valor de FMCG em 2017</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="width: 237px;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="62%">
<p><strong>Regions</strong></p>
</td>
<td width="37%">
<p align="center"><strong>2017 growth</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="62%">
<p><strong>Global</strong></p>
</td>
<td width="37%">
<p align="center">+1.9%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="62%">
<p><strong>Africa &amp; Middle East</strong></p>
</td>
<td width="37%">
<p align="center">+8.8%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="62%">
<p><strong>Asia</strong></p>
</td>
<td width="37%">
<p align="center">+4.3%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="62%">
<p><strong>Latin America</strong></p>
</td>
<td width="37%">
<p align="center">+7.3%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="62%">
<p><strong>USA</strong></p>
</td>
<td width="37%">
<p align="center">+0.5%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="62%">
<p><strong>Western Europe</strong></p>
</td>
<td width="37%">
<p align="center">+2.2%</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="width: 311px;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="51%">
<p><strong>Regi&otilde;es</strong></p>
</td>
<td width="48%">
<p align="center"><strong>Crescimento em 2017</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="51%">
<p><strong>Global</strong></p>
</td>
<td width="48%">
<p align="center">+1,9%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="51%">
<p><strong>&Aacute;frica &amp; Oriente M&eacute;dio</strong></p>
</td>
<td width="48%">
<p align="center">+8,8%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="51%">
<p><strong>&Aacute;sia</strong></p>
</td>
<td width="48%">
<p align="center">+4,3%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="51%">
<p><strong>Am&eacute;rica Latina</strong></p>
</td>
<td width="48%">
<p align="center">+7,3%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="51%">
<p><strong>EUA</strong></p>
</td>
<td width="48%">
<p align="center">+0,5%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="51%">
<p><strong>Europa Ocidental</strong></p>
</td>
<td width="48%">
<p align="center">+2,2%</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="647">
<p>Fonte: Kantar Worldpanel, Europanel</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="647">
<p><strong>Adaptando a estrat&eacute;gia de varejo aos shoppers</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="647">
<p>As marcas que adaptarem sua estrat&eacute;gia de varejo &agrave; evolu&ccedil;&atilde;o esperada para os canais em cada regi&atilde;o ter&atilde;o mais possibilidades de &ecirc;xito. O e-commerce continua expandindo rapidamente na &Aacute;sia, onde j&aacute; det&eacute;m uma participa&ccedil;&atilde;o de mercado de 7,3%. As lojas de descontos s&atilde;o mais fortes na Europa, particularmente na Europa Oriental, onde representam 27,4% das vendas de FMCG, e em partes da Am&eacute;rica Latina como Col&ocirc;mbia (21%) e M&eacute;xico (18,8%). Em contraste, em mercados como o Brasil, o varejo moderno permanece relativamente subdesenvolvido e o atacarejo est&aacute; expandindo rapidamente, agora representando 10,6% das vendas.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="647">
<p><strong>Tabela 3: Participa&ccedil;&atilde;o de valor de massificados por canal (2017)</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="width: 550px;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="28%">
<p><strong>Regions</strong></p>
</td>
<td width="19%">
<p align="center"><strong>Modern trade</strong><a href="file:///J:/Content%20Creation/2018/Omnichannel/Press%20release/Kantar%20Worldpanel%20launches%20Omnichannel%20report-v5.docx#_edn1"><strong>[i]</strong></a></p>
</td>
<td width="31%">
<p align="center"><strong>Traditional and others</strong><a href="file:///J:/Content%20Creation/2018/Omnichannel/Press%20release/Kantar%20Worldpanel%20launches%20Omnichannel%20report-v5.docx#_edn2"><strong>[ii]</strong></a></p>
</td>
<td width="20%">
<p align="center"><strong>E-commerce</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">
<p><strong>Global</strong></p>
</td>
<td width="19%">
<p align="center">61.8%</p>
</td>
<td width="31%">
<p align="center">31.8%</p>
</td>
<td width="20%">
<p align="center">5.8%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">
<p><strong>Africa &amp; Middle East</strong></p>
</td>
<td width="19%">
<p align="center">76%</p>
</td>
<td width="31%">
<p align="center">24%</p>
</td>
<td width="20%">
<p align="center">-</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">
<p><strong>Asia</strong></p>
</td>
<td width="19%">
<p align="center">51.8%</p>
</td>
<td width="31%">
<p align="center">40.9%</p>
</td>
<td width="20%">
<p align="center">7.3%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">
<p><strong>Latin America</strong></p>
</td>
<td width="19%">
<p align="center">55%</p>
</td>
<td width="31%">
<p align="center">44.9%</p>
</td>
<td width="20%">
<p align="center">0.1%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">
<p><strong>USA</strong></p>
</td>
<td width="19%">
<p align="center">88.2%</p>
</td>
<td width="31%">
<p align="center">9.9%</p>
</td>
<td width="20%">
<p align="center">1.9%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">
<p><strong>Western Europe</strong></p>
</td>
<td width="19%">
<p align="center">85.6%</p>
</td>
<td width="31%">
<p align="center">8.8%</p>
</td>
<td width="20%">
<p align="center">5.6%</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="width: 585px;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="26%">
<p><strong>Regi&otilde;es</strong></p>
</td>
<td width="21%">
<p align="center"><strong>Varejo moderno </strong><a href="file:///J:/Content%20Creation/2018/Omnichannel/Press%20release/Kantar%20Worldpanel%20launches%20Omnichannel%20report-v5.docx#_edn1"><strong>[i]</strong></a><strong></strong></p>
</td>
<td width="35%">
<p align="center"><strong>Lojas tradicionais e outros </strong><a href="file:///J:/Content%20Creation/2018/Omnichannel/Press%20release/Kantar%20Worldpanel%20launches%20Omnichannel%20report-v5.docx#_edn2"><strong>[ii]</strong></a><strong></strong></p>
</td>
<td width="16%">
<p align="center"><strong>E-commerce</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="26%">
<p><strong>Global</strong></p>
</td>
<td width="21%">
<p align="center">61,8%</p>
</td>
<td width="35%">
<p align="center">31,8%</p>
</td>
<td width="16%">
<p align="center">5,8%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="26%">
<p><strong>&Aacute;frica &amp; Oriente M&eacute;dio</strong></p>
</td>
<td width="21%">
<p align="center">76%</p>
</td>
<td width="35%">
<p align="center">24%</p>
</td>
<td width="16%">
<p align="center">-</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="26%">
<p><strong>&Aacute;sia</strong></p>
</td>
<td width="21%">
<p align="center">51,8%</p>
</td>
<td width="35%">
<p align="center">40,9%</p>
</td>
<td width="16%">
<p align="center">7,3%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="26%">
<p><strong>Am&eacute;rica Latina</strong></p>
</td>
<td width="21%">
<p align="center">55%</p>
</td>
<td width="35%">
<p align="center">44,9%</p>
</td>
<td width="16%">
<p align="center">0,1%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="26%">
<p><strong>EUA</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="21%">
<p align="center">88,2%</p>
</td>
<td width="35%">
<p align="center">9,9%</p>
</td>
<td width="16%">
<p align="center">1,9%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="26%">
<p><strong>Europa Ocidental</strong></p>
</td>
<td width="21%">
<p align="center">85,6%</p>
</td>
<td width="35%">
<p align="center">8,8%</p>
</td>
<td width="16%">
<p align="center">5,6%</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="677">
<p>Fonte: Kantar Worldpanel, Europanel</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="677">
<p><a href="file:///J:/Content%20Creation/2018/Omnichannel/Press%20release/Kantar%20Worldpanel%20launches%20Omnichannel%20report-v5.docx#_ednref1">[i]</a> Varejo moderno inclui: hipermercados e supermercados, lojas de conveni&ecirc;ncia e lojas de descontos</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="677">
<p><a href="file:///J:/Content%20Creation/2018/Omnichannel/Press%20release/Kantar%20Worldpanel%20launches%20Omnichannel%20report-v5.docx#_ednref2">[ii]</a> Outros inclui: porta-a-porta, farm&aacute;cias e drogarias</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>]]></description>
         <pubDate>Fri, 22 Jun 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/E-commerce-atacarejo-e-lojas-de-desconto-ganham-share</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Marca mais escolhida pelos consumidores brasileiros]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Marca-mais-escolhida-pelos-consumidores-brasileiros</link>
         <description><![CDATA[<p>Em sua sexta edi&ccedil;&atilde;o, o ranking Brasil do Brand Footprint determina quais s&atilde;o as marcas mais escolhidas pelos consumidores no pa&iacute;s. Em uma amostra de 11,3 mil lares, que representam a popula&ccedil;&atilde;o brasileira, s&atilde;o coletadas semanalmente informa&ccedil;&otilde;es sobre as marcas compradas ao longo do ano, abrangendo as cestas de alimentos, bebidas, l&aacute;cteos, produtos de higiene pessoal e de limpeza dom&eacute;stica. No fim do per&iacute;odo, a Kantar Worldpanel identifica quantos lares compraram determinada marca, e com que frequ&ecirc;ncia. Essa rela&ccedil;&atilde;o de n&uacute;mero de lares compradores com frequ&ecirc;ncia de compras gera um &iacute;ndice chamado CRP (Consumer Reach Points). Os maiores CRP&acute;s encabe&ccedil;am o ranking Brand Footprint: as marcas mais escolhidas pelos lares brasileiros. O ranking &eacute; divulgado a n&iacute;vel global, regional e por pa&iacute;s.</p>
<p>&ldquo;Ao total foram analisadas 239 marcas no Brasil, destas 58% cresceram em volume em 2017 e metade delas ganharam compradores. Esse &eacute; um reflexo de um cen&aacute;rio econ&ocirc;mico mais positivo, pois vimos que a maior parte das cestas e categorias conseguiu se recuperar no &uacute;ltimo ano, ainda que lentamente.</p>
<p>Tamb&eacute;m vemos no pa&iacute;s a for&ccedil;a das marcas nacionais, pois muitas das marcas que se destacam s&atilde;o locais, e representam 65% do faturamento, em 2015 representava 63%. O que mostra que nos &uacute;ltimos anos essas marcas conseguiram ser mais eficazes em compara&ccedil;&atilde;o com as marcas globais.&rdquo; comenta Christine Pereira, Diretora Comercial da Kantar Worldpanel.</p>
<p>O relat&oacute;rio Brand Footprint aponta que a Coca-Cola, Yp&ecirc;, Colgate, Tang e Italac ficaram no topo do quadro geral &ndash; Nissin, Sadia, Soya, Qualy e Vitarella completam o top 10. Em compara&ccedil;&atilde;o com o ano passado, somente as duas primeiras marcas seguiram nas mesmas posi&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>Coca-Cola foi a marca mais escolhida pelos brasileiros no ano passado, mantendo a posi&ccedil;&atilde;o conquistada tamb&eacute;m nas outras edi&ccedil;&otilde;es desde 2013. A marca Yp&ecirc;, assim como a Coca-Cola mant&eacute;m o 2&ordm; lugar desde a primeira edi&ccedil;&atilde;o do ranking, gra&ccedil;as a sua forte atua&ccedil;&atilde;o em categorias de alta presen&ccedil;a nos lares, como detergente para lou&ccedil;a, amaciantes e sab&atilde;o em p&oacute;.</p>
<p>Em 2017, Colgate reconquista a 3&ordf; posi&ccedil;&atilde;o ao subir 1 ponto no ranking. A marca se destaca por ser comprada pelo maior n&uacute;mero de lares no mundo, a marca est&aacute; presente em mais de 60% deles. No Brasil a marca est&aacute; presente em quase 90% dos domic&iacute;lios, para termos uma ideia desse alcance, a m&eacute;dia das marcas analisadas no estudo no Brasil &eacute; de 30%.</p>
<p>Tang se mant&eacute;m entre as Top5, apesar de perder 1 posi&ccedil;&atilde;o no ranking deste ano. Durante a crise econ&ocirc;mica a marca foi destaque, pois n&atilde;o deixou de investir em inova&ccedil;&atilde;o e realizou v&aacute;rios lan&ccedil;amentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;Italac entra pela primeira vez entre os Top5. A marca atua no segmento l&aacute;cteo com leite em p&oacute;, leite UHT, creme de leite, leite condensado, manteiga, leite aromatizado, entre outros. Suas categorias possuem grande alcance e est&atilde;o presentes no dia a dia dos consumidores. O desempenho da marca foi impulsionado pela expans&atilde;o no portf&oacute;lio com o lan&ccedil;amento dos produtos Zero Lactose, investimento em uma nova identidade visual, moderniza&ccedil;&atilde;o das embalagens e com campanhas publicit&aacute;rias estrelada pelo casal Ta&iacute;s Ara&uacute;jo e L&aacute;zaro Ramos em hor&aacute;rio nobre da televis&atilde;o brasileira, al&eacute;m de investimentos em m&iacute;dias digitais e revistas.</p>
<table style="width: 515px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="131">
<p style="text-align: right;"><strong>2017 Rank</strong></p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="158">
<p><strong>Rank Movement</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="226">
<p style="text-align: right;"><strong>Brand</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="131">
<p align="right">1</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="158">
<p align="right">0</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="226">
<p>Coca-Cola</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="131">
<p align="right">2</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="158">
<p align="right">0</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="226">
<p>Yp&ecirc;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="131">
<p align="right">3</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="158">
<p align="right">1</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="226">
<p>Colgate</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="131">
<p align="right">4</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="158">
<p align="right">-1</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="226">
<p>Tang</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="131">
<p align="right">5</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="158">
<p align="right">2</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="226">
<p>Italac</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="131">
<p align="right">6</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="158">
<p align="right">0</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="226">
<p>Nissin</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="131">
<p align="right">7</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="158">
<p align="right">-2</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="226">
<p>Sadia</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="131">
<p align="right">8</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="158">
<p align="right">4</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="226">
<p>Soya</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="131">
<p align="right">9</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="158">
<p align="right">-1</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="226">
<p>Qualy</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="131">
<p align="right">10</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="158">
<p align="right">0</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="226">
<p>Vitarella</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Analisando apenas a cesta de bebidas, al&eacute;m de Coca-Cola, ocupam os primeiros lugares do ranking das mais eleitas na hora da compra Tang, Guaran&aacute; Antarctica, Fanta e Marat&aacute;, que mant&eacute;m as mesmas posi&ccedil;&otilde;es da &uacute;ltima edi&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Destaque para a marca 3 Cora&ccedil;&otilde;es, que prestes a completar 50 anos no mercado brasileiro, foi a marca que mais ganhou lares compradores em 2017. A marca esteve presente em 48% dos lares no Brasil, e nos &uacute;ltimos 3 anos (2017 vs 2015) ganhou 4.8 milh&otilde;es de novos compradores e um crescimento de 28 Milh&otilde;es de CRP&rsquo;s s&oacute; em 2017.</p>
<p>O sucesso da marca &eacute; explicado pela expans&atilde;o de seus neg&oacute;cios em outras categorias, tais como leite aromatizado e chocolate em p&oacute;, o que foi fundamental para ganhar estes novos compradores. Al&eacute;m disso, houve a expans&atilde;o para outras regi&otilde;es dentro do pa&iacute;s e a abertura de lojas de caf&eacute; que tamb&eacute;m est&atilde;o ajudando a marca a construir seu sucesso.</p>
<p>Em termos de desenvolvimento de novos produtos, a marca est&aacute; melhorando seu alcance ano ap&oacute;s ano tentando atender as necessidades dos consumidores ao lan&ccedil;ar novos sabores, embalagens, submarcas, etc. Essas iniciativas est&atilde;o premiunizando a marca, mas ao mesmo tempo a empresa tamb&eacute;m est&aacute; aumentando as promo&ccedil;&otilde;es para manter o alcance em sua principal categoria e se adequar ao desembolso do consumidor.</p>
<p>&ldquo;&Eacute; verdade que atuar em um mercado t&atilde;o importante e culturalmente maduro e exigente ajudou a marca, mas sua for&ccedil;a como marca local e altos investimentos em campanhas de m&iacute;dia t&ecirc;m um papel importante em seu desempenho. O renomado chef Alex Atala atuou nas campanhas publicit&aacute;rias trazendo credibilidade e sofistica&ccedil;&atilde;o &agrave; marca. Al&eacute;m disso, eles s&atilde;o agora um dos apoiadores oficiais da Sele&ccedil;&atilde;o Brasileira, o que &eacute; uma vitrine importante n&atilde;o s&oacute; para o pa&iacute;s, mas para todo o mundo.&rdquo; diz Christine Pereira.</p>
<table style="width: 477px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p style="text-align: right;"><strong>2017 Rank</strong></p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p><strong>Rank Movement</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p style="text-align: right;"><strong>Brand</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">1</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">0</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Coca-Cola</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">2</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">0</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Tang</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">3</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">0</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Antarctica Guarana</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">4</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">0</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Fanta</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">5</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">0</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Marat&aacute;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">6</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">0</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Schin</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">7</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">2</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Tr&ecirc;s Cora&ccedil;&otilde;es</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">8</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">-1</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Skol</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">9</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">1</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Santa Clara</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">10</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">8</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Frisco</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No ranking de alimentos, Nissin, Soya, Vitarella, Sadia e Nescau ocupam o top 5, com destaque para Soya, que galgou tr&ecirc;s posi&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>Soya esteve presente em 79% dos lares no Brasil, e nos &uacute;ltimos 3 anos ganhou 5.2 milh&otilde;es de novos compradores e um crescimento de 16 Milh&otilde;es de CRP&rsquo;s s&oacute; em 2017. A marca inovou nas vers&otilde;es de &oacute;leo de Girassol, Canola e Milho e tamb&eacute;m investiu em embalagens de 500 ml, al&eacute;m da vers&atilde;o de 900 ml.</p>
<table style="width: 477px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p style="text-align: right;"><strong>2017 Rank</strong></p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p><strong>Rank Movement</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p style="text-align: right;"><strong>Brand</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">1</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">0</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Nissin</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">2</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">3</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Soya</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">3</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">0</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Vitarella</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">4</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">-2</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Sadia</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">5</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">-1</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Nescau</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">6</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">1</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Marilan</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">7</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">2</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Seara</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">8</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">0</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Saz&oacute;n</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">9</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">-3</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Maggi</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">10</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">0</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p style="text-align: right;">Bauducco</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Na cesta de cuidados com a casa, Yp&ecirc; e Omo se mantiveram, respectivamente, em primeiro e segundo lugares na lista, seguidos por Brilhante, Bombril e Tixan.</p>
<p>No caso de Brilhante, especificamente, a marca vem se fortalecendo por oferecer uma grande equa&ccedil;&atilde;o de valor, combinada com uma melhor execu&ccedil;&atilde;o em termos de distribui&ccedil;&atilde;o e estrat&eacute;gia de pre&ccedil;o, al&eacute;m de um portf&oacute;lio mais completo com diferentes formatos, como cartuchos 1kg, 7kg e embalagens doypack que proporciona mais economia e tamb&eacute;m inova&ccedil;&atilde;o dentro da categoria, trazendo a inova&ccedil;&atilde;o antibacteriana, por exemplo. Tudo isso combinado com uma comunica&ccedil;&atilde;o relevante e consistente. Brilhante tamb&eacute;m se destacou por conquistar compradores entre as Top50 do ranking geral.</p>
<p>A Tixan tamb&eacute;m &eacute; um bom exemplo de marca que tem investido em comunica&ccedil;&atilde;o, crescendo em presen&ccedil;a e tamb&eacute;m entregando uma boa equa&ccedil;&atilde;o de valor, por&eacute;m ainda h&aacute; oportunidades de construir uma marca mais forte e se diferenciar, uma das maneiras para superar essa barreira &eacute; utilizar a for&ccedil;a da masterbrand Yp&ecirc;, que j&aacute; &eacute; uma marca que j&aacute; tem tradi&ccedil;&atilde;o e valores fortes no mercado de limpeza no Brasil.</p>
<p>&ldquo;Macroeconomicamente, o crescimento de Brilhante e Tixan s&atilde;o li&ccedil;&otilde;es que a crise trouxe para o consumidor. Ambos se enquadram no conceito de escolhas inteligentes, ou seja, marcas que oferecem qualidade dentro de um pre&ccedil;o mais acess&iacute;vel. E no momento em que o consumidor, afetado pela crise, teve que fazer escolhas, ele experimentou essas marcas em detrimento de outras e as aprovou. Com isso, esses produtos passaram a ser, n&atilde;o s&oacute; a op&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;o, mas tamb&eacute;m a constru&ccedil;&atilde;o de conceito de marca de fato&rdquo; analisa Christine.</p>
<table style="width: 477px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p><strong>2017 Rank</strong></p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p><strong>Rank Movement</strong></p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p><strong>Brand</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">1</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">0</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Yp&ecirc;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">2</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">0</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Omo</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">3</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">1</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Brilhante</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">4</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">-1</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Bombril</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">5</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">0</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Tixan</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">6</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">0</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Limpol</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">&lsquo;7</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">0</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Minuano</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">8</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">0</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Assolan</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">9</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">0</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Veja</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">10</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">0</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Ala</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Colgate, Sorriso, Rexona, Palmolive e Seda integram o top 5 no setor de beleza e cuidados pessoais.</p>
<p>Por&eacute;m, &eacute; Nivea que se destaca no ranking ao ganhar 2 pontos, a marca esteve presente em 55% dos lares no Brasil, um crescimento de 14 Milh&otilde;es de CRP&rsquo;s em 2017.</p>
<p>A marca investiu no projeto NIVEA VIVA Rock Brasil, que levou aos consumidores shows gratuitos em diferentes cidades do pa&iacute;s e com isso teve uma grande divulga&ccedil;&atilde;o da marca e a&ccedil;&otilde;es em m&iacute;dia digital e televis&atilde;o.</p>
<p>Ao interagir com artistas a marca criou uma campanha que agradou ao p&uacute;blico e, ao mesmo tempo, ajudou a construir a hist&oacute;ria da marca com a m&uacute;sica brasileira, fortalecendo o relacionamento da marca com os consumidores e convertendo a percep&ccedil;&atilde;o de que a marca &eacute; brasileira e feita para brasileiros.</p>
<table style="width: 477px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p><strong>2017 Rank</strong></p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p><strong>Rank Movement</strong></p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p><strong>Brand</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">1</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">0</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Colgate</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">2</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">0</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Sorriso</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">3</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">1</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Rexona</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">4</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">-1</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Palmolive</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">5</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">0</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Sunsilk|Sedal|Seda</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">6</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">2</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Dove</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">7</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">0</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Avon</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">8</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">-2</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Natura</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">9</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">0</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Intimus</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">10</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">2</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Nivea</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Fechando os destaques de 2017, Italac encabe&ccedil;a o ranking dos latic&iacute;nios.</p>
<p>Al&eacute;m de Italac, outra marca que se destaca neste segmento &eacute; Piracanjuba, marca local brasileira que ganhou CRP&rsquo;s em 2016 e continuou a ganhar em 2017, por&eacute;m a uma taxa ainda mais r&aacute;pida, a marca ganhou 8 pontos de alcance durante esse per&iacute;odo. O aumento de CRP&rsquo;s em 2017 deve-se tanto &agrave; alcance quanto ao crescimento da frequ&ecirc;ncia de compras, ou seja escolha do consumidor, algo que n&atilde;o aconteceu em 2016. Uma das grandes iniciativas em 2017 que puxou este crescimento foram os investimentos em m&iacute;dia com as campanhas &ldquo;Mais Momentos&rdquo;, &ldquo;Zero de Verdade&rdquo; que usou como embaixadora da marca da linha zero lactose a atriz brasileira Bruna Marquezine.</p>
<p>A marca esteve presente em 70% dos lares no Brasil, e nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos 2017 ganhou 6.0 milh&otilde;es de novos compradores, um crescimento de 14 Milh&otilde;es de CRP&rsquo;s. Outras novidades trazidas pela marca foram as embalagens para levar para a escola Pirakids e lan&ccedil;amento de novos sabores da linha com cereais com inclus&atilde;o de Quinoa, Linha&ccedil;a e Chia.</p>
<table style="width: 477px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p style="text-align: right;"><strong>2017 Rank</strong></p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p><strong>Rank Movement</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p style="text-align: right;"><strong>Brand</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">1</p>
</td>
<td style="text-align: center;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">1</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Italac</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: justify;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">2</p>
</td>
<td style="text-align: left;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">-1</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Qualy</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: justify;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">3</p>
</td>
<td style="text-align: left;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">1</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Piracanjuba</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: justify;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">4</p>
</td>
<td style="text-align: left;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">-1</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Itamb&eacute;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: justify;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">5</p>
</td>
<td style="text-align: left;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">0</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Tirol</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: justify;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">6</p>
</td>
<td style="text-align: left;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">0</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Vigor</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: justify;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">7</p>
</td>
<td style="text-align: left;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">2</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Nido | Ninho</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: justify;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">8</p>
</td>
<td style="text-align: left;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">-1</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Eleg&ecirc;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: justify;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">9</p>
</td>
<td style="text-align: center;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">1</p>
</td>
<td style="text-align: right;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p>Camponesa</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="121">
<p align="right">10</p>
</td>
<td style="text-align: center;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="146">
<p align="right">1</p>
</td>
<td style="text-align: center;" valign="bottom" nowrap="nowrap" width="209">
<p style="text-align: right;">Nestl&eacute;</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os pontos de alcance comp&otilde;em a m&eacute;trica que serve de base para o Brand Footprint, que mede quantas fam&iacute;lias ao redor do mundo est&atilde;o comprando uma marca (penetra&ccedil;&atilde;o) e com que frequ&ecirc;ncia (escolha do consumidor), fornecendo uma representa&ccedil;&atilde;o verdadeira da escolha do comprador.</p>
<p>O Brand Footprint mostra que a maioria das marcas em expans&atilde;o no Brasil trabalharam bem as cinco alavancas de crescimento. &ldquo;Para as marcas crescerem, torna-se fundamental aumentar a base de compradores, atrav&eacute;s de novos targets, buscar estar presente em todos os canais estrat&eacute;gicos para a categoria, desenvolver segmentos que se enquadrem &agrave;s novas necessidades do consumidor e estar presente em outros momentos de consumo.&rdquo; finaliza Christine.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 06 Jun 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Marca-mais-escolhida-pelos-consumidores-brasileiros</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Coca-Cola ? a marca mais escolhida pelos consumidores ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Coca-Cola--a-marca-mais-escolhida-pelos-consumidores-</link>
         <description><![CDATA[<p>Segundo a edi&ccedil;&atilde;o deste ano do levantamento Brand Footprint da Kantar Worldpanel, 17 marcas de FMCG (<strong>Fast Moving Consuming Goods, os bens de consumo r&aacute;pido)</strong> foram escolhidas pelos consumidores mais de um bilh&atilde;o de vezes em 2017 no mundo todo. Os rankings do relat&oacute;rio mapeiam quais as marcas est&atilde;o sendo compradas com mais frequ&ecirc;ncia pela maioria dos consumidores. <br /><br />A Coca-Cola aparece em primeiro lugar pelo sexto ano consecutivo, sendo eleita 5,8 bilh&otilde;es de vezes em um ano. A Colgate e a Maggi tamb&eacute;m se destacam no p&oacute;dio, sendo as marcas de cuidados pessoais e alimentos, respectivamente, mais escolhidas do mundo. A Colgate &eacute; a &uacute;nica selecionada por mais da metade da popula&ccedil;&atilde;o - com 62% de penetra&ccedil;&atilde;o global -, enquanto a Maggi &eacute; a Top 50 que mais cresce em presen&ccedil;a global, com crescimento de 14% em Pontos de Alcance (CRPs), o que a ajudou a subir uma posi&ccedil;&atilde;o e a se tornar a terceira no ranking deste ano. Os pontos de alcance comp&otilde;em a m&eacute;trica que mede quantas fam&iacute;lias ao redor do mundo est&atilde;o comprando uma marca (penetra&ccedil;&atilde;o) e com que frequ&ecirc;ncia (escolha do consumidor), fornecendo uma representa&ccedil;&atilde;o verdadeira da escolha do comprador.</p>
<p>Seis das 17 marcas escolhidas mais de um bilh&atilde;o de vezes em um ano s&atilde;o de propriedade da Unilever, que lidera o ranking de fabricantes com 36 bilh&otilde;es de CRPs por ano. O portf&oacute;lio da empresa inclui o Lifebuoy, na 4&ordf; posi&ccedil;&atilde;o, e o Sunsilk e a Knorr entre as Top 10. Dove, Lux e Sunlight tamb&eacute;m s&atilde;o marcas da Unilever no clube bilion&aacute;rio. Duas marcas da Pepsico, a Lay's e a Pepsi, em conjunto com a Nescaf&eacute; e a Indomie - marca de grande sucesso na &Aacute;sia e na &Aacute;frica &ndash; conquistaram posi&ccedil;&atilde;o no ranking. A Nestl&eacute;, a Downy, Palmolive e a Sprite tamb&eacute;m est&atilde;o na lista. &nbsp;</p>
<table style="width: 385px;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="45">
<p align="center"><strong>#</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="88">
<p align="center"><strong>Marca</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="81">
<p align="center"><strong>Penetra&ccedil;&atilde;o%</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="86">
<p align="center"><strong>Consumer Choice</strong><strong></strong></p>
</td>
<td width="85">
<p align="center"><strong>Consumer reach points </strong><strong></strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="45">
<p align="center">1</p>
</td>
<td width="88">
<p align="center">Coca-Cola</p>
</td>
<td width="81">
<p align="center">41.3%</p>
</td>
<td width="86">
<p align="center">12.7</p>
</td>
<td width="85">
<p align="center">5817</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="45">
<p align="center">2</p>
</td>
<td width="88">
<p align="center">Colgate</p>
</td>
<td width="81">
<p align="center">61.6%</p>
</td>
<td width="86">
<p align="center">5.7</p>
</td>
<td width="85">
<p align="center">3886</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="45">
<p align="center">3</p>
</td>
<td width="88">
<p align="center">Maggi</p>
</td>
<td width="81">
<p align="center">30.4%</p>
</td>
<td width="86">
<p align="center">7.4</p>
</td>
<td width="85">
<p align="center">2489</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="45">
<p align="center">4</p>
</td>
<td width="88">
<p align="center">Lifebuoy</p>
</td>
<td width="81">
<p align="center">27.5%</p>
</td>
<td width="86">
<p align="center">7.8</p>
</td>
<td width="85">
<p align="center">2375</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="45">
<p align="center">5</p>
</td>
<td width="88">
<p align="center">Lay&rsquo;s</p>
</td>
<td width="81">
<p align="center">29.1%</p>
</td>
<td width="86">
<p align="center">6.4</p>
</td>
<td width="85">
<p align="center">2073</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="45">
<p align="center">6</p>
</td>
<td width="88">
<p align="center">Pepsi</p>
</td>
<td width="81">
<p align="center">22.7%</p>
</td>
<td width="86">
<p align="center">7.8</p>
</td>
<td width="85">
<p align="center">1971</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="45">
<p align="center">7</p>
</td>
<td width="88">
<p align="center">Nescaf&eacute;</p>
</td>
<td width="81">
<p align="center">22.3%</p>
</td>
<td width="86">
<p align="center">7.9</p>
</td>
<td width="85">
<p align="center">1955</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="45">
<p align="center">8</p>
</td>
<td width="88">
<p align="center">Indomie</p>
</td>
<td width="81">
<p align="center">4.7%</p>
</td>
<td width="86">
<p align="center">34.9</p>
</td>
<td width="85">
<p align="center">1817</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="45">
<p align="center">9</p>
</td>
<td width="88">
<p align="center">Sunsilk/Sedal/Seda</p>
</td>
<td width="81">
<p align="center">23.8%</p>
</td>
<td width="86">
<p align="center">6.8</p>
</td>
<td width="85">
<p align="center">1799</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="45">
<p align="center">10</p>
</td>
<td width="88">
<p align="center">Knorr</p>
</td>
<td width="81">
<p align="center">27.1%</p>
</td>
<td width="86">
<p align="center">5.8</p>
</td>
<td width="85">
<p align="center">1748</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="45">
<p align="center">11</p>
</td>
<td width="88">
<p align="center">Dove</p>
</td>
<td width="81">
<p align="center">36.8%</p>
</td>
<td width="86">
<p align="center">4.3</p>
</td>
<td width="85">
<p align="center">1748</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="45">
<p align="center">12</p>
</td>
<td width="88">
<p align="center">Lux</p>
</td>
<td width="81">
<p align="center">32.6%</p>
</td>
<td width="86">
<p align="center">4.2</p>
</td>
<td width="85">
<p align="center">1526</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="45">
<p align="center">13</p>
</td>
<td width="88">
<p align="center">Nestl&eacute;</p>
</td>
<td width="81">
<p align="center">28.5%</p>
</td>
<td width="86">
<p align="center">4.5</p>
</td>
<td width="85">
<p align="center">1439</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="45">
<p align="center">14</p>
</td>
<td width="88">
<p align="center">Sunlight</p>
</td>
<td width="81">
<p align="center">11.4%</p>
</td>
<td width="86">
<p align="center">10.4</p>
</td>
<td width="85">
<p align="center">1322</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="45">
<p align="center">15</p>
</td>
<td width="88">
<p align="center">Downy</p>
</td>
<td width="81">
<p align="center">14.2%</p>
</td>
<td width="86">
<p align="center">8.2</p>
</td>
<td width="85">
<p align="center">1290</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="45">
<p align="center">16</p>
</td>
<td width="88">
<p align="center">Palmolive</p>
</td>
<td width="81">
<p align="center">16.2%</p>
</td>
<td width="86">
<p align="center">6.1</p>
</td>
<td width="85">
<p align="center">1105</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="45">
<p align="center">17</p>
</td>
<td width="88">
<p align="center">Sprite</p>
</td>
<td width="81">
<p align="center">24.8%</p>
</td>
<td width="86">
<p align="center">3.8</p>
</td>
<td width="85">
<p align="center">1040</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Fonte: Kantar Worldpanel&rsquo;s Brand Footprint Report&nbsp;</p>
<p><strong>Josep Montserrat, CEO da Kantar Worldpanel</strong>, explica: &ldquo;Muito tem sido dito sobre o mercado de FMCG ser mais desafiador nos &uacute;ltimos tempos e, mesmo com tudo isso, 22 entre as 50 principais marcas globais foram escolhidas pelos consumidores mais vezes nos &uacute;ltimos 12 meses. Oportunidades de crescimento est&atilde;o a&iacute; para serem aproveitadas, e as marcas precisar&atilde;o mergulhar mais fundo para encontr&aacute;-las, porque elas podem n&atilde;o estar nos antigos pontos conhecidos. Nossos dados mostram que canais fora de casa e em crescimento, como e-commerce, lojas de descontos e de conveni&ecirc;ncia e atacarejos est&atilde;o crescendo mais r&aacute;pido do que o mercado geral de FMCG e &eacute; hora de investir mais decisivamente no que os consumidores est&atilde;o pedindo&rdquo;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Marcas locais e globais</strong></p>
<p>O estudo tamb&eacute;m mostra que as marcas locais cresceram em 2017, respondendo por 64,6% de todos os gastos dos consumidores, contra 35,4% das globais, com cada 0,1% de ganho valendo agora US$ 500 milh&otilde;es. Isso destaca a marcha cont&iacute;nua de marcas locais que ganham participa&ccedil;&atilde;o dos players globais.</p>
<p>As marcas globais s&atilde;o mais fortes, mas ainda perdem participa&ccedil;&atilde;o nas categorias de cuidados domiciliares e beleza/cuidados pessoais, registrando 47% e 58,4% do gasto global por setor, respectivamente. &Eacute; somente entre as bebidas que as marcas globais se destacam, ganhando participa&ccedil;&atilde;o diante das marcas locais por tr&ecirc;s anos consecutivos (38,3% global versus 61,7% local em 2018, comparado a 38,1% global vs. 61,9% local em 2015).</p>
<p><strong><br />Participa&ccedil;&atilde;o de mercado de marcas globais e locais&nbsp;</strong></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="158">
<p>&nbsp;</p>
</td>
<td colspan="2" valign="top" width="180">
<p align="center">2016</p>
</td>
<td colspan="2" valign="top" width="180">
<p align="center">2017</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="158">
<p>&nbsp;</p>
</td>
<td valign="top" width="95">
<p align="center">Global Brands</p>
</td>
<td valign="top" width="85">
<p align="center">Local Brands</p>
</td>
<td valign="top" width="94">
<p align="center">Global Brands</p>
</td>
<td valign="top" width="85">
<p align="center">Local Brands</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="158">
<p>Total FMCG</p>
</td>
<td valign="top" width="95">
<p align="center">35.8%</p>
</td>
<td valign="top" width="85">
<p align="center">64.2%</p>
</td>
<td valign="top" width="94">
<p align="center">35.4%</p>
</td>
<td valign="top" width="85">
<p align="center">64.6%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="158">
<p>Food</p>
</td>
<td valign="top" width="95">
<p align="center">27.1%</p>
</td>
<td valign="top" width="85">
<p align="center">72.9%</p>
</td>
<td valign="top" width="94">
<p align="center">26.6%</p>
</td>
<td valign="top" width="85">
<p align="center">73.4%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="158">
<p>Drinks</p>
</td>
<td valign="top" width="95">
<p align="center">38.2%</p>
</td>
<td valign="top" width="85">
<p align="center">61.8%</p>
</td>
<td valign="top" width="94">
<p align="center">38.3%</p>
</td>
<td valign="top" width="85">
<p align="center">61.7%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="158">
<p>Dairy</p>
</td>
<td valign="top" width="95">
<p align="center">20.6%</p>
</td>
<td valign="top" width="85">
<p align="center">79.4%</p>
</td>
<td valign="top" width="94">
<p align="center">20.0%</p>
</td>
<td valign="top" width="85">
<p align="center">80.0%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="158">
<p>Beauty &amp; Personal Care</p>
</td>
<td valign="top" width="95">
<p align="center">58.8%</p>
</td>
<td valign="top" width="85">
<p align="center">41.2%</p>
</td>
<td valign="top" width="94">
<p align="center">58.4%</p>
</td>
<td valign="top" width="85">
<p align="center">41.6%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="158">
<p>Homecare</p>
</td>
<td valign="top" width="95">
<p align="center">47.7%</p>
</td>
<td valign="top" width="85">
<p align="center">52.3%</p>
</td>
<td valign="top" width="94">
<p align="center">47.0%</p>
</td>
<td valign="top" width="85">
<p align="center">53.0%</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Fonte: Kantar Worldpanel&rsquo;s Brand Footprint Report</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Brand Footprint: o estudo</strong></p>
<p>O levantamento anual da Kantar Worldpanel &eacute; baseado em pesquisa de 73% da popula&ccedil;&atilde;o global; um total de um bilh&atilde;o de resid&ecirc;ncias em 43 pa&iacute;ses em cinco continentes - cobrindo 75% do PIB global. Como parte do estudo, a Kantar Worldpanel rastreia mais de 18.000 marcas de bebidas, alimentos, latic&iacute;nios, sa&uacute;de e beleza e cuidados domiciliar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Brand Footprint: Top 50 ranking</strong></p>
<p>O ranking anual Top 50 da Kantar Worldpanel das marcas FMCG mais escolhidas do mundo revela quais marcas est&atilde;o obtendo sucesso global, fornecendo insights para ajudar as marcas de FMCG a definir metas globais com mais precis&atilde;o e melhorar o crescimento de seus neg&oacute;cios globais.</p>
<p>Esse ranking &eacute; diferente de outras classifica&ccedil;&otilde;es de marca, fornecendo informa&ccedil;&otilde;es sobre o comportamento real do consumidor em vez de atitude. Pontos de alcance do consumidor (CRPs) formam a base do ranking. Trata-se de uma m&eacute;trica inovadora que mede quantas resid&ecirc;ncias em todo o mundo est&atilde;o comprando uma marca (penetra&ccedil;&atilde;o) e com que frequ&ecirc;ncia (escolha do consumidor), fornecendo assim uma representa&ccedil;&atilde;o real da escolha do consumidor.</p>
<p>Para acessar os rankings globais, regionais, nacionais e setoriais completos e um &iacute;ndice completo das marcas inclu&iacute;das no Top 50 Global, acesse <a href="https://www.kantarworldpanel.com/brand-footprint-ranking/">https://www.kantarworldpanel.com/brand-footprint-ranking/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Metodologia e escopo</strong></p>
<p>A classifica&ccedil;&atilde;o deste ano analisou mais de 18.000 marcas e 1 bilh&atilde;o de resid&ecirc;ncias em 43 pa&iacute;ses nos cinco continentes, nos 12 meses at&eacute; novembro de 2017.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cr&eacute;ditos</strong></p>
<p>O Brand Footprint &eacute; uma iniciativa da Kantar Worldpanel, e o ranking &eacute; criado em colabora&ccedil;&atilde;o com o IMRB em Bangladesh e Sri Lanka, com a GfK na Alemanha, R&uacute;ssia, It&aacute;lia e &Aacute;frica do Sul, e com o IRI nos Estados Unidos.&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 16 May 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Coca-Cola--a-marca-mais-escolhida-pelos-consumidores-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Apenas um d?lar por dia]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Apenas-um-dlar-por-dia</link>
         <description><![CDATA[<p>As vendas em volume de produtos n&atilde;o dur&aacute;veis (FMCG) na Am&eacute;rica Latina continuaram a aumentar em 2017; entretanto, como o mais recente relat&oacute;rio Consumer Insights &nbsp;da Kantar Worldpanel demonstra, o crescimento continua lento em toda a regi&atilde;o. Os volumes aumentaram 1,7% &ndash; uma desacelera&ccedil;&atilde;o em compara&ccedil;&atilde;o ao aumento de 2,6% em 2016 &ndash; com a maioria dos pa&iacute;ses sem registrar crescimento ou em decl&iacute;nio.</p>
<p>Um padr&atilde;o semelhante pode ser observado no aumento do PIB da regi&atilde;o, de 1,7%, que representa uma recupera&ccedil;&atilde;o da queda de -0,9% em 2016, mas muito al&eacute;m do aumento de 3,6% no PIB global.</p>
<p><br /><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/5/Grafico 2.png" alt="Grafico 2.png" width="600" height="267" /></p>
<p>O domic&iacute;lio m&eacute;dio na Am&eacute;rica Latina gasta apenas USD 1.450 por ano na cesta de FMCG, o que &eacute; semelhante a fam&iacute;lias na &Aacute;frica do Sul, Taiwan e Cro&aacute;cia. Com base em uma fam&iacute;lia t&iacute;pica latino-americana de quadro pessoas, isto equivale a apenas USD 1 por pessoa por dia em tudo o que precisam para limpeza, refei&ccedil;&otilde;es e cuidados pessoais. Este gasto baixo &eacute; uma realidade em todos os mercados da regi&atilde;o. Uma grande varia&ccedil;&atilde;o pode ser observada nos dois extremos da m&eacute;dia: 15% dos domic&iacute;lios na Am&eacute;rica Latina gastam menos de USD 1.000 por ano, semelhante a fam&iacute;lias na Indon&eacute;sia e nas Filipinas, enquanto 16% gastam mais de USD 3.000, como fam&iacute;lias na Fran&ccedil;a ou nos EUA. Esta polariza&ccedil;&atilde;o significa que h&aacute; espa&ccedil;o para um sortimento variado tanto de marcas premium quanto econ&ocirc;micas nas lojas, assim como oportunidades para o sucesso de uma diversidade de canais.</p>
<p><br /><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/5/Grafico3.png" alt="Grafico3.png" width="600" height="314" /></p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 02 May 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Apenas-um-dlar-por-dia</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[46 mi de lares da Am?rica Latina aderiram ao atacarejo]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/46-mi-de-lares-da-Amrica-Latina-aderiram-ao-atacarejo</link>
         <description><![CDATA[<p>Antes uma escolha mais frequente entre os comerciantes, o atacarejo cresceu em popularidade na Am&eacute;rica Latina no ano passado. De acordo com dados da Kantar Worldpanel, o canal agora vende diretamente a 46 milh&otilde;es de lares na regi&atilde;o. O levantamento aponta que 44% da popula&ccedil;&atilde;o comprou algo nesse tipo de loja ao menos uma vez no ano passado. Al&eacute;m disso, o valor gasto no canal teve aumento de 20% em 2017 em compara&ccedil;&atilde;o com 2016, resultado alavancado principalmente por Brasil e Argentina, que juntos representam 80% do gasto no tamb&eacute;m chamado Cash &amp; Carry. &nbsp;</p>
<p>O estudo revela ainda que no per&iacute;odo analisado 1,6 milh&atilde;o de domic&iacute;lios passou a comprar no atacado na Am&eacute;rica Latina &ndash; exceto Peru e Equador. Assim, em 2017, o canal representou 8,2% do gasto total em FMCG (<strong>Fast Moving Consuming Goods) - bens de r&aacute;pido consumo - na regi&atilde;o.</strong></p>
<p>Segundo os especialistas da Kantar Worldpanel, o sucesso do atacarejo pode ser creditado &agrave; melhora da comunica&ccedil;&atilde;o do canal, pre&ccedil;o mais atrativo, sortimento, com v&aacute;rias marcas dispon&iacute;veis, formato das lojas e tamb&eacute;m &agrave; experi&ecirc;ncia oferecida ao consumidor, incluindo a&iacute; at&eacute; programas de fidelidade para os clientes.</p>
<p>O crescimento da import&acirc;ncia do Cash &amp; Carry &eacute; uma tend&ecirc;ncia global &ndash; em 2016, o gasto no canal teve um crescimento de 4,1% em todo o mundo. J&aacute; na Am&eacute;rica Latina, em 2017, foi o segundo tipo de loja que mais cresceu (20%), atr&aacute;s apenas dos estabelecimentos de conveni&ecirc;ncia (22%). Na regi&atilde;o, itens aliment&iacute;cios frescos e mantimentos s&atilde;o as escolhas da maior parte dos consumidores.&nbsp;</p>
<p><strong>Diferen&ccedil;as regionais</strong></p>
<p>O Peru &eacute; o &uacute;nico pa&iacute;s no qual o atacarejo est&aacute; encolhendo. Isso reflete uma queda geral no consumo de produtos de consumo r&aacute;pido no pa&iacute;s em 2017, quando o volume de compras caiu cerca de 6% em todos os canais. O crescimento mais r&aacute;pido &eacute; visto na Argentina e no Brasil, onde o valor das vendas nesse tipo de estabelecimento cresceu 45,9% e 17,5%, respectivamente, no ano passado em rela&ccedil;&atilde;o a 2016. N&atilde;o por acaso, no Brasil os hipermercados est&atilde;o se transformando em atacarejos &ndash; algumas unidades do Extra est&atilde;o se tornando Assa&iacute; Atacadista.&nbsp;</p>
<p>Outra conclus&atilde;o do estudo &eacute; que a estrutura do Cash &amp; Carry varia de um pa&iacute;s para outro. Na Argentina, Brasil, Chile, M&eacute;xico e Col&ocirc;mbia o formato &eacute; muito mais moderno do que no Equador e no Peru, onde o modelo mais tradicional de atacado domina.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 27 Apr 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/46-mi-de-lares-da-Amrica-Latina-aderiram-ao-atacarejo</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Lan?amento do novo relat?rio: Out-of-home, out of mind?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Lanamento-do-novo-relatrio-Out-of-home-out-of-mind</link>
         <description><![CDATA[<p>O novo relat&oacute;rio da Kantar Worldpanel sobre o consumo fora do lar (OOH), publicado hoje, revela que o consumo de OOH representa quase metade (41%) dos gastos globais em lanches e bebidas n&atilde;o alco&oacute;licas. Em algumas categorias, como o caf&eacute;, as compras fora de casa representam 70% do gasto total, o que exp&otilde;e uma oportunidade significativa para varejistas e fabricantes que atualmente n&atilde;o consideram as estrat&eacute;gias OOH.</p>
<p>O relat&oacute;rio analisa dados dos pain&eacute;is de consumidores da Kantar Worldpanel no Brasil, China, Fran&ccedil;a, Indon&eacute;sia, M&eacute;xico, Portugal, Espanha Tail&acirc;ndia e Reino Unido. Tamb&eacute;m esclarece os comportamentos de compra contrastantes em n&iacute;vel local. 47% dos consumidores do Brasil est&atilde;o ativos no mercado de consumo fora do lar (OOH), gastando em m&eacute;dia 195 d&oacute;lares anualmente.</p>
<p><strong><br />Padr&otilde;es &uacute;nicos para Out of Home</strong></p>
<p>O relat&oacute;rio conclui que o comportamento de compra fora do lar &eacute; mais desenvolvido no Reino Unido, onde os consumidores gastam em m&eacute;dia US$ 525 por ano, quase o dobro da Espanha, que &eacute; o mercado com o segundo maior gasto (US$ 225).</p>
<p>Os consumidores Tailandeses s&atilde;o os mais frequentes em compras fora do lar (OOH) com 214 viagens em m&eacute;dia por ano - mais de uma vez a cada dois dias. O Reino Unido est&aacute; muito atr&aacute;s (199), seguido do M&eacute;xico (105) e da Espanha (102).</p>
<p><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/7/OOH%20chart%202.jpg" alt="" width="400" height="225" /></p>
<p><strong>O que acontece no consumo fora do lar?</strong></p>
<p>O canal de hot&eacute;is, restaurantes e caf&eacute;s -&nbsp; consideramos como horeca, uma abrevia&ccedil;&atilde;o usada na Europa para a ind&uacute;stria de food services - tem um desempenho mais forte na Europa. Os portugueses t&ecirc;m 83% dos gastos fora do lar e 60% de gastos dos espanh&oacute;is s&atilde;o no canal horeca.</p>
<p>Fora da Europa, os canais de impulso e os autosservi&ccedil;os representam uma grande propor&ccedil;&atilde;o dos gastos com out of home. No Brasil, 36% das compras de salgadinhos acontecem em canais de impulso fora do lar, enquanto 85% das ocasi&otilde;es totais de OOH na Indon&eacute;sia ocorrem nos autosservi&ccedil;os.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>OOH &eacute; incremental para os autosservi&ccedil;os</strong></p>
<p>2 em cada 10 d&oacute;lares gastos nos autosservi&ccedil;os s&atilde;o realizados fora do lar.</p>
<p>Como os autosservi&ccedil;os (hipermercados, supermercados e lojas de conveni&ecirc;ncia) continuam a proliferar nos mercados em desenvolvimento, houve um efeito colateral no consumo de OOH. Na Tail&acirc;ndia e no M&eacute;xico, o consumo fora de casa representa mais da metade do total dos autosservi&ccedil;os gastos em alimentos e bebidas n&atilde;o alco&oacute;licas (59% e 55% respectivamente), seguido pela China (39%) e pela Indon&eacute;sia (38%).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/7/OOH-chart-6.jpg" alt="" width="400" height="252" /></p>
<p><strong>Maria Josep Mart&iacute;nez, global Out-of-home director, Kantar Worldpanel, disse:</strong> &ldquo;Cada pa&iacute;s tem costumes &uacute;nicos, o que dificulta a adapta&ccedil;&atilde;o das ofertas de out of home nas regi&otilde;es. As pessoas fazem compras em diferentes canais para atender a diferentes necessidades e o cen&aacute;rio local t&ecirc;m um grande impacto nas compras fora de casa. N&atilde;o h&aacute; uma abordagem &uacute;nica para todos os casos. <br /> <br /> &ldquo;As marcas t&ecirc;m a oportunidade de rever o comportamento em cada mercado, entendendo os principais diferenciadores e as estruturas de canais. Para varejistas e fabricantes dispostos a assumir o desafio de criar uma estrat&eacute;gia fora de casa, as recompensas podem ser significativas&rdquo;.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 24 Apr 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Lanamento-do-novo-relatrio-Out-of-home-out-of-mind</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Tr?s oportunidades para o mercado de caf? fora de casa]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Compra-e-consumo-de-caf-fora-de-casa-em-alguns-pases</link>
         <description><![CDATA[<p>O servi&ccedil;o global que mede as compras e o consumo fora de casa (OOH) da Kantar Worldpanel mostra que o caf&eacute; quente &eacute; comprado e consumido fora de casa por mais da metade da popula&ccedil;&atilde;o na Fran&ccedil;a, Espanha, Reino Unido, China, Portugal, Brasil e M&eacute;xico. Nesses pa&iacute;ses, ao compararmos o quanto &eacute; gasto com a categoria dentro e fora do lar, temos que 70% do gasto com a bebida ocorre fora de casa, mas seguindo padr&otilde;es diferentes. Na China, por exemplo, 95% das compras de caf&eacute; quente s&atilde;o feitas fora de casa, enquanto no M&eacute;xico o &iacute;ndice atinge 62%, com potencial de crescimento adicional.</p>
<p><strong>Tr&ecirc;s oportunidades detectadas:&nbsp;&nbsp;</strong></p>
<p><strong><em>Desenvolva os grandes mercados</em></strong>: com o tamanho da popula&ccedil;&atilde;o e as r&aacute;pidas taxas de desenvolvimento no Brasil, M&eacute;xico e China, h&aacute; um enorme potencial para aumentar a penetra&ccedil;&atilde;o tanto no mercado quanto na frequ&ecirc;ncia de consumo nesses mercados. Devido ao tamanho da popula&ccedil;&atilde;o, a China aparece no estudo como o segundo maior mercado de caf&eacute;, depois do Reino Unido, apesar de o caf&eacute; representar apenas 7% das ocasi&otilde;es de consumo de bebidas fora do domic&iacute;lio.</p>
<p><strong><em>Enfoque na experi&ecirc;ncia</em></strong>: nos mercados em que o gasto por ocasi&atilde;o &eacute; baixo, como o Brasil e Portugal, h&aacute; grande oportunidade de desenvolver valor de mercado com a introdu&ccedil;&atilde;o de novos conceitos de canal, onde o compartilhamento e as experi&ecirc;ncias premium s&atilde;o aprimoradas.</p>
<p><strong><em>Incentive a venda cruzada</em></strong>: o caf&eacute; &eacute; um acompanhamento natural para uma variedade de lanches e essa &eacute; uma boa maneira de aumentar os gastos por viagem. As vendas aumentam de duas a tr&ecirc;s vezes quando cookies, salgados ou sandu&iacute;ches s&atilde;o adicionados ao pedido.</p>
<p>Os padr&otilde;es de consumo s&atilde;o bem diferentes em cada pa&iacute;s e &eacute; importante entender isso para aproveitar plenamente as oportunidades.</p>
<p><strong>H&aacute;bitos do pa&iacute;s</strong></p>
<p>Neste estudo, a Europa Ocidental &eacute; o maior mercado para consumo de caf&eacute; quente fora de casa. Aproximadamente, mais de tr&ecirc;s quartos da popula&ccedil;&atilde;o em todo o Reino Unido, Espanha e Portugal compram caf&eacute; quando est&atilde;o fora. N&atilde;o &eacute; apenas um mimo ocasional, com os ingleses e espanh&oacute;is fazendo isso pelo menos uma vez por semana. O consumo de caf&eacute; quente &eacute; significativamente menor em outros pa&iacute;ses, com apenas 40% a 54% da popula&ccedil;&atilde;o comprando caf&eacute; quente no Brasil, no M&eacute;xico e na China.</p>
<p><strong>Ocasi&atilde;o do cliente</strong></p>
<p>O perfil daqueles que compram caf&eacute; quente fora de casa difere consideravelmente por pa&iacute;s e seu est&aacute;gio de desenvolvimento de mercado. Onde o consumo &eacute; mais estabelecido, como a Espanha, o consumidor tende a ser de classe m&eacute;dia e masculino, com a compra ocorrendo principalmente no caf&eacute; da manh&atilde; (60% das ocasi&otilde;es). Isso contrasta com a China, um mercado mais novo, onde &eacute; mais prov&aacute;vel que o caf&eacute; seja consumido ap&oacute;s o trabalho, por mulheres jovens e de classe alta (40% das vezes).</p>
<p><strong>Local de compra</strong></p>
<p>Onde o caf&eacute; &eacute; comprado faz uma grande diferen&ccedil;a para o gasto m&eacute;dio por ocasi&atilde;o. No Reino Unido, M&eacute;xico e China ele &eacute; alto (US$ 2,90, US$ 2,60 e US$ 4,50, respectivamente) por causa da preval&ecirc;ncia de caf&eacute;s.</p>
<p>Por outro lado, no Brasil e em Portugal, o caf&eacute; &eacute; comprado principalmente em bares, o que faz com que o gasto m&eacute;dio por viagem se aproxime da marca de US$ 1.</p>
<p><strong>Sobre o servi&ccedil;o out-of-home</strong></p>
<p>Esses insights foram extra&iacute;dos do servi&ccedil;o global ou-of-home, que abrange diferentes tipos de alimentos e bebidas. Um relat&oacute;rio mais detalhado estar&aacute; dispon&iacute;vel em breve. N&atilde;o perca nossas &uacute;ltimas atualiza&ccedil;&otilde;es inscrevendo-se em nosso <a href="https://www.kantarworldpanel.com/global#newsletter">boletim informativo</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 23 Apr 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Compra-e-consumo-de-caf-fora-de-casa-em-alguns-pases</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Batatas congeladas ganham 1 milh?o de novos compradores]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Batatas-congeladas-ganham-1-milho-de-novos-compradores</link>
         <description><![CDATA[<p>Presen&ccedil;a constante nos carrinhos de compras dos brasileiros at&eacute; 2014, as batatas congeladas foram deixadas um pouco de lado durante o aprofundamento da crise, em 2015, para voltar com for&ccedil;a no ano passado. De acordo com dados da Kantar Worldpanel, a categoria foi consumida por 33% dos lares em 2017, ganhando 2,5 pontos percentuais de penetra&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior, o que significa que mais de 1 milh&atilde;o de novos domic&iacute;lios passaram a consumir o produto.</p>
<p>Segundo informa&ccedil;&otilde;es da empresa, a compra de batatas congeladas cresceu 29% em volume e ampliou o faturamento em 19% no per&iacute;odo. Aliando praticidade e indulg&ecirc;ncia, o item foi consumido notadamente por donas de casa entre 30 e 49 anos e classes mais altas. Lares com crian&ccedil;as at&eacute; 12 anos tamb&eacute;m se destacaram no consumo. As regi&otilde;es que se destacaram na compra do alimento foram a Grande S&atilde;o Paulo, Sul e Grande Rio de Janeiro, com mais do 50% do volume domiciliar consumido.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 23 Apr 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Batatas-congeladas-ganham-1-milho-de-novos-compradores</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Encontre novos shoppers por meio da publicidade]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Reporte-encontre-novos-shoppers-por-meio-de-publicide</link>
         <description><![CDATA[<p><span>A Kantar Worldpanel acaba de lan&ccedil;ar um novo relat&oacute;rio:</span><span> &ldquo;Investimentos em M&iacute;dia: Porque voc&ecirc; tamb&eacute;m deve considerar a quantidade de novos compradores&rdquo;.</span></p>
<p><span>At&eacute; o final deste ano, a ind&uacute;stria de m&iacute;dia global deve valer mais de US$ 550 bilh&otilde;es. Com esse n&uacute;mero crescendo e as marcas de bens de consumo (FMCG) contribuindo com 1/4 desse valor, &eacute; mais importante que nunca entender o impacto da publicidade. O crescimento das marcas de bens de consumo (FMCG) est&aacute; diretamente relacionado com a quantidade de novos compradores, portanto, deve assegurar que seu investimento em m&iacute;dia o ajude a fazer isso.</span></p>
<p><span>Na Kantar Worldpanel fizemos uma s&eacute;rie de an&aacute;lises para identificar os efeitos que a publicidade multicanal tem nas marcas de FMCG globalmente. Conseguimos ver o impacto da m&iacute;dia no comportamento do shopper. A curto prazo, tem um efeito positivo nas vendas, mas os efeitos da publicidade n&atilde;o terminam com a campanha. A publicidade pode prolongar o impacto mesmo depois de finalizada.</span></p>
<p><strong><span><br /> Encontre novos compradores</span></strong><strong></strong></p>
<p><span>A base de shoppers de uma marca n&atilde;o &eacute; est&aacute;tica. Em m&eacute;dia, metade dos shoppers que compram a sua marca este ano n&atilde;o far&aacute; isso no ano seguinte. Sabemos que para uma marca crescer, ela precisa ganhar novos shoppers. De todas as marcas de FMCG que cresceram globalmente, 9 de 10 aumentaram sua penetra&ccedil;&atilde;o.</span></p>
<p><span>Se relacionarmos o crescimento de uma marca com o ganho de novos shoppers, certifique-se que sua publicidade esteja contribuindo para isto. Colocar o shopper no centro de suas an&aacute;lises de m&iacute;dia permite um crescimento a curto e longo prazo.</span></p>
<p><span>Neste relat&oacute;rio, nos concentramos em como tudo isso funciona na pr&aacute;tica e como as marcas podem maximizar o impacto do investimento em publicidade de suas vendas.<br /><br /><br /></span>Baixe o relat&oacute;rio completo atrav&eacute;s do link neste site.</p>
<p><span><br /><br /><span style="font-size: xx-small;">Fonte: Europanel BG20&nbsp;</span></span></p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 05 Apr 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Reporte-encontre-novos-shoppers-por-meio-de-publicide</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Novos ?Seniors? s?o o futuro do crescimento do consumo]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Novos-Seniors-so-o-futuro-do-crescimento-do-consumo</link>
         <description><![CDATA[<p>Atualmente, uma a cada cinco fam&iacute;lias da Am&eacute;rica Latina &eacute; formada por pessoas acima de 50 anos e daqui a 10 anos esta configura&ccedil;&atilde;o j&aacute; representar&aacute; 1/3 entre todas. Descobrir o DNA destes novos s&ecirc;niores como consumidores e compradores &eacute; a chave para qualquer marca encontrar oportunidades reais de crescimento.</p>
<p>&Eacute; o que atesta um estudo da Kantar Worldpanel, especialista global em comportamento de consumo, que fornece uma vis&atilde;o em 360&ordm; deste p&uacute;blico: quem s&atilde;o estes novos s&ecirc;niores, quais s&atilde;o seus h&aacute;bitos de compra, quais marcas escolhem, como utilizam a tecnologia e o entretenimento e quais s&atilde;o suas preocupa&ccedil;&otilde;es com sa&uacute;de e alimenta&ccedil;&atilde;o. Trata-se de um mercado gigante: um &uacute;nico ponto de penetra&ccedil;&atilde;o neste segmento representa mais de 100 mil novos lares no Brasil e mais de 42 mil na Argentina. Em outubro de 2017 havia 54 milh&otilde;es de brasileiros com 50 anos ou mais, e este n&uacute;mero deve chegar a 93 milh&otilde;es at&eacute; 2045.</p>
<p>Al&eacute;m disso, este p&uacute;blico ganha 30% a mais do que as demais configura&ccedil;&otilde;es familiares, 25% ainda trabalham, 1/3 um ter&ccedil;o possuem ve&iacute;culos e mais de 80% t&ecirc;m celulares, sendo a metade smartphones - 85% usam Whatsapp e 70% Facebook, enquanto 70% nunca acessaram o Twitter ou o Instagram. Seus h&aacute;bitos de compra tamb&eacute;m s&atilde;o peculiares: apesar de irem aos pontos de venda 8 vezes menos do que outros consumidores, gastam 16% mais, principalmente porque preferem marcas <em>premium</em>.</p>
<p>No quesito sa&uacute;de e alimenta&ccedil;&atilde;o, 40% fazem exerc&iacute;cios semanalmente e 81% gastam no m&aacute;ximo 30 minutos cozinhando, menos do que acontece em qualquer outro grupo.</p>
<p>&ldquo;As pessoas na faixa dos 50 anos &ndash; e tamb&eacute;m dos 60 e 70 - est&atilde;o cada vez mais ativas e saud&aacute;veis, com mais qualidade de vida do que as gera&ccedil;&otilde;es passadas e tendo netos cada vez mais tarde, e isso tudo transformou radicalmente suas rotinas e seus planos para o futuro&rdquo;, afirma Cecilia Alva, Diretora de Clientes &amp; Novos Neg&oacute;cios para a Am&eacute;rica Latina da Kantar Worldpanel.</p>
<p>De acordo com a Kantar Consulting, no ano passado, 77% dos americanos afirmaram que n&atilde;o havia raz&atilde;o para se sentir com menos energia por estarem mais velhos. Em 2014, o &iacute;ndice era de 64%.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 04 Apr 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Novos-Seniors-so-o-futuro-do-crescimento-do-consumo</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Ovos de chocolate seguem os preferidos dos brasileiros]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Ovos-de-chocolate-seguem-os-preferidos-dos-brasileiros</link>
         <description><![CDATA[<p>Em posi&ccedil;&atilde;o de destaque nesta &eacute;poca do ano, os ovos de P&aacute;scoa industrializados seguem como a primeira escolha quando o assunto &eacute; inten&ccedil;&atilde;o de compra dos consumidores. De acordo com pesquisa online da Kantar Worldpanel, realizada entre 1&ordm; e 23 de mar&ccedil;o, 42% dos brasileiros afirmaram que costumam comprar o item na data. J&aacute; os ovos caseiros foram citados por 15% dos respondentes.</p>
<p>O levantamento revelou ainda que 20% dizem fabricar seus pr&oacute;prios ovos, enquanto 11% optam por outros tipos de guloseimas de chocolate &ndash; 12% n&atilde;o se enquadraram em nenhuma das respostas citadas acima.</p>
<p>A pesquisa ouviu 892 pessoas.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 02 Apr 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Ovos-de-chocolate-seguem-os-preferidos-dos-brasileiros</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Kantar Worldpanel apresenta novo estudo durante a ABRAS]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Kantar-Worldpanel-apresenta-novo-estudo-durante-a-ABRAS</link>
         <description><![CDATA[<p>A Kantar Worldpanel, l&iacute;der mundial em pain&eacute;is de consumo, apresentar&aacute; um novo estudo durante a edi&ccedil;&atilde;o 2018 da Conven&ccedil;&atilde;o ABRAS (Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Supermercados), marcada para 19 de mar&ccedil;o, no Rio de Janeiro, e que trar&aacute; dados do setor supermercadista do pa&iacute;s e apontar&aacute; h&aacute;bitos e tend&ecirc;ncias de consumo para 2018. Na explana&ccedil;&atilde;o a ser feita por Christine Pereira, Diretora Comercial, os dados mostram como a vida cada vez mais conectada, com excesso de informa&ccedil;&otilde;es, e a busca por simplifica&ccedil;&atilde;o no dia a dia, bem como o bolso apertado, est&atilde;o transformando a forma de comprar do consumidor brasileiro.</p>
<p>Pelo segundo ano consecutivo, os gastos das fam&iacute;lias superam a renda. Em 2017, metade dos lares brasileiros gastaram acima da renda.</p>
<p>O ano de 2015 foi o pior ponto para o consumo domiciliar de alimentos, bebidas, higiene pessoal e limpeza. Em 2016 e 2017, houve lenta recupera&ccedil;&atilde;o, mas ainda insuficiente para retornar aos patamares de 2014.</p>
<p>Uma das mudan&ccedil;as estabelecidas &eacute; que o processo de comprar &eacute; cada vez menos linear, mais interativo e mais multimeio, j&aacute; que o mundo conectado propicia uma enorme gama de pontos de contato do consumidor com aquilo que pretende adquirir: al&eacute;m das tradicionais visitas aos pontos de venda, o comprador trava contato com posts e fotos nas redes sociais, v&iacute;deos, compartilhamento de links, depoimentos e compras on-line, entre outras possibilidades virtuais. Com essa multiplicidade de possibilidades a que tem acesso, os shoppers visitam mais canais de compra. Em 2017, eles compraram em sete canais diferentes &ndash; foram cinco em 2013 &ndash;, por&eacute;m, o valor gasto em cada um deles &eacute; cada vez menor, inclusive nos canais que ganham clientes.&nbsp; &nbsp;&nbsp;</p>
<p>De acordo com o levantamento da Kantar Worldpanel, nesse cen&aacute;rio nacional de t&ecirc;nue recupera&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica, os shoppers est&atilde;o fazendo escolhas mais inteligentes, em busca de efici&ecirc;ncia e economia. Ent&atilde;o, t&ecirc;m valorizado as moedas &ldquo;dinheiro&rdquo; e &ldquo;tempo&rdquo;.&nbsp;Assim, embora haja uma frequ&ecirc;ncia menor de ida dos shoppers aos pontos de venda, eles levam mais produtos a cada visita, incluindo itens de categorias pr&aacute;ticas e simples: em 2017, o p&atilde;o industrializado e a batata congelada foram parar em mais de 1 milh&atilde;o de novos lares brasileiros.&nbsp;</p>
<p>Para economizar, os brasileiros cada vez mais recorrem ao atacarejo (atacadistas que vendem produtos ao consumidor final), visando pagar mais barato sobretudo em itens de limpeza, commodities e mercearia salgada. Em 2017, esse canal de compra aumentou a penetra&ccedil;&atilde;o em 1,3 ponto percentual, crescendo 12% no volume comercializado. Tamb&eacute;m houve grande aumento na procura por produtos em promo&ccedil;&atilde;o e de embalagens de menor desembolso ou econ&ocirc;micas: o volume comprado detergente em p&oacute; de dois quilos aumentou 33%, enquanto o da manteiga de 500 gramas subiu 28%.</p>
<p>O estudo da Kantar Worldpanel aponta tamb&eacute;m que houve uma maior procura pelas farm&aacute;cias e supermercados de vizinhan&ccedil;a, um indicador de que os consumidores t&ecirc;m preferido comprar em estabelecimentos perto de casa ou do trabalho por comodidade e simplifica&ccedil;&atilde;o do dia a dia.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 28 Mar 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Kantar-Worldpanel-apresenta-novo-estudo-durante-a-ABRAS</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[2017 apresenta cen?rio de recupera??o]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Kantar-Worldpanel-apresenta-mais-uma-edio-de-consumo</link>
         <description><![CDATA[<p class="xmsonormal">A mais recente edi&ccedil;&atilde;o do relat&oacute;rio &ldquo;Consumer Insights&rdquo;, realizado trimestralmente pela Kantar Worldpanel, l&iacute;der mundial em pain&eacute;is de consumo, e que desta vez se refere ao per&iacute;odo entre outubro e dezembro de 2017, indicou alguns destaques: a cesta FMCG (Fast Moving Consuming Goods &ndash; Bens de R&aacute;pido Consumo) come&ccedil;ou a sentir os impactos de um cen&aacute;rio econ&ocirc;mico mais positivo, a maior parte das cestas e categorias conseguiu se recuperar e a din&acirc;mica dos canais de distribui&ccedil;&atilde;o n&atilde;o mudou, por&eacute;m o comportamento do consumidor fornece novas percep&ccedil;&otilde;es.</p>
<p class="xmsonormal">Nos meses analisados, registram-se indicadores positivos, como o crescimento de 1,04% do PIB no ano e a uma queda de 0,6% no desemprego em rela&ccedil;&atilde;o ao trimestre anterior (julho a setembro) &ndash; foi de 12,4% para 11,8%, gra&ccedil;as principalmente ao trabalho informal. A tend&ecirc;ncia positiva da cesta teve como fator principal o aumento do volume de compra a cada ida ao ponto de venda, j&aacute; que a frequ&ecirc;ncia caiu, e isso vale para todas as classes sociais &ndash; AB, C e DE.</p>
<p class="xmsonormal">No que se refere &agrave; penetra&ccedil;&atilde;o dos alimentos, os que mais ganharam foram a manteiga, na classe C, com +5 p.p., o chocolate culin&aacute;rio, na classe AB, com +4,9 p.p., e o catchup, na DE, com +4,2 p.p. Na outra ponta est&atilde;o o extrato de tomate, que caiu -4,5 p.p. na classe C, e o leite pasteurizado (-4,9 p.p. na D+E).</p>
<p class="xmsonormal">No geral, todas as cestas obtiveram boas performances em volume, em especial Mercearia Doce e Limpeza, sendo que esta &uacute;ltima se destacou em todas as classes. A &uacute;nica cesta que ainda n&atilde;o se recuperou foi a de perec&iacute;veis.</p>
<p class="xmsonormal">Entre os canais de compra, farm&aacute;cias e drogarias foram os principais impulsionadores da cesta FMCG, assim como o atacarejo (atacadistas que vendem produtos ao consumidor final). Ambos os segmentos aumentaram a penetra&ccedil;&atilde;o, a venda de unidades e a tonelagem comercializada.</p>
<p class="xmsonormal">O atacarejo, por exemplo, registrou forte crescimento tanto no percentual de fam&iacute;lias que l&aacute; compram (+1.3 p.p.), como na frequ&ecirc;ncia de compra (+6,8%), o que &eacute; alavancado pelo pre&ccedil;o por unidade, que &eacute; 7% abaixo da m&eacute;dia de mercado. J&aacute; o destaque negativo ficou por conta do varejo tradicional, que perdeu penetra&ccedil;&atilde;o e a frequ&ecirc;ncia com que os consumidores v&atilde;o a esse tipo de estabelecimento. Em todos os pontos de venda, contudo, fizeram sucesso os kits na linha &ldquo;leve mais, pague menos&rdquo;, cuja frequ&ecirc;ncia de compra aumentou.</p>
<p class="xmsonormal">Esses resultados mostram que o consumo do brasileiro aponta para tr&ecirc;s tend&ecirc;ncias em rela&ccedil;&atilde;o aos canais de venda. A primeira &eacute; que o comprador busca a equa&ccedil;&atilde;o de valor, por isso o atacarejo ganha clientes, j&aacute; que oferece pre&ccedil;os melhores &ndash; sem contar que o canal, por proporcionar a estocagem de produtos, o transforma tamb&eacute;m num economizador de tempo, j&aacute; que otimiza as idas aos pontos de venda.</p>
<p class="xmsonormal">Outro sinal que a pesquisa aponta &eacute; a procura por conveni&ecirc;ncia, da&iacute; o destaque dos canais pequenos, principalmente o supermercado de vizinhan&ccedil;a, que leva o varejo tradicional a perder espa&ccedil;o, principalmente nas metr&oacute;poles. Por fim, o consumidor brasileiro demonstra querer simplifica&ccedil;&atilde;o. Assim, farm&aacute;cias e drogarias crescem por oferecerem uma maior concentra&ccedil;&atilde;o de categorias b&aacute;sicas de higiene e por promocionar melhor esses itens.</p>
<p class="xmsonormal">&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 28 Mar 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Kantar-Worldpanel-apresenta-mais-uma-edio-de-consumo</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[As tend?ncias que impactar?o o mercado de beleza]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/As-tendncias-que-impactaro-o-mercado-de-beleza</link>
         <description><![CDATA[<p>Estudo recente da Kantar Worldpanel, l&iacute;der mundial em pain&eacute;is de consumo, mostra que a busca pelo natural no que se refere a Cuidados Pessoais &eacute; uma tend&ecirc;ncia concreta e n&atilde;o mais somente um nicho isolado de mercado, j&aacute; que 1 a cada 2 compradores tem esta prefer&ecirc;ncia. Isso, por&eacute;m, por mais incoerente que possa parecer, n&atilde;o significa que as mesmas pessoas que se preocupam efetivamente s&oacute; comprar&atilde;o produtos naturais, mesmo porque o conceito de natural tem um significado para cada pessoa &ndash; pode estar relacionado ao meio ambiente, &agrave; sa&uacute;de ou, ainda, &agrave; autoestima e ao empoderamento.</p>
<p>Atualmente o segmento de Cuidados Pessoais &eacute; o que mais rapidamente cresce dentro do mercado de bens n&atilde;o dur&aacute;veis, que tamb&eacute;m abrange os segmentos de Cuidados para a Casa, Bebidas, Mercearia (Grocery) e Produtos Frescos. Mas a diferen&ccedil;a entre o crescimento do volume de compras e do valor indica os efeitos da infla&ccedil;&atilde;o que atinge a Am&eacute;rica Latina. J&aacute; a frequ&ecirc;ncia de compra tem ca&iacute;do no mundo todo, com exce&ccedil;&atilde;o da &Aacute;sia.</p>
<p>&nbsp;A pesquisa da Kantar Worldpanel indica que mais de 50% dos consumidores preferem produtos naturais, sejam org&acirc;nicos, terap&ecirc;uticos ou &agrave; base de ervas, sem sulfato ou n&atilde;o poluentes. Tamb&eacute;m existe uma prefer&ecirc;ncia por cabelos naturais e maquiagens leves. As raz&otilde;es s&atilde;o diversas: aqui no Brasil, a principal &eacute; o empoderamento, que implica, por exemplo, em assumir e valorizar os cabelos cacheados. J&aacute; na Fran&ccedil;a, trata-se de n&atilde;o querer utilizar produtos qu&iacute;micos.</p>
<p>Diversas marcas, como The Body Shop, Lush e Nivea, identificaram esta tend&ecirc;ncia e adotaram bandeiras como a de prote&ccedil;&atilde;o &agrave; natureza, combate a testes em animais e incentivo a looks sem tantos artif&iacute;cios. Al&eacute;m disso, gigantes da ind&uacute;stria, como Proctor &amp; Gamble, Johnson &amp; Johnson, Unilever e L&rsquo;Or&eacute;al Paris adquiriram pequenas marcas que j&aacute; estavam posicionadas como naturais. Entre elas, Dove, Skinsei e Love Beauty and Planet.</p>
<p>Tudo isso pode ser traduzido em tr&ecirc;s necessidades primordiais: preservar o meio ambiente, parecer natural e sentir-se bem na pr&oacute;pria pele.</p>
<p>Os brasileiros s&atilde;o os mais engajados e conscientes: 57,7% deles garantem ter a prote&ccedil;&atilde;o &agrave; natureza como principal motiva&ccedil;&atilde;o, enquanto esta porcentagem cai para 51,9% na Europa Ocidental e 43,1% nos Estados Unidos. J&aacute; entre os que querem parecer naturais, os brasileiros s&atilde;o 72,3%, europeus 59,8% e americanos irris&oacute;rios 6,3%.</p>
<p>Aqui no Brasil tamb&eacute;m temos nos concentrado no contentamento com nossa apar&ecirc;ncia, o que est&aacute; diretamente relacionado ao empoderamento feminino. 40,2% confessam este desejo, enquanto na Europa s&atilde;o 42,8% e nos EUA 23,1%.</p>
<p>Apesar disso, ainda n&atilde;o exercemos tanto esta conscientiza&ccedil;&atilde;o a ponto de exigir mudan&ccedil;as na ind&uacute;stria. Na Fran&ccedil;a, ao contr&aacute;rio, a marca Nivea retirou o alum&iacute;nio da composi&ccedil;&atilde;o de seus produtos devido &agrave; repercuss&atilde;o sobre este componente qu&iacute;mico.</p>
<p>Como dito anteriormente, por&eacute;m, existe uma grande incoer&ecirc;ncia no comportamento dos consumidores. Mundialmente, ao mesmo tempo em que a maioria diz estar preocupada com a natureza e o natural,</p>
<p>49% n&atilde;o s&atilde;o influenciados por ingredientes naturais na hora do compra e 46% n&atilde;o adquirem produtos s&oacute; por seus ingredientes naturais. Apenas 5% consideram isso na tomada da decis&atilde;o. Os n&uacute;meros espec&iacute;ficos do Brasil seguem esta linha: 23,2% compram produtos por raz&otilde;es naturais e em somente 7% das ocasi&otilde;es.</p>
<p>Algumas categorias dentro do segmento s&atilde;o mais impactadas pela preocupa&ccedil;&atilde;o com o natural, como a de cuidados com a pele, que engloba m&aacute;scaras faciais, tonificantes, esfoliantes, hidratantes e produtos de limpeza. Do lado oposto est&atilde;o produtos capilares e dentais, fragr&acirc;ncias, desodorantes e maquiagens.</p>
<p>Por&eacute;m, mesmo entre os itens n&atilde;o t&atilde;o impactados por esta tend&ecirc;ncia foi sentida uma queda. A penetra&ccedil;&atilde;o de colorantes de cabelos, por exemplo, caiu de 45,9% entre maio e agosto de 2014 para 42,7% no mesmo per&iacute;odo de 2017. As duas principais raz&otilde;es declaradas para isso foram satisfa&ccedil;&atilde;o com o pr&oacute;prio cabelo e prefer&ecirc;ncia pelo look natural.</p>
<p>A pesquisa da Kantar Worldpanel sobre o segmento de Cuidados Pessoais tamb&eacute;m mostra que 28% dos consumidores dizem que seu objetivo &eacute; simplificar suas rotinas, diminuindo o consumo, seja com a compra de menos produtos ou menor frequ&ecirc;ncia de uso. Neste quesito, o comportamento dos millennials, onde menos &eacute; mais, &eacute; determinante. A marca oBotic&aacute;rio, por exemplo, lan&ccedil;ou produtos focados neste p&uacute;blico e teve um salto em sua participa&ccedil;&atilde;o de mercado: foi de 7% em 2010 para 11% em 2015.</p>
<p>A Kantar Worldpanel prev&ecirc; que todas estas tend&ecirc;ncias v&atilde;o aumentar devido ao maior acesso online &agrave;s informa&ccedil;&otilde;es, o que gera conscientiza&ccedil;&atilde;o, &agrave; preocupa&ccedil;&atilde;o com a sa&uacute;de, &agrave; discuss&atilde;o sobre o</p>
<p>papel da mulher na sociedade e &agrave;s manifesta&ccedil;&otilde;es pela diversidade, que criam novos p&uacute;blicos-alvo.</p>
<p>A recomenda&ccedil;&atilde;o aos fabricantes &eacute; que sejam &aacute;geis e adotem o conceito de &ldquo;natural&rdquo; de acordo com sua oferta e posicionamento de marca. Ou seja, s&oacute; se fizer sentido. Antes &eacute; necess&aacute;rio responder a alguns questionamentos. O mercado em que voc&ecirc; atua &eacute; importante para o &ldquo;Natural&rdquo;? Qu&atilde;o engajados os mercados em que voc&ecirc; atua s&atilde;o nesta tend&ecirc;ncia e como? Seus atuais clientes est&atilde;o orientados neste sentido ou voc&ecirc; focar&aacute; em novos clientes? Uma oferta &ldquo;natural&rdquo; condiz com sua marca?</p>
<p>Para Paul Murphy, Diretor de An&aacute;lises e Insights Globais da Kantar Worldpanel, para atuar neste mercado &ldquo;natural&rdquo;, uma marca n&atilde;o precisa obrigatoriamente ter nichos como alvos. &ldquo;Quanto maior for sua base de consumidores, mais prov&aacute;vel ser&aacute; fazer sua marca ser escolhida&rdquo;, afirma ele.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 26 Mar 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/As-tendncias-que-impactaro-o-mercado-de-beleza</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Manteiga, batata e azeite est?o de volta ao carrinho]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Manteiga-batata-e-azeite-esto-de-volta-ao-carrinho</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Depois de muita racionaliza&ccedil;&atilde;o, os brasileiros est&atilde;o aos poucos retomando alguns h&aacute;bitos de consumo gra&ccedil;as &agrave; diminui&ccedil;&atilde;o da infla&ccedil;&atilde;o e &agrave; queda&nbsp; dos &iacute;ndices de desemprego. Itens como manteiga, batata congelada, requeij&atilde;o e azeite, por exemplo, voltaram para a cesta de compras em 2017 &ndash; os dados comparam os 12 meses terminados em novembro de 2017 com o mesmo per&iacute;odo do ano anterior. De acordo com o levantamento da Kantar Worldpanel, s&oacute; a manteiga ganhou 3,9 pontos percentuais de penetra&ccedil;&atilde;o nos meses analisados, ou seja, mais de dois milh&otilde;es de novos lares consumiram o produto. A batata congelada, cujo crescimento foi de 2,7 pontos percentuais, atingiu mais de 1,4 milh&otilde;es de novos domic&iacute;lios.&nbsp;</p>
<table class="MsoNormalTable" style="width: 415px; margin-left: 0.75pt; border-collapse: collapse;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr style="mso-yfti-irow: 0; mso-yfti-firstrow: yes; height: 22.85pt;">
<td style="width: 67.9pt; border: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 22.85pt;" valign="bottom" width="91">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">PENETRA&Ccedil;&Atilde;O%</span></p>
</td>
<td style="width: 28.75pt; border: solid white 1.0pt; border-left: none; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 22.85pt;" valign="bottom" width="38">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">Ano M&oacute;vel Nov'14 </span></p>
</td>
<td style="width: 31.5pt; border: solid white 1.0pt; border-left: none; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 22.85pt;" valign="bottom" width="42">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">Ano M&oacute;vel Nov'15 </span></p>
</td>
<td style="width: 31.75pt; border: solid white 1.0pt; border-left: none; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 22.85pt;" valign="bottom" width="42">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">Ano M&oacute;vel Nov'16 </span></p>
</td>
<td style="width: 29.9pt; border: solid white 1.0pt; border-left: none; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 22.85pt;" valign="bottom" width="40">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">Ano M&oacute;vel Nov'17 </span></p>
</td>
<td style="width: 34.9pt; border: solid white 1.0pt; border-left: none; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 22.85pt;" valign="bottom" width="47">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial; mso-ansi-language: PT-BR;">M&oacute;vel Nov'16 x M&oacute;vel Nov'15 (p.p.) </span></p>
</td>
<td style="width: 35.15pt; border: solid white 1.0pt; border-left: none; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 22.85pt;" valign="bottom" width="47">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial; mso-ansi-language: PT-BR;">M&oacute;vel Nov'17 x M&oacute;vel Nov'16 (p.p.) </span></p>
</td>
<td style="width: 51.3pt; border: solid white 1.0pt; border-left: none; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 22.85pt;" valign="bottom" width="68">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial; mso-ansi-language: PT-BR;">Novos Lares compradores no per&iacute;odo </span></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 1; height: 11.65pt;">
<td style="width: 67.9pt; border: solid white 1.0pt; border-top: none; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="91">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">Manteiga&nbsp; </span></p>
</td>
<td style="width: 28.75pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="38">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">34,17 </span></p>
</td>
<td style="width: 31.5pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="42">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">35,12 </span></p>
</td>
<td style="width: 31.75pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="42">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">32,94 </span></p>
</td>
<td style="width: 29.9pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="40">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">36,80 </span></p>
</td>
<td style="width: 34.9pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="47">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">-2,2 </span></p>
</td>
<td style="width: 35.15pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #C7FF4C; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="47">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">3,9 </span></p>
</td>
<td style="width: 51.3pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #C7FF4C; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="68">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">2.089.924 </span></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 2; height: 11.65pt;">
<td style="width: 67.9pt; border: solid white 1.0pt; border-top: none; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="91">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">&nbsp;</span></p>
</td>
<td style="width: 28.75pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="38">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">&nbsp;</span></p>
</td>
<td style="width: 31.5pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="42">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">&nbsp;</span></p>
</td>
<td style="width: 31.75pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="42">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">&nbsp;</span></p>
</td>
<td style="width: 29.9pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="40">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">&nbsp;</span></p>
</td>
<td style="width: 34.9pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="47">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">&nbsp;</span></p>
</td>
<td style="width: 35.15pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #C7FF4C; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="47">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">&nbsp;</span></p>
</td>
<td style="width: 51.3pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #C7FF4C; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="68">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">&nbsp;</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 3; height: 11.65pt;">
<td style="width: 67.9pt; border: solid white 1.0pt; border-top: none; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="91">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">Batata Congelada&nbsp; </span></p>
</td>
<td style="width: 28.75pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="38">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">27,83 </span></p>
</td>
<td style="width: 31.5pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="42">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">30,46 </span></p>
</td>
<td style="width: 31.75pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="42">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">30,29 </span></p>
</td>
<td style="width: 29.9pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="40">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">32,99 </span></p>
</td>
<td style="width: 34.9pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="47">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">-0,2 </span></p>
</td>
<td style="width: 35.15pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #C7FF4C; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="47">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">2,7 </span></p>
</td>
<td style="width: 51.3pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #C7FF4C; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="68">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">1.461.864 </span></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 4; height: 11.65pt;">
<td style="width: 67.9pt; border: solid white 1.0pt; border-top: none; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="91">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">Requeij&atilde;o&nbsp; </span></p>
</td>
<td style="width: 28.75pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="38">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">60,65 </span></p>
</td>
<td style="width: 31.5pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="42">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">62,54 </span></p>
</td>
<td style="width: 31.75pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="42">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">62,68 </span></p>
</td>
<td style="width: 29.9pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="40">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">64,89 </span></p>
</td>
<td style="width: 34.9pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="47">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">0,1 </span></p>
</td>
<td style="width: 35.15pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #C7FF4C; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="47">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">2,2 </span></p>
</td>
<td style="width: 51.3pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #C7FF4C; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="68">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">1.196.563 </span></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 5; height: 11.65pt;">
<td style="width: 67.9pt; border: solid white 1.0pt; border-top: none; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="91">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">Azeite&nbsp; </span></p>
</td>
<td style="width: 28.75pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="38">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">44,44 </span></p>
</td>
<td style="width: 31.5pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="42">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">46,69 </span></p>
</td>
<td style="width: 31.75pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="42">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">45,46 </span></p>
</td>
<td style="width: 29.9pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="40">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">47,50 </span></p>
</td>
<td style="width: 34.9pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="47">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">-1,2 </span></p>
</td>
<td style="width: 35.15pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #C7FF4C; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="47">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">2,0 </span></p>
</td>
<td style="width: 51.3pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #C7FF4C; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="68">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">1.104.519 </span></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 6; mso-yfti-lastrow: yes; height: 11.65pt;">
<td style="width: 67.9pt; border: solid white 1.0pt; border-top: none; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="91">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">P&atilde;o Industrializado&nbsp; </span></p>
</td>
<td style="width: 28.75pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="38">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">75,93 </span></p>
</td>
<td style="width: 31.5pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="42">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">76,25 </span></p>
</td>
<td style="width: 31.75pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="42">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">75,97 </span></p>
</td>
<td style="width: 29.9pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="40">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">77,87 </span></p>
</td>
<td style="width: 34.9pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #EEF7E7; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="47">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">-0,3 </span></p>
</td>
<td style="width: 35.15pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #C7FF4C; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="47">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">1,9 </span></p>
</td>
<td style="width: 51.3pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid white 1.0pt; border-right: solid white 1.0pt; mso-border-top-alt: solid white 1.0pt; mso-border-left-alt: solid white 1.0pt; background: #C7FF4C; padding: .75pt .75pt 0cm .75pt; height: 11.65pt;" valign="bottom" width="68">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 10.0pt; line-height: 115%;"><span style="font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;" lang="EN-GB">1.028.719 </span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;"><br />Itens como massa fresca, ado&ccedil;ante, &aacute;gua mineral, escova dental e shampoo tamb&eacute;m registraram &iacute;ndices positivos. Al&eacute;m de novos compradores, essas categorias cresceram em volume e valor, tendo agora pela frente o desafio de aumentar sua frequ&ecirc;ncia.&nbsp;&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 19 Feb 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Manteiga-batata-e-azeite-esto-de-volta-ao-carrinho</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Bombons e tabletes foram destaque na ?ltima P?scoa]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Bombons-e-tabletes-foram-destaque-na-ltima-Pscoa</link>
         <description><![CDATA[<p>Ap&oacute;s duas retra&ccedil;&otilde;es consecutivas em 2015 e 2016, a venda de chocolates durante a P&aacute;scoa no ano passado apresentou crescimento de 12% em unidades e 10% em toneladas. No entanto, n&atilde;o foram os tradicionais ovos que puxaram a eleva&ccedil;&atilde;o. Promo&ccedil;&otilde;es e itens do portf&oacute;lio regular, como caixas de bombons sortidos e tabletes, destacaram-se no per&iacute;odo. De acordo com dados da Kantar Worldpanel, caso a tend&ecirc;ncia de racionaliza&ccedil;&atilde;o se mantenha, o cen&aacute;rio deste ano deve ser parecido.&nbsp;</p>
<p>Em 2017, os lares que adquiriram chocolates na data comemorativa gastaram, em m&eacute;dia, R$ 70 no total de compras com a categoria. Nesse cen&aacute;rio, 90% das unidades comercializadas eram caixas de bombons, tabletes e outros formatos, enquanto que os ovos de chocolate detiveram 10% de relev&acirc;ncia no per&iacute;odo.&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 31 Jan 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Bombons-e-tabletes-foram-destaque-na-ltima-Pscoa</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Queda da infla??o impacta recupera??o do consumo]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Queda-da-inflao-impacta-recuperao-do-consumo</link>
         <description><![CDATA[<p>Ap&oacute;s um longo per&iacute;odo de estagna&ccedil;&atilde;o, a economia brasileira, aos poucos, apresenta sinais de recupera&ccedil;&atilde;o, notadamente por causa da queda da infla&ccedil;&atilde;o. O consumo de produtos de r&aacute;pido consumo (FMCG), que tem se reaquecido, registrou aumento de volume em toneladas de 2,2% nos meses de setembro, outubro e novembro de 2017 em compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo do ano anterior. Quando analisado o ano m&oacute;vel de dezembro a novembro de 2017 X 2016, houve crescimento de 1,4%. Os dados foram apurados pelo Consumer Thermometer, estudo elaborado pela Kantar Worldpanel.</p>
<p>A an&aacute;lise relevou ainda que o valor gasto pelos brasileiros no curto prazo caiu, principalmente em rela&ccedil;&atilde;o aos produtos perec&iacute;veis &ndash; queda de 5,9%. No total da cesta, o &iacute;ndice ficou em - 0,5%. Higiene e beleza tamb&eacute;m apresentam n&uacute;meros negativos, com &ndash; 1,1%.</p>
<p>Os dados relatam que no per&iacute;odo analisado as bebidas saud&aacute;veis, como &aacute;gua de coco e ch&aacute; l&iacute;quido, ganharam for&ccedil;a dentro dos domic&iacute;lios brasileiros, principalmente entre novos compradores de todos os n&iacute;veis s&oacute;cio-econ&ocirc;micos. J&aacute; o leite surge puxando a retra&ccedil;&atilde;o em valor.</p>
<p>Quando analisados os canais de venda, supermercado de vizinhan&ccedil;a e farm&aacute;cias se destacaram a longo prazo &ndash; varejo tradicional foi o que mais registrou queda, j&aacute; o porta a porta registrou o pior desempenho no curto prazo.</p>
<p>A pesquisa aponta ainda que as marcas acess&iacute;veis fizeram sucesso entre os brasileiros no per&iacute;odo estudado, crescendo 3 pontos percentuais em valor acima da cesta no pa&iacute;s &ndash; a maior parte do aumento pode ser creditada principalmente &agrave;s marcas locais. Mesmo assim ainda h&aacute; espa&ccedil;o para as marcas premium, que conseguiram crescer 40% em valor, via promo&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 30 Jan 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Queda-da-inflao-impacta-recuperao-do-consumo</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[iPhone X aumenta a participa??o da Apple]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/iPhone-X-aumenta-a-participao-da-Apple</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>iPhone X aumenta a participa&ccedil;&atilde;o do sistema operacional da Apple em mercados-chave</strong></p>
<p>Os mais recentes estudos da <a href="https://www.kantarworldpanel.com/smartphone-os-market-share/">Kantar Worldpanel ComTech</a> a respeito do sistema operacional de smartphones revelam que, nos tr&ecirc;s meses terminados em dezembro de 2017, o iOS teve um aumento global de 0,7 pontos percentuais em penetra&ccedil;&atilde;o, chegando a 24,8% nos cinco principais mercados europeus - Gr&atilde; Bretanha, Alemanha, Fran&ccedil;a, It&aacute;lia e Espanha &ndash; apesar da queda de 2,4 pontos na participa&ccedil;&atilde;o de mercado no Reino Unido. O bom desempenho na Espanha e na Alemanha, onde o iOS ocupa quase um quarto do mercado, tamb&eacute;m foi replicado na China, no Jap&atilde;o e na Austr&aacute;lia, gra&ccedil;as ao desempenho dos tr&ecirc;s mais recentes aparelhos da Apple.</p>
<p>O emblem&aacute;tico iPhone X ficou entre os tr&ecirc;s dispositivos mais vendidos no m&ecirc;s de dezembro na Europa, na China urbana, no Jap&atilde;o, na Austr&aacute;lia e nos Estados Unidos. A fidelidade do iOS atingiu um novo n&iacute;vel nos EUA - dos propriet&aacute;rios de iPhone que mudaram de dispositivo, 96% compraram outro modelo da Apple - embora sua participa&ccedil;&atilde;o nas vendas tenha ca&iacute;do 0,5 pontos percentuais para 43,9% no pa&iacute;s.</p>
<p>Mesmo com o forte desempenho do iOS na maioria dos mercados, as perdas do Android foram, em certa medida, amortecidas pela queda r&aacute;pida do Windows, cuja participa&ccedil;&atilde;o agora &eacute; inferior a 1% em todos os mercados, exceto na It&aacute;lia.</p>
<p><strong>Dominic Sunnebo, Diretor Global da Kantar Worldpanel ComTech, afirma</strong>: &ldquo;Os resultados completos do &uacute;ltimo trimestre do ano mostram que a decis&atilde;o da Apple de lan&ccedil;ar tr&ecirc;s aparelhos novos durante um per&iacute;odo escalonado, incluindo o iPhone X, foi um acerto. Com a estrutura de lan&ccedil;amento existente da Apple, as expectativas seriam sempre que o modelo principal seria o dispositivo mais vendido nos principais mercados desenvolvidos, mas com o pre&ccedil;o premium do iPhone X, o acesso da vida real entrou em jogo. Uma vez que em dezembro o iPhone X ficou entre os tr&ecirc;s dispositivos mais vendidos em todas as regi&otilde;es-chave, principalmente na China urbana, onde era o modelo mais vendido, a estrat&eacute;gia de pre&ccedil;os parece ter sido justificada&rdquo;.</p>
<p>&ldquo;Com toda a aten&ccedil;&atilde;o focada na Apple, &eacute; f&aacute;cil ignorar o desempenho da Samsung no &uacute;ltimo trimestre de 2017. Na Europa, a Samsung conquistou um desempenho muito forte, com a participa&ccedil;&atilde;o de vendas de seus smartphones aumentando em 2,2 pontos percentuais, atingindo 31,3%, crescendo &agrave; frente n&atilde;o apenas a Apple, mas tamb&eacute;m da Huawei, que tem desfrutado de um per&iacute;odo prolongado de crescimento acelerado. Na Espanha, a marca local BQ est&aacute; come&ccedil;ando a sofrer por causa do lan&ccedil;amento oficial da Xiaomi, sua participa&ccedil;&atilde;o no mercado de vendas caiu 3,8 pontos percentuais, atingindo 8,5%, nos tr&ecirc;s meses at&eacute; dezembro&rdquo;.</p>
<p>&ldquo;Nos Estados Unidos, o mercado de celulares continua a ser dominado pela Samsung e pela Apple, que atingiram uma participa&ccedil;&atilde;o combinada de 70,8% nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s meses de 2017. No entanto, a Motorola e o Google conseguiram fazer algumas incurs&otilde;es, com 0,5 pontos percentuais e 1 ponto percentual, respectivamente, chegando a 5,6% e 2,8%. A Huawei, que sofreu um rev&eacute;s antes da CES 2018 depois que um acordo com um operador principal n&atilde;o se concretizou, manteve apenas 0,4% do mercado dos EUA.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 30 Jan 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/iPhone-X-aumenta-a-participao-da-Apple</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Despesas do come?o de ano preocuparam brasileiros]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Despesas-do-comeo-de-ano-preocuparam-brasileiros</link>
         <description><![CDATA[<p>&Eacute; fato que as tradicionais contas de janeiro, entre elas IPVA, IPTU e despesas com materiais escolares, pesam no bolso dos consumidores brasileiros e s&atilde;o as maiores preocupa&ccedil;&otilde;es nesta &eacute;poca. Um levantamento da Kantar Worldpanel, realizado de 1&ordm; a 31 de dezembro, apontou que 38% dos consumidores pretendiam economizar no per&iacute;odo de festas por causa dos gastos do pr&oacute;ximo m&ecirc;s. J&aacute; 36% dos ouvidos disseram que iriam se planejar para a &eacute;poca para n&atilde;o iniciar 2018 no vermelho.</p>
<p>Entre os 1.023 respondentes, 6% afirmaram que n&atilde;o pretendiam economizar uma vez que o final do ano era o momento de suas maiores despesas, enquanto 10% revelaram n&atilde;o se programar para o per&iacute;odo. Outros 10% n&atilde;o souberam responder.<br /><br /><br /></p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 24 Jan 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Despesas-do-comeo-de-ano-preocuparam-brasileiros</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Feliz e bem sucedido 2018!]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Feliz-e-bem-sucedido-2018</link>
         <description><![CDATA[<p>Desejamos que em 2018 voc&ecirc; consiga novos consumidores para sua marca!</p>
<p>O que nos espera neste novo ano?</p>
<p>Nossa equipe de experts em Latam trazem as tend&ecirc;ncias que ser&atilde;o chave para atrair novos compradores.<br />Assista nosso v&iacute;deo.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 05 Jan 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Feliz-e-bem-sucedido-2018</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Panetone deve seguir na mesa dos brasileiros]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Panetone-deve-seguir-na-mesa-dos-brasileiros</link>
         <description><![CDATA[<p>Um dos produtos s&iacute;mbolos do Natal, o panetone deve seguir na mesa dos brasileiros nas festas deste ano. Pelo menos essa &eacute; a tend&ecirc;ncia que surge na an&aacute;lise dos dados de dois anos da Kantar Worldpanel: a categoria esteve presente em 49% dos lares no per&iacute;odo de novembro de 2016 a janeiro de 2017 &ndash; um crescimento de 4 pontos percentuais em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo recorte de 2015.</p>
<p>A vers&atilde;o tradicional &eacute; ainda a mais popular (80,4%), seguida pelos recheados (16,2%) e sem frutas (3,4%). Em rela&ccedil;&atilde;o aos sabores, os de frutas cristalizadas responderam por 43,7% do volume de compras domiciliares, a frente dos com gotas de chocolate (34,7%) e das demais varia&ccedil;&otilde;es (21,6%).</p>
<p>No ano passado, o panetone entrou em m&eacute;dia 2 vezes em cada lar. Em m&eacute;dia foram comprados 705g por ocasi&atilde;o, e o pre&ccedil;o m&eacute;dio registrado foi de R$ 20,17 por quilo no per&iacute;odo.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 14 Dec 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Panetone-deve-seguir-na-mesa-dos-brasileiros</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Nutri??o: marcas influenciam mais que regulamentos]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Nutrio-marcas-influenciam-mais-que-regulamentos</link>
         <description><![CDATA[<p>Um ter&ccedil;o da popula&ccedil;&atilde;o da Am&eacute;rica Latina mudou seus h&aacute;bitos alimentares devido &agrave; sua preocupa&ccedil;&atilde;o com a sa&uacute;de.</p>
<p>Essa tend&ecirc;ncia est&aacute; se desenvolvendo em muitos pa&iacute;ses, se existem regulamentos vigentes ou n&atilde;o. O imposto sobre o a&ccedil;&uacute;car n&atilde;o &eacute; o mesmo que as leis de rotulagem, e nenhum deles &eacute; baseado em educa&ccedil;&atilde;o para incentivar mudan&ccedil;as no comportamento a longo prazo.</p>
<p>A medida que a expectativa de vida aumenta, o foco na sa&uacute;de se tornar&aacute; mais relevante. Por tanto, as marcas devem atuar agora para apoiar o bem-estar dos consumidores. No entanto, antecipamos que n&atilde;o h&aacute; apenas um caminho que garante que as marcas possam assumir a lideran&ccedil;a.</p>
<p>Neste artigo, exploramos como as marcas podem levar os consumidores a uma nutri&ccedil;&atilde;o mais equilibrada. Destacamos algums exemplos recentes de marcas que avan&ccedil;aram para esse objetivo, bem como a resposta de seus consumidores a essas a&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>Na Kantar Worldpanel sabemos como apoia-lo nesse caminho para criar marcas mais fortes para seus consumidores.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 06 Dec 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Nutrio-marcas-influenciam-mais-que-regulamentos</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Consumo apresenta alguns sinais de recupera??o]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumo-apresenta-alguns-sinais-de-recuperao</link>
         <description><![CDATA[<p>Depois de longa estagna&ccedil;&atilde;o, o consumo no mercado brasileiro come&ccedil;a, no curto prazo, a mostrar sinais de recupera&ccedil;&atilde;o em diversas categorias da cesta FMCG, apesar de ainda n&atilde;o se igualar ao patamar pr&eacute;-crise. Segundo a mais recente edi&ccedil;&atilde;o do Consumer Insights, pesquisa elaborada pela Kantar Worldpanel, que avaliou 11.300 domic&iacute;lios, o consumo em unidades no terceiro trimestre de 2017 supera em 3% os meses anteriores deste ano e em 6% o mesmo per&iacute;odo de 2016.</p>
<p>Mantendo a tend&ecirc;ncia dos &uacute;ltimos anos, as categorias b&aacute;sicas continuam sendo priorizadas. A novidade &eacute; que, mesmo neste momento de instabilidade, o consumidor tem voltado a buscar op&ccedil;&otilde;es premium entre os itens mais b&aacute;sicos. Fralda descart&aacute;vel, caf&eacute;, a&ccedil;&uacute;car, cerveja e detergente l&iacute;quido para roupa s&atilde;o os produtos que lideram este movimento.<br />Em geral, quase todas as cestas avan&ccedil;aram. Destaque para as de mercearia doce (como achocolatado em p&oacute;, biscoito, ado&ccedil;ante, leite em p&oacute;, torrada industrializada) e limpeza (sab&atilde;o em pedra, detergente l&iacute;quido, sabonete e papel higi&ecirc;nico). Voltaram com for&ccedil;a para o carrinho de compras as batatas congeladas, massa instant&acirc;nea, lanches prontos, manteiga, cereal tradicional, inseticida, desodorante e escova dental, que atingiram n&iacute;veis de venda iguais ao do per&iacute;odo pr&eacute;-crise. Produtos perec&iacute;veis e menos b&aacute;sicos, como petit suisse, bebidas &agrave; base de soja e leite pasteurizado, est&atilde;o no &uacute;nico grupo que mant&eacute;m queda cont&iacute;nua nos &uacute;ltimos dois anos.</p>
<p>No entanto, mesmo com a melhora no consumo e no cen&aacute;rio macroecon&ocirc;mico nos &uacute;ltimos meses, alguns comportamentos ainda n&atilde;o mudaram. O atacarejo ainda &eacute; o canal com melhor resultado, chegando a crescer 12% nos &uacute;ltimos 9 meses, frequ&ecirc;ncia de compra continua baixa e sem sinais de recupera&ccedil;&atilde;o, marcas mais acess&iacute;veis ganham espa&ccedil;o e promo&ccedil;&atilde;o ainda &eacute; um fator importante para crescimento em faturamento.</p>
<p>Mas j&aacute; &eacute; poss&iacute;vel observar algumas pequenas mudan&ccedil;as, a classe DE j&aacute; estabiliza sua frequ&ecirc;ncia de compra, variando s&oacute; -0,5% (versus -2,8% do total Brasil) e classe C passa a fazer mais compras no Supermercado de Vizinhan&ccedil;a, que ganha +3,6 pontos de penetra&ccedil;&atilde;o nessa classe. Al&eacute;m disso, atacarejo come&ccedil;a a mostrar um crescimento mais estagnado ap&oacute;s dobrar seu n&uacute;mero de compradores em 6 anos, passando de um crescimento de 22% em 2016 para 12% em 2017.<br />O levantamento prev&ecirc; tamb&eacute;m novidades positivas para 2018 e que est&atilde;o diretamente relacionadas ao aumento do otimismo no Pa&iacute;s em ano eleitoral:com maior esperan&ccedil;a na guinada da economia, os brasileiros n&atilde;o t&ecirc;m tanto medo de gastar. Em 2014, ano da &uacute;ltima elei&ccedil;&atilde;o presidencial, os gastos com comunica&ccedil;&atilde;o (+26,1%), servi&ccedil;os pessoais como cabeleireiro (+23,8%), festas (+16,5%) e vestu&aacute;rio (+13,2%) aumentaram em rela&ccedil;&atilde;o a 2013. Mas, na contram&atilde;o, alerta de que o excesso de confian&ccedil;a multiplica os endividamentos no longo prazo e resulta na queda dos n&uacute;meros da cesta de FMCG no ano da posse, como observado em 2011 e 2015.</p>
<p>O momento de maior otimismo &eacute; importante para atrair novos consumidores e pensar um pouco fora do contexto de busca por b&aacute;sico e custo-benef&iacute;cio que a crise trouxe. Com isso, grandes tend&ecirc;ncias come&ccedil;am a aparecer com for&ccedil;a, para alimentos e bebidas h&aacute; uma maior procura por saudabilidade, com categorias integrais, com fibras, sem lactose e azeite num cen&aacute;rio onde 32% da popula&ccedil;&atilde;o brasileira sofre com problemas cardiovasculares e 29% sofrem com problemas gastrointestinais. Al&eacute;m disso, empoderamento feminino aparece como uma forte tend&ecirc;ncia, com um maior n&uacute;mero de mulheres consumindo cerveja fora de casa por prazer e para se divertirem.</p>
<p>Para a cesta de Higiene e Beleza h&aacute; a busca por um look mais natural. Brasileiras t&ecirc;m feito menos alisamentos qu&iacute;micos, est&atilde;o usando menos secador de cabelo e assumindo um visual com mais cachos e curvas. J&aacute; para a cesta de Limpeza as tend&ecirc;ncias parecem n&atilde;o mudar no pr&oacute;ximo ano, j&aacute; que quantidade de lares que gastam com empregadas/diaristas n&atilde;o se altera em momentos de maior otimismo e consumidores continuar&atilde;o buscando categorias mais pr&aacute;ticas para limpar a casa.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 04 Dec 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumo-apresenta-alguns-sinais-de-recuperao</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Protetores solares e bronzeadores perdem espa?o ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Protetores-solares-e-bronzeadores-perdem-espao-</link>
         <description><![CDATA[<p>Populares durante o ver&atilde;o, os protetores solares e bronzeadores estiveram presentes em 16,1% dos lares brasileiros de outubro de 2016 a setembro deste ano, perdendo 2,1 pontos percentuais de penetra&ccedil;&atilde;o. Com isso, a categoria deixou de ser comprada por mais de 900 mil domic&iacute;lios. No per&iacute;odo houve ainda uma retra&ccedil;&atilde;o de 0,4% em volume. Os dados foram levantados pela Kantar Worldpanel.</p>
<p>De acordo com as informa&ccedil;&otilde;es, no entanto, a m&eacute;dia de compradores novos e repetidores apresentou alta. Com uma frequ&ecirc;ncia est&aacute;vel &ndash; de 1,6 vez ao ano -, cada lar compra, em m&eacute;dia, 4,1 unidades e leva 141,1g a cada ida ao ponto de venda. Nesse momento, o shopper tem priorizado embalagens maiores: a maior parte do mercado (57,4% em volume) est&aacute; concentrada em produtos de at&eacute; 130 gramas, mas s&atilde;o as de 131 at&eacute; 200 gramas que apresentam crescimento (6,7% em volume), associadas &agrave;s bisnagas, que crescem 6,0% em volume e t&ecirc;m 27,3% de import&acirc;ncia.</p>
<p>&ldquo;O Sul &eacute; a regi&atilde;o que mais contribui positivamente para o volume da categoria, variando 18,5%, enquanto o resultado negativo do total &eacute; impulsionado, sobretudo pelo Nordeste (-18,7%) e pelo Interior de S&atilde;o Paulo (-23,8%)&rdquo;, analisa Leonardo Calegaro, Executivo de Contas Kantar Worldpanel.</p>
<p>As farm&aacute;cias se destacam entre os canais, com crescimento 22,9% em volume, mas a categoria como um todo &eacute; impactada pela retra&ccedil;&atilde;o do porta a porta e do varejo tradicional, que caem, respectivamente 17,6% e 24,4%.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 30 Nov 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Protetores-solares-e-bronzeadores-perdem-espao-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Classe C prioriza os b?sicos]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Classe-C-prioriza-os-bsicos</link>
         <description><![CDATA[<p>S&iacute;mbolo m&aacute;ximo da bonan&ccedil;a econ&ocirc;mica, a classe C n&atilde;o &eacute; mais sin&ocirc;nimo de explos&atilde;o de consumo. Mesmo apostando na racionaliza&ccedil;&atilde;o e na seletividade na hora de eleger os produtos que v&atilde;o entrar no carrinho, essa parcela da popula&ccedil;&atilde;o ainda se destaca. De acordo com dados apurados pela Kantar Worldpanel, e que leva em conta 96 categorias, enquanto o volume de consumo total teve um aumento de 1,5% em toneladas, a classe C, sozinha, registrou alta de 3,1% nos &uacute;ltimos doze meses terminados em junho de 2017.</p>
<p>A an&aacute;lise de volume das cestas tamb&eacute;m revela a for&ccedil;a do estrado social em compara&ccedil;&atilde;o ao resto da popula&ccedil;&atilde;o. Destaque para limpeza com 10,1% de crescimento x 8,3 (demais classes), higiene e beleza 5,5% x 4,5% e bebidas 3,9% x 2,3%. Alimentos, que no total apresentou queda de 0,4%, atingiram 1,3% de alta na classe C.</p>
<p>O grande avan&ccedil;o de compradores das categorias na classe C, assim como para o total da popula&ccedil;&atilde;o ocorreu de 2009 a 2014. A partir de 2015, o crescimento desacelerou, e algumas categorias perderam penetra&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Entre as categorias que seguem se destacando em penetra&ccedil;&atilde;o na classe C est&atilde;o azeite, requeij&atilde;o, molho para salada, catchup e cereal tradicional.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 29 Nov 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Classe-C-prioriza-os-bsicos</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[E-commerce em supermercados cresceu 30%]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/E-commerce-em-supermercados-cresceu-30</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>E-commerce em supermercados cresceu 30%</strong></p>
<p>As vendas de mantimentos via e-commerce cresceram 30% nos &uacute;ltimos 12 meses at&eacute; mar&ccedil;o de 2017, aponta novo relat&oacute;rio da Kantar Worldpanel, publicado hoje.</p>
<p><strong>St&eacute;phane Roger, Global Shopper and Retail Director da Kantar Worldpanel, comenta:</strong></p>
<p>&ldquo;O quarto estudo anual &lsquo;Futuro do E-commerce em FMCG&rsquo; mostra que o com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico atual representa 4,6% de todas as vendas de categorias de r&aacute;pido consumo. Enquanto o canal de e-commerce est&aacute; crescendo, o mercado de produtos de FMCG como um todo &eacute; lento, crescendo apenas 1,3% durante o mesmo per&iacute;odo. Nossas proje&ccedil;&otilde;es mostram que em 2025, o FMCG online ser&aacute; um neg&oacute;cio de USD 170 bilh&otilde;es de d&oacute;lares e contar&aacute; com uma participa&ccedil;&atilde;o de mercado de 10%&rdquo;</p>
<p><strong>Tiago Oliveira, Shopper &amp; Retail Manager da Kantar Worldpanel Brasil, comenta:</strong></p>
<p>&ldquo;A demanda &eacute; latente no Brasil visto que 34% buscam informa&ccedil;&otilde;es sobre pre&ccedil;o e produto e 20% j&aacute; compram online, por&eacute;m muito voltado para viagens e eletr&ocirc;nicos em geral. Quando compradas categorias de alto giro, o ticket &eacute; 10% superior no online vs offline, sendo realizado por perfil jovem (at&eacute; 39 anos) e que deseja facilidade, s&atilde;o buscadores de pre&ccedil;o e promo&ccedil;&atilde;o e tem entre seus principais canais de gasto o Atacarejo.</p>
<p>O que n&atilde;o favorece o desenvolvimento no Brasil &eacute; o fato da oferta de e-commerce no pa&iacute;s ainda ser restrita (somente 2 dos top 5 varejistas oferecem), com experi&ecirc;ncia de compra longe dos oferecidos pelas lojas f&iacute;sicas e n&atilde;o oferecem benef&iacute;cios claros ao shopper (entrega, sortimento e promo&ccedil;&atilde;o).</p>
<p>O desenvolvimento do e-commerce &eacute; essencial para que sejam otimizadas as a&ccedil;&otilde;es de trade da ind&uacute;stria, portanto podendo al&eacute;m de desenvolver as categorias maximizar investimento. Aos varejistas &eacute; a ferramenta mais oportuna para gerar lealdade, quem compra no online &eacute; mais fiel a lojas f&iacute;sicas da mesma bandeira. &rdquo;</p>
<p><span style="text-decoration-line: underline;">As principais conclus&otilde;es do relat&oacute;rio incluem:</span></p>
<p><strong>Hotspots globais</strong></p>
<p>&nbsp;Em termos de crescimento absoluto do valor, os seis principais contribuidores s&atilde;o todas as principais economias, lideradas pela China e os Estados Unidos. Os outros pa&iacute;ses de melhor desempenho s&atilde;o a Coreia do Sul, o Reino Unido, o Jap&atilde;o e a Fran&ccedil;a. No ano passado, o valor aumentou 52% na China, 41% na Coreia do Sul, 31% nos Estados Unidos, 8% no Reino Unido, 7% na Fran&ccedil;a e 5% no Jap&atilde;o.</p>
<p>No entanto, o setor de compras online tamb&eacute;m est&aacute; se expandindo para novos mercados. Houve um crescimento significativo do valor, por exemplo, na Tail&acirc;ndia (+ 104%), na Mal&aacute;sia (+ 88%) e no Vietn&atilde; (+ 69%), onde o com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico est&aacute; em est&aacute;gios iniciais.</p>
<p><strong>Europa</strong></p>
<p>A Europa continua a ser um continente dividido. Com uma participa&ccedil;&atilde;o de 5,6% em termos de valor em 2016, &eacute; o segundo maior mercado no mundo para o com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico ap&oacute;s a &Aacute;sia. No entanto, enquanto o Reino Unido e a Fran&ccedil;a continuam um passo a frente no com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico - com 7,5% e 5,6% de market share, respectivamente - Alemanha (1,7%) e Holanda (2,6%) est&atilde;o atrasados.</p>
<p>Al&eacute;m disso, h&aacute; sinais de que o com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico est&aacute; diminuindo na Europa. Mercados maduros como Fran&ccedil;a e Reino Unido - enquanto ainda evoluem - est&atilde;o fazendo isso em uma taxa mais lenta.</p>
<p><strong>Estados Unidos</strong></p>
<p>Conhecida por sua conex&atilde;o com hipermercados de grande formato, a penetra&ccedil;&atilde;o de compra online aumentou rapidamente no pa&iacute;s nos &uacute;ltimos meses, atingindo 30% da popula&ccedil;&atilde;o total. As despesas anuais com alimentos e &aacute;lcool via com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico devem atingir neste ano US$ 20 bilh&otilde;es.</p>
<p><strong>Am&eacute;rica Latina</strong></p>
<p>Houve um ligeiro aumento no gasto de supermercado online na Am&eacute;rica Latina nos &uacute;ltimos 12 meses. A falta de confian&ccedil;a nos m&eacute;todos de pagamento, juntamente com a crescente popularidade dos formatos de desconto, faz da Am&eacute;rica Latina uma das regi&otilde;es mais dif&iacute;ceis para as marcas obterem sucesso no mundo online.</p>
<p>Em toda a Am&eacute;rica Latina, o com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico est&aacute; muito al&eacute;m dos m&eacute;todos tradicionais de compras. A exce&ccedil;&atilde;o a isso &eacute; a Argentina, onde o canal est&aacute; excedendo o uso em rela&ccedil;&atilde;o ao resto da regi&atilde;o.</p>
<p><strong>Megacidades</strong></p>
<p>As megacidades tornaram-se criadouros naturais para o com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico. Por exemplo, em Londres, Pequim e Xangai, a modalidade representa 10% do mercado dos FMCG.</p>
<p><strong>Incrementabilidade</strong></p>
<p>&ldquo;Sabemos que o com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico ainda est&aacute; canibalizando as compras offline. No entanto, h&aacute; evid&ecirc;ncias crescentes de que os formatos online - em isolamento - n&atilde;o s&atilde;o mais a melhor op&ccedil;&atilde;o para ganhar participa&ccedil;&atilde;o.&nbsp;&Eacute; sobre como online e offline funcionam juntos para criar uma melhor experi&ecirc;ncia de compra&rdquo;, diz St&eacute;phane Roger.</p>
<p><strong>Previs&atilde;o para 2025</strong></p>
<p>As proje&ccedil;&otilde;es da Kantar Worldpanel mostram que at&eacute; 2025 o FMCG online ser&aacute; um neg&oacute;cio de US$ 170 bilh&otilde;es e manter&aacute; uma participa&ccedil;&atilde;o de mercado total de 10%.</p>
<p>A Coreia do Sul e a China continuar&atilde;o a liderar o caminho, e a &Aacute;sia em geral permanece na vanguarda do uso do canal. A grande expans&atilde;o global vir&aacute; dos Estados Unidos, as previs&otilde;es apontam uma eleva&ccedil;&atilde;o da participa&ccedil;&atilde;o do com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico de 1,5% em 2017 para 8% em 2025. Isso pode ser atribu&iacute;do ao lan&ccedil;amento bem-sucedido de modelos de compra, entrega e assinatura e a acelera&ccedil;&atilde;o de modelos disruptivos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Baixe o report completo atrav&eacute;s do link desse website.&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 21 Nov 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/E-commerce-em-supermercados-cresceu-30</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Presente somente para as crian?as de casa]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Presente-somente-para-as-crianas-de-casa</link>
         <description><![CDATA[<p>No Dia das Crian&ccedil;as, comemorado no pr&oacute;ximo dia 12, 41% dos brasileiros v&atilde;o presentear apenas os pequenos que moram em suas casas. No ano passado, o &iacute;ndice chegou a 46%. Ainda de acordo com o levantamento, elaborado pela Kantar Worldpanel, 16% dos respondentes v&atilde;o optar por celebrar a data com passeios, j&aacute; 14% afirmaram que n&atilde;o v&atilde;o comprar regalos, mesmo n&uacute;mero dos que pretendem dar presentes a todas as crian&ccedil;as da fam&iacute;lia.</p>
<p>A pesquisa realizada online, levou em conta 1.377 respondentes no per&iacute;odo entre 1&ordm; e 30 de setembro.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 06 Oct 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Presente-somente-para-as-crianas-de-casa</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Consumidor ? um ser mutante]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumidor--um-ser-mutante</link>
         <description><![CDATA[<p>O consumidor, principalmente em mercados como o do Brasil, onde, infelizmente, enfrentamos uma instabilidade econ&ocirc;mica, &eacute; um aut&ecirc;ntico ser mutante, est&aacute; sempre adequando o seu comportamento tanto &agrave;s novidades quanto &agrave;s possibilidades de compra.<br />Essas mudan&ccedil;as foram tema de um estudo da Kantar Worldpanel, apresentado durante a conven&ccedil;&atilde;o da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Supermercados.<br /><br />O estudo mostra, por exemplo, que o consumidor usa atualmente um maior n&uacute;mero de canais de compra. S&atilde;o sete canais diferentes contra um total de cinco registrados em uma pesquisa semelhante feita em 2013. O impacto desse resultado &eacute; uma esp&eacute;cie de redu&ccedil;&atilde;o de lealdade a um determinado ponto de venda e uma das consequ&ecirc;ncias desse comportamento &eacute; que o valor deixado em cada um dos canais de compra vem diminuindo.<br /><br />Confira o coment&aacute;rio completo de Christine Pereira, Business &amp; Marketing Director para o jornal Ideias Pan: <em><strong>https://www.youtube.com/watch?v=uQGft9b9M48</strong></em></p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 05 Oct 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumidor--um-ser-mutante</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Com maior renda per capita e bolso mais ?saud?vel?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Com-maior-renda-per-capita-e-bolso-mais-saudvel</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Respondendo por 18% da popula&ccedil;&atilde;o brasileira, o que equivale a 10 milh&otilde;es de lares, os independentes maduros &ndash; lares sem filhos at&eacute; 29 anos e com principal shopper de 50 anos ou mais - foram o foco da palestra apresentada pela Diretora Comercial da Kantar Worldpanel, Christine Pereira, no CONAREC. De acordo com a executiva, as fam&iacute;lias encabe&ccedil;adas por indiv&iacute;duos dessa faixa et&aacute;ria devem impulsionar o consumo no pa&iacute;s em 2,3% em volume neste ano. A proje&ccedil;&atilde;o para o total da popula&ccedil;&atilde;o fica em 1,7%.</p>
<p style="text-align: justify;">Donos de uma renda per capita maior e com as contas em dia, os mais experientes buscam qualidade de vida, que se traduz em lares mais equipados e com seis ou mais c&ocirc;modos, aux&iacute;lio de diarista/mensalista e uso de produtos espec&iacute;ficos, focados em bem-estar e sa&uacute;de (&oacute;leos especiais, ado&ccedil;ante, cream cheese, azeite, ch&aacute; liquido e protetor solar, por exemplo), tradi&ccedil;&atilde;o (leite pasteurizado e cera para assoalho), praticidade (caf&eacute; sol&uacute;vel, cappuccino e alvejante sem cloro) e necessidade (tintura para cabelo).</p>
<p style="text-align: justify;">Cada vez mais conectados, 35% dos independentes maduros utilizam a internet, enquanto 29% assinam servi&ccedil;o de TV a cabo. Gradualmente fazendo a migra&ccedil;&atilde;o digital, atualmente 38% dos brasileiros de 55 a 64 anos possui smartphone e no aparelho navegam pela internet (77%), acessam as redes sociais (69%) e enviam mensagens instant&acirc;neas (68%).</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 20 Sep 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Com-maior-renda-per-capita-e-bolso-mais-saudvel</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Brasileiros n?o abrem m?o das indulg?ncias]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Brasileiros-no-abrem-mo-das-indulgncias</link>
         <description><![CDATA[<p>Cada vez mais ligados na quest&atilde;o da saudabilidade, os brasileiros que primam por uma alimenta&ccedil;&atilde;o natural n&atilde;o conseguem abrir m&atilde;o das indulg&ecirc;ncias, consumidas com mais frequ&ecirc;ncia aos fins de semana. De acordo com levantamento da Kantar Worldpanel, no primeiro semestre de 2017, de segunda a sexta-feira, a import&acirc;ncia em volume de itens saud&aacute;veis &eacute; de 70,2% contra 66,4% das guloseimas. Nos s&aacute;bados e domingos, a conta se inverte: 33,6% correspondem &agrave;s indulg&ecirc;ncias, enquanto 29,8% pelas compras saud&aacute;veis.</p>
<p>Segundo a pesquisa, que leva em conta 420 domic&iacute;lios na grande S&atilde;o Paulo, representando um universo de 7 milh&otilde;es de lares, os brasileiros preocupados com a sa&uacute;de consomem em casa sucos e vitaminas, arroz integral, ado&ccedil;ante, salada de folhas e legumes cozidos. Quando est&atilde;o longe de suas resid&ecirc;ncias, as bebidas ganham destaque, como ch&aacute; e &aacute;gua de coco.</p>
<p>Os indiv&iacute;duos saud&aacute;veis quando fogem da rotina fora do lar normalmente o fazem em um lanche da tarde ou em uma ocasi&atilde;o ap&oacute;s o jantar. Geralmente, est&atilde;o acompanhados e dividem a guloseima com o parceiro/c&ocirc;njuge em 43% das vezes. Destacam-se nesse momento o consumo de chiclete, refrigerante, bolos, doces e pizza. Em casa, o comportamento muda, prevalecendo os momentos de conv&iacute;vio ou uma ocasi&atilde;o familiar como pretexto para a indulg&ecirc;ncia, que ocorre em qualquer momento do dia e em qualquer dia da semana. As del&iacute;cias preferidas na ocasi&atilde;o s&atilde;o os biscoitos, salgadinhos, doces, chocolates e sobremesas prontas refrigeradas.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 20 Sep 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Brasileiros-no-abrem-mo-das-indulgncias</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Brasileiras de cabelos ondulados preferem natural]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Brasileiras-de-cabelos-ondulados-preferem-natural</link>
         <description><![CDATA[<p>Quem tem cabelos ondulados faz menos procedimentos qu&iacute;micos. Essa &eacute; uma das conclus&otilde;es de pesquisa realizada pela Kantar Worldpanel. De acordo com o levantamento, mesmo quando as brasileiras cujos fios s&atilde;o cacheados lan&ccedil;am m&atilde;o de tratamentos profissionais elas recorrem menos ao sal&atilde;o de cabeleireiro do que aquelas de madeixas lisas. O estudo leva em conta 4.000 indiv&iacute;duos. Ainda segundo a empresa, a maior parte das mulheres cacheadas est&aacute; feliz com seus fios e prefere um look natural.</p>
<p>Perguntadas se haviam feito algum procedimento capilar nos &uacute;ltimos seis meses, 61% das entrevistadas de cabelos lisos disseram que sim, contra 53% das que ostentam cachos.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 20 Sep 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Brasileiras-de-cabelos-ondulados-preferem-natural</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Latinos se transformam em Malabaristas]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Latinos-se-transformam-em-Malabaristas</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">H&aacute; mais de dez anos, a Kantar Worldpanel, principal ag&ecirc;ncia de pesquisa de mercado voltada ao comportamento do consumidor, realiza o estudo Consumer Watch, cujo intuito &eacute; averiguar a percep&ccedil;&atilde;o do consumidor latino nas principais cidades de 15 pa&iacute;ses da Am&eacute;rica Latina. Neste ano, predomina um cen&aacute;rio de pessimismo ou de aperto de cintos para a maioria das fam&iacute;lias. Assim, para fazer render seu dinheiro, o comprador latino-americano se transformou em um &ldquo;consumidor malabarista&rdquo;.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o que est&aacute; por tr&aacute;s do pessimismo das fam&iacute;lias? Em primeiro lugar, houve uma forte desacelera&ccedil;&atilde;o no crescimento do consumo na Am&eacute;rica Latina, que, nos &uacute;ltimos sete anos, baixou de 7% para 2%. Na regi&atilde;o, apenas os pa&iacute;ses da Am&eacute;rica Central e o M&eacute;xico conseguiram aumentar seus n&iacute;veis de consumo no mesmo per&iacute;odo. Entretanto, uma tend&ecirc;ncia geral &eacute; que, ainda que os lares consumam menos, eles est&atilde;o ampliando seus gastos com a cesta b&aacute;sica em 10%.</p>
<p style="text-align: justify;">Em termos de percep&ccedil;&atilde;o, 65% dos entrevistados sentem que a situa&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica de seu pa&iacute;s est&aacute; pior do que em 2016 &ndash; e entre eles se destacam Venezuela, M&eacute;xico e Col&ocirc;mbia. Em contrapartida, Bol&iacute;via, Chile e Peru s&atilde;o os que enxergam uma melhora no panorama econ&ocirc;mico local.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda que a inseguran&ccedil;a continue sendo a principal preocupa&ccedil;&atilde;o dos latinos (57%), nos &uacute;ltimos cinco anos a men&ccedil;&atilde;o a esse fator caiu de maneira significativa, com exce&ccedil;&atilde;o do M&eacute;xico, onde, na realidade, cresceu.</p>
<p style="text-align: justify;">A infla&ccedil;&atilde;o &eacute; a segunda quest&atilde;o mais recorrente entre os latinos, e os venezuelanos, mexicanos e argentinos s&atilde;o os mais afetados por ela.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>As fam&iacute;lias sentem uma crise em seu pa&iacute;s?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o estudo, 86% dos latinos percebem um momento de crise econ&ocirc;mica em seu pa&iacute;s, sendo Venezuela, Brasil, M&eacute;xico, Col&ocirc;mbia e Equador as na&ccedil;&otilde;es onde mais fam&iacute;lias notam essa situa&ccedil;&atilde;o, sendo que 70% deles acreditam que a crise afeta diretamente seu lar.</p>
<p style="text-align: justify;">Os latinos enfrentam os pre&ccedil;os mais altos e uma menor entrada de dinheiro com mais press&atilde;o sobre o gerenciamento dos gastos da fam&iacute;lia. Nesse contexto, as donas de casa desempenham um papel fundamental no cuidado com os gastos familiares: 86% delas se sentem comprometidas com suas compras, j&aacute; que, al&eacute;m de cuidar de suas pr&oacute;prias finan&ccedil;as, cuidam tamb&eacute;m das de sua fam&iacute;lia.</p>
<p style="text-align: justify;">A principal meta para 58% das latinas &eacute; gastar menos ou n&atilde;o ultrapassar o or&ccedil;amento de que disp&otilde;em. Para isso, adquirem produtos mais baratos ou de marcas pr&oacute;prias dos estabelecimentos em que fazem compras. Entretanto, 29% gasta mais do que o estabelecido.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&ldquo;A principal raz&atilde;o pela qual os gastos chegam a exceder o or&ccedil;amento &eacute; porque, na hora das compras, se encontra uma s&eacute;rie de promo&ccedil;&otilde;es ou produtos mais baratos ou porque esses est&atilde;o custando mais do que o esperado. Sem d&uacute;vida, algo que une os latinos &eacute; a busca por fazer render seu dinheiro sem descuidar da fam&iacute;lia&rdquo;</em>,<strong> afirma Virginia Garavaglia, Diretora de Marketing da Kantar Worldpanel para a Am&eacute;rica Latina.</strong></p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 20 Sep 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Latinos-se-transformam-em-Malabaristas</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Latinas: Look natural, saud?veis e trabalhadoras]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Latinas-Look-natural-saudveis-e-trabalhadoras</link>
         <description><![CDATA[<ul>
<li>46% das donas de casa latinas s&atilde;o m&atilde;es que trabalham fora; 3 de cada 4 desfrutam de seu trabalho e da independ&ecirc;ncia que trazem consigo</li>
<li>As mulheres latinas gostam de se cuidar, mas procuram parecer natural. Ao ano gastam 300 d&oacute;lares em produtos de beleza</li>
<li>Em busca de sa&uacute;de: 30% dos latinos mudaram seus h&aacute;bitos alimentares no &uacute;ltimo ano, consomem menos sal, a&ccedil;&uacute;car e frituras<span id="_plain_text_marker">&nbsp;</span></li>
</ul>
<div>
<p style="text-align: justify;">A empresa de pesquisa de mercado, Kantar Worldpanel, realizou um estudo <strong>Lifestyles Latam, </strong>para conhecer a intimidade das donas de casa e obter uma compreens&atilde;o hol&iacute;stica, humana e real de como as fam&iacute;lias vivem hoje nas regi&otilde;es. O estudo abrange as principais cidades em 15 pa&iacute;ses da Am&eacute;rica Latina.</p>
<p style="text-align: justify;">O enfoque desse ano &eacute; conhecer o estilo de vida das pessoas: como vivem, como se cuidam e o que fazem no tempo livre.</p>
<p style="text-align: justify;">7 em cada 10 fam&iacute;lias t&ecirc;m filhos vivendo sob o mesmo teto. Quanto &agrave;s donas de casa, o estudo revelou que 46% s&atilde;o m&atilde;es que trabalham. Embora a maioria precise trabalhar, 3 em cada 4 confessam aproveitar seu trabalho e a independ&ecirc;ncia que isso proporciona.</p>
<p style="text-align: justify;">Algo comum em mulheres latinas, &eacute; que elas gostam de se cuidar, mas mantendo um visual natural, e com maquiagem apenas em ocasi&otilde;es especiais. As latinas compram, em m&eacute;dia, 12 categorias de produtos de higiene pessoal, produtos para cabelos e fragr&acirc;ncias ou col&ocirc;nias. Um dos principais atributos que as levam escolher um produto &eacute; o cheiro ou fragr&acirc;ncia.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Na cozinha, a mulher &eacute; a protagonista, j&aacute; que em 93% das fam&iacute;lias s&atilde;o elas que cozinham quase todos os dias. Em m&eacute;dia, dedicam duas horas por dia para esta tarefa buscando preparar receitas f&aacute;ceis e r&aacute;pidas. O almo&ccedil;o &eacute; a refei&ccedil;&atilde;o mais importante do dia. No entanto, nem todas as latinas gostam de cozinhar; 8 em cada 10 mulheres cozinharem diariamente, e 18% consideram que isto, &eacute; algo que n&atilde;o gostam de fazer e se torna tedioso.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A preocupa&ccedil;&atilde;o com a sa&uacute;de caiu, outros temas ocupam a mente do consumidor como a inseguran&ccedil;a, a infla&ccedil;&atilde;o ou a dificuldade de gerenciar o or&ccedil;amento dom&eacute;stico e n&atilde;o se extrapolar os gastos 30% dos lares assumem que mudaram seus h&aacute;bitos com alimenta&ccedil;&atilde;o no &uacute;ltimo ano. O sal, a&ccedil;&uacute;car e as frituras est&atilde;o diminuindo. <br /> Os l&aacute;cteos? Uma verdadeira contradi&ccedil;&atilde;o: entre aqueles que tentam aumentar o seu consumo versus os que tentam reduzir.</p>
<p style="text-align: justify;">Na Am&eacute;rica Latina predomina uma vida sedent&aacute;ria (6 em cada 10); dois ter&ccedil;os n&atilde;o praticam exerc&iacute;cios e se praticam &eacute; com baixa frequ&ecirc;ncia. Quanto ao tempo livre, as pessoas gostam de passar sozinhas e em frente a TV. As s&eacute;ries predominam em suas atividades. J&aacute; as crian&ccedil;as gostam de jogar videogames em seu tempo livre.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&ldquo;As mulheres fazem mais atividades do que seus filhos ou maridos, se preocupam em estar com a sua fam&iacute;lia. Geralmente as latinas t&ecirc;m um bom equil&iacute;brio entre o que gostam e suas responsabilidades, embora 4 em cada 10 sintam que tem menos tempo do que gostaria. H&aacute; muitos estilos de vida distintos e este &eacute; um ponto muito importante para marcas considerarem quando falam com seus Shoppers, independente da diferen&ccedil;as em regi&otilde;es e dados demogr&aacute;ficos, todos t&ecirc;m gostos e estilos diferentes&rdquo;</em> comentou Patricia Beber, country manager da Kantar Worldpanel</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&ldquo;O Lifestyle branding </em><em>gera empatia permitindo que a marca viva dentro do dia a dia - ou melhor, dentro da vida do consumidor.&nbsp;</em><em>Naturalmente envolve o consumidor para a marca" afirma </em><strong>Virginia Garavaglia Directora de Marketing Latam de Kantar Worldpanel.</strong></p>
<pre>&nbsp;</pre>
</div>]]></description>
         <pubDate>Tue, 12 Sep 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Latinas-Look-natural-saudveis-e-trabalhadoras</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[?OmniMedia? Consumers]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/OmniMedia-Consumers-como-se-conectar</link>
         <description><![CDATA[<p>Ningu&eacute;m diria que a internet n&atilde;o trouxe uma mudan&ccedil;a significativa em nossas vidas em um curto per&iacute;odo de tempo. Basta pensar na maneira que as nossas atividades do dia a dia, como viajar ou ouvir m&uacute;sica, foram feitas h&aacute; 10 anos e como elas se parecem agora.<br />O mundo da publicidade n&atilde;o &eacute; diferente. Como o GroupM prev&ecirc;, um ter&ccedil;o do investimento de m&iacute;dia em 2017 ir&aacute; para o digital, e a maior parte deste gasto vai para plataformas que n&atilde;o existiam h&aacute; 15 anos. Al&eacute;m disto, a tend&ecirc;ncia &eacute; de crescimento: o GroupM tamb&eacute;m prev&ecirc; que, em 2017, a plataforma digital tirar&aacute; 77 centavos de cada novo d&oacute;lar publicit&aacute;rio, em compara&ccedil;&atilde;o com 17 centavos para a TV.</p>
<p>Essa dualidade de digital versus n&atilde;o digital faz com que as decis&otilde;es de investimento em m&iacute;dia sejam mais dif&iacute;ceis de fazer, em um mundo onde ter uma voz que &eacute; ouvida j&aacute; era dif&iacute;cil de conseguir. Ent&atilde;o como obtemos sucesso? Nossa primeira recomenda&ccedil;&atilde;o &eacute; que um n&atilde;o se encaixe em todos. Da mesma forma quando est&aacute; viajando de f&eacute;rias, voc&ecirc; combina Uber + trem + Airbnb + Hotel, os consumidores est&atilde;o expostos a v&aacute;rias plataformas diferentes e se movem entres elas perfeitamente. N&oacute;s combinamos &ldquo;antigo&rdquo; com &ldquo;novo&rdquo; sem pensar. O mundo do entretenimento n&atilde;o &eacute; diferente. No M&eacute;xico, por exemplo, nossos dados mostram que uma fam&iacute;lia est&aacute; exposta, em m&eacute;dia, a 31 ve&iacute;culos diferentes, um aumento de quase 10 em rela&ccedil;&atilde;o a 2015.</p>
<p>Pode se dizer que a segmenta&ccedil;&atilde;o tornou a publicidade mais f&aacute;cil, oferecendo uma vis&atilde;o mais simples da realidade. Por exemplo, os jovens preferem o digital, enquanto a TV atrai os mais antigos. Infelizmente, a realidade &eacute; muito mais complexa. A TV ainda atinge todas as fam&iacute;lias, mas o aumento da televis&atilde;o por assinatura significa que o n&uacute;mero de canais est&aacute; crescendo a cada hora. E olhando para o mundo digital no Brasil, vemos que 70% das fam&iacute;lias independentes de +50 anos de idade navegam na internet diariamente; metade usa redes sociais e maioria (71%) navega na internet atrav&eacute;s de seus smartphones.</p>
<p>&Eacute; por isso que nos referimos &lsquo;OmniMedia&rsquo; Consumer que combina diferentes plataformas ao longo do dia. Isso significa que n&atilde;o existe uma &uacute;nica resposta &ldquo;certa&rdquo; para os anunciantes. Como podemos saber onde estar, exatamente para garantir que os consumidores nos vejam? Se voc&ecirc; ainda estiver analisando alvos demogr&aacute;ficos predefinidos, por que n&atilde;o mudar e analisar grupos de consumidores pelo seu comportamento. Por exemplo: Meus heavy buyers t&ecirc;m TV por assinatura e qual &eacute; o canal preferido? Qual &eacute; a rede social mais popular entre aqueles que compram a minha marca em mais de uma categoria? Meus compradores assistem TV durante a manh&atilde; e quais s&atilde;o os programas que assistem?</p>
<p>Vamos ver as respostas para essas perguntas ao comparar dois conjuntos de compradores diferentes, usando nosso Media Profiler.</p>
<p><em>Compradores de marca premium vs compradores - Value Brand no M&eacute;xico</em></p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global//LATAM/images/ElviveFlash.png" alt="" width="609" height="275" /></p>
<p><em><br />Heavy buyers vs Light buyers no Brasil</em></p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global//LATAM/images/CocaColaHeavyLight.png" alt="" width="609" height="196" /></p>
<p>O investimento em m&iacute;dia provou ser uma das principais alavancas de crescimento da marca. No entanto, geralmente, &eacute; uma das primeiras coisas que as empresas cortam em tempos de dif&iacute;ceis. Para investir nossos recursos com sabedoria, precisamos saber exatamente onde alcan&ccedil;ar nossos consumidores mais valiosos e combinar ve&iacute;culos de maneira correta.</p>
<p><em><strong>Esse artigo foi elaborado por: Cecilia Alva, Clients Director Latam e Marina Caccavari, Account Manager Latam<br /></strong></em><strong></strong></p>
<p><strong><br /></strong></p>
<p><strong>M&iacute;dia em 4 fatos</strong></p>
<p><strong>M&iacute;dia gera 5% de vendas incrementais a curto prazo<br /></strong>Em vez de promo&ccedil;&otilde;es ou presen&ccedil;a na loja, &eacute; a atividade de m&iacute;dia que faz a principal diferen&ccedil;a entre marcas vencedoras e perdedoras. &Eacute; por isso que o investimento em m&iacute;dia &eacute; fundamental em tempos de crise.<br /><br /></p>
<p><strong>TV ainda &eacute; o ve&iacute;culo de alcance n&deg;1</strong><br />Em m&eacute;dia, uma campanha atingi 88% das donas de casa atrav&eacute;s da TV, e 13% atrav&eacute;s do digital. O alcance da TV &eacute; maior na Am&eacute;rica Latina vs a m&eacute;dia global (81%).<br /><br /></p>
<p><strong>Digital significa ROI mais alto</strong><br />Ao considerar 81 campanhas em toda Am&eacute;rica Latina, o digital atinge um ROI de 70% maior do que a TV (Digital 2.55 vs TV 1.51).<br /><br /></p>
<p><strong>1+1=3: TV + Digital</strong><br />Com as campanhas de m&iacute;dia cruzadas, as marcas crescem mais &agrave; medida que a eleva&ccedil;&atilde;o das vendas &eacute; 30% maior para as fam&iacute;lias expostas a TV+ digital, contra as que est&atilde;o expostas apenas a 1 delas (1.54 combinado vs 1.18 TV somente).<br /><br /></p>
<p><strong>Nossas solu&ccedil;&otilde;es</strong><br />A Kantar Worldpanel agora oferece Solu&ccedil;&otilde;es de M&iacute;dia em 12 pa&iacute;ses da Am&eacute;rica Latina. N&oacute;s j&aacute; analisamos 81 campanhas em 26 categorias de FMCG, ajudando 51 empresas a colocar os consumidores no centro de suas estrat&eacute;gias de comunica&ccedil;&atilde;o.<br /><br /></p>
<p><em><strong>Para mais informa&ccedil;&otilde;es entre em contato jessica.munuera@kantarworldpanel.com</strong></em></p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 06 Sep 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/OmniMedia-Consumers-como-se-conectar</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[O consumidor ficou mais eficiente]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/O-consumidor-ficou-mais-eficiente</link>
         <description><![CDATA[<p>&ldquo;Existem acidentes de percurso na carreira. A minha carreira foi feita de muitos.&rdquo; Formada pela Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), com um curso extensivo em Assessoria de Imprensa, pela Faculdade C&acirc;ndido Mendes, Patr&iacute;cia Beber, country manager na Kantar Worldpanel Brasil, conta que chegou a tentar uma vaga na reda&ccedil;&atilde;o do Di&aacute;rio do Com&eacute;rcio (RJ), mas, depois de passar no teste, foi dispensada sob a alega&ccedil;&atilde;o de que n&atilde;o tinha &ldquo;perfil&rdquo; para trabalhar naquela reda&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&ldquo;Lembro-me de olhar para a reda&ccedil;&atilde;o e s&oacute; ver homens.&rdquo; Os que conhecem Patr&iacute;cia dir&atilde;o que o azar foi do jornalismo. &ldquo;Fiz est&aacute;gio na Editora Bloch, mas, ao escolher fazer faculdade em universidade paga, meus pais disseram: &lsquo;Ok, pagamos a faculdade, mas todos os demais custos ser&atilde;o de sua responsabilidade&rsquo;.&rdquo; O est&aacute;gio n&atilde;o pagava os demais custos e, com o curso de extens&atilde;o em Assessoria, ela conseguiu uma vaga como assessora de comunica&ccedil;&atilde;o no Ibope, empresa que h&aacute; dois anos foi comprada pela Kantar.</p>
<p>&ldquo;Os n&uacute;meros entraram na minha vida, gostava muito de ver como se transformavam. Fascinou-me como uma amostra estat&iacute;stica ganhava vida ao cumprir papel efetivo para o alcance de um objetivo. Comecei a trabalhar com pesquisa na &aacute;rea de opini&atilde;o p&uacute;blica e pol&iacute;tica no Ao chegar a Lisboa, saiu do aeroporto diretamente &agrave; empresa, para pegar a chave do apartamento da amiga, onde ficaria hospedada at&eacute; se estabelecer.</p>
<p>&ldquo;Quem abriu a porta da empresa, para mim, foi um rapaz lindo, com quem estou casada at&eacute; hoje... Em resumo, n&atilde;o voltei para o Brasil seis meses depois, fiquei por l&aacute;, l&aacute; me casaria, teria um filho e me desenvolveria em painel de consumidores, algo sobre o que, at&eacute; aquele momento, nada sabia.&rdquo; Patr&iacute;cia diz que a descoberta do mundo dos pain&eacute;is de consumidores foi diferente do que tinha experimentado em pol&iacute;tica. &ldquo;Come&ccedil;amos do zero a empresa.</p>
<p>Eu fui uma esp&eacute;cie de coringa, atuando com um pouco de tudo: operacional, comercial. Foi &oacute;timo. &Eacute; muito bonito come&ccedil;ar algo do zero e v&ecirc;-lo dar resultados.&rdquo;<br />Esse, contudo, n&atilde;o seria o maior dos desafios vividos por Patr&iacute;cia em sua trajet&oacute;ria profissional. Depois da experi&ecirc;ncia na sociedade que daria luz &agrave; Worldpanel, ela voltou para o Brasil, para o bra&ccedil;o latino da companhia, a LatinPanel, onde ficou de 1994 a 1999.</p>
<p>&ldquo;Meu marido n&atilde;o se adaptou ao Pa&iacute;s e resolvemos voltar &agrave; Europa.&rdquo; Em Portugal, passou pelas empresas Indicator e Marktest, onde trabalhou com audi&ecirc;ncia de m&iacute;dia. &ldquo;Outro mundo, bem interessante tamb&eacute;m.&rdquo; Em 2015, regressou aos pain&eacute;is de consumidores da Worldpanel. &ldquo;Fui convidada para remodelar o painel que havia ajudado a estruturar quando cheguei, pela primeira vez, &agrave; Europa. Ele estava, dez anos depois, igual. Cheguei como diretora de Projetos e a principal miss&atilde;o era passar a apura&ccedil;&atilde;o de dados do papel para o esc&acirc;ner. Minha tarefa era mostrar, ao cliente, o ganho que a mudan&ccedil;a traria.&rdquo;</p>
<p>Patr&iacute;cia diz que foi desafiador, mas n&atilde;o lhe deu medo. &ldquo;Tive medo, mesmo, quando, ao final desse trabalho, me convidaram para dirigir a empresa. Sempre fui muito operacional, n&atilde;o era do administrativo e o convite n&atilde;o estava entre os cen&aacute;rios em que havia pensado. N&atilde;o imaginei que me colocariam para conduzir a opera&ccedil;&atilde;o, que ainda era deficit&aacute;ria. &Agrave; frente da empresa, minha miss&atilde;o era torn&aacute;-la superavit&aacute;ria.&rdquo;</p>
<p>Ela encarou. &ldquo;N&atilde;o tive dificuldade em conquistar a equipe, que me respeitava porque sabia que eu era capaz de arrega&ccedil;ar as mangas e colocar a m&atilde;o na massa. Dif&iacute;cil foi a minha rela&ccedil;&atilde;o com o mercado: muito machista. De qualquer forma, foi muito bonito e a gente reverteu a situa&ccedil;&atilde;o da empresa.&rdquo; Em 2009, a opera&ccedil;&atilde;o dava lucro.<br />&ldquo;Sa&iacute; muito realizada da fun&ccedil;&atilde;o.&rdquo; Patr&iacute;cia foi para Barcelona, assumir a Dire&ccedil;&atilde;o de Projetos Estrat&eacute;gicos e Expert Solutions da Kantar Worldpanel na Ib&eacute;ria.</p>
<p>&ldquo;Expert Solutions consiste em pegar dados regulares do painel de consumidores, lan&ccedil;ar, a eles, um olhar diferente, fundi-los a outros dados dispon&iacute;veis na empresa, como da Kantar Media, e obter informa&ccedil;&otilde;es relevantes aos nossos clientes. Por exemplo: o impacto que a&ccedil;&otilde;es de marketing em m&iacute;dias t&ecirc;m sobre as vendas na loja. Fui para l&aacute;, entre outras coisas, para desenvolver esse tipo de trabalho.&rdquo;</p>
<p>Mas, em 2012, o filho de Patr&iacute;cia resolveu fazer faculdade no Brasil. &ldquo;Ele veio em 2013. Eu n&atilde;o aguentei ficar longe. Consegui voltar ao Brasil [com o marido] como diretora de Expert Solutions para a Am&eacute;rica Latina. Comecei em 2014; minha miss&atilde;o era implantar o portf&oacute;lio de Expert Solutions, no continente, em tr&ecirc;s anos.&rdquo; No fi m de 2015, contudo, o ent&atilde;o country manager da Kantar no Brasil deixou a empresa. &ldquo;Fui convidada para substitu&iacute;-lo e, na &uacute;ltima semana de fevereiro de 2016, assumi a fun&ccedil;&atilde;o.&rdquo;</p>
<p>Voc&ecirc; falou sobre o desafio que foi conduzir a opera&ccedil;&atilde;o em Portugal. E o atual?<br />&Eacute; enorme tamb&eacute;m, sobretudo pelo momento do Pa&iacute;s. Mas a dificuldade s&oacute; fortalece. Eu fui para Barcelona em 2008 e fiquei l&aacute; at&eacute; julho de 2013, quando voltei para a Am&eacute;rica Latina. Eu cheguei &agrave; Espanha no ano em que a crise eclodiu e vivi l&aacute; durante quase todo o per&iacute;odo de crise.</p>
<p><strong>Qual &eacute; sua grande miss&atilde;o &agrave; frente da Kantar Worldpanel no Brasil?</strong><br />Entender como podemos ajudar nossos clientes a crescerem nos pr&oacute;ximos cinco anos e como eles podem investir corretamente hoje, um momento dif&iacute;cil, para, daqui cinco anos, estarem na melhor condi&ccedil;&atilde;o poss&iacute;vel. Temos de pensar bastante a m&eacute;dio e longo prazo e esse &eacute; meu grande desafio, fazer com que essa equipe pense estrategicamente. Ok, temos de pensar no hoje, viv&ecirc;-lo e garantir o melhor poss&iacute;vel, mas isso n&atilde;o pode nunca significar o sacrif&iacute;cio do amanh&atilde;. Esse &eacute; o meu grande desafio. Embora a Kantar tenha uma base de clientes muito fiel e robusta, o momento &eacute; duro e, nessas situa&ccedil;&otilde;es, pessoas e corpora&ccedil;&otilde;es tendem a pensar a curto prazo. Temos de lan&ccedil;ar o olhar al&eacute;m, sen&atilde;o, cometeremos erros.</p>
<p><strong>&Eacute; poss&iacute;vel enxergar o presente como uma fase de mudan&ccedil;as profundas e positivas para o Pa&iacute;s a longo prazo?</strong><br />Estamos crescendo, amadurecendo como democracia e isso d&oacute;i. N&atilde;o h&aacute; crescimento sem dor. &Eacute; verdade que o Brasil est&aacute; em um t&uacute;nel e que, quando esse t&uacute;nel acaba, vem outro logo na sequ&ecirc;ncia? Sim. Est&aacute; dif&iacute;cil encontrar a sa&iacute;da e ela s&oacute; ser&aacute; encontrada quando elegermos nosso novo presidente. Antes disso, o cen&aacute;rio escuro n&atilde;o muda. Essa &eacute; a minha opini&atilde;o.</p>
<p><strong>A partir de 2018, o Brasil voltar&aacute; a saber para onde vai e o mercado de consumo voltar&aacute; a crescer?</strong><br />Acho que voltaremos a saber para onde vamos, mas &eacute; imposs&iacute;vel exigir que nosso mercado de consumo alcance o mesmo crescimento obtido na primeira d&eacute;cada deste s&eacute;culo. O crescimento ser&aacute; lento. Basta vermos o crescimento m&eacute;dio do PIB mundial, que fica na casa de 1,5% e 1,7%. Qual &eacute; o crescimento dos bens de grande consumo, ind&uacute;stria na qual eu atuo? Menos do que o PIB global. N&atilde;o d&aacute; para esperar que um Pa&iacute;s, em amadurecimento, cres&ccedil;a muito mais do que economias maduras.<br />Vamos voltar a crescer, mas ser&aacute; um crescimento lento que exigir&aacute; das empresas e das pessoas maior efici&ecirc;ncia para aproveit&aacute;-lo.</p>
<p><strong>Essa efici&ecirc;ncia &eacute; dif&iacute;cil de ser alcan&ccedil;ada?</strong><br />Temos uma gera&ccedil;&atilde;o que se acostumou &agrave; bonan&ccedil;a, que n&atilde;o viveu o per&iacute;odo anterior ao Plano Real, que n&atilde;o chegou ao supermercado e teve de usar uma moeda transit&oacute;ria, fazer c&aacute;lculo de convers&atilde;o do cruzeiro para a URV [Unidade Real de Valor] conforme o dia, enfim. Essa &eacute; uma gera&ccedil;&atilde;o pouco eficiente, mas que precisar&aacute; aprender a ser no novo cen&aacute;rio, em que o crescimento ser&aacute; de 2% a 3%. Por outro lado, ser&aacute; uma expans&atilde;o muito mais consistente do que a vista na primeira d&eacute;cada do s&eacute;culo. O fato &eacute; que aquele crescimento se mostrou uma bolha, que arrebentou. Quando tem consist&ecirc;ncia, crescer devagar n&atilde;o &eacute; ruim.</p>
<p><strong>A crise j&aacute; vai para tr&ecirc;s anos. O consumidor ficou mais eficiente nesse per&iacute;odo?</strong><br />Sim e foi poss&iacute;vel verificar a partir de 2016. Quando a crise estourou, no fim de 2014, estendendo-se por 2015, o consumidor congelou, parou de consumir muita coisa, passou para o mais barato e abriu m&atilde;o de categorias. Em 2016, a economia n&atilde;o melhorou, mas o consumidor se mostrou mais eficiente. Ele abriu m&atilde;o de algumas indulg&ecirc;ncias, mas voltou a consumir categorias e marcas que lhe trazem benef&iacute;cio extra. Ou seja, sinal claro de que a crise come&ccedil;ou a fazer com que tornasse suas compras mais eficientes. Em minha opini&atilde;o, cada vez mais, o cen&aacute;rio tornar&aacute; o consumidor mais eficiente e as marcas ter&atilde;o de atender, com pre&ccedil;o baixo, a alta exig&ecirc;ncia deles. Ele sabe o que &eacute; bom, mas n&atilde;o joga dinheiro fora. Por exemplo, deixou de comer fora, como vinha fazendo nos &uacute;ltimos anos, mas passou a adquirir itens premium para realizar eventos com os amigos em sua pr&oacute;pria casa: cerveja especial, carne diferente... Ele investiu no consumo no lar. Hoje, &eacute; poss&iacute;vel dizer que o consumidor de bens de grande consumo &eacute; um investidor. Ele n&atilde;o compra, ele investe, porque avalia os produtos com base em suas experi&ecirc;ncias anteriores.<br />N&oacute;s temos um estudo que se chama Brand Footprint, que mostra as marcas mais escolhidas no ponto de venda e, no Brasil, as que mais cresceram s&atilde;o as que revelam bom custo-benef&iacute;cio. Um exemplo, na linha lava-roupa, foi Brilhante, uma das que mais subiram neste ranking; n&atilde;o &eacute; a marca mais cara, nem a mais barata, mas, na vis&atilde;o do consumidor, entrega os mesmos benef&iacute;cios da mais cara.<br />Outro exemplo &eacute; Tresemm&eacute;, marca de cuidado com o cabelo que oferece, ao consumidor, a op&ccedil;&atilde;o de tratar seu cabelo com produtos profissionais em casa, &eacute; o cabeleireiro dentro de casa, j&aacute; que n&atilde;o &eacute; mais poss&iacute;vel ir com a mesma frequ&ecirc;ncia de antes ao cabeleireiro.</p>
<p><strong>D&aacute; para dizer que o consumidor brasileiro nunca esteve t&atilde;o bem educado?</strong><br />Sim, foi educado na marra. Aprendeu o que era bom, no per&iacute;odo de fartura, e, agora, est&aacute; aprendendo o que e como priorizar, j&aacute; que n&atilde;o d&aacute; para ter o que tinha antes. Realmente, ao consumirem alguns produtos de qualidade e ben&eacute;ficos, o consumidor passou a n&atilde;o querer mais abrir m&atilde;o deles. Por&eacute;m, hoje, faz isso de forma bem mais racional do que antes.</p>
<p><strong>Voc&ecirc; disse que seu grande desafio &eacute; entregar, ao cliente, o que ele precisa para crescer pelos pr&oacute;ximos cinco anos. Que exemplos voc&ecirc; pode dar de a&ccedil;&otilde;es para superar esse desafio?</strong><br />N&oacute;s temos uma equipe de client services que entende o neg&oacute;cio do cliente. Hoje, n&atilde;o entregamos a informa&ccedil;&atilde;o para o cliente, minha equipe de client services tem o dever de entregar insights e recomenda&ccedil;&otilde;es. N&oacute;s constru&iacute;mos, com ele, a solu&ccedil;&atilde;o para os problemas que tem. Temos de entender muito bem a estrat&eacute;gia do cliente para, a partir da an&aacute;lise dos dados, poder fazer recomenda&ccedil;&otilde;es boas e acion&aacute;veis. N&atilde;o podemos dizer a ele que &eacute; necess&aacute;rio aumentar o tamanho de g&ocirc;ndola no Carrefour. N&atilde;o &eacute; t&atilde;o simples fazer isso. Ent&atilde;o, dentro das possibilidades, encontramos uma sa&iacute;da vi&aacute;vel e inteligente para ajud&aacute;-lo a crescer. N&oacute;s temos uma equipe muito capaz, que passa muito tempo dentro do escrit&oacute;rio do cliente. &Eacute; um trabalho dif&iacute;cil, &eacute; preciso ter coragem para dizer, ao cliente, o que precisa ser dito. &Agrave;s vezes, isso significa contrari&aacute;-lo num primeiro momento, o que s&oacute; &eacute; poss&iacute;vel com conhecimento e alguma intimidade.</p>
<p><strong>&Eacute; a ideia de gerar conhecimento pela intera&ccedil;&atilde;o...</strong><br />Sim. &Eacute; o que chamamos de work inside. Estamos dentro da casa do cliente, conversando o tempo todo. N&atilde;o adianta eu ter uma ideia fant&aacute;stica que n&atilde;o caiba na estrat&eacute;gia da empresa.</p>
<p><strong>Tem dado resultado?</strong><br />Nossa empresa n&atilde;o abre n&uacute;meros, mas posso dizer que, pela situa&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica, estamos bem. O mercado est&aacute; dif&iacute;cil, mas, quando vejo o que ocorre com o setor, sinto-me numa situa&ccedil;&atilde;o privilegiada. A verdade &eacute; que tamb&eacute;m n&atilde;o paramos. Estamos desenvolvendo o Expert Solutions na Am&eacute;rica Latina e no Brasil. Como disse, n&atilde;o &eacute; novidade na Europa, mas aqui &eacute;. H&aacute; tamb&eacute;m o Link React, que consiste em voltar a alguns lares do painel quando as pesquisas detectam o abandono de uma categoria. Voltamos com a finalidade de entender a altera&ccedil;&atilde;o detectada. Nesse caso, as raz&otilde;es do abandono s&atilde;o classificadas e o diagn&oacute;stico &eacute; levado aos nossos clientes impactados para que se possa encontrar solu&ccedil;&atilde;o e trazer o consumidor de volta. Isso tamb&eacute;m j&aacute; roda l&aacute; fora e n&oacute;s lan&ccedil;amos no Brasil em junho.</p>
<p><strong>Ou seja, com muito trabalho e o encontro com a estabilidade pol&iacute;tica, j&aacute; num cen&aacute;rio diferente, voltaremos a crescer de forma consistente?</strong><br />Eu acho que estamos ficando mais conscientes do momento que estamos vivendo no Pa&iacute;s e vamos saber viver melhor em uma nova realidade. Se fosse resumir, numa linha cronol&oacute;gica, em 2015, n&oacute;s nos assustamos, em 2016, entendemos, em 2017, temos consci&ecirc;ncia de que ser&aacute; assim at&eacute; o fim de 2018 e, em 2019, come&ccedil;amos a escrever uma hist&oacute;ria nova.</p>
<p>Fonte: Abras (http://www.abrasnet.com.br/superhiper/superhiper/ultima-edicao/destaque/)</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 31 Aug 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/O-consumidor-ficou-mais-eficiente</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Holistic View 2017]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Holistic-View-2017</link>
         <description><![CDATA[<p>Mais da metade das fam&iacute;lias brasileiras (51%) gastou mais do que ganhou em 2016. Segundo o Holistic View, levantamento da Kantar Worldpanel que mapeia os &uacute;ltimos movimentos de consumo no pa&iacute;s, enquanto a renda m&eacute;dia mensal dos brasileiros foi de R$ 3.108, o valor m&eacute;dio empregado em despesas ficou em R$ 3.159 no ano passado. De acordo com os dados, no per&iacute;odo, 27% dos gastos foram destinados para alimenta&ccedil;&atilde;o e bebidas dentro do lar, higiene e limpeza caseira, 33% foram direcionados para habita&ccedil;&atilde;o, transporte e servi&ccedil;os p&uacute;blicos, enquanto 40% para demais setores, como sa&uacute;de, educa&ccedil;&atilde;o e lazer. As contas de servi&ccedil;os p&uacute;blicos, que se destacaram em 2015, n&atilde;o aumentaram em 2016. Em 2006, comprometiam 10% do or&ccedil;amento, dez anos depois recuaram para 7%.</p>
<p>O item que mais contribuiu para o aumento dos gastos em 2016 foi a alimenta&ccedil;&atilde;o dentro do lar, seguida por transporte, sa&uacute;de, alimentos e bebidas fora de casa, higiene pessoal, bebidas dentro do lar, artigos de limpeza, educa&ccedil;&atilde;o, comunica&ccedil;&atilde;o e lazer. Nesse cen&aacute;rio, a classe DE surge como a que mais sofreu com as d&iacute;vidas, uma vez que a renda m&eacute;dia mensal de R$ 1.922 foi superada pelos gastos, na casa dos R$ 1.997. O Holistic View apontou ainda que quanto menor o poder aquisitivo, maior a import&acirc;ncia dos produtos de grande consumo para os gastos &ndash; alimenta&ccedil;&atilde;o e bebidas consumidas dentro do domic&iacute;lio, higiene e limpeza. Entre todas as classes, apenas a AB n&atilde;o tem como gasto primordial a alimenta&ccedil;&atilde;o dentro do lar &ndash; transporte aparece no topo com 16,5%, enquanto o item com 14,2%. J&aacute; na C e na DE, respectivamente, abocanha 21,6% e 26,2% do gasto.</p>
<p>A an&aacute;lise do ano passado revela tamb&eacute;m que a maior renda se concentra no Centro Oeste, Grande S&atilde;o Paulo e Sul, com os maiores gastos aparecendo no Grande RJ e Leste e mais interior do Rio. Mesmo comprometendo mais do que ganham, os brasileiros retomaram uma pr&aacute;tica que se enfraqueceu durante os per&iacute;odos de maior instabilidade econ&ocirc;mica: os gastos fora de casa com alimentos e bebidas voltaram a subir. Entre os itens mais consumidos est&atilde;o os sandu&iacute;ches, lanches e salgados, fundamentais para a recupera&ccedil;&atilde;o. O jantar aparece como a refei&ccedil;&atilde;o menos realizada fora dos dom&iacute;nios do domic&iacute;lio.</p>
<p>Outro destaque do per&iacute;odo &eacute; que a comunica&ccedil;&atilde;o ganhou ainda mais import&acirc;ncia para os consumidores. No ano passado, cada lar, em m&eacute;dia, empregou R$ 969 com conta/cr&eacute;dito de celular ou aquisi&ccedil;&atilde;o de aparelho. Em 2013, o valor era de R$ 767. Mesmo entre os endividados, os gastos com comunica&ccedil;&atilde;o tiveram aumento de 23%. Muito al&eacute;m do uso para liga&ccedil;&otilde;es telef&ocirc;nicas, o telefone celular &eacute; usado cada vez mais para acesso &agrave; informa&ccedil;&atilde;o, troca de mensagens, acesso &agrave;s redes sociais e &agrave; internet para fazer pesquisa de pre&ccedil;os e produtos.</p>]]></description>
         <pubDate>Sat, 01 Jul 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Holistic-View-2017</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Winning the Future - Client Day]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Winning-the-Future---Client-Day</link>
         <description><![CDATA[<p>Os domic&iacute;lios sem filhos &ndash; jovens ou maduros &ndash; tendem a ter maior renda e gasto per capita. Essa &eacute; uma das principais conclus&otilde;es do estudo Winning the Future, apresentado nesta quarta-feira, durante coletiva de imprensa, pela Kantar Worldpanel. De acordo com o levantamento, que analisou 96 categorias no per&iacute;odo de abril de 2016 a mar&ccedil;o deste ano, os independentes jovens (at&eacute; 49 anos) e maduros (maiores de 50 anos), cujo n&uacute;mero m&eacute;dio de pessoas no lar n&atilde;o ultrapassa dois indiv&iacute;duos, tiveram gasto per capita maior do que os demais domic&iacute;lios. S&atilde;o 34% e 41%, respectivamente, acima da m&eacute;dia.</p>
<p>Donos da segunda maior renda per capita, os independentes jovens, que correspondem a 11% da popula&ccedil;&atilde;o entre 6 milh&otilde;es de lares, ainda est&atilde;o formando seu patrim&ocirc;nio e n&atilde;o abrem m&atilde;o da conectividade. Entre 25 e 34 anos, 74% deles possuem smartphone, j&aacute; dos 35 a 44, o &iacute;ndice chega a 62%. Usando a tecnologia como ferramenta para simplificar suas vidas, eles utilizam os aparelhos para navega&ccedil;&atilde;o na internet, uso de redes sociais e envio de mensagens instant&acirc;neas.</p>
<p>Atentos tamb&eacute;m &agrave; praticidade, indulg&ecirc;ncia e bem-estar dentro de casa, a despensa dessa parcela da popula&ccedil;&atilde;o traz produtos como &oacute;leos especiais e azeite, cerveja, antiss&eacute;ptico bucal, protetor solar e alvejante sem cloro. Na hora das refei&ccedil;&otilde;es, v&atilde;o al&eacute;m do tradicional arroz e feij&atilde;o. Brasileiros de at&eacute; 45 anos t&ecirc;m inclu&iacute;do no card&aacute;pio pizza, empanados de frango, macarr&atilde;o, coxinha, lasanha e lingui&ccedil;a. As indulg&ecirc;ncias tamb&eacute;m est&atilde;o presentes no consumo out of home, com destaque para balas e gomas, pipoca pronta e biscoito doce &ndash; mercadinhos, ambulantes e lanchonetes s&atilde;o os canais utilizados.</p>
<p>J&aacute; os independentes maduros, com 50 anos ou mais, segundo o Winning the Future, buscam mais qualidade de vida e produtos espec&iacute;ficos. Com lares mais bem equipados que os demais - 70% deles possuem m&aacute;quina de lavar roupa e 39% autom&oacute;veis -, 31% pertencem &agrave; classe AB, 92% n&atilde;o pagam aluguel e 64% vivem em casa com seis c&ocirc;modos ou mais. Ainda que n&atilde;o totalmente conectados, 35% t&ecirc;m internet em casa, enquanto 29% contam com TV por assinatura. Adeptos de viagens e passeios, os compradores dessa faixa et&aacute;ria se concentram em produtos de bem-estar e sa&uacute;de, como &oacute;leos especiais, ado&ccedil;ante e cream cheese, por exemplo, itens pr&aacute;ticos (caf&eacute; sol&uacute;vel, alvejante sem cloro) e necessidade (tintura para cabelo).</p>
<p>Lidando com quest&otilde;es ligadas &agrave; sa&uacute;de, como controle de colesterol, diabetes e press&atilde;o alta, a saudabilidade aparece presente na prefer&ecirc;ncia pelas vers&otilde;es lights, integrais e diets de produtos como p&atilde;o, biscoito, requeij&atilde;o, iogurte e refrigerante. Encarando as compras como um programa e n&atilde;o como uma obriga&ccedil;&atilde;o, os independentes maduros foram 88 vezes ao ponto de venda em 2016 (abril de 2016 a mar&ccedil;o de 2017), contra 78 visitas dos independentes jovens, por exemplo. Eles s&oacute; foram superados pelos casais com filhos adultos, que registraram 93 idas.Fora de casa, os mais experientes mantiveram o consumo equilibrado, gastando mais com refei&ccedil;&otilde;es, &aacute;gua de coco e suco natural, por exemplo.</p>
<p><strong>Ofertas Especiais</strong></p>
<p>H&aacute; algum tempo se destacando nos pontos de venda, as promo&ccedil;&otilde;es seguem firme e forte entre as prefer&ecirc;ncias do consumidor, destaca o estudo. O Brasil est&aacute; entre os pa&iacute;ses que mais geraram valor em ofertas especiais (40,1%) no primeiro trimestre de 2017 &ndash; Argentina (40%), Reino Unido (38%), It&aacute;lia (34,5%), Holanda (20,6%), Alemanha (17,4%), Espanha (14,5%) e Fran&ccedil;a (13,5%) se seguem no ranking. De acordo com a Kantar Worldpanel, 80% dos consumidores brasileiros compraram itens em promo&ccedil;&atilde;o no &uacute;ltimo trimestre, sendo que 55% deles afirmaram que a oferta especial &eacute; o principal fator na hora da escolha da loja.</p>
<p>As promo&ccedil;&otilde;es que permitem levar mais por menos s&atilde;o as favoritas (68%), seguidas por aquelas que oferecem desconto no pre&ccedil;o (64%).</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 21 Jun 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Winning-the-Future---Client-Day</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Aumento dos mercados emergentes em FMCG ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Aumento-dos-mercados-emergentes-em-FMCG-</link>
         <description><![CDATA[<p>Os mercados emergentes representam agora 51% dos gastos globais com bens de consumo r&aacute;pido (FMCG), crescendo 48% em apenas tr&ecirc;s anos. Esta &eacute; a principal descoberta do &uacute;ltimo relat&oacute;rio da Brand Footprint da Kantar Worldpanel, que lan&ccedil;a hoje seu ranking com as top 50 marcas de FMCG (sigla do Ingl&ecirc;s Fast-moving consumer goods ou bens de grande consumo) mais escolhidas do mundo.</p>
<p>A an&aacute;lise da Kantar Worldpanel tamb&eacute;m mostra que, com os mercados desenvolvidos mal registrando crescimento, os pa&iacute;ses emergentes foram os respons&aacute;veis por todo o crescimento do valor do FMCG em 2016, somando US$ 34 bilh&otilde;es &agrave; ind&uacute;stria global ao longo do ano. Os pa&iacute;ses que mais contribu&iacute;ram para este crescimento do valor incluem a R&uacute;ssia (14%), o Sri Lanka (9%) a Indon&eacute;sia (6%) e as Filipinas (6%).</p>
<p><strong>Taxas de crescimento dos FMCG por regi&atilde;o</strong><br />O crescimento global do gasto com mercearia desacelerou para 3% no ano passado &ndash; em 2015, o &iacute;ndice foi de 4%, mas o n&uacute;mero varia significativamente de pa&iacute;s para pa&iacute;s. As regi&otilde;es da &Aacute;frica e do Oriente M&eacute;dio se beneficiaram de um crescimento de valor de 8% nos bens de consumo. As vendas tamb&eacute;m cresceram rapidamente na Am&eacute;rica Latina, com os gastos ano a ano aumentando em 9%, amplamente impulsionados pela alta da infla&ccedil;&atilde;o.<br />Os Estados Unidos e a Europa continuaram a apresentar um crescimento moderado no ano passado: os primeiros viram as taxas de crescimento fixas, abaixo do 1% de 2015; j&aacute; a Europa viu seu crescimento cair de 4% para 2% no mesmo per&iacute;odo. A &Aacute;sia sofreu a desacelera&ccedil;&atilde;o mais profunda do ano passado, passando de 6% de crescimento de valor em 2015 para 2% em 2016.</p>
<p><strong>Taxas de crescimento das FMCG por categoria</strong><br />A categoria que engloba sa&uacute;de e beleza sofreu a maior desacelera&ccedil;&atilde;o em 2016 com apenas 1% de crescimento. Home care (Limpeza) apresentou melhor desempenho, com crescimento de 4%, enquanto os setores de alimentos e bebidas alcan&ccedil;aram um crescimento de 3% cada um - em linha com a m&eacute;dia global.</p>
<p><strong>O valor da escolha</strong><br />Neste ano, a Kantar Worldpanel quantificou o valor m&eacute;dio da decis&atilde;o de marca do consumidor: isto &eacute;, o custo m&eacute;dio pago pelos compradores cada vez que escolhem uma marca. A decis&atilde;o de marca m&eacute;dia na prateleira custa ao consumidor US$ 1,92, com o valor dessa decis&atilde;o variando amplamente por categoria. Decis&otilde;es para comprar marcas de alimentos geralmente valem menos do que produtos de sa&uacute;de e beleza, mas s&atilde;o comprados com mais frequ&ecirc;ncia.</p>
<p><strong>Marcas locais e marcas globais</strong><br />O estudo tamb&eacute;m mostra que as marcas locais cresceram 3,9% em 2016, enquanto que as globais registraram aumento de 2,6%. As marcas locais s&atilde;o particularmente fortes nas categorias de alimentos e bebidas, sendo escolhidas em 74% e 67% das compras, respectivamente. As marcas locais ganharam 1,1% de participa&ccedil;&atilde;o nos dois trilh&otilde;es de d&oacute;lares do mercado global de bens de consumo nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos.</p>
<p>Em 2016, a diferen&ccedil;a de pre&ccedil;os entre as marcas globais e locais se reduziu ao ponto de desaparecer. Uma marca global n&atilde;o comanda mais automaticamente um pre&ccedil;o premium. Os donos de marcas desse tipo est&atilde;o tendo de trabalhar mais para convencer os consumidores de que uma escolha global oferece garantia adicional de qualidade e confere prest&iacute;gio.</p>
<p><strong>Brand Footprint: um instant&acirc;neo</strong><br />O Brand Footprint mede a escolha do consumidor por meio de uma m&eacute;trica chamada CRP (Consumer Reach Point). Existem agora 21 marcas que s&atilde;o escolhidas mais de 1 bilh&atilde;o de vezes. Somente entre as 10 principais marcas, a Sunsilk (+12%), a Colgate (+1%) e a Nestl&eacute; (+1%) aumentaram seu CRP e ultrapassaram o crescimento no &uacute;ltimo ano - com a Sunsilk entrando para o Top 10.</p>
<p>A Coca-Cola continua a ser a marca mais escolhida do mundo com uma penetra&ccedil;&atilde;o global de 42% - em 9 pa&iacute;ses, a penetra&ccedil;&atilde;o alcan&ccedil;a mais de 80% da popula&ccedil;&atilde;o. A Dove atraiu os domic&iacute;lios mais novos em 2016 &ndash; mais de 14 milh&otilde;es de fam&iacute;lias escolheram a marca no ano passado.</p>
<p><strong>Josep Montserrat, CEO Global da Kantar Worldpanel</strong><br />&ldquo;Ser escolhida por mais pessoas, mais frequentemente, &eacute; como uma marca cresce. Compreender onde encontrar as oportunidades mais valiosas - seja de uma regi&atilde;o emergente com uma popula&ccedil;&atilde;o em crescimento, ou inovar para atender a necessidades inexploradas em um mercado mais desenvolvido - &eacute; fundamental para todas as marcas&rdquo;, afirma o executivo.</p>
<p>&ldquo;Por meio do Brand Footprint, o maior e mais abrangente estudo de marcas de FMCG no mundo, procuramos quantificar o valor da escolha do consumidor e compartilhar alguns dos melhores exemplos das estrat&eacute;gias que as marcas t&ecirc;m implantado para crescer&rdquo;, completa.</p>
<p><strong>Brand Footprint: o estudo</strong><br />O estudo anual Brand Footprint da Kantar Worldpanel &eacute; baseado em pesquisa de 73% da popula&ccedil;&atilde;o global, um total de um bilh&atilde;o de fam&iacute;lias em 43 pa&iacute;ses em cinco continentes - cobrindo 75% do PIB mundial. Como parte do estudo, Kantar Worldpanel rastreia 200 categorias de FMCG em todo o mundo em bebidas, alimentos, sa&uacute;de e beleza e cuidados para casa.</p>
<p><strong>Brand Footprint: Top 50 ranking</strong><br />O ranking anual das Top 50 marcas mais escolhidas do mundo revela quais delas est&atilde;o alcan&ccedil;ando sucesso global, fornecendo insights para ajudar as marcas de FMCG a definir metas globais com mais precis&atilde;o e melhorar seu crescimento de neg&oacute;cios.</p>
<p>A lista &eacute; definida para al&eacute;m de outros rankings de marca, fornecendo informa&ccedil;&otilde;es sobre o comportamento do consumidor real, em vez de atitude. Os Consumer Reach Point (CRPs) constituem a base da classifica&ccedil;&atilde;o. Uma m&eacute;trica inovadora que mede quantos domic&iacute;lios em todo o mundo est&aacute; comprando uma marca (penetra&ccedil;&atilde;o) e quantas vezes (frequ&ecirc;ncia), fornece uma verdadeira representa&ccedil;&atilde;o da escolha do cliente.<br />Para acessar os &iacute;ndices globais, regionais, de pa&iacute;ses e de setor e um &iacute;ndice completo das marcas inclu&iacute;das no Top 50 global, visite www.kantarworldpanel.com/brand-footprint-ranking.</p>
<p><strong>Metodologia e &acirc;mbito</strong><br />O ranking deste ano analisou 15.300 marcas e 1 bilh&atilde;o de lares em 39 pa&iacute;ses em cinco continentes nos 12 meses at&eacute; novembro de 2016.</p>
<p><strong>As marcas mais escolhidas</strong><br />&bull; A Coca-Cola continua a ser a mais escolhida do mundo e &eacute; a n&uacute;mero um em nove pa&iacute;ses;<br />&bull; Consumidores compraram Colgate mais de 6 bilh&otilde;es de vezes no ano passado;<br />&bull; Maggi &eacute; a marca de alimentos n&uacute;mero um;<br />&bull; A Colgate &eacute; a marca mais eleita de sa&uacute;de e beleza;<br />&bull; Sunlight &eacute; a marca de cuidados para casa mais escolhida;</p>
<p><strong>Crescimentos de destaque</strong><br />&bull; Dettol entrou no top 50 e &eacute; a marca que registrou o crescimento mais r&aacute;pido;<br />&bull; Sunsilk entrou no top 10, escalando dois lugares e &eacute; a marca de crescimento mais r&aacute;pido no top 10;<br />&bull; Dove adicionou o maior n&uacute;mero de compradores, recrutando 14 milh&otilde;es de novos domic&iacute;lios;<br />&bull; Barilla &eacute; a marca de alimentos que mais cresce;</p>
<p><strong>Global FMCG: um instant&acirc;neo de 2016</strong><br />&bull; As vendas totais da marca de FMCG cresceram 3% em valor, desacelerando de 4% no ano passado;<br />&bull; As marcas locais cresceram 3,9%, aumentando a participa&ccedil;&atilde;o para 64%;<br />&bull; As marcas globais cresceram 2,6%, caindo para 36%, mas ganhando US$ 8 bilh&otilde;es;<br />&bull; A despesa com produtos de cuidados com a casa cresceu mais, 3%, enquanto a sa&uacute;de e a beleza tiveram o menor crescimento de gastos, alcan&ccedil;ando 1%;</p>
<p><strong>Hotspots de crescimento</strong><br />&bull; Os mercados emergentes representaram a grande parte do crescimento do mercado de bens de consumo em 2016, com os melhores desempenhos, incluindo a R&uacute;ssia (14%). Sri Lanka (9%) e Filipinas (6%);<br />&bull; Os mercados emergentes cresceram US$ 34 bilh&otilde;es em 2016, enquanto os mercados desenvolvidos foram bastante est&aacute;veis, ganhando US$ 8 bilh&otilde;es;<br />&bull; O crescimento da receita nos mercados emergentes quase se reduziu para metade no &uacute;ltimo ano (queda de 12,4% para 6,7%), mas continua a superar os mercados desenvolvidos, onde as vendas aumentaram 1,3%;<br />&bull; A participa&ccedil;&atilde;o dos bens de consumo nos mercados emergentes aumentou de 48% para 51% em apenas tr&ecirc;s anos.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 24 May 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Aumento-dos-mercados-emergentes-em-FMCG-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[As marcas mais escolhidas pelos brasileiros]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Brand-Footprint-Ranking-Brasil</link>
         <description><![CDATA[<p>A quinta edi&ccedil;&atilde;o do Brand Footprint, ranking da Kantar Worldpanel que lista as marcas de bens de consumo n&atilde;o-dur&aacute;veis mais adquiridas pelos brasileiros no ano anterior, aponta que Coca-Cola, Yp&ecirc;, Tang, Colgate e Sadia ficaram no topo do quadro geral &ndash; Italac, Qualy, Omo, Itamb&eacute; e Soya completam o top 10. Em compara&ccedil;&atilde;o com o ano passado, as cinco primeiras seguiram nas mesmas posi&ccedil;&otilde;es, assim como Qualy e Itamb&eacute;, enquanto Italac subiu duas casas, Omo perdeu duas e Soya subiu quatro.</p>
<p>No cen&aacute;rio no qual apenas as bebidas s&atilde;o analisadas, Coca-Cola, Tang, Guaran&aacute; Antarctica, Fanta, Marat&aacute;, Schin, Italac, Skol, Tirol e Fresh surgem como as dez mais eleitas, com as seis primeiras mantendo os lugares desde 2015 &ndash; Skol e Fresh perderam uma coloca&ccedil;&atilde;o, j&aacute; Tirol teve eleva&ccedil;&atilde;o de seis. A lista que relaciona apenas os alimentos revela que Sadia, Qualy, Soya, Vitarella, Nescau, Itamb&eacute;, Maggi, Seara, Saz&oacute;n e Nestl&eacute; foram as mais compradas pelos consumidores em 2016. Aqui, Sadia, Qualy, Saz&oacute;n e Nestl&eacute; permaneceram no mesmo patamar anterior, j&aacute; Vitarella e Nescau ca&iacute;ram uma posi&ccedil;&atilde;o cada. Maggi perdeu duas, Soya e Seara, respectivamente, galgaram tr&ecirc;s e quatro postos acima.</p>
<p>Na hora de eleger os produtos para fazer a limpeza de casa, os brasileiros deram prefer&ecirc;ncia &agrave;s seguintes marcas: Yp&ecirc;, Omo, Bombril, Brilhante, Tixan, Limpol, Minuano, Assolan, Veja e Ala. A cesta registrou movimenta&ccedil;&atilde;o consider&aacute;vel em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; lista de 2015. Enquanto as tr&ecirc;s primeiras mantiveram a antiga posi&ccedil;&atilde;o, Brilhante, Tixan e Assolan subiram, respectivamente, tr&ecirc;s, um e quatro lugares, enquanto Limpol e Minuano e Veja e Ala registraram queda, na devida ordem, de duas e uma coloca&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Fechando a atual edi&ccedil;&atilde;o do Brand Footprint, as marcas de higiene e beleza que mais apareceram na casa dos consumidores no ano passado foram Colgate, Sorriso, Palmolive, Rexona, Sunsilk/Sedal/Seda, Natura, Dove, Intimus, Lux e Gillette &ndash; as tr&ecirc;s primeira permaneceram na mesma posi&ccedil;&atilde;o do levantamento anterior. Apresentaram eleva&ccedil;&atilde;o de posto Rexona (mais um), Sunsilk/Sedal/Seda (mais tr&ecirc;s) e Intimus (mais dois), enquanto Natura, Dove, Luz e Gillette, perderam, respectivamente, duas, uma, duas e uma posi&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>&ldquo;Muitas das marcas que tiveram bom desempenho frente a 2015 apresentam uma boa rela&ccedil;&atilde;o custo x benef&iacute;cio ao consumidor. Entre elas, podemos destacar Nivea, que foi impulsionada pela categoria de sabonetes. Para o consumidor est&aacute; clara a entrega do benef&iacute;cio de hidrata&ccedil;&atilde;o por um pre&ccedil;o bastante acess&iacute;vel. Por outro lado, com o bolso apertado, caso o lar n&atilde;o perceba claramente o valor do produto, acaba optando por marcas de baixo pre&ccedil;o. &Eacute; o caso dos &oacute;leos de cozinha. Enquanto os especiais, como milho e canola, por exemplo, recuam, o destaque fica para a marca Soya, l&iacute;der do segmento mais popular do mercado, o &oacute;leo de soja&rdquo;, analisa Patr&iacute;cia Beber, Country Manager Brasil na Kantar Worldpanel.</p>
<p>&ldquo;Aquelas que inovaram tamb&eacute;m foram destaque, como Tang. A marca n&atilde;o deixou de investir em inova&ccedil;&atilde;o durante a crise econ&ocirc;mica e lan&ccedil;ou vers&otilde;es vitaminadas, seguindo a tend&ecirc;ncia de saudabilidade e cuidado com a fam&iacute;lia/filhos, com baixo desembolso&rdquo;, completa a executiva.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 22 May 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Brand-Footprint-Ranking-Brasil</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[iOS segue ganhando participa??o na Europa e EUA]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/iOS-segue-ganhando-participao-na-Europa-e-EUA</link>
         <description><![CDATA[<p>Os dados mais recentes sobre sistemas operacionais de smartphones da Kantar Worldpanel ComTech revelam que, apesar do relat&oacute;rio de lucros da Apple n&atilde;o ter atendido &agrave;s expectativas de Wall Street no primeiro trimestre de 2017, a empresa continuou ganhando participa&ccedil;&atilde;o na maioria dos mercados internacionais ante o mesmo per&iacute;odo do ano anterior, exceto pela China urbana. O maior aumento para o sistema iOS veio da Gr&atilde;-Bretanha, com 40,4% das vendas de smartphone, que corresponde a um crescimento de 5,6%, e nos Estados Unidos, com 38,9% das vendas e um aumento de 5,2% em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo do ano passado.</p>
<p>&ldquo;O primeiro trimestre de 2017 produziu a menor participa&ccedil;&atilde;o de mercado do iOS na China desde o segundo trimestre de 2014, com 12,4% da venda de smartphones. O sistema Android continuou a registrar ganhos ano a ano, com 87,2% da venda de aparelhos&rdquo;, afirma Lauren Guenveur, diretora de Consumer Insight da Kantar Worldpanel ComTech. &ldquo;Para o iOS, isso representa uma queda de 9,1 pontos percentuais em rela&ccedil;&atilde;o ao primeiro trimestre de 2016. Ao mesmo tempo, o iPhone 7 continuou a ser o dispositivo mais vendido na China urbana, com 3,8% de um mercado cada vez mais fragmentado", completa.</p>
<p>&ldquo;Como uma porcentagem das vendas de Android, a Huawei continua a dominar a China urbana, com 36% do mercado. A Oppo, que tomou o mercado chin&ecirc;s de repente em 2016, se tornou a segunda maior marca de Android, com 13% das vendas. A Samsung caiu para o sexto lugar, atr&aacute;s de vendedores locais, como Xiaomi, Meizu e Vivo, com apenas cinco por cento das vendas&rdquo;, informa Tamsin Timpson, diretora de Strategic Insight da Kantar Worldpanel ComTech Asia.&ldquo;A for&ccedil;a da Oppo est&aacute; em sua presen&ccedil;a massiva, que responde por 86% de suas vendas de smartphone. Isso contrasta com a maioria das outras marcas no mercado, que fazem pelo menos um ter&ccedil;o de suas vendas online, exceto pela Vivo&rdquo;, destaca.</p>
<p>Nos cinco maiores mercados da Europa (Gr&atilde;-Bretanha, Alemanha, Fran&ccedil;a, It&aacute;lia e Espanha), o Android foi respons&aacute;vel por 76,3% das vendas de smartphones no primeiro trimestre de 2017, quase em linha com o mesmo per&iacute;odo do ano anterior, que foi de 75,6%. O iOS registrou ganho de 1,9% e alcan&ccedil;ou 20,7% das vendas de smartphones.</p>
<p>&ldquo;Por meio dos cinco maiores mercados europeus, as marcas chinesas t&ecirc;m crescido ao longo do ano e respondem por 22% das vendas&rdquo;, diz Dominic Sunnebo, diretor de Business Unit da Kantar Worldpanel ComTech Europe. &ldquo;A Huawei, segunda maior marca com sistema Android na Fran&ccedil;a, It&aacute;lia, Alemanha e Espanha, come&ccedil;ou tamb&eacute;m a marcar presen&ccedil;a na Gr&atilde;-Bretanha, mercado que, historicamente, se esfor&ccedil;a para conquistar. Ela corresponde a 6,3% das vendas de smartphones na ilha brit&acirc;nica no primeiro trimestre de 2017, um recorde de todos os tempos, e se tornou a terceira maior marca de Android neste mercado, atr&aacute;s da Samsung e Sony.&rdquo;</p>
<p>Nos Estados Unidos, o Android responde por 59,2% das vendas de smartphones, comparado a 63,4% que tinha um ano antes, enquanto o sistema iOS capturou 38,9% das vendas, com aumento em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior, quando registrou 33,7%. A queda na participa&ccedil;&atilde;o de mercado do Android tem sido impulsionada, em grande parte, pela diminui&ccedil;&atilde;o das vendas de telefones Samsung e Moto, a maior e terceira maior marca com o sistema no mercado, respectivamente.</p>
<p>&ldquo;Enquanto os vendedores chineses est&atilde;o aproveitando o crescimento em lugares como os cinco maiores mercados europeus, Am&eacute;rica Latina e &Iacute;ndia, o mesmo n&atilde;o pode ser dito nos Estados Unidos, que continua dominado pela Apple (39%), Samsung (30%) e LG (12%)&rdquo;, afirma Guenveur. "O decl&iacute;nio das vendas de smartphones Samsung no primeiro trimestre de 2017 foi provavelmente devido a compradores antecipando o lan&ccedil;amento do novo Samsung Galaxy S8, em 21 de abril. Esperamos ter os resultados de lan&ccedil;amento do S8 nos pr&oacute;ximos 60 dias. Tamb&eacute;m devemos saber se o S8 vai superar os problemas da Samsung com o modelo Note 7 e se vai empurrar os iPhones 7 e 7 Plus para fora do topo de venda&rdquo;, finaliza a executiva.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 10 May 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/iOS-segue-ganhando-participao-na-Europa-e-EUA</guid>
      </item>	
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         <title><![CDATA[Estudo prev? crescimento de 1,7% do consumo]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumo-no-Brasil-apresenta-aumento-de-17-</link>
         <description><![CDATA[<p>Depois de um per&iacute;odo marcado por incertezas e instabilidades, o Brasil seguir&aacute; se recuperando gradualmente neste ano. Seguindo a tend&ecirc;ncia de melhora de indicadores como o PIB, produ&ccedil;&atilde;o industrial e controle da infla&ccedil;&atilde;o, o consumo tamb&eacute;m apresentar&aacute; n&uacute;meros positivos, sem, no entanto, superar patamares da bonan&ccedil;a econ&ocirc;mica, &eacute; o que aponta estudo in&eacute;dito da Kantar Worldpanel em parceria com o IBOPE DTM. Ap&oacute;s cair 7,4% em volume em 2015, as compras dos lares brasileiros cresceram 2,6% em 2016, mesmo patamar alcan&ccedil;ado em 2012. Para 2017, o aumento deve ficar na casa de 1,7%, positivo, por&eacute;m longe dos 4,2% registrados em 2014. As proje&ccedil;&otilde;es levam em conta os &uacute;ltimos sete anos, analisam 60 categorias de alimentos, bebidas, higiene e limpeza, em uma amostra de 11.300 lares no Brasil (representando um universo de 53 milh&otilde;es de domic&iacute;lios) &ndash; as previs&otilde;es do estudo ser&atilde;o atualizadas periodicamente, levando em conta as informa&ccedil;&otilde;es mais recentes. As pr&oacute;ximas conclus&otilde;es ser&atilde;o anunciadas no in&iacute;cio do segundo semestre.</p>
<p>A cesta de limpeza &eacute; o item que vai apresentar o melhor desempenho no presente ano. Em 2016, avan&ccedil;ou principalmente por meio de produtos b&aacute;sicos e embalagens maiores, com capacidade de atender por mais tempo as necessidades do consumidor. Ainda segundo o levantamento, os lares com menos pessoas s&atilde;o os que v&atilde;o se recuperar primeiramente, gra&ccedil;as &agrave; renda per capita mais elevada &ndash; os lares com uma a duas pessoas tiveram renda m&eacute;dia mensal de R$ 1.799 em 2016, crescimento de 3,3% em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior, enquanto que os compostos por 3 a 4 indiv&iacute;duos e 5 ou mais, respectivamente, registraram renda de R$ 908 (- 2,3% em compara&ccedil;&atilde;o com 2015) e R$ 717 (alta de 2%). Os lares com donas de casa acima de 50 anos ter&atilde;o baixo crescimento em 2017. Por&eacute;m, h&aacute; grandes oportunidades de explorar esse p&uacute;blico, que possui maior renda crescente.</p>
<p>Sucesso durante os momentos mais agudos da crise, o atacarejo seguir&aacute; se destacando entre os canais de compra nos pr&oacute;ximos meses. O estudo aponta que o crescimento para este ano chegar&aacute; aos 17,3% em volume, mantendo a tend&ecirc;ncia de crescimento em duplo d&iacute;gito. O varejo tradicional, que chegou a cair 5,8% em volume em 2015, ter&aacute; aumento de 5% em 2017, superando os 4,6% do ano passado.</p>
<p>Entre os produtos que devem ganhar for&ccedil;a e garantir a presen&ccedil;a nos carrinhos de compra est&atilde;o o desodorante aerosol, grande impulsionador da categoria, com crescimento previsto de 13,2% em volume neste ano. Analisando as bebidas, a cerveja cresce 7,2% em volume, com destaque para as embalagens de at&eacute; 300 ml. Em queda, o consumo dos refrigerantes pode amenizar a situa&ccedil;&atilde;o &ndash; decl&iacute;nio de 7,2% em volume para este ano &ndash; explorando as embalagens menores, as latas de 350 ml. Os iogurtes, que se tornaram s&iacute;mbolo de um momento positivo da economia, agora fazem parte do rol de produtos que os lares racionalizaram a compra. Chegou a crescer 19,7% em volume em 2012, mas neste ano espera-se decl&iacute;nio de 3,9%.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 10 May 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumo-no-Brasil-apresenta-aumento-de-17-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Consumidor n?o deixou de procurar por promo??es]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumidor-no-deixou-de-procurar-por-promoes</link>
         <description><![CDATA[<p>As oscila&ccedil;&otilde;es da economia e o cen&aacute;rio um pouco mais positivo que se desenha para os pr&oacute;ximos meses n&atilde;o tiraram das promo&ccedil;&otilde;es a import&acirc;ncia que elas ganharam junto aos consumidores nos &uacute;ltimos tempos. A afirma&ccedil;&atilde;o foi feita hoje pela Diretora Comercial e de Marketing da Kantar Worldpanel, Christine Pereira, durante coletiva de imprensa que marcou a abertura da Apas Show 2017, no Expo Center Norte, em S&atilde;o Paulo. De acordo com dados apresentados na ocasi&atilde;o, as ofertas especiais est&atilde;o no topo da lista de fatores para a escolha da loja na qual os brasileiros v&atilde;o comprar. Em seguida aparecem confian&ccedil;a, produtos de qualidade, limpeza / ordem e proximidade. Ganhando import&acirc;ncia generalizadamente em 2016, as promo&ccedil;&otilde;es tiveram pap&eacute;is diferentes por tipo de canal de compra. Por exemplo: melhoraram a frequ&ecirc;ncia de ida aos hipermercados, apresentando crescimento de 14,5% em compara&ccedil;&atilde;o com o ano anterior. No caso dos supermercados de rede, as promo&ccedil;&otilde;es impactaram em aumento dos gastos em 4,9% (deflacionado), e ainda atra&iacute;ram mais de 1.820.000 domic&iacute;lios para os atacarejos.</p>
<p>A oferta que mais cativa os brasileiros, segundo o levantamento, &eacute; o famoso &ldquo;leve mais, pague menos&rdquo; (68%), seguida pelo desconto de pre&ccedil;o (64%). Produtos gr&aacute;tis e com brinde, aparecem, respectivamente, com 25% e 23%. O comportamento demonstra que o foco do consumidor, ainda preocupado em racionalizar e planejar, est&aacute; em obter uma vantagem imediata com as promo&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>Neste momento, os produtos b&aacute;sicos seguem como o foco da hora de encher o carrinho de compras, mas itens considerados &ldquo;premium acess&iacute;veis&rdquo;, que trazem um benef&iacute;cio claro, conseguem se manter na despensa.</p>
<p>A executiva apresentou tamb&eacute;m informa&ccedil;&otilde;es sobre a faixa et&aacute;ria que mais cresce no pa&iacute;s atualmente: as donas de casa mais maduras. Um ter&ccedil;o das compras s&atilde;o feitas por lares com donas de casa acima dos 50 anos. Com maior renda, o lar com pessoas dessa idade gasta menos do que os dos mais jovens e, portanto, sobra dinheiro. Nesses domic&iacute;lios, os produtos saud&aacute;veis se destacam, porque a preocupa&ccedil;&atilde;o com a sa&uacute;de &eacute; mais evidente. Entre eles, p&atilde;o light e integral, biscoito integral, requeij&atilde;o light, leite em p&oacute; desnatado, iogurte diet, light e zero e refrigerantes diet/light e zero.</p>
<p>Outro comportamento que tem impactado o consumo no Brasil &eacute; o fato de que as fam&iacute;lias s&atilde;o cada vez menores. Em 2006, por exemplo, 30% dos lares tinham uma ou duas pessoas. Dez anos depois, o n&uacute;mero foi para 32%. J&aacute; os que eram compostos por cinco ou mais pessoas, no mesmo per&iacute;odo, ca&iacute;ram de 22% para 19%. Atualmente, 7% dos domic&iacute;lios t&ecirc;m apenas uma pessoa. Essa mudan&ccedil;a implica em uma maior demanda de embalagens sob medida, menores e ideais para o momento.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 02 May 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumidor-no-deixou-de-procurar-por-promoes</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Market Share do Android Cresce na China Urbana]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Market-Share-do-Android-Cresce-na-China-Urbana</link>
         <description><![CDATA[<p>O &uacute;ltimo estudo ComTech da Kantar Worldpanel mostra que a participa&ccedil;&atilde;o do sistema Android na China Urbana nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s meses, terminados em fevereiro de 2017, foi melhor do que qualquer per&iacute;odo do ano anterior, contando com 86,4% das vendas de smartphone comparado com 77,1% no mesmo per&iacute;odo do ano anterior. A participa&ccedil;&atilde;o do Android tamb&eacute;m aumentou nos 5 maiores mercados da Europa, de 74,3% para 75,2% das vendas de smartphone na regi&atilde;o, mas caiu 3 pontos percentuais nos EUA, de 58,9% para 55,9%.</p>
<p><br />Os 5 maiores mercados da Europa incluem: Gr&atilde;-Bretanha, Alemanha, Fran&ccedil;a, It&aacute;lia e Espanha.</p>
<p><br />&ldquo;Android tem alcan&ccedil;ado crescimento cont&iacute;nuo na China desde fevereiro, com os maiores ganhos ano a ano nos tr&ecirc;s meses encerrados em fevereiro de 2017, quando sua participa&ccedil;&atilde;o subiu 9,3 pontos percentuais&rdquo;, disse Lauren Guenveur, Consumer Insight Director da Kantar Worldpanel ComTech. &ldquo;Como vimos anteriormente, isso se deve a um per&iacute;odo de bastante venda por conta do ano novo chin&ecirc;s, que sempre &eacute; uma &eacute;poca cheia de promo&ccedil;&otilde;es, particularmente para as marcas locais. Huawei, Oppo, Meizu, Vivo, e 360 todos apresentaram crescimento ano a ano.&rdquo;</p>
<p><br />&ldquo;Nos tr&ecirc;s meses terminados em fevereiro de 2017, iOS contou com 13,2% das vendas de smartphone na China Urbana, uma queda de 8,9 pontos percentuais dos 22,1% no ano anterior. Isso marca a menor participa&ccedil;&atilde;o desde os tr&ecirc;s meses terminados em julho de 2014&rdquo;, anunciou Tamsin Timpson, Strategic Insight Director da Kantar Worldpanel ComTech Asia. &ldquo;Como dito, iPhone 7 e iPhone 7 Plus permaneceram no topo das vendas de dispositivos na regi&atilde;o, contando com 8% das vendas de smartphones. Em compara&ccedil;&atilde;o, iPhone 6s e 6s Pus contaram com 14% das vendas de smartphones nos tr&ecirc;s meses terminados em fevereiro de 2016&rdquo;.</p>
<p><br />&ldquo;Enquanto o Android continuou ganhando nos 5 maiores mercados da Europa, o crescimento desacelerou para apenas 0,9 pontos percentuais entre fevereiro de 2016 e fevereiro de 2017, enquanto iOS conquistou 2,7 pontos percentuais, alcan&ccedil;ando 21,8% das vendas de smartphones&rdquo;, disse Dominic Sunnebo, Business Unit Director da Kantar Worldpanel ComTech Europa. &ldquo;O crescimento do Android foi mais forte na Espanha, onde o sistema operacional contou com 92,2% dos smartphones vendidos, 2,2 pontos percentuais de aumento a partir de fevereiro de 2016. Samsung e Huawei, os fornecedores que mais vendem na Espanha, viveram quedas ano a ano, enquanto a marca local BQ e a chinesa Xiaomi cresceram 6 pontos percentuais cada ao longo do ano passado. A participa&ccedil;&atilde;o do Android caiu modestamente na Gr&atilde;-Bretanha, encolhendo 0,5% para 55% das vendas de smartphones&rdquo;.</p>
<p><br />Nos EUA, o Android caiu para 55,9% das vendas de smartphones nos tr&ecirc;s meses que terminaram em fevereiro de 2017, marcando outro per&iacute;odo de decl&iacute;nio ano a ano que come&ccedil;ou no segundo trimestre de 2016. iOS representou 42% dos smartphones vendidos nos EUA, 3,7 pontos percentuais acima de 38,3% no ano anterior. O iPhone 7 e o iPhone 7 Plus continuaram sendo os smartphones mais vendidos nos Estados Unidos, onde estiveram na lideran&ccedil;a desde os tr&ecirc;s meses que terminaram em novembro de 2016. Embora o Google Pixel n&atilde;o fosse um divisor de &aacute;guas em sua primeira intera&ccedil;&atilde;o, havia esperan&ccedil;as de que ele poderia suavizar a queda nas vendas do Android que normalmente ocorre em torno de um lan&ccedil;amento do iPhone.</p>
<p><br />Entre os consumidores dos EUA que pretendem comprar nos pr&oacute;ximos seis meses, 23% indicam que ir&atilde;o considerar um Google Pixel. Mas desde o seu lan&ccedil;amento, o Pixel n&atilde;o conseguiu superar 2% das vendas de smartphones, em parte porque as restri&ccedil;&otilde;es de fornecimento limitaram sua disponibilidade.</p>
<p><br />"O per&iacute;odo de fevereiro &eacute; sempre um momento desafiador para relatar o comportamento e planos dos consumidores, j&aacute; que muitas pessoas colocam compras em espera ap&oacute;s os feriados, esperando os &uacute;ltimos an&uacute;ncios de telefonia do Mobile World Congress", disse Guenveur. "O t&atilde;o esperado an&uacute;ncio de 29 de mar&ccedil;o do Samsung Galaxy S8, combinado com o lan&ccedil;amento um tanto inesperado do RED iPhone 7 e iPhone 7 Plus, e a atualiza&ccedil;&atilde;o de capacidade para o iPhone SE uma semana antes disso, pode significar que o restante do Q1 e Q2 poderia render algumas mudan&ccedil;as interessantes, mesmo imprevis&iacute;veis no mercado&rdquo;.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 28 Apr 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Market-Share-do-Android-Cresce-na-China-Urbana</guid>
      </item>	
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         <title><![CDATA[Samsung foca em novidades para consumidores fi?is]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Samsung-foca-em-novidades-para-consumidores-fiis</link>
         <description><![CDATA[<p>H&aacute; algumas semanas, a<strong> Samsung</strong> apresentou em Nova Iorque seus mais novos smartphones, os modelos Galaxy S8 e S8+. Em geral, os lan&ccedil;amentos da Samsung atraem muita curiosidade, especialmente pelo interesse em conhecer as mais recentes inova&ccedil;&otilde;es da marca. Neste ano, contudo, o tom foi de apreens&atilde;o, j&aacute; que a marca precisava lidar com os res&iacute;duos da press&atilde;o relacionada aos problemas com um modelo da linha anterior, o <strong>Galaxy Note S7</strong>. Al&eacute;m disso, o lan&ccedil;amento dos novos smartphones da Samsung neste ano aconteceu mais tarde do que o esperado &ndash; foi a primeira vez desde o lan&ccedil;amento do Galaxy S3 que a marca n&atilde;o apresentou seus novos aparelhos durante a Mobile World Congress.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a Apple tamb&eacute;m competiu pela aten&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico, lan&ccedil;ando no dia 21 de mar&ccedil;o os<strong> iPhones 7 e 7 Plus</strong> na cor vermelha, al&eacute;m de uma atualiza&ccedil;&atilde;o no iPhone SE, que agora possui mais espa&ccedil;o de armazenamento.</p>
<p>A Samsung normalmente desfrutaria de um "momento de gl&oacute;ria" durante o lan&ccedil;amento do modelo mais recente, por&eacute;m este lan&ccedil;amento pode revelar-se mais desafiador do que a marca est&aacute; acostumada a ver.</p>
<p>Vamos olhar para a oportunidade de mercado dos EUA para o Samsung Galaxy S8 e S8+.</p>
<p>A partir de fevereiro de 2017, o Galaxy S5 continuou a ser o dispositivo mais popular da Samsung nos EUA, com 15,6% da base instalada da Samsung. Seguido pelo Galaxy S7 em 11,5% e ao Galaxy S6 em 11,4%. O Galaxy S7 Edge representa 5,8%.</p>
<p>Nos &uacute;ltimos 12 meses, os dados da Kantar mostram que cerca de 28% daquela base instalada foi atualizada para um novo smartphone Samsung. Desse total de 28%, 52% optaram pelo Galaxy S7 / S7 Edge e 10% pelo Galaxy S6. O restante foi dividido entre 48 surpreendentes dispositivos, mostrando que, embora o &uacute;ltimo carro-chefe tenha toda a aten&ccedil;&atilde;o, a oferta da Samsung nos EUA continua t&atilde;o diversa como sempre.</p>
<p>Vinte por cento dos propriet&aacute;rios do Galaxy S7 disseram que planejavam um upgrade nos pr&oacute;ximos 12 meses, com 40% dos propriet&aacute;rios do Galaxy S6 pretendendo faz&ecirc;-lo, e 55% dos propriet&aacute;rios do Galaxy S5 planejando o mesmo. A prefer&ecirc;ncia da marca Samsung &eacute; mais fraca em dispositivos mais novos, com 64% dos atuais propriet&aacute;rios do Galaxy S6 dizendo que preferem comprar Samsung novamente contra 76% dos propriet&aacute;rios do Galaxy S5. Os n&uacute;meros de prefer&ecirc;ncia de marca para o S7 ainda n&atilde;o est&atilde;o dispon&iacute;veis.</p>
<p>A pr&oacute;xima marca preferida para os propriet&aacute;rios Galaxy S6 e S5 &eacute; a Apple, com 15% e 12%, respectivamente. Embora eu n&atilde;o tenha informa&ccedil;&otilde;es se o lan&ccedil;amento do iPhone Red e iPhone 7 Plus foram intencionalmente planejados para coincidir com as not&iacute;cias do S8, certamente parece conveniente.</p>
<p>Mas ser&aacute; que a Samsung deveria estar preocupada? Provavelmente n&atilde;o. Ainda que o Galaxy Note 7 tenha passado por uma fase dif&iacute;cil, a Samsung j&aacute; anunciou que a pr&eacute;-venda do Galaxy S8 j&aacute; &eacute; o dobro da que o S7 conseguira no ano anterior. Para a pr&eacute;-venda do S8, a Samsung vai incluir o novo Gear VR de gra&ccedil;a, um movimento que ajudou a impulsionar o S7 para se tornar o dispositivo mais vendido em abril e maio de 2016.</p>
<p><strong>O Galaxy S8 ser&aacute; o assassino do iPhone? N&atilde;o se os n&uacute;meros nos disserem alguma coisa.</strong> No ano passado, 5% dos novos clientes da Samsung tinham migrado de um iPhone, enquanto 66% j&aacute; haviam sido propriet&aacute;rios de aparelhos da marca anteriormente. Os outros novos clientes da marca vinham da plataforma Android embarcada em aparelhos de marcas concorrentes. A lealdade &agrave; Apple/ iOS paira em torno de 93%. A Samsung provavelmente ir&aacute; receber mais clientes vindos de sua pr&oacute;pria base instalada ou de usu&aacute;rios do Android em outros aparelhos do que de ex-propriet&aacute;rios de iPhone.</p>
<p>Por isso, entendo que o foco da Samsung deve ser o de manter seus clientes dentro do seu ecossistema, quem sabe levando-os a explorar outras categorias, como &eacute; o caso dos aparelhos de realidade virtual como o <strong>Gear VR</strong>. Essa &eacute; uma estrat&eacute;gia que tem ficado evidente desde os &uacute;ltimos eventos em que a marca esteve presente, como a MWC e o Unpacked 2017, quando apresentou dois novos tablets, uma atualiza&ccedil;&atilde;o no seu headset VR, uma c&acirc;mera 360&ordm;, um roteador Wi-Fi, entre outros.</p>
<p>No final, o maior desafio da Samsung n&atilde;o ser&aacute; superar o Note 7 ou a Apple, mas encontrar formas de crescer em um ambiente tecnol&oacute;gico que est&aacute; em constante mudan&ccedil;a. Ser&aacute; preciso focar mais na interoperabilidade, na casa conectada e em formas de conseguir convencer os consumidores a comprarem essas mais recentes novidades.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 13 Apr 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Samsung-foca-em-novidades-para-consumidores-fiis</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[P?scoa 2017 deve vender mais ovos caseiros]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Pscoa-2017-deve-vender-mais-ovos-caseiros</link>
         <description><![CDATA[<p>Em tempos de economia em crise, presentes e produtos sazonais, como os ovos de P&aacute;scoa, perdem relev&acirc;ncia e afastam os consumidores das compras. Mesmo assim, o setor de chocolates encontra alternativas para conquistar novos e velhos compradores, como &eacute; o caso dos ovos caseiros, que t&ecirc;m custo menor e cujas vendas, em valor e volume, cresceram em 2016. Por sua vez, os ovos industrializados, que se mant&ecirc;m como o produto mais procurado na P&aacute;scoa, encontram respiro com as linhas de miniovos e com outras op&ccedil;&otilde;es menores da guloseima. &Eacute; o que aponta um estudo da Kantar Worldpanel.</p>
<p>Segundo o levantamento, a venda de ovos de P&aacute;scoa em 2016 voltou ao mesmo patamar de 2013, mas, considerando-se o evento completo, que inclui a comercializa&ccedil;&atilde;o de outros tipos e formatos de chocolate atrelados &agrave; data, o consumo chegou aos n&iacute;veis de 2012. Na compara&ccedil;&atilde;o entre 2016 e 2015, o valor comercializado de ovos de P&aacute;scoa caiu 3,4%, enquanto o volume, em quilos, baixou 7,5%. Houve uma retra&ccedil;&atilde;o de 0,7% no n&uacute;mero de compradores, que levaram menos volume (em gramas)por domic&iacute;lio (-6,9%) e menos unidades nas idas aos pontos de vendas (-16,7%).</p>
<p>A queda &eacute; puxada principalmente pelos ovos industrializados, uma vez que o segmento perde tanto compradores como o volume, em quilos(-20,3%vs 2015). E a venda do doce voltado &agrave;s crian&ccedil;as retraiu mais do que aqueles focados nos adultos. Assim, a import&acirc;ncia em volume comercializado, em unidades, de ovos para adultos passou de 67,8% em 2015 para 73,9% no ano passado. Nesse mesmo quesito, a import&acirc;ncia de ovos infantis baixou de 32,2% para 26,1%. De acordo com a pesquisa, a queda no segmento de ovos infantis &eacute; uma prov&aacute;vel rea&ccedil;&atilde;o &agrave; subida dos pre&ccedil;os, ano ap&oacute;s ano, nessa categoria de guloseima.</p>
<p>Em contrapartida, as chocolaterias e os ovos caseiros conseguiram crescer em 2016 em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior: as primeiras arrecadaram 25,6% a mais com as vendas e aumentaram em 2,3% o volume (em quilos) comercializado. Os ovos artesanais, por sua vez, registraram 21,9% de crescimento no valor vendido e 17,9% no volume. Esse &uacute;ltimo segmento, na realidade, foi o &uacute;nico a ganhar compradores em 2016: sua taxa de penetra&ccedil;&atilde;o passou de 9,4% na P&aacute;scoa de 2015 para12,1% em 2016. A categoria tamb&eacute;m registrou os menores pre&ccedil;os do mercado, al&eacute;m de ter crescido a import&acirc;ncia em unidades: passou de 20% para 27,5%, enquanto os ovos industrializados seguiram a dire&ccedil;&atilde;o oposta, caindo de 73,1% em 2015 para 65,3% no ano passado.</p>
<p>Os pre&ccedil;os mais altos dos ovos industrializados e mais em conta dos artesanais levaram ao seguinte cen&aacute;rio, segundo o levantamento da Kantar Worldpanel: na hora da compra de P&aacute;scoa, o consumidor que opta pelos industrializados leva para casa ovos pequenos, enquanto quem escolhe um ovo caseiro adquire um produto de maior peso. No comparativo entre 2015 e 2016, as linhas de ovos industrializados com peso entre 100 gramas e 150 gramas pularam de 28,4% para 31,8%. J&aacute; com os ovos caseiros se deu o contr&aacute;rio. Se em 2015 25,8% compraram o doce com esse mesmo peso, em 2016 esse n&uacute;mero baixou para 15,4%. J&aacute; os compradores de unidades maiores, como os ovoscaseiros de 451 gramas a 550 gramas, saltaram de 14,1% para 20,5%.</p>
<p>Outro dado destacado pela pesquisa &eacute; que tanto as chocolaterias como os ovos industrializados alcan&ccedil;am consumidores com perfil premium, com diferentes nuances. Assim, o maior n&uacute;mero de compradores de ovos nesses segmentos pertence &agrave; classe A/B, e sua fam&iacute;lia &eacute; composta por um casal com crian&ccedil;as e/ou pr&eacute;-adolescentes (compradores de ovos industrializados) ou um casal com filhos adultos (frequentadores das chocolaterias). No caso dos ovos caseiros, que t&ecirc;m custo menor, o p&uacute;blico principal pertence &agrave; classe C, cuja fam&iacute;lia &eacute; constitu&iacute;da em sua maioria por um casal com crian&ccedil;as.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 10 Apr 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Pscoa-2017-deve-vender-mais-ovos-caseiros</guid>
      </item>	
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         <title><![CDATA[Os gastos com FMCG no M?xico n?o est?o em risco ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Os-gastos-com-FMCG-no-Mxico-no-esto-em-risco-em</link>
         <description><![CDATA[<p>Os gastos com FMCG no M&eacute;xico n&atilde;o est&atilde;o em risco em 2017. V&aacute; em frente!<br />Desde o come&ccedil;o do ano, novos reports est&atilde;o falando sobre a Crise Mexicana de 2017: o efeito Trump, a incerteza sobre as rela&ccedil;&otilde;es futuras com o EUA e a alta do peso.</p>
<p>Em uma base di&aacute;ria, esses fatos t&ecirc;m influenciado o esp&iacute;rito dos mexicanos e desencadeado uma rea&ccedil;&atilde;o em mais de tr&ecirc;s em quatro consumidores que acreditam que sua economia familiar est&aacute; sofrendo com o efeito da crise.</p>
<p>Apesar do crescimento do PIB ter desacelerado no fim de 2016 (2,2%), a economia mexicana continua crescendo em 2017, mas ainda est&aacute; longe das metas de 2016. Contudo, se olharmos al&eacute;m do M&eacute;xico, o overview da Am&eacute;rica Latina mostra que n&atilde;o &eacute; s&oacute; o M&eacute;xico, mas o Brasil e a Argentina tamb&eacute;m est&atilde;o lutando contra dificuldades econ&ocirc;micas (os pa&iacute;ses registraram -3,5% e -1,8% de queda do PIB, respectivamente).</p>
<p>Portanto, uma pergunta importante &eacute;, se o M&eacute;xico como segunda economia de Latam estaria enfrentando um desafio com gastos em FMCG em 2017. N&oacute;s antecipamos a resposta: n&atilde;o.Mas, por qu&ecirc;? H&aacute; tr&ecirc;s indicadores principais para avaliar se os gastos com FMCG de algum pa&iacute;s est&aacute; sob algum risco ou prestes a mudar o comportamento de compras em curto prazo: primeiramente, a taxa de desemprego; em segundo lugar, a taxa de infla&ccedil;&atilde;o; e finalmente, moeda local vs varia&ccedil;&atilde;o do d&oacute;lar.</p>
<p>a. Taxa de desemprego: Esse &eacute; um ponto cr&iacute;tico nos pa&iacute;ses de LatAm, especialmente dada a aus&ecirc;ncia de seguro desemprego p&uacute;blico (como &eacute; o caso da Espanha). Hoje, 4% dos mexicanos est&atilde;o desempregados, menos do que no ano passado (-0,4 pp. vs 2015). Essa &eacute; uma taxa superbaixa, quando comparamos com a crise da Argentina de 2001, quando 1 em cada 2 lares argentinos tinham um membro desempregado. A taxa de desemprego do M&eacute;xico tamb&eacute;m &eacute; muito baixa quando comparada com a taxa do Brasil: 12%.</p>
<p>b. Taxa de infla&ccedil;&atilde;o vs sal&aacute;rio: Se os pre&ccedil;os aumentarem a uma taxa mais alta do que os sal&aacute;rios, &eacute; prov&aacute;vel que impactem diretamente no humor dos consumidores. Quanto maior a diferen&ccedil;a, mais propenso a um pa&iacute;s &eacute; a eros&atilde;o de seus padr&otilde;es de compra. No caso do M&eacute;xico, o m&ecirc;s de Janeiro de 2016 apresentou o maior sal&aacute;rio m&iacute;nimo em 17 anos, com um aumento de 9,5% vs ano anterior. Isso &eacute; significante quando consideramos o contexto da infla&ccedil;&atilde;o subir 3,4% em dezembro de 2016 vs o &uacute;ltimo ano, de acordo com o Banco Central do M&eacute;xico. Em compensa&ccedil;&atilde;o, em 2016 a infla&ccedil;&atilde;o argentina subiu +41% vs o ano anterior e a varia&ccedil;&atilde;o salarial nominal foi apenas +33%. Isso representa uma perda de 3pp em termos de sal&aacute;rios reais e -4% de queda em volume na cesta de FMCG. Se a infla&ccedil;&atilde;o continuar crescendo no M&eacute;xico ao longo dos pr&oacute;ximos meses, ela deve ser observada de perto. &Eacute; como conduzir compras maiores por viagem, promo&ccedil;&otilde;es ser&atilde;o procuradas pelos consumidores (principalmente no canal moderno) e marcas com pre&ccedil;os baixos ir&atilde;o se beneficiar. Isso j&aacute; foi visto recentemente com o &ldquo;Gasolinazo&rdquo; (aumento do pre&ccedil;o da gasolina em janeiro de 2016), o que levou 13,2% de mexicanos a declarar que buscar&atilde;o marcas mais baratas neste ano.</p>
<p>c. Moeda local vs varia&ccedil;&atilde;o do d&oacute;lar: Se o consumidor m&eacute;dio est&aacute; endividado em moeda estrangeira, deve-se esperar um impacto negativo direto em suas economias e poder de consumo. Mais da metade dos domic&iacute;lios mexicanos est&atilde;o endividados e essa porcentagem tem crescido durante os &uacute;ltimos anos: +11 pp 2015 vs o ano anterior.</p>
<p>Durante os &uacute;ltimos cinco anos, o peso mexicano declinou +55% vs d&oacute;lar: de $12,93 em 2012 para $ 19,99 em 2016. De novembro de 2016 at&eacute; a metade de janeiro de 2017, a desvaloriza&ccedil;&atilde;o do peso atingiu +20%, acima de $22 pesos.</p>
<p>Surpreendentemente, o peso mexicano est&aacute; agora no topo do ranking das moedas mais apreciadas dos mercados emergentes: recuperou +10,5% desde novembro de 2016, at&eacute; os atuais $19,75. Pode ser que o pico Nov-Jan tenha sido provocado por expectativas ou fatores subjetivos ap&oacute;s a elei&ccedil;&atilde;o de Trump.</p>
<p>Os fatores descritos acima s&atilde;o fatores econ&ocirc;micos e se o alcance da an&aacute;lise for amplificado, devemos considerar os fatores a longo prazo:</p>
<p>I. Din&acirc;mica demogr&aacute;fica: &eacute; esperado que os pa&iacute;ses da Am&eacute;rica Latina envelhe&ccedil;am e ent&atilde;o, teremos uma redu&ccedil;&atilde;o no n&uacute;mero m&eacute;dio de membros por domic&iacute;lio; e o M&eacute;xico dever&aacute; seguir essa tend&ecirc;ncia. Em 2005, a m&eacute;dia dos domic&iacute;lios mexicanos era composta por 4,3 membros. Em apenas uma d&eacute;cada, isso caiu para 3,7 membros por domic&iacute;lio. &Eacute; esperado que domic&iacute;lios menores cres&ccedil;am: em 10 anos, ser&atilde;o 35,7 milh&otilde;es de domic&iacute;lios no M&eacute;xico (+18% vs 2015) com 3,3 membros e longevidade ir&atilde;o caracteriz&aacute;-los, levando em conta que a expectativa de vida &eacute;, agora, de 75 anos (+1,5 anos vs 2000)</p>
<p>II. Desenvolvimento da oferta de varejo: O crescimento das lojas de conveni&ecirc;ncia &eacute; uma tend&ecirc;ncia crescente em LatAm, assim como a evolu&ccedil;&atilde;o do e-commerce. Embora online n&atilde;o seja altamente desenvolvido para FMCG no mercado mexicano (0,9 pontos de penetra&ccedil;&atilde;o em 2016) &eacute; esperado que o online cres&ccedil;a.</p>
<p>Apesar da situa&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica mexicana n&atilde;o estar em crise, algumas mudan&ccedil;as s&atilde;o esperadas em termos de prioridades, h&aacute;bitos de compra, marcas e escolha de estabelecimentos. Estas mudan&ccedil;as devem ser consideradas se as marcas e fabricantes querem ficar perto de seus compradores mexicanos.</p>
<p>Para o FMCG, a cesta de alimentos tem maior relev&acirc;ncia no M&eacute;xico. Mas isso n&atilde;o significa que haja menos espa&ccedil;o para categorias n&atilde;o discricion&aacute;rias. Na verdade, essas categorias continuam a crescer no mercado mexicano, evid&ecirc;ncia clara de uma falta de crise. Aprendizagens de outros pa&iacute;ses mostram-nos que as formas mais comuns de downgrade s&atilde;o em termos de produto ou de comprar menos categorias n&atilde;o essenciais. Um exemplo disto vem do Reino Unido em 2008, quando os consumidores reagiram a altas taxas de infla&ccedil;&atilde;o; ou o comportamento atual no Brasil ou na Argentina, onde os produtos dispens&aacute;veis s&atilde;o aqueles que est&atilde;o se retraindo mais.</p>
<p>O valor da cesta de FMCG cresceu + 5% (2016 vs. ano anterior) e excedeu as taxas de infla&ccedil;&atilde;o de 2016. A maior despesa levou o crescimento do valor de FMCG, como frequ&ecirc;ncia, que desacelerou vs o ano passado. Nesse contexto, as compras de abastecimento podem ter um importante desenvolvimento nos pr&oacute;ximos anos. Por qu&ecirc;? O forte investimento que espera que seja feito no canal moderno ir&aacute; impulsionar miss&otilde;es de compras maiores no M&eacute;xico. Num futuro pr&oacute;ximo, esta tend&ecirc;ncia representa um desafio para o canal tradicional e as marcas que s&atilde;o altamente dependentes deste canal.</p>
<p>O canal moderno est&aacute; crescendo no M&eacute;xico (40,4% de vendas em bens de consumo, +1,5 pp vs. ano anterior), com Hipermercados e Supermercados com maior contribui&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o s&oacute; os hipermercados e supermercados est&atilde;o crescendo, como tamb&eacute;m o canal de conveni&ecirc;ncia: Oxxo, o l&iacute;der em conveni&ecirc;ncia, est&aacute; prevendo investir em novas lojas e ter&aacute; espa&ccedil;o de canal tradicional. Al&eacute;m disso, as farm&aacute;cias est&atilde;o com previs&atilde;o de continuar a desenvolver o seu formato h&iacute;brido (farm&aacute;cia + drogaria + mini-supermercado).</p>
<p>Marcas globais e marcas locais provavelmente crescer&atilde;o em um futuro pr&oacute;ximo: hoje, 7 das 10 marcas de maior crescimento no M&eacute;xico s&atilde;o locais. No entanto, o crescimento da marca global depender&aacute; do investimento no canal moderno. Atualmente, as marcas pr&oacute;prias s&atilde;o mais relevantes em certas categorias (mesmo na cesta de cuidados pessoais) e os fabricantes devem olhar isso de perto. Se as marcas querem evitar a perda de consumidores, ent&atilde;o a inova&ccedil;&atilde;o ser&aacute; a chave para manter e ganhar penetra&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>O ambiente econ&ocirc;mico atual n&atilde;o &eacute; como era esperado: muitos mexicanos imaginaram um come&ccedil;o diferente para 2017. No entanto, apesar da falta de otimismo, o M&eacute;xico n&atilde;o est&aacute; passando por uma crise: a falta de taxas cr&iacute;ticas de desemprego, a integridade dos padr&otilde;es de compra e a recupera&ccedil;&atilde;o do peso mexicano vs d&oacute;lar s&atilde;o todos os indicadores de que o FMCG no M&eacute;xico est&aacute; apresentando para um outro crescimento de 3-5% em dezembro.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 30 Mar 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Os-gastos-com-FMCG-no-Mxico-no-esto-em-risco-em</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[iOS e Android dominam o mercado]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/iOS-e-Android-dominam-o-mercado</link>
         <description><![CDATA[<p>As mais recentes conclus&otilde;es da an&aacute;lise da venda de sistemas operacionais de smartphone da Kantar Worldpanel ComTech apontam que o iOS conseguiu um crescimento cont&iacute;nuo na maior parte das regi&otilde;es rastreadas, exceto Jap&atilde;o, Espanha e China Urbana. O Android tamb&eacute;m continuou a crescer na participa&ccedil;&atilde;o de mercado em todas as localidades, menos nos Estados Unidos. Os dados mostram que n&atilde;o h&aacute; nenhum outro sistema que desafie os dois gigantes atualmente, j&aacute; que est&atilde;o distantes os dias nos quais BlackBerry OS, Symbian ou Windows Mobile poderiam causar algum impacto significativo. Est&aacute; claro que haver&aacute; apenas dois sistemas avan&ccedil;ando. Para ter sucesso, os fabricantes de aparelhos ter&atilde;o de estar atentos &agrave;s regras do mercado.</p>
<p>&ldquo;O Mobile World Congress 2017, em fevereiro, demonstrou o verdadeiro estado do mercado, com as marcas Nokia e Blackberry capturando muita aten&ccedil;&atilde;o, mas agora operando no Android e n&atilde;o em seus pr&oacute;prios sistemas operacionais&rdquo;, afirma Lauren Guenveur, Diretora de Global Consumer Insight para Kantar Worldpanel ComTech. &ldquo;Testemunhamos algo como um retorno ao passado com o novo Nokia 3310, uma vers&atilde;o atualizada do ic&ocirc;nico modelo da marca, al&eacute;m de v&aacute;rios novos Nokia Android sendo comercializados pela HMD, respons&aacute;vel pelo licenciamento da marca. Novo parceiro de manufatura da BlackBerry, a TCL Communication anunciou o Android BlackBerry KEYone, que inclui seu cl&aacute;ssico teclado.&rdquo;</p>
<p><strong>IPhone 7 ainda &eacute; destaque nos maiores mercados consumidores</strong></p>
<p>Nos cinco maiores mercados europeus &ndash; Gr&atilde; Bretanha, Alemanha, Fran&ccedil;a, It&aacute;lia e Espanha -, o Android representou 74,3% das vendas de smartphones no per&iacute;odo mais recente, um aumento marginal de 72,9% nos tr&ecirc;s meses encerrados em janeiro de 2016. J&aacute; o iOS deteve uma participa&ccedil;&atilde;o de 22,7%, sendo o iPhone 7 o dispositivo mais vendido na Gr&atilde; Bretanha, Fran&ccedil;a e Alemanha.</p>
<p>Dois novos smartphones Android - o Nokia 3 e 5, al&eacute;m do lan&ccedil;amento global do Nokia 6 &ndash; poderiam ser bem recebidos na Europa Ocidental, pois a lealdade &agrave; marca &eacute; historicamente alta. No in&iacute;cio de 2016, a Nokia representava 6% dos smartphones vendidos em todos os maiores mercados consumidores, tornando-se a quarta maior marca na &eacute;poca.</p>
<p>&ldquo;O foco da HMD Global em revitalizar o nome da Nokia parece concentrado na qualidade do custo. Seus tr&ecirc;s novos telefones Android custam &euro; 229 ou menos, com o Android Nougat, Google Assistant, constru&ccedil;&atilde;o em alum&iacute;nio e outras especifica&ccedil;&otilde;es de m&eacute;dio porte&rdquo;, afirma Dominic Sunnebo, Diretor de Unidade de Neg&oacute;cios da Kantar Worldpanel ComTech Europe. &ldquo;Enquanto esses modelos n&atilde;o devem rivalizar com o iPhone 7 da Apple ou com o esperado Samsung Galaxy S8, eles competem com outros dispositivos de m&eacute;dio alcance, como o Huawei P8 e P9 Lite. Ambos os modelos Huawei s&atilde;o fortes vendedores em mercados conscientes em rela&ccedil;&atilde;o aos pre&ccedil;os, como It&aacute;lia e Espanha. Esta situa&ccedil;&atilde;o pode apresentar um novo desafio para a Huawei, uma vez que a afasta ainda mais do mercado premium com a chegada do P10&rdquo;, completa o executivo.</p>
<p><strong>Android segue dominante na &Aacute;sia</strong></p>
<p>Na China Urbana, nos tr&ecirc;s meses encerrados em janeiro de 2017, o Android representou 83,2% dos smartphones vendidos, um aumento de 9,3 pontos percentuais em compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo no ano passado. A Huawei continua a representar mais de um quarto das vendas de smartphones na regi&atilde;o, com 26,6% nos tr&ecirc;s primeiros meses encerrados em janeiro deste ano. A Apple, cujo iPhone 7 continua a ser o smartphone mais vendido na China Urbana, e a Xiaomi s&atilde;o a segunda e terceira maiores fabricantes da &Aacute;sia, com 16,6% e 14,5% de participa&ccedil;&atilde;o, respectivamente. No entanto, eles continuam a sofrer decl&iacute;nios ano a ano, j&aacute; que enfrentam concorr&ecirc;ncia crescente da Oppo e Vivo.</p>
<p>&ldquo;A Xiaomi n&atilde;o participou do Mobile World Congress deste ano j&aacute; que n&atilde;o tinha nenhum dispositivo novo para lan&ccedil;ar," revelou Tamsin Timpson, diretora estrat&eacute;gico do insight em Kantar Worldpanel ComTech &Aacute;sia. &ldquo;Assim como fez no ano passado, a Oppo marcou presen&ccedil;a no evento lan&ccedil;ando um novo hardware sob a forma de seu sistema 5x Dual Camera Zoom no lugar de introduzir um novo dispositivo. A Oppo, patrocinadora do time de futebol Barcelona, tem como objetivo o crescimento para al&eacute;m da China.&rdquo;</p>
<p><strong>Os n&uacute;meros dos Estados Unidos</strong></p>
<p>Nos tr&ecirc;s meses que terminaram em janeiro de 2017, o Android respondeu por 56,4% das vendas de smartphones nos Estados Unidos, uma queda de 1,8 pontos percentuais em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo do ano anterior. O iOS representou 42% das vendas, um aumento de 2,9 pontos percentuais em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior.</p>
<p>&ldquo;&Eacute; dif&iacute;cil ver o impacto de todos os dispositivos lan&ccedil;ados no MWC 2017 na perspectiva de um consumidor norte-americano, j&aacute; que muitos deles n&atilde;o est&atilde;o inicialmente planejados para venda nos Estados Unidos", acrescenta Guenveur. &ldquo;Setenta por cento do mercado interno do pa&iacute;s &eacute; dominado pela Apple e a Samsung, e a terceira maior fabricante, a LG, respondeu por 11,1% das vendas nos tr&ecirc;s meses encerrados em janeiro de 2017&rdquo;, completa.</p>
<p>"O mais recente carro-chefe da LG, o G6, lan&ccedil;ado no MWC, abandona o projeto modular do G5 do ano passado e tem alguns dos recursos premium do V20. Enquanto o V20 &eacute; o dispositivo mais vendido da LG nos Estados Unidos durante o per&iacute;odo mais recente, a for&ccedil;a real da LG nos EUA sempre esteve no mercado pr&eacute;-pago de baixo a m&eacute;dio porte. Embora o G6 seja bem-vindo no pa&iacute;s, &eacute; improv&aacute;vel que tenha um impacto significativo na participa&ccedil;&atilde;o de mercado da LG&rdquo;, diz Guenveur.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 15 Mar 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/iOS-e-Android-dominam-o-mercado</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[O pr?ximo passo para a ind?stria de smartphones]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/O-prximo-passo-para-a-indstria-de-smartphones</link>
         <description><![CDATA[<p>Foi uma d&eacute;cada incr&iacute;vel para o mercado de smartphones, mas 2016 ser&aacute; marcado na hist&oacute;ria por ser o ano em que o mercado de smartphones parou de crescer. As vendas ca&iacute;ram 2% nos mercados monitorados pela Kantar Worldpanel ComTech &ndash; Incluindo os EUA, Gr&atilde;-Bretanha, Alemanha, Fran&ccedil;a, It&aacute;lia, Espanha, China, Austr&aacute;lia e Jap&atilde;o. Enquanto as ind&uacute;strias amadurecem, menos consumidores est&atilde;o se movendo entre marcas e ecossistemas, vendedores est&atilde;o se voltando para a venda de atualiza&ccedil;&otilde;es mais frequentes e substitui&ccedil;&atilde;o de dispositivos existentes, em vez de se conectar com um grande n&uacute;mero de novos compradores.</p>
<p>Em um novo relat&oacute;rio dispon&iacute;vel da Kantar Worldpanel ComTech, Lauren Guenveur, Global Consumer Insight Director, descreveu uma mudan&ccedil;a fundamental na forma como as operadoras e os fabricantes est&atilde;o agora comercializando devices e servi&ccedil;os para potenciais clientes. Algumas de suas novas t&aacute;ticas incluem:</p>
<p>&bull; Reconhecendo e respondendo a mudan&ccedil;as no comportamento de compra e atraindo os consumidores a comprar atualiza&ccedil;&otilde;es de dispositivos com mais frequ&ecirc;ncia</p>
<p>&bull; Instruindo os compradores para novas tecnologias que melhoram a experi&ecirc;ncia no uso do smartphone</p>
<p>&bull; Oferecendo os consumidores uma experi&ecirc;ncia de uso mais completa, que inclui a combina&ccedil;&atilde;o chamativa de servi&ccedil;os e conte&uacute;do com o smartphone</p>
<p>Wearables foram vistos como a pr&oacute;xima grande tecnologia m&oacute;vel, prometendo expandir o ecossistema dos smartphones para pulso. No entanto, a julgar pelos resultados de vendas decepcionantes, a ind&uacute;stria estava mais entusiasmadas com o potencial do que os consumidores.</p>
<p>Realidade Virtual, realidade aumentada, um crescimento importante de intelig&ecirc;ncia artificial, e assistentes virtuais podem ajudar o mercado a crescer, mas sem aplica&ccedil;&otilde;es atrativas para essa tecnologia, elas podem acabar sendo mais um hype do que algo essencial.</p>
<p>Este relat&oacute;rio tamb&eacute;m oferece orienta&ccedil;&atilde;o sobre como a ind&uacute;stria pode lidar com as margens limitadas, as percep&ccedil;&otilde;es dos consumidores sobre a uniformidade generalizada de ofertas de produtos competitivos e a necessidade de introduzir produtos de maior especificidade em pontos como n&iacute;veis de pre&ccedil;os m&eacute;dio.</p>
<p>Se os fabricantes de ecossistemas m&oacute;veis querem preservar as marcas globais, eles devem lan&ccedil;ar ofertas inovadoras e criar oportunidades e novas parcerias.</p>
<p>Relat&oacute;rio completo dispon&iacute;vel atrav&eacute;s do link no lado direito desta p&aacute;gina.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 09 Mar 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/O-prximo-passo-para-a-indstria-de-smartphones</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Um dos principais usos do celular s?o as mensagens]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Um-dos-principais-usos-do-celular-so-as-mensagens</link>
         <description><![CDATA[<p>O celular j&aacute; se tornou acess&oacute;rio "obrigat&oacute;rio" entre os brasileiros. Os mais recentes dados do painel ComTech da Kantar Worldpanel mostram que 94% dos brasileiros possuem um celular, mostrando que ele j&aacute; atingiu praticamente toda a popula&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s, abrangendo todos os n&iacute;veis socioecon&ocirc;micos e faixas et&aacute;rias.<br />Os smartphones, em especial, continuam em franco crescimento, atingindo hoje mais da metade da popula&ccedil;&atilde;o brasileira.</p>
<p>A troca de mensagens instant&acirc;neas &eacute; um dos principais usos dos aparelhos m&oacute;veis: 83,3% dos lares monitorados disseram usar aplicativos de mensagens instant&acirc;neas, uma alta de 9,8 pontos percentuais em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior. Tamb&eacute;m houve aumento consider&aacute;vel entre os lares que declararam usar os celulares para assistir v&iacute;deos online (55% em 2016, aumento de 25pp) e para realizar v&iacute;deo chamadas (30,4% em 2016, aumento de 6,9pp). O uso do email, tanto para se comunicar quanto para se informar, e a necessidade do GPS dos celulares para navega&ccedil;&atilde;o, foram outros usos em destaque.<br />Tantas utilidades merecem maior investimento<br />Mais do que fazer chamadas, o smartphone hoje &eacute; um canivete su&iacute;&ccedil;o para o brasileiro, com diversas utilidades. Ainda que a faixa at&eacute; 1 mil reais seja a mais popular - representando 72,2% dos smartphones vendidos no &uacute;ltimo ano - &eacute; not&aacute;vel o interesse do p&uacute;blico por aparelhos mais premium, com custo acima dos R$ 1 mil. Talvez por executar muitas fun&ccedil;&otilde;es no cotidiano do usu&aacute;rio, os smartphones estejam merecendo um maior investimento, na vis&atilde;o do comprador.</p>
<p>O aumento da presen&ccedil;a de smartphones entre os consumidores tamb&eacute;m &eacute; positivo para as pesquisas. Hoje, sabemos que &eacute; poss&iacute;vel entender de forma muito mais profunda os h&aacute;bitos dos compradores ao analisar seus comportamentos em dispositivos m&oacute;veis. "Na Kantar, temos pain&eacute;is onde os entrevistados permitem que analisemos seus dados comportamentais em dispositivos m&oacute;veis, o que nos permite entender seu consumo em detalhes - como entender o processo de compra online e em lojas f&iacute;sicas", explica Guy Rolfe, l&iacute;der de pr&aacute;ticas em dispositivos m&oacute;veis na Kantar. "As pesquisas de mercado precisam acontecer onde o consumidor est&aacute;, e esse lugar hoje s&atilde;o os dispositivos m&oacute;veis, como celulares ou smartphones", destaca ele, lembrando que uma das vantagens desse m&eacute;todo digital de pesquisa &eacute; poder entender o consumidor de forma muito mais ampla.<br />"Hoje podemos nos conectar com as pessoas atrav&eacute;s de aparelhos m&oacute;veis desde o momento que elas fazem a compra, entendendo que marcas ou produtos eles gostam (e tamb&eacute;m os que n&atilde;o gostam), compreendendo como e quando elas interagem com as marcas, chegando at&eacute; a esmiu&ccedil;ar seu comportamento digital e como saber como se sentem, ao analisar informa&ccedil;&otilde;es vindas de wearables que monitoram a sa&uacute;de e o bem-estar. Existem muitas possibilidades e elas s&oacute; v&atilde;o crescer cada vez mais", complementa Mardien Drew, diretora de dispositivos m&oacute;veis e da incubadora de novas tecnologias da Kantar.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 24 Feb 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Um-dos-principais-usos-do-celular-so-as-mensagens</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[De seguidores a l?deres]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/De-seguidores-a-lderes</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao longo dos &uacute;ltimos anos, observamos uma mudan&ccedil;a na forma como as marcas locais se comportam.<br />A tecnologia entrega um acesso f&aacute;cil &agrave;s informa&ccedil;&otilde;es e companhias do mundo todo est&atilde;o tomando vantagem sobre isso. H&aacute; dez anos, a maioria das marcas locais eram apenas seguidoras das grandes empresas globais: a falta de um bom marketing e &aacute;reas de inova&ccedil;&atilde;o (NPD) significava que o m&aacute;ximo que elas podiam fazer era imitar, por um pre&ccedil;o menor (e na maioria das vezes, com qualidade menor). Mas hoje em dia, essas marcas locais t&ecirc;m se tornado mais sofisticadas e, em muitos casos, est&atilde;o &agrave; frente no mercado de bens de consumo massivo.</p>
<p>Como elas fizeram isso? Analisaremos seis conceitos que v&atilde;o desde as estrat&eacute;gias de marketing b&aacute;sicas at&eacute; adapta&ccedil;&otilde;es &agrave;s tend&ecirc;ncias globais. Considerando que um em cada dois d&oacute;lares gastos com categorias de consumo massivo em Latam v&atilde;o para marcas locais, &eacute; certo dizer que elas est&atilde;o no caminho de ser tornarem sucessos globais.</p>
<p>Adaptando tend&ecirc;ncias globais a costumes locais: Se algu&eacute;m dissesse que uma marca de arroz foi a marca mais inovadora da Argentina em 2016, voc&ecirc; acreditaria? Bem, Molinos &ndash; empresa de alimentos bem-sucedida &ndash; escolheu Gallo, uma das marcas mais tradicionais de arroz do pa&iacute;s, para expandir a nova categoria de snack saud&aacute;vel. &Eacute; uma combina&ccedil;&atilde;o de tr&ecirc;s itens que parecem imposs&iacute;veis de se juntar: arroz + snack + baixa caloria. As vers&otilde;es de Gallo snacks (salgado e doce) subiram mais r&aacute;pido que uma nave espacial. Foram consumidas por 11% dos lares argentinos em um &uacute;nico ano, apesar do custo ser um pouco alto para o consumidor m&eacute;dio: pelo mesmo pre&ccedil;o que voc&ecirc; paga por uma embalagem de 100gr do Gallo snack, voc&ecirc; consegue comprar 2kg de um arroz low tier. Isso mostra que ter s&oacute; 99 calorias vale o gasto! Essa foi a segunda vez que Molinos quebrou um recorde mundial de snacks. Alguns anos antes, a companhia adquiriu o produto que deu in&iacute;cio &agrave; categoria de snacks saud&aacute;veis: Choco Arroz. Este produto combina arroz com chocolate e um toque argentino de doce de leite.</p>
<p>Controle da cadeia de valor: A marca peruana de farinha, Anita Food, encontrou o sucesso inovando na produ&ccedil;&atilde;o. Em 2003, a marca desenvolveu sua pr&oacute;pria semente de trigo, que n&atilde;o s&oacute; se adequou ao clima local, como tamb&eacute;m melhorou as ofertas que j&aacute; estavam no mercado. A &rdquo;semente Anita T.4&rdquo; foi certificada e apresentada como uma das seis melhores sementes peruanas e depois ganhou reconhecimento do Minist&eacute;rio da Agricultura. Desde ent&atilde;o, a companhia cresceu rapidamente em outras regi&otilde;es e categorias, introduzindo massas e bolachas. A movimenta&ccedil;&atilde;o ocorreu com metade das fam&iacute;lias que compram Anita ao menos duas vezes por m&ecirc;s. Outra fonte do sucesso de Anita? Uma estrat&eacute;gia espec&iacute;fica e clara, focada no com&eacute;rcio tradicional. A atividade de marketing tem sido focada no ponto de venda, ao inv&eacute;s de investir grandes quantias com m&iacute;dia e est&aacute; centralizada em algumas partes de Lima.</p>
<p>Se conectando com diferentes targets: O Botic&aacute;rio, a gigante brasileira de beleza, est&aacute; presente em um ter&ccedil;o dos lares do pa&iacute;s &ndash; 17 milh&otilde;es de domic&iacute;lios, mais do que o total de domic&iacute;lios da Espanha! Se destaca trazendo novidade, e fala com pessoas que, muitas vezes, n&atilde;o est&atilde;o representadas pela maioria. Incluindo os chamados &ldquo;novos targets&rdquo; no centro de suas principais campanhas, produzindo hist&oacute;rias que deixam os cora&ccedil;&otilde;es aquecidos sobre padrastos no dia dos pais, casais separados no natal e pessoas do mesmo sexo celebrando o amor no dia dos namorados. A principal conquista da marca, se d&aacute; por ser constante na inclus&atilde;o e comunica&ccedil;&atilde;o ampla, fazendo isso repetidamente. Isso atrai novos compradores que se sentem felizes em pagar mais que o pre&ccedil;o m&eacute;dio do mercado (o &iacute;ndice de pre&ccedil;o m&eacute;dio do Botic&aacute;rio &eacute; de 150).</p>
<p>Operando em segmentos naturais e explorando novas geografias: Durante os &uacute;ltimos dois anos, diferentes companhias tiveram que explorar o conceito de &ldquo;natural&rdquo; e isso se tornou uma crescente tend&ecirc;ncia global. H&aacute; 12 anos, Quala Colombia, uma fabricante com mais de duas d&eacute;cadas de experi&ecirc;ncia de mercado, entrou na categoria de personal care, lan&ccedil;ando o shampoo Savital. A nova marca foi baseada em Sabila (aloe vera) e focada nos benef&iacute;cios dos ingredientes naturais. A marca ofereceu formatos inovadores de embalagens, especialmente os sachets, por um pre&ccedil;o baixo. Savital ganhou rapidamente reconhecimento como o shampoo escolhido pelas fam&iacute;lias colombianas, 58% dos domic&iacute;lios o escolheram em 2016. Agora tem uma grande variedade de produtos e est&aacute; alcan&ccedil;ando sucesso em outros pa&iacute;ses, como M&eacute;xico e Equador. A marca tamb&eacute;m aproveitou os valores familiares locais e isso mostrou um conceito vencedor: suas campanhas publicit&aacute;rias apresentavam m&atilde;es dando conselhos de beleza para suas filhas.</p>
<p>Habilidade de conectar sustentabilidade com benef&iacute;cios para o consumidor: A Ind&uacute;stria Alen nasceu em Monterrey, M&eacute;xico, h&aacute; mais de 50 anos e ganhou um lugar no topo do ranking de home care. A marca atinge agora 80% dos domic&iacute;lios mexicanos atrav&eacute;s de marcas como Pinol e Cloralex. O que torna Alen especial? O comprometimento com a sustentabilidade que vai al&eacute;m da sua miss&atilde;o e vis&atilde;o. Existe um comit&ecirc; de sustentabilidade que define metas objetivas a cada ano, que v&atilde;o desde embalagens sustent&aacute;veis at&eacute; regula&ccedil;&otilde;es nacionais, al&eacute;m de promover a reciclagem. Outra conquista not&aacute;vel da Alen &eacute; o v&iacute;nculo que eles estabeleceram entre sustentabilidade e a no&ccedil;&atilde;o de &lsquo;Natural&rsquo;, que &eacute; uma coisa que outras marcas ao redor do mundo tamb&eacute;m fazem (e que est&aacute; na cabe&ccedil;a da maioria dos consumidores). Alen&rsquo;s Ensue&ntilde;o &eacute; o primeiro amaciante no mercado que tem base vegetal, economiza &aacute;gua pela baixa produ&ccedil;&atilde;o de espuma e tem embalagens feitas com materiais 100% renov&aacute;veis.</p>
<p>&ldquo;Nacionaliza&ccedil;&atilde;o&rdquo; e o orgulho de ser local: Muito frequentemente, consumidores sentem que as marcas locais entendem e respondem melhor aos interesses e cultura do pa&iacute;s. Manaos, a marca de refrigerantes &eacute; um bom exemplo: com pre&ccedil;os baixos, alto investimento em m&iacute;dia e alcance similar &agrave; marca l&iacute;der de mercado. Em apenas 3 anos, a marca dobrou sua base de compradores, alcan&ccedil;ando 20% dos domic&iacute;lios em 2015. O que torna Manaos especial? A marca se orgulha de ser Argentina e estar em todos os cantos do pa&iacute;s. O maior exemplo disso &eacute; o comercial que se tornou viral, onde a marca &ldquo;leva Manaos para as Ilhas Malvinas&rdquo;, com o conceito de retomar o di&aacute;logo em torno de um tema sens&iacute;vel. Isso n&atilde;o apenas colocou a marca nos holofotes, como tamb&eacute;m a fez ganhar posi&ccedil;&atilde;o como uma marca nacional e &lsquo;popular&rsquo;.</p>
<p>Esta &eacute; uma pequena lista de marcas locais que conseguem ser diferentes, not&aacute;veis e significativas, cada uma da sua forma. O que as une &eacute; que elas est&atilde;o agindo como l&iacute;deres, n&atilde;o seguidoras, enquanto atingem diferentes tipos de target. Mas esses conceitos s&oacute; funcionam se voc&ecirc; for local? N&oacute;s acreditamos que n&atilde;o. Esses exemplos mostram, no entanto, que ser local permite que voc&ecirc; esteja mais perto do seu target, cres&ccedil;a, se adapte e se relacione melhor com os consumidores.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 14 Feb 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/De-seguidores-a-lderes</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Apple encerra 2016 como a marca l?der]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Apple-encerra-2016-como-a-marca-lder</link>
         <description><![CDATA[<p>Os dados mais recentes sobre vendas de sistemas operacionais para smartphones da Kantar Worldpanel ComTech mostram que no quarto trimestre de 2016 o iOS continuou a crescer ano-a-ano em todas as regi&otilde;es monitoradas, exceto na China urbana. J&aacute; o Android ganhou na maioria dos mercados, exceto Estados Unidos, Gr&atilde;-Bretanha e Austr&aacute;lia.</p>
<p>&ldquo;Embora o Android ainda tenha um ecossistema maior, a Apple foi a top brand nos Estados Unidos e na Gr&atilde;-Bretanha no &uacute;ltimo trimestre de 2016&rdquo;, afirma Lauren Guenveur, Consumer Insight Diretor da Kantar Worldpanel ComTech. &ldquo;Nos cinco maiores mercados europeus, a Samsung ficou em primeiro lugar, seguida pela Huawei. Na China urbana, a Apple n&atilde;o foi capaz de recuperar o primeiro lugar, com a Huawei ocupando esse posto.&rdquo; Os cinco maiores mercados da Europa incluem Gr&atilde;-Bretanha, Alemanha, Fran&ccedil;a, It&aacute;lia e Espanha.</p>
<p>Nos EUA, o iOS representou 44,4% das vendas de smartphones no quarto trimestre de 2016, acima dos 39,1% registrado no mesmo per&iacute;odo de 2015. O Android ficou com 54,4% das vendas, 4,7% a menos que no ano anterior.</p>
<p>"O iPhone 7 e o iPhone 7 Plus foram os modelos mais vendidos no per&iacute;odo de festas, conquistando sua maior participa&ccedil;&atilde;o desde seu lan&ccedil;amento, em meados de setembro, e representando 28% dos smartphones vendidos no quarto trimestre&rdquo;, acrescenta Guenveur. &ldquo;Mesmo com a esperada queda causada pelos problemas do Galaxy Note 7, a Samsung manteve uma participa&ccedil;&atilde;o de 28,5%, com uma queda de apenas 0,9% em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior. O dispositivo Galaxy S7, anunciado no Mobile World Congress 2016, foi o terceiro telefone mais vendido no quarto trimestre. A decis&atilde;o da Samsung de n&atilde;o anunciar o Galaxy S8 no Mobile World Congress 2017 n&atilde;o dever&aacute; ter um grande impacto nas vendas, pois rumores d&atilde;o conta de que o lan&ccedil;amento ser&aacute; em abril&rdquo;, diz a executiva.</p>
<p>O levantamento apurou tamb&eacute;m que o Android representou 50,6% das vendas de smartphones na Gr&atilde;-Bretanha no quarto trimestre de 2016 vs os 47,6% do iOS .O que representa um ligeiro decl&iacute;nio do Android, que registrou 51,9% no mesmo per&iacute;odo do ano anterior, enquanto iOS cresceu nove pontos percentuais.</p>
<p>"A Apple alcan&ccedil;ou sua maior fidelidade na Gr&atilde;-Bretanha, com 96% de donos de aparelhos da Apple que substitu&iacute;ram seus telefones comprando outro iPhone&rdquo;, afirma Dominic Sunnebo, Diretor de Unidade de Neg&oacute;cios da Kantar Worldpanel ComTech Europe. &ldquo;Mais de 50% dos compradores do iPhone 7 estavam trocando seus iPhone 6, j&aacute; que o ciclo de vida da marca continua a pairar em torno de 24 meses. Al&eacute;m da participa&ccedil;&atilde;o da Apple e da Samsung, que combinadas respondem a 73% das vendas de smartphones no quarto trimestre de 2016, o mercado permaneceu fragmentado. Marcas como OnePlus, Alcatel e Google experimentaram um aumento em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior, enquanto grandes nomes como Sony, LG e HTC diminu&iacute;ram&rdquo;, atesta Sunnebo.</p>
<p>O Android representou 80,7% das vendas de smartphones no &uacute;ltimo trimestre na China urbana, um aumento de 9,3 pontos percentuais em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior. O iOS representou 19,1% das vendas, abaixo dos 27,1% no mesmo per&iacute;odo do ano anterior.</p>
<p>&ldquo;O iPhone 7 continuou sendo o modelo mais vendido no mercado chin&ecirc;s no &uacute;ltimo trimestre de 2016, com 6,8%. No entanto, sua participa&ccedil;&atilde;o foi menor do que o iPhone 6s do ano passado, que representou 10,5% das vendas no quarto trimestre de 2015&rdquo;, diz Tamsin Timpson, diretor de vis&atilde;o estrat&eacute;gica da Kantar Worldpanel ComTech Asia. "Olhando para o mercado mais amplo, houve uma mudan&ccedil;a na popularidade. A lista de Top 10 dos modelos de smartphones vendidos na China urbana em 2015 continha apenas tr&ecirc;s fabricantes - Apple, Huawei e Xiaomi. Em 2016, um quarto foi adicionado a essa lista - Oppo.&rdquo;</p>
<p>As vendas de smartphones ca&iacute;ram globalmente no &uacute;ltimo trimestre de 2016 em compara&ccedil;&atilde;o com o &uacute;ltimo trimestre de 2015, ressaltou Guenveur.</p>
<p>"Considerando o status de top-seller do iPhone 7, a aus&ecirc;ncia de uma tomada de fone de ouvido n&atilde;o foi um grande problema para os consumidores - e as consequ&ecirc;ncias dos problemas com a bateria da Galaxy Note 7 tamb&eacute;m n&atilde;o foram um fator significativo. Como os smartphones se tornaram commodities, h&aacute; menos raz&otilde;es imperiosas para frequentemente comprar um novo, mesmo quando os descontos s&atilde;o abundantes. A tecnologia avan&ccedil;a continuamente e, embora os smartphones permane&ccedil;am no centro de muitas novas tecnologias, como a VR, a conex&atilde;o dom&eacute;stica e a IoT, n&atilde;o s&atilde;o mais os dispositivos mais excitantes da casa&rdquo;, conclui.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 10 Feb 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Apple-encerra-2016-como-a-marca-lder</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Epidemias impulsionam vendas de inseticidas]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Epidemias-impulsionam-vendas-de-inseticidas</link>
         <description><![CDATA[<p>Segundo estudo da Kantar Worldpanel, a penetra&ccedil;&atilde;o dos produtos cresceu em todas as classes sociais e est&aacute; em ascens&atilde;o desde 2012. S&oacute; os repelentes ganharam aproximadamente 800 mil lares compradores em 2016, sendo a penetra&ccedil;&atilde;o nos lares o principal driver de crescimento, por&eacute;m perdem frequ&ecirc;ncia de compra e volume por viagem.</p>
<p>O perfil dos compradores de repelentes se concentram em donas de casa at&eacute; 29 anos da classe A/B1, lares com crian&ccedil;as de at&eacute; 12 anos do Interior de S&atilde;o Paulo e Grande Rio de janeiro. J&aacute; o perfil dos consumidores de inseticidas s&atilde;o donas de casa com mais de 50 anos, tamb&eacute;m da Classe AB e lares sem crian&ccedil;as nas mesmas regi&otilde;es.</p>
<p>O levantamento aponta ainda que 24% dos lares compradores de inseticidas em 2016 n&atilde;o havia adquirido o item em 2015 e 2014. No caso dos repelentes, o n&uacute;mero vai a 75% dos domic&iacute;lios.</p>
<p>De acordo com os dados, os inseticidas possuem alta taxa de repetidores, com cerca de 67% dos consumidores comprando o produto em 2015 e 2016. Categoria menos consolidada, os repelentes registraram apenas 20% de repeti&ccedil;&atilde;o no mesmo per&iacute;odo.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 03 Feb 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Epidemias-impulsionam-vendas-de-inseticidas</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Overview do mercado de l?cteos no Brasil]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Overview-do-mercado-de-lcteos-no-Brasil</link>
         <description><![CDATA[<p>Presente em praticamente 100% dos domic&iacute;lios brasileiros, o leite apareceu pelo menos 2,5 vezes ao m&ecirc;s no carrinho dos consumidores no ano passado. Nesse cen&aacute;rio, o UHT destacou-se, aumentando o volume consumido dentro dos lares &ndash; uma consequ&ecirc;ncia do crescimento nas refei&ccedil;&otilde;es feitas em casa. O ano tamb&eacute;m marcou a expans&atilde;o do segmento de Zero Lactose, que atingiu em cheio aos compradores mais maduros e de classes mais altas, com lan&ccedil;amentos di&aacute;rios, n&atilde;o apenas de leites, mas tamb&eacute;m de iogurtes, queijos e manteigas, entre outros, e das mais variadas marcas.</p>
<p>Alguns fatores influenciaram o aumento de UHT nos domic&iacute;lios; al&eacute;m do uso da regular da categoria, h&aacute; um aumento do emprego do produto para fins culin&aacute;rios.</p>
<p>O cen&aacute;rio positivo dentro do lar no setor l&aacute;cteo foi influenciado pela queda elevada do consumo em bares e restaurantes, o que fez aumentar o uso da categoria tanto para beber como para a prepara&ccedil;&atilde;o de receitas, apesar de todo contexto econ&ocirc;mico negativo que a categoria sofreu, com a seca, aumento da ra&ccedil;&atilde;o e, por consequ&ecirc;ncia, o elevado aumento do pre&ccedil;o do leite. Dentro deste contexto, creme de leite, leite condensado, UHT e iogurtes foram as categorias que mais contribu&iacute;ram positivamente para o setor.</p>
<p>De acordo com os estudos elaborados pela Kantar Worldpanel, na esteira dos derivados de leite, o queijo tem tudo para se destacar no ano que acaba de come&ccedil;ar. Vers&aacute;til, j&aacute; que pode estar presente na mesa desde o caf&eacute; da manh&atilde; at&eacute; o jantar, dentro e fora do lar, o produto segue ganhando espa&ccedil;o desde 2015. As f&oacute;rmulas infantis, que t&ecirc;m maior valor agregado, tamb&eacute;m t&ecirc;m mostrado sua for&ccedil;a e ampliado seu espa&ccedil;o no ticket de compra, o que indica que a curva ascendente tem tudo para continuar.</p>
<p>As perspectivas para 2017, assim como nos demais setores, apontam que os domic&iacute;lios tendem a gastar mais conforme a estabiliza&ccedil;&atilde;o da infla&ccedil;&atilde;o e de outros indicadores macroecon&ocirc;micos, com as promo&ccedil;&otilde;es desempenhando um papel importante no consumo e produtos com embalagens alternativas e marcas mais baratas despertando cada vez mais a aten&ccedil;&atilde;o do shopper. Que venha 2017!</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 03 Feb 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Overview-do-mercado-de-lcteos-no-Brasil</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Quase 16% dos norte-americanos utilizam wearables]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Quase-16-dos-norte-americanos-utilizam-wearables</link>
         <description><![CDATA[<p>Dados recentes da Kantar Worldpanel ComTech apontam que em dezembro do ano passado 15,6% dos consumidores norte-americanos possu&iacute;am rel&oacute;gios ou pulseiras inteligentes &ndash; um aumento modesto em rela&ccedil;&atilde;o a setembro de 2016, que registrou 14,8%. A presen&ccedil;a dos smart watches seguiu baixa (4,2%). Nos quatro maiores mercados europeus - Gr&atilde; Bretanha, Alemanha, Fran&ccedil;a e It&aacute;lia, a ado&ccedil;&atilde;o desse tipo de produto continuou abaixo da dos Estados Unidos, alcan&ccedil;ando 9,2%, com os smart watches respondendo por 3,8% da categoria.</p>
<p>&ldquo;As pulseiras inteligentes continuam a superar os smart watches mais avan&ccedil;ados&rdquo;, afirma Lauren Guenveur, Diretora do Consumer Insight da Kantar Worldpanel ComTech. "No quarto trimestre de 2016 apenas 35% dos wearables comprados nos Estados Unidos foram rel&oacute;gios, um decl&iacute;nio de 40% no terceiro trimestre de 2016. A Apple era a marca top de smartwatch nos EUA, com uma participa&ccedil;&atilde;o de 50% contra 24% no terceiro trimestre de 2016. O concorrente mais pr&oacute;ximo foi a Samsung (17,4%), enquanto o restante do mercado estava fragmentado entre fornecedores menores.</p>
<p>O Apple Watch Series 2, lan&ccedil;ado em setembro de 2016, impulsionou a participa&ccedil;&atilde;o da Apple nas vendas de smartwatch. O modelo oferece um design &agrave; prova d'&aacute;gua e GPS, enquanto o menor custo da S&eacute;rie 1 baixou os pre&ccedil;os para tentar atrair alguns compradores adicionais. A S&eacute;rie 2 foi a mais vendida da Apple smartwatch no per&iacute;odo (33%), mesmo sem apresentar qualquer desconto no dispositivo.</p>
<p>&ldquo;Na categoria de pulseiras inteligentes, a Fitbit continuou a dominar as vendas com 75%, contra 43% no terceiro trimestre de 2016&rdquo;, acrescentou Guenveur. &ldquo;Garmin, seu concorrente mais pr&oacute;ximo, capturou uma participa&ccedil;&atilde;o de 12,5%. As promo&ccedil;&otilde;es da Black Friday e da Cyber Monday foram importantes para a Fitbit, com quase todos os modelos tendo descontos de US$ 20 a US$ 30, dependendo do varejista. A FitBit Charge 2, lan&ccedil;ada em meados de setembro, obteve o maior sucesso, ficando com 27% das vendas.</p>
<p>Nos quatro maiores mercados europeus, os rel&oacute;gios inteligentes levaram a melhor, ficando com 38% das vendas de wearables no quarto trimestre de 2016, liderado pela Gr&atilde;-Bretanha, onde quase 45% dos wearables comprados foram smartwatches. A menor penetra&ccedil;&atilde;o para smartwatches foi na Fran&ccedil;a, onde 70% dos que compraram um wearable optou por uma pulseira inteligente. A Apple se manteve como a marca de smartwatch mais vendida, conquistando 37% no quarto trimestre de 2016 &ndash; a Samsung ficou com 16%. A Fitbit capturou 50% das vendas das pulseiras inteligentes, com um Garmin mais competitivo e que atingiu 23%. Na Alemanha, a Garmin ultrapassou a Fitbit como a maior marca de pulseiras inteligentes, com 36% contra 31%, respectivamente.</p>
<p>&ldquo;Al&eacute;m da Apple e Fitbit, os fabricantes t&ecirc;m lutado para convencer os consumidores a comprar wearables, uma vez que eles s&atilde;o considerados &lsquo;a pr&oacute;xima grande coisa&rsquo; na tecnologia&rdquo;, aponta Guenveur. "Nos EUA, entre os n&atilde;o-propriet&aacute;rios pesquisados em dezembro de 2016, apenas 8% planejavam comprar um dispositivo port&aacute;til nos pr&oacute;ximos 12 meses, enquanto 76% n&atilde;o pretendiam comprar. O pre&ccedil;o continua a ser a maior barreira (46%), enquanto 33% afirmam que &lsquo;as funcionalidades n&atilde;o s&atilde;o &uacute;teis&rsquo;, e 30% disseram que n&atilde;o queriam usar um rel&oacute;gio&rdquo;, revela a executiva.</p>
<p>Apesar da menor penetra&ccedil;&atilde;o nos mercados europeus, a inten&ccedil;&atilde;o futura de comprar um wearable &eacute; maior do que nos Estados Unidos, com 12,1% planejando comprar no pr&oacute;ximo ano. Daqueles que planejam adquirir esse tipo de produto, 39% disseram que iriam comprar um rel&oacute;gio inteligente, mais do que aqueles que pretendem comprar uma pulseira (31%). Quase um ter&ccedil;o disse que n&atilde;o tinha certeza do que fariam.</p>
<p>Para alguns fornecedores, a instabilidade do mercado teve consequ&ecirc;ncias. Lenovo&rsquo;s Moto e a Microsoft anunciaram no final de 2016 que iriam parar a produ&ccedil;&atilde;o de seus wearables. A Jawbone encerrou a produ&ccedil;&atilde;o em maio de 2016, e a Pebble foi adquirida pela Fitbit. A plataforma de software e a equipe do Vector Watch tamb&eacute;m foram capturadas pela Fitbit no final do ano.</p>
<p>A CES 2017 gerou certo otimismo cauteloso no espa&ccedil;o dos wearables, de acordo com Guenveur. As start-ups estavam tentando se diferenciar das pulseiras e rel&oacute;gios tradicionais com usos mais especializados e espec&iacute;ficos, como monitoramento de sa&uacute;de, de estresse e emo&ccedil;&atilde;o e avalia&ccedil;&atilde;o de exerc&iacute;cios f&iacute;sicos. E n&atilde;o eram todos port&aacute;teis. Outras aplica&ccedil;&otilde;es emergentes inclu&iacute;ram roupas inteligentes, fones inteligentes, stick-on trackers, an&eacute;is e uma bomba de tirar leite inteligente.</p>
<p>&ldquo;Para os consumidores que procuram um caso de uso espec&iacute;fico em vez de funcionalidade geral, o futuro tem alguma promessa&rdquo;, finalizou Lauren Guenveur, sobre as perspectivas do mercado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Penetra&ccedil;&atilde;o de wearables (%)</strong></p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/LATAM/Brazil/Market_2016.jpg" alt="" width="680" height="263" /></p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 26 Jan 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Quase-16-dos-norte-americanos-utilizam-wearables</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Aumento de pre?os pesa no or?amento do brasileiro]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Aumento-de-preos-pesa-no-oramento-do-brasileiro</link>
         <description><![CDATA[<p>A eleva&ccedil;&atilde;o dos pre&ccedil;os acima da infla&ccedil;&atilde;o em categorias b&aacute;sicas comprometeu o consumo dos brasileiros, fazendo com que as compras regulares ca&iacute;ssem &ndash; menos 0,1% em frequ&ecirc;ncia e queda de 0,2% em unidades por viagem - e as promo&ccedil;&otilde;es ganhassem import&acirc;ncia. As conclus&otilde;es s&atilde;o do Consumer Thermometer, que analisa o m&ecirc;s de novembro de 2016.</p>
<p>De acordo com o estudo, as compras promocionadas tiveram alta de 3,8% em frequ&ecirc;ncia e 1% em unidades por viagem no per&iacute;odo. Nesse cen&aacute;rio, a cesta de higiene e beleza seguiu retraindo, enquanto a de bebidas e limpeza consolidou a tend&ecirc;ncia de reaquecimento.</p>
<p>O Consumer Thermometer apurou ainda que os consumidores voltaram a priorizar as categorias b&aacute;sicas, com destaque para a&ccedil;&uacute;car e caf&eacute; torrado. Diante desse investimento, os brasileiros optaram por investir em categorias menos desenvolvidas (menos de 50% de penetra&ccedil;&atilde;o) &ndash; como leite fermentado, torrada e azeite &ndash; apenas quando encontraram valores promocionais.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 23 Jan 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Aumento-de-preos-pesa-no-oramento-do-brasileiro</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Expans?o da medi??o de consumo fora de casa]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Expanso-da-medio-de-consumo-fora-de-casa</link>
         <description><![CDATA[<p>A Kantar Worldpanel ampliou seus pain&eacute;is especializados para medir a compra e o consumo de alimentos e bebidas fora do domic&iacute;lio na Fran&ccedil;a, Brasil, M&eacute;xico e Tail&acirc;ndia.</p>
<p><br />Os quatro novos pain&eacute;is de consumo fora do lar levam a leitura total da Kantar Worldpanel globalmente para dez pa&iacute;ses, incluindo o Reino Unido, Espanha, China, Indon&eacute;sia, Portugal e Estados Unidos (apenas consumo de bebidas).</p>
<p><br />Entre os dez pa&iacute;ses medidos pela Kantar Worldpanel fora de casa, as vendas atingiram $70 bilh&otilde;es nos primeiros nove meses de 2016. Compradores brit&acirc;nicos compram comida e bebidas fora de casa com mais frequ&ecirc;ncia, seguido por consumidores na Tail&acirc;ndia, Espanha, M&eacute;xico e China.</p>
<p><br />Em todo o mundo, mais de 70.000 indiv&iacute;duos, scaneiam todos os snacks, bebidas e refei&ccedil;&otilde;es compradas para consumir fora de casa, seja consumindo em movimento, durante o trajeto, no local de compra, no local de trabalho ou em outro lugar. Os dados incluem informa&ccedil;&otilde;es demogr&aacute;ficas sobre o consumidor final, onde a compra &eacute; feita e o pre&ccedil;o pago, incorporando a oferta existente da Kantar Worldpanel para criar uma vis&atilde;o integrada dos mercados de alimentos e bebidas dentro e fora do lar.</p>
<p><br />Maria Josep Mart&iacute;nez-Abarca, Global Director of Out-of-Home and Usage Food Panels da Kantar Worldpanel, comenta: "Nossa tecnologia de coleta em smartphones nos permite acompanhar o momento exato do consumo e, consequentemente, desenvolver uma imagem detalhada do comportamento e atitudes de consumo. O mercado out of home &eacute; complexo e din&acirc;mico: em alguns pa&iacute;ses, por exemplo, mais de um quarto do total de gastos com bebidas e snacks nos supermercados est&atilde;o no consumo fora de casa. Esses novos pain&eacute;is ajudar&atilde;o nossos clientes a entender os comportamentos complexos, e &agrave;s vezes ocultos dos consumidores, ajudar&atilde;o as marcas e varejistas a quantificar seu desempenho e, mais importante, a identificar oportunidades de crescimento".</p>
<p><br />Josep Montserrat, Chief Executive da Kantar Worldpanel, diz: "Nosso objetivo &eacute; fornecer aos nossos clientes uma compreens&atilde;o completa da intera&ccedil;&atilde;o dos consumidores com suas marcas, onde quer que eles estejam comprando. Isso significa expandir nossa experi&ecirc;ncia de painel em novos pa&iacute;ses e cobrir novos tipos de consumo, como o fora de casa. Com esta compreens&atilde;o aprofundada do comportamento do consumidor, estamos perfeitamente posicionados para apoiar a decis&atilde;o dos nossos clientes e ajudar a impulsionar o seu crescimento".</p>
<p><br />A Kantar Worldpanel est&aacute; planejando novas expans&otilde;es de seu servi&ccedil;o Out of Home no futuro para oferecer &agrave;s marcas e varejistas uma vis&atilde;o global melhorada do mercado de consumo fora do lar.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 19 Jan 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Expanso-da-medio-de-consumo-fora-de-casa</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Venezuela: Um passo atr?s para a ind?stria de FMCG]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Venezuela-Um-passo-atrs-para-a-indstria-de-FMCG</link>
         <description><![CDATA[<p>A crise econ&ocirc;mica na Venezuela continua refletindo na escassez dos produtos b&aacute;sicos de consumo e a hiperinfla&ccedil;&atilde;o chegou a tal ponto que a hastag #AnaquelesVaciosEnVenezuela ("Gondolas vazias na Venezuela&rdquo;) foi trending topics no Twitter em 2015. Como resultado, os consumidores est&atilde;o comprando a metade do que compravam em 2008 e os novos canais de varejo est&atilde;o surgindo e prosperando.</p>
<p>Em poucas palavras, enquanto o resto do mundo avan&ccedil;a na oferta e distribui&ccedil;&atilde;o de produtos, dando assim poder de compra ao consumidor, a Venezuela continua regredindo. Essas mudan&ccedil;as t&ecirc;m sido muito r&aacute;pidas e n&atilde;o h&aacute; garantia nenhuma que os padr&otilde;es de consumo ou o panorama do varejo voltem ao normal quando a situa&ccedil;&atilde;o melhorar.<br /><br />Os lares venezuelanos est&atilde;o pagando o pre&ccedil;o, sendo que os n&iacute;veis socioecon&ocirc;micos mais vulner&aacute;veis s&atilde;o os que mais resistem, n&atilde;o somente nos termos financeiros. As faltas de produtos est&atilde;o mudando os h&aacute;bitos alimentares e &eacute; poss&iacute;vel que isso traga um impacto a longo prazo para a sa&uacute;de.</p>
<p>As mudan&ccedil;as que atingiram o pa&iacute;s nos contam uma hist&oacute;ria de adapta&ccedil;&atilde;o e criatividade. Com oito anos de dados reais sobre os h&aacute;bitos de consumo das fam&iacute;lias venezuelanas, somos uma das poucas empresas de pesquisa ainda presente no pa&iacute;s. A Kantar Worldpanel faz parte desta hist&oacute;ria. Este relat&oacute;rio descreve a dif&iacute;cil realidade dos consumidores na Venezuela &ndash; o que compram, os canais de abastecimento e quais foram as mudan&ccedil;as.</p>
<p>Nosso objetivo &eacute; fazer com que as vozes das fam&iacute;lias venezuelanas sejam ouvidas, mostrando uma imagem da vida cotidiana e do consumo. Continuaremos, semana ap&oacute;s semana, monitorando a compra dos produtos de FMCG e temos a esperan&ccedil;a para os pr&oacute;ximos anos, contar uma hist&oacute;ria mais otimista.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 03 Jan 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Venezuela-Um-passo-atrs-para-a-indstria-de-FMCG</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Inspira??o para um 2017 de sucesso]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Inspirao-para-um-2017-de-sucesso</link>
         <description><![CDATA[<p>Nossos experts analisaram as principais tend&ecirc;ncias que impulsionar&atilde;o o crescimento no pr&oacute;ximo ano.</p>
<p>Descubra quais s&atilde;o elas e tenha um feliz 2017 com muito sucesso!</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 03 Jan 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Inspirao-para-um-2017-de-sucesso</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Consumo domiciliar apresenta reaquecimento]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumo-domiciliar-apresenta-reaquecimento</link>
         <description><![CDATA[<p>Ap&oacute;s registrar sucessivas quedas, o consumo dos lares brasileiros apresentou sinais de reaquecimento no terceiro trimestre deste ano. A conclus&atilde;o &eacute; do estudo Consumer Insights, elaborado pela Kantar Worldpanel. De acordo com o levantamento, houve aumento na quantidade de unidades compradas - 102 X 100, na compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo do ano passado &ndash;, varia&ccedil;&atilde;o positiva em valor deflacionado pelo segundo trimestre consecutivo (4,5%), al&eacute;m de interrup&ccedil;&atilde;o na sequ&ecirc;ncia de queda da frequ&ecirc;ncia. Nesse cen&aacute;rio, as classes mais altas impulsionaram as compras - A/B1 registrou alta de 4,3% na frequ&ecirc;ncia, B2, 1,2% e C1, 2,7%. J&aacute; as mais baixas seguiram apostando na racionaliza&ccedil;&atilde;o, com queda de 3,7% no mesmo quesito.</p>
<p>As regi&otilde;es Norte/Nordeste, Grande S&atilde;o Paulo e Sul se destacam entre as que impulsionam o consumo. No entanto, entre elas h&aacute; uma diferen&ccedil;a de comportamento. No Nordeste, a racionaliza&ccedil;&atilde;o se materializa na queda da frequ&ecirc;ncia (6,5%) e h&aacute; aumento nas unidades por viagem (5,4%). Na Grande S&atilde;o Paulo, no entanto, a frequ&ecirc;ncia sobe 8,1% e tem decl&iacute;nio de 2,6% nas unidades por viagem. As varia&ccedil;&otilde;es positivas s&atilde;o puxadas pela cesta de alimentos e limpeza.</p>
<p>Segundo o Consumer Insights, apenas 40% das categorias da cesta da Kantar Worldpanel apresenta crescimento consolidado e puxa o consumo para cima em unidades. Entre elas se destacam ch&aacute; l&iacute;quido, molho para salada, suco congelado, cloro, presuntaria, creme de leite e lingui&ccedil;as.</p>
<p>Outra caracter&iacute;stica do per&iacute;odo apontada pelo estudo &eacute; que o consumidor est&aacute; mais em busca de promo&ccedil;&atilde;o, o que impacta a frequ&ecirc;ncia de compra &ndash; 55,5% dos lares aumentaram a quantidade de idas aos pontos de venda, o que representa 25,8 milh&otilde;es de domic&iacute;lios. Ao todo, s&atilde;o mais de 5 viagens ao PDV, sendo que em tr&ecirc;s delas itens em promo&ccedil;&atilde;o entraram nos carrinhos. O atacarejo, que h&aacute; tempos se destaca entre os canais, continuou atraindo mais compradores, contribuindo para o impacto positivo do terceiro trimestre.</p>
<p>Dados do Consumer Insights revelam ainda que 55% dos domic&iacute;lios do pa&iacute;s aumentaram o consumo no per&iacute;odo analisado &ndash; lares com donas de casa mais jovens, com at&eacute; 39 anos e que vivem em casas menores de grandes centros urbanos, no Nordeste e na Grande S&atilde;o Paulo, e que integram as classes A/B. J&aacute; os domic&iacute;lios com donas de casa mais maduras, vivendo no leste e interior do Rio de Janeiro e Grande Rio, em lares maiores, com 2-3 filhos e da classe C, passaram a comprar menos. Os indiv&iacute;duos que aumentaram o gasto tiveram como prioridade os alimentos, deixando um pouco de lado produtos de higiene e beleza, com promo&ccedil;&otilde;es tendo grande import&acirc;ncia na hora da compra, j&aacute; os que diminu&iacute;ram deram mais destaque aos alimentos, em uma luta para n&atilde;o abandonar conquistas recentes.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 08 Dec 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumo-domiciliar-apresenta-reaquecimento</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[iPhone 7 impulsiona crescimento do iOS]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/iPhone-7-impulsiona-crescimento-do-iOS</link>
         <description><![CDATA[<p>Segundo a &uacute;ltima pesquisa da Kantar Worldpanel ComTech, a presen&ccedil;a do iOS nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s meses terminando em outubro cresceu em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo do ano passado na maioria dos pa&iacute;ses, exceto na Alemanha e na China urbana. O Jap&atilde;o est&aacute; no topo da lista das regi&otilde;es onde o sistema tem mais penetra&ccedil;&atilde;o, com 51.7% das vendas de smartphones, seguido pelos 44% da Gr&atilde;-Bretanha e os 40,5% dos Estados Unidos. O mercado de Android observou crescimento similar em diversas regi&otilde;es, declinando apenas nos Estados Unidos (5.6 pontos percentuais) e no Jap&atilde;o (menos de 1%).</p>
<p>Nos Estados Unidos, o iOS cresceu 7% em rela&ccedil;&atilde;o a esse mesmo per&iacute;odo (agosto, setembro e outubro) de 2015, indo de 33.5% para 40.5% das vendas de smartphones. Isso representa a maior taxa de crescimento do sistema em mais de dois anos, assim como a maior presen&ccedil;a vista desde os tr&ecirc;s meses terminados em janeiro de 2015 (42.8%). E enquanto o Android permanece o sistema operacional dominante nos Estados Unidos, com 57.9% das vendas de smartphone, esses &uacute;ltimos dados representam o quinto decl&iacute;nio trimestral em rela&ccedil;&atilde;o ao ano passado.</p>
<p>&ldquo;A aus&ecirc;ncia de plug de fone de ouvido provou n&atilde;o ser um problema para os consumidores de iPhone nos Estados Unidos, visto que o iPhone 7 foi o dispositivo mais vendido nos tr&ecirc;s meses terminados em outubro de 2016, conquistando 10.6% das vendas de smartphones, apesar de n&atilde;o estar dispon&iacute;vel durante todo o trimestre. O iPhone 7 Plus foi o quarto dispositivo mais vendido com 5.3%, atr&aacute;s do iPhone 6s e do Samsung Galaxy S7&rdquo;, afirmou Lauren Guenveur, Diretora de Consumer Insight na Kantar Worldpanel ComTech. &ldquo;O Google conquistou 0.5% das vendas de smartphones, um bom resultado, j&aacute; que o Pixel apenas ficou amplamente dispon&iacute;vel apenas a partir de 20 de outubro. Nesse curto per&iacute;odo, o Google conquistou paridade de mercado com marcas mais estabelecidas como Huawei e Microsoft, que tamb&eacute;m est&atilde;o com 0.5%.&rdquo;</p>
<p>&ldquo;O iPhone 7 foi o segundo telefone mais vendido na China urbana nesses tr&ecirc;s meses, captando 3.8% das vendas de smartphones. O iPhone 7 tamb&eacute;m lidera o top 10 com 1.9%&rdquo;, reportou Tamsin Timpson, Diretor Estrat&eacute;gico de Insight na Kantar Worldpanel ComTech Asia. &ldquo;Isso aumentou as a&ccedil;&otilde;es de iOS para 17.1% no &uacute;ltimo per&iacute;odo, versus os 82.6% do Android, e tamb&eacute;m coloca a Apple firmemente &agrave; frente de Xiaomi com 15.9%. Embora tenha sido um per&iacute;odo de crescimento para o iOS em rela&ccedil;&atilde;o ao ano passado, como esperado com o lan&ccedil;amento dos &uacute;ltimos modelos de iPhone, os n&uacute;meros ainda est&atilde;o baixos, comparados aos 22.5% do ano passado. Oppo continua ganhando terreno na China urbana, conquistando 11.8% das vendas de smartphones, com o R9 como dispositivo mais vendido na regi&atilde;o.&rdquo;</p>
<p>Durante os tr&ecirc;s meses terminados em outubro de 2016, o Android foi respons&aacute;vel por 75.2% das vendas de smartphones versus os 21.2% do iOS na EU5, grupo dos cinco maiores mercados da Europa: Gr&atilde;-Bretanha, Alemanha, Fran&ccedil;a, It&aacute;lia e Espanha.</p>
<p>&ldquo;O iOS conquistou crescimento nesse per&iacute;odo em rela&ccedil;&atilde;o ao ano passado na maioria das regi&otilde;es da EU5, exceto Alemanha, onde caiu 2.7% pontos e representou 16.5% das vendas de smartphones. O iPhone 7 &eacute; o primeiro colocado do top 10 smartphones vendidos em todas as regi&otilde;es menos Espanha, que se mant&eacute;m dominada pelo Android ecosystem com 91.7% de todas as vendas&rdquo;, disse Dominic Sunnebo, Diretor de Unidade de Neg&oacute;cios da Kantar Worldpanel ComTech Europe. &ldquo;Na Gr&atilde;-Bretanha, assim como nos Estados Unidos, o iPhone 7 foi o dispositivo mais vendido, fazendo com que o iPhone SE, antes o primeiro colocado, ca&iacute;sse para terceiro colocado, enquanto o iPhone 6s se manteve o segundo dispositivo mais vendido.&rdquo;</p>
<p>&ldquo;O Android se mant&eacute;m o ecosystem dominante, representando 75% das vendas mundiais, exceto nas regi&otilde;es com mercados mais focados em dispositivos premium, principalmente Estados Unidos, Gr&atilde;-Bretanha e Jap&atilde;o. Isso n&atilde;o &eacute; uma surpresa, nem deveria ser, visto que o modelo de neg&oacute;cios do Android proporciona aos consumidores uma grande variedade de marcas e pre&ccedil;os&rdquo;, adiciona Guenveur. &ldquo;&Eacute; improv&aacute;vel que outro OS v&aacute; atingir esse n&iacute;vel de penetra&ccedil;&atilde;o. Mas os n&uacute;meros aparentemente desequilibrados do mercado n&atilde;o s&atilde;o uma raz&atilde;o para duvidar da for&ccedil;a ou da posi&ccedil;&atilde;o futura do iOS da Apple. Enquanto o Android domina em termos de n&uacute;meros brutos de dispositivos em que funciona, a Apple se mant&eacute;m como a marca de smartphones mais desejada do mundo.&rdquo;</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 08 Dec 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/iPhone-7-impulsiona-crescimento-do-iOS</guid>
      </item>	
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         <title><![CDATA[Door to door: O canal preferido dos latinos ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Door-to-door-O-canal-preferido-dos-latinos-</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje, mais de 62 milh&otilde;es de lares em toda Latam compram no Porta a Porta, por&eacute;m esse &eacute; o menor patamar dos &uacute;ltimos 3 anos, quando o mesmo chegou a acessar 2 milh&otilde;es de lares a mais com produtos de higiene e beleza, principalmente no Brasil e Argentina.</p>
<p><strong>Novas necessidades do shopper impactam nas estrat&eacute;gias dos canais</strong></p>
<p>Entre os diversos impactos sofridos pelo canal, os principais foram a conveni&ecirc;ncia e especializa&ccedil;&atilde;o praticados, principalmente, por<strong> Farm&aacute;cias que j&aacute; &eacute; o canal de compra de 70% da popula&ccedil;&atilde;o do Peru e 55% da Col&ocirc;mbia. </strong>Al&eacute;m de ser um "Facilitador", o canal proporciona uma agrad&aacute;vel experi&ecirc;ncia de compra desde a possibilidade de testar os produtos no momento da escolha at&eacute; a forma de pagamento utilizada, podendo ser tanto em dinheiro como em cart&atilde;o e isso se torna um diferencial comarado ao Porta a Porta que na maioria das vezes &eacute; somente em dinheiro.</p>
<p>Essa reinven&ccedil;&atilde;o ocorreu n&atilde;o s&oacute; para suprir a nova necessidade de um consumidor mais exigente e ansioso, mas tamb&eacute;m para ganhar relev&acirc;ncia em um momento de desacelera&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica e expans&atilde;o de acesso &agrave; internet, canal esse que consegue gerar credibilidade atrav&eacute;s de blogueiras, opini&otilde;es p&uacute;blicas em redes sociais e tamb&eacute;m com tutoriais do pr&oacute;prio fabricante.</p>
<p>Com isso, cada vez mais as <strong>F&aacute;rmacias se atualizam diferenciando seus layout's de loja, treinando consultoras para orientar o consumidor no momento da compra e aumentando portf&oacute;lio</strong> atrav&eacute;s da necessidade percebida tamb&eacute;m pelos fabricantes.</p>
<p><strong>Produtos de beleza crescem 32% em Farm&aacute;cias, enquanto produtos b&aacute;sicos de higiene crescem apenas 8%</strong></p>
<p><strong>China: a regi&atilde;o do amanh&atilde;</strong></p>
<p>Movimenta&ccedil;&otilde;es parecidas como essa j&aacute; aconteceram na Europa h&aacute; alguns anos, quando Porta a Porta era um canal de destaque e foi substitu&iacute;do por Farm&aacute;cias, Perfumarias e at&eacute; mesmo Discount. Hoje, a regi&atilde;o passa por outra mudan&ccedil;a e dessa vez &eacute; a internet que vem ganhando cada vez mais relev&acirc;ncia, assim como j&aacute; acontece &nbsp;<strong>na &Aacute;sia, regi&atilde;o de alta relev&acirc;ncia para e-commerce, onde o canal &eacute; respons&aacute;vel por 49% das compras de FMCG na China e 55% das compras de Cosm&eacute;ticos feitas por mulheres na Cor&eacute;ia</strong> - enquanto em Latam apenas 3,5% dos lares convertem qualquer tipo de compras nesse canal.</p>
<p><strong>Mas ser&aacute; que isso mostra o fim do Porta a Porta?</strong></p>
<p>Seguramente n&atilde;o! Por&eacute;m, essa relev&acirc;ncia conquistada por outros canais tamb&eacute;m ocorreu devido a car&ecirc;ncia do Porta a Porta em se reinventar com o passar dos anos.</p>
<p>Se assim como a Mary Kay (que se atualiza e se diferencia oferecendo melhores reconhecimentos &agrave;s &ldquo;Consultoras de Beleza&rdquo;, &ldquo;servi&ccedil;os personalizados&rdquo; para consumidores e ainda tem um canal de apoio via internet), outras marcas tamb&eacute;m tivessem se &ldquo;reinventado&rdquo;, o desenvolvimento do Porta a Porta poderia ter sido diferente. <strong>Hoje, enquanto o canal atravessa um momento dif&iacute;cil de perda de consumidores, Mary Kay atrai mais de 1,5 milh&otilde;es de lares nos &uacute;ltimos 3 anos e cresce acima de 80%, sendo Brasil e M&eacute;xico as principais regi&otilde;es de desenvolvimento da marca</strong>.</p>
<p>Al&eacute;m dessa "reinven&ccedil;&atilde;o" para o canal, o Porta a Porta tamb&eacute;m deve estar atento para:</p>
<p><strong>Revendedoras:</strong>&nbsp;at&eacute; hoje algumas marcas t&ecirc;m revendedoras como principal meio de chegar at&eacute; o consumidor final e devem tomar cuidado com a entrada em outros canais, pois esse stakeholder pode se sentir amea&ccedil;ado e desmotivado a partir do momento que o consumidor poder&aacute; acessar a mesma marca atrav&eacute;s de um canal pronta-entrega e com diferentes meios de pagamento.</p>
<div><strong>Consumidor Omnichannel:</strong> Por outro lado e pensando no fabricante, cada vez mais o consumidor procura mais canais para se abastecer e isso pode ser uma oportunidade para a marca, uma vez que 64% dos consumidores utilizam mais de 2 canais e gastam 48% mais que os exclusivos de apenas um. Ou seja, quanto mais canais, maior o gasto.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div><strong>Diferentes canais para diferentes categorias:</strong> Uma vez decidida a entrada em diferentes canais a marca deve trabalhar</div>
<div>tamb&eacute;m diferentes estrat&eacute;gias. Isso evitar&aacute; a desmotiva&ccedil;&atilde;o das revendedoras, a canibaliza&ccedil;&atilde;o de categorias/canais e melhor</div>
<div>aproveitamento dos produtos que tem dificuldade em se desenvolver no porta a porta. Por exemplo, perfume que requer</div>
<div>conhecimento da fragr&acirc;ncia escolhida pode ter como principal foco lojas f&iacute;sicas, isso facilitar&aacute; o contato do consumidor com o</div>
<div>produto e tamb&eacute;m aumentar&aacute; a possibilidade de presentear algu&eacute;m com essa categoria.</div>]]></description>
         <pubDate>Wed, 23 Nov 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Door-to-door-O-canal-preferido-dos-latinos-</guid>
      </item>	
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         <title><![CDATA[iPhone 7 e 7 Plus incrementam a??es do iOS nos EUA]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/iPhone-7-e-7-Plus-incrementam-aes-do-iOS-nos-EUA</link>
         <description><![CDATA[<p>As a&ccedil;&otilde;es americanas do iOS cresceram 5.2% no terceiro trimestre de 2016, segundo a &uacute;ltima pesquisa de venda de smartphones OS da Kantar Worldpanel ComTech. Embora o iOS e o Android tenham crescido na maioria dos pa&iacute;ses da EU5 &ndash; Gr&atilde; Bretanha, Alemanha, Fran&ccedil;a, It&aacute;lia e Espanha &ndash;, o sistema do Google caiu 3.3 pontos percentuais nos Estados Unidos, de 66.7% para 63.4%, e o da Apple perdeu espa&ccedil;o de 17.5% para 15% na Alemanha e de 18.7% para 14.2% na China urbana.</p>
<p>&ldquo;Nos EUA, os novos modelos iPhone 7 e o Plus tiveram impacto imediato, se tornaram os smartphones mais vendidos em setembro, correspondentes a 17.1% das vendas&rdquo;, diz Lauren Guenveur, Diretora de Consumer Insight da Kantar Worldpanel ComTech. A forte sa&iacute;da do iPhone 7, com o 6s mais barato &ndash; ele foi o segundo mais vendido de setembro &ndash;, contribu&iacute;ram para o crescimento geral do iOS atingir a marca dos 34.2% nesse terceiro trimestre.</p>
<p>&ldquo;Apesar das vendas do Samsung Galaxy Note 7, ainda dispon&iacute;vel em setembro, a marca registrou um decl&iacute;nio de 36.9% para 33.8% no terceiro trimestre em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior&rdquo;, explica Guenveur. A diretora acredita que as vendas nos feriados de fim de ano talvez sejam mais desafiadoras do que o normal para a Samsung, que compete com a Apple durante esse per&iacute;odo crucial do ano.</p>
<p>&ldquo;As consequ&ecirc;ncias do recall do Note 7 podem ter tido um impacto nos n&uacute;meros referentes a outros dispositivos similares da marca &ndash; principalmente Galaxy S7 and S7 Edge &ndash;, porque os consumidores nem sempre entendem a diferen&ccedil;a entre os nomes dos modelos&rdquo;, pontua. Entretanto, os descontos oferecidos nessa &eacute;poca de festas podem contra-atacar qualquer impacto negativo esperado, prediz ela, visto que o principal motor por tr&aacute;s da decis&atilde;o dos consumidores americanos &eacute; um bom neg&oacute;cio no pre&ccedil;o do celular, como foi o caso com o Galaxy S6 ano passado.</p>
<p>&ldquo;Na Gr&atilde; Bretanha, o iPhone 7 e o Plus foram os mais vendidos em setembro, respons&aacute;veis por 15.1% das vendas&rdquo;, diz Dominic Sunnebo, Diretor de Business Unit na Kantar Worldpanel ComTech Europe. No terceiro trimestre de 2016, o iOS corresponde a 40.6% das vendas de smartphones, um aumento de 2.4 pontos percentuais em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo do ano passado. &ldquo;&Eacute; interessante notar o sucesso cont&iacute;nuo do iPhone SE nas ilhas brit&acirc;nicas, equivalente a 8.5% das vendas do trimestre, comparado a uma fatia de apenas 3.5% nos EUA&rdquo;, comenta.</p>
<p>&ldquo;A Gr&atilde;-Bretanha &eacute; o &uacute;nico mercado em que a Samsung teve ganhos, em compara&ccedil;&atilde;o com o ano passado, e totalizou 30.4% das vendas de smartphones&rdquo;, adiciona Sunnebo. Na It&aacute;lia, Huawei substituiu Samsung como l&iacute;der dos smartphones e se tornou a marca mais vendida com 27.3%, um ganho de 15.2 pontos percentuais, comparado ao terceiro trimestre de 2015. A Samsung foi respons&aacute;vel pelas vendas de 24.7% dos smartphones na It&aacute;lia, um decl&iacute;nio de seus 40.6%. Na Espanha, Huawei e Samsung est&atilde;o praticamente empatados, mas a segunda se sobressai com 24.2% versus 23.3%, elucida o diretor.</p>
<p>Na China urbana, o Android representou 85.3% das vendas de smartphones do terceiro trimestre de 2016, a segunda maior a&ccedil;&atilde;o de todos os tempos nesse mercado. &ldquo;Oppo continua a ver crescimento significativo. Ganhou 8.2 pontos percentuais no &uacute;ltimo ano e se tornou o quarto maior fabricante da China urbana com 11.2% das vendas de smartphones. O Oppo R9 superou o iPhone 6s e foi o mais vendido do terceiro trimestre&rdquo;, observou Tamsin Timpson, Diretor de Strategic Insight na Kantar Worldpanel ComTech Asia.</p>
<p>O iOS caiu para 14.2% das vendas de smartphones no terceiro trimestre de 2016, em rela&ccedil;&atilde;o a 2015. Mas as datas tamb&eacute;m marcam um retorno de ganhos nas vendas de per&iacute;odo a per&iacute;odo, de 13.5% em tr&ecirc;s meses, terminando em agosto. &ldquo;Com fornecimento restrito do iPhone 7, e particularmente do 7 Plus, essa guinada positiva para a Apple &eacute; um bom sinal. Supondo que ele cres&ccedil;a para acompanhar a demanda, a Apple poder&aacute; mudar a mar&eacute; na China urbana&rdquo;, conclui Timpson.</p>
<p>Para ler uma vers&atilde;o dos dados em HTML ou PDF, acesse: <a href="http://www.kantarworldpanel.com/global/News/-iPhone-7-and-7-Plus-Boost-iOS-Share-in-US">www.kantarworldpanel.com/global/News/-iPhone-7-and-7-Plus-Boost-iOS-Share-in-US</a></p>
<p>Mais insights est&atilde;o dispon&iacute;veis no post de nosso blog, em ingl&ecirc;s: <a href="http://www.kantarworldpanel.com/global/News/Smartphones-in%20the-USA-A-Two-Year-Retrospective">www.kantarworldpanel.com/global/News/Smartphones-in the-USA-A-Two-Year-Retrospective</a></p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 09 Nov 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/iPhone-7-e-7-Plus-incrementam-aes-do-iOS-nos-EUA</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Brasil ? o primeiro pa?s LatAm a contar com o painel OOH]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Brasil--o-primeiro-pas-LatAm-a-contar-com-o-painel-OOH</link>
         <description><![CDATA[<p>Especialista global em comportamento de compra, a Kantar Worldpanel lan&ccedil;ou em janeiro deste ano o Out Of Home, painel sindicalizado e cont&iacute;nuo, que tem por objetivo monitorar a compra e o consumo fora do lar. Formado por 2.370 indiv&iacute;duos - acima de 11 anos, de ambos os sexos e das classes AB1, B2, C1, C2 e DE -das sete principais regi&otilde;es metropolitanas do pa&iacute;s - S&atilde;o Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Fortaleza, Curitiba e Porto Alegre - a novidade &eacute; capaz de tra&ccedil;ar um panorama confi&aacute;vel que vai muito al&eacute;m dos KPI&acute;s b&aacute;sicos de consumo como gasto, frequ&ecirc;ncia, volume e marca. Sendo declara&ccedil;&atilde;o via smartphone e em tempo real, os indiv&iacute;duos tamb&eacute;m fornecem informa&ccedil;&otilde;es como o motivo da compra, local de consumo e momento do dia.<br />Com alta representatividade, o painel retrata aproximadamente 43 milh&otilde;es de indiv&iacute;duos e o Brasil &eacute; primeiro pa&iacute;s da Am&eacute;rica Latina a contar com essa ferramenta.</p>
<p>Segundo o estudo Holistic View 2015, elaborado pela Kantar Worldpanel, 20% dos gastos com bebidas e alimentos no Brasil s&atilde;o feitos fora do lar. N&uacute;mero que aumenta proporcionalmente &agrave; renda familiar. As classes A e B1, por exemplo, compram e consomem 28% destes produtos em estabelecimentos comerciais. Entre a parcela DE, apenas 15% dos alimentos e bebidas s&atilde;o consumidos longe da pr&oacute;pria cozinha.</p>
<p>Por isso, o foco do OOH &eacute; acompanhar o comportamento dos consumidores com as principais categorias consumidas fora de casa: pratos e refei&ccedil;&otilde;es, bebidas alco&oacute;licas e n&atilde;o alco&oacute;licas, salgados, salgadinhos, sandu&iacute;ches, pizza, chocolates, biscoitos e barras de cereal, bolos e doces, balas e gomas, sorvete e iogurte.</p>
<p>Segundo dados do 1&ordm; semestre de 2016, 99,6% dos brasileiros fizeram algum tipo de consumo OOH e mais da metade do gasto (52%) foi destinado a pratos/refei&ccedil;&otilde;es, sanduiches e pizzas, mas refrigerantes ainda &eacute; a categoria com o maior n&uacute;mero de ocasi&otilde;es.<br />Das ocasi&otilde;es de compra e consumo fora do lar, 70% s&atilde;o de apenas 1 categoria e nos 30% onde h&aacute; mixidade, prevalece o alimento + bebida. Dentre as bebidas, alco&oacute;licos aparecem em apenas em 5% das ocasi&otilde;es de compra, mas representam 10% do total gasto fora do lar.</p>
<p>Restaurantes e padarias representam 46% das ocasi&otilde;es, mas o supermercado ainda &eacute; o canal mais importante principalmente associados a locais de consumo como casa dos outros, no trabalho, escola e faculdade. Nas regi&otilde;es praianas, ambulantes ganham destaque.</p>
<p>Quanto mais jovem menor o gasto, alguns anos depois e empregos, eles se tornam os principais consumidores deste mercado. A faixa et&aacute;ria entre 30 e 50 anos &eacute; a que mais investe e que tem a segunda maior frequ&ecirc;ncia em consumo fora do lar.</p>
<p>Homens e mulheres tem gastos bem parecidos fora do lar, a diferen&ccedil;a est&aacute; nas categorias consumidas: entre os homens, prevalecem as bebidas. Nota-se um padr&atilde;o de compra de caf&eacute; pela manh&atilde; e cerveja ap&oacute;s o fim do expediente.</p>
<p>As mulheres costumam come&ccedil;ar o dia com produtos mais saud&aacute;veis, como barra de cereal, iogurte, bebidas &agrave; base de soja e &aacute;gua de coco. Mas conforme o dia vai passando, crescem as indulg&ecirc;ncias: chocolates, chicletes, sorvetes e salgadinhos.<br />Com o passar do dia mudam as motiva&ccedil;&otilde;es de consumo tamb&eacute;m para homens e mulheres, durante a manh&atilde;, o pre&ccedil;o importa. Ao longo da tarde j&aacute; se preocupam mais com o sabor e no jantar adicionam a praticidade.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 25 Oct 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Brasil--o-primeiro-pas-LatAm-a-contar-com-o-painel-OOH</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Brasileiros devem presentear apenas as crian?as da fam?lia]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/aaaa</link>
         <description><![CDATA[<p>Os brasileiros far&atilde;o investimentos cautelosos no Dia das Crian&ccedil;as, comemorado na pr&oacute;xima quarta-feira, 12 de outubro. De acordo com pesquisa da Kantar Worldpanel, a maior parte dos lares pretende comprar presentes apenas para os pequenos da casa (46%) &ndash; 15% afirmam que n&atilde;o t&ecirc;m inten&ccedil;&atilde;o de dar nenhum regalo aos donos da festa. A empresa ouviu 770 domic&iacute;lios no per&iacute;odo 01 de outubro de 2016 a 10 de outubro de 2016. Apenas 13% dizem planejar comprar presentes para todas as crian&ccedil;as da fam&iacute;lia, enquanto 11% devem apostar em um passeio como forma de comemora&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>A Kantar Worldpanel revelou ainda que as casas de classes mais baixas (classe C, 49%; classe D/E, 28%) e com mulheres entre 30 e 39 anos concentram a presen&ccedil;a de crian&ccedil;as no pa&iacute;s. Entre os mais ricos, apenas 23% dos lares t&ecirc;m os pequenos entre seus moradores.</p>
<p>O estudo aponta tamb&eacute;m que as regi&otilde;es Norte e Nordeste apresentam grande concentra&ccedil;&atilde;o de indiv&iacute;duos de at&eacute; 12 anos. No quesito consumo, os lares com crian&ccedil;as gastam mais. Segundo dados da empresa, o gasto m&eacute;dio &eacute; R$ 555 maior, com t&iacute;quete m&eacute;dio R$ 8,60 mais caro, do que os domic&iacute;lios compostos s&oacute; de adultos. As informa&ccedil;&otilde;es se referem ao ano m&oacute;vel terminado em junho deste ano.</p>
<p>Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; cesta de alimentos, a Kantar Worldpanel revela que a das casas com crian&ccedil;as t&ecirc;m leite, biscoito, fraldas descart&aacute;veis, refrigerante e cerveja entre os cinco primeiros itens com maior desembolso respectivamente, enquanto que as com apenas adultos t&ecirc;m como prioridade leite, cerveja, refrigerante, biscoito e caf&eacute; torrado.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 11 Oct 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/aaaa</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Smart Growth: Consumer Connection 2016 ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Smart-Growth-Consumer-Connection-2016-</link>
         <description><![CDATA[<p>An&aacute;lise in&eacute;dita do comportamento de consumo dos brasileiros nos &uacute;ltimos anos, elaborada pela Kantar Worldpanel, revela que, ap&oacute;s o per&iacute;odo de bonan&ccedil;a experimentado entre 2009 e 2014, a popula&ccedil;&atilde;o n&atilde;o est&aacute; mais t&atilde;o otimista quanto costumava ser. Questionados sobre a situa&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica do pa&iacute;s em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior, 80% dos domic&iacute;lios estavam entusiasmados com o momento em 2011. Hoje, s&atilde;o apenas 32%. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sua situa&ccedil;&atilde;o pessoal, 86% dos lares faziam uma avalia&ccedil;&atilde;o positiva h&aacute; 5 anos. O &iacute;ndice atual &eacute; de 67%. A queda real de 5,36% na renda, na compara&ccedil;&atilde;o de 2015 com o ano anterior, o aumento da infla&ccedil;&atilde;o e da taxa de desemprego contribu&iacute;ram para gerar um cen&aacute;rio de incertezas.</p>
<p>Pouco animado, o consumidor est&aacute; menos propenso a comprar. No entanto, o estudo aponta que o brasileiro est&aacute; mais consciente, engajado e exigente na hora de eleger um produto.</p>
<p>O cen&aacute;rio de instabilidades pol&iacute;ticas e econ&ocirc;micas combinado ao caos urbano, excesso de trabalho e de informa&ccedil;&atilde;o levaram o Brasil ao posto de um dos mais estressados do mundo, segundo dados da Kantar Futures. Enquanto 46% da popula&ccedil;&atilde;o mundial se considera v&iacute;tima do cansa&ccedil;o, no pa&iacute;s a taxa vai a 49%, com as mulheres sofrendo mais intensamente com o problema &ndash; 54% versus 44% dos homens. Isso explica a raz&atilde;o de o Brasil ser l&iacute;der global na busca pela vida mais simples. De acordo com o levantamento apresentado, 83% dos brasileiros est&atilde;o em sintonia com esse pensamento, enquanto o mundo registra 70%. N&atilde;o por acaso, a Kantar Worldpanel constatou que a busca por produtos pr&aacute;ticos, prontos e semi-prontos ganharam import&acirc;ncia. Mais de 15 milh&otilde;es de lares passaram a consumir categorias como suco pronto, molho pronto, pratos congelados e bolo pronto nos &uacute;ltimos dez anos.</p>
<p>Outra forma encontrada para enfrentar o stress &eacute; a busca por divers&atilde;o e indulg&ecirc;ncia. O Brasil tamb&eacute;m &eacute; l&iacute;der nesse quesito, o que favoreceu o avan&ccedil;o de gastos com lazer e com produtos como chocolate snack, por exemplo, desde 2006.</p>
<p>Nesse ambiente movimentado, impactado pela crise e no qual os consumidores buscam a simplicidade, a penetra&ccedil;&atilde;o segue em destaque. An&aacute;lises da Kantar Worldpanel afirmam que a medida &eacute; a mais correlacionada com o crescimento ou a queda das marcas. De todas as que tiveram ascens&atilde;o no Brasil, 81% ganharam penetra&ccedil;&atilde;o (ano m&oacute;vel outubro 2015 x outubro 2014). Das que retra&iacute;ram, 76% perderam penetra&ccedil;&atilde;o no mesmo per&iacute;odo. Outra conclus&atilde;o apresentada foi a de que mesmo as marcas l&iacute;deres, que j&aacute; atingem boa parte dos lares, t&ecirc;m oportunidades de crescimento &ndash; 11% da popula&ccedil;&atilde;o n&atilde;o compra o creme dental l&iacute;der, por exemplo, o que equivale a 6 milh&otilde;es de lares.</p>
<p>Ainda explorando a quest&atilde;o da penetra&ccedil;&atilde;o, a Kantar Worldpanel aponta que mesmo as categorias maduras podem crescer atraindo consumidores em diferentes momentos de compra. Para ilustrar as oportunidades, a empresa afirma que 98% dos lares compram refrigerante em um ano, quando se considera um m&ecirc;s o n&uacute;mero vai a 69%. J&aacute; na semana, o &iacute;ndice vai a 29% (dados referentes ao per&iacute;odo at&eacute; junho de 2016).</p>
<p>Seguindo na an&aacute;lise das oportunidades, a empresa apurou que 2,7% de toda a cesta de 2014 era composta de lan&ccedil;amentos. No ano seguinte, o n&uacute;mero quase dobrou, chegando a 5,3%. Os dados, referentes a 2015, s&atilde;o do NPD, novidade da Kantar Worldpanel que avalia o n&iacute;vel de inova&ccedil;&atilde;o no Brasil. As primeiras conclus&otilde;es do produto apontam que a maior parte dos lan&ccedil;amentos no pa&iacute;s s&atilde;o elementos novos para a categoria, aqueles diferentes dos existentes, (47,5%), seguidos de nova combina&ccedil;&atilde;o, que compreendem os que j&aacute; existem na categoria e surgem sob outra marca (47,9%) e n&atilde;o novo, que trazem alguma altera&ccedil;&atilde;o, como mudan&ccedil;a de tamanho de embalagem (8,7%). A cesta de higiene pessoal no Brasil se destaca em lan&ccedil;amentos quando comparada a outros pa&iacute;ses, como Reino Unido ou China. O NPD mostra ainda que a penetra&ccedil;&atilde;o &eacute; o driver que mais contribui para o impacto das inova&ccedil;&otilde;es nas categorias e que o maior sucesso no quesito inova&ccedil;&atilde;o no ano passado foi a adapta&ccedil;&atilde;o da ind&uacute;stria &agrave;s necessidades do consumidor relativas ao tamanho das embalagens.</p>
<p>Acompanhando o movimento do consumo fora de casa, o Out of Home revela que no caf&eacute; da manh&atilde; e no lanche da manh&atilde; os brasileiros adquirem produtos que consideram gostosos, optando por gastar pouco. Na hora do almo&ccedil;o, a escolha envolve rapidez, pre&ccedil;o bom e saudabilidade. No entanto, no lanche da tarde, antes e durante o jantar, o que predomina &eacute; a necessidade de consumir algo saboroso para satisfazer a vontade, momento em que o indiv&iacute;duo est&aacute;, inclusive, disposto a gastar mais, enquanto que a madrugada tem de envolver praticidade. O levantamento demonstra tamb&eacute;m que o lanche da tarde ocupa o primeiro lugar no ranking de refei&ccedil;&otilde;es feitas longe da cozinha de casa, seguido pelo almo&ccedil;o.</p>
<p>Ainda neste ano, a Kantar Worldpanel lan&ccedil;ar&aacute; o Usage Food and Beverages, produto que vai avaliar o momento de consumo de comida e bebida dentro do lar.</p>
<p>Para mais informa&ccedil;&otilde;es, entre em contato conosco.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 05 Oct 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Smart-Growth-Consumer-Connection-2016-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[O futuro do e-commerce para FMCG ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/O-futuro-do-e-commerce-para-FMCG-</link>
         <description><![CDATA[<p>As vendas no mercado de consumo atrav&eacute;s de plataformas de e-commerce atingiram $48 bilh&otilde;es em 12 meses at&eacute; junho de 2016, de acordo com relat&oacute;rio da Kantar Worldpanel, publicado hoje.</p>
<p>O terceiro estudo anual "Futuro do E-commerce para FMCG" mostra que o e-commerce j&aacute; responde por 4,4% de todas as vendas do mercado de bens de consumo. Enquanto o canal de e-commerce est&aacute; crescendo, o mercado de bens de consumo como um todo est&aacute; est&aacute;vel, aumentando apenas 1,6% em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo.</p>
<p>St&eacute;phane Roger, Diretor Global de Shopper &amp; Retail na Kantar Worldpanel, comenta:</p>
<p>"O crescimento de bens de consumo est&aacute; desacelerando, mas nossos dados mostram que as pessoas est&atilde;o procurando por conveni&ecirc;ncia, que pode entrar em compras online. O e-commerce de FMCG, apesar de ser pequeno, somente uma em cada quatro pessoas fazem compras online, est&aacute; crescendo rapidamente. Em 2025, preveremos que as vendas online ter&atilde;o um valor estimado em US$ 150 bilh&otilde;es, chegando a 9% do valor total em FMCG. Com novos concorrentes, como a Amazon &ndash; em r&aacute;pida expans&atilde;o &ndash; a ind&uacute;stria enfrenta uma reorganiza&ccedil;&atilde;o&rdquo;.</p>
<p>&ldquo;Embora as vendas online tenham um potencial para canibalizar as vendas em lojas, &eacute; vital que os varejistas ajam rapidamente para desenvolver uma forte presen&ccedil;a no e-commerce.<br />O varejista que est&aacute; na primeira linha em cada mercado pode desfrutar a quota de mercado superior. Isso pode ser uma diferen&ccedil;a de pelo menos 40% na Fran&ccedil;a e at&eacute; tr&ecirc;s vezes no Reino Unido. Neste relat&oacute;rio vemos como varejistas e marcas est&atilde;o encontrando maneiras de trabalhar atrav&eacute;s de todos canais ", completa.</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="58">
<p align="center"><strong>Rank</strong></p>
</td>
<td width="127">
<p align="center"><strong>Pa&iacute;s</strong></p>
</td>
<td width="276">
<p align="center"><strong><span>Participa&ccedil;&atilde;o de mercado de E-commerce 2016 (valor)</span></strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="58">
<p align="center">1</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="127">
<p align="center">Cor&eacute;ia do Sul</p>
</td>
<td valign="bottom" width="276">
<p align="center">16.6%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="58">
<p align="center">2</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="127">
<p align="center">Jap&atilde;o</p>
</td>
<td valign="bottom" width="276">
<p align="center">7.2%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="58">
<p align="center">3</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="127">
<p align="center">Reino Unido</p>
</td>
<td valign="bottom" width="276">
<p align="center">6.9%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="58">
<p align="center">4</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="127">
<p align="center">Fran&ccedil;a</p>
</td>
<td valign="bottom" width="276">
<p align="center">5.3%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="58">
<p align="center">5</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="127">
<p align="center">Taiwan</p>
</td>
<td valign="bottom" width="276">
<p align="center">5.2%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="58">
<p align="center">6</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="127">
<p align="center">China</p>
</td>
<td valign="bottom" width="276">
<p align="center">4.2%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="58">
<p align="center">7</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="127">
<p align="center"><span>Rep&uacute;blica Checa</span></p>
</td>
<td valign="bottom" width="276">
<p align="center">2.1%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="58">
<p align="center">8</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="127">
<p align="center">Espanha</p>
</td>
<td valign="bottom" width="276">
<p align="center">1.7%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="58">
<p align="center">9</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="127">
<p align="center">Pa&iacute;ses Baixos</p>
</td>
<td valign="bottom" width="276">
<p align="center">1.7%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="58">
<p align="center">10</p>
</td>
<td valign="bottom" nowrap="nowrap" width="127">
<p align="center">EUA</p>
</td>
<td valign="bottom" width="276">
<p align="center">1.4%</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="text-decoration: underline;">As mensagens chave do reporte incluem:</span></p>
<p>O crescimento do e-commerce n&atilde;o &eacute; o mesmo em todo o mundo e n&atilde;o &eacute; explicado pela conectividade. Talvez n&atilde;o seja surpreendente que a desenvolvida digitalmente Cor&eacute;ia do Sul seja o maior mercado de bens de consumo online do mundo em participa&ccedil;&atilde;o de valor (16,6%). No entanto, nos Estados Unidos, apenas 1,4% das compras de supermercado s&atilde;o feitas online. A China &eacute; o mercado que registrou o maior crescimento nos &uacute;ltimos 12 meses, 47% - com uma participa&ccedil;&atilde;o em valor de 4,2%. A Europa tem relativamente baixa ado&ccedil;&atilde;o de e-commerce em todos os pa&iacute;ses, exceto para o Reino Unido, com a fatia de mercado de 6,9% e a Fran&ccedil;a, com 5,3%.<br />A Fran&ccedil;a &eacute; um mercado relativamente &uacute;nico em e-commerce j&aacute; que seu sucesso &eacute; pelo modelo de entrega, onde a compra online &eacute; retirada na loja. A ado&ccedil;&atilde;o do e-commerce na Am&eacute;rica Latina &eacute; atualmente muito baixa, com exce&ccedil;&atilde;o da Argentina com 1%.</p>
<p>Compra online gera maior fidelidade<br />Uma vez que os compradores come&ccedil;am a comprar online, est&atilde;o mais propensos a fidelizar. Entre este grupo no Reino Unido, quase um quarto (23,3%) de todos os gastos &eacute; atrav&eacute;s de e-commerce, resultando em menos viagens para as lojas f&iacute;sicas.</p>
<p>A din&acirc;mica deve ser incentivada<br />Compara&ccedil;&otilde;es entre o Reino Unido, Fran&ccedil;a e China, t&ecirc;m mostrado que um ano ap&oacute;s come&ccedil;ar a fazer compras online, os consumidores no Reino Unido e na Fran&ccedil;a gastaram menos no total (-2,4% e -1,4% respectivamente), porque h&aacute; menos compras de impulso. E as marcas precisam trabalhar mais para incentivar compras online de impulso, como por exemplo, fazer sugest&otilde;es de produtos complementares. Na China, 50% das vendas online de bens de consumo em produtos de beleza &eacute; vista como uma ocasi&atilde;o de prest&iacute;gio e, na verdade, teve um aumento nas vendas depois de um ano (+ 8,1%).</p>
<p>Compras online s&atilde;o geralmente maiores<br />Os compradores geralmente gastam mais nas compras online do que em outros canais, logo, o e-commerce &eacute; um canal potencial para lucrar. No Reino Unido, por exemplo, a compra online apresenta um ticket m&eacute;dio de $59 em compara&ccedil;&atilde;o com $15 nas lojas f&iacute;sicas.</p>
<p>Marcas que conseguem entrar nas listas de compras online s&atilde;o mais propensos a permanecer<br />Dados da Kantar Worldpanel mostram que 55% dos compradores online utilizam a mesma lista de compras para uma compra seguinte. As marcas precisam concentrar seus esfor&ccedil;os para conseguir entrar nesta lista.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 04 Oct 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/O-futuro-do-e-commerce-para-FMCG-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Impulsionando decis?es conscientes nos consumidores ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Impulsionando-decises-conscientes-nos-consumidores-</link>
         <description><![CDATA[<p>No m&ecirc;s passado, o Chile implementou uma nova lei de rotulagem para alertar os consumidores de forma clara sobre os n&iacute;veis de a&ccedil;&uacute;car, s&oacute;dio, calorias e gorduras saturadas em produtos de consumo massivo.</p>
<p>Esta &eacute; a resposta mais recente a uma tend&ecirc;ncia mundial em que a sa&uacute;de e o bem-estar se tornaram um tema central, com o a&ccedil;&uacute;car na linha de fogo e a obesidade declarada como uma emerg&ecirc;ncia de sa&uacute;de p&uacute;blica em muitos pa&iacute;ses.</p>
<p>Nos &uacute;ltimos anos, os governos de v&aacute;rios pa&iacute;ses t&ecirc;m tratado de deter o problema atrav&eacute;s da interven&ccedil;&atilde;o. O M&eacute;xico foi o primeiro, ao optar por um imposto sobre o a&ccedil;&uacute;car no come&ccedil;o de 2014, incrementando os pre&ccedil;os dos produtos muito a&ccedil;ucarados em 13,3%, com um sucesso inicial. No primeiro ano, o imposto afetou negativamente o consumo das categorias afetadas em aproximadamente 1,9%. Desde ent&atilde;o, os dados t&ecirc;m demonstrado que foi uma mudan&ccedil;a a curto prazo, j&aacute; que as pessoas come&ccedil;aram a diminuir o consumo dos produtos muito a&ccedil;ucarados, compensando o pre&ccedil;o mais elevado em outras categorias.</p>
<p><strong>Nosso aprendizado &eacute; que a rotulagem parece ser a melhor estrat&eacute;gia a longo prazo, j&aacute; que compreende um elemento educativo que pretende impulsionar decis&otilde;es conscientes nos consumidores.</strong></p>
<p>O Equador deu seu primeiro passo na estrat&eacute;gia de rotulagem no segundo semestre de 2014. Como no M&eacute;xico, teve um impacto a curto prazo na redu&ccedil;&atilde;o do consumo de categorias espec&iacute;ficas (refrigerantes liderando o ranking, seguido de bolinhos e lanches), mas tamb&eacute;m veio &agrave; tona o verdadeiro valor nutricional das op&ccedil;&otilde;es saud&aacute;veis para o consumidor.</p>
<p>Como exemplo, os ch&aacute;s prontos para beber foram percebidos como uma alternativa saud&aacute;vel aos refrigerantes, apesar de seu n&iacute;vel de a&ccedil;&uacute;car ser quase id&ecirc;ntico. <strong>No entanto, a partir do momento que a rotulagem foi implementada, a base de consumidores da categoria teve uma redu&ccedil;&atilde;o de 15%.</strong> Mesmo aqueles que decidiram continuar consumindo a categoria, est&atilde;o bebendo um litro a menos a cada tr&ecirc;s meses: o consumo total teve uma redu&ccedil;&atilde;o de 25%.</p>
<p><strong>Nas quatro primeiras semanas ap&oacute;s a implementa&ccedil;&atilde;o da rotulagem, 98% da popula&ccedil;&atilde;o chilena estava ciente dos novos r&oacute;tulos e tr&ecirc;s em cada quatro pessoas prestaram aten&ccedil;&atilde;o na mudan&ccedil;a. Al&eacute;m disso, metade da popula&ccedil;&atilde;o afirma que esta mudan&ccedil;a j&aacute; est&aacute; impactando sua escolha de produtos</strong> (uma diferen&ccedil;a impressionante se comparado com Equador, onde apenas 29% mudaram seu comportamento).</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 22 Sep 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Impulsionando-decises-conscientes-nos-consumidores-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Consumo do 1? semestre apresenta recupera??o]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumo-do-1-semestre-apresenta-melhora-em-relao-a-2015</link>
         <description><![CDATA[<p>As instabilidades econ&ocirc;micas dos &uacute;ltimos tempos provocaram uma mudan&ccedil;a no comportamento de consumo dos brasileiros. De acordo com o Consumer Insights, elaborado pela Kantar Worldpanel, a frequ&ecirc;ncia retraiu menos do que em per&iacute;odos anteriores, possibilitando o reaquecimento do consumo de janeiro a junho de 2016 em rela&ccedil;&atilde;o ao ano passado. Segundo o estudo, houve um aumento de 1,6% no n&uacute;mero de unidades levadas para casa e um crescimento em valor deflacionado de 2,1%.</p>
<p>As classes m&eacute;dias e altas foram as que mais contribu&iacute;ram para a recupera&ccedil;&atilde;o, enquanto as mais baixas seguiram apostando na racionaliza&ccedil;&atilde;o em frequ&ecirc;ncia de compra. Enquanto a A/B1 registrou alta de 2,8% no quesito, a C1 marcou 1,4% de eleva&ccedil;&atilde;o. J&aacute; a DE apresentou queda de 6%.</p>
<p>Regi&atilde;o que antes se destacava no consumo do pa&iacute;s, a Grande RJ perdeu o posto para Grande S&atilde;o Paulo, que teve alta de 6% em frequ&ecirc;ncia, e para Norte/Nordeste, que se sobressaiu com os 6,8% positivos de unidades por viagem.</p>
<p>O primeiro semestre marcou tamb&eacute;m o crescimento de todas as cestas em unidades e valor: alimentos, respectivamente 0,4% e 16,7%; bebidas, 4,8% e 10,8 %; higiene e beleza, 1,8% e 1,3%; e limpeza, 2,1% e 13,3%.<br />Entre as categorias que mais se destacaram positivamente no per&iacute;odo est&atilde;o molho para salada, presuntaria e creme de leite; bebidas congeladas, ch&aacute; l&iacute;quido e suco em p&oacute;; l&acirc;mina de barbear, produtos para a barba e creme dental; e cloro, sab&atilde;o em pedra e detergente l&iacute;quido. J&aacute; os que perderam consumidores foram lanche pronto, iogurte e petit suisse; &aacute;gua mineral, suco pronto para beber e bebida &agrave; base de soja; deo col&ocirc;nia, cremes e lo&ccedil;&otilde;es e fraldas descart&aacute;veis; purificador de ar, detergente l&iacute;quido para roupa e cera para assoalho.</p>
<p>O Consumer Insights apurou ainda que as categorias que mais cresceram foram aquelas que necessitam de algum preparo e que os lares com crian&ccedil;as ajudaram na eleva&ccedil;&atilde;o das vendas desses produtos. Foram os domic&iacute;lios com pequenos moradores tamb&eacute;m que aumentaram o consumo de indulg&ecirc;ncias no per&iacute;odo &ndash; destaque para produtos chancelados por personagens queridos por essa parcela da popula&ccedil;&atilde;o. Fora de casa, esse p&uacute;blico ainda ocasiona um gasto maior com sorvete caseiro, chocolate, sorvete industrializado, pizza e sandu&iacute;che. O refrigerante, tamb&eacute;m presente na lista, por exemplo, est&aacute; presente em 50% das ocasi&otilde;es de consumo.</p>
<p>Ainda segundo dados da Kantar Worldpanel, o primeiro semestre de 2016 registrou um aumento do tempo com entretenimento em casa, principalmente assistindo a programas infantis ou relacionados &agrave; culin&aacute;ria.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 13 Sep 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumo-do-1-semestre-apresenta-melhora-em-relao-a-2015</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Kantar divulga nova identidade corporativa ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Kantar-divulga-nova-identidade-corporativa-</link>
         <description><![CDATA[<p>A Kantar lan&ccedil;ou no dia 9 de setembro uma nova identidade corporativa da marca e de suas 12 empresas, desenhada para criar um visual muito mais unificado em todas as empresas do Grupo. Desenvolvida em parceria com a The Partners, especialista em identidade de marca da WPP, a nova marca ser&aacute; estendida a todos os canais de comunica&ccedil;&atilde;o externos e internos nos pr&oacute;ximos meses.</p>
<p>As empresas, que anteriormente n&atilde;o traziam o nome Kantar, ganham esse prefixo e tamb&eacute;m uma nova tipografia comum. A partir de agora, TNS e Millward Brown se tornam Kantar TNS e Kantar Millward Brown, al&eacute;m de Millward Brown Vermeer e The Futures Company, que tamb&eacute;m ganham prefixo, passando a serem chamadas de Kantar Vermeer e Kantar Futures. A &uacute;nica exce&ccedil;&atilde;o &eacute; a Lightspeed GMI, que passa a se chamar Lightspeed. As outras empresas que j&aacute; possu&iacute;am Kantar como prenome, como Kantar IBOPE Media, Kantar Retail, Kantar Health e Kantar Worlpanel &ndash; permanecem com os nomes sem altera&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Com a mudan&ccedil;a, a Kantar est&aacute; lan&ccedil;ando um novo slogan, &ldquo;inspira&ccedil;&atilde;o para um mundo extraordin&aacute;rio&rdquo;, extra&iacute;do da miss&atilde;o da marca: &ldquo;<em>inspirar nossos clientes, nossas equipes e a sociedade a criarem e a prosperarem em um mundo extraordin&aacute;rio</em>&rdquo;.</p>
<p>A nova identidade da Kantar reflete e exterioriza um programa cont&iacute;nuo de mudan&ccedil;a que teve in&iacute;cio em janeiro deste ano. O programa inclui o est&iacute;mulo e recompensa a maior colabora&ccedil;&atilde;o entre as empresas e a cria&ccedil;&atilde;o de um novo grupo de insights, por meio de um alinhamento mais pr&oacute;ximo das marcas do Grupo. Al&eacute;m disso, a empresa est&aacute; caminhando para um maior alinhamento em servi&ccedil;os compartilhados nas &aacute;reas de RH, Finan&ccedil;as e TI.</p>
<p>Em breve, a Kantar tamb&eacute;m expandir&aacute; o portf&oacute;lio de marcas especializadas com o lan&ccedil;amento da <em>Kantar Public</em>, que consolidar&aacute; a experi&ecirc;ncia global em trabalhos com governos e pol&iacute;ticas p&uacute;blicas; e a <em>Kantar Consulting</em>, que aproveitar&aacute; a experi&ecirc;ncia das empresas do Grupo para oferecer um leque amplo e completo de solu&ccedil;&otilde;es de consultoria e produtos de marketing e venda para os seus clientes.</p>
<p>&ldquo;A nova identidade da marca &eacute; uma express&atilde;o tang&iacute;vel do nosso desejo de oferecer aos nossos clientes solu&ccedil;&otilde;es que possam ser mais facilmente navegadas e conectadas e que consolidem o melhor da experi&ecirc;ncia da Kantar&rdquo;, explica Eric Salama, CEO global da Kantar.</p>
<p>&ldquo;Nossos clientes e parceiros j&aacute; est&atilde;o sendo beneficiados por esta nova abordagem &ndash; atrav&eacute;s de pesquisas e recomenda&ccedil;&otilde;es mais completas, detalhadas e hol&iacute;sticas. E essa nova identidade ajudar&aacute; muito, pois, pela primeira vez, realmente parecemos uma &uacute;nica fam&iacute;lia de marcas servindo um prop&oacute;sito comum&rdquo;, complementa o executivo.</p>
<p>Nesse cen&aacute;rio, o Brasil aparece em destaque, como um dos nove mercados priorit&aacute;rios para a Kantar no mundo. De acordo com Sonia Bueno, presidente da Kantar no Brasil, este trabalho integrado entre as empresas encontra-se em est&aacute;gio avan&ccedil;ado na regi&atilde;o.</p>
<p>&ldquo;As pessoas j&aacute; eram engajadas neste esp&iacute;rito colaborativo e n&oacute;s j&aacute; t&iacute;nhamos projetos conjuntos e parcerias entre diferentes empresas do grupo no Brasil. A diferen&ccedil;a, agora, &eacute; que contamos com ferramentas e processos para tornar essa colabora&ccedil;&atilde;o ainda mais frequente e natural, com o objetivo de gerar mais valor para nossos clientes&rdquo;, destaca Sonia.</p>
<p>Para mais informa&ccedil;&otilde;es, por favor, entre em contato com Jacqueline Lafloufa, <a href="mailto:Jacqueline.lafloufa@kantar.com">Jacqueline.lafloufa@kantar.com</a></p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 09 Sep 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Kantar-divulga-nova-identidade-corporativa-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Brasileiros est?o deixando o cigarro de lado]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/s-vsperas-do-Dia-Nacional-do-Combate-ao-Fumo-estudo-apont</link>
         <description><![CDATA[<p>Aos poucos, os brasileiros t&ecirc;m mudado seu comportamento em rela&ccedil;&atilde;o ao fumo. &Eacute; o que aponta o Holistic View, relat&oacute;rio anual elaborado pela Kantar Worldpanel. De acordo com o estudo, a penetra&ccedil;&atilde;o do fumo era de 28% entre os lares da popula&ccedil;&atilde;o em 2009. No mais recente levantamento, referente a 2015, o consumo de cigarros chegou a 22% de penetra&ccedil;&atilde;o. A queda foi de 6 pontos percentuais entre os anos de 2015 e 2009.<br />O consumo do cigarro come&ccedil;ou a cair notadamente nos &uacute;ltimos quatro anos. A penetra&ccedil;&atilde;o domiciliar retraiu de 27% para 23% entre os anos de 2012 e 2015. O gasto m&eacute;dio por lar com o fumo aumentou: passou de R$ 287,02 em 2010 para R$ 327,41 em 2015. Por&eacute;m, essa varia&ccedil;&atilde;o ficou abaixo da infla&ccedil;&atilde;o do per&iacute;odo.</p>
<p><strong>Combate ao fumo</strong></p>
<p>Todo dia 29 de agosto &eacute; celebrado no Brasil o Dia Nacional de Combate ao Fumo, e a informa&ccedil;&atilde;o de que o consumo de cigarros passou a cair refor&ccedil;a a efic&aacute;cia de campanhas de conscientiza&ccedil;&atilde;o sobre os danos que o fumo pode causar &agrave; sa&uacute;de. Mudan&ccedil;as na percep&ccedil;&atilde;o social e na legisla&ccedil;&atilde;o - como o decreto da Lei Antifumo em 2011, que proibiu o consumo de cigarros em ambientes coletivos e parcialmente fechados - tamb&eacute;m podem ter impactado o consumo de cigarros.<br />A amostra do Holistic View considera 5.800 domic&iacute;lios, que s&atilde;o expandidos para representar a popula&ccedil;&atilde;o brasileira.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 29 Aug 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/s-vsperas-do-Dia-Nacional-do-Combate-ao-Fumo-estudo-apont</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Venda de iOS volta a crescer nos EUA e em mercados europeus]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Venda-de-iOS-volta-a-crescer-nos-EUA-e-em-mercados-europeus</link>
         <description><![CDATA[<p>A &uacute;ltima pesquisa de vendas de smartphone realizada pela Kantar Worldpanel revelou que o iOS voltou a crescer nos Estados Unidos e nos cinco maiores mercados europeus (Gr&atilde;-Bretanha, Alemanha, Fran&ccedil;a, It&aacute;lia e Espanha), que representam 31,8% e 18,2% das vendas de smartphone, respectivamente, durante o segundo trimestre de 2016.</p>
<p>&ldquo;Nos Estados Unidos, o iOS cresceu 1,3% em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo do ano anterior, representando 31,8% das vendas de smartphone no segundo trimestre de 2016. O Android representou 65,5% das vendas de smartphone, um pequeno decl&iacute;nio em rela&ccedil;&atilde;o aos 66,1% registrado no mesmo per&iacute;odo no ano anterior&rdquo;, disse Lauren Guenveur, Diretora de Consumer Insight da Kantar Worldpanel. &ldquo;As vendas combinadas do iPhone 6s/6s Plus totalizaram 15,1%, fazendo dele o aparelho mais vendido do trimestre, enquanto o Samsung Galaxy S7/S7 representou 14,1% das vendas de smartphone. O iPhone SE se tornou o terceiro aparelho mais vendido, com 5,1%, contribuindo com a crescimento total do iOS durante o per&iacute;odo&rdquo;, completou a executiva.</p>
<p>Na Gr&atilde;-Bretanha, o iPhone SE foi o aparelho mais vendido no trimestre, com 9,2%, seguido pelo iPhone 6s, com 9,1%. Juntos eles contribu&iacute;ram para o crescimento de 3,1% do iOS para 37,2% no segundo trimestre de 2016&rdquo;, explicou Dominic Sunnebo, Diretor da Unidade de Neg&oacute;cios para a Kantar Worldpanel. &ldquo;O iOS tamb&eacute;m experimentou um crescimento cont&iacute;nuo na Fran&ccedil;a, com 20,6% das vendas de smartphone. Na Alemanha, as vendas de iOS aumentaram pela primeira vez desde o terceiro trimestre de 2015, com um salto de um ponto percentual, resultando em 14,2% do total de vendas em compara&ccedil;&atilde;o com os 13,2% do per&iacute;odo de junho do ano passado. Esses tr&ecirc;s mercados combinados, somadas a leves quedas nas vendas na It&aacute;lia e na Espanha, levaram o iOS a crescer nos cinco principais mercados europeus em 0,7%. Os n&uacute;meros representam o primeiro per&iacute;odo de crescimento desde os tr&ecirc;s meses encerrados em novembro de 2015.</p>
<p>&ldquo;Em contraste com o crescimento nos Estados Unidos e nos cinco principais mercados europeus, o iOS continuou a representar quedas de vendas em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo do ano anterior na China urbana: 17,9% das vendas de smartphones foram de iOS, uma queda de 1,8% em rela&ccedil;&atilde;o aos 19,7% do segundo semestre de 2015. Al&eacute;m disso, o decl&iacute;nio do iOS empurrou as vendas da Apple para baixo da Huawei, com 25,7%, e da Xiaomi, com 18,5% do total das vendas&rdquo;, disse Tamsin Timpson, diretor de Strategic Insight da Kantar Worldpanel. &ldquo;Enquanto o iPhone 6s e 6s Plus continuam sendo os smartphones que mais vendem na regi&atilde;o, a press&atilde;o do Mate 8 e P9 da Huawei, o RedMi Note 3 e Mi 5 da Xiaomi e o R7 da Oppo ocasionou uma crescente competi&ccedil;&atilde;o no mercado. Com as cont&iacute;nuas restri&ccedil;&otilde;es de oferta do iPhone SE, aquele modelo n&atilde;o conseguiu ter o impacto esperado, totalizando 2,5% das vendas de smartphone no segundo trimestre&rdquo;, completou.</p>
<p>Com a alta demanda pelo iPhone SE ser&aacute; interessante conferir se o crescimento do iOS ir&aacute; continuar, supondo que as ofertas ser&atilde;o menos restritas. A antecipa&ccedil;&atilde;o pelo mais novo iPhone, geralmente lan&ccedil;ado todo ano no final de setembro, tipicamente implica um per&iacute;odo de ver&atilde;o mais fraco para o iOS. No entanto, as informa&ccedil;&otilde;es de vendas mostram que 49% dos donos de iPhone nos Estados Unidos e 51% dos donos de iPhones na China tamb&eacute;m possuem um iPhone 5s ou outro aparelho mais antigo. Isso representa uma grande oportunidade de atualizar esses consumidores para um iPhone mais recente.</p>
<p>Observa&ccedil;&atilde;o: As informa&ccedil;&otilde;es da Kantar Worldpanel podem ser embedadas em artigos online para uma representa&ccedil;&atilde;o visual das informa&ccedil;&otilde;es de market share do smartphone OS da Kantar Worldpanel. Clique <a href="http://www.kantarworldpanel.com/global/smartphone-os-market-share/embed-code">aqui</a> para copiar o c&oacute;digo embedado.</p>
<p>Para ver uma vers&atilde;o HTML do resumo das informa&ccedil;&otilde;es e um arquivo PDF opcional, por favor visite: <a href="http://www.kantarworldpanel.com/global/News/iOS-Returns-to-Growth-in-the-US-EU5">www.kantarworldpanel.com/global/News/iOS-Returns-to-Growth-in-the-US-EU5</a></p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 11 Aug 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Venda-de-iOS-volta-a-crescer-nos-EUA-e-em-mercados-europeus</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Em dez anos, mesa do brasileiro perde conquistas]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Em-dez-anos-mesa-do-brasileiro-perde-conquistas</link>
         <description><![CDATA[<p>A hora das refei&ccedil;&otilde;es dos brasileiros sofreu uma grande mudan&ccedil;a nos &uacute;ltimos dez anos. De acordo com dados levantados pela Kantar Worldpanel, de 2006 a 2008 alimentos e bebidas b&aacute;sicos como biscoito, leite longa vida, suco em p&oacute;, &oacute;leo, a&ccedil;&uacute;car, p&atilde;es farinha de trigo e extrato de tomate, por exemplo, registravam penetra&ccedil;&atilde;o anual acima de 70%. No per&iacute;odo seguinte, de 2009 a 2011, a marca do consumo foi a busca pela fartura. N&atilde;o por acaso ganharam penetra&ccedil;&atilde;o as categorias petit suisse, sobremesa pronta e bolo pronto, enquanto leite pasteurizado e polpa e pur&ecirc; de tomate perderam espa&ccedil;o.</p>
<p>De 2012 a 2014, a popula&ccedil;&atilde;o foi em busca de uma mesa mais sofisticada e abastecida com produtos premium. Ganharam penetra&ccedil;&atilde;o suco pronto, &aacute;gua de coco, molho pronto e os azeites. Perderam for&ccedil;a o suco concentrado e o extrato de tomate.</p>
<p>Nos anos seguintes, 2015 e 2016, influenciados pelas instabilidades econ&ocirc;micas, os consumidores entraram em uma nova fase, marcada pela racionaliza&ccedil;&atilde;o e pelo retorno ao h&aacute;bito de preparar alimentos em casa. Entraram nos carrinhos com mais frequ&ecirc;ncia presuntaria, hamb&uacute;rguer e lingui&ccedil;a, ao mesmo tempo em que farinha de trigo, margarina, creme de leite, leite condensado e suco em p&oacute;, ingredientes utilizados em receitas caseiras, agregaram novos compradores. No mesmo per&iacute;odo, o petit suisse e a sobremesa pronta perderam espa&ccedil;o nas listas de compras, enquanto bolo pronto, suco pronto e azeite ficaram menos presentes na mesa dos brasileiros.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 05 Aug 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Em-dez-anos-mesa-do-brasileiro-perde-conquistas</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[A experi?ncia do consumo em casa]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/A-experincia-do-consumo-em-casa</link>
         <description><![CDATA[<p>Em meio a tantas tarefas cotidianas - trabalho, estudos, academia -, &nbsp;volta ao lar &eacute; o hor&aacute;rio nobre da vida do consumidor. Aquele momento para soltar o bot&atilde;o da camisa, tirar o sapato e relaxar. De acordo com estudo Target Group Index, da Kantar Ibope Media, esse per&iacute;odo se inicia ao final da tarde durante a semana, quando as pessoas tendem a sair do trabalho ou escola e seguir para as suas casas.</p>
<p>Entre 18h e 20h de um dia t&iacute;pico, cerca de um ter&ccedil;o da popula&ccedil;&atilde;o das grandes regi&otilde;es metropolitanas costuma jantar, 85% delas em casa, como demonstram dados do Target Group Index. No ano passado, o h&aacute;bito de realizar refei&ccedil;&otilde;es caseiras aumentou. Os gastos com alimenta&ccedil;&atilde;o e bebidas em casa cresceu 9% em 2015 no Brasil, &agrave; medida que essas mesmas atividades apresentaram uma queda de 1% fora do lar, de acordo com o estudo HolisticView 2016, realizado pela Kantar Worldpanel. No total, mais de 500 mil de lares deixaram de jantar fora de casa em 2015.</p>
<p>Atividades de lazer tamb&eacute;m aumentam a freq&uuml;&ecirc;ncia a partir do come&ccedil;o da noite e a qualidade da experi&ecirc;ncia tem sido cada vez mais fundamental. Tanto que, no ano passado, os gastos com lazer aumentaram 7% em rela&ccedil;&atilde;o a 2014. Entre as atividades, est&aacute; o consumo de m&iacute;dia, como televis&atilde;o. No primeiro semestre de 2016, a m&eacute;dia de TVs ligadas nos domic&iacute;lios foi superior ao do mesmo per&iacute;odo nos anos anteriores, com o pico entre 20h e 22h.</p>
<p>Ainda em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; m&iacute;dia, vale ressaltar que a televis&atilde;o por assinatura e o acesso &agrave; internet s&atilde;o alguns dos servi&ccedil;os respons&aacute;veis pelo crescimento do desembolso com lazer, com mais 5% e 12% respectivamente, como revela o estudo da Kantar Worldpanel. Dados do Target Group Index apontam ascens&atilde;o de 40% no uso de video on demand em 2015, contribuindo para uma maior personaliza&ccedil;&atilde;o da experi&ecirc;ncia do consumidor.</p>
<p>Tamb&eacute;m aumenta a compreens&atilde;o da import&acirc;ncia da qualidade do hor&aacute;rio nobre do telespectador, uma vez que o s&oacute; h&aacute; um per&iacute;odo dispon&iacute;vel para lazer durante a semana. Dessa forma, cabe ao consumidor selecionar o que &eacute; mais relevante para ele. Na televis&atilde;o, o pico de audi&ecirc;ncia do conte&uacute;do n&atilde;o linear on demand ou gravado ocorre em hor&aacute;rio pr&oacute;ximo ao do linear, ou seja, em um mesmo hor&aacute;rio os telespectadores tendem a selecionar conte&uacute;dos diferentes, independentemente de quando foram exibidos.</p>
<p>Para uma experi&ecirc;ncia ainda melhor, os telespectadores t&ecirc;m optado por televisores melhores e maiores. De 2014 para 2015 houve uma migra&ccedil;&atilde;o do televisor de tubo para LED e telas de at&eacute; 26" abriram espa&ccedil;o para TVs maiores, segundo os dados do Target Group Index. Essa melhoria tamb&eacute;m se reflete na compra de espa&ccedil;o publicit&aacute;rio pelo setor de eletroeletr&ocirc;nicos no Brasil que, no primeiro trimestre de 2016, investiu 23% a mais do que no mesmo per&iacute;odo de 2015, de acordo com o Monitor Evolution, da Kantar Ibope Media. O mesmo estudo aponta que o setor de casa e decora&ccedil;&atilde;o investiu 11% a mais no primeiro trimestre de 2016, quando comparado a esse per&iacute;odo em 2015.</p>
<p>O aumento das atividades dentro de casa &eacute; uma oportunidade de contato com os consumidores em momentos assertivos. Para isto, &eacute; importante equilibrar os esfor&ccedil;os de comunica&ccedil;&atilde;o em a&ccedil;&otilde;es que potencializem a experi&ecirc;ncia de estar em casa, que proporcionem bem-estar, mas que sejam &uacute;teis e personalizadas, sem esquecer do custo-benef&iacute;cio.</p>
<p><strong>&nbsp;Fonte: Kantar Ibope Media e Meio&amp;Mensagem</strong></p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 25 Jul 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/A-experincia-do-consumo-em-casa</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Os pequenos luxos cosm?ticos da maternidade]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Os-pequenos-luxos-cosmticos-da-maternidade</link>
         <description><![CDATA[<p>Na &eacute;poca da recess&atilde;o de 1929, o mercado de beleza nos EUA detectou um aumento de 25% na venda de batons. A explica&ccedil;&atilde;o para um gasto sup&eacute;rfluo aumentar consideravelmente em um momento econ&ocirc;mico t&atilde;o dif&iacute;cil era que essa compra era considerada um "luxo acess&iacute;vel". Curiosamente, esse padr&atilde;o vem se repetindo em outras crises econ&ocirc;micas depois do crash de 29, o que mostra que nesses per&iacute;odos onde o consumidor n&atilde;o pode adquirir itens muito caros, como carros ou viagens internacionais, se observa uma tend&ecirc;ncia maior no gasto com pequenos objetos de luxo, como batons, esmaltes e maquiagem em geral.</p>
<p>Na maternidade acontece algo semelhante, s&oacute; que ao inv&eacute;s de dinheiro, o item escasso &eacute; o tempo. Segundo o estudo "H&aacute;bitos de Cuidado Pessoal durante a Maternidade", realizado pela Kantar Worldpanel, m&atilde;es de filhos pequenos se permitem ter mais "pequenos luxos e extravag&acirc;ncias" do que as mulheres das mesma faixa et&aacute;ria que n&atilde;o t&ecirc;m filhos. Dentre as m&atilde;es, 26,6% declararam n&atilde;o terem tempo para cuidarem de si mesmas e, comparadas com as mulheres da mesma faixa et&aacute;ria que n&atilde;o t&ecirc;m filhos, as m&atilde;es t&ecirc;m uma tend&ecirc;ncia maior de procurarem produtos anti-idade (66,8% vs. 52,9%) e fazerem visitas regulares a sal&otilde;es de beleza (31.3% vs. 25.1%).</p>
<p>A visita ao sal&atilde;o de beleza acaba se tornando esse "pequeno luxo" de ter tempo para si mesma, e as m&atilde;es aproveitam isso da melhor forma que podem. Comparadas com mulheres sem filhos, as m&atilde;es costumam procurar mais os servi&ccedil;os de manicure (59,7% vs. 44,9%), pedicure (57,9% vs 42,5%) e depila&ccedil;&atilde;o (32,5% vs. 27,3%).</p>
<p>As m&atilde;es brasileiras, em particular, t&ecirc;m grande preocupa&ccedil;&atilde;o com rugas e sinais de express&atilde;o (29,2% vs. 23,8%), envelhecimento (5% vs. 1,8%) e perda de brilho da pele (11% vs. 6,2%). A penetra&ccedil;&atilde;o e frequ&ecirc;ncia de uso de produtos de cuidados com a pele entre as mulheres com filhos &eacute; mais alta e elas admitem procurar esses produtos devido &agrave;s propriedades que prometem maior firmeza e rigidez da pele.</p>
<p>As marcas devem oferecer &agrave;s m&atilde;es produtos que permitam economizar tempo, mas que atendam &agrave;s necessidades que elas precisam, como o efeito anti-idade e de melhora da firmeza da pele.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/LATAM/Brazil/maeschart.png" alt="" width="650" height="556" /></p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 19 Jul 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Os-pequenos-luxos-cosmticos-da-maternidade</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Retra??o de consumo menor no 1? trimestre de 2016]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Retrao-de-consumo-menor-no-1-trimestre-de-2016</link>
         <description><![CDATA[<p>Em meio &agrave;s incertezas econ&ocirc;micas que impactam o pa&iacute;s com mais for&ccedil;a desde o ano passado, a retra&ccedil;&atilde;o no consumo no primeiro trimestre de 2016 foi menos intensa do que a ocorrida no mesmo per&iacute;odo de 2015. De acordo com o estudo Consumer Insights, elaborado pela Kantar Worldpanel, os brasileiros reduziram a frequ&ecirc;ncia de compra de maneira n&atilde;o t&atilde;o agressiva como no passado (1,7%), ao mesmo tempo em que o volume por viagem registrou ligeiro crescimento (0,4%). A classe C passou a contribuir positivamente em volume (C1 com 0,3% e C2 com 0,4%), enquanto a queda de frequ&ecirc;ncia se concentrou na D/E, com menos 1 visita no trimestre.</p>
<p>O levantamento aponta tamb&eacute;m que diversas regi&otilde;es voltaram a registrar crescimento em volume e valor, destacando-se entre elas o Grande Rio de Janeiro e Grande S&atilde;o Paulo, que ainda apresentaram eleva&ccedil;&atilde;o em frequ&ecirc;ncia - enquanto a primeira teve aumento de 7% em unidades, 20% em valor e aumento de 1 visita a mais no ponto de venda, a segunda apresentou, respectivamente, alta de 5%, 12% e 2 visitas. Quest&otilde;es ambientais e o desemprego impactaram negativamente a regi&atilde;o Leste + Interior RJ, que teve queda de valor (-5% em unidades e -7% em unidades por viagem). A regi&atilde;o NNE foi a que mais reduziu frequ&ecirc;ncia em menos 2 visitas ao ponto de venda.</p>
<p>Os alimentos e bebidas foram os respons&aacute;veis por puxar para cima o consumo no primeiro trimestre deste ano. O ticket m&eacute;dio das cestas teve varia&ccedil;&atilde;o positiva de, respectivamente, 10% e 6%. J&aacute; higiene e beleza foi a &uacute;nica a apresentar retra&ccedil;&atilde;o em valor, estabelecendo-se como a cesta que mais sofreu com a redu&ccedil;&atilde;o de visitas aos pontos de venda.</p>
<p>Os alimentos mais escolhidos no per&iacute;odo de acordo com o &iacute;ndice CRP (penetra&ccedil;&atilde;o vs frequ&ecirc;ncia de compra) foram molho para salada, creme de leite e cream cheese. Entre as bebidas, suco congelado, leite fermentado e cerveja. J&aacute; os que mais deixaram de entrar nos carrinhos dos brasileiros est&atilde;o petit suisse, lanche pronto e &oacute;leos especiais, bebida &agrave; base de soja, capuccino e suco pronto.</p>
<p>Na cesta de higiene, destacaram-se positivamente fralda, l&acirc;mina de barbear e alisantes, enquanto que cremes e lo&ccedil;&otilde;es, bronzeador/protetor solar e deo col&ocirc;nia perderam espa&ccedil;o. Entre os produtos de limpeza, cloro, inseticida e sab&atilde;o em pedra foram os mais populares. J&aacute; cera para assoalho, detergente l&iacute;quido para roupa e purificador de ar foram preteridos.</p>
<p>Consumindo mais dentro de casa, deixando assim cada vez mais de lado sa&iacute;das para lanchonetes, restaurantes e bares, a popula&ccedil;&atilde;o tem apostado em categorias que servem de base para o preparo de pratos. No primeiro trimestre de 2016, ingredientes como chocolate culin&aacute;rio, farinha de trigo, margarina, creme de leite e leite condensado registram aumento em unidades.</p>
<p>O Consumer Insights revela ainda que os brasileiros est&atilde;o consumindo cada vez mais itens zero lactose. A penetra&ccedil;&atilde;o desse tipo de produto em mar&ccedil;o de 2014 era de 5%, no mesmo per&iacute;odo de 2015 foi a 7%. Neste ano, o &iacute;ndice chegou a 12%. No total, mais de tr&ecirc;s milh&otilde;es de lares compraram o segmento em 2016 (leite, iogurte, creme de leite e leite condensado).</p>
<p>O retorno ao lar tamb&eacute;m afetou a cesta de higiene e beleza, onda a casa virou sal&atilde;o beleza em casa Segundo os dados, alisantes e tintura para cabelo tiveram crescimento de 6,6% e 2,3% em unidades, respectivamente, de 2015 para 2016.</p>
<p>Na cesta de limpeza o grande destaque &eacute; a categoria de repelentes, que cresceu 102% no primeiro trimestre de 2016 comparado com o mesmo per&iacute;odo de 2015. Passou de uma penetra&ccedil;&atilde;o de 2% em 2013 para 6% este ano.</p>
<p>Mais uma vez, o atacarejo seguiu a tend&ecirc;ncia de crescimento. Novos consumidores migraram para o canal, totalizando mais de 2,5 milh&otilde;es de lares. Neste primeiro trimestre, houve uma varia&ccedil;&atilde;o de 29,8% no valor gasto em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo no ano passado. Nos supermercados de rede, por exemplo, o &iacute;ndice chegou a 10,9%, enquanto que nos hipermercados atingiu 12,9%.<br />Mais da metade do cresciemento do canal vem da classe C. A classe DE apresenta t&iacute;quete m&eacute;dio id&ecirc;ntico a classe AB, R$ 84,00 por compra. Al&eacute;m disso, 95% do crescimento &eacute; via itens unit&aacute;rios e n&atilde;o packs de produtos.<br />O Norte/Nordeste j&aacute; responde por 1/3 do volume do canal. No 1&ordm; trimestre o disp&ecirc;ndio do nordestino ultrapassou R$400, 38% maior que a m&eacute;dia do pa&iacute;s.</p>
<p>O sucesso do atacarejo pode ser explicado por alguns raz&otilde;es, entre elas o fato de o canal atender a v&aacute;rios tipos de fam&iacute;lias, ser acess&iacute;vel a todos os bolsos e estar presente em todas as regi&otilde;es do pa&iacute;s.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 05 Jul 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Retrao-de-consumo-menor-no-1-trimestre-de-2016</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Parceria: Kantar Worldpanel e Facebook]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Parceria-Kantar-Worldpanel-e-Facebook</link>
         <description><![CDATA[<p>A Kantar Worldpanel acaba de firmar uma parceria global com o Facebook que trar&aacute; informa&ccedil;&otilde;es sobre a exposi&ccedil;&atilde;o aos an&uacute;ncios do Facebook para devices m&oacute;veis para a plataforma Consumer Mix Model (CMM) da Kantar Worldpanel.</p>
<p>A plataforma do CMM combina os dados de publicidade do Facebook no celular (al&eacute;m do desktop) com os dados cont&iacute;nuos de compra dos Consumer Packaged Goods (CPG ou bens de consumo n&atilde;o-dur&aacute;veis), da Kantar Worldpanel para fornecer &agrave;s marcas uma avalia&ccedil;&atilde;o precisa da efic&aacute;cia das suas campanhas cross-media.</p>
<p>A publicidade tem presenciado uma r&aacute;pida mudan&ccedil;a nos &uacute;ltimos anos, tendo as marcas investindo cada vez mais no formato digital. Em abril, o Facebook anunciou que sua receita cresceu 57%, sendo 5,2 bilh&otilde;es apenas no primeiro trimestre de 2016, com os anunciantes interessados em sua base cada vez maior de usu&aacute;rios.</p>
<p>A ferramenta permite que marcas e anunciantes entendam o real impacto da publicidade nos domic&iacute;lios e indiv&iacute;duos e a contribui&ccedil;&atilde;o que o Facebook e outras m&iacute;dias t&ecirc;m no retorno de seus investimentos em vendas reais. Esta solu&ccedil;&atilde;o, por sua vez, poder&aacute; ajuda-los a otimizar o planejamento de m&iacute;dia e melhorar a efici&ecirc;ncia do seu investimento.</p>
<p>Josep Montserrat, CEO da Kantar Worldpanel, comenta: &ldquo;A parceria permite que nossos experts construam um s&oacute;lido conhecimento do funcionamento da publicidade e o papel que o Facebook desempenha em um contexto de grandes campanhas. Trabalhar com o Facebook ir&aacute; nos permitir melhores decis&otilde;es para otimizar os budgets de m&iacute;dia e maximizar o retorno do investimento&rdquo;.</p>
<p>Patrick Harris, diretor global da ag&ecirc;ncia de desenvolvimento no Facebook, disse: &ldquo;N&oacute;s acreditamos que fortes parcerias s&atilde;o a chave para oferecer aos anunciantes as ferramentas que eles precisam para medir o real valor comercial do Facebook. N&oacute;s estamos empolgados em ajudar a Kantar Worldpanel com sua solu&ccedil;&atilde;o Consumer Mix Model, trazendo nossos dados de an&uacute;ncios no celular de uma maneira segura&rdquo;.</p>
<p>O painel cont&iacute;nuo de CPG da Kantar Worldpanel j&aacute; &eacute; amplamente utilizado pelo meio publicit&aacute;rio em todo o mundo para entender o efeito da publicidade cross-media. Ele traz uma medi&ccedil;&atilde;o de promo&ccedil;&otilde;es &ldquo;in-store&rdquo; e lealdade do consumidor para poder definir o panorama por tr&aacute;s do comportamento do consumo e finalmente reconhecer quais atos de compra se pode atribuir &agrave; atividade da m&iacute;dia no curto prazo.</p>
<p>O novo servi&ccedil;o da Kantar Worldpanel est&aacute; dispon&iacute;vel no Brasil, Reino Unido, Fran&ccedil;a, Espanha, Portugal, &Iacute;ndia, Cor&eacute;ia do Sul e Taiwan, com um adicional em alguns pa&iacute;ses da &Aacute;sia e Am&eacute;rica Latina durante 2016.</p>
<p>Essa parceria com o Facebook &eacute; parte de uma grande alian&ccedil;a entre a WPP e o Facebook para ativar os dados de propriedade da WPP com o Facebook, <a href="http://www.wpp.com/wpp/press/2015/apr/07/data-alliance-facebook-alliance/">que foi anunciado em Abril de 2015.</a></p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 30 Jun 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Parceria-Kantar-Worldpanel-e-Facebook</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[29% dos brasileiros pretendem acompanhar a Olimp?ada]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Apenas-29-dos-brasileiros-pretendem-acompanhar-a-Olimpada</link>
         <description><![CDATA[<p>Praticamente &agrave;s v&eacute;speras dos Jogos Ol&iacute;mpicos &ndash; Rio 2016, os brasileiros n&atilde;o se mostram muito animados com a competi&ccedil;&atilde;o, que ocorre de 5 a 21 de agosto. De acordo com levantamento da Kantar Worldpanel, a maior parte da popula&ccedil;&atilde;o (66%) acredita que o investimento nas obras foi al&eacute;m do necess&aacute;rio. Apenas 29% das pessoas ouvidas afirmaram que pretendem acompanhar ou comparecer ao evento, enquanto 73% acreditam que o incentivo ao esporte no Brasil ainda &eacute; fraco para garantir um bom desempenho nos Jogos.</p>
<p>A pesquisa, realizada em mar&ccedil;o e cujo universo &eacute; de 52.000.000 domic&iacute;lios, aponta ainda que 86% dos brasileiros concordam que o risco de corrup&ccedil;&atilde;o nos investimentos que envolvem as obras &eacute; alto. Entre os entrevistados, 35% dizem que as invers&otilde;es para a realiza&ccedil;&atilde;o dos Jogos Ol&iacute;mpicos v&atilde;o beneficiar a popula&ccedil;&atilde;o do Rio de Janeiro ap&oacute;s o evento, contra 28% que discordam da afirma&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; seguran&ccedil;a, 39% n&atilde;o acredita que a Cidade Maravilhosa estar&aacute; mais segura durante a competi&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Entre as justificativas apontadas para n&atilde;o comparecer aos Jogos Ol&iacute;mpicos &ndash; 83% n&atilde;o estar&aacute; presente em nenhum evento da iniciativa &ndash; est&atilde;o a falta de dinheiro para investir (60%), moradia em outro estado (42%), ingressos caros (24%).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/LATAM/Brazil/onepageolimpiadas.png" alt="" width="680" height="950" /></p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 29 Jun 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Apenas-29-dos-brasileiros-pretendem-acompanhar-a-Olimpada</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Em 2025 5% do gasto dos latinos em FMCG ser? online]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Em-2025-5-do-gasto-dos-latinos-em-FMCG-ser-online</link>
         <description><![CDATA[<p>A Kantar Worldpanel acaba de concluir um estudo que ouviu a opini&atilde;o de mais de 10.000 consumidores nas dez principais cidades da Am&eacute;rica Latina sobre o canal de venda que mais cresce no mundo: o e-commerce. Para o setor de consumo, cujo desenvolvimento &eacute; maior na Europa e na &Aacute;sia, o canal &eacute; apenas emergente na Am&eacute;rica Latina, com 0,2%, portanto com muita oportunidade de crescimento.</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/LATAM/Brazil/ecommerce.png" alt="" width="427" height="320" /></p>
<p>As barreiras que o canal enfrenta na regi&atilde;o t&ecirc;m rela&ccedil;&atilde;o com os costumes dos compradores latinos: 73% dos que n&atilde;o adquirem produtos pela internet afirmaram preferir ver o produto antes de lev&aacute;-lo para casa, al&eacute;m disso, o desconhecimento gera desconfian&ccedil;a, pois a segunda raz&atilde;o para n&atilde;o comprarem algum item ou servi&ccedil;o na rede &eacute; porque temem fornecer informa&ccedil;&otilde;es pessoais e financeiras (39%).</p>
<p>Entre as pessoas mais ativas online ainda s&atilde;o encontradas certas barreiras para a compra, pois h&aacute; um grupo que usa a internet para encontrar informa&ccedil;&otilde;es, comparar sites, pre&ccedil;os e ver coment&aacute;rios, mas que n&atilde;o se anima a consumir nada por meio da plataforma, estes s&atilde;o chamados de &ldquo;curiosos&rdquo; e totalizam cerca de 16% dos entrevistados. Este grupo, no qual se destacam os mexicanos, prefere ir &agrave; loja para ver e levar o produto no momento da compra.&nbsp;</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/LATAM/Brazil/comprasonline.png" alt="" width="480" height="360" /></p>
<p>No entanto, h&aacute; uma parcela de latino-americanos que adquirem algum produto ou servi&ccedil;o na internet. Os &ldquo;compradores online&rdquo; (15%), argentinos, brasileiros e chilenos, principalmente, aproveitam os benef&iacute;cios do canal e sabem que quando compram podem ter acesso a toda descri&ccedil;&atilde;o dos itens, t&ecirc;m a possibilidade de comparar pre&ccedil;os em diferentes lugares e ainda obter pre&ccedil;os melhores do que os das lojas f&iacute;sicas.</p>
<p>Eletr&ocirc;nicos (48%), vestu&aacute;rio e cal&ccedil;ado (38%) e eletrodom&eacute;sticos (31%) s&atilde;o os itens mais comprados online na regi&atilde;o. M&eacute;xico e Brasil se destacam na aquisi&ccedil;&atilde;o de eletr&ocirc;nicos, Peru e Col&ocirc;mbia preferem moda, enquanto que Argentina e Brasil apreciam os eletrodom&eacute;sticos.</p>
<p>Dentro dos 15% dos compradores online, 14% correspondem a compras relacionadas com entretenimento e estilo de vida (eletr&ocirc;nicos, eletrodom&eacute;sticos, roupas, cal&ccedil;ados, f&eacute;rias, entretenimento, m&oacute;veis e brinquedos) e apenas 1% representa compras de categorias de bens de consumo. Entre elas se destaca a categoria de cuidados pessoais. &ldquo;Esses compradores s&atilde;o jovens, de at&eacute; 35 anos, que usam seus smartphones para fazer compras e preferem as noites para encher seus carrinhos de compras virtuais&rdquo;, afirma Flavia Amado, Diretora de Shopper &amp; Retail na Am&eacute;rica Latina.</p>
<p>O e-commerce tem um grande potencial de crescimento na regi&atilde;o, o uso do canal para os itens relacionados ao entretenimento e estilo de vida &eacute; um avan&ccedil;o para que se desenvolvam tamb&eacute;m as compras de categorias de bens de consumo. Na verdade, seis em cada dez lares latino-americanos que j&aacute; tentou as compras na rede pensam em aumentar ou manter suas aquisi&ccedil;&otilde;es online. &ldquo;Alguns aceleradores que aumentariam a compra de categorias de consumo online s&atilde;o: promo&ccedil;&otilde;es exclusivas, alternativa para pagar com cart&atilde;o de cr&eacute;dito, assessoria sobre a compra virtual, velocidade e menores custos com a entrega&rdquo;, pontua Virginia Garavaglia, Diretora de Marketing para a Am&eacute;rica Latina da Kantar Worldpanel.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 28 Jun 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Em-2025-5-do-gasto-dos-latinos-em-FMCG-ser-online</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Ranking Global: as principais marcas de consumo]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Marcas-locais-respondem-por-60-das-compras-globais-de-bens-</link>
         <description><![CDATA[<p>As marcas nacionais est&atilde;o se aproximando de seus competidores multinacionais. Pelo terceiro ano seguido, o ritmo de crescimento delas &eacute; quase o dobro da taxa de expans&atilde;o das empresas globais, de acordo com o estudo Brand Footprint, da Kantar Worldpanel. A 4&ordf; edi&ccedil;&atilde;o do ranking global apresenta as 50 marcas de bens de consumo n&atilde;o-dur&aacute;veis mais escolhidas pelos consumidores em todo o mundo no ano de 2015.</p>
<p>A pesquisa analisou 1 bilh&atilde;o de domic&iacute;lios em 44 pa&iacute;ses junto com 300 bilh&otilde;es de compras a partir da m&eacute;trica usada especificamente para a an&aacute;lise, Consumer Reach Points (CRP). O ranking Brasil ser&aacute; divulgado no dia 23 de maio.</p>
<p>&ldquo;O foco do Brand Footprint deste ano se estende al&eacute;m do ranking Top 50, pois a press&atilde;o das marcas locais continua pesando sobre sua competi&ccedil;&atilde;o global. Ao refletir no crescimento das empresas menores e locais, tamb&eacute;m avaliamos mais empresas de nicho, analisando tanto as marcas locais quanto as que est&atilde;o prestes a entrar no ranking&rdquo;, disse Josep Montserrat, CEO Global da Kantar Worldpanel.</p>
<p>O estudo de 2015 demonstrou que as marcas locais est&atilde;o tomando a dianteira do mercado: enquanto os bens de consumo n&atilde;o-dur&aacute;veis cresceram 4,7% em valor em 2015, os players locais cresceram 6,2%. Em compara&ccedil;&atilde;o, as marcas globais cresceram apenas 3,4%. Especialmente nas categorias de comida e bebida, as escolhas de marca s&atilde;o dominadas pelos players locais tanto pela quantidade dispon&iacute;vel quanto pelo n&uacute;mero de vezes que s&atilde;o escolhidos.</p>
<p>As marcas nacionais prevalecem mais na &Aacute;sia, Am&eacute;rica Latina e tamb&eacute;m em partes da Europa, como a Espanha. O mais not&aacute;vel &eacute; a China, onde elas representam 75% das decis&otilde;es de compra do shopper, seguido pela Indon&eacute;sia (61%) e &Iacute;ndia (57%). As tr&ecirc;s marcas locais que tiveram os melhores desempenhos em 2015 s&atilde;o chinesas: Yili, Mengnui e Bright.</p>
<p>Apesar da mudan&ccedil;a, as marcas globais continuam crescendo. Entre as top 10, Lifebuoy, Lay&rsquo;s e Dove conseguiram n&atilde;o apenas aumentar o CRP, como tamb&eacute;m subir pelo menos uma posi&ccedil;&atilde;o. J&aacute; a &aacute;rea com mais oportunidade para as multinacionais &eacute; o ecommerce, o canal de compra que cresce mais r&aacute;pido e onde seguem dominando.</p>
<p>&ldquo;Embora os supermercados e os hipermercados sejam os principais canais de distribui&ccedil;&atilde;o para muitas marcas globais, o oposto tamb&eacute;m &eacute; verdadeiro para as locais, que fazem sua distribui&ccedil;&atilde;o por m&eacute;todos mais tradicionais e est&atilde;o prosperando nos mercados emergentes, onde naturalmente h&aacute; taxas mais altas de crescimento&rdquo;, afirmou Alison Martin, diretora da Kantar Worldpanel.</p>
<p>&ldquo;Para as marcas locais, seus pa&iacute;ses s&atilde;o o mundo: elas olham para todo o pa&iacute;s, e n&atilde;o apenas para as cidades de porte grande ou m&eacute;dio. N&atilde;o s&oacute; h&aacute; mais marcas locais em todo o mundo, como tamb&eacute;m elas geralmente alcan&ccedil;am mais consumidores nas &aacute;reas mais remotas de seus mercados. Onde o or&ccedil;amento for pequeno, elas acertar&atilde;o as faixas de pre&ccedil;o ou o tamanho dos pacotes. Em grandes mercados emergentes, como a China, &Iacute;ndia e Indon&eacute;sia, muitos consumidores veem as marcas locais n&atilde;o apenas como familiares, mas tamb&eacute;m como mais acess&iacute;veis e amplamente conhecidas&rdquo;, contou.</p>
<p>Dentre todas as marcas, a penetra&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia &eacute; de 19,6% e a m&eacute;dia de compra delas &eacute; de 4 vezes ao ano. 47% das empresas do ranking cresceram e 3/4 atra&iacute;ram mais lares e aumentaram sua penetra&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>O estudo tamb&eacute;m assinalou que os consumidores pagaram mais e levaram menos itens no ano passado: o valor das vendas de bens de grande consumo aumentou em 4% enquanto os volumes declinaram em 0,4%. As regi&otilde;es onde esta diminui&ccedil;&atilde;o &eacute; tend&ecirc;ncia s&atilde;o os Estados Unidos, a Am&eacute;rica Latina e a &Aacute;sia. J&aacute; entre os setores, o volume de comida e bebida diminuiu 0,6% globalmente. Mas os produtos de limpeza (0,6%) e de cuidados pessoais (0,3%) continuam a crescer.</p>
<p><strong>Mercados emergentes impulsionam o crescimento</strong></p>
<p><strong></strong>Os grandes respons&aacute;veis pelo crescimento dos bens de consumo n&atilde;o-dur&aacute;veis em 2015 foram os mercados emergentes, com 82% da fatia. J&aacute; o crescimento da receita destas regi&otilde;es quase diminuiu pela metade no &uacute;ltimo ano (com queda entre 12,4% e 6,7%), mas ainda assim continua a ofuscar os mercados desenvolvidos, onde as vendas aumentaram 1,3%.</p>
<p>A participa&ccedil;&atilde;o de mercados emergentes em termos de valor cresceu de 44% para 48% em apenas dois anos. Se mantiverem esta trajet&oacute;ria, ser&atilde;o mais da metade das vendas de 2017. Atualmente, oito em cada dez compras s&atilde;o feitas em mercados emergentes, mas a m&eacute;dia do valor dessas ainda &eacute; bem menor (US$ 1,4 versus US$ 3,7 nos pa&iacute;ses desenvolvidos). O gasto por pessoa &eacute; quase quatro vezes maior nos pa&iacute;ses desenvolvidos, onde est&aacute; 15% da popula&ccedil;&atilde;o global.</p>
<p><strong>As marcas mais escolhidas</strong></p>
<p><strong></strong>A Coca-Cola lidera as marcas mais escolhidas do mundo, sendo tamb&eacute;m a primeira em dez pa&iacute;ses. J&aacute; a Maggi lidera entre as marcas de comida e a Colgate em sa&uacute;de e beleza &ndash; esta teve o maior aumento de consumidores pelo segundo ano consecutivo, com 40 milh&otilde;es de novas resid&ecirc;ncias escolhendo a marca. Por fim, a americana Downy desponta no setor de cuidados com a casa.</p>
<p>As marcas que mais cresceram foram Close-Up e Barilla, sendo que ambas subiram cinco posi&ccedil;&otilde;es. Entre os que prestes a entrar no ranking est&aacute; Dettol, que cresceu num ritmo est&aacute;vel no &uacute;ltimo ano. A novidade no Top 10 global &eacute; a marca indon&eacute;sia de noodle Indomie, que entrou no ranking devido &agrave; inclus&atilde;o de novos territ&oacute;rios.</p>
<p>Para acessar todas as informa&ccedil;&otilde;es do ranking global, com divis&atilde;o de setores, al&eacute;m de um &iacute;ndice completo das marcas que est&atilde;o no Top 50 global, acesse <a href="http://www.brandfootprint-ranking.com">www.brandfootprint-ranking.com</a>.</p>
<p><strong>As Top 10 marcas em todo o mundo, de acordo com o estudo Brand Footprint da Kantar Worldpanel:</strong></p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/brand/top10.jpg" alt="" width="690" height="484" /></p>
<p class="BodyB"><strong>As Top 10 marcas que mais cresceram em compara&ccedil;&atilde;o com os dados de 2014:</strong></p>
<p class="BodyB"><strong><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/brand/toprisers.jpg" alt="" width="279" height="690" /></strong></p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 19 May 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Marcas-locais-respondem-por-60-das-compras-globais-de-bens-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Estados Unidos supera Europa na penetra??o de wearables]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Estados-Unidos-supera-Europa-na-penetrao-de-wearables</link>
         <description><![CDATA[<p>O lan&ccedil;amento do servi&ccedil;o Kantar Worldpanel ComTech&rsquo;s Wearable revela que, a partir de mar&ccedil;o de 2016, mais de um em cada dez consumidores nos Estados Unidos possu&iacute;am pulseiras ou rel&oacute;gios inteligentes (12,2%), quase o dobro da penetra&ccedil;&atilde;o registrada nos quatro grandes mercados europeus (6,6%), que incluem Gr&atilde; Bretanha, Alemanha, Fran&ccedil;a e It&aacute;lia.</p>
<p>As pulseiras inteligentes dominam o mercado norte-americano, sendo tr&ecirc;s dos quatro dispositivos de pulso que fazem parte dessa categoria.</p>
<p>&ldquo;Para ambos os compradores de rel&oacute;gios e pulseiras inteligentes, marca, facilidade de uso e funcionalidade s&atilde;o os maiores condutores de compra, superando design e custo&rdquo;, afirma Shannon Conway, analista de tecnologia wearable da Kantar Worldpanel ComTech. &ldquo;A Fitbit se consolidou como um l&iacute;der de mercado no in&iacute;cio, capturando 61,7% da base instalada nos Estados Unidos, comunicando uma proposta de valor clara e simples para os consumidores. A Apple responde por 6,8% do total de propriet&aacute;rios de pulseiras e rel&oacute;gios inteligentes nos EUA.&rdquo;</p>
<p>Apesar de os fornecedores de rel&oacute;gios inteligentes promoverem as mais avan&ccedil;adas capacidades de sa&uacute;de e fitness, as pulseiras ainda t&ecirc;m de mostrar sinais de sua oscilante popularidade entre os recentes propriet&aacute;rios norte-americanos. Presentes desempenham um papel maior entre as pulseiras mais baratas, 43,1% vs 33,3% para rel&oacute;gios inteligentes nos Estados Unidos. Mas os rel&oacute;gios est&atilde;o bem posicionados para amea&ccedil;ar seus concorrentes tradicionais, com 31,9% das vers&otilde;es inteligentes e 43% dos modelos da Apple tomando o lugar dos acess&oacute;rios usuais.</p>
<p>&ldquo;Embora a penetra&ccedil;&atilde;o de mercado na Gr&atilde; Bretanha, Alemanha, Fran&ccedil;a e It&aacute;lia esteja comparativamente baixa (6,6%), a composi&ccedil;&atilde;o difere muito dos Estados Unidos, com os rel&oacute;gios inteligentes compreendendo 55,2% dos dispositivos em compara&ccedil;&atilde;o com um share de 22,9% nos EUA&rdquo;, diz Lauren Guenveur, analista de mobile da Kantar Worldpanel ComTech. &ldquo;Na base combinada de pulseira e rel&oacute;gios inteligentes, a Fitbit continua a ser a marca l&iacute;der com 18,5%, mas a Apple e a Samsung seguem de perto, com 14% e 11,6%, respectivamente&rdquo;, completa.</p>
<p>Nos quatro grandes mercados europeus, a batalha com os rel&oacute;gios tradicionais se intensifica, com 39% dos modelos inteligentes comprados para substituir os antigos - 49,6% para a Apple e 41,5% para a Samsung. Entre os pa&iacute;ses, a Gr&atilde; Bretanha reflete mais de perto o mercado dos Estados Unidos, com uma ligeira maioria dos rastreadores fitness (54,3%) sobre os rel&oacute;gios inteligentes (45.7%).</p>
<p>&ldquo;Nosso primeiro estudo de rel&oacute;gios inteligentes reflete um n&iacute;vel relativamente baixo de penetra&ccedil;&atilde;o no mercado &ndash; n&atilde;o inesperado, j&aacute; que se trata de uma categoria jovem&rdquo;, assinala Shannon Conway. &ldquo;Em nosso pr&oacute;ximo relat&oacute;rio, em agosto, vamos adicionar o n&uacute;mero de elementos de dados, incluindo a inten&ccedil;&atilde;o de compra de n&atilde;o-propriet&aacute;rios do acess&oacute;rio no futuro. Esperamos com isso ter indica&ccedil;&otilde;es interessantes sobre para onde esse mercado est&aacute; indo.&rdquo;</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 10 May 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Estados-Unidos-supera-Europa-na-penetrao-de-wearables</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Consumo em 2015 voltou aos ?ndices de 2010 em volume ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumo-em-2015-voltou-aos-ndices-de-2010-em-volume-</link>
         <description><![CDATA[<p>As mudan&ccedil;as que impactaram a economia em 2015 transformaram a maneira de consumir dos brasileiros. No entanto, bem informados e cientes dos produtos dos quais n&atilde;o querem abrir m&atilde;o, os consumidores fazem, mesmo em tempos de racionaliza&ccedil;&atilde;o, escolhas inteligentes na hora de abastecer o carrinho. Esse novo cen&aacute;rio foi apresentado nesta segunda-feira pela Diretora Comercial da Kantar Worldpanel, Christine Pereira, na FEIRA APAS 2016, que ocorre at&eacute; o pr&oacute;ximo dia 5, no Expo Center Norte, em S&atilde;o Paulo.</p>
<p>De acordo com a empresa, ap&oacute;s passar por um boom, o consumo do pa&iacute;s voltou aos &iacute;ndices de 2010 em volume &ndash; realidade impulsionada pela infla&ccedil;&atilde;o de 10,7% (IPCA 2015) e desemprego de 9% (trimestre terminado em novembro 2015). Nesse cen&aacute;rio, em compara&ccedil;&atilde;o com 2014, os domic&iacute;lios fizeram quatro visitas a menos aos pontos de venda no ano passado, passando de 85 para 81. O n&uacute;mero de unidades levadas para casa tamb&eacute;m caiu (-1,5%).</p>
<p>Para equilibrar os gastos, as fam&iacute;lias tomaram uma s&eacute;rie de medidas: migraram para os planos p&oacute;s-pagos de telefonia celular, com mensalidades mais baratas, e para os planos controle; deixaram de jantar fora, gastando 8% menos nesse quesito; e passaram a alimentar os c&atilde;es com comidas caseiras, diminuindo a import&acirc;ncia das ra&ccedil;&otilde;es industrializadas.<br />No entanto, outras despesas foram incorporadas. As principais relacionadas &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o (gasto mensal com celular de R$ 55), lazer dentro de casa (internet e TV por assinatura) e outros gastos domiciliares, como festa.</p>
<p>Nesse contexto, a alimenta&ccedil;&atilde;o dentro do lar aparece no topo dos maiores gastos da popula&ccedil;&atilde;o, com 19%. Em seguida est&atilde;o transporte (13%), habita&ccedil;&atilde;o (13%), servi&ccedil;os p&uacute;blicos (7%), vestu&aacute;rio (7%), sa&uacute;de (7%), alimenta&ccedil;&atilde;o e bebidas fora do lar (5%), lazer (5%), higiene pessoal (4%), outras despesas (4%), educa&ccedil;&atilde;o (3%), servi&ccedil;os financeiros (2%) e comunica&ccedil;&atilde;o (2%).</p>
<p>Para se ajustar ao momento atual, os brasileiros seguem adquirindo praticamente o mesmo n&uacute;mero de categorias no carrinho. Em 2015, por exemplo, a classe AB consumiu 41, seguida pelas 40, da classe C, e 38, da DE. Em 2010, os n&uacute;meros eram, respectivamente, 43, 40 e 38. No entanto, o que mudou foi a quantidade comprada e a frequ&ecirc;ncia, caracter&iacute;stica das &ldquo;smart choices&rdquo; que, segundo Christine Pereira, s&atilde;o feitas de acordo com alguns crit&eacute;rios.</p>
<p>O primeiro deles &eacute; o planejamento, quando o consumidor racionaliza e se planeja para comprar; seguido de valor, a busca a entrega de valor entre categorias e segmentos; saudabilidade, que procura a integra&ccedil;&atilde;o do saud&aacute;vel e do saboroso; e custo x benef&iacute;cio, no qual o produto, a promo&ccedil;&atilde;o, formatos e embalagens s&atilde;o considerados.</p>
<p>De acordo com a Kantar Worldpanel, o que os varejistas podem fazer para conquistar seu espa&ccedil;o &eacute; conhecer seus consumidores e tamb&eacute;m aqueles que n&atilde;o o s&atilde;o, planejar seu abastecimento e oferecer op&ccedil;&otilde;es de pagamento, dar destaque aos produtos funcionais, integrais e com ou sem alguns ingredientes, inovar com diferencia&ccedil;&atilde;o, facilitar a vida dos compradores e oferecer promo&ccedil;&otilde;es inteligentes.</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/LATAM/Brazil/PagerApas.png" alt="" width="769" height="1079" /></p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 02 May 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumo-em-2015-voltou-aos-ndices-de-2010-em-volume-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Pa?ses do Mercosul lidam com ano dif?cil em bens de consumo ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Pases-do-Mercosul-lidam-com-ano-difcil-em-bens-de-consumo-</link>
         <description><![CDATA[<p>Criado em 1991 para integrar pa&iacute;ses em prol da livre circula&ccedil;&atilde;o de bens, servi&ccedil;os e fatores produtivos, o Mercosul celebra seus 25 anos de forma&ccedil;&atilde;o em 2016. O conglomerado de pa&iacute;ses latinos adotou tarifas e pol&iacute;ticas comerciais comuns, com o objetivo de auxiliar uns aos outros a prosperar economicamente.</p>
<p>No entanto, 2015 n&atilde;o foi um ano f&aacute;cil para os pa&iacute;ses latinos e tamb&eacute;m n&atilde;o foi assim para quem faz parte do Mercosul, como Argentina, Brasil e Venezuela. Segundo dados da Kantar Worldpanel, os tr&ecirc;s pa&iacute;ses est&atilde;o lidando com uma grande retra&ccedil;&atilde;o na aquisi&ccedil;&atilde;o de bens de consumo n&atilde;o-dur&aacute;veis (FMCG). Os &uacute;nicos setores que mostraram alta em volume foram o de latic&iacute;nios, cuidados com a casa e cuidados pessoais na Argentina e o de cuidados pessoais no Brasil.</p>
<p>Os dados refletem um per&iacute;odo econ&ocirc;mico complicado na Am&eacute;rica Latina, especialmente no Brasil e Argentina. As vestas mais afetadas foram a de alimentos e bebidas, com compras menos frequentes e t&iacute;quetes m&eacute;dios mais altos.</p>
<p>No Brasil, as promo&ccedil;&otilde;es foram uma ferramenta importante para minimizar o impacto da infla&ccedil;&atilde;o nas compras. O &uacute;nico canal que mostrou alta foi o "cash &amp; carry", um dos favoritos das donas de casa, que fazem suas compras aos s&aacute;bados e n&atilde;o querem perder muito tempo com isso.</p>
<p>Na Argentina, o truque usado pelos consumidores para lidar com a m&aacute; fase econ&ocirc;mica foi manter o tamanho da compra intacto, mas espa&ccedil;ar mais as visitas ao mercado. Os argentinos tamb&eacute;m buscam op&ccedil;&otilde;es com melhor custo benef&iacute;cio, onde promo&ccedil;&otilde;es e marcas pr&oacute;prias acabam se destacando como boas alternativas. As promo&ccedil;&otilde;es, por exemplo, j&aacute; representam 20% da renda dos varejos.</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/LATAM/Brazil/PostMercosul.png" alt="" width="600" height="502" /></p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 14 Apr 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Pases-do-Mercosul-lidam-com-ano-difcil-em-bens-de-consumo-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Ano Novo impulsiona crescimento do Android na China ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Ano-Novo-impulsiona-crescimento-do-Android-na-China-</link>
         <description><![CDATA[<p>Os mais recentes dados do levantamento ComTech sobre smartphones da Kantar Worldpanel, que analisa os tr&ecirc;s &uacute;ltimos meses terminados em fevereiro, mostram que o sistema Android aumentou suas vendas na China urbana para 76,4%. No mesmo per&iacute;odo do ano anterior, o &iacute;ndice estava na casa dos 73%. Nos Estados Unidos e nos cinco grandes mercados europeus &ndash; Gr&atilde; Bretanha, Alemanha, Fran&ccedil;a, It&aacute;lia e Espanha -, o Android segue crescendo ano a ano.</p>
<p>&ldquo;O Android apresentou um s&oacute;lido crescimento na China urbana durante os tr&ecirc;s meses terminados em fevereiro de 2016 devido &agrave;s fortes vendas no per&iacute;odo do Ano Novo Chin&ecirc;s (comemorado em 8 de fevereiro). Essa sempre &eacute; uma importante temporada promocional, e as marcas Android foram capazes de tirar proveito&rdquo;, afirma Lauren Guenveur, analista de mobile da Kantar Worldpanel ComTech. &ldquo;Ambas as emergentes marcas locais Meizu e Oppo registram um crescimento ano a ano forte, cada uma capturando cerca de 6% na venda de smartphone.&rdquo;</p>
<p>&ldquo;Pela primeira vez desde agosto de 2014, o iOS n&atilde;o cresceu na China urbana nos tr&ecirc;s meses terminados em fevereiro&rdquo;, completa Tamsin Timpson, diretor de strategic insight da Kantar Worldpanel ComTech Asia. &ldquo;O iOS teve um decl&iacute;nio de 3.2 pontos percentuais entre fevereiro de 2015 e fevereiro deste ano. Huawei foi capaz de recuperar o primeiro lugar no quadro de marcas l&iacute;deres de smartphone, capturando 24,4% dos smartphones vendidos na China urbana, na frente dos aparelhos da Apple, que alcan&ccedil;aram 22,2%.&rdquo;</p>
<p>&ldquo;Enquanto a participa&ccedil;&atilde;o do Android cresceu de forma constante nos cinco grandes mercados europeus, o desempenho varia consideravelmente por mercado, sublinhando o impacto que a Huawei e fornecedores locais est&atilde;o fazendo em alguns mercados&rdquo;, observa Dominic Sunnebo, diretor da unidade de neg&oacute;cios da Kantar Worldpanel ComTech Europa. &ldquo;Na Gr&atilde;-Bretanha, 42% do mercado de smartphones se enquadra na categoria premium, e os dispositivos premium da Huawei oferecem valores muito bons, ainda que n&atilde;o tenham ca&iacute;do nas gra&ccedil;as dos consumidores da Gr&atilde;-Bretanha. O Android contar&aacute; com a nova flagship de dispositivos da Samsung para desafiar o dom&iacute;nio da Apple.&rdquo;</p>
<p>&ldquo;Nos Estados Unidos, o gasto m&eacute;dio na compra de smartphone nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s meses terminados em fevereiro foi de US$ 352. Para os consumidores de Android isso significa que cerca de 69% deles relataram gastar menos do que US$ 350, enquanto aqueles que adquiriram iOS ficaram em 39%. Isso representa uma oportunidade &uacute;nica para o rec&eacute;m-lan&ccedil;ado iPhone SE, que, a um pre&ccedil;o de US$ 399, provavelmente vai atrair pela primeira vez compradores mais conscientes com os custos que poderiam estar mais inclinados a escolher um modelo Android e atrair a consider&aacute;vel base de propriet&aacute;rios de iPhone que ainda n&atilde;o fizeram um upgrade&rdquo;, analisa Lauren Guenveur.</p>
<p>&ldquo;Com o iPhone SE come&ccedil;ando a ser vendido semana passada, vamos monitorar de perto a aceita&ccedil;&atilde;o inicial e assimila&ccedil;&atilde;o desta edi&ccedil;&atilde;o de US$ 399 para a oferta iOS, diz Guenveur. &ldquo;H&aacute; tamb&eacute;m n&uacute;meros significativos de potenciais compradores, especialmente na China, que podem n&atilde;o ser capazes de arcar com os elevados pre&ccedil;os de uma flagship do iPhone mas podem achar que o iPhone SE permite-lhes dar o primeiro passo no ecossistema da Apple&rdquo;, finaliza.</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/LATAM/Brazil/ComTechAbril.jpg" alt="" width="627" height="800" /></p>
<p>Para ver uma vers&atilde;o HTML e um arquivo em PDF opcional com os dados, clique <a href="http://www.kantarworldpanel.com/global/smartphone-os-market-share/embed-code#embed-code">aqui</a>.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 08 Apr 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Ano-Novo-impulsiona-crescimento-do-Android-na-China-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Brasileiro diminui o consumo de biscoitos em 2015]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Brasileiro-diminui-o-consumo-de-biscoitos-em-2015</link>
         <description><![CDATA[<p>Os brasileiros est&atilde;o consumindo menos biscoitos. &Eacute; o que aponta um estudo recente elaborado pela Kantar Worldpanel. De acordo com o levantamento houve uma queda de 4,6% no volume de compra em 2015 em compara&ccedil;&atilde;o com o ano anterior. A frequ&ecirc;ncia registrou diminui&ccedil;&atilde;o de 3,9%. A Grande S&atilde;o Paulo e o Leste + Interior do Rio de Janeiro foram as regi&otilde;es mais impactadas. Esta retra&ccedil;&atilde;o ocorre principalmente via frequ&ecirc;ncia de compra.</p>
<p>Os dados mostram ainda um aumento significativo do consumo de biscoitos no segmento atacarejo.</p>
<p>Em geral, o mercado para os biscoitos, no &uacute;ltimo ano, teve um desempenho negativo &ndash; wafer e tortinhas retra&iacute;ram em duplo d&iacute;gito, 15,6% e 10%, respectivamente. O &uacute;nico segmento que conseguiu atrair novos compradores foram os cookies.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 06 Apr 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Brasileiro-diminui-o-consumo-de-biscoitos-em-2015</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Menos banho, mais consci?ncia]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Menos-banho-mais-conscincia</link>
         <description><![CDATA[<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/LATAM/Brazil/Agua1.jpg" alt="" width="450" height="196" /></p>
<p>Desde maio de 2014, o sistema Cantareira, respons&aacute;vel por abastecer 8,1 milh&otilde;es de pessoas, operava com a chamada "reserva t&eacute;cnica". Trata-se de um reservat&oacute;rio abaixo das comportas das represas da Cantareira, que passou a ser utilizada para atender a popula&ccedil;&atilde;o a partir do momento em que os n&iacute;veis da represa ficaram criticamente baixos. Essa reserva t&eacute;cnica, tamb&eacute;m conhecida como "volume morto", fazia com que o sistema Cantareira operasse "no vermelho".</p>
<p>Dada a cr&iacute;tica situa&ccedil;&atilde;o da represa, o governo estadual insistiu para que a popula&ccedil;&atilde;o diminu&iacute;sse seu consumo de &aacute;gua. Dados da Kantar Ibope Media mostram que as campanhas do Governo de S&atilde;o Paulo pedindo a redu&ccedil;&atilde;o do uso de &aacute;gua alcan&ccedil;aram 16 milh&otilde;es de habitantes apenas durante o primeiro semestre de 2015. "Esse n&uacute;mero equivalente a 82% da popula&ccedil;&atilde;o, sendo que cada indiv&iacute;duo foi impactado por um comercial do governo sobre a crise da &aacute;gua em m&eacute;dia 17 vezes&rdquo;, comenta Rita Romero, diretora executiva do Monitor da Kantar IBOPE Media. (1)</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/LATAM/Brazil/Agua2.jpg" alt="" width="600" height="432" /></p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/LATAM/Brazil/Agua3.jpg" alt="" width="600" height="320" /></p>
<p>Mesmo assim, a crise da &aacute;gua avan&ccedil;ou, deixando a popula&ccedil;&atilde;o com torneiras secas e per&iacute;odos de n&atilde;o-abastecimento de &aacute;gua. A situa&ccedil;&atilde;o era ainda mais cr&iacute;tica entre os residentes da Grande S&atilde;o Paulo. Nessa regi&atilde;o, 34% da popula&ccedil;&atilde;o declarou sofrer diariamente com a falta de &aacute;gua, bem mais do que na Grande Rio de Janeiro (7%) e no Norte e Nordeste (6%), conforme pesquisa da Kantar Worldpanel.</p>
<p>Ainda que a seca fosse mais evidente na regi&atilde;o metropolitana de S&atilde;o Paulo, o Brasil inteiro enfrentou uma crise h&iacute;drica: 45% dos brasileiros lidaram com falta de &aacute;gua em algum momento, 29% viram suas torneiras secas 2 vezes por semana e 7% disseram ter ficado sem &aacute;gua todos os dias da semana. As regi&otilde;es mais perif&eacute;ricas e lares de baixa renda foram os que mais sofreram - dentre as classes D/E, 32% precisaram lidar com racionamento de &aacute;gua 2 vezes por semana, e em 12% o racionamento foi di&aacute;rio (2).</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/LATAM/Brazil/Agua4.jpg" alt="" width="600" height="743" /></p>
<p>Atendendo ao insistente pedido do governo, e tamb&eacute;m devido &agrave; indisponibilidade de &aacute;gua nas suas resid&ecirc;ncias, 77,5% dos brasileiros passaram a ajustar o consumo de &aacute;gua (3)&nbsp;e 70% passaram a tomar banhos mais curtos. Entre 2014 e 2015, a propor&ccedil;&atilde;o de banhos de at&eacute; 5 minutos aumentou bastante, chegando a responder por 38% da m&eacute;dia de tempo gasto com uma chuveirada (2).</p>
<p>A frequ&ecirc;ncia de banhos tamb&eacute;m foi afetada. Antes da crise h&iacute;drica, os brasileiros tomavam em m&eacute;dia 2 ou mais banhos por dia. Agora, est&atilde;o tomando 13,8 banhos por semana, ou cerca de 2 banhos a menos por semana. Entre os paulistanos, a m&eacute;dia &eacute; ainda menor: 12,5 banhos por semana (2).</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/LATAM/Brazil/Agua5.jpg" alt="" width="600" height="337" /></p>
<p><span>Com essa redu&ccedil;&atilde;o no tempo e na frequ&ecirc;ncia de banhos, a Kantar Worldpanel tamb&eacute;m detectou uma queda no consumo de produtos de higiene. Houve queda no consumo de produtos usados para a lavagem dos cabelos, como shampoo e condicionador, e tamb&eacute;m do sabonete em barra. No mesmo per&iacute;odo, houve tamb&eacute;m aumento no uso de desodorante, em especial o formato aerossol, j&aacute; que ele ajuda a evitar a transpira&ccedil;&atilde;o, refresca e protege por mais horas (4)&nbsp;&ldquo;O consumidor se adaptou ao momento, buscando op&ccedil;&otilde;es do mercado que permitissem superar o momento de crise com maior conforto poss&iacute;vel&rdquo;, explica Christine Pereira, diretora comercial da Kantar Worldpanel.&nbsp;</span></p>
<p><span><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/LATAM/Brazil/Agua6.jpg" alt="" width="600" height="419" /></span></p>
<h3><strong>Economia e reuso</strong></h3>
<p>Al&eacute;m de restringir os banhos, o brasileiro tem evitado o desperd&iacute;cio e encontrado formas de reutilizar a &aacute;gua dentro de casa. Ainda que estejamos entre os pa&iacute;ses com grande h&aacute;bito de escova&ccedil;&atilde;o dental, 83,4% dos brasileiros garantem que nunca deixam a torneira aberta enquanto escovam os dentes (5). Os entrevistados pela Kantar Worldpanel e pelo IBOPE Intelig&ecirc;ncia, empresa associada &agrave; Kantar, tamb&eacute;m relataram estar tomando cuidado para usar a capacidade m&aacute;xima das suas m&aacute;quinas de lavar, evitando ou diminuindo a frequ&ecirc;ncia de lavagens de quintais, carros e motos, bem como encontrando formas de reutilizar a &aacute;gua da casa, como a utilizada pela m&aacute;quina de lavar.</p>
<p>Outra preocupa&ccedil;&atilde;o do brasileiro foi o de reduzir o consumo de energia el&eacute;trica. Como boa parte da energia do pa&iacute;s &eacute; gerada em hidrel&eacute;tricas, a conta de luz tamb&eacute;m aumentou, o que fez com que muita gente passasse a prestar mais aten&ccedil;&atilde;o no consumo das suas casas e condom&iacute;nios. Dentre os entrevistados, 69,9% disseram ter substitu&iacute;do as l&acirc;mpadas da sua casa por vers&otilde;es mais econ&ocirc;micas, como a l&acirc;mpada de LED, 52% alegaram redu&ccedil;&atilde;o no uso de eletrodom&eacute;sticos e 51,2% tiraram aparelhos eletr&ocirc;nicos da tomada, para evitar o consumo de energia no modo "stand-by" (2).</p>
<h3><strong>&Aacute;gua no futuro</strong></h3>
<p>O que se pode depreender dos dados coletados &eacute; que as pessoas entendem que precisam mudar alguns comportamentos, mas elas tamb&eacute;m esperam apoio. Quando os paulistanos foram questionados pelo IBOPE Intelig&ecirc;ncia&nbsp;sobre quem seriam os respons&aacute;veis pela grave crise h&iacute;drica enfrentada pela cidade em 2015, 45% apontaram que quem deveria ser responsabilizado era o governo estadual, 19% acreditam que a Sabesp deveria tomar alguma atitude e apenas 10% v&ecirc; a popula&ccedil;&atilde;o como respons&aacute;vel pelo problema (6). A falta de chuvas, tida por especialistas como um dos principais fatores que ajudaram o sistema Cantareira a sair do vermelho, foi apontado como a causa do problema por 18% dos entrevistados.</p>
<p>Mesmo n&atilde;o se vendo como principais respons&aacute;veis por resolver a crise da &aacute;gua, os brasileiros est&atilde;o fazendo o que podem para ajustar seus h&aacute;bitos n&atilde;o desperdi&ccedil;ar &aacute;gua no seu cotidiano. No monitoramento global da nossa The Futures Company, 48% dos brasileiros declararam que levar um estilo de vida mais ambientalmente consciente &eacute; uma das suas prioridades, taxa maior do que a m&eacute;dia global, de 45%. Al&eacute;m disso, 51% da popula&ccedil;&atilde;o do Brasil declarou ter reduzido o consumo de recursos - como uso menos frequente de ar condicionado, apagar as luzes ou usar menos &aacute;gua -, taxa tamb&eacute;m maior que a m&eacute;dia global, de 43% (7).</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/LATAM/Brazil/Agua7.jpg" alt="" width="600" height="624" /></p>
<p>Ou seja, as atitudes do brasileiro est&atilde;o mudando. Com a chegada de mais chuvas e a economia de recursos, a Cantareira finalmente saiu do volume morto em dezembro de 2015. Mas ser&aacute; que isso &eacute; o suficiente para garantir que continuaremos a ter &aacute;gua dispon&iacute;vel no futuro?</p>
<p>Fonte:&nbsp;Kantar,&nbsp;Kantar IBOPE Media,&nbsp;Kantar Worldpanel,&nbsp;The Futures Company,&nbsp;IBOPE Intelig&ecirc;ncia</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 29 Mar 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Menos-banho-mais-conscincia</guid>
      </item>	
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         <title><![CDATA[Consumidores buscam alternativa nesta p?scoa]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumidores-buscam-alternativa-nesta-pscoa</link>
         <description><![CDATA[<p>S&iacute;mbolos da P&aacute;scoa, os ovos de chocolate n&atilde;o ser&atilde;o unanimidade nas classes C e B2 neste feriado. De acordo com levantamento da Kantar Worldpanel, enquanto 66% dos integrantes da classe A pretendem comprar os doces industrializados, na classe C2 esse &iacute;ndice cai para 48%, enquanto na C1 vai a 49%. Na contram&atilde;o desses n&uacute;meros, 55% da classe DE deve seguir a tradi&ccedil;&atilde;o e comprar o produto nas lojas.</p>
<p>Outros tipos de chocolate ganham destaque neste cen&aacute;rio. Segundo os dados, 21% da classe C1 e 20% da classe C2 afirmaram que pretendem comprar o doce em outros formatos que n&atilde;o ovos.</p>
<p>Os ovos caseiros aparecem em destaque entre os entrevistados da classe B2 &ndash; 14% disseram que comprariam o doce feito em casa.</p>
<p><strong>Metodologia</strong><br />Fonte: Kantar Worldpanel. Pesquisa Online P&aacute;scoa 2016.<br />Inten&ccedil;&atilde;o/ Pretens&atilde;o de compra de chocolates para P&aacute;scoa.<br />Dados coletados de 01/03/2016 at&eacute; 23/03/2016, que analisaram 830 lares expandidos para representar a popula&ccedil;&atilde;o brasileira.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 24 Mar 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumidores-buscam-alternativa-nesta-pscoa</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Crescimento do iOS tem redu??o na China]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Crescimento-do-iOS-tem-reduo-na-China</link>
         <description><![CDATA[<p>Os dados mais recentes de venda de smartphones da Kantar Worldpanel ComTech para os tr&ecirc;s &uacute;ltimos meses, encerrando em janeiro de 2016, mostram que o iOS da Apple continua a crescer em participa&ccedil;&atilde;o na &aacute;rea urbana chinesa, mas a taxa de crescimento foi a menor desde 2014. A Apple permanece sendo a marca mais popular, com 25% das vendas de smartphones.</p>
<p>&ldquo;Olhando para os tr&ecirc;s meses individualmente, janeiro foi o mais fraco para a Apple na China, j&aacute; que os consumidores mais preocupados com pre&ccedil;o poderiam estar esperando para ver se haveria alguma promo&ccedil;&atilde;o para o Ano Novo Chin&ecirc;s no come&ccedil;o de fevereiro&rdquo;, disse Carolina Milanesi, diretora de pesquisa na Kantar Worldpanel ComTech. &ldquo;No resto do mundo, a din&acirc;mica da plataforma de smartphones permaneceu bem est&aacute;vel, sem surpresas, em todos os per&iacute;odos.&rdquo;</p>
<p>No Brasil o sistema operacional Android aumenta ainda mais a sua supremacia, chegando aos 92,4% de share. Windows tamb&eacute;m aumenta sua import&acirc;ncia, o sistema estava empatado com o iOS no ano passado, mas em Janeiro de 2016 ultrapassou o software da Apple atingindo 4,1% de share.</p>
<p>&ldquo;Nos cinco maiores mercados europeus, a Huawei continua a segunda marca mais forte no sistema Android, subindo para 14% nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s meses at&eacute; janeiro de 2016, com 5% a mais que o mesmo per&iacute;odo em 2014&rdquo;, disse Dominic Sunnebo, diretor da unidade de neg&oacute;cios da Kantar Worldpanel ComTech na Europa. &ldquo;No Reino Unido e na Fran&ccedil;a a Huawei dobrou sua participa&ccedil;&atilde;o no &uacute;ltimo ano e subiu para a quarta posi&ccedil;&atilde;o no ranking de marcas, permanecendo na segunda coloca&ccedil;&atilde;o na It&aacute;lia, Espanha e Alemanha.&rdquo;</p>
<p>Os cinco maiores mercados europeus (EU5) incluem o Reino Unido, a Alemanha, a Fran&ccedil;a, a It&aacute;lia e a Espanha.</p>
<p>&ldquo;Na &aacute;rea urbana Chinesa, a participa&ccedil;&atilde;o do iOS continuou a crescer ano ap&oacute;s ano, ainda que a um ritmo mais devagar, e o iPhone 6s, o iPhone 6s Plus e o iPhone 6 foram os smartphones mais vendidos na regi&atilde;o&rdquo;, observou Tamsin Timpson, diretor de vis&atilde;o estrat&eacute;gica da Kantar Worldpanel ComTech &Aacute;sia. &ldquo;A Huawei continuou sua acelera&ccedil;&atilde;o e diminuiu a dist&acirc;ncia de seu concorrente mais pr&oacute;ximo, a Apple, conquistando 24,3% das vendas. A Xiaomi, que anunciou seu Mi-5 recentemente no Mobile World Congress, se manteve distante em terceiro lugar, caindo 10,2% em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo de 2015.&rdquo;</p>
<p>&ldquo;Nos Estados Unidos, a batalha para persuadir os donos de modelos mais simples, os feature phones, a migrar para um smartphone foi vencida pelo Android, que viu quase um ter&ccedil;o (30,6%) das vendas vir desse segmento, comparado com os 13,7% do iOS. Entre os que compraram um smartphone pela primeira vez no sistema Android, a Samsung foi a marca mais comprada, seguida por LG, Motorola e marcas mais econ&ocirc;micas como ZTE e Alcatel&rdquo;, explicou Milanesi. &ldquo;As escolhas de pr&eacute;-pagos tamb&eacute;m sugerem um consumidor mais preocupado com o valor, com a Tracfone Wireless a MetroPCS entre os cinco pr&eacute;-pagos mais escolhidos.&rdquo;</p>
<p>As empresas fabricantes de smartphones est&atilde;o mudando para novos segmentos como Realidade Virtual, entre eles a HTC e a Samsung, ou 2 em 1, como a Huawei. Outras ir&atilde;o se aventurar em novos mercados, como a Xiaomi, que introduziu um novo modelo piloto durante o Mobile World Congress, em Barcelona.</p>
<p>&ldquo;Certamente h&aacute; muita press&atilde;o&rdquo;, observa Milanesi, &ldquo;e para muitas marcas emergentes os Estados Unidos ser&atilde;o o foco em 2016, uma vez que o sucesso no mercado norte-americano abre as portas para quem quiser se tornar um investidor global. Embora o foco imediato dos consumidores e dos observadores da ind&uacute;stria ir&aacute; permanecer no desempenho do novo Samsung Galaxy S7 e do S7 Edge, e nos rumores do lan&ccedil;amento da Apple de outro iPhone de quatro polegadas em meados de mar&ccedil;o, certamente parece que a segunda metade do ano ser&aacute; interessante para todo mundo.&rdquo;</p>
<p>Para ver o resumo dos dados em uma vers&atilde;o HTML e um arquivo PDF opcional, por favor, clique <a href="http://www.kantarworldpanel.com/global/smartphone-os-market-share/intro">aqui</a></p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/LATAM/Brazil/ComTechBrasil.jpg" alt="" width="900" height="454" /></p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 18 Mar 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Crescimento-do-iOS-tem-reduo-na-China</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Momento das Smart Choices ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Momento-das-Smart-Choices-</link>
         <description><![CDATA[<p>O ano de 2015 foi bastante afetado pela alta da infla&ccedil;&atilde;o, o que comprometeu o bolso em diversas frentes. A renda do brasileiro caiu -6,4% no ano passado em compara&ccedil;&atilde;o com 2014, enquanto o gasto real teve retra&ccedil;&atilde;o de -5,6% no mesmo per&iacute;odo. Com o &iacute;ndice de desemprego aumentando, os consumidores tentam equilibrar os gastos ao diminuir a frequ&ecirc;ncia de compra e dar mais espa&ccedil;o para a troca entre categorias. Dados do estudo Consumer Insights, elaborado pela Kantar Worldpanel, indicam que no ano passado houve, em m&eacute;dia, quatro visitas a menos aos pontos de venda em compara&ccedil;&atilde;o com 2014.</p>
<p>Diante deste cen&aacute;rio de recess&atilde;o, todas as regi&otilde;es diminu&iacute;ram as visitas ao ponto de venda, de forma mais alarmante nas regi&otilde;es metropolitanas de S&atilde;o Paulo (- 7 idas aos pontos de venda) e do Rio de Janeiro (- 6 idas). A classe AB come&ccedil;ou a diminuir seus gastos em compara&ccedil;&atilde;o 2014/ 2015, consumindo -3% menos unidades por viagem, j&aacute; a classe DE, que reduziu em maior intensidade as idas ao ponto de venda (- 5 visitas), mantiveram positivas em +5% as unidades por viagem.</p>
<p>Mesmo com a redu&ccedil;&atilde;o das unidades por viagem nas classes, o atacarejo (atacadistas que vendem produtos ao consumidor final) registrou aumento de 26% nas unidades vendidas entre 2014 e 2015 &ndash; o &uacute;nico canal que cresceu, &agrave; frente de farm&aacute;cias e hipermercados.</p>
<p>No entanto, esse resultado positivo para o atacarejo n&atilde;o se deve exclusivamente ao pre&ccedil;o, j&aacute; que estes pontos de venda oferecem pre&ccedil;os iguais ou mais altos que todos os hipermercados em 30% das categorias. Com um portf&oacute;lio simples e inteligente, o atacarejo &eacute; a escolha de casais (23% das compras neste canal s&atilde;o feitas por casais, contra 9% do Total Mercado) que buscam agilidade e economia de tempo e dinheiro, j&aacute; que a ida ao ponto de venda com os filhos duplica o ticket m&eacute;dio. Por conta dessa praticidade, fam&iacute;lias compram 50% mais categorias no atacarejo do que no Hiper (todos os hipermercados), e o consumo m&eacute;dio por ato de compra &eacute; 85% maior.</p>
<p><strong>Mudan&ccedil;as nos h&aacute;bitos</strong></p>
<p>Para manter o or&ccedil;amento equilibrado, 1,6 milh&atilde;o de fam&iacute;lias pararam de comer em restaurantes nos &uacute;ltimos 2 anos, sendo o jantar a refei&ccedil;&atilde;o mais impactada: mais de meio milh&atilde;o de fam&iacute;lias deixaram de jantar fora. Neste cen&aacute;rio, algumas categorias ganharam mais espa&ccedil;o nos lares brasileiros, destacando-se em &ldquo;praticidade&rdquo; e &ldquo;smarts choices&rdquo; &ndash; &ldquo;escolhas inteligentes&rdquo;. S&atilde;o elas: chocolate culin&aacute;rio, fraldas descart&aacute;veis, molho para salada, hamb&uacute;rgueres, presuntaria e lingui&ccedil;as.</p>
<p>As promo&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m ganharam for&ccedil;a em 2015 como mais uma alternativa para reduzir gastos, mas os dados da Kantar Worldpanel indicam que as ofertas &ldquo;leve mais, pague menos&rdquo; s&atilde;o as que mais tiveram aumento de valor no ano passado, al&eacute;m de quarta-feira ser o dia da semana que teve um maior aumento de promo&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><strong>Tecnologia e o perfil do consumidor brasileiro</strong></p>
<p>Ainda de acordo com a an&aacute;lise, a presen&ccedil;a de smartphones no Brasil cresceu 22 pontos percentuais entre 2014 e 2015. Esses verdadeiros &ldquo;computadores de bolso&rdquo; transformaram o cen&aacute;rio do consumo no Pa&iacute;s ao colocar o poder nas m&atilde;os do consumidor: o resultado da combina&ccedil;&atilde;o &ldquo;conex&atilde;o + consci&ecirc;ncia&rdquo; &eacute; o &ldquo;consumidor racional&rdquo;.</p>
<p>Atualmente, metade da popula&ccedil;&atilde;o tem acesso a pelo menos tr&ecirc;s telas, nas mais diversas combina&ccedil;&otilde;es entre computador, celular, tablet e televis&atilde;o. Com isso, surge um consumidor mais exigente e bem informado sobre os produtos dispon&iacute;veis no mercado: o grande n&uacute;mero de op&ccedil;&otilde;es o pressiona a fazer a escolha certa; na mesma linha, as op&ccedil;&otilde;es cada vez mais personalizadas tornam a atitude de comprar mais racional; h&aacute; a avalia&ccedil;&atilde;o do custo-benef&iacute;cio (atacarejo como canal que entrega pre&ccedil;o e embalagens mais econ&ocirc;micas ou acess&iacute;veis); a busca por op&ccedil;&otilde;es mais pr&aacute;ticas (tempo como fator determinante nas decis&otilde;es de compra), e, por fim, a reinven&ccedil;&atilde;o dos segmentos, com nichos de mercado que crescem mesmo com a categoria em queda, a exemplodo leite pasteurizado em garrafa, cujo consumo cresce enquanto a categoria sofre retra&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>O estudo da Kantar Worldpanel ressalta a import&acirc;ncia da inova&ccedil;&atilde;o com benef&iacute;cios, j&aacute; que por maior que seja o n&uacute;mero de lan&ccedil;amentos no mercado (foram 35.208 em 2015, ante 20.955 em 2014), o consumo n&atilde;o aumenta. Prova disso &eacute; a diminui&ccedil;&atilde;o das visitas aos pontos de venda e os carrinhos, que se mant&eacute;m com 56 categorias por ano.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 11 Mar 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Momento-das-Smart-Choices-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Consumo de caldos cai]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumo-de-caldos-cai</link>
         <description><![CDATA[<p>A diminui&ccedil;&atilde;o das idas aos pontos de vendas impactou o consumo de caldos, sopas e temperos em 2015. Enquanto o volume m&eacute;dio teve queda de 6,7%, a frequ&ecirc;ncia de compra desses produtos caiu 4,4%. Os dados foram apurados pela Kantar Worldpanel. O tempero foi o &uacute;nico segmento que n&atilde;o perdeu compradores. Em 2014, o item respondeu por 54,1% do total de venda dos culin&aacute;rios, j&aacute; no ano passado o &iacute;ndice foi de 56%. Os lares que consumiram apenas temperos foram os que mais cresceram. Os demais domic&iacute;lios &ndash; exclusivos ou mixadores das outras categorias &ndash; apresentaram queda ou estabilidade.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 09 Mar 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumo-de-caldos-cai</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Categoria de iogurtes diminuiu alcance]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Categoria-de-iogurtes-diminuiu-alcance</link>
         <description><![CDATA[<p>Depois de conquistar seu espa&ccedil;o no carrinho de compras do brasileiro, o iogurte est&aacute; sendo deixado de lado pela popula&ccedil;&atilde;o. Nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s meses de 2015, per&iacute;odo de agravamento das instabilidades econ&ocirc;micas e pol&iacute;ticas no pa&iacute;s, 70% dos lares que compraram Grego no trimestre anterior abandonaram a categoria (o que representa -8,22 pp de penetra&ccedil;&atilde;o e &ndash; 4.257.843) - e 5,4% de volume em compara&ccedil;&atilde;o com o trimestre anterior. Mesmo com a racionaliza&ccedil;&atilde;o, o gasto se manteve crescente, com 3,1% de alta. Os dados s&atilde;o do estudo Consumer Insights 2015, elaborado pela Kantar Worldpanel.</p>
<p>O levantamento aponta que um dos segmentos mais afetados pela crise foi o grego, que atingiu sua maior faixa de pre&ccedil;o desde o seu lan&ccedil;amento no per&iacute;odo analisado. Nada menos do que 70% de seus consumidores deixaram de lev&aacute;-lo para casa - 4.257.843 domic&iacute;lios (embora a categoria perca domic&iacute;lios, ela tamb&eacute;m conquista e &eacute; o balan&ccedil;o desses dois perfis que somam -920.545, o que quer dizer que, entre perdas e ganhos, no Q4 15, a categoria tem menos 920.545 lares do que no Q3 15). Al&eacute;m do valor, as f&eacute;rias tamb&eacute;m contribu&iacute;ram para a fuga de lares e redu&ccedil;&atilde;o da intensidade de compra.</p>
<p>O segmento de iogurtes l&iacute;quidos foi o &uacute;nico a apresentar desempenho positivo, gra&ccedil;as ao seu menor pre&ccedil;o m&eacute;dio. No &uacute;ltimo trimestre do ano passado, 41.530 lares passaram a consumir o produto. A frequencia de procura pelo iogurte l&iacute;quido tamb&eacute;m aumentou, com 3,8% de alta.</p>
<p>O Consumer Insights revela ainda que na compara&ccedil;&atilde;o dos &uacute;ltimos tr&ecirc;s meses de 2015 com o trimestre anterior o segmento conseguiu se beneficiar da performance de embalagens de tamanhos diferentes. Enquanto o iogurte do tipo light obteve bom desempenho em vers&otilde;es maiores, o de polpa com camada, natural, grego e funcional se sa&iacute;ram melhor nas op&ccedil;&otilde;es com menos quantidade.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 09 Mar 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Categoria-de-iogurtes-diminuiu-alcance</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Gastos com servi?os p?blicos pesaram em 2015]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Gastos-com-servios-pblicos-pesaram-em-2015</link>
         <description><![CDATA[<p>Os gastos com energia el&eacute;trica, &aacute;gua e g&aacute;s de cozinha est&atilde;o entre os que mais contribu&iacute;ram para apertar o bolso dos brasileiros em 2015. O valor empregado com servi&ccedil;os p&uacute;blicos assim como alimenta&ccedil;&atilde;o dentro do lar, transporte, lazer e educa&ccedil;&atilde;o foram os que mais impactaram o or&ccedil;amento das fam&iacute;lias no ano passado. Os dados s&atilde;o do HolisticView, estudo que analisa o bolso do consumidor elaborado pela Kantar Worldpanel.</p>
<p>O levantamento aponta que, em compara&ccedil;&atilde;o com os gastos de 2014, os servi&ccedil;os p&uacute;blicos tiveram alta de 18,2%, seguidos pelos artigos de limpeza, com 8,5%, bebidas no lar, 6,2%, alimenta&ccedil;&atilde;o dentro do lar, 4,8%, e lazer, que registrou eleva&ccedil;&atilde;o de 4,5%.</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/LATAM/Brazil/Slide3.JPG" alt="" width="460" height="345" /></p>
<p>As regi&otilde;es de Minas Gerais, Esp&iacute;rito Santo, interior do Rio de Janeiro e o estado de S&atilde;o Paulo foram as &aacute;reas mais impactadas com este aumento do desembolso nos servi&ccedil;os p&uacute;blicos. Os impostos aparecem como um dos respons&aacute;veis pela eleva&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/LATAM/Brazil/Slide8.JPG" alt="" width="460" height="345" /></p>
<p>De 2007 at&eacute; o ano passado, os servi&ccedil;os p&uacute;blicos tiveram quase 50% de aumento no gasto m&eacute;dio domiciliar, j&aacute; os gastos com &aacute;gua e esgotos cresceram 82%. Energia el&eacute;trica e o g&aacute;s de cozinha, respectivamente, saltaram 79% e 46%.</p>
<p>O estudo aponta ainda que quem mais sofreu com os aumentos foi a classe DE. Em oito anos, os gastos com servi&ccedil;os p&uacute;blicos desta parcela da popula&ccedil;&atilde;o cresceram quase 70%, j&aacute; os com energia el&eacute;trica tiveram um salto de 108%.&nbsp;</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/LATAM/Brazil/Slide6.JPG" alt="" width="460" height="345" /></p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 18 Feb 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Gastos-com-servios-pblicos-pesaram-em-2015</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Apple encerra 2015 como marca l?der nos EUA e China]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Apple-encerra-2015-como-marca-lder-nos-EUA-e-China</link>
         <description><![CDATA[<p>Os &uacute;ltimos dados de vendas de smartphone da Kantar Worldpanel ComTech para o &uacute;ltimo trimestre de 2015, encerrado em dezembro, mostra um crescimento constante do Android nos Estados Unidos e nos EU5 (grupo dos cinco maiores mercados da Europa, que inclui Reino Unido, Alemanha, Fran&ccedil;a, It&aacute;lia e Espanha), onde o Android alcan&ccedil;ou 59% e 71% respectivamente.</p>
<p>&ldquo;Agora mais do que nunca &eacute; interessante destacar a diferen&ccedil;a do desempenho do iOS em compara&ccedil;&atilde;o com a Apple. Como uma fornecedora, a Apple foi capaz de voltar ao topo das listas classificativas nos EUA e na China, enquanto o iOS tem lutado para voltar &agrave; cota de mercado vista em 2014 ao lado de uma s&eacute;rie de mercados, especialmente nos EUA&rdquo;, relatou Carolina Milanesi, chefe de pesquisa na Kantar Worldpanel ComTech. &ldquo;A lealdade &agrave; Apple nos Estados Unidos est&aacute; em seu n&iacute;vel mais alto desde 2012, refor&ccedil;ando o fato que a reten&ccedil;&atilde;o de clientes n&atilde;o &eacute; um problema. No entanto, a aquisi&ccedil;&atilde;o de Android caiu de 13% no &uacute;ltimo trimestre de 2014 para 11% no mesmo per&iacute;odo de 2015, e os que compraram um smartphone da Apple pela primeira vez contribu&iacute;ram para que os n&uacute;meros de vendas globais fossem de 20% para 11% no mesmo per&iacute;odo&rdquo;.</p>
<p>&ldquo;Na China urbana, a Apple recuperou seu t&iacute;tulo de marca de smartphone mais vendida com uma cota de 27% e teve os tr&ecirc;s principais modelos no topo do mercado&rdquo;, comentou Tamsin Timpson, diretor de vis&atilde;o estrat&eacute;gica da Kantar Worldpanel ComTech Asia. &ldquo;Huawei se manteve como o mais vendido dentro do ecossistema Android, fisgando 34% das vendas. Xiaomi est&aacute; agora distante no segundo lugar no ranking, com 10 pontos percentuais abaixo de Huawei."</p>
<p>&ldquo;O mercado norte-americano continua sendo bastante competitivo, pois a penetra&ccedil;&atilde;o de smartphones alcan&ccedil;ou 65% entre os usu&aacute;rios de telefonia m&oacute;vel e 84% entre as vendas globais de telefones m&oacute;veis", observou Milanesi. "O conjunto de novos compradores dispon&iacute;veis est&aacute; encolhendo e a ampla gama de pre&ccedil;os do Android ajuda a arrebatar consumidores tardios que procuram seu primeiro smartphone. Durante o trimestre, 31% dos usu&aacute;rios de Android migraram para smartphones, ligeiramente inferiores em rela&ccedil;&atilde;o os 34% registrados no mesmo per&iacute;odo de 2014. Esta tend&ecirc;ncia est&aacute; impactando tanto o ecossistema Android quanto marcas que oferecem pre&ccedil;os mais competitivos, como a Huawei, LG, ZTE e Alcatel, gerando um crescimento na participa&ccedil;&atilde;o do mercado, em detrimento de marcas como Samsung e HTC&rdquo;.</p>
<p>&ldquo;Entre os cinco maiores mercados da Europa, a cota de iOS cresceu consideravelmente trimestre ap&oacute;s trimestre, mas as vendas n&atilde;o foram suficientes para mostrar o crescimento ano a ano", disse Dominic Sunnebo, diretor de neg&oacute;cios da Kantar Worldpanel ComTech Europa. &ldquo;Mais uma vez, a participa&ccedil;&atilde;o do Android foi impulsionada por um &oacute;timo desempenho nos mercados mais conscientes de pre&ccedil;o da Espanha e da It&aacute;lia. Android registrou tamb&eacute;m um crescimento ano ap&oacute;s ano no Reino Unido pela primeira vez ao longo de 2015, como tamb&eacute;m aconteceu com Samsung, LG e Huawei&rdquo;</p>
<p>&ldquo;Enquanto o entusiasmo pela aquisi&ccedil;&atilde;o de smartphones continua a minguar e os mercados maduros se aproximam da satura&ccedil;&atilde;o, os fornecedores est&atilde;o buscando outras formas de impulsionar o crescimento e os lucros", disse Milanesi. &ldquo;No entanto, smartphones n&atilde;o v&atilde;o desaparecer t&atilde;o cedo, e ter&atilde;o um papel importante no que est&aacute; por vir, desde VR, wearables at&eacute; o lar conectado. Fornecedores que querem permanecer nesse neg&oacute;cio precisam continuar desenvolvendo e oferecendo mais servi&ccedil;os atraentes e recursos que promovam engajamento ou ter&atilde;o que encarar o risco de se tornarem irrelevantes no amplo ecossistema que os smartphones est&atilde;o criando.&rdquo;</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 27 Jan 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Apple-encerra-2015-como-marca-lder-nos-EUA-e-China</guid>
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      <item>
         <title><![CDATA[9 em cada 10 brasileiros possuem celular]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/9-em-cada-10-brasileiros-possuem-celular</link>
         <description><![CDATA[<p>Telefone celular &eacute; um dispositivo a que quase todos os brasileiros t&ecirc;m acesso. Dados da Kantar Worldpanel revelam que a penetra&ccedil;&atilde;o dos aparelhos j&aacute; atingiu praticamente toda a popula&ccedil;&atilde;o brasileira - 9 em cada 10 brasileiros possuem um celular. A distribui&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m atinge todos os n&iacute;veis socioecon&ocirc;micos e faixas et&aacute;rias, o que faz dele uma tecnologia quase ub&iacute;qua, presente em todos os lugares.</p>
<p>Em compensa&ccedil;&atilde;o, a telefonia fixa continua enfrentando quedas sucessivas. At&eacute; 2009, a presen&ccedil;a do telefone fixo nos lares das classes D/E era est&aacute;vel, mas a partir de 2010 &eacute; poss&iacute;vel perceber uma queda em todas as classes sociais. Hoje, o aparelho fixo tem apenas 19% de penetra&ccedil;&atilde;o nas classes mais baixas, 41% de penetra&ccedil;&atilde;o na classe C e cerca de 73% nas classes mais altas.</p>
<p>Se comparados, os n&uacute;meros de telefonia fixa e m&oacute;vel mostram que os lares trocaram o principal ponto de contato telef&ocirc;nico do fixo para o celular. Em 5 anos, a telefonia celular ganhou 22 pontos percentuais - 88% da popula&ccedil;&atilde;o D/E possuem um aparelho m&oacute;vel, 92% da classe C e 95% das classes A/B.</p>
<p>No Brasil, o desafio &eacute; migrar os aparelhos mais tradicionais, tamb&eacute;m conhecidos como "dumbphones", para os smartphones, fornecendo planos compat&iacute;veis com a necessidade de cada grupo socioecon&ocirc;mico. Ainda que 43% dos brasileiros das classes D/E possuam um smartphone, eles precisam de pacotes bem espec&iacute;ficos, que incluam o acesso a dados para navegar na internet m&oacute;vel.</p>
<p>A situa&ccedil;&atilde;o brasileira &eacute; bem diferente da nossa vizinha, a Argentina. Entre os Hermanos, apenas 7 em cada 10 possuem celular, com uma grande diferen&ccedil;a entre a penetra&ccedil;&atilde;o entre as faixas et&aacute;rias mais jovens e mais velhas - entre os que mais fazem quest&atilde;o de ter um celular est&atilde;o os argentinos entre 19 e 64 anos. Ganhar espa&ccedil;o entre os usu&aacute;rios jovens, e os adultos mais maduros ainda &eacute; um dos desafios do pa&iacute;s.</p>
<p>A migra&ccedil;&atilde;o dos celulares para os smartphones &eacute; um desafio que ambos os pa&iacute;ses latinos enfrentam juntos, em especial entre os adultos com mais de 40 anos.</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/LATAM/Brazil/comtech_brasil_e_argentina.jpg" alt="" width="600" height="1333" /></p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 22 Jan 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/9-em-cada-10-brasileiros-possuem-celular</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Banda larga ? prefer?ncia de brasileiros]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Banda-larga--preferncia-de-brasileiros</link>
         <description><![CDATA[<p>Dados do estudo ComTech da Kantar Worldpanel indicam que 48%, quase a metade dos lares brasileiros possuem Internet Banda Larga, em segundo lugar aparece o telefone fixo, presente em 44% de lares, e por &uacute;ltimo a TV por Assinatura, presente em 39%. O destaque do estudo foram os lares com os tr&ecirc;s servi&ccedil;os que em 2014 representavam apenas 13% e hoje s&atilde;o 21%, um aumento de 8 p.p., movimenta&ccedil;&atilde;o puxada pelas classes mais altas.</p>
<p>Quando questionados sobre os motivos de n&atilde;o terem algum dos servi&ccedil;os, as respostas foram diferentes por n&iacute;vel socioecon&ocirc;mico: a maioria dos lares das classes ABC n&atilde;o tem esses servi&ccedil;os por falta de interesse ou porque n&atilde;o necessitam, mas quando se trata dos lares DE o motivo &eacute; financeiro.</p>
<p>O servi&ccedil;o de telefone fixo foi o que mais sofreu cancelamentos neste &uacute;ltimo ano seguido por TV por Assinatura. As novas propostas de telefonia celular, Netflix e sites de Video on Demand s&atilde;o incorporadas pelos lares e modificam a distribui&ccedil;&atilde;o que eles fazem de seus gastos em servi&ccedil;os de telecomunica&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>Em per&iacute;odos de crise os pre&ccedil;os sempre s&atilde;o motivo de cortes em telecomunica&ccedil;&otilde;es, mas tamb&eacute;m destacam-se outros motivos para o abandono dos servi&ccedil;os. A &ldquo;pouca variedade&rdquo; oferecida pelos telefones fixos - considerando que o celular tem muitos mais usos, a &ldquo;cobertura ruim" das TV&rsquo;s por Assinatura e o &ldquo;atendimento ruim&rdquo; com rela&ccedil;&atilde;o aos servi&ccedil;os de Internet Banda Larga foram apontados como os principais motivos de corte.</p>
<p>A Internet Banda Larga se destaca no per&iacute;odo, pois &eacute; o servi&ccedil;o que o consumidor tem percebido melhor custo-benef&iacute;cio, j&aacute; que &eacute; a op&ccedil;&atilde;o mais econ&ocirc;mica e que tamb&eacute;m consegue substituir a TV por Assinatura. J&aacute; os &ldquo;combos&rdquo; ainda n&atilde;o s&atilde;o a op&ccedil;&atilde;o mais popular no Brasil apesar de seu melhor custo-benef&iacute;cio, somente 22% dos lares possuem os tr&ecirc;s servi&ccedil;os (combos) da mesma operadora, eles exigem um maior desembolso, um pacote custa aproximadamente R$ 151, mas custam 40% a menos se formos considerar que o lar tenha os tr&ecirc;s servi&ccedil;os com diferentes operadoras.</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/LATAM/Brazil/ComTech.jpg" alt="" width="491" height="670" /></p>
<p>Per&iacute;odo: Jun&rsquo;14 at&eacute; Jun&rsquo;15</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 11 Dec 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Banda-larga--preferncia-de-brasileiros</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Brasileiros gastam mais com cerveja fora de casa]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Brasileiros-gastam-mais-com-cerveja-fora-de-casa</link>
         <description><![CDATA[<p>Os campe&otilde;es dos gastos quando o assunto &eacute; o que o brasileiro consome fora do lar s&atilde;o as categorias de: Cerveja, Salgados/ Sandu&iacute;ches, Refrigerantes, Suco de Frutas e Biscoitos. Os snacks est&atilde;o presentes em 70% das ocasi&otilde;es de consumo e bebidas em 50%. As conclus&otilde;es s&atilde;o do Out of Home, produto que a Kantar Worldpanel acaba de lan&ccedil;ar no Brasil, o &uacute;nico no pa&iacute;s que mapeia a compra e o consumo de snacks e bebidas feitos fora do lar.</p>
<p>De acordo com o levantamento, 98% das pessoas consomem alimentos/bebidas quando n&atilde;o est&atilde;o em casa, em uma frequ&ecirc;ncia de quase seis dias por m&ecirc;s, com gasto aproximado de R$11,83 por viagem. Em 28% das ocasi&otilde;es, os brasileiros consomem duas categorias conjuntamente, que geralmente s&atilde;o um salgado/ sandu&iacute;che junto com uma bebida.</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/LATAM/Brazil/Outofhome1.png" alt="" width="467" height="350" /></p>
<p>O lanche da tarde aparece como o principal momento de consumo fora do lar, representando 29% de todas as ocasi&otilde;es de consumo, seguido pelo almo&ccedil;o, 19%, e caf&eacute; da manh&atilde;, 17%.</p>
<p>O Out of Home confirma tamb&eacute;m a popularidade do caf&eacute; na padaria, pr&aacute;tica comum entre os brasileiros, principalmente nas regi&otilde;es Sul e S&atilde;o Paulo. O canal n&atilde;o &eacute; s&oacute; o que mais atrai a maior quantidade de consumidores como tamb&eacute;m &eacute; o que apresenta a maior frequ&ecirc;ncia de visitas. Outro dado apurado &eacute; que os mais jovens consomem mais fora de casa, no entanto, com menos gasto do que em compara&ccedil;&atilde;o com pessoas mais velhas.</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/LATAM/Brazil/Outofhome2.png" alt="" width="467" height="350" /></p>
<p>Ainda de acordo com o estudo, cada faixa et&aacute;ria apresenta diferen&ccedil;as de consumo, por exemplo, indiv&iacute;duos de at&eacute; 20 anos se diferenciam pelo consumo de balas, pirulitos, chicletes, sorvetes, chocolate e salgadinhos industrializados. Dos 21 aos 30 anos, biscoitos, sorvetes, doces e chocolates dominam. J&aacute; os consumidores de 31 a 40 anos de destacam pelo consumo de chocolates, sorvetes, salgados caseiros e cerveja, enquanto pessoas na faixa dos 41 a 50 anos apostam em sucos de frutas, cervejas, bebidas quentes e salgados caseiros. A partir dos 51 anos, cervejas, bebidas quentes, &aacute;gua e iogurtes se tornam os produtos mais consumidos.</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/LATAM/Brazil/Outofhome3.png" alt="" width="467" height="350" /></p>
<p>&ldquo;Em rela&ccedil;&atilde;o aos g&ecirc;neros, o Out of Home revelou que os homens consomem mais caf&eacute; pela manh&atilde; e bebidas alco&oacute;licas &agrave; noite, enquanto as mulheres apostam em snacks mais saud&aacute;veis no come&ccedil;o do dia e mais indulgentes &agrave; tarde&rdquo;, afirma Manuela Bastian, Diretora de Expert Solutions da Kantar Worldpanel, respons&aacute;vel pelo Out of Home.</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/LATAM/Brazil/Outofhome4.png" alt="" width="466" height="350" /></p>
<p>O Out of Home coleta dados por meio de smartphones e re&uacute;ne informa&ccedil;&otilde;es das sete principais regi&otilde;es metropolitanas brasileiras, onde o consumo fora do lar &eacute; mais constante (S&atilde;o Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Fortaleza, Curitiba e Porto Alegre).&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 11 Dec 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Brasileiros-gastam-mais-com-cerveja-fora-de-casa</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Crise afeta telefonia no Brasil]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Crise-afeta-telefonia-no-Brasil</link>
         <description><![CDATA[<p>A atual crise econ&ocirc;mica alterou o consumo de aparelhos e servi&ccedil;os de telefonia no Brasil. De acordo com dados do ComTech, elaborado pela Kantar Worldpanel, os consumidores retra&iacute;ram a aquisi&ccedil;&atilde;o de linhas e aparelhos nos &uacute;ltimos doze meses terminados em junho em compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo do ano passado. A compra de linhas secund&aacute;rias sofreu queda de 1,4% de dezembro de 2014 para junho deste ano, enquanto a de novos telefones caiu 10% no &uacute;ltimo ano m&oacute;vel. O estudo revelou ainda que 92% dos brasileiros t&ecirc;m telefone celular, sendo que 4% deles contam com duas linhas.</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/LATAM/Brazil/ComTech2.jpg" alt="" width="467" height="350" /></p>
<p>O levantamento aponta tamb&eacute;m que os antes populares contratos pr&eacute;-pagos t&ecirc;m perdido espa&ccedil;o. Enquanto eles ficaram est&aacute;veis em volume no &uacute;ltimo ano (0,1%), os p&oacute;s-pagos cresceram 27,3%. J&aacute; os planos controle deram um salto de 32%. Segundo especialistas da Kantar Worldpanel, o que explica esse aumento &eacute; que atualmente os usu&aacute;rios querem mais benef&iacute;cios do que os oferecidos pelos pr&eacute;-pagos, mas n&atilde;o desejam gastar com os p&oacute;s-pagos, com isso, um plano intermedi&aacute;rio acaba sendo a escolha natural. Os n&uacute;meros comprovam a tend&ecirc;ncia: 33% dos usu&aacute;rios de pr&eacute;-pagos que mudaram de plano optaram pelo controle, enquanto 24% migraram para o p&oacute;s-pago.&nbsp;</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/LATAM/Brazil/ComTech3.jpg" alt="" width="467" height="350" /></p>
<p>A fase de racionaliza&ccedil;&atilde;o, no entanto, n&atilde;o significou queda na receita m&eacute;dia por usu&aacute;rio, j&aacute; que as contas mensais de pre&ccedil;o m&eacute;dio ganharam espa&ccedil;o sobre as mais baixas, gra&ccedil;as aos gastos extras dos consumidores. Os usu&aacute;rios que compraram pacotes extras de internet, por exemplo, aumentaram em 28% no &uacute;ltimo semestre, com maior participa&ccedil;&atilde;o dos que t&ecirc;m planos pr&eacute;-pagos.</p>
<p>E por falar em gastos, o ComTech apontou que 72% dos gastos extras dos pr&eacute;-pagos s&atilde;o empregados em dados, nos p&oacute;s-pagos, 72% com pacote de SMS, e nos planos controle, 70% com dados.&nbsp;</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/LATAM/Brazil/ComTech4.jpg" alt="" width="467" height="350" /></p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 11 Dec 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Crise-afeta-telefonia-no-Brasil</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Marcas pr?prias crescem nos lares brasileiros ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Marcas-prprias-crescem-nos-lares-brasileiros-</link>
         <description><![CDATA[<p>Em meio &agrave; crise econ&ocirc;mica, aumenta o n&uacute;mero de brasileiros que t&ecirc;m colocado marcas pr&oacute;prias em seus carrinhos de supermercado. De acordo com dados da Kantar Worldpanel, 61% dos lares do pa&iacute;s compraram marcas desse tipo nos doze &uacute;ltimos meses terminados em junho. A porcentagem equivale a 31,1 milh&otilde;es de domic&iacute;lios. O bolso mais apertado, as escolhas racionais de marcas e categorias e compras mais pensadas s&atilde;o algumas das raz&otilde;es que explicam o crescimento. O estudo revela ainda que 1/3 dos consumidores reconhece produtos de marca pr&oacute;pria mesmo sem o nome do varejista, n&uacute;mero 10 pontos percentual maior em compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo em 2014.</p>
<p>O levantamento comprova que a popula&ccedil;&atilde;o n&atilde;o est&aacute; apenas comprando mais marcas pr&oacute;prias. A avalia&ccedil;&atilde;o delas tamb&eacute;m &eacute; cada vez mais positiva. Em 2013, 74% dos consumidores destacaram a qualidade desse tipo de produto. Neste ano, o &iacute;ndice chegou a 86%. O pre&ccedil;o tamb&eacute;m &eacute; elogiado. Em 2013, 68% dos compradores classificaram o valor das marcas pr&oacute;prias como bom ou muito bom, em 2015 o n&uacute;mero chegou a 77%.</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/LATAM/Brazil/Estudioespecial.jpg" alt="" width="467" height="350" /></p>
<p>Destaque nas categorias b&aacute;sicas, as marcas pr&oacute;prias j&aacute; chegaram aos produtos com enfoque diferenciado. Entre os itens que mais contribuem para o crescimento delas nos &uacute;ltimos tempos est&atilde;o suco pronto para beber, detergente em p&oacute;, desinfetante e papel higi&ecirc;nico.&nbsp;</p>
<p class="ReleaseADtexto">&nbsp;<img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/LATAM/Brazil/Categoriasbasicas.jpg" alt="" width="467" height="350" /></p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 11 Dec 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Marcas-prprias-crescem-nos-lares-brasileiros-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Marcas crescem, mesmo com a crise]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Marcas-crescem-mesmo-com-a-crise</link>
         <description><![CDATA[<p>Em meio ao atual cen&aacute;rio de incertezas, algumas marcas detectaram oportunidades de crescimento. Entre as 254 analisadas pela Kantar Worldpanel, 24 cresceram mais do que 10% em volume e conquistaram mais de um ponto de penetra&ccedil;&atilde;o no primeiro semestre de 2015 em compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo do ano passado. Dentre elas, seis se destacaram pela quantidade de novos consumidores no primeiro semestre: Vigor (3,1 milh&otilde;es), Cif (2,5 milh&otilde;es), Heinz (1,9 milh&otilde;es), Seara (1,5 milh&otilde;es), Rexona (1,2 milh&otilde;es) e Mr M&uacute;sculo (700 mil).</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/LATAM/Brazil/Laundry2.jpg" alt="" width="467" height="350" /></p>
<p>A amplia&ccedil;&atilde;o no n&uacute;mero de compradores &eacute; resultado da combina&ccedil;&atilde;o de inova&ccedil;&atilde;o e comunica&ccedil;&atilde;o, como explica Christine Pereira, Diretora Comercial da Kantar Worldpanel. &ldquo;O segredo para isso acontecer &eacute; apostar na inova&ccedil;&atilde;o com diferencia&ccedil;&atilde;o, comunicando muito bem para inspirar o consumidor a querer comprar.&rdquo; Os seis destaques apostaram em novos sabores, categorias e usos e benef&iacute;cios diferenciados no per&iacute;odo estudado.</p>
<p>De todas as marcas analisadas, 66 se mantiveram est&aacute;veis e 57 cresceram. Completam a lista das que mais se destacaram Barilla, O Botic&aacute;rio, Neve, Pato Purific, Tixan Yp&ecirc;, Danone, Aurora, Monange, Downy, Oreo, Lay&rsquo;s, Danio, Frimesa, Mucilon, Paulista, Italac, Piracanjuba, Brilhante e Paix&atilde;o.&nbsp;</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/LATAM/Brazil/Marcas.jpg" alt="" width="467" height="350" /></p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 11 Dec 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Marcas-crescem-mesmo-com-a-crise</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Marcas pr?prias ganham espa?o nos lares brasileiros]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Marcas-prprias-ganham-espao-nos-lares-brasileiros</link>
         <description><![CDATA[<p>Segundo estudo da Kantar Worldpanel, entre junho de 2014 e o mesmo per&iacute;odo deste ano, 61% das fam&iacute;lias adquiriram algum produto de marca pr&oacute;pria, o que representa 31,1 milh&otilde;es de domic&iacute;lios.</p>
<p>Isso acontece porque, principalmente na crise, as fam&iacute;lias buscam promo&ccedil;&otilde;es e pre&ccedil;os menores.</p>
<p>Al&eacute;m de adquirirem esses produtos, os mesmos t&ecirc;m sido bem avaliados. Em 2013, 68% dos compradores classificaram os produtos como bons ou muito bons. J&aacute; em 2015, esse n&uacute;mero chegou a 77%.</p>
<p><a href="https://www.mundodomarketing.com.br/ultimas-noticias/34841/marcas-proprias-ganham-espaco-nos-lares-brasileiros.html">Para ler mais, clique aqui.</a></p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 06 Nov 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Marcas-prprias-ganham-espao-nos-lares-brasileiros</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Ganhando ainda mais espa?o]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Ganhando-ainda-mais-espao</link>
         <description><![CDATA[<p>A categoria de sucos prontos para beber vem conquistando um espa&ccedil;o cada vez maior nos lares brasileiros. Em 2014, a categoria cresceu, em m&eacute;dia, 11,3%, comparado ao mesmo per&iacute;odo de 2013.</p>
<p>A import&acirc;ncia da categoria cresceu tanto que passou, at&eacute; mesmo dos refrigerantes.</p>
<p>A procura por esses produtos cresceu e 1,4 milh&atilde;o de novos lares come&ccedil;aram a comprar essa categoria no ano passado. O n&eacute;ctar &eacute; respons&aacute;vel por 75% do crescimento da categoria e vem ganhando cada vez mais espa&ccedil;o.</p>
<p>Para Matheus Fraga, diretor de contas da Kantar Worldpanel, o aumento do consumo de n&eacute;ctar pode ser explicado pela mudan&ccedil;a de h&aacute;bitos dos lares brasileiros, que passaram a consumir produtos com mais benef&iacute;cios a sa&uacute;de.</p>
<p>"A categoria j&aacute; tinha prefer&ecirc;ncia porque exige um menor tempo de preparo. Contudo, al&eacute;m da praticidade, o consumidor est&aacute; preocupado tamb&eacute;m com a qualidade e a composi&ccedil;&atilde;o nutricional dos produtos que consome", completa Matheus.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Para ler mais, baixe o anexo.</span></p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 06 Nov 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Ganhando-ainda-mais-espao</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Crise bate na porta do mercado Pet]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Crise-bate-na-porta-do-mercado-Pet</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma retra&ccedil;&atilde;o hist&oacute;rica foi registrada pela Kantar Worldpanel, empresa especializada em pain&eacute;is de consumo. O volume de alimentos industrializados comprados caiu 8,5% no primeiro semestre de 2015 em compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo do ano anterior.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Baixe o anexo e entenda melhor na reportagem</span></p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 22 Oct 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Crise-bate-na-porta-do-mercado-Pet</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Evolu??o da din?mica de compra na Am?rica Latina]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Evoluo-da-dinmica-de-compra-na-Amrica-Latina</link>
         <description><![CDATA[<p><em>O Shopper &amp; Retail Dynamics Latam, produzido pela Kantar Worldpanel, analisa o comportamento de 10 pa&iacute;ses</em></p>
<p>A Kantar Worldpanel lan&ccedil;ou hoje o estudo Shopper &amp; Retail Dynamics Latam, no qual identifica as principais tend&ecirc;ncias do consumidor latino-americano nos diferentes canais da regi&atilde;o. O levantamento analisa o comportamento de mais de 41.000 domic&iacute;lios em dez pa&iacute;ses, revelando as caracter&iacute;sticas dos compradores no &uacute;ltimo ano (at&eacute; junho de 2015). &ldquo;A partir desta an&aacute;lise, identificamos seis tend&ecirc;ncias da regi&atilde;o e que determinam como compra o consumidor latino-americano&rdquo;, comenta Flavia Amado, gerente de Shopper &amp; Retail Latam. Seguem abaixo as tend&ecirc;ncias apuradas:</p>
<p><strong>Crescimento seletivo:</strong> Neste ano, a Am&eacute;rica Latina experimenta o maior crescimento em valor (+ 12,2%) em compara&ccedil;&atilde;o com outras regi&otilde;es, como Europa (+ 0,5%) e &Aacute;sia (+ 4,1%). No entanto, o volume de compra se manteve est&aacute;vel (- 0,2%) j&aacute; que o crescimento &eacute; impulsionado pelo aumento da infla&ccedil;&atilde;o em v&aacute;rios pa&iacute;ses, por exemplo, a Venezuela, cujo &iacute;ndice ultrapassa os 96%.</p>
<p>Quando falamos de crescimento seletivo &eacute; porque n&atilde;o existe uniformidade por pa&iacute;s, h&aacute; diferen&ccedil;as entre regi&otilde;es, categorias, canais, entre outros fatores, que contribuem com o grupo da regi&atilde;o.</p>
<p><strong>Transforma&ccedil;&atilde;o da compra:</strong> A din&acirc;mica de compra evoluiu para menos visitas aos pontos de venda e mais unidades adquiridas por ocasi&atilde;o. De acordo com o estudo, 60% dos pa&iacute;ses da Am&eacute;rica Latina diminu&iacute;ram sua frequ&ecirc;ncia de compra, sendo a Venezuela (-8%), Brasil (-7%) e Bol&iacute;via (-6%) os mais impactados. No entanto, se compararmos a frequ&ecirc;ncia de compra dos pa&iacute;ses latino-americanos em rela&ccedil;&atilde;o aos europeus, ela ainda &eacute; muito alta. Al&eacute;m disso, menos visitas aos pontos de venda resultam em menos canais visitados, por isso houve uma queda de 2 pontos percentuais nos domic&iacute;lios latinos que visitam 7 ou mais canais em um ano (54%).</p>
<p>A redu&ccedil;&atilde;o de viagens de compra somada a uma menor porcentagem de lares compradores afeta o desempenho de importantes canais na regi&atilde;o como &eacute; o canal moderno. Apesar disso, neste ano pa&iacute;ses com um baixo desenvolvimento deste canal, como Bol&iacute;via, Col&ocirc;mbia e Equador aumentaram seu gasto bem como as unidades levadas em cada compra.</p>
<p><strong>Proximidade e conveni&ecirc;ncia:</strong> &Eacute; fato que os latino-americanos est&atilde;o buscando proximidade e tradi&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Proximidade &eacute; a palavra-chave porque 68% dos latinos procuram fazer compras perto de sua casa e procuram manter uma rela&ccedil;&atilde;o com o vendedor&rdquo;, afirma Flavia. O canal tradicional ganha share em cinco dos dez pa&iacute;ses da Am&eacute;rica Latina. Bol&iacute;via e Peru s&atilde;o os que gastam mais neste canal, 69% e 68%, respectivamente, enquanto a Venezuela (+8,1%), Am&eacute;rica Central (+4,6%) e Equador (+2,0%) s&atilde;o os que tiveram um maior crescimento.</p>
<p>Todos os latinos compram no canal tradicional porque o consideram com as miss&otilde;es de compra mais equilibradas, de consumo imediato (26%) at&eacute; a despensa (23%).</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/LATAM/images/Proximidad2.png" alt="" width="540" height="292" /></p>
<p><strong>Custo benef&iacute;cio</strong>: Essa &eacute; uma equa&ccedil;&atilde;o que muitos canais t&ecirc;m aproveitado e que lhes tem proporcionado um importante crescimento. Um exemplo s&atilde;o as lojas de descontos que oferecem pouca variedade, pre&ccedil;os baixos e marcas pr&oacute;prias e que crescem globalmente na Europa e pa&iacute;ses como Argentina, Chile, Col&ocirc;mbia e M&eacute;xico. J&aacute; os atacadistas oferecem pre&ccedil;os baixos por uma maior quantidade de produto. Neste ano, o canal aparece como o terceiro com a maior despesa na Am&eacute;rica Latina. O Brasil e a Argentina foram o os respons&aacute;veis por impulsionar o crescimento do canal.</p>
<p>&nbsp;<strong>Promo&ccedil;&otilde;es</strong>: Em 70% dos pa&iacute;ses, os produtos com promo&ccedil;&atilde;o tem um crescimento maior que os sem desconto. Argentina (+55%) e M&eacute;xico (+26%) s&atilde;o os pa&iacute;ses que mais gastaram em promo&ccedil;&otilde;es. &ldquo;Das v&aacute;rias promo&ccedil;&otilde;es que existem no mercado, como um produto com um brinde; leve dois e pague um ou leve tr&ecirc;s e pague dois, o destaque fica por conta dos descontos em pre&ccedil;os (79%). Os brasileiros n&atilde;o podem ficar sem promo&ccedil;&otilde;es, j&aacute; que dos 10% de compras que fazem, 87% s&atilde;o por descontos nos pre&ccedil;os&rdquo;, comenta Flavia. Outro tipo de promo&ccedil;&atilde;o significativa na Am&eacute;rica Latina &eacute; o famoso &ldquo;leve mais e pague menos&rdquo; com 9%. No Equador, 17% das compras com promo&ccedil;&atilde;o s&atilde;o por meio de ofertas desse tipo.</p>
<p><strong>Downtrading</strong>: Mesmo com o crescimento significativo das marcas pr&oacute;prias, elas ainda t&ecirc;m muitas oportunidades de desenvolvimento. Em pa&iacute;ses europeus, como o Reino Unido, as marcas pr&oacute;prias chegam a alcan&ccedil;ar uma participa&ccedil;&atilde;o de 48%. &ldquo;Ainda h&aacute; um grande espa&ccedil;o para desenvolvimento na regi&atilde;o e o crescimento dos autosservi&ccedil;os est&aacute; prestes a acontecer&rdquo;, analisa Flavia Amado. Alinhada com essa tend&ecirc;ncia, 59% dos gastos dos latino-americanos s&atilde;o em marcas de m&eacute;dio e baixo custo, especialmente no Peru (68%) e Venezuela (96%), onde a situa&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s n&atilde;o permite que o consumidor possa escolher que tipo de marca comprar. A disponibilidade das cestas nos pontos de venda determina as compras dom&eacute;sticas.</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/LATAM/images/MarcasPropias2.png" alt="" width="540" height="292" /></p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 14 Oct 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Evoluo-da-dinmica-de-compra-na-Amrica-Latina</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Sistema iOS registra 12 meses de queda nos Estados Unidos ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Sistema-iOS-registra-12-meses-de-queda-nos-Estados-Unidos-</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>87% dos propriet&aacute;rios de iPhone nos Estados Unidos que planejam fazer um upgrade nos pr&oacute;ximos tr&ecirc;s meses preferem a Apple, j&aacute; no Brasil, sistema Android avan&ccedil;a e conquista 91,4% do mercado brasileiro.</strong></p>
<p>Os &uacute;ltimos dados de venda de smartphones da Kantar Worldpanel ComTech, referentes aos meses junho, julho e agosto deste ano, mostram que o mercado do sistema Apple iOS dos Estados Unidos atingiu seu n&iacute;vel mais baixo desde agosto de 2014, j&aacute; que os consumidores esperaram pelo novo iPhone 6s e iPhone 6s Plus, dispon&iacute;veis a partir de setembro.</p>
<p>&ldquo;&Eacute; de se esperar que nos tr&ecirc;s meses que antecedem o lan&ccedil;amento de novos produtos, as vendas do iPhone da Apple seriam mais fracas&rdquo;, afirma Carolina Milanesi, chefe de pesquisa da Kantar Worldpanel ComTech. &ldquo;Enquanto um m&ecirc;s a partir de agora possa ainda ser muito cedo para reportar n&uacute;meros iniciais de vendas para os novos modelos, n&oacute;s podemos dizer hoje que 11% dos propriet&aacute;rios de iOS nos disseram em agosto que eles planejavam substituir seu telefone atual nos pr&oacute;ximos tr&ecirc;s meses e 87% deles afirmaram que a Apple &eacute; a marca preferida deles.&rdquo;</p>
<p>&ldquo;Entre os &lsquo;big five&rsquo; da Europa, o Android continua na luta, apenas os mercados pr&eacute;-pagos da It&aacute;lia e da Espanha registrando um crescimento ano a ano&rdquo;, relata Dominic Sunnebo, diretor de neg&oacute;cios da unidade Kantar Worldpanel ComTech da Europa. &ldquo;Na Gr&atilde;-Bretanha, Samsung, a indiscut&iacute;vel l&iacute;der do sistema Android, caiu no market share tanto de per&iacute;odo sobre per&iacute;odo e ano a ano, enquanto a Sony e a LG foram os dois &uacute;nicos fornecedores de Android capazes de aumentar sua participa&ccedil;&atilde;o ao longo do &uacute;ltimo ano e nos meses de maio, junho e julho de 2015.&rdquo;</p>
<p>Os &ldquo;big five&rdquo; mercados da Europa s&atilde;o a Gr&atilde;-Bretanha, Alemanha, Fran&ccedil;a, It&aacute;lia e Espanha.</p>
<p>&ldquo;Nos Estados unidos, o Samsung Galaxy S6 aumentou sua participa&ccedil;&atilde;o nas vendas de smartphones, mas n&atilde;o amea&ccedil;ou a posi&ccedil;&atilde;o de lideran&ccedil;a do iPhone 6&rdquo;, acrescenta Milanesi. &ldquo;De abril a agosto de 2015 &ndash; os meses seguintes ao lan&ccedil;amento de novas flagships &ndash; apenas 29% da base instalada dos smartphones da Samsung foram atualizadas para novos dispositivos. Entre aqueles que atualizaram, 23% mudaram para um Galaxy S5, 4% para um Galaxy S6 e 1% para um Galaxy S6 Edge.&rdquo;</p>
<p>&ldquo;Na China urbana, as vendas de smartphones representaram 84% das vendas globais de telefones nos tr&ecirc;s meses encerrados em agosto, com o iPhone 6 e o iPhone 6 Plus no topo da lista dos modelos mais vendidos&rdquo;, revela Tamsin Timpson, diretor de vis&atilde;o estrat&eacute;gica da Kantar Worldpanel ComTech &Aacute;sia. &ldquo;Os compradores mencionaram a clareza e a resolu&ccedil;&atilde;o da tela (58%), qualidade da c&acirc;mera (54%) e o tamanho da tela (51%) como os tr&ecirc;s mais importantes determinantes de compra.&rdquo;</p>
<p>&ldquo;O Windows Phone tem experimentado algum crescimento na Fran&ccedil;a, Alemanha e Austr&aacute;lia e manteve sua participa&ccedil;&atilde;o em outros lugares, mas n&oacute;s n&atilde;o temos visto maiores impactos sobre o mercado global, apesar de algumas faixas de pre&ccedil;o agressivas&rdquo;, diz Milanesi. &ldquo;No lan&ccedil;amento do Windows 10 em New York, no dia 6 de outubro, nos vimos a Microsoft focada mais uma vez em oferecer um telefone companheiro para os usu&aacute;rios do Windows 10 e dispositivos de classe empresarial para departamentos de TI &ndash; um objetivo mais modesto talvez, mas certamente um mais realista.&rdquo;</p>
<p>No Brasil, cresce o n&uacute;mero de aparelhos com o sistema Android, que mant&eacute;m sua lideran&ccedil;a no mercado brasileiro, passando de 89,5% no &uacute;ltimo per&iacute;odo para 91,4%. iOS sistema que perdeu participa&ccedil;&atilde;o no &uacute;ltimo per&iacute;odo ganha 0,5 p.p., j&aacute; o sistema Windows Phone que vinha ganhando participa&ccedil;&atilde;o, perde 1,2 p.p.</p>
<p>No final do trimestre terminado em agosto deste ano, as vendas de smartphone representaram 77% de todas as vendas de celulares no Brasil, comparado &agrave; 49% do mesmo per&iacute;odo do ano passado. Android manteve sua lideran&ccedil;a no mercado, com 90% de market share. Apesar de uma ligeira queda no market share de 2014, a Samsung manteve seu t&iacute;tulo de marca que mais vendeu smartphones, com 47%. A Motorola esteve em segundo lugar, bem distante da Samsung, com 18%. Samsung e Motorola s&atilde;o as &uacute;nicas duas marcas no top 10 de dispositivos mais vendidos. O Samsung Grand Prime Duos liderou a lista, enquanto o Motorola Moto G ficou em segundo lugar.<br />No final do trimestre terminado em agosto, 49% dos smartphones vendidos foram adquiridos por consumidores que nunca haviam comprado um smartphone antes. Olhando para as operadoras, a Vivo conta com 29% dos smartphones vendidos, a Vivo com 25%, enquanto a Claro e a Oi, com 23%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="http://mkt.kantarworldpanel.com/global/LATAM/images/Comtech_Dataviz_Oct15.JPG" alt="latam" width="700" height="322" /></p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 13 Oct 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Sistema-iOS-registra-12-meses-de-queda-nos-Estados-Unidos-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Habita??o e alimenta??o sentem press?o da infla??o]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/O-bsico-habitao-e-alimentao-sentem-a-presso-da-infla</link>
         <description><![CDATA[<p>Com a infla&ccedil;&atilde;o chegando 7,64% - o maior &iacute;ndice desde 2003 - habita&ccedil;&atilde;o e alimenta&ccedil;&atilde;o sentem o maior impacto. Justamente as duas categorias de que o brasileiro n&atilde;o pode abrir m&atilde;o.</p>
<p>Casa e comida representam uma grande fatia do or&ccedil;amento dos brasileiros e a classe D/E &ndash; o maior destaque entre as classes &ndash; os gastos representam 41%.</p>
<p><a href="http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2015/10/inflacao-acelera-em-setembro-e-provoca-uma-distorcao-nos-precos.html">Clique aqui</a> e entenda melhor na reportagem</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 08 Oct 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/O-bsico-habitao-e-alimentao-sentem-a-presso-da-infla</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Consumidor muda h?bitos e o varejo, suas estrat?gias]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumidor-muda-hbitos-e-o-varejo-suas-estratgias</link>
         <description><![CDATA[<p>Reflexo da infla&ccedil;&atilde;o e do atual momento econ&ocirc;mico vivido pelo pa&iacute;s, temos um consumidor que est&aacute; repensando seus h&aacute;bitos.&nbsp;<span>Nessa equa&ccedil;&atilde;o complicada, em que o comerciante tenta manter as vendas e as fam&iacute;lias precisam gastar menos, os produtos de marca pr&oacute;pria s&atilde;o uma vari&aacute;vel cada vez mais presente em carrinhos e g&ocirc;ndolas dos supermercados, e com pre&ccedil;os at&eacute; 55,3% mais baratos que as marcas mais conhecidas do mercado.&nbsp;</span></p>
<p><span><span>"A troca de marca &eacute; a &uacute;ltima op&ccedil;&atilde;o na hora de fazer economia. Primeiro, o consumidor troca de mercado, depois deixa de comprar alguns produtos ou compra menor quantidade. Por &uacute;ltimo, muda de marca. Em tempos de crise,&nbsp;</span><span>n&atilde;o tem como se dar ao luxo de investir em algo que pode n&atilde;o satisfaz&ecirc;-lo", explica Christine Pereira, diretora comercial da Kantar Worldpanel.</span></span></p>
<p><a href="http://oglobo.globo.com/economia/marcas-proprias-de-supermercados-custam-ate-55-menos-que-lideres-17667124">Clique aqui e leia na &iacute;ntegra</a></p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 02 Oct 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumidor-muda-hbitos-e-o-varejo-suas-estratgias</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Aperto no bolso chega ao mercado de alimentos]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Aperto-no-bolso-chega-ao-mercado-de-alimentos</link>
         <description><![CDATA[<p>Os produtos aliment&iacute;cios que mais perderam volume foram bebida &agrave; base de soja, leite pasteurizado, leite fermentado e lanches prontos.</p>
<p>Christine Pereira, Diretora Comercial da Kantar Worldpanel, nos conta que no passado, houve uma racionaliza&ccedil;&atilde;o do consumo. Agora, o que se nota &eacute; a queda no volume de compras de alimentos. O consumidor brasileiro vive um per&iacute;odo complicado, com menos renda dispon&iacute;vel e infla&ccedil;&atilde;o elevada, o que faz com que eles diminuam suas visitas aos pontos de venda, al&eacute;m de reduzirem tamb&eacute;m o volume de compras.</p>
<p>Segundo a especialista, outra movimenta&ccedil;&atilde;o interessante acontece neste momento de crise, os consumidores ainda se disp&otilde;em a pagar mais por alguns alimentos se percebem o valor agregado e compensam esse gasto reduzindo o consumo de outros itens.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 22 Sep 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Aperto-no-bolso-chega-ao-mercado-de-alimentos</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Novo iPhone deve bater recorde de pre?o no Brasil]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Novo-iPhone-deve-bater-recorde-de-preo-no-Brasil</link>
         <description><![CDATA[<p>Os novos iPhones, devem chegar ao Brasil at&eacute; o final do ano e devem bater recordes de pre&ccedil;os no pa&iacute;s.</p>
<p>Marcos Calliari, Managing Diretor da Kantar Worldpanel, conta que o Brasil ainda tem menos da metade do mercado de celulares composto por celulares convencionais e, por isso, apresenta grande oportunidade de crescimento para todos os fabricantes, por&eacute;m, mais para os que s&atilde;o mais em conta (como a chinesa Xiaomi, que vende um celular a R$500 e se equipara aos iPhones, com pre&ccedil;o at&eacute; 8 vezes maior).</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 21 Sep 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Novo-iPhone-deve-bater-recorde-de-preo-no-Brasil</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Retrocesso no padr?o de consumo]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Retrocesso-no-padro-de-consumo</link>
         <description><![CDATA[<p>Al&eacute;m de cortar gastos com bens dur&aacute;veis, o consumidor cortou gastos com itens b&aacute;sicos como, alimentos, bebidas, higiene e beleza. E o problema n&atilde;o &eacute; s&oacute; com a infla&ccedil;&atilde;o. O que se v&ecirc; hoje &eacute; o retrocesso nos padr&otilde;es de consumo por causa da queda de renda.<br />&ldquo;&Eacute; a primeira vez em cinco anos que o volume de compras cai&rdquo;, afirma Christine Pereira, Diretora Comercial da Kantar Worldpanel. Esta redu&ccedil;&atilde;o impacta as principais categorias, como o leite pasteurizado e a&ccedil;&uacute;car.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Baixe o anexo e leia a mat&eacute;ria na &iacute;ntegra</span></p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 11 Sep 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Retrocesso-no-padro-de-consumo</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Marcas incrementam a??es para girar estoque]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Umbigo-no-balco</link>
         <description><![CDATA[<p>Com a crise econ&ocirc;mica, o consumidor vem mudando suas atitudes e para as marcas foi preciso se reinventar.<br />Dados da Kantar Worldpanel mostram que as fam&iacute;lias brasileiras reduziram duas idas ao ponto de venda &ndash; a primeira vez em seis anos &ndash; e tamb&eacute;m&nbsp;reduziu o volume de compras a cada visita.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Baixe o anexo e leia a mat&eacute;ria na &iacute;ntegra</span></p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 09 Sep 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Umbigo-no-balco</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Consumidor assume rotina de limpeza da casa e das roupas]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Material-de-limpeza-d-banho-na-crise</link>
         <description><![CDATA[<p>A crise leva o consumidor a fazer substitui&ccedil;&otilde;es na hora da compra. Al&eacute;m de optar por embalagens menores, compram menos ou migram por itens mais baratos. Dados da Kantar Worldpanel mostra que a fatia de domic&iacute;lios de classe AB com empregada mensalista caiu 4,8% em junho de 2012, para 2,9% em compara&ccedil;&atilde;o a junho deste ano.</p>
<p>&ldquo;A classe AB &eacute; a mais preocupada com a situa&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica. &Eacute; onde h&aacute; redu&ccedil;&atilde;o no n&uacute;mero de lares com empregada&rdquo;, explica Marina Albuquerque, gerente de contas da Kantar Worldpanel.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Baixe o anexo e leia a mat&eacute;ria na &iacute;ntegra</span></p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 08 Sep 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Material-de-limpeza-d-banho-na-crise</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[N?o ? XING LING! A oferta de celulares chineses cresce]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/No--XING-LING</link>
         <description><![CDATA[<p>Crise brasileira e a desacelera&ccedil;&atilde;o na China n&atilde;o afetam a oferta de celulares chineses no Brasil.</p>
<p>"O mercado brasileiro de smartphones est&aacute; crescendo em taxas incrivelmente altas", diz Marcos Calliari, diretor da empresa de pesquisa Kantar Worldpanel. A penetra&ccedil;&atilde;o de smartphones em 2013 era de 17% e hoje, pulou para 45%. "&Eacute; uma oportunidade que deixa qualquer fabricante com &aacute;gua na boca", afirma Marcos. Uma das vantagens das fabricantes do mercado chin&ecirc;s, s&atilde;o os pre&ccedil;os praticados que chegam a ser 48% menores que a m&eacute;dia, o que favorece um mercado &ldquo;imaturo&rdquo;, com muitos usu&aacute;rios novatos. "Quem compra um smartphone pela primeira vez costuma optar pelo mais barato." diz.</p>
<p>O especialista nos conta que antes, marcas chinesas eram associadas &agrave; baixa qualidade, o que n&atilde;o acontece mais.</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/tec/2015/08/1675238-veja-comparativo-com-smartphones-chineses-baratos-ou-intermediarios.shtml">Clique aqui e leia mais&nbsp;</a></p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 03 Sep 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/No--XING-LING</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Brasileiro vai menos ao supermercado e reduz volume]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Brasileiro-vai-menos-ao-supermercado-e-reduz-volume</link>
         <description><![CDATA[<p>O brasileiro est&aacute; cada vez mais impactado com a atual crise e com isso reduzindo cada vez mais o consumo. No primeiro semestre de 2015, o brasileiro reduziu o consumo de itens b&aacute;sicos, como alimentos, bebidas, artigos de higiene e limpeza e est&aacute; levando 3% menos a cada ida ao supermercado. De acordo com Christine Pereira, &ldquo;&Eacute; a primeira vez em cinco anos que o volume m&eacute;dio de compras cai&rdquo;, afirma.</p>
<p>A tend&ecirc;ncia de redu&ccedil;&atilde;o da frequ&ecirc;ncia de compras j&aacute; vinha acontecendo nos &uacute;ltimos anos, por&eacute;m se antes as fam&iacute;lias reduziam as idas ao supermercado e para compensar levavam um volume maior a cada visita. &ldquo;Agora essa compensa&ccedil;&atilde;o cessou e pela primeira vez o consumidor andou para tr&aacute;s&rdquo;, diz Christine Pereira. E apesar dessa racionaliza&ccedil;&atilde;o do consumo, o que chama a aten&ccedil;&atilde;o &eacute; a lista dos produtos cortados. Oito categorias responderam por 81% da queda no primeiro semestre. Entre estes produtos est&atilde;o itens b&aacute;sicos como leite pasteurizado, a&ccedil;&uacute;car e &aacute;gua mineral, por exemplo.</p>
<p>E desta vez, diferente de outras crises, houve o impacto das compras de higiene pessoal e beleza, pela primeira vez o volume recuou 5% ante o mesmo per&iacute;odo do ano passado.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://economia.estadao.com.br/blogs/marcia-de-chiara/brasileiro-vai-menos-ao-supermercado-e-reduz-volume-de-compras-a-cada-ida/">Para ler na &iacute;ntegra, baixe o anexo ou clique aqui</a></span></p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 03 Sep 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Brasileiro-vai-menos-ao-supermercado-e-reduz-volume</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Android perde fatia de mercado na Europa]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Windows-perde-fatia-de-mercado-na-Europa</link>
         <description><![CDATA[<p>Segundo estudo ComTech da Kantar Worldpanel, os compradores europeus de android est&atilde;o migrando para o iOS. Segundo a empresa, os smartphones com sistema operacional da Google, sofreram uma diminui&ccedil;&atilde;o de sua fatia de mercado, nos cinco maiores mercados europeus, no segundo trimestre.</p>
<p>De acordo com a Kantar Worldpanel, 27% dos compradores de android trocaram seus smartphones pelo sistema da Apple, o iOS. durante o per&iacute;odo de tr&ecirc;s meses, encerrado em julho deste ano.</p>
<p>Este cen&aacute;rio pode continuar no pr&oacute;ximo trimestre, j&aacute; que, com o lan&ccedil;amento do iPhone 6s e iPhone 6s Plus, o pre&ccedil;o dos outros aparelhos da marca diminuir&atilde;o, alavancando as vendas.</p>
<p>J&aacute; o smartphone da Windows, est&aacute; em uma situa&ccedil;&atilde;o positiva.&nbsp;O sistema da Microsoft teve crescimento de 4% na Alemanha (chegando a 10,1% no pa&iacute;s), 1% no Reino Unido (12%), 3,9% na Fran&ccedil;a (12,6%) e 1,5% na It&aacute;lia (14,5%). Entre os cinco maiores mercados da Europa, s&oacute; na Espanha que ele teve queda de&nbsp;<span>0,6% (ficando com 4% do total).</span></p>
<p><span><a href="http://www.tecmundo.com.br/sistema-operacional/85795-android-perde-fatia-mercado-ios-windows-phone-europa.htm">Clique aqui e leia mais</a></span></p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 02 Sep 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Windows-perde-fatia-de-mercado-na-Europa</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[No Brasil h? mais smartphones com sistema Windows do que iOS]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Existem-mais-smartphones-com-Windows-do-que-iPhones-no-Brasi</link>
         <description><![CDATA[<p>Segundo pesquisa da Kantar Worldpanel, existem mais smartphones com sistema do Windows, do que iOS, no Brasil.</p>
<p>O smartphone da Microsoft assume a vice-lideran&ccedil;a de sistemas operacionais mais populares no pa&iacute;s. Em setembro do ano passado, a lideran&ccedil;a era do Android, com 88,2%, seguido do iOS, com 6,1%, e em terceiro o Windows Phone, com 3,6% do mercado.</p>
<p>Em julho deste ano, a pesquisa revelou uma altera&ccedil;&atilde;o deste cen&aacute;rio. O Android, do Google, ainda lidera o ranking, com 89,5%, mas o Windows Phone passou para o segundo lugar, com surpreendentes 5,9% criando uma grande dist&acirc;ncia do rival iOS, com apenas 3,5% do mercado brasileiro.</p>
<p><span><span><span><span><a href="http://blogs.estadao.com.br/link/existem-mais-smartphones-com-windows-do-que-iphones-no-brasil/">Clique aqui e leia mais</a></span></span></span></span></p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 01 Sep 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Existem-mais-smartphones-com-Windows-do-que-iPhones-no-Brasi</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Em meio ? crise, suco em p? est? em alta]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Em-meio--crise-suco-em-p-est-em-alta</link>
         <description><![CDATA[<p>Com um novo cen&aacute;rio macroecon&ocirc;mico, o consumidor est&aacute; mudando seus h&aacute;bitos e busca equilibrar o bolso.<br />A categoria de bebidas &eacute; a principal impactada pela economia e o consumidor opta pelo suco em p&oacute; por ser uma op&ccedil;&atilde;o mais em conta.&nbsp;<br />De acordo com dados da Kantar Worldpanel, as vendas de suco em p&oacute; cresceram 8,8% em valor nos &uacute;ltimos 12 meses. Em 2015, o segmento gerou vendas de 4,3% bilh&otilde;es de litros e faturou R$ 2,9 bilh&otilde;es.<br /><br /><span style="text-decoration: underline;">Para ler na &iacute;ntegra, baixe o anexo</span></p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 21 Aug 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Em-meio--crise-suco-em-p-est-em-alta</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Ind?strias de suco pronto se adaptam]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Setor-de-sucos-prontos-para-beber-crescer-em-2015</link>
         <description><![CDATA[<p>Os h&aacute;bitos de consumo dos brasileiros v&ecirc;m mudando cada dia mais. A busca por dietas saud&aacute;veis e com menos a&ccedil;&uacute;car tamb&eacute;m motivou a ind&uacute;stria de sucos a se adaptar.<br /><br />Dados da Kantar Worldpanel mostram que os n&eacute;ctares correspondem a 75% das vendas do mercado de sucos no Brasil. E a categoria &eacute; respons&aacute;vel por 70% do crescimento dos sucos prontos. Al&eacute;m disto, entre os consumidores que declaram que consomem bebidas diet e light, 14% o fazem diariamente, por necessidade f&iacute;sica ou para reduzir o consumo di&aacute;rio de a&ccedil;&uacute;cares, segundo Matheus Fraga, Diretor de Contas da Kantar Worldpanel.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Para ler na &iacute;ntegra, baixe o anexo</span></p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 21 Aug 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Setor-de-sucos-prontos-para-beber-crescer-em-2015</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Vendas de FMCG online alcan?ar?o R$130 bilh?es]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Vendas-de-FMCG-em-linha-alcanaro-R130-bilhes-em-2025</link>
         <description><![CDATA[<p>Um estudo publicado pela Kantar Worldpanel revela o verdadeiro potencial do e-commerce.<strong> &ldquo;Acelerando o crescimento do e-commerce. Edi&ccedil;&atilde;o 2015&rdquo;</strong> estima que as vendas online alcancem 130 bilh&otilde;es no final de 2025.</p>
<p>A participa&ccedil;&atilde;o de mercado que as vendas online alcan&ccedil;ar&atilde;o se duplicar&aacute; nos pr&oacute;ximos 10 anos e a Kantar Worldpanel estima que essas vendas possam chegar a representar 30% do mercado na Cor&eacute;ia, 15% na China e pelo menos 10% na Inglaterra e Fran&ccedil;a.</p>
<p><strong>As vendas globais online de FMCG cresceram 28% em 2014</strong></p>
<p><br />Com um crescimento global de 28% apenas em 2014, as vendas online est&atilde;o crescendo principalmente impulsionadas pelos mercados mais avan&ccedil;ados no e-commerce, por exemplo, no Reino Unido, onde o crescimento online foi entre 5 e 6% no ano passado.</p>
<p><br />O e-commerce de FMCG cresceu a um ritmo mais acelerado na &Aacute;sia, sendo a China o mercado de crescimento mais r&aacute;pido (+34%) seguido de Cor&eacute;ia do Sul (+22%). Na Europa, o com&eacute;rcio online cresceu 20% no Reino Unido e 12% na Fran&ccedil;a. Cor&eacute;ia do Sul continua sendo o pa&iacute;s onde as vendas online s&atilde;o mais elevadas alcan&ccedil;ando 13,2% do mercado total de FMCG (em compara&ccedil;&atilde;o com 10,2% h&aacute; um ano).</p>
<p><strong>Oportunidades para os canais e para as marcas</strong></p>
<p><strong></strong><br />Este estudo foi feito atrav&eacute;s de uma an&aacute;lise profunda de h&aacute;bitos de compra de 100,000 compradores em dez dos maiores mercados de vendas online de FMCG e identifica a necessidade de varejistas e marcas de priorizar sua estrat&eacute;gia de e-commerce para aproveitar as oportunidades reais que as vendas online oferecem:</p>
<p><strong>Uma grande promessa:</strong> com apenas 1 em cada 4 shoppers comprando online globalmente, h&aacute; ainda uma grande oportunidade para crescer. A Cor&eacute;ia do Sul &eacute; um grande exemplo de como o potencial do e-commerce pode ser real: 58,9% dos domic&iacute;lios coreanos compram produtos de FMCG online ao menos uma vez ao ano. No Reino Unido, Fran&ccedil;a e Espanha, aproximadamente 1 em cada 4 domic&iacute;lios compram online, mas os autosservi&ccedil;os do Reino Unido s&atilde;o pioneiros em repetir as compras dentro das lojas f&iacute;sicas.</p>
<p><strong>Perfil valioso de shopper:</strong> o perfil t&iacute;pico &eacute; uma fam&iacute;lia com filhos pequenos, urbanos e suburbanos, de classe m&eacute;dia e alta. Por exemplo, um comprador do Reino Unido gasta, em m&eacute;dia, 66 d&oacute;lares por compra online.</p>
<p><strong>Lealdade:</strong> a participa&ccedil;&atilde;o em valor em si &eacute; alta. No Reino Unido, os compradores online gastam 23% de seu investimento anual em produtos de FMCG, no mesmo canal.</p>
<p><strong>St&eacute;phane Roger, Diretor Global de Shopper and Retail da Kantar Worldpanel explicou:</strong></p>
<p><strong></strong><br />&ldquo;Desde o ano passado at&eacute; hoje, o estudo<em><strong> &ldquo;Acelerando o crescimento do e-commerce em produtos de FMCG&rdquo;</strong></em> tem nos mostrado grandes mudan&ccedil;as na estrutura, tanto de canais, como de marcas. Mondelez, Walmart, Pepsico, Coca-Cola, Procter&amp;Gamble e Unilever est&atilde;o implementando planos para o futuro em seus neg&oacute;cios para o e-commerce. &Eacute; evidente que estes l&iacute;deres globais est&atilde;o tomando medidas r&aacute;pidas, com o que temos falado. Roger comentou que unir-se ao e-commerce &eacute; urgente: &ldquo;Em poucas palavras: o mercado &eacute; claramente cruel com os retardat&aacute;rios. Quem ganha entre os varejistas &eacute; quem investe primeiro no canal. As redes Tesco, no Reino Unido e E Leclerc, na Fran&ccedil;a tem uma participa&ccedil;&atilde;o de mercado online que representa o dobro da off-line de seus concorrentes. Para as marcas, a urg&ecirc;ncia reside em estar presente na lista de compras. Nossos dados mostram que 55% dos compradores online usam a mesma lista para uma pr&oacute;xima compra, dando prefer&ecirc;ncia &agrave;s empresas pioneiras que investiram no e-commerce.&rdquo;</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 19 Aug 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Vendas-de-FMCG-em-linha-alcanaro-R130-bilhes-em-2025</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Sonhos adiados na classe C]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Sonhos-adiados-na-classe-C</link>
         <description><![CDATA[<p>Nos &uacute;ltimos anos a economia elevou os brasileiros da classe m&eacute;dia. Com juros mais baixos e com acesso &agrave;s novas op&ccedil;&otilde;es de compra, o consumidor conseguiu mudar seus h&aacute;bitos.<br />Das grandes compras, precisou frear o consumo para n&atilde;o perder as conquistas acumuladas no per&iacute;odo de bonan&ccedil;a.</p>
<p>Dados da Kantar Worldpanel mostram que o consumidor tirou o p&eacute; do acelerador. Christine Pereira, diretora comercial da Kantar Worldpanel, lembra que a queda, que iniciou nas grandes compras, os chamados bens dur&aacute;veis, j&aacute; come&ccedil;a a aparecer no pequeno varejo, afetando os bens n&atilde;o dur&aacute;veis tamb&eacute;m. A consultoria calcula que o volume m&eacute;dio de compras da classe C recuou 10% no semestre, frente a igual per&iacute;odo do ano passado &mdash; a pior retra&ccedil;&atilde;o entre as classes pesquisadas pelo levantamento.</p>
<p><a href="http://oglobo.globo.com/economia/sonhos-adiados-na-classe-c-17192732#ixzz3j5C81sHi">Clique aqui e leia mais</a></p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 17 Aug 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Sonhos-adiados-na-classe-C</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[A retra??o nas vendas de maquiagem]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/A-retrao-nas-vendas-de-maquiagem</link>
         <description><![CDATA[<p>Gabriela Fujita, gerente da Kantar Wordpanel, traz agravantes nada positivos acerca deste segmento. Segunda ela, Maquiagem passa por um momento dif&iacute;cil, de forte retra&ccedil;&atilde;o e abandono. &ldquo;Enfraquecimento de players tradicionais da venda direta intensificam este movimento e o crescimento de marcas mais premium, novas, n&atilde;o s&atilde;o suficientes para compensar a retra&ccedil;&atilde;o".</p>
<p><a href="http://www.cosmeticanews.com.br/leitura.php?n=especial-maquiagem-sempre-para-frente&amp;id=5978">Leia a mat&eacute;ria na &iacute;ntegra</a></p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 14 Aug 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/A-retrao-nas-vendas-de-maquiagem</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Apple iOS volta a crescer nos mercados ?Big Five? da Europa]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Apple-iOS-volta-a-crescer-no-mercado-Big-Five-da-Europa</link>
         <description><![CDATA[<p>A &uacute;ltima pesquisa sobre venda de smartphones da Kantar Worldpanel Comtech do segundo trimestre de 2015 mostra que o Apple iOS voltou a crescer nos cinco maiores mercados da Europa, enquanto sua participa&ccedil;&atilde;o nos EUA, caiu.<br /><br /><em>Os cinco maiores mercados da Europa s&atilde;o Gr&atilde; Bretanha, Alemanha, Fran&ccedil;a, It&aacute;lia e Espanha.<br /></em><br />&ldquo;Apple iOS voltou a crescer nos cinco maiores mercados da Europa, como foi registrado, &eacute; seu primeiro ganho de ano para ano na Fran&ccedil;a desde fevereiro de 2015,&rdquo; conforme Carolina Milanesi, diretora de pesquisa da Kantar Worldpanel Comtech. &ldquo;Nos EUA, como n&oacute;s previmos m&ecirc;s passado, o crescimento do Android continua at&eacute; o fim do trimestre em 30 de Junho, com a Samsung e a LG aumentando o seu share. Quarenta e tr&ecirc;s por cento de todos os compradores de Android mencionaram um &lsquo;bom neg&oacute;cio no pre&ccedil;o do celular&rsquo; como o principal motivo de compra.&rdquo;<br /><br />&ldquo;Na Europa, o desempenho do Android foi pulverizado, registrando sua queda mais forte no ano a ano da Alemanha desde o come&ccedil;o de 2015&rdquo;, disse Dominic Sunnebo, diretor de business da Kantar Worldpanel Comtech Europa. &ldquo;O tamanho da tela era o principal fator de compra dos compradores de Android em todos os pa&iacute;ses que comp&otilde;em os cinco maiores da Europa. Embora o tamanho da tela tenha aumentado em import&acirc;ncia como o fator de compra desde o lan&ccedil;amento do iPhone 6 e 6 Plus, os compradores de iOS s&atilde;o geralmente influenciados por uma ampla lista de fatores, como a confiabilidade e durabilidade do celular, assim como a qualidade dos materiais.&rdquo;</p>
<p>&ldquo;Enquanto o ecossistema Android da Europa e da China continua a oferecer v&aacute;rias marcas para serem escolhidas, o Android nos EUA j&aacute; est&aacute; diminuindo sua consolida&ccedil;&atilde;o, agora com o Samsung e a LG contando com 78% das vendas de Android,&rdquo; Milanesi acrescentou. &ldquo;LG &eacute; o real sucesso do trimestre. N&atilde;o s&oacute; dobrou seu share no mercado de smartphones nos EUA mais uma vez, mas foi r&aacute;pido, pela primeira vez, a adquirir mais compradores novos do que a Samsung.&rdquo;</p>
<p>&ldquo;Na China urbana, a Huawei alcan&ccedil;ou o topo do ranking de fornecedores de smartphones, baseado no sucesso de sua linha Honor&rdquo;, disse Tamsin Timpson, diretor estrat&eacute;gico de insights da Kantar Worldpanel Comtech da &Aacute;sia. &ldquo;O Honor 4X, Honor 6 e Honor 6 Plus est&atilde;o todos no top 10 dos smartphones mais populares. Tanto a Huawei, quanto a Xiaomi est&atilde;o expandindo rapidamente o seu apelo para um alcance de consumidores maior, estendendo-se al&eacute;m de sua posi&ccedil;&atilde;o inicial de mercado. A Huawei atrai agora consumidores mais jovens e numerosos com sua marca Honor, enquanto a Xiaomi alcan&ccedil;a, tamb&eacute;m, os consumidores mais velhos, que procuram por confiabilidade e bom custo benef&iacute;cio nas ofertas. Dentro do Android, que respondeu por 79% dos smartphones vendidos na China urbana no segundo trimestre de 2015, novos nomes est&atilde;o emergindo, como a Meizu, cujo share cresceu 700% comparado ao mesmo per&iacute;odo de 2014, enquanto nomes consagrados, como a Lenovo, experimentaram vendas mais fracas, comparadas ao ano anterior.&rdquo;</p>
<p>Ao longo das &uacute;ltimas semanas, as marcas de tecnologia como a Marshall e Commodore ingressaram no mercado dos smartphones. Gra&ccedil;as ao Android, a barreira para se tornar um novo fornecedor reduziu significativamente. &ldquo;Entrar para o mercado de smartphones &eacute; relativamente f&aacute;cil, mas ser uma marca rent&aacute;vel, n&atilde;o,&rdquo; Milanese alertou. &ldquo;Algumas marcas podem capturar com sucesso um nicho se elas forem &aacute;geis e entregarem diferencia&ccedil;&otilde;es suficientes. Contudo, marcas fortes em outras &aacute;reas da tecnologia, como as c&acirc;meras da Kodac, ou computadores da Commodore, n&atilde;o garantem o sucesso no mercado de smartphones.&rdquo;<br />Os dados da <a href="http://www.kantarworldpanel.com/global/smartphone-os-market-share/intro">Kantar Worldpanel Comtech DataViz</a>podem ser incorporados em artigos online, para uma representa&ccedil;&atilde;o visual dos dados de market share Kantar Worldpanel Comtech Smartphone OS. Voc&ecirc; pode <a href="http://www.kantarworldpanel.com/global/smartphone-os-market-share/embed-code">incorpor&aacute;-lo no seu pr&oacute;prio website</a>.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 07 Aug 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Apple-iOS-volta-a-crescer-no-mercado-Big-Five-da-Europa</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Infla??o e reajustes engolem sal?rio da nova Classe C]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Inflao-e-reajustes-engolem-salrio-da-nova-Classe-C</link>
         <description><![CDATA[<p><span>O cen&aacute;rio de cr&eacute;dito escasso, infla&ccedil;&atilde;o alta e reajustes significativos em tarifas p&uacute;blicas&nbsp;&ndash; como &aacute;gua e energia el&eacute;trica &ndash; vem mudando o estilo de vida da classe C.&nbsp;</span>Segundo estudo divulgado no in&iacute;cio do m&ecirc;s pela Kantar Worldpanel, os consumidores da Classe C est&atilde;o indo duas vezes menos ao chamado "ponto de venda" (PDV) e reduziram o volume de consumo em 10% na compara&ccedil;&atilde;o entre os primeiros trimestres deste ano e de 2014.</p>
<p><a href="http://economia.ig.com.br/2015-07-24/inflacao-e-reajustes-de-tarifas-publicas-engolem-salario-da-nova-classe-c.html">Clique aqui e leia mais</a></p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 04 Aug 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Inflao-e-reajustes-engolem-salrio-da-nova-Classe-C</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Crise empurra fam?lia para op??o de lazer mais em conta]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Crise-empurra-famlias-para-opes-de-lazer-mais-em-conta</link>
         <description><![CDATA[<p>De acordo com Aur&eacute;lia Vicente, diretora de contas da Kantar Worldpanel Brazil, o per&iacute;odo de dificuldade financeira &eacute;, sem d&uacute;vidas, o motivo pelo qual as fam&iacute;lias t&ecirc;m escolhido op&ccedil;&otilde;es mais baratas de lazer. &ldquo;Com a crise, as pessoas acabam deixando de fazer as algumas coisas fora de casa e passam a fazer dentro&rdquo;.</p>
<p><a href="http://economia.ig.com.br/2015-07-29/crise-empurra-familias-para-opcoes-de-lazer-mais-em-conta.html">Clique aqui e leia mais</a></p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 04 Aug 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Crise-empurra-famlias-para-opes-de-lazer-mais-em-conta</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Diante da primeira crise, classe C rev? seus h?bitos]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Diante-da-primeira-crise-classe-C-rev-seus-hbitos</link>
         <description><![CDATA[<p>De acordo com uma pesquisa da Kantar Worldpanel, mais da metade dos consumidores da classe C (61%) dizem estar com o or&ccedil;amento apertado e declaram que comparam pre&ccedil;os entre produtos e lojas para otimizar o dinheiro.</p>
<p><a href="http://odia.ig.com.br/noticia/economia/2015-07-28/diante-da-primeira-crise-classe-c-reve-seus-habitos.html">Clique aqui e leia mais</a></p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 04 Aug 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Diante-da-primeira-crise-classe-C-rev-seus-hbitos</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Kantar Worldpanel participa do Brazilian Retail Week]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Kantar-Worldpanel-participa-do-Brazilian-Retail-Week</link>
         <description><![CDATA[<p>Fl&aacute;via Amado, Shopper &amp; Retail manager Latam da Kantar Worldpanel, representou a Kantar Worldpanel no Brazilian Retail Week, com a tem&aacute;tica "Como crescer em tempos de crise", onde apresentou um case comparando a crise vivida pela Espanha em 2008 com a crise que vivemos hoje no Brasil e quais tend&ecirc;ncias se mantiveram hoje no p&oacute;s-crise espanhol, fazendo uma proje&ccedil;&atilde;o do que pode acontecer no Brasil.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Para ler mais, baixe o anexo</span></p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 03 Aug 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Kantar-Worldpanel-participa-do-Brazilian-Retail-Week</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Brasileiro se mostra preocupado com crise h?drica]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Brasileiro-se-mostra-preocupado-com-crise-hdrica</link>
         <description><![CDATA[<p>A crise h&iacute;drica &ndash; ou o temor dela &ndash; j&aacute; faz 72% dos brasileiros diminu&iacute;rem o tempo no banho. Pelo menos este era o quadro em abril, quando a Kantar Worldpanel realizou uma pesquisa nacional sobre a escassez de &aacute;gua.</p>
<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/brasil/crise-hidrica-leva-sete-em-cada-dez-brasileiros-a-diminuirem-tempo-no-banho-diz-pesquisa/">Clique aqui e leia mais</a></p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 21 Jul 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Brasileiro-se-mostra-preocupado-com-crise-hdrica</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Reuni?o bimestral estimula a intera??o dos funcion?rios]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Reunio-bimestral-estimula-a-interao-dos-funcionrios</link>
         <description><![CDATA[<p>O Caf&eacute; com o Board &eacute; uma reuni&atilde;o bimestral que tem como objetivo estimular o processo de comunica&ccedil;&atilde;o entre funcion&aacute;rios de todas as &aacute;reas e Diretoria (Board Brasil), promovendo a troca de ideias e sugest&otilde;es, assim como escuta ativa &agrave;s necessidades dos funcion&aacute;rios. &Eacute; sempre realizada no per&iacute;odo da manh&atilde;, durante duas horas, e oferece aos funcion&aacute;rios um delicioso caf&eacute; da manh&atilde; num ambiente agrad&aacute;vel e preparado especialmente para receb&ecirc;-los.</p>
<p>Al&eacute;m de ouvir as impress&otilde;es dos funcion&aacute;rios sobre o dia a dia da empresa, outros assuntos entram na pauta, desde pol&iacute;tica/ economia &agrave; m&uacute;sica e futebol, afinal &eacute; um &oacute;timo momento para integra&ccedil;&atilde;o e aproxima&ccedil;&atilde;o entre funcion&aacute;rios e diretores.</p>
<p>Em cada reuni&atilde;o participam cerca de 10 funcion&aacute;rios de &aacute;reas e n&iacute;veis hier&aacute;rquicos diferentes, que s&atilde;o escolhidos aleatoriamente por sorteio realizado pela &aacute;rea de Recursos Humanos, respons&aacute;vel pela gest&atilde;o do programa.</p>
<p>As sugest&otilde;es levantadas nestas reuni&otilde;es s&atilde;o enviadas para toda a empresa em forma de comunicado e muitas delas s&atilde;o colocadas em pr&aacute;tica. Em uma dessas reuni&otilde;es, um funcion&aacute;rio da &aacute;rea de Opera&ccedil;&otilde;es comentou o quanto seria importante ter acesso &agrave;s apresenta&ccedil;&otilde;es de clientes. Havia muita curiosidade em entender melhor como a apresenta&ccedil;&atilde;o &eacute; preparada a partir do briefing do cliente, e qual o resultado final das mesmas. Seguindo essa sugest&atilde;o, n&oacute;s realizamos um convite a toda empresa para assistir materiais que foram desenvolvidos para tr&ecirc;s de nossos principais clientes, trazendo informa&ccedil;&otilde;es de categorias, produtos e mercados distintos em que atuam.</p>
<p>Quando as &nbsp;ideias e sugest&otilde;es saem da reuni&atilde;o e se tornam realidade, faz com que os nossos funcion&aacute;rios sintam orgulho em ver a import&acirc;ncia de seu papel dentro da empresa, independente da sua &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 15 Jul 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Reunio-bimestral-estimula-a-interao-dos-funcionrios</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Consumo consciente e tend?ncias ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Palestra-rene-profissionais-de-marketing-e-publicidade</link>
         <description><![CDATA[<p>A Kantar Worldpanel marcou presen&ccedil;a em evento com a tem&aacute;tica sobre consumo consciente e tend&ecirc;ncias, que reuniu empres&aacute;rios, profissionais de publicidade e marketing e estudantes.<br /><br />Marcos Calliari, managing director da Kantar Worldpanel, apresentou aos convidados um panorama sobre o perfil do consumidor e insights sobre o mercado de consumo brasileiro em 2015.</p>
<p><a href="http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/jornal-tribuna-1edicao/videos/t/edicoes/v/palestra-reune-profissionais-de-publicidade-e-marketing/4298627/">Clique aqui e leia na &iacute;ntegra</a></p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 08 Jul 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Palestra-rene-profissionais-de-marketing-e-publicidade</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Kantar Worldpanel participa de palestra sobre consumo ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Kantar-Worldpanel-participa-de-palestra-sobre-consumo-</link>
         <description><![CDATA[<p>Na &uacute;ltima quarta-feira, dia 1&ordm; de Julho, Marcos Calliari, representou a Kantar Worldpanel na palestra sobre Consumo Consciente e Tend&ecirc;ncias, realizada pela TV Tribuna, afiliada da Rede Globo na Baixada Santista.</p>
<p>Marcos Calliari foi o primeiro a assumir o microfone durante a palestra, que analisa o perfil do consumidor. Ele apresentou insights do mercado consumidor brasileiro de 2015 em compara&ccedil;&atilde;o ao ano passado. O evento contou tamb&eacute;m com a presen&ccedil;a de Fl&aacute;vio Ferrari, managing director da Ipsos Connect - um bra&ccedil;o da multinacional de pesquisa e intelig&ecirc;ncia voltado para Comunica&ccedil;&atilde;o de Marca, Propaganda e M&iacute;dia - que apresentou algumas proje&ccedil;&otilde;es mid&iacute;aticas e discutiu o espa&ccedil;o das "novas m&iacute;dias".</p>
<p><a href="http://redeglobo.globo.com/sp/tvtribuna/noticia/2015/07/tv-tribuna-organiza-palestra-sobre-consumo-consciente-e-tendencias.html">Clique aqui e leia a mat&eacute;ria na &iacute;ntegra&nbsp;</a></p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 03 Jul 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Kantar-Worldpanel-participa-de-palestra-sobre-consumo-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Mercado de produtos de limpeza cresce 8,5% em volume em 2014]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Categoria-de-produtos-de-limpeza-cresce-85-em-volume</link>
         <description><![CDATA[<p>Dados da Kantar Worldpanel mostram que o gasto m&eacute;dio com produtos de limpeza por domic&iacute;lio subiu 13% em 2014 e somou R$ 339,72 no per&iacute;odo.<br /> A classe C, que representa 41% da popula&ccedil;&atilde;o, foi a que mais aumentou as compras de produtos de limpeza, apesar de reduzir as idas ao ponto de venda. Outro destaque foi a regi&atilde;o Norte e Nordeste, l&iacute;der nos aumentos em participa&ccedil;&atilde;o, volume e valor no setor em 2014, enquanto a maioria das outras regi&otilde;es teve n&uacute;meros pouco expressivos.</p>
<p>&nbsp;<a href="http://www.gaspar.com.br/clientenamidia/kantar-worldpanel/mercado-cresce-85-em-volume-em-2014/">Clique aqui e leia mais</a></p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 24 Jun 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Categoria-de-produtos-de-limpeza-cresce-85-em-volume</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Na crise, brasileiro consome mais biscoito recheado]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Na-crise-brasileiro-consome-mais-biscoito-recheado</link>
         <description><![CDATA[<p>Dados da Kantar Worldpanel mostram que a categoria de biscoitos cresceu&nbsp;4% em volume no ano passado, para 1 milh&atilde;o de toneladas, e 15% em faturamento, para R$ 20 bilh&otilde;es. A previs&atilde;o para este ano &eacute; de crescimento na mesma&nbsp;propor&ccedil;&atilde;o.<br />De acordo com Aur&eacute;lia Vicente, diretora de contas da Kantar Worldpanel,&nbsp;o segmento de biscoitos recheados e doces apresentou queda, mas se&nbsp;recuperou recentemente com o avan&ccedil;o das linhas de cookies e de&nbsp;embalagens maiores, voltadas para o consumo no lar.&nbsp;"Os fabricantes estenderam a linha de op&ccedil;&otilde;es de biscoitos integrais&nbsp;ou com alguma caracter&iacute;stica saud&aacute;vel", afirmou.<br /><br /><a title="Clique aqui e leia na &iacute;ntegra" href="http://www.gaspar.com.br/clientenamidia/kantar-worldpanel/na-crise-brasileiro-come-mais-biscoito-recheado/">Clique aqui e leia na &iacute;ntegra&nbsp;</a></p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 16 Jun 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Na-crise-brasileiro-consome-mais-biscoito-recheado</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Estocar alimentos volta a ser arma contra a infla??o ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Estocar-alimentos-volta-a-ser-arma-contra-a-inflao-</link>
         <description><![CDATA[<p>H&aacute;bitos de consumo que andavam abandonados desde a estabiliza&ccedil;&atilde;o da moeda e o controle da infla&ccedil;&atilde;o no Brasil, vem sendo retomados por fam&iacute;lias brasileiras na hora das compras.&nbsp;<span>Na m&eacute;dia, houve um crescimento de 7% no n&uacute;mero de itens adicionais ou repetidos (al&eacute;m do necess&aacute;rio para o consumo mensal) comprados a cada visita ao supermercado, no primeiro trimestre deste ano, em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo de 2014.</span><br /><br />De acordo com Carolina Andrade, executiva da Kantar Worldpanel, as fam&iacute;lias est&atilde;o optando pelas compras de abastecimento, em vez daquelas por impulso, levando mais produtos por ocasi&atilde;o.&nbsp;O estudo Consumer Insights ainda traz que as classes D e E est&atilde;o puxando para cima o consumo, com acr&eacute;scimo de 12% na compra de itens adicionais a cada visita. As estrat&eacute;gias s&atilde;o variadas, mas a da estocagem de alimentos e produtos de higiene e limpeza est&aacute; voltando com for&ccedil;a total e abarrotando as despensas.</p>
<p><a title="Leia a mat&eacute;ria na &iacute;ntegra" href="http://extra.globo.com/noticias/economia/estocar-alimentos-volta-ser-arma-contra-inflacao-16366320.html">Leia a mat&eacute;ria na &iacute;ntegra</a></p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 08 Jun 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Estocar-alimentos-volta-a-ser-arma-contra-a-inflao-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Com aumento do pre?o, brasileiros est?o racionalizando]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Com-aumento-dos-preos-brasileiros-esto-racionalizando</link>
         <description><![CDATA[<p>Reflexo do baixo crescimento registado no pa&iacute;s nos &uacute;ltimos meses, o Consumer Insight &ndash; estudo realizado pela Kantar Worldpanel &ndash; mostra que no primeiro trimestre de 2015 o consumidor reduziu em 2 idas a frequ&ecirc;ncia de compras, o que impactou tamb&eacute;m o volume m&eacute;dio por ocasi&atilde;o de compra, que registrou uma queda de 1,7%, impactado principalmente pelo aumento do pre&ccedil;o m&eacute;dio, que foi de 9,8%.</p>
<p>Durante o mesmo per&iacute;odo de 2014, o cen&aacute;rio era bem diferente, quando chegou a registrar crescimento de 8% em volume e 18% em valor.</p>
<p>Quando analisadas as classes separadamente, &eacute; poss&iacute;vel perceber que o consumo impactou, principalmente, as classes mais altas que reduziram drasticamente o volume m&eacute;dio por viagem em -4%. &nbsp;Apesar de terem ido - 2 vezes menos ao ponto de venda no per&iacute;odo, a classe A/B tamb&eacute;m registrou uma varia&ccedil;&atilde;o de -1% em valor. A classe C apontou uma queda de - 2 idas ao PDV e -3% em volume m&eacute;dio por ocasi&atilde;o, e mesmo assim houve aumento de 1% no valor gasto. Esta foi a classe que mais contribuiu para a desacelera&ccedil;&atilde;o do consumo.</p>
<p>A classe D/E foi a &uacute;nica que se manteve positiva no volume adquirido por ocasi&atilde;o, com 4%. Apesar de tamb&eacute;m diminu&iacute;rem a frequ&ecirc;ncia em - 2 idas, a varia&ccedil;&atilde;o de valor teve alta de 5% e o volume m&eacute;dio registrou queda de -5%.</p>
<p>A pesquisa ainda revela que a cesta de bebidas foi a mais impactada no per&iacute;odo, registando queda de -5% em valor e -13% em volume, seguida pela cesta de alimentos, cuja queda foi de 5%.</p>
<p>Quando falamos de limpeza, a retra&ccedil;&atilde;o foi de -4% em volume e de aumento de 3% em valor. A cesta de higiene e beleza cresceu 6% em valor, por&eacute;m registrou queda de -4% em volume.</p>
<p>&ldquo;Para n&atilde;o abrir m&atilde;o das categorias conquistadas ao longo do tempo, os consumidores passaram a racionalizar o consumo, focando na praticidade e nos produtos com maior custo benef&iacute;cio&rdquo;, afirma Christine Pereira, diretora de contas da Kantar Worldpanel.</p>
<p>&nbsp;<strong>Conclus&otilde;es</strong></p>
<p>Alguns fatores explicam esta desacelera&ccedil;&atilde;o do consumo no primeiro trimestre do ano:</p>
<ul>
<li>O ver&atilde;o e o pr&eacute;-Copa de 2014 foi um per&iacute;odo muito positivo para o consumo, e que n&atilde;o conseguiu ser sustentado em 2015;<br />&nbsp;</li>
<li>Categorias maduras e de alto volume perdendo espa&ccedil;o na cesta devido &agrave; racionaliza&ccedil;&atilde;o;<br />&nbsp;</li>
<li>Brasileiros n&atilde;o abrindo m&atilde;o das suas conquistas e tentando manter o carrinho de compra</li>
</ul>
<p>Al&eacute;m disso, 69% da queda da cesta no primeiro trimestre de 2015 est&aacute; concentrada em 5 categorias, como refrigerantes, &aacute;gua mineral, suco em p&oacute;, Leite UHT e cerveja.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 03 Jun 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Com-aumento-dos-preos-brasileiros-esto-racionalizando</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Great Place to Work 2015]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Great-Place-to-Work</link>
         <description><![CDATA[<p>No m&ecirc;s de maio a Kantar Worldpanel Brasil recebeu o pr&ecirc;mio Great Place to Work - Melhores Empresas para Trabalhar - na regi&atilde;o de Barueri. Este estudo &eacute; realizado pela Great Place To Work&reg;, empresa que desenvolve a maior pesquisa global de avalia&ccedil;&atilde;o do &iacute;ndice de confian&ccedil;a e engajamento dos funcion&aacute;rios com o ambiente de trabalho e an&aacute;lise das melhores pr&aacute;ticas de gest&atilde;o de pessoas.<br /><br />Dentre 65 empresas que concorreram ao pr&ecirc;mio, a Kantar Worldpanel foi contemplada com o 7&deg; lugar no ranking na categoria de empresas de m&eacute;dio porte de Barueri e regi&atilde;o. Esta premia&ccedil;&atilde;o tem grande relev&acirc;ncia para toda a equipe da Kantar Worldpanel, que busca colocar suas vis&otilde;es e valores em cada atividade realizada, procurando melhorar dia a dia e trazendo melhores oportunidades e desafios para cada colaborador.<br />Este pr&ecirc;mio &eacute; reflexo do comprometimento a atitude de cada funcion&aacute;rio que faz da Kantar Worldpanel uma das melhores empresas para trabalhar.</p>
<p><br />Leia mais em:&nbsp;<a href="http://bit.ly/1KMF9cx">http://bit.ly/1KMF9cx</a></p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 01 Jun 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Great-Place-to-Work</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Inseguran?a com a economia muda o h?bito do consumidor]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Insegurana-com-a-economia-muda-o-hbito-do-consumidor</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os consumidores v&ecirc;m fazendo nos &uacute;ltimos meses grandes movimenta&ccedil;&otilde;es em rela&ccedil;&atilde;o ao consumo e podemos destacar principalmente a volta ao lar. Ou seja, o consumidor est&aacute; abandonando alguns gastos como alimenta&ccedil;&atilde;o fora de casa, servi&ccedil;o pessoal e outros e priorizando algumas categorias que conquistaram no passado <span>&ndash;&nbsp;</span>e tamb&eacute;m mais pr&aacute;ticas &ndash; como batata congelada e cream cheese.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Aur&eacute;lia Vicente, diretora de contas da Kantar Worldpanel, o consumidor reduziu a frequ&ecirc;ncia e volume e aumentou os gastos. Isto ocorre devido ao aumento dos valores dos produtos e a prioriza&ccedil;&atilde;o de algumas categorias com melhor valor agregado. A tend&ecirc;ncia para o consumo em 2015 &eacute; manter-se est&aacute;vel. <br /><br />Ou&ccedil;a a mat&eacute;ria na &iacute;ntegra &gt;&gt;&gt;&gt;</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 01 Jun 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Insegurana-com-a-economia-muda-o-hbito-do-consumidor</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Ranking Global:  principais marcas de consumo no mundo]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Ranking-Global-as-principais-marcas-de-consumo-no-mundo</link>
         <description><![CDATA[<p>Na &uacute;ltima segunda-feira, dia 11 de maio, a Kantar Worldpanel revelou as top 50 marcas de consumo mais escolhidas pelos brasileiros. E hoje, foi divulgado globalmente o ranking Brand Footprint, com as principais marcas de consumo no Mundo.<br /><br /></p>
<p style="text-align: left;" align="center"><em>Pesquisa anual da Kantar Worldpanel, Brand Footprint, divulgada hoje globalmente, revela as marcas mais escolhidas e com maior crescimento dentro dos lares ao redor do mundo</em></p>
<p align="center"><em>&nbsp;</em></p>
<ul>
<li>Coca-Cola segue como a marca n&uacute;mero um pelo terceiro ano consecutivo, apesar de ter perdido pontos na pesquisa;</li>
<li>Dove, da Unilever, ficou entre as Top 10 pela primeira vez;</li>
<li>As batatas Lays (da PepsiCo), Doritos e Cheetos foram as marcas que tiveram maior crescimento entre as Top 10;</li>
<li>Downy, da P&amp;G, foi a que mais cresceu, pelo segundo ano consecutivo;</li>
<li>Lifebouy teve o CRP mais forte entre as Top 10, e registrou aumento de 12% em gastos;</li>
<li>Extens&atilde;o da marca, ambi&ccedil;&atilde;o global e finalidade social est&atilde;o entre os principais fatores de sucesso.</li>
</ul>
<p>&nbsp;<br /><br /><em>O &iacute;ndice CRP - Consumer Reach Points, forma a base do ranking, aponta as marcas mais escolhidas pelos consumidores, avalia a penetra&ccedil;&atilde;o dentro do lar e sua frequ&ecirc;ncia de compra ao longo de um ano.</em></p>
<p>Colgate &eacute; a &uacute;nica marca comprada por mais da metade dos lares do mundo, de acordo com a pesquisa anual Brand Footprint, da Kantar Worldpanel, que mapeia as 50 marcas mais escolhidas de FMCG (<em>Fast Moving Consumer Goods</em>).</p>
<p>O Brand Footprint &eacute; diferente dos outros rankings de marcas por fornecer informa&ccedil;&otilde;es reais sobre o comportamento do consumidor em rela&ccedil;&atilde;o a sua atitude dentro de casa. O &iacute;ndice Consumer Reach Points (CRPs) forma a base do ranking. &Eacute; uma m&eacute;trica inovadora e exclusiva que mede quantas donas de casa ao redor do mundo est&atilde;o comprando determinada marca (penetra&ccedil;&atilde;o) e com qual frequ&ecirc;ncia, trazendo uma representa&ccedil;&atilde;o real da escolha do shopper.</p>
<p>Com 19 milh&otilde;es de novos compradores em 2014, a penetra&ccedil;&atilde;o foi o auge do sucesso da Colgate, mostrando crescimento positivo em todas as regi&otilde;es ao redor do mundo. Os shoppers da &Iacute;ndia contribu&iacute;ram com ao menos metade destes novos compradores, com a entrada de 86% das marcas nos domic&iacute;lios do pa&iacute;s.</p>
<p><em>Colgate reina como a marca de sa&uacute;de e beleza mais escolhida pelos consumidores no mundo, com crescimento de 3% de CRPs.</em></p>
<p>&nbsp;<br /><strong>Estrelas em ascens&atilde;o</strong></p>
<p>O amaciante de roupas Downy, da P&amp;G, &eacute; a marca que mais cresceu pelo segundo ano consecutivo, com aumento de 23% de CRPs, que alavancou em quatro posi&ccedil;&otilde;es, chegando em 14&ordm; do ranking. Junto est&atilde;o Vim, Seda (Sunsilk), Doritos e Yakult, que comp&otilde;e as Top 5 marcas em maior crescimento de CRP.</p>
<p>Dove chegou pela primeira vez nas Top 10 do ranking, na 9&ordf; posi&ccedil;&atilde;o, conquistando 14 milh&otilde;es de novos consumidores em sua base mundial, e impactando um crescimento de 6% de CRP.</p>
<p>&nbsp;<br /><strong>Como eles fizeram isso</strong></p>
<p>O Ranking Global deste ano revela que metade das 11 mil marcas analisadas est&atilde;o crescendo em CRPs. Destas, 75% podem atribuir ao seu sucesso o crescimento da base de shoppers (penetra&ccedil;&atilde;o). Esta &eacute; a &uacute;nica caracter&iacute;stica identificada em todas as marcas crescentes de FMCG.</p>
<p>Enquanto todas as marcas Top 10 registraram mais de 20% de penetra&ccedil;&atilde;o, dois ter&ccedil;os das marcas de FMCG analisadas est&atilde;o abaixo deste n&uacute;mero. Com Colgate sendo a &uacute;nica marca comprada por mais da metade dos domic&iacute;lios no mundo, isso significa que as demais marcas ainda t&ecirc;m muito espa&ccedil;o para crescer.</p>
<p>Cada marca demonstra um interesse saud&aacute;vel em explorar novos mercados e se adaptar de acordo com as necessidades das culturas locais. Aquelas que desempenharam uma fun&ccedil;&atilde;o social ou comunit&aacute;ria tiveram bons n&uacute;meros, por&eacute;m nenhuma mais do que a Dove, que com a campanha pela real beleza conseguiu se conectar emocionalmente com seus consumidores e encorajar novos compradores ao redor do mundo.</p>
<p>&ldquo;O Brand Footprint &eacute; o estudo que compreende melhor o alcance das marcas de FMCG ao redor do mundo, oferecendo as principais estrat&eacute;gias para o sucesso. Este ano identificamos que o crescimento das marcas seguiu uma regra simples, penetra&ccedil;&atilde;o: retendo e aumentando o n&uacute;mero de compradores que escolheram a marca&rdquo;, explicou Josep Montserrat, CEO Global da Kantar Worldpanel.</p>
<p>&ldquo;Para compreender ainda melhor o crescimento das marcas, o relat&oacute;rio deste ano inclui mais coment&aacute;rios de especialistas do que nunca. Foram ouvidos os l&iacute;deres de marketing dos escrit&oacute;rios globais e regionais das marcas sobre suas estrat&eacute;gias de crescimento. H&aacute; tamb&eacute;m um foco maior em tend&ecirc;ncias futuras de especialistas da Kantar Worldpanel&rdquo;, finalizou Montserrat.</p>
<p>&nbsp;<br /><strong>As Top 10 marcas Globais de FMCG reveladas pelo Brand Footprint da Kantar Worldpanel s&atilde;o:</strong></p>
<p><img src="http://global@mkt.kantarworldpanel.com/global/web_images/TOP10.jpg" alt="" width="800" height="451" /></p>
<p><strong>&nbsp;As Top 10 marcas com maior crescimento reveladas pelo Brand Footprint da Kantar Worldpanel s&atilde;o:</strong></p>
<p>&nbsp;<img src="http://global@mkt.kantarworldpanel.com/global/web_images/TOP10_risers.jpg" alt="" width="800" height="471" /></p>
<p>Neste terceiro ano, o ranking Brand Footprint da Kantar Worldpanel relevou as marcas que foram compradas por mais pessoas - as mais frequentes - em 35 pa&iacute;ses ao redor do mundo, nos segmentos de alimenta&ccedil;&atilde;o, bebidas, sa&uacute;de e beleza e produtos de limpeza. O relat&oacute;rio descreve as estrat&eacute;gias vencedoras que as marcas globais mais bem sucedidas de FMCG empregaram, bem como as principais tend&ecirc;ncias mundiais de consumo e da ind&uacute;stria.</p>
<p><br />Para ter acesso ao ranking global, regional e por pa&iacute;s, al&eacute;m dos segmentos e o &iacute;ndice completo das marcas, incluindo as Top 50 globais, visite <a href="http://www.brandfootprint-ranking.com/">www.brandfootprint-ranking.com</a></p>
<p><br /><br /> &nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><br />&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 14 May 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Ranking-Global-as-principais-marcas-de-consumo-no-mundo</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Kantar Worldpanel divulga ranking Brand Footprint ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Kantar-Worldpanel-divulga-ranking-Brand-Footprint-Brasil</link>
         <description><![CDATA[<p>Os consumidores diminu&iacute;ram em 9,5% a frequ&ecirc;ncia de compra de bens de consumo em 2014. Mesmo com desacelera&ccedil;&atilde;o da economia brasileira, o desembolso total aumentou 13%, atingindo R$ 167,4 bilh&otilde;es. Esses s&atilde;o dados do ranking Brand Footprint Brasil 2015, realizado pela Kantar Worldpanel, divulgado com exclusividade pelo Meio&amp;Mensagem.</p>
<p>O ranking revela as marcas mais escolhidas em 35 pa&iacute;ses, dentre as categorias de alimentos, bebidas, higiene e beleza. No Brasil, as l&iacute;deres s&atilde;o Coca-Cola, Yp&ecirc;, Colgate, Tang e Omo &ndash; que mantiveram as mesmas posi&ccedil;&otilde;es em compara&ccedil;&atilde;o ao ranking anterior.</p>
<p>O &iacute;ndice CRP - Consumer Reach Points - &eacute; uma m&eacute;trica exclusiva desenvolvida pela Kantar Worldpanel, que aponta as marcas mais escolhidas pelos consumidores e que avalia a penetra&ccedil;&atilde;o das marcas dentro do lar e sua frequ&ecirc;ncia de compra. &Eacute; utilizado para balizar as a&ccedil;&otilde;es das marcas e fabricantes junto aos seus consumidores, fornecendo uma vis&atilde;o do alcance nos domic&iacute;lios. O estudo aponta que para estar presente no ranking, a empresa precisa ter uma f&oacute;rmula de sucesso que integra oferta, inova&ccedil;&atilde;o e disponibilidade ao alcance do consumidor. Al&eacute;m disso, uma comunica&ccedil;&atilde;o efetiva &eacute; uma das principais caracter&iacute;sticas em comum entre as marcas.</p>
<p>Atualmente, o crescimento dos produtos n&atilde;o s&oacute; demanda expandir a base de consumidores, como tamb&eacute;m fazer com que aqueles que compraram continuem a adquiri-las, ou seja, torn&aacute;-los mais leais. &ldquo;As vari&aacute;veis s&atilde;o simples, mas importantes, pois refletem a for&ccedil;a da marca quando h&aacute; o contato com o consumidor&rdquo;, aponta Marcos Calliari, diretor geral da Kantar Worldpanel Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 11 May 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Kantar-Worldpanel-divulga-ranking-Brand-Footprint-Brasil</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Crise econ?mica faz subir a venda do p?o industrializado]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Crise-econmica-faz-subir-a-venda-do-po-industrializado</link>
         <description><![CDATA[<p>Os brasileiros consomem quase 3 milh&otilde;es de toneladas de p&atilde;o fresco por ano. Mas os h&aacute;bitos est&atilde;o mudando. O consumidor est&aacute; trocando o p&atilde;o fresco, pelo industrializado, e as raz&otilde;es est&atilde;o entre saudabilidade e praticidade.<br />De acordo com a executiva de marketing da Kantar Worldpanel, Carolina Andrade, o consumidor substitui o p&atilde;o fresco pelo p&atilde;o industrializado, porque tem maior durabilidade, praticidade e o consumidor n&atilde;o precisa ir sempre ao ponto de venda.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 08 May 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Crise-econmica-faz-subir-a-venda-do-po-industrializado</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Perfil de compra do brasileiro mudou ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Perfil-de-compra-do-brasileiro-mudou-</link>
         <description><![CDATA[<p>Fl&aacute;via Amado, &nbsp;gerente de Shopper &amp; Retail Insight Latam&nbsp;da Kantar Worldpanel, apresentou na Feira APAS 2015 (Associa&ccedil;&atilde;o Paulista de Supermercados) um panorama sobre as mudan&ccedil;as de h&aacute;bitos do consumidor brasileiro na hora de escolher seu canal de compra.&nbsp;</p>
<p>De acordo com o levantamento, a import&acirc;ncia de cada canal, em valor, &eacute; bem diversificada. Em 2014 o varejo tradicional foi o que teve mais participa&ccedil;&atilde;o entre os canais, com 30%, &agrave; frente dos supermercados independentes (26%) e das grandes redes (24%). O atacarejo ficou em 4&ordm; lugar, com 6%, seguido do porta a porta (5%), hipermercados (4%), farm&aacute;cias (3%) e mercados de vizinhan&ccedil;a (2%).</p>
<p>A grande mudan&ccedil;a de comportamento, quando analisados os dados em compara&ccedil;&atilde;o com 2011, por exemplo, foi o grande crescimento dos supermercados de redes e tamb&eacute;m do varejo tradicional, que ganhou for&ccedil;a em detrimento das pequenas redes e a ascens&atilde;o do atacarejo, que ganhou representatividade em rela&ccedil;&atilde;o aos hipermercados.</p>
<p>&nbsp;<br /><span style="text-decoration: underline;"><strong>O que atrai na hora da compra?</strong></span></p>
<p>O fator proximidade foi o que mais impactou na hora da escolha do canal de compra pelo consumidor (66%), em seguida as ofertas e promo&ccedil;&otilde;es foram o segundo motivo, com 62%. Mais abaixo ficou a limpeza e organiza&ccedil;&atilde;o do canal (45%), oferecer bons pre&ccedil;os sempre (43%), produtos de qualidade (39%), confian&ccedil;a (37%), entre outros.</p>
<p>&ldquo;Nos &uacute;ltimos meses temos observado um novo cen&aacute;rio, onde o consumidor vai menos vezes ao ponto de venda e com isso o varejo registra um fluxo menor, fazendo com que cada momento de compra seja muito importante para a convers&atilde;o do shopper&rdquo;, observa Fl&aacute;via Amado. De acordo com a pesquisa apresentada, 44% dos compradores t&ecirc;m perfil de experimentador, querem provar os produtos antes da compra. Outros 74% gostam de promo&ccedil;&otilde;es e ofertas, 66% querem receber informa&ccedil;&otilde;es sobre os produtos que est&atilde;o comprando e 42% est&atilde;o constantemente em busca de novidades.</p>
<p>&nbsp;<br /><span style="text-decoration: underline;"><strong>Cada regi&atilde;o tem um canal de sua prefer&ecirc;ncia</strong></span></p>
<p>As prefer&ecirc;ncias regionais na hora de priorizar as compras em um canal mudam bastante. O p&uacute;blico da regi&atilde;o Nordeste, por exemplo, prefere o varejo tradicional, enquanto o consumidor do Sul prioriza os supermercados de rede, assim como o interior de S&atilde;o Paulo, interior e grande Rio de Janeiro, o Leste e o Centro-Oeste do pa&iacute;s. J&aacute; a regi&atilde;o da grande S&atilde;o Paulo prefere os supermercados independentes.&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 07 May 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Perfil-de-compra-do-brasileiro-mudou-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Kantar Worldpanel participa da 31? edi??o da Feira APAS]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/A-Kantar-Worldpanel-participa-da-31-edio-da-Feira-APAS</link>
         <description><![CDATA[<p>Christine Pereira, diretora comercial da Kantar Worldpanel, apresentou dados de comportamento de consumidor na coletiva de imprensa da 31&ordm; feira Apas, que acontece entre os dias 4 a 7 de maio no Expo Center Norte em S&atilde;o Paulo.<br /><br />Dados da Kantar Worldpanel mostram que os lares brasileiros ainda est&atilde;o endividados e, segundo o levantamento, 49% das fam&iacute;lias gastam mais do que ganham. A pesquisa mostra que a renda familiar no ano de 2014 foi de R$ 2.994 e o gasto m&eacute;dio ficou em R$ 2.968. Dentro desses lares em d&eacute;bito, os gastos b&aacute;sicos com habita&ccedil;&atilde;o, vestu&aacute;rio, alimenta&ccedil;&atilde;o fora do lar, higiene pessoal e educa&ccedil;&atilde;o s&atilde;o os que representam a maior fatia nos custos.</p>
<p>&nbsp;Segundo o levantamento, o brasileiro vem colocando prioridades na hora de poupar, principalmente a classe m&eacute;dia-baixa e baixa, que t&ecirc;m como desafio ter dinheiro suficiente para comprar os alimentos para dentro do lar, por exemplo. Viajar, reformar o lar, comprar a casa pr&oacute;pria e comprar um carro s&atilde;o os principais desejos da classe mais alta.</p>
<p>&nbsp;Por conta disso, o comportamento do consumidor vem mudando e, atualmente, devido ao aumento dos pre&ccedil;os, ele abriu m&atilde;o de alguns gastos &ndash; mais de 1 milh&atilde;o de lares deixaram de se alimentar fora de casa para conseguir equilibrar o bolso neste cen&aacute;rio de maior prioriza&ccedil;&atilde;o.<br />&nbsp;<br /><span style="text-decoration: underline;"><strong>O comportamento mudou</strong></span></p>
<p>&nbsp;Para evitar a compra por impulso, as fam&iacute;lias brasileiras v&ecirc;m optando pela compra de abastecimento, levando mais produtos por ocasi&atilde;o e indo menos vezes ao ponto de venda. As compras de despensa tiveram representatividade de 52% no ano passado (contra 46% em 2013) do volume da cesta de produtos de bens de consumo n&atilde;o dur&aacute;veis. Com isso, o volume m&eacute;dio por viagem aumentou 17% em cinco anos.</p>
<p>&nbsp;Segundo a pesquisa, nos &uacute;ltimos cinco anos, os lares reduziram em m&eacute;dia -7 visitas aos supermercados, somando mais de 350 milh&otilde;es de idas a menos. S&oacute; em 2014, os brasileiros reduziram em -9 vezes. Muitos consumidores est&atilde;o em busca do custo benef&iacute;cio nos canais de compra e 61% dos lares optam por mais de cinco canais para se abastecerem. J&aacute; outros 73% t&ecirc;m comportamento organizado e tentam n&atilde;o perder tempo nas lojas.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>As principais categorias</strong></span></p>
<p>&nbsp;Ainda segundo a pesquisa, as categorias desenvolvidas v&ecirc;m perdendo espa&ccedil;o no carrinho dos brasileiros. Atualmente, 73% da queda da cesta no primeiro bimestre de 2015 est&aacute; concentrada em tr&ecirc;s produtos: refrigerante, suco em p&oacute; e &aacute;gua mineral.</p>
<p>&nbsp;O valor agregado continua sendo visto com bons olhos pelas donas de casa. Neste primeiro bimestre algumas categorias, que trazem algum benef&iacute;cio, cresceram em volume a dois d&iacute;gitos, como cream cheese, petit suisse, batata congelada, detergente l&iacute;quido para roupas e cremes e lo&ccedil;&otilde;es.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>O que esperar para 2015</strong></span></p>
<p>&nbsp;A tend&ecirc;ncia para este ano apresentada na pesquisa ser&aacute; as fam&iacute;lias voltando para casa e o consumo crescendo devido a um cen&aacute;rio onde o bolso estar&aacute; mais apertado, em virtude das contas e o aumento de pre&ccedil;os. A defini&ccedil;&atilde;o de prioridades pela fam&iacute;lia, mesa farta, praticidade e custo x benef&iacute;cio, lares em busca de produtividade, redu&ccedil;&atilde;o de frequ&ecirc;ncia de compra, compra de despensa, maior mix em canais e categorias <em>premium</em> em detrimento &agrave;s categorias j&aacute; desenvolvidas.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 04 May 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/A-Kantar-Worldpanel-participa-da-31-edio-da-Feira-APAS</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[P?o industrializado ganha espa?o na mesa do brasileiro]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Po-industrializado-ganha-espao-na-mesa-do-brasileiro</link>
         <description><![CDATA[<p>O p&atilde;o franc&ecirc;s, t&atilde;o apreciado pelos brasileiros, vem perdendo espa&ccedil;o &agrave; mesa para os p&atilde;es industrializados e especiais. Um dos fatores que contribuiram para esta mudan&ccedil;a de h&aacute;bito no consumo foi a alta do valor do trigo e a redu&ccedil;&atilde;o das idas ao ponto de venda.&nbsp;</p>
<p>&ldquo;Enquanto o p&atilde;o industrializado cresce em volume e valor, o p&atilde;o fresco diminui devido ao aumento dos pre&ccedil;os &ndash; a farinha de trigo &eacute; cotada em d&oacute;lar &ndash; e a redu&ccedil;&atilde;o da visita do consumidor &agrave;s padarias&rdquo;, afirma Carolina Andrade, executiva de marketing da Kantar Worldpanel.</p>
<p>A categoria de p&atilde;es especiais, que inclui gr&atilde;os integrais, fibras e vitaminas conquistaram os brasileiros. O nordeste &eacute; a regi&atilde;o que mais cresce e o Rio de Janeiro est&aacute; com a maior fatia de consumidores. &ldquo;O consumidor est&aacute; fazendo escolhas, colocando no carrinho o produto de melhor pre&ccedil;o, com maior durabilidade e que mais contribua para sa&uacute;de&rdquo;, diz Carolina.</p>
<p><a href="http://www.gaspar.com.br/pt/clientenamidia/kantar-worldpanel/brasileiro-compra-pao-de-forma-e-vai-menos-padaria/">Leia a mat&eacute;ria na &iacute;ntegra</a></p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 27 Apr 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Po-industrializado-ganha-espao-na-mesa-do-brasileiro</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[A alta da infla??o esquenta o mercado de congelados]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumidor-gasta-menos-em-refeies-fora-do-lar</link>
         <description><![CDATA[<p>A alta da infla&ccedil;&atilde;o tem for&ccedil;ado o consumidor brasileiro a encontrar alternativas para refei&ccedil;&otilde;es fora de casa. &Eacute; neste contexto de pre&ccedil;os altos e a busca de praticidade e conveni&ecirc;ncia, que os pratos prontos congelados entram em cena e as franquias que apostam nessa categoria aparecem como uma oportunidade interessante para o empreendedor que busca investir.</p>
<p>A categoria de pratos prontos congelados cresceu em faturamento e tamb&eacute;m em volume, 24% e 17%, respectivamente. Foram as maiores altas desde 2010 e 2011, quando os lan&ccedil;amentos tornaram-se mais constantes. &ldquo;Fizemos um estudo h&aacute; tr&ecirc;s anos e vimos que especialmente dentro da categoria de pratos prontos, existe uma expectativa grande de lares que comprariam mais se fossem produtos mais saud&aacute;veis ou com algum beneficio&rdquo;, afirma Danielle Rossi, gerente de contas da Kantar Worldpanel.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 22 Apr 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumidor-gasta-menos-em-refeies-fora-do-lar</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Queda no consumo impacta a cesta de cuidados pessoais]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Queda-no-consumo-impacta-a-cesta-de-cuidados-pessoais</link>
         <description><![CDATA[<p>O &uacute;ltimo estudo &ldquo;Latin America Consumer Overview&rdquo;, divulgado recentemente pela Kantar Worldpanel, apontou uma queda no consumo de produtos de cuidados pessoais em toda regi&atilde;o da Am&eacute;rica Latina. De acordo com a pesquisa, 50% dos pa&iacute;ses registraram redu&ccedil;&atilde;o no consumo desta cesta no per&iacute;odo de outubro de 2013 a setembro de 2014.<br /><br />Argentina, Chile, Col&ocirc;mbia, Equador e Venezuela tiveram retra&ccedil;&atilde;o de volume e foram respons&aacute;veis pelo resultado negativo da categoria, j&aacute; Bol&iacute;via, Am&eacute;rica Central e M&eacute;xico registraram estabilidade no consumo. Apenas dois pa&iacute;ses da regi&atilde;o aumentaram seus gastos com produtos de cuidados pessoais, Brasil e Peru que registraram um crescimento em valor de 14% e 7% e um aumento no gasto m&eacute;dio de 10% e 5%, respectivamente.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 17 Apr 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Queda-no-consumo-impacta-a-cesta-de-cuidados-pessoais</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Am?rica Latina em ritmo mais lento...]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Amrica-Latina-desacelera-o-consumo</link>
         <description><![CDATA[<p>A sensa&ccedil;&atilde;o de desacelera&ccedil;&atilde;o da economia n&atilde;o foi sentida apenas no Brasil, a Am&eacute;rica Latina como um todo sofreu uma freada no consumo. Segundo pesquisa realizada pela Kantar Worldpanel, a inseguran&ccedil;a e viol&ecirc;ncia ocupam o primeiro lugar quando o assunto &eacute; a principal preocupa&ccedil;&atilde;o dos latino-americanos (59%), seguido da preocupa&ccedil;&atilde;o com a sa&uacute;de, com 45%.</p>
<p>O aumento de pre&ccedil;os e infla&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m seguem no topo das principais preocupa&ccedil;&otilde;es da regi&atilde;o, e ocupam o terceiro lugar com 44%. Venezuela e Argentina sentem mais o peso do aumento de pre&ccedil;os e essa preocupa&ccedil;&atilde;o acaba ficando em segundo lugar nos dois pa&iacute;ses. O Brasil n&atilde;o fica fora desta tend&ecirc;ncia, pois o tema intriga cada vez mais os brasileiros. Em 2010, 35% pontuaram a infla&ccedil;&atilde;o como sua maior preocupa&ccedil;&atilde;o, j&aacute;, em 2014, este n&uacute;mero subiu para 42%.</p>
<p><br />Al&eacute;m disso, 50% dos pa&iacute;ses reduziram o consumo de alimentos e itens de cuidado pessoal. A cesta de bebidas &eacute; a que cresceu em mais pa&iacute;ses, com destaque para os refrigerantes. A categoria registrou crescimento de 3,7% em volume na Col&ocirc;mbia, 4,1% na Bol&iacute;via, 4,6% nos pa&iacute;ses da Am&eacute;rica Central e 3,0% no Chile.<br />O Brasil possui maior desempenho na regi&atilde;o, apresentando crescimento de 5,0% em volume m&eacute;dio na cesta de alimentos, produtos l&aacute;cteos, cuidados do lar e pessoal, mas registou o menor crescimento com a cesta de bebidas, com destaque apenas para cerveja (2,3%), suco pronto (1,7%) e suco em p&oacute; (1,1%).</p>
<p><br />O ano de 2015 deve registrar um t&iacute;mido crescimento da economia da Am&eacute;rica Latina, e a recupera&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica provavelmente fique apenas para 2016. De acordo com a pesquisa &eacute; poss&iacute;vel esperar a maior crescimento em pa&iacute;ses como: Peru, Chile e M&eacute;xico. E na contram&atilde;o, Venezuela e Argentina mant&eacute;m a incerteza na regi&atilde;o.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 10 Apr 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Amrica-Latina-desacelera-o-consumo</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Classe C repensa suas compras para driblar a infla??o]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Classe-C-repensa-suas-compras-para-driblar-a-inflao</link>
         <description><![CDATA[<p>Com a economia enfraquecida e a infla&ccedil;&atilde;o em alta, o consumidor da classe C est&aacute; racionalizando suas escolhas.<br />Segundo o estudo realizado pela Kantar Worldpanel, a cesta de compras continua crescendo, mas ritmo desacelerado, &ldquo;as pessoas est&atilde;o priorizando para n&atilde;o andar para tr&aacute;s no consumo" afirma Christine Pereira, diretora comercial da Kantar Worldpanel.</p>
<p>&nbsp;<a title="Clique e leia a mat&eacute;ria na &iacute;ntegra" href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/03/1609628-consumidor-da-classe-c-repensa-suas-compras-para-driblar-a-inflacao.shtml">Clique e leia a mat&eacute;ria na &iacute;ntegra</a></p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 31 Mar 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Classe-C-repensa-suas-compras-para-driblar-a-inflao</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Consumidores priorizam escolhas no consumo]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumidores-priorizam-suas-escolhas-e-racionalizam-o-consumo</link>
         <description><![CDATA[<p><span style="font-size: small;">O ano de 2014 foi marcado por grandes expectativas de consumo devido principalmente aos acontecimentos no cen&aacute;rio esportivo, que acabaram n&atilde;o acontecendo da forma esperada. O mercado estimava um grande crescimento no consumo durante o per&iacute;odo de Copa do Mundo e que reverberaria no p&oacute;s-copa, o que de fato n&atilde;o ocorreu.</span></p>
<p><br /><span style="font-size: small;">O &uacute;ltimo estudo Consumer Insights divulgado pela Kantar Worldpanel mostra dois cen&aacute;rios distintos, onde o ano que passou reflete um saldo positivo dentro do lar, com consumo em volume e valor em patamares de crescimento, por&eacute;m o &uacute;ltimo trimestre do ano apresentou estabilidade, com queda no volume m&eacute;dio.</span></p>
<p><br /><span style="font-size: small;">Vale destacar tamb&eacute;m que as classes mais baixas sentiram de uma forma mais intensa o peso no bolso, pois j&aacute; n&atilde;o contribuem no mesmo ritmo dos anos anteriores, anos estes de maior fartura. As regi&otilde;es que eram os motores do consumo tamb&eacute;m desaceleraram em 2014. Norte+Nordeste e o estado de SP, que representaram as maiores contribui&ccedil;&otilde;es no ano, retra&iacute;ram no &uacute;ltimo trimestre e seguiram uma forte tend&ecirc;ncia de queda de frequ&ecirc;ncia.</span></p>
<p><br /><span style="font-size: small;">Diante este cen&aacute;rio, o consumidor v&ecirc; a prioriza&ccedil;&atilde;o e a racionaliza&ccedil;&atilde;o como apoio para suas escolhas. Os lares buscam alternativas para manter sua cesta, como mudan&ccedil;a de segmento de pre&ccedil;o dentro das categorias j&aacute; conquistadas em seu carrinho de compras, buscando o custo-benef&iacute;cio e n&atilde;o deixando de lado produtos que trazem praticidade ao dia-dia.</span></p>
<p><br /><span style="font-size: small;">Para saber mais informa&ccedil;&otilde;es sobre o estudo Consumer Insights, entre em contato conosco.</span></p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 18 Mar 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumidores-priorizam-suas-escolhas-e-racionalizam-o-consumo</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Classe M?dia sente retrocesso no perfil de compra]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Classe-Mdi-sente-retrocesso-no-perfil-de-compra</link>
         <description><![CDATA[<p><span style="font-size: small;">A nova classe m&eacute;dia brasileira, s&iacute;mbolo do governo &nbsp;atual, est&aacute; mais pobre e para se proteger da perda de poder de compra, passou a cancelar temporariamente a aquisi&ccedil;&atilde;o de produtos que expressavam suas conquistas de consumo nos &uacute;ltimos anos. Com isso, o consumidor deu " um passo para tr&aacute;s" e foram interrompidos os avan&ccedil;os no perfil de compra da classe m&eacute;dia, segundo pesquisas de especialistas no setor. Esse cen&aacute;rio de corte nas compras deve se manter para 2015.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">"Tivemos um aumento no n&uacute;mero de novos itens na cesta de consumo at&eacute; 2013. Havia uma expectativa de que esses produtos entrantes permanecessem nos lares e sua frequ&ecirc;ncia no carrinho de compras aumentasse. Mas com a piora do quadro econ&ocirc;mico, interrompemos este processo e demos um passo para tr&aacute;s", alerta Christine Pereira, diretora comercial da Kantar Worldpanel. "Para 2015 esperamos uma tend&ecirc;ncia muito parecida com 2014. Os consumidores ter&atilde;o de fazer mais escolhas na hora da compra".&nbsp;</span></p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 04 Mar 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Classe-Mdi-sente-retrocesso-no-perfil-de-compra</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Principais tend?ncias que ser?o chaves para 2015]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Principais-tendencias-que-serao-chaves-para-2015</link>
         <description><![CDATA[<p>Muitas marcas e varejistas t&ecirc;m encontrado maneiras de crescer mesmo estando em um ambiente desafiador. Para inspirar o sucesso dos nossos clientes, nossos especialistas do mundo todo trazem nosso ponto de vista sobre as principais tend&ecirc;ncias que medimos e identificamos para 2015.</p>
<p>Junte-se &agrave; conversa #Consumers2015</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 22 Jan 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Principais-tendencias-que-serao-chaves-para-2015</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Compras durante a semana ganham mais import?ncia]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Compras-durante-a-semana-ganham-mais-importncia</link>
         <description><![CDATA[<p>O &uacute;ltimo estudo Consumer Insights da Kantar Worldpanel que avalia as tend&ecirc;ncias e o comportamento de compra, acabou revelando que o brasileiro est&aacute; cada vez mais preocupado com o consumo, racionalizando mais as suas compras, ou seja, diminuindo sua frequ&ecirc;ncia de idas ao ponto de venda e aumentando o volume m&eacute;dio por ocasi&atilde;o de compra para conseguir equilibrar o bolso e manter a cesta de produtos que costuma consumir. &nbsp;</p>
<p>Foi observado tamb&eacute;m que os consumidores est&atilde;o priorizando suas compras no in&iacute;cio da semana, principalmente em virtude do alto n&uacute;mero de promo&ccedil;&otilde;es que os canais de vendas fazem nestes dias, e quem se beneficia com isso, al&eacute;m das donas de casa, s&atilde;o os varejistas, aproveitando as oportunidades.</p>
<p>Esse movimento pode ser explicado tamb&eacute;m pela falta de tempo dos consumidores e por uma maior concentra&ccedil;&atilde;o de promo&ccedil;&otilde;es, realizadas principalmente de segunda &agrave; quarta-feira, dias estes que representam 37% da prefer&ecirc;ncia do brasileiro Este n&uacute;mero vem aumentando ao longo do tempo. Em 2009 era de apenas 33%. Esta compra durante a semana ganha cada vez mais peso. No atacarejo, por exemplo, esta import&acirc;ncia &eacute; ainda maior, de 68%. J&aacute; as compras realizadas nos finais de semana representam 34% e 29% preferem as quintas e sextas-feiras.</p>
<p>&nbsp;Al&eacute;m dessa nova tend&ecirc;ncia, o crescimento em valor &eacute; constante em todas as cestas se comparado janeiro a setembro de 2014 com o mesmo per&iacute;odo do ano anterior. Este aumento &eacute; reflexo das fam&iacute;lias que passaram a priorizar o consumo dentro do lar, a premiuniza&ccedil;&atilde;o das categorias b&aacute;sicas, inova&ccedil;&atilde;o em comunica&ccedil;&atilde;o e a praticidade dos produtos.</p>
<p>&nbsp;Segundo o estudo, a cesta de higiene/beleza e de limpeza se destacam por n&atilde;o sofrerem altera&ccedil;&atilde;o na frequ&ecirc;ncia de ida ao ponto de venda. J&aacute; a varia&ccedil;&atilde;o do ticket m&eacute;dio registrou aumento de 18% para limpeza e 14% para higiene/beleza. Essa mesma cesta ficou com +8% em volume m&eacute;dio por ocasi&atilde;o, enquanto a de limpeza com +7%.</p>
<p>&nbsp;Por outro lado, a cesta de alimentos foi a que mais registrou varia&ccedil;&atilde;o de frequ&ecirc;ncia em idas ao ponto de venda, com menos 5 visitas. Em contra partida teve um aumento de 23% no ticket m&eacute;dio e 11% em produtos levados por ocasi&atilde;o, o que mostra que o consumidor compra mais estes produtos a cada viagem, como forma de otimizar a sua ida ao pdv.</p>
<p>&nbsp;A cesta de bebidas, por sua vez, teve uma redu&ccedil;&atilde;o de duas idas a menos ao pdv no per&iacute;odo, mas registrou o menor crescimento de volume consumido, com 6%, e teve uma varia&ccedil;&atilde;o do ticket m&eacute;dio de 20%.</p>
<p>&nbsp;<strong>Crescimento P&oacute;s Copa do Mundo</strong></p>
<p>&nbsp;Ap&oacute;s o per&iacute;odo de incertezas de Copa do Mundo foi poss&iacute;vel notar um crescimento no volume m&eacute;dio adquirido por ocasi&atilde;o de compra. A classe D/E foi a que mais se destacou nesse segmento, registrando +19%, seguida da classe C com 12%.</p>
<p>&nbsp;O levantamento mostrou tamb&eacute;m que as classes C e D/E diminu&iacute;ram cerca de 8 vezes suas idas ao ponto de venda, enquanto a classe AB diminui apenas 4 idas.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 13 Jan 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Compras-durante-a-semana-ganham-mais-importncia</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Alta no pre?o muda o comportamento do consumidor]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Alta-no-preco-muda-o-comportamento-do-consumidor-brasileiro</link>
         <description><![CDATA[<p>O consumidor brasileiro tem mudado seu comportamento de compra principalmente por conta dos altos reajustes nos pre&ccedil;os devido a infla&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>
<p>Assim o consumidor tem diminu&iacute;do suas idas aos pontos de venda, mas quando vai tenta levar tudo o que precisa de uma vez. Essa racionaliza&ccedil;&atilde;o do consumo j&aacute; se reflete tamb&eacute;m nos dias em que esta compra &eacute; feita.&nbsp;</p>
<p>Segundo pesquisa da Kantar Worldpanel 37% dos brasileiros v&atilde;o aos supermercados nas segundas, ter&ccedil;as ou quartas-feiras, pois &eacute; nesse dia que ocorrem a maioria das promo&ccedil;&otilde;es como sacol&atilde;o e promo&ccedil;&otilde;es de pre&ccedil;o.</p>
<p>Sendo assim, mesmo indo menos vezes ao mercado, o consumidor quando vai tenta comprar de tudo e se atenta muito &agrave;s promo&ccedil;&otilde;es, o que resulta em um gasto maior cada vez que vai ao ponto de venda e tamb&eacute;m um volume maior de produtos.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 02 Dec 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Alta-no-preco-muda-o-comportamento-do-consumidor-brasileiro</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Nordeste ? a regi?o com maior import?ncia em consumo]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Nordeste-e-a-regiao-com-maior-importncia-em-consumo</link>
         <description><![CDATA[<p>A Kantar Worldpanel acaba de divulgar seu novo estudo, o Book Nordeste, que traz dados robustos e relevantes sobre a regi&atilde;o j&aacute; com as novas quebras por Estados. O estudo mostra tamb&eacute;m tend&ecirc;ncias, oportunidades e import&acirc;ncia da regi&atilde;o al&eacute;m de levantar e responder a alguns mitos sobre a cultura e o consumo no Nordeste.</p>
<p>A pesquisa mostra que o Nordeste &eacute; a regi&atilde;o brasileira com maior crescimento e relev&acirc;ncia do pa&iacute;s, sendo respons&aacute;vel por 25% de import&acirc;ncia no valor do varejo no Brasil nos doze meses at&eacute; janeiro 2014 se comparado com o per&iacute;odo anterior.</p>
<p>Segundo o levantamento todo esse crescimento vem sendo impulsionado pela classe D/E, que &eacute; respons&aacute;vel por 43% do consumo em valor na regi&atilde;o. J&aacute; a classe C representa 37% do consumo e a classe AB, 20%. Quando comparado com o total Brasil, a classe que mais impulsiona &eacute; a classe C, com 43%, seguida da classe AB com 32% e por &uacute;ltimo, com 25%, a DE.</p>
<p>No Nordeste, a maioria das fam&iacute;lias s&atilde;o constitu&iacute;das por casais com filhos pequenos, mas as grandes fam&iacute;lias, com cinco pessoas ou mais e as fam&iacute;lias jovens tamb&eacute;m se destacam na regi&atilde;o se comparado com o resto do pais.</p>
<p><strong>Onde compram?</strong></p>
<p>O varejo tradicional &eacute; prefer&ecirc;ncia para os nordestinos, que no per&iacute;odo registrou import&acirc;ncia de 50% do valor, contra 46% em todo o pa&iacute;s. Em seguida, n&atilde;o podemos deixar de lado o crescimento dos atacarejos na regi&atilde;o, que j&aacute; representa 6% de import&acirc;ncia contra 5% em todo o Brasil. O pequeno varejo tamb&eacute;m tem uma grande participa&ccedil;&atilde;o em valor na regi&atilde;o, representando 20% .</p>
<p>Ainda segundo a pesquisa, 7,8% dos consumidores do Nordeste fazem compras de consumo imediato, o que representa um n&uacute;mero grande quando comparado com o resto do pa&iacute;s (4%). As compras de abastecimento tamb&eacute;m chamam aten&ccedil;&atilde;o, com 53,2% da prefer&ecirc;ncia.</p>
<p><strong>E o que vai no carrinho do consumidor?</strong></p>
<p>A cesta de alimentos &eacute; destaque no consumo em valor na regi&atilde;o, com 35% de import&acirc;ncia, enquanto que no restante do pa&iacute;s &eacute; de 30%. Categorias como higiene e beleza tamb&eacute;m n&atilde;o ficam para tr&aacute;s com 22% no Nordeste e 21% em todo pais.</p>
<p>Para mais informa&ccedil;&otilde;es, entre em contato conosco.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 06 Nov 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Nordeste-e-a-regiao-com-maior-importncia-em-consumo</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Mercados emergentes diminuem U$ 8.3 bilh?es em FMCG]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Mercados-emergentes-diminuram-US-83-bilhoes-em-FMCG</link>
         <description><![CDATA[<ul>
<li>O cresimento de FMCG na China diminuiu um ter&ccedil;o no &uacute;ltimos dois anos</li>
<li>O padr&atilde;o brasileiro de consumo de FMCG est&aacute; sofrendo mudan&ccedil;as</li>
<li>A Kantar Worldpanel prev&ecirc; um redu&ccedil;&atilde;o de 7.0% no crescimento do mercado de FMCG nos pr&oacute;ximos 12 meses</li>
</ul>
<p>Um novo estudo lan&ccedil;ado hoje pela Kantar Worldpanel revela que o crescimento no gasto com FMCG nos mercados emergentes diminuiu significativamente de 8.8% em 12 meses at&eacute; junho de 2013, para 7.5% no periodo correspondente terminado em junho de 2014 &ndash; equivalente a U$ 8.3 bilh&otilde;es em perdas &ndash; evidenciando as consequ&ecirc;ncias do esfriamento da economia global. A pesquisa tamb&eacute;m prev&ecirc; uma redu&ccedil;&atilde;o de 7.0% at&eacute; junho de 2015.</p>
<p>A queda &eacute;, em grande parte, impulsionada por uma desacelera&ccedil;&atilde;o do consumo na &Aacute;sia, onde o crescimento de FMCG est&aacute; agora em 5.2%, queda de 3,6 pontos percentuais em compara&ccedil;&atilde;o com o ano passado - cerca de U$ 15 bilh&otilde;es. A retra&ccedil;&atilde;o foi sentida de forma aguda na China, onde o crescimento FMCG caiu em um ter&ccedil;o nos &uacute;ltimos dois anos, de 15,8%, nos 12 meses encerrados em junho de 2012, para 5,6% no mesmo per&iacute;odo terminado em Junho de 2014. A Am&eacute;rica Latina est&aacute; crescendo a 13,0%, contra 8,7% no ano passado. Enquanto em alguns pa&iacute;ses, incluindo Equador e Col&ocirc;mbia, isto se d&aacute; pelo crescimento na demanda subjacente, em outros &eacute; resultado do aumento da infla&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Apesar de ainda ter um forte desempenho em compara&ccedil;&atilde;o com os mercados maduros da Europa e da Am&eacute;rica do Norte, a redu&ccedil;&atilde;o no crescimento dos mercados emergentes &eacute; significativa. Jason Yu, Gerente Geral da Kantar Worldpanel China explica: "A desacelera&ccedil;&atilde;o do crescimento econ&ocirc;mico em muitas economias emergentes levou a consumidores controlando seus gastos em bens de consumo di&aacute;rio. Estamos diante de uma nova realidade, onde o crescimento de FMCG &eacute; mais moderado. A competi&ccedil;&atilde;o ser&aacute; mais acirrada ainda mais com diminui&ccedil;&atilde;o do tamanho do pr&ecirc;mio. As marcas ter&atilde;o de ser ainda mais inteligentes ao decidir quais ser&atilde;o os mercados-alvo e ao desenvolver a sua abordagem dentro de cada pa&iacute;s.</p>
<p>&ldquo;A China responde por 69% do mercado emergente asi&aacute;tico e influencia toda a regi&atilde;o. Alimentos embalados ocupam a maior parte dos or&ccedil;amentos dos consumidores chineses e as vendas foram particularmente afetadas pela desacelera&ccedil;&atilde;o global, com crescimento de apenas 1,8% em compara&ccedil;&atilde;o com 16,0% nos 12 meses encerrados em junho de 2012. O impulso do mercado de FMCG na China vai ressurgir quando o crescimento no gasto com alimentos embalados se recuperar.&rdquo;</p>
<p>O crescimento de FMCG na Am&eacute;rica Latina aumentou para 13,0% nos 12 meses at&eacute; junho deste ano, e a previs&atilde;o &eacute; que termine 2014 em 14,2%. O crescimento da regi&atilde;o foi impulsionado principalmente pelo Brasil, que responde por 42% do consumo de FMCG. Na &uacute;ltima d&eacute;cada, fam&iacute;lias de renda mais baixa e media do Brasil t&ecirc;m sido capazes de pagar os bens que anteriormente estavam fora do seu alcance. Mais recentemente, no entanto, o aumento da infla&ccedil;&atilde;o levou a consumidores cada vez mais conscientes e procurando maneiras de otimizar ao m&aacute;ximo suas despesas dom&eacute;sticas. A infla&ccedil;&atilde;o tem um forte impacto no crescimento da regi&atilde;o &ndash; a demanda em volume de FMCG na Am&eacute;rica Latina cresceu apenas 2,8% nos 12 meses encerrados em junho de 2014.</p>
<p>Marcos Calliari, Managing Director da Kantar Worldpanel Brasil continua: "A infla&ccedil;&atilde;o n&atilde;o tem sido restrita a FMCG e tem impactado o custo de outros produtos e setores como o automotivo, imobili&aacute;rio, lazer, bens dur&aacute;veis, e jantar fora, pois os consumidores decidem equilibrar seu or&ccedil;amento ficando em casa. O padr&atilde;o de consumo de FMCG no Brasil n&atilde;o &eacute; uma exce&ccedil;&atilde;o, e agora est&aacute; sofrendo mudan&ccedil;as. Apesar do aumento da infla&ccedil;&atilde;o, a demanda atingiu o pico durante o primeiro trimestre de 2014. Tr&ecirc;s meses depois, os consumidores t&ecirc;m o seu consumo moderado. Hoje, a quantidade de produtos em cestas &eacute; a mesma que no ano passado, mas eles custam mais. Marcas que podem ajudar os brasileiros a manter um equil&iacute;brio em suas despesas nos pr&oacute;ximos meses ser&atilde;o aquelas com maior chance de sucesso.&rdquo;</p>
<p><strong>Oportunidades de crescimento</strong></p>
<p>Apesar da desacelera&ccedil;&atilde;o no crescimento dos mercados emergentes em geral, ainda h&aacute; pa&iacute;ses em que as vendas de FMCG est&atilde;o com uma performance s&oacute;lida. A Indon&eacute;sia &eacute; um exemplo. Embora o crescimento na Indon&eacute;sia permane&ccedil;a elevado em 15,0%, ele cai 3,6 pontos percentuais em rela&ccedil;&atilde;o aos 12 meses encerrados em junho de 2013. A confian&ccedil;a do consumidor neste pa&iacute;s de 250 milh&otilde;es de pessoas &eacute; alta, com a previs&atilde;o do PIB pelo Fundo Monet&aacute;rio Internacional (FMI) para crescer 5,8% no pr&oacute;ximo ano. As marcas que lan&ccedil;aram novos produtos na Indon&eacute;sia este ano se aproveitaram do apetite do consumidor em experimentar novos produtos. Os compradores em &aacute;reas rurais, em particular, t&ecirc;m agora mais rendimento dispon&iacute;vel e est&atilde;o sendo atra&iacute;dos para gastar em mais produtos de consumo. A &Iacute;ndia tamb&eacute;m acelerou o seu crescimento de FMCG de 3,1% para 6,0%, o que &eacute; particularmente importante devido ao tamanho deste mercado.</p>
<p><strong>Top categorias e canais</strong></p>
<p>O e-commerce em mercados emergentes &eacute; um canal cada vez mais importante e deve ser um dos principais alvos para as marcas. Ele est&aacute; se desenvolvendo &agrave; frente do mercado em Taiwan e na China, enquanto a Coreia do Sul &eacute; o l&iacute;der mundial no com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico de FMCG com mais da metade dos clientes comprando online. O com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico chin&ecirc;s prev&ecirc; contabilizar 3,3% de todas as vendas de FMCG em 2016. Esta tend&ecirc;ncia vai continuar devido ao aumento de investimentos em tecnologia e infra-estrutura que se espalha por toda a regi&atilde;o. Certas categorias no mercado de bens de consumo ainda est&atilde;o demonstrando um forte crescimento. Bebidas, por exemplo, est&aacute; crescendo mais r&aacute;pido do que qualquer categoria - 10,0% na &Aacute;sia e 8,0% na Am&eacute;rica Latina. Produtos de higiene pessoal tamb&eacute;m tem um bom desempenho na &Aacute;sia e na Am&eacute;rica Latina, j&aacute; que consumidores com maior poder aquisitivo come&ccedil;aram a comprar essas categorias.</p>
<p>Jason Yu conclui: "O crescimento nos mercados emergentes ainda &eacute;, de modo geral, muito alto, mas algumas &aacute;reas est&atilde;o diminuindo. As marcas precisam entender essas mudan&ccedil;as nos padr&otilde;es de consumo, adequar as suas estrat&eacute;gias para mercados espec&iacute;ficos e, finalmente, aproveitar as oportunidades que ainda existem."</p>
<p>* FMCG - Fast Moving Consumer Goods: tamb&eacute;m conhecidos como bens de consumo embalados (CPG), estes s&atilde;o os produtos que s&atilde;o vendidos rapidamente e a um custo relativamente baixo. Exemplos incluem bens n&atilde;o-dur&aacute;veis, como alimentos empacotados e bebidas, produtos de higiene pessoal, e outros consum&iacute;veis.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 03 Nov 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Mercados-emergentes-diminuram-US-83-bilhoes-em-FMCG</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Vendas no atacarejo cresceram 29,1%]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Vendas-no-atacarejo-cresceram-291</link>
         <description><![CDATA[<p>A Kantar Worldpanel acaba de divulgar seu novo estudo o Retail Book, levantamento que funciona como um guia completo sobre o varejo brasileiro, que tem como principal objetivo mostrar o desempenho dos canais de compra e o perfil dos consumidores no Brasil. O Retail Book tamb&eacute;m tem o papel de auxiliar a tomada de decis&otilde;es estrat&eacute;gias das empresas que atuam no setor.</p>
<p>A pesquisa revela que quando comparados o ano m&oacute;vel de maio de 2013 ao ano m&oacute;vel de maio de 2014, o atacarejo cresceu 29,1%. As grandes redes de supermercados cresceram 27,7%, em valor. J&aacute; os supermercados de vizinhan&ccedil;a e as lojas de conveni&ecirc;ncia, com 22% de crescimento e o varejo tradicional 16,5%.</p>
<p>As farm&aacute;cias e perfumarias registraram um crescimento de 11%. O porta a porta 7,8% e os supermercados independentes 5,4%. O &uacute;nico canal que apresentou queda foi o hipermercado, com -3,4% em valor.</p>
<p>Quando questionada a fidelidade do consumidor aos canais de compra, os supermercados independentes se destacam retendo 31,7% do gasto de seu shopper, seguidos pelas grandes redes de supermercados que ret&eacute;m 31,5%. Quase a mesma porcentagem do gasto dos consumidores &eacute; retida pelo varejo tradicional, 31,2%, enquanto 17,1% est&aacute; no atacarejo.</p>
<p>Os hipermercados reteram 14,1% do gasto de seus shoppers, e os supermercados de vizinhan&ccedil;am reteram 11,1%. O porta a porta absorve7,3% do gasto de seus clientes e as farm&aacute;cias e perfumarias retem 4,1%.</p>
<p><strong>Qual o perfil dos consumidores?</strong></p>
<p>O levantamento observou que 29,6% das consumidoras apressadas preferem fazer compras no varejo tradicional. J&aacute; 25,9% das decididas e pr&aacute;ticas preferem os canais de vizinhan&ccedil;a.</p>
<p>Entre as experimentadoras, 35,6% escolhem os hipermercados. J&aacute; 19,1% das que procuram bons pre&ccedil;os e promo&ccedil;&otilde;es, v&atilde;o para as grandes redes de supermercados.</p>
<p><strong>Cestas mais vendidas</strong></p>
<p>Quando o assunto s&atilde;o as cestas mais vendidas em cada ponto de venda, a de mercearia seca se destaca em canais como: hipermercados, grandes redes de supermercados, supermercados de vizinhan&ccedil;a, redes independentes, varejo tradicional e atacarejo.</p>
<p>J&aacute; a cesta de perfumaria se destaca nas vendas porta a porta e nas farm&aacute;cias e perfumarias.</p>
<p><strong>Miss&otilde;es de Compra</strong></p>
<p>Segundo o levantamento, quando o assunto &eacute; consumo imediato, 88,6% dos consumidores preferem ir at&eacute; o varejo tradicional. Quando surge alguma necessidade especial, esse canal de compra ainda &eacute; o preferido de 36% da popula&ccedil;&atilde;o, seguido do supermercado independente, com 14,4%.</p>
<p>27,8%, tamb&eacute;m preferem fazer suas compras de reposi&ccedil;&atilde;o em canais de varejo tradicional e 24,4% nos supermercados independentes. J&aacute; para as compras de abastecimento, 32,8% optam pelos supermercados independentes, seguido das grandes redes de supermercados, com 24,7%.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 28 Oct 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Vendas-no-atacarejo-cresceram-291</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Gera??o Y ? a que mais usa smartphone]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Geracao-Y-e-a-que-mais-usa-smartphone</link>
         <description><![CDATA[<p>A Kantar Worldpanel acabar de divulgar o ComTech, estudo que faz um acompanhamento cont&iacute;nuo do comportamento do consumidor quanto ao uso de celulares e tablets. Nele, foi poss&iacute;vel verificar que, a comunica&ccedil;&atilde;o tem um papel importante na vida das pessoas. S&oacute; no ano de 2013, o gasto do domicilio com esse item aumentou 12%, passando de R$ 684,00 para R$ 767,00 anuais.</p>
<p>A penetra&ccedil;&atilde;o de smartphones tamb&eacute;m vem crescendo significativamente, sendo impulsionada pelas gera&ccedil;&otilde;es mais jovens. Segundo a pesquisa, 41% dos donos de smartphones s&atilde;o da gera&ccedil;&atilde;o Y (pessoas com idades entre 19 a 34 anos), seguido pela gera&ccedil;&atilde;o Z (idades entre sete e 18 anos) com 37%. J&aacute; a gera&ccedil;&atilde;o X (idades entre 35 a 54 anos) representa 19% e com apenas 4% est&aacute; a gera&ccedil;&atilde;o Baby Boomer (55 anos ou mais).</p>
<p><strong>Quem quer um smartphone?</strong></p>
<p>Apesar de todo esse crescimento, 37% das pessoas que n&atilde;o t&ecirc;m smartphones afirmam que n&atilde;o v&atilde;o adquirir o produto nos pr&oacute;ximos 12 meses. Entre os principais motivos est&atilde;o pre&ccedil;o, falta de familiaridade com a tecnologia, e planos de dados muito caros.</p>
<p>Outros 24% dos consumidores est&atilde;o em d&uacute;vida e 39% j&aacute; decidiram que v&atilde;o comprar um aparelho. As principais marcas que esta parcela pretende adquirir s&atilde;o: Samsung, Nokia, Apple, LG, Motorola e Sony.</p>
<p>A gera&ccedil;&atilde;o Z &eacute; a mais decidida entre os futuros compradores, sendo que 57% pretende comprar um smartphone nos pr&oacute;ximos 12 meses, tendo a Apple como marca preferida.</p>
<p><strong>&Eacute; pr&eacute;-pago?</strong></p>
<p>Quando questionados sobre os planos utilizados em seus aparelhos, foi poss&iacute;vel avaliar que o pr&eacute;-pago est&aacute; em alta, pois &eacute; mais barato para as gera&ccedil;&otilde;es mais jovens.</p>
<p>Segundo o levantamento, apenas 10% da gera&ccedil;&atilde;o Z possui plano de celular por contrato e estes gastam, em m&eacute;dia, R$ 50,54 com sua conta, contra 28% da gera&ccedil;&atilde;o Y, que tem um gasto m&eacute;dio de R$ 54,44. J&aacute; a gera&ccedil;&atilde;o X, com 38% costuma gastar R$ 75,90 e a gera&ccedil;&atilde;o BB, com 54%, registra o maior gasto de plano de celular por contrato, com R$ 95,39.</p>
<p>Apesar de gastarem mais na conta do celular, as gera&ccedil;&otilde;es mais velhas gastam menos ao adquirir seus aparelhos. A gera&ccedil;&atilde;o BB gasta em m&eacute;dia R$ 490,12, a X tem um gasto de R$ 554,55, a Z fica com R$ 616,20 e a Y, gera&ccedil;&atilde;o que mais gasta,fica com R$ 683,81.</p>
<p>Esse investimento &eacute; resultado das fun&ccedil;&otilde;es que agradam mais os jovens como, c&acirc;mera, e-mails, navega&ccedil;&atilde;o na internet, jogos, m&uacute;sicas, fotos e aplicativos.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 27 Oct 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Geracao-Y-e-a-que-mais-usa-smartphone</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[CatMan: Expanda sua categoria dentro do canal de venda]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/CatMan-Expanda-sua-categoria-dentro-dos-canais-de-venda</link>
         <description><![CDATA[<p>Como saber como o shopper se comporta em canais de venda diferentes? Como saber se um varejista ou canal est&aacute; explorando todo o potencial de compra dos shoppers?</p>
<p>A<strong> Kantar Worldpanel</strong> apresenta seu mais recente lan&ccedil;amento: o Catman online, dispon&iacute;vel agora no Brasil, M&eacute;xico, Argentina, Chile, Col&ocirc;mbia e Peru. Esta ferramenta ajuda a melhorar o desempenho da sua categoria para entender a vontade dos shoppers de fazer compras em uma loja espec&iacute;fica ou fora dela.</p>
<p>Atrav&eacute;s dessa ferramenta podemos responder perguntas essenciais para o seu neg&oacute;cio, como:</p>
<ul>
<li>Este varejista tem um desempenho forte o suficiente?</li>
<li>Qual mercado este varejista deve priorizar?</li>
<li>Posso quantificar as oportunidades neste mercado?</li>
<li>Quais varejistas competem com minhas lojas?</li>
<li>Que marcas devem ser priorizadas para aproveitar o potencial dos shoppers?</li>
<li>Que atitudes devo tomar para maximizar o potencial dos shoppers?</li>
</ul>
<p>Al&eacute;m disso o CatMan Online ajuda a:</p>
<ul>
<li>Entender como as categorias crescem para compreender a prefer&ecirc;ncia dos shoppers em comprar em uma loja ou fora dela.</li>
<li>Analisar o desempenho dos varejistas e determinar os mercados em que deve investir para aproveitar o crescimento de compra.</li>
<li>Conhecer as necessidades dos shoppers de determinado varejista e medir o desempenho e as oportunidades do mesmo.</li>
</ul>
<p>O Catman oferece entrega atrav&eacute;s de uma plataforma &uacute;nica chamada<strong> WorldpanelOnline.com</strong>, onde o cliente pode acessar os principais resultados em gr&aacute;ficos prontos e export&aacute;veis para o PowerPoint. Todos os principais KPIs, como a taxa de convers&atilde;o do shopper, os gastos, e outros podem ser acessados a partir de qualquer computador conectado &agrave; internet.</p>
<p>Entre em contato conosco e descubra tudo que esta ferramenta pode lhe proporcionar.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 21 Oct 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/CatMan-Expanda-sua-categoria-dentro-dos-canais-de-venda</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Nem todos os latinos notaram a ascens?o de classes]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Nem-todos-os-latinos-notaram-a-ascensao-de-classes</link>
         <description><![CDATA[<p>Atualmente a classe m&eacute;dia se encontra em r&aacute;pido crescimento e &eacute; esperado que se torne o maior grupo tomando o lugar da classe baixa at&eacute; 2016. Hoje a classe m&eacute;dia ocupa 34,3% da popula&ccedil;&atilde;o da Am&eacute;rica Latina. A pobreza na regi&atilde;o &eacute; est&aacute;vel, permitindo que a mesma continue prosperando.</p>
<p>Tem se falado muito sobre ascens&atilde;o social, mas ser&aacute; que o consumidor percebeu alguma melhora na qualidade de vida?</p>
<p>A <strong>Kantar Worldpanel</strong> mostra a ascens&atilde;o das classes e seu impacto no consumo no estudo<strong> Consumer Watch 2014: Rising Latinos</strong>.</p>
<p>45% dos latinos acha que a situa&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica do seu lar est&aacute; melhor do que h&aacute; 5 anos, principalmente os n&iacute;veis m&eacute;dio-baixos (48%) e baixos (47%). Por outro lado, quando se trata da situa&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica do pa&iacute;s somente 26% dos latinos acredita que houve melhoria em 5 anos, no entanto, pa&iacute;ses como Chile (49%) e Equador (40%) se mant&ecirc;m positivos.</p>
<p><strong>O governo tem ajudado a melhorar?</strong></p>
<p>O aumento da ajuda social se reflete na regi&atilde;o, j&aacute; que 22% dos latinos recebem alguma forma de assist&ecirc;ncia social vs 19% que recebiam h&aacute; cinco anos, sendo os n&iacute;veis baixos os principais beneficiados. A Bol&iacute;via &eacute; o pa&iacute;s com maior porcentagem de ajuda social com 58% e a Am&eacute;rica Central &eacute; a regi&atilde;o com o maior aumento destes benef&iacute;cios (28% vs 15% h&aacute; 5 anos). Este aumento refletiu principalmente na assist&ecirc;ncia &agrave; pobreza e educa&ccedil;&atilde;o. Todos os n&iacute;veis destinam a ajuda &agrave; produtos b&aacute;sicos como alimentos (14%) e vestu&aacute;rio (7%).</p>
<p><strong>Onde notamos melhorias na qualidade de vida?</strong></p>
<p>O aumento na qualidade de vida se reflete de maneiras diferentes de acordo com o n&iacute;vel de cada lar. Por exemplo, nos n&iacute;veis altos vemos maior porcentagem de latinos comprando produtos de melhor qualidade no mercado (42%). Nos n&iacute;veis m&eacute;dios temos percebido aumento da renda do lar (44%), com destaque para pa&iacute;ses como Brasil (55%) e Peru (53%). Por &uacute;ltimo, nos n&iacute;veis mais baixos temos encontrado melhor equil&iacute;brio entre prazeres e obriga&ccedil;&otilde;es (45%).</p>
<p>Podemos tamb&eacute;m notar que os lares est&atilde;o comprando eletrodom&eacute;sticos melhores, reflexo do aumento na qualidade de vida. Por exemplo, 32% dos latinos compraram uma televis&atilde;o colorida (de plasma, LCD ou LED) que h&aacute; 5 anos n&atilde;o tinham e 33% adquiriram um refrigerador de melhor qualidade do que o anterior.</p>
<p><strong>E o que queremos para o futuro?</strong></p>
<p>Os desejos de consumo tamb&eacute;m variam de acordo com o n&iacute;vel. Como exemplo vemos que os n&iacute;veis mais altos est&atilde;o concentrados em bens e viagens j&aacute; que 31% gostaria de poder viajar mais dentro de seu pa&iacute;s, enquanto que 30% gostaria de reformar a casa. Por outro lado, o n&iacute;vel m&eacute;dio-alto foca em alimenta&ccedil;&atilde;o e bens. Os n&iacute;veis mais baixos, al&eacute;m de se preocuparem em ter comida para o lar, t&ecirc;m sonhos empreendedores para poder abrir um neg&oacute;cio como bolivianos, colombianos, equatorianos, mexicanos e peruanos.</p>
<p>Mara Schuvaks, Diretora de Contas Latam da Kantar Worldpanel, comenta, <em>&ldquo;Nos &uacute;ltimos 5 anos vimos que o aumento na cesta consumida pelos lares varia muito em cada pa&iacute;s da regi&atilde;o. Brasil, Am&eacute;rica Central, Peru e Bol&iacute;via notaram um aumento nas categorias consumidas. Col&ocirc;mbia, Equador, M&eacute;xico e Chile est&atilde;o mais est&aacute;veis, enquanto que na Argentina e Venezuela cai o n&uacute;mero de categorias consumidas. Estamos passando por um panorama dif&iacute;cil na regi&atilde;o, no entanto os latinos se mant&ecirc;m positivos a respeito do futuro do seu lar j&aacute; que 56% acredita que estar&atilde;o em melhores condi&ccedil;&otilde;es de vida daqui 5 anos. A situa&ccedil;&atilde;o nos pa&iacute;ses &eacute; menos otimista, mas pa&iacute;ses como Chile, Brasil, Peru e Bol&iacute;via se mant&ecirc;m t&atilde;o positivos quanto os n&iacute;veis baixos&rdquo;</em></p>
<p><strong>Mas e no Brasil?</strong></p>
<p>O Brasil se destaca no cen&aacute;rio regional sendo o &uacute;nico pa&iacute;s onde uma categoria considerada sup&eacute;rflua (classifica&ccedil;&atilde;o por pontos de penetra&ccedil;&atilde;o) entrou para o Top 5+. Isso mostra que o consumidor brasileiro mesmo buscando um equil&iacute;brio do seu or&ccedil;amento e sendo mais consciente, n&atilde;o abre m&atilde;o das suas conquistas. Com o aumento na renda, o consumidor brasileiro cada vez mais opta por produtos de melhor qualidade no mercado e investe muito em produtos de limpeza para o lar.</p>
<p>Al&eacute;m disso, os benef&iacute;cios sociais aumentaram em toda a regi&atilde;o, com maior destaque para pessoas que recebem o benef&iacute;cio por conta de viverem em situa&ccedil;&atilde;o de pobreza (7%). No Brasil este n&uacute;mero &eacute; ainda maior sendo que 16% das pessoas que recebem benef&iacute;cios sociais os recebem por viver em situa&ccedil;&atilde;o de pobreza.</p>
<p>Nesse cen&aacute;rio otimista e preocupante ao mesmo tempo, o consumidor brasileiro n&atilde;o deixa de sonhar e al&eacute;m de poder sempre levar o p&atilde;o para a mesa, o consumidor sonha em poder reformar a casa.</p>
<p>Para mais informa&ccedil;&otilde;es, contate a Kantar Worldpanel e conhe&ccedil;a o estudo Consumer Watch 2014: Rising Latinos por completo.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 02 Oct 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Nem-todos-os-latinos-notaram-a-ascensao-de-classes</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Smartphones com telas maiores s?o tend?ncia mundial]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Smartphones-com-telas-maiores-so-tendncia-mundial</link>
         <description><![CDATA[<p>Antes celular pequeno era sin&ocirc;nimo de celular bom. Agora na era dos smartphones, quanto maior a tela, melhor &eacute; o celular, pois assim as pessoas podem navegar com maior conforto, assistir v&iacute;deos e tirar fotos com muito mais qualidade do que teriam se utilizassem um celular pequeno.</p>
<p>Ontem a Apple lan&ccedil;ou o novo Iphone 6 que tamb&eacute;m seguiu a tend&ecirc;ncia aumentando as telas dos dois modelos que foram lan&ccedil;ados.</p>
<p>Marcos Calliari, Managing Director da Kantar Worldpanel Brasil, falou ontem ao Jornal da Band sobre essa tend&ecirc;ncia.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 10 Sep 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Smartphones-com-telas-maiores-so-tendncia-mundial</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Endividados na Am?rica Latina]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Endividados-na-Amrica-Latina</link>
         <description><![CDATA[<p>Quase todo mundo j&aacute; passou por problemas financeiros dos quais n&atilde;o conseguia se livrar e onde o sal&aacute;rio n&atilde;o era o suficiente para suprir as d&iacute;vidas.</p>
<p>Na maioria dos pa&iacute;ses da Am&eacute;rica Latina o consumidor est&aacute; pagando algum tipo de d&iacute;vida. A Colombia lidera o ranking com 65% dos lares individados seguida por Chile com 63% e Equador com 58%. Os brasileiros aparecem logo em seguida com 58% dos lares endividados, &iacute;ndice que em 2013 era de 55%.</p>
<p>A maioria desses endividamentos se d&aacute; pela aquisi&ccedil;&atilde;o de eletrodom&eacute;sticos (25%), financiamentos de autom&oacute;veis (14%) e gastos com educa&ccedil;&atilde;o (13%).</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 04 Sep 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Endividados-na-Amrica-Latina</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Estudo Mais Mais Super Varejo e Kantar Worldpanel]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Estudo-Mais-Mais-Super-Varejo-e-Kantar-Worldpanel</link>
         <description><![CDATA[<p>O SHOPPER COMO FOCO PRINCIPAL DO VAREJO E DA IND&Uacute;STRIA</p>
<p>Em um ano marcado por grandes expectativas no consumo devido aos acontecimentos no cen&aacute;rio esportivo e pol&iacute;tico brasileiro, &eacute; chegada a hora de valorizar os momentos do shopper no ponto de venda, tornando esta experi&ecirc;ncia cada vez mais agrad&aacute;vel ao consumidor.<br />Como o seu neg&oacute;cio se enquadra neste panorama? O estudo Mais Mais ajuda a entender melhor o cen&aacute;rio para a sua marca.</p>
<p>O Brasil mudou muito ao longo dos &uacute;ltimos anos, e como consequ&ecirc;ncia os brasileiros tamb&eacute;m passaram por algumas transforma&ccedil;&otilde;es que foram determinantes na forma de consumo nos dias atuais. A renda m&eacute;dia familiar aumentou, a taxa de desemprego &eacute; o mais baixo dos &uacute;ltimos 10 anos, o acesso ao cr&eacute;dito &eacute; uma realidade e novos sonhos de consumo passaram a fazer parte das nossas vidas.</p>
<p>Em contrapartida, os pre&ccedil;os est&atilde;o mais altos e a infla&ccedil;&atilde;o compromete o bolso do consumidor. As pessoas est&atilde;o sem tempo e a concorr&ecirc;ncia de produtos na g&ocirc;ndola &eacute; cada vez maior, com mais SKU&acute;s lan&ccedil;ados a cada dia no mercado.</p>
<p>Para fazer este equil&iacute;brio, o consumidor est&aacute; racionalizando o tempo e o dinheiro, resultando em um n&uacute;mero menor de idas aos pontos de vendas, fazendo as compras de reposi&ccedil;&atilde;o e despensa voltar a ocupar uma posi&ccedil;&atilde;o de destaque.</p>
<p>Aliado a isso, o agitado estilo de vida da popula&ccedil;&atilde;o e o consumidor mais propenso a mixar produtos, categorias e canais, faz com que haja uma redu&ccedil;&atilde;o no fluxo do varejo e, consequentemente, uma menor oportunidade de convers&atilde;o deste shopper, fazendo com que cada visita ao PDV se torne mais importante. Para chegar a este resultado a resposta &eacute; uma s&oacute;: conhecer e entender o comportamento do seu shopper.</p>
<p>Hoje o shopper est&aacute; muito conectado e busca informa&ccedil;&otilde;es sobre os mais diversos assuntos. O varejo e as marcas precisam estar em sintonia com este novo consumidor e atender suas necessidades e se poss&iacute;vel, surpreende-lo.</p>
<p>Os consumidores est&atilde;o mais anal&iacute;ticos, experimentadores e propensos &agrave;s novidades. Atrav&eacute;s dos estudos da Kantar Worldpanel sabemos que uma em cada 5 donas de casa s&atilde;o observadoras/anal&iacute;ticas, sendo que 66% gostam de receber informa&ccedil;&otilde;es e conselhos sobre os benef&iacute;cios e utiliza&ccedil;&atilde;o dos produtos. Al&eacute;m disso, 42% das donas de casa tamb&eacute;m fazem consulta de pre&ccedil;os antes de sair &agrave;s compras, e muitas dessas pesquisas acontecem atrav&eacute;s de um grande aliado, a internet. Como resultado, os shoppers est&atilde;o cada vez mais dispostos &agrave; experimenta&ccedil;&atilde;o, pois 42% afirmam que, quando v&atilde;o &agrave;s compras, buscam por novidades, provam e compram novos produtos.</p>
<p>Tanto a decis&atilde;o dos canais de compra quanto a escolha das marcas, o que chama a aten&ccedil;&atilde;o do shopper &eacute; a identifica&ccedil;&atilde;o dele com o ambiente/produto e a experi&ecirc;ncia de compra. Por isso &eacute; de grande import&acirc;ncia que o varejo e as marcas deem aten&ccedil;&atilde;o a estes detalhes que fazem uma grande diferen&ccedil;a na hora da escolha do consumidor.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 03 Sep 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Estudo-Mais-Mais-Super-Varejo-e-Kantar-Worldpanel</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[E-commerce impulsiona a??es de marketing]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/E-commerce-impulsiona-acoes-de-marketing-que-geram-resultado</link>
         <description><![CDATA[<p>De acordo com o &uacute;ltimo relat&oacute;rio da Kantar Worldpanel estima-se que o com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico ser&aacute; respons&aacute;vel por uma movimenta&ccedil;&atilde;o de US$ 53 bilh&otilde;es em vendas globais em 2016 &ndash; um aumento de US$ 17bilh&otilde;es (47%) sobre os atuais US$ 36 bilh&otilde;es.</p>
<p>Mesmo com toda a inclus&atilde;o e expans&atilde;o dos meios digitais o e-commerce ainda n&atilde;o &eacute; devidamente explorado ou quando explorado n&atilde;o traz o retorno esperado. Mas mesmo assim alguns pa&iacute;ses se destacam quando o assunto &eacute; com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico.</p>
<p>Um exemplo &eacute; a Cor&eacute;ia do Sul, que de acordo com o relat&oacute;rio, &eacute; l&iacute;der em vendas online e tem uma estimativa de crescimento de 13,8% no com&eacute;rcio digital at&eacute; 2016.</p>
<p>Como prova de que o pa&iacute;s tem uma grande aceita&ccedil;&atilde;o de e-commerce, a rede inglesa de supermercados Tesco realizou uma a&ccedil;&atilde;o inovadora nas esta&ccedil;&otilde;es de metr&ocirc; da Cor&eacute;ia do Sul em 2011. Vice-l&iacute;der de vendas no pa&iacute;s na &eacute;poca, a empresa uniu marketing com mobile commerce ao instalar adesivos nas esta&ccedil;&otilde;es imitando as prateleiras de suas lojas, com diversos itens dispon&iacute;veis para compra por meio de QR code.</p>
<p>A log&iacute;stica proposta era simples. Bastava a pessoa baixar o aplicativo da Tesco no seu smartphone, aproximar o celular do item desejado na prateleira virtual e pronto, o celular lia o c&oacute;digo e adicionava o produto ao carrinho. O objetivo era fazer com que as pessoas fizessem a compra a caminho de casa e quando chegassem ao seu domic&iacute;lio, seus produtos j&aacute; estivessem l&aacute; a sua espera.</p>
<p>A a&ccedil;&atilde;o gerou resultados positivos. A empresa teve um aumento de 130% nas vendas virtuais no pa&iacute;s, tornando-se l&iacute;der no segmento online praticamente na mesma semana de divulga&ccedil;&atilde;o da campanha, al&eacute;m de ter conseguido um crescimento de 76% nas vendas gerais.</p>
<p>No Brasil, a empresa Mercode apostou na mesma a&ccedil;&atilde;o da Tesco. Eles tamb&eacute;m disponibilizaram pain&eacute;is no metr&ocirc; de S&atilde;o Paulo, mas apenas com os 90 produtos mais vendidos na internet.</p>
<p>Em ambas as a&ccedil;&otilde;es as empresas otimizaram o tempo do consumidor, pois as compras seriam entregues nas casas deles e criaram a oportunidade de comercializar de maneira diferente.</p>
<p>Seria essa a chave para desenvolver um e-commerce de qualidade?</p>
<p>Aqui no Brasil e-commerce ainda n&atilde;o tem tanto espa&ccedil;o, se comparado a outros pa&iacute;ses. A estimativa de vendas de e-commerce no Brasil &eacute; de apenas 1%.</p>
<p>Para saber mais o relat&oacute;rio, entre em contato com a Kantar Worldpanel.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 04 Aug 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/E-commerce-impulsiona-acoes-de-marketing-que-geram-resultado</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Otimismo do consumidor da Am?rica Latina em baixa]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Otimismo-do-consumidor-da-America-Latina-em-baixa</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma menor previs&atilde;o para o crescimento do PIB este ano (2,5% vs 2,7% em 2013) reflete um menor otimismo para a situa&ccedil;&atilde;o da Am&eacute;rica Latina, tanto na situa&ccedil;&atilde;o dos pa&iacute;ses quanto pessoal. Quanto a situa&ccedil;&atilde;o dos pa&iacute;ses, tivemos uma queda de 11 pontos percentuais na regi&atilde;o em compara&ccedil;&atilde;o com o ano passado. Apenas 47% dos latinos acreditam que a situa&ccedil;&atilde;o na regi&atilde;o &eacute; igual ou melhor do que no ano anterior, o que &eacute; o mesmo n&iacute;vel de 2008, ano antes da crise. A queda &eacute; menor nas classes inferiores que permanecem mais otimistas sobre a situa&ccedil;&atilde;o dos pa&iacute;ses e pessoal em compara&ccedil;&atilde;o com as classes m&eacute;dias e altas na Am&eacute;rica Latina.</p>
<p>Pelo d&eacute;cimo ano consecutivo a Kantar Worldpanel lan&ccedil;a seu estudo Consumer Watch 2014 que pergunta aos consumidores sobre o seu estado de esp&iacute;rito e percep&ccedil;&otilde;es para este ano.</p>
<p>A confian&ccedil;a permanece em pessoas que est&atilde;o pr&oacute;ximas: a fam&iacute;lia (81%) e amigos (37%), que est&atilde;o em primeiro lugar, seguidos pela Igreja Cat&oacute;lica e as institui&ccedil;&otilde;es religiosas. Por outro lado, os l&iacute;deres perderam em seu n&iacute;vel de confian&ccedil;a.<br />Encontramos algumas mudan&ccedil;as quando falamos das preocupa&ccedil;&otilde;es. A inseguran&ccedil;a e a viol&ecirc;ncia (59%) continuam em primeiro lugar, a sa&uacute;de (45%) desloca-se para a segunda posi&ccedil;&atilde;o das preocupa&ccedil;&otilde;es seguida pelos pre&ccedil;os mais elevados (44%). Algo que se destaca &eacute; que estamos mais preocupados com uma crise global do que com o aquecimento global, que caiu para o quinto lugar.</p>
<p>Os temas coragem, confian&ccedil;a e preocupa&ccedil;&otilde;es est&atilde;o intimamente relacionados com as situa&ccedil;&otilde;es que os latinos t&ecirc;m vivido. O aumento de pre&ccedil;os &eacute; uma realidade que 74% dos entrevistados j&aacute; sofreram seguido por uma diminui&ccedil;&atilde;o na entrada de dinheiro, especialmente em classes mais baixas.</p>
<p>Embora mais da metade dos latino-americanos esteja pagando uma d&iacute;vida (52%) &eacute; maior a porcentagem que visa economizar para o futuro (67%).</p>
<p>Sonia Bueno, CEO da Kantar Worldpanel para a Am&eacute;rica Latina disse: "Estamos diante de um ambiente econ&ocirc;mico dif&iacute;cil na regi&atilde;o, o que impacta diretamente o bolso e a mente de nossos consumidores. Temos um consumidor menos leal e que se importa com as coisas mais pr&oacute;ximas a ele, tanto &agrave;s suas preocupa&ccedil;&otilde;es quanto &agrave;s quest&otilde;es que lhes d&atilde;o confian&ccedil;a. Os n&iacute;veis mais baixos s&atilde;o afetados e devem fazer cortes para caber tudo no or&ccedil;amento. Agora &eacute; que temos que ficar ainda mais perto deles, pois desta forma podemos detectar altera&ccedil;&otilde;es em seu comportamento de compra e saber como enfrentar esta situa&ccedil;&atilde;o."</p>
<p>Para saber mais sobre este estudo, contate a Kantar Worldpanel.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 24 Jul 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Otimismo-do-consumidor-da-America-Latina-em-baixa</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Gasto m?dio do consumidor brasileiro no PDV]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Gasto-medio-do-consumidor-brasileiro-no-PDV</link>
         <description><![CDATA[<p>Com a alta nos pre&ccedil;os o consumidor brasileiro elevou seus gastos no PDV chegando num gasto m&eacute;dio de R$ 813 no primeiro trimestre do ano. A alta da infla&ccedil;&atilde;o e o reajuste nos pre&ccedil;os dos alimentos est&atilde;o impactando diretamente a cesta de FMCG fazendo com que o consumidor brasileiro consuma mais conscientemente e cada vez mais se atente as vantagens que os pontos de venda tem a oferecer.</p>
<p>Entre as cestas de alimentos, bebidas, higiene e beleza e limpeza a &uacute;nica n&atilde;o sofreu grande altera&ccedil;&atilde;o no pre&ccedil;o m&eacute;dio foi a de bebidas, isso gra&ccedil;as ao crescimento dessa cesta no primeiro trimestre devido as altas temperaturas.</p>
<p>Al&eacute;m de utilizar as vantagens dos cart&otilde;es fidelidade, o consumidor brasileiro aproveita para levar tudo que precisa de uma vez, aumentando assim o volume de itens comprados.&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 10 Jul 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Gasto-medio-do-consumidor-brasileiro-no-PDV</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Portf?lio global alinhado ?s sete solu??es]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Portfolio-global-alinhado-as-sete-solucoes</link>
         <description><![CDATA[<p>L&iacute;der mundial em conhecimento do consumidor, a Kantar Worldpanel, anuncia hoje o alinhamento de seu portf&oacute;lio global de servi&ccedil;os para varejistas e marcas de FMCG em sete solu&ccedil;&otilde;es essenciais. A nova estrutura traz um acesso mais f&aacute;cil e navega&ccedil;&atilde;o mais simples atrav&eacute;s do seu conjunto de solu&ccedil;&otilde;es globais. Ela vai garantir que todos os clientes Kantar Worldpanel tenham acesso &agrave;s mesmas solu&ccedil;&otilde;es em toda a sua &aacute;rea de cobertura global completa.</p>
<p>As sete solu&ccedil;&otilde;es foram estruturadas de forma a ajudar as marcas a encontrar oportunidades de crescimento ao longo do ciclo de marketing. As solu&ccedil;&otilde;es v&atilde;o desde Market Dynamics, a din&acirc;mica do mercado - que oferece uma compreens&atilde;o do comportamento real do consumidor, em todos os mercados de, at&eacute; Media - projetado para construir melhores planos de m&iacute;dia e publicidade e melhorar o retorno sobre o investimento. As sete solu&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m incluem: Segmentation, Attitudes, Innovation, Pricing &amp; Promotions e Shopper &amp; Retail.</p>
<p>Cada soul&ccedil;&atilde;o oferecida pela Kantar Worldpanel &eacute; constru&iacute;da sobre o comportamento de compra de informa&ccedil;&otilde;es recolhidas junto dos 450,000 domic&iacute;lios que s&atilde;o acompanhadas de forma cont&iacute;nua ao redor do mundo. A Kantar Worldpanel oferece servi&ccedil;os de dados de rastreamento essenciais, apoiado pela ferramenta de entrega, WorldpanelOnline. An&aacute;lises avan&ccedil;adas e padronizadas para aumentar a compreens&atilde;o do comportamento do cliente e solu&ccedil;&otilde;es especializadas totalmente personalizadas para apoiar a tomada de decis&atilde;o estrat&eacute;gica.</p>
<p>Josep Montserrat, CEO da Kantar Worldpanel, comenta: "As marcas est&atilde;o constantemente &agrave; procura de oportunidades de crescimento a n&iacute;vel mundial, por isso elas precisam de uma compreens&atilde;o completa do cliente e do comportamento do consumidor atrav&eacute;s das fronteiras. O lan&ccedil;amento das nossas sete solu&ccedil;&otilde;es fornece aos nossos clientes o acesso ao mesmo portf&oacute;lio de servi&ccedil;os em todos os mercados em que rastreiam nas Am&eacute;ricas, Europa, &Aacute;frica e &Aacute;sia."</p>
<p>Para saber mais sobre o novo pacote global de solu&ccedil;&otilde;es da Kantar Worldpanel, <a href="http://www.kantarworldpanel.com/br/Solutions">clique aqui</a>.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 08 Jul 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Portfolio-global-alinhado-as-sete-solucoes</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[O bolso do brasileiro observado em profundidade]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/O-bolso-do-brasileiro-observado-em-profundidade</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje a decis&atilde;o de compra &eacute; influenciada n&atilde;o somente pela variedade de marcas, produtos e segmentos de uma categoria, mas tamb&eacute;m pelo bolso do consumidor, que &eacute; agente determinante na hora dessa escolha. E para resolver esta equa&ccedil;&atilde;o de concorr&ecirc;ncia acirrada + bolso &uacute;nico, conhecer o comportamento de compra e os gastos dos brasileiros &eacute; fundamental.</p>
<p>Holistic View &eacute; a chave para esta descoberta, pois &eacute; uma plataforma de servi&ccedil;os que permite uma avalia&ccedil;&atilde;o &uacute;nica do consumidor, entendendo o que comp&otilde;e seus gastos, seu or&ccedil;amento familiar, suas necessidades e prioridades.</p>
<p>Este estudo &eacute; anual, por&eacute;m contempla um hist&oacute;rico de gastos vs. renda dos &uacute;ltimos quatro anos, fazendo um comparativo dos setores que mais cresceram e contribu&iacute;ram para as despesas das fam&iacute;lias, por classe social e regi&otilde;es do Brasil.</p>
<p>O estudo abrange os gastos nos setores que s&atilde;o fundamentais para o entendimento do comportamento de consumo. S&atilde;o eles:</p>
<ul>
<li>Habita&ccedil;&atilde;o;</li>
<li>Servi&ccedil;os p&uacute;blicos;</li>
<li>Vestu&aacute;rio;</li>
<li>Animais;</li>
<li>Alimenta&ccedil;&atilde;o dentro do lar;</li>
<li>Bebidas dentro do lar;</li>
<li>Higiene pessoal;</li>
<li>Artigos de limpeza;</li>
<li>Comunica&ccedil;&atilde;o;</li>
<li>Transporte;</li>
<li>Alimenta&ccedil;&atilde;o e bebidas fora do lar;</li>
<li>Fumo;</li>
<li>Lazer;</li>
<li>Sa&uacute;de;</li>
<li>Cerimonias/festas;</li>
<li>Educa&ccedil;&atilde;o;</li>
<li>Servi&ccedil;os pessoais;</li>
<li>Servi&ccedil;os financeiros;</li>
<li>Outras despesas.</li>
</ul>
<p>Para maiores informa&ccedil;&otilde;es sobre o produto&nbsp;Holistic View, como valores e formas de pagamento, entre em contato com o seu atendimento Kantar Worldpanel.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 04 Jul 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/O-bolso-do-brasileiro-observado-em-profundidade</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Mercado global de FMCG online crescer? 17 bi at? 2016]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Mercado-global-de-FMCG-online-crescer-17-bi-at-2016</link>
         <description><![CDATA[<p>Um novo relat&oacute;rio lan&ccedil;ado pela Kantar Worldpanel revela estrat&eacute;gias para varejistas e marcas de aproveitar o crescimento previsto das vendas online no mercado de FMCG. A Kantar Worldpanel prev&ecirc; que o com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico ser&aacute; respons&aacute;vel por US $ 53 bilh&otilde;es em vendas globais de FMCG em 2016 - um aumento de US $ 17 bilh&otilde;es (47%) sobre os atuais US $ 36 bilh&otilde;es.</p>
<p>O relat&oacute;rio, que se baseia em an&aacute;lises profundas dos h&aacute;bitos de compra de 100,000 consumidores em dez dos maiores mercados de consumo online de FMCG, prev&ecirc; que o e-commerce ser&aacute; respons&aacute;vel por 5,2% das vendas globais de FMCG em 2016 - um aumento de 3,7% nos dados atuais.</p>
<p>O relat&oacute;rio tamb&eacute;m prev&ecirc; que a &Aacute;sia ser&aacute; o pr&oacute;ximo mercado de maior crescimento. A Coreia do Sul vai continuar com a sua posi&ccedil;&atilde;o de lideran&ccedil;a on-line concentrando 13,8% das vendas de FMCG em 2016. Hoje, 55% dos compradores coreanos compram on-line, um valor excepcionalmente alto que n&atilde;o se iguala a nenhum outro pa&iacute;s do mundo. O market share online de FMCG continuar&aacute; a crescer rapidamente em Taiwan e na China para alcan&ccedil;ar 4,5% e 3,3% de participa&ccedil;&atilde;o no mercado total de FMCG, respectivamente.</p>
<p>Atualmente, o Reino Unido &eacute; o pioneiro no mercado europeu de FMCG online. Compradores online brit&acirc;nicos compram na internet uma vez por m&ecirc;s e seus carrinhos s&atilde;o cinco vezes maiores do que quando compram off-line (na maioria dos pa&iacute;ses carrinhos de compras on-line s&atilde;o duas vezes maiores que seus equivalentes off-line). No entanto, o crescimento impressionante da oferta de &ldquo;click and collect&rdquo; na Fran&ccedil;a, conhecido como "Drive", far&aacute; com que a Fran&ccedil;a ultrapasse o Reino Unido em 2016 com 6,1% contra 5,5% de market share, respectivamente.</p>
<p>O crescimento das vendas on-line de FMCG apresenta uma excelente oportunidade para os varejistas e marcas. Atualmente os compradores on-line, tipicamente de classe m&eacute;dia e alta, tendem a favorecer os produtos de marca pr&oacute;pria tornando-se uma plataforma ideal para as marcas. Na Fran&ccedil;a, 55% dos consumidores on-line reutilizam a mesma lista para cada viagem, o que torna essencial para as marcas para garantir um lugar nas listas de compras para que possam se beneficiar deste crescimento previsto.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><br /></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>An&aacute;lise em profundidade do mercado online FMCG por pa&iacute;s</strong></p>
<table style="width: 616px;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="103">
<p>&nbsp;</p>
</td>
<td valign="top" width="103">
<p align="center">Porcentagem de market share de FMCG online em 2013</p>
</td>
<td valign="top" width="103">
<p align="center">Porcentagem de compradores online em 2013</p>
</td>
<td valign="top" width="103">
<p align="center">M&eacute;dia de transa&ccedil;&otilde;es online por pessoa em 2013</p>
</td>
<td valign="top" width="103">
<p align="center">Tamanho do carrinho online vs m&eacute;dia em 2013</p>
</td>
<td valign="top" width="103">
<p align="center">Porcentagem de Market share de FMCG online em 2016</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="103">
<p>Cor&eacute;ia do Sul</p>
</td>
<td valign="top" width="103">
<p align="center">10.2</p>
</td>
<td valign="top" width="103">
<p align="center">55</p>
</td>
<td valign="top" width="103">
<p align="center">8</p>
</td>
<td valign="top" width="103">
<p align="center">2.3</p>
</td>
<td valign="top" width="103">
<p align="center">13.8</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="103">
<p>Fran&ccedil;a&nbsp;</p>
</td>
<td valign="top" width="103">
<p align="center">3.9</p>
</td>
<td valign="top" width="103">
<p align="center">30</p>
</td>
<td valign="top" width="103">
<p align="center">5</p>
</td>
<td valign="top" width="103">
<p align="center">2.0</p>
</td>
<td valign="top" width="103">
<p align="center">6.1</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="103">
<p>Reino Unido</p>
</td>
<td valign="top" width="103">
<p align="center">4.9</p>
</td>
<td valign="top" width="103">
<p align="center">22</p>
</td>
<td valign="top" width="103">
<p align="center">12</p>
</td>
<td valign="top" width="103">
<p align="center">4.8</p>
</td>
<td valign="top" width="103">
<p align="center">5.5</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="103">
<p>Taiwan</p>
</td>
<td valign="top" width="103">
<p align="center">3.2</p>
</td>
<td valign="top" width="103">
<p align="center">36</p>
</td>
<td valign="top" width="103">
<p align="center">4</p>
</td>
<td valign="top" width="103">
<p align="center">2.4</p>
</td>
<td valign="top" width="103">
<p align="center">4.5</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="103">
<p>China</p>
</td>
<td valign="top" width="103">
<p align="center">1.9</p>
</td>
<td valign="top" width="103">
<p align="center">28</p>
</td>
<td valign="top" width="103">
<p align="center">3</p>
</td>
<td valign="top" width="103">
<p align="center">1.7</p>
</td>
<td valign="top" width="103">
<p align="center">3.3</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="103">
<p>Portugal</p>
</td>
<td valign="top" width="103">
<p align="center">0.9</p>
</td>
<td valign="top" width="103">
<p align="center">8</p>
</td>
<td valign="top" width="103">
<p align="center">3</p>
</td>
<td valign="top" width="103">
<p align="center">2.4</p>
</td>
<td valign="top" width="103">
<p align="center">1.4</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="103">
<p>Espanha</p>
</td>
<td valign="top" width="103">
<p align="center">1.0</p>
</td>
<td valign="top" width="103">
<p align="center">14</p>
</td>
<td valign="top" width="103">
<p align="center">2</p>
</td>
<td valign="top" width="103">
<p align="center">2.3</p>
</td>
<td valign="top" width="103">
<p align="center">1.2</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>St&eacute;phane Roger, Diretora Global de Shopper and Retail na Kantar Worldpanel, explica: "Embora o online tenha uma pequena participa&ccedil;&atilde;o nas vendas de FMCG, no momento, todos os pa&iacute;ses est&atilde;o testemunhando um crescimento consider&aacute;vel. O futuro pertence a varejistas e marcas que enxergam adiante e aproveitam as oportunidades oferecidas para ampliar seus targets. Demorar em adotar medidas online tem o potencial para danificar significativamente as vendas e prejudicar a participa&ccedil;&atilde;o de mercado".</p>
<p>O relat&oacute;rio revela as barreiras que impedem os varejistas e marcas de se envolver com o canal on-line. Ele mostra que a maioria delas s&atilde;o percebidos ao inv&eacute;s de fazer parte do comportamento de compra dos consumidores. As compras online carregam um medo e um sentimento que as vendas em lojas f&iacute;sicas est&atilde;o canibalizadas e que os consumidores v&atilde;o se tornar menos leais se fazem compras online - a pesquisa mostra que o oposto &eacute; verdadeiro para ambos os cen&aacute;rios.</p>
<p>St&eacute;phane Roger ainda diz: "Uma das principais preocupa&ccedil;&otilde;es para o mercado de FMCG, &eacute; que o e-commerce afastar&aacute; o consumidor dos canais f&iacute;sicos. No entanto, este &eacute; tamb&eacute;m um dos maiores equ&iacute;vocos. Ter uma oferta on-line ajuda os varejistas a garantir uma receita adicional, em vez de canibalizar gastos existentes em lojas de tijolo e argamassa."</p>
<p>O relat&oacute;rio tamb&eacute;m apresenta as estrat&eacute;gias que os varejistas e as marcas est&atilde;o implementando para ganhar market share em diferentes ambientes de varejo locais, da Coreia do Sul, China, Fran&ccedil;a e Reino Unido. Estas incluem compras por impulso, varejo on-line mais divertido e as &uacute;ltimas t&eacute;cnicas em lojas de conveni&ecirc;ncia.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 18 Jun 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Mercado-global-de-FMCG-online-crescer-17-bi-at-2016</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[As movimenta??es do mercado de FMCG no 1? tri de 2014]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/As-movimentaes-do-mercado-de-FMCG-no-1-trimestre-de-2014</link>
         <description><![CDATA[<p>O estudo Consumer Insights da Kantar Worldpanel traz uma vis&atilde;o do cen&aacute;rio econ&ocirc;mico e de consumo no primeiro trimestre de 2014.</p>
<p>Com informa&ccedil;&otilde;es precisas sobre as movimenta&ccedil;&otilde;es das cestas de alimentos, bebidas, higiene e limpeza, o Consumer Insights d&aacute; um par&acirc;metro sobre as tend&ecirc;ncias do mercado de FMCG e perspectivas ao longo do ano.</p>
<p>Para maiores informa&ccedil;&otilde;es acesse a pr&eacute;via do estudo ao lado.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 06 Jun 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/As-movimentaes-do-mercado-de-FMCG-no-1-trimestre-de-2014</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Uma vis?o geral do mercado varejista]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Uma-visao-geral-do-mercado-varejista</link>
         <description><![CDATA[<p>Atrav&eacute;s do LatAm Retail Overview 2014 da Kantar Worldpanel, foi poss&iacute;vel entender o comportamento de compra do consumidor latino-americano em 2013.</p>
<p>O Canal de Auto Servi&ccedil;os concentra 47% do gasto dos consumidores latinos, contudo a regi&atilde;o tem muitas possibilidades de desenvolvimento quando comparada com demais pa&iacute;ses do ocidente onde os gastos quase dobram. Os costumes e tradi&ccedil;&otilde;es s&atilde;o fatores a considerar, pois representam uma freada para o desenvolvimento do canal de auto servi&ccedil;os.</p>
<p>Mesmo assim, metade dos pa&iacute;ses da regi&atilde;o apresentam crescimento em compara&ccedil;&atilde;o a 2012. O M&eacute;xico teve o maior desenvolvimento gra&ccedil;as ao Canal de Auto Servi&ccedil;os que competiu diretamente com o Canal Tradicional.</p>
<p>Os consumidores latinos est&atilde;o indo menos vezes ao ponto de venda, no entanto quando v&atilde;o enchem mais o carrinho. O Chile registrou o ticket de compra mais alto, os chilenos gastam U$D 20, seguidos pelos argentinos quem gastam U$D 17.8 quando frequentam o PDV.</p>
<p>Uma tend&ecirc;ncia que impactou principalmente as Cadeias Locais de Auto Servi&ccedil;os foi a estrat&eacute;gia das Cadeias Globais de adquirir empresas locais que j&aacute; contam com o conhecimento e prefer&ecirc;ncia do consumidor. Essas empresas locais ajudam as Cadeias Globais a se expandir.</p>
<p>Os Canais Alternativos como farm&aacute;cias, atacadistas e as vendas porta a porta, tamb&eacute;m s&atilde;o visitados e concentram 18% do gasto na Am&eacute;rica Latina.</p>
<p>Em torno de 42% dos consumidores latinos buscam se relacionar com os vendedores, j&aacute; que eles conhecem suas prefer&ecirc;ncias e podem oferecer maiores op&ccedil;&otilde;es perante suas necessidades. Outro fator a ser levado em considera&ccedil;&atilde;o &eacute; sua busca por informa&ccedil;&atilde;o, pois 63% declaram que gostam de receber informa&ccedil;&otilde;es e conselhos sobre os benef&iacute;cios e uso do produto. Ainda mais, nos Canais Locais eles evitam filas para suas compras.</p>
<p>Apesar do baixo desenvolvimento do Canal de Auto Servi&ccedil;os na regi&atilde;o, em 2013 os pa&iacute;ses da Am&eacute;rica Latina apresentaram um crescimento baixo, mas significativo.</p>
<p>A chave para um desenvolvimento maior do Canal de Auto Servi&ccedil;os, &eacute; manter maior proximidade com os consumidores, conhecer suas prefer&ecirc;ncias, oferecer maiores informa&ccedil;&otilde;es sobre os produtos e otimizar o tempo de espera para realizar as compras.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 04 Jun 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Uma-visao-geral-do-mercado-varejista</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Quase todas as casas brasileiras tem celular]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Quase-todas-as-casas-brasileiras-tem-pelo-menos-um-celular</link>
         <description><![CDATA[<p>Pesquisa do Comtech da Kantar Worldpanel mostra que quase todos os lares brasileiros tem, pelo menos um, celular. O telefone m&oacute;vel est&aacute; tomando o lugar do telefone fixo e a prefer&ecirc;ncia dos brasileiros &eacute; pelos celulares grandes.</p>
<p>Cada vez mais a participa&ccedil;&atilde;o dos smartphones vem crescendo e muitas pessoas vem aderindo aos t&atilde;o desejados aplicativos e mensagens instant&acirc;neas que eles podem proporcionar.</p>
<p>Al&eacute;m de ter uma mem&oacute;ria grande para fotos, jogos e aplicativos, os brasileiros preferem os celulares com telas grandes. A maioria dos brasileiros que tinha smartphone h&aacute; dois anos atr&aacute;s tinha um pequeno. Agora os smartphones sin&ocirc;nimos de modernidade s&atilde;o os que tem telas maiores.</p>
<p>A pesquisa mostra tamb&eacute;m que a faixa et&aacute;ria que mais compra smartphones varia entre 16 e 34 anos e &eacute; mais comum nas classes A/B. No entanto, o n&uacute;mero de smartphones dobrou na classe C e quase triplicou nas classes D/E de um ano para outro.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 29 May 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Quase-todas-as-casas-brasileiras-tem-pelo-menos-um-celular</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Coca-Cola ? marca mais escolhida pelos consumidores]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Coca-Cola--marca-mais-escolhida-no-ranking-Brand-Footprint</link>
         <description><![CDATA[<p>A Kantar Worldpanel divulgou o&nbsp;ranking das marcas mais escolhidas no mundo pelos consumidores. As marcas que lideram o ranking, s&atilde;o velhas conhecidas dos brasileiros.<br />Na primeira posi&ccedil;&atilde;o, a&nbsp;Coca-Cola tem destaque, onde apareceu na casa dos consumidores quase 5,8 bilh&otilde;es de vezes. Em seguida, Colgate leva a medalha de prata, com 3,6 bilh&otilde;es de vezes,&nbsp;e em terceiro lugar, o Nescaf&eacute; da Nestl&eacute; com 2,1 bilh&otilde;es de vezes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 15 May 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Coca-Cola--marca-mais-escolhida-no-ranking-Brand-Footprint</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Top 50 das marcas mais escolhidas pelo consumidor ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Top-50-marcas-mais-escolhidas-pelo-consumidor-</link>
         <description><![CDATA[<p>A Kantar Worldpanel apresenta os resultados da 2&ordf; edi&ccedil;&atilde;o do ranking global Brand Footprint que mostra as 50 marcas de consumo mais escolhidas&nbsp;pelos consumidores em todo o mundo.&nbsp;O estudo usa metodologia exclusiva para o mercado de bens n&atilde;o dur&aacute;veis e mapeia as marcas mais presentes dentro dos lares brasileiros e no mundo.<br />Neste ano, ampliamos o escopo do relat&oacute;rio para reportar uma &aacute;rea geogr&aacute;fica mais ampla e um maior n&uacute;mero de categorias. O ranking&nbsp;Brand Footprint 2014 passa a incluir quatro novas categorias: bebidas alco&oacute;licas, fraldas descart&aacute;veis, l&acirc;minas de barbear e doces. E al&eacute;m disso, mais&nbsp;quatro mercados foram inclu&iacute;dos no estudo: Alemanha, It&aacute;lia, R&uacute;ssia e Viet&ntilde;a (&aacute;rea rural) e compreende mais de 200 categorias de consumo das&nbsp;cestas de alimentos, bebidas, higiene pessoal e limpeza dom&eacute;stica.</p>
<p>Nosso ranking utiliza uma m&eacute;trica chamada Consumer Reach Points (CRP) que fornece um panorama preciso da presen&ccedil;a global da marca nos dias de hoje,&nbsp;combinando o n&uacute;mero de domic&iacute;lios em todo o mundo que compram a marca e com que frequ&ecirc;ncia de compra. Brand Footprint &eacute; baseado no&nbsp;comportamento real dos compradores, gra&ccedil;as &agrave; medi&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua de milhares de domic&iacute;lios e milh&otilde;es de compras ao longo de uma &uacute;nica cobertura global. Al&eacute;m disto, o Brand Footprint cobre 63% da popula&ccedil;&atilde;o mundial, um total de 956 milh&otilde;es de lares em 35 pa&iacute;ses, e 68% do PIB global. Isto significa que a penetra&ccedil;&atilde;o de&nbsp;1% equivale a atingir aproximadamente 9,6 milh&otilde;es de domic&iacute;lios em todo o mundo.</p>
<p>Voc&ecirc; pode encontrar as Top 50 marcas, os insights, tend&ecirc;ncias e n&uacute;meros em nosso relat&oacute;rio (<a href="http://www.brandfootprint-ranking.com/home/">www.brandfootprint-ranking.com</a>) com o apoio de estudos de&nbsp;caso de marcas e categorias. Convidamos voc&ecirc; a navegar e compartilh&aacute;-lo com as suas equipes, que podem interagir com as informa&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis.</p>
<p>O relat&oacute;rio Brand Footprint fornece uma perspectiva sobre a for&ccedil;a de sua marca e as oportunidades de crescimento.</p>
<p>Aprenda mais sobre as marcas mais escolhidas e descubra seu pr&oacute;prio Brand Footprint.</p>
<p>Abaixo, ranking das 50 marcas mais escolhidas no Brasil e no mundo!</p>
<p>- Ranking Brasil (<a href="http://www.brandfootprint-ranking.com/report/ranking/fmcg/2013,2012/country/brazil/">clique aqui</a>)</p>
<p>- Ranking Global (<a href="http://www.brandfootprint-ranking.com/report/ranking/fmcg/2013,2012/">clique aqui</a>)</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 14 May 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Top-50-marcas-mais-escolhidas-pelo-consumidor-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Kantar Worldpanel presente na Feira APAS 2014]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Kantar-Worldpanel-presente-na-Feira-APAS-2014</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>A Kantar Worldpanel esteve presente na 30&ordm; edi&ccedil;&atilde;o da maior feira mundial de supermercadista - APAS 2014</strong></p>
<p>Christine Pereira, diretora comercial da empresa, apresentou ao mercado o tema "Entendendo o Comportamento e Evolu&ccedil;&atilde;o do Consumidor Brasileiro&rdquo;.</p>
<p>Tempo, or&ccedil;amento limitado e racionaliza&ccedil;&atilde;o do consumo foram os principais temas abordados na palestra.</p>
<p>Para saber mais, veja a apresenta&ccedil;&atilde;o do evento.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 08 May 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Kantar-Worldpanel-presente-na-Feira-APAS-2014</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[O Consumo de Alimentos na Copa do Mundo]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/O-Consumo-de-Alimentos-na-Copa-do-Mundo</link>
         <description><![CDATA[<p>Em entrevista ao Jornal da Cultura, no dia 1 de&nbsp;maio de 2014, Christine Pereira, abordou quais ser&atilde;o&nbsp;os h&aacute;bitos de consumo do brasileiro durante os jogos da Copa do Mundo. Os alimentos mais consumidos nesta &eacute;poca acumulam alta maior que a infla&ccedil;&atilde;o nos &uacute;ltimos meses, 6,15%. Christine apontou ainda o h&aacute;bito do brasileiro,&nbsp;que &eacute; reduzir a frequ&ecirc;ncia de compra e o consumo de alimentos b&aacute;sicos, para continuar consumindo os produtos preferidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 05 May 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/O-Consumo-de-Alimentos-na-Copa-do-Mundo</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Kantar Worldpanel aumenta sua amostra em 40% ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Kantar-Worldpanel-aumenta-sua-amostra-em-40-</link>
         <description><![CDATA[<p>A Kantar Worldpanel, empresa l&iacute;der em conhecimento do consumidor por meio de pain&eacute;is cont&iacute;nuos, acaba de implantar o projeto &lsquo;Brasil em Ultra HD&rsquo;, que tem como objetivo proporcionar uma maior granularidade, confiabilidade e precis&atilde;o dos dados sobre o consumo do Brasil. Al&eacute;m disso, permite maior rapidez na entrega e conclus&atilde;o das an&aacute;lises com menos tempo de observa&ccedil;&atilde;o em casos de novos lan&ccedil;amentos de mercado.</p>
<p>A partir de agora, a amostra de domic&iacute;lios e indiv&iacute;duos passou de 8.200 para 11.300. J&aacute; o Users &amp; Shoppers de 27.500 para 40.000. As an&aacute;lises passam a ser feitas com uma maior precis&atilde;o dentro das localidades permitindo mais detalhamento especialmente nas Regi&otilde;es Norte, Nordeste (Maranh&atilde;o, Piau&iacute;, Cear&aacute;, Alagoas, Sergipe, Para&iacute;ba, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Bahia) e nos estados de Minas Gerais, Paran&aacute; e Santa Catarina.</p>
<p>&ldquo;A necessidade de implantar esse projeto veio de uma mudan&ccedil;a no perfil do consumidor, fam&iacute;lias menores e com menos filhos come&ccedil;aram a surgir, maior expectativa de vida e renda&rdquo;, explica Marcos Calliari, diretor geral da Kantar Worldpanel Brasil. O crescimento das regi&otilde;es metropolitanas e do interior passaram a ser fundamentais para avaliar o consumo no pa&iacute;s.</p>
<p>Com essas mudan&ccedil;as, a empresa alcan&ccedil;ou um crescimento de 40% em sua amostra, por&eacute;m isso n&atilde;o significa que o volume de dados ficar&aacute; maior, mas sim, que a empresa consegue ter um maior detalhamento sobre o consumidor atual. O universo de 49 milh&otilde;es de usu&aacute;rios, a metodologia aplicada e a sua cobertura geogr&aacute;fica permanecem as mesmas, englobando cidades com mais de dez mil habitantes.</p>
<p>Paralelamente &agrave; contrata&ccedil;&atilde;o dos novos lares, foi implantado o novo sistema de coleta de informa&ccedil;&otilde;es em campo no smartphone das entrevistadoras al&eacute;m de software mais robusto, preparado para a rede 3G e 4G, localiza&ccedil;&atilde;o GPS e sistema de grava&ccedil;&atilde;o das entrevistas.</p>
<p>Toda essa nova estrutura permite uma maior precis&atilde;o dos dados e uma maior visibilidade de produtos nos lares dos brasileiros.</p>
<p>Josep Montserrat, CEO da Kantar Worldpanel comenta. &ldquo;O comportamento dos consumidores no Brasil est&aacute; mudando rapidamente e as marcas locais e globais e os varejistas precisam saber como tirar proveito das grandes oportunidades por tr&aacute;s dessas mudan&ccedil;as. Essa &eacute; a raz&atilde;o pela qual a Kantar Worldpanel escolheu investir no Brasil, para elevar nosso painel e lan&ccedil;ar novos produtos. Isso nos permitir&aacute; providenciar insights maiores e mais acion&aacute;veis sobre os consumidores e os compradores para ajudar no crescimento de nossos clientes nesses mercados t&atilde;o importantes."</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 24 Apr 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Kantar-Worldpanel-aumenta-sua-amostra-em-40-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Overview do Consumo de FMCG em 2013]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/OVERVIEW-DO-CONSUMO-DE-FMCG-EM-2013</link>
         <description><![CDATA[<p>O ano de 2013 apresentou sinais de recupera&ccedil;&atilde;o nas economias dos pa&iacute;ses desenvolvidos, que ainda sentiam os impactos da crise de 2008. A Am&eacute;rica Latina tamb&eacute;m contribuiu para uma melhora no cen&aacute;rio econ&ocirc;mico mundial, com estimativa de crescimento do PIB de +3,3% para 2013. J&aacute; no cen&aacute;rio brasileiro, o PIB do ano que passou cresceu apenas 2,3%, ou seja, menor que o crescimento global. Al&eacute;m disso, o &uacute;ltimo ano foi marcado por muitas incertezas no Brasil. A alta da infla&ccedil;&atilde;o, o aumento dos juros reais e aumento da taxa de c&acirc;mbio fizeram com que os brasileiros sentissem o impacto no bolso. Os investimentos n&atilde;o aconteceram a contento no pa&iacute;s, o que gerou um crescimento da produ&ccedil;&atilde;o industrial abaixo das expectativas (+1,2%) e as vendas no varejo tamb&eacute;m chegaram a menor taxa dos &uacute;ltimos 10 anos, somente +4,3% de crescimento. Apesar deste cen&aacute;rio, o desemprego caiu, chegando ao menor n&iacute;vel desde 2003.</p>
<p>No &acirc;mbito do consumo de FMCG, o ano foi marcado pela estabilidade, sendo alavancado no &uacute;ltimo trimestre devido &agrave;s festas de final de ano. Isso garantiu um resultado favor&aacute;vel no consumo total em 2013. A classe m&eacute;dia brasileira foi a grande respons&aacute;vel pela sustenta&ccedil;&atilde;o do consumo. Lares que migraram da Classe D/E para a classe C garantiram o crescimento das cestas. Por&eacute;m mesmo com a retra&ccedil;&atilde;o das classes baixas brasileira, a classe D/E aumentou o n&uacute;mero de itens comprados, tentando equilibrar o carrinho de compras e manter os produtos</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 14 Apr 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/OVERVIEW-DO-CONSUMO-DE-FMCG-EM-2013</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Kantar Worldpanel faz palestra no Congresso Vitafoods]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Kantar-Worldpanel-faz-palestra-no-Congresso-Vitafoods</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 08 de abril a Kantar Worldpanel, participou do Congresso Vitafoods South America 2014,que aconteceu em S&atilde;o Paulo. Com o tema: &ldquo;Desvendamos o Consumo de Alimentos Funcionais dentro da Casa do Consumidor&rsquo;&rsquo;, Tathiane Frezarin, Gerente de New Business, abordou assuntos como alimentos funcionais na dieta dos brasileiros, vida mais saud&aacute;vel aliada a uma boa alimenta&ccedil;&atilde;o, principais preocupa&ccedil;&otilde;es com o corpo e comportamento do consumo do brasileiro.</p>
<p>O Congresso teve como objetivo apresentar novas tend&ecirc;ncias em Alimentos Funcionais, Nutrac&ecirc;uticos, al&eacute;m de apresentar estudos cient&iacute;ficos de renomadas universidades e f&oacute;runs de Marketing, Tend&ecirc;ncias e Regulat&oacute;rio e Congresso Cientifico.</p>
<p>O evento reuniu em torno de 200 profissionais da ind&uacute;stria de alimentos e bebidas e ind&uacute;stria farmac&ecirc;utica no Transam&eacute;rica Expo Center.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 14 Apr 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Kantar-Worldpanel-faz-palestra-no-Congresso-Vitafoods</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[A Kantar Worldpanel Brasil est? no Facebook]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/A-Kantar-Worldpanel-Brasil-est-no-Facebook</link>
         <description><![CDATA[<p>A Kantar Worldpanel traz a voc&ecirc; as &uacute;ltimas atualiza&ccedil;&otilde;es do mercado de consumo de FMCG, tend&ecirc;ncias e comportamento do consumidor, novas perspectivas de consumo e muito mais informa&ccedil;&otilde;es a apenas um click.</p>
<p>Curta a p&aacute;gina da Kantar Worldpanel no Facebeook e fique por dentro de tudo o que &eacute; tend&ecirc;ncia no mercado de consumo do Brasil!</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/kantarworldpanelbrasil?fref=ts">Clique aqui para acessar nossa p&aacute;gina</a></p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 14 Apr 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/A-Kantar-Worldpanel-Brasil-est-no-Facebook</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Consumer Insights  revela como foi o consumo em 2013]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Kantar-Worldpanel-revela-como-foi-o-consumo-em-2013</link>
         <description><![CDATA[<p>Estudo realizado pela Kantar Worldpanel, o Consumer Insights, revela com foi o consumo de FMCG no ano de 2013 e mostra as principais tend&ecirc;ncias para 2014.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 27 Mar 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Kantar-Worldpanel-revela-como-foi-o-consumo-em-2013</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[O Consumo do Brasileiro em 2013]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/O-Consumo-do-Brasileiro-em-2013</link>
         <description><![CDATA[<p>Em entrevista ao Jornal Nacional no dia 15 de fevereiro de 2014, Christine Pereira abordou os h&aacute;bitos de consumo do brasileiro no &uacute;ltimo ano.<br />Os brasileiros est&atilde;o mudando o h&aacute;bito de fazer compras para casa e retomando uma velha pr&aacute;tica que tinha ficado para tr&aacute;s.<br />A dona de casa tem ido menos ao supermercado e, quando vai, enche o carrinho.<br />&Eacute; a volta do velho h&aacute;bito da compra de m&ecirc;s, n&atilde;o por acaso marcada para a semana do pagamento. Uma estrat&eacute;gia para amenizar os efeitos da infla&ccedil;&atilde;o sem ter que cortar a lista de compras.<br />Uma tend&ecirc;ncia da maioria das fam&iacute;lias brasileiras, indica a pesquisa que analisou um universo de 48 milh&otilde;es de lares em todo pa&iacute;s. Em 2013, o n&uacute;mero de idas aos pontos de vendas, como supermercados, caiu, mas a quantidade de itens e pre&ccedil;o da compra subiu.<br />&ldquo;&Eacute; justamente o impacto de duas coisas: da infla&ccedil;&atilde;o e da sofistica&ccedil;&atilde;o do consumo. O gasto total &eacute; maior, mas ele concentra nesses per&iacute;odos em que est&aacute; gastando mais. E para continuar cabendo no bolso, tem que ir menos vezes&rdquo;, afirma Christine Pereira.<br />De 2008 para c&aacute;, a cesta de compras cresceu em todos os n&iacute;veis de renda. O iogurte, por exemplo, passou de sup&eacute;rfluo a essencial.<br />&ldquo;Qualquer aumento de pre&ccedil;o, aumento da infla&ccedil;&atilde;o, j&aacute; impacta consideravelmente. &Eacute; preciso ter maior planejamento do seu or&ccedil;amento familiar para caber tudo no seu bolso&rdquo;, explica Christine Pereira.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 17 Feb 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/O-Consumo-do-Brasileiro-em-2013</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Cervejas, as estrelas do consumo na Copa do Mundo!]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Cervejas-as-estrelas-do-consumo-na-Copa-do-Mundo</link>
         <description><![CDATA[<p>Em &eacute;poca de mundial, elas s&atilde;o destaque e garantiram a presen&ccedil;a em 1.425 milh&otilde;es de novos domic&iacute;lios!</p>
<p>A categoria teve um aumento de 29% em volume e seu faturamento cresceu 22% no ano fechado, 2010 versus 2009, j&aacute; nos meses de mundial, junho e julho de 2010 versus o mesmo per&iacute;odo do ano anterior, cervejas cresceram 45% em valor e 39% em volume!</p>
<p>Aproveite para divulgar e criar a&ccedil;&otilde;es promocionais da categoria em &eacute;poca de mundial para alavancar as suas vendas! Sa&uacute;de!!!!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Kantar Worldpanel</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 14 Feb 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Cervejas-as-estrelas-do-consumo-na-Copa-do-Mundo</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Em ?poca de Mundial a festa ? l? em casa!]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Em-poca-de-Mundial-a-festa--l-em-casa</link>
         <description><![CDATA[<p>Em dia de jogo, 57% dos latino-americanos preferem assistir as partidas na pr&oacute;pria casa, j&aacute; no Brasil, a prefer&ecirc;ncia em assistir os jogos no conforto do lar sobe para 62%. Sendo que, 88% dos brasileiros declaram que comem e bebem na ocasi&atilde;o versus 57% na Am&eacute;rica Latina.</p>
<p>A Copa do Mundo &eacute; um &oacute;timo momento para alavancar categorias indulgentes como salgadinhos, refrigerantes, sucos, pratos prontos congelados como (pizzas/ massas) e principalmente cervejas!</p>
<p>O espet&aacute;culo j&aacute; est&aacute; lan&ccedil;ado!</p>
<p>Fonte: ConsumerWatch Kantar Worldpanel</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 14 Feb 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Em-poca-de-Mundial-a-festa--l-em-casa</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Sopa ? sin?nimo de frio?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Sopa--sinnimo-de-frio</link>
         <description><![CDATA[<p>Voc&ecirc; acha que o sulista &eacute; o maior consumidor da categoria? Surpreenda-se!</p>
<p>Quando se trata da categoria de sopas, o Norte&nbsp;+ Nordeste s&atilde;o as&nbsp;regi&otilde;es&nbsp;que mais se destacam.</p>
<p>O calor da regi&atilde;o n&atilde;o espanta o consumo de sopas, que concentra 28% do volume (outubro de 2012 &agrave; novembro de 2013). Isto devido ao segmento de Sop&atilde;o que tem 34% de seu volume concentrado na regi&atilde;o, onde atinge &frac14; dos lares.</p>
<p>A regi&atilde;o Sul do Brasil vem em segundo lugar no consumo de sopas com 27% do volume do mercado total e 27% do segmento Sop&atilde;o.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Kantar Worldpanel</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 13 Feb 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Sopa--sinnimo-de-frio</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Seguimos crescendo pelo mundo!]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Seguimos-crescendo-pelo-mundo</link>
         <description><![CDATA[<p>L&iacute;der mundial em conhecimento do consumidor, Kantar Worldpanel fez sua expans&atilde;o at&eacute; a &Aacute;frica com o lan&ccedil;amento de novos pain&eacute;is de consumo na Nig&eacute;ria, Qu&ecirc;nia e Gana</p>
<p>Os novos pain&eacute;is representam a primeira etapa do plano de crescimento da Kantar Worldpanel na &Aacute;frica. A companhia espera estabelecer pain&eacute;is adicionais em mais mercados africanos &agrave; curto prazo.</p>
<p>Kantar Worldpanel conseguiu expans&atilde;o na Nig&eacute;ria, Qu&ecirc;nia e Gana, por aliar-se a sua empresa irm&atilde; de pesquisa de mercado do grupo Kantar: TNS RMS. A alian&ccedil;a combina a profundidade de conhecimento e experi&ecirc;ncia local da TNS RMS com uma perspectiva internacional de consumo e de lideran&ccedil;a em pain&eacute;is da Kantar Worldpanel.</p>
<p>Com a maior popula&ccedil;&atilde;o e economia da &Aacute;frica, a Nig&eacute;ria &eacute; o principal mercado para as empresas globais de FMCG, e o painel nigeriano de 3.000 domic&iacute;lios, melhorado e re-lan&ccedil;ado, vai ajudar a refletir a crescente import&acirc;ncia do pa&iacute;s.</p>
<p>No Qu&ecirc;nia e em Gana, Kantar Worldpanel e TNS RMS implementaram pain&eacute;is completamente novos para ajudar as marcas de FMCG a encontrar fontes de crescimento nesses dois mercados que tamb&eacute;m s&atilde;o de grande interesse para as empresas.</p>
<p>A primeira base de dados da Nig&eacute;ria e Qu&ecirc;nia j&aacute; est&aacute; dispon&iacute;vel e a forma de entrega aos clientes &eacute; atrav&eacute;s do Worldpanel Online, avan&ccedil;ada ferramenta on-line para fornecer informa&ccedil;&otilde;es e que proporciona comodidade e f&aacute;cil acesso a uma compreens&atilde;o mais profunda do consumidor.</p>
<p>Os tr&ecirc;s pain&eacute;is fornecem um entendimento detalhado do comportamento do consumidor por regi&atilde;o, classe social, tamanho do domic&iacute;lio e idade do respons&aacute;vel pela compra do lar. Da mesma maneira, s&atilde;o alinhados com os padr&otilde;es internacionais Kantar Worldpanel para beneficiar melhores pr&aacute;ticas e facilitar compara&ccedil;&otilde;es de dados internacional.</p>
<p>Com a ades&atilde;o destas tr&ecirc;s grandes economias, Kantar Worldpanel fornece servi&ccedil;os de pain&eacute;is de consumidores em 59 pa&iacute;ses internacionalmente e refor&ccedil;a a sua posi&ccedil;&atilde;o forte em mercados emergentes, com opera&ccedil;&otilde;es na &Aacute;sia, Oriente M&eacute;dio, Am&eacute;rica Latina e agora na &Aacute;frica.</p>
<p>Josep Montserrat, CEO global da Kantar Worldpanel, disse: "Com uma popula&ccedil;&atilde;o de mais de um bilh&atilde;o de pessoas e com proje&ccedil;&atilde;o para crescer 50 por cento at&eacute; 2030. &Aacute;frica &eacute; um mercado importante para companhias globais de FMCG e representa novas oportunidades de neg&oacute;cios. Queremos oferecer aos nossos clientes o acesso a estes mercados emergentes, e &eacute; por eles que planejamos esta expans&atilde;o para &Aacute;frica.</p>
<p>Continuaremos abrindo opera&ccedil;&otilde;es em novos mercados em todo o mundo, em linha com nossa estrat&eacute;gia de crescimento e nossa expans&atilde;o na &Aacute;frica, continua a parceria com IMRB na &Iacute;ndia - ajudando nossos clientes a estar mais perto dos consumidores nestas principais economias emergentes . "</p>
<p>Adeola Tejumola, CEO da TNS RMS WECA diz: "A &Aacute;frica est&aacute; evoluindo rapidamente, e a parceria estrat&eacute;gica com a Kantar Worldpanel &eacute; um passo importante para as marcas de FMCG que procuram obter dados significativos e entender o consumidor africano. Com amostras robustas, dados mais precisos e novas ferramentas de an&aacute;lise, esta parceria ir&aacute; gerar uma melhor vis&atilde;o para os nossos clientes e ajudar&aacute; a integr&aacute;-los a perspectiva internacional que a Kantar Worldpanel fornece ao procurar novas oportunidades de crescimento."</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 13 Feb 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Seguimos-crescendo-pelo-mundo</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Olho no porta a porta]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Olho-no-porta-a-porta</link>
         <description><![CDATA[<p>Alguns fabricantes, principalmente os ligados a categoria de cosm&eacute;ticos,&nbsp;tiveram um alto crescimento em 2013 com base neste canal e a ind&uacute;stria como um todo est&aacute; de olho nele! <br /><br />Enquanto o brasileiro m&eacute;dio gasta cerca de R$ 65,00 ao ano nas perfumarias e farm&aacute;cias e R$ 94,00 no varejo, ele chega a gastar R$149,00 ao ano com produtos de cat&aacute;logo. O brasileiro mostra que, embora as compras online ainda n&atilde;o sejam massificadas no pa&iacute;s, o porta a porta - antigo formato de venda de produtos por cat&aacute;logo - n&atilde;o sai de moda! <br /><br />A comodidade de fazer compras em casa impulsiona principalmente: fragr&acirc;ncias, cremes e lo&ccedil;&otilde;es e maquiagem.</p>
<p>Fonte: Kantar Worldpanel</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 12 Feb 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Olho-no-porta-a-porta</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Massas instant?neas, o comprador ? o consumidor?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Massas-instantneas-o-comprador--o-consumidor</link>
         <description><![CDATA[<p>Voc&ecirc; j&aacute; pensou que nem sempre quem usa um produto &eacute; a mesma pessoa que vai ao ponto de venda compr&aacute;-lo?</p>
<p>No caso do mercado de massas instant&acirc;neas, a maior parte dos usu&aacute;rios (quem consome o produto) tem at&eacute; 15 anos de idade, enquanto quem mais vai ao ponto de venda comprar a categoria, s&atilde;o mulheres adultas e que est&atilde;o sozinhas no momento da compra.</p>
<p>Dentro da complexa cadeia que &eacute; o mercado de consumo, existem diferentes pap&eacute;is quando o assunto &eacute; a decis&atilde;o de compra e diferenci&aacute;-los permitir&aacute; desenvolver estrat&eacute;gias de marketing mais assertivas.</p>
<p>O U.S. (Users &amp; Shoppers) da Kantar Worldpanel desvenda quem &eacute; o usu&aacute;rio final e quem &eacute; o comprador do seu produto e vai al&eacute;m, mostra quem s&atilde;o os influenciadores na hora da compra.</p>
<p>Fonte: U.S. Kantar Worldpanel</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 12 Feb 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Massas-instantneas-o-comprador--o-consumidor</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Black Friday atraiu apenas 14% dos brasileiros]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Black-Friday-atraiu-apenas-14-dos-brasileiros</link>
         <description><![CDATA[<p>Faltam op&ccedil;&otilde;es e descontos reais na percep&ccedil;&atilde;o dos consumidores brasileiros.</p>
<p>Apenas&nbsp;14% dos domic&iacute;lios brasileiros realizaram compras na Black Friday, especialmente consumidores das regi&otilde;es metropolitanas de S&atilde;o Paulo e Rio de Janeiro.<br /> <br />Apesar de ter atra&iacute;do&nbsp;novos compradores em 2013,&nbsp;ainda h&aacute; um longo caminho para essa a&ccedil;&atilde;o se consolidar no Brasil. <br /><br />41% dos domic&iacute;lios que n&atilde;o compraram no evento, indicaram que n&atilde;o encontraram nenhum produto do interesse ou n&atilde;o tinham necessidade de comprar nenhum produto, j&aacute; 24% disseram que n&atilde;o acreditam nos descontos ou estes n&atilde;o foram suficientes.<br /><br />Fonte: LinkQ Kantar Worldpanel</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 06 Feb 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Black-Friday-atraiu-apenas-14-dos-brasileiros</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[ComTech]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Infogrfico-ComTech</link>
         <description><![CDATA[<p>O mercado de smartphones tem se apresentado cada vez mais promissor no Brasil. Em 2013, entre janeiro e setembro, a compra desses aparelhos registrou um aumento de 130% em compara&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo do ano passado, aponta estudo Comtech da Kantar Worldpanel. Nesse ritmo, a estimativa &eacute; de que, at&eacute; 2016, o pa&iacute;s ganhe mais 75 milh&otilde;es de smartphones. &ldquo;A multifuncionalidade desses aparelhos aliada &agrave; diversidade de pre&ccedil;os s&atilde;o atrativos para o gosto e o bolso do consumidor&rdquo;, completa Cynthia Vieira, diretora Comtech da Kantar Worldpanel.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 18 Dec 2013 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Infogrfico-ComTech</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Consumer Insights Q3 2013]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumer-Insights-Q3-2013</link>
         <description><![CDATA[<p>Um&nbsp;estudo realizado pela Kantar Worldpanel, o Consumer Insights, aponta as apostas para um final de ano de maior consumo. Confira as&nbsp;incertezas pelas quais o brasileiro passou durante o ano e veja as estrat&eacute;gias e oportunidades que as empresas podem adotar para alavancar as vendas neste final de ano.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 28 Nov 2013 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumer-Insights-Q3-2013</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Express Shopper]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Express-Shopper</link>
         <description><![CDATA[<p>O estudo Consumer Watch Shopper Express, da Kantar Worldpanel, realizado nas principais cidades da Am&eacute;rica Latina, re&uacute;ne 6.400 shoppers e identifica as principais caracter&iacute;sticas do consumidor latino.<br />Com um estilo de vida cada vez mais agitado, as pessoas buscam principalmente por praticidade. A economia n&atilde;o &eacute; apenas no bolso, mas tamb&eacute;m no tempo.</p>
<p>Conhe&ccedil;a dicas de como atender esse novo shopper que agora possui mais poder sobre seu tempo e planejamento.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 04 Nov 2013 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Express-Shopper</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Tend?ncias de consumo para 2014]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Tendencias-de-consumo-no-Brasil</link>
         <description><![CDATA[<p>Em entrevista &agrave; Ag&ecirc;ncia Estado, Marcos Calliari, Managing Director da Kantar Worldpanel, fala sobre as tend&ecirc;ncias de consumo para 2014. Destaca ainda a nova maneira de comportamento dos consumidores brasileiros que, cada vez mais t&ecirc;m racionalizado na hora da compra e o apelo emocional, apesar de muito forte, passou para o segundo plano. <br />Com um shopper mais racional e que planeja suas compras, Calliari aponta a dire&ccedil;&atilde;o que as marcas devem seguir se desejam obter crescimento em 2014.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 28 Oct 2013 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Tendencias-de-consumo-no-Brasil</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Fam?lia Skype]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Famlia-Skype</link>
         <description><![CDATA[<p>Como l&iacute;der mundial em conhecimentos e insights sobre o consumidor, a Kantar Worldpanel oferece sempre a melhor solu&ccedil;&atilde;o para inspirar a&ccedil;&otilde;es de sucesso para os seus clientes.<br />Com base nos dados fornecidos pela Kantar Worldpanel a Qualy lan&ccedil;ou sua campanha "Fam&iacute;lia Skype" que, baseada na penetra&ccedil;&atilde;o de margarina nos lares brasileiros, conta as aventuras que uma fam&iacute;lia enfrenta para se manter unida apesar da dist&acirc;ncia.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 25 Oct 2013 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Famlia-Skype</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Meu Fornecedor - Guia de fornecedores 2013]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Meu-Fornecedor</link>
         <description><![CDATA[<p><span style="font-size: small;"><span style="color: black; line-height: 150%; font-family: 'Arial','sans-serif';">O Guia Meu Fornecedor traz, pela terceira vez consecutiva, um cen&aacute;rio realista sobre os fabricantes de categorias de alto giro das cestas de alimentos, refrigerados, bebidas, higiene e beleza, limpeza e bazar, que est&atilde;o de fato na casa dos consumidores, por meio de suas marcas. Instrumento para uso cotidiano de compradores das redes e de supermercadistas em geral, sua utilidade vai muito al&eacute;m da consulta. A partir dos dados levantados pela Kantar Worldpanel, verificamos o quanto ainda h&aacute; de oportunidades para que categorias adentrem os lares brasileiros.<br /></span><span style="margin: 0px; padding: 0px; color: #000000; text-transform: none; line-height: normal; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; font-family: Arial, Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; background-color: #ffffff; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px;"><span style="background: white; color: black; line-height: 150%; font-family: 'Arial','sans-serif';">O nosso intuito com esse trabalho &eacute; que a parceria entre supermercados e fornecedores seja cada vez mais forte, para driblar qualquer contratempo. </span></span><span style="margin: 0px; padding: 0px; color: #000000; text-transform: none; line-height: normal; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; font-family: Arial, Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; background-color: #ffffff; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px;"><span style="background: white; color: black; line-height: 150%; font-family: 'Arial','sans-serif';">Por&nbsp;</span></span><span style="margin: 0px; padding: 0px; color: #000000; text-transform: none; line-height: normal; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; font-family: Arial, Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; background-color: #ffffff; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px;"><span style="margin: 0px; padding: 0px; color: #000000; text-transform: none; line-height: normal; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; font-family: Arial, Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; background-color: #ffffff; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px;">isso, </span></span><span style="margin: 0px; padding: 0px; color: #000000; text-transform: none; line-height: normal; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; font-family: Arial, Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; background-color: #ffffff; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px;"><span style="margin: 0px; padding: 0px; color: #000000; text-transform: none; line-height: normal; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; font-family: Arial, Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; background-color: #ffffff; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px;">Kantar Worldpanel e SuperHiper colocam nas m&atilde;os dos supermercadistas informa&ccedil;&otilde;es preciosas.<br /></span></span><span style="background: white; color: black; line-height: 150%; font-family: 'Arial','sans-serif';">Vale destacar que para chegar ao resultado de classifica&ccedil;&atilde;o, o estudo elaborado pela Kantar Worldpanel leva em conta a somat&oacute;ria das marcas de cada empresa presentes nos lares, independentemente do canal em que o produto foi adquirido. A coloca&ccedil;&atilde;o de primeiro at&eacute; o quinto classificado &eacute; mostrado no total Brasil e tamb&eacute;m regionalmente.</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 09 Sep 2013 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Meu-Fornecedor</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Compra de Smartphones registra crescimento]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Compra-de-Smatphones-Cresce</link>
         <description><![CDATA[<p>O cen&aacute;rio brasileiro t&ecirc;m registrado muitas mudan&ccedil;as e uma delas &eacute; a&nbsp;busca&nbsp;por acessibilidade m&oacute;vel via internet, que est&aacute; cada vez mais acentuada. Prova disso &eacute; a disposi&ccedil;&atilde;o do consumidor em desembolsar mais na hora da compra,&nbsp;assim explica-se&nbsp;o&nbsp;crescimento na&nbsp;aquisi&ccedil;&atilde;o de smartphones. A compra de celulares acima de R$400 apresentou aumento de 20% em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior e a queda na compra de celulares mais simples&nbsp;foi de 72% para 52%. A pesquisa revela ainda quais s&atilde;o os fatores principais que influenciam a escolha na hora da compra e os principais canais escolhidos pelo consumidor.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 03 Sep 2013 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Compra-de-Smatphones-Cresce</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Consumer Insights - 1? semestre 2013]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumer-Insights-1-semestre-2013</link>
         <description><![CDATA[<p>O estudo semestral realizado pela Kantar Worldpanel, o Consumer Insights, aponta a corrida para a retomada do consumo em 2013. Confira a evolu&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s ao longo dos tempos, o impacto da infla&ccedil;&atilde;o sobre a cesta de consumo dos brasileiros neste primeiro semestre e como est&atilde;o as perspectivas de futuro.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 19 Aug 2013 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumer-Insights-1-semestre-2013</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[No cora??o dos brasileiros - Ranking Mais Mais]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Ranking-Mais-Mais</link>
         <description><![CDATA[<p>O ano de 2013 come&ccedil;ou com muitas mudan&ccedil;as no cen&aacute;rio econ&ocirc;mico brasileiro e muitas incertezas passaram a fazer parte do cotidiano das fam&iacute;lias. O aumento da infla&ccedil;&atilde;o nos primeiros meses do ano impactou diretamente no consumo.<br />Como o seu neg&oacute;cio se enquadra nesse panorama?<br />A pesquisa Mais Mais ajuda a entender melhor o cen&aacute;rio das marcas e as tend&ecirc;ncias de consumo.</p>
<p>Clique no link e tenha acesso a edi&ccedil;&atilde;o virtual da pesquisa&nbsp;Mais Mais:<br /><a href="http://www.supervarejo.com.br/?page_id=6">http://www.supervarejo.com.br/?page_id=6</a></p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 16 Aug 2013 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Ranking-Mais-Mais</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Estudo Consumer Insights do primeiro trimestre de 2013]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumer-Insights</link>
         <description><![CDATA[<p>Um estudo trimestral realizado pela Kantar Worldpanel, o Consumer Insights, aponta as incertezas do consumo&nbsp;para o ano de 2013. Confira o impacto da infla&ccedil;&atilde;o sobre a cesta de consumo dos brasileiros e as medidas adotadas pelo governo para incentivar o consumo e as ind&uacute;strias.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 25 Jun 2013 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Consumer-Insights</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Cesta de compra dos brasileiros e latinoamericanos]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Cesta-de-compras-dos-brasileiros-e-latinoamericanos</link>
         <description><![CDATA[<p>Com a melhoria da renda e estabilidade econ&ocirc;mica, consumo na am&eacute;rica latina ganha espa&ccedil;o frente a EUA e Europa. A mudan&ccedil;a no consumo do brasileiro tem sido a sofistica&ccedil;&atilde;o na compra de produtos</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 24 May 2013 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Cesta-de-compras-dos-brasileiros-e-latinoamericanos</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Consumo das classes D/E teve queda de 11% em 2013]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Queda-no-consumo-das-classes-DE</link>
         <description><![CDATA[<p>As classes socioecon&ocirc;micas que impulsionaram o crescimento do pa&iacute;s&nbsp;no ano de 2012&nbsp;s&atilde;o impactadas pela alta dos pre&ccedil;os no ano de 2013 e diminui o consumo em 11%</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 07 May 2013 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Queda-no-consumo-das-classes-DE</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Conhe?a as marcas mais escolhidas mudialmente]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Conhea-o-ranking-Brand-Footprint-das-marcas-de-consumo-mais-escolhidas-do-mundo</link>
         <description><![CDATA[<p>A Kantar Worldpanel lan&ccedil;ou o ranking Brand Footprint, que revela as 50 marcas de consumo mais escolhidas globalmente e em 32 pa&iacute;ses.</p>
<p>Atrav&eacute;s de uma m&eacute;trica inovadora chamada "Consumer Reach Points", que combina o n&uacute;mero de fam&iacute;lias que consomem uma marca e frequ&ecirc;ncia de compra, revela a for&ccedil;a das marcas em 32 pa&iacute;ses (e quatro regi&otilde;es) em todo o mundo, nos setores de alimentos, bebidas, cuidados pessoais e cuidados do lar.</p>
<p>As marcas globais que est&atilde;o liderando o ranking est&atilde;o Coca-Cola, Colgate e Nescaf&eacute;, mostrando a import&acirc;ncia de suas a&ccedil;&otilde;es pelo mundo.</p>
<p>N&oacute;s convidamos voc&ecirc; a saber mais sobre o Brand Footprint acessando o site <span style="text-decoration: underline;">www.brandfootprint-ranking.com</span> onde voc&ecirc; tamb&eacute;m pode encontrar estudos de caso de marcas que fazem parte do ranking.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 02 May 2013 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Conhea-o-ranking-Brand-Footprint-das-marcas-de-consumo-mais-escolhidas-do-mundo</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Latam Consumer Overview 2013]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Latam-Consumer-Overview-2013</link>
         <description><![CDATA[<p>Voc&ecirc; sabe o que &eacute; Triscaidecafobia? &Eacute; o medo irracional do n&uacute;mero 13.</p>
<p>Para garantir que o n&uacute;mero s&oacute; lhe trar&aacute; sorte durante 2013, a Kantar Worldpanel fornece uma vis&atilde;o geral da Latam, com 13 olhares importantes para o neg&oacute;cio.</p>
<p><br />Depois de um ano de recupera&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica, 2013 vai nos permitir crescer de acordo com o nosso potencial. Os pa&iacute;ses emergentes seguem se destacando pelo seu crescimento e muitas das oportunidades est&atilde;o na Am&eacute;rica Latina. O consumo &eacute; o motor do nosso crescimento, impulsionado pelo desembolso nas ocasi&otilde;es de compra, incluindo a queda de frequ&ecirc;ncia.</p>
<p><br />Quer saber quais cestas, categorias e dados demogr&aacute;ficos est&atilde;o impulsionando o consumo? Quer entender o que o contexto macroecon&oacute;mico e social em que trabalham os seus produtos?</p>
<p><br />Conhe&ccedil;a os 13 olhares que Kantar Worldpanel selecionou para voc&ecirc;.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 01 Apr 2013 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Latam-Consumer-Overview-2013</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Indicadores da Kantar Worldpanel ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Indicadores-da-Kantar-Worldpanel-ajudam-a-defender-desonerao-da-Cesta-Basica</link>
         <description><![CDATA[<p><span style="font-size: small;">O governo federal realizou a desonera&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria de produtos da cesta b&aacute;sica e a Abras, juntamente com os indicadores fornecidos pela Kantar Worldpanel, participaram ativamente deste processo de confec&ccedil;&atilde;o da lista de produtos.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">O crit&eacute;rio para a inclus&atilde;o dos produtos na listagem&nbsp;a ser avaliada pelo governo&nbsp;federal foi o &iacute;ndice de penetra&ccedil;&atilde;o dos produtos nos lares brasileiros. Quase todos os produtos incluidos est&atilde;o presentes em mais de 80% dos lares brasileiros, conforme dados da Kantar Worldpanel.</span></p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 15 Mar 2013 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Indicadores-da-Kantar-Worldpanel-ajudam-a-defender-desonerao-da-Cesta-Basica</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Guia oficial de fornecedores do setor supermercadista]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Meu-fornecedor-guia-oficial-de-2012</link>
         <description><![CDATA[<p><span>Segunda edi&ccedil;&atilde;o </span><span>da revista </span><span>SuperHiper Meu Fornecedor traz dados atualizados para que supermercadistas estejam em contato constante com os principais fabricantes do segmento alimentar no Pa&iacute;s</span></p>
<p><span>N&atilde;o &eacute; novidade para ningu&eacute;m que o setor de supermercados escoa a maior parte da produ&ccedil;&atilde;o das ind&uacute;strias de<span class="apple-converted-space">&nbsp;</span><a id="_GPLITA_1" title="Click to Continue &gt; by DownloadNSave" href="http://www.kantarworldpanel.com/br/Releases/Meu-fornecedor-guia-oficial-de-2012"><span>alimentos</span></a>, bebidas, higiene e limpeza. Dados da Kantar Worldpanel, parceira </span><span>da</span><span> SuperHiper nesta edi&ccedil;&atilde;o, cujas informa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o colhidas em pain&eacute;is domiciliares, d&atilde;o conta de que em 2011 praticamente 60% das vendas do total de categorias auditadas por ela foram adquiridas no autosservi&ccedil;o. Um setor que mant&eacute;m o vigor, mesmo diante da crise internacional e de certa cautela por parte de segmentos da economia e da popula&ccedil;&atilde;o. Conforme o &Iacute;ndice de Vendas da Abras, no acumulado do primeiro semestre de 2012 (janeiro a junho) houve acr&eacute;scimo de 6,8% nas vendas dos supermercados em compara&ccedil;&atilde;o a igual per&iacute;odo do ano anterior.</span></p>
<p><span>O fato &eacute; que n&atilde;o se pode negar o avan&ccedil;o obtido nos &uacute;ltimos anos e que ainda convivemos com &iacute;ndices baixos de desemprego comparados a outros per&iacute;odos e aos de outros pa&iacute;ses, os europeus por exemplo. &Agrave; medida que houve melhoria na<span class="apple-converted-space">&nbsp;</span><a id="_GPLITA_0" title="Click to Continue &gt; by DownloadNSave" href="http://www.kantarworldpanel.com/br/Releases/Meu-fornecedor-guia-oficial-de-2012"><span>renda</span></a><span class="apple-converted-space">&nbsp;</span>das fam&iacute;lias brasileiras, mais categorias adentraram os lares. Tanto &eacute; que chegamos &agrave; nossa 2&ordf; edi&ccedil;&atilde;o do guia qualificado, SuperHiper Meu Fornecedor, e mais uma vez comprovamos que a maior parte das categorias conquistou mais lares, os consumidores adquiriram os produtos mais vezes e ampliaram o desembolso na maioria dos casos.</span></p>
<p><span>Essa din&acirc;mica deve continuar. Para isso, nesta publica&ccedil;&atilde;o, trazemos informa&ccedil;&otilde;es preciosas para o supermercadista, pois al&eacute;m de saber quantos lares consomem cada produto, destacando que cada ponto percentual representa 440 mil lares (veja metodologia), ele tamb&eacute;m conhece quais s&atilde;o os principais fornecedores de marcas que est&atilde;o na casa do consumidor para tomar decis&otilde;es cada vez mais assertivas.</span></p>
<p><span>O estudo elaborado pela Kantar Worldpanel leva em conta a somat&oacute;ria das marcas de cada empresa presentes nos lares, independentemente do canal em que foi adquirido, e determina a coloca&ccedil;&atilde;o de primeiro at&eacute; o quinto classificado no total Brasil e regionalmente.</span></p>
<p><span>O supermercadista tem o contato das ind&uacute;strias (raz&atilde;o social/endere&ccedil;o/site/ telefone/suas marcas em cada categoria), literalmente &agrave; sua m&atilde;o, e ainda sabe quais foram as principais movimenta&ccedil;&otilde;es de cada uma dessas empresas durante o &uacute;ltimo ano, seja investindo em categorias, em campanhas, em aquisi&ccedil;&otilde;es, entre outras a&ccedil;&otilde;es.</span></p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 22 Nov 2012 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Meu-fornecedor-guia-oficial-de-2012</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Estudo Mais Mais na revista Super Varejo ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Estudo-Mais-Mais-na-revista-Super-Varejo-</link>
         <description><![CDATA[<p>Toda semana um grupo de entrevistadoras da Kantar Worldpanel visita os lares brasileiros, coletando informa&ccedil;&atilde;o e documentando o comportamento de compra para produtos alimentares, de higiene pessoal e limpeza dom&eacute;stica. Uma vez por ano, essas informa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o apresentadas na Super Varejo, no ranking Mais Mais, que nesta edi&ccedil;&atilde;o abrange 144 categorias.</p>
<p>O leitor poder&aacute; conferir as tend&ecirc;ncias de consumo, ap&oacute;s as mudan&ccedil;as nos bolsos das classes C, D, E, conhecer os novos perfis do consumidor, entender os novos pap&eacute;is do homem e da mulher, saber qual &eacute; a nova gera&ccedil;&atilde;o que est&aacute; impunsionando o mercado.</p>
<p>Estas e outras informa&ccedil;&otilde;es podem ajud&aacute;-lo a compor melhor o mix, desenvolver promo&ccedil;&otilde;es e vender mais.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 15 Aug 2012 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Estudo-Mais-Mais-na-revista-Super-Varejo-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[A pol?mica das sacolas continua]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Supermercados-vo-ter-que-oferecer-embalagens-biodegradveis</link>
         <description><![CDATA[<p>A Pol&ecirc;mica das Sacolas continua...</p>
<p>Nesta ter&ccedil;a-feira, 31 de julho, o Jornal SPTV 1&ordm; Edi&ccedil;&atilde;o esteve na&nbsp;Kantar Worldpanel&nbsp;para entrevistar a&nbsp;diretora comercial Christine Pereira,&nbsp;a fim de&nbsp;entender os impactos no consumo dos brasileiros em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; uma nova decis&atilde;o da justi&ccedil;a que determinou que os supermercados v&atilde;o ter que oferecer aos&nbsp;shoppers sacolinhas com material biodegrad&aacute;vel, gratuitamente.</p>
<p>De acordo com a pesquisa realizada em todo o territ&oacute;rio nacional apenas 20% dos brasileiros&nbsp;Sempre utiliza sacolas retorn&aacute;veis, enquanto que a grande maioria, de 43%, Nunca utiliza esse tipo de sacola quando efetua suas compras, o que&nbsp;demonstra resist&ecirc;ncia da popula&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Confira a mat&eacute;ria na integra:</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 01 Aug 2012 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Supermercados-vo-ter-que-oferecer-embalagens-biodegradveis</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Cresce o uso do cart?o de cr?dito]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Cresce-o-uso-do-carto-de-crdito</link>
         <description><![CDATA[<h1 class="entry-title">Cresce o uso do cart&atilde;o de cr&eacute;dito para pagar compra do supermercado</h1>
<h2>No primeiro trimestre, dois milh&otilde;es de fam&iacute;lias da nova classe m&eacute;dia usaram, pela primeira vez, cart&atilde;o de cr&eacute;dito para pagar supermercado.</h2>
<p>por Roberto Paiva</p>
<p>A nova classe m&eacute;dia chegou ao cart&atilde;o de cr&eacute;dito como meio para pagar a compra do supermercado. O problema &eacute; que o pagamento f&aacute;cil leva, em muitos casos, a uma bola de endividamento.</p>
<p>O professor Braz Dica prefere o cart&atilde;o de cr&eacute;dito porque consegue parcelar a compra em v&aacute;rias vezes e sem juros. &ldquo;Cabe no or&ccedil;amento, o cart&atilde;o de cr&eacute;dito ajuda bastante e evita ficar com dinheiro na carteira&rdquo;.</p>
<p>Na hora de fazer o mercado, a prefer&ecirc;ncia do consumidor ainda &eacute; pagar com dinheiro. O cart&atilde;o de cr&eacute;dito vem em segundo. &ldquo;&Eacute; mais pela praticidade de pagar de uma vez s&oacute;, n&atilde;o ficar pagando o dia a dia ali&rdquo;, diz o corretor de im&oacute;veis, Manoel da Silva Neto.</p>
<p>Facilidades que t&ecirc;m atra&iacute;do um novo p&uacute;blico. Uma pesquisa mostra que no primeiro trimestre deste ano, dois milh&otilde;es de fam&iacute;lias usaram, pela primeira vez, o cart&atilde;o de cr&eacute;dito para pagar o supermercado.</p>
<p>No mesmo per&iacute;odo, as compras de alimentos, bebidas, material de higiene e de limpeza com cart&atilde;o cresceram 19%. Para a empresa que fez a pesquisa, o aumento foi puxado principalmente pela nova classe m&eacute;dia que passou a ter mais acesso a essa forma de pagamento como complemento da renda.</p>
<p>&ldquo;O que a gente imagina hoje &eacute; que cada vez mais essa classe teve um boom de renda, n&atilde;o tem or&ccedil;amento muito equilibrado, ent&atilde;o ela come&ccedil;a a achar novos meios de pagamento para antecipar isso, s&oacute; que ao mesmo tempo ela se endivida, ent&atilde;o ela acha que aquele momento ela pode ter o produto e ao mesmo tempo se endividando, vira uma bola de neve dentro dos gastos do consumidor, diz o diretor de contas da Kantar Wordpanel, David Fiss.</p>
<p>FONTE - Jornal da Globo</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 27 Jul 2012 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Cresce-o-uso-do-carto-de-crdito</guid>
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         <title><![CDATA[Prefer?ncia por produtos sustent?veis ? comentada no R7]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Preferncia-por-produtos-sustentveis--comentada-no-R7</link>
         <description><![CDATA[<p>Com o poder de compra maior, a busca pelo consumo sustent&aacute;vel tem que aponta seus holofotes para as classes D e E. De acordo com o estudo, o brasileiro mostra uma tend&ecirc;ncia a optar por produtos com abordagem sustent&aacute;vel desde que apresente benef&iacute;cios para o consumidor, principalmente no bolso. Produtos como l&acirc;mpadas que gastam menos energia, contudo tem um tempo de durabilidade maior, ades&atilde;o ao reaproveitamento de alimentos ou controlar o consumo de &aacute;gua refletem diretamente em economia nos gastos da fam&iacute;lia. Por exemplo, 59% dizem sempre usar l&acirc;mpadas mais econ&ocirc;micas e apenas 16% afirmam sempre buscar produtos que usem embalagens recicladas.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 05 Jul 2012 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/Preferncia-por-produtos-sustentveis--comentada-no-R7</guid>
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         <title><![CDATA[Entenda a diferen?a entre Shopper e Consumidor]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/ENTENDA-A-DIFERENA-ENTRE-SHOPPER-E-CONSUMIDOR</link>
         <description><![CDATA[<p>Consumidor ou shopper? Qual dos dois o supermercadista deve focar? Quem &eacute; o mais sucet&iacute;vel &agrave;s promo&ccedil;&otilde;es realizadas na loja? Esses foram alguns dos assuntos debatidos na primeira palestra do audit&oacute;rio de Marketing e Consumidor, que aconteceu em maio,no 28&ordm; Congresso e Feira de Neg&oacute;cios em Supermercados da APAS &ndash; Associa&ccedil;&atilde;o Paulista de Supermercados.</p>
<p>Na palestra a Kantar Wordpanel falou sobre o consumidor e o shopper no processo de compra, explicando que o shopper &eacute; quem de fato vai comprar na rede varejista e interagir com o vendedor. J&aacute; o consumidor &eacute; o usu&aacute;rio final do produto. &ldquo;&Eacute; o shopper que tem informa&ccedil;&otilde;es sobre pre&ccedil;o, marcas e varejo&rdquo;, ressaltou a palestrante da Kantar Worldpanel, empresa que audita, semanalmente,&nbsp;8.200 domic&iacute;lios&nbsp;em todo&nbsp;Brasil, que representa 48 milh&otilde;es dos lares.</p>
<p>De acordo com a diretora da Kantar Worldpanel, 21% s&atilde;o shoppers observadores e anal&iacute;ticos; outra parcela significativa s&atilde;o os shoppers &aacute;vidos por informa&ccedil;&atilde;o, dispostos a conhecer novas coisas. &ldquo;Nosso grande desafio &eacute; entender quem compra e quem usa. N&atilde;o podemos deixar de focar o usu&aacute;rio final, mas precisamos, de maneira acertiva, identificar e atuar para o shopper&rdquo;, concluiu.</p>
<p>FONTE: APAS</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 20 Jun 2012 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/ENTENDA-A-DIFERENA-ENTRE-SHOPPER-E-CONSUMIDOR</guid>
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         <title><![CDATA[]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/title</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <pubDate>Thu, 01 Jan 1970 00:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/br/Releases/title</guid>
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