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      <title>Kantar Worldpanel News RSS PortuguÃ©s</title>
      <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/</link>
      <description>Kantar Worldpanel. High Definition Inspiration</description>
      <language>pt</language>
      <pubDate>Sun, 17 May 2026 05:13:44 +0000</pubDate>
      <lastBuildDate>Sun, 17 May 2026 05:13:44 +0000</lastBuildDate>
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         <title><![CDATA[A conveniÃªncia faz a preferÃªncia]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/A-convenincia-faz-a-preferncia</link>
         <description><![CDATA[<p>A acelera&ccedil;&atilde;o do dia-a-dia e a procura de praticidade pelo consumidor na sua ida &agrave;s compras criou, ao longo dos &uacute;ltimos anos, uma din&acirc;mica de retalho de proximidade. O mercado portugu&ecirc;s, que est&aacute; em constante transforma&ccedil;&atilde;o e adapta&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o &eacute; exce&ccedil;&atilde;o. O aumento das idas &agrave;s lojas, a par da redu&ccedil;&atilde;o da cesta como combate &agrave; infla&ccedil;&atilde;o, acelera uma escolha pela proximidade, dado que 73% dos portugueses afirmam preferirem comprar em lojas pr&oacute;ximas da sua casa/trabalho, de acordo com o LifeStyles da Worldpanel by Numerator. Isto tornou-se numa nova realidade para alguns retalhistas, que decidiram adaptar as suas lojas e oferta, motivados pelo indicador de conveni&ecirc;ncia.</p>
<p>No segmento das lojas, a notoriedade tornou-se o bra&ccedil;o direito para dar resposta a esta din&acirc;mica de mercado e prevalece em dois pilares fundamentais: aumento do n&uacute;mero de aberturas, principalmente em localidades de menor dimens&atilde;o, para conseguirem alcan&ccedil;ar novos e mais clientes; investimento e renova&ccedil;&atilde;o de lojas de vizinhan&ccedil;a, para que o seu formato seja de acordo com o que os portugueses procuram &ndash; 68% dos shoppers admitem que a compra &eacute; mais f&aacute;cil em estabelecimentos pequenos, de acordo com o mesmo estudo.</p>
<p>At&eacute; os retalhistas de Sortido Amplo - que facilmente associamos a lojas hipers de gama alargada &ndash; t&ecirc;m vindo a redefinir as lojas de proximidade como foco estrat&eacute;gico a longo prazo. E este investimento reflete-se positivamente no comportamento do consumidor: em 2024, j&aacute; 49% dos portugueses frequentavam os supers de proximidade (+4.6pp) e v&atilde;o 1.4% mais &agrave;s compras nestes estabelecimentos, comparativamente com 2021.</p>
<p>Mas qual o impacto que os supers de proximidade t&ecirc;m para com o resto do mercado?</p>
<p>O primeiro racioc&iacute;nio que surge ser&aacute; uma poss&iacute;vel troca direta, ou a canibaliza&ccedil;&atilde;o do mercado nestes pontos de venda, mas a verdade &eacute; que os supers de proximidade t&ecirc;m refletido, n&atilde;o s&oacute; um aumento nas compras de mercado atuais, como s&atilde;o agora acrescentadas ao report&oacute;rio de op&ccedil;&otilde;es do comprador, o que demonstra o valor acrescentado que estas lojas trazem para o mundo do retalho. Adicionalmente, respondem &agrave; procura de conveni&ecirc;ncia deste comprador que, por norma, d&aacute; prefer&ecirc;ncia a cestas reduzidas e &agrave; assiduidade da compra. Ali&aacute;s, este comprador tende a ser aquele que, anteriormente, fazia compras na mercearia, peixaria ou padaria do seu bairro, dado que o tradicional &eacute; o canal principal de transfer&ecirc;ncia de consumo para esta tipologia de lojas (+45%).</p>
<p>Os supers de proximidade agrupam as diferentes categorias do tradicional num s&oacute; s&iacute;tio, proporcionando uma experi&ecirc;ncia r&aacute;pida e ideal para 68% dos portugueses que destacam a sua prefer&ecirc;ncia por gastarem o menor tempo poss&iacute;vel nas compras. Estes estabelecimentos permitem isto. A sua conveni&ecirc;ncia e, tal como o nome indica, proximidade, fazem com que sejam a nova vers&atilde;o moderna do canal tradicional.</p>
<p>Mas o que come&ccedil;a no formato, tem de se expandir para a gama. Se a estrutura da loja &eacute; adaptada, a pr&oacute;pria oferta tem de mudar, n&atilde;o s&oacute; para maximizar a rentabilidade do retalhista por metro quadrado, como para responder &agrave;s necessidades deste tipo de consumidor. Na mesma linha de conveni&ecirc;ncia, refletimos agora sobre a categoria de Comida Pronta. O conceito de Comida Pronta permite ao comprador solu&ccedil;&otilde;es de refei&ccedil;&otilde;es r&aacute;pidas, pr&aacute;ticas e de qualidade. E, o que antes se via como produtos destinadados a um consumidor com falta de jeito e/ou tempo para cozinhar, &eacute; agora uma das principais categorias estrat&eacute;gicas de inova&ccedil;&atilde;o, atra&ccedil;&atilde;o e aumento de frequ&ecirc;ncia no retalhista: 18% dos portugueses afirmam que compram frequentemente comida preparada para levar para casa e 50% est&atilde;o dispostos a pagar mais por produtos que lhes facilitem as tarefas de casa &ndash; como cozinhar &ndash;, valores estes que, nos &uacute;ltimos cinco anos, sofreram um aumento de 5.2pp e 1.8pp, respetivamente.</p>
<p>O &ldquo;boom&rdquo; do OOH (<em>Out-of-Home</em>) tem conquistado o <em>share of wallet</em> do consumidor, mas em 2025 o <em>In-Home</em> voltou a ganhar for&ccedil;a com um gasto mais qualificado, resultante de um forte impulso pela Alimenta&ccedil;&atilde;o sem Frescos. Nesta macrocategoria est&aacute; a Comida Pronta, que tem vindo a ganhar espa&ccedil;o no linear por dar resposta a esta procura de imediatismo do consumidor. Apesar de j&aacute; existente no mercado, nos &uacute;ltimos tempos este segmento come&ccedil;ou a ser mais explorado pelos retalhistas, que viram nele uma oportunidade de aumentar tr&aacute;fego na loja e prefer&ecirc;ncia na escolha. Em 2025, este segmento j&aacute; chega a 89% da popula&ccedil;&atilde;o. Quando olhamos para a varia&ccedil;&atilde;o, numa periodicidade de dois anos, a gama refrigerada est&aacute; cada vez mais presente nas cestas, com destaque para as refei&ccedil;&otilde;es (+5.7pp), pizzas (+3.6pp), salgados (+3pp), sandes e saladas (+1.1pp), de acordo com o painel de lares da Worldpanel.</p>
<p>Agora, numa fase de mais maturidade e atualidade da categoria, o seu saldo positivo de compradores adv&eacute;m da transfer&ecirc;ncia de consumo de outras categorias, como Frescos e Latic&iacute;nios; mas o mais interessante &eacute; que este ganho resulta, maioritariamente, da lealdade dos compradores, e subsequentemente, da sua intensifica&ccedil;&atilde;o de compra destes produtos &ndash; o que reflete tamb&eacute;m numa valoriza&ccedil;&atilde;o que este segmento traz para o mercado de FMCG.</p>
<p>A conveni&ecirc;ncia trouxe uma nova din&acirc;mica de mercado, e com ela trouxe desafios para os retalhistas que utilizam a Comida Pronta e, no par&acirc;metro de OOH, a Restaura&ccedil;&atilde;o, como ganchos de atra&ccedil;&atilde;o e aumento de frequ&ecirc;ncia &agrave;s suas lojas. Mas nem todos conseguem estar &agrave; altura do desafio: quando olhamos para os Hipers/Supers*, estes apresentam uma performance saud&aacute;vel no setor, com abrandamentos expect&aacute;veis, mas uma evolu&ccedil;&atilde;o positiva a longo prazo e com tend&ecirc;ncia a melhorar.</p>
<p>Do outro lado da moeda, os Discounts contribuem neste momento de forma negativa para este segmento, com particular dificuldade em crescer no recrutamento de compradores. O panorama torna-se mais complicado ainda, dado que os Discounts t&ecirc;m uma frequ&ecirc;ncia de compra deste segmento 6% inferior e metade da compra m&eacute;dia feita nos Hipers/Supers.</p>
<p>O que estas novas din&acirc;micas nos dizem &eacute; que, num mercado saturado de promo&ccedil;&otilde;es, &eacute; fundamental para os Retalhistas irem al&eacute;m do pre&ccedil;o, para serem a prioridade na escolha do <em>shopper</em>. Num mercado em que a proximidade das lojas e a simplicidade da oferta est&aacute; a conquistar adeptos, o ganho de visitas &eacute; a chave estrat&eacute;gica para os retalhistas conseguirem reter o seu consumidor e se desenvolverem num cen&aacute;rio cada vez mais complexo e competitivo.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 06 Apr 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/A-convenincia-faz-a-preferncia</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[O que Ã© que se bebe aqui?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/O-que--que-se-bebe-aqui</link>
         <description><![CDATA[<p>Com a infla&ccedil;&atilde;o a estabilizar e o tempo mais apraz&iacute;vel, os portugueses saiem mais de casa, o que impulsiona o consumo fora do lar.</p>
<p>A maior presen&ccedil;a dos compradores fora de casa potencia, de forma natural, o seu consumo. Por isso, o setor acaba por crescer 5% (vs. o ano a terminar no primeiro semestre de 2024) em ocasi&otilde;es de consumo, sobretudo por via da frequ&ecirc;ncia e n&atilde;o tanto pela conquista de novos compradores. Nesse cen&aacute;rio, as bebidas frias lideram o crescimento, com +11% em ocasi&otilde;es de consumo, seguidas pelas refei&ccedil;&otilde;es principais.</p>
<p>Todos os canais contribuem para este aumento, mas o Canal Din&acirc;mico (compras realizadas nos supermercados para consumir fora do lar) &eacute; o &uacute;nico a atrair novos compradores. A par deste, o Horeca Independente e o Canal Impulso (m&aacute;quinas de vending, quiosques, &aacute;reas de servi&ccedil;o / postos de combust&iacute;vel, etc) impulsionam frequ&ecirc;ncia e ocasi&otilde;es. Enquanto o Horeca Organizado atua como o canal gancho &agrave; repeti&ccedil;&atilde;o de consumo.</p>
<p><strong>Diz-me onde est&aacute;s, dir-te-ei o que bebes</strong></p>
<p>Fora de casa, a &aacute;gua sem g&aacute;s, cerveja com &aacute;lcool e colas s&atilde;o as bebidas frias que geram mais ocasi&otilde;es de consumo. Sendo as duas primeiras, juntamente com os n&eacute;ctares, as que mais contribuem para o incremento do consumo. J&aacute; a &aacute;gua t&oacute;nica, &aacute;gua sem g&aacute;s com sabor e a cerveja sem &aacute;lcool evidenciam-se pelo seu crescimento absoluto, tend&ecirc;ncia que refor&ccedil;a o dinamismo destes produtos no mercado.</p>
<p>O Horeca Independente &ndash; canal ideal para gerar curiosidade sobre novas bebidas &ndash; &eacute; o principal dinamizador destes tr&ecirc;s produtos, levando novos compradores a experimentar &aacute;gua sem g&aacute;s com sabor e cerveja sem &aacute;lcool e a estimular a frequ&ecirc;ncia de consumo para &aacute;gua sem g&aacute;s com sabor e &aacute;gua t&oacute;nica. Tendo, al&eacute;m destes, potenciado o Ginger Ale e as bebidas espirituosas simples, refor&ccedil;ando a import&acirc;ncia do digestivo no final da refei&ccedil;&atilde;o. Contudo, no final do dia, a &aacute;gua lisa, a cerveja com &aacute;lcool e o vinho continuam a ser os pilares deste canal, porque h&aacute; h&aacute;bitos que se mant&ecirc;m.</p>
<p>No Canal Din&acirc;mico a conveni&ecirc;ncia &eacute; imperativa, por isso &eacute; fundamental ter o produto certo para o &ldquo;on the go&rdquo;. A &aacute;gua sem g&aacute;s, os n&eacute;ctares e as colas s&atilde;o os produtos core. Mas a cerveja com &aacute;lcool e a &aacute;gua gaseificada com sabor foram os produtos que mais se desenvolveram no &uacute;ltimo ano.</p>
<p>A &aacute;gua sem g&aacute;s, os n&eacute;ctares e os sumos naturais lideram os produtos mais consumidos no Canal Impulso, al&eacute;m destes tamb&eacute;m o iced tea tem um desenvolvimento assinal&aacute;vel nas ocasi&otilde;es de consumo, com as colas a sa&iacute;rem do top-3 de produtos mais consumidos neste canal.</p>
<p>J&aacute; no Horeca Organizado, o menu ajuda a ditar as regras, promovendo um consumo mais padronizado e suscet&iacute;vel aos acordos entre as cadeias e as marcas. Colas, &aacute;gua sem g&aacute;s e iced tea dominam as escolhas, mas os refrigerantes gaseificados de fruta e cerveja com &aacute;lcool puxam pelo crescimento do canal. As marcas que conseguem incluir-se no combo certo ganham vantagem competitiva.</p>
<p>No Delivery, a l&oacute;gica muda totalmente. A &aacute;gua sem g&aacute;s fica fora do top-3 porque &ldquo;&aacute;<em>gua eu tenho c&aacute; em casa, obrigado&rdquo;.</em> Colas, n&eacute;ctares e iced tea destacam-se, refor&ccedil;ando a import&acirc;ncia dos acordos que as marcas fazem para potenciar estas categorias e o seu alinhamento com as prefer&ecirc;ncias do consumidor, mais indulgente mas planeado.</p>
<p>O local de consumo influencia de forma clara a escolha da bebida, mas h&aacute; mais fatores determinantes. E para perceber isso convido-vos a ler o pr&oacute;ximo ponto.</p>
<p><strong>Esta bebe-se bem com o qu&ecirc;?</strong></p>
<p>Quem gosta de comer sabe que se d&aacute; um casamento perfeito quando se tem a <em>bebida certa</em> a acompanhar <em>aquele prato</em>.</p>
<p>Em 43% das ocasi&otilde;es em que os portugueses decidem comer pizza, colas &eacute; o segmento escolhido para acompanhar, com o iced tea a vir em segundo lugar. Por&eacute;m, os casamentos com colas e iced tea n&atilde;o ficam por aqui, se a escolha for hamb&uacute;rguer estes dois produtos somam 73% das ocasi&otilde;es de consumo, seguido dos n&eacute;ctares, que de muito perto piscam o olho ao iced tea.</p>
<p>Mas nem tudo vai bem com colas e iced tea. Nos pratos mais tradicionais, sejam de carne ou peixe e marisco, sobressaem a &aacute;gua sem g&aacute;s, o vinho e as colas como acompanhamento preferencial. A cerveja com &aacute;lcool destaca-se com carne e marisco, enquanto a sem &aacute;lcool sobressai com peixe. Gasosas de lima-lim&atilde;o e &aacute;gua gaseificada com sabores ganham espa&ccedil;o nos pratos de marisco. Uma tend&ecirc;ncia para mantermos debaixo de olho.</p>
<p>Com burritos ou tapas, os portugueses valorizam tanto as colas e os iced tea como as gasosas de lima-lim&atilde;o e os refrigerantes de fruta. Torradas, empanadas ou sandu&iacute;ches, devido ao seu car&aacute;cter mais de refei&ccedil;&atilde;o leve ou snack, s&atilde;o comummente acompanhados por sumos naturais e n&eacute;ctares.</p>
<p>O palato dos portugueses &eacute; claro: o <em>pairing </em>certo transforma as refei&ccedil;&otilde;es mais simples em mem&oacute;rias inesquec&iacute;veis.</p>
<p><strong>O momento certo para beber</strong></p>
<p>O consumo de bebidas frias fora de casa n&atilde;o acontece por acaso, est&aacute; relacionado com o ritmo do dia, as rotinas laborais e sociais, bem como pelas motiva&ccedil;&otilde;es dos portugueses. &Eacute; nessa intersec&ccedil;&atilde;o entre momento, canal e inten&ccedil;&atilde;o que est&atilde;o as maiores oportunidades para as marcas.</p>
<p>Os tr&ecirc;s momentos core s&atilde;o o almo&ccedil;o (36%), o jantar (21%) e o lanche da tarde (15%), aqui concentram-se a maioria das ocasi&otilde;es de consumo, mas h&aacute; um momento em franco desenvolvimento: o meio da manh&atilde;, que regista o maior crescimento absoluto. Um momento de pausa r&aacute;pida entre tarefas, onde a &aacute;gua sem g&aacute;s e os n&eacute;ctares s&atilde;o protagonistas &ndash; e a crescer. Escolhas ligadas &agrave; hidrata&ccedil;&atilde;o e naturalidade, na procura por algo saud&aacute;vel e leve, que encaixe no ritmo do dia.</p>
<p>Ao almo&ccedil;o, o consumo &eacute; mais diversificado. A &aacute;gua sem g&aacute;s, as colas e o vinho mant&ecirc;m-se core, mas s&atilde;o a cerveja com &aacute;lcool, as espirituosas simples &ndash; o cl&aacute;ssico digestivo &ndash; e refrigerantes de fruta que mais impulsionam as ocasi&otilde;es. Este padr&atilde;o pode sinalizar uma ligeira viragem para escolhas mais indulgentes. Em termos absolutos, destacam-se a &aacute;gua sem g&aacute;s com sabor e a cerveja sem &aacute;lcool.</p>
<p>No jantar, um maior equil&iacute;brio entre prazer e hidrata&ccedil;&atilde;o. A cerveja com &aacute;lcool, a &aacute;gua lisa e o iced tea s&atilde;o os que geram mais pontos de contacto com os consumidores. A estes juntam-se os n&eacute;ctares como produtos com maior desenvolvimento. Neste momento, a&nbsp;cerveja sem &aacute;lcool, as&nbsp;espirituosas simples&nbsp;e a&nbsp;&aacute;gua gaseificada com sabor&nbsp;registam ganhos relevantes &mdash; sinal de que os consumidores est&atilde;o recetivos a novas propostas, que encaixem no contexto.</p>
<p>Mas os momentos s&oacute; ganham for&ccedil;a quando cruzados com as motiva&ccedil;&otilde;es certas. As escolhas n&atilde;o s&atilde;o apenas racionais, s&atilde;o profundamente motivadas por estados de esp&iacute;rito, contextos e inten&ccedil;&otilde;es. As tr&ecirc;s principais motiva&ccedil;&otilde;es para o consumo de bebidas fora de casa s&atilde;o &ldquo;sair para beber algo&rdquo; (21%),<em> </em>&ldquo;Impulso/sem planear&rdquo; (21%) e &ldquo;Prazer / relax&rdquo; (16%)<em>. </em></p>
<p>Quando os portugueses &ldquo;saem para beber algo&rdquo; ou consomem bebidas por &ldquo;prazer&rdquo;, a cerveja com &aacute;lcool &eacute; o <em>copo </em>que bebem e continua a ser a maior potenciadora de ocasi&otilde;es. J&aacute; quando &eacute; movido por &ldquo;impulso&rdquo;, crescem os n&eacute;ctares e a &aacute;gua sem g&aacute;s, embora a cerveja com &aacute;lcool e as colas continuem a ser figuras principais.</p>
<p>Todavia, as motiva&ccedil;&otilde;es que mais contribu&iacute;ram para o incremento do consumo de bebidas foram o &ldquo;sair para beber<em> </em>algo&rdquo; e &ldquo;estar a trabalhar&rdquo;. Este &uacute;ltimo refor&ccedil;a a import&acirc;ncia do regresso ao trabalho presencial, com novas rotinas e momentos de consumo fora de casa. Neste contexto, a &aacute;gua sem g&aacute;s tem um papel preponderante, seguido das colas e do iced tea.</p>
<p>O consumo fora de casa abre uma mir&iacute;ade de oportunidades &agrave;s marcas para crescerem em compradores e frequ&ecirc;ncia. Compreender os momentos, canais e motiva&ccedil;&otilde;es dos portugueses &eacute; essencial para agir com impacto. As marcas devem avaliar em que momentos &eacute; necess&aacute;rio expandir portef&oacute;lios ou aumentar a sua presen&ccedil;a ao longo do dia, aproveitando tend&ecirc;ncias emergentes. Oportunidades n&atilde;o faltam, bom tempo tamb&eacute;m n&atilde;o. Vamos a isso!</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 11 Mar 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/O-que--que-se-bebe-aqui</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Webinar a compra divide-se a oportunidade multiplica]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Quando-a-compra-se-divide-a-oportunidade-multiplica</link>
         <description><![CDATA[<p><span>O consumidor portugu&ecirc;s est&aacute; permanentemente a alternar a escolha do seu local de compra. E cada um destes locais espelha diferentes prop&oacute;sitos, necessidades, prioridades e mais importante... diferentes perce&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> O nosso objetivo com este webinar &eacute; muito simples, perceber a mobilidade no FMCG e explicar como isso se traduz em oportunidades de crescimento.<br /> <br /> Num mercado cada vez mais fragmentado, crescer n&atilde;o &eacute; apenas vender mais &mdash; &eacute; conquistar mais compradores, mais cestos e mais relev&acirc;ncia. E os dados mostram caminhos surpreendentes para quem quer liderar.<br /> <br /> Convidamo-lo a participar num evento exclusivo, onde iremos revelar os insights que est&atilde;o a redefinir as regras do jogo no FMCG, juntando-se a <strong>Vera Gon&ccedil;alves</strong>, Retail Director, no dia <strong>05 de mar&ccedil;o</strong>, &agrave;s <strong>10h00</strong> para compreender este novo mapa e descobrir como transformar momentos do dia-a-dia em momentos de oportunidade para a sua marca.</span></p>
<p><span><br /></span></p>
<p style="text-align: center;"><span><a href="https://event.on24.com/wcc/r/4223778/C4E9D13A5394AFC170BC751456E5D8BF?mkt_tok=NTY3LUVKUC0xMjMAAAGgGdd_WoF3a61fFYS-j-e5Cq3HnuqhNaDItFUBHZ2O2UxDq6tG5HkHnUx6OeMy4CjnFXuSb4bP55lLx2G3x8Y">Registe-se</a></span></p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 25 Feb 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Quando-a-compra-se-divide-a-oportunidade-multiplica</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Onde estÃ¡ o consumidor?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Onde-est-o-consumidor</link>
         <description><![CDATA[<p><span>Portugal deixou de crescer por in&eacute;rcia: o consumidor fragmentou‑se, tornou‑se imprevis&iacute;vel e salta entre canais como nunca. A press&atilde;o econ&oacute;mica, os lares mais pequenos e a diversidade crescente est&atilde;o a reescrever a forma como compramos e consumimos dentro e fora de casa.</span><br /><br /><span>Num mercado onde &ldquo;mais valor sem mais volume&rdquo; &eacute; a nova regra, s&oacute; ganham as marcas que entendem que cada contexto muda tudo.</span><br /><br /><span>Dia&nbsp;</span><strong>11 de fevereiro</strong><span>, a Worldpanel by Numerator Portugal vai estar na Lisbon Food Affair para mostrar que onde o consumidor est&aacute;, determina como ele consome e como transformar estes micro‑momentos em oportunidades reais de crescimento.</span><br /><br /><span>Neste dia, &agrave;s&nbsp;</span><strong>11h00</strong><span>, no Audit&oacute;rio LFA, no Pavilh&atilde;o 1, da FIL, no Parque das Na&ccedil;&otilde;es, Marta Santos, Country Manager, Vera Gon&ccedil;alves, Retail Director, Bruno Machado, Client Director, Andreia Carvalho, Advanced Analytics Director e Eduardo Serra, Client Director, ir&atilde;o ajud&aacute;-lo a compreender quais os motores de crescimento necess&aacute;rios para vencer a in&eacute;rcia.</span><br /><br /><span>Para confirmar a sua presen&ccedil;a e assistir &agrave;s apresenta&ccedil;&otilde;es da Worldpanel by Numerator na Lisbon Food Affair, por favor, clique no link abaixo e escolha &ldquo;Quarta, dia 11&rdquo;. De seguida, clique em Inscrever-se em &ldquo;Onde est&aacute; o consumidor?&rdquo; e no fim da p&aacute;gina clique em &ldquo;Salvar Sele&ccedil;&atilde;o&rdquo;, para finalizar a sua inscri&ccedil;&atilde;o.</span><br /><br /><span>Ap&oacute;s a sua inscri&ccedil;&atilde;o, ser&aacute; enviada uma confirma&ccedil;&atilde;o com todos os detalhes sobre o evento.</span>.<br /><br />Para confirmar a sua presen&ccedil;a, por favor, clique no link abaixo:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://lisbonfoodaffair.fil.pt/programa-lfa/">Lisbon Food Affair 2026</a></p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 27 Jan 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Onde-est-o-consumidor</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Soft Drinks vs. Shopper de 2025]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Soft-Drinks-vs-Shopper-de-2025</link>
         <description><![CDATA[<p>Qual ter&aacute; sido a categoria que conseguiu chamar a aten&ccedil;&atilde;o dos portugueses quando passaram pelo supermercado? Existe &agrave; data uma categoria que atraiu mais de 35 mil lares, as Soft Drinks!</p>
<p>Com um shopper cada vez mais informado e que toma as decis&otilde;es de compra de forma a ajustar os gastos &agrave;s suas despesas, que s&atilde;o por si um desafio num contexto econ&oacute;mico inst&aacute;vel, como conseguem as Soft Drinks aumentar&nbsp; a sua atratividade? Ao longo dos pr&oacute;ximos par&aacute;grafos, ser&atilde;o apresentados alguns argumentos que descodificam as raz&otilde;es por detr&aacute;s do aumento de popularidade desta categoria.</p>
<p>Contudo, se por um lado &eacute; verdade que bebidas chegam a mais lares, por outro, sendo uma categoria vasta, esta realidade n&atilde;o se verifica em todos os seus segmentos. Existem desafios colocados pelos compradores que preenchem as suas cestas de forma mais racional e ponderada ao longo da segunda d&eacute;cada deste mil&eacute;nio. Assim, ser&atilde;o tamb&eacute;m exploradas as novas din&acirc;micas que transformam esta categoria e as tend&ecirc;ncias que poder&atilde;o moldar o seu futuro.</p>
<p><strong>Colas e Flavoured Soft Drinks vs. Targets</strong></p>
<p>O corredor colorido, preenchido com as bebidas carbonatadas, sumos ou iced teas, conseguiu destacar-se no primeiro trimestre do ano de 2025, sendo a categoria que maior crescimento apresentou em valor (+4,9%). Importa destacar que este crescimento foi dinamizado pelo recrutamento de colas e refrigerantes com sabor.</p>
<p>Ambos os segmentos atra&iacute;ram mais compradores, no entanto, divergiram nos targets aos quais se aproximaram. Se por um lado, o cl&aacute;ssico sabor das colas chegou a compradores mais jovens (menos de 35 anos), por outro, a for&ccedil;a do recrutamento dos refrigerantes com sabores concentrou-se nos shoppers dos 34-49 anos. A procura por algo que d&ecirc; um boost no paladar ao target mais adulto, beneficia as flavoured soft drinks. Estas foram as bebidas que maior presen&ccedil;a conquistou na cesta da categoria, demonstrando que o shopper procura diversificar a sua compra com algo que lhe proporcione mais que apenas saciar-se com uma bebida carbonatada, mas que lhe ofere&ccedil;a tamb&eacute;m indulg&ecirc;ncia via sabor.</p>
<p><strong>Soft Drinks vs. Saudabilidade</strong></p>
<p>Perto do linear de soft drinks, encontram-se as &aacute;guas, ser&atilde;o estas uma amea&ccedil;a para refrigerantes? Ser&atilde;o bebidas substitutas ou complementares?</p>
<p>Olhando para a din&acirc;mica de troca de volume entre soft drinks e &aacute;guas, nota-se que o maior fluxo de switching acontece para &aacute;guas com g&aacute;s - que beneficia do roubo de volume de diferentes segmentos de refrigerantes. Contudo, tamb&eacute;m em &aacute;guas com g&aacute;s, a aten&ccedil;&atilde;o vai para &aacute;guas com g&aacute;s com sabores, que foram postas nas mesas de mais 224 mil lares.</p>
<p>Com crescentes tend&ecirc;ncias de saudabilidade e uma maior consciencializa&ccedil;&atilde;o sobre os n&iacute;veis nutricionais e riscos consequentes do consumo de refrigerantes, o shopper faz a troca para uma bebida mais natural. Contudo, sem comprometer o atributo efervescente e n&atilde;o abdicando de algo que &eacute; tema recorrente na categoria - o sabor.</p>
<p>Pelo que, refrigerantes ter&atilde;o que estar alinhados com os requisitos do comprador para que n&atilde;o sejam colocados em segundo plano e correspondam &agrave;s preocupa&ccedil;&otilde;es e tend&ecirc;ncias emergentes. Existem segmentos que t&ecirc;m conseguido acompanhar este cen&aacute;rio, colas e flavoured soft drinks. As colas low calories chegam j&aacute; a 41,4% dos lares com uma frequ&ecirc;ncia de compra crescente de +7,6%, inversamente as colas regulares perdem -5,2% da sua regularidade de compra.</p>
<p>Nos refrigerantes com sabor que conquistam popularidade no mercado, a for&ccedil;a de recrutamento foram as bebidas com sabor light que chegam a 196 mil lares, com a frequ&ecirc;ncia de compra deste segmento a crescer em +33,3%.</p>
<p><strong>Soft Drinks In-Home vs. Out-Of-Home</strong></p>
<p>Com a chegada do calor, observamos as esplanadas mais ocupadas e as mesas mais preenchidas com bebidas. Contudo, ser&aacute; a din&acirc;mica de soft drinks semelhante &agrave; observada no dentro de casa?</p>
<p>Trata-se de uma categoria que coexiste tanto no fora como no dentro de casa. Podemos comprar um refrigerante para consumir em casa, como pedir o mesmo refrigerante numa esplanada. Sendo assim, ser&aacute; o consumo canibalizado? A resposta &eacute; sim. Observa-se que face ao crescimento de +4,9% em valor no dentro de casa, as bebidas n&atilde;o conseguem evoluir &agrave; mesma velocidade no fora de casa (+0,8%), o que nos mostra sinais de canibaliza&ccedil;&atilde;o entre os canais.</p>
<p>Ainda assim, o canal Out-Of-Home poder&aacute; ser uma mina de ouro &agrave; espera de ser descoberta pois nela reside a oportunidade de expandir segmentos e marcas a mais locais de consumo - aos quais o shopper se dirige com maior regularidade (+10,4%) &agrave; procura de bebidas. &nbsp;</p>
<p>Para exemplificar, temos o caso de sucesso das cl&aacute;ssicas colas, um segmento que consegue tomar partido do canal fora de casa e convert&ecirc;-lo no driver de vendas face ao canal In-Home. Tamb&eacute;m no Out-Of-Home, colas replicam o efeito de In-Home, aproximando-se dos shoppers mais jovens.</p>
<p><strong>Soft Drinks In-Home vs. Formatos</strong></p>
<p>Se antigamente era comum vermos mega carrinhos de compra a sa&iacute;rem do supermercado, com as tradicionais compras mensais, hoje em dia a tend&ecirc;ncia reverte-se. As cestas t&ecirc;m sofrido um maior controlo devido &agrave; sensibilidade financeira dos shoppers, e a redu&ccedil;&atilde;o na compra tem sido compensada pela maior regularidade das visitas &agrave; loja. Temos um shopper que se dirige mais vezes ao supermercado e que, por isso, ajustou a quantidade de produtos que traz para casa. Assim, refrigerantes tiveram de se adaptar a este cen&aacute;rio, uma vez que pairava no ar a seguinte quest&atilde;o &ldquo;Continuar&atilde;o os packs grandes, com v&aacute;rias garrafas a fazer sentido nos lineares, ou haver&aacute; a necessidade de uma oferta que se adapte &agrave; menor cesta do shopper?&rdquo;</p>
<p>Os n&uacute;meros mostram-nos que o shopper alterou a sua prefer&ecirc;ncia, com garrafas individuais de 1L a conquistarem +18,9% de pontos de contactos face ao afastamento observado nos packs duplos e packs x4.</p>
<p>Com a altera&ccedil;&atilde;o do comportamento de compra, a categoria teve de se adaptar &agrave; nova cesta do shopper para que refrigerantes n&atilde;o fossem desconsiderados no novo cabaz de compra.</p>
<p><strong>Soft Drinks In-Home vs. Futuro</strong></p>
<p>O comportamento do shopper &eacute; vol&aacute;til e existem in&uacute;meras raz&otilde;es pelas quais este muda o mix que faz na sua cesta, pelo que &eacute; desafiante definirmos as decis&otilde;es a tomar. Ainda assim, podemos aprender com os exemplos presentes e preparar melhor o futuro.</p>
<p>Soft Drinks fazem parte do quotidiano dos portugueses, chegando a 94,5% dos lares portugueses. Apesar de se tratar de uma categoria com elevada presen&ccedil;a na cesta, refrigerantes tiveram de se adaptar &agrave;s novas din&acirc;micas na atmosfera de compras para o lar. Entra aqui o ajuste nos formatos que foi necess&aacute;rio criar para que a categoria se mantivesse competitiva e se adaptasse &agrave; nova forma de compra. Real&ccedil;a-se assim a constante necessidade de monitorizar o comportamento do comprador pois este dita as altera&ccedil;&otilde;es que a categoria ter&aacute; de sofrer para que se mantenha em conformidade com a expectativa do shopper.</p>
<p>Adicionalmente, &eacute; preciso o alinhamento entre a gest&atilde;o tradicional da categoria e as novas tend&ecirc;ncias que emergem. Entra aqui a necessidade de op&ccedil;&otilde;es mais saud&aacute;veis e a import&acirc;ncia de auscultar o comprador, para entender o rumo da sua prefer&ecirc;ncia. Per&iacute;odos mais recentes apontam para a procura de bebidas com sabores e op&ccedil;&otilde;es light, pelo que deve-se manter o portf&oacute;lio ajustado a esta procura, otimizando o sortido com base na procura do mercado.</p>
<p>Apontam-se ainda oportunidades a serem exploradas num futuro pr&oacute;ximo. Se a categoria chega a 94,5% dos lares no dentro de casa, existe ainda uma margem substancial para explorar no fora de casa.</p>
<p>Conforme explicado, diferentes segmentos, chegam tamb&eacute;m a diferentes targets, pelo que deve-se explorar o leque&nbsp; de compradores distribu&iacute;dos por fatores demogr&aacute;ficos como oportunidades. Se colas chegam a um shopper mais novo e refrigerantes com sabor a um target mais adulto, quais ser&atilde;o as barreiras/motiva&ccedil;&otilde;es para os targets se aproximarem dos segmentos inversos?</p>
<p>Concluindo, tendo em conta as novas din&acirc;micas, fica tra&ccedil;ada a necessidade de ajustar o portf&oacute;lio e estrat&eacute;gia de formatos, juntamente com a oportunidade de estar presente nos s&iacute;tios que o shopper da categoria frequenta, nomeadamente o fora de casa, para que refrigerantes continuem a fazer parte do dia-a-dia dos compradores no formato, local e op&ccedil;&atilde;o procurada.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 16 Jan 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Soft-Drinks-vs-Shopper-de-2025</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Webinar Who Cares Who Does Health Portugal]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar-Who-Cares-Who-Does-Health-Portugal</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>A sa&uacute;de est&aacute; a transformar as escolhas do shopper</strong></p>
<p>Cada vez mais, o shopper liga os seus objetivos de bem-estar ao que coloca no carrinho. N&atilde;o se trata apenas de escolher produtos, &eacute; sobre alinhar h&aacute;bitos com um estilo de vida saud&aacute;vel. Redu&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&uacute;car, produtos ultraprocessados ou &aacute;lcool, bem como op&ccedil;&otilde;es funcionais s&atilde;o agora fatores decisivos.</p>
<p>As marcas que entendem esta mudan&ccedil;a n&atilde;o est&atilde;o apenas a responder &agrave; necessidade do shopper: est&atilde;o a liderar. Ao oferecer solu&ccedil;&otilde;es que combinam sabor, conveni&ecirc;ncia e benef&iacute;cios para a sa&uacute;de, criam uma liga&ccedil;&atilde;o emocional e ganham relev&acirc;ncia num mercado cada vez mais consciente. Com insights de 30 mercados e 96k consumidores, esta &eacute; a vis&atilde;o mais completa sobre onde est&aacute; a verdadeira oportunidade na &aacute;rea da sa&uacute;de.</p>
<p>No pr&oacute;ximo dia 20 de novembro, &agrave;s <strong>10h00</strong>, <strong>Andreia Carvalho</strong>, <strong>Advanced Analytics Director</strong>, ir&aacute; apresentar o mais recente estudo "Who Cares, Who Does" da Worldpanel by Numerator.</p>
<p>Nesta sess&atilde;o, iremos partilhar insights importantes sobre:</p>
<ul>
<li>Como as preocupa&ccedil;&otilde;es com a sa&uacute;de est&atilde;o a influenciar as escolhas de produtos</li>
<li>A tend&ecirc;ncia crescente de redu&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&uacute;car e &aacute;lcool</li>
<li>O impacto da revolu&ccedil;&atilde;o dos medicamentos para perda de peso nas atitudes dos consumidores</li>
<li>Como as marcas est&atilde;o a crescer ao alinhar-se com consumidores focados na sa&uacute;de</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://event.on24.com/wcc/r/5142035/8C5DC55DF80A646F8B4960577EEC191C">Reserve j&aacute; o seu lugar!</a></strong></p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 07 Nov 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar-Who-Cares-Who-Does-Health-Portugal</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[SerÃ¡ a alimentaÃ§Ã£o saudÃ¡vel o melhor remÃ©dio?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Ser-a-alimentao-saudvel-o-melhor-remdio</link>
         <description><![CDATA[<p>H&aacute; um ditado popular que diz: &ldquo;prevenir &eacute; melhor do que remediar&rdquo;. Para al&eacute;m da quest&atilde;o medicamentosa, a verdade &eacute; que, cada vez mais, os consumidores se preocupam com o tema da sa&uacute;de de forma geral.</p>
<p>Os portugueses colocam em pr&aacute;tica v&aacute;rias a&ccedil;&otilde;es no seu dia a dia para se manterem saud&aacute;veis. Procuram monitorizar a sua sa&uacute;de mais do que a m&eacute;dia europeia, seja atrav&eacute;s de exames, consultas ou at&eacute; de aplica&ccedil;&otilde;es que possibilitam esse acompanhamento. Tamb&eacute;m afirmam seguir mais dietas, consumir mais produtos frescos e evitar &ldquo;maus h&aacute;bitos&rdquo;, como o consumo de &aacute;lcool e o tabaco. Para al&eacute;m destas pr&aacute;ticas, verifica-se ainda uma preocupa&ccedil;&atilde;o significativa com a sa&uacute;de mental, a gest&atilde;o do stress e a preven&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as heredit&aacute;rias.</p>
<p>Para al&eacute;m de evitarem o consumo de &aacute;lcool, verifica-se uma tend&ecirc;ncia crescente para reduzir a ingest&atilde;o de cafe&iacute;na: 25% dos portugueses afirmam tentar evit&aacute;-la, um valor que tem vindo a aumentar face ao ano passado. Reduzir o consumo de gorduras tamb&eacute;m &eacute; uma preocupa&ccedil;&atilde;o crescente entre os consumidores &mdash; mais de 72% dos lares afirmam que, atualmente, consomem menos gorduras de forma geral.</p>
<p>Nota-se ainda um maior esfor&ccedil;o por parte dos consumidores na escolha de produtos mais saud&aacute;veis. Mais de metade dos lares afirma estar disposta a pagar mais por um produto alimentar que contribua para a preven&ccedil;&atilde;o ou tratamento de doen&ccedil;as. Al&eacute;m disso, 31% (+2,7 p.p. face a 2024) declara comprar apenas produtos que permitam uma alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel.</p>
<p>Assim, ao observarmos os produtos de grande consumo (FMCG), identificamos um crescimento na procura por produtos que ofere&ccedil;am algum benef&iacute;cio para a sa&uacute;de ou que sejam isentos de determinados ingredientes considerados menos saud&aacute;veis. Destacam-se, por exemplo, os produtos sem gl&uacute;ten, com baixo teor ou isentos de a&ccedil;&uacute;car e sem lactose, que respondem tanto &agrave;s prefer&ecirc;ncias de consumidores mais atentos &agrave; sa&uacute;de como &agrave;s necessidades de consumidores com intoler&acirc;ncias alimentares.</p>
<p>Ao analisarmos os ingredientes, notamos uma maior presen&ccedil;a de produtos com aveia, sementes, bagas e fibra &mdash; esta &uacute;ltima continua a ser particularmente relevante para os consumidores: cerca de 60% dos lares afirmam tentar incluir uma elevada quantidade de fibra na sua alimenta&ccedil;&atilde;o. Como resultado, observa-se um crescimento consider&aacute;vel dos cereais que oferecem este ingrediente, tanto nos lares mais jovens como nos mais envelhecidos.</p>
<p>Surgem cada vez mais produtos que oferecem o benef&iacute;cio de um alto teor de prote&iacute;na, frequentemente associado &agrave; pr&aacute;tica desportiva. De facto, metade dos shoppers portugueses afirmam praticar exerc&iacute;cio f&iacute;sico regularmente. Tendemos a associar esta tend&ecirc;ncia aos consumidores mais jovens, mas a verdade &eacute; que os produtos com elevado teor de prote&iacute;na est&atilde;o tamb&eacute;m a crescer entre os reformados &mdash; provavelmente devido &agrave; preocupa&ccedil;&atilde;o deste grupo com a sa&uacute;de.</p>
<p>Por outro lado, outros tipos de produtos frequentemente associados a uma alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel, como os produtos biol&oacute;gicos (BIO), n&atilde;o apresentam uma tend&ecirc;ncia significativa de crescimento. J&aacute; a comida vegetariana, que registava uma evolu&ccedil;&atilde;o positiva at&eacute; ao in&iacute;cio de 2023, perdeu espa&ccedil;o nos lares no ano passado. No entanto, em 2025, voltou a atrair shoppers, conseguindo tamb&eacute;m um comprador mais intensivo (+6% de volume por ato | MAT P5 2025 vs per&iacute;odo hom&oacute;logo). Resta saber se esta recupera&ccedil;&atilde;o se manter&aacute; e se a categoria regressar&aacute; para ficar.</p>
<p>Conclu&iacute;mos, assim, que a alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel &eacute; uma prioridade para os portugueses &mdash; 70% dos compradores afirmam que deveriam cuidar mais da sua sa&uacute;de. Nesse sentido, os produtos que oferecem benef&iacute;cios adicionais e que apoiam os consumidores nesta jornada tendem a ser relevantes e a marcar presen&ccedil;a nos lares portugueses.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 27 Oct 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Ser-a-alimentao-saudvel-o-melhor-remdio</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Webinar A forÃ§a do shopper no retalho ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/A-fora-do-shopper-no-retalho-</link>
         <description><![CDATA[<p>A presen&ccedil;a do shopper em loja n&atilde;o &eacute; apenas uma m&eacute;trica &mdash; &eacute; uma oportunidade, tanto para as marcas como para o retalho.<br /> <br /> A Worldpanel by Numerator preparou um exerc&iacute;cio pr&aacute;tico sobre a verdadeira for&ccedil;a que o shopper tem, quando se desloca a lojas de FMCG, que <strong>Vera Gon&ccedil;alves</strong>, Retail Director, ir&aacute; partilhar num Webinar, no dia <strong>16 de outubro</strong>, &agrave;s <strong>10h00</strong>. <br /> <br /> Convidamo-lo (a) a participar num momento pensado para quem acredita que o crescimento no retalho come&ccedil;a com um novo olhar sobre o comportamento do consumidor.<br /> <br /> Vamos explorar, juntos, como <strong>traduzir presen&ccedil;a em valor real</strong>. Prepare-se para uma abordagem pr&aacute;tica e inspiradora.<br /> <br /> Este n&atilde;o &eacute; mais um evento sobre retalho &mdash; &eacute; um convite a repensar o que significa realmente estar presente.<br /> <br />Para se registar, clique no link abaixo:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://event.on24.com/wcc/r/5104978/14F251DAE60795E43FD57BB780136972">A for&ccedil;a do shopper no retalho</a></p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 06 Oct 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/A-fora-do-shopper-no-retalho-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Pet Food: BenefÃ­cios para a saÃºde e indulgÃªncia]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Pet-Food-Benefcios-para-a-sade-e-indulgncia</link>
         <description><![CDATA[<p>&Eacute; poss&iacute;vel observar uma estabiliza&ccedil;&atilde;o do segmento de Pet Food, uma vez que existem atualmente menos lares com c&atilde;es e gatos em Portugal, comparativamente ao ano passado. Ainda assim, mais de 2 milh&otilde;es e 390 mil lares continuam a adquirir alimenta&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica para os seus animais de estima&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>H&aacute; uma maior presen&ccedil;a de gatos do que de c&atilde;es nos lares portugueses, e os tutores de gatos investem mais na alimenta&ccedil;&atilde;o dos seus felinos, o que evidencia uma maior dedica&ccedil;&atilde;o aos seus animais.</p>
<p>Os produtos que oferecem benef&iacute;cios para a sa&uacute;de dos animais &mdash; como vitaminas adicionais, ra&ccedil;&otilde;es hipoalerg&eacute;nicas, fibras, probi&oacute;ticos, entre outros &mdash; s&atilde;o os que mais ganham quota e recrutam novos lares compradores. Trata-se de uma tend&ecirc;ncia semelhante &agrave; do FMCG, onde produtos com este tipo de benef&iacute;cio tendem a destacar-se face &agrave;s op&ccedil;&otilde;es mainstream.</p>
<p>Tal como no FMCG, tamb&eacute;m se verifica um crescimento da indulg&ecirc;ncia, com os snacks e a alimenta&ccedil;&atilde;o h&uacute;mida a ganharem relev&acirc;ncia &mdash; evidenciando, assim, a import&acirc;ncia do &ldquo;miminho&rdquo; para o animal.</p>
<p>Desta forma, &eacute; poss&iacute;vel perceber a semelhan&ccedil;a entre a alimenta&ccedil;&atilde;o que o shopper escolhe para si e aquela que oferece ao seu companheiro, o que real&ccedil;a a import&acirc;ncia e o cuidado que os tutores portugueses t&ecirc;m demonstrado para com os seus animais.</p>
<p>S&atilde;o os lares mais jovens, com respons&aacute;veis at&eacute; aos 34 anos, que mais aumentaram o investimento em Pet Food no &uacute;ltimo ano (+7,2 p.p. vs 2023), sendo esse crescimento impulsionado, em particular, pela alimenta&ccedil;&atilde;o destinada a gatos.</p>
<p>Relativamente aos canais de compra, observa-se que este aumento no investimento ocorre principalmente no canal Especializado &mdash; ou seja, em Pet Shops e Cl&iacute;nicas Veterin&aacute;rias &mdash;, o que evidencia a procura do shopper por locais de compra mais direcionados &agrave;s necessidades do seu animal.</p>
<p>Identificamos ainda um comprador mais regular nos Hiper e Supermercados, e bastante mais intensivo no canal Discount. Neste &uacute;ltimo, destaca-se um shopper particularmente focado na compra de alimenta&ccedil;&atilde;o seca para c&atilde;es. Assim, apesar do crescimento da procura por &ldquo;miminhos&rdquo; para o animal e de uma alimenta&ccedil;&atilde;o mais orientada para benef&iacute;cios de sa&uacute;de, continua a existir um segmento de compradores que opta por op&ccedil;&otilde;es mais mainstream.</p>
<p>Apesar desta parcela de consumidores e da for&ccedil;a que a alimenta&ccedil;&atilde;o mainstream ainda det&eacute;m no segmento, &eacute; evidente um crescimento mais expressivo da indulg&ecirc;ncia e de produtos mais nutritivos e saud&aacute;veis para os animais. Conclu&iacute;mos, assim, que j&aacute; n&atilde;o basta alimentar o animal &mdash; &eacute; necess&aacute;rio nutri-lo e dedicar-lhe cuidados que contribuam para uma vida mais saud&aacute;vel e, idealmente, o mais longa poss&iacute;vel.<strong></strong></p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 16 Sep 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Pet-Food-Benefcios-para-a-sade-e-indulgncia</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Cuidar da Roupa: o essencial ainda Ã© o suficiente?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Cuidar-da-Roupa-o-essencial-ainda--o-suficiente</link>
         <description><![CDATA[<p>Desde o final de 2023, a categoria de Cuidado de Roupa em Portugal tem enfrentado dificuldades para crescer em valor. Apesar da infla&ccedil;&atilde;o mais controlada, os portugueses tornaram-se mais cautelosos nas suas compras, impactando negativamente o desempenho desta categoria. Em termos de volume, tamb&eacute;m se observam desafios significativos, com menos lares a comprar produtos de Cuidado de Roupa e uma redu&ccedil;&atilde;o na quantidade adquirida em cada ocasi&atilde;o de compra.</p>
<p><strong>Principais desafios</strong></p>
<p>Ao analisar os diferentes segmentos dentro da categoria de Cuidado de Roupa, &eacute; poss&iacute;vel identificar as origens das perdas ao longo do &uacute;ltimo ano. Os Detergentes de Lavagem Manual s&atilde;o os mais penalizados em termos de volume. Este segmento, dominado pelas Marcas da Distribui&ccedil;&atilde;o (MDD), tem visto uma perda significativa de compradores. Embora algumas Marcas de Fabricante (MDF) estejam a ganhar espa&ccedil;o no mercado, o crescimento n&atilde;o &eacute; suficiente para compensar as perdas das MDD. Este cen&aacute;rio pode representar uma oportunidade para as MDF expandirem ainda mais a sua presen&ccedil;a neste segmento.</p>
<p>Por outro lado, os Detergentes para M&aacute;quina mant&ecirc;m-se est&aacute;veis em termos de quantidade transacionada, mas est&atilde;o em desvaloriza&ccedil;&atilde;o. Muitos dos principais fabricantes n&atilde;o conseguem travar as suas perdas de compradores, mesmo com pre&ccedil;os m&eacute;dios mais baixos. Enquanto isso, algumas MDF mais baratas e as MDD conseguem ganhar espa&ccedil;o no mercado.</p>
<p>Os Amaciadores de Roupa tamb&eacute;m est&atilde;o a ser negativamente impactados, tanto em valor como em volume. Este segmento enfrenta um afastamento dos shoppers e uma redu&ccedil;&atilde;o na intensidade de compra. As MDF t&ecirc;m dificuldades em reter os seus compradores, enquanto algumas MDD aproveitam o momento para expandir a sua presen&ccedil;a, mas sem que isso conduza a uma real expans&atilde;o da categoria.</p>
<p><strong>Eixos de crescimento</strong></p>
<p>Apesar dos desafios, existem alguns segmentos que t&ecirc;m apresentado uma boa performance ao longo do &uacute;ltimo ano. Os Aditivos de Roupa e os Intensificadores de Perfume destacam-se como eixos de crescimento. Ambos os segmentos conseguem ganhar compradores, embora um deles tenha um desempenho superior ao outro.</p>
<p>Os Aditivos, sendo um segmento mais maduro no mercado, recrutaram menos compradores, mas a sua performance continua a impressionar. Desde os aditivos de Pr&eacute;-tratamento at&eacute; aos aditivos que facilitam o Engomar, passando pelos Branqueadores e pelas Lix&iacute;vias Delicadas, todas estas gamas de produto chegaram a mais lares no &uacute;ltimo ano.</p>
<p>J&aacute; os Intensificadores de Perfume, por sua vez, lideram em termos de recrutamento de compradores. Desde que come&ccedil;aram a aparecer no mercado, nunca pararam de crescer e, atualmente, j&aacute; est&atilde;o presentes em mais de 35% dos lares portugueses. Este segmento representou uma excelente oportunidade para as MDF no &uacute;ltimo ano, depois de no ano anterior o crescimento ter sido muito mais alicer&ccedil;ado na performance positiva das MDD.</p>
<p><strong>Mudan&ccedil;as nas Prefer&ecirc;ncias de Compra</strong></p>
<p>Outra grande mudan&ccedil;a &agrave; qual os <em>players</em> do mercado devem estar atentos &eacute; a prefer&ecirc;ncia dos compradores em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s lojas onde optam por comprar os produtos de Cuidado de Roupa. O &uacute;ltimo ano foi, de forma geral, positivo em termos de recrutamento para muitos retalhistas. No entanto, foram os <em>players</em> do Sortido Curto (lojas cuja oferta incide principalmente num sortido de MDD) que viram o ganho de compradores aumentar de forma mais significativa.</p>
<p>Apesar dos ganhos, estes retalhistas n&atilde;o conseguiram alavancar todos os segmentos que mais crescem, tendo o seu recrutamento incidido principalmente nos Aditivos e menos nos Intensificadores de Perfume. Assim, 2025 parece ser um ano f&eacute;rtil para que fabricantes e retalhistas se possam sentar &agrave; mesa das negocia&ccedil;&otilde;es e, em conjunto, trabalharem no sentido de alcan&ccedil;ar um sortido &oacute;timo entre a acessibilidade das MDD e o valor acrescentado das MDF, especialmente nos segmentos em que estas t&ecirc;m demonstrado uma din&acirc;mica mais positiva junto dos <em>shoppers</em> portugueses.</p>
<p><strong>Superar os Desafios</strong></p>
<p>Para superar os desafios enfrentados pela categoria de Cuidado de Roupa em Portugal, &eacute; essencial que fabricantes e retalhistas adotem estrat&eacute;gias inovadoras e colaborativas. Uma abordagem focada na compreens&atilde;o das necessidades dos consumidores e na oferta de produtos que atendam a essas necessidades pode ser crucial.</p>
<p>Um dos principais vetores deve continuar a passar pelo investimento no desenvolvimento de produtos inovadores que ofere&ccedil;am benef&iacute;cios adicionais aos consumidores, de forma a revitalizar continuadamente a categoria. Por exemplo, desenvolver detergentes com f&oacute;rmulas de lavagem mais eficientes, que deem resposta ao ritmo de vida mais preenchido dos portugueses e que lhes devolvam o tempo dedicado a tarefas dom&eacute;sticas para outras atividades mais prazerosas.<strong></strong></p>
<p>Em acr&eacute;scimo, o interesse dos consumidores por produtos sustent&aacute;veis, deve continuar a representar uma oportunidade para investir em gamas que minimizem o impacto ambiental, especialmente nos segmentos mais <em>premium</em> do mercado. Produtos biodegrad&aacute;veis, embalagens recicl&aacute;veis ou recarreg&aacute;veis e f&oacute;rmulas sem qu&iacute;micos agressivos podem atrair consumidores conscientes e dispostos a comprar produtos com margens mais interessantes e que possam devolver o crescimento em valor &agrave; categoria.</p>
<p>Por outro lado, fabricantes e retalhistas devem estabelecer parcerias de forma a criar sortidos que combinem a acessibilidade das MDD com o valor acrescentado das MDF, trabalhando em conjunto para implementar estrat&eacute;gias ben&eacute;ficas para ambas as partes, mas tamb&eacute;m para o comprador final.</p>
<p>Olhando para o panorama geral da categoria de Cuidado de Roupa em Portugal, s&atilde;o claros os desafios que apresenta, tanto para crescer em valor como em volume. No entanto, existem oportunidades que podem ser exploradas pelos fabricantes e retalhistas. Os segmentos de Aditivos de Roupa e Intensificadores de Perfume destacam-se como &aacute;reas promissoras, enquanto as mudan&ccedil;as nas prefer&ecirc;ncias de compra dos portugueses oferecem uma oportunidade para otimizar o sortido entre MDD e MDF. Com uma abordagem estrat&eacute;gica e colaborativa, &eacute; poss&iacute;vel superar os desafios e impulsionar novamente o crescimento da categoria de Cuidado de Roupa em Portugal.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 13 Aug 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Cuidar-da-Roupa-o-essencial-ainda--o-suficiente</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Webinar Brand Footprint 2025 Portugal]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar-Brand-Footprint-2025-Portugal</link>
         <description><![CDATA[<table style="width: 100%;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<p class="bodycopy">Ano ap&oacute;s ano, observamos que aproximadamente metade das marcas globais de produtos de grande consumo est&atilde;o em crescimento, enquanto a outra metade est&aacute; em decl&iacute;nio. Em Portugal, ser&aacute; que a mesma tend&ecirc;ncia se aplica?<br /> <br /> A 13&ordf; edi&ccedil;&atilde;o do Brand Footprint em Portugal inclui uma an&aacute;lise detalhada das 250 marcas que alcan&ccedil;aram maior crescimento, impulsionado pela penetra&ccedil;&atilde;o, de um universo de mais de 400 marcas. Muitas destas marcas conseguiram vencer as probabilidades de forma consistente, ano ap&oacute;s ano.<br /> &nbsp;<br /> No dia 30 de julho de 2025, &agrave;s 10h,&nbsp;<strong>Marta Santos,</strong> Clients &amp; Analytics Director, ir&aacute; revelar as principais conclus&otilde;es, incluindo:<br /> &nbsp;</p>
<ul>
<li>Rankings das marcas de FMCG mais escolhidas em Portugal</li>
<li>Quais as marcas que atingiram as maiores penetra&ccedil;&otilde;es e ganhos</li>
<li>50% das marcas que atuam em Portugal tamb&eacute;m decrescem e outras 50% crescem?</li>
</ul>
<p class="bodycopy"><br /> N&atilde;o perca esta oportunidade de descobrir quais s&atilde;o as marcas que est&atilde;o a ganhar e quais as estrat&eacute;gias necess&aacute;rias para impulsionar o crescimento no mercado atual.<br /> &nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div align="center">
<table style="width: 200px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<p class="buttoncopy" align="center"><a href="https://event.on24.com/wcc/r/5027510/56A64426A7FA79A6F4E57B79E84AA5B5">Registe-se</a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>]]></description>
         <pubDate>Thu, 17 Jul 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar-Brand-Footprint-2025-Portugal</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Webinar Appetite for Growth 2025 ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar-Appetite-for-Growth-2025-</link>
         <description><![CDATA[<p><span>O tempo est&aacute; a esgotar-se para se inscrever no webinar Appetite for&nbsp;</span><em>Growth 2025</em><span>&nbsp;&mdash; o nosso primeiro olhar sobre o relat&oacute;rio global que revela como o consumo de alimentos e bebidas est&aacute; a ser redefinido pelo contexto e n&atilde;o por categorias.&nbsp;</span><br /><br /><span>Os participantes ser&atilde;o os primeiros a receber o relat&oacute;rio completo.&nbsp;</span></p>
<div class="column">
<div>
<table style="width: 100%;">
<tbody>
<tr>
<td>
<table>
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="25"><img src="https://go.in.kantar.com/l/73302/2021-06-24/21b4t6y/73302/16245466241Vci11kj/date_icon_50x50.png" alt="Date" width="25" /></td>
<td valign="middle">
<p class="bodyCopy">quarta-feira, 16 de julho</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p><span>&nbsp;</span></p>
<div class="column">
<div>
<table style="width: 100%;">
<tbody>
<tr>
<td>
<table>
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="25"><img src="https://go.in.kantar.com/l/73302/2021-06-24/21b4vm9/73302/1624547483oU3kfTJL/time_icon_50x50.png" alt="Time" width="25" /></td>
<td valign="middle">
<p class="bodyCopy">10h {Ingl&ecirc;s} e 16h {Espanhol} (GMT)</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>O que vamos abordar:&nbsp;<br /> &nbsp;</p>
<ul>
<li>Os 14 &ldquo;Demand Moments&rdquo; que definem quando, porqu&ecirc; e como as pessoas comem atualmente</li>
<li>Como &eacute; que o nosso novo Spread Score prev&ecirc; o crescimento da marca atrav&eacute;s da versatilidade comportamental</li>
<li>O que as &ldquo;Everywhere Brands&rdquo; fazem diferente e como se transformar numa</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><a href="https://event.on24.com/eventRegistration/EventLobbyServlet?target=reg20.jsp&amp;eventid=5007401&amp;sessionid=1&amp;key=69041675C3CB66E34AD0051086163270&amp;groupId=6224996&amp;sourcepage=register">Registe-se</a></p>
<p><span>N&atilde;o consegue participar no webinar em direto? Registe-se agora e ser-lhe-&aacute; enviada a grava&ccedil;&atilde;o posteriormente.&nbsp;</span></p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 10 Jul 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar-Appetite-for-Growth-2025-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Numerator lanÃ§a marca Worldpanel by Numerator]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Numerator-lana-marca-worldpanel-by-Numerator</link>
         <description><![CDATA[<p align="center"><strong><em>A nova marca reflete a crescente procura com base em dados pr&oacute;prios de consumo</em></strong></p>
<p>A Numerator, empresa de dados e tecnologia especializada em estudos de mercado, anuncia hoje o lan&ccedil;amento da Worldpanel by Numerator, a nova identidade da sua atividade &agrave; escala global. Esta nova fase d&aacute; continuidade ao <a href="https://www.kantarworldpanel.com/pt/news/Numerator-e-Worldpanel-unem-foras">an&uacute;ncio feito em janeiro de 2025</a> da fus&atilde;o entre a Numerator e a Worldpanel, com o objetivo de criar uma empresa global especializada em dados pr&oacute;prios de consumo, operada pela Numerator e apoiada pela Bain Capital. A Worldpanel by Numerator monitoriza mais de 563 mil milh&otilde;es de intera&ccedil;&otilde;es entre consumidores e marcas, bem como 4 milh&otilde;es de momentos de consumo por ano, atrav&eacute;s de 130 pain&eacute;is em todo o mundo.</p>
<p>A nova marca representa uma etapa adicional na transforma&ccedil;&atilde;o da Worldpanel by Numerator, evidenciada pelo lan&ccedil;amento do MyWorldpanel, uma plataforma de an&aacute;lise e entrega de dados baseada numa <em>cloud</em>, j&aacute; dispon&iacute;vel no Reino Unido e em Fran&ccedil;a, e que ser&aacute; brevemente lan&ccedil;ada na Indon&eacute;sia, Col&ocirc;mbia e Espanha. A Worldpanel by Numerator anunciou tamb&eacute;m a expans&atilde;o dos seus pain&eacute;is em 2026 no Reino Unido, Brasil e Vietname, bem como o lan&ccedil;amento de novos pain&eacute;is na Arg&eacute;lia e na Eti&oacute;pia.</p>
<p>"Worldpanel by Numerator &eacute; mais do que um novo nome: reflete o nosso ritmo acelerado para criar uma empresa de dados pr&oacute;prios de consumo &agrave; escala global", afirma Eric Belcher, CEO da Numerator. "Todos os dias, recolhemos quase 5 milh&otilde;es de artigos de cestas de compras, que cruzamos com cerca de 2.500 atributos demogr&aacute;ficos e psicogr&aacute;ficos para oferecer an&aacute;lises aprofundadas. Enquanto empresa l&iacute;der em dados, proporcionamos insights acion&aacute;veis que permitem tomar melhores decis&otilde;es, antecipar o comportamento do consumidor e impulsionar o futuro dos modelos baseados em IA."</p>
<p>"Mantemos o mesmo prop&oacute;sito. Como refer&ecirc;ncia mundial na an&aacute;lise do comportamento do shopper e do consumidor, deciframos como compram e consomem, para impulsionar o crescimento das marcas", declara Guillaume Bacuvier, CEO da Worldpanel by Numerator.</p>
<p>"Estamos entusiasmados por acelerar a nossa evolu&ccedil;&atilde;o enquanto empresa tecnol&oacute;gica, agora como parte da Numerator, ao mesmo tempo que continuamos focados em fornecer os melhores dados de consumo globais aos nossos clientes, refor&ccedil;ando a confian&ccedil;a na Worldpanel by Numerator."</p>
<p>Apoiada nos pain&eacute;is mais extensos e com maior hist&oacute;rico fora da Am&eacute;rica do Norte, a Worldpanel by Numerator combina dados de comportamento e atitude com an&aacute;lises avan&ccedil;adas, proporcionando uma vis&atilde;o hol&iacute;stica de como e porqu&ecirc; as pessoas compram, tanto online como em lojas f&iacute;sicas.</p>
<p><strong>Sobre a Numerator:</strong></p>
<p>A <a href="https://www.numerator.com/press/numerator-and-kantar-worldpanel-combine-to-form-new-global-consumer-data-company/">Numerator</a> &eacute; uma empresa de dados e tecnologia que traz velocidade e escala &agrave; investiga&ccedil;&atilde;o de mercado. Combina dados pr&oacute;prios de mais de 1 milh&atilde;o de lares norte-americanos com tecnologia avan&ccedil;ada para oferecer uma compreens&atilde;o aprofundada do consumidor, num setor onde a mudan&ccedil;a tem sido lenta. Com sede em Chicago, Illinois, a Numerator conta com 5.400 colaboradores em todo o mundo.</p>
<p><strong>Sobre a Worldpanel by Numerator:</strong></p>
<p>A <a href="http://www.worldpanelbynumerator.com/">Worldpanel by Numerator</a> descodifica o comportamento do shopper para moldar o futuro das principais marcas e retalhistas globais. Fornece dados de consumo de refer&ecirc;ncia que representam cerca de 6 mil milh&otilde;es de consumidores em mais de 50 mercados, oferecendo &agrave;s marcas uma vis&atilde;o multidimensional de como as pessoas pensam, compram e consomem, permitindo definir estrat&eacute;gias arrojadas e impulsionar um impacto comercial sustent&aacute;vel. A Worldpanel by Numerator tem 3.300 colaboradores a n&iacute;vel global.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 01 Jul 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Numerator-lana-marca-worldpanel-by-Numerator</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[As Realidades Paralelas do Consumidor]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/As-Realidades-Paralelas-do-Consumidor</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Realidades Paralelas do Consumidor </strong></p>
<p>O comportamento do consumidor nunca foi um conceito est&aacute;tico. Pelo contr&aacute;rio, &eacute; um fen&oacute;meno din&acirc;mico, moldado por fatores como o contexto, as emo&ccedil;&otilde;es e as necessidades do momento. Atrav&eacute;s da an&aacute;lise dos pain&eacute;is de consumo in-home e out-of-home da Kantar, &eacute; poss&iacute;vel perceber como as escolhas dos consumidores variam significativamente consoante o contexto onde se encontram e que espa&ccedil;os vazios h&aacute; por preencher.</p>
<p>De uma forma geral, na popula&ccedil;&atilde;o portuguesa, o consumo de alimentos e bebidas ocorre com maior frequ&ecirc;ncia em casa, tendo uma frequ&ecirc;ncia media di&aacute;ria de consumo de tr&ecirc;s vezes (+1,5% 2024 vs 2023), mas &eacute; fora dela que se revela mais din&acirc;mico com um crescimento de 9% no mesmo per&iacute;odo. O aumento das ocasi&otilde;es de consumo fora de casa implica, inevitavelmente, uma redu&ccedil;&atilde;o dos momentos de consumo em casa, resultando numa canibaliza&ccedil;&atilde;o de momentos, sendo simples a equa&ccedil;&atilde;o &ndash; se jantamos fora, j&aacute; n&atilde;o jantamos em casa. Contudo, quais s&atilde;o os momentos que mais contribuem para esta din&acirc;mica?</p>
<p>Diferentes momentos desempenham um papel fundamental na dinamiza&ccedil;&atilde;o do consumo, tanto dentro como fora de casa. Dentro de casa &eacute; o pequeno-almo&ccedil;o que mais contribui para um desempenho positivo, enquanto fora de casa s&atilde;o as refei&ccedil;&otilde;es principais que t&ecirc;m um impacto maior. E quando analisamos a distribui&ccedil;&atilde;o desta contribui&ccedil;&atilde;o ao longo da semana e no fim de semana, verificamos que durante a semana o consumo em casa ocorre principalmente ao pequeno-almo&ccedil;o, enquanto ao fim de semana, as refei&ccedil;&otilde;es principais s&atilde;o realizadas em casa. J&aacute; fora de casa, tanto durante a semana como no fim de semana, as refei&ccedil;&otilde;es principais t&ecirc;m um papel relevante, mas ao fim-de-semana, somam-se ainda os momentos de snack, que inclui o meio da manh&atilde;, meio da tarde e depois do jantar.</p>
<p>Assim, &eacute; crucial identificar e aproveitar os espa&ccedil;os onde o consumidor est&aacute;. Para isso as marcas devem estar atentas &agrave;s oportunidades e aos espa&ccedil;os vazios que ainda h&aacute; por preencher. Se uma determinada marca tem uma forte presen&ccedil;a ao pequeno-almo&ccedil;o fora de casa, pode tentar encontrar um espa&ccedil;o nos momentos de snack e posicionar-se estrategicamente nesses momentos de consumo onde o consumidor est&aacute; presente.</p>
<p><strong>Prazer e Indulg&ecirc;ncia</strong></p>
<p>Quando analisamos com mais detalhe cada um dos momentos dentro e fora de casa, bem como as principais categorias/pratos consumidos, verificamos que os portugueses tendem a optar por categorias mais simples e pr&aacute;ticas em casa, como p&atilde;o com manteiga ao pequeno-almo&ccedil;o e sopa de legumes ao jantar, enquanto fora de casa as escolhas tendem a ser mais indulgentes, com a prefer&ecirc;ncia por categorias como pastelaria, hamb&uacute;rgueres e cerveja.</p>
<p>A indulg&ecirc;ncia n&atilde;o &eacute; negoci&aacute;vel! 56% dos portugueses afirmam que gostam que os produtos que consumem fora de casa sejam diferentes dos que podem comprar para dentro de casa, contudo, podem impor alguns limites de que, se comerem algo n&atilde;o saud&aacute;vel, certificam-se de que vale mesmo a pena e n&atilde;o s&atilde;o calorias em v&atilde;o, ou depois compensam com uma ida ao gin&aacute;sio ou com uma refei&ccedil;&atilde;o mais leve num momento seguinte. A verdade &eacute; que a procura pelo prazer, um princ&iacute;pio fundamental do hedonismo, n&atilde;o &eacute; algo novo e volta e meia regressamos a ele. Contudo, &eacute; interessante perceber que agora &eacute; feito de uma forma mais equilibrada e sustent&aacute;vel.</p>
<p>Dentro de casa, &eacute; relevante destacar que o prazer tem sido um dos principais motores de consumo, a par da conveni&ecirc;ncia, que j&aacute; abord&aacute;mos amplamente. No entanto, os dados mostram-nos uma estabiliza&ccedil;&atilde;o da motiva&ccedil;&atilde;o conveni&ecirc;ncia e um crescimento do prazer, que, face a 2020, aumentou quatro pontos percentuais. Neste contexto, o prazer assume um papel de destaque principalmente ao fim de semana, e &agrave;s refei&ccedil;&otilde;es principais, estando mais desenvolvidos em pratos de marisco, tradicionais como bacalhau, arroz de polvo e arroz de pato, bem como sobremesas e bolos. &Agrave; exce&ccedil;&atilde;o do marisco, s&atilde;o pratos que rendem bastante, sendo ideais para v&aacute;rias pessoas ou v&aacute;rias ocasi&otilde;es de consumo.</p>
<p>Fora de casa, o prazer tamb&eacute;m desempenha um papel central, sendo a principal motiva&ccedil;&atilde;o em 41% das ocasi&otilde;es de consumo. No entanto, destaca-se sobretudo em momentos de snack, que inclui o meio da manh&atilde;, o meio da tarde e o depois do jantar. Assim, a motiva&ccedil;&atilde;o &eacute; a mesma, mas, em diferentes contextos, pode assumir nuances distintas.</p>
<p><strong>Diferen&ccedil;as entre gera&ccedil;&otilde;es </strong></p>
<p>O consumo dentro e fora de casa tamb&eacute;m varia entre diferentes gera&ccedil;&otilde;es. A Gera&ccedil;&atilde;o Z apresenta um consumo mais desenvolvido dentro de casa, especialmente nas refei&ccedil;&otilde;es principais ao fim-de-semana, em que est&atilde;o acompanhados pela fam&iacute;lia, sendo a conveni&ecirc;ncia a principal motiva&ccedil;&atilde;o. Em contraponto, fora de casa, devido ao tempo consider&aacute;vel que passam na escola, faculdade ou trabalho, as refei&ccedil;&otilde;es principais e os momentos de snack s&atilde;o os mais desenvolvidos. Este consumo &eacute;, na sua maioria, feito com amigos e n&atilde;o costuma ser planeado, surgindo, por exemplo, uma ida ao quiosque a meio da tarde ou um almo&ccedil;o mais descontra&iacute;do num QSR (Quick Service Restaurant). Por outro lado, os Baby Boomers, em casa, tendem a consumir de forma mais solit&aacute;ria, em momentos de snack e motivados por uma alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel, mas fora de casa, procuram momentos de prazer, acompanhados por amigos.</p>
<p>Cruzando agora as diferentes gera&ccedil;&otilde;es com os locais de consumo fora de casa, observamos que a Gera&ccedil;&atilde;o Alpha e os Baby Boomers se destacam no canal HORECA. A Gera&ccedil;&atilde;o Alpha est&aacute; mais presente nos estabelecimentos de QSR, enquanto os Baby Boomers t&ecirc;m maior afinidade com caf&eacute;s e pastelarias. Em ambos os casos, o consumo &eacute; motivado pelo prazer. No canal de Impulso, verifica-se uma maior afinidade por parte da Gera&ccedil;&atilde;o Z, dos Millennials e da Gera&ccedil;&atilde;o X. A Gera&ccedil;&atilde;o Z est&aacute; mais desenvolvida nos quiosques e lojas de conveni&ecirc;ncia/minimercados, possivelmente por dispor de mais tempo livre. J&aacute; os Millennials e a Gera&ccedil;&atilde;o X destacam-se no consumo em m&aacute;quinas de vending, com a motiva&ccedil;&atilde;o associada ao contexto de trabalho.</p>
<p>Por fim, as gera&ccedil;&otilde;es mais jovens demonstram maior afinidade com o canal din&acirc;mico, ou seja, hipermercados, supermercados e discounts, para consumo fora de casa. No caso da Gera&ccedil;&atilde;o Alpha, o consumo est&aacute; conectado &agrave; conveni&ecirc;ncia, como por exemplo uma m&atilde;e que compra uma saqueta de fruta no supermercado para o filho. Para a Gera&ccedil;&atilde;o Z, al&eacute;m da conveni&ecirc;ncia, acrescenta-se a motiva&ccedil;&atilde;o de estar a estudar ou a trabalhar, como adolescentes que compram um lanche da manh&atilde; ou da tarde no supermercado ao lado da escola. J&aacute; os Millennials, com outras necessidades e uma rotina mais acelerada, acabam por consumir neste canal n&atilde;o apenas pela conveni&ecirc;ncia, mas tamb&eacute;m por n&atilde;o terem planeado a refei&ccedil;&atilde;o com anteced&ecirc;ncia.</p>
<p><strong>Hype ou Tend&ecirc;ncia?</strong></p>
<p>O canal din&acirc;mico, entre os tr&ecirc;s canais do Out-of-Home (HORECA, Impulso e din&acirc;mico), &eacute; o mais pequeno em termos de ocasi&otilde;es e valor. No entanto, em 2024, 55% dos portugueses compraram pelo menos um produto de alimenta&ccedil;&atilde;o e/ou bebidas em hipermercados, supermercados ou Discounts para consumir fora de casa. Al&eacute;m disso, ao analisarmos a performance ao longo do ano de 2024, verificamos um crescimento na percentagem de ocasi&otilde;es de consumo trimestre ap&oacute;s trimestre. Este aumento deve-se, em parte, ao desenvolvimento cont&iacute;nuo dos retalhistas alimentares, que t&ecirc;m investido em &aacute;reas dedicadas a estas categorias dentro das lojas, bem como espa&ccedil;os de refei&ccedil;&atilde;o, tornando este canal cada vez mais relevante para o consumo fora de casa.</p>
<p>Ser&aacute; apenas um hype ou uma tend&ecirc;ncia que veio para ficar? Como &eacute; que as marcas se poder&atilde;o adaptar? Que estrat&eacute;gias devem definir?</p>
<p><strong>O futuro que come&ccedil;a j&aacute; amanh&atilde;</strong></p>
<p>Conhecer o consumidor na sua totalidade nunca foi t&atilde;o importante para adaptar e direcionar a estrat&eacute;gia. O comportamento do consumidor &eacute; din&acirc;mico e influenciado por tend&ecirc;ncias, emo&ccedil;&otilde;es e necessidades di&aacute;rias. Acompanhar continuamente a sua jornada &eacute; essencial para antecipar mudan&ccedil;as, identificar novas oportunidades de crescimento e ajustar estrat&eacute;gias de forma eficaz.</p>
<p>Para identificar espa&ccedil;o incremental, &eacute; fundamental avaliar o potencial de cada oportunidade, considerando a sua dimens&atilde;o e valor estrat&eacute;gico. Isso permite uma tomada de decis&atilde;o assertiva, focada na maximiza&ccedil;&atilde;o do retorno. Nenhuma marca tem recursos ilimitados, pelo que as apostas devem ser certeiras e baseadas em dados concretos.</p>
<p>Para aumentar as probabilidades de sucesso, a marca deve potenciar os seus pontos fortes e refor&ccedil;ar a sua relev&acirc;ncia no mercado. Para isso, &eacute; essencial analisar e identificar as oportunidades que melhor se alinham com os seus atributos, garantindo uma estrat&eacute;gia eficaz e diferenciadora. Ao investir nos atributos que a tornam &uacute;nica e valiosa para os consumidores, a marca fortalece a sua posi&ccedil;&atilde;o e maximiza o seu impacto no mercado.</p>
<p>Por fim, para garantir a relev&acirc;ncia da marca a longo prazo, &eacute; essencial investir em inova&ccedil;&atilde;o e numa comunica&ccedil;&atilde;o eficaz, direcionada e adaptada &agrave;s tend&ecirc;ncias e necessidades dos consumidores. A capacidade de evoluir, oferecendo solu&ccedil;&otilde;es novas e relevantes, bem como comunicar de forma clara e envolvente, permite &agrave; marca manter-se atualizada e pr&oacute;xima do target que quer atingir. Dessa forma, n&atilde;o s&oacute; se fortalece a rela&ccedil;&atilde;o com os consumidores, como tamb&eacute;m se assegura a sustentabilidade e o crescimento da marca, acompanhando as mudan&ccedil;as do mercado e as expectativas do consumidor.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 04 Jun 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/As-Realidades-Paralelas-do-Consumidor</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[O crescimento da indulgÃªncia saudÃ¡vel]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/O-crescimento-da-indulgncia-saudvel</link>
         <description><![CDATA[<p>Quando mencionamos indulg&ecirc;ncia, de forma imediata, remetemo-nos &agrave; satisfa&ccedil;&atilde;o e ao prazer na alimenta&ccedil;&atilde;o. O que nos leva a categorias como os gelados e os chocolates, por exemplo. Enquanto os gelados acabam por sofrer muito com o efeito da sazonalidade, os chocolates, apesar de atingirem maior crescimento entre o outono e o inverno, mantem presen&ccedil;a em mais de 90% dos lares portugueses.</p>
<p>Por&eacute;m, se no passado, o a&ccedil;&uacute;car, as gorduras e os componentes dos produtos n&atilde;o eram uma prioridade para os consumidores, o que vemos atualmente &eacute; um cen&aacute;rio completamente oposto. 72% dos portugueses afirmam que hoje em dia comem menos gorduras e mais de 30% afirmam ler a lista de ingredientes que comp&otilde;e um produto antes de compr&aacute;-lo. Al&eacute;m destas preocupa&ccedil;&otilde;es, vemos tamb&eacute;m um maior foco em sa&uacute;de e em uma alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel. Mais da metade dos portugueses afirmam que est&atilde;o dispostos a pagar mais por um produto que os ajude a prevenir/curar doen&ccedil;as, e mais de 1 milh&atilde;o de compradores declaram comprar apenas produtos que os permitam ter uma alimenta&ccedil;&atilde;o mais saud&aacute;vel.</p>
<p>De acordo com estas tend&ecirc;ncias, acabamos por identificar uma invers&atilde;o na prioriza&ccedil;&atilde;o do <em>shopper</em> ao escolher a sua indulg&ecirc;ncia. E esta mudan&ccedil;a de comportamento acaba por se refletir em diversas categorias do FMCG.</p>
<p>Iniciaremos pelos refrigerantes, em que verificamos que os regulares, ou seja, com a&ccedil;&uacute;car na sua composi&ccedil;&atilde;o, perderam mais de 60.000 lares em 2024 (at&eacute; setembro de 2024 vs o per&iacute;odo hom&oacute;logo). Enquanto as vers&otilde;es low calories/light chegaram a quase 90.000 novos lares no mesmo per&iacute;odo. Isto indica que o <em>shopper</em> aproximou-se dos refrigerantes e permitiu-se a esta indulg&ecirc;ncia, mas optou por uma vers&atilde;o mais saud&aacute;vel da categoria.</p>
<p>Outra categoria que reflete a aposta do consumidor em alternativas indulgentes mais saud&aacute;veis e com menos a&ccedil;&uacute;cares s&atilde;o as bolachas. As variedades recheadas e cobertas perdem pontos de contacto com os compradores. Enquanto as bolachas saud&aacute;veis recrutam novos compradores e as bolachas sem a&ccedil;&uacute;car tem <em>shoppers</em> mais regulares.</p>
<p>Entre os cereais de pequeno-almo&ccedil;o, verific&aacute;mos uma menor regularidade de compra dos cereais infantis de chocolate, enquanto os cereais sem gl&uacute;ten, sem a&ccedil;&uacute;car, ou com alto teor de prote&iacute;na conseguem chegar a novos compradores. E por falar em alto teor de prote&iacute;na e o foco do consumidor em benef&iacute;cios para a sa&uacute;de, uma das categorias do FMCG que mais regista crescimento atualmente &eacute; sem d&uacute;vidas as sobremesas proteicas. A combina&ccedil;&atilde;o do prazer da indulg&ecirc;ncia, aliado ao maior consumo de prote&iacute;na parece encantar o <em>shopper</em> atual. No &uacute;ltimo ano esta categoria atraiu mais de 160.000 novos lares, principalmente via pudim, mas tamb&eacute;m atrav&eacute;s das mousses proteicas.</p>
<p>Mas quando falamos em alto teor de prote&iacute;na, acabamos por associar este tipo de alimenta&ccedil;&atilde;o aos desportistas, ou mesmo a pessoas que se dedicam de forma mais intensiva ao exerc&iacute;cio f&iacute;sico. E sim, quase metade dos portugueses afirmam que fazem exerc&iacute;cios regularmente (de acordo com o estudo LifeStyles da Kantar), sendo que este n&uacute;mero cresceu 7% comparando com 2023. Por&eacute;m, quando observamos a evolu&ccedil;&atilde;o das sobremesas proteicas entre os lares, vemos que o crescimento da categoria &eacute; transversal e os novos compradores que se aproximam pertencem a diferentes targets.</p>
<p>Portanto, conclu&iacute;mos que a indulg&ecirc;ncia continua a ser primordial e indispens&aacute;vel para os consumidores. Entretanto, oferecer apenas o driver do prazer parece n&atilde;o ser mais o suficiente para atrair um<em> shopper</em>, que busca alternativas mais saud&aacute;veis, al&eacute;m de benef&iacute;cios &agrave; sa&uacute;de.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 08 May 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/O-crescimento-da-indulgncia-saudvel</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Webinar Fabricantes e Retalhistas Season 2]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Fabricantes-e-Retalhistas-Season-2-parceiros-no-sucess</link>
         <description><![CDATA[<p><span>Num setor em constante transforma&ccedil;&atilde;o, entender a din&acirc;mica entre fabricantes e retalhistas &eacute; mais importante do que nunca. Afinal, s&atilde;o parceiros ou concorrentes? A Kantar acredita numa abordagem colaborativa.</span><br /><br /><span>A conviv&ecirc;ncia entre os diferentes retalhistas deve ser encarada de forma complementar, permitindo que os fabricantes colaborem ativamente para ajudar cada retalhista a responder &agrave;s necessidades e prefer&ecirc;ncias espec&iacute;ficas dos seus consumidores, conforme o posicionamento e a escolha de loja. Essa l&oacute;gica de complementaridade, aliada &agrave; competitividade saud&aacute;vel, &eacute; essencial para criar e preservar o valor no mercado.</span><br /><br /><span>No pr&oacute;ximo dia&nbsp;</span><strong>15 de maio</strong><span>, &agrave;s&nbsp;</span><strong>10h00</strong><span>,&nbsp;</span><strong>Vera Gon&ccedil;alves</strong><span>, Retail Director e&nbsp;</span><strong>Eduardo Serra</strong><span>, Client Director ir&atilde;o explorar esta rela&ccedil;&atilde;o complexa, os desafios atuais e as oportunidades de colabora&ccedil;&atilde;o que podem beneficiar ambos os lados &mdash; e, claro, o comprador final.</span><br /><br /><span>Para se registar, clique no link abaixo:</span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://event.on24.com/wcc/r/4955498/4398675A37C847CE3E8DD5E7C9ADF3EB">Registe-se</a></p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 06 May 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Fabricantes-e-Retalhistas-Season-2-parceiros-no-sucess</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Higiene do Lar: estabilidade sem estagnaÃ§Ã£o]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Higiene-do-Lar-estabilidade-sem-estagnao</link>
         <description><![CDATA[<p>Quase j&aacute; parece normal o carrossel de d&uacute;vidas e mudan&ccedil;as a que o mundo tem vindo a assistir nos &uacute;ltimos anos. Longe v&atilde;o os tempos em que os planos de longo prazo acertavam em grande medida com aquilo que efetivamente se verificava nos anos seguintes. Tempos de maiores certezas que traziam ao mercado uma previsibilidade dif&iacute;cil de imaginar atualmente. O mercado do FMCG tem, consequentemente, estado sujeito a muitos destes choques que fazem desta d&eacute;cada umas das mais incertas de que h&aacute; mem&oacute;ria na hist&oacute;ria recente, e ainda lida com as r&eacute;plicas causadas pelo &uacute;ltimo dos &ldquo;sismos&rdquo;: o da infla&ccedil;&atilde;o. Todas as categorias foram afetadas pela subida repentina dos pre&ccedil;os em 2022, mas ser&aacute; que consegue identificar aquela que mais rapidamente come&ccedil;ou a virar a p&aacute;gina?</p>
<p>Inicialmente, o setor de Limpeza e Higiene Caseira (HC) come&ccedil;ou por ser aquele em que o crescimento dos pre&ccedil;os foi sentido de forma mais abrupta, superando mesmo os aumentos verificados em muitas categorias de Alimenta&ccedil;&atilde;o. No entanto, &agrave; medida em que a infla&ccedil;&atilde;o se foi adensando, o pre&ccedil;o m&eacute;dio de HC atingiu o seu pico no final de 2022, ficando-se pelos +10%, enquanto que as categorias de Alimenta&ccedil;&atilde;o continuaram a ter aumentos cada vez maiores at&eacute; ao final do primeiro semestre de 2023, aproximando-se dos +20%.</p>
<p>Apesar do ponto m&aacute;ximo da infla&ccedil;&atilde;o j&aacute; ter ficado para tr&aacute;s h&aacute; mais de um ano, as categorias de Alimenta&ccedil;&atilde;o e Bebidas ainda est&atilde;o sujeitas atualmente a um pre&ccedil;o m&eacute;dio que continua a crescer, mas para HC isso mudou no primeiro semestre de 2024. Pela primeira vez, desde o in&iacute;cio de 2022 podemos afirmar que os compradores portugueses conseguem ter acesso aos produtos deste setor a um pre&ccedil;o igual ao de h&aacute; um ano atr&aacute;s.</p>
<p>Esta estabilidade de pre&ccedil;os em HC apresenta desde logo resultados muito claros face aos restantes setores. Enquanto que os volumes transacionados de Alimenta&ccedil;&atilde;o e Bebidas para dentro do lar ainda est&atilde;o em queda, HC conseguiu finalmente estancar as perdas neste primeiro semestre de 2024, encontrando-se fundamentalmente est&aacute;vel face aos volumes transacionados em igual per&iacute;odo do ano passado.</p>
<p>A quest&atilde;o que agora se coloca &eacute; perceber a origem desta estabilidade do pre&ccedil;o a que os portugueses conseguem atualmente ter acesso ao setor de HC. Ser&aacute; que houve uma redu&ccedil;&atilde;o efetiva dos pre&ccedil;os no mercado? Ou ser&aacute; que os compradores alteraram a composi&ccedil;&atilde;o do seu carrinho de compras fazendo um <em>downtrade </em>de marcas e/ou de segmentos?</p>
<p><strong>Pagar o mesmo pre&ccedil;o num mundo de produtos mais caros</strong></p>
<p>Em boa verdade, os pre&ccedil;os que os portugueses encontram atualmente nas prateleiras dos supermercados quando se deslocam aos corredores de HC continuam a estar mais caros. Isto verifica-se tanto para marcas de fabricante (MDF) como para marcas da distribui&ccedil;&atilde;o (MDD). Na realidade, as MDD at&eacute; continuam a aumentar o seu pre&ccedil;o a um ritmo quase duas vezes superior ao das MDF, mas na manga trazem o trunfo de mesmo com os aumentos apresentados, continuarem a aplicar no mercado um pre&ccedil;o que &eacute; aproximadamente metade daquele praticado pelas MDF. Os compradores apercebem-se desta realidade e est&atilde;o a comprar menos volume de MDF e mais de MDD. Alguns compradores abandonam mesmo as MDF por completo, enquanto que as MDD mant&ecirc;m-se est&aacute;veis em n&uacute;mero de compradores. No entanto, este efeito n&atilde;o &eacute; transversal a todas as MDD. Mesmo dentro deste tipo de oferta, os portugueses est&atilde;o a ser altamente criteriosos e a escolher as MDD que apresentam o pre&ccedil;o final mais baixo e a maior estabilidade desse mesmo pre&ccedil;o, que vem fundamentalmente dos <em>players </em>de sortido curto emergentes.</p>
<p><strong>Poupar na carteira, n&atilde;o na efic&aacute;cia</strong></p>
<p>Se a procura por marcas mais baratas em HC parece ser um fen&oacute;meno clar&iacute;ssimo, &eacute; preciso entender at&eacute; que ponto est&atilde;o os portugueses dispostos a ir com o intuito de reduzir os seus custos com a categoria. Estar&atilde;o os compradores preparados para abdicar de segmentos mais especializados e a contentar-se com os mais b&aacute;sicos? A verdade &eacute; que n&atilde;o o precisam de fazer. Aditivos para complementar a lavagem da loi&ccedil;a continuam a ganhar compradores e os amaciadores e aditivos para completar a lavagem da roupa tamb&eacute;m est&atilde;o a ser mais procurados. Enquanto que as lix&iacute;vias perdem compradores, os produtos mais espec&iacute;ficos para lavagem do WC n&atilde;o viram a sua procura afetada. Enquanto que a simples p&aacute; e vassoura demora agora mais tempo a sair da loja, as mopas, espanadores, baldes e esfregonas &ldquo;voam&rdquo; das prateleiras. Em todos estes segmentos mais especializados que est&atilde;o a crescer existe um fator em comum: a maior presen&ccedil;a de MDD.</p>
<p>Voltando ao in&iacute;cio, e correndo o risco da ousadia de tentar antecipar tend&ecirc;ncias no mundo atual, o desafio que se avizinha para agora ir al&eacute;m da estabilidade e voltar a crescer em HC, passa por colocar as prioridades dos portugueses no centro das decis&otilde;es. A mensagem dos compradores &eacute; clara: n&atilde;o se trata de limitar a rotina de higiene do lar, mas sim de limitar o gasto que essa rotina representa.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 03 Apr 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Higiene-do-Lar-estabilidade-sem-estagnao</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Webinar Realidades paralelas do consumidor]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar-Realidades-paralelas-do-consumidor</link>
         <description><![CDATA[<p><span>Os portugueses consomem de forma diferente em casa e fora de casa, sendo fundamental entender o que motiva os consumidores em cada momento de consumo e encontrar a melhor forma de comunicar e apresentar o produto que se encaixa nas suas necessidades. Atrav&eacute;s da an&aacute;lise destes dois universos distintos &eacute; poss&iacute;vel perceber como as escolhas dos consumidores variam significativamente consoante o contexto onde se encontram e quais os espa&ccedil;os vazios que existem por preencher.</span><br /><br /><span>Em conjunto, vamos explorar como o mesmo consumidor ajusta as suas prefer&ecirc;ncias ao ambiente em que se encontra e como as marcas devem dominar as diferentes realidades paralelas para adaptar as suas estrat&eacute;gias e conectarem-se de forma eficiente com os consumidores.</span><br /><br /><span>No pr&oacute;ximo dia&nbsp;</span><strong>27 de mar&ccedil;o</strong><span>, &agrave;s&nbsp;</span><strong>10h00</strong><span>,&nbsp;</span><strong>Andreia Carvalho</strong><span>, Advanced Analytics Director, ir&aacute; explorar o contexto atual do consumo dentro e fora de casa, explicando como sair do core pode ajudar as marcas a crescer e, por fim, algumas hist&oacute;rias de sucesso.</span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://event.on24.com/wcc/r/4900552/67E4EE16D1C4938F0AD8291F2C689950">Registe-se</a></p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 13 Mar 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar-Realidades-paralelas-do-consumidor</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[PromoÃ§Ãµes e preÃ§o no abastecimento de veÃ­culos]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Promoes-e-preo-no-abastecimento-de-veculos</link>
         <description><![CDATA[<p>A infla&ccedil;&atilde;o em Portugal desacelerou em 2024 de forma generalizada. Nos bens alimentares, nota-se uma estabiliza&ccedil;&atilde;o e at&eacute; contra&ccedil;&atilde;o do n&iacute;vel de pre&ccedil;os versus per&iacute;odos anteriores. No caso dos combust&iacute;veis f&oacute;sseis ap&oacute;s uma descida em 2023 e um novo aumento no ver&atilde;o do mesmo ano, em 2024 o pre&ccedil;o parece ter estabilizado em n&iacute;veis superiores ao per&iacute;odo hom&oacute;logo.</p>
<p>Esta normaliza&ccedil;&atilde;o do pre&ccedil;o mais elevado levou o comprador portugu&ecirc;s a procurar alternativas para potenciar a sua poupan&ccedil;a. Assim, e com algumas campanhas promocionais mais agressivas no final de 2023, o fator &ldquo;ter desconto&rdquo; ganha import&acirc;ncia na hora de abastecer o ve&iacute;culo.</p>
<p>No primeiro semestre de 2024, o grande vencedor foi sem d&uacute;vida a marca Galp que se aliou &agrave;s exig&ecirc;ncias dos portugueses e &agrave; sua vontade de poupar, apostando em campanhas agressivas de descontos e vantagens na sua parceria com o Cart&atilde;o Continente mas tamb&eacute;m com a <em>app</em> Mundo Galp. Esta estrat&eacute;gia permitiu &agrave; marca conquistar fidelidade dos seus compradores e fechar o primeiro semestre de 2024 com uns impressionantes 33% de quota de mercado em volume.</p>
<p>Do outro lado da medalha aparece a Repsol, que mesmo com diversos mecanismos de parceria com retalhistas alimentares, bancos, clubes de futebol, entre outros, j&aacute; n&atilde;o consegue sustentar os ganhos do ano anterior e perde compradores e fidelidade, levando a uma consequente perda de espa&ccedil;o no mercado (em volume).</p>
<p>J&aacute; as marcas da distribui&ccedil;&atilde;o alimentar, que juntas representam a segunda maior fatia do mercado, est&atilde;o a conseguir manter a sua posi&ccedil;&atilde;o est&aacute;vel. Estes postos ganham compradores mas perdem fidelidade, sendo que o motivo de escolha que continua a crescer &eacute; a localiza&ccedil;&atilde;o pr&oacute;xima e n&atilde;o o pre&ccedil;o. Tornam-se assim um posto de conveni&ecirc;ncia, e ficam menos conectadas &agrave; procura de combust&iacute;vel ao menor pre&ccedil;o, certamente impactadas pelas din&acirc;micas concorrenciais no mercado.</p>
<p>A verdade &eacute; que tal como aconteceu nos bens alimentares, a promo&ccedil;&atilde;o e os descontos est&atilde;o a fundir-se com o pre&ccedil;o dos combust&iacute;veis autom&oacute;veis e ter cart&atilde;o de fideliza&ccedil;&atilde;o/desconto &eacute; apontado por mais portugueses como fator de escolha para o posto de abastecimento, enquanto o fator pre&ccedil;o decresce. H&aacute; mais 6% de ve&iacute;culos a usufruir de descontos no abastecimento do que no mesmo per&iacute;odo do ano anterior, e mais de 80% dos ve&iacute;culos j&aacute; utiliza algum tipo de cart&atilde;o de fideliza&ccedil;&atilde;o/parceria na hora de abastecer (dados at&eacute; Junho 2024).</p>
<p>&Eacute; sabido que os portugueses n&atilde;o abastecem os seus autom&oacute;veis apenas quando t&ecirc;m descontos ou benef&iacute;cios de fidelidade ou parceria, mas a intensifica&ccedil;&atilde;o das din&acirc;micas e a sua atratividade tem sido tanta que mais de 40% do volume abastecido na primeira metade de 2024 por ve&iacute;culos particulares esteve associado a algum tipo de desconto.</p>
<p>A din&acirc;mica de pre&ccedil;os continua a ser um driver no momento da escolha dos combust&iacute;veis, por&eacute;m a estabiliza&ccedil;&atilde;o do pre&ccedil;o de venda n&atilde;o significa uma diminui&ccedil;&atilde;o da r&aacute;pida mudan&ccedil;a nas escolhas. As marcas de gasolineiras continuam a apostar e surpreender os portugueses com apostas em novas modalidades de descontos e campanhas promocionais que atraem compradores &agrave;s lojas, fundindo-se com a volatilidade dos pre&ccedil;os.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 22 Jan 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Promoes-e-preo-no-abastecimento-de-veculos</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Numerator e Worldpanel unem forÃ§as]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Numerator-e-Worldpanel-unem-foras</link>
         <description><![CDATA[<p align="center"><em>A combina&ccedil;&atilde;o das empresas oferece uma nova vis&atilde;o poderosa das tend&ecirc;ncias globais de consumo</em></p>
<p>A Numerator, uma empresa de dados e tecnologia que atua no setor de research na Am&eacute;rica do Norte, ir&aacute; unir-se &agrave; divis&atilde;o Worldpanel da Kantar para formar uma nova empresa global de dados de consumo. A Numerator fornece dados de consumidores recolhidos diretamente por si (dados prim&aacute;rios) e tecnologia avan&ccedil;ada nos Estados Unidos e no Canad&aacute;. A Worldpanel &eacute; reconhecida como refer&ecirc;ncia para dados de consumo em 49 pa&iacute;ses fora da Am&eacute;rica do Norte. Grande parte dos 100 maiores fabricantes e retalhistas globais de produtos de grande consumo (FMCG) j&aacute; utilizam a Numerator e/ou a Worldpanel para obter dados de comportamento do consumidor.</p>
<p>A nova empresa fornecer&aacute; dados prim&aacute;rios verificados de consumidores, representando quase cinco bili&otilde;es de consumidores globalmente. Uma vez que as empresas priorizam os dados prim&aacute;rios para atender aos requisitos de privacidade e soberania de dados, a Numerator permanece comprometida com os mais altos padr&otilde;es de privacidade do setor para preservar a confian&ccedil;a do consumidor.</p>
<p>Eric Belcher, atualmente CEO da Numerator, liderar&aacute; a nova organiza&ccedil;&atilde;o combinada, que operar&aacute; globalmente sob o nome Numerator.</p>
<p>&ldquo;Marcas, retalhistas, economistas e analistas do mercado financeiro dependem de dados autorizados e diferenciados para se manterem &agrave; frente nas tend&ecirc;ncias de consumo. A Numerator e a Worldpanel captam mais de um milh&atilde;o de ocasi&otilde;es de compras a n&iacute;vel mundial todos os dias e usamos uma metodologia patenteada para process&aacute;-las,&rdquo; disse <strong>Eric Belcher, CEO da Numerator</strong>. &ldquo;O facto de estes dados serem nossos, garante que s&atilde;o completos e sem restri&ccedil;&otilde;es, atendendo &agrave; crescente procura por dados para dom&iacute;nios espec&iacute;ficos para alimentar modelos de IA.&rdquo;</p>
<p>Os dados da Numerator e da Worldpanel s&atilde;o amplamente utilizados em insights sobre consumidores e compradores, enquanto os profissionais de marketing aproveitam esses dados para segmentar p&uacute;blicos e medir a efic&aacute;cia publicit&aacute;ria. Com o seu uso crescente em an&aacute;lises preditivas, os dados da nova empresa podem informar modelos de IA que projetam tend&ecirc;ncias, identificam oportunidades e possibilitam experi&ecirc;ncias personalizadas em escala.</p>
<p style="text-align: justify;" align="center">A nova empresa ter&aacute; sua sede em Chicago, Illinois, com 5.800 funcion&aacute;rios em todo o mundo. A sua organiza&ccedil;&atilde;o ser&aacute; estabelecida em conformidade com a regulamenta&ccedil;&atilde;o local. Guillaume Bacuvier, atual CEO da Worldpanel, continuar&aacute; a sua lideran&ccedil;a de sucesso dos neg&oacute;cios internacionais fora da Am&eacute;rica do Norte, reportando a Eric Belcher.</p>
<p style="text-align: justify;" align="center">&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre a Numerator:</strong> A <a href="https://www.numerator.com/"><strong>Numerator</strong></a> &eacute; uma empresa de dados e tecnologia que traz velocidade e escala para o research A Numerator combina dados prim&aacute;rios de mais de 1 milh&atilde;o de lares dos EUA com tecnologia avan&ccedil;ada, oferecendo um entendimento de 360&deg; do consumidor e acelerando a transforma&ccedil;&atilde;o do setor de pesquisa de mercado. Sediada em Chicago, Illinois, a Numerator tem 2.000 funcion&aacute;rios em todo o mundo e 80 dos 100 maiores fabricantes de marcas de FMCG s&atilde;o seus clientes.</p>
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
<p><strong>Sobre a Worldpanel:</strong> A <a href="https://www.kantarworldpanel.com/global"><strong>Worldpanel</strong></a> decodifica o comportamento do comprador para moldar o futuro das marcas. A Worldpanel fornece os dados de consumo mais confi&aacute;veis, representando 5 bili&otilde;es de consumidores em 49 pa&iacute;ses, oferecendo &agrave;s marcas uma vis&atilde;o multidimensional de como as pessoas pensam, fazem compras e consomem, para que possam definir estrat&eacute;gias ousadas e impulsionar um impacto sustent&aacute;vel nos neg&oacute;cios. A Worldpanel tem 3.800 funcion&aacute;rios em todo o mundo.</p>
<p>A nova organiza&ccedil;&atilde;o ser&aacute; estabelecida em conformidade com a regulamenta&ccedil;&atilde;o local.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 14 Jan 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Numerator-e-Worldpanel-unem-foras</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Oito regras para uma inovaÃ§Ã£o bem sucedida no FMCG]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Oito-regras-para-uma-inovao-bem-sucedida-no-FMCG</link>
         <description><![CDATA[<p>Qualquer estudo do passado que tente perceber porque &eacute; que algumas marcas t&ecirc;m sucesso e outras n&atilde;o, qualquer estudo sobre o futuro que tente antecipar poss&iacute;veis trav&otilde;es ao crescimento e as poss&iacute;veis solu&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis, acabam normalmente por colocar a inova&ccedil;&atilde;o no centro das conclus&otilde;es e dos planos de a&ccedil;&atilde;o. &Eacute; certo, a inova&ccedil;&atilde;o &eacute; uma das principais alavancas de que dispomos para crescer. Isto tem de ser repetido tantas vezes quantas as necess&aacute;rias, porque a inova&ccedil;&atilde;o &eacute; cara e dif&iacute;cil e temos de ter a certeza de que vamos realmente investir na inova&ccedil;&atilde;o. Sim, podemos crescer sem inovar e, ao mesmo tempo, a inova&ccedil;&atilde;o nem sempre conduz necessariamente ao crescimento, mas aumenta claramente as probabilidades. E &eacute; precisamente essa a nossa tarefa, procurar as situa&ccedil;&otilde;es estrat&eacute;gicas em que a nossa marca tem mais probabilidades de crescer.</p>
<p>Podemos demonstrar com dados que uma inova&ccedil;&atilde;o bem sucedida tem geralmente um impacto decisivo nos mercados e nas marcas. De facto, as categorias que mais inovam, multiplicam por dois o crescimento das que n&atilde;o o fazem, mas o pr&eacute;mio principal, e com raz&atilde;o, vai para as pr&oacute;prias marcas inovadoras, que conseguem crescer seis vezes mais depressa do que as que n&atilde;o inovam. Esta conclus&atilde;o e as reflex&otilde;es que aqui partilhamos fazem parte do livro recentemente publicado &ldquo;Dec&aacute;logo de la innovaci&oacute;n exitosa&rdquo;, que inclui uma an&aacute;lise de 600 inova&ccedil;&otilde;es reais lan&ccedil;adas no mercado espanhol durante a &uacute;ltima d&eacute;cada, um trabalho profundo e rigoroso que reflete sobre a inova&ccedil;&atilde;o e estabelece, ao mesmo tempo, as caracter&iacute;sticas das inova&ccedil;&otilde;es bem sucedidas, com as quais podemos aprender ou, pelo menos, inspirar-nos.</p>
<p>Mas a estrat&eacute;gia correta n&atilde;o &eacute; inovar, mas sim inovar com &ecirc;xito e esta pequena nuance faz toda a diferen&ccedil;a na dificuldade de o fazer. Apenas 20% dos lan&ccedil;amentos no grande consumo podem ser considerados bem sucedidos. Trata-se de uma percentagem baixa, o que significa que cada vez menos se arrisca nos lan&ccedil;amentos, o que tende a aumentar ainda mais a taxa de insucesso, arrastando as marcas para um c&iacute;rculo vicioso de consequ&ecirc;ncias nefastas.</p>
<p>As inova&ccedil;&otilde;es bem sucedidas t&ecirc;m caracter&iacute;sticas comuns que podem ser resumidas em <strong>oito regras de ouro</strong> que fazem a diferen&ccedil;a.</p>
<ol>
<li><strong>Que traga algo novo e genu&iacute;no.</strong> A novidade &eacute; o principal requisito para a inova&ccedil;&atilde;o. Requer um produto genu&iacute;no que contribua para a solu&ccedil;&atilde;o de um problema ou necessidade que os produtos j&aacute; existentes n&atilde;o cobriam. Pode parecer uma conclus&atilde;o &oacute;bvia, mas a grande maioria dos produtos que s&atilde;o lan&ccedil;ados no mercado n&atilde;o s&atilde;o novos e, pior, o consumidor n&atilde;o o considera novo ou relevante. Inovar de verdade &eacute; muito dif&iacute;cil, mas o pr&eacute;mio, se o conseguirmos, &eacute; muito grande.</li>
<li><strong>Que sejam direcionadas. </strong>As melhores inova&ccedil;&otilde;es s&atilde;o aquelas que s&atilde;o compradas por todos os p&uacute;blicos, mas que s&atilde;o constru&iacute;das com uma mensagem clara para um grupo de consumidores ou um benef&iacute;cio espec&iacute;fico. Exemplos como o leite sem lactose ou as bebidas &agrave; base de plantas atestam este facto.</li>
<li><strong>Que se encontrem</strong>. &Eacute; fundamental que o produto seja bem distribu&iacute;do desde o seu lan&ccedil;amento. De facto, existe uma correla&ccedil;&atilde;o direta entre a percentagem de distribui&ccedil;&atilde;o do produto inovador e as suas hip&oacute;teses de sucesso, sendo muito elevada a partir de uma percentagem de distribui&ccedil;&atilde;o de 60%. A dificuldade desta premissa reside no facto de serem precisamente os primeiros momentos de um novo produto os mais dif&iacute;ceis de conseguir que a distribui&ccedil;&atilde;o lhes conceda esse nicho t&atilde;o desejado na prateleira. As estrat&eacute;gias de alguns dos principais retalhistas espanh&oacute;is mant&eacute;m as inova&ccedil;&otilde;es longe das prateleiras, gerando uma falha crucial no processo de lan&ccedil;amento. Sem distribui&ccedil;&atilde;o, h&aacute; poucas hip&oacute;teses de sucesso. A resolu&ccedil;&atilde;o deste ponto passa necessariamente por compreender e incorporar cada vez mais e melhor o ponto de vista do retalhista no nosso processo. E explicar e convencer o retalhista da necessidade, enquanto ind&uacute;stria, de encorajar a inova&ccedil;&atilde;o porque, no fim de contas, todos beneficiam com ela.</li>
<li><strong>Que se vejam</strong>. Todo o esfor&ccedil;o de lan&ccedil;amento &eacute; in&uacute;til se o consumidor n&atilde;o conseguir ver o produto inovador no linear. A utiliza&ccedil;&atilde;o da embalagem e de elementos de comunica&ccedil;&atilde;o na loja &eacute; fundamental, antes de lan&ccedil;ar campanhas mais massivas, atrav&eacute;s da publicidade ou da comunica&ccedil;&atilde;o. Estar presente numa loja n&atilde;o &eacute; o mesmo que estar dispon&iacute;vel, no sentido cunhado por Byron Sharp na sua magn&iacute;fica obra.</li>
<li><strong>Que sejam ecl&eacute;ticas</strong>. As inova&ccedil;&otilde;es mais bem sucedidas combinam diferentes alavancas de crescimento, como ser saud&aacute;veis e saborosas ou pr&aacute;ticas e saud&aacute;veis ao mesmo tempo, por exemplo. Os consumidores s&atilde;o cada vez mais exigentes e querem concentrar todas as suas exig&ecirc;ncias num s&oacute; produto.</li>
<li><strong>Que estejam apoiadas</strong>. Para que as inova&ccedil;&otilde;es entrem nos lares, &eacute; necess&aacute;rio investimento para apoiar o produto desde o in&iacute;cio, por exemplo, atrav&eacute;s de publicidade ou promo&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m disso, este apoio tem de ser vi&aacute;vel a longo prazo. Esta &eacute; outra conclus&atilde;o &oacute;bvia, mas que n&atilde;o &eacute; concretizada com a frequ&ecirc;ncia com se poderia pensar.</li>
<li><strong>Que sejam incrementais</strong>. N&atilde;o basta gerar vendas. Estas devem ser incrementais em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s vendas da marca-m&atilde;e. Caso contr&aacute;rio, surge o perigo de canibaliza&ccedil;&atilde;o e o resultado final n&atilde;o ser&aacute; rent&aacute;vel. Em suma, o produto inovador tem de ser um acr&eacute;scimo.</li>
<li><strong>Que revalorizem a oferta</strong>. A inova&ccedil;&atilde;o implica um elevado grau de investimento e a &uacute;nica forma de a tornar rent&aacute;vel &eacute; com um pre&ccedil;o mais elevado do que o dos produtos estabelecidos. Pode ser assustador lan&ccedil;ar produtos com um pre&ccedil;o superior, especialmente em alturas como a atual, mas os consumidores estar&atilde;o dispostos a pagar esse adicional se a novidade for real e lhes proporcionar valor acrescentado.</li>
</ol>
<p><strong>A inova&ccedil;&atilde;o como um meio e n&atilde;o como um fim</strong></p>
<p>A relev&acirc;ncia da inova&ccedil;&atilde;o &eacute; tal que, por vezes, as marcas esquecem que o objetivo de um plano estrat&eacute;gico n&atilde;o pode ser inovar em si mesmo, mas que &eacute; apenas uma ferramenta para atingir os objetivos estabelecidos. Uma ferramenta muito poderosa, mas tamb&eacute;m complexa e dispendiosa, como j&aacute; vimos. &Eacute; por isso que uma inova&ccedil;&atilde;o bem sucedida deve ser eficiente, o que significa fazer poucas tentativas, mas bem pensadas, bem planeadas e bem apoiadas desde o in&iacute;cio. Uma vez lan&ccedil;adas, &eacute; essencial monitoriz&aacute;-las e dispor de planos de rea&ccedil;&atilde;o. Em apenas tr&ecirc;s meses, 80% das inova&ccedil;&otilde;es j&aacute; podem ser identificadas como sucessos ou fracassos atrav&eacute;s, da utiliza&ccedil;&atilde;o de ferramentas de benchmarking.</p>
<p><strong>Paralelismos do fracasso atrav&eacute;s de factos hist&oacute;ricos</strong></p>
<p>No livro, refletimos sobre as raz&otilde;es que levam ao fracasso da inova&ccedil;&atilde;o, estabelecendo paralelos com as causas que marcaram o desastre em certos acontecimentos hist&oacute;ricos. Todos estes fracassos poderiam ter sido evitados se determinados fatores tivessem sido tidos em conta.</p>
<p>Foi o caso da trag&eacute;dia do Evereste em 1996. A expedi&ccedil;&atilde;o deveria ter voltado para tr&aacute;s antes de atingir o cume, de acordo com todas as regras e ensinamentos acumulados pelos chefes da expedi&ccedil;&atilde;o, face ao desenrolar dos acontecimentos e que eles pr&oacute;prios tinham contado em centenas de ocasi&otilde;es. Mas o esfor&ccedil;o feito at&eacute; ent&atilde;o, os chamados custos de empenhamento, superaram a decis&atilde;o de continuar e a decis&atilde;o de continuar revelou-se fatal. Esta situa&ccedil;&atilde;o ocorre quando h&aacute; uma enorme press&atilde;o sobre determinados projetos e quando as din&acirc;micas de equipa prevalecem sobre o julgamento individual.</p>
<p>Outra li&ccedil;&atilde;o pode ser retirada do desastre do Challenger de 1986. Uma pe&ccedil;a n&atilde;o tinha a qualidade exigida pelos protocolos, mas em vez de a substituir, o que era complicado, alteraram-se os protocolos e tentou-se minimizar o risco real atrav&eacute;s de argumentos e an&aacute;lises demasiado otimistas. Assim, a equipa respons&aacute;vel acabou por se convencer a si pr&oacute;pria da seguran&ccedil;a do lan&ccedil;amento e o resultado foi a explos&atilde;o do vaiv&eacute;m. O auto engano &eacute; muitas vezes uma parte inerente do processo de inova&ccedil;&atilde;o e est&aacute; na origem de muitos dos fracassos. &Eacute; importante ter este facto em conta e resolv&ecirc;-lo antes da decis&atilde;o final de lan&ccedil;amento.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 19 Dec 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Oito-regras-para-uma-inovao-bem-sucedida-no-FMCG</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Fabricantes e Retalhistas: Parceiros ou Rivais?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Fabricantes-e-Retalhistas-Parceiros-ou-Rivais</link>
         <description><![CDATA[<p>Crescimento: um desejo e ambi&ccedil;&atilde;o intrinsecamente humanos, que move pessoas e empresas em m&uacute;ltiplas etapas das suas vidas. A pergunta &eacute;: como torn&aacute;-lo real e palp&aacute;vel? Como compatibilizar o crescimento sustentado e de longo prazo, com a gratifica&ccedil;&atilde;o moment&acirc;nea do curto prazo que tr&aacute;s o alento para continuar? No mundo do FMCG, em 2023, a tend&ecirc;ncia geral pareceu beneficiar a alavancagem dos efeitos da infla&ccedil;&atilde;o para trazer a muitos intervenientes da ind&uacute;stria um crescimento em valor, que em cen&aacute;rios de infla&ccedil;&atilde;o mais controlada, como o que se espera para o decorrer de 2024, ser&atilde;o mais dif&iacute;ceis de concretizar. Todos os intervenientes querem crescer, mas deve este crescimento ser feito pela via da disputa ou atrav&eacute;s da colabora&ccedil;&atilde;o? A quest&atilde;o adensou-se ao longo dos &uacute;ltimos anos e alguns <em>players</em> do mercado v&atilde;o colocar-se na vis&atilde;o dos fabricantes e outros na vis&atilde;o dos retalhistas. Na Kantar estamos sempre do lado dos factos e acreditamos que a f&oacute;rmula para o sucesso est&aacute; em colocarmo-nos na vis&atilde;o dos consumidores e colaborar acima de disputar.</p>
<p>A verdade &eacute; que o panorama do retalho tem vindo a alterar-se drasticamente na &uacute;ltima d&eacute;cada, e ainda mais visivelmente nos &uacute;ltimos cinco anos. Durante este per&iacute;odo, os retalhistas de Sortido Curto, caracterizados por modelos de neg&oacute;cio que d&atilde;o primazia &agrave; marca da distribui&ccedil;&atilde;o (MDD), t&ecirc;m vindo ininterruptamente a ganhar espa&ccedil;o no mercado e a apoderar-se de uma importante fatia do valor anteriormente detido pelos retalhistas de Sortido Amplo, mais focados em lojas onde se encontra uma variedade de marcas de fabricante (MDF) bem mais alargada. No entanto, n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel afirmar que o comprador que passa a comprar nas lojas de Sortido Curto, o fa&ccedil;a por completa substitui&ccedil;&atilde;o das lojas de Sortido Amplo, que anteriormente eram a sua &uacute;nica op&ccedil;&atilde;o. Estamos a falar do mesmo comprador, que hoje em dia reparte as suas compras por um conjunto de lojas muito mais alargado e que obriga as marcas a reverem a forma como distribuem a sua oferta.</p>
<p>Mesmo dentro de ambos os tipos de Sortido (Amplo e Curto), assistimos no primeiro trimestre de 2024, a uma redistribui&ccedil;&atilde;o de valor, sendo os l&iacute;deres de cada um destes modelos de neg&oacute;cio amea&ccedil;ados pelos respetivos concorrentes que lhes est&atilde;o a conseguir ganhar espa&ccedil;o. Ainda assim, se esse cen&aacute;rio de lojas vencedoras e vencidas parece mais incerto, h&aacute; algo que que &eacute; comum a todas elas: dar mais protagonismo &agrave;s MDD, que continuam a ampliar a sua quota de mercado em Portugal. No primeiro trimestre do ano, n&atilde;o houve nenhum retalhista que, de forma clara e inequ&iacute;voca, tenha dado mais prioridade &agrave;s MDF. S&oacute; que, apesar da estrat&eacute;gia parecer ter sentido &uacute;nico, nem todos eles conseguiram recolher os mesmos frutos. Todos os retalhistas podem beneficiar de uma an&aacute;lise mais criteriosa feita categoria a categoria, que lhes permita perceber em quais delas faz mais sentido aumentar ou diminuir a aposta em MDD. H&aacute; categorias em que abdicar das MDF, que tradicionalmente aportam margens mais apelativas, &eacute; sin&oacute;nimo de deixar de maximizar o potencial total das vendas.</p>
<p>Com isto em mente, &eacute; preciso descobrir caso a caso qual a interdepend&ecirc;ncia que existe entre fabricantes e retalhistas, e como ambos podem colaborar para obter ganhos m&uacute;tuos, e acima de tudo beneficiar os consumidores.</p>
<p><strong>Fabricantes e retalhistas de Sortido Curto: valer&aacute; a pena negociar?</strong></p>
<p>A rela&ccedil;&atilde;o entre estes dois intervenientes do mercado &eacute; provavelmente aquela que gera maior fric&ccedil;&atilde;o no momento da negocia&ccedil;&atilde;o. A primeira pergunta a fazer &eacute; se h&aacute; evid&ecirc;ncias que demonstrem, sem espa&ccedil;o para d&uacute;vidas, que esta &eacute; uma rela&ccedil;&atilde;o que deva realmente ser perseguida. E a resposta, felizmente, ofusca essas d&uacute;vidas. Ao longo do &uacute;ltimo ano, ao olharmos para o TOP 40 de fabricantes FMCG em Portugal, vemos que 46% deles ganharam compradores atrav&eacute;s dos retalhistas de Sortido Curto, enquanto apenas 26% o conseguiram fazer atrav&eacute;s do Sortido Amplo. Sem os retalhistas de Sortido Curto estes fabricantes teriam em m&eacute;dia &nbsp;menos 8% de compradores, menos 7% de frequ&ecirc;ncia de compra, perderiam menos 10% da sua fatura&ccedil;&atilde;o, e transacionariam menos 12% de produto. Que fabricante estar&aacute; disposto nos dias de hoje a reduzir os seus indicadores em tamanha escala s&oacute; para evitar negociar com os intervenientes deste canal? H&aacute; casos concretos de MDF l&iacute;deres em variad&iacute;ssimos setores do FMCG, desde os Chocolates, at&eacute; ao A&ccedil;&uacute;car, passando pelos Congelados, em que foi justamente a sua rela&ccedil;&atilde;o com os retalhistas de Sortido Curto que lhes aportou mais crescimento, e em muitos casos &ldquo;salvando-lhes&rdquo; o ano.</p>
<p>Mas se &eacute; claro que os retalhistas do Sortido Curto podem ser a maior fonte de crescimento para as MDF, ser&aacute; que os retalhistas do Sortido Curto tamb&eacute;m precisam das MDF para crescer? A beleza da resposta est&aacute; no <em>sim</em> que ela nos apresenta. Tamb&eacute;m ao longo do &uacute;ltimo ano, conseguimos encontrar v&aacute;rios exemplos em setores t&atilde;o diferentes como, por exemplo, Refrigerantes, Sidras, Bombons, Queijos, C&aacute;psulas de Caf&eacute; ou Shampoos em que os retalhistas de Sortido Curto teriam perdido compradores se dependessem apenas das suas MDD. Mas gra&ccedil;as ao envolvimento das MDF nos seus lineares, conseguiram mais do que compensar essas perdas, e ampliar a sua base de compradores. O segredo reside na dete&ccedil;&atilde;o de oportunidades categoria a categoria; a beleza reside em n&atilde;o se tratar de uma rela&ccedil;&atilde;o enviesada em que umas das partes se vai sobrepor &agrave; outra: ambas ir&atilde;o ganhar.</p>
<p>A &uacute;ltima quest&atilde;o pendente &eacute; de como dar forma a esta rela&ccedil;&atilde;o. Se por um lado &eacute; mais f&aacute;cil colocar MDF num retalhista de Sortido Amplo, que tem mais espa&ccedil;o dispon&iacute;vel em linear, no Sortido Curto, a oferta das MDF tem que ser mais cir&uacute;rgicas. Numa an&aacute;lise de portf&oacute;lios conseguimos perceber que os segmentos de produto que mais se destacam nas lojas de Sortido Curto, n&atilde;o s&atilde;o os mais b&aacute;sicos ou previs&iacute;veis dentro das suas respetivas categorias. Por exemplo, ao pensarmos em Lavagem da Roupa, imaginamos em primeiro lugar os Detergentes ou os Amaciadores, mas neste tipo de lojas s&atilde;o os Aditivos (roupa delicada, branca/escura, tira-n&oacute;doas, etc.) que acabam por se destacar. Isto verifica-se transversalmente a todos os setores do FMCG e mostra que, no Sortido Curto, as MDF devem estar presentes com uma oferta de &ldquo;especialidades&rdquo; complementar &agrave;quela disponibilizada pelas MDD.</p>
<p><strong>Fabricantes e retalhistas de Sortido Amplo: qual a equa&ccedil;&atilde;o para conquistar o consumidor?</strong></p>
<p>No cen&aacute;rio competitivo do mercado de FMCG, a batalha entre o Sortido Curto e o Sortido Amplo tem sido uma narrativa constante. No entanto, apesar do crescimento do Sortido Curto, o Sortido Amplo ainda det&eacute;m a maior fatia do mercado, representando 59% do gasto total dos portugueses em FMCG no primeiro trimestre de 2024. O dilema &eacute; que este sortido tem perdido espa&ccedil;o nas carteiras dos portugueses devido a uma falta de equil&iacute;brio na oferta. A aposta em MDD dentro do Sortido Amplo n&atilde;o tem gerado os resultados esperados, uma vez que a concorr&ecirc;ncia do Sortido Curto tem sido mais eficaz em atrair os consumidores.</p>
<p>Essa falta de equil&iacute;brio na oferta resulta numa desvaloriza&ccedil;&atilde;o do Sortido Amplo, prejudicando os retalhistas a longo e a curto prazo. A conquista de quota de mercado est&aacute; intrinsecamente ligada &agrave; fideliza&ccedil;&atilde;o e conquista dos consumidores, mas o que tem acontecido &eacute; que os clientes do Sortido Amplo est&atilde;o a visitar e gastar mais nos concorrentes. Diante deste cen&aacute;rio, surge a quest&atilde;o crucial: como conquistar e fidelizar consumidores no Sortido Amplo? A resposta reside na compreens&atilde;o das necessidades do consumidor. Para isso, basta colocarmo-nos nos sapatos dos consumidores que procuram poupar dinheiro, ganhar tempo e serem incentivados, ou em bom portugu&ecirc;s, procuram o barato, ben&eacute;fico e bom. Traduzindo para a linguagem FMCG, esta equa&ccedil;&atilde;o requer pensar numa oferta competitiva, eficiente e inovadora.</p>
<p>Come&ccedil;ando com o barato, o pre&ccedil;o continua a ser um fator determinante nas decis&otilde;es de compra dos consumidores. No entanto, as estrat&eacute;gias promocionais tradicionais est&atilde;o a perder efic&aacute;cia, pois os consumidores j&aacute; as consideram previs&iacute;veis. Para enfrentar este desafio, os retalhistas do Sortido Amplo e as MDF devem colaborar para oferecer uma gama de produtos a pre&ccedil;os competitivos em termos de pre&ccedil;o e qualidade. Um exemplo pr&aacute;tico desta abordagem &eacute; a an&aacute;lise da categoria de tabletes de chocolate, onde se identificou uma oportunidade de otimiza&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;o e promo&ccedil;&atilde;o. Ao analisar faixas de pre&ccedil;o espec&iacute;ficas e a sua distribui&ccedil;&atilde;o de compradores, marcas e Sortido Amplo poder&atilde;o entender onde h&aacute; maior potencial de captar <em>shoppers</em>. E assim oferecer uma variedade de op&ccedil;&otilde;es que possam aumentar a efic&aacute;cia das suas estrat&eacute;gias pre&ccedil;o/promo&ccedil;&atilde;o, pensar em diferentes marcas para distintos posicionamentos de pre&ccedil;o e identificar potenciais novas gamas ou formatos.</p>
<p>Depois de convencer o shopper em rela&ccedil;&atilde;o ao pre&ccedil;o, &eacute; preciso garantir a presen&ccedil;a do produto em loja no momento da compra. Garantir um sortido eficiente hoje &eacute; mais dif&iacute;cil do que nunca. Com tantas tipologias de loja, o shopper vai distribuindo visitas aos supermercados at&eacute; compor todo o seu cabaz. Para garantir um sortido eficiente o primeiro passo &eacute; olhar para o consumidor loja a loja. E depois perceber o que &eacute; que ele foi comprar &agrave; concorr&ecirc;ncia. Uma an&aacute;lise criteriosa aos padr&otilde;es de compra dos portugueses pode revelar oportunidades para otimizar a oferta e melhorar a experi&ecirc;ncia de compra.</p>
<p>A inova&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m desempenha um papel crucial na gera&ccedil;&atilde;o de valor para os consumidores. Mesmo noutros setores, como o das tecnologias, &eacute; poss&iacute;vel ver o consumidor &aacute;vido por novos produtos. Em FMCG, os dados da Kantar indicam que os consumidores est&atilde;o dispostos a pagar mais por produtos que ofere&ccedil;am benef&iacute;cios adicionais, como por exemplo sa&uacute;de e conveni&ecirc;ncia. Portanto, as marcas de fabricantes aliados aos retalhistas do Sortido Amplo devem trabalhar juntos para entregar produtos inovadores que atendam a essas necessidades e se destaquem no mercado.</p>
<p><strong>Fabricantes e Retalhistas: Parceiros ou Rivais?</strong></p>
<p>A resposta &eacute; que a melhor estrat&eacute;gia &eacute; fortalecer a trilogia entre consumidores, retalhistas e oferta. A concorr&ecirc;ncia est&aacute; mais acirrada do que nunca. Com consumidores cada vez mais fragmentados e um aumento significativo no investimento em MDD, os retalhistas enfrentam desafios para se manterem competitivos. Diversificar a oferta emerge como uma estrat&eacute;gia fundamental para fabricantes e retalhistas, permitindo-lhes adaptar-se &agrave;s mudan&ccedil;as nas prefer&ecirc;ncias dos consumidores e captar uma fatia maior do mercado.</p>
<p>Um dos principais impulsionadores de sucesso &eacute; o Sortido Curto, que oferece benef&iacute;cios m&uacute;tuos tanto para fabricantes quanto para retalhistas. Para os fabricantes, representa uma oportunidade de atrair novos compradores e aumentar a regularidade das compras. Para os retalhistas, &eacute; uma forma de ultrapassar as limita&ccedil;&otilde;es das MDD e oferecer uma gama especializada de produtos que atrai os consumidores para suas lojas.</p>
<p>No Sortido Amplo, o foco deve estar na equa&ccedil;&atilde;o do consumidor. &Eacute; essencial colocar o interesse do cliente no centro das decis&otilde;es, oferecendo uma oferta competitiva que poupe dinheiro, um sortido eficiente e completo que poupe tempo e investindo em inova&ccedil;&atilde;o para incentivar os consumidores a comprar. Isso significa conhecer os intervalos de pre&ccedil;o onde h&aacute; mais compradores, oferecer uma variedade de produtos que permita uma compra conveniente numa &uacute;nica loja e desenvolver produtos que atendam &agrave;s necessidades dos consumidores.</p>
<p>Para enfrentar os desafios do mercado de FMCG em Portugal, &eacute; necess&aacute;rio adotar uma abordagem centrada no consumidor, diversificar a oferta e investir em inova&ccedil;&atilde;o. Aqueles que conseguirem adaptar-se rapidamente &agrave;s mudan&ccedil;as nas prefer&ecirc;ncias dos consumidores ser&atilde;o os l&iacute;deres do mercado no futuro.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 28 Nov 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Fabricantes-e-Retalhistas-Parceiros-ou-Rivais</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Gastos com OOH aumentam em bebidas e snacks globalmente]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Gastos-com-OOH-aumentam-em-bebidas-e-snacks-globalmente</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>A tend&ecirc;ncia das refei&ccedil;&otilde;es &ldquo;prontas a comer&rdquo; cresce, &agrave; medida que os consumidores optam por canais mais casuais, no segundo trimestre de 2024</em></p>
<p>O setor de snacks e bebidas fora de casa (OOH) continuou a superar o desempenho do setor para consumo em casa, a n&iacute;vel global, no segundo trimestre de 2024, com um crescimento anual em valor de 8%, em compara&ccedil;&atilde;o com 2% para as compras em casa.</p>
<p>Este &eacute; o caso em todos os mercados abrangidos pelos dados da Worldpanel, divis&atilde;o da Kantar, exceto em Espanha, Portugal e Tail&acirc;ndia. A &Iacute;ndia registou o maior aumento de gastos, com 27%, seguida do Brasil e do M&eacute;xico.</p>
<p><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Barometro_OOH_2Trim_2024.jpg" alt="Barometro_OOH_2Trim_2024.jpg" width="600" height="338" /></p>
<p>A propor&ccedil;&atilde;o do valor total &ldquo;dentro e fora&rdquo; proveniente de OOH aumentou pelo oitavo trimestre consecutivo, subindo para 38% de 37% no segundo trimestre de 2023. O crescimento foi mais r&aacute;pido na &Iacute;ndia, com um aumento de 68% para 71%. S&oacute; em Espanha e Portugal &eacute; que a quota de OOH caiu ligeiramente, de 35% para 34% e de 39% para 36%, respetivamente.</p>
<p>O gasto aumentou nas tr&ecirc;s categorias de OOH, em compara&ccedil;&atilde;o com o ano passado: snacks (+9), bebidas n&atilde;o alco&oacute;licas (+8%) e refei&ccedil;&otilde;es (+7%).</p>
<p><strong>O crescimento &eacute; org&acirc;nico e incremental</strong></p>
<p>O fator que mais contribui para este crescimento din&acirc;mico continua a ser o n&uacute;mero crescente de ocasi&otilde;es que os consumidores est&atilde;o a fazer &ndash; embora esteja a mostrar sinais de abrandamento, com um aumento de 5% no segundo trimestre, em compara&ccedil;&atilde;o com 11% durante o mesmo per&iacute;odo em 2023.</p>
<p>&Eacute; importante notar que o crescimento do OOH n&atilde;o est&aacute; a p&ocirc;r em risco o desempenho dentro de casa. O valor total do mercado est&aacute; a crescer de forma constante, trimestre ap&oacute;s trimestre, apesar de a infla&ccedil;&atilde;o ter diminu&iacute;do.</p>
<p><strong>Canais diferentes contribuem para o desempenho</strong></p>
<p>Embora os bares e caf&eacute;s sejam o principal catalisador deste forte desempenho sustentado, com uma quota de valor que cresceu de 8,5% para 9,2% num ano, os canais de com&eacute;rcio tradicional, as padarias e os canais de impulso tamb&eacute;m ganharam terreno.</p>
<p><strong>As bolachas e os snacks salgados destacam-se</strong></p>
<p>As bolachas e os snacks salgados s&atilde;o, mais uma vez, os produtos com melhor desempenho no OOH, com um aumento de 12% e 9% em valor, em compara&ccedil;&atilde;o com o ano passado. Ambas est&atilde;o a crescer a um ritmo mais r&aacute;pido do que o mercado global de OOH &ndash; mas os seus ganhos n&atilde;o est&atilde;o a prejudicar as vendas dentro de casa, que mantiveram um forte crescimento de 3% em ambas as categorias.</p>
<p><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Barometro_OOH_2Trim_2024_1.jpg" alt="Barometro_OOH_2Trim_2024_1.jpg" width="600" height="338" /></p>
<p><strong>Aumenta a procura por refei&ccedil;&otilde;es preparadas frescas</strong></p>
<p>As pessoas s&atilde;o cada vez mais atra&iacute;das pela compra de refei&ccedil;&otilde;es OOH para consumo imediato, como uma op&ccedil;&atilde;o c&oacute;moda e acess&iacute;vel. Este &eacute; o caso nos cinco mercados que a Kantar abrange para esta categoria: Reino Unido, Espanha, Portugal, Fran&ccedil;a e Brasil.</p>
<p>O crescimento resulta, em grande parte, de locais n&atilde;o tradicionais, como os restaurantes de servi&ccedil;o completo e de servi&ccedil;o r&aacute;pido, que registaram ambos uma ligeira queda na quota em valor. Em vez disso, impulsionados pela rapidez e conveni&ecirc;ncia, os consumidores est&atilde;o a dirigir-se para canais menos formais &ndash; principalmente padarias, que aumentaram a sua quota 0,5% num ano, mercearias para consumo imediato (+0,4%) e canais de impulso (+0,3%). Os hipermercados e supermercados que oferecem refei&ccedil;&otilde;es prontas quentes est&atilde;o a tornar-se uma escolha popular, com 6,6% do total gasto.</p>
<p><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Barometro_OOH_2Trim_2024_2.jpg" alt="Barometro_OOH_2Trim_2024_2.jpg" width="600" height="338" /></p>
<p>No que se refere aos restaurantes de servi&ccedil;o r&aacute;pido (QSR), este canal continua a deter a terceira maior quota em valor, com 19,2%. Uma op&ccedil;&atilde;o sempre acess&iacute;vel e econ&oacute;mica para os consumidores de todo o mundo, sendo os principais operadores excelentes na conquista de novos compradores, na expans&atilde;o da sua presen&ccedil;a e na procura de novos espa&ccedil;os de atua&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Agora &eacute; poss&iacute;vel afirmar com certeza que os consumidores regressaram &agrave;s suas rotinas pr&eacute;-pand&eacute;micas de petiscar e beber quando est&atilde;o fora de casa. No entanto, criaram novos h&aacute;bitos e prefer&ecirc;ncias. As marcas e os retalhistas t&ecirc;m de acompanhar e compreender estas mudan&ccedil;as de comportamento para satisfazer a procura e captar uma maior parte do valor do mercado.</p>
<p style="text-align: left;"><em><br /></em></p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 15 Nov 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Gastos-com-OOH-aumentam-em-bebidas-e-snacks-globalmente</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[O contexto Ã© rei: realidade do consumo global em dados]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/O-contexto--rei-realidade-do-consumo-global-em-dados</link>
         <description><![CDATA[<p>Nos mercados cheios de pessoas, na Europa, onde cada esquina parece ter o seu pr&oacute;prio sabor, &eacute; poss&iacute;vel ver os h&aacute;bitos alimentares de um continente t&atilde;o claramente como um quadro de giz &agrave; porta de um caf&eacute;. Um brit&acirc;nico procura um lanche para levar; um espanhol ou um portugu&ecirc;s senta-se para um almo&ccedil;o que &eacute; menos uma refei&ccedil;&atilde;o e mais um assunto de lazer, prato ap&oacute;s prato. Cada momento diz algo diferente sobre as pessoas que o vivem. E, no entanto, estes h&aacute;bitos n&atilde;o est&atilde;o gravados na pedra. Est&atilde;o a mudar, a transformar-se, a evoluir &ndash; &nbsp;tal como o mundo &agrave; sua volta.</p>
<p>Para as marcas do setor alimentar e das bebidas, estas diferen&ccedil;as podem, por vezes, parecer um enigma e um presente embrulhados no mesmo pacote. Decifrando o c&oacute;digo, ter&aacute; a chave para a despensa. Se falhar o alvo, &eacute; apenas mais um produto perdido no corredor do supermercado. Num mundo de h&aacute;bitos t&atilde;o fluidos, as marcas que s&atilde;o significativamente diferentes e est&atilde;o presentes nos momentos certos t&ecirc;m uma oportunidade real de se destacarem.</p>
<p>Mas n&atilde;o &eacute; s&oacute; na Europa. Estas mudan&ccedil;as est&atilde;o a ocorrer em todo o mundo. E n&oacute;s propusemo-nos a compreend&ecirc;-las no maior estudo do g&eacute;nero. Os &ldquo;Demand Moments&rdquo; s&atilde;o pequenos tiquetaques do rel&oacute;gio quando algu&eacute;m procura um petisco, um gole, qualquer coisa. Ao longo de tr&ecirc;s anos, analis&aacute;mos 3 milh&otilde;es de ocasi&otilde;es de comida e bebida em nove pa&iacute;ses, dividindo-as em 14 &ldquo;momentos de verdade&rdquo;.&nbsp;</p>
<p>Estes momentos s&atilde;o a chave para compreender o que as pessoas comem e bebem e como as marcas podem interagir com elas de formas significativas.</p>
<p><br /><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Demand_Moments_2023_1.jpg" alt="Demand_Moments_2023_1.jpg" width="600" height="338" /></p>
<p>O que &eacute; que est&aacute; por detr&aacute;s destas escolhas? O que leva algu&eacute;m a comer uma refei&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida ou a sentar-se para um banquete? E, mais importante ainda, como &eacute; que tudo isto est&aacute; a mudar neste preciso momento?</p>
<p>Analis&aacute;mos a fundo as cozinhas, caf&eacute;s, estabelecimentos de fast food e refei&ccedil;&otilde;es caseiras em tr&ecirc;s continentes. Estamos a olhar para esses momentos e a tentar perceber o que os motiva. Compreender estes momentos n&atilde;o tem apenas a ver com comida &ndash; tem a ver com compreendermo-nos a n&oacute;s pr&oacute;prios.</p>
<p>&Eacute; um modelo que examina os aspetos contextuais, funcionais e emocionais do consumo e capta as diferen&ccedil;as cruciais regionais que fazem toda a diferen&ccedil;a.</p>
<p><strong>Principais diferen&ccedil;as regionais</strong><strong></strong></p>
<p><strong>Alemanha e Reino Unido: os basti&otilde;es dos snacks</strong><strong></strong></p>
<p>A Alemanha e o Reino Unido s&atilde;o os pa&iacute;ses onde o <em>snacking</em> se imp&ocirc;s, deixando de ser um h&aacute;bito menor para se tornar um comportamento muito desenvolvido. No Reino Unido, os snacks representam 28% de todas as refei&ccedil;&otilde;es, ultrapassando o pequeno-almo&ccedil;o com 27%. A Alemanha n&atilde;o fica muito atr&aacute;s, com os snacks a representarem 25%. N&atilde;o se trata de uma tend&ecirc;ncia passageira, mas sim de uma mudan&ccedil;a fundamental na forma como as pessoas estruturam as suas refei&ccedil;&otilde;es. O nosso modelo Demand Moments identifica esta mudan&ccedil;a, especialmente atrav&eacute;s de momentos como &ldquo;Parar para levar&rdquo;, &ldquo;Sof&aacute; &amp; Relaxar&rdquo; e &ldquo;Recompensa de fim de semana&rdquo; no Reino Unido e &ldquo;Habitual No Hassles&rdquo; na Alemanha.</p>
<p>Na Alemanha, a praticidade impera. O momento &ldquo;Habitual No Hassles&rdquo; &eacute; sobre refei&ccedil;&otilde;es que s&atilde;o simples, eficientes e que requerem o m&iacute;nimo de alarido. Pense no Abendbrot &ndash; p&atilde;o, queijo, carnes frias: &eacute; simples, com sentido e encaixa perfeitamente no dia-a-dia. Para as marcas, isto significa oferecer produtos que se integrem nestas rotinas, sem acrescentar complexidade.</p>
<p>No Reino Unido, <em>snacking</em> &eacute; mais do que conveni&ecirc;ncia; est&aacute; integrado na vida quotidiana. &ldquo;Parar e levar&rdquo;, &lsquo;Sof&aacute; &amp; Relaxar&rsquo; e &lsquo;Recompensa de Fim de Semana&rdquo; refletem um estilo de vida em que o <em>snacking</em> se enquadra confortavelmente no lazer e no conforto. As marcas que compreendem este facto e que podem oferecer snacks indulgentes, mas pr&aacute;ticos encontrar-se-&atilde;o bem posicionadas neste mercado.</p>
<p><strong>Pa&iacute;ses do sul da Europa: refei&ccedil;&otilde;es como ritual social</strong><strong></strong></p>
<p>Passamos para o sul da Europa &ndash; Portugal, Espanha, It&aacute;lia e Fran&ccedil;a &ndash; onde as refei&ccedil;&otilde;es s&atilde;o rituais sociais. Aqui, a comida est&aacute; repleta de significado, desde as entradas &agrave;s sobremesas, cada prato desempenhando o seu papel numa experi&ecirc;ncia estruturada de v&aacute;rios pratos. O nosso modelo de Demand Moments capta este facto atrav&eacute;s dos momentos de maior utiliza&ccedil;&atilde;o, tais como &ldquo;Favoritos da Fam&iacute;lia&rdquo; e &ldquo;Tempo e Esfor&ccedil;o&rdquo; em Fran&ccedil;a, e &ldquo;Completo e Equilibrado&rdquo; e &ldquo;Simples e Saud&aacute;vel&rdquo; em Portugal, It&aacute;lia e Espanha.</p>
<p>Em Fran&ccedil;a, as refei&ccedil;&otilde;es s&atilde;o uma quest&atilde;o de prazer e tradi&ccedil;&atilde;o. Os momentos &ldquo;Favoritos da Fam&iacute;lia&rdquo; e &ldquo;Tempo e Esfor&ccedil;o&rdquo; s&atilde;o sobre refei&ccedil;&otilde;es gourmet, onde as refei&ccedil;&otilde;es s&atilde;o cuidadosamente preparadas, muitas vezes com v&aacute;rios pratos e sempre apreciadas na companhia da fam&iacute;lia ou de amigos. As marcas que pretendam entrar neste mercado t&ecirc;m de respeitar estes valores, oferecendo produtos que melhorem a experi&ecirc;ncia gastron&oacute;mica sem descurar a qualidade.</p>
<p>Em Portugal, It&aacute;lia e Espanha, o que importa &eacute; o equil&iacute;brio e a simplicidade. Os momentos &ldquo;Completo e Equilibrado&rdquo; e &ldquo;Simples e Saud&aacute;vel&rdquo; refletem uma dieta rica em frutas, legumes, cereais e prote&iacute;nas magras. Estas refei&ccedil;&otilde;es s&atilde;o frequentemente minimamente processadas e naturalmente nutritivas. As marcas que pretendem ser bem sucedidas nesta &aacute;rea devem concentrar-se em produtos que estejam de acordo com o esp&iacute;rito mediterr&acirc;nico de uma alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel e s&atilde;, destacando os ingredientes naturais e uma abordagem equilibrada.</p>
<p><strong>Am&eacute;rica Latina: compromisso com a tradi&ccedil;&atilde;o</strong><strong></strong></p>
<p>Atravessando o Atl&acirc;ntico, chegamos &agrave; Am&eacute;rica Latina, onde a comida &eacute; a cola que mant&eacute;m unida a vida familiar e comunit&aacute;ria. A tradi&ccedil;&atilde;o reina, especialmente no Brasil, onde 85% das refei&ccedil;&otilde;es s&atilde;o principais ou pequenos-almo&ccedil;os, ficando os lanches para segundo plano. O modelo Demand Moments ilustra a forma como estas prefer&ecirc;ncias moldam o consumo, particularmente atrav&eacute;s das &ldquo;Refei&ccedil;&otilde;es que enchem&rdquo; no M&eacute;xico e do &ldquo;Pontap&eacute; de Sa&iacute;da&rdquo; e &ldquo;Refei&ccedil;&otilde;es Mais Leves&rdquo; no Brasil.</p>
<p>No M&eacute;xico, o momento das &ldquo;Refei&ccedil;&otilde;es que enchem&rdquo; tem a ver com refei&ccedil;&otilde;es calorosas e comunit&aacute;rias, partilhadas com os entes queridos. Estas refei&ccedil;&otilde;es s&atilde;o sobre liga&ccedil;&atilde;o e celebra&ccedil;&atilde;o. As marcas que pretendem fazer incurs&otilde;es neste pa&iacute;s devem centrar-se em produtos que se enquadrem perfeitamente nestes ambientes comunit&aacute;rios, complementando os pratos tradicionais mexicanos e acrescentando um toque de conveni&ecirc;ncia ou real&ccedil;ando o sabor.</p>
<p>No Brasil, o importante &eacute; come&ccedil;ar bem o dia. O momento &ldquo;Pontap&eacute; de sa&iacute;da&rdquo; d&aacute; prioridade a um pequeno-almo&ccedil;o saud&aacute;vel, enquanto o momento &ldquo;Refei&ccedil;&otilde;es Mais Leves&rdquo;, &agrave; noite, reflete uma prefer&ecirc;ncia por op&ccedil;&otilde;es r&aacute;pidas e f&aacute;ceis. As marcas podem aproveitar estes h&aacute;bitos, oferecendo produtos que proporcionem um pequeno-almo&ccedil;o nutritivo, ao mesmo tempo que satisfazem a procura de refei&ccedil;&otilde;es mais simples e de baixo esfor&ccedil;o ao fim do dia, garantindo que est&atilde;o presentes nos momentos-chave que interessam.</p>
<p><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Demand_Moments_2023_2.jpg" alt="Demand_Moments_2023_2.jpg" width="600" height="338" /></p>
<p><strong>Um modelo global com precis&atilde;o local</strong></p>
<p>O modelo Demand Moments &eacute; uma ferramenta precisa para compreender as subtilezas na forma como as pessoas comem, bebem e petiscam nas diferentes regi&otilde;es. Embora as tend&ecirc;ncias globais, como o aumento do consumo de snacks, sejam significativas, as verdadeiras oportunidades residem nas nuances locais.</p>
<p><br /><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Demand_Moments_2023_3.jpg" alt="Demand_Moments_2023_3.jpg" width="600" height="338" /></p>
<p><strong>Implica&ccedil;&atilde;o para as marcas</strong></p>
<p>Compreender estas nuances regionais permite que as marcas adaptem as suas estrat&eacute;gias de forma eficaz:</p>
<ul>
<li>Em mercados em que o <em>snacking</em> tem um grande peso como a Alemanha e o Reino Unido, a marcas podem focar-se no desenvolvimento de op&ccedil;&otilde;es de snacks inovadoras que satisfa&ccedil;am os gostos locais.</li>
<li>No sul da Europa, refei&ccedil;&otilde;es prontas que poupam tempo, sem comprometer o sabor, pode ser bem aceite pelos consumidores.</li>
<li>Na Am&eacute;rica Latina, os produtos que real&ccedil;am os aspetos comunit&aacute;rios e os sabores tradicionais podem ser particularmente apelativos.&nbsp;</li>
</ul>]]></description>
         <pubDate>Tue, 12 Nov 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/O-contexto--rei-realidade-do-consumo-global-em-dados</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Stress Ã© um obstÃ¡culo universal Ã  saÃºde fÃ­sica e mental]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Stress--um-obstculo-universal--sade-fsica-e-mental</link>
         <description><![CDATA[<p align="center"><em>A Kantar revela que o stress &eacute; o fator agravante por detr&aacute;s de outras barreiras &agrave; sa&uacute;de, tais como problemas de peso, dietas desequilibradas e custos elevados, impedindo os consumidores de todo o mundo de atingirem os seus objetivos de sa&uacute;de.</em></p>
<p>A Kantar lan&ccedil;ou o seu relat&oacute;rio <strong>Who Cares? Who Does? Sa&uacute;de: Descodificando o Bem-Estar</strong> sobre as tend&ecirc;ncias globais de bem-estar. O estudo baseia-se em informa&ccedil;&otilde;es de mais de 103.000 pessoas, em 35 mercados de quatro continentes para descobrir os comportamentos e atitudes dos consumidores em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de f&iacute;sica e mental global, incluindo:</p>
<ul>
<li><strong>Um grande desfasamento entre o que as pessoas dizem e o que fazem: </strong>Apesar de 78% das pessoas acreditarem que s&atilde;o respons&aacute;veis pela sua sa&uacute;de, menos de metade delas ocupa-se proativamente da sua sa&uacute;de f&iacute;sica e ainda menos investe esfor&ccedil;os no seu bem-estar mental.</li>
<li><strong>O stress &eacute; uma barreira dominante e desencadeia uma espiral negativa para a sa&uacute;de</strong>: 61% consideram que o stress &eacute; um fator negativo para a sa&uacute;de.</li>
<li><strong>O custo &eacute; um fator que influencia as escolhas saud&aacute;veis dos consumidores</strong>: 52% das pessoas referem o elevado custo das op&ccedil;&otilde;es mais saud&aacute;veis como a principal raz&atilde;o para n&atilde;o as comprarem.</li>
<li><strong>As dietas desequilibradas apresentam o maior desfasamento entre o dizer e o fazer</strong>: 62% consideram que os alimentos processados s&atilde;o prejudiciais, mas apenas 37% dizem que os evitam ativamente.</li>
</ul>
<p><strong>O desfasamento entre inten&ccedil;&atilde;o e a&ccedil;&atilde;o</strong></p>
<p>A maioria das pessoas em todo o mundo acredita que &eacute; respons&aacute;vel pela sua pr&oacute;pria sa&uacute;de. Mas n&atilde;o est&atilde;o a agir de acordo com as suas convic&ccedil;&otilde;es: apenas 51% das pessoas se preocupam proativamente com a sua sa&uacute;de f&iacute;sica e apenas 48% trabalham para o seu bem-estar mental. De facto, apenas 56% das pessoas em todo o mundo sentem que est&atilde;o a ir bem ou muito bem em termos de sa&uacute;de f&iacute;sica e mental.</p>
<p>N&atilde;o s&atilde;o apenas os consumidores que t&ecirc;m um papel a desempenhar na manuten&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de e do bem-estar. Quase metade das pessoas (49%) considera que as marcas devem desempenhar um papel na garantia de um estilo de vida mais saud&aacute;vel e 47% esperam que as pol&iacute;ticas governamentais apoiem a melhoria da sa&uacute;de.</p>
<p><strong>O sono &eacute; um fator de combate ao stress, mas o excesso de tempo de ecr&atilde; continua a ser um problema para muitos</strong></p>
<p>Mais de tr&ecirc;s em cada cinco consumidores (61%) identificaram o stress como um obst&aacute;culo significativo para a sa&uacute;de. Isto est&aacute; a criar um ciclo vicioso: o stress leva a maus h&aacute;bitos alimentares, o que dificulta a gest&atilde;o do peso que, por sua vez, aumenta o stress. Trata-se de uma preocupa&ccedil;&atilde;o universal que os consumidores dizem ser um desafio tanto mental como f&iacute;sico.</p>
<p>Muitos sabem que precisam de melhorar os seus h&aacute;bitos de sono para combater esta situa&ccedil;&atilde;o: 45% dos consumidores reconhecem que ir para a cama cedo &eacute; crucial para reduzir o stress, embora menos de dois ter&ccedil;os (63%) das pessoas durmam regularmente uma boa noite de sono. Isto pode dever-se ao tempo prolongado de utiliza&ccedil;&atilde;o dos ecr&atilde;s, que apenas um ter&ccedil;o das pessoas limita ativamente, apesar de muitas manifestarem o desejo de se desligarem.</p>
<p><strong>As estrat&eacute;gias alternativas de gest&atilde;o do peso est&atilde;o a ganhar for&ccedil;a</strong></p>
<p>A gest&atilde;o do peso representa um desafio fundamental para as pessoas, com 38% dos consumidores a indicarem que tem um impacto negativo na sua sa&uacute;de. As estrat&eacute;gias tradicionais, como evitar produtos processados e altamente cal&oacute;ricos (utilizados por 71% das pessoas) e o exerc&iacute;cio f&iacute;sico (utilizado por 47% das pessoas) continuam a ser populares. No entanto, novas ferramentas, como as apps de monitoriza&ccedil;&atilde;o da dieta, est&atilde;o agora a chegar a 8% dos consumidores a n&iacute;vel mundial, e h&aacute; tamb&eacute;m uma pequena mas crescente sensibiliza&ccedil;&atilde;o para solu&ccedil;&otilde;es farmac&ecirc;uticas como os medicamentos para a obesidade GLP-1</p>
<p><strong>Lionel Germain, Global PanelVoice Diretor na Worldpanel division, Kantar</strong> afirmou: &ldquo;Os medicamentos GLP-1, como o Ozempic e o Wegovy, s&atilde;o atualmente utilizados apenas por 3% dos compradores, mas trata-se de um n&uacute;mero elevado por tr&ecirc;s raz&otilde;es: em primeiro lugar, tendo em conta a sua novidade no mercado. Em segundo lugar, a escassez pode estar a limitar a oferta em algumas regi&otilde;es. E, em terceiro lugar, sabemos que os custos elevados s&atilde;o um obst&aacute;culo para muitas pessoas interessadas em experimentar estes produtos. Embora estes medicamentos sejam frequentemente referidos como uma tend&ecirc;ncia das celebridades, estes n&uacute;meros indicam definitivamente uma abertura entre as pessoas normais para explorar novas abordagens ao controlo do peso</p>
<p><strong>A cultura enraizada dos snacks contribui para a depend&ecirc;ncia de alimentos processados e bebidas a&ccedil;ucaradas</strong></p>
<p>Uma dieta desequilibrada, influenciada pela depend&ecirc;ncia de alimentos processados e bebidas a&ccedil;ucaradas, &eacute; reconhecida por tr&ecirc;s em cada dez pessoas como prejudicial &agrave; sa&uacute;de. No entanto, embora 62% considerem os alimentos transformados prejudiciais, apenas 37% os evitam ativamente. O padr&atilde;o &eacute; semelhante para as bebidas a&ccedil;ucaradas: 73% consideram-nas prejudiciais, mas menos de metade (48%) est&aacute; a reduzir o consumo de produtos ricos em a&ccedil;&uacute;car.</p>
<p>Uma das raz&otilde;es para a forte atra&ccedil;&atilde;o dos alimentos processados e das bebidas a&ccedil;ucaradas &eacute; a cultura dos snacks que tomou conta do mercado. Os aperitivos salgados e os refrigerantes com g&aacute;s t&ecirc;m a penetra&ccedil;&atilde;o mais elevada entre os produtos das categorias de produtos de grande consumo, com 90% e 77%, respetivamente; a preval&ecirc;ncia e a acessibilidade destes produtos torna mais dif&iacute;cil para os consumidores evit&aacute;-los, tal como o facto de mais de dois ter&ccedil;os das pessoas dizerem que &eacute; importante consumir algo indulgente com regularidade.</p>
<p><strong>Os consumidores sentem que est&atilde;o a ser impedidos de fazer as escolhas certas</strong></p>
<p>O custo tem uma forte influ&ecirc;ncia sobre a capacidade das pessoas para escolherem produtos saud&aacute;veis. Mais de metade das pessoas (52%) refere o elevado custo das op&ccedil;&otilde;es mais saud&aacute;veis como o principal obst&aacute;culo &agrave; sua compra. Entretanto, a falta de confian&ccedil;a e a confus&atilde;o sobre o que constitui um alimento embalado verdadeiramente saud&aacute;vel tamb&eacute;m impede os consumidores de fazerem escolhas saud&aacute;veis.</p>
<p><strong>Lionel Germain </strong>afirmou: &ldquo;As pessoas querem fazer melhor, mas s&atilde;o apanhadas em ciclos de stress, h&aacute;bitos alimentares pouco saud&aacute;veis e obst&aacute;culos a uma gest&atilde;o eficaz do peso, que s&atilde;o frequentemente exacerbados por custos elevados. As marcas t&ecirc;m uma oportunidade crucial de fazer a diferen&ccedil;a. Ao abordar a acessibilidade, a conveni&ecirc;ncia, a transpar&ecirc;ncia e as necessidades emocionais, podem colmatar o fosso entre a forma como as pessoas querem viver e a sua realidade, ajudando a melhorar os resultados em termos de sa&uacute;de para as pessoas em todo o mundo.&rdquo;</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 29 Oct 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Stress--um-obstculo-universal--sade-fsica-e-mental</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[A oportunidade faz a ocasiÃ£o]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/A-oportunidade-faz-a-ocasio</link>
         <description><![CDATA[<p>Nos meandros do mercado dos bens de consumo, onde a competitividade &eacute; uma constante, a gest&atilde;o de categorias surge como um dos pilares fundamentais para o sucesso das ins&iacute;gnias e das marcas. Em Portugal, esta realidade n&atilde;o &eacute; exce&ccedil;&atilde;o, sendo crucial compreender a din&acirc;mica dos compradores nas lojas para tra&ccedil;ar estrat&eacute;gias de sucesso.</p>
<p>Os portugueses vivem numa dualidade no que toca &agrave; escolha da loja onde v&atilde;o fazer as suas compras para casa. Por um lado, quase 65% dos portugueses afirmam ter por h&aacute;bito ir &agrave; mesma loja, valor que est&aacute; a crescer face a 2023. No entanto, tamb&eacute;m h&aacute; quase 50% dos portugueses que afirmam visitar v&aacute;rias lojas e ins&iacute;gnias diferentes. para aproveitarem os melhores pre&ccedil;os. Ou seja, as suas escolhas variam entre ir &agrave; loja favorita, mas tamb&eacute;m explorar outras, para aproveitar as melhores ofertas. Ao mesmo tempo, devido ao aumento da taxa de infla&ccedil;&atilde;o, vimos os portugueses a ir mais frequentemente &agrave;s compras, como estrat&eacute;gia para fazer face aos aumentos, gerindo assim o seu or&ccedil;amento familiar semana a semana. De facto, quando olhamos para o n&uacute;mero m&eacute;dio de cestas por lar, este valor tem vindo a aumentar desde 2020, com o maior crescimento em 2022. Para as marcas &eacute; uma oportunidade, uma vez que poder&atilde;o ter mais hip&oacute;teses de serem escolhidas em frente &agrave;s prateleiras, mas para o retalho um desafio, pois h&aacute; maior probabilidade de o comprador escolher uma ins&iacute;gnia diferente na sua pr&oacute;xima compra.</p>
<p>Olhando para o mercado h&aacute; ent&atilde;o uma maior frequ&ecirc;ncia de visitas &agrave;s lojas, h&aacute; tamb&eacute;m uma maior diversifica&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero m&eacute;dio de lojas visitadas por lar comprador, h&aacute; mais <em>players</em> no mercado, mas n&atilde;o h&aacute; mais lares portugueses. Assim, &eacute; importante que se reflita: neste cen&aacute;rio de expans&atilde;o de compras, mas n&atilde;o de compradores, ser&aacute; que os retalhistas est&atilde;o a conseguir aproveitar cada visita &agrave;s suas lojas? Esta reflex&atilde;o torna-se imperativa pois, para al&eacute;m da pegada que cada ins&iacute;gnia tem na distribui&ccedil;&atilde;o, bem como o pr&oacute;prio trabalho de posicionamento e comunica&ccedil;&atilde;o de cada uma, a verdade &eacute; que existe uma rela&ccedil;&atilde;o muito estreita entre o aproveitamento de compradores por categoria e a quota de mercado. Este aproveitamento de compradores &eacute; nada mais do que a capacidade que uma ins&iacute;gnia tem de conseguir converter compradores que compram na ins&iacute;gnia e que tamb&eacute;m s&atilde;o compradores de uma categoria (em qualquer lugar) a comprar a categoria nas suas lojas.</p>
<p><strong>Ser&aacute; que os retalhistas est&atilde;o a aproveitar os seus compradores?</strong></p>
<p>Quando se olha para os dados, pode-se constatar que claramente este cen&aacute;rio est&aacute; a criar um desafio aos retalhistas. Todos acabam por estar a perder aproveitamento de clientes, &agrave; exce&ccedil;&atilde;o da Mercadona, que consegue ganhar e estar acima da m&eacute;dia dos principais retalhistas em penetra&ccedil;&atilde;o por categoria, juntamente com a Sonae, a Jer&oacute;nimo Martins e o Lidl.</p>
<p>&nbsp;No entanto, &eacute; importante olharmos n&atilde;o s&oacute; para o n&uacute;mero de compradores que se consegue converter, mas tamb&eacute;m para a percentagem de gasto que se aloca &agrave; ins&iacute;gnia. E ainda que por ser um <em>player</em> novo, consiga ganhar convers&atilde;o nas categorias, isto apenas se reflete numa aloca&ccedil;&atilde;o de 11% do gasto total em FMCG pelos seus clientes. E ao olharmos para o valor de fidelidade m&eacute;dia (13%), pode-se constatar que todos os retalhistas perdem muito do seu gasto para outras cadeias e que por isso &eacute; t&atilde;o necess&aacute;rio ter-se a vis&atilde;o completa do mercado e n&atilde;o s&oacute; entender o que acontece dentro da ins&iacute;gnia. Olhando para os tipos de cestas feitas, pode-se observar a Mercadona a ganhar ocasi&otilde;es em todos os tipos de cestas, o que acaba por ser expect&aacute;vel uma vez que &eacute; uma ins&iacute;gnia recente e com v&aacute;rias aberturas de lojas. Mas, na verdade consegue ganhar sobretudo no que s&atilde;o as cestas grandes, explicando assim o desenvolvimento do aproveitamento de clientes. Ao mesmo tempo, retalhistas com cestas tipicamente maiores como &eacute; o caso dos l&iacute;deres, est&atilde;o a conseguir crescer mais nas cestas mais pequenas, nomeadamente, nas de necessidade imediata, que levam at&eacute; tr&ecirc;s categorias.</p>
<p><strong>E o que &eacute; que os compradores procuram nas lojas?</strong></p>
<p>Quanto ao tipo de marcas que v&atilde;o dentro das cestas h&aacute;, sem surpresa e face ao aumento dos pre&ccedil;os, um avan&ccedil;ar das marcas da distribui&ccedil;&atilde;o, em 2023, com 45% das compras em valor sem frescos. Mas esta distribui&ccedil;&atilde;o de marcas de fabricante vs distribui&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se sente de igual forma por todos os tipos de cesta. Na verdade, olhando para a distribui&ccedil;&atilde;o por tipo de cestas, &eacute; nas mais pequenas que as marcas de fabricantes t&ecirc;m uma maior probabilidade de escolha, cestas estas que, como referido antes, mais t&ecirc;m crescido dentro dos retalhistas. Por outro lado, as cestas maiores t&ecirc;m uma maior percentagem de marcas da distribui&ccedil;&atilde;o, devido ao tipo de produtos que t&ecirc;m, bem como da disponibilidade que os lares t&ecirc;m para gastar mais neste tipo de cestas e que por isso a escolha das marcas da distribui&ccedil;&atilde;o seja uma forma de reduzir o <em>out-of-pocket</em>.</p>
<p>Mas a verdade &eacute; que, quando se olha para as diferentes clientelas de cada ins&iacute;gnia (clientes que compraram pelo menos uma vez na loja algum produto FMCG) e como elas se comportam nos diferentes retalhistas que visitam, a verdade &eacute; que verifica-se que o <em>shopper</em> compra aquilo que est&aacute; dispon&iacute;vel nas prateleiras. Tomando o exemplo da clientela de um retalhista l&iacute;der, esta quando est&aacute; nas lojas de sortido curto, compra mais marcas de distribui&ccedil;&atilde;o e quando est&aacute; nas lojas de sortido alargado, compra a percentagem de marcas de fabricantes que encontra na loja. No fundo, compra o que encontra dispon&iacute;vel na loja. E este ponto torna-se extremamente relevante, tendo em conta que &eacute; cada vez mais &eacute; importante garantir a rentabilidade dos neg&oacute;cios e das ins&iacute;gnias, e onde as marcas acabam por ter um papel fundamental na atribui&ccedil;&atilde;o de valor acrescentado ao retalho.</p>
<p><strong>Como fazer uma gest&atilde;o de categorias de sucesso?</strong></p>
<p>Tendo em considera&ccedil;&atilde;o que o <em>shopper</em> compra em diversas lojas ao longo do ano (cinco retalhistas diferentes) e que compra o que encontra na loja, a gest&atilde;o das categorias dever&aacute; passar por olhar n&atilde;o s&oacute; para o que acontece dentro das cadeias, mas tamb&eacute;m para o que acontece na concorr&ecirc;ncia. De facto, a exclusiva an&aacute;lise dentro da cadeia, tendo em conta que, em m&eacute;dia, 87% do gasto dos compradores de uma ins&iacute;gnia &eacute; feito fora, torna-se limitativa e inibe a possibilidade de ver quais as oportunidades n&atilde;o aproveitadas e o potencial de crescimento, bem como de identificar quem s&atilde;o os verdadeiros concorrentes, pois nem todos os <em>players</em> t&ecirc;m a mesma performance em todas as categorias. No caso das marcas, o seu papel dever&aacute; ser de um parceiro, pois poder&aacute; auxiliar o retalho a prosperar face &agrave; concorr&ecirc;ncia, respondendo &agrave; procura de necessidades n&atilde;o aproveitadas, atrav&eacute;s da introdu&ccedil;&atilde;o de produtos e/ou adapta&ccedil;&atilde;o de sortido, para que o <em>shopper</em> possa encontrar aquilo que procura, noutro lado dentro do retalhista. No momento, cada vez mais frequente e din&acirc;mico, a chave para o sucesso ser&aacute; aproveitar cada ocasi&atilde;o para comprar mais categorias e alocar mais valor.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 17 Oct 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/A-oportunidade-faz-a-ocasio</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[EvoluÃ§Ã£o da Cultura das Bebidas: SaÃºde e SocializaÃ§Ã£o]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Evoluo-da-Cultura-das-Bebidas-Sade-e-Socializao</link>
         <description><![CDATA[<p>No panorama din&acirc;mico do setor das bebidas est&aacute; em curso uma transforma&ccedil;&atilde;o ao n&iacute;vel do consumo dentro de casa, uma vez que os portugueses d&atilde;o cada vez mais prioridade a op&ccedil;&otilde;es saud&aacute;veis, ao mesmo tempo que procuram a socializa&ccedil;&atilde;o e o prazer. Isso verifica-se desde o aumento da oferta e consumo dos refrigerantes sem a&ccedil;&uacute;car e das bebidas vegetais, at&eacute; &agrave; crescente popularidade das bebidas que ajudam no foro intestinal, passando pelo aparecimento das bebidas de performance e pela evolu&ccedil;&atilde;o das &aacute;guas t&oacute;nicas, ou seja, os consumidores portugueses est&atilde;o a abra&ccedil;ar um leque diversificado de escolhas que v&atilde;o ao encontro do seu bem-estar e das suas necessidades sociais.</p>
<p><strong>Escolhas conscientes para a sa&uacute;de e meio ambiente </strong></p>
<p>A prefer&ecirc;ncia dos consumidores portugueses por op&ccedil;&otilde;es de bebidas mais saud&aacute;veis e sustent&aacute;veis &eacute; impulsionada pelo desejo de reduzir a ingest&atilde;o de a&ccedil;&uacute;car, de adaptar essa op&ccedil;&atilde;o &agrave;s restri&ccedil;&otilde;es alimentares e, ainda, de diminuir o impacto ambiental.</p>
<p>Em 2023, houve um aumento da procura de refrigerantes com 0% de a&ccedil;&uacute;car, com um apelo aos que procuram refrescar-se, sem comprometer a dieta. Estas solu&ccedil;&otilde;es chegam a 60% dos lares portugueses, com um crescimento de 5% do n&uacute;mero total de compradores, comparativamente a 2022. As solu&ccedil;&otilde;es zero n&atilde;o s&atilde;o uma novidade no mercado e come&ccedil;am a ser um fator higi&eacute;nico para v&aacute;rias categorias. Desta forma, op&ccedil;&otilde;es que contenham um benef&iacute;cio adicional ganham atratividade, como &eacute; o caso das colas zero a&ccedil;&uacute;car e zero cafe&iacute;na ou das bebidas energ&eacute;ticas light. &nbsp;</p>
<p>Al&eacute;m da quest&atilde;o da sa&uacute;de e procura por benef&iacute;cios, o contexto econ&oacute;mico atual tamb&eacute;m contribui para este movimento, uma vez que as solu&ccedil;&otilde;es zero apresentam pre&ccedil;os mais competitivos derivado ao imposto de a&ccedil;&uacute;car aplicado &agrave;s solu&ccedil;&otilde;es regulares. A t&iacute;tulo de exemplo, um dos fatores de crescimento das bebidas carbonatadas sem a&ccedil;&uacute;car &eacute; precisamente a troca direta de refrigerantes regulares.</p>
<p>Abandonando a quest&atilde;o do pre&ccedil;o, constatamos que tamb&eacute;m h&aacute; cada vez mais portugueses a comprarem refrigerantes em embalagens de vidro. Apesar de ainda ser um nicho de mercado que abrange 15% dos compradores de refrigerantes, o aumento da procura por estas solu&ccedil;&otilde;es poder&aacute; advir de uma maior preocupa&ccedil;&atilde;o pelo impacto ambiental que provocam, para al&eacute;m se se poder tamb&eacute;m considerar as quest&otilde;es de est&eacute;tica, na mesa e a pr&oacute;pria experi&ecirc;ncia de consumo.</p>
<p>Simultaneamente, as bebidas vegetais continuam a ganhar import&acirc;ncia, com um crescimento de 44% de ocasi&otilde;es de consumo em 2023, comparativamente ao per&iacute;odo hom&oacute;logo. A dieta foi um dos motivos que ganhou import&acirc;ncia no consumo destas bebidas no &uacute;ltimo ano. Cerca de 30% dos consumidores e das ocasi&otilde;es consumo de bebidas vegetais prov&eacute;m de indiv&iacute;duos intolerantes &agrave; lactose, sendo que este grupo de indiv&iacute;duos aumentou em 25% o consumo destas bebidas. Estas alternativas, sem produtos l&aacute;cteos, n&atilde;o s&oacute; satisfazem as restri&ccedil;&otilde;es alimentares, como tamb&eacute;m se alinham com as preocupa&ccedil;&otilde;es &eacute;ticas e ambientais, refletindo uma mudan&ccedil;a mais ampla, no sentido do consumo sustent&aacute;vel.</p>
<p><strong>Sa&uacute;de intestinal e bem-estar: A ascens&atilde;o da <em>Kombucha</em> e do Kefir</strong></p>
<p>Mantendo o &ecirc;nfase nas escolhas conscientes em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de, h&aacute; uma crescente procura por bebidas que promovem especificamente a sa&uacute;de intestinal.&nbsp; A <em>kombucha</em>, um ch&aacute; fermentado e o <em>kefir</em>, uma bebida de leite fermentado, ambos ricos em probi&oacute;ticos, registaram um aumento significativo de popularidade em 2023, nomeadamente mais 22 mil e 94 mil novos compradores, respetivamente. Estas bebidas est&atilde;o mais associadas a indiv&iacute;duos com idades compreendidas ente os 35 e 49 anos de idade e com maior poder de compra. Assim, uma maior consciencializa&ccedil;&atilde;o da import&acirc;ncia em manter um microbioma intestinal equilibrado, com vista a um bem-estar geral, est&aacute; a atrair novos consumidores para estas solu&ccedil;&otilde;es, devido aos seus potenciais benef&iacute;cios digestivos e propriedades de refor&ccedil;o imunit&aacute;rio.</p>
<p><strong>Bebidas de alto desempenho: Satisfazer as necessidades de estilos de vida ativos</strong></p>
<p>Em 2023, cerca de 40% dos portugueses afirmaram que faziam exerc&iacute;cio f&iacute;sico regularmente. Numa popula&ccedil;&atilde;o cada vez mais ativa, as bebidas de alto rendimento desportivo ganham atratividade, como &eacute; o caso de refrigerantes desportivos e iogurtes l&iacute;quidos proteicos. Estas bebidas oferecem uma forma conveniente de repor eletr&oacute;litos, prote&iacute;nas, entre outros nutrientes, antes, durante ou ap&oacute;s a pr&aacute;tica da atividade f&iacute;sica. Os iogurtes l&iacute;quidos proteicos t&ecirc;m maior ades&atilde;o do que os refrigerantes, porque conseguem satisfazer a necessidade do consumo de prote&iacute;na para melhorar a performance desportiva, mas tamb&eacute;m abrangem quem os consome ao lanche, por quest&otilde;es de &nbsp;saciedade. Desta forma, est&atilde;o presentes em 20% dos lares portugueses, destacando-se os lares com maior poder de compra e com elementos da gera&ccedil;&atilde;o Z. Esta tend&ecirc;ncia tamb&eacute;m &eacute; aliada aos benef&iacute;cios de sa&uacute;de acima mencionados pois estas solu&ccedil;&otilde;es s&atilde;o, na sua maioria, sem a&ccedil;&uacute;cares, baixas em calorias e sem lactose.</p>
<p><strong>Uma mistura de socializa&ccedil;&atilde;o e sofistica&ccedil;&atilde;o</strong></p>
<p>A pandemia provocada pela COVID-19 e o contexto de incerteza financeira que vivemos atualmente, tem levado a uma adapta&ccedil;&atilde;o do estilo de vida dos portugueses. A praticidade tem sido um fator que est&aacute; em constante crescimento no mercado de FMCG. Como exemplo disso, as comidas prontas a comer s&atilde;o impulsionadoras de ida e frequ&ecirc;ncia &agrave;s lojas, mas no caso das bebidas espirituosas, verifica-se que as solu&ccedil;&otilde;es prontas a beber perderam alguma atratividade. Uma pequena percentagem de portugueses afirma que estaria disposto a pagar mais por uma embalagem c&oacute;moda, por isso, ser&aacute; que o contexto econ&oacute;mico estar&aacute; a afetar o crescimento destas solu&ccedil;&otilde;es que t&ecirc;m um pre&ccedil;o por litro superior? Ou ser&aacute; que em situa&ccedil;&otilde;es de conv&iacute;vio dentro de casa, os portugueses valorizam a experi&ecirc;ncia, personaliza&ccedil;&atilde;o e sofistica&ccedil;&atilde;o, ao inv&eacute;s de beber em lata?</p>
<p>No &uacute;ltimo ano, 67% dos portugueses afirmou que tem de controlar os seus gastos financeiros, apesar de, mesmo assim, se permitirem satisfazer alguns caprichos. O crescimento das &aacute;guas t&oacute;nicas nas cestas surge como um exemplo desta adapta&ccedil;&atilde;o<strong>.</strong> Esta &eacute; &nbsp;uma op&ccedil;&atilde;o de bebida refrescante e sofisticada com uma elevada afinidade para acompanhar bebidas alco&oacute;licas espirituosas<strong>, &nbsp;</strong>visto que 83% das cestas s&atilde;o acompanhadas com estas bebidas. Quer sejam apreciadas como parte de um gin t&oacute;nico cl&aacute;ssico ou como refresco aut&oacute;nomo, as &aacute;guas t&oacute;nicas tornaram-se sin&oacute;nimo de reuni&otilde;es de conv&iacute;vio, proporcionando uma pausa<strong>,</strong> bem-vinda nos dias de hoje.</p>
<p><strong>Olhando para o futuro: Navegar pelas oportunidades e desafios do mercado das bebidas</strong></p>
<p>&Agrave; medida que o panorama das bebidas em Portugal continua a evoluir, os fabricantes e os retalhistas de bebidas enfrentam oportunidades e desafios para satisfazer as diversas necessidades e prefer&ecirc;ncias dos consumidores. A inova&ccedil;&atilde;o e expans&atilde;o para novos targets e momentos de consumo ser&atilde;o fundamentais para o desenvolvimento das bebidas emergentes<strong>, &nbsp;</strong>proporcionando oportunidade para desenvolver novos benef&iacute;cios, expandir a oferta e capitalizar as tend&ecirc;ncias. Manter em sintonia as prefer&ecirc;ncias dos consumidores focadas em sa&uacute;de, bem-estar pessoal e social e simultaneamente promover a colabora&ccedil;&atilde;o entre marcas e retalhistas, ser&aacute; a melhor forma de manter o mercado de bebidas vibrante, resistente e recetivo &agrave; evolu&ccedil;&atilde;o das necessidades dos portugueses.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 24 Sep 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Evoluo-da-Cultura-das-Bebidas-Sade-e-Socializao</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Webinar Beleza na MudanÃ§a]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar-Beleza-na-Mudana</link>
         <description><![CDATA[<p><span>Ap&oacute;s anos turbulentos no mercado de Higiene e Beleza, com forte contra&ccedil;&atilde;o criada pelas crises pand&eacute;micas e inflacionistas, este setor conseguiu recuperar e voltar aos n&iacute;veis pr&eacute;-pandemia, em 2023. No primeiro semestre de 2024, Higiene e Beleza continua a crescer, mas com caracter&iacute;sticas muito diferentes. Fique a saber quais as raz&otilde;es para este crescimento.</span><br /><br /><span>No dia&nbsp;</span><strong>26 de setembro</strong><span>, &agrave;s&nbsp;</span><strong>10h00</strong><span>, convidamo-lo (a) a assistir ao mais recente webinar da Kantar, Worldpanel Division, em que&nbsp;</span><strong>Eduardo Serra</strong><span>,&nbsp;</span><strong>Client Manager</strong><span>&nbsp;ir&aacute; partilhar todas as novidades deste mercado, com foco nas principais tend&ecirc;ncias que distinguem as categorias de Higiene, Cuidado e Beleza, o balan&ccedil;o atual entre marcas de fabricante e marcas da distribui&ccedil;&atilde;o e os canais de compra mais escolhidos pelos portugueses na primeira metade de 2024.</span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://event.on24.com/wcc/r/4679745/3005694543C356199887C432F44915DF">Registe-se</a></p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 10 Sep 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar-Beleza-na-Mudana</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Fim da crise em Higiene e Beleza]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Fim-da-crise-em-Higiene-e-Beleza</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Hipersuper%20Marco%202024.pdf">Hipersuper</a></p>
<p>O mercado de Higiene e Beleza (H&amp;B) tem estado em alvoro&ccedil;o desde o in&iacute;cio de 2020, primeiro com a crise pand&eacute;mica, depois com a crise inflacionista. Enquanto que para a maioria dos setores em <em>Fast Moving Consumer Goods </em>(FMCG) o in&iacute;cio da d&eacute;cada foi de grande expans&atilde;o no que toca ao abastecimento das despensas dos lares portugueses, H&amp;B nunca beneficiou da mesma forma e acumulou perdas significativas em volume e valor entre 2020 e 2022. O semestre inicial de 2023 veio trazer os primeiros rasgos de otimismo ao setor, com um in&eacute;dito crescimento simult&acirc;neo de valor e volume, algo que n&atilde;o se verificava desde o in&iacute;cio da pandemia. Mas s&oacute; no final do ano pudemos afirmar com confian&ccedil;a que finalmente a crise de H&amp;B passou a fazer parte do passado. Em 2023, H&amp;B transacionou mais 8 milh&otilde;es de unidades face a 2019 e gerou mais 9 milh&otilde;es de euros em receita do que nesse mesmo ano. Com recupera&ccedil;&atilde;o de compradores, mais regularidade e intensidade de compra, o setor transpira agora mais otimismo no que diz respeito &agrave; procura das v&aacute;rias categorias de H&amp;B por parte dos portugueses, no entanto, isso n&atilde;o significa que todos os <em>players</em> da ind&uacute;stria tenham j&aacute; caminho aberto para crescer.</p>
<p>Na verdade, a recupera&ccedil;&atilde;o a que se assistiu no &uacute;ltimo ano foi baseada em novos pilares que n&atilde;o faziam parte da equa&ccedil;&atilde;o antes do in&iacute;cio desta d&eacute;cada. Em primeiro lugar est&aacute; a sensibilidade ao pre&ccedil;o: o mercado cresceu porque, contrariamente a outros setores do FMCG, em H&amp;B os compradores conseguem ativamente encontrar op&ccedil;&otilde;es que os ajudam a contornar os pre&ccedil;os mais altos que continuam a ser praticados. Este movimento foi vis&iacute;vel em mais de 60% das categorias vendidas, incidindo principalmente naquelas que tendem a ter pre&ccedil;os de entrada mais elevados, como os produtos de Cuidado e de Beleza e menos nas categorias mais b&aacute;sicas como as de Higiene. Esta oferta menos dispendiosa est&aacute; a ser promovida pelos <em>players</em> emergentes do retalho que operam em Sortido Curto, com alto foco na sua marca pr&oacute;pria (MDD) e sem esse contributo o mercado continuaria a n&atilde;o crescer. &Eacute; caso para dizer que foi o Sortido Curto quem retirou H&amp;B da crise e, nesse sentido, todos os intervenientes da ind&uacute;stria devem saber posicionar-se perante esta nova realidade que traz novos desafios.</p>
<p>O primeiro eixo de posicionamento deve passar sempre pelo portef&oacute;lio de cada fabricante e sobre aquilo em que cada um &eacute; forte. N&atilde;o apenas numa &oacute;tica de produtos individualizados, mas sim numa &oacute;tica de gama, que permita estimular intera&ccedil;&otilde;es entre v&aacute;rias categorias. A verdade &eacute; que este primeiro passo ainda &eacute; uma realidade distante para muitos fabricantes. Seria expect&aacute;vel que fabricantes com grandes portef&oacute;lios conseguissem encontrar mais sinergias dentro dos v&aacute;rios produtos que disponibilizam, de forma a levar uma maior fatia deles a cada comprador. Infelizmente, isto ainda n&atilde;o est&aacute; a acontecer. Atualmente, os fabricantes mais pequenos colocam nas cestas dos seus compradores uma parte t&atilde;o grande do seu portef&oacute;lio quanto os fabricantes maiores. Mas como inverter esta situa&ccedil;&atilde;o?</p>
<p>A resposta deve passar inicialmente pela descoberta de quais as categorias que est&atilde;o a ser mais procuradas, e posteriormente criar liga&ccedil;&otilde;es entre estas a outros produtos estrat&eacute;gicos do portef&oacute;lio do fabricante, tanto por via de comunica&ccedil;&atilde;o, como de <em>brandings</em> mais aproximados, ou de <em>cross-selling</em> em loja. Por exemplo, em 2023 o mercado de H&amp;B foi principalmente movido por produtos de Cuidado do corpo e rosto. Entre algumas das principais combina&ccedil;&otilde;es de categorias de maior valor acrescentado feitas pelos portugueses durante o ano destacaram-se: Cuidado do Rosto + Maquilhagem e Creme de Corpo + Maquilhagem. Depois de identificadas estas combina&ccedil;&otilde;es de produtos &eacute; determinante saber quem foram os compradores que mais as procuraram. Neste caso espec&iacute;fico, foram compradores mais maduros e com maior poder de compra, que recorreram a lojas do canal especializado, mas tamb&eacute;m ao retalho de Sortido Curto, para fazer estas compras. Desde logo &eacute; poss&iacute;vel detetar uma clara oportunidade de rejuvenescer e democratizar a rotina de beleza associada a estes produtos, e em simult&acirc;neo expandir os locais onde os mesmos podem ser comprados, por exemplo, para os retalhistas de Sortido Amplo (os hipers e supermercados com oferta mais diversificada entre marca de fabricante e marca pr&oacute;pria). Na verdade, pensando numa &oacute;tica de retalho, este ser&aacute; mesmo um desafio determinante para os <em>players </em>do Sortido Amplo no decorrer deste ano. Em 2023, este canal deixou &ldquo;escapar&rdquo; metade do gasto dos seus compradores em H&amp;B para outros canais concorrentes e isso custou-lhe um quebra superior a -2pp de quota em valor em apenas um ano.</p>
<p>Do lado oposto da medalha observou-se, tamb&eacute;m em 2023, um caso de sucesso para o canal das Perfumarias, que passou por desafios duros desde o in&iacute;cio da d&eacute;cada. Em 2023 as Perfumarias voltaram a ganhar compradores e recuperaram quota de mercado em simult&acirc;neo, num momento em que o seu pre&ccedil;o reduziu mais do que em qualquer outro canal de compra. Mas desengane-se o leitor, se estiver a pensar que neste momento s&oacute; &eacute; poss&iacute;vel crescer no curto prazo, destruindo valor a m&eacute;dio/longo prazo. As Perfumarias apresentaram efetivamente propostas de pre&ccedil;o mais apelativas para os portugueses, mas esse movimento aconteceu fora daquilo que &eacute; o seu sortido principal (Perfumes e Maquilhagem). Com isto, conseguiram fazer face &agrave;quilo que s&atilde;o os desafios de 2024: atrair mais compradores para o canal, potenciando um sortido mais abrangente, como verificado pelo recrutamento de compradores em Creme de Rosto e de Corpo, ao mesmo tempo que conseguiram democratizar e rejuvenescer a sua base de compradores, fortalecendo-a para o futuro.</p>
<p>O ano de 2024 trata-se um ano com desafios renovados, que exigem cuidados refor&ccedil;ados, principalmente no que diz respeito &agrave; potencia&ccedil;&atilde;o mais abrangente dos portef&oacute;lios. Cada <em>player</em> deve estar consciente das sinergias que pode encontrar dentro da sua oferta, em que canais faz mais sentido vend&ecirc;-la, e perceber quem s&atilde;o os compradores que mais facilmente os podem ajudar a alcan&ccedil;ar esse objetivo. Cada realidade exigir&aacute; respostas diferentes e a Kantar pode ajud&aacute;-lo(a) a obt&ecirc;-las.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 29 Jul 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Fim-da-crise-em-Higiene-e-Beleza</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[OcasiÃµes e volume ajudam crescimento snacks e bebidas]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Ocasies-e-volume-ajuda-crescimento-de-snacks-e-bebidas</link>
         <description><![CDATA[<p>A contribui&ccedil;&atilde;o de snacks e bebidas n&atilde;o-alco&oacute;licas fora de casa (OOH) para os respetivos mercados globais continua a aumentar &ndash; &nbsp;com uma quota de 38% no primeiro trimestre de 2024, acima dos 36% no mesmo trimestre de 2023 e 34% em 2022. Isto aproxima a propor&ccedil;&atilde;o 60/40 observada antes da pandemia.</p>
<p>O crescimento dos gastos em snacks e bebidas OOH atingiu 14% no primeiro trimestre deste ano, de acordo com o &uacute;ltimo Bar&oacute;metro OOH da Kantar, Worldpanel Division. Este valor representa um crescimento significativamente mais r&aacute;pido do que em In-home (3%), sublinhando a import&acirc;ncia das vendas OOH para a for&ccedil;a do setor como um todo. A &Iacute;ndia foi o pa&iacute;s com melhor desempenho, com o OOH a aumentar a sua quota de mercado de 66% para 71% no &uacute;ltimo ano, impulsionado por um enorme aumento de 44% nos gastos.</p>
<p><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Barometro_OOH_1Trim_2024.jpg" alt="Barometro_OOH_1Trim_2024.jpg" width="600" height="338" /></p>
<p>As trajet&oacute;rias de recupera&ccedil;&atilde;o variam consoante os mercados, com os pa&iacute;ses abrangidos pelo Bar&oacute;metro a dividirem-se em dois campos. O crescimento dos gastos em OOH est&aacute; a superar o de take-home na &Iacute;ndia, no Brasil, no Reino Unido, em Fran&ccedil;a e na China Continental. Apenas Espanha, Portugal e a Tail&acirc;ndia contrariam a tend&ecirc;ncia: isto deve-se muito provavelmente ao facto de o h&aacute;bito de consumo de OOH j&aacute; estar bem desenvolvido nestes mercados.</p>
<p><strong>O impacto da infla&ccedil;&atilde;o diminui</strong></p>
<p>Em 2023, a maior parte do crescimento em valor dos snacks e bebidas comprados para consumir em casa podia ser explicado pela subida dos pre&ccedil;os. Este j&aacute; n&atilde;o &eacute; o caso em 2024, com a infla&ccedil;&atilde;o a ter menos efeito tanto em casa como em fora de casa &ndash; onde o impacto foi sempre menor.</p>
<p>&Agrave; medida que a infla&ccedil;&atilde;o vai diminuindo, pode-se ver claramente que o aumento em valor no OOH &eacute; natural e org&acirc;nico, impulsionado pelas pessoas que compram pequenos snacks e bebidas com mais frequ&ecirc;ncia para consumir fora de casa. Os consumidores fizeram mais 9% de ocasi&otilde;es no primeiro trimestre de 2024 do que no mesmo per&iacute;odo do ano passado, enquanto o volume aumentou 3%. Paralelamente, o pre&ccedil;o por unidade aumentou 2% em termos anuais &ndash; um abrandamento acentuado em compara&ccedil;&atilde;o com o aumento de 5% no 1&ordm; trimestre de 2023.</p>
<p><strong>Caf&eacute;s, canais de impulso e distribui&ccedil;&atilde;o moderna impulsionam a recupera&ccedil;&atilde;o</strong></p>
<p>O panorama dos canais est&aacute; a regressar ao que se pode chamar de &ldquo;normal&rdquo;, se nos referirmos &agrave; imagem que existia antes da pandemia, embora seja prov&aacute;vel que alguns comportamentos tenham sido alterados para sempre. Nos &uacute;ltimos dois anos, a quota em valor proveniente das vendas de snacks e bebidas para casa &ndash; que aumentou durante a COVID-19 &ndash; reduziu de 66,3% para 62,3%.</p>
<p>Os que mais beneficiaram da recupera&ccedil;&atilde;o foram os caf&eacute;s e as padarias, os canais de impulso e a distribui&ccedil;&atilde;o moderna &ndash; hipermercados, supermercados e discounters. O maior aumento de quota registou-se nos bares, caf&eacute;s e cafetarias, com um crescimento de 1,2%. Este facto real&ccedil;a a import&acirc;ncia crescente de garantir que os snacks e as bebidas para consumo imediato est&atilde;o presentes e dispon&iacute;veis em todo o lado, incluindo nas mercearias.</p>
<p><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Barometro_OOH_1Trim_2024_1.jpg" alt="Barometro_OOH_1Trim_2024_1.jpg" width="600" height="338" /></p>
<p><strong>Os snacks salgados e as bolachas crescem mais rapidamente</strong></p>
<p>O crescimento em valor do OOH &eacute; agora mais r&aacute;pido nos snacks do que nas bebidas ou refei&ccedil;&otilde;es em restaurantes e caf&eacute;s, devido ao aumento da popularidade da compra de refei&ccedil;&otilde;es para comer on-the-go. Os grandes vencedores no in&iacute;cio de 2024 foram as categorias de snacks salgados e bolachas, com um crescimento nos gastos em OOH de 19% e 15%, respetivamente.</p>
<p>Esta evolu&ccedil;&atilde;o n&atilde;o foi feita &agrave; custa das compras para casa; &eacute; adicional e incremental, impulsionando o sucesso de toda a categoria de snacks.</p>
<p><strong>O caso de amor da &Iacute;ndia com os snacks</strong></p>
<p>A &Iacute;ndia (+64%) e o Reino Unido (+32%) s&atilde;o os principais catalisadores do crescimento do OOH em snacks salgados. Na &Iacute;ndia, os h&aacute;bitos de petiscar, desenvolvidos durante a pandemia tornaram-se uma nova parte da vida quotidiana.&nbsp;</p>
<p><br /><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Barometro_OOH_1Trim_2024_2.jpg" alt="Barometro_OOH_1Trim_2024_2.jpg" width="600" height="338" align="middle" /></p>
<p>Em todos os mercados, o com&eacute;rcio tradicional registou o maior aumento nos gastos nesta categoria, passando de uma quota de 31% do valor no primeiro trimestre de 2023 para 35% em 2024 &ndash; &nbsp;tirando um peda&ccedil;o da quota detida pelas lojas de conveni&ecirc;ncia e pela distribui&ccedil;&atilde;o moderna.</p>
<p>&Agrave; medida que os consumidores continuam a regressar ao h&aacute;bito de petiscar e beber quando est&atilde;o fora de casa, o mercado continuar&aacute; a crescer em valor, apesar do abrandamento da infla&ccedil;&atilde;o. As marcas e os retalhistas devem seguir de perto os comportamentos de compra dos consumidores &agrave; medida que estes evoluem e orientar as suas estrat&eacute;gias para as ocasi&otilde;es e necessidades certas, a fim de aumentar o volume e a frequ&ecirc;ncia.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 23 Jul 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Ocasies-e-volume-ajuda-crescimento-de-snacks-e-bebidas</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Comida Pronta, a categoria de 2023!]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Comida-Pronta-a-categoria-de-2023</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Grande%20Consumo%20Janeiro%20Fevereiro%202024.pdf">Grande Consumo</a></p>
<p>A categoria de comida pronta (inclui refei&ccedil;&otilde;es congeladas, pratos desidratados e comida refrigerada) &eacute; din&acirc;mica e multifacetada, impulsionada por fabricantes e retalhistas, apresentando crescimentos tanto a longo, como a curto prazo. Foi, durante meses a fio, em 2023, a categoria do ano &ndash; a contraciclo, ganhando cada vez mais espa&ccedil;o nas cestas das fam&iacute;lias portuguesas, que d&atilde;o primazia a produtos que sejam r&aacute;pidos e f&aacute;ceis de preparar.</p>
<p>S&atilde;o j&aacute; mais de 71% dos portugueses que nos declaram esta prefer&ecirc;ncia, n&uacute;mero que aumentou substancialmente desde o contexto pand&eacute;mico em 2020. E que ganha ainda mais for&ccedil;a em metade da popula&ccedil;&atilde;o, que tamb&eacute;m nos diz que nesta vida agitada, onde quase todos j&aacute; acordamos atrasados e cheios de pressa, n&atilde;o temos tempo para cozinhar. E que est&aacute; disposta a pagar mais, por um produto que lhes facilite as tarefas, mesmo nesta conjuntura inflacion&aacute;ria e onde 56% dos portugueses &eacute; de classes sociais baixa e m&eacute;dia baixa.&nbsp;</p>
<p>A verdade &eacute; que, quando se analisa os dados de consumo da Kantar, verifica-se que as refei&ccedil;&otilde;es que s&atilde;o preparadas em menos de 10 minutos est&atilde;o em crescimento. Mesmo quando se trata de refei&ccedil;&otilde;es principais, como o almo&ccedil;o e o jantar.</p>
<p>Com este movimento e aquisi&ccedil;&atilde;o de, entre aspas, novos ritmos, h&aacute;bitos e rotinas das fam&iacute;lias portuguesas, existem perdedores e beneficiados.</p>
<p>Se, por um lado, algumas categorias que fazem parte dos ingredientes base de uma refei&ccedil;&atilde;o, como o azeite, as verduras ou a carne est&atilde;o a ser menos compradas, por outro, no momento de consumo, outras impulsionam-se em conjunto com a comida pronta. &Eacute; o caso dos refrigerantes com g&aacute;s, que s&atilde;o muitas vezes consumidos em conjunto com Pizzas Congeladas e Comida Pronta Refrigerada.</p>
<p>Cada vez mais, antes de comprar, n&atilde;o s&oacute; fazemos listas, como temos em conta as receitas ou menus que vamos cozinhar ou consumir. Por isso, entender a maior intera&ccedil;&atilde;o das categorias no consumo em casa, pode gerar&nbsp;novas oportunidades para as marcas, quer seja na exposi&ccedil;&atilde;o em loja ou na forma como se comunica com o comprador e consumidor.</p>
<p>Conceitos t&atilde;o familiares como o cross-selling ou os menus, nunca fizeram tanto sentido como agora. Captando-lhes a aten&ccedil;&atilde;o, avivando a mem&oacute;ria dos mais esquecidos e claro, facilitando-lhes a vida.</p>
<p>A categoria de comida pronta est&aacute; mais atrativa e desenvolvida do que nunca. Nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos, recrutou mais de 100 mil novas fam&iacute;lias, ultrapassando j&aacute; os 90% de penetra&ccedil;&atilde;o. Este n&uacute;mero de compradores &eacute; acompanhado pelo incremento de volume e, naturalmente, tamb&eacute;m do valor: mais 131 milh&otilde;es de euros s&atilde;o gastos agora Vs. 2020 (crescimentos de dois d&iacute;gitos tanto a curto, como a longo prazo).</p>
<p>Uma expans&atilde;o sustentada tamb&eacute;m no indicador do momento &ndash; a frequ&ecirc;ncia de compra, preenchendo cada vez mais uma fatia significativa da carteira dos portugueses.</p>
<p>Em 2023, em m&eacute;dia, cada fam&iacute;lia portuguesa gastou mais de 90 &euro; em 17 atos de compra nesta categoria. E por isso, al&eacute;m de novos compradores, este mercado desenvolve tamb&eacute;m a sua taxa de repeti&ccedil;&atilde;o, que est&aacute; j&aacute; acima dos 88%. Ou seja, a grande maioria dos mais de 90% de lares compradores, comprou nos &uacute;ltimos meses de 2023 pelo menos duas vezes Comida Pronta. Sendo que o segmento de Refrigerada, quer seja atendimento ou n&atilde;o, &eacute; o segmento que gera e vale mais no bolso dos portugueses &ndash; mais de 50 &euro;, dos 90&euro; de m&eacute;dia.</p>
<p><strong>Comida Pronta passou a ser os &ldquo;novos frescos&rdquo;?</strong></p>
<p>Sabemos que sempre existiu uma forte interdepend&ecirc;ncia entre o crescimento dos frescos e a quota total em FMCG dos retalhistas. E isto acontece sobretudo porque, al&eacute;m de gerarem pontos de contacto com o consumidor, s&atilde;o para muitos, um fator decisivo na escolha da loja, e porque, uma vez l&aacute; dentro, h&aacute; uma maior probabilidade de aproveitar para comprar outras categorias.</p>
<p>Pois o mesmo conseguimos atestar com comida pronta, que n&atilde;o s&oacute; cresce mais em pontos de contacto com o comprador que frescos, como verifica-se que os retalhistas que conseguiram desenvolver e crescer em Comida Pronta, foram tamb&eacute;m aqueles que mais quota ganharam em Total FMCG em 2023.</p>
<p><strong>Comida Desidratada</strong></p>
<p>Concorre num terreno f&eacute;rtil de marcas de fabricante, posicionada num target mais jovem, e tipicamente com um poder de compra mais limitado &ndash; as Classes sociais m&eacute;dias/baixas.</p>
<p>O portef&oacute;lio de marcas &eacute; grande e entre elas est&atilde;o a KOKA, a KOALA, a KNORR, a MAGGI, entre muitas outras. Mas em 2023 foi Cigala Banzai Noodle a que mais pontos de contacto desenvolveu com o comprador portugu&ecirc;s. Presente no mercado com quatro sku&rsquo;s, num pote de f&aacute;cil prepara&ccedil;&atilde;o e numa comunica&ccedil;&atilde;o totalmente focada no core target da categoria &ndash; os jovens.</p>
<p><strong>Comida pronta congelada</strong></p>
<p>Entramos, aparentemente, num terreno f&eacute;rtil das marcas da distribui&ccedil;&atilde;o, onde mais de 79% do volume transacionado &eacute; feito por elas. Continente, Lidl e Pingo Doce dominam a categoria. Todavia, nos &uacute;ltimos meses de 2023, apenas o Continente conseguiu desenvolver-se, com mais lares compradores e uma maior frequ&ecirc;ncia de compra em simult&acirc;neo.</p>
<p>Anteriormente referi aparentemente porque, quando se analisa o detalhe de cada segmento deste mercado, existe, muitas vezes, uma realidade bem diferente. &Eacute; um mundo! E por isso, destacamos umas das estrelas do segmento de Peixe e Marisco congelado, que foi a Pescanova, a marca mais escolhida pelos portugueses.</p>
<p><strong>Comida pronta refrigerada</strong></p>
<p>Tal como a anterior categoria, esta tamb&eacute;m tem nas MDD&rsquo;s as suas maiores estrelas. No p&oacute;dio est&atilde;o tamb&eacute;m Continente, Lidl e Pingo Doce, mas em ordens diferentes de comida pronta congelada. O Continente foi o retalhista que mais cresceu em 2023, em refrigerada, alavancado de forma geral e n&atilde;o s&oacute; atrav&eacute;s de atendimento.</p>
<p>Mas, tal como vimos em Congelada, tamb&eacute;m na Refrigerada, quando descemos ao n&iacute;vel dos segmentos, as MDD&rsquo;s perdem for&ccedil;a e s&atilde;o, muitas vezes, destronadas. Aqui, como exemplo, destacamos a performance da marca Sun&amp;Vegs no segmento das Saladas Prontas a comer. Detendo o SKU mais vendido em Portugal: a salada bowl C&eacute;sar. Na verdade, 7 dos 10 SKU&rsquo;s que mais geram ocasi&otilde;es de compra em Portugal para consumo dentro do lar, s&atilde;o da Sun&amp;Vegs. E, por isso, vemos a trajet&oacute;ria crescente da marca, principalmente no ano de 2022 com mais de 224 mil novas fam&iacute;lias compradoras.</p>
<p><strong>A comida pronta nos retalhistas</strong></p>
<p>Falando de retalhistas, come&ccedil;a-se pelo incontorn&aacute;vel destaque &agrave; Mercadona, que j&aacute; &eacute; o quarto player deste mercado, com quase o dobro da quota em comida pronta refrigerada, em compara&ccedil;&atilde;o com a sua quota no total FMCG.</p>
<p>No segundo grupo, isol&aacute;mos a Jer&oacute;nimo Martins e os tr&ecirc;s Discounts: Lidl, Aldi e Minipre&ccedil;o, cuja quota tamb&eacute;m supera o seu fairshare. Apesar de, apenas o Aldi s&oacute; com livre servi&ccedil;o, estar a ganhar espa&ccedil;o no &uacute;ltimo ano.</p>
<p>Por &uacute;ltimo, o grupo composto pela Sonae, Auchan e Intermarch&eacute;, cujo potencial em comida refrigerada parece ser ainda grande, em compara&ccedil;&atilde;o com a sua concorr&ecirc;ncia. Todos t&ecirc;m uma oferta completa, ou seja, livre servi&ccedil;o e um balc&atilde;o de atendimento, que como se sabemos, &eacute; um ponto de diferencia&ccedil;&atilde;o neste tipo de produtos e motor de mais idas &agrave;s lojas e mais compradores. Neste grupo, e como vimos anteriormente pelo desempenho da sua MDD, apenas Sonae parece vingar, amea&ccedil;ando agora o l&iacute;der da categoria &ndash; a Jer&oacute;nimo Martins.</p>
<p>Um &uacute;ltimo e importante dado, &eacute; pensar que todos os investimentos e estrat&eacute;gias destes players n&atilde;o contam s&oacute; para a compra e para o consumo dentro de casa, uma vez que 5% de todas as ocasi&otilde;es feitas fora de casa, s&atilde;o feitas via distribui&ccedil;&atilde;o moderna (ou seja, Hipers/ Supers e Discounts), valendo j&aacute; 3% do mercado fora de casa em valor (em 2023). Para al&eacute;m disso, a aposta em espa&ccedil;os de restaura&ccedil;&atilde;o dentro ou fora da loja, potenciam o contacto com o consumidor. A Cozinha do Continente ou o Restaurante do Pingo Doce, s&atilde;o bons exemplos de concorr&ecirc;ncia direta aos canais Horeca e Impulso.</p>
<p>Entender os diferentes prop&oacute;sitos das fam&iacute;lias, as suas miss&otilde;es a cada compra, torna-se imperativo. Assim como, o papel das nossas categorias e marcas. Far&aacute; sentido um formato ou sortido adaptado a esta realidade? Definirmos a nossa estrat&eacute;gia por momentos de consumo? O shopper vai &agrave; loja porque precisa da comida pronta e aproveita para fazer mais umas compras? Ou&hellip;. Aproveita que est&aacute; &agrave;s compras para levar a Comida Pronta? Ou ainda, aproveita e come l&aacute;? Ainda s&atilde;o muitos os caminhos por explorar&hellip;</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 10 Jul 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Comida-Pronta-a-categoria-de-2023</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Mimosa marca mais escolhida pela 12Âª vez consecutiva]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Mimosa-marca-mais-escolhida-pela-12-vez-consecutiva</link>
         <description><![CDATA[<p>A Mimosa continua a ser a marca de FMCG mais escolhida pelos consumidores em Portugal, pela 12&ordf;. vez consecutiva. De acordo com o relat&oacute;rio anual global das marcas mais escolhidas Brand Footprint da Kantar, a Mimosa foi retirada das prateleiras 37 milh&otilde;es de vezes. Esta marca foi seguida pela Compal e pela Delta, que foram ambas retiradas das prateleiras 17 e 13 milh&otilde;es de vezes, respetivamente.</p>
<p>O Top 10 das marcas mais escolhidas em Portugal inclui tamb&eacute;m a Bimbo (quarto lugar), a Renova (quinto lugar) e a Terra Nostra (sexto lugar). Coca-cola, Agros, Gresso, e Nobre ocupam as restantes posi&ccedil;&otilde;es do Top 10, respetivamente. De destacar que a Renova subiu quatro lugares no ranking, enquanto que a Coca-Cola subiu tr&ecirc;s. O Top 10 do ranking mant&eacute;m exatamente as mesmas marcas, havendo apenas troca de posi&ccedil;&otilde;es.</p>
<p style="text-align: center;"><br /><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Top10_Brand_Footprint_Portugal_2024.jpg" alt="Top10_Brand_Footprint_Portugal_2024.jpg" width="600" height="338" /></p>
<p>Nesta nova edi&ccedil;&atilde;o e ampliando a vis&atilde;o do ranking para o top 50, existem tr&ecirc;s marcas que entraram: 7-Up (posi&ccedil;&atilde;o 46), Bom Petisco (posi&ccedil;&atilde;o 47) e Kinder (posi&ccedil;&atilde;o 48). A marca Bom Petisco subiu 16 posi&ccedil;&otilde;es, face ao ano passado.</p>
<p>Apesar de a maior parte das marcas presentes no Top 50 serem de alimenta&ccedil;&atilde;o e bebidas, existem tamb&eacute;m marcas de higiene e beleza e de cuidado do lar, havendo sete marcas destes setores no ranking. A Colgate, a Nivea, Dodot, s&atilde;o as &uacute;nicas marcas de higiene e beleza presentes no Top 50 e as mais escolhidas em Portugal neste setor, estando na 13&ordf;., 22&ordf;. e 48&ordf;. posi&ccedil;&otilde;es, respetivamente. Relativamente a cuidado do lar, Renova (quinta posi&ccedil;&atilde;o), Fairy (34&ordf; posi&ccedil;&atilde;o), Cif (36&ordf; posi&ccedil;&atilde;o), Sonasol (42&ordf;.) s&atilde;o tamb&eacute;m as &uacute;nicas marcas de cuidado do lar presentes no Top 50.</p>
<p>O ranking Brand Footprint mede quantas vezes as marcas FMCG s&atilde;o compradas no ponto de venda, considerando quantos lares compraram cada marca e quantas vezes o fizeram durante um ano (CRP&rsquo;s).</p>
<p>Ao contr&aacute;rio do que aconteceu no ranking Brand Footprint divulgado em 2023, em que nenhuma marca do TOP 50 &nbsp;havia conseguido aumentar os CRP&rsquo;s, este ano, 11 delas conseguiram aumentar a sua presen&ccedil;a junto do compradores portugueses. Foram elas: Compal, Renova, Coca-Cola, Fula, Cigala (arroz), Campofrio, Planta, Sumol, Cu&eacute;tara, Ca&ccedil;arola e Bom Petisco.</p>
<p>Por setores, n&atilde;o h&aacute; altera&ccedil;&otilde;es nas lideran&ccedil;as de alimenta&ccedil;&atilde;o (Bimbo), l&aacute;cteos (Mimosa), limpeza da casa (Renova) e Higiene em Beleza (Colgate). Apenas o setor das Bebidas tem uma nova lideran&ccedil;a, que &eacute; a Compal.</p>
<p>Para consultar os v&aacute;rios rankings de Portugal, clique aqui:</p>
<p><a href="https://www.kantar.com/campaigns/brand-footprint/explore-the-data">https://www.kantar.com/campaigns/brand-footprint/explore-the-data&nbsp;</a></p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 25 Jun 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Mimosa-marca-mais-escolhida-pela-12-vez-consecutiva</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Navegar sem vento]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Navegar-sem-vento</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Hipersuper%20Fevereiro%202024.pdf">Hipersuper</a></p>
<p>Mesmo os setores historicamente resilientes, como o FMCG, enfrentam desafios. Recuando aos &uacute;ltimos quatro anos e olhando para a pandemia de COVID-19, desde essa altura, os compradores t&ecirc;m passado por v&aacute;rias adapta&ccedil;&otilde;es significativas. Desde a redu&ccedil;&atilde;o das visitas &agrave;s lojas, at&eacute; &agrave;s mudan&ccedil;as nos padr&otilde;es de consumo, a crise sanit&aacute;ria moldou profundamente o comportamento do consumidor. Mais recentemente, a infla&ccedil;&atilde;o crescente tem desempenhado um papel crucial, movendo o shopper para uma nova forma de comprar. O aumento dos pre&ccedil;os tem levado os consumidores a reavaliar as suas escolhas e a adotar estrat&eacute;gias mais conscientes para fazer face aos custos adicionais.</p>
<p>Num cen&aacute;rio desfavor&aacute;vel, onde o vento parece n&atilde;o soprar a favor das velas do FMCG, h&aacute; algo muito b&aacute;sico que poderia mover o barco: o FMCG crescer com mais popula&ccedil;&atilde;o. Se existirem mais bocas para alimentar, o setor cresce. Como a previs&atilde;o n&atilde;o &eacute; de crescimento, o FMCG n&atilde;o ter&aacute; esta alavanca para encontrar vento. Ao mesmo tempo, o Banco de Portugal ainda prev&ecirc; para 2024 um aumento de 2.4% da infla&ccedil;&atilde;o. Assim, com base naquilo que &eacute; o passado, aliado aos fatores estabiliza&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o e infla&ccedil;&atilde;o, a previs&atilde;o para 2024 &eacute; uma leve recupera&ccedil;&atilde;o do volume e um crescimento do valor.</p>
<p>Por outro lado, o valor do FMCG tem se movido para as m&atilde;os da MDD e dos retalhistas de sortido curto. Esta n&atilde;o &eacute; s&oacute; uma tend&ecirc;ncia de Portugal. Este canal tem movido o valor do retalho a n&iacute;vel global, sobretudo fomentado pela Europa Ocidental. A expectativa &eacute; que esta tend&ecirc;ncia se mantenha ao longo de 2024, o que significa que este grupo de retalhistas, que representa hoje 24% do gasto em FMCG, aumente a sua quota.</p>
<p>N&atilde;o existindo um entorno favor&aacute;vel, a obsess&atilde;o de quem opera em FMCG dever&aacute; ser penetra&ccedil;&atilde;o, penetra&ccedil;&atilde;o e penetra&ccedil;&atilde;o. Recrutar consumidores, para alavancar as chances de crescer.</p>
<p><strong>Quais as correntes a aproveitar?</strong></p>
<p>Embora o cen&aacute;rio seja pouco favor&aacute;vel, &eacute; poss&iacute;vel direcionar as marcas e retalhistas na dire&ccedil;&atilde;o desejada, mesmo sem contar com a ajuda dos ventos. Como? Aproveitando as correntes naturais do mar, navegando por quatro grandes ideias: mais necessidades, mais momentos, mais categorias e mais presen&ccedil;a.</p>
<p>Para explorar a primeira ideia, &eacute; fundamental conhecer a procura de necessidades dos consumidores na sua alimenta&ccedil;&atilde;o. Por exemplo, categorias como Sobremesas, Bolachas, Achocolatados e Cereais sofrem uma redu&ccedil;&atilde;o no consumo em casa. No entanto, pensando nas necessidades atuais dos consumidores, como a procura por produtos "Free from" (sem gl&uacute;ten, sem lactose, sem a&ccedil;&uacute;car), &eacute; poss&iacute;vel encontrar oportunidades de crescimento mesmo em categorias aparentemente est&aacute;ticas. Estas necessidades s&atilde;o apenas alguns exemplos, &eacute; fundamental analisar categoria a categoria e encontrar quais as tend&ecirc;ncias de consumo que geram interesse ao consumidor.</p>
<p>Al&eacute;m disso, &eacute; fundamental reconhecer que os padr&otilde;es de consumo variam dentro e fora de casa. Enquanto que o consumo por impulso domina fora de casa, dentro de casa, o prazer e a conveni&ecirc;ncia s&atilde;o mais valorizados. Adaptar-se a estas diferentes motiva&ccedil;&otilde;es &eacute; essencial para atrair os consumidores em diferentes contextos.</p>
<p>Explorar mais momentos de consumo &eacute; a segunda corrente a aproveitar. Por exemplo, Iogurtes e Sobremesas l&aacute;cteas perdem ocasi&otilde;es de consumo em casa ao n&iacute;vel dos dois d&iacute;gitos, principalmente entre as refei&ccedil;&otilde;es. No entanto, atrav&eacute;s da inova&ccedil;&atilde;o e expans&atilde;o de portef&oacute;lio dentro da categoria foi poss&iacute;vel encontrar crescimento em novos momentos, como almo&ccedil;os e jantares (+ cinco milh&otilde;es de ocasi&otilde;es de consumo), revitalizando assim o interesse do consumidor e impulsionando o crescimento.</p>
<p>Tanto as marcas quanto os retalhistas podem encontrar correntes de crescimento, identificando e capitalizando oportunidades de consumo ao longo do dia. Os espa&ccedil;os fora das refei&ccedil;&otilde;es principais mostram ser os principais desafios para recuperar espa&ccedil;o no consumo dentro de casa, o que implica pensar num portef&oacute;lio mais sofisticado e menos mainstream.</p>
<p>Quanto &agrave; inova&ccedil;&atilde;o, est&aacute; &eacute; chave para ir mais al&eacute;m. A inova&ccedil;&atilde;o pode ser realizada de diferentes formas, desde que sempre venha acompanhada de valor acrescentado para o consumidor. Mais valor na categoria, por exemplo, atrav&eacute;s de um portef&oacute;lio mais premium. Ou transportar marcas fortes para novos espa&ccedil;os de consumo, atrav&eacute;s expans&atilde;o de categorias. Ou sair do atual terreno de jogo e explorar inova&ccedil;&atilde;o, atrav&eacute;s das novas necessidades (ex. prote&iacute;na) de consumo. H&aacute; v&aacute;rios exemplos no mercado que mostram como &eacute; poss&iacute;vel atrair novos consumidores e diferenciar-se da concorr&ecirc;ncia atrav&eacute;s da inova&ccedil;&atilde;o genu&iacute;na, o que significa uma nova combina&ccedil;&atilde;o de atributos que n&atilde;o existe no mercado. Pensar nisto, &eacute; acrescentar valor ao FMCG e ainda criar uma vantagem competitiva sustent&aacute;vel.</p>
<p>Para entregar tudo isto ao consumidor, &eacute; necess&aacute;rio garantir um sortido adequado loja a loja. Hoje em dia, existe um maior mix de lojas, com sortidos curtos e sortidos longos. E o consumidor o que faz &eacute; visitar em m&eacute;dia cinco lojas por ano, para ir servindo as suas necessidades. Encontrar crescimento, &eacute; garantir que na visita que faz &agrave;quela loja, o consumidor a converta em compra. &Eacute; assim, necess&aacute;rio perseguir o consumidor, para ajustar os sortidos nas diferentes tipologias de loja e ganhar efici&ecirc;ncia de convers&atilde;o do shopper.</p>
<p>Enfrentar os desafios do FMCG em 2024 requer uma abordagem estrat&eacute;gica e proativa. Ao compreender as necessidades dos consumidores, explorar novos momentos de consumo, expandir categorias e presen&ccedil;a, &eacute; poss&iacute;vel navegar com sucesso mesmo quando os ventos n&atilde;o est&atilde;o a favor.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 20 Jun 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Navegar-sem-vento</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Gasto global com produtos de FMCG perto dos 1.000 euros]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Gasto-global-com-produtos-de-FMCG-perto-dos-1000-</link>
         <description><![CDATA[<p>A Kantar revelou as marcas mais escolhidas do mundo e apresenta uma vis&atilde;o abrangente de como o comportamento do comprador evoluiu em todo o mundo em 2023. Com a taxa de infla&ccedil;&atilde;o global de FMCG a cair para metade de 8,4% em 2022 para 4% em 2023, os compradores come&ccedil;aram a misturar as compras de indulg&ecirc;ncia e premium com algumas estrat&eacute;gias de poupan&ccedil;a usadas durante o per&iacute;odo inflacionista.&nbsp; O Brand Footprint demonstrou que o gasto m&eacute;dio em compras de supermercado, por fam&iacute;lia, em todo o mundo, atingiu os 969 &euro;, quase 60% a mais do que foi gasto uma d&eacute;cada antes, em 2013.&nbsp;</p>
<p><strong>Principais conclus&otilde;es da 12&ordf; edi&ccedil;&atilde;o deste relat&oacute;rio:</strong></p>
<p>A Coca-Cola continua a ser a marca mais comprada do mundo pelo 12&ordm; ano consecutivo. A penetra&ccedil;&atilde;o &ndash; ou a percentagem de lares que compraram a marca &ndash; cresceu 2,6%, sendo escolhida pelos consumidores quase 8,3 mil milh&otilde;es de vezes.&nbsp;</p>
<p>A Red Bull foi a marca de produtos de grande consumo que registou o crescimento mais r&aacute;pido, com um aumento de 17,8% no n&uacute;mero de vezes que foi comprada (1,43 mil milh&otilde;es de vezes), gra&ccedil;as ao aumento do n&uacute;mero de novos compradores em mercados como o Brasil, a China Continental, a Fran&ccedil;a, a Alemanha e os EUA.&nbsp;</p>
<p>A Sunsilk foi a marca mais bem sucedida do mundo na conquista de novos compradores, com mais de 26 milh&otilde;es de novos lares a comprarem a marca em 2023.&nbsp;</p>
<p>O gasto m&eacute;dio em produtos de grande consumo aumentou 8,6%, para 969 &euro;, por comprador, em resultado da infla&ccedil;&atilde;o, que atingiu uma m&eacute;dia de 4% durante o ano, bem como de um maior n&uacute;mero de produtos de indulg&ecirc;ncia em casa e de mudan&ccedil;as para compras premium, para compensar as estrat&eacute;gias de usadas para ultrapassar a infla&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Os compradores norte-americanos foram os que mais gastaram em produtos de grande consumo, com uma m&eacute;dia de 2.820 &euro; por agregado familiar, enquanto os consumidores do Bangladesh foram os que menos gastaram, com uma m&eacute;dia inferior a 146 &euro;.</p>
<p>A combina&ccedil;&atilde;o do gasto entre marcas globais, marcas locais e marcas da distribui&ccedil;&atilde;o, continua a evoluir. As despesas com produtos de marcas da distribui&ccedil;&atilde;o aumentaram 0,5%, atingindo 22,7%. Apesar de uma queda nas vendas unit&aacute;rias, as marcas globais mantiveram 30% dos gastos, gra&ccedil;as ao aumento dos pre&ccedil;os e &agrave; compra de produtos premium.&nbsp;</p>
<p>A visita a v&aacute;rias lojas continua a ser uma estrat&eacute;gia utilizada para fazer face ao aumento dos pre&ccedil;os, uma vez que as desloca&ccedil;&otilde;es &agrave;s lojas aumentaram 2,4%. Os Discounts &nbsp;aumentaram a sua quota de gastos dos compradores em 10,3%, atingindo uma quota de 16% a n&iacute;vel global (e 24,5% na Europa Ocidental).&nbsp;</p>
<p>O estudo Brand Footprint, da Kantar, Worldpanel Division analisa as 460 mil milh&otilde;es de escolhas de marcas feitas pelos compradores no ano passado. De todas as compras de FMCG feitas em 2023, as marcas globais representaram 30% do valor das vendas, sem altera&ccedil;&otilde;es em rela&ccedil;&atilde;o a 2022. As marcas locais e regionais representaram 47% das compras, enquanto as vendas de marcas pr&oacute;prias aumentaram 0,5 pontos percentuais, atingindo 22,7%.&nbsp;</p>
<p>Os Discounts alcan&ccedil;aram um crescimento anual de 10,5% em termos de valor a n&iacute;vel mundial, representando 16% de todos os gastos em FMCG , em compara&ccedil;&atilde;o com 9,6% em 2021. Globalmente, 61% dos agregados familiares est&atilde;o extremamente ou muito preocupados com o aumento dos custos dos produtos de grande consumo. Consequentemente, enquanto 64% das marcas globais est&atilde;o a crescer em termos de valor, apenas metade das marcas de produtos de grande consumo est&atilde;o a crescer em termos de escolhas dos consumidores &ndash; quantas vezes s&atilde;o escolhidas da prateleira pelos consumidores</p>
<p><strong>As marcas mais escolhidas do mundo</strong></p>
<p>As cinco marcas mais escolhidas no mundo s&atilde;o a Coca-Cola, a Colgate, a Maggi, a OMO e a Knorr. A Coca-Cola, l&iacute;der desde o in&iacute;cio, solidifica o seu estatuto como a marca mais escolhida do mundo, com uns impressionantes 8,3 mil milh&otilde;es de Consumer Reach Points (CRP&rsquo;s). A Colgate estabelece uma refer&ecirc;ncia para a penetra&ccedil;&atilde;o global, sendo a &uacute;nica marca de bens de consumo comprada por mais de metade da popula&ccedil;&atilde;o global, com uma taxa de penetra&ccedil;&atilde;o de 55,9%.</p>
<p><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Brand_Footprint_2024.jpg" alt="Brand_Footprint_2024.jpg" width="600" height="338" align="middle" /></p>
<p>Mais abaixo na tabela classificativa, a Red Bull surge como o maior destaque do ano. Com um aumento de 17,8% nos CRP&rsquo;s, subiu quatro posi&ccedil;&otilde;es no ranking para o 20&ordm; lugar, um testemunho da sua crescente atratividade e das suas manobras estrat&eacute;gicas de mercado, como o desenvolvimento de novos produtos. Comprada por 9,6% dos agregados familiares em todo o mundo, foi retirada das prateleiras 1,4 mil milh&otilde;es de vezes.&nbsp;</p>
<p><strong>Crescimento alimentado pela cafe&iacute;na</strong></p>
<p>&nbsp;A an&aacute;lise das categorias de produtos de grande consumo que est&atilde;o a atrair novos consumidores revela uma tend&ecirc;ncia para um maior n&uacute;mero de consumidores comprarem bebidas com cafe&iacute;na. O caf&eacute; instant&acirc;neo registou um crescimento de penetra&ccedil;&atilde;o de 1,5% em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior (comprado por 30,2 milh&otilde;es de consumidores), as bebidas desportivas e energ&eacute;ticas obtiveram um crescimento de penetra&ccedil;&atilde;o de 1,2%, ou seja, 24,3 milh&otilde;es de consumidores e os refrigerantes com g&aacute;s ganharam 1,1%, o que equivale a 31,7 milh&otilde;es de novos consumidores.</p>
<p><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Brand_Footprint_2024_1.jpg" alt="Brand_Footprint_2024_1.jpg" width="600" height="338" align="middle" /></p>
<p>Guillaume Bacuvier, CEO da Kantar, Worldpanel Division afirmou: &ldquo;Os rankings do Brand Footprint 2024 revelam como as marcas de sucesso recrutaram mais compradores, num ambiente em que menos custa mais e as marcas pr&oacute;prias est&atilde;o a ganhar quota. Simplificando, elas encontraram maneiras de serem significativamente diferentes. &Eacute; o que acontece quando as marcas criam fortes liga&ccedil;&otilde;es funcionais e emotivas, tornando a marca mentalmente dispon&iacute;vel e fisicamente inevit&aacute;vel, integrando-se perfeitamente em todos os pontos de contacto com o consumidor. As marcas apresentadas no relat&oacute;rio devem ser louvadas por o conseguirem, enquanto a press&atilde;o sobre as despesas das fam&iacute;lias persiste como uma teimosa corrente subterr&acirc;nea na economia global.&rdquo;</p>
<p>Pode ler o relat&oacute;rio completo e explorar os dados em <a href="https://www.kantar.com/campaigns/brand-footprint">Brand Footprint</a></p>
<p><strong>Sobre o Brand Footprint</strong>: O relat&oacute;rio Brand Footprint &eacute; o ranking anual da Kantar, Worldpanel Division das marcas de FMCG mais escolhidas em todo o mundo. Utiliza uma m&eacute;trica &uacute;nica conhecida como Consumer Reach Point (CRP) para medir e comparar o sucesso das marcas em diferentes mercados e regi&otilde;es. Um CRP representa o momento em que o comprador escolhe uma marca, integrando dados sobre a popula&ccedil;&atilde;o, penetra&ccedil;&atilde;o e escolha do consumidor, para fornecer uma vis&atilde;o hol&iacute;stica do desempenho da marca. Esta &eacute; a 12&ordf; edi&ccedil;&atilde;o deste relat&oacute;rio.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 03 Jun 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Gasto-global-com-produtos-de-FMCG-perto-dos-1000-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Crescimento real fora de casa de snacks e bebidas]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Crescimento-real-do-consumo-fora-de-snacks-e-bebidas</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>O gelado &eacute; a estrela dos snacks, com vendas elevadas em quase todo o lado &ndash; mesmo nos meses mais frios.</em></p>
<p style="text-align: left;">Os dados da Kantar sobre o mercado global de snacks de bebidas n&atilde;o alco&oacute;licas fora de casa (OOH), relativos ao ano de 2023, revelam claramente um crescimento real e org&acirc;nico dos gastos &ndash; impulsionado pelo facto de os consumidores fazerem mais ocasi&otilde;es. Como o pre&ccedil;o por unidade estabilizou, o impacto da infla&ccedil;&atilde;o reduziu-se, deixando o efeito do pre&ccedil;o de ser o principal catalisador para o aumento do valor. As pessoas querem e t&ecirc;m a capacidade de aumentar o seu consumo de OOH.</p>
<p>O mercado global de snacks e bebidas n&atilde;o alco&oacute;licas continua a crescer em ocasi&otilde;es dentro e fora de casa (OOH) a um ritmo constante, com um aumento de valor combinado de 11% no quarto trimestre de 2023. Em termos anuais, as vendas OOH cresceram 17%, superando as vendas in-home (7%); uma tend&ecirc;ncia que observamos em todos os mercados, exceto em Espanha, Portugal e M&eacute;xico. Os aumentos mais significativos registaram-se na &Iacute;ndia, no Brasil e no Reino Unido.<img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Barometro_OOH_4Trim_2023.jpg" alt="Barometro_OOH_4Trim_2023.jpg" width="600" height="338" /></p>
<p>A n&iacute;vel global, os consumidores aumentaram em 16% o n&uacute;mero de ocasi&otilde;es que fizeram em OOH, tornando esta tend&ecirc;ncia o principal motor de crescimento em quase todos os mercados &ndash; em particular no Brasil, Fran&ccedil;a e &Iacute;ndia. No entanto, n&atilde;o se registou qualquer aumento em Espanha e na Tail&acirc;ndia, onde o h&aacute;bito de consumir snacks e bebidas OOH j&aacute; era forte. Outra raz&atilde;o para a falta de aumento da frequ&ecirc;ncia nesses mercados &eacute; o facto de os consumidores darem prioridade e pouparem o seu dinheiro para coisas especiais &ndash; como ir um restaurante ao fim de semana &ndash; em vez de fazerem ocasi&otilde;es mais pequenas todos os dias. Isto ilustra a import&acirc;ncia de aumentar as idas de rotina a bares, caf&eacute;s e canais de impulso, para que o setor possa recuperar totalmente.<img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Barometro_OOH_4Trim_2023_1.jpg" alt="Barometro_OOH_4Trim_2023_1.jpg" width="600" height="338" /></p>
<p><strong>A quota em valor do OOH continua a aumentar</strong></p>
<p>A contribui&ccedil;&atilde;o do setor OOH para o gasto total em snacks e bebidas tem aumentado consistentemente desde 2021. O quarto trimestre de 2023 n&atilde;o foi exce&ccedil;&atilde;o, com um aumento da quota de 35% para 37%. Apenas Espanha e Portugal contrariam a tend&ecirc;ncia, com gastos mais elevados no consumo em casa.</p>
<p>Os canais de impulso, as padarias e o com&eacute;rcio tradicional foram os canais OOH com melhor desempenho no quarto trimestre, com a quota de valor para snacks e bebidas vs. gastos em. In&amp;Out a aumentar 5,3%, 4,9% e 4,3%, respetivamente, em compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo trimestre do ano anterior.</p>
<p><strong>Destaque para os snacks</strong></p>
<p>Os gastos em snacks (+9%) est&atilde;o a crescer mais rapidamente do que em bebidas (+5%) ou as refei&ccedil;&otilde;es (+7%), o que est&aacute; intimamente ligado &agrave; crescente popularidade dos canais de impulso, onde as pessoas normalmente v&atilde;o para comer algo r&aacute;pido. Este facto refor&ccedil;a a tend&ecirc;ncia crescente de consumo &ldquo;em viagem&rdquo;, que temos vindo a acompanhar nos trimestres anteriores e confirma a recupera&ccedil;&atilde;o das ocasi&otilde;es mais pequenas e di&aacute;rias de OOH.</p>
<p>As categorias de gelados e snacks salgados cresceram mais fortemente no quarto trimestre de 2023. Este foi um feito particularmente not&aacute;vel para os gelados, considerando que era a &eacute;poca de inverno em muitos mercados!</p>
<p>As ocasi&otilde;es OOH s&atilde;o vitais para o desempenho da categoria de gelados, contribuindo com 63% do gasto total. Isto &eacute; especialmente verdade na &Aacute;sia e na Am&eacute;rica Latina: na &Iacute;ndia, 97% de todo o valor &eacute; gerado em OOH e o valor &eacute; de 80% no M&eacute;xico. A propor&ccedil;&atilde;o &eacute; mais baixa no Reino Unido (25%). As vendas de gelados OOH est&atilde;o a aumentar em quase todos os mercados, com exce&ccedil;&atilde;o de Portugal e da Tail&acirc;ndia. A not&iacute;cia positiva &eacute; que o crescimento do OOH n&atilde;o se deu &agrave; custa das vendas no domic&iacute;lio: os gastos tamb&eacute;m est&atilde;o a crescer nesse ambiente.</p>
<p>A quota do consumo total de gelados em rela&ccedil;&atilde;o ao total In&amp;Out est&aacute; a crescer mais rapidamente nas padarias.<em><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Barometro_OOH_4Trim_2023_2.jpg" alt="Barometro_OOH_4Trim_2023_2.jpg" width="600" height="338" /></em></p>
<p><strong>Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna compete com os Restaurantes de Servi&ccedil;o R&aacute;pido (RSR) nas refei&ccedil;&otilde;es</strong></p>
<p>Mudando o enfoque dos snacks para as refei&ccedil;&otilde;es compradas para consumo imediato, o OOH supera mais uma vez o desempenho do in-home em todos os mercados, com exce&ccedil;&atilde;o da Espanha, com um crescimento global do valor de 15%, em compara&ccedil;&atilde;o com 7% para o in-home.</p>
<p>O crescimento &eacute; mais elevado no Brasil (+38%) e em Portugal (+19%).</p>
<p>As cafetarias, os restaurantes e os canais de distribui&ccedil;&atilde;o moderna s&atilde;o respons&aacute;veis por esta recupera&ccedil;&atilde;o. Os supermercados e hipermercados que oferecem op&ccedil;&otilde;es como balc&otilde;es de comida quente, sandu&iacute;ches, sushi e saladas aumentaram a sua quota de mercado para 2,4% &ndash; aproximando-os dos restaurantes de servi&ccedil;o r&aacute;pido, que det&eacute;m uma quota de 3,7%. A distribui&ccedil;&atilde;o moderna est&aacute; agora a competir diretamente com este canal.<em><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Barometro_OOH_4Trim_2023_3.jpg" alt="Barometro_OOH_4Trim_2023_3.jpg" width="600" height="338" /></em></p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 30 Apr 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Crescimento-real-do-consumo-fora-de-snacks-e-bebidas</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Webinar Fabricantes e Retalhistas: parceiros ou rivais?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar-Fabricantes-e-Retalhistas-parceiros-ou-rivais</link>
         <description><![CDATA[<p><span>Como a Kantar, Worldpanel Division, j&aacute; antecipava no fim do ano passado, 2024 n&atilde;o est&aacute; a ser um ano f&aacute;cil. Sem o empurr&atilde;o da infla&ccedil;&atilde;o &eacute; mais dif&iacute;cil encontrar valor e com um or&ccedil;amento mais limitado, os compradores continuam a reduzir as compras em FMCG.</span><br /><br /><span>Neste contexto, &eacute; preciso entender o que &eacute; importante para o consumidor e o pre&ccedil;o &eacute; maioritariamente o grande fator de decis&atilde;o no momento da compra.</span><br /><br /><span>Com uma oferta cada vez maior de tipologias de loja, o comprador tem distribu&iacute;do visitas a todos os retalhistas. Mas se o consumidor conseguisse encontrar numa s&oacute; loja tudo o que precisa, iria realmente passear por mais lojas? Ser&atilde;o mesmo os fabricantes e os retalhistas os rivais que tanto se apregoa no mercado?</span><br /><br /><span>No pr&oacute;ximo dia&nbsp;</span><strong>08 de maio</strong><span>, &agrave;s&nbsp;</span><strong>10h00</strong><span>,&nbsp;</span><strong>Carolina Jord&atilde;o</strong><span>,&nbsp;</span><strong>Client Director</strong><span>&nbsp;e&nbsp;</span><strong>Eduardo Serra</strong><span>,&nbsp;</span><strong>Client Manager</strong><span>&nbsp;da Kantar, ir&atilde;o demonstrar neste webinar se esta rivalidade existe realmente e se existe, ser&aacute; que faz sentido? Ir&atilde;o dar a conhecer tamb&eacute;m os 3 pilares da equa&ccedil;&atilde;o do consumidor e como devem responder fabricante e retalhistas a esses pilares.</span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://event.on24.com/wcc/r/4574595/3D1D9C4067C0C0EBAF7683FD27FAAB3E">Registe-se</a></p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 23 Apr 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar-Fabricantes-e-Retalhistas-parceiros-ou-rivais</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Planeta, perceÃ§Ã£o e compra]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Planeta-perceo-e-compra</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Hipersuper%20Janeiro%202024.pdf">Hipersuper</a></p>
<p>A sustentabilidade oferece enormes oportunidades de crescimento &agrave;s marcas, fabricantes e retalhistas de produtos de grande consumo e ignor&aacute;-las pode traduzir-se em dificuldades para o seu futuro, uma vez que h&aacute; sinais de esperan&ccedil;a para a recupera&ccedil;&atilde;o de compras mais sustent&aacute;veis.</p>
<p>Segundo o estudo Who Cares? Who Does? que a Kantar realiza de forma global todos os anos, existe um grupo core que representa 27% da popula&ccedil;&atilde;o portuguesa, que efetivamente encontrou uma forma de reduzir a pegada ambiental na sua rotina di&aacute;ria. A este grupo de pessoas mais conscientes ambientalmente, demos o nome de Eco-Actives. Este estudo, que conta j&aacute; com cinco anos de hist&oacute;rico (quatro em Portugal), permite-nos entender a evolu&ccedil;&atilde;o das preocupa&ccedil;&otilde;es e a&ccedil;&otilde;es em rela&ccedil;&atilde;o ao ambiente nos &uacute;ltimos anos, conectando as atitudes e as a&ccedil;&otilde;es dos compradores em prol do meio ambiente, com o seu comportamento, atrav&eacute;s das compras reais registadas pelos lares portugueses.</p>
<p><strong>Renascimento dos Eco-Actives</strong></p>
<p>Em 2023, assistiu-se a um renascimento dos Eco-Actives, ap&oacute;s a queda registada em 2022, que foi motivada pela intensidade da preocupa&ccedil;&atilde;o com a guerra na Ucr&acirc;nia e as subsequentes press&otilde;es inflacionistas e outras incertezas. Embora a crise do custo de vida esteja no topo da agenda das pessoas, as altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas tamb&eacute;m t&ecirc;m estado muito presentes nos meios de comunica&ccedil;&atilde;o social, dado os recordes de temperatura, fortes intemp&eacute;ries e outros fen&oacute;menos a que assistimos. Esta situa&ccedil;&atilde;o foi consistente na maioria dos mercados, com exce&ccedil;&atilde;o dos EUA e a recupera&ccedil;&atilde;o foi especialmente forte na Europa, com destaque para Portugal e Espanha que registaram os maiores crescimentos.</p>
<p>Tendo em conta os &uacute;ltimos cinco anos do estudo, projetamos que o crescimento dos Eco-Actives ser&aacute; cont&iacute;nuo e em 2028 mais de um quarto da popula&ccedil;&atilde;o estar&aacute; empenhada neste tema e a tomar v&aacute;rias a&ccedil;&otilde;es no seu dia-a-dia, sentindo uma responsabilidade intr&iacute;nseca de serem mais conscientes em termos ambientais.</p>
<p>Fazendo uma compara&ccedil;&atilde;o entre o que acontece em 2023 e o que acontecia em 2019, verifica-se que os esfor&ccedil;os dos retalhistas e do governo para substituir os sacos de pl&aacute;stico por sacos de tecido/papel para a fruta e os legumes, por exemplo, acabaram por incentivar as pessoas a tomar pr&aacute;ticas mais sustent&aacute;veis. Portugal est&aacute; mais desenvolvido em quase todos os h&aacute;bitos de redu&ccedil;&atilde;o de pl&aacute;stico, face ao que &eacute; a realidade global, sendo a &uacute;nica exce&ccedil;&atilde;o a utiliza&ccedil;&atilde;o de sacos de tecido/papel para os frescos, que continua subdesenvolvida face ao que acontece globalmente. Brevemente ir&aacute; ser implementada uma medida e em conjunto com o que verific&aacute;mos noutros pa&iacute;ses, acreditamos que este h&aacute;bito de redu&ccedil;&atilde;o de pl&aacute;stico rapidamente entrar&aacute; no quotidiano dos portugueses.</p>
<p>No que toca &agrave; escolha de recargas e a evitar garrafas de pl&aacute;stico verifica-se que globalmente n&atilde;o existiram muitas altera&ccedil;&otilde;es, por&eacute;m em Portugal a realidade &eacute; outra, uma vez que o h&aacute;bito de embalagens recarreg&aacute;veis foi a que mais cresceu vs. 2022. O facto de existirem cada vez mais marcas a apostar em formatos recarreg&aacute;veis, contribui para esta altera&ccedil;&atilde;o de comportamento.</p>
<p>O aquecimento global continua a ser a principal preocupa&ccedil;&atilde;o para a popula&ccedil;&atilde;o mundial, tendo sa&iacute;do ainda mais refor&ccedil;ada a sua lideran&ccedil;a em 2023. Isto est&aacute; relacionado com os recordes de temperaturas altas que se registam ano ap&oacute;s ano e que por sua vez est&aacute; diretamente relacionado com a escassez de &aacute;gua (TOP 2), seguindo-se o desperd&iacute;cio de pl&aacute;stico, polui&ccedil;&atilde;o de agua e polui&ccedil;&atilde;o do ar. No caso de Portugal, o TOP 2 de preocupa&ccedil;&otilde;es est&aacute; totalmente alinhado com o que acontece globalmente, mas o restante ranking acaba por demonstrar outras preocupa&ccedil;&otilde;es mais relacionadas com a &aacute;gua e o desperd&iacute;cio alimentar.</p>
<p>Nos &uacute;ltimos cinco anos, assistimos a uma mudan&ccedil;a da opini&atilde;o sobre quem deve ser o respons&aacute;vel para controlar e limitar os danos ambientais, passando o papel principal dos fabricantes para os governos. No caso de Portugal, atribui-se ainda mais responsabilidade ao governo do que acontece na realidade global.</p>
<p><strong>Press&atilde;o para a mudan&ccedil;a</strong></p>
<p>Os compradores est&atilde;o sobre press&atilde;o, sendo que 43% das pessoas, a n&iacute;vel mundial, afirma que achou mais dif&iacute;cil agir de forma sustent&aacute;vel, em 2023, por causa de quest&otilde;es sociais ou econ&oacute;micas. Adicionalmente, existe um gap entre a inten&ccedil;&atilde;o e a a&ccedil;&atilde;o, no que diz respeito &agrave;s embalagens. Isto &eacute;, 65%&nbsp;das pessoas declararam que tentam&nbsp;comprar embalagens&nbsp;amigas do ambiente, mas apenas 24%&nbsp;consegue&nbsp;regularmente evitar&nbsp;as embalagens de pl&aacute;stico. Assim, existe 37% da popula&ccedil;&atilde;o que tem boas inten&ccedil;&otilde;es, contudo por v&aacute;rios fatores n&atilde;o consegue tomar essas a&ccedil;&otilde;es no final do dia. O principal obst&aacute;culo que as pessoas enfrentam &eacute; serem caros, seguido da confus&atilde;o sobre o que &eacute; correto fazer por n&atilde;o ser especialista. No caso de Portugal, a dificuldade em encontrar produtos mais sustent&aacute;veis ocupa o segundo lugar, estando o primeiro lugar alinhado com a tend&ecirc;ncia global.</p>
<p>J&aacute; na press&atilde;o sob as marcas, &eacute; pouco prov&aacute;vel que as mudan&ccedil;as sustent&aacute;veis, por si s&oacute;, provoquem uma mudan&ccedil;a radical no crescimento das marcas de fabricante em detrimento das marcas de distribui&ccedil;&atilde;o, mas podem contribuir para criar confian&ccedil;a e significar qualidade e sabor, sendo este fator muito importante num ambiente em que h&aacute; cada vez mais pessoas a afirmar que as empresas s&oacute; se preocupam com os lucros. Assim, as marcas devem encarar o investimento na sustentabilidade como um passo para ganhar a confian&ccedil;a dos compradores e justificar o gap de pre&ccedil;o face aos produtos com que dividem a prateleira. &Eacute; fundamental criar uma conex&atilde;o emocional com o comprador e isso poder&aacute; ser feito atrav&eacute;s de v&aacute;rias a&ccedil;&otilde;es que n&atilde;o tem de ser exclusivamente ligadas ao pl&aacute;stico.</p>
<p>Por fim, relativamente &agrave; press&atilde;o sob os retalhistas, quase 2/3 dos nossos inquiridos na Europa afirmaram que as embalagens de marca pr&oacute;pria deveriam ser uma prioridade. Curiosamente, a resolu&ccedil;&atilde;o do problema dos res&iacute;duos na cadeia de abastecimento ficou em segundo lugar, o que pode ser uma resposta &agrave; atual comunica&ccedil;&atilde;o dos retalhistas sobre esta quest&atilde;o. No caso de Portugal, as prioridades mais desenvolvidas face &agrave; realidade europeia s&atilde;o: doar parte das suas vendas a institui&ccedil;&otilde;es de caridade, expandir a sua gama de alternativas plant-based e tornarem-se neutros em carbono.</p>
<p><strong>Dar prioridade aos atributos sustent&aacute;veis</strong></p>
<p>Analisando os atributos sustent&aacute;veis relacionados com o pl&aacute;stico, &eacute; interessante perceber que a procura por produtos com materiais reciclados nas suas embalagens acaba por estar mais destacado que por exemplo as embalagens 100% recicl&aacute;veis ou at&eacute; mesmo as embalagens sem pl&aacute;stico.</p>
<p>Olhando para os dez atributos seguintes, verifica-se que um quinto da popula&ccedil;&atilde;o global procura certifica&ccedil;&otilde;es (o que significa que as pessoas querem garantias, uma vez que tamb&eacute;m sentem que n&atilde;o s&atilde;o especialistas na tem&aacute;tica sustent&aacute;vel). J&aacute; no fim do ranking vemos a escolha de alternativas &agrave; carne, produtos neutros em carbono e produtos totalmente vegan.</p>
<p>As escolhas ambientais variam conforme as faixas et&aacute;rias, sendo que no topo das preocupa&ccedil;&otilde;es dos jovens, at&eacute; aos 35 anos, est&atilde;o produtos com certifica&ccedil;&otilde;es oficiais, empresas que doam parte das suas vendas a institui&ccedil;&otilde;es de caridade, diversidade na publicidade, alternativas &agrave; carne ou aos latic&iacute;nios, produtos totalmente vegan e produtos neutros. J&aacute; na popula&ccedil;&atilde;o mais madura, acima do 50 anos, a tem&aacute;tica em volta das embalagens, bem-estar animal, ingredientes e empresas de origem local s&atilde;o as escolhas mais desenvolvidas.</p>
<p><strong>A mudan&ccedil;a &eacute; urgente e n&atilde;o podemos desistir dela</strong></p>
<p>Sabemos que os governos s&atilde;o muito poderosos e mesmo a&ccedil;&otilde;es pequenas, como a proibi&ccedil;&atilde;o de produtos espec&iacute;ficos, t&ecirc;m um efeito halo que torna as pessoas mais conscientes. Mas as marcas juntas atrav&eacute;s de associa&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m tem um papel importante e podem contribuir para esta mudan&ccedil;a, com campanhas educativas e de incentivo a pr&aacute;ticas mais sustent&aacute;veis.</p>
<p>A vontade de causar menos impacto por parte dos compradores existe, mas n&atilde;o &eacute; o principal fator de escolha encontrando alguns obst&aacute;culos pelo caminho. Por&eacute;m, as marcas devem encarar o investimento na sustentabilidade como um passo para ganhar a confian&ccedil;a dos compradores e justificar o gap de pre&ccedil;o face aos produtos com que dividem a prateleira. Criar uma vantagem competitiva atrav&eacute;s da sustentabilidade, criando uma conex&atilde;o emocional com o comprador.</p>
<p>Para isso &eacute; muito importante explorar estes compradores que mais a&ccedil;&otilde;es tomam em prol do ambiente, tendo em conta as press&otilde;es atuais sobre os compradores poder&aacute; ser interessante explorar o seu comportamento segmentando-o por faixa et&aacute;ria em vez da classe social.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 17 Apr 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Planeta-perceo-e-compra</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Abastecer o carro: todas as compras sÃ£o ponderadas?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Abastecer-o-carro-todas-as-compras-so-ponderadas</link>
         <description><![CDATA[<p>Abastecer o carro: uma tarefa mundana para muitos portugueses, mas ser&aacute; que se pondera cada vez mais neste simples ato?</p>
<p>No &uacute;ltimo ano, o mercado de combust&iacute;veis f&oacute;sseis particulares manteve a mesma base de compradores do ano anterior. Depois de recuperar dos confinamentos e das restri&ccedil;&otilde;es &agrave; circula&ccedil;&atilde;o, na pandemia, a estabiliza&ccedil;&atilde;o de compradores &eacute; encorajador para o setor no cen&aacute;rio de subida e descida de pre&ccedil;o constante dos &uacute;ltimos dois anos. No entanto, praticamente todas as gasolineiras perderam ve&iacute;culos a abastecer nos seus postos. O que se passa? Os portugueses tornaram-se mais focados nas suas escolhas e portanto duplicam menos, dando mais peso &agrave; sua marca preferida. Como consequ&ecirc;ncia deste movimento, a taxa de repeti&ccedil;&atilde;o e fidelidade (percentagem em volume abastecida pelo comprador de uma marca nessa mesma marca) aumentaram praticamente em todas as gasolineiras.</p>
<p>O pre&ccedil;o m&eacute;dio pago (&euro;/lt) caiu entre 4 a 9%, dependendo do tipo de combust&iacute;vel considerado, impactando no comportamento dos portugueses na hora de abastecer os seus ve&iacute;culos. Ainda que esteja a acontecer um novo aumento gradual nos &uacute;ltimos meses, a verdade &eacute; que o pre&ccedil;o m&eacute;dio continua longe dos n&iacute;veis de pre&ccedil;os atingidos em junho de 2022. Em 2022, os compradores tiveram que adaptar os seus abastecimentos, reduzindo o volume para evitar que o tal&atilde;o final disparasse acima das suas possibilidades imediatas. Menor volume no dep&oacute;sito, significou um aumento acentuado da frequ&ecirc;ncia de abastecimento para compensar. Com a regulariza&ccedil;&atilde;o/descida do n&iacute;vel de pre&ccedil;os no mercado de abastecimento, os compradores puderam aumentar novamente o volume por abastecimento, sem porem em causa o seu or&ccedil;amento familiar. Ali&aacute;s a percentagem de compradores que diz ser dif&iacute;cil fazer face &agrave;s despesas de combust&iacute;vel caiu 21pp de 2022 para 2023, no entanto continua a ser uma dificuldade para pouco mais de metade dos portugueses (Estudo de Pre&ccedil;o 2023, da Kantar). Ainda assim, esta recupera&ccedil;&atilde;o do volume por abastecimento, n&atilde;o colocou em causa a frequ&ecirc;ncia de abastecimento que continua nos mesmos n&iacute;veis do ano anterior.</p>
<p>Din&acirc;micas de pre&ccedil;os muito vol&aacute;teis e grandes aumentos, acabam por levar os compradores tamb&eacute;m a aumentar a sua procura por promo&ccedil;&otilde;es. H&aacute; mais 6% de automobilistas que abasteceram com promo&ccedil;&atilde;o no &uacute;ltimo ano <em>vs.</em> o ano anterior. No entanto, este aumento &eacute; residual quando mais de tr&ecirc;s quartos dos ve&iacute;culos s&atilde;o abastecidos usando algum tipo de desconto. O aumento realmente significativo foi em volume abastecido com desconto que cresceu mais de 60%. No caso das marcas que oferecem descontos regularmente aos seus compradores, o volume abastecido usando descontos j&aacute; representa mais de 50% do volume abastecido pelos particulares.&nbsp;Os portugueses sempre usaram descontos na hora de abastecer os seus ve&iacute;culos, por&eacute;m este mecanismo torna-se cada vez menos dispens&aacute;vel e &eacute; usado mais frequentemente.</p>
<p>No entanto, o motivo de escolha para o posto de abastecimento que mais cresceu n&atilde;o foi o cart&atilde;o de fideliza&ccedil;&atilde;o/desconto. O uso de descontos tamb&eacute;m implica um maior planeamento e prepara&ccedil;&atilde;o do abastecimento em alguns casos, dependendo da obten&ccedil;&atilde;o de um tal&atilde;o de desconto ou um cup&atilde;o nas compras do canal alimentar. As parcerias com o canal alimentar t&ecirc;m gerado din&acirc;mica na &aacute;rea dos combust&iacute;veis, sendo que j&aacute; representam mais de 65% do volume abastecido pelos particulares, usando algum tipo de cart&atilde;o, crescendo face ao ano anterior. Da mesma forma, a localiza&ccedil;&atilde;o conveniente perdeu peso nos motivos de escolha dos automobilistas portugueses e &eacute; o inesperado que quase duplica em n&uacute;mero de abastecimentos: ter o ve&iacute;culo na reserva.</p>
<p>Claro que tudo o que aqui se abordou s&atilde;o tend&ecirc;ncias do &uacute;ltimo ano <em>vs.</em> o ano anterior, mas &eacute; bastante interessante comparar e acompanhar as din&acirc;micas m&ecirc;s a m&ecirc;s. Porqu&ecirc;? Porque os portugueses n&atilde;o fazem as mesmas escolhas todos os meses no que diz respeito a abastecer os seus ve&iacute;culos. Seja porque o pre&ccedil;o subiu e portanto tentam abastecer mais em gasolineiras low cost, ou porque houve uma parceria ou gasolineira que fez uma promo&ccedil;&atilde;o especial que atraiu mais abastecimentos aos seus postos, ou at&eacute; porque &eacute; um m&ecirc;s de f&eacute;rias/viagens e portanto est&atilde;o fora do seu local de rotina a abastecer em gasolineiras mais convenientes nos seus trajectos, todos os meses a din&acirc;mica de vencedores e vencidos muda de panorama, beneficiando uns e outros ao longo do tempo.</p>
<p>No final de contas, os portugueses n&atilde;o parecem estar a dedicar mais tempo a ponderar as suas escolhas no que diz respeito a abastecer os seus carros, muito porque j&aacute; o dedicaram no passado e agora se sentem em &ldquo;piloto-autom&aacute;tico&rdquo; confort&aacute;veis a continuar com o mesmo plano que j&aacute; definiram no passado.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 26 Mar 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Abastecer-o-carro-todas-as-compras-so-ponderadas</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[PRR do FMCG: priorizar, redefinir, rentabilizar]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/PRR-do-FMCG-priorizar-redefinir-rentabilizar</link>
         <description><![CDATA[<p>Negociar no retalho alimentar &eacute; cada vez mais complexo. Para al&eacute;m da forte concorr&ecirc;ncia entre marcas de fabricante, com din&acirc;micas promocionais agressivas e luta por espa&ccedil;o em prateleira, cresce cada vez mais a press&atilde;o pela marca de distribui&ccedil;&atilde;o e a otimiza&ccedil;&atilde;o de espa&ccedil;o das categorias para a rentabilidade da loja.</p>
<p>Neste jogo de negocia&ccedil;&otilde;es, h&aacute; fatores que s&atilde;o cruciais para ambos os lados da equa&ccedil;&atilde;o: conhecer o comprador portugu&ecirc;s, desenhar sortido por tipologia de loja, definir e priorizar marcas e tentar fazer tudo isto, evitando pre&ccedil;o e promo&ccedil;&atilde;o como principais alavancas.</p>
<p><strong>Conhecer o comprador</strong></p>
<p>A base de crescimento e conquista para qualquer retalhista ou marca ser&aacute; sempre conhecer e entender os portugueses: no seu comportamento de compra, nos seus h&aacute;bitos de consumo, at&eacute; nos seus desejos e aspira&ccedil;&otilde;es, para oferecer aos clientes o que, por vezes, nem sabem que precisam ou est&atilde;o &agrave; procura.</p>
<p>Os compradores portugueses t&ecirc;m mudado muito o seu comportamento nos &uacute;ltimos cinco anos. Se com a pandemia procurava-se encher carrinhos e evitar desloca&ccedil;&otilde;es &agrave;s lojas, com a subida dos pre&ccedil;os procura-se agora otimizar cada ida ao supermercado, reduzindo o volume comprado, para controlar o gasto final em cada tal&atilde;o.</p>
<p>Os compradores s&atilde;o r&aacute;pidos a ajustar-se &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es externas para manterem as suas despensas abastecidas, por&eacute;m h&aacute; coisas que nunca mudam: 67% dos portugueses dizem que agora t&ecirc;m que controlar os seus gastos, mas podem satisfazer algum capricho, de acordo com o estudo da Kantar Lifestyles 2023. Haver&aacute; sempre espa&ccedil;o para diversificar e mimar-se nos cestos de compras, mesmo estando a bra&ccedil;os com um elevado n&iacute;vel de infla&ccedil;&atilde;o. As categorias que mais espa&ccedil;o ganham dentro das cestas s&atilde;o fruto da inova&ccedil;&atilde;o, da procura pela diversidade e da indulg&ecirc;ncia: frutos secos, p&atilde;o e tostas, comida &eacute;tnica, sobremesas prontas e sumos de fruta.</p>
<p><strong>Desenhar o sortido</strong></p>
<p>Os portugueses est&atilde;o a fragmentar cada vez mais as suas compras: menos categorias e volume por ato de compra, mais idas &agrave;s lojas e mais retalhistas visitados. Essa mesma fragmenta&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m leva a que cada vez mais selecionem as categorias que v&atilde;o comprar em cada retalhista, dirigindo as suas desloca&ccedil;&otilde;es com objetivos espec&iacute;ficos e pr&eacute;-definidos. Com o crescimento das lojas de sortido curto (Aldi, Lidl, Mercadona e Minipre&ccedil;o) no mercado portugu&ecirc;s e a conquista de espa&ccedil;o em cestas mais cheias, percebe-se que fidelizar o comprador e oferecer-lhe o produto ou categoria certos &eacute; crucial no ganho para os retalhistas.</p>
<p>Desengane-se quem possa pensar que estes retalhistas, por oferecerem um portef&oacute;lio menos completo de produtos e categorias, s&atilde;o penalizados pelos seus compradores. Muito pelo contr&aacute;rio, os compradores deste tipo de retalhistas s&atilde;o mais fi&eacute;is &agrave; sua tipologia de loja para cestas mais preenchidas, do que os portugueses que preferem comprar em lojas de sortido mais diversificado. N&atilde;o &eacute; apenas a abertura de lojas que motiva o crescimento dos retalhistas de sortido curto, &eacute; de facto o aumento da fidelidade dos seus compradores.</p>
<p>O que significa oferecer a categoria certa? Deve sempre ter-se em considera&ccedil;&atilde;o que os portugueses n&atilde;o procuram numa mercearia o mesmo produto que v&atilde;o comprar num hipermercado ou na loja online. Ent&atilde;o conhecer o tipo de compra (o seu tamanho, as categorias que mais se destacam) e at&eacute; o comprador de cada canal/loja &eacute; fundamental para determinar que categorias s&atilde;o essenciais para reter e conquistar os compradores na loja. Daqui pode partir-se para os subsegmentos e marcas para garantir a oferta certa para a necessidade que o portugu&ecirc;s procura naquela loja.</p>
<p><strong>Definir marcas</strong></p>
<p>N&atilde;o h&aacute; novidade em dizer que a marca de distribui&ccedil;&atilde;o continua a conquistar quota em Portugal. Se calhar gerar&iacute;amos um pouco mais de surpresa ao refor&ccedil;ar que &eacute; nas cadeias de sortido mais amplo que de facto tem existido o maior ganho de espa&ccedil;o da marca pr&oacute;pria. Mas o que realmente poderia deixar o leitor extasiado &eacute; saber que os compradores de ins&iacute;gnias de sortido curto quando v&atilde;o fazer as suas compras a cadeias com sortido mais completo gastam 60% do valor em produtos de marcas de fabricante. Os portugueses compram a oferta dispon&iacute;vel em loja: seja marca de distribui&ccedil;&atilde;o ou marca de fabricante. No entanto, a aposta em marca pr&oacute;pria n&atilde;o traz fidelidade a retalhistas de sortido amplo, longe disso, quanto mais querem comprar marcas de distribui&ccedil;&atilde;o mais os compradores se dirigem para as ins&iacute;gnias de sortido curto.</p>
<p>Como principais especialistas em conhecer o comprador portugu&ecirc;s e <em>drivers</em> de inova&ccedil;&atilde;o constante para o mercado, as marcas de fabricante s&atilde;o procuradas pelos portugueses, independentemente da loja onde v&atilde;o compr&aacute;-las. S&atilde;o tamb&eacute;m fundamentais para a pr&oacute;pria loja poder oferecer diferencia&ccedil;&atilde;o e completar sortidos de marca de distribui&ccedil;&atilde;o com produtos de qualidade percebida superior. As marcas de fabricante n&atilde;o s&atilde;o um adere&ccedil;o, n&atilde;o s&atilde;o dispens&aacute;veis, em qualquer tipo de loja e sortido ter&atilde;o sempre o papel fundamental de apresentar diversidade ao comprador.</p>
<p><strong>Pre&ccedil;o e Promo&ccedil;&atilde;o</strong></p>
<p>Pre&ccedil;o e promo&ccedil;&atilde;o s&atilde;o inevit&aacute;veis fatores de escolha pelo comprador quando se encontra dentro da loja a comparar produtos. Por&eacute;m, estes n&atilde;o s&atilde;o os &uacute;nicos fatores que interferem na escolha do produto ou mesmo da loja.</p>
<p>Os portugueses comparam pre&ccedil;os sim, mas ter o sortido certo com a marca certa para aquele produto/benef&iacute;cio espec&iacute;fico &eacute; o que realmente cativa a compra. Existe mais do que um exemplo de retalhista de sortido curto que ganhou a fidelidade dos seus compradores, com aposta em marcas de fabricante, numa determinada categoria ou at&eacute; que conseguiu conquistar quota da sua marca pr&oacute;pria, apesar de ser mais cara ou ter aumentado mais pre&ccedil;o do que as marcas de fabricantes na loja. Tudo se resume ao portef&oacute;lio certo de produtos, para as necessidades dos portugueses.</p>
<p>Mesmo quando falamos de promo&ccedil;&atilde;o, este n&atilde;o &eacute; um mecanismo est&aacute;tico e r&iacute;gido e pode ser utilizado de variad&iacute;ssimas formas para ativar os compradores. Certamente j&aacute; todos entendemos que n&atilde;o s&atilde;o s&oacute; os descontos diretos que chamam o cliente &agrave; loja. Sejam cadernetas, cup&otilde;es personalizados, sorteios, ou ativa&ccedil;&otilde;es cruzadas com gasolineiras, o poder das ferramentas de lealdade s&atilde;o infind&aacute;veis, e, mais ainda, elas s&atilde;o eficientes na capta&ccedil;&atilde;o de compradores e gasto.</p>
<p>Por &uacute;ltimo, n&atilde;o descuremos a escolha da loja pela necessidade do comprador. Se a necessidade &eacute; a conveni&ecirc;ncia na desloca&ccedil;&atilde;o, rapidez ou compra de emerg&ecirc;ncia, a escolha do comprador recair&aacute; numa loja diferente caso a necessidade seja fazer as compras da semana. Por isso, canais de proximidade ou o online podem e devem continuar a lutar pelos seus fatores de diferencia&ccedil;&atilde;o ao oferecer ao comprador o que procura com um elevado grau de qualidade, gerando fidelidade e repeti&ccedil;&atilde;o da experi&ecirc;ncia de compra.</p>
<p>Todos os retalhistas alimentares em Portugal continuam a jogar as suas for&ccedil;as com estas pe&ccedil;as para conseguir mais compradores e uma fatia maior do bolo do FMCG e os fabricantes v&atilde;o continuar a jogar com eles para poderem assegurar espa&ccedil;o para as suas marcas.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 12 Mar 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/PRR-do-FMCG-priorizar-redefinir-rentabilizar</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[AlimentaÃ§Ã£o saudÃ¡vel: para alÃ©m das frutas e verduras]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Alimentao-saudvel-para-alm-das-frutas-e-verduras</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Grande%20Consumo%20Setembro%20Outubro%202023.pdf">Grande Consumo</a></p>
<p>Alimentar-se de forma saud&aacute;vel &eacute; uma preocupa&ccedil;&atilde;o dos portugueses e desde a pandemia, este tema tornou-se ainda mais latente.</p>
<p>De acordo com o estudo LifeStyles, da Kantar, Worldpanel Division, 53% dos portugueses dizem-se dispostos a pagar mais por um produto de alimenta&ccedil;&atilde;o que ajude a prevenir/curar doen&ccedil;as. Mais de 70% afirma que os alimentos sem conservantes s&atilde;o mais seguros. E 82% reconhecem que hoje em dia existe uma maior oferta de produtos saud&aacute;veis.</p>
<p>Quando falamos em produtos saud&aacute;veis abre-se um universo na nossa mente: podemos come&ccedil;ar pelas frutas, os legumes e as verduras, que est&atilde;o presentes em 99% dos lares. As frutas, especificamente, s&atilde;o compradas todas as semanas pelo <em>shopper </em>portugu&ecirc;s.</p>
<p>Mas se nos focarmos nos produtos industrializados, vemos um maior interesse do consumidor em produtos que oferecem benef&iacute;cios associados. Podemos come&ccedil;ar com o exemplo dos Cereais. Cada vez mais vemos no mercado Cereais que oferecem alto teor de fibra. J&aacute; n&atilde;o &eacute; novidade que as fibras ajudam na sa&uacute;de intestinal e mais de 55% dos portugueses afirmam que tentam incluir fibras nas suas dietas. Mas para al&eacute;m das fibras, vemos tamb&eacute;m uma maior aproxima&ccedil;&atilde;o do comprador portugu&ecirc;s dos Cereais sem a&ccedil;&uacute;car ou com baixo teor de a&ccedil;&uacute;car, sendo que estes cresceram 5.4pp em penetra&ccedil;&atilde;o no &uacute;ltimo ano m&oacute;vel, a terminar em junho de 2023.</p>
<p>Assim como os Cereais, as Bolachas sem a&ccedil;&uacute;car ou com baixo teor de a&ccedil;&uacute;car tamb&eacute;m se desenvolvem, crescendo 6.2pp de penetra&ccedil;&atilde;o no mesmo per&iacute;odo. Al&eacute;m disso, os portugueses compram de forma mais intensiva as Bolachas com fibras (as cestas cresceram 14%), enquanto que as cestas das famosas Bolachas Marinheiras ca&iacute;ram 12%. Portanto, oferecer benef&iacute;cios adicionais aos produtos e fugir do <em>me-too</em> (produtos que entregam um benef&iacute;cio b&aacute;sico) passa a ser essencial para o consumidor portugu&ecirc;s.</p>
<p>Um outro exemplo de benef&iacute;cio procurado pelos portugueses nos produtos do FMCG &eacute; o alto teor de prote&iacute;na. Entre os benef&iacute;cios deste nutriente, podemos listar a constru&ccedil;&atilde;o de m&uacute;sculos, tecidos e c&eacute;lulas. O consumo de maior quantidade de prote&iacute;nas antes era associado aos desportistas, mas atualmente ganha for&ccedil;a entre os portugueses. Muitos fabricantes identificaram o crescimento desta tend&ecirc;ncia e apostaram em produtos proteicos. Atualmente, produtos que oferecem este benef&iacute;cio, como os iogurtes e sobremesas proteicas, j&aacute; est&atilde;o presentes em 45% dos lares portugueses, ou seja, quase metade dos lares em Portugal compraram proteicos pelo menos uma vez no &uacute;ltimo ano. E s&atilde;o as sobremesas proteicas que mais se destacam e crescem cerca de 9 p.p. em penetra&ccedil;&atilde;o. Assim, vemos que os compradores buscam o benef&iacute;cio da prote&iacute;na, associado a indulg&ecirc;ncia oferecida por uma sobremesa.</p>
<p>Muitas vezes tamb&eacute;m associamos uma alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel ao veganismo ou vegetarianismo. Vemos que estes perfis de compradores t&ecirc;m-se tornado mais populares em Portugal. A comida vegetariana j&aacute; atinge 27% dos lares portugueses. Por&eacute;m, se analisarmos a evolu&ccedil;&atilde;o deste tipo de produtos, vemos uma tend&ecirc;ncia negativa comparada aos anos anteriores. Os portugueses afastam-se da comida vegetariana, e s&atilde;o menos dedicados a este tipo de produto. Seria esta uma tend&ecirc;ncia j&aacute; ultrapassada pelo <em>shopper</em>? Ou ser&aacute; que os produtos do mercado n&atilde;o atendem &agrave;s expectativas atuais deste perfil de comprador?</p>
<p>Assim, conclu&iacute;mos que a alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel &eacute; muito importante para os portugueses, uma vez que 70% dos compradores afirmam que deveriam cuidar mais da sa&uacute;de. Portanto, produtos que ofere&ccedil;am benef&iacute;cios adicionais e ajudem os consumidores nesta jornada tendem a serem relevantes e estarem presentes nos lares.&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 21 Feb 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Alimentao-saudvel-para-alm-das-frutas-e-verduras</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[A receita para o sucesso]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/A-receita-para-o-sucesso</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Hipersuper%20Setembro%202023.pdf">Hipersuper</a></p>
<p>N&atilde;o &eacute; novidade para ningu&eacute;m que, nos &uacute;ltimos anos, os h&aacute;bitos de consumo dos portugueses mudaram bastante. Principalmente devido &agrave; pandemia que levou a que mais refei&ccedil;&otilde;es fossem feitas em casa e menos fora. Mas qual foi o contexto em 2023? Volt&aacute;mos a consumir em casa da mesma forma que faz&iacute;amos em 2019? O que podem as marcas fazer de diferente para crescer?</p>
<p>Atrav&eacute;s de uma vis&atilde;o 360&ordm; do consumo, &uacute;nica no mercado portugu&ecirc;s, verificamos que o pequeno-almo&ccedil;o e o jantar s&atilde;o os momentos mais desenvolvidos dentro de casa, sendo que as categorias com maior percentagem em ocasi&otilde;es ao pequeno-almo&ccedil;o s&atilde;o leite, caf&eacute; torrado, alavancado por c&aacute;psulas e o t&iacute;pico p&atilde;o com manteiga. J&aacute; ao jantar a sopa est&aacute; bastante presente, bem como pratos de carne acompanhados com arroz e legumes e, por fim, fruta. Relativamente aos restantes momentos (lanche da manh&atilde;, almo&ccedil;o e lanche da tarde), estes est&atilde;o mais desenvolvidos fora de casa, n&atilde;o fossem estes os momentos em que estamos mais na rua, por motivos laborais.</p>
<p>O lanche que se faz a meio da manh&atilde; acaba por ser bastante parecido com o que acontece no lanche da tarde com a presen&ccedil;a de caf&eacute;, pastelaria e &aacute;gua, mas no momento da tarde come&ccedil;a a verificar-se uma maior presen&ccedil;a de bebidas alco&oacute;licas. J&aacute; ao almo&ccedil;o, as categorias mais presentes s&atilde;o bebidas refrescantes, como por exemplo, &aacute;guas, sumos e n&eacute;ctares e refrigerantes, bem como bebidas alco&oacute;licas, pratos de carne e caf&eacute;.</p>
<p><strong>Novas formas de consumir, novas oportunidades</strong></p>
<p>Comparando o primeiro semestre de 2023 com o mesmo per&iacute;odo de 2019, conseguimos apurar que os portugueses consumiram menos dentro de casa, traduzindo-se esta tend&ecirc;ncia num decr&eacute;scimo de 8%. O pequeno-almo&ccedil;o e o depois de jantar foram os momentos que mais contribu&iacute;ram para esta perda, tanto durante a semana, como ao fim de semana. J&aacute; o almo&ccedil;o &eacute; o &uacute;nico momento de consumo com uma contribui&ccedil;&atilde;o positiva, registando um crescimento durante a semana, proveniente de modelos de trabalho flex&iacute;veis que se mantiveram p&oacute;s-pandemia.</p>
<p>Ao analisar o que acontece dentro e fora de casa, percebe-se que a rotina da semana influencia a exist&ecirc;ncia de mais ocasi&otilde;es dentro de casa durante a semana e a espontaneidade do fim de semana, que existam mais ocasi&otilde;es fora. Assim, o consumo durante a semana dentro de casa, no primeiro semestre de 2023, aumentou o seu peso vs. o mesmo per&iacute;odo de 2019. Quando se faz o exerc&iacute;cio de olhar para o fora de casa, com as op&ccedil;&otilde;es de consumir no local onde comprou, em regime de take away e por fim em delivery, verifica-se que a sexta-feira, o dia com maior peso para o consumo fora de casa, tem o take away mais desenvolvido e o domingo, o delivery, aqui potenciado pela pregui&ccedil;a muitas vezes associada a este dia.</p>
<p>Mas quem &eacute; que est&aacute; a fazer mais e menos ocasi&otilde;es dentro de casa? A faixa et&aacute;ria dos 20 aos 49 anos &eacute; a que mais aumenta o seu peso em ocasi&otilde;es dentro de casa, sendo transversal a todos os momentos, mas com um maior destaque para os momentos entre horas que se desenvolveram mais face ao que acontecia em 2019. J&aacute; os mais jovens, dos 0 aos 19 anos, seguem a mesma tend&ecirc;ncia de aumento do peso de ocasi&otilde;es de consumo realizadas dentro de casa, mas com um maior desenvolvimento do pequeno almo&ccedil;o e refei&ccedil;&otilde;es principais, nomeadamente o jantar.</p>
<p>J&aacute; a popula&ccedil;&atilde;o a partir dos 50 anos faz menos ocasi&otilde;es em casa , sendo os momentos de snacking e as refei&ccedil;&otilde;es principais com uma maior perda vs. 2019. &Eacute; importante destacar que a faixa et&aacute;ria dos 50 aos 75 anos, n&atilde;o sendo a que mais gasta fora de casa por ocasi&atilde;o &eacute;, destacadamente, a que visita com mais frequ&ecirc;ncia o fora de casa.</p>
<p>No que toca ao tempo de prepara&ccedil;&atilde;o, os portugueses passam menos tempo a confecionar as suas refei&ccedil;&otilde;es, com um crescimento das prepara&ccedil;&otilde;es em menos de 10 minutos vs. 2019. Analisando as tr&ecirc;s principais refei&ccedil;&otilde;es do dia, n&atilde;o &eacute; apenas no pequeno-almo&ccedil;o que o tempo de prepara&ccedil;&atilde;o inferior a 10 minutos cresceu. Assiste-se tamb&eacute;m a um crescimento dos modos de prepara&ccedil;&atilde;o mais r&aacute;pidos, em momentos de consumo como o almo&ccedil;o e o jantar, alavancados pelo modo de preparados aquecidos, como por exemplo a utiliza&ccedil;&atilde;o do micro-ondas.</p>
<p>O desperd&iacute;cio alimentar, para al&eacute;m de um desafio ambiental preocupante para os portugueses, &eacute; tamb&eacute;m uma forma de poupan&ccedil;a em momentos de perda de poder de compra, sendo que 93% dos portugueses afirma que sempre ou frequentemente tem cuidado em guardar os alimentos de forma correta para maximizar o seu tempo de preserva&ccedil;&atilde;o, 91% tenta fazer refei&ccedil;&otilde;es com o que sobra no frigor&iacute;fico e 78% que afirma encontrar uma utiliza&ccedil;&atilde;o alternativa para os alimentos que, de outra forma, se estragariam, como por exemplo, congelar, fazer pickles, batidos, compota, quiches, etc.</p>
<p>Tendo em conta estas preocupa&ccedil;&otilde;es, &eacute; crucial as marcas mostrarem o qu&atilde;o vers&aacute;teis os seus produtos podem ser, uma vez que combinados com outras categorias podem entrar em momentos de consumo que talvez n&atilde;o fossem expect&aacute;veis.</p>
<p>A sopa &eacute; um prato que ganhou import&acirc;ncia, quando comparamos o primeiro semestre de 2023 com o mesmo per&iacute;odo de 2019. Crescendo em momentos que n&atilde;o s&atilde;o o <em>core</em>, como por exemplo no almo&ccedil;o. A sopa vai ganhando em novos territ&oacute;rios e poder&aacute; ser uma forma de fazer face ao aumento do custo de vida. Interessante tamb&eacute;m perceber que, conectado com o crescimento dos menores tempos de prepara&ccedil;&atilde;o do almo&ccedil;o e do jantar, 60% das ocasi&otilde;es tinham sido cozinhadas previamente. Podemos estar a falar do caso de uma sopa que &eacute; feita ao domingo e que poder&aacute; render quatro ou cinco dias. Normalmente esta ocasi&atilde;o &eacute; acompanhado por categorias como por exemplo, ovos, bananas, p&atilde;o, queijo e charcutaria. Posto isto, qual poder&aacute; ser o impacto do crescimento da sopa noutras categorias como por exemplo, carne e peixe? E que oportunidades existir&atilde;o para outras categorias que poder&atilde;o complementar este prato como refei&ccedil;&atilde;o?</p>
<p>Os ingredientes e categorias diferem segundo os momentos de consumo, sendo que ao longo do dia v&atilde;o mudando as nossas prioridades. Os pequenos-almo&ccedil;os, que outrora eram mais on the go e mais cedo, est&atilde;o agora mais completos, talvez porque se antes o faz&iacute;amos a correr antes de sair de casa para o trabalho, agora fazemos sentados e com mais tempo para desfrutar. Assim, com um pequeno-almo&ccedil;o mais completo e mais tarde, o lanche da manh&atilde; acaba por perder esse papel.</p>
<p>As motiva&ccedil;&otilde;es com um maior crescimento no primeiro semestre de 2023 vs o mesmo per&iacute;odo de 2019, s&atilde;o o &ldquo;produto que tinha dispon&iacute;vel em casa&rdquo; e o &ldquo;favorito da fam&iacute;lia&rdquo;, sendo o ser &ldquo;saud&aacute;vel&rdquo; e &ldquo;nutritivo&rdquo; as que perdem mais peso. Mas ser&aacute; que face &agrave; perda de poder de compra os portugueses deixam de ter como motiva&ccedil;&atilde;o ser saud&aacute;vel? A verdade &eacute; que este fator j&aacute; &eacute; um fator higi&eacute;nico de determinados produtos, isto &eacute;, quando compramos frutas no supermercado por exemplo, fazemo-lo porque &eacute; bom para a nossa sa&uacute;de para al&eacute;m de outras raz&otilde;es. Mas quando estamos em casa podemos escolher uma ma&ccedil;&atilde; porque efetivamente &eacute; o produto que t&iacute;nhamos dispon&iacute;vel. &nbsp;Assim acreditamos que determinadas categorias que est&atilde;o intrinsecamente conectadas &agrave; salubridade, o driver para o consumo passa imediatamente para o que vem a seguir, que &eacute; o facto de estar dispon&iacute;vel na nossa despesa, frigor&iacute;fico ou fruteira. Deste modo, &eacute; fundamental para as marcas garantirem primeiramente que est&atilde;o em loja e posteriormente que trabalham em a&ccedil;&otilde;es que aumentam a sua probabilidade de serem escolhidas.</p>
<p>Por fim, &eacute; importante destacar tamb&eacute;m o crescimento associado &agrave; raz&atilde;o &ldquo;favorito da fam&iacute;lia&rdquo;, que em momentos de perda de poder de compra, poder&aacute; passar por comprar v&aacute;rios segmentos de uma categoria ou v&aacute;rias categorias dentro do mesmo competitive set, para simplesmente ter um produto que responda &agrave;s necessidades de toda a fam&iacute;lia.</p>
<p><strong>Explorar novos territ&oacute;rios para crescer</strong></p>
<p>Nesta an&aacute;lise verific&aacute;mos, tamb&eacute;m, que as marcas que crescem s&atilde;o aquelas que se expandem para ocasi&otilde;es de consumo fora da sua atividade principal ou <em>core</em>, cobrindo assim outras necessidades, motiva&ccedil;&otilde;es, momentos ou targets.</p>
<p>Prova disso &eacute;, as marcas que se alargaram a novos territ&oacute;rios de consumo em 2023, aumentaram o seu valor em 12% face a 2019. Em contrapartida, as marcas que n&atilde;o ganharam presen&ccedil;a fora do <em>core</em> reduziram o seu valor em 8%.</p>
<p>&nbsp;<strong>Qual &eacute; afinal a receitas para o sucesso?</strong></p>
<p>A receita &eacute; simples. Conquistar consumidores explorando novos territ&oacute;rios de crescimento, sem abandonar o <em>core</em>.</p>
<p>Assim, &eacute; crucial fazer diferente relativamente a categorias, targets, necessidades e/ ou momentos de consumo. N&atilde;o sendo, o comportamento do consumidor estanque, as m&eacute;tricas do passado poder&atilde;o n&atilde;o ser suficientes, uma vez que novos h&aacute;bitos e din&acirc;micas de consumo vieram para ficar. Assim, &eacute; fundamental para as marcas estarem atentas para detetar oportunidades de crescimento e as marcas que n&atilde;o acompanharem poder&atilde;o ficar para tr&aacute;s nesta corrida pela conquista de consumidores.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 30 Jan 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/A-receita-para-o-sucesso</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Oferta cuidada em Higiene & Beleza]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Oferta-cuidada-em-Higiene--Beleza</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Hipersuper%20Outubro%202023.pdf">Hipersuper</a></p>
<p>O mercado de Higiene e Beleza (H&amp;B) continua a surpreender em Portugal. Poucos acreditariam que fosse poss&iacute;vel um in&iacute;cio da d&eacute;cada t&atilde;o atribulado como aquele a que temos assistido, mas a verdade &eacute; que as mudan&ccedil;as t&ecirc;m sido tantas que facilmente nos perdemos na hist&oacute;ria da mais recente temporada &ndash; a da primeira metade de 2023 &ndash; se n&atilde;o revirmos os epis&oacute;dios que ficaram para tr&aacute;s. E n&atilde;o basta recuar &agrave; temporada do in&iacute;cio da era inflacionista &ndash; isso seria recordar apenas metade da hist&oacute;ria. Os cap&iacute;tulos anteriores &ndash; os da era pand&eacute;mica &ndash; s&atilde;o provavelmente ainda mais relevantes para nos situarmos atualmente.</p>
<p>Recordo que nessa temporada, o mercado de H&amp;B viveu a pandemia exatamente ao contr&aacute;rio de todas as restantes categorias do grande consumo, e pela negativa, registando enormes quedas nos seus volumes de vendas. Mas agora, passados esses tempos mais adversos, no primeiro semestre de 2023, H&amp;B vingou-se pela primeira vez de tudo aquilo que n&atilde;o p&ocirc;de viver durante os &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos. Apesar de nos primeiros seis meses do ano de 2023 come&ccedil;armos a assistir a uma recupera&ccedil;&atilde;o do &iacute;ndice de confian&ccedil;a dos portugueses, esta melhoria ainda &eacute; modesta face aos picos alcan&ccedil;ados antes das crises pand&eacute;mica e inflacionista e, como tal, os portugueses agem com relativa cautela. Obrigados a fazer escolhas sobre que produtos comprar, de forma a estender ao m&aacute;ximo o seu <em>budget</em> mensal, os portugueses reduziram as compras de alimenta&ccedil;&atilde;o, bebidas e higiene do lar, mas como referi, este foi o semestre em que H&amp;B tirou a sua desforra, e cresceu face ao hom&oacute;logo, n&atilde;o s&oacute; em valor como tamb&eacute;m em volume. Foi o &uacute;nico setor do FMCG em que tal aconteceu!</p>
<p>Mas antes de lan&ccedil;ar os foguetes, &eacute; sensato manter os p&eacute;s bem assentes na terra. O crescimento de H&amp;B &eacute; ainda apenas um passo inicial na recupera&ccedil;&atilde;o total que o setor espera vir a conseguir. Ainda assim, uma boa recupera&ccedil;&atilde;o, visto que o primeiro semestre de 2023 ficou apenas 8 milh&otilde;es de euros aqu&eacute;m do valor gerado em igual per&iacute;odo de 2019. O preju&iacute;zo j&aacute; foi bem maior quando, na primeira metade de 2021, o setor gerou menos 38 milh&otilde;es de euros face ao primeiro semestre de 2019.</p>
<p>H&aacute; dois grandes eixos que explicam a recupera&ccedil;&atilde;o que o setor vive. O primeiro, e mais determinante, &eacute; a clara recupera&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de compradores de H&amp;B. O segundo, &eacute; que neste setor, o shopper est&aacute; a encontrar formas realmente eficazes de minimizar os seus custos sem ter que comprar menos, como acontece por exemplo em alimenta&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>N&atilde;o, os pre&ccedil;os dos produtos de Higiene e Beleza n&atilde;o diminu&iacute;ram nos lineares das lojas e dos supermercados. Tanto as marcas de fabricante como as marcas da distribui&ccedil;&atilde;o est&atilde;o mais caras do que h&aacute; um ano. Mas diminu&iacute;ram na carteira dos portugueses, que ao trocarem entre estes dois tipos de marcas passam a gastar efetivamente menos do que no passado. Esta redu&ccedil;&atilde;o do pre&ccedil;o final pago pelo <em>shopper</em> verificou-se em quase 60% das categorias de H&amp;B, e mais na macro categoria de Cuidado do que nas de Higiene ou Beleza.</p>
<p>&Eacute; muito prov&aacute;vel que, depois de um 2022 de Beleza, esta din&acirc;mica de pre&ccedil;o tenha sido o motivo pelo qual os produtos de Cuidado reinaram na primeira metade de 2023, com um maior ganho de compradores, menor redu&ccedil;&atilde;o da frequ&ecirc;ncia de compra e um crescimento efetivo da quantidade de produtos comprados, algo que n&atilde;o aconteceu nem na macro categoria de Beleza nem na de Higiene.</p>
<p>Claro que falando de forma geral em Cuidado, entre produtos para o rosto, corpo, cabelo, m&atilde;os, ou p&eacute;s, estamos a abarcar uma grande variedade de categorias com prop&oacute;sitos muito distintos, e nem todas seguem a mesma tend&ecirc;ncia. Algumas das que mais beneficiaram no primeiro semestre foram as que ajudaram os portugueses a preparar mais um ver&atilde;o quente e com menos roupa, exemplo dos anticelul&iacute;ticos, depilat&oacute;rios ou cuidado de p&eacute;s, que atingiram novos recordes de compradores. E claro, &eacute; imposs&iacute;vel falar em ver&atilde;o sem falar em protetores e bronzeadores solares, categorias que h&aacute; muito lutam contra a sazonalidade, e que em 2023 se depararam com um novo desafio. &Eacute; que o objetivo de come&ccedil;ar a vender esta categoria mais cedo durante o ano parece estar a tornar-se uma realidade. Historicamente, estes produtos s&oacute; come&ccedil;am a ter vendas minimamente expressivas no m&ecirc;s de abril, mas em 2023 essa compra come&ccedil;ou a ser antecipada pelos portugueses em mar&ccedil;o! O desafio est&aacute; no facto de que, com compras antecipadas, o pico de vendas que normalmente ocorre entre junho e julho, em 2023 ter sido muito menos intenso. O repto passa pelas marcas encontrarem o balanceamento ideal entre a antecipa&ccedil;&atilde;o das vendas sem canibalizar os principais meses no ano. Por exemplo, perceber quem foi o comprador que antecipou as compras da categoria, para nos meses seguintes comunicar para os que ainda n&atilde;o compraram.</p>
<p>Outro ponto cada vez mais relevante na oferta e comunica&ccedil;&atilde;o das marcas passa por perceber a diferen&ccedil;a entre os padr&otilde;es de compra de mulheres e homens. Os ganhos verificados na macrocategoria de Cuidado foram impulsionados pelas mulheres, sendo que os homens se continuaram a aproximar mais dos produtos de Beleza e historicamente continuam muito mais ligados aos produtos de Higiene. As mulheres s&atilde;o tendencialmente compradoras mais intensivas, mas os homens recuperam mais r&aacute;pido em compradores e intensidade de compra face ao hom&oacute;logo. Os homens gastam uma percentagem maior do seu budget em marcas da distribui&ccedil;&atilde;o, mas as mulheres est&atilde;o a aproximar-se com crescimentos mais expressivos neste tipo de oferta. As mulheres tamb&eacute;m tendem a comprar mais em lojas especializadas do que os homens, no entanto, ambos tiveram uma aproxima&ccedil;&atilde;o ao canal da distribui&ccedil;&atilde;o moderna (hipers e supermercados) na primeira metade de 2023.</p>
<p>A aproxima&ccedil;&atilde;o &agrave;s lojas da distribui&ccedil;&atilde;o moderna tem sido um movimento de sentido &uacute;nico e sin&oacute;nimo com o crescimento dos retalhistas de sortido curto. Ainda assim, tamb&eacute;m houve vencedores no lado dos canais especializados. Numa tend&ecirc;ncia oposta &agrave; das Farm&aacute;cias, as Parafarm&aacute;cias continuam a recuperar intensidade de compra e aproximam-se de compradoras jovens e de classe m&eacute;dia, conseguindo justamente aproveitar a maior procura por produtos de Cuidado, principalmente os cremes de tratamento e limpeza do rosto. Tamb&eacute;m o canal Online, contrariamente ao que acontece em alimenta&ccedil;&atilde;o e bebidas, consegue crescer em H&amp;B, mais alavancado pela oferta dos <em>Pure Players</em> (<em>websites</em> sem loja f&iacute;sica) que capitalizam muito bem categorias como Col&oacute;nias e Perfumes, mas menos pelo lado dos <em>Brick &amp; Mortars</em> (<em>players</em> com loja f&iacute;sica e digital), mais focados em categorias de Higiene.</p>
<p>Com tantos arcos de hist&oacute;ria por explorar no mundo de Higiene e Beleza e tantos desfechos poss&iacute;veis para cada uma das categorias, marcas e canais, &eacute; importante os profissionais da ind&uacute;stria intervirem e n&atilde;o apenas assistirem aos pr&oacute;ximos cap&iacute;tulos. Finais surpreendentes s&atilde;o sempre empolgantes, mas deixemo-los para os filmes e s&eacute;ries de televis&atilde;o. Na gest&atilde;o de produto ganha quem antecipa corretamente o final da hist&oacute;ria e s&oacute; o conhecimento profundo do <em>shopper</em> permitir&aacute; evitar surpresas desagrad&aacute;veis.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 09 Jan 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Oferta-cuidada-em-Higiene--Beleza</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Ficar parado nÃ£o Ã© opÃ§Ã£o]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Ficar-parado-no--opo</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Hipersuper%20Julho%20Agosto%202023.pdf">Hipersuper</a></p>
<p>A 11&ordf; edi&ccedil;&atilde;o do Estudo Brand Footprint, da Kantar, Worldpanel Division demonstrou, mais uma vez, que consumidor portugu&ecirc;s est&aacute; a ajustar-se com uma rapidez incr&iacute;vel e at&eacute; mesmo dif&iacute;cil de acompanhar por parte das marcas.</p>
<p><strong>O contexto das marcas </strong></p>
<p>O setor de produtos de grande consumo, que em valor cresceu 9,6%, no primeiro semestre de 2023, est&aacute; com uma perda efetiva de volume, num panorama em que os compradores se multiplicam em idas &agrave;s compras, seja em busca da melhor oferta ou na tentativa de conseguirem encaixar as suas compras no or&ccedil;amento dispon&iacute;vel no momento.</p>
<p>A perda de poder aquisitivo faz com que os lares portugueses estejam a fazer ren&uacute;ncias e escolhas, algumas mais for&ccedil;adas, sendo reflexo disso, a redu&ccedil;&atilde;o da quantidade de produtos que est&atilde;o a levar nas cestas de compra atualmente. A compra m&eacute;dia no primeiro semestre deste ano decresceu 5,2%, enquanto que o gasto m&eacute;dio aumentou 9,3%.</p>
<p>A quota de mercado em valor da Marca da Distribui&ccedil;&atilde;o (MDD) em Portugal, que se situou em 2022 em 42,8%, &eacute; quase o dobro da quota de mercado das MDD&rsquo;s a n&iacute;vel Global, que atingiu 21,6%.</p>
<p>Pela primeira vez na &uacute;ltima d&eacute;cada, Discounts foi o canal que mais cresceu a n&iacute;vel mundial (10,2%) e em Portugal, mais do que falarmos do canal discount, devemos falar de Sortido Curto, onde se inclui Discounts e Mercadona, com crescimento de 10,9% e continua em expans&atilde;o.</p>
<p>O n&uacute;mero de marcas compradas em m&eacute;dia pelos portugueses (49), al&eacute;m de ser largamente inferior ao n&uacute;mero mundial (61), reduziu em 2022 e as marcas locais/regionais continuam a dominar. Um facto que temos destacado nas &uacute;ltimas edi&ccedil;&otilde;es deste estudo &eacute; a import&acirc;ncia da portugalidade, mas neste ano verific&aacute;mos que tamb&eacute;m foram afetadas por este entorno.</p>
<p>A tend&ecirc;ncia da evolu&ccedil;&atilde;o em valor das marcas que conseguem crescer vs as que n&atilde;o s&atilde;o bem sucedidas &eacute; tamb&eacute;m uma das grande diferen&ccedil;as neste estudo em Portugal. A n&iacute;vel mundial, esta divis&atilde;o &eacute; bastante equilibrada, ou seja, praticamente 50% das marcas crescem e 50 % caiem, mas em Portugal o contexto inflacion&aacute;rio e consequente downtrading favorecem as MDD&rsquo;s, levando a que 73% das marcas de fabricantes tenham ca&iacute;do em valor em 2022.</p>
<p>Uma das altera&ccedil;&otilde;es mais evidentes. para al&eacute;m da escolha por mais MDD em 2022, foi a redu&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de marcas compradas pelos portugueses, em m&eacute;dia, 49 marcas por lar. Este n&uacute;mero, n&atilde;o s&oacute; reduziu face aos anos anteriores, como evoluiu numa tend&ecirc;ncia proporcionalmente inversa &agrave; global, recuando assim uma d&eacute;cada de conquistas.</p>
<p>Em Portugal, a penetra&ccedil;&atilde;o n&atilde;o foi o principal eixo de crescimento das marcas no geral, nem em particular das marcas que apresentaram crescimento de CRP&rsquo;s, mas sim a frequ&ecirc;ncia de compra, uma vez que 45% delas cresceram atrav&eacute;s do maior n&uacute;mero de vezes que foram compradas.</p>
<p>As marcas locais/regionais que globalmente cresceram 1% em CRP&rsquo;s, ganhando espa&ccedil;o e crescendo a um ritmo mais acelerado, em Portugal n&atilde;o se verificou, pois apresentam a maior queda, -14,1%, mas continuam a dominar, representando 55% das marcas existentes no nosso pa&iacute;s. Mas em Portugal, as marcas globais est&atilde;o mais desenvolvidas que a m&eacute;dia global, com 45% de share vs 32% globalmente, mas tamb&eacute;m estas sofrem uma baixa de CRP&rsquo;s de -12,8%.</p>
<p>Apenas 22% das marcas grandes apresentam crescimento, enquanto que se olharmos para as marcas pequenas, esse n&uacute;mero quase duplica para 42%. As marcas grandes t&ecirc;m mais dificuldade em sustentar o crescimento, exibindo mais flutua&ccedil;&atilde;o, enquanto as marcas menores t&ecirc;m uma perspetiva de crescimento um pouco mais brilhante, mas mesmo assim, enfrentam um prov&aacute;vel decl&iacute;nio.</p>
<p>Para as grandes marcas, manter os compradores existentes deve ser uma estrat&eacute;gia primordial, porque as perdas aqui s&atilde;o dif&iacute;ceis de recuperar, de acordo com a an&aacute;lise das marcas que comp&otilde;em o ranking global do Brand Footprint .</p>
<p>E se, em 2022, tanto as grandes, as m&eacute;dias e as pequenas marcas que conseguem crescer fizeram-no principalmente via frequ&ecirc;ncia de compra, as pequenas marcas tamb&eacute;m foram as que melhor trabalharam a penetra&ccedil;&atilde;o, aliada &agrave; frequ&ecirc;ncia de compra para atingir crescimento. Tendo sido elas, as pequenas marcas, as que ganharam em m&eacute;dia mais compradores do que as restantes. O princ&iacute;pio permanece: para crescer e liderar &eacute; preciso atrair mais pessoas. Ao atrair um p&uacute;blico mais amplo, as marcas n&atilde;o s&oacute; aumentam a sua clientela, penetra&ccedil;&atilde;o, mas tamb&eacute;m reduzem a rotatividade entre os clientes existentes.</p>
<p><strong>As marcas mais escolhidas em Portugal</strong></p>
<p>A marca mais escolhida em Portugal continua a ser a Mimosa, ap&oacute;s 11 anos de edi&ccedil;&otilde;es do Brand Footprint, com 39 milh&otilde;es de CRP&rsquo;s. Este ano, a Compal troca de posi&ccedil;&atilde;o com a Delta, passando para o segundo lugar, com 16 milh&otilde;es de CRP&rsquo;s, enquanto que a Delta passa para o terceiro com 15 milh&otilde;es de CRP. Terra Nostra sobe uma posi&ccedil;&atilde;o, ocupando agora o quarto lugar no ranking e Bimbo entra no top cinco, pela primeira vez, para a quinta posi&ccedil;&atilde;o do ranking, subindo duas posi&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>Em Portugal, a dificuldade das marcas do ranking em ganhar CRP&rsquo;s &eacute; comum em todo o top cinco. Isto acontece n&atilde;o s&oacute; no Top cinco, mas&nbsp; prolongando-se no ranking at&eacute; &agrave;s 25 principais, havendo apenas uma marca que apresenta estabilidade na evolu&ccedil;&atilde;o de CRP&rsquo;s, &ndash; a Nivea.</p>
<p>&Eacute; de destacar ainda que 60% marcas do top 25 s&atilde;o locais, voltando a refor&ccedil;ar ligeiramente esta caracter&iacute;stica face &agrave; edi&ccedil;&atilde;o anterior.</p>
<p><strong>Hist&oacute;rias de sucesso de marcas e alavancas para o crescimento</strong></p>
<p>A Kantar, Worldpanel Division considera que existem quatro alavancas nas quais as marcas devem-se basear para crescer. S&atilde;o elas: mais presen&ccedil;a, mais categorias, inova&ccedil;&atilde;o (atingindo mais targets e criando mais necessidades) e mais momentos.</p>
<p>No estudo deste ano, destacam-se seis marcas que tiveram um forte crescimento, pelas estrat&eacute;gias que desenvolveram em 2022, com base nas alavancas referidas em cima. S&atilde;o elas Omo, Yopro, Fanta, After Eight, Calv&eacute; e Monster.</p>
<ul>
<li>Omo, marca da Unilever, voltou a estar mais presente na mente dos consumidores, reavivou a sua imagem, aumentou express&atilde;o em lares mais jovens e alcan&ccedil;ou uma penetra&ccedil;&atilde;o de 8,7% com crescimento em CRP&rsquo;s de +23%, subindo 18 posi&ccedil;&otilde;es no ranking geral.&nbsp;</li>
<li>A marca Yopro da Danone? &eacute; um bom exemplo de como a inova&ccedil;&atilde;o pode culminar na conquista de v&aacute;rios objetivos: inova&ccedil;&atilde;o, mais categorias, mais presen&ccedil;a. A marca, que j&aacute; tinha oferta em iogurtes proteicos, alargou-se a outra categoria, nomeadamente, sobremesas com v&aacute;rias op&ccedil;&otilde;es, conseguindo criar novas motiva&ccedil;&otilde;es para chegar a mais momentos e targets de consumo. Com uma penetra&ccedil;&atilde;o de 15,1% em 2022, mais 7.8pp comparado com 2020, Yopro fez este trajeto, atrav&eacute;s da inova&ccedil;&otilde;es que ganharam distribui&ccedil;&atilde;o ao longo do ano e constru&iacute;ram penetra&ccedil;&atilde;o.</li>
<li>A marca Fanta, da Coca-Cola, entra no exemplo de sucesso de marcas que inovam atrav&eacute;s de mais targets e novas necessidades. Com um crescimento de +10,8% de CRPs, consegue uma penetra&ccedil;&atilde;o de 17,3%, alterando a sua imagem e intera&ccedil;&atilde;o com o consumidor. Desenvolveu uma campanha inovadora interativa, com uma identidade global, lan&ccedil;ando v&aacute;rios desafios aos consumidores da marca, com foco na Gen Z.</li>
<li>After Eight, da Nestl&eacute;, recentemente rejuvenesceu para se adaptar &agrave;s novas gera&ccedil;&otilde;es, atrav&eacute;s da inova&ccedil;&atilde;o, alterando os canais de comunica&ccedil;&atilde;o, diversificando os targets e com um portfolio de novos sabores e tamb&eacute;m novos formatos. Esta marca atingiu 14,4% dos lares, com um crescimento de CRP&rsquo;s de 6%.</li>
<li>E Calv&eacute;, tamb&eacute;m da Unilever, surgiu com novo visual, apelou na comunica&ccedil;&atilde;o aos momentos de partilha, independentemente do gosto de cada um. Ganhou CRP&rsquo;s com uma clientela de 40,6%, dinamizando a mesma atrav&eacute;s de um consumo semanal mais frequente, mais ocasi&otilde;es e mais consumidores semanais, com foco em particular ao jantar: especialmente atrav&eacute;s de saladas, hamburguers, sandes, uma r&aacute;pida solu&ccedil;&atilde;o sempre &agrave; m&atilde;o.</li>
<li>&nbsp;A Monster, que ganha praticamente 20% de CRP&rsquo;s, &eacute; um bom exemplo de como uma presen&ccedil;a equilibrada na distribui&ccedil;&atilde;o pode fazer a diferen&ccedil;a. Trabalhou juntamente n&atilde;o s&oacute; com as ins&iacute;gnias l&iacute;deres, mas tamb&eacute;m com o sortido amplo em general, mas em particular no sortido curto. Apresentou a&ccedil;&otilde;es diferenciadas em folheto, digital e f&iacute;sico e no ponto de venda, inseridas em campanhas de ativa&ccedil;&atilde;o da marca, resultando na constru&ccedil;&atilde;o da penetra&ccedil;&atilde;o da marca que remonta a 2020.</li>
</ul>
<p>Ficar parado n&atilde;o poder&aacute; ser op&ccedil;&atilde;o. Apenas as marcas mais fortes e mais presentes, conseguir&atilde;o resistir &agrave; batalha de alternativas baseadas em valor. Mais do que nunca, as marcas precisam de construir um ex&eacute;rcito crescente de compradores, aproveitando cada ocasi&atilde;o de compra que representa uma oportunidade de recrutar: o Shopper est&aacute; mais multicanal com diferentes miss&otilde;es de compra e &eacute; preciso saber o que compram, onde e quando.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 20 Dec 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Ficar-parado-no--opo</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Boomers mais influentes no mercado europeu de beleza]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Boomers-mais-influentes-no-mercado-europeu-de-beleza</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;">O relat&oacute;rio Face value: The global foundation of Beauty insights, da Worldpanel, combina os dados globais de compra e de utiliza&ccedil;&atilde;o de produtos de beleza, tra&ccedil;ando um quadro sobre a din&acirc;mica deste setor</span></p>
<p>As rotinas de beleza simplificadas s&atilde;o uma tend&ecirc;ncia global, no contexto de uma transi&ccedil;&atilde;o do trabalho a partir de casa para ambientes sociais mais descontra&iacute;dos. Em compara&ccedil;&atilde;o com 2019 e de acordo com o relat&oacute;rio Face value: The global foundation of Beauty insights, a utiliza&ccedil;&atilde;o de produtos entre as mulheres em geral diminuiu 7%. Os boomers na Europa s&atilde;o a exce&ccedil;&atilde;o nesta tend&ecirc;ncia. Os dados mostram que na Gr&atilde;-Bretanha, Fran&ccedil;a e Espanha, as mulheres com mais de 55 anos representam quase metade de todas as vendas de produtos de beleza. Este grupo utiliza produtos de beleza 47 vezes por semana, mais 8 vezes do que a m&eacute;dia. Considerando o maior poder de compra deste grupo, as marcas t&ecirc;m uma via lucrativa para o crescimento, particularmente no contexto de um ambiente econ&oacute;mico desafiante.</p>
<p>Ashley Kang, Global Beauty Director, da Worldpanel division, Kantar, afirmou: "Compreender as nuances geracionais nunca foi t&atilde;o importante. O facto de se trabalhar a partir de casa redefiniu as rotinas de beleza de todas as gera&ccedil;&otilde;es, mas cada grupo et&aacute;rio continua a querer dar resposta a necessidades espec&iacute;ficas. Por exemplo, os dados mostram que as mulheres com mais de 55 anos est&atilde;o preocupadas com as manchas da idade e n&atilde;o com as rugas. Este tipo de informa&ccedil;&atilde;o precisa permite que as marcas evoluam o seu foco e encontrem a interse&ccedil;&atilde;o entre a inova&ccedil;&atilde;o do produto e as estrat&eacute;gias de marketing. Atuar com base neste tipo de conhecimento significativo &eacute; o que distingue as marcas num mercado sempre muito competitivo".</p>
<p><strong>Portugal: Categorias de beleza para homens recuperam mais rapidamente ap&oacute;s pandemia</strong></p>
<p>Em Portugal, os homens, que historicamente t&ecirc;m estado mais associados &agrave;s categorias de Higiene, atingiram n&uacute;meros recorde na sua aloca&ccedil;&atilde;o or&ccedil;amental para as categorias de Beleza durante 2023: os mais elevados registados nos &uacute;ltimos 5 anos. Ap&oacute;s a pandemia, os homens recuperaram mais rapidamente em termos de n&uacute;mero de compradores e intensidade de compras do que as mulheres.</p>
<p><strong>Tend&ecirc;ncias globais em destaque:</strong></p>
<ul>
<li><strong></strong><strong>O protetor solar como um passo no cuidado da pele</strong> &ndash; a prote&ccedil;&atilde;o solar j&aacute; n&atilde;o &eacute; um passo isolado, mas uma parte essencial de um regime de cuidados da pele mais amplo. No Sudeste Asi&aacute;tico, a crescente sensibiliza&ccedil;&atilde;o para os problemas do cabelo e da pele levou ao aumento da utiliza&ccedil;&atilde;o de protetores solares contra os raios UV em alguns mercados. Na Indon&eacute;sia, a vaga de calor de abril de 2023 n&atilde;o foi apenas mais um m&ecirc;s sufocante; foi uma chamada de aten&ccedil;&atilde;o. N no Vietname est&aacute;-se atualmente a dar &ecirc;nfase n&atilde;o apenas &agrave; prote&ccedil;&atilde;o solar, mas a uma abordagem mais hol&iacute;stica da sa&uacute;de da pele.</li>
<li><strong>Live-shopping</strong> &ndash; O E-commerce no Norte da &Aacute;sia est&aacute; muito avan&ccedil;ado, mas os compradores mais velhos est&atilde;o t&atilde;o envolvidos em alguns dos canais digitais como os mais jovens. Por exemplo, na Coreia do Sul, o live-shopping tem encontrado um grande n&uacute;mero de espetadores entre os grupos et&aacute;rios dos 45-54 e 55-65 anos, para os quais a obten&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es sobre os produtos &eacute; a principal raz&atilde;o para assistir. O live-shopping &eacute; ainda incipiente na Europa e nos EUA. Nos pa&iacute;ses ocidentais, existem canais como as compras ao domic&iacute;lio na televis&atilde;o, as encomendas por correio e os infomerciais que s&atilde;o dominantes em termos de envolvimento e t&ecirc;m objetivos e motiva&ccedil;&otilde;es semelhantes aos live-commerce.</li>
</ul>
<p>Ashley Kang acrescenta: O mercado global de sa&uacute;de e beleza &eacute; um ecossistema complexo de necessidades, prefer&ecirc;ncias e padr&otilde;es de consumo vari&aacute;veis, em que &eacute; importante compreender a interse&ccedil;&atilde;o entre a utiliza&ccedil;&atilde;o e a compra. As estrat&eacute;gias baseadas em dados que consideram os padr&otilde;es de utiliza&ccedil;&atilde;o, os fatores econ&oacute;micos e as influ&ecirc;ncias culturais s&atilde;o essenciais. O relat&oacute;rio <em>Face Value</em> fornece &agrave;s marcas dados e uma narrativa que une os insights, proporcionando insights acion&aacute;veis para o sucesso no panorama global da beleza."</p>
<p>Aceda ao relat&oacute;rio <a href="https://kantar.turtl.co/story/beauty-2023-p">aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 30 Nov 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Boomers-mais-influentes-no-mercado-europeu-de-beleza</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Refrigerantes com GÃ¡s(tos) incertos]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Refrigerantes-com-Gstos-incertos</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Hipersuper%20Junho%202023.pdf">Hipersuper</a></p>
<p>A d&eacute;cada atual ou &ldquo;os novos anos 20", se assim lhes quisermos chamar, destoa completamente da d&eacute;cada hom&oacute;nima do s&eacute;culo passado. Enquanto a prosperidade no mundo ocidental impulsionou uma exuberante expans&atilde;o do consumo de bens naquela &eacute;poca, os anos recentes destacam-se pela presen&ccedil;a constante da incerteza, comprovando nesta fase ser provavelmente a sua caracter&iacute;stica mais distintiva.</p>
<p>Mas mesmo em tempos incertos, h&aacute; coisas que n&atilde;o se alteram, como o facto dos produtos frescos continuarem a ser o grande motor que impulsiona a compra de bens de grande consumo (FMCG). Os portugueses continuam a ir &agrave;s compras a cada tr&ecirc;s dias em busca destes alimentos essenciais para as suas rotinas.</p>
<p>J&aacute; no que diz respeito &agrave;s Bebidas, tamb&eacute;m n&atilde;o surpreender&aacute; continuarmos a ver as &Aacute;guas Minerais e o Vinho ocuparem as primeiras posi&ccedil;&otilde;es entre as categorias mais compradas. Mas dentro de um universo de produtos t&atilde;o alargado, se interrogar o leitor sobre qual a categoria que fecha o TOP3 das Bebidas, ser&aacute; a resposta t&atilde;o f&aacute;cil de dar? Essa categoria &eacute; a de Refrigerantes com G&aacute;s. Um produto t&atilde;o habitual nos lares Portugueses e que, pela sua omnipresen&ccedil;a, facilmente perdemos a no&ccedil;&atilde;o precisa do qu&atilde;o regularmente s&atilde;o compradas e consumidas. Para tornar esse lado da equa&ccedil;&atilde;o mais palp&aacute;vel, os Refrigerantes com G&aacute;s entraram nos carrinhos de compras dos portugueses mais de 37 milh&otilde;es de vezes s&oacute; no &uacute;ltimo ano, um valor quase 10% superior ao da categoria que lhes precede, a de Sumos de Fruta. Os Refrigerantes com G&aacute;s s&atilde;o comprados por mais de 3 em cada 4 lares portugueses, a uma m&eacute;dia de aproximadamente 1 vez por m&ecirc;s por cada um desses lares. Mas esta realidade n&atilde;o pode ser dada como uma certeza imut&aacute;vel.</p>
<p>Basta recuarmos ao per&iacute;odo imediatamente anterior ao in&iacute;cio da pandemia para percebermos que os Refrigerantes com G&aacute;s ainda n&atilde;o faziam parte do TOP3 das Bebidas mais compradas. Os seus sucessos mais recentes demonstram que a variabilidade da sua performance oscila consoante os desafios que v&atilde;o pairando sobre o mundo atual. No in&iacute;cio da pandemia, os compradores deram prioridade &agrave; indulg&ecirc;ncia dentro do lar e escolheram claramente comprar mais Colas, Refrigerantes Lima-Lim&atilde;o com G&aacute;s ou T&oacute;nicas. No entanto, no p&oacute;s-pandemia, apesar de todos os segmentos de Refrigerantes com G&aacute;s conseguirem manter um n&iacute;vel de compradores superior aos do in&iacute;cio de 2020, os portugueses voltaram a reintroduzir progressivamente nas suas compras produtos mais ligados &agrave; sa&uacute;de, com os Sumos 100% Fruta a destacarem-se. O comportamento dos portugueses parecia voltar ao normal.</p>
<p>Mas a d&eacute;cada atual tem-nos ensinado que a no&ccedil;&atilde;o de normalidade j&aacute; n&atilde;o existe. Ficou no passado e as exig&ecirc;ncias atuais requerem uma adapta&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua por parte das marcas e dos retalhistas. Fazer compara&ccedil;&otilde;es diretas ao per&iacute;odo pand&eacute;mico &eacute; ser injusto, mas comparar com o per&iacute;odo pr&eacute;-pand&eacute;mico &eacute; ser irrealista. E para adicionar um novo elemento de incerteza a esta j&aacute; complexa equa&ccedil;&atilde;o, a infla&ccedil;&atilde;o em 2022, seguida pelas restri&ccedil;&otilde;es no budget familiar dos portugueses, resultantes de fatores t&atilde;o &oacute;bvios como o aumento das presta&ccedil;&otilde;es das casas em 2023, adicionam novos pontos de press&atilde;o &agrave;s escolhas que cada fam&iacute;lia &eacute; obrigada a fazer. Apesar de tudo, dentro dos constrangimentos que daqui resultaram, a nova din&acirc;mica de pre&ccedil;os aparenta estar a ser uma lufada de ar fresco para os Refrigerantes com G&aacute;s. Apesar de no &uacute;ltimo ano, os lares portugueses terem pago +7% pela categoria, este &eacute; um crescimento modesto quando comparado ao registado nos Refrigerantes sem G&aacute;s, Sumos de Fruta ou as &Aacute;guas Minerais, todos com aumentos superiores a +10%. Contas feitas, a categoria conseguiu come&ccedil;ar 2023 estancando as perdas de compradores que se verificavam desde o final do segundo confinamento, e devem-no neste momento &agrave; capacidade de recrutamento dos Refrigerantes Lima-Lim&atilde;o com G&aacute;s.</p>
<p>Tem-se observado em simult&acirc;neo o fen&oacute;meno de <em>downtrading</em> na categoria, em que os compradores optam por marcas mais acess&iacute;veis em termos de pre&ccedil;o, o que tem resultado num aumento da penetra&ccedil;&atilde;o e da quota de mercado das Marcas da Distribui&ccedil;&atilde;o (MDD) em detrimento das Marcas de Fabricante (MDF). Com menos de metade do pre&ccedil;o face &agrave;s MDF, as MDD conseguem atrair um segmento crescente de compradores, principalmente lares de classe m&eacute;dia e reformados, que procuram op&ccedil;&otilde;es mais econ&oacute;micas, sem comprometer a qualidade.</p>
<p>Neste cen&aacute;rio e tendo em conta que as restri&ccedil;&otilde;es ao budget familiar dos portugueses n&atilde;o parecem ter fim imediato &agrave; vista, n&atilde;o &eacute; descabido que as marcas no setor das Bebidas voltem a acautelar um novo cen&aacute;rio de mudan&ccedil;a de prioridades por parte dos compradores em rela&ccedil;&atilde;o aos atributos do produto que ser&atilde;o preferidos. Mudan&ccedil;as que voltem a favorecer as op&ccedil;&otilde;es mais indulgentes, se forem estas as que permitam aos portugueses esticar mais o alcance do seu rendimento mensal. Na verdade, este n&atilde;o &eacute; um cen&aacute;rio de todo improv&aacute;vel: se olharmos para o mais recente ranking mundial do Brand Footprint elaborado anualmente pela Kantar, percebemos que a Coca-Cola continua a ser destacadamente a marca mais comprada em todo o Mundo (mais de 7 mil milh&otilde;es de atos de compra em um ano, e considerando apenas as vendas feitas para dentro dos lares, e n&atilde;o as que ocorrem para consumo fora de casa) - n&atilde;o s&oacute; em Bebidas, mas no c&ocirc;mputo geral do FMCG! O TOP5 deste ranking &eacute; tamb&eacute;m fechado por uma marca de Refrigerantes com G&aacute;s: a Pepsi. Dentro das marcas que mais ganharam compradores a n&iacute;vel Mundial ao longo do &uacute;ltimo ano, nova marca de Refrigerantes com G&aacute;s: desta feita a Sprite!</p>
<p>Neste momento, a garantia que pode ser dada &eacute; que o fator &ldquo;incerteza&rdquo; ir&aacute; continuar. Tal como a pandemia que alterou h&aacute;bitos durante mais de dois anos, tamb&eacute;m as restri&ccedil;&otilde;es ao budget das fam&iacute;lias continuar&atilde;o a ser um tema que n&atilde;o se resolver&aacute; numa quest&atilde;o de meses, e os seus efeitos ir&atilde;o continuar a notar-se a m&eacute;dio prazo. No curto prazo, &eacute; expect&aacute;vel uma desacelera&ccedil;&atilde;o progressiva dos aumentos de pre&ccedil;o dos Refrigerantes com G&aacute;s, embora o regresso aos pre&ccedil;os pr&eacute; 2022 esteja fora de qualquer proje&ccedil;&atilde;o, algo que continuar&aacute; a testar, dia ap&oacute;s dia, a capacidade que os intervenientes desta categoria t&ecirc;m para se reinventar e lutar pela manuten&ccedil;&atilde;o da sua relev&acirc;ncia no TOP3 das categorias de Bebidas mais escolhidas em Portugal.&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 23 Nov 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Refrigerantes-com-Gstos-incertos</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Food Oscars: os prÃ©mios para a categoria mais dinÃ¢mica]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Food-Oscars-os-prmios-para-a-categoria-mais-dinmica</link>
         <description><![CDATA[<p><span>A Kantar tem o prazer de o convidar para a cerim&oacute;nia de entrega dos&nbsp;</span><strong>Food Oscars: os pr&eacute;mios para a categoria mais din&acirc;mica e resistente</strong><span>, que se realiza no dia&nbsp;</span><strong>29 de novembro de 2023</strong><span>, &agrave;s&nbsp;</span><strong>10h</strong><span>.</span><br /><br /><span>Neste webinar, a anfitri&atilde;,&nbsp;</span><strong>Carla Duarte</strong><span>,&nbsp;</span><strong>New Business Director da Kantar, Worldpanel Division</strong><span>, em Portugal, ir&aacute; apresentar os pr&eacute;mios para a categoria de alimenta&ccedil;&atilde;o mais din&acirc;mica e multifacetada dos &uacute;ltimos anos, impulsionada tanto por fabricantes como por retalhistas e que tem vindo a apresentar crescimentos a curto e a longo prazo.</span><br /><br /><span>Se quer saber qual a categoria de que estamos a falar e aproveitar para saber alguns insights sobre ela, registe-se em baixo.</span></p>
<p class="bodyCopy" style="text-align: center;"><br /><a href="https://event.on24.com/wcc/r/4419263/80BB563EDC559AEF1CF00FD2E5585AFA">Registe-se</a></p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 17 Nov 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Food-Oscars-os-prmios-para-a-categoria-mais-dinmica</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Webinar Who Cares Who Does Portugal ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar-Who-Cares-Who-Does-Portugal-</link>
         <description><![CDATA[<p>A sustentabilidade oferece enormes oportunidades de crescimento tanto para fabricantes como para retalhistas. Em 2023, assistimos ao renascimento dos consumidores Eco-Activos, e ignor&aacute;-los poder&aacute; trazer desafios para as marcas.</p>
<p>Podemos ajud&aacute;-lo a conhecer em pormenor este grupo, ligando o comportamento real de compra &agrave;s atitudes dos consumidores em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sustentabilidade, aos res&iacute;duos dom&eacute;sticos e &agrave;s a&ccedil;&otilde;es de redu&ccedil;&atilde;o de pl&aacute;stico.</p>
<p>No pr&oacute;ximo dia 14 de novembro, &agrave;s <strong>10h00</strong>, <strong>Andreia Carvalho</strong>, <strong>Advanced Analytics Director</strong>, ir&aacute; apresentar o mais recente relat&oacute;rio "Who Cares, Who Does" da Kantar, Worldpanel Division. Nesta sess&atilde;o, iremos partilhar insights importantes sobre:</p>
<ul>
<li>A Evolu&ccedil;&atilde;o das preocupa&ccedil;&otilde;es e a&ccedil;&otilde;es em rela&ccedil;&atilde;o ao ambiente;</li>
<li>O ressurgimento dos consumidores Eco-Activos e porque &eacute; que ignor&aacute;-los pode significar problemas para as marcas;</li>
<li>O equil&iacute;brio entre os interesses ambientais, o aumento do custo de vida e o seu impacto nas marcas;</li>
<li>A aplicabilidade desta an&aacute;lise, explorando o que os consumidores sustent&aacute;veis compram numa marca.</li>
</ul>
<p class="bodyCopy" style="text-align: center;"><br /><a href="https://event.on24.com/wcc/r/4397700/64EC1843BD1990E7EF9008E7C8B03DBA">Registe-se</a></p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 26 Oct 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar-Who-Cares-Who-Does-Portugal-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[RefeiÃ§Ãµes fora de casa regressam a nÃ­vel prÃ©-pandÃ©mico]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Refeies-fora-de-casa-regressam-a-nvel-pr-pandmico</link>
         <description><![CDATA[<p>A Kantar, Worldpanel Division, lan&ccedil;ou o seu novo relat&oacute;rio <a href="https://kantar.turtl.co/story/turning-tables-i/page/1">Turning Tables: From dine-in to doorstep - Unlocking the Foodservice frontier</a>. O estudo revela que as refei&ccedil;&otilde;es fora de casa voltaram aos n&iacute;veis pr&eacute;-pand&eacute;micos a n&iacute;vel mundial, apesar do aumento da infla&ccedil;&atilde;o. Os consumidores optam por comer fora num restaurante em metade das vezes em que n&atilde;o cozinham.</p>
<p>Embora a Europa lidere o fen&oacute;meno, esta mudan&ccedil;a de h&aacute;bitos estende-se a todos os continentes, impulsionada pela conveni&ecirc;ncia, pelas prefer&ecirc;ncias de estilo de vida e pelo aumento dos custos. Contra intuitivamente, enquanto os retalhistas de produtos de FMCG obt&ecirc;m 10% do crescimento da sua quota de valor a partir de aumentos de pre&ccedil;os, o setor alimentar tem demonstrado uma agilidade not&aacute;vel na oferta de conveni&ecirc;ncia e acessibilidade. Menus mais simples, op&ccedil;&otilde;es mais baratas em restaurantes de servi&ccedil;o r&aacute;pido e refei&ccedil;&otilde;es alternativas para consumo em viagem foram o ponto de viragem no meio das press&otilde;es inflacionistas. Os resultados mostram que o sector teve um crescimento saud&aacute;vel de 13% em rela&ccedil;&atilde;o ao ano passado, 6% organicamente.</p>
<p><strong>As entregas vieram para ficar</strong></p>
<p>Embora 3 em cada 5 consumidores digam que as taxas de entrega s&atilde;o demasiado caras, 24% afirmam que "n&atilde;o se podem dar ao trabalho de cozinhar" e optam por ir buscar comida para poupar dinheiro, evitando ao mesmo tempo preparar as suas pr&oacute;prias refei&ccedil;&otilde;es. A n&iacute;vel mundial, o n&uacute;mero de vezes que compram comida preparada na hora aumentou. No Reino Unido, quase duplicou desde 2021, uma tend&ecirc;ncia que se reflete na China continental, j&aacute; famosa pelo seu mercado de op&ccedil;&otilde;es de aplica&ccedil;&otilde;es de entrega.</p>
<p>A previs&atilde;o da Worldpanel sugere que os restaurantes de servi&ccedil;o r&aacute;pido (QSR) representar&atilde;o 32% dos gastos totais no Reino Unido, Fran&ccedil;a e Espanha, em 2030 &ndash; um aumento de 50% em 2023 e quase o dobro em compara&ccedil;&atilde;o com os n&iacute;veis pr&eacute;-pand&eacute;micos. A conveni&ecirc;ncia, a acessibilidade e a diversidade de op&ccedil;&otilde;es s&atilde;o fundamentais nas suas escolhas gastron&oacute;micas, uma tend&ecirc;ncia que confirma que os comportamentos dos consumidores mudaram.</p>
<p>Outras conclus&otilde;es importantes do relat&oacute;rio, que inquiriu 15.000 pessoas, em 11 pa&iacute;ses com base nos pain&eacute;is de consumidores OOH da Worldpanel, incluem:</p>
<ul>
<li>Os QSRs registaram um crescimento de 30% em valor em 2023, em compara&ccedil;&atilde;o com 2019. Ao decidirem estrategicamente n&atilde;o impor grandes aumentos de pre&ccedil;os e apostarem na inova&ccedil;&atilde;o, 8 em cada 10 consumidores optaram comprar em QSR.</li>
<li>A recolha parece ser uma estrat&eacute;gia de sobreviv&ecirc;ncia, permitindo aos consumidores gerir os custos &ndash; 26% mais barata do que as entregas.</li>
<li>As camadas mais jovens est&atilde;o a optar por jantar fora diariamente, rompendo com a associa&ccedil;&atilde;o tradicional de jantar fora com atividades noturnas.</li>
<li>A entrega serve diferentes objetivos para diferentes gera&ccedil;&otilde;es &ndash; a Gera&ccedil;&atilde;o X opta por jantares ao fim de semana, a Gera&ccedil;&atilde;o Z encomenda a meio da semana e os Boomers ao almo&ccedil;o.</li>
<li>Os hamb&uacute;rgueres est&atilde;o a ultrapassar as pizzas como refei&ccedil;&atilde;o preferida dos consumidores em todo o mundo, exceto no M&eacute;xico.</li>
</ul>
<div><br /><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Turning_Tables_2023_Graficos.png" alt="Turning_Tables_2023_Graficos.png" width="600" height="280" /></div>
<p>"No meio dos desafios impostos pela infla&ccedil;&atilde;o e pela pandemia, esta ind&uacute;stria provou que o seu futuro n&atilde;o est&aacute; gravado na pedra. O valor da inova&ccedil;&atilde;o como fator de crescimento &eacute; ineg&aacute;vel. Desde menus repensados em restaurantes de servi&ccedil;o r&aacute;pido, a plataformas de entrega de refei&ccedil;&otilde;es, as mudan&ccedil;as s&atilde;o t&atilde;o diversas quanto abrangentes", afirmou Javier S&aacute;nchez, Global Business Development Director, Out-of-Home &amp; Usage na Worldpanel Division, da Kantar.</p>
<p>O relat&oacute;rio completo <em>Turning Tables: From dine-in to doorstep - Unlocking the Foodservice frontier</em> est&aacute; dispon&iacute;vel <a href="https://kantar.turtl.co/story/turning-tables-i/page/1">aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 24 Oct 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Refeies-fora-de-casa-regressam-a-nvel-pr-pandmico</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Iogurtes: A receita secreta para chegar ao estÃ´mago ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/A-receita-secreta-para-chegar-ao-estmago-</link>
         <description><![CDATA[<p>Este delicioso e nutritivo produto l&aacute;cteo conquistou os cora&ccedil;&otilde;es (e as papilas gustativas) um pouco pelos quatro cantos do mundo e Portugal n&atilde;o &eacute; exce&ccedil;&atilde;o. De facto, este produto &eacute; um cl&aacute;ssico nas cestas de compras das fam&iacute;lias portuguesas, sendo que no ano passado 96% delas compraram pelo menos uma vez iogurtes para levar para casa. Este n&uacute;mero t&ecirc;m-se mantido mais ou menos constante, &agrave; exce&ccedil;&atilde;o de 2020, em que houve um crescimento de 1 ponto percentual (pp) e que, devido ao contexto de pandemia, se observou um crescimento geral do consumo dentro de casa, tanto em ocasi&otilde;es, uma vez que est&aacute;vamos mais tempo em casa, como tamb&eacute;m da complexidade das refei&ccedil;&otilde;es com mais ingredientes e com maior tempo de confe&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Apesar dos iogurtes estarem presentes em quase todas as casas em Portugal, a verdade &eacute; que nem todos s&atilde;o consumidores deste produto. Em m&eacute;dia, nos &uacute;ltimos quatro anos, mais de metade dos portugueses consumiu iogurtes dentro de casa (54,6%), sendo que este n&uacute;mero tem vindo a decrescer desde 2020 e, em 2022, 50,1% dos portugueses consumiu iogurtes em casa. Os maiores consumidores desta categoria s&atilde;o os mais novos, at&eacute; aos 14 anos, com 55,5% a consumirem, seguido da popula&ccedil;&atilde;o mais madura acima dos 65 anos, com 54% e, por fim, os que menos consomem s&atilde;o os adultos entre os 35-64 anos. Ainda assim, existem tipos de iogurtes para todos os gostos e fins e, por isso, o perfil do consumidor acaba por variar, tendo em conta o tipo de produto.</p>
<p>As crian&ccedil;as consomem sobretudo iogurtes infantis e normais l&iacute;quidos, sendo que as principais motiva&ccedil;&otilde;es para a escolha de iogurtes passam sobretudo por ser o produto favorito (23% das ocasi&otilde;es) e tamb&eacute;m pelo prazer (9,2%). Os jovens adultos, entre os 15-34 anos, optam maioritariamente por iogurtes l&iacute;quidos, sobretudo magros, mas tamb&eacute;m os proteicos, dado que quase 24% deles consumiram estes iogurtes. Nesta faixa et&aacute;ria, as motiva&ccedil;&otilde;es para o consumo de iogurtes &eacute; a procura por um snack r&aacute;pido/pr&aacute;tico e nutritivo e tamb&eacute;m por terem o h&aacute;bito de consumir este produto. J&aacute; nos adultos, destaca-se predominantemente uma maior liga&ccedil;&atilde;o a iogurtes mais espec&iacute;ficos e funcionais, como os de defesas ativas, os proteicos e tamb&eacute;m os iogurtes nicho, nomeadamente biol&oacute;gicos, plant-based e sem lactose. Tendo em conta as suas principais escolhas, n&atilde;o &eacute; de estranhar que as raz&otilde;es para o consumo de iogurtes passem sobretudo pela procura de algo saud&aacute;vel, nutritivo e baixo em calorias. Finalmente, no caso da popula&ccedil;&atilde;o mais madura sobressai mais um consumo de iogurtes para o tr&acirc;nsito intestinal, como os bifidus e iogurtes de colher, tanto magros, normais e tamb&eacute;m os gregos. As raz&otilde;es de consumo nestes targets flutuam assim entre o prazer e a sa&uacute;de, com 18,9% das ocasi&otilde;es serem pelo sabor, 17% por ser saud&aacute;vel e 14,8% por h&aacute;bito.</p>
<p>Quando se observa o cen&aacute;rio total, pode-se constatar que a principal motiva&ccedil;&atilde;o que leva os portugueses a consumir iogurtes &eacute; a quest&atilde;o de ser um produto saud&aacute;vel e baixo em calorias, uma vez que 22% das ocasi&otilde;es s&atilde;o por este motivo. De facto, quando se compara a no&ccedil;&atilde;o de salubridade com outros produtos l&aacute;cteos, iogurtes e queijo fresco acabam por se destacar mais neste sentido, do que se observa, por exemplo, em leites UHT, onde aqui o h&aacute;bito de consumo &eacute; o mais importante (33% das ocasi&otilde;es).</p>
<p>Para al&eacute;m da raz&atilde;o para consumir o produto em si, as motiva&ccedil;&otilde;es podem e v&atilde;o-se moldando ao longo do dia, conforme as necessidades dos portugueses em cada momento. Come&ccedil;am o dia motivados e com boas inten&ccedil;&otilde;es, visto que, tanto ao pequeno-almo&ccedil;o como a meio da manh&atilde;, procuram uma solu&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel, r&aacute;pida de preparar, mas que tamb&eacute;m est&aacute; dentro dos seus h&aacute;bitos alimentares e muitas ocasi&otilde;es a meio da manh&atilde; s&atilde;o feitas enquanto se est&aacute; a trabalhar em casa. Com o avan&ccedil;ar do dia, &agrave; tarde, j&aacute; procuram no iogurte um momento de pausa mais especial, destacando-se um consumo mais motivado pelo prazer e pela procura por algo diferente. Ao final do dia, ap&oacute;s o jantar, o iogurte tamb&eacute;m &eacute; consumido, sobretudo entre os acima dos 65 anos, e aqui o mais importante &eacute; que o produto seja saboroso e &eacute; predominantemente consumido no sof&aacute; a ver televis&atilde;o.</p>
<p>No que toca &agrave; forma como o produto &eacute; consumido, a pergunta que se imp&otilde;e &eacute;: o que acompanha o iogurte? Ao olhar para as ocasi&otilde;es de consumo de iogurtes, pode-se constatar que se destacam uma partilha de ocasi&otilde;es destes produtos com outros, tais como: a fruta, nomeadamente a banana e o morango, bem como as bolachas, os frutos secos e os cereais. Uma vez que se destaca o consumo de iogurtes durante o pequeno almo&ccedil;o e o lanche da tarde, com mais de 65% das ocasi&otilde;es nestes momentos, tamb&eacute;m se observa uma intera&ccedil;&atilde;o relevante com outros produtos tipicamente presentes nestes momentos, como o fiambre, a pastelaria, os cremes e doces para barrar e at&eacute; mesmo com um produto t&atilde;o <em>trendy</em> como o abacate.</p>
<p>Apesar dos iogurtes serem um produto altamente consumido e presente nos lares portugueses e com uma alta frequ&ecirc;ncia de compra, o entorno atual de crise inflacion&aacute;ria pode vir a trazer mais desafios a esta categoria. De facto, se olharmos para o top categorias que mais perderam compra m&eacute;dia por lar neste primeiro trimestre do ano, face ao ano anterior, os iogurtes encontram-se na lista, juntamente com outros produtos b&aacute;sicos e essenciais, como a farinha, o bacalhau, o azeite, o &oacute;leo e os vegetais frescos, uma vez que estes produtos mais de rotina acabaram por ser dos mais impactados com o aumento dos pre&ccedil;os. Assim, pode-se prever que neste ano haja uma tentativa de controlo de custos e isto ir&aacute; inevitavelmente passar pela maneira como as fam&iacute;lias consomem e gerem os produtos que t&ecirc;m em casa. Por um lado, os portugueses poder&atilde;o optar por <em>downtrade</em> em iogurtes entre as marcas de fabricante e as marcas da distribui&ccedil;&atilde;o, uma vez que existe uma diferen&ccedil;a de 1,43&euro; no pre&ccedil;o m&eacute;dio pago entre elas. No ano passado, as marcas da loja foram consumidas por 73% dos consumidores de iogurtes, percentagem esta que teve um crescimento impressionante de 7,9pp face a 2021, enquanto que as marcas de fabricante tiveram uma queda de 3,8pp, e com 49% dos consumidores de iogurtes a consumir. Outra maneira de poupar poder&aacute; ser fazer o pr&oacute;prio iogurte em casa, no sentido de evitar o gasto constante na categoria, o aproveitamento de leite em casa e de ser uma op&ccedil;&atilde;o altamente natural. Ainda que a maioria dos portugueses n&atilde;o o fa&ccedil;a, a verdade &eacute; que cerca de 11% dos portugueses consumiram iogurte caseiro no &uacute;ltimo ano e face ao per&iacute;odo pr&eacute; pand&eacute;mico, houve um incremento do consumo deste produto em 41%.</p>
<p>Adicionalmente, esta maior gest&atilde;o e aproveitamento dos produtos cria uma oportunidade para as marcas educarem o consumidor de como se pode utilizar este produto t&atilde;o vers&aacute;til, para todo o tipo de refei&ccedil;&otilde;es, bem como a necessidade de ter dispon&iacute;vel tanto formatos grandes, para ter um custo mais baixo, como os pequenos, de forma a evitar o desperd&iacute;cio de comida e ir ao encontro de um <em>shopper</em> cada vez mais presenta nas lojas. Compreender o padr&atilde;o de consumo, bem como conhecer todos os verdadeiros concorrentes &eacute; essencial para identificar oportunidades de crescimento e inova&ccedil;&otilde;es relevantes, direcionar a comunica&ccedil;&atilde;o para o p&uacute;blico-alvo apropriado e explorar novos no consumo de iogurtes em Portugal.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 18 Oct 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/A-receita-secreta-para-chegar-ao-estmago-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Webinar Retail & Company]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar-Retail--Company</link>
         <description><![CDATA[<p><span><span>Queremos convid&aacute;-lo a participar no webinar sobre retalho alimentar, que se realiza no dia 24 de outubro, &agrave;s <strong>10h00</strong>. <strong>Ana Raquel Santos</strong>, <strong>Retail Manager</strong> da Kantar ser&aacute; a anfitri&atilde; do Retail &amp; Company, um jogo em que conseguimos perceber as for&ccedil;as de cada retalhista, mas nem todos conseguem vencer.&nbsp;</span></span></p>
<p><span><span>Neste webinar vamos percorrer as cinco categorias do jogo do retalho, com o objetivo de perceber os drivers de crescimento ou perda, e as estrat&eacute;gias de maior sucesso para cada um dos retalhistas em Portugal:</span></span></p>
<ul>
<li>A grande pergunta&nbsp;</li>
<li><span><span>Ler o comprador&nbsp;</span></span></li>
<li><span><span>Palavras Proibidas&nbsp;</span></span></li>
<li><span><span>Desenhar o sortido&nbsp;</span></span></li>
<li><span><span>Sinalizar marcas&nbsp;</span></span></li>
</ul>
<p class="bodyCopy" style="text-align: center;"><br /><a href="https://event.on24.com/wcc/r/4370767/8A750A309453F46F60B2425912E17D80">Registe-se</a></p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 02 Oct 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar-Retail--Company</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Seguiremos fiÃ©is aos nossos patudos com esta inflaÃ§Ã£o?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Seguiremos-fiis-aos-nossos-patudos-com-esta-inflao</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Hipersuper%20Abril%202023.pdf">Hipersuper</a></p>
<p>Muito se tem falado no cabaz essencial e nos produtos &lsquo;priorit&aacute;rios&rsquo;, mas e o que fazemos e damos aos nossos patudos da fam&iacute;lia quando o cinto aperta? Voltamos a padr&otilde;es antigos assentes em &ldquo;desperd&iacute;cios alimentares&rdquo;? Comem menos ra&ccedil;&atilde;o? Ou, vamos come&ccedil;ar a cozinhar a cavala, o arroz ou o porco de IVA Zero, fazendo &lsquo;render&rsquo; o que temos? Ou ainda, dos piores cen&aacute;rios poss&iacute;veis, contribuirmos para a (j&aacute;) alta taxa de abandono destes animais&hellip;</p>
<p>Uma coisa &eacute; certa, n&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida de que a evolu&ccedil;&atilde;o dos pre&ccedil;os e a carteira altamente taxada dos portugueses continuar&atilde;o a impactar o desempenho de cada categoria. Por&eacute;m, &eacute; bom lembrar que nem todos os compradores t&ecirc;m o mesmo ponto de partida (emocionalmente falando), o mesmo poder na carteira e, consequentemente, o mesmo comportamento na hora de comprar. Alguns compensam com promo&ccedil;&otilde;es, outros mudam de marca, outros manter&atilde;o a sua compra e consumo, equilibrando gastos com outros produtos ou &aacute;reas da sua vida, por exemplo. Tudo uma quest&atilde;o de prioridades! Umas vezes estaremos dispostos a pagar um pre&ccedil;o unit&aacute;rio mais alto, por um formato menor, atra&iacute;dos por alguma inova&ccedil;&atilde;o ou propostas premium e novos benef&iacute;cios. Por isso, segmentar o comprador &ndash; conhecendo-o, ter uma oferta adaptada a cada grupo e agilidade no ponto de venda far&aacute; toda a diferen&ccedil;a.</p>
<p>O que os dados nos mostram, &eacute; que as fam&iacute;lias portuguesas continuam mais que fi&eacute;is aos seus companheiros de quatro patas! Pet Food fechou 2022 a ser um universo priorit&aacute;rio, dos mais resistentes em termos de perda de volume e ganhando por isso quota. Gerou mais de 51 milh&otilde;es pontos de contacto com o consumidor (Compradores x Frequ&ecirc;ncia de Compra) e subiu no ranking das categorias essenciais da maioria das casas portuguesas, estando j&aacute; no top 15. E, sendo das que continua a gerar mais gasto a cada ocasi&atilde;o +7.4% em 2022 (vs. 2021), alcan&ccedil;ando valores hist&oacute;ricos, mesmo neste cen&aacute;rio de infla&ccedil;&atilde;o e cujo aumento de pre&ccedil;o foi superior &agrave; m&eacute;dia do mercado de FMCG.</p>
<p>Em termos efetivos e j&aacute; nos primeiros meses do ano de 2023 ultrapassou a barreira dos 7.15&euro; a cada ato de compra, destacando-se tamb&eacute;m nas cestas mais importantes para FMCG: as cestas de Proximidade e de Necessidade Imediata, que juntas, valem 50% do mercado em Valor. Mas que em ocasi&otilde;es perfazem 80% do mercado. Pet Food &ldquo;concorre&rdquo; no patamar de categorias como Comida Pronta/Take Away ou Frescos (categorias de alta rota&ccedil;&atilde;o e do dia a dia). 80% das vezes que um portugu&ecirc;s entra numa loja, compra at&eacute; 8 categorias. 57% das vezes que um portugu&ecirc;s compra Pet Food f&aacute;-lo nesta tipologia de cestas mais pequenas &ndash;&nbsp; at&eacute; 8 categorias. Ou seja, uma compra que por norma, n&atilde;o &eacute; planeada. <br /> <br />Cinco pontos sobre os quais devemos refletir:</p>
<p><strong>Marcas</strong><br />Tamb&eacute;m neste universo liderado pelos fabricantes, as MDD&rsquo;s ganham espa&ccedil;o e no segmento mais valioso &ndash; Gato Seco, sendo uma aposta bem-sucedida para quase todos os retalhistas. Especialmente, a Jer&oacute;nimo Martins e o Lidl, cujas MDD&rsquo;s disputam agora a lideran&ccedil;a deste segmento, tanto em quota em valor, como em n&uacute;mero de compradores, apostando em gamas premium e na origem dos componentes. Contudo, sabemos que marcas de Fabricantes continuam a ser geradoras de diferencia&ccedil;&atilde;o, frequ&ecirc;ncia de compra e exclusividade, mesmo em Discounts!</p>
<p><strong>Inova&ccedil;&atilde;o</strong><br />Um motor necess&aacute;rio, mesmo em tempos dif&iacute;ceis. E o comprador portugu&ecirc;s gosta de comprar e experimentar novos produtos. Esta dimens&atilde;o pode ser pensada nas mais diferentes formas: um novo target, uma nova ocasi&atilde;o de consumo, um complemento, a entrada num novo canal ou &ldquo;apenas&rdquo; um benef&iacute;cio aut&ecirc;ntico e distinto. Veja-se o &ldquo;novo formato&rdquo; refill de alimentos do Continente. N&atilde;o &eacute; por acaso, que tamb&eacute;m este mercado tem sido t&atilde;o apetec&iacute;vel e terreno f&eacute;rtil para o surgimento de novos players nacionais, ligados &agrave; naturalidade e aos seus benef&iacute;cios, de que s&atilde;o o caso da Purrmi, Nature Pets ou da Bake My Dog Happy.</p>
<p><strong>Premiumiza&ccedil;&atilde;o e Benef&iacute;cios</strong><br />Ambos muito ligados ao cuidado, ao carinho e/ou &agrave; indulg&ecirc;ncia. 80% das fam&iacute;lias portuguesas afirma gostar de se mimar e mimar a sua fam&iacute;lia. E ao longo dos &uacute;ltimos anos t&ecirc;m sido estes os drivers de atra&ccedil;&atilde;o de novos compradores, pois estamos dispostos a pagar mais por produtos que nos ajudem a prevenir e a curar doen&ccedil;as, e s&atilde;o estes mesmos produtos que ao comunic&aacute;-los, nos geram maior confian&ccedil;a num produto melhor.</p>
<p><strong>Segmenta&ccedil;&atilde;o do comprador: a import&acirc;ncia das classes mais baixas</strong> <br />53% do valor transacionado em Pet Food &eacute; feito por estas classes &ndash; target maiorit&aacute;rio da nossa popula&ccedil;&atilde;o. Dentro destas classes, especial destaque para as fam&iacute;lias com filhos, mais numerosas, que por consequ&ecirc;ncia, fazem uma gest&atilde;o de prioridades mais exigentes na hora de comprar. Explorar uma marca, gama ou formato / SKU econ&oacute;micos torna-se imperativo no presente e futuro mais pr&oacute;ximo. Haver um produto &ldquo;estrela&rdquo; para cada tipologia de carteira.</p>
<p>N&atilde;o h&aacute; uma f&oacute;rmula m&aacute;gica e este contexto faz com que devamos analisar os dados com muito cuidado, pois muitas vezes as evolu&ccedil;&otilde;es escondem os efeitos de muitas vari&aacute;veis. E mais uma vez, nem todos os compradores s&atilde;o iguais, nem compram sempre com o mesmo padr&atilde;o em todos os canais e lojas. Principalmente, num cen&aacute;rio em muta&ccedil;&atilde;o, em que cada vez mais compramos e duplicamos entre locais de compra &ndash; o n&uacute;mero de retalhistas visitados mudou em Portugal. Atualmente em m&eacute;dia, cada comprador visita cinco retalhistas diferentes para fazer as suas compras! Portanto, &eacute; previs&iacute;vel que a &ldquo;batalha&rdquo; continue a intensificar-se. Na busca pela competitividade das marcas deveriam surgir fortes e inteligentes avalia&ccedil;&otilde;es de sortido: entre o On e o Offline, entre o especializado (PetsShops e cl&iacute;nicas veterin&aacute;rias) e os Hiper/Supers, entre o com&eacute;rcio tradicional e os Discounts, pois, o papel do comprador de cada retalhista ser&aacute; uma vari&aacute;vel cada vez mais crucial. E os fabricantes devem e t&ecirc;m de entender e aproveitar!</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 25 Sep 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Seguiremos-fiis-aos-nossos-patudos-com-esta-inflao</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[AscensÃ£o, queda e nova ascensÃ£o dos Eco-Actives]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Ascenso-queda-e-nova-ascenso-dos-Eco-Actives</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="font-size: x-large;">Novo estudo revela sinais de esperan&ccedil;a para a retoma das compras sustent&aacute;veis</span></p>
<p>A Kantar, Worldpanel Division, divulgou o quinto <a href="https://kantar.turtl.co/story/whocares-who-does-2023-p"><strong>Who Cares? Who Does?</strong></a><strong>, </strong>o maior estudo global sobre sustentabilidade, que envolveu mais de 112.000 compradores e que relaciona as atitudes e a&ccedil;&otilde;es sustent&aacute;veis dos consumidores com dados aprofundados sobre o comportamento de compra em todas as categorias de produtos de grande consumo, revelando como as marcas precisam de evoluir para aproveitar os cerca de 500 mil milh&otilde;es de d&oacute;lares anuais gastos em compras sustent&aacute;veis.</p>
<p><strong>Who Cares Who Does?</strong> identifica que o segmento "Eco-actives", constitu&iacute;do pelos compradores mais preocupados com o ambiente, recuperou do seu decl&iacute;nio relacionado com o custo de vida de 2022. Em 2023, o segmento de compradores preocupados com a sustentabilidade recuperou para representar 22% dos compradores, em compara&ccedil;&atilde;o com 18% em 2022 e 22% em 2021. Esses consumidores gastam quase 500 mil milh&otilde;es d&oacute;lares no mercado de FMCG a cada ano, com uma proje&ccedil;&atilde;o de atingir 1 trili&atilde;o em 2027.</p>
<p>Dito isto, 43% dos inquiridos afirmam que as restri&ccedil;&otilde;es financeiras est&atilde;o a dificultar a sua a&ccedil;&atilde;o sustent&aacute;vel. Isto sugere que as marcas que invistam em tornar as escolhas sustent&aacute;veis mais acess&iacute;veis, poder&atilde;o ser capazes de inverter a tend&ecirc;ncia que existe para os produtos de marca pr&oacute;pria &ndash; uma importante estrat&eacute;gia de sobreviv&ecirc;ncia durante a crise do custo de vida. Atualmente, os produtos comercializados de forma sustent&aacute;vel custam 70% mais do que o pre&ccedil;o m&eacute;dio da categoria. As t&aacute;ticas que garantir&atilde;o o regresso destes consumidores incluem a utiliza&ccedil;&atilde;o de embalagens sem pl&aacute;stico, ingredientes naturais e de origem local, o aumento das op&ccedil;&otilde;es de recarga e de reciclagem e a ado&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;ticas de com&eacute;rcio justo.</p>
<p><strong>O comportamento eco-consciente &eacute; agora mainstream</strong></p>
<p>No que diz respeito ao seu pr&oacute;prio comportamento, <strong>Who Cares? Who Does?</strong> constata que tr&ecirc;s quartos das pessoas (74%) levam os seus pr&oacute;prios sacos quando fazem compras (+3% desde 2019), incluindo quase metade das pessoas que utilizam sacos de tecido (+12%). Quase dois ter&ccedil;os dos consumidores utilizam agora garrafas reutiliz&aacute;veis, enquanto a utiliza&ccedil;&atilde;o de "copos para levar" est&aacute; a aproximar-se do estatuto de maioria &ndash; agora com 42% (+6%).</p>
<p>"Os h&aacute;bitos dos consumidores mudaram significativamente nos &uacute;ltimos anos. &Eacute; evidente que os retalhistas e as marcas podem moldar os h&aacute;bitos, oferecendo op&ccedil;&otilde;es e incentivos sustent&aacute;veis, enquanto os governos s&atilde;o cada vez mais vistos como respons&aacute;veis pela resolu&ccedil;&atilde;o das quest&otilde;es ambientais a um n&iacute;vel sist&eacute;mico. Ao alinharem as a&ccedil;&otilde;es com as necessidades e desejos em constante mudan&ccedil;a dos consumidores eco-conscientes, as marcas podem reconquistar os compradores que est&atilde;o a mudar em massa para produtos de marca branca e contribuir para um futuro mais sustent&aacute;vel", comenta a autora do estudo, Natalie Babbage.</p>
<p><strong>O pre&ccedil;o do progresso: equilibrar o custo de vida e os valores ambientais</strong></p>
<p>O estudo tamb&eacute;m revela:</p>
<ul>
<li>A crise do custo de vida est&aacute; a criar inadvertidamente um comportamento mais sustent&aacute;vel em &aacute;reas como o vestu&aacute;rio, onde o custo &eacute; um dos principais motores do crescimento das vendas de roupa em segunda m&atilde;o, enquanto o desperd&iacute;cio alimentar &eacute; agora uma grande preocupa&ccedil;&atilde;o para 24% das pessoas a n&iacute;vel mundial. As t&aacute;ticas dos consumidores para minimizar o desperd&iacute;cio alimentar incluem o armazenamento adequado dos alimentos (80%), fazer refei&ccedil;&otilde;es com as sobras (70%), planear as refei&ccedil;&otilde;es (64%), criar listas de compras (62%) e encontrar utiliza&ccedil;&otilde;es alternativas para os alimentos em risco de se estragarem (55%).</li>
<li>Os conceitos de sustentabilidade continuam a ser mal compreendidos pelos consumidores. Apenas 8% escolhem frequentemente produtos neutros em termos de carbono, invocando a sua pr&oacute;pria falta de compreens&atilde;o (24%) ou a disponibilidade de tais produtos (27%). No entanto, as embalagens recicl&aacute;veis s&atilde;o uma expetativa fundamental, com 72% a escolherem frequentemente ou ocasionalmente produtos com embalagens 100% recicl&aacute;veis.</li>
<li>A perce&ccedil;&atilde;o de que as op&ccedil;&otilde;es sustent&aacute;veis s&atilde;o caras continua a ser o principal obst&aacute;culo &agrave;s escolhas sustent&aacute;veis, com 60,9% a n&iacute;vel mundial a referir o custo como um obst&aacute;culo.</li>
</ul>
<p><strong>Natalie Babbage, Global LinkQ Solution Director, Worldpanel Division, Kantar</strong>, continua: a realidade em 2023 &eacute; que os media e o discurso p&uacute;blico desempenham um papel significativo no envolvimento com a sustentabilidade. Os governos t&ecirc;m poder de moldar o comportamento dos consumidores, atrav&eacute;s de a&ccedil;&otilde;es que afetam todas as pessoas, como a proibi&ccedil;&atilde;o de produtos espec&iacute;ficos. E, apesar de os consumidores desejarem produtos melhores, com menos impacto ambiental e menos res&iacute;duos, a sustentabilidade n&atilde;o &eacute;, realisticamente, o principal motor da maioria das decis&otilde;es, numa altura em que os or&ccedil;amentos est&atilde;o apertados. As marcas devem encarar o investimento na sustentabilidade como uma via para ganhar confian&ccedil;a, significando qualidade, sa&uacute;de e sabor."</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span><br /></span></p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 18 Sep 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Ascenso-queda-e-nova-ascenso-dos-Eco-Actives</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Webinar A receita para o sucesso]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar-A-receita-para-o-sucesso</link>
         <description><![CDATA[<p>N&atilde;o &eacute; novidade para ningu&eacute;m que, nos &uacute;ltimos anos, os h&aacute;bitos de consumo dos portugueses mudaram bastante. Principalmente devido &agrave; pandemia que levou a que mais refei&ccedil;&otilde;es fossem feitas em casa e menos fora. Mas qual &eacute; o contexto em 2023? Volt&aacute;mos a consumir em casa da mesma forma que faz&iacute;amos em 2019? O que podem as marcas fazer de diferente para crescer?</p>
<p>Novos h&aacute;bitos e din&acirc;micas de consumo vieram para ficar, sendo fundamental para as marcas estarem atentas para detetar oportunidades de crescimento. Compreender de forma profunda os h&aacute;bitos de consumo poder&aacute; desbloquear o crescimento, nomeadamente atrav&eacute;s da explora&ccedil;&atilde;o de novos territ&oacute;rios.</p>
<p>No pr&oacute;ximo dia 21 de setembro, &agrave;s <strong>10h00</strong>, <strong>Andreia Carvalho</strong>, Advanced Analytics Director, ir&aacute; explorar o contexto atual do consumo dentro de casa, explicando como sair do core pode ajudar as marcas a crescer e por fim, algumas hist&oacute;rias de sucesso.</p>
<p class="bodyCopy" style="text-align: center;"><br /><a href="https://event.on24.com/wcc/r/4340847/0C22DA38825DF7E09D48EAE534AEC65B">Registe-se</a></p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 06 Sep 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar-A-receita-para-o-sucesso</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Os portugueses nÃ£o se habituam: adaptam-se]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Os-portugueses-no-se-habituam-adaptam-se</link>
         <description><![CDATA[<p>O impacto da infla&ccedil;&atilde;o na vida dos portugueses est&aacute; espelhado em not&iacute;cias e manchetes todos os dias. Mesmo sendo um dos setores mais resilientes da economia, o retalho de bens de consumo tamb&eacute;m est&aacute; a ser afetado pela carteira mais limitada dos portugueses.</p>
<p><strong>Comprar menos quantidade</strong></p>
<p>Tendo um gasto em cada ato de compra ligeiramente abaixo dos 21,50&euro;, os consumidores tiveram que, no &uacute;ltimo ano, adaptar os seus h&aacute;bitos na hora de reabastecer frigor&iacute;ficos e despensas. A percentagem de portugueses que diz que faz uma lista de compras antes de sair de casa e se cinge a ela no momento das compras aumentou face ao ano anterior &ndash; &nbsp;uma clara tentativa de afastarem a tenta&ccedil;&atilde;o do impulso e ao mesmo tempo n&atilde;o ficar a faltar nenhum artigo.</p>
<p>Ainda assim, com o aumento dos pre&ccedil;os seria imposs&iacute;vel manter o mesmo n&iacute;vel de compra e gastar o mesmo. Os compradores reduziram a quantidade que compram em cada visita &agrave; loja, como forma de controlar tamb&eacute;m o gasto em cada ato de compra e, por consequ&ecirc;ncia, v&atilde;o mais frequentemente &agrave; loja.</p>
<p>Ao analisarmos o n&uacute;mero de categorias compradas em cada visita vemos que quase 50% das vezes que um portugu&ecirc;s entra numa loja leva at&eacute; tr&ecirc;s categorias para casa (cestas de necessidade imediata). Este peso das ocasi&otilde;es de compra de necessidade imediata &eacute; transversal a todos os tipos de loja: canal online, hipermercados, discounts e, claro, canal tradicional. Longe v&atilde;o os tempos em que os portugueses faziam compras de carrinho cheio, as chamadas &ldquo;compras do m&ecirc;s&rdquo;. Esses carrinhos com mais de 15 categorias valem hoje apenas 7% das ocasi&otilde;es de compra, com um ticket quatro vezes superior &agrave; m&eacute;dia, mas n&atilde;o s&atilde;o as cestas que mais valem para o total do mercado. As compras de proximidade (que t&ecirc;m entre 4 a 8 categorias) s&atilde;o as que mais pesam para FMCG, e se as juntarmos com as de necessidade imediata temos que 80% das ocasi&otilde;es de compra em Portugal t&ecirc;m apenas at&eacute; 8 categorias. Com a adapta&ccedil;&atilde;o do comprador &agrave; infla&ccedil;&atilde;o, estas compras n&atilde;o s&atilde;o s&oacute; as cestas mais importantes, s&atilde;o tamb&eacute;m as &uacute;nicas que est&atilde;o a crescer.</p>
<p>N&atilde;o foi s&oacute; no tamanho das cestas que o portugu&ecirc;s cortou. Existe uma tend&ecirc;ncia de contra&ccedil;&atilde;o de volume comprado em categorias b&aacute;sicas, como por exemplo Frescos e Mercearias, expressando a necessidade que os consumidores sentem em controlar os seus gastos em alimenta&ccedil;&atilde;o. Para al&eacute;m disso, o comprador procura tamb&eacute;m produtos com o mesmo benef&iacute;cio, mas a um pre&ccedil;o mais barato. T&ecirc;m sido sentidas altera&ccedil;&otilde;es de consumo dentro, por exemplo, da prote&iacute;na animal, que passa de peixe para carne e dentro da carne se move para as mais baratas e rent&aacute;veis.</p>
<p><strong>Comprar o mais barato</strong></p>
<p>Com um or&ccedil;amento ainda mais constrangido, o portugu&ecirc;s v&ecirc;-se for&ccedil;ado a fazer escolhas nas quais j&aacute; n&atilde;o pensava desde a &uacute;ltima crise econ&oacute;mica. No entanto, em 2023 o cen&aacute;rio no retalho de bens consumo em Portugal &eacute; bastante diferente do que t&iacute;nhamos na altura.</p>
<p>A marca pr&oacute;pria dos retalhistas cresceu significativamente nos &uacute;ltimos 10 anos, sendo um escape para quem procura uma compra mais barata, principalmente em momentos de maior dificuldade. 56% dos portugueses dizem que estas marcas t&ecirc;m tanta qualidade como as marcas de fabricante, mais 4pp do que no ano anterior. Sem sentir a qualidade da sua compra afetada, a subida dos pre&ccedil;os ajudou os compradores a acelerarem a tend&ecirc;ncia de crescimento das marcas da distribui&ccedil;&atilde;o que pesam quase 42% em FMCG sem Frescos no &uacute;ltimo ano.</p>
<p>Sabemos que h&aacute; retalhistas com posicionamentos fortes com a sua marca pr&oacute;pria e bastante mais dependentes dela, mas &eacute; nos players com menos peso de marca pr&oacute;pria que mais se nota o seu crescimento. Pressionados pela procura do comprador, e pela din&acirc;mica de concorr&ecirc;ncia do mercado, estes retalhistas fizeram uma aposta de desenvolvimento nas suas marcas pr&oacute;prias: com mais sortido, em mais categorias e com pre&ccedil;os extremamente competitivos. De forma transversal, h&aacute; mais portugueses a comprar marcas de distribui&ccedil;&atilde;o em praticamente todas as ins&iacute;gnias.</p>
<p>Por outro lado, a atividade promocional, o m&eacute;todo encontrado pelas marcas de fabricante para fazer face ao crescimento das marcas de distribui&ccedil;&atilde;o na &uacute;ltima crise, n&atilde;o tem sido suficiente para estancar a troca. Os portugueses habituaram-se &agrave; forte e constante din&acirc;mica promocional e hoje &eacute; percecionada como um elemento expect&aacute;vel ao entrar na loja. Ali&aacute;s, h&aacute; menos 12% de portugueses a informar-se das promo&ccedil;&otilde;es atrav&eacute;s dos folhetos do que h&aacute; cinco anos. Depois de entrar na loja o consumidor consulta as a&ccedil;&otilde;es promocionais em linear e faz a sua decis&atilde;o de compra entre marcas. A perce&ccedil;&atilde;o &eacute; que, nos &uacute;ltimos 10 anos e com a depend&ecirc;ncia gerada, a promo&ccedil;&atilde;o tornou-se &ldquo;pre&ccedil;o&rdquo; das marcas de fabricante.</p>
<p><strong>Comprar na loja &ldquo;melhor&rdquo;</strong></p>
<p>Para al&eacute;m de uma atividade promocional que era residual at&eacute; 2012, nos &uacute;ltimos anos tamb&eacute;m se desenvolveu o canal de discount: retalhistas com forte posicionamento de marcas pr&oacute;prias, com estrat&eacute;gia de pre&ccedil;os baixos todos os dias. Estes retalhistas foram os que conseguiram desenvolver-se mais no mercado: abriram lojas, conquistaram compradores e maximizaram o gasto do seu comprador em loja.</p>
<p>Cada portugu&ecirc;s visitou no &uacute;ltimo ano cerca de cinco ins&iacute;gnias para fazer as suas compras, um n&uacute;mero que cresceu versus 2019. Os compradores s&atilde;o cada vez menos leais aos retalhistas de forma transversal (com exce&ccedil;&atilde;o de algumas cadeias de discounts) experimentando e trocando mais procurando o melhor <em>value for money</em> quase categoria a categoria.</p>
<p>Os portugueses n&atilde;o v&atilde;o a todas as lojas procurar o mesmo. &Eacute; interessante quando vemos que em lojas com sortidos mais extensos destacam-se como driver de ida &agrave; loja categorias como o caf&eacute; e o vinho, em que o comprador sente a necessidade de ter variedade de produtos para escolher. Tamb&eacute;m os balc&otilde;es de atendimento de carne e peixe s&atilde;o geradores de tr&aacute;fego nestas lojas. J&aacute; nos retalhistas de sortido curto os compradores v&atilde;o mais frequentemente em busca da &aacute;rea de padaria e pastelaria, pela diversidade de produto, pela constante reposi&ccedil;&atilde;o e o pr&oacute;prio layout de loja que facilita a escolha do consumidor. Tamb&eacute;m procuram nestes retalhistas categorias de l&aacute;cteos e gelados, em que estes t&ecirc;m conseguido oferecer qualidade a pre&ccedil;o acess&iacute;vel com as suas marcas pr&oacute;prias.</p>
<p>A infla&ccedil;&atilde;o &eacute; um desafio que veio para ficar no retalho de bens de consumo. Compradores que contraem volume, mudam o que compram em busca do valor mais baixo e n&atilde;o se fidelizam com facilidade a marcas ou retalhistas. Em cada categoria h&aacute; valor para conquistar para marcas e retalhistas no mercado, e &eacute; preciso entender o comportamento do comprador para o conseguir.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 17 Aug 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Os-portugueses-no-se-habituam-adaptam-se</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Espelho meu, espelho meu, a Beleza reapareceu?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Espelho-meu-espelho-meu-a-Beleza-reapareceu</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Hipersuper%20Marco%202023.pdf">Hipersuper</a></p>
<p>Ap&oacute;s mais de dois anos de pandemia, que marcaram o in&iacute;cio dos novos anos 20, com uma quase unilateraliza&ccedil;&atilde;o de todos os temas do dia-a-dia em torno da incerteza gerada por essa realidade, em 2022 esta p&aacute;gina da hist&oacute;ria come&ccedil;ou a ser virada e, rapidamente, as manchetes voltaram a ser monopolizadas por quest&otilde;es econ&oacute;micas e dificuldades financeiras enfrentadas por muitas fam&iacute;lias nesta nova fase.</p>
<p>Na realidade portuguesa, ao observarmos os principais indicadores macroecon&oacute;micos ao longo das &uacute;ltimas d&eacute;cadas, encontramos os valores do PIB em m&aacute;ximos hist&oacute;ricos, tamb&eacute;m estes muito alicer&ccedil;ados nos n&uacute;meros recorde das exporta&ccedil;&otilde;es e a pr&oacute;pria taxa de desemprego aparentemente controlada em n&iacute;veis pouco alarmantes. Mas a verdade &eacute; que, apesar de todas estas mensagens positivas que v&atilde;o surgindo, h&aacute; um outro indicador macroecon&oacute;mico a remar contra esta mar&eacute;. Falamos obviamente da taxa de infla&ccedil;&atilde;o, que atingiu em 2022 novos m&aacute;ximos dos &uacute;ltimos 30 anos, e que por si s&oacute;, foi suficiente para colocar em causa todos os restantes indicadores macroecon&oacute;micos mais positivos e trazer de volta o &iacute;ndice de confian&ccedil;a dos portugueses a um n&iacute;vel t&atilde;o baixo quanto o que se havia registado no in&iacute;cio da pandemia.</p>
<p>O aumento dos pre&ccedil;os e a quebra dr&aacute;stica do n&iacute;vel de confian&ccedil;a dos portugueses t&ecirc;m efeitos muito pr&aacute;ticos e imediatos nos seus h&aacute;bitos de compra, e os bens de grande consumo (FMCG) t&ecirc;m sido severamente impactados, especialmente em termos dos seus volumes transacionados. Desde os setores de Alimenta&ccedil;&atilde;o e Bebidas, passando pela Higiene do Lar at&eacute; ao setor de Higiene e Beleza (H&amp;B), todos apresentaram perdas em volume em 2022, mas contrastando com o per&iacute;odo pand&eacute;mico, as categorias de H&amp;B aparentam j&aacute; ter ultrapassado a sua fase mais negativa, e as perdas ao longo do &uacute;ltimo ano foram menos vincadas do que nos restantes setores do FMCG.</p>
<p>As quebras em volume que ainda assim foram registadas em H&amp;B ficaram a dever-se tanto a uma redu&ccedil;&atilde;o no n&uacute;mero de ocasi&otilde;es de compra, como a uma redu&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de produtos comprados em cada uma dessas ocasi&otilde;es. Por outro lado, o pre&ccedil;o final pago pelos compradores neste setor cresceu abaixo da m&eacute;dia do FMCG, o que ajuda a explicar a quebra menos acentuada do seu volume. Desde o in&iacute;cio da crise inflacionista, que os portugueses t&ecirc;m vindo a encontrar solu&ccedil;&otilde;es para minimizar o peso da subida dos pre&ccedil;os nas suas carteiras, e uma das estrat&eacute;gias tem sido a substitui&ccedil;&atilde;o de marcas de fabricante (MDF) por marcas de distribui&ccedil;&atilde;o (MDD) mais baratas. Esse movimento &eacute; especialmente vis&iacute;vel no setor de H&amp;B, em que as categorias em que as MDF mais aumentaram o pre&ccedil;o, foram justamente aquelas em que as MDD mais ganharam compradores. Este ato de equilibrismo, tem ajudado os portugueses a controlar o pre&ccedil;o final pago nestes produtos, mas n&atilde;o resolve o problema por completo, uma vez que ao longo de 2022, 70% das categorias do setor acabaram mesmo por ficar mais caras, o que se refletiu, na maioria delas, numa perda de compradores e do investimento associado.</p>
<p>H&aacute;, no entanto, um grupo de produtos em H&amp;B que consegue, nesta fase, contrariar a perda de investimento por parte dos compradores. Se subdividirmos o setor em tr&ecirc;s grandes grupos de acordo com a sua fun&ccedil;&atilde;o: Higiene, Cuidado e Beleza, percebemos que o &uacute;ltimo &eacute; o &uacute;nico que consegue estimular um maior gasto por parte do shopper. &Eacute; o desejo dos portugueses por voltar a usar as categorias que durante a pandemia, num contexto de menor socializa&ccedil;&atilde;o e de mais trabalho remoto, haviam sido mais dispensadas. Mas agora as categorias de Beleza est&atilde;o a reaparecer e &eacute; fundamental os players do mercado descobrirem quais os grupos de compradores que mais contribuem para o seu ressurgimento. S&atilde;o os mais jovens, abaixo dos 35 anos, quem mais aumentou a fatia do seu budget dedicada &agrave; Beleza ao longo do &uacute;ltimo ano &ndash; especialmente por via de Col&oacute;nias e Perfumes. Mas s&atilde;o tamb&eacute;m os indiv&iacute;duos com menor poder de compra que se movem neste mesmo sentido. Num grupo de produtos como os de Beleza, em que as marcas da distribui&ccedil;&atilde;o continuam a ter mais dificuldades para penetrar e desenvolver novos SKUs com boa perce&ccedil;&atilde;o de qualidade, este &eacute; um momento de alerta para as marcas de fabricante, que devem adaptar os seus portef&oacute;lios a um perfil de comprador jovem e que pode at&eacute; ter menos rendimentos, mas que quer voltar a comprar estas categorias! Esta &eacute; tamb&eacute;m uma oportunidade para as MDF se voltarem a centrar nos targets mais jovens e com menor poder de compra, onde as MDD refor&ccedil;aram o seu posicionamento antes da pandemia, e que desde ent&atilde;o lhes tem dado capital suficiente para se aventurarem numa expans&atilde;o que vai al&eacute;m destes targets, atraindo ainda mais significativamente adultos de classe m&eacute;dia no &uacute;ltimo ano.</p>
<p>Outro motivo relevante, que contribuiu para a melhor performance dos produtos de Beleza, prende-se com as op&ccedil;&otilde;es de retalho onde os portugueses podem fazer as suas compras. Se durante a pandemia, os canais de compra especializados, como as perfumarias ou as lojas monomarca, com maior oferta em categorias de valor acrescentado, estiveram parcialmente ou, em alguns momentos, totalmente encerrados, nesta nova fase essa restri&ccedil;&atilde;o j&aacute; n&atilde;o se coloca, e os portugueses voltaram a ter estas lojas como op&ccedil;&atilde;o, o que estimulou a compra dos produtos mais associados a estas superf&iacute;cies, como os de Beleza. Em 2022, o canal das lojas monomarca e as vendas diretas por cat&aacute;logo voltaram a ganhar quota de mercado, em contraste com as perdas que se verificaram no canal de hipers e supermercados, que enfrentaram perdas de compradores mais significativas ao longo do &uacute;ltimo ano. Ainda assim, apesar da sua recupera&ccedil;&atilde;o, tanto o canal da venda direta como o das lojas monomarca, continuam abaixo da performance que tinham no pr&eacute;-pandemia. Ambos permanecem com uma intensidade de compra e n&uacute;mero de compradores inferior aos valores registados em 2019, especialmente no target adulto e com maior poder de compra. A venda direta ainda n&atilde;o recuperou nas categorias de Higiene e Cuidado, enquanto que as lojas monomarca ainda t&ecirc;m como desafio os produtos de Beleza.</p>
<p>Por outro lado, a Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna continua em mudan&ccedil;a. Se os hiper e supermercados continuam a perder espa&ccedil;o, os retalhistas de sortido curto continuam a abrir novas lojas, e com essa tend&ecirc;ncia recrutam novos compradores e ganham mais quota no mercado de H&amp;B. &Eacute; certo que h&aacute; uma parte consider&aacute;vel das perdas de alguns hipers e supermercados que s&atilde;o &ldquo;controladas&rdquo; e at&eacute; desenhadas de forma estrat&eacute;gica por estes. &Eacute; o caso das vendas de produtos de H&amp;B que deixam de acontecer dentro da &aacute;rea da loja dedicada a estas categorias e transitam para as parafarm&aacute;cias adjacentes que pertencem ao mesmo grupo. Nestes casos, esse movimento pode at&eacute; ser ben&eacute;fico, estando associado a potenciais incrementos das margens, pelo facto de as vendas passarem a ser feitas num espa&ccedil;o mais especializado e com produtos de marcas ou gamas superiores. Mas n&atilde;o h&aacute; como ignorar que outra parte igualmente significativa dessas perdas se trata de transfer&ecirc;ncias para outros players que s&atilde;o concorrentes efetivos. Neste caso, os retalhistas de sortido curto t&ecirc;m vindo a trabalhar na &ldquo;premiumiza&ccedil;&atilde;o&rdquo; do seu sortido de marca pr&oacute;pria, mesmo nas categorias de Beleza, em que o seu desafio de conquistar compradores tem sido mais complexo. Em simult&acirc;neo, noutros pa&iacute;ses europeus, como Fran&ccedil;a, j&aacute; celebram novas parcerias com marcas de fabricante, que ir&atilde;o dar espa&ccedil;os exclusivos a estas marcas dentro das lojas, que at&eacute; agora eram absolutamente dominadas por lineares quase exclusivos de MDD: uma realidade que poder&aacute; alastrar-se tamb&eacute;m a Portugal.</p>
<p>Sair&aacute; vencedor quem conseguir adaptar melhor o seu portef&oacute;lio a um shopper que procura regressar &agrave;s rotinas de Beleza, mas que pelas suas caracter&iacute;sticas et&aacute;rias ou sociais, e por imposi&ccedil;&atilde;o da realidade econ&oacute;mica atual, enfrenta constrangimentos no seu budget e, por isso, continuar&aacute; a procurar caminhos alternativos para ter novamente acesso aos produtos que mais anseia voltar comprar.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 07 Aug 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Espelho-meu-espelho-meu-a-Beleza-reapareceu</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Mimosa marca mais escolhida pela 11Âª. vez consecutiva]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Mimosa-marca-mais-escolhida-pela-11-vez-consecutiva</link>
         <description><![CDATA[<ul>
<li>A Mimosa &eacute; a marca mais escolhida em Portugal, pela 11&ordf;. consecutiva</li>
<li>Delta &eacute; a marca de bebidas mais escolhida (passa da segunda para a terceira posi&ccedil;&atilde;o)</li>
<li>Renova &eacute; a primeira marca de cuidado do lar no ranking (mant&eacute;m-se na nona posi&ccedil;&atilde;o)</li>
<li>A Colgate &eacute; a primeira marca de higiene no ranking (13&ordf; posi&ccedil;&atilde;o)</li>
<li>8 em cada 10 marcas do Top 10 s&atilde;o portuguesas</li>
<li>A Coca-cola, a marca mais escolhida no mundo, ocupa a 10&ordf; posi&ccedil;&atilde;o em Portugal</li>
<li>Nenhuma marca do Top 50 cresceu em Consumer Reach Points (CRP&rsquo;s)</li>
<li>Apenas 27% das marcas cresceram em valor, apesar da infla&ccedil;&atilde;o</li>
</ul>
<div>
<p>Mimosa continua a ser a marca de FMCG mais escolhida pelos consumidores em Portugal, pela 11&ordf;. vez consecutiva. De acordo com o relat&oacute;rio anual global das marcas mais escolhidas Brand Footprint da Kantar, a Mimosa foi retirada das prateleiras 39 milh&otilde;es de vezes. Esta marca foi seguida pela e Compal e pela Delta, que foram ambas retiradas das prateleiras 16 e 15 milh&otilde;es de vezes, respetivamente.</p>
<p>O Top 10 das marcas mais escolhidas em Portugal inclui tamb&eacute;m a Terra Nostra (quarto lugar), a Bimbo (quinto lugar) e a Agros (sexto lugar). Nobre, Gresso, Renova e Coca-Cola ocupam as restantes posi&ccedil;&otilde;es do Top 10, respetivamente.</p>
<p>O ranking Brand Footprint mede quantas vezes as marcas FMCG s&atilde;o compradas no ponto de venda, considerando quantos lares compraram cada marca e quantas vezes o fizeram durante um ano (CRP&rsquo;s).</p>
<p>Entre as 50 marcas mais escolhidas em Portugal, este ano, nenhuma marca conseguiu crescimento em CRP&rsquo;s, ou seja, nenhuma destas marcas conseguiu aumentar a sua presen&ccedil;a junto do compradores portugueses, num entorno em que o estes se multiplicam nas idas &agrave;s lojas e h&aacute; um maior n&uacute;mero de cestas de compras nas quais as marcas podem entrar.</p>
<p>Apesar de a maior parte das marcas presentes no Top 50 serem de alimenta&ccedil;&atilde;o e bebidas, existem tamb&eacute;m marcas de higiene e beleza e de cuidado do lar, havendo oito marcas destes setores no ranking. A Colgate, a Nivea, Dodot, s&atilde;o as &uacute;nicas marcas de higiene e beleza presentes no Top 50 e as mais escolhidas em Portugal neste setor, estando na 14&ordf;., 17&ordf;. e 41&ordf;. posi&ccedil;&otilde;es, respetivamente. Relativamente a cuidado do lar, Renova (nona posi&ccedil;&atilde;o), Fairy (26&ordf; posi&ccedil;&atilde;o), Sonasol (35&ordf;posi&ccedil;&atilde;o), Cif (36&ordf; posi&ccedil;&atilde;o) e Comfort (50&ordf;posi&ccedil;&atilde;o), sendo tamb&eacute;m as &uacute;nicas marcas de cuidado do lar presentes no Top 50.</p>
<p>De destacar que o desafio para as marcas tem sido constante e, em 2022, apenas 27% das marcas do estudo conseguiu crescer em Portugal. O contexto inflacion&aacute;rio e consequente downtrading favoreceu as Marcas da Distribui&ccedil;&atilde;o (MDD&rsquo;s).</p>
<p>No estudo destacam-se seis marcas que tiveram um forte crescimento, pelas estrat&eacute;gias que desenvolveram em 2022. S&atilde;o elas Omo, Yopro, Fanta, After Eight, Calv&eacute; e Monster.</p>
<p>Omo, marca da Unilever, voltou a estar mais presente na mente dos consumidores, reavivou a sua imagem, aumentou express&atilde;o em lares mais jovens e alcan&ccedil;ou uma penetra&ccedil;&atilde;o de 8,7% com crescimento em CRP&rsquo;s de +23%, subindo 18 posi&ccedil;&otilde;es no ranking geral.</p>
<p>A marca Yopro da Danone &eacute; um bom exemplo de como a inova&ccedil;&atilde;o pode culminar na conquista de v&aacute;rios objetivos, inova&ccedil;&atilde;o, mais categorias, mais presen&ccedil;a. A marca, que j&aacute; tinha oferta em iogurtes proteicos, alargou-se a outra categoria, nomeadamente, sobremesas com v&aacute;rias op&ccedil;&otilde;es, conseguindo criar novas motiva&ccedil;&otilde;es para chegar a mais momentos e targets de consumo.<br />Com uma penetra&ccedil;&atilde;o de 15,1% em 2022, mais 7.8pp comparado com 2020, Yopro fez este trajeto, atrav&eacute;s da inova&ccedil;&otilde;es que ganharam distribui&ccedil;&atilde;o ao longo do ano e constru&iacute;ram penetra&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>A marca Fanta, da Coca-Cola, entra no exemplo de sucesso de marcas que inovam atrav&eacute;s de mais targets e novas necessidades. Com um crescimento de +10,8% de CRPs, consegue uma penetra&ccedil;&atilde;o de 17,3%, alterando a sua imagem e intera&ccedil;&atilde;o com o consumidor. Desenvolveu uma campanha inovadora interativa, com uma identidade global, lan&ccedil;ando v&aacute;rios desafios aos consumidores da marca, com foco na Gen Z.</p>
<p>After Eight, da Nestl&eacute;, recentemente rejuvenesceu para se adaptar &agrave;s novas gera&ccedil;&otilde;es, atrav&eacute;s da inova&ccedil;&atilde;o, alterando os canais de comunica&ccedil;&atilde;o, diversificando os targets e com um portfolio de novos sabores e tamb&eacute;m novos formatos. Esta marca atingiu 14,4% dos lares, com um crescimento de CRP&rsquo;s de 6%</p>
<p>E Calv&eacute;, tamb&eacute;m da Unilever, surgiu com novo visual, apelou na comunica&ccedil;&atilde;o aos momentos de partilha, independentemente do gosto de cada um. Ganhou CRP&rsquo;s com uma clientela de 40,6%, dinamizando a mesma atrav&eacute;s de um consumo semanal mais frequente, mais ocasi&otilde;es e mais consumidores semanais, com foco em particular ao jantar: especialmente atrav&eacute;s de saladas, hamburguers, sandes, uma r&aacute;pida solu&ccedil;&atilde;o sempre &agrave; m&atilde;o.</p>
<p>A Monster, que ganha praticamente 20% de CRP&rsquo;s, &eacute; um bom exemplo de como uma presen&ccedil;a equilibrada na distribui&ccedil;&atilde;o pode fazer a diferen&ccedil;a. Trabalhou juntamente n&atilde;o s&oacute; com as ins&iacute;gnias l&iacute;deres, mas tamb&eacute;m com o sortido amplo em general, mas em particular no sortido curto.<br />Apresentou a&ccedil;&otilde;es diferenciadas em folheto, digital e f&iacute;sico e no ponto de venda, inseridas em campanhas de ativa&ccedil;&atilde;o da marca, resultando na constru&ccedil;&atilde;o da penetra&ccedil;&atilde;o da marca que remonta a 2020.</p>
<p>&ldquo;O ano de 2022 foi particularmente dif&iacute;cil para as marcas. Este ranking da Kantar revela isso mesmo: nenhuma marca do Top 50 conseguiu ganhar CRP&rsquo;s, ou seja, nenhuma destas marcas conseguiu estar mais presente nos lares portugueses. O contexto inflacionista e os consequentes aumentos das taxas de juro, levaram os portugueses a fazerem downtrading para as marcas da distribui&ccedil;&atilde;o. Ficar parado, n&atilde;o &eacute; op&ccedil;&atilde;o. As marcas precisam de arranjar estrat&eacute;gias que lhe permita ter mais presen&ccedil;a, mais categorias, mais inova&ccedil;&atilde;o (mais targets e novas necessidades) e mais momentos de consumo&rdquo;, afirma Marta Santos, Clients &amp; Analitcs Diretor em Portugal, da Kantar, Worldpanel Division,<br />Para saber mais sobre o Brand Footprint da Kantar, explore os dados, visitando https://www.kantar.com/campaigns/brand-footprint/explore-the-data</p>
<p><br /><strong>Brand Footprint: O estudo</strong></p>
<p><strong></strong>O Brand Footprint da Kantar, Worldpanel Division, &eacute; um estudo anual que representa 73% da popula&ccedil;&atilde;o mundial, em 53 mercados e em cinco continentes &ndash; cobrindo 86% do PIB global. Como parte do estudo, a Kantar monitoriza mais de 37.000 marcas em bebidas, alimenta&ccedil;&atilde;o, l&aacute;cteos, sa&uacute;de e beleza e limpeza do lar.<br />O Consumer Reach Point &eacute; a base deste ranking. Uma m&eacute;trica inovadora que mede quantos lares em todo o mundo est&atilde;o a comprar determinada marca (penetra&ccedil;&atilde;o) e com que frequ&ecirc;ncia (escolha do consumidor), dando uma representa&ccedil;&atilde;o real da escolha do comprador.</p>
</div>]]></description>
         <pubDate>Wed, 26 Jul 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Mimosa-marca-mais-escolhida-pela-11-vez-consecutiva</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Webinar Brand Footprint Portugal]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar-Brand-Footprint-Portugal</link>
         <description><![CDATA[<p class="bodyCopy">A realidade &eacute; que os shoppers est&atilde;o a tomar decis&otilde;es dif&iacute;ceis, por estes dias. Est&atilde;o a comprar menos, mas a pagar mais. Mas as marcas continuam a ser importantes. Porqu&ecirc;? Porque elas ressoam em n&oacute;s como seres humanos e n&oacute;s relacionamo-nos com elas.<br /><br />Neste Webinar,&nbsp;<strong>Marta Santos</strong>, Clients &amp; Analytics Director da Kantar em Portugal, ir&aacute; revelar o top das marcas mais escolhidas em Portugal, enquadrando-as no panorama crescente de resili&ecirc;ncia, bem como as conclus&otilde;es mais importantes deste estudo, incluindo:</p>
<ul>
<li class="bodyCopy">O contexto das marcas em 2023</li>
<li>A ascens&atilde;o das Marcas da Distribui&ccedil;&atilde;o e a implica&ccedil;&atilde;o para as marcas de fabricantes</li>
<li>Hist&oacute;rias de sucesso de marcas e alavancas para o crescimento</li>
</ul>
<p>O webinar vai acontecer no dia&nbsp;<strong>27 de julho</strong>, &agrave;s 10h00. N&atilde;o perca a oportunidade de ter insights valiosos sobre o mundo das marcas, tanto a n&iacute;vel global como a n&iacute;vel local.</p>
<p class="bodyCopy" style="text-align: center;"><br /><a href="https://event.on24.com/wcc/r/4286523/833B1DF55839D0947B86D355FBB4E0DF">Registe-se</a></p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 12 Jul 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar-Brand-Footprint-Portugal</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Discounts saem a ganhar com o aumento do custo de vida]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Discounts-saem-a-ganhar-com-a-aumento-do-custo-de-vida</link>
         <description><![CDATA[<p>O mercado&nbsp;global&nbsp;de FMCG registou um crescimento significativo devido ao efeito for&ccedil;ado da infla&ccedil;&atilde;o, de acordo com o relat&oacute;rio <a href="https://kantar.turtl.co/story/omnichannel-2023-p/page/1">Worldpanel Omnichannel da Kantar</a>. O mercado foi impulsionado em 4,8%, uma subida significativa em rela&ccedil;&atilde;o aos 2,6% registados em 2021. Como resultado, os Discounters emergiram como vencedores nas condi&ccedil;&otilde;es econ&oacute;micas dif&iacute;ceis para os compradores, sendo que o canal registou um crescimento de +10,3% &ndash; tornando-o o canal de crescimento mais r&aacute;pido em 2022.</p>
<p>As marcas pr&oacute;prias tamb&eacute;m est&atilde;o a crescer, &agrave; frente das marcas de fabricantes. Em quase todo o mundo, exceto na &Aacute;sia, a infla&ccedil;&atilde;o dos pre&ccedil;os dos alimentos est&aacute; acima dos 10%, o que significa que os consumidores est&atilde;o cada vez mais a adotar uma maior variedade de op&ccedil;&otilde;es de marca pr&oacute;pria. Na Gr&atilde;-Bretanha, em particular, onde as vendas de marcas pr&oacute;prias s&atilde;o mais elevadas na Europa, a quota de produtos de marca pr&oacute;pria aumentou de 49,6% em maio de 2021 para 51,2% em maio de 2023, aumentando ainda mais para 52,6% nas quatro semanas anteriores a meados de maio de 2023.</p>
<p>A aposta na marca pr&oacute;pria por parte do Aldi e do Lidl fez com que aumentassem a sua quota de mercado de marca pr&oacute;pria de 86,5 % em maio de 2021 para 87,8 % em maio de 2023.</p>
<p>O melhor desempenho da marca pr&oacute;pria em todos os canais resultou em ganhos de quota significativos no setor dos produtos de grande consumo. Mas os Discounts continuam a ser o basti&atilde;o da marca da distribui&ccedil;&atilde;o, com mais de 50% da quota de mercado, enquanto que as marcas de fabricantes dominam o canal online com uma quota de 87% em 2022. A Europa &eacute; a principal regi&atilde;o para a marca pr&oacute;pria, enquanto a &Aacute;sia e a Am&eacute;rica Latina continuam a favorecer fortemente as marcas de fabricantes, que representam mais de 95% dos gastos em produtos de grande consumo em ambas as regi&otilde;es.</p>
<p>No entanto, a hist&oacute;ria deste crescimento das marcas da distribui&ccedil;&atilde;o lan&ccedil;a uma sombra contrastante sobre outros retalhistas, incluindo as tradicionais Quatro Grandes do Reino Unido: Tesco, Sainsburys, Asda e Morrisons. Apesar de um aumento das suas vendas de marcas de distribuidor, ficam atr&aacute;s da Aldi e da Lidl no que diz respeito ao gasto dos compradores. Encontram-se agora numa situa&ccedil;&atilde;o dif&iacute;cil, com a sua quota de mercado das marcas de distribui&ccedil;&atilde;o a diminuir, enfrentam uma tarefa dif&iacute;cil: competir eficazmente com o poder crescente dos Discounts.</p>
<p><strong>O panorama regional</strong><strong></strong></p>
<p>Na maioria dos mercados, existe um desfasamento entre a infla&ccedil;&atilde;o e o crescimento do valor, com as vendas em valor a aumentarem 0,6% por cada 1% de infla&ccedil;&atilde;o em m&eacute;dia, o que demonstra como os compradores est&atilde;o a encontrar formas de contrariar o aumento dos pre&ccedil;os.</p>
<p>As ferramentas para combater a infla&ccedil;&atilde;o s&atilde;o variadas, mas surgiram tend&ecirc;ncias espec&iacute;ficas em diferentes mercados. A Am&eacute;rica Latina registou taxas de infla&ccedil;&atilde;o mais elevadas do que noutros pa&iacute;ses, o que se reflete no crescimento dos produtos de grande consumo. A Col&ocirc;mbia registou uma redu&ccedil;&atilde;o dos volumes, enquanto o M&eacute;xico ajustou o mix de produtos. A Europa, n&atilde;o habituada a n&iacute;veis de infla&ccedil;&atilde;o t&atilde;o elevados, combina ambas as t&aacute;ticas. Entretanto, o Egipto inclina-se para a redu&ccedil;&atilde;o do volume e os Emirados &Aacute;rabes Unidos utilizam um mix semelhante ao da Europa. Na &Aacute;sia, onde a infla&ccedil;&atilde;o &eacute; mais baixa, as t&aacute;ticas variam de mercado para mercado.</p>
<p><strong>A queda do canal online</strong><strong></strong></p>
<p>Embora o com&eacute;rcio eletr&oacute;nico tivesse nos &uacute;ltimos tempos uma trajet&oacute;ria ascendente, as compras online viram o seu crescimento desacelerar para +5,6% de 15,2% em 2021, tornando-o o terceiro canal de crescimento mais r&aacute;pido, tendo sido o que mais cresceu todos os anos na d&eacute;cada anterior. Este abrandamento foi impulsionado pela Europa Ocidental, especialmente pela Gr&atilde;-Bretanha, onde o canal sofreu uma perda de quota de 1%. Apesar disso, o com&eacute;rcio eletr&oacute;nico continuou a registar ganhos na &Aacute;sia e nos EUA, embora a um ritmo mais modesto.</p>
<p><strong>Benjamin Cawthray</strong>, Global Shopper Director na Kantar, Worldpanel Division, afirma: &ldquo;Em 2020, testemunh&aacute;mos um crescimento do volume impulsionado pelo recuo dos h&aacute;bitos de comer e beber fora de casa para dentro de casa. No entanto, nos &uacute;ltimos dois anos, registaram-se descidas cont&iacute;nuas do volume. &Agrave; medida que avan&ccedil;amos para 2023, a infla&ccedil;&atilde;o abrandou em muitos mercados, mas os pre&ccedil;os continuam elevados, especialmente no que diz respeito aos produtos alimentares. As marcas da distribui&ccedil;&atilde;o e os Discounts beneficiaram, assim, do desejo dos consumidores de poupar dinheiro, retirando quota &agrave;s marcas e aos grandes operadores. &Eacute; prov&aacute;vel que esta tend&ecirc;ncia se mantenha enquanto a infla&ccedil;&atilde;o e as press&otilde;es sobre o custo de vida pesarem sobre as finan&ccedil;as das fam&iacute;lias".</p>
<p><strong>Nota</strong>: Informa&ccedil;&atilde;o baseada em Painel de Lares de 50 pa&iacute;ses: Argentina, Bol&iacute;via, Brasil, Chile, Col&ocirc;mbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, M&eacute;xico, Nicar&aacute;gua, Panam&aacute;, Peru, EUA, &Aacute;ustria, B&eacute;lgica, Dinamarca, Fran&ccedil;a, Alemanha, Reino Unido, Gr&eacute;cia, Irlanda, It&aacute;lia, Pa&iacute;ses Baixos, Portugal, Espanha, Su&eacute;cia, Bulg&aacute;ria, Ch&eacute;quia Hungria, Pol&oacute;nia, Rom&eacute;nia, R&uacute;ssia, S&eacute;rvia, Eslov&aacute;quia, Egipto, Gana, Qu&eacute;nia, Marrocos, Nig&eacute;ria, China Continental, &Iacute;ndia, Indon&eacute;sia,&nbsp; Mal&aacute;sia, Filipinas, Coreia do Sul, Taiwan, Tail&acirc;ndia, Vietname.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 10 Jul 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Discounts-saem-a-ganhar-com-a-aumento-do-custo-de-vida</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Abracadabra: a compra para dentro de casa]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Abracadabra-a-compra-para-dentro-de-casa</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Grande%20Consumo%20Janeiro%20Fevereiro%202023.pdf">Grande Consumo</a></p>
<p>O FMCG enfrentou em 2022 muitos desafios como a infla&ccedil;&atilde;o, mudan&ccedil;as na cadeia de distribui&ccedil;&atilde;o, escassez de mat&eacute;rias-primas ou nova regulamenta&ccedil;&atilde;o na lei das promo&ccedil;&otilde;es. Consequentemente, mudan&ccedil;as no comportamento de compra dos consumidores, s&atilde;o mais do que esperadas. &Eacute; por isso que o &uacute;ltimo ano requer um olhar diferente! Um olhar que, tal como num truque de magia, seja poss&iacute;vel encontrar nestas mudan&ccedil;as oportunidades de crescimento.</p>
<p>Olhando para o comportamento de compra dos portugueses em 2022, &eacute; poss&iacute;vel um novo padr&atilde;o. No &uacute;ltimo ano, aumentaram as visitas aos supermercados como forma de encontrar a melhor oferta. E reduziram-se as cestas e o gasto em cada visita, como forma de contornar a infla&ccedil;&atilde;o e ir gerindo o dinheiro dispon&iacute;vel. Quando se espelha este reajuste nas diferentes categorias de FMCG, no que respeita &agrave; evolu&ccedil;&atilde;o das visitas, este driver tem movido mais de um ter&ccedil;o das categorias. E por isso, neste reajuste &eacute; essencial capitalizar cada visita.</p>
<p>Tamb&eacute;m nas lojas visitadas, h&aacute; mais movimentos a ter em conta. Em primeiro lugar, os dois principais players do mercado, Sonae e Jer&oacute;nimo Martins, tamb&eacute;m est&atilde;o a reajustar o seu posicionamento, depois de dois anos muito at&iacute;picos e aproveitados de formas diferentes. A Sonae acaba em 2022 com uma quota de 26.9% e a Jer&oacute;nimo Martins com 22.4% de todo o gasto em FMCG. Em segundo lugar, destacar a consolida&ccedil;&atilde;o dos discounts alem&atilde;es em Portugal. Lidl e Aldi, ap&oacute;s quatro anos consecutivos, conseguem chegar a mais fam&iacute;lias e consolidar juntos 15% do valor em FMCG.</p>
<p>Fazer magia &eacute; necess&aacute;rio, pelo dif&iacute;cil ano de 2022, mas tamb&eacute;m pelo facto de muitos desafios para o consumidor se manterem ou at&eacute; piorarem em 2023. Por isso, face a este cen&aacute;rio &eacute; preciso encontrar que coelhos retirar da cartola, como forma de antecipar e encontrar truques para atrair consumidores.</p>
<p><strong>Adaptar os truques de magia para cada target</strong></p>
<p>Olhar para diferentes targets &eacute; perceber como diversificar a atual base de clientes e expandir o seu alcance.</p>
<p>As classes sociais baixas, com limitados recursos financeiros, s&atilde;o aquelas que mais desafios enfrentam no que respeita &agrave; distribui&ccedil;&atilde;o do or&ccedil;amento familiar, nas diferentes &aacute;reas das suas vidas. S&atilde;o aquelas que, mesmo pensado em alimenta&ccedil;&atilde;o e bebidas, ter&atilde;o de fazer magia com o or&ccedil;amento que t&ecirc;m quando v&ecirc;em tudo ficar mais caro. Por isso, seria realista pensar que s&atilde;o pessoas que se focariam apenas nos alimentos mais b&aacute;sicos. Mas, para fazer magia &eacute; importante n&atilde;o olhar para os limites e sim iludir os desejos com pequenos mimos, mesmo que estejamos a falar do consumo em casa. Olhar para estas classes, &eacute; perceber que na sua compra existem v&aacute;rios produtos ligados &agrave; indulg&ecirc;ncia como especialidades de caf&eacute;, leite condensado, refrigerantes ou achocolatados em p&oacute; que se destacam. Tomando o exemplo de especialidades de caf&eacute;, um t&iacute;pico cappuccino ou latte macchiato, &eacute; poss&iacute;vel verificar que a compra destes targets est&aacute; 20% acima da m&eacute;dia.</p>
<p>A magia de o consumidor encontrar na alimenta&ccedil;&atilde;o e bebidas formas de se compensar, estende-se tamb&eacute;m a outros sectores do FMCG. Higiene e Beleza, muito afetado pelos anos da pandemia, tem vindo a recuperar compradores. Produtos de maquilhagem, por exemplo, t&ecirc;m voltado a ser atrativos para o consumidor portugu&ecirc;s. Por detr&aacute;s desta recupera&ccedil;&atilde;o, &eacute; poss&iacute;vel ver um fen&oacute;meno que j&aacute; acontece desde as crises dos anos 2000. O efeito do &ldquo;Lipstick Index&rdquo;, onde as pessoas tendem a procurar por produtos mais acess&iacute;veis, por exemplo batons, como forma de lidar com a necess&aacute;ria redu&ccedil;&atilde;o de gastos noutras &aacute;reas. Neste caso, mais de 90% desta tend&ecirc;ncia, resulta de uma maior procura das classes baixas e m&eacute;dias.</p>
<p>Assim, compreender as prefer&ecirc;ncias de cada p&uacute;blico-alvo &eacute; perceber nas mudan&ccedil;as de consumo a forma de posicionar as marcas no centro das necessidades de cada consumidor.</p>
<p><strong>Encantar compradores, desvendando os seus segredos</strong></p>
<p>Encantar compradores &eacute; comunicar benef&iacute;cios claros. Cereais e leite s&atilde;o dois exemplos de duas categorias amplamente consumidas pelos portugueses, mas que n&atilde;o t&ecirc;m conseguido reter compradores. A forma de contornar esta perda de atratividade, &eacute; olhar para aquilo que os consumidores hoje procuram nestes produtos. Hoje em dia, os consumidores procuram benef&iacute;cios concretos nos produtos, por isso conceitos como &ldquo;linha&rdquo; ou &ldquo;magro&rdquo; j&aacute; n&atilde;o fazem sentido. Para Cereais, ser uma fonte de fibra j&aacute; conquista 47% dos portugueses. No leite, o beneficio de n&atilde;o ter lactose, atrai mais de 7p.p de compradores. Assim, perceber que benef&iacute;cios valoriza e procura o consumidor &eacute; chave para atrair os portugueses e ainda fazer com que este esteja disposto a pagar mais por um produto diferenciado.</p>
<p>Fazer magia &eacute; combinar diferentes possibilidades! Estas possibilidades est&atilde;o espalhadas ao longo do dia, nas 18 horas que o consumidor passa acordado. Este truque de magia n&atilde;o &eacute; novo, mas precisa ser renovado. O consumo n&atilde;o s&oacute; mudou pela infla&ccedil;&atilde;o, mas tamb&eacute;m pela consolida&ccedil;&atilde;o dos novos h&aacute;bitos que vieram desde a pandemia. Aproveitar cada hora do dia, &eacute; ainda mais importante, quando com o teletrabalho estabelecido, passaram a existir mais oportunidade de consumo que permaneceram em casa.</p>
<p>E al&eacute;m de conhecer todas as possibilidades de consumo, entender tamb&eacute;m que motiva&ccedil;&otilde;es est&atilde;o por detr&aacute;s de cada momento. No pequeno-almo&ccedil;o, a procura por algo estimulante, energ&eacute;tico e ligado ao h&aacute;bito &eacute; o que mais se destaca. Mas no jantar, algo diferente, r&aacute;pido e at&eacute; f&aacute;cil de preparar s&atilde;o as motiva&ccedil;&otilde;es mais procuradas. Por isso, por detr&aacute;s do consumo, existem oportunidades reais que s&atilde;o necess&aacute;rias conhecer para posicionar e comunicar diferentes produtos.</p>
<p><strong>Desvendar o mist&eacute;rio do papel das marcas em cada retalhista</strong></p>
<p>Num mercado como o de Portugal, onde os consumidores visitam em m&eacute;dia tr&ecirc;s lojas por m&ecirc;s, falar de fidelidade &eacute; como descobrir o pote de tesouro no fim do arco-&iacute;ris. Assim, para reter o maior gasto poss&iacute;vel dentro de uma loja, &eacute; preciso desvendar aquilo que o consumidor est&aacute; &agrave; procura.</p>
<p>&Eacute; por isso, que mesmo diante de um contexto econ&oacute;mico dif&iacute;cil, &eacute; ainda mais importante equilibrar a oferta de forma a ir de encontro &agrave;s necessidades do consumidor. E para isso &eacute; crucial conhecer o que este procura dentro da loja e na concorr&ecirc;ncia. Desvendar este mist&eacute;rio &eacute; compreender o espa&ccedil;o de cada marca e otimizar o sortido para recrutar os consumidores.</p>
<p>Para isso, o primeiro coelho a sair da cartola, &eacute; que mesmo perante um cen&aacute;rio inflacionista &eacute; necess&aacute;rio um equil&iacute;brio entre a oferta de marcas de fabricante e marcas da distribui&ccedil;&atilde;o. Partindo as compras dos portugueses, em compras que (1) s&oacute; levam produtos de MDF, (2) s&oacute; levam produtos de MDD e (3) levam um mix de cada, &eacute; poss&iacute;vel verificar que 15% do gasto em FMCG &eacute; feito por compras que s&oacute; levam MDF. E mesmo diante de retalhistas, como discounts, onde a oferta &eacute; principalmente centrada em MDD, existe 5% do gasto exclusivamente dedicado a compras em que s&oacute; levam marcas de fabricante.</p>
<p>Por outro lado, pensando em termos de rentabilidade, o segundo coelho a sair da cartola diz que as cestas que apenas cont&ecirc;m produtos de MDF geram mais visitas &agrave;s lojas e um maior gasto do que cestas que apenas levam MDD.</p>
<p>&Eacute; por isso, que mesmo diante de um contexto econ&oacute;mico dif&iacute;cil, &eacute; ainda mais importante equilibrar a oferta de forma a ir de encontro &agrave;s necessidades do consumidor. E para isso &eacute; crucial conhecer o que este procura dentro da loja e na concorr&ecirc;ncia. Desvendar este mist&eacute;rio &eacute; compreender o espa&ccedil;o de cada marca e otimizar o sortido para recrutar os consumidores.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 27 Jun 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Abracadabra-a-compra-para-dentro-de-casa</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[CaÃ§adores de Mitos: EdiÃ§Ã£o CombustÃ­veis]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Caadores-de-Mitos-Edio-Combustveis</link>
         <description><![CDATA[<p>Muito j&aacute; se tem escrito sobre o aumento de pre&ccedil;os dos combust&iacute;veis e como isso impactou o comportamento de compra dos portugueses. O sobe e desce de pre&ccedil;os semana a semana for&ccedil;ou ajustes e adapta&ccedil;&otilde;es: vamos mais vezes abastecer o carro, pagamos mais de cada vez, mas metemos menos litros do que no ano anterior. Haver&aacute; mitos que ainda n&atilde;o foram postos &agrave; prova?</p>
<p><strong>Mito 1. Atrair os abastecimentos mais pequenos &eacute; fundamental para ter uma s&oacute;lida posi&ccedil;&atilde;o no mercado</strong></p>
<p>Existem mais 740 mil automobilistas a fazerem abastecimentos abaixo dos 20&euro; do que no ano anterior, sendo que em 2022 estes abastecimentos tiveram um peso ligeiramente superior a 2021 no valor do mercado. No entanto, quando falamos de ve&iacute;culos abastecidos sempre at&eacute; aos 40&euro;, estamos a referir-nos apenas a 6,4% dos ve&iacute;culos e a um ter&ccedil;o do peso em valor.</p>
<p>Olhemos para o outro lado da balan&ccedil;a: ve&iacute;culos que s&oacute; fazem abastecimentos acima dos 60&euro; (considera-se aqui como atestar o carro). Estes s&atilde;o apenas 3,9% de todos os ve&iacute;culos, representam o mesmo em valor e t&ecirc;m uma m&eacute;dia de gasto por ato de 85&euro; (quase o dobro do mercado).</p>
<p>Em 2022, os abastecimentos acima dos 60&euro; representaram 52% de todo o valor do mercado, e cresceram face ao ano anterior. Apesar das oscila&ccedil;&otilde;es de pre&ccedil;os, estes s&atilde;o os grandes decisores de quota. Os automobilistas v&atilde;o gerindo os seus abastecimentos segundo as suas necessidades, mas num ponto ou outro do tempo, 80% dos portugueses acabou por fazer um abastecimento de mais de 60&euro; em 2022.</p>
<p><strong>Mito 2. Portugueses passaram a abastecer mais ao fim de semana</strong></p>
<p>Em Junho de 2022 a Kantar j&aacute; tinha confirmado que era um mito: os portugueses sempre abasteceram mais os seus carros ao fim de semana, porque &eacute; quando t&ecirc;m mais tempo livre e, portanto, neste sentido, n&atilde;o se verificou altera&ccedil;&atilde;o de comportamento. No entanto, na segunda metade do ano as oscila&ccedil;&otilde;es de pre&ccedil;o tornaram-se mais frequentes e isso levou a um pequeno ajuste, mas n&atilde;o ao fim de semana. Foram os abastecimentos &agrave; segunda e &agrave; sexta-feira que cresceram ligeiramente face ao ano anterior.</p>
<p>Os portugueses esperam pela descida de pre&ccedil;o &agrave; segunda-feira para atestar os seus carros (com abastecimentos acima dos 60&euro;). Ali&aacute;s, o motivo de escolha para o posto de abastecimento que mais se destaca &agrave; segunda e &agrave; ter&ccedil;a-feira, face aos outros dias da semana &eacute; mesmo o pre&ccedil;o do combust&iacute;vel. O mesmo acontece &agrave; sexta-feira, quando come&ccedil;am algumas promo&ccedil;&otilde;es/descontos de fim de semana.</p>
<p>&Eacute; interessante observar que o meio da semana parece ficar perdido para a &ldquo;necessidade&rdquo; e a &ldquo;urg&ecirc;ncia&rdquo;. &Agrave; quarta e &agrave; quinta-feira, o motivo de escolha do posto de abastecimento que mais se destaca face aos restantes dias &eacute; mesmo ter o ve&iacute;culo na reserva e o posto de abastecimento ser &ldquo;perto/no caminho&rdquo;. Ao mesmo tempo, &eacute; nestes dias que mais se destacam os abastecimentos abaixo de 20&euro;.</p>
<p>Ao fim de semana, ter um cart&atilde;o de fideliza&ccedil;&atilde;o/desconto e a confian&ccedil;a na marca destacam-se na escolha do posto de abastecimento. Efetivamente, existiu um pequeno ajuste na compra dos portugueses durante o fim de semana, mas s&oacute; ao domingo: atesta-se menos e h&aacute; mais abastecimentos at&eacute; aos 40&euro;, possivelmente na expectativa da descida de pre&ccedil;o no dia seguinte.</p>
<p><strong>Mito 3. Os cart&otilde;es e descontos s&atilde;o determinantes para o abastecer o carro</strong></p>
<p>A prolifera&ccedil;&atilde;o de parcerias, cart&otilde;es e sistemas de lealdade no mercado dos combust&iacute;veis faz parecer que se tornou quase banal ter um cart&atilde;o. Em m&eacute;dia, cada ve&iacute;culo usa mais de dois cart&otilde;es para abastecer. De todos os cart&otilde;es no mercado, h&aacute; um cart&atilde;o parceiro do retalho alimentar que se destaca por ser usado por mais de metade dos ve&iacute;culos portugueses. Ali&aacute;s, dos dois cart&otilde;es que cada ve&iacute;culo utiliza, um &eacute; de uma parceria com retalho alimentar.</p>
<p>Mas ser&aacute; de facto <em>driver</em> de valor para as gasolineiras ter parcerias e oferecer descontos? Um dos motivos de escolha do posto de abastecimento que se destaca quando se fala em atestar o carro (abastecimento superior a 60&euro;) &eacute; o ter um cart&atilde;o de fideliza&ccedil;&atilde;o/desconto, sendo que 66% dos ve&iacute;culos que atestam usam desconto em algum momento. Mais, os abastecimentos feitos com desconto t&ecirc;m um gasto por abastecimento 14% superior aos que n&atilde;o t&ecirc;m um desconto associado. Por outro lado, as parcerias com o retalho alimentar representam j&aacute; 30% do valor do mercado de combust&iacute;veis, e estas trazem, em m&eacute;dia, um ganho ainda maior com um gasto por abastecimento 19% superior <em>vs</em> a m&eacute;dia do mercado.</p>
<p>Ent&atilde;o todos os cart&otilde;es e parcerias geram valor? Como em tudo na vida n&atilde;o h&aacute; solu&ccedil;&otilde;es absolutas e perfeitas. Existem cart&otilde;es de lealdade de gasolineiras com confort&aacute;veis bases de compradores que n&atilde;o geram valor adicional nos abastecimentos para a marca. Tamb&eacute;m h&aacute; parcerias com o retalho alimentar que representam gastos m&eacute;dios inferiores aos abastecimentos efetuados com os cart&otilde;es das pr&oacute;prias gasolineiras. H&aacute; que estudar o comprador de cada marca e entender o que procura, quando e quais s&atilde;o os benef&iacute;cios que o trazem ao posto de abastecimento.</p>
<p><strong>Mito 4. As marcas n&atilde;o geram valor, os portugueses s&oacute; procuram <em>low-cost</em>.</strong></p>
<p>O pre&ccedil;o do combust&iacute;vel &eacute; o segundo motivo de escolha do posto de abastecimento mais forte do mercado e destaca-se especialmente nos abastecimentos abaixo de 40&euro;. O principal motivo &eacute; a localiza&ccedil;&atilde;o, o estar perto ou a caminho na hora de escolher um posto de abastecimento e sobressai-se nos abastecimentos abaixo de 20&euro;.</p>
<p>De facto, as marcas <em>low cost</em> conquistaram terreno nos &uacute;ltimos anos e ganharam quota de mercado, mas o seu terreno forte s&atilde;o os abastecimentos abaixo dos 40&euro;. Contudo, j&aacute; referimos no Mito 1 que estes s&atilde;o os abastecimentos que menos valem no mercado.</p>
<p>Na hora de atestar o ve&iacute;culo, os automobilistas portugueses d&atilde;o especial valor &agrave; qualidade dos produtos e tamb&eacute;m &agrave; confian&ccedil;a na marca e &eacute; nestes abastecimentos que se destacam as gasolineiras de marca com quotas que chegam a ser 30% superiores &agrave; sua m&eacute;dia.</p>
<p>Assim, vemos que os grandes vencedores de 2022 s&atilde;o a Cepsa e a Prio. Ambas recrutam compradores e mais abastecimentos por comprador, ganhando quota no mercado de abastecimento particular. Dois posicionamentos distinto que levaram ao sucesso: constru&ccedil;&atilde;o de fidelidade via cart&atilde;o e experi&ecirc;ncia, no primeiro caso e posicionamento de pre&ccedil;o baixo, no segundo.</p>
<p>No polo oposto est&aacute; a BP, que perde abastecimentos, cresce menos de metade do mercado e perde 3pp de quota. Tamb&eacute;m as Marcas de Distribui&ccedil;&atilde;o deixam de ser t&atilde;o atrativas para os automobilistas portugueses, n&atilde;o encontrando a valoriza&ccedil;&atilde;o suficiente no seu posicionamento <em>low cost</em> para justificar a desloca&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>O mercado dos combust&iacute;veis est&aacute; cada vez mais competitivo. Seja pre&ccedil;o, qualidade, cart&otilde;es de lealdade/parcerias, ou at&eacute; mesmo localiza&ccedil;&atilde;o, as escolhas dos compradores est&atilde;o cada vez mais vol&aacute;teis. Ao longo destas linhas vimos mais do que um exemplo de indicadores positivos e de valoriza&ccedil;&atilde;o, que depois n&atilde;o se revelam incrementais para as marcas. &Eacute; necess&aacute;rio conhecer o comprador e a concorr&ecirc;ncia para entender qu&atilde;o s&oacute;lida &eacute; a posi&ccedil;&atilde;o de uma marca no mercado, e quais os pontos a trabalhar para conquistar valor.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 07 Jun 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Caadores-de-Mitos-Edio-Combustveis</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Marcas da DistribuiÃ§Ã£o, comprar menos e Discounts]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Marcas-da-Distribuio-comprar-menos-e-Discounts</link>
         <description><![CDATA[<p>A Kantar revelou o seu estudo anual Brand Footprint, uma an&aacute;lise pormenorizada dos h&aacute;bitos de compra a n&iacute;vel mundial. O estudo resume os h&aacute;bitos de compra efetivos dos consumidores em 53 pa&iacute;ses, representando 86% da popula&ccedil;&atilde;o mundial, &agrave; medida que estes gerem os seus agregados familiares atrav&eacute;s da crise do custo de vida. Num contexto de infla&ccedil;&atilde;o de dois d&iacute;gitos dos pre&ccedil;os dos produtos alimentares, as despesas globais das fam&iacute;lias com produtos de grande consumo aumentaram 4,8% em 2022, enquanto o volume de artigos comprados aumentou apenas 0,1%, demonstrando que os consumidores pagaram mais por menos artigos, mesmo quando trocaram para alternativas mais baratas.</p>
<p>O relat&oacute;rio Brand Footprint da Kantar revela a mudan&ccedil;a nos h&aacute;bitos de compra dos consumidores, devido &agrave; infla&ccedil;&atilde;o global e &agrave; crise do custo de vida, com as fam&iacute;lias a optarem cada vez mais por marcas pr&oacute;prias (+6,3%), retalhistas mais baratos (+10,2%) e marcas mais pequenas e locais. As despesas em marcas da distribui&ccedil;&atilde;o aumentaram 2,6%. A an&aacute;lise tamb&eacute;m mostra que o crescimento das marcas de FMCG reside na atra&ccedil;&atilde;o de novos clientes (aumento da penetra&ccedil;&atilde;o) e n&atilde;o na reten&ccedil;&atilde;o e expans&atilde;o dos clientes existentes (aumento da frequ&ecirc;ncia).</p>
<p>&nbsp;O relat&oacute;rio deste ano tamb&eacute;m identificou que:</p>
<ul>
<li>O n&uacute;mero de artigos comprados permaneceu est&aacute;tico pela primeira vez &ndash; 0,1% de crescimento contra 2,6% nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos &ndash; mesmo com o n&uacute;mero de lares a aumentar 1,9%.</li>
<li>O gasto m&eacute;dio por ocasi&atilde;o de compra aumentou 3,5%, enquanto que o volume diminuiu, em m&eacute;dia, -1,5% ao longo do ano.</li>
<li>As vendas em valor das marcas da distribui&ccedil;&atilde;o (MDD) foram mais elevadas no Reino Unido, representando 49,4% do gasto (mais 1,6%); em Espanha a MDD cresceu mais rapidamente, +13% (mais 3,4% pontos), enquanto em Fran&ccedil;a, apesar do crescimento, perderam quota (menos 0,7% pontos)</li>
<li>A n&iacute;vel mundial, os agregados familiares compram, em m&eacute;dia, 61,3 marcas por ano. Os agregados familiares dos EUA compram, em m&eacute;dia, 105,8 marcas diferentes por ano</li>
<li>O crescimento online abrandou para +5,7% a n&iacute;vel global, devido &agrave; Europa Ocidental, onde o canal perdeu quota, sendo a Gr&atilde;-Bretanha a principal fonte de perda, embora o canal tenha ganho na &Aacute;sia e nos EUA.&nbsp;</li>
</ul>
<p><strong>Marcas com melhor desempenho</strong></p>
<p>Pelo 11&ordm; ano consecutivo, a <strong>Coca-Cola</strong> &eacute; a marca mais escolhida no planeta, seguida da <strong>Colgate</strong> e da <strong>Maggi</strong>. A Sprite &eacute; a marca de crescimento mais r&aacute;pido a n&iacute;vel mundial, com um recorde de 33,8 milh&otilde;es de novos compradores (aumentando a sua penetra&ccedil;&atilde;o nos lares em +2,3% pontos), gra&ccedil;as, em grande parte, ao lan&ccedil;amento da Sprite Zero na China e ao facto de se ter tornado uma marca de mil milh&otilde;es de unidades na &Iacute;ndia.&nbsp;</p>
<p>O top 10 das marcas permanece inalterado, embora com algumas mudan&ccedil;as nas suas posi&ccedil;&otilde;es, com a Lay's a subir dois lugares, de 6 para 4 e a Sunsilk a passar de 9 para 7.</p>
<p><strong>Destaques do desempenho das marcas</strong></p>
<p>A an&aacute;lise da Kantar mostra que o crescimento das marcas de FMCG reside na conquista de novos clientes (penetra&ccedil;&atilde;o) em vez de reter e expandir os existentes (frequ&ecirc;ncia). 88% das marcas em crescimento encontraram mais compradores &ndash; acima dos 86% em 2021. Nove marcas aumentaram o seu alcance de mercado em mais de 20 milh&otilde;es de lares, aumentando respetivamente a sua taxa de penetra&ccedil;&atilde;o nos lares entre 1,2% e 2,3%:</p>
<ul>
<li>A Sunsilk, da Unilever, alcan&ccedil;ou um sucesso impressionante no setor dos cuidados para cabelo, ao oferecer produtos a pre&ccedil;os razo&aacute;veis. A marca encontrou 32,2 milh&otilde;es de novos compradores, teve um crescimento de 14% nos Consumer Reach Points (CRP) e subiu dois lugares na classifica&ccedil;&atilde;o global &ndash; gra&ccedil;as ao seu desempenho excecional em mercados importantes como a &Iacute;ndia, as Filipinas, o Bangladesh e o Brasil.</li>
<li>A Oreo alcan&ccedil;ou um sucesso not&aacute;vel, expandindo a marca para ofertas que v&atilde;o al&eacute;m dos seus produtos tradicionais de bolachas. Um exemplo disto &eacute; a linha de produtos congelados da Oreo, que inclui uma variedade de gelados, cones, potes e sandu&iacute;ches. Esta iniciativa ajudou a Oreo a encontrar 26 milh&otilde;es de novos compradores em novos mercados.</li>
<li>O aparecimento de marcas de pequena escala deve estar no radar das grandes marcas j&aacute; estabelecidas, uma vez que as primeiras demonstraram a sua capacidade de garantir um lugar nos cabazes de compras dos consumidores, atrav&eacute;s de ofertas de produtos distintos. A Pears e a Ricola ganharam ambas 0,8 pontos de penetra&ccedil;&atilde;o, o que equivale a 9,5 milh&otilde;es e 10,7 milh&otilde;es de compradores, respetivamente. A evolu&ccedil;&atilde;o das prefer&ecirc;ncias dos consumidores estimulou uma maior experimenta&ccedil;&atilde;o e estas marcas s&atilde;o a prova desta mudan&ccedil;a de paradigma.</li>
</ul>
<p>Para ler o relat&oacute;rio completo, explore os dados em <a href="https://kantar.turtl.co/story/brand-footprint-2023-p">Brand Footprint</a></p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 19 May 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Marcas-da-Distribuio-comprar-menos-e-Discounts</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[O preÃ§o incerto em Bolachas]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/O-preo-incerto-em-Bolachas</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Hipersuper%20Janeiro%202023.pdf">Hipersuper</a></p>
<p>Os novos anos 20 n&atilde;o poderiam ser mais diferentes do que aqueles que caracterizaram a mesma d&eacute;cada no s&eacute;culo passado. Se nessa altura a prosperidade no mundo ocidental trouxe uma enorme expans&atilde;o da compra de bens de consumo, os &uacute;ltimos anos que vivemos contrastam ao apresentarem a constante incerteza como aquilo que melhor os define.</p>
<p>&Eacute; certo que h&aacute; determinadas coisas que n&atilde;o mudam mesmo em tempos de incerteza, como o facto de o motor dos bens de grande consumo alimentar (FMCG) continuarem a ser os Frescos, que levam os portugueses &agrave;s lojas sensivelmente a cada tr&ecirc;s dias. No que diz respeito &agrave; alimenta&ccedil;&atilde;o embalada, tamb&eacute;m n&atilde;o surpreender&aacute; continuarmos a ver os Iogurtes e o Leite ocuparem as primeiras posi&ccedil;&otilde;es entre as categorias mais compradas. Mas se interrogar o leitor sobre qual a categoria que fecha o TOP3 dos produtos embalados, ser&aacute; a resposta t&atilde;o f&aacute;cil de dar? Essa categoria &eacute; a de Bolachas, um produto t&atilde;o habitual na vida dos Portugueses e que pela sua omnipresen&ccedil;a, facilmente perdemos ao no&ccedil;&atilde;o precisa do qu&atilde;o regularmente as compramos e consumimos. Para tornar esse lado da equa&ccedil;&atilde;o mais palp&aacute;vel, as Bolachas entraram nos carrinhos de compras dos portugueses mais de 83 milh&otilde;es de vezes s&oacute; no &uacute;ltimo ano, um valor quase 10% superior ao da categoria que lhes sucede, a de Bebidas Quentes. As Bolachas s&atilde;o compradas por 98% dos lares portugueses, a uma m&eacute;dia de aproximadamente duas vezes por m&ecirc;s, por cada lar. A sua presen&ccedil;a no TOP3 dos produtos embalados em FMCG n&atilde;o &eacute; algo recente, mantendo esta posi&ccedil;&atilde;o h&aacute; largos anos.</p>
<p>A verdade &eacute; que mesmo uma categoria t&atilde;o consistente como as Bolachas n&atilde;o est&aacute; imune aos desafios da incerteza que pairam no mundo atual. Nos anos que precederam o in&iacute;cio da d&eacute;cada, a f&oacute;rmula do crescimento parecia clara e intoc&aacute;vel: criar mais valor atrav&eacute;s da alavancagem de segmentos associados a alternativas saud&aacute;veis, percecionadas pelos compradores como tendo benef&iacute;cios diferenciadores e pelas quais estavam dispostos a pagar mais. No entanto, em 2020, esta estrat&eacute;gia teve que ser repensada e completamente reformulada. Confinados &agrave;s suas habita&ccedil;&otilde;es, os portugueses procuraram produtos indulgentes, como forma de se recompensarem por tudo o que estavam impedidos de fazer fora do lar, pondo de parte os atributos relacionados com a sa&uacute;de, que at&eacute; ent&atilde;o vinham a procurar. Em 2021, mais conscientes de que o regresso &agrave; normalidade poderia ainda estar distante, voltaram a reintroduzir progressivamente nas suas compras as bolachas saud&aacute;veis, num ano que ficou marcado pela conviv&ecirc;ncia entre sa&uacute;de e indulg&ecirc;ncia nas cestas dos portugueses. Em 2022, os ganhos de quota de mercado em volume voltaram a estar novamente ligados exclusivamente aos segmentos saud&aacute;veis. A categoria parecia voltar ao normal.</p>
<p>Mas se h&aacute; coisa que esta d&eacute;cada nos tem ensinado &eacute; que o normal j&aacute; n&atilde;o existe. Ficou no passado e as exig&ecirc;ncias do presente requerem uma adapta&ccedil;&atilde;o constante por parte das marcas e dos retalhistas. Compara&ccedil;&otilde;es diretas ao per&iacute;odo pand&eacute;mico podem parecer injustas, mas compara&ccedil;&otilde;es ao per&iacute;odo pr&eacute;-pand&eacute;mico podem ser irrealistas. E para adicionar um novo elemento de incerteza a esta j&aacute; complexa equa&ccedil;&atilde;o, a infla&ccedil;&atilde;o em 2022, acelerada pela guerra na Ucr&acirc;nia, p&ocirc;s em causa a cadeia de produ&ccedil;&atilde;o de muitas categorias. Bolachas tem sido das mais afetadas, com a alta depend&ecirc;ncia que naturalmente tem em rela&ccedil;&atilde;o aos cereais &ndash; com enormes volumes historicamente provenientes da Ucr&acirc;nia, ao qual o acesso ficou extremamente condicionado &ndash; e com as dificuldades para obten&ccedil;&atilde;o de produtos como o &oacute;leo de girassol, usado na sua confe&ccedil;&atilde;o e que obrigaram a substitui&ccedil;&otilde;es por alternativas como o &oacute;leo de palma nas receitas, percorrendo o caminho inverso ao que havia sido trilhado nos anos anteriores. No final de contas, quem paga &eacute; o pre&ccedil;o da categoria, que aumentou quase 10% desde o in&iacute;cio de 2022.</p>
<p>Praticamente todos os segmentos de Bolachas t&ecirc;m sofrido com a infla&ccedil;&atilde;o, mas existe uma enorme variabilidade entre os incrementos verificados entre cada um deles. A estrat&eacute;gia que prevalece at&eacute; ao momento tem sido a de refletir o incremento dos pre&ccedil;os, sobretudo nos segmentos mais baratos, que mesmo com os aumentos mant&ecirc;m-se mais acess&iacute;veis do que os segmentos saud&aacute;veis. O segmento Tradicional, como as Maria ou Torradas, sofreu aumentos de pre&ccedil;o que ultrapassam os 30% desde o in&iacute;cio do ano. O segmento de bolachas de Chocolate sentiu um incremento mais moderado na ordem dos 15%, e o segmento de Saud&aacute;veis Doces apenas de 3%. Ainda assim, mesmo considerando esta disparidade de aumentos, as bolachas Tradicionais continuam a ter um pre&ccedil;o 3 vezes menor do que as Saud&aacute;veis Doces.</p>
<p>Com este cen&aacute;rio e tendo em conta que a vasta maioria dos outros produtos em FMCG tamb&eacute;m viram o seu pre&ccedil;o aumentar, n&atilde;o &eacute; descabido que as marcas de Bolachas voltem a acautelar um novo cen&aacute;rio de mudan&ccedil;a de prioridades por parte dos portugueses, em rela&ccedil;&atilde;o aos atributos do produto que ser&atilde;o preferidos, num aut&ecirc;ntico duelo de escolhas com nova reviravolta &ndash; &nbsp;digna de uma final de um mundial &ndash;&nbsp; que volte a favorecer as op&ccedil;&otilde;es mais b&aacute;sicas ou indulgentes, que pareciam estar fora de jogo nos &uacute;ltimos meses.</p>
<p>Se estes volte-faces constantes ao n&iacute;vel dos segmentos da categoria n&atilde;o forem alerta suficiente, o que dizer ent&atilde;o sobre a sucessiva altera&ccedil;&atilde;o de comportamento dos portugueses em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s marcas de Bolachas mais procuradas? Comparando com 2019, em 2020 as Marcas da Distribui&ccedil;&atilde;o (MDD) foram mais compradas pelos portugueses, mas em 2021 as Marcas de Fabricante voltaram a ganhar terreno, apenas para voltarem novamente a perd&ecirc;-lo para as MDD em 2022. Um cen&aacute;rio em constante transforma&ccedil;&atilde;o!</p>
<p>Neste momento, a garantia que pode ser dada para 2023 &eacute; que a montanha-russa da incerteza ir&aacute; continuar. Tal como a pandemia que alterou h&aacute;bitos durante mais de dois anos, tamb&eacute;m a infla&ccedil;&atilde;o ser&aacute; um tema que n&atilde;o se resolver&aacute; numa quest&atilde;o de meses e os seus efeitos ir&atilde;o continuar a notar-se a m&eacute;dio prazo. No curto prazo, s&atilde;o expect&aacute;veis novos aumentos de pre&ccedil;o nas Bolachas j&aacute; no in&iacute;cio do novo ano, que continuar&atilde;o a testar, dia ap&oacute;s dia, a capacidade dos intervenientes deste mercado se reinventarem e lutarem pela manuten&ccedil;&atilde;o da sua relev&acirc;ncia no TOP3 das categorias embaladas mais escolhidas em FMCG. &nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 15 May 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/O-preo-incerto-em-Bolachas</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Jante fora cÃ¡ dentro!]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Jante-fora-c-dentro</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Hipersuper%20Dezembro%202022.pdf">Hipersuper</a></p>
<p>Desde a pandemia, como e onde escolhemos comer fora mudou significativamente. As empresas do setor da restaura&ccedil;&atilde;o tiveram de se adaptar &agrave;s restri&ccedil;&otilde;es implementadas pelo governo, mas tamb&eacute;m &agrave;s mudan&ccedil;as nas prioridades dos consumidores para manter o ritmo e permanecerem competitivas.</p>
<p>Com todos os esfor&ccedil;os para limitar o contacto humano, assistimos a um aumento ineg&aacute;vel do n&uacute;mero de consumidores que pediram refei&ccedil;&otilde;es take away e/ou meal delivery nos &uacute;ltimos anos. Recorrendo ao estudo realizado pela Kantar sobre o impacto do meal delivery em 10 pa&iacute;ses, que combina dados comportamentais do painel cont&iacute;nuo de Out of Home com um question&aacute;rio a mais de 15.000 pessoas em todo o mundo, apur&aacute;mos que esta tend&ecirc;ncia manteve-se em 2022, com 22% das ocasi&otilde;es do fora de casa a serem em regime de take away e 31% a serem entregues em casa. N&atilde;o obstante, 47% das ocasi&otilde;es aconteceram no estabelecimento, bem acima dos 32% registados em 2021, mostrando uma forte recupera&ccedil;&atilde;o da compra para consumir no local onde os produtos foram comprados.</p>
<p>Esta fome de encontro pessoal e partilha de comida no estabelecimento est&aacute; a gerar o maior crescimento para a restaura&ccedil;&atilde;o, contudo este crescimento n&atilde;o tem afetado o desenvolvimento da entrega de refei&ccedil;&otilde;es, uma vez que o meal delivery consegue aumentar o n&uacute;mero de ocasi&otilde;es registadas quando comparamos 2022 vs. o mesmo per&iacute;odo de 2021. Tail&acirc;ndia e Brasil lideram este crescimento, j&aacute; o mercado portugu&ecirc;s segue a mesma tend&ecirc;ncia, aumentando tamb&eacute;m o n&uacute;mero de ocasi&otilde;es realizadas atrav&eacute;s do servi&ccedil;o de encomenda de refei&ccedil;&otilde;es. No meio da incerteza, existe a certeza de que a ind&uacute;stria da restaura&ccedil;&atilde;o n&atilde;o poder&aacute; retomar os n&iacute;veis de fatura&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-pandemia sem ter em conta as plataformas de meal delivery, que j&aacute; s&atilde;o tr&ecirc;s vezes maiores do que eram em 2019.</p>
<p>Quando comparamos o primeiro semestre de 2022 vs. o mesmo per&iacute;odo de 2019, verifica-se que existe uma altera&ccedil;&atilde;o na forma como os consumidores se comportam no setor da restaura&ccedil;&atilde;o, principalmente na frequ&ecirc;ncia. Em 2022 os consumidores realizaram menos visitas fora de casa, mas quando o fazem gastam mais. Este fen&oacute;meno deve-se &agrave; conjuga&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rios fatores diferentes, mas os dois mais importantes s&atilde;o, por um lado, os consumidores est&atilde;o a priorizar as ocasi&otilde;es com comidas, que s&atilde;o cinco vezes mais caras do que as ocasi&otilde;es s&oacute; com snacks e/ou bebidas e por outro lado, est&atilde;o a priorizar as ocasi&otilde;es ao fim de semana que, por sua vez, s&atilde;o duas vezes mais caras que durante a semana.</p>
<p>Para caf&eacute;s, bares, restaurantes (tanto independentes, como de cadeias organizadas), a transforma&ccedil;&atilde;o no que toca &agrave;s plataformas parece ter sido passageira, estando agora a regressar aos n&iacute;veis de consumo no estabelecimento que tinham no pr&eacute;-pandemia. J&aacute; no caso do canal quick service, este passou por um crescimento muito maior em take away e delivery durante a pandemia e em 2022 esta tend&ecirc;ncia mant&eacute;m-se, sendo que estes dois tipos de servi&ccedil;o j&aacute; representam 2/3 da fatura&ccedil;&atilde;o total dos quick service restaurants na Europa.</p>
<p>Esta transforma&ccedil;&atilde;o ajudou o canal a crescer e a ultrapassar momentos mais dif&iacute;ceis para a restaura&ccedil;&atilde;o durante a pandemia, contudo &eacute; importante real&ccedil;ar que tem um risco potencial. Existem j&aacute; cadeias de fast food que est&atilde;o a incentivar a visita ao estabelecimento com jogos, brinquedos exclusivos ou at&eacute; atrav&eacute;s de subscri&ccedil;&otilde;es para reduzir a depend&ecirc;ncia dos servi&ccedil;os de encomenda de refei&ccedil;&otilde;es.</p>
<p><strong>Meal delivery: alternativa a cozinhar</strong></p>
<p>Embora o aumento de pedidos de refei&ccedil;&otilde;es entregues ao domic&iacute;lio, em 2020 e 2021, possa ter parecido um aumento repentino devido &agrave;s restri&ccedil;&otilde;es da pandemia, o que se verifica &eacute; que em 2022, os servi&ccedil;os de entrega de refei&ccedil;&otilde;es demonstraram que ainda continuam a ser muito procurados e a registar o recrutamento de novos compradores em todo o mundo, em compara&ccedil;&atilde;o com os n&iacute;veis de 2020.</p>
<p>As regi&otilde;es menos dependentes do consumo no estabelecimento como &eacute; o caso do Brasil, Tail&acirc;ndia, China ou Coreia do Sul t&ecirc;m registado um crescimento cont&iacute;nuo de penetra&ccedil;&atilde;o, ano ap&oacute;s ano, dos servi&ccedil;os de entrega e nem mesmo o levantamento das restri&ccedil;&otilde;es afetou o crescimento nestes mercados. Por sua vez, nas regi&otilde;es onde o setor da restaura&ccedil;&atilde;o depende mais do consumo no estabelecimento como, por exemplo, no M&eacute;xico ou em alguns pa&iacute;ses da Europa, o delivery n&atilde;o repetiu o n&iacute;vel de penetra&ccedil;&atilde;o de 2021, &agrave; medida que os consumidores est&atilde;o a regressar aos restaurantes.</p>
<p>Relativamente &agrave; frequ&ecirc;ncia com que as pessoas pedem refei&ccedil;&otilde;es ao domic&iacute;lio, esta tamb&eacute;m tem sofrido altera&ccedil;&otilde;es de forma global. Em zonas do globo em que o meal delivery est&aacute; mais desenvolvido, como em algumas regi&otilde;es da &Aacute;sia, os consumidores encomendam refei&ccedil;&otilde;es uma a duas vezes por semana, em m&eacute;dia. J&aacute; na Europa, esse n&uacute;mero cai para uma vez a cada tr&ecirc;s semanas, em m&eacute;dia, o que significa que ainda h&aacute; muitas oportunidades na regi&atilde;o para desenvolver a sua presen&ccedil;a, ampliar o seu alcance e conquistar a fidelidade do consumidor.</p>
<p>A conveni&ecirc;ncia &eacute; crucial na decis&atilde;o de comprar comida para entrega, com 55% dos consumidores a indicar que &eacute; o principal motivo pelo qual fazem o pedido. Em contraste, os restantes 45% dos consumidores afirmam que utilizam o servi&ccedil;o de entrega como uma forma de recompensa ou mimo. Estes n&uacute;meros demonstram uma clara mudan&ccedil;a na mentalidade do consumidor em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; entrega de refei&ccedil;&otilde;es, j&aacute; que em 2020 apenas 41% citaram a conveni&ecirc;ncia como principal motivo. Portugal &eacute; o segundo pa&iacute;s com a percentagem mais alta de conveni&ecirc;ncia, registando 62%.</p>
<p>Em 2022, o principal motivo para os consumidores fazerem pedidos &eacute; &ldquo;quando n&atilde;o est&atilde;o dispostos a cozinhar&rdquo; (25%), seguido por &ldquo;preferem ficar em casa&rdquo; (15%). As respostas tamb&eacute;m revelaram que &ldquo;fazer refei&ccedil;&otilde;es que n&atilde;o sei cozinhar&rdquo; ou &ldquo;n&atilde;o ter os ingredientes necess&aacute;rios&rdquo; representaram 17% das compras de entrega, sendo que todos registam crescimento em rela&ccedil;&atilde;o a 2021. Isso destaca que, para muitos, os servi&ccedil;os de entrega de refei&ccedil;&otilde;es est&atilde;o a ser utilizados para substituir o ato de cozinhar e n&atilde;o pelo benef&iacute;cio inerente. Com este dado em mente, &eacute; crucial as marcas identificarem as oportunidades que est&atilde;o nos servi&ccedil;os de entrega.</p>
<p>E quais s&atilde;o as cozinhas que est&atilde;o a conquistar as bocas dos consumidores em todo o mundo? Para responder a esta quest&atilde;o &eacute; vital observar a popularidade local das diferentes culin&aacute;rias nas diversas regi&otilde;es. Em Portugal, Espanha, Fran&ccedil;a e Brasil, verifica-se que pratos ocidentais, incluindo pizzas, massas e hamb&uacute;rgueres, s&atilde;o particularmente dominantes, ao passo que no Reino Unido e no M&eacute;xico existe uma distribui&ccedil;&atilde;o mais equilibrada de consumidores que escolhem pratos ocidentais e outros alimentos locais. Os pa&iacute;ses do tipo conveni&ecirc;ncia d&atilde;o mais espa&ccedil;o aos pratos locais quando se trata de pedidos de entrega de refei&ccedil;&otilde;es, explicando o seu h&aacute;bito semanal.</p>
<p><strong>Takeaways </strong></p>
<p>2023 poder&aacute; ser um ano dif&iacute;cil para os portugueses e consequentemente para as marcas, mas acreditamos que ter uma maior leitura do setor da restaura&ccedil;&atilde;o permitir&aacute; ser &aacute;gil para encontrar oportunidades de crescimento. Nos tempos vindouros, podemos esperar algumas mudan&ccedil;as mais estruturais para o setor, uma vez que existir&aacute; muita press&atilde;o sobre os compradores nos pr&oacute;ximos meses.</p>
<p>&Agrave; medida que a situa&ccedil;&atilde;o financeira das fam&iacute;lias muda, alguns consumidores ter&atilde;o de fazer escolhas que poder&atilde;o passar por fazer alguns cortes em despesas extras, onde o consumo fora de casa se inclui. Por exemplo, no Brasil, j&aacute; podemos assistir a um downtrade das refei&ccedil;&otilde;es fora de casa, com uma substitui&ccedil;&atilde;o das refei&ccedil;&otilde;es completas ao almo&ccedil;o por snacks de forma a controlar as despesas. J&aacute; na Europa, em Fran&ccedil;a, com o aumento exponencial dos pre&ccedil;os assistimos a uma simplifica&ccedil;&atilde;o do menu, em que os consumidores est&atilde;o com uma menor propens&atilde;o para comprar mais produtos como a bebida ou a sobremesa, passando apenas a pedir apenas produtos mais b&aacute;sicos dos menus, como sandu&iacute;ches. A cria&ccedil;&atilde;o de menus mais econ&oacute;micos tem sido a op&ccedil;&atilde;o para combater esta tend&ecirc;ncia.</p>
<p>Aliado ao contexto econ&oacute;mico, existe tamb&eacute;m uma grande press&atilde;o sobre o setor para aumentar os sal&aacute;rios ou enfrentar a perda de pessoal &ndash; ambos os fatores s&atilde;o complicados num cen&aacute;rio em que conquistar compradores &eacute; mais dif&iacute;cil do que nunca. Estes efeitos ser&atilde;o sentidos principalmente pelos bares e restaurantes independentes, que para al&eacute;m de poderem viver o que foi espelhado acima, ter&atilde;o de resistir face ao crescimento das cadeias organizadas.</p>
<p>Por fim, outra implica&ccedil;&atilde;o est&aacute; relacionada com o setor de fast food, onde prevemos que num futuro pr&oacute;ximo haver&aacute; mais concorr&ecirc;ncia do que nunca com a entrada de novas cadeias em diversos mercados, mas tamb&eacute;m a expans&atilde;o de cadeias j&aacute; existentes. Assim, prevemos que os gastos dos consumidores no total do canal ser&atilde;o divididos entre mais pontos de venda, por isso entender o comportamento do consumidor ser&aacute; fundamental para manter os &iacute;ndices de fidelidade altos e construir estrat&eacute;gias para atrair novos clientes.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 27 Apr 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Jante-fora-c-dentro</guid>
      </item>	
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         <title><![CDATA[EstarÃ¡ a inflaÃ§Ã£o a atrasar o movimento verde?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Estar-a-inflao-a-atrasar-o-movimento-verde</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Hipersuper%20Novembro%202022.pdf">Hipersuper</a></p>
<p>Os &uacute;ltimos anos t&ecirc;m sido pautados por altera&ccedil;&otilde;es radicais na forma com as fam&iacute;lias portuguesas se comportam, numa primeira fase com uma crise pand&eacute;mica e mais recentemente com uma crise inflacionista. Tendemos a olhar para estas duas crises como se tratasse de apenas uma devido &agrave; sua sequ&ecirc;ncia temporal, mas a verdade &eacute; que s&atilde;o duas crises com contornos comportamentais bem diferentes. Na primeira fomos obrigados a estar em casa e a reduzir quase na totalidade todos os contactos sociais, j&aacute; na segunda, n&atilde;o existindo essa restri&ccedil;&atilde;o, surge novamente a possibilidade de fazer determinadas escolhas, por&eacute;m as fam&iacute;lias t&ecirc;m de lidar com uma nova realidade: a infla&ccedil;&atilde;o. Estando assim, o poder de compra dos portugueses cada vez mais comprometido onde fica a disponibilidade mental para tomar a&ccedil;&otilde;es mais sustent&aacute;veis?</p>
<p>Segundo o estudo Who Cares? Who Does? que a Kantar realiza de forma global todos os anos, existe um grupo core que representa 19% da popula&ccedil;&atilde;o portuguesa que efetivamente encontrou uma forma de reduzir o uso de pl&aacute;stico na sua rotina di&aacute;ria. Bem sabemos que o pl&aacute;stico &eacute; apenas uma das faces, por isso, esta tend&ecirc;ncia est&aacute; correlacionada com outras &aacute;reas, como por exemplo, o menor consumo de carne, a compra de produtos em segunda m&atilde;o, ou at&eacute; mesmos de produtos locais, naturais e/ ou org&acirc;nicos. A este grupo de pessoas mais conscientes ambientalmente, demos o nome de Eco-Actives.</p>
<p><strong>Novos desafios</strong></p>
<p><strong></strong>O grupo dos Eco-Actives que vinha numa espiral de crescimento global desde 2019, diminui pela primeira vez em tr&ecirc;s anos, passando, em Portugal, de 23% em 2021 para 19% em 2022. Contudo e apesar desta recente tend&ecirc;ncia de decr&eacute;scimo &eacute; importante referir que existe bastante valor associado a pessoas que se preocupam e tomam a&ccedil;&otilde;es em prol do meio ambiente. Os Eco-Actives, juntamente com o grupo dos Eco-Considerers, o grupo que toma algumas medidas para reduzir o seu impacto, mas n&atilde;o tantas como os Eco-Actives, tendo como principais barreiras a conveni&ecirc;ncia e o pre&ccedil;o, valem 6 mil milh&otilde;es de euros para o total FMCG! Isto quer dizer que 6 mil milh&otilde;es de euros gastos em FMCG s&atilde;o feitos por pessoas que de alguma forma se preocupam com o planeta e por isso s&atilde;o um target importante para as marcas.</p>
<p>J&aacute; fui dando algumas pistas do que poder&aacute; estar a acontecer para este decr&eacute;scimo, todavia acredito que &eacute; importante olharmos mais em detalhe. A primeira raz&atilde;o &eacute; o facto dos portugueses estarem agora mais preocupados com o contexto atual. Olhando de forma crua, se algu&eacute;m est&aacute; preocupado em perceber como vai pagar as contas no final do m&ecirc;s, ou com o aumento dos pre&ccedil;os cada vez que visita uma loja, &eacute; menos prov&aacute;vel que este tenha disponibilidade mental para escolher uma embalagem que utilizada materiais reciclados ou procurar outros fatores sustent&aacute;veis nos r&oacute;tulos dos produtos. A verdade &eacute; que mais de metade dos portugueses concordaram ou concordaram totalmente que agora &eacute; mais dif&iacute;cil agir de forma sustent&aacute;vel devido &agrave; situa&ccedil;&atilde;o social/ financeira atual.</p>
<p>A segunda raz&atilde;o consiste no regresso &agrave; normalidade que nos remeteu novamente para o trabalho presencial, mesmo que de forma h&iacute;brida, e de mais vida social, resultando, assim, em menos tempo em casa e uma procura por produtos mais convenientes que nos facilitem a vida.</p>
<p>Por fim, o menor foco na comunica&ccedil;&atilde;o social, existindo um maior destaque para outras not&iacute;cias acabaram por deixar menos espa&ccedil;o para tem&aacute;ticas em torno do meio ambiente. N&atilde;o quer dizer que as not&iacute;cias tenham deixado de existir por completo, prova disso foi o destaque dado ao impacto dos fogos que aconteceram no ver&atilde;o, bem como a escassez de &aacute;gua, mas com uma menor intensidade.</p>
<p><strong>Novas oportunidades</strong></p>
<p><strong></strong>A preocupa&ccedil;&atilde;o com o meio ambiente e as altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas ainda est&atilde;o muito presentes na mente da popula&ccedil;&atilde;o e s&atilde;o considerados temas que precisam de a&ccedil;&atilde;o para serem resolvidos. Pode n&atilde;o ter tanto destaque nos media como tinha h&aacute; uns tempos atr&aacute;s, mas a verdade &eacute; que quando questionamos a popula&ccedil;&atilde;o acerca dos temas atuais que consideram que tenham de ser resolvidos, as altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas surgem apenas na terceira posi&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Tamb&eacute;m aferimos que os res&iacute;duos pl&aacute;sticos ainda s&atilde;o uma das oportunidades para as categorias de FMCG. Recorrendo ao estudo Kantar Sustainability Sector Index 2022 e pegando no exemplo da categoria de refrigerantes vemos que o pl&aacute;stico nos oceanos &eacute; uma &aacute;rea que se for trabalhada pelas marcas poder&aacute; criar uma vantagem competitiva, ao passo que o uso excessivo de embalagens ou o desperd&iacute;cio s&atilde;o vistos como fatores higi&eacute;nicos que dever&atilde;o ser considerados pelas marcas. Assim, a falha em acertar nestes pontos poder&aacute; ser um risco. <br /> <br />Uma &uacute;ltima raz&atilde;o para continuarmos otimistas relativamente ao crescimento do n&uacute;mero de Eco-Actives nos pr&oacute;ximos anos est&aacute; relacionado com a exist&ecirc;ncia ainda de um intervalo significativo entre o que &eacute; o valor e a a&ccedil;&atilde;o ambiental. Em Portugal, 70% das pessoas declararam que tentam comprar embalagens amigas do ambiente, mas apenas 19% consegue regularmente evitar embalagens de pl&aacute;stico. Isto quer dizer que, 51% da popula&ccedil;&atilde;o portuguesa, que representa 3,6 mil milh&otilde;es de euros para o total FMCG, tem boas inten&ccedil;&otilde;es relativamente a comprar embalagens amigas do ambiente, contudo por um ou mais fatores n&atilde;o conseguem tomar essas a&ccedil;&otilde;es mais sustent&aacute;veis no seu dia-a-dia.</p>
<p><strong>Evolu&ccedil;&atilde;o dos produtos sustent&aacute;veis</strong></p>
<p><strong></strong>Tendo por base algumas op&ccedil;&otilde;es de escolha que os shoppers podem fazer quando compram produtos de FMCG, aferimos que as mais populares numa base frequente, entre os portugueses, s&atilde;o: frescos produzidos localmente, produtos recarreg&aacute;veis em vez de descart&aacute;veis, produtos para o lar com menos ingredientes qu&iacute;micos agressivos e produtos de cuidado pessoal com ingredientes naturais.</p>
<p>O facto da escolha por produtos frescos produzidos localmente estar em n&uacute;mero 1 &eacute; bastante consistente de forma global, contudo Portugal destaca-se face &agrave; m&eacute;dia global e &agrave; m&eacute;dia europeia, com 46% dos portugueses a afirmar que escolhem com regularidade carne, peixe, frutas ou vegetais produzidos localmente versus 44% e 41% respetivamente. A primeira motiva&ccedil;&atilde;o para a escolha destes produtos &eacute; apoiar os produtores/ pescadores locais, a segunda porque s&atilde;o mais saborosos, ficando para terceiro plano serem melhores para o ambiente com menor pegada de carbono.<br /> <br />Conectando as atitudes e a&ccedil;&otilde;es dos compradores que mais medidas tomam em prol do ambiente com o seu comportamento atrav&eacute;s de compras reais registadas pelos lares portugueses, identific&aacute;mos que as marcas desenvolvidas nos Eco-Actives t&ecirc;m uma grande liga&ccedil;&atilde;o com a naturalidade e portugalidade como &eacute;, por exemplo, o caso da marca Serra da Estrela, Nova A&ccedil;ores e Riberalves.</p>
<p>Este comprometimento por parte dos Eco-Actives &eacute; evidente quando falamos de escolhas conectadas com o natural/ local como espelhei anteriormente, mas este grupo n&atilde;o se fica por aqui. No que toca &agrave;s escolhas relacionadas com embalagens os Eco-Actives s&atilde;o muito entusiastas e aderem com facilidade &agrave; escolha de produtos recarreg&aacute;veis em vez de descart&aacute;veis, feitos a partir de pl&aacute;stico reciclado e com ingredientes biodegrad&aacute;veis. A escolha dos portugueses por menos pl&aacute;stico tem vindo a ganhar cada vez mais adeptos e n&atilde;o se fica s&oacute; por categorias de alimenta&ccedil;&atilde;o e bebidas, chegando tamb&eacute;m a categorias de limpeza caseira e cuidado pessoal.</p>
<p><strong>Vantagem Competitiva</strong></p>
<p><strong></strong>Mas como &eacute; que as marcas poder&atilde;o criar vantagem competitiva atrav&eacute;s da sustentabilidade? &Eacute; fundamental n&atilde;o desistir da mudan&ccedil;a. As a&ccedil;&otilde;es do consumidor est&atilde;o ligada &agrave;s not&iacute;cias e &agrave; sua disponibilidade, que nos dias de hoje t&ecirc;m de dividir o spotlight com outras tem&aacute;ticas igualmente sens&iacute;veis, contudo a preocupa&ccedil;&atilde;o com o meio ambiente est&aacute; muito presente na mente da popula&ccedil;&atilde;o, sendo considerado um dos temas que precisa de a&ccedil;&atilde;o para ser resolvido. Assim, adiar a a&ccedil;&atilde;o nas marcas poder&aacute; deix&aacute;-las mais fr&aacute;geis no futuro. N&atilde;o esquecer que os Eco-Actives adoram marcas novas e inova&ccedil;&atilde;o verde, sendo assim um grupo mais recetivo &agrave; inova&ccedil;&atilde;o, por isso &eacute; muito importante conhecer estes compradores, uma vez que poder&atilde;o ser os primeiros a aderir aos lan&ccedil;amentos de campanhas ou produtos focados na sustentabilidade. E por fim, inovar tendo em mente o retorno, uma vez que compromissos na qualidade e pre&ccedil;o dos produtos est&atilde;o a bloquear o crescimento dos produtos ecol&oacute;gicos. H&aacute; espa&ccedil;o para a inova&ccedil;&atilde;o real, especialmente a um pre&ccedil;o competitivo.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 18 Apr 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Estar-a-inflao-a-atrasar-o-movimento-verde</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Webinar? Espelho meu, espelho meu, a Beleza reapareceu?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/WebinarEspelho-meu-espelho-meu-a-Beleza-reapareceu</link>
         <description><![CDATA[<p class="bodyCopy">Ap&oacute;s um dos per&iacute;odos mais dif&iacute;ceis de sempre para Higiene e Beleza, por for&ccedil;a das circunst&acirc;ncias da pandemia, as categorias deste setor aparentam j&aacute; ter ultrapassado a sua fase mais negativa e as perdas ao longo do &uacute;ltimo ano foram menos vincadas do que nos restantes setores de FMCG. Apesar disto, este mercado ainda n&atilde;o recuperou at&eacute; aos valores pr&eacute;-pand&eacute;micos e, devido &agrave; infla&ccedil;&atilde;o, 70% das categorias ficaram mais caras.<br /><br />Junte-se a este webinar, no dia&nbsp;<strong>13 de abril</strong>, onde&nbsp;<strong>Eduardo Serra</strong>,&nbsp;<strong>Client Manager</strong>&nbsp;da Kantar, em Portugal, ir&aacute; guiar-nos por aquilo que foi o ano de 2022, no setor de Higiene e Beleza, incluindo:</p>
<ul>
<li class="bodyCopy">Quais as categorias de Higiene e Beleza mais resilientes?</li>
<li>Quais as prioridades dos compradores em termos de macro-categorias? Higiene, Cuidado ou Beleza?</li>
<li>Ter&aacute; a infla&ccedil;&atilde;o impactado na compra de Marcas de Fabricantes vs Marcas da Distribui&ccedil;&atilde;o?</li>
<li>Quais os canais em que o shopper mais compra categorias de Higiene e Beleza?</li>
</ul>
<p><br /><br /><span>Clique no link em baixo, para se registar:</span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://kantar-webinars.zoom.us/webinar/register/WN_jRC3eJX6RMGcsM0WfyVo1w">Registe-se</a></p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 29 Mar 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/WebinarEspelho-meu-espelho-meu-a-Beleza-reapareceu</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Da revoluÃ§Ã£o agrÃ­cola ao prato de hoje, nada mudou!]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Da-revoluo-agrcola-ao-prato-de-hoje-nada-mudou</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Grande%20Consumo%20Setembro%20Outubro%202022.pdf">Grande Consumo</a></p>
<p>Durante 2,5 milh&otilde;es de anos, os seres humanos alimentaram-se atrav&eacute;s da colheita de plantas e ca&ccedil;a de animais que viviam e se reproduziam sem a sua interven&ccedil;&atilde;o. A revolu&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola proporcionou o acesso a uma maior diversidade de alimentos, como o trigo, o arroz, as batatas ou o milho, que foram &ldquo;domesticados&rdquo; pelo homem entre 9500 A.C. e 3500 A.C. &Eacute; por isso que, mesmo passados tantos anos, a nossa cozinha hoje &eacute; influenciada pelos antigos agricultores que foram passando de gera&ccedil;&atilde;o em gera&ccedil;&atilde;o a depend&ecirc;ncia destes cereais e derivados ou tub&eacute;rculos. A import&acirc;ncia destes alimentos hoje em dia &eacute; tal, que a dire&ccedil;&atilde;o geral de sa&uacute;de recomenda que representem 28% da alimenta&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria. &Eacute; por isso, sem surpresa, que ingredientes como arroz ou massa aliment&iacute;cia, fa&ccedil;am parte das receitas di&aacute;rias, conseguindo entrar em mais de 90% das casas dos portugueses no &uacute;ltimo ano.</p>
<p>Arroz e massa aliment&iacute;cia s&atilde;o dois tipos de hidratos de carbono importantes na alimenta&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica dos portugueses, mas em diferentes propor&ccedil;&otilde;es. Apesar de serem as massas aliment&iacute;cias o produto que chega a mais lares portugueses, a quantidade de arroz comprada, num ano, &eacute; 10kgs superior ao da massa aliment&iacute;cia. Assim, no &uacute;ltimo ano, um portugu&ecirc;s consumiu em m&eacute;dia 9kgs de arroz e 5kg de massa aliment&iacute;cia.</p>
<p><strong>Portugueses fintam infla&ccedil;&atilde;o at&eacute; nos bens alimentares b&aacute;sicos</strong></p>
<p>O desej&aacute;vel seria que o pre&ccedil;o dos bens alimentares b&aacute;sicos nunca fosse inflacionado, no entanto, n&atilde;o &eacute; isso que est&aacute; a acontecer. Face a todo este contexto e para entender como os portugueses se adaptam a esta nova realidade, &eacute; fundamental entender quais as categorias que entram na sua cesta mais comprada.</p>
<p>Considerando que, para entrar nesta cesta &eacute; preciso atingir um grande n&uacute;mero de compradores e fazer com que a sua compra seja frequente, esta cesta &eacute; composta por categorias, como por exemplo, frutas, massa aliment&iacute;cia seca, arroz, conservas, carne fresca ou latic&iacute;nios. No contexto inflacion&aacute;rio atual, o custo, no m&ecirc;s de junho de 2022, de uma cesta com os produtos que mais contactos t&ecirc;m com os portugueses &eacute; de 160 euros, mais 10&euro;/m&ecirc;s do que no m&ecirc;s de junho do mesmo per&iacute;odo de 2019. Analisando ao ano, esta cesta est&aacute; mais cara 189&euro; do que estava em 2019.</p>
<p>Sem qualquer mudan&ccedil;a de produtos, o cabaz estaria hoje 24% mais caro face ao per&iacute;odo pr&eacute;-pand&eacute;mico. Mas a mudan&ccedil;a real de pre&ccedil;o foi de 13%, o que significa que 45% do aumento de pre&ccedil;os foi ultrapassado por mudan&ccedil;a nas escolhas dos compradores. Entre estas mudan&ccedil;as est&aacute; o abandono de categorias, e inclusive, arroz ou massas aliment&iacute;cias secas veem as suas categorias a perder penetra&ccedil;&atilde;o face ao per&iacute;odo pr&eacute;-pand&eacute;mico.</p>
<p>Outra altera&ccedil;&atilde;o no comportamento de compra, est&aacute; relacionado a manuten&ccedil;&atilde;o na categoria, mas a custo mais baixo. Assim, a adapta&ccedil;&atilde;o das fam&iacute;lias passou por beneficiar a marca da distribui&ccedil;&atilde;o que viu neste contexto uma nova alavanca de crescimento. Cruzando a evolu&ccedil;&atilde;o do pre&ccedil;o m&eacute;dio das categorias da cesta mais comprada e a evolu&ccedil;&atilde;o da quota da marca da distribui&ccedil;&atilde;o, percebemos que at&eacute; nos hidratos de carbono mais b&aacute;sicos os portugueses necessitaram de procurar uma solu&ccedil;&atilde;o que fizesse face ao incremento dos pre&ccedil;os e por isso beneficiaram as marcas de distribui&ccedil;&atilde;o tanto para arroz como massas aliment&iacute;cias secas.</p>
<p><strong>Hidratos de carbono diferentes s&atilde;o mais atrativos</strong></p>
<p>Quando pensamos em massa aliment&iacute;cia ou arroz pensamos em categorias essenciais no prato portugu&ecirc;s. Apesar de ser verdade, &eacute; de salientar que, por exemplo, no caso do arroz, em 2022, este produto perdeu 3 lugares no top 20 de categorias que entram na cesta mais comprada, passando a ocupar a 18&ordm; posi&ccedil;&atilde;o no ranking. Esta altera&ccedil;&atilde;o de prioridades mostra que mesmo categorias essenciais ou b&aacute;sicas precisam encontrar novas formas de continuarem a crescer.</p>
<p>Segundo o estudo global da KANTAR, Brand Footprint de 2022, alavancas de crescimento s&atilde;o aquelas que passam por explorar maior presen&ccedil;a, mais targets, mais categorias, novas necessidades ou mais momentos de consumo.</p>
<p>No caso do arroz, uma categoria que no &uacute;ltimo ano chegou a mais de 93% das casas portuguesas, &eacute; poss&iacute;vel verificar que n&atilde;o &eacute; o arroz mais tradicional que tem atra&iacute;do compradores. Ao fecho do ano de 2021, o arroz basmati, al&eacute;m de ser o &uacute;nico tipo de arroz a atrair mais compradores comparando com 2019, j&aacute; chegava a quase 30% dos portugueses. O arroz basmati t&ecirc;m-se mostrado uma solu&ccedil;&atilde;o alternativa ao tradicional arroz agulha, revelando um comprador aberto a experimentar novos e diferentes produtos.</p>
<p>Esta inspira&ccedil;&atilde;o serve tamb&eacute;m para as massas aliment&iacute;cias. Com 96% dos portugueses a comprarem em m&eacute;dia uma vez ao m&ecirc;s, s&atilde;o as massas aliment&iacute;cias refrigeradas a dar o mote &agrave; maior regularidade de compra. Este tipo de massas cada vez mais popular, j&aacute; conta com mais de 60% de compradores e torna os pratos mais especiais, mas tamb&eacute;m pr&aacute;ticos e r&aacute;pidos de preparar.</p>
<p>Nestes dois exemplos, alavancas como mais categorias ou novas necessidades s&atilde;o as f&oacute;rmulas de sucesso que mostram que ainda que se tratando de simples hidrato de carbono, tamb&eacute;m estes podem encontrar novas formas de crescimento.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 21 Mar 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Da-revoluo-agrcola-ao-prato-de-hoje-nada-mudou</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Webinar Uma viagem pelo Retalho]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar--Uma-viagem-pelo-Retalho</link>
         <description><![CDATA[<p><span>Em momentos de crise, o setor do Retalho de Bens de Consumo fica sempre debaixo dos holofotes, uma vez que uma grande parte do or&ccedil;amento familiar &eacute; dedicado &agrave;s compras de supermercado. Com a situa&ccedil;&atilde;o que se vive atualmente, a Kantar quer contribuir para uma melhor compreens&atilde;o do comprador portugu&ecirc;s.</span></p>
<p><span>No pr&oacute;ximo dia&nbsp;</span><strong>28 de mar&ccedil;o</strong><span>, &agrave;s&nbsp;</span><strong>10h00</strong><span>,&nbsp;</span><strong>Ana Raquel Santos</strong><span>,&nbsp;</span><strong>Client Manager de Retail</strong><span>, da Kantar, em Portugal, ir&aacute; fazer um retrato sobre a viagem de um comprador, desde o momento em que decide ir ao supermercado, passando pela sua visita &agrave; loja e terminando j&aacute; depois da caixa de sa&iacute;da.</span></p>
<p class="bodyCopy">Neste webinar, ser&aacute; apresentada uma caracteriza&ccedil;&atilde;o da compra em Portugal, que incluir&aacute;:</p>
<ul>
<li class="bodyCopy">O tamanho das cestas dos consumidores</li>
<li>O papel das marcas de fabricantes e da marca pr&oacute;pria dos retalhistas</li>
<li>A utiliza&ccedil;&atilde;o dos cart&otilde;es de fidelidade</li>
<li>A evolu&ccedil;&atilde;o de canais e como evolui o tipo de compra</li>
<li>As quotas de mercado dos retalhistas de bens de consumo</li>
<li>A evolu&ccedil;&atilde;o dos KPIs de compra de cada um dos retalhistas</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><br /><a href="https://kantar-webinars.zoom.us/webinar/register/WN_CrHU0PHpREuwYR3nQOm7GA">Registe-se</a></p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 14 Mar 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar--Uma-viagem-pelo-Retalho</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Impacto da inflaÃ§Ã£o no retalho alimentar portuguÃªs]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Impacto-da-inflao-no-retalho-alimentar-portugus</link>
         <description><![CDATA[<p>O panorama do retalho alimentar em Portugal mant&eacute;m-se din&acirc;mico. Durante a fase pand&eacute;mica, alguns canais sa&iacute;ram temporariamente beneficiados, mas agora a crescente infla&ccedil;&atilde;o volta a pressionar crescimentos.</p>
<p><strong>O local de compra</strong></p>
<p><strong></strong>O potencial do canal Online e Tradicional foi apenas resultado de uma fase transit&oacute;ria, que n&atilde;o conseguiu reter as fam&iacute;lias portuguesas, ap&oacute;s o levantamento das restri&ccedil;&otilde;es. A proximidade e a conveni&ecirc;ncia destes canais destacaram-se nos &uacute;ltimos dois anos com as medidas de conting&ecirc;ncia a desencorajar o acesso &agrave;s lojas f&iacute;sicas habituais. No entanto, com o fim da pandemia tamb&eacute;m chega ao fim a vantagem competitiva destas tipologias de loja. O canal tradicional chega no &uacute;ltimo ano m&oacute;vel a menos lares do que o hom&oacute;logo de 2019, representando uma menor fatia do valor de compras em FMCG. Na mesma linha est&aacute; a compra online com uma perda de mais de 210 mil compradores vs o ano anterior. No entanto, este canal consegue segurar algum valor e lares acima de 2019, com uma taxa de repeti&ccedil;&atilde;o 9% superior, mas a tend&ecirc;ncia tem sido de regresso &agrave; &ldquo;normalidade&rdquo; pr&eacute;-pand&eacute;mica.<br /> <br />Para os Hiper/Supers existe uma recupera&ccedil;&atilde;o, ap&oacute;s um per&iacute;odo de perda de espa&ccedil;o durante a pandemia. Entre os l&iacute;deres existiu um reequil&iacute;brio no &uacute;ltimo ano, com a Sonae a perder ligeiramente a for&ccedil;a conquistada nos &uacute;ltimos anos e a Jer&oacute;nimo Martins a reaproximar-se aos compradores.</p>
<p>Quem ganhou e continua a ganhar? Os Discounts, que j&aacute; tinham conseguido conquistar pontos de contacto com os portugueses durante a pandemia, representam no &uacute;ltimo ano quase 18% do valor comprado em FMCG. Este canal sai beneficiado pela performance de Aldi e Lidl. Um pelo seu crescimento e expans&atilde;o no territ&oacute;rio nacional com a abertura de novas lojas e consequente entrada em mais lares portugueses e o outro pelo trabalho de crescente aproveitamento de gasto dos seus compradores, j&aacute; fazendo parte dos locais de compra de 80% dos lares portugueses desde 2019.</p>
<p>Com mais retalhistas a entrar no mercado nacional e a abrir lojas, os portugueses viram aumentar as op&ccedil;&otilde;es para realizarem as suas compras de bens alimentar e visitam agora mais uma ins&iacute;gnia do que nas suas rotinas em 2019.</p>
<p>Por &uacute;ltimo, n&atilde;o podemos falar de canais sem mencionar Mercadona. Um rec&eacute;m chegado que agitou as &aacute;guas, e tem conquistado geografias e espa&ccedil;o no panorama do retalho em Portugal. Para al&eacute;m de ter atra&iacute;do j&aacute; 40% dos compradores portugueses, este retalhista ajudou tamb&eacute;m a potenciar o peso da marca de distribui&ccedil;&atilde;o no mercado, uma vez que esta representa mais de 80% das compras na ins&iacute;gnia.</p>
<p><strong>As marcas de distribui&ccedil;&atilde;o</strong></p>
<p>Com produtos de marca pr&oacute;pria de retalhista em Portugal h&aacute; mais de 35 anos, cada vez mais, esta &eacute; uma realidade e aposta estrat&eacute;gica dos players do mercado. Como consequ&ecirc;ncia da &uacute;ltima crise econ&oacute;mica em Portugal em 2011 as marcas da distribui&ccedil;&atilde;o (MDDs) conquistaram um espa&ccedil;o consider&aacute;vel no mercado. Espa&ccedil;o esse que foi lentamente reivindicado pelas marcas de fabricante com a forte aposta em promo&ccedil;&atilde;o a partir do &ldquo;famoso&rdquo; 1&ordm; de Maio de 2012. Desde ent&atilde;o a aposta em marca de distribui&ccedil;&atilde;o tem sido incontorn&aacute;vel para os retalhistas portugueses. Rebranding, aposta em inova&ccedil;&atilde;o, diferencia&ccedil;&atilde;o, produtos premium, tudo estrat&eacute;gias acionadas nos &uacute;ltimos anos para que a marca de distribui&ccedil;&atilde;o se enquadre como uma alternativa &agrave;s marcas de fabricante no momento da compra.</p>
<p>Em 2022, assistimos novamente a um forte aumento de pre&ccedil;os motivando os compradores a reavaliar as suas escolhas para conseguirem maximizar o seu poder de compra com o or&ccedil;amento familiar. Para al&eacute;m da mudan&ccedil;a do local de compra para cadeias Discount, a compra de marcas de distribui&ccedil;&atilde;o surge como mais uma das altera&ccedil;&otilde;es de comportamento dos consumidores portugueses nesse sentido.</p>
<p>Um estudo KANTAR sobre o aumento dos pre&ccedil;os e o seu impacto nas fam&iacute;lias indica que 62% dos portugueses afirma ter dificuldade ou muita dificuldade em fazer face &agrave;s despesas com alimenta&ccedil;&atilde;o e bens essenciais. Esta &eacute; uma dificuldade principalmente sentida pelas fam&iacute;lias (agregados familiares com mais que 3 elementos e filhos presentes), que por terem tamb&eacute;m o maior n&uacute;mero de pessoas dentro de casa acabam por ter uma preocupa&ccedil;&atilde;o adicional na hora de pagar as compras. S&atilde;o tamb&eacute;m as fam&iacute;lias que mais se destacam no aumento da quota da MDD. Noutro contexto est&atilde;o os jovens, com uma experi&ecirc;ncia de vida diferente e menos disponibilidade econ&oacute;mica que os seus antepassados, foram e continuam a ser os compradores mais pr&oacute;ximos das marcas de distribui&ccedil;&atilde;o em FMCG.</p>
<p>Multiplicam-se as categorias que, pressionadas pelo aumento dos pre&ccedil;os, v&ecirc;m as marcas de distribui&ccedil;&atilde;o a conquistar compradores e quota de mercado. A marca de distribui&ccedil;&atilde;o representa no &uacute;ltimo ano 40,1% do mercado de FMCG sem Frescos, com um crescimento de 4,9pp face a 2019. Alimenta&ccedil;&atilde;o &eacute; a macro-categoria em que este peso mais se sente, mas &eacute; em Higiene Pessoal que o desenvolvimento de marca de distribui&ccedil;&atilde;o mais se destaca.<br /> <br />Rainha da coroa para os retalhistas de sortido curto, a MDD tem sido potenciada em todas as ins&iacute;gnias. Seria mais do que expect&aacute;vel ver esse impacto vir de retalhistas que ,para al&eacute;m de terem uma maior depend&ecirc;ncia da sua marca pr&oacute;pria, tamb&eacute;m eles pr&oacute;prios t&ecirc;m vindo a conquistar espa&ccedil;o no mercado. Mas, apesar de ser verdade, n&atilde;o &eacute; a &uacute;nica realidade. Se quis&eacute;ssemos avaliar retalhistas pelo seu peso dentro do mercado das suas pr&oacute;prias marcas, Lidl, Aldi e Mercadona n&atilde;o seria os &uacute;nicos ganhadores nos &uacute;ltimos anos. Sonae e Intermarch&eacute; tamb&eacute;m conseguiram tornar as suas marcas mais fortes comparativamente &agrave; concorr&ecirc;ncia. Para isso, a conquista de compradores foi crucial.</p>
<p>Num panorama de novas din&acirc;micas reativas ao aumento de pre&ccedil;o, os compradores portugueses ajustam-se e fazem novas escolhas. Torna-se portanto importante que os fabricantes personalizem o seu sortido a cada tipo de loja e cada retalhista de forma a diferenciarem a sua oferta do sortido j&aacute; dispon&iacute;vel em loja da marca de distribui&ccedil;&atilde;o. O sortido certo para a loja certa.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 06 Mar 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Impacto-da-inflao-no-retalho-alimentar-portugus</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Webinar: A arte da restauraÃ§Ã£o (o melhor jÃ¡ chegou!)]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar-A-arte-da-restaurao-o-melhor-j-chegou</link>
         <description><![CDATA[<p>Como t&iacute;nhamos prometido, no final de 2022, o melhor chegou! Em 2023, a Kantar em Portugal, relan&ccedil;a o seu painel Fora de Casa (OOH), com uma maior amostra, novas faixas et&aacute;rias, novas categorias e um scope mais alargado de recolha de refei&ccedil;&otilde;es no seu painel de OOH (incluindo take away e delivery). A combina&ccedil;&atilde;o entre este painel e o painel de compra para o dentro do lar, permite &agrave; Kantar dar uma poderosa vis&atilde;o de 360 graus, &uacute;nica no mercado portugu&ecirc;s.</p>
<p>De acordo com os primeiros dados deste renovado painel, 92% da popula&ccedil;&atilde;o portuguesa consumiu pelo menos uma vez fora de casa nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s meses do ano de 2022 e fizeram-no, em m&eacute;dia, duas vezes por semana, representando, assim, 169 milh&otilde;es de ocasi&otilde;es registadas fora de casa.</p>
<p>No dia 28 de fevereiro, &agrave;s 10h, Andreia Carvalho, Advanced Analytics Director, ir&aacute; partilhar estas e outras informa&ccedil;&otilde;es, nomeadamente, a divulga&ccedil;&atilde;o das primeiras quotas de mercado da Restaura&ccedil;&atilde;o Organizada.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://kantar-webinars.zoom.us/webinar/register/WN_6VhysIgKQUSfTPJCZ1B9aA">Registe-se</a></p>
<p style="text-align: left;">N&atilde;o tem disponibilidade para ver o webinar? Registe-se na mesma, para receber a grava&ccedil;&atilde;o depois de o webinar se ter realizado.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 15 Feb 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar-A-arte-da-restaurao-o-melhor-j-chegou</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Portugueses alteram a compra e o consumo em iogurtes]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Portugueses-alteram-a-compra-e-o-consumo-em-iogurtes</link>
         <description><![CDATA[<p>No primeiro semestre de 2022, os iogurtes e as sobremesas l&aacute;cteas continuam a ser categorias essenciais, estando presentes em mais de 90% dos lares portugueses. Contudo, perderam alguma atratividade (menos 27 mil lares) e as fam&iacute;lias reduziram a sua compra m&eacute;dia em mais de 1 quilogramas, comparativamente ao primeiro semestre de 2019. A perda de compra em iogurtes &eacute; impactada pela redu&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de ocasi&otilde;es de consumo (-3 milh&otilde;es), realizadas dentro de casa, em compara&ccedil;&atilde;o com uma realidade pr&eacute;-pand&eacute;mica.</p>
<p>Os portugueses ao alteraram a forma de comprar, modificaram tamb&eacute;m os seus h&aacute;bitos de consumo e a categoria de iogurtes &eacute; afetada por essa mudan&ccedil;a. De seguida ser&aacute; explicado como, quando e quem est&aacute; afetar o consumo de iogurtes. Para isso, &eacute; importante recorrer de forma constante &agrave; analogia consumo e compra, que embora interligados, n&atilde;o s&atilde;o a mesma coisa. Assim, compra define-se como aquilo que as fam&iacute;lias portugueses adquiriram para levar para dentro das suas casas e consumo, aquilo que cada elemento da fam&iacute;lia consome dentro das suas casas. O seguinte exemplo ilustra esta diferen&ccedil;a, os iogurtes entram em mais de 90% das casas portuguesas, o que nos levaria a pensar que a esmagadora maioria das pessoas consome esta categoria. No entanto, nem todos os membros da fam&iacute;lia consomem iogurtes, porque quando olhamos para consumo apenas 50% dos portugueses realmente os come.</p>
<p><strong>Reinventar &eacute; chegar a mais momentos de consumo</strong></p>
<p>Os momentos core da categoria s&atilde;o o pequeno-almo&ccedil;o com 35% e os snacks da tarde e da manh&atilde; com 42% das ocasi&otilde;es de consumo em casa. Mas estes momentos acabaram por representar a maior fatia da perda de consumo de iogurtes. A novidade est&aacute; no destaque destes l&aacute;cteos nas grandes refei&ccedil;&otilde;es do dia. O almo&ccedil;o, apesar de representar apenas 2% das ocasi&otilde;es de consumo em casa, &eacute; a refei&ccedil;&atilde;o que mais cresceu por ter conseguido desenvolver um consumo mais repetido e tamb&eacute;m pela conquista de mais consumidores (+116 mil). O jantar tamb&eacute;m se desenvolve, conseguindo um crescimento de 3% nas ocasi&otilde;es de consumo.</p>
<p>Esta mudan&ccedil;a j&aacute; era uma verdade nos nossos vizinhos espanh&oacute;is, que t&ecirc;m enraizado o h&aacute;bito de consumo de iogurtes nas grandes refei&ccedil;&otilde;es. Apesar de estes momentos serem ainda uma realidade pequena em Portugal, encontrar novos momentos significa encontrar novas oportunidades para inova&ccedil;&atilde;o de produto e tamb&eacute;m para novas formas de utiliza&ccedil;&atilde;o dos iogurtes.</p>
<p>Por outro lado, defender os momentos core &eacute; essencial para desenvolver o consumo da categoria. Nesta &aacute;rea, o desafio dos iogurtes &eacute; duplo. Por um lado, o facto de nos &uacute;ltimos anos ter existido um grande desenvolvimento de produtos tanto para o pequeno-almo&ccedil;o como para os snacks, leva &agrave; exist&ecirc;ncia de uma maior concorr&ecirc;ncia para aos iogurtes. Assim, a substitui&ccedil;&atilde;o deste l&aacute;cteo por outras categorias como bebidas vegetais, snacks de queijos ou frutos secos, passam a ser uma realidade, pois este tipo de produtos conseguiu ganhar mais import&acirc;ncia dentro dos momentos core de iogurtes. Por outro lado, este ano, com um consumidor ainda mais sens&iacute;vel ao pre&ccedil;o, a procura por poupan&ccedil;a est&aacute; entre as principais escolhas para fazer face ao mesmo or&ccedil;amento familiar. Os iogurtes precisam justificar ainda mais a sua proposta de valor no momento aos consumidores.</p>
<p><strong>Comprador e consumidor requerem diferentes estrat&eacute;gias</strong></p>
<p>Entrar na casa dos portugueses &eacute; ver que nem todos os indiv&iacute;duos de cada fam&iacute;lia t&ecirc;m o mesmo tipo de consumo. As mulheres representam mais de metade da fatia de consumidores, com um ter&ccedil;o do seu consumo feito no lanche da tarde. J&aacute; os homens, preferem um consumo mais focado no pequeno-almo&ccedil;o, 37,6% das ocasi&otilde;es de consumo em casa.</p>
<p>Os iogurtes atraem um target mais envelhecido, pois 58% dos compradores tem 50 anos ou mais. Do ponto de vista do consumidor, apenas 43% dos consumidores est&atilde;o nesta faixa et&aacute;ria. Ou seja, parte da sua compra n&atilde;o &eacute; para consumo pr&oacute;prio, mas sim para consumo de outros elementos da fam&iacute;lia. Esta diferen&ccedil;a mostra a import&acirc;ncia de distinguir o target que compra na loja e o target que consome o produto. Ambos os targets podem influenciar-se mutuamente, significando assim que as marcas devem apostar em direcionar diferentes tipos de a&ccedil;&otilde;es, quer para a pessoa que est&aacute; num supermercado em frente &agrave;s prateleiras de iogurtes quer para o consumidor final.</p>
<p>Os compradores adultos, entre os 35 e os 49 anos, s&atilde;o os que mais contribuem para a perda de compra m&eacute;dia com uma redu&ccedil;&atilde;o de 3 quilogramas (-14%) em 6 meses. Esta perda &eacute; sentida nos momentos core dos iogurtes: pequeno-almo&ccedil;o e snacking. Mas &eacute; interessante perceber que o consumo deste target est&aacute; a mover-se para outro tipo de momentos, como o caso das grandes refei&ccedil;&otilde;es ou depois do jantar. Estes novos espa&ccedil;os de consumo, refletem a abertura do consumidor a novas experi&ecirc;ncias nesta categoria.</p>
<p><strong>&Eacute; poss&iacute;vel reinventar o consumo de iogurtes</strong></p>
<p>Os portugueses procuram por outro tipo de benef&iacute;cios no que toca aos iogurtes. O principal driver da categoria s&atilde;o as solu&ccedil;&otilde;es proteicas que duplicaram o consumo, mas canibalizaram a performance dos restantes segmentos. Tamb&eacute;m os iogurtes sem lactose e plant based crescem quer a n&iacute;vel de compra m&eacute;dia, quer a n&iacute;vel de ocasi&otilde;es de consumo em casa. Os magros e os bifidus, que foram perdendo o seu prop&oacute;sito e atratividade, veem as fam&iacute;lias portuguesas a reduzirem a compra e momentos de consumo em casa. Os iogurtes normais, continuam a ser o tipo de iogurte presente em mais momentos ao longo do dia, cerca de 50% das ocasi&otilde;es de consumo em casa, apesar de tamb&eacute;m se verem tamb&eacute;m afetados por um menor consumo.</p>
<p>A variedade de iogurtes e sobremesas l&aacute;cteas a que os portugueses t&ecirc;m acesso, permite-lhes jogar com diferentes consumos durante o dia. Os iogurtes gregos e magros, por exemplo, t&ecirc;m uma maior import&acirc;ncia ao pequeno-almo&ccedil;o. J&aacute; os iogurtes normais, sem lactose ou bifidus ao lanche da tarde. Os proteicos crescem em todos os momentos, sendo que o pequeno-almo&ccedil;o representa 31% do consumo ao longo do dia. Este &eacute; o momento mais forte, mas a versatilidade que os portugueses encontraram nos proteicos mostra que &eacute; poss&iacute;vel ir al&eacute;m dos momentos core e o depois do jantar mostrou ser mais uma oportunidade de consumo.</p>
<p>Apesar dos confinamentos devido &agrave; covid-19 terem deixado para tr&aacute;s fen&oacute;menos como a p&atilde;odemia (fazer p&atilde;o em casa), ainda &eacute; poss&iacute;vel verificar que h&aacute; portugueses a alocar mais tempo na prepara&ccedil;&atilde;o de refei&ccedil;&otilde;es quando comparado com 2019. Esta tend&ecirc;ncia, poder&aacute; estar numa das causas que afeta a compra de iogurtes, pois existe um aumento do consumo de iogurtes feitos em casa, principalmente no lanche da manh&atilde;, representando 10% do total das ocasi&otilde;es de consumo de iogurtes.</p>
<p>Por outro lado, com maior dedica&ccedil;&atilde;o no tempo de prepara&ccedil;&atilde;o das refei&ccedil;&otilde;es, &eacute; poss&iacute;vel verificar que o pequeno-almo&ccedil;o &eacute; parte do crescimento deste fen&oacute;meno. Isto acarreta um desafio adicional &agrave;s marcas de fabricante de, n&atilde;o s&oacute; justificarem que sejam os iogurtes o produto escolhido para este momento, como seja a sua marca a preferida. Isto porque, em FMCG, os portugueses aumentaram 14% as ocasi&otilde;es de consumo no pequeno-almo&ccedil;o, preferindo marcas pr&oacute;prias.</p>
<p>Os iogurtes est&atilde;o presentes na maioria dos lares dos portugueses, mas os h&aacute;bitos de consumo est&atilde;o a mudar. Entender o consumo hoje &eacute; chave para encontrar espa&ccedil;os de crescimentos, entender quem s&atilde;o os advers&aacute;rios ao longo do dia, comunicar para o target certo, perceber que inova&ccedil;&otilde;es far&atilde;o sentido e que outros caminhos poder&atilde;o os iogurtes e sobremesas l&aacute;cteas ter para o futuro.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 03 Feb 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Portugueses-alteram-a-compra-e-o-consumo-em-iogurtes</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Euro a euro enchem os portugueses o depÃ³sito]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Euro-a-euro-enchem-os-portugueses-o-depsito</link>
         <description><![CDATA[<p>&ldquo;A pandemia, a infla&ccedil;&atilde;o, a guerra&rdquo; poderia facilmente substituir a c&eacute;lebre frase de Artur Albarran &ldquo;O drama, o horror, a trag&eacute;dia&hellip;&rdquo;, mas em vez disso &eacute; a realidade que est&aacute; a mudar a vida dos portugueses. Cada vez com o seu poder de compra mais esmagado, os consumidores t&ecirc;m que fazer mais escolhas na hora de comprar - onde comprar? O que comprar? Que quantidade comprar?</p>
<p>Esta din&acirc;mica &eacute; muito real para bens de consumo, mas ganha uma nova propor&ccedil;&atilde;o quando falamos de combust&iacute;veis em Portugal. 73% dos portugueses diz ser dif&iacute;cil ou muito dif&iacute;cil fazer face &agrave;s despesas com combust&iacute;veis, um n&uacute;mero bastante acima dos 59% que dizem ter o mesmo grau de dificuldade face &agrave;s despesas gerais.</p>
<p>O mercado de abastecimento de ve&iacute;culos particulares foi dos que mais sofreu com a pandemia. Perderam-se compradores e abastecimentos, que s&oacute; come&ccedil;aram a ser recuperados com o fim dos confinamentos. Em abril de 2020 apenas 50% dos portugueses abasteceu o seu carro. Os primeiros sinais de estabiliza&ccedil;&atilde;o vieram em maio de 2021, com a recupera&ccedil;&atilde;o de abastecimentos e compradores, mas rapidamente foram &ldquo;agitados&rdquo; por uma din&acirc;mica mais intensa de pre&ccedil;o.</p>
<p>Se j&aacute; est&aacute;vamos habituados aos frequentes ajustes de pre&ccedil;o como rea&ccedil;&atilde;o ao pre&ccedil;o do barril de petr&oacute;leo, com a limita&ccedil;&atilde;o de acesso a este produto criada pela guerra o pre&ccedil;o do petr&oacute;leo subiu nos mercados internacionais e atingiu pre&ccedil;os <em>record</em> na sua venda a cliente final, tornando estas altera&ccedil;&otilde;es praticamente semanais.</p>
<p>Em novembro, come&ccedil;aram a ser implementadas medidas para proteger o consumidor atrav&eacute;s do AutoVoucher, mecanismo que foi maximizado em mar&ccedil;o como rea&ccedil;&atilde;o direta &agrave; subida provocada pela guerra. &Agrave; espera de aprova&ccedil;&atilde;o europeia para reduzir o IVA, a medida tomada em maio foi a compensa&ccedil;&atilde;o por via do ISP (o imposto sobre produtos petrol&iacute;feros). No entanto, n&atilde;o h&aacute; como fugir &agrave; escalada: entre maio de 2021 e o hom&oacute;logo, o pre&ccedil;o do combust&iacute;vel pago por cliente final subiu 26% (21% em gasolina e 31% em gas&oacute;leo). Os portugueses foram-se adaptando mensal ou semanalmente a esta realidade. Ainda assim, em maio de 2022, em m&eacute;dia, cada portugu&ecirc;s gastou 122&euro; para abastecer o seu carro, um n&uacute;mero <em>record</em> nunca visto nos &uacute;ltimos anos. Ali&aacute;s, nunca se tinha chegado &agrave; marca dos 105&euro; gastos em abastecimento num s&oacute; m&ecirc;s at&eacute; 2022, sendo que este foi o terceiro m&ecirc;s consecutivo em que se quebrou essa barreira.</p>
<p><strong>Atesta hoje que n&atilde;o sabes o pre&ccedil;o de amanh&atilde;</strong></p>
<p>Com a escalada de pre&ccedil;os esperar-se-ia que os portugueses gerissem a sua carteira gastando menos em cada abastecimento, contudo este cen&aacute;rio n&atilde;o se verifica. Os portugueses at&eacute; aumentam ligeiramente o seu gasto por abastecimento nos &uacute;ltimos 6 meses, diminuindo os litros abastecidos em consequ&ecirc;ncia do aumento de pre&ccedil;o.</p>
<p>Na realidade, a maioria dos portugueses continua a atestar os seus carros (considerando abastecimentos acima dos 65&euro;), independentemente da sua classe social. No entanto, existem compradores que deixaram de atestar nos &uacute;ltimos seis meses (apenas 2%), notando-se um refor&ccedil;o nos abastecimentos entre os 35&euro; e os 65&euro;.</p>
<p>Por outro lado, para quem pensa, olhando para as longas filas de carros, que existe hoje uma maior concentra&ccedil;&atilde;o de abastecimentos ao fim de semana para antecipar as subidas de pre&ccedil;o temos que avisar: est&atilde;o muito enganados. Os portugueses j&aacute; abasteciam os carros ao fim de semana, quando tinham mais tempo livre e, portanto, esse h&aacute;bito apenas se mant&eacute;m. Quando olhamos para a percentagem de volume abastecido ao fim de semana esta encontra-se est&aacute;vel no &uacute;ltimo ano. H&aacute; no entanto um aumento de carros a abastecer ao fim de semana, porqu&ecirc;? Porque existe um aumento da frequ&ecirc;ncia de abastecimento: os mesmos carros v&atilde;o agora mais vezes &agrave;s gasolineiras, portanto h&aacute; de facto um aumento de carros a abastecer ao fim de semana, mas tamb&eacute;m durante a semana.</p>
<p>Nos &uacute;ltimos seis meses, &eacute; poss&iacute;vel ver o volume por abastecimento a contrair cerca de 1Lt. Este volume &eacute; praticamente compensado pelo aumento da frequ&ecirc;ncia de compra, fazendo com que em total de litros os portugueses estejam quase em linha com os seus abastecimentos mensais pr&eacute;-pandemia. Mas se os portugueses continuam a atestar, o que leva a esta contra&ccedil;&atilde;o nos litros por abastecimento?</p>
<p><strong>A loucura das promo&ccedil;&otilde;es chegou aos combust&iacute;veis</strong></p>
<p>&Eacute; not&oacute;rio um refor&ccedil;o nos abastecimentos abaixo de 20&euro;, que t&ecirc;m agora mais 900 mil compradores. Isto porque existe uma maior duplica&ccedil;&atilde;o destes abastecimentos com aqueles de maior valor, ou seja os mesmos compradores que atestam o carro tamb&eacute;m fazem abastecimentos abaixo de 20&euro;. Este movimento, embora possa parecer estranho, tem uma explica&ccedil;&atilde;o direta: promo&ccedil;&atilde;o e pre&ccedil;o.</p>
<p>Com a explos&atilde;o dos descontos oferecidos pelas gasolineiras em Portugal, n&atilde;o &eacute; dif&iacute;cil abastecer com benef&iacute;cio. Sejam as parcerias com retalhistas alimentares (que representaram 27% do volume abastecido em maio), os cart&otilde;es de fidelidade das pr&oacute;prias gasolineiras, outras lojas ou institui&ccedil;&otilde;es seja a promo&ccedil;&atilde;o de fim de semana, e at&eacute; vouchers ganhos na compra de alguns servi&ccedil;os, abastecer o carro com desconto &eacute; cada vez mais f&aacute;cil! E os portugueses sabem disto.</p>
<p>Portanto, quando o carro entra na reserva e n&atilde;o existe um posto com desconto ou pre&ccedil;o mais baixo por perto, h&aacute; um abastecimento de &ldquo;sobreviv&ecirc;ncia&rdquo; abaixo dos 20&euro; que permite ganhar tempo para obter o desconto, chegar ao dia da promo&ccedil;&atilde;o ou estar mais perto do posto de abastecimento <em>low cost.</em></p>
<p>A quest&atilde;o da proximidade/localiza&ccedil;&atilde;o &eacute; fundamental para os automobilistas na escolha do local de abastecimento, uma vez que 76% dizem ser este o principal fator que os levou a abastecer em dado posto. O pre&ccedil;o do combust&iacute;vel &eacute; um fator determinante para a maioria dos portugueses e a exist&ecirc;ncia de um desconto ou cart&atilde;o de fidelidade surge em terceiro lugar na escolha de um posto de abastecimento. Claro que estes fatores ser&atilde;o mais ou menos determinantes consoante a marca em quest&atilde;o, porque, tal como no retalho alimentar, tamb&eacute;m nos combust&iacute;veis existem as marcas <em>low cost</em> ou mais &ldquo;promocionadas&rdquo;.</p>
<p>Na procura pelo pre&ccedil;o mais baixo, o velho h&aacute;bito da zona fronteiri&ccedil;a de abastecer em Espanha tamb&eacute;m sofreu oscila&ccedil;&otilde;es. Com a pandemia, deixou de ser poss&iacute;vel atravessar a fronteira para comprar combust&iacute;vel. Recuperada a liberdade de movimento, tamb&eacute;m se recuperou esse h&aacute;bito mas com menos for&ccedil;a. A partir do momento em que o pre&ccedil;o da gasolina em Espanha disparou e ficou perto do portugu&ecirc;s a viagem deixou de fazer sentido e esse abastecimento perdeu muita for&ccedil;a, mantendo-se at&eacute; aos dias de hoje.</p>
<p>O aumento do pre&ccedil;o dos combust&iacute;veis n&atilde;o &eacute; uma din&acirc;mica limitada a Portugal e n&atilde;o ir&aacute; certamente abrandar nos tempos pr&oacute;ximos. As gasolineiras continuam a procurar oferecer aos seus compradores o melhor desconto, a melhor parceria, o melhor pre&ccedil;o, para atrair compradores e volumes, num mercado com cada vez mais oferta <em>low cost</em>. Como ir&atilde;o os portugueses continuar a reagir e adaptar a sua compra de combust&iacute;veis? S&oacute; o tempo o dir&aacute;, mas esperamos ansiosos e atentos a estas mudan&ccedil;as.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 17 Jan 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Euro-a-euro-enchem-os-portugueses-o-depsito</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Conservando-se no tempo]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Conservando-se-no-tempo</link>
         <description><![CDATA[<div class="OutlineElement Ltr SCXW58749553 BCX0">
<p class="Paragraph SCXW58749553 BCX0"><span class="TextRun SCXW58749553 BCX0" lang="PT-PT" xml:lang="PT-PT" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">O aumento da</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> procura por produtos m</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">ais frescos</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">, menos processados</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> e</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> com menos conservantes</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">, veio p&ocirc;r em causa uma das categorias mais maduras</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> dos bens de consumo</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> em Portugal: as Conservas.</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> H</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">&aacute; d&eacute;cadas </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">a ser considerado </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">um produto fi&aacute;vel</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> pela esmagadora maioria dos portugueses</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">, </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">um </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">pr&aacute;tico, barato</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">,</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> de longa dura&ccedil;&atilde;o,&nbsp;</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">as conservas </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">fo</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">ram</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> agitad</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">as</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> p</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">ela&nbsp;</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">crescente </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">preocupa&ccedil;&atilde;o dos portugueses em </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">terem uma vida</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> mais</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> saud&aacute;ve</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">l</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">.</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> J&aacute; n&atilde;o chega ser um produto conveniente, os </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">consumidores&nbsp;</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">exigem</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> cada vez </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">mais qualidade&nbsp;</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">n</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">as suas escolhas alimentares.</span></span><span class="EOP SCXW58749553 BCX0" data-ccp-props="{">&nbsp;&nbsp;</span></p>
</div>
<div class="OutlineElement Ltr SCXW58749553 BCX0">
<p class="Paragraph SCXW58749553 BCX0"><span class="TextRun SCXW58749553 BCX0" lang="PT-PT" xml:lang="PT-PT" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">Desde 2019</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">,</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">18</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> mil </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">lares deixaram de comprar </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">produtos em conserva</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">, mas existem sinais de</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> esperan&ccedil;a</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> para o futuro</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">.</span></span></p>
</div>
<div class="OutlineElement Ltr SCXW58749553 BCX0">
<p class="Paragraph SCXW58749553 BCX0"><span class="TextRun SCXW58749553 BCX0" lang="PT-PT" xml:lang="PT-PT" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">No caso das conservas de peixe, </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">os compradores afastam-se das op&ccedil;&otilde;es mais cal&oacute;ricas</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">/menos saud&aacute;veis</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> como </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">a conserva&ccedil;&atilde;o em&nbsp;</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">a</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">zeite e em&nbsp;</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">&oacute;</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">leo</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">, </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">aproxim</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">ando-se&nbsp;</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">do atum ao </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">n</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">atural.</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> Este modo de conserva capta n&atilde;o s&oacute; compradores, mas tamb&eacute;m </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">mais gasto por cada </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">ato</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> de compra, </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">tentando levar</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> a categoria num sentido de valor</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">iza&ccedil;&atilde;o</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">.&nbsp;</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">De salientar,</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> que </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">apesar de toda a inova&ccedil;&atilde;o&nbsp;</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">que existiu nos &uacute;ltimos anos </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">a n&iacute;vel de sabores/esp&eacute;cies de peixe, esta ainda n&atilde;o est&aacute;&nbsp;</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">refletida</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> numa maior aproxima&ccedil;&atilde;o a</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">o consumidor. O atum continua a ser l&iacute;der no segmento e a </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">ser o driver nas mudan&ccedil;as de comportamento de compra.&nbsp;</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">Mesmo com a aposta em inova&ccedil;&atilde;o, as conservas de peixe perderam compradores </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">nos &uacute;ltimos anos, </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">entrando em</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> 83</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">,2</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">% dos lares portugueses</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> em 2022</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> (considerando at&eacute; </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">19 de Junho)</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">.</span></span><span class="EOP SCXW58749553 BCX0" data-ccp-props="{">&nbsp;</span></p>
</div>
<div class="OutlineElement Ltr SCXW58749553 BCX0">
<p class="Paragraph SCXW58749553 BCX0"><span class="TextRun SCXW58749553 BCX0" lang="PT-PT" xml:lang="PT-PT" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">Neste segmento</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> h&aacute; um claro afastamento da embalagem standard de 120g. Os </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">consumidores</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> procuram embalagens maiores nesta categoria. No entanto</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">, </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">h&aacute; uma </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">contra&ccedil;&atilde;o</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> do volume comprado em cada ida &agrave; loja.</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> Como&nbsp;</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">os portugueses compram mais do que uma </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">unidade</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> de cada vez, a compra de embalagens maiores n&atilde;o significa </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">diretamente</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> uma maior quantidade comprada, porque h&aacute; uma redu&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de unidades.</span></span><span class="EOP SCXW58749553 BCX0" data-ccp-props="{">&nbsp;</span></p>
</div>
<div class="OutlineElement Ltr SCXW58749553 BCX0">
<p class="Paragraph SCXW58749553 BCX0"><span class="TextRun SCXW58749553 BCX0" lang="PT-PT" xml:lang="PT-PT" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">De salientar que</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">, apesar </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">do afastamento ao consumidor</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">,&nbsp;</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">as conservas de peixe t&ecirc;m conseguido ao longo do tempo tornar-se mais vers&aacute;teis em termos de utiliza&ccedil;&atilde;o</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">. A</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">s receitas com </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">conservas de peixe ficaram mais complexas desde 2</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">019. Se olharmos para o tempo </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">passado a&nbsp;</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">confecionar&nbsp;</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">um</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">a refei&ccedil;&atilde;o com este tipo de produt</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">os verifica-se que as refei&ccedil;&otilde;es abaixo de 20&nbsp;</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">minutos ca&iacute;ram </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">27</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">%</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">, valendo agora menos 8% d</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">o total </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">dos momentos de consumo</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">.&nbsp;</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">Isto significa que o</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">s portugueses fazem agora pratos mais complexos com </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">conservas de peixe, ainda que o</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> h&aacute;bito </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">seja</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> o motivo </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">de consumo </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">que mais cresce</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> e</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> a praticidade contin</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">ue</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> a ser </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">apontad</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">a</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> como o</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> principal motivo</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> para a escolha.</span></span><span class="EOP SCXW58749553 BCX0" data-ccp-props="{">&nbsp;</span></p>
</div>
<div class="OutlineElement Ltr SCXW58749553 BCX0">
<p class="Paragraph SCXW58749553 BCX0"><span class="TextRun SCXW58749553 BCX0" lang="PT-PT" xml:lang="PT-PT" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">As c</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">onservas de legumes </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">s&atilde;o</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> as mais transversais da categoria</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">, </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">sendo</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> que em 2022 j&aacute; foram comprad</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">a</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">s por 8</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">8,8</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">% dos lares portugueses</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">, </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">mesmo</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> ten</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">do </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">perdido compradores nos &uacute;ltimos anos</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">.</span></span><span class="EOP SCXW58749553 BCX0" data-ccp-props="{">&nbsp;</span></p>
</div>
<div class="OutlineElement Ltr SCXW58749553 BCX0">
<p class="Paragraph SCXW58749553 BCX0"><span class="TextRun SCXW58749553 BCX0" lang="PT-PT" xml:lang="PT-PT" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">As leguminosas continuam a ser o foco da categoria,</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> chegando a </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">mais lares que </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">as restantes variedades</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">, </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">sendo </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">comprad</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">a</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">s mais vezes e por consequ&ecirc;ncia </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">representando</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> o maior gasto&nbsp;</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">por </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">lar&nbsp;</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">dentro d</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">o segmento</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">.</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> Interessante que</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">,</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> considerando que h&aacute; retalhistas que vendem apenas leguminosas em vidro, a lata tem vindo a perder compradores e o vidro </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">tenha </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">conquistado</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">.</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> Dentro das pr&oacute;prias leguminosas h&aacute; no entanto um afastamento </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">d</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">os compradores</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> das variedades</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">: </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">tanto o gr&atilde;o como o feij&atilde;o perde</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">ram</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> compradores nos &uacute;ltimos anos</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">.</span></span><span class="EOP SCXW58749553 BCX0" data-ccp-props="{">&nbsp;</span></p>
</div>
<div class="OutlineElement Ltr SCXW58749553 BCX0">
<p class="Paragraph SCXW58749553 BCX0"><span class="TextRun SCXW58749553 BCX0" lang="PT-PT" xml:lang="PT-PT" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">Tamb&eacute;m os</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> cogumelos</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> que representam o maior gasto por cesta </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">do segmento</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">, talvez motivado pela disponibilidade crescente de cogumelos frescos, perdem compradores</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">e:&nbsp;</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">s&atilde;o comprados menos vezes </span><span class="NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW58749553 BCX0">vs</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> 2019.</span></span><span class="EOP SCXW58749553 BCX0" data-ccp-props="{">&nbsp;</span></p>
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<div class="OutlineElement Ltr SCXW58749553 BCX0">
<p class="Paragraph SCXW58749553 BCX0"><span class="TextRun SCXW58749553 BCX0" lang="PT-PT" xml:lang="PT-PT" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">J&aacute; o</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> milho</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">, </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">as azeitonas </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">e o tomate </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">aproximam-se</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> dos consumidores portugueses nos &uacute;ltimos anos.</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> As azeitonas t&ecirc;m sido abrangidas dentro do marketing positivo como uma op&ccedil;&atilde;o </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">saud&aacute;vel, natural, livre de gorduras e calorias indesejadas</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">, o que levou tamb&eacute;m a um</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> aumento de </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">sortido</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> dispon&iacute;vel e ajudou </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">a variedade</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> a desenvolver-se</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> no mercado</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">.</span></span><span class="EOP SCXW58749553 BCX0" data-ccp-props="{">&nbsp;</span></p>
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<p class="Paragraph SCXW58749553 BCX0"><span class="TextRun SCXW58749553 BCX0" lang="PT-PT" xml:lang="PT-PT" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">&Agrave; semelhan&ccedil;a do que vimos acontecer nas conservas de peixe,</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> tamb&eacute;m</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> n</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">o </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">segmento&nbsp;</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">de </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">carne houve um esfor&ccedil;o por parte das marcas para oferecer alternativas mais saud&aacute;veis aos compradores</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">: </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">reduzindo sal</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">, reduzindo </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">gordura,</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> mudando para carnes brancas,</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> ou mesmo substituindo por outr</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">a base </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">que n&atilde;o</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> a</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> carne</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">. </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">Este </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">esfor&ccedil;o v&ecirc;-se recompensado no </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">ligeiro </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">ganho de compradores para </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">o segmento</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">. A</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">pesar de n&atilde;o ser t&atilde;o abrangente como </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">as op&ccedil;&otilde;es de peixe</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">, </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">este tipo de produtos</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> j&aacute;</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> foram</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> comprado</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">s</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> por 64</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">,1</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">% dos</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> lares</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> portugueses em 2022.</span></span><span class="EOP SCXW58749553 BCX0" data-ccp-props="{">&nbsp;</span></p>
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<div class="OutlineElement Ltr SCXW58749553 BCX0">
<p class="Paragraph SCXW58749553 BCX0"><span class="TextRun SCXW58749553 BCX0" lang="PT-PT" xml:lang="PT-PT" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">Na procura pela op&ccedil;&atilde;o mais saud&aacute;vel de utilizar </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">as conservas de carne, a </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">confe&ccedil;&atilde;o</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> frita vale </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">em 2022</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> menos 9% do total de ocasi&otilde;es</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> de consumo do que em 2019</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">.</span></span><span class="EOP SCXW58749553 BCX0" data-ccp-props="{">&nbsp;</span></p>
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<div class="OutlineElement Ltr SCXW58749553 BCX0">
<p class="Paragraph SCXW58749553 BCX0"><span class="TextRun SCXW58749553 BCX0" lang="PT-PT" xml:lang="PT-PT" data-contrast="none">Os lares com crian&ccedil;as at&eacute; aos 15 anos continuam a ser o target que mais se destaca na compra de conservas de </span><span class="TextRun SCXW58749553 BCX0" lang="PT-PT" xml:lang="PT-PT" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">carne</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">. C</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">ontudo s&atilde;o os lares sem crian&ccedil;as que se reaproximam da categoria, cativados por mais op&ccedil;&otilde;es</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> dispon&iacute;veis</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">. </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">Os momentos de consumo por pessoas</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> acima de 35 anos</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> cresceram </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">37% desde 2019&nbsp;</span><span class="NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW58749553 BCX0">vs</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> um crescimento de apenas 18% das ocasi&otilde;es para o segmento.</span></span></p>
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<div class="OutlineElement Ltr SCXW58749553 BCX0">
<p class="Paragraph SCXW58749553 BCX0"><span class="TextRun SCXW58749553 BCX0" lang="PT-PT" xml:lang="PT-PT" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">Este acaba por ser o segmento com o consumidor mais jovem na categoria. Conservas de peixe e legumes </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">s&atilde;o consumidos por pessoas acima dos 35 anos em mais de 70% das ocasi&otilde;es</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">, um n&uacute;mero que cresceu desde 2019</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> e &eacute; acima d</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">o peso em </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">FMCG.</span></span><span class="EOP SCXW58749553 BCX0" data-ccp-props="{">&nbsp;</span></p>
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<p class="Paragraph SCXW58749553 BCX0"><span class="TextRun SCXW58749553 BCX0" lang="PT-PT" xml:lang="PT-PT" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">P</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">ara &uacute;ltimo, ficou </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">o segmento de Frutas</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">,</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> que por serem conservadas em calda, </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">afastam compradores que n&atilde;o conseguem obter uma vers&atilde;o menos cal&oacute;rica/mais natural do produto.</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> O segmento est&aacute; a ser abandonado pelos portugueses e nem os confinamentos da pandemia conseguiram ajudar a manter</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> ou </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">potenciar</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">compradores.</span></span><span class="EOP SCXW58749553 BCX0" data-ccp-props="{">&nbsp;</span></p>
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<p class="Paragraph SCXW58749553 BCX0"><span class="TextRun SCXW58749553 BCX0" lang="PT-PT" xml:lang="PT-PT" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">Apesar do afastamento de alguns compradores, </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">as Conservas </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">continua</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">m</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> a ser uma categoria abrangente, e cada vez mais vers&aacute;t</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">il, sendo que</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> &eacute; essa</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> variedade adicional que </span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0">est&aacute; a ajudar a reaproximar alguns targets</span><span class="NormalTextRun SCXW58749553 BCX0"> e a entrar em mais momentos de consumo.</span></span><span class="EOP SCXW58749553 BCX0" data-ccp-props="{">&nbsp;</span></p>
</div>]]></description>
         <pubDate>Tue, 13 Dec 2022 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Conservando-se-no-tempo</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Dez  anos de escolhas do consumidor]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Dez--anos-de-escolhas-do-consumidor</link>
         <description><![CDATA[<p><span>Artigo original publicado na&nbsp;</span><a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Hipersuper%20Julho%20Agosto%202022.pdf">Hipersuper</a></p>
<p>A Kantar comemora este ano o 10&ordm; anivers&aacute;rio do seu relat&oacute;rio global mais importante &ndash; o Brand Footprint, que fornece o ranking das marcas mais escolhidas e cuja forma de c&aacute;lculo dos CRP&rsquo;s &eacute; atrav&eacute;s de vari&aacute;veis de painel de lares: quantos lares tem cada pa&iacute;s (a popula&ccedil;&atilde;o), em quantos lares entrou a marca (penetra&ccedil;&atilde;o) e depois o n&uacute;mero de vezes que num ano, se compra a marca nas v&aacute;rias categorias. O 10&ordm; ano deste ranking &eacute; a desculpa perfeita para uma an&aacute;lise sobre as marcas, nesta &uacute;ltima d&eacute;cada.</p>
<p><strong>10 anos de escolhas do consumidor</strong></p>
<p><strong></strong>Comecemos por fazer uma an&aacute;lise global do mercado de FMCG, tendo por base estes &uacute;ltimos dez anos em que o ranking da Kantar existe. A ind&uacute;stria FMCG tem crescido ano ap&oacute;s ano, ainda que a diferentes ritmos. At&eacute; 2019, a um ritmo mais expect&aacute;vel e norna&ccedil;, mas com a pandemia as vendas in-home tiveram um crescimento fora do padr&atilde;o, devido aos v&aacute;rios confinamentos e medidas de conten&ccedil;&atilde;o e consequentes impactos em todo o mundo. Esta ind&uacute;stria cesceu nos &uacute;ltimos dez anos mais 33% (mais $650 mil milh&otilde;es). Todo este crescimento &eacute; tamb&eacute;m alimentado por um aumento do n&uacute;mero de lares, tanto a n&iacute;vel global, como em Portugal, ainda que numa escala largamente inferior. H&aacute; na ind&uacute;stria de FMCG mais compradores e um maior n&uacute;mero de targets diversificados, ao alcance das marcas.<br />Os portugueses escolhem mais marcas em FMCG, em compara&ccedil;&atilde;o com h&aacute; 10 anos atr&aacute;s. Ao contr&aacute;rio do que acontece a n&iacute;vel global, em Portugal, o n&uacute;mero m&eacute;dio de marcas escolhidas aumentou entre 2012 e 2021. Os portugueses escolhem mais seis marcas em 2021 vs 2012 (escolhem, em m&eacute;dia 53 marcas). A n&iacute;vel global, apesar de em m&eacute;dia os shoppers comprarem 55 marcas, comparando com o ano de 2012, a m&eacute;dia em 2021 &eacute; exatamente a mesma que nesse ano &ndash; 55.</p>
<p>No entanto, n&atilde;o &eacute; por existirem mais marcas de fabricante nos lares portugueses que isso se traduz em crescimento de CRP&rsquo;s para as mesmas. O desafio tem sido constante e, em 2021, atingiu-se o patamar m&iacute;nimo do n&uacute;mero de marcas do top 50 a crescer em CRP&rsquo;s , ou seja, apenas 28% delas, depois de em ano de pandemia se ter conseguido o m&aacute;ximo de 68% das marcas do Top 50 Portugal a crescerem.</p>
<p>As marcas em crescimento em Portugal ganham em m&eacute;dia 1,6 pontos de penetra&ccedil;&atilde;o vs. 1,2 pontos percentuais a n&iacute;vel global, mas o ganho de compradores destas marcas em Portugal nos &uacute;ltimos cinco anos foi sempre abaixo da m&eacute;dia. A perda de compradores ditou a tend&ecirc;ncia das marcas em todos os setores. Em 2021, foi ainda mais dif&iacute;cil para as marcas ganharem compradores, essencialmente, nas categorias de higiene e beleza, limpeza caseira e l&aacute;cteos, onde o entorno competitivo desafia ainda mais as marcas de fabricante.</p>
<p>Tamb&eacute;m ao olharmos para as marcas pela sua dimens&atilde;o ao n&iacute;vel da penetra&ccedil;&atilde;o, entendemos a dificuldade crescente, ano ap&oacute;s ano, de continuar a atrair compradores. As Marcas Pequenas (at&eacute; 9,9% de penetra&ccedil;&atilde;o/ano) t&ecirc;m mantido um ganho mais s&oacute;lido de clientela em 0,8 pontos adicionais de penetra&ccedil;&atilde;o, enquanto que as Marcas Grandes (com penetra&ccedil;&atilde;o igual ou superior a 10%) sentiram em 2021 a maior dificuldade em ganhar clientela, verificada na &uacute;ltima d&eacute;cada.<br />Se em 2013 os efeitos das a&ccedil;&otilde;es de promo&ccedil;&atilde;o, inova&ccedil;&atilde;o e distribui&ccedil;&atilde;o eram mais evidentes no ganho de penetra&ccedil;&atilde;o, as marcas caminharam para um patamar, onde cada ponto de penetra&ccedil;&atilde;o ganho torna-se uma complexa miss&atilde;o, mas n&atilde;o imposs&iacute;vel.</p>
<p><strong>Marcas de FMCG mais escolhidas em 2021</strong></p>
<p><strong></strong>Sem grandes movimenta&ccedil;&otilde;es ao n&iacute;vel das principais marcas, a Coca Cola continua a ser de longe a marca mais escolhida no planeta, aumentando uma vez mais os CRP&rsquo;s face ao ano anterior. Segue-se a Colgate, que no top 5 &eacute; a &uacute;nica que n&atilde;o ganha CRP&rsquo;s, uma vez mais. Do top 5, a marca que conseguiu reverter a tend&ecirc;ncia anterior &eacute; Maggi, que recuperou a terceira posi&ccedil;&atilde;o, crescendo em CRP&rsquo;s.</p>
<p>Em Portugal, a Mimosa mant&eacute;m a primeira posi&ccedil;&atilde;o, sendo a l&iacute;der indiscut&iacute;vel em 10 anos consecutivos, mas manteve a perda de CRP&rsquo;s que j&aacute; se verificava no passado (-2 M). A Delta volta a ganhar posi&ccedil;&otilde;es e ascende &agrave; segunda posi&ccedil;&atilde;o, com o maior ganho percentual de CRP&rsquo;s no ranking portugu&ecirc;s. A Compal ocupa agora o terceiro lugar, com estabilidade em CRP&rsquo;s.<br />E face ao ranking da edi&ccedil;&atilde;o anterior, Terra Nostra troca de posi&ccedil;&atilde;o com Gresso, que consegue crescer em CRP&rsquo;s. Uma vez mais, o Top cinco das marcas mais escolhidas em Portugal &eacute; composto por marcas de grande dimens&atilde;o e todas elas marcas Portuguesas.</p>
<p>Das seguintes 20 marcas que ajudam a compor o top 25 das marcas mais escolhidas em Portugal, &eacute; de destacar ainda que 55% das top 25 s&atilde;o marcas locais, quando na edi&ccedil;&atilde;o anterior eram 65%. A Portugalidade neste ranking continua a ser uma caracter&iacute;stica, embora tenha perdido peso nesta edi&ccedil;&atilde;o. A Coca Cola, l&iacute;der global deste estudo, mant&eacute;m em Portugal a 10&ordf; posi&ccedil;&atilde;o, mas apresentando uma vez mais um crescimento em CRPs vs o ano anterior.<br /> <br />As marcas l&iacute;deres dos ranking por setores mant&ecirc;m-se inalterados, relativamente &agrave; edi&ccedil;&atilde;o do ano passado. A Nobre &eacute; l&iacute;der em Alimenta&ccedil;&atilde;o, a Delta em Bebidas, a Mimosa em L&aacute;cteos, a Renova em Drogaria e a Colgate em Higiene e Cuidado Pessoal.<br />&Eacute; necess&aacute;rio chegar a mais de 45% dos lares portugueses e estar presente em 5 ou mais cestas por ano, para se conseguir estar no Top 10 do Brand Footprint. Por isso, &eacute; inquestion&aacute;vel a import&acirc;ncia de ganhar penetra&ccedil;&atilde;o para o crescimento da marca. 83% das marcas que crescem em CRP&rsquo;s com mais compradores e mais atos de compra, ganham valor.<br />Uma marca que perde compradores tem mais dificuldade em manter a sua posi&ccedil;&atilde;o no mercado, sendo que 7 em cada 10 marcas que perdem CRP&rsquo;s, perderam compradores.</p>
<p><strong>Alavancas para o sucesso</strong></p>
<p><strong></strong>As marcas que foram bem sucedidas neste ano de 2021, atingiram o sucesso porque utilizaram algumas alavancas para o crescimento: mais presen&ccedil;a, mais targets, mais categorias, novas necessidades e mais momentos. A utiliza&ccedil;&atilde;o de, por exemplo, uma alavanca, n&atilde;o exclui a utiliza&ccedil;&atilde;o da outra.</p>
<p>De forma geral, um estudo com base em mais de 130 case studies globais dos &uacute;ltimos cinco anos revela que &ldquo;mais targets&rdquo; &eacute; a alavanca usada em mais da metade das vezes pelos fabricantes. Este estudo permitiu tamb&eacute;m descobrir que os detentores das marcas usam uma combina&ccedil;&atilde;o de alavancas para impulsionar crescimento: em m&eacute;dia utilizam duas alavancas.<br />O crescimento consistente alcan&ccedil;a-se chegando a mais compradores e, ao longo da &uacute;ltima d&eacute;cada, 50% das marcas que cresceram em CRP&rsquo;s fizeram exatamente isso &ndash; incrementaram a sua penetra&ccedil;&atilde;o.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 24 Nov 2022 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Dez--anos-de-escolhas-do-consumidor</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Webinar Consumo fora de casa: o melhor estÃ¡ por vir!]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar--Consumo-fora-de-casa-o-melhor-est-por-vir</link>
         <description><![CDATA[<p><span>No final do ano passado, muitas expectativas foram colocadas em 2022, como sendo o ano da recupera&ccedil;&atilde;o para o setor do consumo fora de casa. A verdade &eacute; que 2022 tem demonstrado ser um ano desafiante e muito exigente, com menos portugueses a comprar fora de casa e quem compra est&aacute; a faz&ecirc;-lo com menos frequ&ecirc;ncia do que fazia no cenario pr&eacute;-pand&eacute;mico.</span><br /><br /><span>Surgem mudan&ccedil;as muito r&aacute;pidas nas escolhas dos consumidores no que toca ao consumo fora do lar, estando a ser impulsionados e consolidados novos h&aacute;bitos e din&acirc;micas de consumo que abrem portas a um novo horizonte de oportunidades. E &eacute; nesse sentido que acreditamos que o melhor est&aacute; por vir com o ano de 2023 a ser marcado por uma vis&atilde;o 2.0 do que &eacute; a compra e o consumo fora de casa.</span><br /><br /><span>No pr&oacute;ximo dia&nbsp;</span><strong>24 de novembro</strong><span>, &agrave;s&nbsp;</span><strong>10h00</strong><span>,&nbsp;</span><strong>Andreia Carvalho, Advanced Analytics Director</strong><span>, ir&aacute; explicar os desafios do contexto atual, analisando as mudan&ccedil;as na procura dos consumidores, o novo consumidor e as novas oportunidades de crescimento e por fim, o que podemos esperar para 2023.</span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://kantar-webinars.zoom.us/webinar/register/WN_ViJPMSV2Qd-sshsmvKMMmA">Registe-se</a></p>
<p>N&atilde;o tem disponibilidade para ver o webinar? Registe-se na mesma, para receber a grava&ccedil;&atilde;o depois de o webinar se ter realizado.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 09 Nov 2022 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar--Consumo-fora-de-casa-o-melhor-est-por-vir</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Restaurantes recuperam e entrega comida torna-se norma]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Restaurantes-recuperam-e-entrega-comida-torna-se-norma</link>
         <description><![CDATA[<p>Comer fora recuperou para n&iacute;veis pr&oacute;ximos aos da pr&eacute;-pandemia, enquanto que a entrega de refei&ccedil;&otilde;es, o fen&oacute;meno de crescimento da pandemia, est&aacute; a tornar-se permanente no p&oacute;s-pandemia, a n&iacute;vel mundial. O novo estudo &ldquo;<a href="https://kantar.turtl.co/story/foodservice-2022-p/page/1">Dining Out, At Home &ndash; How meal delivery is transforming Foodservice</a>&rdquo;, da Kantar mostra que a ind&uacute;stria global de servi&ccedil;os de alimenta&ccedil;&atilde;o cresceu 33% em volume de pedidos no primeiro semestre de 2022, em compara&ccedil;&atilde;o com o primeiro semestre de 2021. Quase metade das vezes (47%) n&atilde;o prepar&aacute;mos as nossas pr&oacute;prias refei&ccedil;&otilde;es, jant&aacute;mos em restaurantes. Uma em cada tr&ecirc;s (31%) ocasi&otilde;es, pedimos servi&ccedil;os de entrega de comida na nossa casa, enquanto que 22% das vezes, vamos fomos n&oacute;s pr&oacute;prios recolher.</p>
<p>Comer fora recuperou para n&iacute;veis pr&eacute;-pand&eacute;micos em termos de valor, embora n&atilde;o no n&uacute;mero de visitas, que permanece em cerca de 80% dos n&iacute;veis de 2019. A cada visita a um restaurante, as pessoas est&atilde;o a gastar, em m&eacute;dia, 15% a mais em rela&ccedil;&atilde;o ao primeiro semestre de 2019. Os restaurantes de Fast Food s&atilde;o os grandes vencedores da categoria, crescendo 21% em receita em rela&ccedil;&atilde;o ao primeiro semestre de 2019. As receitas dos restaurantes de servi&ccedil;o completo ca&iacute;ram 7% em compara&ccedil;&atilde;o com os n&iacute;veis de pr&eacute;-pandemia, enquanto que as receitas de pubs, bares e caf&eacute;s ainda ca&iacute;ram 1% em rela&ccedil;&atilde;o a 2019. Em Portugal, em 2022, os lares portugueses fizeram 63 ocasi&otilde;es em que utilizaram os servi&ccedil;os de refei&ccedil;&atilde;o (fast Food e servi&ccedil;o completo), em compara&ccedil;&atilde;o com 41 ocasi&otilde;es em 2021.</p>
<p><br /><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Foodservice_2022_Grafico.png" alt="Foodservice_2022_Grafico.png" width="600" height="289" /></p>
<p>A entrega de refei&ccedil;&otilde;es, que explodiu durante a pandemia, tornou-se uma rotina p&oacute;s-pand&eacute;mica, para muitos lares. Na Europa, as taxas de penetra&ccedil;&atilde;o ca&iacute;ram, depois de atingirem o pico na pandemia, em todos os pa&iacute;ses medidos, no entanto, continuam a ser mais altas do que os n&iacute;veis do in&iacute;cio de 2020. Em Portugal, a taxa de penetra&ccedil;&atilde;o de entrega de refei&ccedil;&otilde;es, apesar de ter diminu&iacute;do 2 pp, face ao mesmo per&iacute;odo de 2020, mant&eacute;m uma taxa relativamente elevada &ndash; 73%. Em 2020, a taxa de penetra&ccedil;&atilde;o era de 50%.</p>
<p>Os agregadores de entregas dominam atualmente a cena de entregas ao domic&iacute;lio, sendo utilizados em mais de metade do total das entregas, em todos os mercados, com a exce&ccedil;&atilde;o do M&eacute;xico. Em Portugal, estes players representam 60% do total das entregas de refei&ccedil;&otilde;es em casa. No nosso pa&iacute;s, em media pede-se este tipo de servi&ccedil;o a cada tr&ecirc;s ou quatro semanas.</p>
<p><br /><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Foodservice_2022_Grafico_1.png" alt="Foodservice_2022_Grafico_1.png" width="600" height="144" /></p>
<p>O crescimento na frequ&ecirc;ncia de pedidos tem sido fundamental para o sucesso da ind&uacute;stria de entrega de refei&ccedil;&otilde;es. Nas metr&oacute;poles asi&aacute;ticas, mais de um em cada tr&ecirc;s consumidores faz pedidos pelo menos uma vez por semana. Nas capitais europeias, o n&uacute;mero de pessoas que encomendam pelo menos uma vez por semana duplicou desde o in&iacute;cio de 2020. Em Portugal, as pessoas que pedem uma vez por semana duplicou, entre 2020 e 2022 e as que pedem uma a tr&ecirc;s vezes por m&ecirc;s, quase que duplicou, no mesmo per&iacute;odo.~&acute;</p>
<p>Outras conclus&otilde;es importantes do relat&oacute;rio, que entrevistou 15.000 pessoas em 10 pa&iacute;ses, utilizando os seus pain&eacute;is de consumidores Out-of-Home da Worldpanel, incluem:</p>
<ul>
<li>As pessoas optam por comer fora ou &ldquo;comer fora, em casa&rdquo; para almo&ccedil;o ou jantar a cada quatro dias, em m&eacute;dia versus a cada seis dias no ano passado. Portugal faz esta op&ccedil;&atilde;o a cada 6 dias.</li>
<li>Um em cada quatro pedidos de entrega de refei&ccedil;&otilde;es &eacute; desencadeado pela vontade de o consumidor se mimar ou por sugest&atilde;o das crian&ccedil;as.</li>
<li>A comida &ldquo;ocidental&rdquo; (pizzas, hamburgers, massas, carne) &eacute; a mais escolhida no servi&ccedil;o de entregas, em todo o mundo. Portugal n&atilde;o foge &agrave; regra, com 65% destes pedidos a inclu&iacute;rem este tipo de comida.</li>
<li>As pessoas visitam caf&eacute;s e pastelarias quase tanto como o faziam antes (91% de recupera&ccedil;&atilde;o em valor, para as vendas e consumo no local</li>
</ul>
<p>Nota para os editores &ndash; Pesquisa conduzida nos pain&eacute;is de consumidores OOH da Worldpanel, (15.000 respondentes): Brasil, China Continental, Coreia do Sul, Espanha, Fran&ccedil;a, Indon&eacute;sia, M&eacute;xico, Portugal, Reino Unido e Tail&acirc;ndia.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 08 Nov 2022 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Restaurantes-recuperam-e-entrega-comida-torna-se-norma</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Casados de (Re)fresco                                  ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Casados-de-Refresco</link>
         <description><![CDATA[<p>Em 2022, vemos uma mudan&ccedil;a do padr&atilde;o de compra dos portugueses, similar &agrave; realidade pr&eacute;-pandemia. No caso do consumo de bebidas n&atilde;o alco&oacute;licas dentro de casa a P4 (de Janeiro a Abril de 2022) vemos uma estabiliza&ccedil;&atilde;o, comparativamente com o per&iacute;odo hom&oacute;logo em 2019, mas uma perda de 15% em volume em rela&ccedil;&atilde;o ao ano passado. Esta queda &eacute; expect&aacute;vel porque a pandemia alavancou a realiza&ccedil;&atilde;o de mais momentos de consumo dentro de casa (+6Milh&otilde;es de ocasi&otilde;es em 2021 vs 2019) que outrora realiz&aacute;vamos em caf&eacute;s, restaurantes e esplanadas.</p>
<p>No entanto, vemos que alguns tipos de bebida beneficiaram com a pandemia e ganharam atratividade no consumo em casa. O maior exemplo s&atilde;o os refrigerantes que est&atilde;o presentes em 64% dos lares (+37mil compradores) e aumentaram 6,4% a frequ&ecirc;ncia de compra em rela&ccedil;&atilde;o a 2019. Este &ldquo;casamento&rdquo; de refrigerantes nos lares portugueses est&aacute; a ser mais efetivo na classe m&eacute;dia baixa, que representa 40% dos compradores da categoria, e em lares monoparentais e lares sem filhos at&eacute; aos 64 anos. Apesar de haver uma perda de compradores na classe baixa, compreens&iacute;vel tendo em conta a conjuntura atual de aumentos de pre&ccedil;o e a necessidade de uma gest&atilde;o mais ponderada de out-of-pocket, os que ficam aumentam 15% a regularidade da compra. Esta din&acirc;mica de consumo d&aacute; a impress&atilde;o de que nem todos os consumidores com menor poder de compra abandonaram a categoria, mas provavelmente reduziram o seu consumo fora de casa (que tem um pre&ccedil;o m&eacute;dio superior) cerca de 42%.</p>
<p><strong>Casamento entre o consumo dentro e fora de casa</strong></p>
<p>Apesar desta tend&ecirc;ncia de crescimento de refrigerantes dentro de casa, os portugueses est&atilde;o a consumir com maior frequ&ecirc;ncia fora de casa comparativamente com 2019 (+12%). A diferen&ccedil;a &eacute; que nem todos regressaram e a redu&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de consumidores (-300mil) est&aacute; a afetar a recupera&ccedil;&atilde;o do canal. A continua&ccedil;&atilde;o do teletrabalho &eacute; um dos fatores que tem influenciado, porque 70% da perda de compradores &eacute; do target dos 35 aos 49 anos.</p>
<p><strong>Casamento entre bebidas e marcas</strong></p>
<p>Os refrigerantes com g&aacute;s s&atilde;o os principais dinamizadores da categoria, contando com uma penetra&ccedil;&atilde;o de 54% (+109 mil compradores) e um aumento de 10% frequ&ecirc;ncia. As bebidas energ&eacute;ticas e Guaran&aacute;, apesar de nicho, s&atilde;o as que recrutam mais compradores. Os segmentos light tamb&eacute;m t&ecirc;m desenvolvido atratividade, mas as op&ccedil;&otilde;es normais continuam a ser as mais relevantes. Ice Tea, apesar de ser dos refrigerantes com maior penetra&ccedil;&atilde;o, &eacute; o &uacute;nico que se afasta dos lares portugueses. Esta perda de atratividade faz com que perca volume para outros segmentos, principalmente para Colas.</p>
<p>Outra tend&ecirc;ncia, potenciada pelo aumento dos pre&ccedil;os, &eacute; o desenvolvimento de marcas de distribui&ccedil;&atilde;o, principalmente em refrigerantes com g&aacute;s. A via de crescimento &eacute; precisamente por recrutamento e aumento de frequ&ecirc;ncia de compra.</p>
<p><strong>Casamento entre categorias: Conveni&ecirc;ncia Indulgente</strong></p>
<p>Uma alavanca para o aumento do consumo de refrigerantes em casa vem da procura dos portugueses por praticidade e conveni&ecirc;ncia nas suas refei&ccedil;&otilde;es. A comida pronta tem vindo a crescer sobretudo via novos compradores e tamb&eacute;m frequ&ecirc;ncia de compra, que acaba por ser uma op&ccedil;&atilde;o mais econ&oacute;mica comparativamente com o meal delivery ou o consumo fora de casa. Os portugueses est&atilde;o a trazer a indulg&ecirc;ncia e uma experi&ecirc;ncia de consumo fora para dentro de casa, sendo que 55% dos compradores deste tipo de refei&ccedil;&otilde;es, tamb&eacute;m compra refrigerantes com g&aacute;s.</p>
<p>Em suma, a categoria &eacute; resiliente &agrave; subida de pre&ccedil;os e continua a desenvolver-se em mais lares portugueses. H&aacute; oportunidades de crescimento em ambos os canais, apenas &eacute; preciso arranjar o casamento perfeito entre os tipo de bebida, target e momentos de consumo.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 31 Oct 2022 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Casados-de-Refresco</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[ImplicaÃ§Ãµes do mundo sob tensÃ£o para o Grande Consumo]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Implicaes-do-mundo-sob-tenso-para-o-Grande-Consumo</link>
         <description><![CDATA[<p>A incerteza vivida nos dois &uacute;ltimos anos, que se ir&aacute; manter num futuro ainda indeterminado, traz grandes desafios &agrave; economia. No &uacute;ltimo report <em>Global FMCG Omnichannel </em>de 2022, a Kantar procura analisar a forma como esta incerteza tem impactado e impactar&aacute; o mercado de grande consumo a n&iacute;vel mundial.</p>
<p>Apesar de este ser um mercado que tende a ser, globalmente, mais resiliente &agrave;s crises, isso n&atilde;o significa que internamente n&atilde;o sejam vividas profundas mudan&ccedil;as. No contexto atual, temos v&aacute;rias for&ccedil;as contr&aacute;rias a operar e &eacute; essencial avaliar cada uma delas para tentar antecipar em que ponto da balan&ccedil;a ser&aacute; mais prov&aacute;vel que nos encontremos.</p>
<p><strong>Bebidas e alimentos consumidos ao almo&ccedil;o mant&ecirc;m crescimento</strong></p>
<p>O crescimento do mercado de grande consumo, vivido durante a pandemia, abrandou de 10,6% para 2,1%, ap&oacute;s o fim generalizado das restri&ccedil;&otilde;es, a n&iacute;vel mundial. No caso da Europa, o crescimento acabou mesmo por ser revertido, de 11,6% em 2020 para -0,2% em 2021. Este fen&oacute;meno era esperado, uma vez que os consumidores puderam voltar a sair e a consumir fora de casa. No entanto, a normaliza&ccedil;&atilde;o do teletrabalho, mesmo que parcial, mant&eacute;m o consumo de algumas categorias num n&iacute;vel superior ao per&iacute;odo pr&eacute;-pand&eacute;mico. Isto acontece principalmente no per&iacute;odo diurno de trabalho, o que leva a que produtos que consumimos mais nesses momentos, como as bebidas (sem &aacute;lcool), o p&atilde;o, o caf&eacute;, mas tamb&eacute;m o leite e o queijo tenham mantido, a n&iacute;vel global, um crescimento sustentado desde que come&ccedil;ou a pandemia. Focalizar esfor&ccedil;os para este momento de consumo continuar&aacute; a ser essencial.</p>
<p><strong>Infla&ccedil;&atilde;o leva &agrave; diminui&ccedil;&atilde;o do tamanho das cestas, para controlo do <em>out-of-pocket</em></strong></p>
<p>O primeiro efeito vis&iacute;vel do aumento de pre&ccedil;os &eacute; a racionaliza&ccedil;&atilde;o das cestas no momento da compra. Assiste-se j&aacute; a uma compra mais disciplinada, com menos decis&otilde;es impulsivas, de forma a que as fam&iacute;lias possam controlar o valor do ticket, apesar do aumento dos pre&ccedil;os. Torna-se assim imprescind&iacute;vel, para os retalhistas, otimizar o sortido proposto em cada categoria e para as marcas aumentar a sua visibilidade dentro da loja. &nbsp;<strong></strong></p>
<p><strong>Haver&aacute; <em>downtrading</em> por parte dos compradores</strong></p>
<p>Mudar o <em>mix</em> de produtos na cesta, de forma a torn&aacute;-la mais econ&oacute;mica, sem ter de cortar tanto na quantidade comprada, ser&aacute; outra forma de lidar com a infla&ccedil;&atilde;o. As estrat&eacute;gias poder&atilde;o passar por uma adapta&ccedil;&atilde;o do tamanho das embalagens, a escolha de marcas pr&oacute;prias em vez de marcas nacionais ou segmentos mais b&aacute;sicos de produtos. Mas nem todos os compradores agir&atilde;o da mesma forma, dependendo do pa&iacute;s, do perfil do lar e da pr&oacute;pria natureza das categorias. Nos casos em que a propor&ccedil;&atilde;o do or&ccedil;amento familiar dedicada &agrave; alimenta&ccedil;&atilde;o &eacute; maior, por exemplo, o comprador procurar&aacute; provavelmente formatos mais pequenos. Mas em lares com uma maior elasticidade do gasto, poder&aacute; fazer sentido op&ccedil;&otilde;es de packs econ&oacute;micos XXL. Da mesma forma, apesar de ser vis&iacute;vel o aumento do peso das marcas pr&oacute;prias de forma generalizada, algumas categorias ser&atilde;o mais prop&iacute;cias ao mesmo e &eacute; essencial antecipar o grau de vulnerabilidade das marcas neste contexto.</p>
<p>&nbsp;<strong>O papel das promo&ccedil;&otilde;es &eacute; ainda indeterminado</strong></p>
<p>Podemos esperar que a maior procura por promo&ccedil;&otilde;es possa ser uma forma de controlo dos gastos por parte das fam&iacute;lias. Mas, mais uma vez, n&atilde;o &eacute; certo que esta venha a ser a primeira escolha dos compradores, principalmente em mercados onde as promo&ccedil;&otilde;es j&aacute; se tornaram um fator quase higi&eacute;nico desde a &uacute;ltima crise, como em Portugal. Um <em>shopper</em> mais consciente e racional no momento da compra pode vir at&eacute; a dar menos import&acirc;ncia &agrave;s promo&ccedil;&otilde;es, principalmente se a sua op&ccedil;&atilde;o preferencial for pela marca pr&oacute;pria.</p>
<p><strong>Consolida&ccedil;&atilde;o da posi&ccedil;&atilde;o das ins&iacute;gnias onde predominam as marcas pr&oacute;prias&nbsp;&nbsp;</strong></p>
<p>Os <em>discounters</em> ou outras ins&iacute;gnias internacionais onde a marca pr&oacute;pria &eacute; predominante (como a Mercadona), j&aacute; se encontravam nos &uacute;ltimos anos numa trajet&oacute;ria de consolida&ccedil;&atilde;o da sua posi&ccedil;&atilde;o na grande maioria dos mercados, tendo ganho de forma global 0,2 pp de quota de mercado em valor desde 2019. Esta consolida&ccedil;&atilde;o ir&aacute; manter-se, at&eacute; mesmo porque estas ins&iacute;gnias t&ecirc;m uma estrat&eacute;gia de expans&atilde;o e abertura de novas lojas por toda a Europa, e pode vir a ser refor&ccedil;ada pelo maior apetite dos compradores pelas marcas pr&oacute;prias no contexto de infla&ccedil;&atilde;o. Esta realidade obrigar&aacute; as marcas a estarem ainda mais focadas em provar o seu lugar de relev&acirc;ncia dentro destes modelos.</p>
<p><strong>O papel do <em>e-commerce</em> num mundo em que a procura por conveni&ecirc;ncia n&atilde;o vai desaparecer</strong></p>
<p>A n&iacute;vel global, o canal online foi em 2021, como em 2020, aquele que teve um maior crescimento no mercado de grande consumo. Este canal de compra cresceu em 2021 15,8% (em 2020, tinha crescido 45,9%), atingindo uma quota de mercado de 7,2%. A &Aacute;sia &eacute; quem mais contribui para este resultado sendo que, na Europa, o desempenho do canal &eacute; bastante d&iacute;spar e houve, genericamente, um grande ajustamento em 2021, resultante da maioria dos pa&iacute;ses deixar de estar sob restri&ccedil;&otilde;es. Ainda assim, o potencial continua a ser grande, uma vez que alguns pa&iacute;ses se encontram j&aacute; acima da m&eacute;dia global, como Reino Unido ou Fran&ccedil;a com 13,2% e 8,8% de quota, respetivamente, enquanto a grande maioria acaba por estar entre os 2% e os 7%, como Portugal com 3,5%. &Eacute; tamb&eacute;m vis&iacute;vel que, globalmente, e mesmo em pa&iacute;ses onde houve uma abandono de compradores do canal em 2021, estes se tornaram mais fi&eacute;is ao mesmo, aumentando a sua frequ&ecirc;ncia de compra. Importante ser&aacute; ter em conta que, com o crescimento do mercado, j&aacute; n&atilde;o ser&aacute; suficiente olhar para ele como um todo, uma vez que est&atilde;o a emergir, e a ganhar grande import&acirc;ncia em mercados como a China, v&aacute;rios modelos dentro do canal. Dos agregadores aos <em>players</em> de <em>quick commerce</em>, que t&ecirc;m estrat&eacute;gias de entrada muito agressivas em termos de promo&ccedil;&otilde;es, as oportunidades e/ou amea&ccedil;as s&atilde;o v&aacute;rias para os retalhistas tradicionais e as marcas, e ser&aacute; necess&aacute;rio avaliar a posi&ccedil;&atilde;o relativa de cada um momento neste novo contexto.</p>
<p>Para explorar o relat&oacute;rio Winning Omninchannel 2022 v&aacute; a <a href="https://kantar.turtl.co/story/winning-omnichannel-2022-p/page/1">https://kantar.turtl.co/story/winning-omnichannel-2022-p/page/1</a></p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 13 Oct 2022 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Implicaes-do-mundo-sob-tenso-para-o-Grande-Consumo</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[NutriÃ§Ã£o e indulgÃªncia ganham forÃ§a alimentaÃ§Ã£o animal]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Nutrio-e-indulgncia-ganham-fora-alimentao-animal</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Grande%20Consumo%20Marco%20Abril%202022.pdf">Grande Consumo</a></p>
<p>Desde o in&iacute;cio da pandemia em Portugal, em mar&ccedil;o de 2020, a alimenta&ccedil;&atilde;o destinada aos animais dom&eacute;sticos tem ganhado for&ccedil;a, e agora, mesmo com o regresso &agrave; rotina fora de casa, a verdade &eacute; que este segmento continua a atrair novos lares que aumentam o valor investido nos produtos para este membro especial da fam&iacute;lia.</p>
<p>Atualmente, a categoria de Pet Food j&aacute; ultrapassa mais de 2 milh&otilde;es e 500 mil lares compradores em Portugal. O crescimento de penetra&ccedil;&atilde;o desde o in&iacute;cio da pandemia foi de +3pp, e enquanto outras categorias do FMCG abrandam, a alimenta&ccedil;&atilde;o animal tem um comprador mais presente em loja e que aposta mais na categoria.</p>
<p>Os lares mais envelhecidos s&atilde;o os que mais investiram em Pet Food em 2021. Este target interessou-se mais tanto por produtos diferenciados (biol&oacute;gicos, feitos com ingredientes naturais&hellip;) quanto por snacks, ou seja, alimentos que s&atilde;o verdadeiros &ldquo;mimos&rdquo; ao animal. J&aacute; os lares mais jovens dedicaram-se mais aos produtos que oferecem nutri&ccedil;&atilde;o e s&atilde;o mais saud&aacute;veis para os seus animais de estima&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Entretanto, o aumento do valor desembolsado a cada ato de compra aconteceu de forma transversal, tanto entre os portadores de c&atilde;es, como entre os portadores de gatos.</p>
<p>No que diz respeito aos canais de venda, os compradores de Pet food aproximaram-se mais dos Discounts, do canal especializado (pet shops e cl&iacute;nicas veterin&aacute;rias), principalmente entre os portadores de gato, e tamb&eacute;m do canal Online. J&aacute; os Hipers/Supers perdem relev&acirc;ncia versus o que acontecia no passado. Portanto, realmente h&aacute; um novo comportamento de compra dos donos de animais, tanto na escolha dos produtos, como na sele&ccedil;&atilde;o do canal de venda.</p>
<p>Ao que tudo indica, os donos de animais desejam mesmo agradar os seus pets, j&aacute; que desde 2019 s&atilde;o os snacks que mais atraem novos lares. Este mimo, que &eacute; mais oferecido agora aos animais, refor&ccedil;a a preocupa&ccedil;&atilde;o dos portadores em nutrir a rela&ccedil;&atilde;o com seus bichinhos. Apesar deste crescimento de produtos que oferecem indulg&ecirc;ncia, vemos ainda o crescimento de alimentos que proporcionam mais sa&uacute;de aos animais e s&atilde;o tamb&eacute;m mais nutritivos.</p>
<p>Conclu&iacute;mos assim que definitivamente a alimenta&ccedil;&atilde;o animal ganha um novo rumo. J&aacute; n&atilde;o basta alimentar o animal, &eacute; preciso nutri-lo e dedicar-se para que a vida do pet seja saud&aacute;vel e o mais longa poss&iacute;vel. E assim como na alimenta&ccedil;&atilde;o humana, um mimo &eacute; fundamental, e se este for saud&aacute;vel, melhor ainda.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 27 Sep 2022 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Nutrio-e-indulgncia-ganham-fora-alimentao-animal</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Webinar: EstarÃ¡ a inflaÃ§Ã£o a atrasar a movimento verde?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar-Estar-a-inflao-a-atrasar-a-movimento-verde</link>
         <description><![CDATA[<p>Os lares que tomam mais a&ccedil;&otilde;es no seu dia-a-dia em prol do ambiente &ndash; os Eco Actives &ndash; diminu&iacute;ram em n&uacute;mero pela primeira vez, de acordo com as conclus&otilde;es da quarta edi&ccedil;&atilde;o do relat&oacute;rio global da Kantar Who Cares, Who Does? Portugal segue a tend&ecirc;ncia mundial, com os Eco Actives a reduzirem em 5% no nosso pa&iacute;s. Neste webinar, iremos revelar os fatores que impulsionaram esta tend&ecirc;ncia &ndash; incluindo a infla&ccedil;&atilde;o &ndash; e exploraremos as &aacute;reas onde ainda existe crescimento para as marcas e os fabricantes de FMCG.</p>
<p>A nossa anfitri&atilde; ser&aacute; <strong>Andreia Carvalho</strong>, Advanced Analytics Director da Kantar, em Portugal, que ir&aacute; apresentar os resultados deste estudo &uacute;nico, que se foca no setor de FMCG e conecta a declara&ccedil;&atilde;o de produtos e atitudes, &agrave;s tend&ecirc;ncias de compra reais dos nossos pain&eacute;is de compra, de forma a providenciar uma imagem precisa do comportamento do consumidor. A nossa segmenta&ccedil;&atilde;o baseada na a&ccedil;&atilde;o ecol&oacute;gica, permite identificar e tra&ccedil;ar o perfil das pessoas que ser&atilde;o mais recetivas &agrave; estrat&eacute;gia ecol&oacute;gica das marcas e fabricantes.</p>
<p>Ir&aacute; sentir-se inspirado pelos case studies de marcas reais do mercado, que est&atilde;o a expandir o espa&ccedil;o de produtos sustent&aacute;veis e que permitir-lhe-&aacute; ter clareza sobre algumas das &aacute;reas que se est&atilde;o a mover de forma mais lenta e as barreiras pr&aacute;ticas que est&atilde;o a bloquear o crescimento.</p>
<p>No fim desta sess&atilde;o ficar&aacute; a saber:</p>
<ul>
<li>Como a incerteza econ&oacute;mica est&aacute; a impactar o comportamento sustent&aacute;vel das pessoas</li>
<li>O que tem impulsionado as &aacute;reas com mudan&ccedil;as positivas</li>
<li>Quais as tend&ecirc;ncias e marcas que est&atilde;o a emergir e quais est&atilde;o a abrandar no movimento</li>
<li>Case studies de como as marcas est&atilde;o a ganhar com a sua estrat&eacute;gia de sustentabilidade</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><a href="https://kantar-webinars.zoom.us/webinar/97868119728">Registe-se</a></p>
<p>N&atilde;o tem disponibilidade para ver o webinar? Registe-se na mesma, para receber a grava&ccedil;&atilde;o depois de o webinar se ter realizado.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 14 Sep 2022 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar-Estar-a-inflao-a-atrasar-a-movimento-verde</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Gasto em snacks e bebidas OOH estÃ¡ 8% abaixo de 2019]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Gasto-em-snacks-e-bebidas-OOH-est-8-abaixo-de-2019</link>
         <description><![CDATA[<p>O consumo de snacks e bebidas n&atilde;o-alco&oacute;licas fora de casa (OOH) continuou a recuperar no 2&ordm;. trimestre de 2022,a n&iacute;vel mundial, de acordo com o &uacute;ltimo Bar&oacute;metro OOH da Kantar, Worldpanel Division &ndash; o quinto trimestre consecutivo em que o valor subiu. Isto ajudou a aumentar o valor combinado de consumo de snacks e bebidas em casa e OOH em 7%. No entanto, quando se olha para tr&aacute;s tr&ecirc;s anos &ndash; antes da chegada da COVID-19 &ndash; verifica-se que o recente aumento nos gastos n&atilde;o foi capaz de compensar a perda de valor OOH durante a pandemia.</p>
<p>No segundo trimestre de 2019, o gasto dos consumidores em snacks e bebidas OOH nos oito mercados cobertos pelo relat&oacute;rio foi de 17,6 bili&otilde;es. Embora tenha recuperado para 16,2 bili&otilde;es, permanece abaixo dos n&iacute;veis pr&eacute;-pand&eacute;micos. A quota de mercado de OOH no gasto total destas categorias no ano inteiro de 2019 foi de 40%, seguido por uma queda para 31% em 2020. No segundo trimestre de 2022, este n&uacute;mero recuperou apenas para 35%. A curva de crescimento ano a ano tamb&eacute;m se achatou; de um pico de 51% no segundo trimestre de 2021 para 18% no &uacute;ltimo trimestre.</p>
<p>O crescimento mais significativo no consumo de OOH ocorreu no Reino Unido, onde os consumidores se sentem confort&aacute;veis em sair de casa novamente &ndash; um aumento de 48% em compara&ccedil;&atilde;o com 2021 &ndash; enquanto que o decl&iacute;nio mais acentuado foi observado na China (-13%), em consequ&ecirc;ncia dos recentes confinamentos no pa&iacute;s. Dois trimestres antes, report&aacute;mos que o OOH na China estava a recuperar mais rapidamente; isto demonstra como o crescimento pode ser vol&aacute;til e que o valor de mercado do OOH em qualquer pa&iacute;s &eacute; vulner&aacute;vel a uma mudan&ccedil;a de circunst&acirc;ncias.</p>
<p>Analisando numa perspetiva de tr&ecirc;s anos, verifica-se que os gastos com OOH em snacks e bebidas ainda est&atilde;o 8% abaixo, em compara&ccedil;&atilde;o com o segundo trimestre de 2019, com quedas na maioria dos mercados. Isso significa que o crescimento total do mercado de 3% &eacute; proveniente do consumo dentro de casa.</p>
<p><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Barometro_OOH_2Trim_2022_1.png" alt="Barometro_OOH_2Trim_2022_1.png" width="600" height="338" /></p>
<p>&nbsp;<strong>A estrutura do canal OOH est&aacute; quase restabelecida</strong></p>
<p>Embora o cen&aacute;rio do canal OOH tenha mudado naturalmente durante a pandemia, o quadro global agora parece-se muito com o que era antes das restri&ccedil;&otilde;es: 55% dos gastos com snacks e bebidas v&ecirc;m do Horeca (hot&eacute;is, restaurantes e caf&eacute;s), por exemplo e 13% atrav&eacute;s de canais de impulso, exatamente o mesmo que em 2019. Mas existem algumas nuances nos padr&otilde;es em fun&ccedil;&atilde;o dos pa&iacute;ses.</p>
<p>O OOH &eacute; altamente dependente do canal Horeca na Europa e verifica-se que bares, caf&eacute;s e padarias ainda est&atilde;o longe recuperar, principalmente em Espanha e tamb&eacute;m no Reino Unido.</p>
<p><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Barometro_OOH_2Trim_2022_3.png" alt="Barometro_OOH_2Trim_2022_3.png" width="600" height="338" /></p>
<p>Uma das principais raz&otilde;es para a recupera&ccedil;&atilde;o mais lenta &eacute; a mudan&ccedil;a nas ocasi&otilde;es. As pessoas est&atilde;o atentas &agrave; necessidade de priorizar onde gastam, para gerir o aumento do custo de vida. Ainda querem consumir OOH, mas em vez de irem a caf&eacute;s e padarias algumas vezes por semana e comprar um caf&eacute; ou um sandu&iacute;che, est&atilde;o a dar prioridade a refei&ccedil;&otilde;es completas em restaurantes. H&aacute; uma mudan&ccedil;a aqui tamb&eacute;m, com as pessoas a optarem mais por restaurantes de servi&ccedil;o r&aacute;pido (QSR), igualmente como estrat&eacute;gia de poupan&ccedil;a.</p>
<p><strong>A jornada de recupera&ccedil;&atilde;o para refrigerantes est&aacute; mais dif&iacute;cil</strong></p>
<p><strong></strong>O crescimento em valor &eacute; mais lento em bebidas n&atilde;o alco&oacute;licas, com os gastos ainda 10% abaixo do n&iacute;vel observado no segundo trimestre de 2019, em contraste com um aumento de 12% no consumo em casa. Os refrigerantes s&atilde;o altamente dependentes do OOH, e esta foi a categoria mais afetada pelos confinamentos, com um volume de vendas particularmente elevado atrav&eacute;s dos canais Horeca.</p>
<p>A propor&ccedil;&atilde;o do valor total de refrigerantes e &aacute;gua em OOH ainda est&aacute; longe de ser restaurada, face aos n&iacute;veis de 2019. As bebidas quentes est&atilde;o a ter um desempenho melhor, uma vez que est&atilde;o relacionadas com o pequeno-almo&ccedil;o, snacks e ocasi&otilde;es de impulso, enquanto que as bebidas frias tendem a ser consumidas com ou perto das refei&ccedil;&otilde;es principais.</p>
<p><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Barometro_OOH_2Trim_2022_2.png" alt="Barometro_OOH_2Trim_2022_2.png" width="600" height="338" /></p>
<p>A n&iacute;vel de categorias, a quota do gasto do consumidor em refrigerantes e &aacute;gua proveniente das vendas OOH &eacute; de 49%, significativamente menor do que a quota de 57% do canal no segundo trimestre de 2019. A maioria dos mercados precisa de um 'empurr&atilde;o' - e isto ter&aacute; de vir do canal Horeca, onde ainda existe a maior diferen&ccedil;a.</p>
<p>No entanto, concentrando no &uacute;ltimo trimestre, v&ecirc;m-se evid&ecirc;ncias de que a recupera&ccedil;&atilde;o est&aacute; em andamento: refrigerantes &eacute; a categoria que mais cresce em OOH, com um aumento de 35% em valor, em compara&ccedil;&atilde;o com um crescimento de 15% para snacks salgados. Seis das 10 marcas mais consumidas em OOH s&atilde;o refrigerantes, de acordo com o relat&oacute;rio Brand Footprint da Kantar &ndash; Coca-Cola, Pepsi, Fanta, Sprite, Lipton e 7-Up &ndash; com cinco delas a crescer em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior.</p>
<p><strong>Nota</strong>: O estudo global &eacute; baseado em dados de compra e de consumo do Pain&eacute;is Out-of-Home da Kantar, em 8 mercados: Reino Unido, Fran&ccedil;a, Espanha, Portugal, China Continental, Tail&acirc;ndia, Brasil e M&eacute;xico. As categorias que s&atilde;o acompanhadas nestes pain&eacute;is s&atilde;o de bebidas n&atilde;o-alco&oacute;licas (refrigerantes, sumos, &aacute;guas e bebidas quentes) e Snacking (pastelaria, chocolates, batatas e snacks, gelados, doces e pastilhas, bolachas e barras de cereais, pipocas, iogurtes e frutos secos). Em Portugal, os dados de compra e consumo s&atilde;o baseados no Painel de Out-of-Home, com uma amostra de 1.750 indiv&iacute;duos participantes, dos 15-49 anos, representativos de Portugal Continental, que declaram as suas compras/consumos de forma cont&iacute;nua atrav&eacute;s do seu smartphone.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 13 Sep 2022 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Gasto-em-snacks-e-bebidas-OOH-est-8-abaixo-de-2019</guid>
      </item>	
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         <title><![CDATA[A nova variante de Higiene e Beleza: Cuidado!]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/A-nova-variante-de-Higiene-e-Beleza-Cuidado</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Hipersuper%20Junho%202022.pdf">Hipersuper</a></p>
<p>Ao longo dos &uacute;ltimos dois anos, a Covid-19 passou a fazer parte das nossas vidas. Um v&iacute;rus que mexeu com o mundo inteiro, levou as pessoas a viverem numa nova realidade, exigindo uma adapta&ccedil;&atilde;o constante &agrave;s descobertas di&aacute;rias. O mundo &ldquo;parou&rdquo; em sucessivos confinamentos, o teletrabalho foi uma das palavras do ano, a m&aacute;scara passou a fazer parte do nosso visual, os cuidados com a higiene (das m&atilde;os e do lar) foram redobrados, novas variantes foram preenchendo o alfabeto grego e o medo de enfrentar o v&iacute;rus desconhecido marcaram os &uacute;ltimos tempos. A vacina foi descoberta, mas o v&iacute;rus n&atilde;o desapareceu e nos &uacute;ltimos anos teve um impacto negativo em alguns mercados: Higiene e Beleza foi um deles.</p>
<p>Se em 2019 lev&aacute;vamos uma vida dita &ldquo;normal&rdquo;. Em 2020 tudo mudou! No mercado de Higiene e Beleza, a higiene ocupou o p&oacute;dio, produtos mais b&aacute;sicos faziam parte das cestas dos portugueses. Sabonetes, Gel de banho e Shampoo foram das categorias que ganharam mais compradores no ano de 2020. No entanto, a menor regularidade da compra e o abandono de categorias de valor acrescentado como Maquilhagem, Perfumes e Protetores Solares levaram &agrave; queda do mercado.</p>
<p>No ano de 2021, a Covid-19 continuou a fazer parte das nossas vidas, mais um confinamento, novas variantes e o mercado continuou a cair! Apesar de Higiene e Beleza atrair compradores (+55mil vs. hom&oacute;logo), menos dias de compra, cestas mais pequenas e uma redu&ccedil;&atilde;o do gasto levaram a uma desvaloriza&ccedil;&atilde;o do mercado em 6,3%.</p>
<p>As cestas tamb&eacute;m se adaptaram &agrave; nova realidade: em 2019 t&iacute;nhamos produtos de beleza em destaque, 2020 foi o ano da higiene e em 2021 surge uma &ldquo;nova variante&rdquo;, o Cuidado. O atributo cuidado renasce com mais portugueses a comprarem categorias como Creme de corpo, Esfoliantes, Anticelul&iacute;ticos, segmentos de Limpeza de Rosto, M&aacute;scaras de cabelo e Fio Dent&aacute;rio, sendo que em todas elas o n&uacute;mero de compradores ultrapassou os valores de pr&eacute;-pandemia.</p>
<p>A sa&uacute;de mental, o bem estar f&iacute;sico e import&acirc;ncia do auto cuidado s&atilde;o temas muito populares atualmente. Os portugueses, confinados, tiveram mais tempo para cuidar de si e a categoria cuidado e hidrata&ccedil;&atilde;o cresce com Creme de corpo a atrair mais 186 mil compradores no &uacute;ltimo ano, principalmente atrav&eacute;s das Marcas da Distribui&ccedil;&atilde;o (MDD&rsquo;s) que chegaram a mais 137mil portugueses, em compara&ccedil;&atilde;o com 2020. Surgem ainda outras preocupa&ccedil;&otilde;es com o corpo. Os cremes anticelulite e os esfoliantes, com cada vez mais op&ccedil;&otilde;es no mercado e com pre&ccedil;os para todas as carteiras, come&ccedil;am a fazer parte da rotina de alguns portugueses, e apesar de ainda ser um segmento nicho, atraiu mais 90mil compradores entre 2019 e 2021.</p>
<p>Nestes &uacute;ltimos anos, o mundo assistiu a uma altera&ccedil;&atilde;o do estilo de vida, as rotinas di&aacute;rias foram sendo alteradas, como tamb&eacute;m se passou a considerar e a priorizar outros valores aos quais n&atilde;o era dada tanta relev&acirc;ncia. O distanciamento social e a perman&ecirc;ncia por largos per&iacute;odos em casa influenciaram o estilo de vida, existindo uma maior liga&ccedil;&atilde;o ao mundo digital, ao uso de filtros em videochamadas e em redes sociais e v&iacute;deos de Skin Care, que se tornaram virais, por exemplo, no TikTok.</p>
<p>A utiliza&ccedil;&atilde;o de m&aacute;scara fez surgir o termo Maskne, utilizado para se referir ao acne e outras erup&ccedil;&otilde;es na face, causados pelo seu uso frequente e prolongado. Todos estes fatores influenciaram a mudan&ccedil;a de rumo do mercado. Por um lado, observamos uma diminui&ccedil;&atilde;o do uso de maquilhagem, com perdas a dois d&iacute;gitos (impactou tamb&eacute;m os desmaquilhantes, sofrendo ambos perda de compradores nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos), por outro lado, o uso de produtos de limpeza e de cuidado de rosto ganharam import&acirc;ncia na rotina dos portugueses, destacando-se o T&oacute;nico, Esfoliante facial e Discos de limpeza, que ganharam novos compradores e o Creme de Rosto que cresceu via regularidade da compra. A beleza natural ganhou import&acirc;ncia: Selfcare &ndash; Beauty = Beleza Natural!</p>
<p>A queda do mercado de Higiene e Beleza ocorreu principalmente nas lojas f&iacute;sicas e a pandemia impulsionou, numa primeira fase, as compras no canal online. No entanto, em 2021, registou-se um abrandamento deste crescimento, regendo-se agora este canal pela reten&ccedil;&atilde;o dos seus compradores mais fi&eacute;is. O canal especializado, obrigado a encerrar durante semanas devido aos confinamentos, foi o mais impactado e continua com dificuldade em atrair o shopper, sendo os Hipers e Supers os mais procurados. A recupera&ccedil;&atilde;o dos Hiper e Supers, em 2021 d&aacute;-se atrav&eacute;s das MDD&rsquo;s, destacando-se na Sonae e na Mercadona. Esta &uacute;ltima continua a conquistar os portugueses, atraindo mais 250 mil compradores em 2021 e, para al&eacute;m de recrutar, &eacute; a MDD com a terceira maior taxa de repeti&ccedil;&atilde;o do mercado. O crescimento da MDD &eacute; uma tend&ecirc;ncia que se tem verificado, ano ap&oacute;s ano. Os portugueses t&ecirc;m investido mais e expandem as suas compras para um n&uacute;mero maior de segmentos MDD, abdicando das Marcas de Fabricante, em categorias como Cuidado P&eacute;s, Toalhitas Infantis e Desodorizantes. A estrat&eacute;gia das MDD em &aacute;reas como a inova&ccedil;&atilde;o, conjugada com pre&ccedil;os acess&iacute;veis e portf&oacute;lios muitos completos, t&ecirc;m oferecido aos shoppers cada vez mais aquilo que procuram.</p>
<p>Assim se resumem os &uacute;ltimos anos: at&iacute;picos. O futuro &eacute; incerto, a covid-19, que impactou o mercado de Higiene e Beleza em 2020 e 2021 continuar&aacute; a fazer parte das nossas vidas. Em 2022, os impactos da guerra entre R&uacute;ssia e Ucr&acirc;nia s&atilde;o a principal preocupa&ccedil;&atilde;o, com grandes consequ&ecirc;ncias sociais e econ&oacute;micas, gerando instabilidade nas v&aacute;rias categorias. Com o aumento da infla&ccedil;&atilde;o, a escassez de mat&eacute;ria-prima, a incerteza do t&eacute;rmino da guerra associada a uma crise econ&oacute;mica, certamente ir&atilde;o continuar a colocar entraves &agrave;s categorias de maior valor acrescentado no mercado de Higiene e Beleza. As marcas necessitar&atilde;o de se adaptar para conseguirem sobreviver e prosperar neste futuro incerto, e ser&aacute; esse o seu principal desafio.</p>
<p>Os portugueses ainda est&atilde;o condicionados pelos &uacute;ltimos dois anos de pandemia e assustados com a potencial escalada dos conflitos no leste da Europa. A urg&ecirc;ncia da Paz, junta-se agora &agrave; t&atilde;o esperada recupera&ccedil;&atilde;o da Sa&uacute;de, numa equa&ccedil;&atilde;o que levar&aacute; o mercado &agrave; prosperidade.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 06 Sep 2022 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/A-nova-variante-de-Higiene-e-Beleza-Cuidado</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[MÃ¡scara On, Sorriso Off?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Mscara-On-Sorriso-Off</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Hipersuper%20Marco%202022.pdf">Hipersuper</a></p>
<p>Os &uacute;ltimos dois anos foram, sem d&uacute;vida, dos mais desafiantes para o setor de Higiene e Beleza, que continua em constante desvaloriza&ccedil;&atilde;o. E ao chegarmos ao final de 2021, chegamos a uma nova variante &ndash; a do cuidado!</p>
<p>Categorias de valor acrescentado, como maquilhagem e perfumaria, continuam em queda. E o mercado sofre pelo mix de cesta em duas vias: troca de categorias (beleza vs. cuidado) e de marcas, uma vez que as marcas de distribui&ccedil;&atilde;o continuam em emerg&ecirc;ncia vs. marcas de fabricante.</p>
<p>No universo da higiene oral, com o surgimento da pandemia e a necessidade de nos protegermos do v&iacute;rus, a m&aacute;scara tornou-se parte do nosso quotidiano, fazendo com que o sorriso ficasse escondido atr&aacute;s do novo acess&oacute;rio. Mas nem por isso o portugu&ecirc;s descurou a sua sa&uacute;de oral. Ali&aacute;s, 93% dos portugueses afirma que a &ldquo;A higiene oral &eacute; uma prioridade&rdquo; (Estudo Lifestyles Kantar 2021).</p>
<p>2020 ficou marcado pelo crescimento de higiene oral &ndash; mais compradores, cestas maiores e maior gasto. Os portugueses procuraram mais escovas de dentes (principalmente as el&eacute;tricas), mais pastas e elixires dent&iacute;fricos. Mas em 2021, a categoria n&atilde;o conseguiu manter este dinamismo. Acreditamos que o efeito de &ldquo;stockagem&rdquo; esteja agora a ser revelado no atual comportamento de compra. Mas ser&aacute; isso? S&oacute; isso?</p>
<p>Apesar da perda de compradores em compara&ccedil;&atilde;o com. 2020, higiene oral det&eacute;m agora mais compradores que em 2018 e 2019 &ndash; por isso, o saldo &eacute; positivo! S&atilde;o agora 67% de indiv&iacute;duos compradores em Portugal, que gastam em m&eacute;dia 15,42&euro; por ano na categoria. Mas quem se afastou neste &uacute;ltimo ano? Classes sociais baixas e compradores entre os 35 e os 44 anos foram os que mais sa&iacute;ram de higiene oral.</p>
<p>2021 n&atilde;o foi o ano de Higiene Oral, contudo, o confinamento, o teletrabalho, mais tempo em casa, permitiram criar espa&ccedil;o para novas rotinas, o que levou os portugueses a elegerem um novo protagonista da higiene oral: o fio dent&aacute;rio! Esta categoria conseguiu chegar a n&uacute;meros recordes. Mais 69 mil compradores em 2021, tendo crescido a dois d&iacute;gitos: al&eacute;m de novos compradores, s&atilde;o mais intensivos e mais gastadores. Os consumidores procuraram oferecer um atributo de cuidado extra, um upgrade &agrave; rotina de higiene, mas tamb&eacute;m um produto com outro selo, mais premium?! J&aacute; que preferiram as marcas de fabricante &ndash; totalmente em contraciclo do mercado.</p>
<p>Por &uacute;ltimo, gostaria de destacar a relev&acirc;ncia do canal Online e da Mercadona neste universo. O Online foi o &uacute;nico canal a atrair e a desenvolver a clientela de Higiene Oral nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos. Canal, que a n&iacute;vel global de FMCG estabiliza, sustentando os ganhos conseguidos na pandemia. A Mercadona que usa a categoria como uma das suas alavancas de recrutamento.<br />Mudam-se os tempos, mudam-se as rotinas e as prioridades. Mas e agora com as novas medidas? M&aacute;scara Off, Sorriso On?</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 12 Aug 2022 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Mscara-On-Sorriso-Off</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[A fÃ³rmula da inovaÃ§Ã£o ainda nÃ£o estÃ¡ esgotada]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/A-frmula-da-inovao-ainda-no-est-esgotada</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Grande%20Consumo%20Janeiro%20Fevereiro%202022.pdf">Grande Consumo</a></p>
<p>Ainda se lembra das primeiras semanas da pandemia? Se em 2022 ainda h&aacute; muito que desconhecemos sobre o SARS-CoV-2, no in&iacute;cio de 2020 as d&uacute;vidas eram muitas mais ainda. Para uma grande maioria dos portugueses, a incerteza de como evitar a propaga&ccedil;&atilde;o do v&iacute;rus levou a rotinas de desinfe&ccedil;&atilde;o dos espa&ccedil;os redobradamente r&iacute;gidas. Para muitos, os sapatos levados &agrave; rua passaram a deixar de poder entrar em casa, algo que n&atilde;o estava fundamentalmente enraizado na cultura portuguesa. Provavelmente lembrar-se-&aacute; tamb&eacute;m de nas primeiras semanas de pandemia ter lavado roupa muito mais regularmente, ao fim de menos utiliza&ccedil;&otilde;es, a temperaturas mais elevadas do que o normal e de ter usado aditivos antibacterianos que raramente tinha usado antes.</p>
<p>A acirrada determina&ccedil;&atilde;o dos portugueses nessas primeiras semanas de incerteza, em eliminar o v&iacute;rus de qualquer superf&iacute;cie, levou a um crescimento da categoria de Detergentes de Roupa durante o primeiro m&ecirc;s da pandemia, que a catapultou para o m&aacute;ximo de vendas registado pelo menos desde o in&iacute;cio de 2018 e que ainda dura at&eacute; ao in&iacute;cio de 2022: &euro;15 milh&otilde;es s&oacute; em Mar&ccedil;o de 2020. Logicamente, o n&uacute;mero de compradores tamb&eacute;m acompanhou este crescimento, com novo recorde de 35% dos lares portugueses a comprarem Detergente de Roupa durante esse mesmo m&ecirc;s - bastante acima da m&eacute;dia mensal de 28% de compradores da categoria no pr&eacute;-covid.</p>
<p>Apesar deste primeiro impacto positivo, os desafios da categoria estavam apenas a come&ccedil;ar. O vertiginoso ritmo de compra e uso nas primeiras semanas da pandemia n&atilde;o foi poss&iacute;vel de sustentar. Primeiramente porque se passou a aceitar a ideia de que as quantidades de v&iacute;rus que poder&atilde;o efetivamente ficar na roupa ser&atilde;o mais residuais e n&atilde;o a principal via da sua propaga&ccedil;&atilde;o. Por outro lado, quem passou a trabalhar desde casa poder&aacute; ter sentido que acabava por sujar menos roupa do que anteriormente e quem manteve ou teve que voltar &agrave;s suas condi&ccedil;&otilde;es normais de trabalho, poder&aacute; ter tido dificuldade em incorporar uma rotina de lavagem de roupa muito mais exigente no seu dia-a-dia. Os efeitos s&atilde;o claros, se a m&eacute;dia mensal de lares compradores do pr&eacute;-pandemia era de 28%, ap&oacute;s o primeiro confinamento passou a 25%, o que representa sensivelmente menos 120 mil lares compradores por m&ecirc;s.</p>
<p>H&aacute;, no entanto, outros desafios que devem ser levados em conta. A categoria est&aacute; hoje em dia exposta a novos n&iacute;veis de concorr&ecirc;ncia, que nem mesmo a pandemia travou. Novas lavandarias self-service continuam a aparecer a cada esquina e a grande diferen&ccedil;a &eacute; que esta j&aacute; n&atilde;o &eacute; s&oacute; uma realidade urbana. A grande maioria das vilas em Portugal j&aacute; conta estas op&ccedil;&otilde;es, bem como algumas aldeias de maior popula&ccedil;&atilde;o, algo que tem sido facilitado pela abertura de neg&oacute;cios especificamente dedicados a este ramo, mas tamb&eacute;m com cada vez mais supermercados a disponibilizar este servi&ccedil;o &agrave; entrada das lojas ou nos seus parques de estacionamento.</p>
<p>Por outro lado, a concorr&ecirc;ncia n&atilde;o se faz apenas com base no fator de pre&ccedil;o ou conveni&ecirc;ncia proporcionado pelas lavandarias self-service. O fator de sustentabilidade tamb&eacute;m j&aacute; chegou &agrave; lavagem da roupa, e apresenta-se com argumentos fortes. Desde logo, a necessidade de poupar &aacute;gua fazendo menos m&aacute;quinas ou m&aacute;quinas mais cheias. Mas tamb&eacute;m a pr&oacute;pria composi&ccedil;&atilde;o dos produtos, por forma a que se tornem mais inofensivos quando a &aacute;gua &eacute; devolvida ao meio-ambiente, ap&oacute;s a lavagem. &Eacute; nesta &oacute;tica que aparecem no mercado as Ecobolas para lavagem da roupa, com a proposi&ccedil;&atilde;o de serem constitu&iacute;das exclusivamente por cer&acirc;mica natural envolta em pl&aacute;stico n&atilde;o t&oacute;xico, e substituindo por completo os detergentes em centenas de lavagens.</p>
<p>Apesar das alternativas que est&atilde;o a aparecer no mercado, o Detergente de Roupa convencional ainda continua a ser, destacadamente, o modo de lavagem mais usado pelos portugueses. Em 2021 a categoria foi comprada por 85% dos lares, mas as marcas n&atilde;o podem ignorar a redu&ccedil;&atilde;o de compradores e da regularidade da compra que se tem vindo a sentir. &Eacute; nestes momentos chave que as marcas se t&ecirc;m que reinventar. Se os Detergentes t&ecirc;m vindo a perder compradores e os Amaciadores tamb&eacute;m come&ccedil;am a sofrer do mesmo mal, &eacute; ent&atilde;o altura de apresentar alternativas diferentes. Temos visto precisamente isso acontecer com a movimenta&ccedil;&atilde;o das marcas para novos segmentos, como os Intensificadores de Aroma. Sem o intuito de suavizar a roupa como os Amaciadores, mas simplesmente de fazer muito bem aquilo a que se prop&otilde;em: aumentar a fragr&acirc;ncia que fica nos tecidos da roupa durante a lavagem, os portugueses parecem ver neste novo segmento uma proposta de valor suficientemente atrativa, para terem mais do que duplicado o seu n&uacute;mero de compradores no &uacute;ltimo ano, chegando a mais de 550 mil lares apenas em 2021. &Eacute; certo que nem todas as vendas deste novo segmento s&atilde;o feitas on-top dos restantes segmentos do mercado. O fator de substitui&ccedil;&atilde;o &eacute; real, no entanto &eacute; ineg&aacute;vel que mesmo ap&oacute;s este efeito, os novos lares que come&ccedil;aram a comprar Intensificadores de Aroma tenham compensado aqueles que foram perdidos em Amaciadores. Em acr&eacute;scimo, os Intensificadores t&ecirc;m tamb&eacute;m promovido um gasto 62% superior ao dos Amaciadores em cada ida &agrave;s compras destes produtos, e movem-se rapidamente para igualar a sua frequ&ecirc;ncia de compra, tendo assistido no &uacute;ltimo ano a um incremento de 44% na regularidade com que s&atilde;o comprados, contrastando com a perda de -2% nos Amaciadores ao n&iacute;vel deste indicador.</p>
<p>A mensagem &eacute; clara, se as categorias de cuidado da roupa n&atilde;o est&atilde;o a passar pela sua fase mais din&acirc;mica e s&atilde;o cada vez mais confrontadas com fatores adicionais de concorr&ecirc;ncia, &eacute; altura de refor&ccedil;ar a inova&ccedil;&atilde;o para encontrar fontes adicionais de recupera&ccedil;&atilde;o de valor. Os Intensificadores de Aroma, provam com v&aacute;rias alternativas bem sucedidas no mercado, tanto em formato de P&eacute;rolas como em Gel, que no mundo p&oacute;s-pandemia que estamos a preparar, a f&oacute;rmula da inova&ccedil;&atilde;o ainda n&atilde;o est&aacute; esgotada.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 04 Aug 2022 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/A-frmula-da-inovao-ainda-no-est-esgotada</guid>
      </item>	
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         <title><![CDATA[Maioria dos portugueses continua a atestar os carros]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Maioria-dos-portugueses-continua-a-atestar-os-carros</link>
         <description><![CDATA[<p>De acordo com a Kantar, Worldpanel Division, mesmo com o aumento de pre&ccedil;os dos combust&iacute;veis, a maioria dos portugueses (65%) continua a atestar os seus carros (considerando abastecimentos acima dos 65&euro;), independentemente da sua classe social, no &uacute;ltimos seis meses. Existem, no entanto, alguns compradores que deixaram de atestar nos &uacute;ltimos seis meses (apenas 2%), notando-se um refor&ccedil;o nos abastecimentos entre os 35&euro; e os 65&euro;.</p>
<p>O painel de combust&iacute;veis da Kantar revela ainda que h&aacute; um aumento nos abastecimentos abaixo de 20&euro;, que t&ecirc;m agora mais 900 mil compradores. Existe uma maior duplica&ccedil;&atilde;o destes abastecimentos com aqueles de maior valor, ou seja, os mesmos compradores que atestam o carro tamb&eacute;m fazem abastecimentos abaixo de 20&euro;. Este movimento tem uma explica&ccedil;&atilde;o: promo&ccedil;&atilde;o e pre&ccedil;o.</p>
<p>Houve um aumento dos descontos e benef&iacute;cios oferecidos pelas gasolineiras em Portugal, seja atrav&eacute;s de descontos na bomba ou parcerias com o retalho alimentar (que representaram 27% do volume abastecimento em maio). Assim, quando o carro chega &agrave; reserva e n&atilde;o existe um posto com desconto ou pre&ccedil;o mais baixo por perto, h&aacute; um abastecimento de &ldquo;sobreviv&ecirc;ncia&rdquo; abaixo dos 20&euro; que permite ganhar tempo para obter o desconto, chegar ao dia da promo&ccedil;&atilde;o ou estar mais perto do posto de abastecimento low cost.</p>
<p>Entre maio de 2021 e o per&iacute;odo hom&oacute;logo, o pre&ccedil;o do combust&iacute;vel pago por cliente final subiu 26% (21% em gasolina e 31% em gas&oacute;leo). Em maio de 2022, em m&eacute;dia, cada portugu&ecirc;s gastou 122&euro; para abastecer o seu carro, um n&uacute;mero record. At&eacute; maio de 2022, nunca se tinha chegado &agrave; marca dos 105&euro; gastos em abastecimento num s&oacute; m&ecirc;s, sendo que este foi o terceiro m&ecirc;s consecutivo em que se quebrou essa barreira. No estudo da Kantar sobre a evolu&ccedil;&atilde;o dos pre&ccedil;os de Junho 2022, 73% dos portugueses diz ser dif&iacute;cil ou muito dif&iacute;cil fazer face &agrave; despesas com combust&iacute;veis, um n&uacute;mero bastante acima dos 59% que dizem ter o mesmo grau de dificuldade face &agrave;s despesas gerais.</p>
<p>O mercado de abastecimento de ve&iacute;culos particulares foi dos que mais sofreu com a pandemia, perdendo-se compradores e abastecimentos, que s&oacute; come&ccedil;aram a ser recuperados com o fim dos confinamentos. Em abril de 2020 apenas 50% dos portugueses abasteceu o seu carro. Os primeiros sinais de estabiliza&ccedil;&atilde;o vieram em maio de 2021, com recupera&ccedil;&atilde;o de abastecimentos e compradores.</p>
<p><br /><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Petrol_Grafico_1Sem2022.png" alt="Petrol_Grafico_1Sem2022.png" width="600" height="338" align="middle" /></p>
<p><strong>Ficha T&eacute;cnica</strong>: Os dados de compra s&atilde;o baseados no Painel de Petrol da Kantar, em Portugal, que disp&otilde;e de uma amostra de 1.200 autom&oacute;veis, que declararam os seus abastecimentos no per&iacute;odo em an&aacute;lise 6 meses, compreendidos entre 01 dezembro de 2021 at&eacute; 31 de maio de 2022. Os resultados apresentados t&ecirc;m um n&iacute;vel de confian&ccedil;a de 95%, com erro amostral associado de 1,96%.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 25 Jul 2022 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Maioria-dos-portugueses-continua-a-atestar-os-carros</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Mimosa marca mais escolhida pela 10Âª. vez consecutiva]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Mimosa-marca-mais-escolhida-pela-10-vez-consecutiva</link>
         <description><![CDATA[<ul>
<li style="text-align: left;">Mimosa &eacute; a marca mais escolhida em Portugal, pela d&eacute;cima vez consecutiva</li>
<li style="text-align: left;">Delta &eacute; a marca de bebidas mais escolhida (subiu da terceira para a quarta posi&ccedil;&atilde;o)</li>
<li style="text-align: left;">Renova &eacute; a primeira marca de cuidado do lar no ranking (nona posi&ccedil;&atilde;o)</li>
<li style="text-align: left;">A Colgate &eacute; a primeira marca de higiene no ranking (13&ordf; posi&ccedil;&atilde;o)</li>
<li style="text-align: left;">8 em cada 10 marcas do Top 10 s&atilde;o portuguesas</li>
<li style="text-align: left;">A Coca-cola, a marca mais escolhida no mundo, ocupa a 10&ordf; posi&ccedil;&atilde;o em Portugal</li>
<li style="text-align: left;">Danone foi a marca que mais cresceu em Consumer Reach Points (CRP&rsquo;s), do Top 50</li>
<li style="text-align: left;">Menos marcas a crescer em 2021</li>
</ul>
<p>A Mimosa continua a ser a marca de FMCG mais escolhida pelos consumidores em Portugal, pela d&eacute;cima vez consecutiva. De acordo com o relat&oacute;rio anual global das marcas mais escolhidas Brand Footprint da Kantar, a Mimosa foi retirada das prateleiras 42 milh&otilde;es de vezes. Esta marca foi seguida pela Delta e pela Compal, que foram ambas retiradas das prateleiras 17 milh&otilde;es de vezes.</p>
<p>O Top 10 das marcas mais escolhidas em Portugal inclui tamb&eacute;m a Gresso (quarto lugar), a Terra Nostra (quinto lugar) e a Nobre (sexto lugar). Bimbo, Agros, Renova e Coca-Cola ocupam as restantes posi&ccedil;&otilde;es do Top 10, respetivamente.</p>
<p><br /><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/BFP_Ranking_Top5.png" alt="BFP_Ranking_Top5.png" width="600" height="338" align="middle" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><br /><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/BFP_Ranking_Top25.png" alt="BFP_Ranking_Top25.png" width="600" height="338" align="middle" /></p>
<p>O ranking Brand Footprint mede quantas vezes as marcas FMCG s&atilde;o compradas no ponto de venda, considerando quantos lares compraram cada marca e quantas vezes o fizeram durante um ano (CRP&rsquo;s)</p>
<p>Entre as 50 marcas mais escolhidas em Portugal, a Danone foi a marca que mais cresceu em CRP&rsquo;s (15%), mas tamb&eacute;m a marca que mais compradores ganhou em 2021, que lhe permitiu subir 13 posi&ccedil;&otilde;es no ranking, situando-se agora na 28&ordf; posi&ccedil;&atilde;o. Marcas como Dolce Gusto, Lipton, Marg&atilde;o, Pedras Salgadas, Bimbo, Milka e Lays cresceram entre 13% 6% em CRP&rsquo;s.</p>
<p>Apesar de a maior parte das marcas presentes no Top 50 serem de alimenta&ccedil;&atilde;o e bebidas, existem tamb&eacute;m marcas de higiene e beleza e de cuidado do lar. A Colgate, a Nivea, Dodot, s&atilde;o as &uacute;nicas marcas de higiene e beleza presentes no Top 50 e as mais escolhidas em Portugal neste setor, estando na 13&ordf;, 24&ordf; e 29&ordf; posi&ccedil;&otilde;es, respetivamente. Relativamente a cuidado do lar, Renova (nona posi&ccedil;&atilde;o), Fairy (29&ordf; posi&ccedil;&atilde;o), Cif (37&ordf;posi&ccedil;&atilde;o), Sonasol (38&ordf; posi&ccedil;&atilde;o) e Comfort (44&ordf;posi&ccedil;&atilde;o), sendo tamb&eacute;m as &uacute;nicas marcas de cuidado do lar presentes no Top 50.</p>
<p>De destacar que o desafio para as marcas tem sido constante e, em 2021, atingiu-se o patamar m&iacute;nimo do n&uacute;mero de marcas do top 50 a crescer em CRP&rsquo;s , ou seja, apenas 28% delas, depois de em ano de pandemia se ter conseguido o m&aacute;ximo de 68% das marcas do Top 50 Portugal a crescerem. A perda de compradores ditou a tend&ecirc;ncia das marcas em todos os setores. Em 2021, foi ainda mais dif&iacute;cil para as marcas ganharem compradores, essencialmente, nas categorias de higiene e beleza, limpeza caseira e l&aacute;cteos, onde o entorno &eacute; bastante competitivo.</p>
<p>No ranking destacam-se tr&ecirc;s marcas que tiveram um forte crescimento, pelas estrat&eacute;gias que desenvolveram em 2021. S&atilde;o elas Agros, Magnum e Bimbo.</p>
<p>A Magnum, que ocupa o 79&ordm; lugar do ranking (subiu 17 posi&ccedil;&otilde;es em rela&ccedil;&atilde;o a 2020), conseguiu, atrav&eacute;s da diversifica&ccedil;&atilde;o de targets e de mais momentos de consumo, bem como uma oferta inovadora tanto a n&iacute;vel de sabores como de formatos, crescer 27% em CRP&rsquo;s.</p>
<p>A Agros, que ocupa o 8&ordm; lugar do ranking (manteve a sua posi&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o a 2020), tem apostado no alargamento do seu portf&oacute;lio de produtos, ou seja, conseguindo chegar a um conjunto de targets mais abrangente e diversificado, n&atilde;o esquecendo uma comunica&ccedil;&atilde;o com base na sustentabilidade e tamb&eacute;m na certifica&ccedil;&atilde;o do bem-estar animal.</p>
<p>A Bimbo, que ocupa a 7&ordf; posi&ccedil;&atilde;o (subiu quatro posi&ccedil;&otilde;es em rela&ccedil;&atilde;o a 2020), cresceue dois d&iacute;gitos em Portugal. Com uma aposta em levar mais categorias ao consumidor e aproveitar espa&ccedil;os de consumo por explorar, conseguiu, sobretudo com os bagels e com o p&atilde;o de hamburguer goumet, entrar no Top 10 do ranking portugu&ecirc;s e ampliar a sua presen&ccedil;a nos momentos de consumo fora do seu core, ou seja, refor&ccedil;ar a sua presen&ccedil;a no lanche da tarde e no jantar, reduzindo, assim, a sua depend&ecirc;ncia do pequeno-almo&ccedil;o, muito alavancado pelo p&atilde;o de forma.</p>
<p>&ldquo;O crescimento consistente alcan&ccedil;a-se chegando a mais compradores e, ao longo da &uacute;ltima d&eacute;cada, em m&eacute;dia, em Portugal, 50% das marcas que cresceram em CRP fizeram exatamente isso, ou seja, incrementaram a sua base de compradores&rdquo;, afirma Marta Santos, Manufacturers Sector Director, acrescentando que &ldquo;as marcas devem-se concentrar em cinco alavancas para crescer: mais presen&ccedil;a, mais targets, mais categorias, novas necessidades e mais momentos&rdquo;. <br />Para saber mais sobre o Brand Footprint da Kantar, explore os dados, visitando https://www.kantar.com/campaigns/brand-footprint/explore-the-data</p>
<p><strong>Brand Footprint: O estudo</strong><br />O Brand Footprint da Kantar, Worldpanel Division, &eacute; um estudo anual, baseado no comportamento real de 550.000 mil lares em todo o mundo, representando 1.2 mil milh&otilde;es de pessoas, em 52 mercados e em cinco continentes &ndash; cobrindo 87% do PIB global. Como parte do estudo, a Kantar monitoriza mais de 26.000 marcas em bebidas, alimenta&ccedil;&atilde;o, l&aacute;cteos, sa&uacute;de e beleza e limpeza do lar.</p>
<p><br />O Consumer Reach Point &eacute; a base deste ranking. Uma m&eacute;trica inovadora que mede quantos lares em todo o mundo est&atilde;o a comprar determinada marca (penetra&ccedil;&atilde;o) e com que frequ&ecirc;ncia (escolha do consumidor), dando uma representa&ccedil;&atilde;o real da escolha do comprador.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 07 Jul 2022 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Mimosa-marca-mais-escolhida-pela-10-vez-consecutiva</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Consumo OOH impulsiona 8% de gastos em snacks e bebidas]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Consumo-OOH-impulsiona-8-de-gastos-em-snacks-e-bebidas</link>
         <description><![CDATA[<p>O gasto global fora de casa (OOH) em snacks e bebidas n&atilde;o alco&oacute;licas est&aacute; agora muito pr&oacute;ximo dos n&iacute;veis do primeiro trimestre de 2020, com um aumento de 27% no &uacute;ltimo trimestre, gra&ccedil;as a um desempenho particularmente forte na Europa e Brasil. Isto contribuiu para um aumento de valor combinado de 8% entre consumo para dentro do e OOH, considerando snacks e bebidas n&atilde;o alco&oacute;licas.</p>
<p><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Barometro_OOH_1Trim_2022_1.png" alt="Barometro_OOH_1Trim_2022_1.png" width="600" height="338" /></p>
<p>Este &eacute; o quarto trimestre consecutivo em que existe uma tend&ecirc;ncia de crescimento positiva. No entanto, embora a recupera&ccedil;&atilde;o tenha sido mais r&aacute;pida do que o esperado, o valor proveniente do OOH ainda tem um caminho a percorrer, at&eacute; serem restaurados os n&iacute;veis pr&eacute;-pand&eacute;micos. Esta &eacute; uma tend&ecirc;ncia geral, que acontece em todos os mercados &ndash; e a evolu&ccedil;&atilde;o na China, que parecia estar a liderar o crescimento no quarto trimestre de 2021, foi impedida pelo recente surto de COVID-19 e as medidas de confinamento.</p>
<p><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Barometro_OOH_1Trim_2022_2.png" alt="Barometro_OOH_1Trim_2022_2.png" width="600" height="338" /></p>
<p>Grande parte do crescimento em OOH e em compras para dentro do lar foi complementar: os compradores est&atilde;o a manter os h&aacute;bitos que criaram durante a pandemia, incorporando ocasi&otilde;es OOH de volta &agrave;s suas rotinas, sem perder os novos momentos de snacks e bebidas em casa. Ser&aacute; interessante ver as outras formas pelas quais o COVID-19 fez a diferen&ccedil;a nos h&aacute;bitos de consumo.</p>
<p><strong>O valor est&aacute; a ser impulsionado por pessoas que saem mais e compram mais</strong></p>
<p>Apesar do 'hype' sobre os recentes aumentos de pre&ccedil;os impactarem o consumo e serem o principal impulsionador do aumento dos gastos, essa n&atilde;o &eacute; a hist&oacute;ria de OOH. Olhando para o Reino Unido, onde o valor cresceu mais rapidamente, com um aumento anual de 94%, verifica-se que quase metade desse crescimento veio de um aumento das ocasi&otilde;es e um quinto das pessoas a comprarem mais unidades por cada ocasi&atilde;o. Os aumentos de pre&ccedil;os n&atilde;o est&atilde;o a desencorajar as pessoas a visitarem os estabelecimentos OOH para consumir bebidas e snacks.</p>
<p>Este n&atilde;o &eacute; o caso das compras para o lar, onde a infla&ccedil;&atilde;o est&aacute; a afetar as escolhas das pessoas, resultando numa queda no valor no primeiro trimestre de 2022 no Reino Unido. Os consumidores est&atilde;o a fazer downtrading; visitando canais ou lojas mais baratas ou escolhendo marcas mais baratas para gerir os seus or&ccedil;amentos cada vez menores.</p>
<p>Em geral, a recupera&ccedil;&atilde;o dos gastos em OOH para n&iacute;veis pr&eacute;-pandemia estar&aacute; dependente do canal Horeca, especialmente na Europa, onde esses canais s&atilde;o fundamentais. Vendas em valor de snacks e bebidas atrav&eacute;s da Horeca cresceram 62% no &uacute;ltimo ano.</p>
<p><strong>Canais em transforma&ccedil;&atilde;o</strong></p>
<p><strong></strong>Como consequ&ecirc;ncia da mudan&ccedil;a de OOH para o consumo dentro de casa durante a pandemia, a estrutura do canal para consumo em casa permaneceu a mesma, enquanto em OOH parece estar a passar por uma transforma&ccedil;&atilde;o pelo menos tempor&aacute;ria.</p>
<p>Os restaurantes de servi&ccedil;o r&aacute;pido (QSR) e os canais de impulso j&aacute; est&atilde;o quase de volta ao normal &ndash; um outro exemplo de como os consumidores est&atilde;o a manter os comportamentos que estabeleceram durante os confinamentos. Os vendedores de rua e o com&eacute;rcio tradicional, cujos consumidores ainda podiam visitar enquanto outros estabelecimentos estavam fechados, tamb&eacute;m recuperaram mais rapidamente do que hipermercados, supermercados e lojas de conveni&ecirc;ncia.</p>
<p><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Barometro_OOH_1Trim_2022_3.png" alt="Barometro_OOH_1Trim_2022_3.png" width="600" height="338" /></p>
<p><strong><br /></strong></p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 04 Jul 2022 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Consumo-OOH-impulsiona-8-de-gastos-em-snacks-e-bebidas</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Webinar Brand Footprint 2022]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar-Brand-Footprint-2022</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia <strong>07 de julho</strong>, &agrave;s <strong>10h</strong>, a Kantar, Worldpanel Division ir&aacute; divulgar as marcas mais escolhidas em Portugal, em 2021, com o seu estudo anual Brand Footprint.</p>
<p>Nesta edi&ccedil;&atilde;o especial de 10&ordm; anivers&aacute;rio iremos explorar como as escolhas dos consumidores t&ecirc;m vindo a modificar-se ao longo da &uacute;ltima d&eacute;cada e tamb&eacute;m o que se manteve consistente.</p>
<p>Neste Webinar, Marta Santos, Sector Director da Kantar Portugal, ir&aacute; apresentar as conclus&otilde;es mais importantes deste estudo, incluindo:</p>
<ul>
<li>10 anos de escolhas do consumidor</li>
<li>O Top 20 das marcas mais FMCG mais escolhidas em Portugal</li>
<li>Marcas com hist&oacute;rias de sucesso</li>
<li>Quais as marcas que ganharam mais compradores em 2021</li>
</ul>
<p>Registe-se no webinar para ver quais as marcas que mais cresceram em 2021, como conseguiram alcan&ccedil;ar e o que devem fazer para serem bem-sucedidas na pr&oacute;xima d&eacute;cada. Estar&aacute; a sua marca entre elas?</p>
<p><a href="https://kantar-webinars.zoom.us/webinar/register/WN_ixZuPPH5SbugH7Acd5V7XQ">Registe-se</a></p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 27 Jun 2022 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar-Brand-Footprint-2022</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Shopper central nas conversas fabricantes e retalhistas]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Shopper-central-nas-conversas-fabricantes-e-retalhistas</link>
         <description><![CDATA[<p>A eros&atilde;o dos atos de compra num cen&aacute;rio com mais retalhistas, mais lojas com diferentes formatos e novas formas de comprar, levam retalhistas e fabricantes a unirem-se para definirem estrat&eacute;gias para aproveitar ao m&aacute;ximo cada visita.</p>
<p>Uma das caracter&iacute;sticas da situa&ccedil;&atilde;o atual do setor da distribui&ccedil;&atilde;o em Portugal &eacute; a perda de atos de compras e a presen&ccedil;a de mais concorrentes, circunst&acirc;ncia que leva fabricantes e retalhistas a centrarem os seus objetivos no aproveitamento dos clientes, tentando assim ganhar mais efici&ecirc;ncia em cada visita &agrave; loja.</p>
<p>Os consumidores fi&eacute;is s&atilde;o poucos e, para al&eacute;m de serem poucos, os que existem t&ecirc;m pouca import&acirc;ncia. Os lares portugueses visitam em m&eacute;dia 2,6 cadeias por m&ecirc;s, mas apenas 1% dos clientes s&atilde;o consumidores exclusivos de uma ins&iacute;gnia, percentagem que sobe para 2% nos clientes fi&eacute;is, que destinam mais de 80% dos gastos num retalhista. Por isso, a Kantar sugere que, em vez de o foco serem os consumidores fi&eacute;is, os retalhistas prestem uma aten&ccedil;&atilde;o especial &agrave; penetra&ccedil;&atilde;o da categoria como vari&aacute;vel de gest&atilde;o mais eficaz para ganhar cestas e consequentemente aumentar a sua quota de mercado em valor.</p>
<p><br /><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Como crescer com o retalho_graficos_2.png" alt="Como crescer com o retalho_graficos_2.png" width="600" height="338" align="middle" /></p>
<p>Entre as chaves que propomos para que os retalhistas aumentem a convers&atilde;o no ponto de venda e sejam mais eficazes, destaca-se a efici&ecirc;ncia do sortido, a otimiza&ccedil;&atilde;o do linear para facilitar a compra e a otimiza&ccedil;&atilde;o de promo&ccedil;&otilde;es e pre&ccedil;os.</p>
<p>Neste cen&aacute;rio, o papel do fabricante tamb&eacute;m se torna muito importante, sendo crucial conectar-se com o retalhista para garantir a sua presen&ccedil;a no linear e chegar ao comprador. Para isso, os fabricantes devem colocar-se na pele do retalhista e analisar o comportamento do comprador da ins&iacute;gnia numa determinada categoria noutros locais e assim identificar o que est&aacute; a ser feito de melhor ou diferente (oferta de promo&ccedil;&otilde;es, pre&ccedil;o, presen&ccedil;a nas prateleiras do sortido preferido, etc.) para que o consumidor escolha a op&ccedil;&atilde;o do concorrente ou vice-versa.</p>
<p>E &eacute; neste ponto que o fabricante se ir&aacute; conectar com o retalhista, atrav&eacute;s do conhecimento de seu comprador, podendo assim conseguir mais compradores para aquela categoria e otimizar melhor o ato de compra. &Eacute; necess&aacute;rio que cada o retalhista saiba qual &eacute; o sortido chave que precisa para atrair compradores, ou seja, saber quais as refer&ecirc;ncias que lhe ir&atilde;o trazer penetra&ccedil;&atilde;o incremental.</p>
<p>No caso da distribui&ccedil;&atilde;o portuguesa, o aproveitamento m&eacute;dio de clientela &eacute; de 25%, ou seja, em m&eacute;dia os retalhistas t&ecirc;m consumidores que s&atilde;o compradores na sua loja, dentro de 295 categorias e h&aacute; 75% deles que as est&atilde;o a comprar exclusivamente fora.</p>
<p><br /><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Como crescer com o retalho_graficos_1.png" alt="Como crescer com o retalho_graficos_1.png" width="600" height="338" align="middle" /></p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 23 Jun 2022 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Shopper-central-nas-conversas-fabricantes-e-retalhistas</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[ Webinar O Panorama do Retalho em Portugal]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/-Webinar--O-Panorama-do-Retalho-em-Portugal</link>
         <description><![CDATA[<p><span>No in&iacute;cio de 2021, j&aacute; sab&iacute;amos que o crescimento do FMCG observado em 2020 foi um efeito das restri&ccedil;&otilde;es, o que acabou por se confirmar, com este mercado a sofrer um abrandamento ao longo do &uacute;ltimo ano.</span><br /><br /><span>Em 2022, com o aumento da infla&ccedil;&atilde;o e o come&ccedil;o da guerra da Ucr&acirc;nia, perceber de que forma vai o consumidor adaptar as suas compras, num cen&aacute;rio em que nunca existiram tantas op&ccedil;&otilde;es ao seu dispor em termos de local de compra, &eacute; muito importante para definir as estrat&eacute;gias futuras.</span><br /><br /><span>No Webinar&nbsp;</span><strong>"Panorama do Retalho em Portugal&rdquo;</strong><span>, que se realiza no pr&oacute;ximo dia&nbsp;</span><strong>22 de junho</strong><span>, &agrave;s&nbsp;</span><strong>10h00</strong><span>,&nbsp;</span><strong>Marine Santos</strong><span>, Client Manager de Retail, ir&aacute; analisar as&nbsp;</span><strong>mudan&ccedil;as na distribui&ccedil;&atilde;o em Portugal</strong><span>, a&nbsp;</span><strong>evolu&ccedil;&atilde;o dos v&aacute;rios canais</strong><span>, as&nbsp;</span><strong>quotas de mercado</strong><span>&nbsp;dos v&aacute;rios retalhistas que operam em Portugal, no setor de FMCG, bem como&nbsp;</span><strong>desafios</strong><span>&nbsp;e&nbsp;</span><strong>oportunidades</strong><span>&nbsp;para 2022.</span></p>
<p><a href="https://kantar-webinars.zoom.us/webinar/register/WN_3HoOcc_0RQmX4umTQPIM-A">Registe-se</a></p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 02 Jun 2022 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/-Webinar--O-Panorama-do-Retalho-em-Portugal</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Coca-Cola marca mais escolhida no mundo hÃ¡ uma dÃ©cada]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Coca-Cola-marca-mais-escolhida-no-mundo-h-uma-dcada</link>
         <description><![CDATA[<p>A Kantar divulgou o seu estudo anual Brand Footprint, uma an&aacute;lise detalhada do comportamento do comprador em 2021, a n&iacute;vel mundial. O estudo concluiu que os lares focam-se em apenas 55 marcas, em cada ano. Tornar-se uma destas marcas escolhidas &eacute; chave para o crescimento das marcas de FMCG</p>
<p><strong>Benjamin Cawthray</strong>, Global Thought Leadership Director, Worldpanel Division, Kantar, afirmou: O estudo deste ano, a nossa edi&ccedil;&atilde;o n&uacute;mero 10 do relat&oacute;rio, providencia-nos tr&ecirc;s verdades fundamentais sobre como compramos os produtos de grande consumo:</p>
<ol>
<li>O n&uacute;mero de marcas que os compradores compram tem-se mantido consistente na &uacute;ltima d&eacute;cada, com os lares a escolherem uma m&eacute;dia de apenas 55 marcas. O desafio &eacute; como entrar no portfolio dos compradores, que se altera todos os anos.</li>
<li>Aumentar a taxa de penetra&ccedil;&atilde;o num lar, &eacute; a melhor forma de crescer e a &uacute;nica forma de crescer consistentemente, ano ap&oacute;s ano.</li>
<li>O sucesso para as pequenas marcas significa um aumento de penetra&ccedil;&atilde;o de 0.5% ao ano e para as marcas mais estabelecidas 1.5%.</li>
</ol>
<p>No entanto, um crescimento consistente &eacute; muito dif&iacute;cil de alcan&ccedil;ar. Das 50 marcas mais escolhidas a n&iacute;vel do globo, apenas duas t&ecirc;m crescido nestes 10 anos em que produzimos este relat&oacute;rio. Muitos parab&eacute;ns &agrave; Dove e &agrave; Vim, da Unilever, por atingirem este feito not&aacute;vel.&rdquo; <br /> <br /><strong>Marcas com melhor desempenho de 2021</strong><br />Pelo 10&ordm; ano consecutivo, a Coca-Cola mant&eacute;m-se a marca mais escolhida do planeta, comprada 6,6 bili&otilde;es de vezes em todo o mundo durante o ano, um aumento de 3% em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior, com base nas vendas de produtos de grande consumo para o lar. A Colgate continua a ser a segunda marca mais escolhida e &eacute; a que est&aacute; presente na maioria dos lares, com 57,3% do mundo a comprar pelo menos uma vez por ano. Ap&oacute;s uma pausa de um ano, a Maggi regressa ao top 3 das marcas mais escolhidas, sendo comprada 3,4 bili&otilde;es de vezes, um aumento de 11% em rela&ccedil;&atilde;o ao ano passado, tendo o maior aumento de penetra&ccedil;&atilde;o global (1%) de qualquer marca. O seu ganho de penetra&ccedil;&atilde;o foi gra&ccedil;as a aumentos em nove dos seus dez maiores mercados, e em dois dos seus maiores mercados, &Iacute;ndia e Filipinas, em que a marca ganhou pontos de penetra&ccedil;&atilde;o de +3,3% e +3,2%, respetivamente.</p>
<p><strong>Destaques de desempenho</strong><br />Em 2021, as fam&iacute;lias em todo o mundo fizeram 416 bili&otilde;es de escolhas de marcas, crescendo 1,4% em rela&ccedil;&atilde;o a 2020. As 10 principais marcas globais representaram 7,4% de todas as compras (crescendo 3,2% versus o ano passado), enquanto que as 50 principais globais representaram 17,2% (crescimento de 1,8% versus o ano passado).</p>
<p>Close-Up (uma marca de dent&iacute;fricos) e Cheetos s&atilde;o as marcas mais recentes a juntarem-se ao clube dos &ldquo;bilion&aacute;rios&rdquo;, atingindo a marca de serem compradas mais de um bili&atilde;o de vezes no ano. 28 j&aacute; atingiram esse marco, contra 16 em 2012.</p>
<p>Em 2021, 27 das 50 principais marcas globais cresceram. Brooke Bond (uma marca de ch&aacute;) foi a que mais cresceu no top 50 do ano, com 24% de crescimento, sendo escolhida quase 1,5 bili&atilde;o de vezes, gra&ccedil;as ao forte desempenho cont&iacute;nuo na &Iacute;ndia, elevando a marca sete lugares no ranking Brand Footprint para a posi&ccedil;&atilde;o 14. A Philadelphia juntou-se &agrave;s 50 principais marcas globais (n&ordm; 48), sendo escolhida 680 milh&otilde;es de vezes, um aumento de 5%, relativamente ao ano passado. A Gatorade voltou a entrar no top 50 em 2021, com um crescimento de 6% elevando para a posi&ccedil;&atilde;o 47, pela primeira vez desde 2013.</p>
<p>A Red Bull teve o maior ganho de CRP fora das 50 principais marcas, com um aumento de +16%, o que equivale a ser escolhido 77 milh&otilde;es de vezes, o 10&ordm; maior aumento global, e subiu 13 lugares no ranking para 65&ordm;. Este forte desempenho &eacute; uma continua&ccedil;&atilde;o do crescimento observado nos &uacute;ltimos quatro anos, aumentando os CRPs em 170 milh&otilde;es desde 2017.</p>
<p>Analisando o sucesso das 10 maiores marcas de FMCG, Guillaume Bacuvier, CEO da Kantar&rsquo;s, Worldpanel Division, afirmou: &ldquo;As maiores marcas continuaram a mostrar a sua for&ccedil;a e resili&ecirc;ncia em 2021, superando as restantes marcas de FMCG do mercado. Isto n&atilde;o &eacute; um caso isolado. Na &uacute;ltima d&eacute;cada, aumentaram o seu alcance global em 11%, em compara&ccedil;&atilde;o com 8% do Top 50 como um todo. Para se tornar uma pot&ecirc;ncia global, as marcas precisam de atingir alguns objetivos cada vez mais dif&iacute;ceis. &Eacute; necess&aacute;ria uma taxa de penetra&ccedil;&atilde;o global de pelo menos 30% para se juntar &agrave;s 10 principais marcas globais, juntamente com uma frequ&ecirc;ncia de compra de pelo menos seis vezes por ano por fam&iacute;lia.&rdquo;</p>
<p>Para saber mais sobre o Brand Footprint da Kantar e explorar os dados visite <a href="http://www.kantar.com/brandfootprint">http://www.kantar.com/brandfootprint</a></p>
<p><strong>Top 25 das Marcas de FMCG Mais Escolhidas em 2021</strong></p>
<table border="1" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="background-color: #94c04d;">
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: small;"><strong>Ranking&nbsp;</strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><strong style="font-size: small;">2021</strong></p>
</td>
<td style="background-color: #94c04d;">
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: small;"><strong>Varia&ccedil;&atilde;o</strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: small;"><strong>&nbsp;</strong></span><strong style="font-size: small;">Ranking</strong></p>
</td>
<td style="background-color: #94c04d; text-align: center;"><span style="font-size: small;"><strong>Marca</strong></span></td>
<td style="background-color: #94c04d;"><span style="font-size: small;"><strong>CRP(M)</strong></span></td>
<td style="background-color: #94c04d;">
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: small;"><strong>Desempenho&nbsp;</strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><strong style="font-size: small;">CRP</strong></p>
</td>
<td style="background-color: #94c04d;">
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: small;"><strong>Penetra&ccedil;&atilde;o&nbsp;</strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><strong style="font-size: small;">2020</strong></p>
</td>
<td style="background-color: #94c04d;">
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: small;"><strong>Penetra&ccedil;&atilde;o&nbsp;</strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><strong style="font-size: small;">2021</strong></p>
</td>
<td style="background-color: #94c04d;">
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: small;"><strong>Vezes&nbsp;</strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><strong style="font-size: small;">Escolhida 2020</strong></p>
</td>
<td style="background-color: #94c04d;">
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: small;"><strong>Vezes&nbsp;</strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><strong style="font-size: small;">Escolhida 2021</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">1</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">0</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="text-align: center; font-size: small;">Coca-Cola</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">6,628</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">3</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">42.7</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">43.6</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">12.4</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">12.3</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">2</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">0</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="text-align: center; font-size: small;">Colgate</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">4,229</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">-1</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">58.4</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">57.3</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">6.0</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">6.0</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">3</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">1</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="text-align: center; font-size: small;">Maggi</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">3,330</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">11</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">33.6</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">34.6</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">7.4</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">7.8</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">4</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">-1</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="text-align: center; font-size: small;">Lifebuoy</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">3,036</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">1</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">27.9</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">27.4</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">8.9</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">9.0</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">5</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">0</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="text-align: center; font-size: small;">Lay's</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">2,926</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">6</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">31.6</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">32.4</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">7.2</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">7.3</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">6</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">0</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="text-align: center; font-size: small;">Pepsi</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">2,402</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">4</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">23.3</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">24.3</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">8.2</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">8.0</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">7</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">1</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="text-align: center; font-size: small;">Nescaf&eacute;</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">2,227</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">2</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">24.8</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">25.3</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">7.3</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">7.1</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">8</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">-1</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="text-align: center; font-size: small;">Indomie</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">2,211</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">0</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">6.0</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">6.0</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">30.4</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">30.1</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">9</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">0</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="text-align: center; font-size: small;">Dove</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">2,031</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">2</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">36.8</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">36.6</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">4.5</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">4.5</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">10</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">0</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="text-align: center; font-size: small;">Sunsilk|Sedal|Seda</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">1,998</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">4</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">23.4</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">23.6</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">6.7</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">6.9</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">11</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">1</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="text-align: center; font-size: small;">Vim</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">1,885</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">11</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">19.0</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">20.0</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">7.4</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">7.6</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">12</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">1</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="text-align: center; font-size: small;">Nestl&eacute;</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">1,684</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">4</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">25.1</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">24.9</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">5.3</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">5.5</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">13</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">-2</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="text-align: center; font-size: small;">Knorr</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">1,650</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">-4</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">26.1</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">25.3</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">5.4</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">5.3</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">14</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">7</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small; text-align: center;">Brooke Bond</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">1,489</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">24</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">11.8</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">12.5</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">8.4</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">9.7</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">15</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">0</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small; text-align: center;">Lux</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">1,475</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">3</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">28.2</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">28.1</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">4.2</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">4.3</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">16</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">-2</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small; text-align: center;">Sunlight</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">1,395</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">-3</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">10.9</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">10.7</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">10.8</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">10.5</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">17</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">-1</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small; text-align: center;">Downy</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">1,289</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">-4</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">15.0</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">15.2</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">7.4</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">6.9</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">18</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">2</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small; text-align: center;">Kinder</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">1,271</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">5</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">15.5</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">15.6</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">6.4</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">6.6</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">19</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">-1</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small; text-align: center;">Kraft</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">1,233</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">-4</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">13.8</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">13.2</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">7.7</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">7.6</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">20</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">2</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small; text-align: center;">Oreo</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">1,212</span></td>
<td style="text-align: center;">
<p><span style="font-size: small;">4</span></p>
</td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">27.1</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">27.9</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">3.5</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">3.5</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">21</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">-2</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small; text-align: center;">Heinz</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">1,189</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">-2</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">21.0</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">21.0</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">4.8</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">4.6</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">22</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">2</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small; text-align: center;">Sprite</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">1,129</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">4</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">24.1</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">24.5</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">3.7</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">3.7</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">23</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">-6</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small; text-align: center;">Dettol</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">1,128</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">-16</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">25.6</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">22.7</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">4.3</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">4.0</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">24</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">2</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small; text-align: center;">Danone</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">1,088</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">-10</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">14.0</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">14.7</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">5.9</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">6.0</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">25</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">-2</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small; text-align: center;">Head &amp; Shoulders</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">1,083</span></td>
<td style="text-align: center;">
<p><span style="font-size: small;">-1</span></p>
</td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">22.6</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">22.5</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">4.0</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: small;">3.9</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>]]></description>
         <pubDate>Mon, 30 May 2022 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Coca-Cola-marca-mais-escolhida-no-mundo-h-uma-dcada</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Kantar DistribuiÃ§Ã£o 2021 jÃ¡ disponÃ­vel]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Kantar-Distribuio-2021-j-disponvel</link>
         <description><![CDATA[<p>Ap&oacute;s um alivio de restri&ccedil;&otilde;es em 2021, a din&acirc;mica do mercado de FMCG alterou. O impacto da pandemia continua a sentir-se no comportamento dos portugueses e saber quais as altera&ccedil;&otilde;es no mesmo em diversos retalhistas &eacute; o objetivo do Kantar Distribui&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Neste relat&oacute;rio anual, analisam-se todos os diferentes retalhistas no mercado nacional, ao n&iacute;vel do Top 10 macro categorias. Para al&eacute;m de ser feita uma an&aacute;lise detalhada de diversos KPIs e quotas de mercado dos retalhistas, &eacute; tamb&eacute;m tra&ccedil;ado o perfil da clientela de cada um, e do que esta faz nas ins&iacute;gnias concorrentes. As clientelas s&atilde;o tamb&eacute;m analisadas ao n&iacute;vel sociodemogr&aacute;fico, de fidelidade e ainda em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; intera&ccedil;&atilde;o/ segmenta&ccedil;&atilde;o de compradores novos, perdidos ou retidos.</p>
<p>O canal online &eacute; tamb&eacute;m estudado &ndash; incontorn&aacute;vel na atualidade, uma vez que o seu forte crescimento durante a pandemia tornou a sua relev&acirc;ncia evidente e a ado&ccedil;&atilde;o do mesmo fez parte do comportamento dos shoppers e da estrat&eacute;gia de diversos retalhistas. Estando ao momento a atravessar o enorme desafio: manter-se relevante ap&oacute;s o al&iacute;vio de todas as restri&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>Outro tema impreter&iacute;vel s&atilde;o as marcas de distribui&ccedil;&atilde;o (MDDs), cuja performance tem sido cada vez mais not&oacute;ria de ano para ano. Assim, acompanhar o posicionamento destas marcas &eacute; uma ferramenta importante para todos os players.</p>
<p>As miss&otilde;es de compra tamb&eacute;m fazem parte desta an&aacute;lise, toda a din&acirc;mica do comportamento de compra impactadas com os diferentes graus de restri&ccedil;&otilde;es a que fomos submetidos nos &uacute;ltimos dois anos, e muita coisa se alterou e n&atilde;o retornou aos padr&otilde;es passados. De que forma ir&atilde;o agora os compradores encher a sua cesta? Continuar&atilde;o a optar por cestas grandes, de stock, ou ir&atilde;o preferir cestas menores que respondam a necessidades imediatas?&nbsp;</p>
<p><br /><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Kantar_Distribuicao_grafico.png" alt="Kantar_Distribuicao_grafico.png" width="600" height="338" align="middle" /></p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 19 May 2022 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Kantar-Distribuio-2021-j-disponvel</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[O elefante no meio da sala]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/O-elefante-no-meio-da-sala</link>
         <description><![CDATA[<p>Fazer a an&aacute;lise do que aconteceu ao mercado de FMCG em 2021 e antecipar o que poder&aacute; ser 2022, tanto em Portugal como no resto do mundo, apresenta v&aacute;rios desafios. Por um lado, &eacute; verdade que 2021 foi um ano de reequil&iacute;brio, em que o mercado esteve gradualmente a devolver &agrave; restaura&ccedil;&atilde;o grande parte do crescimento de que tinha beneficiado em 2020. Mas n&atilde;o podemos ignorar que o setor continua a beneficiar de fatores que o mant&ecirc;m bastante acima do n&iacute;vel em que estava em 2019 ou em anos anteriores. Mesmo descontando o fator inflacion&aacute;rio, respons&aacute;vel por uma boa parte do crescimento em valor face a 2019, estamos perante um mercado de maior volume. O que sustenta este volume incremental neste momento &eacute;, principalmente, o teletrabalho e a persist&ecirc;ncia de alguns h&aacute;bitos mais caseiros, que nos levam a precisar de mais produtos para consumo dentro do lar.</p>
<p>Mas 2022 traz muitas inc&oacute;gnitas. Desde logo, n&atilde;o sabemos se estes fatores se v&atilde;o manter em 2022. Por outro lado, h&aacute; uma grande incerteza quanto ao efeito da subida de pre&ccedil;os e qual a arbitragem que far&aacute; o comprador para gerir o seu or&ccedil;amento. Tamb&eacute;m n&atilde;o podemos afirmar com certeza se o e-commerce ir&aacute; continuar a trajet&oacute;ria de crescimento ao ritmo acelerado dos &uacute;ltimos dois anos, uma vez que j&aacute; se nota um certo &ldquo;cansa&ccedil;o digital&rdquo; por parte de certos grupos da popula&ccedil;&atilde;o (paradoxalmente, nos mais jovens). E, mesmo que permane&ccedil;amos mais em casa, sabemos que est&aacute; instalada uma fadiga em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; pandemia e que temos uma crescente necessidade de convenience, que nos pode levar a priorizar de tal forma solu&ccedil;&otilde;es como a do Meal delivery ou take-away, ao ponto que o nosso carrinho de supermercado voltar a ficar mais vazio.</p>
<p>Como sempre, o nosso melhor aliado para exerc&iacute;cios de previs&atilde;o &eacute; analisar n&atilde;o as for&ccedil;as conjunturais &ndash; muito vol&aacute;teis e particularmente dif&iacute;ceis de apreender nos tempos que correm &ndash; mas sim as for&ccedil;as estruturais que movem o mercado.</p>
<p>De todas estas for&ccedil;as, existe uma a que o mercado tem estado, como um todo, bastante desatento, mas que &eacute; fundamental compreender e encarar &ndash; n&atilde;o podemos continuar a ignorar o elefante no meio da sala. &Eacute; o fen&oacute;meno de perda de atos de compra e perda de cestas no mercado. Todos se familiarizaram com este comportamento durante a pandemia uma vez que, principalmente no in&iacute;cio e nos momentos de maiores restri&ccedil;&otilde;es, faz&iacute;amos tudo para ir &agrave;s compras, o menor n&uacute;mero de vezes poss&iacute;vel. Mas o fen&oacute;meno n&atilde;o &eacute; de todo novo. Na Kantar, estimamos atrav&eacute;s do nosso painel de lares que desde 2014 se tenham perdido, de forma gradual ao longo dos anos, cerca de 8% dos atos de compra por lar nos hipers e super f&iacute;sicos &ndash; o que corresponde a 13 milh&otilde;es de cestas destru&iacute;das ao longo deste tempo. E o crescimento de outros canais, como o Online, n&atilde;o vem compensar esta perda. Pelo contr&aacute;rio, o Online &eacute; um canal de compras grandes, mas pouco regulares. A pandemia veio agudizar esta tend&ecirc;ncia, impactando principalmente o grupo mais regular nas compras, os seniores, que em 2021 realizaram menos 11 atos de compra por ano do que 2019.</p>
<p>O crescimento do mercado que observamos comparando 2021 com 2019 &eacute;, de facto, todo ele baseado numa cesta mais volumosa, uma vez que a frequ&ecirc;ncia de compra se manteve est&aacute;vel &ndash; embora at&eacute; essa estabilidade seja enganadora uma vez que ela s&oacute; acontece via novos atos de compra na Mercadona, uma ins&iacute;gnia nova que cria novas cestas de &ldquo;experimenta&ccedil;&atilde;o&rdquo;, sem (ainda) destruir por completo cestas nos concorrentes. Sem a Mercadona, ter&iacute;amos em 2021 menos atos de compra do que em 2019, apesar de precisarmos de levar mais produtos para consumo dentro de casa.</p>
<p>Aquilo que vemos acontecer de forma inconsciente ao estudarmos o comportamento de compra real dos lares portugueses est&aacute; diretamente relacionado com aquilo que esses mesmos lares declaram de forma consciente: quase 7 em 10 respons&aacute;veis pelas compras do lar em Portugal nos dizem que querem dedicar o menor tempo poss&iacute;vel a fazer compras. O novo cliente de retalho alimentar, seja no canal f&iacute;sico seja no digital, procura maximizar a sua equa&ccedil;&atilde;o de efici&ecirc;ncia que passa por conseguir encher a cesta com os produtos que v&atilde;o cobrir as suas necessidades, de forma r&aacute;pida e de uma s&oacute; vez num mesmo local. &Eacute; por esta raz&atilde;o que as cestas de compra em que est&atilde;o presentes produtos de quatro ou mais sec&ccedil;&otilde;es da loja tem crescido nos &uacute;ltimos quatro anos, face a cestas mono ou bi-categorias.</p>
<p>Se esta equa&ccedil;&atilde;o de efici&ecirc;ncia traz v&aacute;rias oportunidades para os retalhistas, a verdade &eacute; que tamb&eacute;m imp&otilde;e v&aacute;rios desafios. De facto, a inten&ccedil;&atilde;o do cliente de maximizar o seu tempo n&atilde;o o torna for&ccedil;osamente mais fiel a uma ins&iacute;gnia, uma vez que este comprador pragm&aacute;tico tamb&eacute;m tem cada vez mais consci&ecirc;ncia de que alguns retalhistas respondem melhor a certas necessidades do que outros e n&atilde;o hesita em escolher metodicamente que categorias comprar em cada estabelecimento. Por outro lado, a procura de simplicidade na compra n&atilde;o implica simplicidade no consumo. Antes pelo contr&aacute;rio, o consumo dentro do lar est&aacute; cada vez mais complexo e diversificado, com v&aacute;rios perfis e v&aacute;rias necessidades de consumo a conviverem numa mesma casa. Por exemplo, &eacute; frequente hoje em dia termos dietas alimentares diferentes e espec&iacute;ficas para cada elemento da fam&iacute;lia, levando a que entrem atualmente nos lares portugueses cerca de 20 refer&ecirc;ncias adicionais por ano, em m&eacute;dia, do que as que entravam em 2017.</p>
<p>A consequ&ecirc;ncia deste fen&oacute;meno de diminui&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de cestas, &eacute; que cada ato de compra &eacute; hoje muito mais valioso e precioso do que antes. &Eacute;, por isso, fundamental conseguir maximizar o aproveitamento do cliente quando ele se encontra dentro da loja, levando-o a comprar l&aacute; dentro o maior n&uacute;mero poss&iacute;vel de categorias de que ele precisa, pois a oportunidade de o voltar a ver poder&aacute; n&atilde;o se repetir t&atilde;o cedo.</p>
<p>Por ser uma tend&ecirc;ncia estrutural, esta mudan&ccedil;a no comportamento de compra torna-se fundamental para percebermos as din&acirc;micas do mercado e as for&ccedil;as e fraquezas de cada modelo de neg&oacute;cio. N&atilde;o podemos saber com toda a certeza se o mercado de FMCG continuar&aacute; a beneficiar de volume incremental no pr&oacute;ximo ano (face ao per&iacute;odo pr&eacute;-pand&eacute;mico), mas podemos admitir mais facilmente que continuaremos a assistir a esta procura de efici&ecirc;ncia pelo cliente e consequente eros&atilde;o dos atos de compra. E, neste sentido, &eacute; a capacidade que cada retalhista tem em satisfazer, no momento da compra, a prefer&ecirc;ncia espec&iacute;fica do seu comprador em cada categoria que vai determinar que o mesmo saia da loja com uma cesta mais diversificada &ndash; cumprindo assim o objetivo de ambos.</p>
<p>Todas as decis&otilde;es tomadas pelas ins&iacute;gnias que visem o crescimento, para al&eacute;m da sua pol&iacute;tica de expans&atilde;o, t&ecirc;m de responder a este grande objetivo que &eacute; aproveitar o potencial do cliente quando ele se encontra na loja f&iacute;sica ou digital, medido pela capacidade em aumentar a penetra&ccedil;&atilde;o por categoria. Para isso contribui tanto a constru&ccedil;&atilde;o da brand equity, como a experi&ecirc;ncia de compra e, de forma determinante, a adapta&ccedil;&atilde;o do sortido. E para conseguir essa adapta&ccedil;&atilde;o de sortido em termos de marcas, variedades e formatos, olhar para grandes tend&ecirc;ncias globais ou locais de consumo pode n&atilde;o ser suficiente, e muito menos olhar para o comportamento do cliente apenas dentro da pr&oacute;pria ins&iacute;gnia. Aquilo que &eacute; mais determinante para um retalhista &eacute; ter um conhecimento completo do seu cliente e perceber o que fazem os compradores espec&iacute;ficos de uma categoria dentro e fora da suas lojas &ndash; f&iacute;sicas ou digitais &ndash; para conseguir aproximar-se das suas prefer&ecirc;ncias e assim conseguir um maior aproveitamento do ato de compra.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 10 May 2022 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/O-elefante-no-meio-da-sala</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Ecommerce continua a aumentar a sua quota mercado]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Ecommerce-continua-a-aumentar-a-sua-quota-mercado</link>
         <description><![CDATA[<p>As vendas online de FMCG cresceram mais de 15% em 2021, a n&iacute;vel mundial, num mercado que cresceu 2,1%. O crescimento total do mercado em 2,1% est&aacute; em linha com o crescimento m&eacute;dio em pr&eacute;-pandemia e significa que o mercado manteve os ganhos de crescimento de dois d&iacute;gitos obtidos na fase 2020 da pandemia. A Kantar, empresa l&iacute;der mundial em an&aacute;lise orientada para dados e consultoria de marcas, lan&ccedil;ou o relat&oacute;rio Winning Omnichannel, com o fecho anual de vendas globais de bens de consumo e mercearias. As principais conclus&otilde;es do estudo incluem:</p>
<ul>
<li>O canal online foi novamente o de crescimento mais r&aacute;pido, apresentando um aumento de 15,8%, constru&iacute;do com base no crescimento de 45,9% em 2020. Este crescimento elevou a quota de mercado do ecommerce para 7,2% em compara&ccedil;&atilde;o com 6,3% em 2020 e 4,8% em 2019.</li>
<li>Com 2,1%, o crescimento anual global de produtos de grande consumo volta a estar em linha com a m&eacute;dia de 2% dos 5 anos de pr&eacute;-pandemia &ndash; uma grande parte dos gastos que foram deslocados do fora de casa para o dentro de casa, em 2020, permaneceu em casa em 2021.</li>
<li>A Europa Ocidental caiu 0,2%, &agrave; medida que os padr&otilde;es de compra come&ccedil;aram a normalizar com menos confinamentos. A Am&eacute;rica Latina apresentou um crescimento de 9,2% em 2021, impulsionado principalmente pela infla&ccedil;&atilde;o e confinamentos cont&iacute;nuos, enquanto o mercado de bens de grande consumo dos EUA cresceu 2,7%.</li>
<li>Os hipermercados/supermercados continuam a ser o canal dominante para as vendas de FMCG, no entanto, com um crescimento de apenas 0,1% a sua quota nas vendas caiu para 51,4%, de 52,4% em 2020 e 53,1% em 2019.</li>
<li>Os produtos de grande consumo comprados em promo&ccedil;&atilde;o representaram 21,6% das vendas em 2021. Acima dos 20,9% em 2020, mas n&atilde;o atingindo o n&iacute;vel pr&eacute;-pandemia de 2019 de 22,1%.</li>
<li>Bebidas foi o setor mais forte, crescendo 2,9%, impulsionado por bebidas desportivas e energ&eacute;ticas e refrigerantes com g&aacute;s. Os alimentos, excluindo l&aacute;cteos, cresceram 2,5%, enquanto os l&aacute;cteos cresceram 2%. Cuidado do lar recuou para um crescimento de 1,1%, enquanto produtos de sa&uacute;de e beleza crescem apenas 0,7%.</li>
<li>A Kantar prev&ecirc; que o crescimento dos produtos FMCG ir&aacute; abrandar para 1,3%, em 2022.</li>
</ul>
<div><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Winning_Omnichannel_2022_1.png" alt="Winning_Omnichannel_2022_1.png" width="600" height="338" align="middle" /></div>
<p><strong><br /></strong></p>
<p><strong>Desempenho do Canal Online</strong></p>
<p><strong></strong>O canal online representou, em 2021, 7,2% dos gastos globais em produtos de grande consumo. O crescimento foi impulsionado pela &Aacute;sia, que representou 45% de todas as vendas online de FMCG, em todo o mundo, quase o dobro da contribui&ccedil;&atilde;o dos EUA ou da Europa Ocidental para as vendas de FMCG online. <strong>Portugal atingiu 3,5% de quota em vendas de FMCG, no canal online.</strong></p>
<p>Globalmente, as plataformas de ecommerce mantiveram os novos clientes conquistados no in&iacute;cio da pandemia, mas expandiram ainda mais essa base de clientes. Quase 40% dos consumidores usaram plataformas de com&eacute;rcio eletr&oacute;nico para comprar produtos de grande consumo em 2021, acima dos 37% em 2020 e 31,6% em 2019. Estes consumidores est&atilde;o tamb&eacute;m a fazer compras on-line com mais frequ&ecirc;ncia. Em m&eacute;dia, foram feitas 10,4 ocasi&otilde;es de compras on-line em 2021, em compara&ccedil;&atilde;o com 8,7 ocasi&otilde;es em 2020 e 6,9 em 2019. 44,2% dos asi&aacute;ticos comprou FMCG on-line, acima dos 41,7% em 2020. Na Europa Ocidental, 35,2% fizeram compras on-line.</p>
<p><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Winning_Omnichannel_2022_2.png" alt="Winning_Omnichannel_2022_2.png" width="600" height="338" align="middle" /></p>
<p><strong>Desempenho das categorias</strong></p>
<p><strong></strong>Todos os cinco setores de FMCG tiveram uma desacelera&ccedil;&atilde;o no crescimento, mas com Bebidas, Latic&iacute;nios e Alimentos a representarem mais de 70% do valor de FMCG, n&atilde;o surpreende que estes tr&ecirc;s tenham tido o maior impacto nesta evolu&ccedil;&atilde;o &ndash; desacelerando de mais de 10% de crescimento para menos de 3%.</p>
<ul>
<li>O crescimento robusto em bebidas desportivas e energ&eacute;ticas, juntamente com refrigerantes com g&aacute;s, levou o mercado de bebidas a registar um crescimento de 2,9%.</li>
<li>Vinho e Champanhe passaram de um crescimento de 11% em 2020 para uma queda de -4% em 2021.</li>
<li>Alimenta&ccedil;&atilde;o (excluindo Latic&iacute;nios) cresceu 2,5%, com Farinha, Conservas de Peixe e Arroz a serem tr&ecirc;s das categorias com pior desempenho, uma vez que os compradores deixaram de fazer p&atilde;o em casa, e da menor necessidade de alimentos de longa dura&ccedil;&atilde;o, como conservas e arroz.</li>
<li>O setor de Cuidado do Lar foi impactado em categorias-chave, como lix&iacute;vias e produtos de limpeza para a casa, ambos passando de um crescimento de 20% em 2020 para um pequeno decl&iacute;nio em 2021.</li>
<li>Cuidado do rosto passou de queda de -4% em 2020 para crescimento de +4%. Mesmo as categorias mais atingidas em 2020, Maquilhagem e Fragr&acirc;ncias (que sofreram queda de -22% e -11%, respetivamente) viram o seu desempenho melhorar drasticamente em 2021, apesar da mudan&ccedil;a nos h&aacute;bitos dos consumidores.</li>
</ul>
<div><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Winning_Omnichannel_2022_3.png" alt="Winning_Omnichannel_2022_3.png" width="600" height="338" align="middle" /></div>
<p>Analisando o mercado de 2021, St&eacute;phane Roger, Global Shopper &amp; Retail Director da Kantar, Worldpanel Division, afirmou: &ldquo;Em muitos aspetos, 2021 voltou ao <em>business as usual</em>. Previmos um crescimento de 2% no in&iacute;cio do ano e foi quase isso que vimos. Embora o crescimento de pouco mais de 2% pare&ccedil;a pequeno em compara&ccedil;&atilde;o com o crescimento de dois d&iacute;gitos de 2020, o mercado manteve o crescimento que vimos no ano passado, pois muitas ocasi&otilde;es que eram feitas fora de casa permaneceram suspensas, impulsionando o consumo em casa.&rdquo;</p>
<p>O canal online continua a ter o destaque , crescendo tr&ecirc;s vezes mais r&aacute;pido do que o segundo canal com melhor desempenho. Esta boa bom performance &eacute; atribu&iacute;da ao aumento no n&uacute;mero de consumidores que fazem compras on-line, mas tamb&eacute;m a um aumento na frequ&ecirc;ncia de compra neste canal. A &Aacute;sia est&aacute; muito &agrave; frente de todas as outras regi&otilde;es na ado&ccedil;&atilde;o e inova&ccedil;&atilde;o no espa&ccedil;o de FMCG online. Os principais mercados do ocidente t&ecirc;m muito a aprender, se quiserem continuar a crescer online.</p>
<p>J&aacute; podemos ver que 2022 est&aacute; a ser desafiador em v&aacute;rias frentes. Prevemos que o crescimento do mercado global de FMCG diminuir&aacute; para cerca de 1,3%, &agrave; medida que os consumidores desenvolvem diferentes estrat&eacute;gias para lidar com o aumento do custo de vida. Inova&ccedil;&atilde;o no ecommerce, promo&ccedil;&otilde;es e variedade ser&atilde;o ferramentas importantes para os retalhistas enfrentarem os desafios deste ano.</p>
<p><a href="https://kantar.turtl.co/story/winning-omnichannel-2022-p">Relat&oacute;rio completo aqui</a></p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 02 May 2022 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Ecommerce-continua-a-aumentar-a-sua-quota-mercado</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Portugueses nÃ£o dispensam o Fiel amigo bacalhau]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Portugueses-no-dispensam-o-Fiel-amigo-bacalhau</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Hipersuper%20Janeiro%202022.pdf">Hipersuper</a></p>
<p>Depois do grande crescimento do FMCG em 2020, onde os compradores portugueses, devido &agrave; pandemia COVID-19, alteraram os seus h&aacute;bitos de compra evitando uma presen&ccedil;a mais ass&iacute;dua nas lojas, comprando e gastando mais por cesta, com a maioria das categorias t&iacute;picas de consumo dentro de casa a conseguirem desenvolver-se. O Bacalhau, que est&aacute; inclu&iacute;do neste grupo, apresentou um crescimento n&atilde;o s&oacute; em compradores (+55 mil lares), como um consumo de mais 900grs per capita vs 2019. Contudo em 2021, com o progressivo desconfinamento e abertura &agrave; viv&ecirc;ncia fora de casa, observa-se uma perda de cerca de 600grs de consumo per capita, assim como uma perda de 83 mil lares compradores.</p>
<p>Ainda assim, o Bacalhau &eacute; uma categoria que os consumidores portugueses n&atilde;o dispensam. Quer seja seco/salgado ou congelado, o bacalhau est&aacute; presente em 87% dos lares no &uacute;ltimo ano (dados com 52 semanas com fecho a 5 de Dezembro 2021). O consumo semanal por individuo &eacute; de 1,4 vezes, sendo que 32% dos consumidores da categoria considera a conveni&ecirc;ncia e 35% &ldquo;prazer/gosto do sabor&rdquo;, os motivos de consumo mais importantes e inerentes a este peixe. Apesar de conveniente e vers&aacute;til, existindo mil e uma receitas para preparar o bacalhau, o modo de prepara&ccedil;&atilde;o &eacute; ainda na sua maioria das ocasi&otilde;es (cerca de 39%) no seu modo mais puro: o cozido.</p>
<p>Apesar da quebra em compra m&eacute;dia este ano comparativamente ao ano passado, motivada pela redu&ccedil;&atilde;o da uma ocasi&atilde;o de compra e por menos compradores, a quantidade comprada por lar ainda se encontra acima do registado em 2018 e 2019. Isto significa que os portugueses continuam a fomentar o consumo de bacalhau nas suas mesas.</p>
<p>Sendo a categoria de Bacalhau dominada pelo segmento de seco/salgado, que representa 87% do volume total, foi este o segmento que influenciou a redu&ccedil;&atilde;o da compra m&eacute;dia, atrav&eacute;s de menos visitas &agrave;s lojas no Mat P12 2021 vs Mat P12 2020 (menos 1 em m&eacute;dia por lar), assim como a perda em 221 mil compradores. No &uacute;ltimo ano, um lar comprou cerca de 18Kgs de Bacalhau seco/salgado com uma regularidade de 7 ocasi&otilde;es de compra. Isto significa que cada consumidor comeu cerca de 7kgs de bacalhau seco/salgado no decorrer deste per&iacute;odo, uma m&eacute;dia de 135grs por pessoa por m&ecirc;s (<em>base de 2,5 pessoas em m&eacute;dia por lar, segundo dados do INE</em>). Apesar de menor representatividade, o bacalhau congelado &eacute; cada vez mais uma op&ccedil;&atilde;o para os portugueses, conseguindo manter a regularidade de compra assim como a quantidade por cesta, levando a um aumento da compra m&eacute;dia por lar, apresentando no entanto, uma ligeira redu&ccedil;&atilde;o em compradores vs o Mat P12 2020. Segmento que est&aacute; muito relacionado com a tend&ecirc;ncia de conveni&ecirc;ncia e facilidade de prepara&ccedil;&atilde;o e que tem vindo a conquistar compradores nos &uacute;ltimos anos.</p>
<p>&nbsp;A procura de Bacalhau congelado verifica-se atrav&eacute;s dos targets mais jovens/adultos (34 anos at&eacute; 49), com +14% de compradores e +74% de volume comprado, quando comparado com a m&eacute;dia no total de compradores de Bacalhau. Este grupo de compradores acaba por ser crucial para manter a estabilidade de compra no segmento. J&aacute; os lares com mais de 50 anos e que representam 80% do total volume comprado de Bacalhau e 62% do total compradores, t&ecirc;m uma procura concentrada no segmento de seco/salgado, sendo o grupo respons&aacute;vel por 70% da perda de volume da categoria, target este que mais impulsionou o crescimento em 2020.</p>
<p>O Bacalhau &eacute; um produto que os consumidores portugueses n&atilde;o dispensam. Incompar&aacute;vel no sabor, de f&aacute;cil e conveniente armazenamento, esta categoria ser&aacute; sempre uma forte op&ccedil;&atilde;o na mesa dos portugueses e como tal, permanecer&aacute; no topo das suas listas de compras.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 11 Apr 2022 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Portugueses-no-dispensam-o-Fiel-amigo-bacalhau</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[ Webinar Como crescer com o Retalho?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/-Webinar--Como-crescer-com-o-Retalho</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma das tend&ecirc;ncias que caracteriza a situa&ccedil;&atilde;o atual do setor de distribui&ccedil;&atilde;o em Portugal &eacute; a diminui&ccedil;&atilde;o dos atos de compra e a presen&ccedil;a de mais concorrentes, circunst&acirc;ncia que levou os retalhistas a centrarem os seus objetivos no aproveitamento de clientela, tentando assim ganhar mais efici&ecirc;ncia em cada visita &agrave; loja.</p>
<ul>
<li>Em que outros retalhistas o shopper compra determinadas categorias?</li>
<li>Realizou a compra fora da minha loja no mesmo dia?</li>
<li>O que faz a minha concorr&ecirc;ncia melhor ou diferente?</li>
<li>Que marca ou variedade o shopper compra na concorr&ecirc;ncia?</li>
<li>Porque compra noutra loja?</li>
</ul>
<p>No pr&oacute;ximo dia <strong>07 de abril</strong>, &agrave;s<strong> 10h00</strong>, <strong>Andreia Carvalho</strong>, <strong>Client Director &amp; Expert Solutions</strong>, ir&aacute; explicar como maximizar a convers&atilde;o e definir um plano que responda &agrave;s necessidades do seu shopper para ganhar 'share of wallet'.</p>
<p><a href="https://kantar-webinars.zoom.us/webinar/register/WN_3Sbb8UlTQXSTbcLc1793qw">Registe-se</a></p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 22 Mar 2022 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/-Webinar--Como-crescer-com-o-Retalho</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Portugal em contraciclo no consumo fora de casa]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Portugal-em-contraciclo-no-consumo-fora-de-casa</link>
         <description><![CDATA[<p>&Agrave; medida que as restri&ccedil;&otilde;es em todo o mundo continuam a abrandar e a confian&ccedil;a dos consumidores cresce, as pessoas est&atilde;o a retornar gradualmente aos seus h&aacute;bitos de consumo de snacks e bebidas n&atilde;o alco&oacute;licas pr&eacute;-pandemia. Impulsionado por isto, os gastos fora de casa (OOH) nas categorias de snacks e bebidas n&atilde;o alco&oacute;licas est&atilde;o a recuperar rapidamente &ndash; mas ainda h&aacute; algum caminho a percorrer.</p>
<p>As vendas em valor de OOH aumentaram, pelo terceiro trimestre consecutivo, no quarto trimestre de 2021, crescendo 19% em compara&ccedil;&atilde;o com uma queda de 25% no mesmo per&iacute;odo de 2020. Isto impulsionou o valor do mercado total em casa e em OOH em 6% relativamente ao ano passado; Reino Unido, Espanha, China Continental e Fran&ccedil;a contribu&iacute;ram com quase tr&ecirc;s quartos para este crescimento. Portugal est&aacute; em contraciclo no que diz respeito ao consumo OOH, com uma quebra em valor de 3%, face ao mesmo per&iacute;odo de 2020, sendo que a combina&ccedil;&atilde;o de in e out of home resultou numa quebra de 9%.</p>
<p><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Barometro_OOH_4Trim_1.png" alt="Barometro_OOH_4Trim_1.png" width="600" height="338" align="middle" /></p>
<p>Embora este quadro geral seja positivo, observar a evolu&ccedil;&atilde;o dos gastos em OOH nesta categorias, ao longo de um per&iacute;odo de tr&ecirc;s anos, oferece uma perspetiva valiosa: ainda &eacute; 10% mais baixa do que no quarto trimestre de 2019, antes da chegada da COVID-19. Adicionalmente, apesar da contribui&ccedil;&atilde;o das vendas de OOH para o total de vendas de snacks e bebidas n&atilde;o alco&oacute;licas ter aumentado de 30%, em 2020, para 34%, em 2021, ainda n&atilde;o atingiu o n&iacute;vel pr&eacute;-pand&eacute;mico de 39%.&nbsp; Neste par&acirc;metro, Portugal acompanha a tend&ecirc;ncia global, uma vez que, no quarto trimestre de 2021, as categorias de snacks e bebidas n&atilde;o alco&oacute;licas representaram 10% do valor gasto para o total FMCG, enquanto que no mesmo per&iacute;odo de 2020 representaram 15%.</p>
<p style="text-align: center;"><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Barometro_OOH_4Trim_2.png" alt="Barometro_OOH_4Trim_2.png" width="600" height="338" /></p>
<p><strong>Refrigerantes, caf&eacute; e gelados lideram o caminho</strong></p>
<p><strong></strong>O desempenho das vendas de bebidas OOH est&aacute; a ser mais forte que as vendas de snacks &ndash; com um crescimento de 22% e 14%, respetivamente. A recupera&ccedil;&atilde;o &eacute; mais r&aacute;pida nas categorias que est&atilde;o muito dependentes do OOH: refrigerantes, caf&eacute;s e gelados. Estas foram as categorias mais afetadas durante a pandemia, em parte porque n&atilde;o conseguiram reproduzir as ocasi&otilde;es OOH dentro de casa com tanto sucesso quanto o chocolate e os snacks salgados.</p>
<p>O gasto em refrigerantes em OOH aumentou um ter&ccedil;o (34%), em compara&ccedil;&atilde;o com o ano anterior, no quarto trimestre, sem afetar a evolu&ccedil;&atilde;o da categoria em take-home, que tamb&eacute;m cresceu 4%. A possibilidade de se poder consumir no local n&atilde;o afetou as compras take-home, indicando um novo h&aacute;bito. Isto destaca o potencial para reter os gastos para dentro de casa, ao mesmo tempo que continua a aumentar o consumo por impulso e on-the-go, em OOH. As compras de refrigerantes OOH contribu&iacute;ram em 49% para o valor total de mercado de In&amp;Out &ndash; um aumento de 42% em compara&ccedil;&atilde;o com o quarto trimestre de 2020, mas ainda abaixo dos 57% de quota, que liderava em 2019. A recupera&ccedil;&atilde;o total deste setor depender&aacute; do aumento dos gastos em bares, caf&eacute;s e restaurantes.</p>
<p>Embora caf&eacute;s e gelados ainda n&atilde;o tenham recuperado os seus n&iacute;veis anteriores de gastos em OOH, est&atilde;o ambos a crescer. A recupera&ccedil;&atilde;o completa do valor do caf&eacute; depender&aacute; dos caf&eacute;s, enquanto que o consumo de gelados mudou-se, durante a pandemia, para canais de impulso e de conveni&ecirc;ncia.</p>
<p><strong>Mercados inclu&iacute;dos na an&aacute;lise</strong>: Portugal, Reino Unido, Espanha, Brasil, Fran&ccedil;a, Tail&acirc;ndia, M&eacute;xico e China Continental.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 16 Mar 2022 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Portugal-em-contraciclo-no-consumo-fora-de-casa</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Chocolates: A maior procura pela indulgÃªncia saudÃ¡vel]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Chocolates-A-maior-procura-pela-indulgncia-saudvel</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo original publicado na <a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Grande%20Consumo%20Novembro%20Dezembro%202021.pdf">Grande Consumo</a></p>
<p>Em 2020, principalmente nos meses de confinamento, o comprador portugu&ecirc;s procurou nos Chocolates o conforto e o bem estar necess&aacute;rio para enfrentar o in&iacute;cio da pandemia, e assim o segmento cresceu de forma significativa. As Tabletes de Chocolate ganharam destaque comparadas &agrave;s demais categorias, refor&ccedil;ando a import&acirc;ncia de garantir nas despensas a presen&ccedil;a deste &ldquo;antidepressivo&rdquo; saboroso.</p>
<p>Entretanto, em abril de 2021, logo ap&oacute;s o in&iacute;cio da fase de desconfinamento, os lares afastaram-se dos Chocolates e foram principalmente as Tabletes que mais perderam espa&ccedil;o. Com a possibilidade de consumir fora de casa, o interesse em cozinhar parece ter diminu&iacute;do e as Tabletes para Culin&aacute;ria, que cresceram mais de 5p.p. em 2020, perderam atratividade neste novo contexto.</p>
<p>J&aacute; os formatos que oferecem praticidade e conveni&ecirc;ncia, como as Pastilhas, os Bombons e principalmente os Snacks de Chocolate ganham for&ccedil;a entre os compradores portugueses. Os Snacks j&aacute; atingem quase 50% dos lares e crescem no &uacute;ltimo trimestre (21 de junho a 10 de outubro de 2021), per&iacute;odo que considera o ver&atilde;o, a volta &agrave;s aulas e alguma retoma da rotina fora de casa, justificando assim a procura pela praticidade neste per&iacute;odo. O crescimento desta categoria &eacute; transversal a todos os tipos de lares e ciclos de vida dos compradores.</p>
<p>O chocolate negro continua a destacar-se versus o chocolate de leite e apesar deste &uacute;ltimo manter-se como favorito entre os compradores portugueses, o chocolate negro chega a novos lares tanto na sua vers&atilde;o simples, como na vers&atilde;o com frutos secos, ressaltando assim a procura do consumidor pela indulg&ecirc;ncia saud&aacute;vel, j&aacute; que este tipo de chocolate tende a ser visto como mais ben&eacute;fico para a sa&uacute;de.<br /> <br />Apesar deste abrandamento de Chocolates no auge do desconfinamento, o segmento regista melhores resultados do que em 2019, quando n&atilde;o havia a pandemia, recuperando o crescimento no &uacute;ltimo per&iacute;odo, quando as temperaturas come&ccedil;aram a baixar e tender&aacute; a manter esta recupera&ccedil;&atilde;o nos pr&oacute;ximos meses, tanto pelo facto de estamos no inverno e de passarm,os mais tempo em casa.</p>
<p>Sabemos que os pr&oacute;ximos tempos s&atilde;o incertos, entretanto, os Chocolates tendem a acompanhar o consumidor portugu&ecirc;s, seja dentro ou fora de casa. Os formatos mais pr&aacute;ticos, como vimos, tendem a fazer mais sentido em per&iacute;odos de al&iacute;vio das restri&ccedil;&otilde;es. J&aacute; as Tabletes, que s&atilde;o formatos maiores, provavelmente acompanhar&atilde;o os portugueses nos meses mais frios, em que passar&atilde;o mais tempo no lar, seja no sof&aacute;, na mesa de trabalho ou na cozinha a preparar uma deliciosa sobremesa.</p>
<p>Por&eacute;m, devido a uma maior preocupa&ccedil;&atilde;o com a saudabilidade e tamb&eacute;m um aumento do interesse pelas tend&ecirc;ncias atuais, Chocolates que ofere&ccedil;am benef&iacute;cios a sa&uacute;de associados, tenham redu&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&uacute;cares e lactose, sejam vegan ou preparados com leite vegetal, tendem a ganhar relev&acirc;ncia e destacar-se no mercado.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 08 Mar 2022 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Chocolates-A-maior-procura-pela-indulgncia-saudvel</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Procura pelo saudÃ¡vel e menor interesse em cozinhar]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Procura-pelo-saudvel-e-menor-interesse-em-cozinhar</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Hipersuper%20Dezembro%202021.pdf">Hipersuper</a></p>
<p>Apesar do mercado out of home mostrar recupera&ccedil;&atilde;o, mas com evolu&ccedil;&atilde;o ainda distante quando comparamos com o contexto pr&eacute;-pandemia, com a possibilidade de fazer refei&ccedil;&otilde;es fora de casa, vemos o consumidor portugu&ecirc;s menos dedicado ao ato de cozinhar e mais interessado em conveni&ecirc;ncia e pratos preparados.</p>
<p>Se no auge da pandemia as farinhas, fermentos, manteigas e margarinas tomaram conta das receitas preparadas pelos portugueses, o que vemos agora &eacute; um abrandamento destas categorias. Essa tend&ecirc;ncia ocorre tamb&eacute;m no caso de outras gorduras alimentares como o &Oacute;leo e o Azeite.</p>
<p>Logo ap&oacute;s os primeiros meses de in&iacute;cio da pandemia, o crescimento dos &Oacute;leos come&ccedil;ou a abrandar e desde o in&iacute;cio de 2021 os lares realmente afastaram-se da categoria. O posicionamento dos &Oacute;leos como vil&otilde;es da sa&uacute;de, parece estar a ganhar for&ccedil;a. Tanto que s&atilde;o principalmente os casais com filhos e os reformados que deixam de comprar &Oacute;leos.</p>
<p>&Eacute; principalmente o &Oacute;leo de Girassol que perde penetra&ccedil;&atilde;o nos lares portugueses (-6.4pp), enquanto o &Oacute;leo de Coco torna-se mais atrativo, mas este crescimento ainda &eacute; insuficiente para impactar o total da categoria. Por&eacute;m, vemos o consumidor a priorizar as tend&ecirc;ncias do mercado e o &Oacute;leo de Coco acaba por surfar nesta onda, sendo popular por benef&iacute;cios como fortalecimento do sistema imunit&aacute;rio, contribui&ccedil;&atilde;o para perda de peso, aumento da saciedade e at&eacute; mesmo utilizado para outros objetivos relacionados a higiene e beleza.</p>
<p>J&aacute; os Azeites voltam a atrair novos lares portugueses, mas nada comparado aos meses de confinamento. Al&eacute;m disso, &eacute; o Azeite Refinado que se desenvolve e o consumidor diminui o investimento por ato de compra no &uacute;ltimo trimestre, assim, come&ccedil;am a haver ind&iacute;cios de alguma desvaloriza&ccedil;&atilde;o da categoria (pre&ccedil;o e qualidade).</p>
<p>Seja para a prepara&ccedil;&atilde;o de bolos, p&atilde;es, tartes ou mesmo para barrar, as manteigas e margarinas ganharam grande relev&acirc;ncia nos lares nos meses de confinamento. Entretanto, quando as restri&ccedil;&otilde;es foram diminu&iacute;das, os portugueses parecem ter deixado de passar tanto tempo na cozinha e assim a atratividade destas categorias diminuiu.</p>
<p>O consumidor portugu&ecirc;s mostra sinais de menor interesse em cozinhar depois de tantos meses em que praticamente n&atilde;o teve outra op&ccedil;&atilde;o sen&atilde;o esta. Entretanto, com as temperaturas mais baixas e com as novas restri&ccedil;&otilde;es do governo, os pr&oacute;ximos meses tendem a ser de maior recolhimento e disponibilidade dentro de casa, assim, os &Oacute;leos mais saud&aacute;veis e Azeites que oferecerem benef&iacute;cios associados a saudabilidade, acompanhando assim o interesse do consumidor, podem recuperar crescimento.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 24 Feb 2022 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Procura-pelo-saudvel-e-menor-interesse-em-cozinhar</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Como manter quente o prazer do CafÃ©?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Como-manter-quente-o-prazer-do-Caf</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Grande%20Consumo%20Setembro%20Outubro%202021.pdf">Grande Consumo</a></p>
<p>Quando em 2019 come&ccedil;&aacute;mos a projetar aquilo que seriam os novos anos 20 do s&eacute;culo XXI, ainda estava longe da mente da esmagadora maioria imaginar o in&iacute;cio t&atilde;o atribulado e com efeitos t&atilde;o profundos para o comportamento do consumidor, que a pandemia iria trazer a esta nova d&eacute;cada. Algumas mudan&ccedil;as ir&atilde;o moldar em definitivo as rotinas de muitos milh&otilde;es de pessoas, um pouco por todo o Mundo e algumas delas n&atilde;o se fizeram esperar. Acima de tudo, o que provoca um maior inc&oacute;modo a quem tem como objetivo gerir um neg&oacute;cio e aportar valor &agrave;s marcas e &agrave; sociedade, &eacute; a imprevisibilidade a que estamos cada vez mais sujeitos. Quedas inesperadas em mercados em ascens&atilde;o ou crescimentos impens&aacute;veis em categorias que se encontravam mais est&aacute;veis, de tudo um pouco a pandemia trouxe.</p>
<p>No caso dos Caf&eacute;s, falamos de uma das categorias cuja compra para consumo dentro do lar mais beneficiou com a pandemia. No pico dos dois confinamentos, (Maio 2020 e Fevereiro 2021) a categoria chegou a atingir 50% de crescimento em valor face aos hom&oacute;logos, dentro dos lares portugueses. Mas, contrariamente ao final do primeiro confinamento, em que a categoria, apesar de ter desacelerado o seu crescimento, se manteve em terreno positivo, no final do segundo confinamento a desacelera&ccedil;&atilde;o foi maior, tendo trazido consigo os primeiros meses com perdas desde o in&iacute;cio da pandemia, que se prolongaram entre Abril e Julho, principalmente associadas ao menor n&uacute;mero de compradores durante este per&iacute;odo. Os meses de Agosto e Setembro voltaram a trazer mais algum otimismo para Caf&eacute;s dentro do lar, com a categoria em equil&iacute;brio com o valor que havia gerado em iguais per&iacute;odos do ano passado.</p>
<p>A diferen&ccedil;a entre o ano de 2020 e 2021 prende-se com a rea&ccedil;&atilde;o distinta dos compradores ao final de cada confinamento. Em 2021, o fen&oacute;meno de &ldquo;revenge spending&rdquo; foi claro e n&atilde;o se ficou apenas pelos bens materiais de maior dura&ccedil;&atilde;o. As experi&ecirc;ncias e o regresso ao consumo fora de casa tamb&eacute;m fizeram parte da &ldquo;vingan&ccedil;a&rdquo; dos portugueses em rela&ccedil;&atilde;o aos meses de confinamento. O consumo de caf&eacute; fora de casa voltou a crescer face aos hom&oacute;logos pela primeira vez desde o in&iacute;cio da pandemia, precisamente no mesmo m&ecirc;s em que se deram as primeiras perdas da categoria dentro do lar. Mas esta recupera&ccedil;&atilde;o teve todas as caracter&iacute;sticas de um consumo por &ldquo;vingan&ccedil;a&rdquo;, come&ccedil;ando por crescer a tr&ecirc;s d&iacute;gitos, logo nas primeiras semanas de desconfinamento e mantendo uma performance positiva ao longo de todo o segundo trimestre do ano, mas voltando a registar um forte abrandamento logo &agrave; entrada do terceiro trimestre. Por outro lado, esteve totalmente associada &agrave; vontade dos consumidores se recompensarem, com incrementos intimamente ligados ao lazer, em Restaurantes, Caf&eacute;s, Bares ou Quiosques, e menos ligada ao contexto laboral. De facto, o consumo de caf&eacute; no local de trabalho apresentou uma tend&ecirc;ncia similar &agrave; do hom&oacute;logo at&eacute; ao final de Setembro de 2021. E se em 2020, as Vending Machines foram um porto de abrigo para a categoria, especialmente no &acirc;mbito profissional, permitindo o seu consumo em seguran&ccedil;a e muitas vezes sendo mesmo a &uacute;nica op&ccedil;&atilde;o dispon&iacute;vel, este canal passou de ser o menos penalizado na categoria, como aconteceu em 2020, para passar a ser dos que menos beneficiou nos crescimentos de 2021.</p>
<p>Assim, o desafio que se coloca &agrave; categoria para os pr&oacute;ximos meses, passa por encontrar o equil&iacute;brio entre a recupera&ccedil;&atilde;o do consumo fora de casa e as suas aliciantes margens fundamentais para a cria&ccedil;&atilde;o de valor e a manuten&ccedil;&atilde;o da compra efetuada para o lar, respons&aacute;vel por gerar momentos de consumo adicionais para a categoria. Num aut&ecirc;ntico exerc&iacute;cio de equilibrismo, o lado da balan&ccedil;a ligado ao consumo in-home dever&aacute; ser o mais complexo de manter. Desde o final do segundo confinamento, todos os segmentos de Caf&eacute;, desde as C&aacute;psulas at&eacute; aos Sol&uacute;veis, passando pelo Mo&iacute;do, Gr&atilde;o e Bebidas de Cereais, passaram por per&iacute;odos com perdas de compradores face a 2020. As C&aacute;psulas continuam a ter um primeiro lugar muito bem seguro na escolha dos portugueses, no entanto, o Caf&eacute; Mo&iacute;do foi claramente menos afetado pelo abandono do shopper do que os restantes segmentos, o que demonstra o poder do ritual do caf&eacute; quando passa a ser incorporado no estilo de vida de cada consumidor. Apesar de menos associado ao fator de conveni&ecirc;ncia caracter&iacute;stico das C&aacute;psulas, a premissa de um caf&eacute; preparado de forma mais tradicional e consumido com mais tempo levou a que no &uacute;ltimo ano o Caf&eacute; Mo&iacute;do tenha conseguido conquistar novos momentos de consumo, especialmente nos momentos de snacking da tarde, historicamente muito fortes para algumas categorias concorrentes, como os Ch&aacute;s e Infus&otilde;es e que viram as op&ccedil;&otilde;es de &ldquo;slow coffee&rdquo; roubarem-lhes quota de est&ocirc;mago nesta ocasi&atilde;o do dia. E as &ldquo;v&iacute;timas&rdquo; n&atilde;o se ficaram por aqui: os Iogurtes, as &Aacute;guas e as Bebidas Alco&oacute;licas tamb&eacute;m perderam espa&ccedil;o para o Caf&eacute; Mo&iacute;do &agrave; hora do lanche e categorias como o Leite, Refrigerantes ou Sumos tamb&eacute;m n&atilde;o conseguiram acompanhar o seu ritmo de crescimento. Para os pr&oacute;ximos meses, fica ainda uma quest&atilde;o em aberto que as marcas dever&atilde;o acompanhar: o novo ritual dos Caf&eacute;s Mo&iacute;dos conseguir&aacute; ultrapassar o regresso a uma vida mais pr&oacute;xima do normal, com menos tempo passado pelos portugueses dentro do lar, ou este prazer n&atilde;o &eacute; compat&iacute;vel com uma vida mais exigente em termos de hor&aacute;rios e presen&ccedil;a em locais mais diversos?</p>
<p>Outro ponto de extremo interesse a observar de perto, continuar&aacute; a ser a din&acirc;mica entre Marcas de Fabricante (MDF) e Marcas Pr&oacute;prias (MDD), especialmente relevante em per&iacute;odos de maior incerteza econ&oacute;mica. Olhando neste caso para o segmento mais relevante do mercado, as C&aacute;psulas de Caf&eacute;, desde o final do segundo confinamento at&eacute; ao m&ecirc;s de Setembro, apenas as MDD se mantiveram sem perdas em cada per&iacute;odo face ao conquistado no hom&oacute;logo. No entanto, nem todas as MDD conseguiram aportar uma performance suficientemente positiva para que o sucesso dos respetivos retalhistas as acompanhasse. Esta din&acirc;mica vir&aacute; cada vez mais refor&ccedil;ar a import&acirc;ncia de cada loja diversificar o seu portf&oacute;lio de marcas, no sentido de se continuar a manter atrativa &agrave; luz das necessidades dos compradores, segurar aquilo que de positivo se p&ocirc;de colher da pandemia, e minimizar as incertezas por ela causadas.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 10 Feb 2022 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Como-manter-quente-o-prazer-do-Caf</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[PÃ£o e queijo, mesa posta Ã©!]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Po-e-queijo-mesa-posta-</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Hipersuper%20Outubro%202021.pdf">Hipersuper</a></p>
<p>J&aacute; diz um dos nossos cl&aacute;ssicos prov&eacute;rbios, Queijo &eacute; dos bens mais preciosos &agrave; mesa dos portugueses. Quem diz &agrave; mesa, diz no p&atilde;o, ou nas saladas, com frutos secos ou doce! Servem de entrada, refei&ccedil;&atilde;o, lanche ou de sobremesa. Sozinhos ou acompanhados, frescos, secos, marcam presen&ccedil;a em praticamente todas as fam&iacute;lias portuguesas (mais de 98% de penetra&ccedil;&atilde;o). Citando Charles de Gaulle &ldquo;Como se dever&aacute; governar um pa&iacute;s que tem 246 variedades de queijo?", ser&aacute; que sabemos quantas temos em Portugal?</p>
<p>Os portugueses t&ecirc;m mostrado vontade de regressar ao consumo fora de casa, mas a instabilidade pand&eacute;mica at&eacute; agora abrandou a recupera&ccedil;&atilde;o. E por isso, o consumo dentro de casa continuou a crescer neste primeiro semestre do ano. N&atilde;o obstante, nem todas as categorias beneficiaram de igual forma.</p>
<p>Queijos mant&ecirc;m rota de crescimento, mas agora a um ritmo mais moderado. Foi crucial o crescimento do primeiro trimestre de 2021 (ainda em confinamento), al&eacute;m do efeito do &ldquo;a&ccedil;ambarcamento&rdquo; que ocorreu no primeiro trimestre 2020, por oposi&ccedil;&atilde;o ao segundo trimestre de 2021, em que o al&iacute;vio das restri&ccedil;&otilde;es afetou a intensidade de compra da categoria (comprou-se menos vezes e em menor quantidade).</p>
<p>Ainda assim, a frequ&ecirc;ncia de compra de queijos e o volume comprado &eacute; o maior dos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos. Gasta-se agora em m&eacute;dia mais 8&euro; que em (junho de) 2019, o que perfaz um total de 54&euro; gastos na categoria nestes primeiros seis meses do ano. Este &eacute; um mercado que continua a ser liderado pelos segmentos de Flamengo e Curados e que, ano ap&oacute;s ano, conquistam mais portugueses. Ainda assim, a maioria dos segmentos beneficiou com o segundo confinamento, ganhando sobretudo mais compradores e maior intensidade de compra.</p>
<p><strong>Marcas e Retalhistas</strong></p>
<p>Tamb&eacute;m Queijos n&atilde;o escapam ao &ldquo;fen&oacute;meno&rdquo; das marcas de distribui&ccedil;&atilde;o. O desenvolvimento da categoria &eacute; sobretudo ancorado pelas MDD&rsquo;s que representam j&aacute; cerca de 50% do mercado em volume. <br /> <br />As grandes vencedoras deste in&iacute;cio de ano foram a Mercadona, Aldi e Continente &ndash; conquistando mais fam&iacute;lias portuguesas e crescendo. No entanto, n&atilde;o em todos os segmentos. Fundidos, Frescos e Requeij&atilde;o foram as exce&ccedil;&otilde;es, sendo estimulados pelas marcas de fabricante. De facto, sabemos que s&atilde;o as MDDs que mais conquistam as fam&iacute;lias em determinados momentos de consumo, como por exemplo ao almo&ccedil;o e ao jantar. Mas s&atilde;o as marcas de fabricante que det&eacute;m a sua for&ccedil;a no momento premium da categoria, o pequeno-almo&ccedil;o. Ou em momentos &ldquo;oportunidade&rdquo; como o depois de jantar.</p>
<p>Ligando as marcas aos retalhistas, n&atilde;o posso deixar de referir outro fen&oacute;meno curioso: apesar do dinamismo das marcas da distribui&ccedil;&atilde;o do Aldi e da Mercadona, foram as marcas de fabricante as que mais ganharam espa&ccedil;o nestas (respetivas) lojas. A contraciclo da generalidade das ins&iacute;gnias, que refor&ccedil;aram o espa&ccedil;o da sua MDD. Estrat&eacute;gia que por sinal, n&atilde;o trouxe sucesso a todos, nomeadamente ao Intermarch&eacute;.</p>
<p><strong>O comprador e consumidor de Queijos: A idade importa?</strong></p>
<p>Sabemos que o target com maior consumo de Queijo est&aacute; entre os mais seniores e &eacute; mais envelhecido do que o perfil do comprador da categoria. A proximidade tanto ao comprador, como ao consumidor &eacute; imperativa. Conhecer os h&aacute;bitos de compra, de uso e de consumo de ambos relativamente ao produto (o que procuram, o que esperam do produto) e &agrave; marca, que muitas vezes s&atilde;o diferentes, &eacute; cada vez mais importante e ir&aacute; determinar a capacidade e sucesso das marcas. Fazer esta diferencia&ccedil;&atilde;o ajuda a descobrir para quem devemos comunicar e o que devemos destacar.</p>
<p>De facto, em queijos existe um enorme potencial neste target mais maduro, considerando n&atilde;o s&oacute; a proje&ccedil;&atilde;o da evolu&ccedil;&atilde;o demogr&aacute;fica, onde a assistiremos a um maior envelhecimento da popula&ccedil;&atilde;o e gradual aumento da esperan&ccedil;a m&eacute;dia de vida, mas tamb&eacute;m pelas necessidades muito espec&iacute;ficas de bem-estar e sa&uacute;de inerentes &agrave; idade. Por outro lado, conquistar jovens pode ser a chave, eles ser&atilde;o os seniores de amanh&atilde;. <br /> <br />Com o al&iacute;vio de restri&ccedil;&otilde;es, o teletrabalho ser&aacute; o &uacute;nico fator a sustentar um maior consumo dentro de casa e n&atilde;o me canso de dizer que nenhum crescimento &eacute; constante para sempre! E fazer frente aos crescimentos de 2020 vai ser dos maiores desafios que o setor vai enfrentar. H&aacute; que p&ocirc;r m&atilde;os &agrave; obra e ter uma vis&atilde;o e estrat&eacute;gia 360, at&eacute; para os mercados grandes e maduros como o de Queijos.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 31 Jan 2022 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Po-e-queijo-mesa-posta-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Para mim, Ã© um cafÃ© pingado com bebida de Aveia!]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Para-mim--um-caf-pingado-com-bebida-de-Aveia</link>
         <description><![CDATA[<p><span>Artigo original publicado na&nbsp;</span><a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Hipersuper%20Setembro%202021.pdf">Hipersuper</a></p>
<p>Basta fazermos uma breve pesquisa numa loja online ou visitarmos os lineares de um supermercado &nbsp;para perceber que as bebidas vegetais t&ecirc;m ganho cada vez mais import&acirc;ncia e espa&ccedil;o. Existe, neste momento, uma lista quase infind&aacute;vel de op&ccedil;&otilde;es, com o surgimento de novas variedades, sabores, vers&otilde;es com menos a&ccedil;&uacute;car, com adi&ccedil;&atilde;o de c&aacute;lcio e vitaminas, op&ccedil;&otilde;es biol&oacute;gicas, formatos maiores, mas tamb&eacute;m formatos mais port&aacute;teis e agora a mais recente chegada ao canal HORECA. As bebidas vegetais est&atilde;o impar&aacute;veis.</p>
<p>Comparando o primeiro semestre de 2021 com o mesmo per&iacute;odo, pr&eacute;-pand&eacute;mico, de 2019 verifica-se que a categoria de bebidas vegetais sai refor&ccedil;ada tanto no n&uacute;mero de compradores (mais 205 mil), como em frequ&ecirc;ncia de compra e no volume comprado por ocasi&atilde;o, crescendo 4% e 3%, respetivamente.</p>
<p>No in&iacute;cio do ano de 2021, a categoria de Bebidas Vegetais cresce a dois d&iacute;gitos, tanto em volume como em valor. Assim como outras categorias do FMCG, Bebidas Vegetais saiu beneficiada pelo maior consumo dentro do lar, sendo das categorias que mais cresceu em volume (+40%) no primeiro semestre do ano.</p>
<p>No primeiro trimestre do ano, a categoria cresceu via recrutamento de lares compradores, cestas maiores e mais regulares. J&aacute; no segundo trimestre do ano, com o aliviar das restri&ccedil;&otilde;es, assistiu-se a uma clara retoma do consumo fora de casa, que significou uma redu&ccedil;&atilde;o do consumo dentro do lar.</p>
<p>Deste modo, as Bebidas Vegetais n&atilde;o foram exce&ccedil;&atilde;o e tamb&eacute;m foram impactadas, registando uma ligeira quebra no segundo trimestre do ano, face ao primeiro trimestre. O recrutamento de compradores e a frequ&ecirc;ncia de compra foram os indicadores que mantiveram a categoria em terreno positivo neste trimestre.</p>
<p>O valor gasto por ocasi&atilde;o de compra tem sido o indicador que desde outubro de 2019 tem ficado aqu&eacute;m, estando em contraciclo com os restantes. As marcas de distribui&ccedil;&atilde;o (MDD) t&ecirc;m apostado bastante nesta categoria, quer seja com inova&ccedil;&atilde;o, mudan&ccedil;as de imagem e at&eacute; novos posicionamentos.</p>
<p>As MDD foram, de longe, as que mais contribu&iacute;ram para o crescimento da categoria, registando um crescimento no primeiro semestre do ano em volume de 34%, face ao per&iacute;odo hom&oacute;logo. J&aacute; as marcas de fabricantes registaram um crescimento de 14%. A aposta em vers&otilde;es biol&oacute;gicas, zero a&ccedil;&uacute;cares, bem como em frutos secos diferenciadores, como &eacute; o caso da Noz, aliado a pre&ccedil;os altamente atrativos, t&ecirc;m respondido &agrave;s necessidades dos shoppers, justificando assim a performance t&atilde;o positiva das MDD.</p>
<p>As bebidas vegetais s&atilde;o consumidas maioritariamente ao pequeno-almo&ccedil;o, quer seja com cereais, granola, misturada com caf&eacute;, entre muitas outras op&ccedil;&otilde;es. Este momento de consumo tem sido rei para a categoria e a sua import&acirc;ncia aumentou no primeiro semestre do ano, representando +3,7pp face ao per&iacute;odo hom&oacute;logo. Contudo, no primeiro semestre do ano, outros momentos de consumo t&ecirc;m ganho relev&acirc;ncia para a categoria. As bebidas vegetais s&atilde;o muito vers&aacute;teis, podendo ser consumidos sem outro produto, adicionadas a outras bebidas, mas tamb&eacute;m podendo ser utilizadas para confecionar receitas salgadas e doces, sendo uma clara oportunidade para as marcas desenvolverem.</p>
<p>Ser saud&aacute;vel continua ser o motivo n&uacute;mero um para o consumo de Bebidas Vegetais, no entanto, muita tinta tem corrido sobre este tema, uma vez que algumas vers&otilde;es cont&ecirc;m bastante a&ccedil;&uacute;car, n&atilde;o s&atilde;o uma fonte t&atilde;o rica em prote&iacute;na e c&aacute;lcio como o leite, entre outras raz&otilde;es. N&atilde;o &eacute; uma novidade que o consumidor est&aacute; mais informado, por isso a par de todas os conhecimentos que v&atilde;o surgindo, as marcas, tanto de distribui&ccedil;&atilde;o como de fabricantes, t&ecirc;m investido em vers&otilde;es com mais prote&iacute;na, como &eacute; o caso da ervilha, na redu&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&uacute;car, mas tamb&eacute;m na adi&ccedil;&atilde;o de vitaminas, c&aacute;lcio e ferro que completam estas bebidas e respondem &agrave;s necessidades dos consumidores.</p>
<p>Apesar da principal raz&atilde;o do consumo das bebidas vegetais ser o facto de ser percecionada como saud&aacute;vel, este motivo tem perdido peso em detrimento de &ldquo;Gosto do Sabor&rdquo;, apelando a um momento de prazer em que ser s&oacute; saud&aacute;vel n&atilde;o chega, tem de ser saboroso.</p>
<p>Em Portugal, apenas cerca de 30% dos lares portugueses compraram bebidas vegetais no primeiro semestre do ano, existindo ainda uma grande oportunidade para chegar &agrave; restante popula&ccedil;&atilde;o. Mas a quest&atilde;o para um milh&atilde;o de euros &eacute;: como atrair estes n&atilde;o compradores para a categoria? A principal barreira, em compara&ccedil;&atilde;o com o leite, &eacute; a textura e o sabor das Bebidas Vegetais, que ainda n&atilde;o convencem alguns lares. A aposta passa assim pelo desenvolvimento deste dois fatores para poder chegar a mais consumidores. Um bom exemplo de uma resposta a este tema foi dada pela marca de distribui&ccedil;&atilde;o do Continente que optou por uma mensagem clara e de transpar&ecirc;ncia, indicando nas diferentes variedades as caracter&iacute;sticas relativamente &agrave; textura e ao sabor das mesmas.</p>
<p>Analisando as diferentes variedades, a bebida de soja continua a ser a mais comprada pelos lares, muito pelo facto de ter sido a pioneira nesta categoria, ao seu teor proteico mais elevado, sendo, a bebida vegetal mais compar&aacute;vel ao leite e, por fim, mas n&atilde;o menos importante o pre&ccedil;o, bastante atrativo em compara&ccedil;&atilde;o com as restantes variedades.</p>
<p>Mas afinal quem &eacute; o shopper de Bebidas Vegetais? Existe uma maior afinidade com casais com filhos pequenos e crescidos, mas tamb&eacute;m com jovens independentes sem filhos, havendo ainda oportunidades a explorar em diferentes tipologias de fam&iacute;lias. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; classe social e regi&atilde;o, &eacute; a classe m&eacute;dia a mais desenvolvida nesta categoria, com predomin&acirc;ncia de lares do Sul.</p>
<p>De forma geral, as ins&iacute;gnias crescem nesta categoria, mas &eacute; o Aldi que regista o maior dinamismo no primeiro semestre do ano, seguido do canal Online e da Jer&oacute;nimo Martins. Produtos biol&oacute;gicos, com op&ccedil;&otilde;es vegetarianas e vegan, aliados a um pre&ccedil;o baixo tem sido o mote do Aldi e a performance da categoria de Bebidas Vegetais reflete esta tend&ecirc;ncia.</p>
<p>A sustentabilidade anda de m&atilde;os dados com as op&ccedil;&otilde;es vegetais, existindo j&aacute; no mercado algumas que s&atilde;o boas para o nosso corpo, mas tamb&eacute;m para o meio ambiente. Produ&ccedil;&otilde;es biol&oacute;gicas, neutras de carbono, utilizando produtos locais como &eacute; o caso da Alfarroba e bebidas vegetais em frasco de vidro. As op&ccedil;&otilde;es t&ecirc;m surgido, mas ainda h&aacute; muito a fazer como, por exemplo, a sensibiliza&ccedil;&atilde;o e educa&ccedil;&atilde;o do consumidor para pr&aacute;ticas cada vez mais sustent&aacute;veis.</p>
<p>Em jeito de conclus&atilde;o, ser apenas uma op&ccedil;&atilde;o vegetal n&atilde;o &eacute; suficiente para o comprador, que em cada gole ou colherada procura neste tipo de produtos mais benef&iacute;cios e que sejam funcionais. A inova&ccedil;&atilde;o nas Bebidas Vegetais, assim como noutras categorias com presen&ccedil;a de op&ccedil;&otilde;es vegetais, est&atilde;o longe de terminar com as marcas &agrave; procura de diferentes formas de ultrapassar a quest&atilde;o nutricional, do sabor e da textura. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s cenas dos epis&oacute;dios, j&aacute; sabemos que o segundo trimestre do ano foi marcado por per&iacute;odos de ajustamento, fruto da recupera&ccedil;&atilde;o do consumo fora de casa. Ser&aacute; que vamos voltar a fazer o pequeno-almo&ccedil;o e momentos de <em>snacking</em> fora de casa, deixando o consumo dentro de casa de ser uma prioridade?</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 13 Jan 2022 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Para-mim--um-caf-pingado-com-bebida-de-Aveia</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[CafÃ© ajuda ao aumento de fora de casa ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Caf-ajuda-ao-aumento-de-fora-de-casa-</link>
         <description><![CDATA[<p>O caf&eacute; est&aacute; a ajudar ao desempenho do consumo de snacks e bebidas n&atilde;o-alco&oacute;licas fora de casa (OOH): o valor de caf&eacute; consumido fora de casa cresceu 25% no terceiro trimestre de 2021, de acordo com o Bar&oacute;metro OOH da Kantar, Worldpanel Division, que inclui oito mercados: Portugal, Espanha, Fran&ccedil;a, Reino Unido, M&eacute;xico, Brasil, Tail&acirc;ndia e China Continental.</p>
<p><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Barometro_OOH_3Trim.jpg" alt="Barometro_OOH_3Trim.jpg" width="600" height="337" /></p>
<p>Os maiores crescimentos verificaram-se no Reino Unido, onde as vendas de caf&eacute; OOH cresceram 76% e no Brasil 53%, em compara&ccedil;&atilde;o com o terceiro trimestre de 2020. Estes resultados n&atilde;o foram uniformes nos oito mercados analisados neste Bar&oacute;metro, com a Tail&acirc;ndia, Fran&ccedil;a e Portugal a verificarem quedas de 21%, 11 e 7%, respetivamente.</p>
<p>O forte crescimento global de caf&eacute; &ndash; um fator importante para um aumento de 13% em todos os gastos OOH em snacks e bebidas n&atilde;o alco&oacute;licas globalmente &ndash; foi a mudan&ccedil;a mais significativa no terceiro trimestre de 2021. Com o consumo geral in-home de snacks e bebidas n&atilde;o alco&oacute;licas a aumentar 1%,ou seja, seguindo a tend&ecirc;ncia observada no segundo trimestre.</p>
<p>No entanto, ainda h&aacute; uma oportunidade significativa de crescimento para o caf&eacute;, com a quota de mercado de OOH vs In-Home ainda abaixo, em compara&ccedil;&atilde;o com 2019. No terceiro trimestre de 2019, o OOH obteve 70% do valor total do caf&eacute; (tanto comprado no local quanto embalado), mas no terceiro trimestre de 2021 foi de apenas 64%. Esta &eacute; uma melhoria dram&aacute;tica em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo em 2020 (quando era de 59%), mas demonstra o espa&ccedil;o cont&iacute;nuo para melhorias.</p>
<p>Os mercados que est&atilde;o mais atrasados no que diz respeito &agrave; recupera&ccedil;&atilde;o da quota de mercado de OOH s&atilde;o o M&eacute;xico, que est&aacute; 14 pontos percentuais abaixo de 2019 e Portugal, que est&aacute; 12 pontos percentuais abaixo.</p>
<p>A grande oportunidade para o caf&eacute; OOH atingir os n&iacute;veis pr&eacute;-pand&eacute;micos est&aacute; nos bares e nos caf&eacute;s. Enquanto que outros locais em que se faz compra por impulso (m&aacute;quinas de vending, esta&ccedil;&otilde;es de servi&ccedil;o, por exemplo) ou Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna (hipermercados, supermercados e lojas de conveni&ecirc;ncia) mantiveram a sua quota de mercado, os bares e caf&eacute;s &ndash; a maior categoria &ndash; ainda se mant&eacute;m nos 39% de quota em valor, globalmente &ndash; tr&ecirc;s pontos percentuais abaixo do mesmo per&iacute;odo em 2019.</p>
<p><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Barometro_OOH_3Trim_1.jpg" alt="Barometro_OOH_3Trim_1.jpg" width="600" height="339" /></p>
<p>Outras conclus&otilde;es importantes do terceiro trimestre de 2021 relativamente ao FMCG:</p>
<ul>
<li>No ano m&oacute;vel ao terceiro trimestre (per&iacute;odo que vai de setembro de 2020 a setembro de 2021) , o impacto dos confinamentos e as restri&ccedil;&otilde;es colocou o neg&oacute;cio de consumo fora de casa em decl&iacute;nio, com um valor total em oito mercados analisados a decrescer 4%. O consumo em casa beneficiou das ordens para se ficar em casa e cresceu 4%, no mesmo per&iacute;odo.</li>
<li>A China Continental &eacute; o &uacute;nico mercado onde o valor total de vendas de snacks e bebidas n&atilde;o alco&oacute;licas fora de casa recuperou para n&iacute;veis pr&eacute;-pand&eacute;micos no terceiro trimestre, contribuindo para o valor total de 48%, em compara&ccedil;&atilde;o com o terceiro trimestre de 2019.</li>
<li>A recupera&ccedil;&atilde;o completa de snacks e bebidas n&atilde;o alco&oacute;licas requer um melhor desempenho de locais como bares, caf&eacute;s, restaurantes e pontos de venda de impulso. No terceiro trimestre de 2021, bares e caf&eacute;s atingiram 9% do valor total snacks e bebidas n&atilde;o alco&oacute;licas em compara&ccedil;&atilde;o com 11% do mesmo per&iacute;odo em 2019.</li>
</ul>
<div><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Barometro_OOH_3Trim_2.jpg" alt="Barometro_OOH_3Trim_2.jpg" width="600" height="336" /></div>]]></description>
         <pubDate>Tue, 21 Dec 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Caf-ajuda-ao-aumento-de-fora-de-casa-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[VisÃ£o sobre uma categoria ancestral ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Vis?o-sobre-uma-categoria-ancestral-</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Grande%20Consumo%20Julho%20Agosto%202021%201.pdf">Grande Consumo</a></p>
<p>Presente no mercado h&aacute; muitos anos, a gelatina &eacute; um produto bastante diversificado, come&ccedil;ando pelo facto de existirem op&ccedil;&otilde;es de origem vegetal ou animal e ambas com os seus respetivos benef&iacute;cios. Saborosa, refrescante, hipocal&oacute;rica, que ajuda a combater aquela vontade por doces e ainda, de baixo custo e f&aacute;cil prepara&ccedil;&atilde;o. &Eacute; um produto de tal forma vers&aacute;til que pode ser usado para diversas sobremesas, snacks ou mesmo misturada com outros alimentos.</p>
<p>Sim, a gelatina &eacute; tudo isto, mas desengane-se quem pensa que &eacute; um produto que est&aacute; inserido apenas no menu das pessoas preocupadas com os ponteiros da balan&ccedil;a. Com um vasto portef&oacute;lio de sabores e op&ccedil;&otilde;es, as gelatinas prontas chegam a um ter&ccedil;o da popula&ccedil;&atilde;o portuguesa que compra esta categoria pelo menos uma vez por ano. &Eacute; poss&iacute;vel observar que mais de 60% do volume da categoria depende das pessoas de 50 anos e mais.</p>
<p>O &uacute;ltimo ano trouxe um novo paradigma para a alimenta&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o sendo diferente para as gelatinas prontas. Com mais tempo em casa, com restri&ccedil;&otilde;es que impuseram maior criatividade e tempo em atividades indoor, a categoria acabou por sofrer durante o primeiro confinamento de 2020 um forte abandono de compradores. Inicialmente havia um entusiasmo para cozinhar, onde os portugueses foram verdadeiros masterchefs (Estudo do Consumo em casa em 2020 da Kantar &ndash; Webinar Os Masterchefs Portugueses) das suas casas, com maior foco em cozinhar de raiz, aumentando a procura por alimentos de prepara&ccedil;&atilde;o de sobremesas, por exemplo. No entanto, o segundo semestre de 2020 mostrou uma desacelera&ccedil;&atilde;o dessa dedica&ccedil;&atilde;o e com ela a retoma de produtos ligados &agrave; conveni&ecirc;ncia como as gelatinas prontas.</p>
<p>Ainda que sobre uma grande queda de prep&oacute;sito em 2020, as gelatinas est&atilde;o a recuperar conseguindo voltar a atrair compradores e maior regularidade de compra.</p>
<p><strong>A diferencia&ccedil;&atilde;o como o caminho para o saud&aacute;vel</strong></p>
<p><strong></strong>O conceito de saudabilidade n&atilde;o &eacute; est&aacute;tico nem objetivo. Se por volta de 2012, o baixo teor em gordura/sal/a&ccedil;&uacute;car, funcional, produtos &agrave; base de vegetais eram caracter&iacute;sticas determinantes para uma alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel, hoje em dia o conceito &eacute; bastante mais hol&iacute;stico. Ao dia de hoje, imunidade, prote&iacute;na, balan&ccedil;o entre a vida profissional e pessoal, maior diversidade de alimentos ou fazer desporto s&atilde;o conceitos mais abrangentes do que se diz ser saud&aacute;vel. Prova da constante procura por mais sa&uacute;de &eacute; que mais de 80% dos portugueses considerou em 2020 que existe uma maior oferta de produtos saud&aacute;veis (Question&aacute;rio ao lares portugueses, caracterizando o seus Estilos de Vida, Kantar 2020).</p>
<p>A gelatina mais do que um produto vers&aacute;til &eacute; tamb&eacute;m um produto muito associado ao saud&aacute;vel e sabendo isto existe uma grande aposta das marcas em op&ccedil;&atilde;o light/magras/0%. As escolhas dos portugueses demostram tamb&eacute;m o interesse pelo produto na sua vers&atilde;o mais saud&aacute;vel, conseguindo as gelatinas prontas magras chegar a 23% dos lares portugueses, sendo que destas mais de metade volta a comprar esta gama de produto. Por outro lado, as vers&otilde;es &ldquo;normais&rdquo; conquistam 19% dos portugueses, registando tamb&eacute;m um aumento da recompra.</p>
<p><strong>Como potenciar o consumo das Gelatinas Prontas?</strong></p>
<p><strong></strong>A maioria dos portugueses assumir&aacute; que a gelatina &eacute; uma sobremesa. Mas na realidade os dados mostram outras possibilidades&hellip; Em Portugal, mais de 70% das ocasi&otilde;es de consumo (Painel de Consumo da Kantar) de gelatinas s&atilde;o dentro das refei&ccedil;&otilde;es principais, almo&ccedil;o e jantar. Contudo, com diversifica&ccedil;&atilde;o que tem acontecido, as gelatinas prontas conseguiram crescer mais de 30% em ocasi&otilde;es de consumo fora das refei&ccedil;&otilde;es principais em 2020.</p>
<p>Com as v&aacute;rias alternativas, exemplo Gelatinas Proteicas, que t&ecirc;m surgido dentro das gelatinas prontas, abrem-se janelas de oportunidade para conquistar novos momentos de consumo e atrair diferentes consumidores para assim fazer crescer a categoria.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 07 Dec 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Vis?o-sobre-uma-categoria-ancestral-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Cada vez mais portugueses a tomar medidas sustentÃ¡veis]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Cada-vez-mais-portugueses-a-tomar-medidas-sustentveis</link>
         <description><![CDATA[<p>O estudo sobre sustentabilidade da Kantar, Worldpanel Division, Who Care Who Does concluiu que 25% dos lares portugueses est&atilde;o altamente preocupados com o ambiente e tomam a&ccedil;&otilde;es no sentido de reduzir o seu desperd&iacute;cio. Este grupo, designado como Eco-Actives, cresceu 6 pontos percentuais relativamente a 2020, correspondendo a 27%?em valor gasto?no total FMCG (Fast Moving Consumig Goods), ou seja, 3,5 mil milh&otilde;es de euros.</p>
<p>O estudo Who Cares Who Does segmentou os compradores em mais dois grupos, com base nos seus comportamentos reais. Os Eco- considerers (48% dos lares portugueses), s&atilde;o compradores que est&atilde;o preocupados com o ambiente e est&atilde;o a tomar algumas medidas para reduzir o seu impacto. Por fim, os Eco-Dismissers (28% dos lares portugueses), sendo compradores que t&ecirc;m pouco ou nenhum interesse pelo ambiente e n&atilde;o tomam medidas para reduzir o desperd&iacute;cio.</p>
<p>O estudo, que j&aacute; vai na segunda edi&ccedil;&atilde;o portuguesa, estima que, tendo por base os dois anos de informa&ccedil;&atilde;o de Portugal, em 2025 metade da popula&ccedil;&atilde;o portuguesa ser&aacute; Eco-Active, estando acima da m&eacute;dia europeia e global, que ser&atilde;o 47% e 36% da popula&ccedil;&atilde;o, respetivamente.</p>
<p>A Kantar pediu tamb&eacute;m aos consumidores portugueses para identificarem as suas maiores preocupa&ccedil;&otilde;es relativamente &agrave; sustentabilidade e as suas principais barreiras para agir de forma mais sustent&aacute;vel.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Tabela 1: Top de preocupa&ccedil;&otilde;es ambientais dos Portugueses</strong></p>
<table style="margin-left: auto; margin-right: auto;" border="1">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><strong>Ranking</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>Top das preocupa&ccedil;&otilde;es ambientais<br /></strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">1</td>
<td style="text-align: center;">Altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas (45%)</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">2</td>
<td style="text-align: center;">Escassez de &aacute;gua (36%)</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">3</td>
<td style="text-align: center;">Polui&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua (36%)</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">4</td>
<td style="text-align: center;">Desperd&iacute;cio da &aacute;gua (30%)</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">5</td>
<td style="text-align: center;">Res&iacute;duos Pl&aacute;sticos (30%)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com muitas marcas a focarem-se j&aacute; nas suas credenciais de sustentabilidade, os consumidores j&aacute; t&ecirc;m uma perspetiva sobre quais as marcas que fazem muitas coisas pela sociedade. O top 10 de marcas reconhecidas pelos consumidores pelos seus impactos no ambiente e na sociedade est&atilde;o na tabela 2, em baixo:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Tabela 2: Marcas, em Portugal, que os consumidores consideram que mostram preocupa&ccedil;&atilde;o com o ambiente e sociedade</strong></p>
<table border="1" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>&nbsp;</td>
<td>... PARA O AMBIENTE</td>
<td>...PARA A SOCIEDADE</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">1</td>
<td style="text-align: center;">Nestl&eacute;</td>
<td style="text-align: center;">Nestl&eacute;</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">2</td>
<td style="text-align: center;">Delta</td>
<td style="text-align: center;">Natura</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">3</td>
<td style="text-align: center;"><span>Natura</span></td>
<td style="text-align: center;">Delta</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">4</td>
<td style="text-align: center;">Skip</td>
<td style="text-align: center;">Unilever</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">5</td>
<td style="text-align: center;"><span>Coca-Cola</span></td>
<td style="text-align: center;">Purina</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">6</td>
<td style="text-align: center;">Garnier</td>
<td style="text-align: center;"><span>Avon</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">7</td>
<td style="text-align: center;">Nespresso</td>
<td style="text-align: center;">Sonae</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">8</td>
<td style="text-align: center;">Renova</td>
<td style="text-align: center;">L'or&eacute;al</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">9</td>
<td style="text-align: center;">L'or&eacute;al</td>
<td style="text-align: center;">Pedigree</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">10</td>
<td style="text-align: center;">Compal</td>
<td style="text-align: center;">Coca-Cola</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estando a situa&ccedil;&atilde;o pand&eacute;mica ainda t&atilde;o presente no quotidiano, &eacute; crucial perceber se devido &agrave; pandemia da Covid-19, os aspetos da sustentabilidade se tornaram mais ou menos importantes para os portugueses. Assim, quase metade dos compradores pensa que agora a sustentabilidade &eacute; mais importante,: 34% afirma que &eacute; mais importante e 15% muito mais importante. Ao passo que apenas 3% pensa que &eacute; menos ou muito menos importante.</p>
<p>Andreia Carvalho, Client Director &amp; Expert Solutions da Kantar, Worldpanel Division, afirmou &ldquo;As marcas e categorias que atualmente atuam de forma ativa em termos de sustentabilidade ser&atilde;o beneficiadas no futuro pr&oacute;ximo, ao passo que as marcas e categorias que &ldquo;subatuam&rdquo; no grupo de compradores mais consciente poder&atilde;o vir a enfrentar uma grande perda &agrave; medida que a popula&ccedil;&atilde;o muda. Conquistar os Eco-Actives demora tempo e por isso &eacute; urgente come&ccedil;ar a agir para beneficiar no futuro&rdquo;.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 17 Nov 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Cada-vez-mais-portugueses-a-tomar-medidas-sustentveis</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Gasto em cafÃ©s e restaurantes recuperou 75%]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Gasto-em-cafs-e-restaurantes-recuperou-75</link>
         <description><![CDATA[<p>A Kantar, Worldpanel Division divulgou novos dados sobre quem s&atilde;o os grandes vencedores da pandemia, dando algumas pistas de como o comportamento dos consumidores de produtos de grande consumo (FMCG) pode ter alterado de forma permanente. As novas conclus&otilde;es mostram que, apesar de um aumento nos gastos fora de casa durante a primeira metade de 2021, os servi&ccedil;os de entrega de refei&ccedil;&otilde;es e o com&eacute;rcio eletr&oacute;nico continuam a mostrar um crescimento sustentado em todos os mercados.</p>
<p>O gasto fora de casa em tr&ecirc;s mercados chave (Reino Unido, Fran&ccedil;a e Espanha) no segundo trimestre de 2021 foi mais do dobro, comparando com o mesmo per&iacute;odo em 2020 &ndash; mas est&aacute; apenas a 75% dos n&iacute;veis registados em 2019. Enquanto que este setor ainda n&atilde;o recuperou totalmente, os servi&ccedil;os de entrega de refei&ccedil;&otilde;es e o com&eacute;rcio online cresceram 150% e 24%, respetivamente, a n&iacute;vel mundial.</p>
<p>Estes insights est&atilde;o no estudo "Como a entrega de refei&ccedil;&otilde;es transformou o setor de restaura&ccedil;&atilde;o" da Kantar, baseado nos pain&eacute;is de OOH em 10 mercados (1) e num inqu&eacute;rito adicional a mais de 15.000 consumidores, e no Relat&oacute;rio Omnichannel, que acompanha os h&aacute;bitos de consumo em sete mercados chave (2).</p>
<p>Apesar de se assistir a um crescimento recorde de 7,5% em 2020, os produtos de grande consumo come&ccedil;am agora a entrar numa fase de ajustamento, registando n&iacute;veis ditos &ldquo;normais&rdquo;, em que as vendas devem crescer 2,2% em 2021. A mudan&ccedil;a parece ser resultado do aumento dos gastos fora de casa, j&aacute; que muitos pa&iacute;ses abrandaram as restri&ccedil;&otilde;es, sendo que alguns j&aacute; com boas taxas de vacina&ccedil;&atilde;o, impulsionaram esta tend&ecirc;ncia.</p>
<p><strong>Entrega de refei&ccedil;&otilde;es com grande impulso</strong></p>
<p><strong></strong>Em contraste com 2019, o valor das ocasi&otilde;es de consumo take-away, on-the-go e entrega de refei&ccedil;&otilde;es aumentou acentuadamente, apontando para um mercado fora de casa mais variado e fragmentado, &agrave; medida que os consumidores desenvolveram novos h&aacute;bitos. Representando a maioria das vendas no auge da pandemia, a entrega de refei&ccedil;&otilde;es e take away atra&iacute;ram mais compradores em todos os mercados, com o maior aumento em Portugal, onde houve um crescimento de 16 pontos percentuais na penetra&ccedil;&atilde;o, em compara&ccedil;&atilde;o com 2020.</p>
<p>O maior crescimento no setor de entrega de refei&ccedil;&otilde;es vem de pessoas com 50 anos ou mais, com a penetra&ccedil;&atilde;o a aumentar 43%, relativamente ao ano anterior.</p>
<p>Apesar do aumento de gastos No local, as entregas de refei&ccedil;&otilde;es, impulsionadas pelos agregadores &ndash; principalmente na Europa, est&atilde;o a manter os ganhos do mercado. As motiva&ccedil;&otilde;es dos consumidores para comprar refei&ccedil;&otilde;es que s&atilde;o entregues tamb&eacute;m est&atilde;o a mudar. 35% dos consumidores assumem agora a entrega de refei&ccedil;&otilde;es como um prazer partilhado, em compara&ccedil;&atilde;o com 50% em 2019, com mais pessoas a citar ocasi&otilde;es de consumo novas e diferentes &ndash; como almo&ccedil;os e refei&ccedil;&otilde;es para uma pessoa &ndash; que se tornaram parte do seu estilo de vida di&aacute;rio.</p>
<p><br /><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/OOH_Valor_2019.png" alt="OOH_Valor_2019.png" width="600" height="159" /></p>
<p><strong><br /><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/OOH_Valor_2021.png" alt="OOH_Valor_2021.png" width="600" height="143" /></strong></p>
<p><strong>Beleza cresce, limpeza caseira decresce</strong></p>
<p><strong></strong>O estudo Omnichannel&nbsp;da Kantar tamb&eacute;m mostra que os gastos com sa&uacute;de e beleza recuperaram, passando de apenas contribuir 3% para todo o crescimento do FMCG em 2020 para 36% em 2021, conforme a vida social come&ccedil;ou a florescer novamente. Em contraste, os grandes vencedores do ano passado, limpeza caseira, ca&iacute;ram significativamente, contribuindo com -7% para o crescimento dos produtos de grande consumo.</p>
<p><strong>O com&eacute;rcio eletr&oacute;nico mant&eacute;m o crescimento, mas perde alguns ganhos</strong></p>
<p><strong></strong>A pandemia acelerou o crescimento do com&eacute;rcio eletr&oacute;nico em quase todos os mercados, com o gasto a crescer 24% no ano a terminar em junho de 2021 e o canal mantendo, em grande parte, os ganhos que obteve na grande transi&ccedil;&atilde;o online de 2020. Em 2019, o com&eacute;rcio eletr&oacute;nico tinha uma quota 9,2% do total das compras de supermercado, em 2020 aumentou para um pico de 14,5%, caindo ligeiramente para 14,2% em 2021. O crescimento mais forte aconteceu na China, com uma taxa de crescimento de 28%, apesar das altas taxas de vacina&ccedil;&atilde;o e levantamento de restri&ccedil;&otilde;es. A Europa tem uma taxa de crescimento muito mais lenta, com as vendas online a crescerem cerca de 13% no Reino Unido e apenas 3% na Espanha, impulsionadas por compradores mais velhos, que voltaram &agrave;s lojas.</p>
<p>&ldquo;2021 foi um ano interessante para o FMCG. Adapt&aacute;mo-nos aos confinamentos e &agrave;s fortes restri&ccedil;&otilde;es, at&eacute; voltarmos a padr&otilde;es comportamento mais normais, por isso esper&aacute;vamos ver um aumento nos gastos fora de casa para refletir isso.&rdquo; explica Javier Sanchez, Global Business Development Director OOH &amp; Usage Food at Kantar. &ldquo;No entanto, o crescimento cont&iacute;nuo nas entregas de refei&ccedil;&otilde;es e do com&eacute;rcio eletr&oacute;nico destacou a import&acirc;ncia da adapta&ccedil;&atilde;o ao desconhecido, para encontrar novas oportunidades de crescimento. O facto de ainda estarmos a recorrer a refei&ccedil;&otilde;es entregues tanto quanto faz&iacute;amos no auge da pandemia aponta para uma mudan&ccedil;a de comportamento no longo prazo, que apresenta oportunidades para marcas que s&atilde;o mais capazes de atender &agrave;s novas necessidades dos consumidores &rdquo;.</p>
<p>Relat&oacute;rio Global dispon&iacute;vel <a href="https://www.kantar.com/campaigns/food-and-drink-trends-in-the-covid-19-era">aqui</a>.</p>
<p>(1) Pa&iacute;ses: Reino Unido, Fran&ccedil;a, Espanha, Portugal, M&eacute;xico, Brasil, China, Indon&eacute;sia, Coreia do Sul e Tail&acirc;ndia</p>
<p>(2) Pa&iacute;ses: Reino Unido, Fran&ccedil;a, Espanha, M&eacute;xico, Brasil, China Continental e Indon&eacute;sia</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 10 Nov 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Gasto-em-cafs-e-restaurantes-recuperou-75</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[ Webinar Who Cares, Who Does?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/-Webinar--Who-Cares-Who-Does</link>
         <description><![CDATA[<p>A sustentabilidade &eacute; cada vez mais importante para os portugueses. Os mais conscientes ecologicamente, a que chamamos de Eco-Actives, representam j&aacute; 25% dos consumidores portugueses, crescendo 6pp face a 2020.</p>
<p>Na sua terceira edi&ccedil;&atilde;o global e segunda edi&ccedil;&atilde;o, com dados de Portugal, Who Cares, Who Does? &eacute; o estudo anual da Kantar que conecta o comportamento real de compra dos produtos de grande consumo com as atitudes dos consumidores em rela&ccedil;&atilde;o ao meio ambiente e a&ccedil;&otilde;es sustent&aacute;veis. Em 2021, o relat&oacute;rio &eacute; baseado no resultado de um question&aacute;rio que inclui mais 88.000 participantes, em 26 pa&iacute;ses na &Aacute;sia, Europa (incluindo Portugal), Am&eacute;rica Latina, M&eacute;dio Oriente e EUA e faz uma atualiza&ccedil;&atilde;o dos insights sobre a sustentabilidade, &agrave; medida que os fabricantes e os retalhistas procuram formas de ir ao encontro dos seus compromissos verdes.</p>
<p>Seja um dos primeiros a entender as atitudes e a&ccedil;&otilde;es dos consumidores em rela&ccedil;&atilde;o ao meio ambiente, assistindo ao Webinar no dia<strong> 16 de novembro</strong>, &agrave;s <strong>10h00</strong>, onde <strong>Andreia Carvalho</strong>, Client Director &amp; Expert Solutions ir&aacute; partilhar as principais conclus&otilde;es do estudo.</p>
<p><a href="https://event.on24.com/wcc/r/3499067/A9775D79816CEBC5BECE1C7D0FD50DD9">Registe-se</a></p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 02 Nov 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/-Webinar--Who-Cares-Who-Does</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[2021: um ano de desafios tambÃ©m para Refrigerantes]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/2021-um-ano-de-desafios-tambm-para-Refrigerantes</link>
         <description><![CDATA[<p>Com uma maior regularidade de compra e tamb&eacute;m com mais compradores, Refrigerantes cresce a dois d&iacute;gitos em Volume no P5 (primeiros cinco meses do ano). O desenvolvimento do segmento dentro do lar &eacute; muito potenciado por um maior consumo em casa, for&ccedil;ado pela pandemia. A categoria expandiu-se dentro dos lares com uma compra mais frequente, mas com cestas mais pequenas em cada ato de compra. Isto surge como resultado prov&aacute;vel de uma gest&atilde;o de out-of-pocket, gest&atilde;o de espa&ccedil;o para armazenamento ou falta de perce&ccedil;&atilde;o do comprador do real aumento do consumo em casa.</p>
<p>Um exemplo do refor&ccedil;o do consumo no lar &eacute; o caso das &Aacute;guas T&oacute;nicas, um segmento menos desenvolvido, associado ao mixing com bebidas alco&oacute;licas, que viu a sua oportunidade de expandir os momentos dentro de casa e crescer. No &uacute;ltimo ano, as T&oacute;nicas entraram em mais de 17% dos lares portugueses (MAT P5 2021), enquanto no mesmo per&iacute;odo em 2019 estavam em menos de 12% (MAT P5 2019). Uma conquista impressionante de 222 mil lares, que trouxe volumes para este segmento numa realidade pouco explorada anteriormente.</p>
<p>Tal como na maioria dos mercados, este crescimento dentro dos lares, n&atilde;o conseguiu compensar as perdas sentidas no Out Of Home (OOH), mas &eacute; interessante perceber que categorias encontraram um espa&ccedil;o dentro de casa, e como se pode potenciar esses momentos no futuro. Por exemplo, no caso dos Refrigerantes com G&aacute;s em 2020 perderam-se mais de 5 milh&otilde;es de ocasi&otilde;es de consumo no OOH, sendo que existiu um crescimento de 2 milh&otilde;es dentro de casa, sobretudo &agrave;s refei&ccedil;&otilde;es principais, de acordo com os pain&eacute;is OOH e Usage, da Kantar. Ter-se-&atilde;o perdido com as restri&ccedil;&otilde;es pand&eacute;micas em vigor os momentos associados ao conv&iacute;vio, nos fins de tarde e noite, mas torna-se relevante perceber que h&aacute; consumidores que transportam a sua bebida de elei&ccedil;&atilde;o no OOH para dentro de casa.</p>
<p><br /><strong>Est&aacute; a acabar-se a colheita de um ano &ldquo;diferente&rdquo;</strong></p>
<p><strong></strong>Apesar de ter um in&iacute;cio de ano positivo, o crescimento que ainda existe em n&uacute;mero para Refrigerantes diz respeito a per&iacute;odos que se comparam com pr&eacute;-pandemia: tempos distantes em que o consumo em casa ainda n&atilde;o tinha sido inflacionado pela nossa perman&ecirc;ncia no lar e pelas restri&ccedil;&otilde;es no canal OOH. O abrandamento da categoria nos lares portugueses ser&aacute; uma realidade em 2021.</p>
<p>Este &eacute; o ano em que todos esperamos regressar ao nosso consumo fora de casa, aos momentos de conv&iacute;vio e &agrave; &ldquo;normalidade&rdquo; h&aacute; muito prometida e com isso Refrigerantes tender&aacute; a perder os momentos de consumo dentro do lar, conquistados durante o ano anterior. Com o Ver&atilde;o &agrave; porta e o desconfinamento geral, o foco vira-se agora para o OOH, mas conseguir&atilde;o os players e segmentos de Refrigerantes &ldquo;segurar&rdquo; alguns h&aacute;bitos de consumo em casa e potenciar as categorias tamb&eacute;m dentro do lar?</p>
<p>Para j&aacute;, o mercado mant&eacute;m os seus compradores, mas come&ccedil;a a notar os primeiros per&iacute;odos de quebra face ao ano anterior, com uma queda de volume a dois d&iacute;gitos no &uacute;ltimo per&iacute;odo (primeiros cinco meses do ano), que afetou todos os segmentos.</p>
<p>Ao mesmo tempo, as ocasi&otilde;es no OOH recuperam no P5, estando j&aacute; ao mesmo n&iacute;vel do P6 do ano anterior (per&iacute;odo at&eacute; 14 de Junho 2020). No caso dos Refrigerantes Com G&aacute;s o retorno ao OOH &eacute; ainda mais expressivo, ultrapassando no P5 2021 as ocasi&otilde;es de consumo do P7 2020 (per&iacute;odo at&eacute; 12 de Julho 2020). N&uacute;meros bastante positivos no OOH mas ainda longe dos n&iacute;veis pr&eacute;-pand&eacute;micos de 2019.</p>
<p><strong>Novo Rei nos lares: segmento de Colas cimenta lideran&ccedil;a</strong></p>
<p><strong></strong>Se em 2020 Ice Tea j&aacute; n&atilde;o era o segmento mais importante dentro dos lares portugueses, em 2021 &eacute; clara a conquista para Colas. A troca de Ice Tea por Colas, leva a que exista no MAT P5 2021 uma dist&acirc;ncia de 381 mil lares compradores (9,4pp de penetra&ccedil;&atilde;o) entre os dois segmentos, que andaram &ldquo;taco a taco&rdquo; at&eacute; 2020.&nbsp;</p>
<p>Ice Tea foi dos segmentos que menos se desenvolveu dentro dos lares com a realidade pand&eacute;mica. Afetado por perda de compradores e decr&eacute;scimo de intensidade de compra, esta categoria come&ccedil;a o ano negativa dentro dos lares. A diferen&ccedil;a de comportamento de Ice tea dentro do lar versus outras categorias de bebidas leva-nos a ponderar que este segmento era j&aacute; bastante forte nos seus momentos dentro de casa ainda antes da pandemia. Com os portugueses a quererem trazer variedade e consumo do OOH para os seus lares, Ice Tea acaba por n&atilde;o conseguir desenvolver-se com a mesma for&ccedil;a que os restantes segmentos.</p>
<p>Na situa&ccedil;&atilde;o inversa temos Colas, que, para al&eacute;m de atrair mais lares, consegue desenvolver os seus compradores, principalmente com as op&ccedil;&otilde;es com baixo teor de a&ccedil;&uacute;car e cimentar assim a sua conquista como segmento n&uacute;mero um de Refrigerantes dentro de casa.</p>
<p><strong>Afastando-se da assombra&ccedil;&atilde;o do A&ccedil;&uacute;car</strong>.</p>
<p>As op&ccedil;&otilde;es com baixo teor de a&ccedil;&uacute;car continuam a ser uma aposta dentro dos Refrigerantes. Depois de bastante penalizada pelo imposto do a&ccedil;&uacute;car, a categoria reorganizou-se e procurou novas f&oacute;rmulas. Em 2021, a aposta continua e parece estar a recolher frutos do seu trabalho, como &eacute; o caso das Colas com baixo teor de a&ccedil;&uacute;car. O segmento j&aacute; tinha conquistado a lideran&ccedil;a dentro dos Refrigerantes Com G&aacute;s no ano anterior, ultrapassando as Colas Regulares. Atraindo mais lares, mas principalmente desenvolvendo-se dentro dos seus compradores, o segmento conseguiu alavancar-se e no in&iacute;cio de 2021 &eacute; o driver do crescimento de Colas. E este caso n&atilde;o &eacute; &uacute;nico.</p>
<p>Os Refrigerantes de Lima-Lim&atilde;o t&ecirc;m-se destacado bastante dentro dos lares. Enquanto em 2020 a categoria conquistava compradores fruto da maior perman&ecirc;ncia dos portugueses em casa, em 2021 a tend&ecirc;ncia j&aacute; n&atilde;o se mant&eacute;m com o desconfinamento. Lima-Lim&atilde;o consegue crescer com um aumento de intensidade dos seus compradores, mas tamb&eacute;m conquistando volume a Ice Tea com as op&ccedil;&otilde;es regulares. O aumento de intensidade &eacute; motivado pelas op&ccedil;&otilde;es com baixo teor de a&ccedil;&uacute;car do segmento que, apesar de entrarem em apenas 12% dos lares portugueses no &uacute;ltimo ano, j&aacute; representam quase 17% do volume do segmento, e s&atilde;o tamb&eacute;m drivers de crescimento.</p>
<p>Nos Refrigerantes com G&aacute;s com sabores de fruta, as op&ccedil;&otilde;es com baixo teor de a&ccedil;&uacute;car j&aacute; est&atilde;o estabelecidas no mercado h&aacute; alguns anos e tiveram no &uacute;ltimo ano um desenvolvimento interessante, apesar de contarem com uma base de compradores ainda abaixo dos 10%. Tamb&eacute;m em Ice tea t&ecirc;m sido lan&ccedil;adas op&ccedil;&otilde;es sem a&ccedil;&uacute;car que se t&ecirc;m expandido, conquistando consumidores ao longo do &uacute;ltimo ano, apesar das perdas do segmento.</p>
<p>Com estes lan&ccedil;amentos os players das v&aacute;rias categorias de Refrigerantes tentam responder &agrave;s preocupa&ccedil;&otilde;es dos portugueses com o teor de a&ccedil;&uacute;car das suas bebidas. De uma forma geral, e tal como foi a realidade do desenvolvimento de Colas com baixo teor de a&ccedil;&uacute;car, estas gamas acabam por crescer, canibalizando algum volume &agrave;s alternativas regulares, mas conseguem trazer tamb&eacute;m compra adicional. Este tipo de produtos &eacute; ent&atilde;o mais uma op&ccedil;&atilde;o para potenciar o consumo de Refrigerantes nos lares portugueses.</p>
<p><strong>Foco num planeta mais sustent&aacute;vel</strong></p>
<p><strong></strong>Segundo o estudo Kantar &ldquo;Who Cares, Who Does? 2020&rdquo;, apenas 36% dos Europeus Ocidentais n&atilde;o t&ecirc;m em considera&ccedil;&atilde;o o ambiente/sustentabilidade do planeta ao tomar decis&otilde;es na sua vida di&aacute;ria. Na realidade, 21% dos consumidores trabalham arduamente para reduzir os seus n&iacute;veis de res&iacute;duos pl&aacute;sticos e sempre, ou frequentemente, tomam medidas ativas para melhorar o meio Ambiente.</p>
<p>Um comprador mais atento e a nova diretiva para elimina&ccedil;&atilde;o dos single use plastics, que entrar&aacute; em vigor em Julho 2021, levaram a que tamb&eacute;m os fabricantes estejam a atuar no sentido da redu&ccedil;&atilde;o do uso de pl&aacute;stico nas embalagens dos seus produtos. Neste sentido, os players de Refrigerantes t&ecirc;m investido em inovar e desenvolveram embalagens que s&atilde;o mais f&aacute;ceis de reciclar ou que usam uma maior percentagem de pl&aacute;stico reciclado na sua composi&ccedil;&atilde;o. Tudo com o objetivo de reduzir o pl&aacute;stico virgem utilizado por esta categoria e ir de encontro a um comprador atento e preocupado.</p>
<p>Com algum caminho ainda a ser percorrido para cumprir as metas tra&ccedil;adas, a tend&ecirc;ncia ser&aacute; que a aposta continue na procura por alternativas ao pl&aacute;stico ou op&ccedil;&otilde;es mais sustent&aacute;veis no embalamento de Refrigerantes.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 20 Oct 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/2021-um-ano-de-desafios-tambm-para-Refrigerantes</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[CrianÃ§as estÃ£o a transformar pais em compradores verdes]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Crianas-esto-a-transformar-pais-em-compradores-verdes</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: center;">A previs&atilde;o &eacute; de que o mercado de grande consumo ambientalmente sustent&aacute;vel duplique nos&nbsp; pr&oacute;ximos cinco anos.&nbsp;</p>
<p>A Kantar identificou as crian&ccedil;as como as mais importantes influenciadoras no que diz respeito aos h&aacute;bitos de compra para o lar mais ambientalmente sustent&aacute;veis. <a href="https://www.kantar.com/campaigns/who-cares-who-does-in-the-fmcg-industry">Who Care, Who Does</a>, o estudo global sobre sustentabilidade da Kantar conclui que quase metade dos lares (49%) afirma que a pandemia Covid-19 tornou a sustentabilidade ainda mais importante para eles. A percentagem de lares &ldquo;Eco-atives&rdquo; cresceu de 16% em 2019 para 22% em 2021. A fam&iacute;lia, sobretudo as crian&ccedil;as , foram identificadas como as maiores influ&ecirc;ncias (36% das respostas), na mudan&ccedil;a de h&aacute;bitos, de acordo com este estudo global.</p>
<p>O estudo Who Cares Who Does segmenta os lares em tr&ecirc;s categorias, com base nos seus comportamentos reais:</p>
<ul>
<li><strong>Eco-atives (22% dos lares)</strong>: Compradores que est&atilde;o altamente preocupados com o ambiente e tomam muitas a&ccedil;&otilde;es no sentido de reduzir o seu desperd&iacute;cio.</li>
<li><strong>Eco- considerers (40% dos lares)</strong>: Compradores preocupados com o ambiente e com os res&iacute;duos de pl&aacute;stico, mas n&atilde;o fazem qualquer tipo de a&ccedil;&atilde;o para reduzir o seu desperd&iacute;cio.</li>
<li><strong>Eco-dismissers (38% dos lares</strong>): Compradores que t&ecirc;m muito pouco ou nenhum interesse no ambiente e n&atilde;o fazem nada para reduzir o desperd&iacute;cio.</li>
</ul>
<p>O estudo, que j&aacute; vai na terceira edi&ccedil;&atilde;o, concluiu que o segmento dos Eco-actives cresceu seis pontos percentuais nos &uacute;ltimos dois anos, sendo atualmente 22% dos lares de todo o mundo. A Kantar prev&ecirc; que este segmento de lares ir&aacute; crescer at&eacute; aos 40% nos pr&oacute;ximos cinco anos e j&aacute; ser&atilde;o mais de metade em 2029. A Kantar tamb&eacute;m estima que as compras FMCG dos Eco-actives totalizar&atilde;o 446 mil milh&otilde;es de d&oacute;lares em 2021, mais 70 milh&otilde;es de d&oacute;lares do que em 2020 e prev&ecirc; que este segmento ir&aacute; atingir os 925 mil milh&otilde;es de d&oacute;lares em 2026 &ndash; cinco vezes mais que a o mercado de FMCG como um todo.</p>
<p><strong>Quem &eacute; o mais Verde?</strong><br />A Alemanha tem o maior grupo de Eco-actives &ndash; 46% dos lares em 2021, seguida pela B&eacute;lgica e pela Hungria. Com apenas 7% dos lares, a Ar&aacute;bia Saudita &eacute; o pa&iacute;s com a penetra&ccedil;&atilde;o mais baixa de Eco-actives. Existe uma rela&ccedil;&atilde;o direta entre o PIB por lar e a preval&ecirc;ncia de lares Eco-actives. Dentro dos pa&iacute;ses mais economicamente avan&ccedil;ados, os Pa&iacute;ses Baixos e os EUA t&ecirc;m a incid&ecirc;ncia mais baixa deste tipo de lares.</p>
<p>A Kantar pediu tamb&eacute;m aos consumidores para identificarem as suas maiores preocupa&ccedil;&otilde;es relativamente &agrave; sustentabilidade e as suas principais barreiras para agir de forma mais sustent&aacute;vel.</p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>Tabela 1: Preocupa&ccedil;&otilde;es e barreiras ambientais</strong></span></p>
<table border="1">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><strong>Top das preocupa&ccedil;&otilde;es ambientais</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>Top das barreiras para um comportamento sustent&aacute;vel</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas (42%, +2% vs. 2020)</td>
<td>Os produtos s&atilde;o mais dif&iacute;ceis de encontrar ou s&atilde;o mais caros (59%)</td>
</tr>
<tr>
<td>Polui&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua (36%, +1% vs. 2020)</td>
<td>Distra&iacute;do enquanto est&aacute; nas compras (33% )</td>
</tr>
<tr>
<td>Res&iacute;duos Pl&aacute;sticos (34%, -3% vs. 2020)</td>
<td>D&uacute;vidas sobre qual a a&ccedil;&atilde;o a tomar (22%)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-size: small;"><br /></span></p>
<p><span style="font-size: small;">Com muitas marcas a focarem-se j&aacute; nas suas credenciais de sustentabilidade, os consumidores j&aacute; t&ecirc;m uma perspetiva sobre quais as marcas que fazem muitas coisas pela sociedade. O top 10 de marcas reconhecidas pelos consumidores pelos seus impactos no ambiente e na sociedade est&atilde;o na tabela 2, em baixo:</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>Tabela 2: Perce&ccedil;&atilde;o ambiental da marca</strong></span></p>
<table style="border-color: #000000; border-width: 1px; border-style: solid;" border="1" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;">&nbsp;</td>
<td style="text-align: center; background-color: #52ac6a;">... PARA O AMBIENTE</td>
<td style="text-align: center; background-color: #babfba;">...PARA A SOCIEDADE</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">1</td>
<td style="text-align: center;">Nestl&eacute;</td>
<td style="text-align: center;">Avon</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">2</td>
<td style="text-align: center;">Coca-Cola</td>
<td style="text-align: center;"><span style="color: #339966;">Tony's Chocolonely</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">3</td>
<td style="text-align: center;"><span style="color: #339966;">Natura</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="color: #339966;">Natura</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">4</td>
<td style="text-align: center;">Almarai</td>
<td style="text-align: center;">Nestl&eacute;</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">5</td>
<td style="text-align: center;"><span style="color: #339966;">Ecover</span></td>
<td style="text-align: center;">Nivea</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">6</td>
<td style="text-align: center;"><span style="color: #339966;">Yves Rocher</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="color: #339966;">Oriflame</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">7</td>
<td style="text-align: center;">Nivea</td>
<td style="text-align: center;"><span style="color: #339966;">Body Shop</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">8</td>
<td style="text-align: center;">T<span style="color: #339966;">ony's Chocolonely</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="color: #339966;">Yves Rocher</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">9</td>
<td style="text-align: center;"><span>Zywiec Zdr&oacute;j</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="color: #339966;">Lush</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">10</td>
<td style="text-align: center;"><span style="color: #339966;">Frosch</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>Dove</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: center;">&nbsp;<span style="font-size: small;"><span style="color: #339966;">Verde</span> = Sustentabilidade como proposta de valor central</span></p>
<p><strong>Guillaume Bacuvier, CEO da Kantar, Worldpanel division</strong>, afirmou: &ldquo;Os Eco-actives est&atilde;o a ajudar ao crescimento das marcas que abra&ccedil;am estrat&eacute;gias de sustentabilidade. Como segmento, os Eco-Actives ir&atilde;o crescer cinco vezes mais que mercado de grande consumo como um todo. Construir uma vantagem competitiva atrav&eacute;s de uma estrat&eacute;gia de sustentabilidade, representa uma grande oportunidade para as marcas. As empresas que conseguirem acertar ir&atilde;o colher os frutos e aquelas que n&atilde;o agirem, correr&atilde;o o risco de afastar um n&uacute;mero crescente de compradores. Dois ter&ccedil;os dos compradores j&aacute; deixaram de comprar pelo menos uma vez um produto ou um servi&ccedil;o que tenha um impacto negativo no ambiente.</p>
<p>Para os retalhistas, existe muito a fazer. Apenas 44% dos compradores est&atilde;o satisfeitos ou muito satisfeitos com a oferta dentro da loja. Uma boa escolha de produtos locais e de op&ccedil;&otilde;es acess&iacute;veis s&atilde;o os fatores mais importantes de sustentabilidade que os compradores t&ecirc;m em conta quando escolhem uma loja para as suas compras.&rdquo;</p>
<p>Neste estudo foram entrevistadas 90.000 pessoas em 26 pa&iacute;ses.</p>
<p><strong><br /></strong></p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 29 Sep 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Crianas-esto-a-transformar-pais-em-compradores-verdes</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[RecuperaÃ§Ã£o consumo OOH ajuda snacks e bebidas]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Recuperao-consumo-OOH-ajuda-snacks-e-bebidas</link>
         <description><![CDATA[<p>Com o avan&ccedil;ar do desconfinamento e aliviar de restri&ccedil;&otilde;es, o consumo de Snacks &amp; Bebidas fora de casa (OOH) ganhou bastante relev&acirc;ncia em todo o mundo, registando um crescimento de 49% (Q2 2021 vs. Q2 2020), enquanto o consumo dentro de casa manteve os ganhos obtidos com o confinamento.<img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/OOH_Q2_2021.png" alt="OOH_Q2_2021.png" width="600" height="337" /></p>
<p>Ainda h&aacute; muito espa&ccedil;o para crescer no terceiro trimestre, nomeadamente. atrav&eacute;s do canal Horeca, que &eacute; o que oferece maior oportunidade de reconstruir a sua quota de valor.<img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/OOH_Q2_2021_1.png" alt="OOH_Q2_2021_1.png" width="600" height="337" /></p>
<p>A an&aacute;lise dos pain&eacute;is OOH da Kantar, Worldpanel Division, revela que o segundo trimestre teve uma recupera&ccedil;&atilde;o impressionante, com vendas trimestrais totais de 30,7 mil milh&otilde;es de d&oacute;lares. A recupera&ccedil;&atilde;o foi liderada pelos mercados europeus. Mercados como o Reino Unido e a Espanha viram o valor OOH crescer 176% e 147%, respetivamente. Portugal cresceu 19%, contudo este crescimento ainda n&atilde;o &eacute; suficiente para compensar as perdas no consumo fora do lar, existindo ainda um caminho a percorrer para atingir os n&iacute;veis pr&eacute;-pandemia.</p>
<p><strong>Caf&eacute; e refrigerantes impulsionam recupera&ccedil;&atilde;o</strong><br />As vendas totais de bebidas n&atilde;o alco&oacute;licas aumentaram 67% em valor para consumo fora do lar, em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo do ano passado, em compara&ccedil;&atilde;o com o aumento de 1% para consumo dentro de casa. Os snacks, que foram mais resilientes durante os confinamentos, tamb&eacute;m aumentaram 29% para o OOH, com uma ligeira quebra dentro de casa (-2%).<img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/OOH_Q2_2021_2.png" alt="OOH_Q2_2021_2.png" width="600" height="337" /></p>
<p>Os grandes vencedores foram caf&eacute; (+150%) e os refrigerantes (+63%), que foram as categorias de crescimento mais r&aacute;pido no consumo fora do lar, a n&iacute;vel global. O aumento de 150% nas vendas de caf&eacute; (2,8 mil milh&otilde;es de d&oacute;lares no segundo trimestre deste ano, 1,7 mil milh&otilde;es de d&oacute;lares a mais do que no segundo trimestre de 2020) foi em grande parte liderado pela Europa, respons&aacute;vel 93% do crescimento do consumo.</p>
<p><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/OOH_Q2_2021_3.png" alt="OOH_Q2_2021_3.png" width="600" height="337" /></p>
<p>Embora a quota de mercado do OOH em valor esteja agora em 33% globalmente, ante 24% no segundo trimestre de 2020, ainda est&aacute; substancialmente abaixo do segundo trimestre de 2019, quando representou 41% das vendas globais de snacks e bebidas n&atilde;o alco&oacute;licas. O consumo de Snacks e bebidas n&atilde;o-alco&oacute;licas em OOH em Portugal, representam agora 10% em valor, quando no mesmo per&iacute;odo de 2019 representavam 16%. Espanha, por exemplo, com a sua tradi&ccedil;&atilde;o de consumo fora de casa, tem agora 36% de quota para o OOH, em compara&ccedil;&atilde;o com 47% na pr&eacute;-pandemia.</p>
<p>O &uacute;nico mercado onde os n&uacute;meros de OOH s&atilde;o maiores do que os da pr&eacute;-pandemia &eacute; a China, onde representa agora de 49% do mercado total, em compara&ccedil;&atilde;o com 47% no mesmo trimestre de 2019.</p>
<p><strong>Horeca assumir&aacute; a lideran&ccedil;a no crescimento do terceiro trimestre&nbsp;</strong></p>
<p>No terceiro trimestre, o canal Horeca ser&aacute; fundamental para o consumo fora de casa regressar aos n&iacute;veis pr&eacute;-pand&eacute;micos e aumentar o tamanho do setor de snacks e bebidas n&atilde;o alco&oacute;licas, de forma geral O Segundo trimestre do ano foi respons&aacute;vel pelo crescimento, em valor, deste canal mas a sua quota no mercado OOH permaneceu sete pontos abaixo, face ao segundo trimestre de 2019. Na Europa, assistiu-se a uma maior depend&ecirc;ncia do canal Horeca. Bares, Caf&eacute;s e Restaurantes no Reino Unido e em Espanha e Padarias em Portugal e Fran&ccedil;a.</p>
<p>O canal com melhor desempenho, globalmente, durante o segundo trimestre foi o setor de restaurantes de fast Food do Reino Unido, que at&eacute; superou 2019. A combina&ccedil;&atilde;o de acessibilidade, op&ccedil;&otilde;es bem desenvolvidas de entrega de refei&ccedil;&otilde;es e take-away e a sua versatilidade, em termos de ocasi&otilde;es de consumo, ajudaram a aumentar o valor em 60% em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior e em 45% em compara&ccedil;&atilde;o com o per&iacute;odo anterior &agrave; Covid-19.</p>
<p>Com a reabertura dos servi&ccedil;os de comida, observou-se tamb&eacute;m um forte crescimento dos restaurantes full-service, com destaque para os independentes. Ainda est&atilde;o a registar vendas bem abaixo dos n&iacute;veis pr&eacute;-Covid, no entanto, a Kantar espera ver taxas de crescimento ainda mais impressionantes neste canal nos pr&oacute;ximos meses.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 22 Sep 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Recuperao-consumo-OOH-ajuda-snacks-e-bebidas</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Webinar Bipolaridade consumidores: Pandemia e agora?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar-Bipolaridade-consumidores-Pandemia-e-agora</link>
         <description><![CDATA[<p>A pandemia impactou todo o mundo e todas as ind&uacute;strias de maneira diferente. Quando analisamos o mercado de grande consumo &eacute; evidente o grande crescimento em 2020, em compara&ccedil;&atilde;o com o ano pr&eacute;-pandemia.</p>
<p>Este crescimento aconteceu, apesar de muitos lares estarem a enfrentar uma redu&ccedil;&atilde;o do budget mensal, devido ao impacto da pandemia na sua situa&ccedil;&atilde;o laboral. Mas quantas fam&iacute;lias tiverem o seu budget mensal reduzido? Quais as suas expectativas relativamente ao futuro? Com base nestas informa&ccedil;&otilde;es, a Kantar desenvolveu uma segmenta&ccedil;&atilde;o nova de lares portugueses.</p>
<p>No pr&oacute;ximo dia <strong>30 de setembro</strong>, &agrave;s<strong> 10h00</strong>, <strong>Marta Santos</strong>, Sector Director e <strong>Andreia Carvalho</strong>, Client Director &amp; Expert Solutions, ir&atilde;o apresentar as conclus&otilde;es mais importantes do estudo Bipolaridade dos consumidores: Pandemia e agora?, que para al&eacute;m de analisar estes &ldquo;novos&rdquo; lares ir&atilde;o, tamb&eacute;m, trazer uma perspetiva de como a pandemia impactou o FMCG, fazendo uma compara&ccedil;&atilde;o face a mercados como o do Reino Unido, Espanha e Fran&ccedil;a.</p>
<p>Registe-se no Webinar para ficar a par da nossa nova segmenta&ccedil;&atilde;o dos lares portugueses e como esta o ajudar&aacute; a entender o comportamentos dos compradores e as perspetivas de crescimento do grande consumo p&oacute;s-pandemia.</p>
<p><a href="https://event.on24.com/wcc/r/3432171/EDBC8CB101503174922735F51E78CD3E">Registe-se</a></p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 21 Sep 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar-Bipolaridade-consumidores-Pandemia-e-agora</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Congelados sÃ£o a categoria do ano]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Congelados-so-a-categoria-do-ano</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Grande%20Consumo%20Maio%20Junho%202021.pdf">Grande Consumo</a></p>
<p>Em 2020, desde o a&ccedil;ambarcamento para fazer stock no primeiro trimestre do ano, passando pela transfer&ecirc;ncia do consumo fora de casa para dentro de casa e a falta de intera&ccedil;&atilde;o social, &agrave; necessidade de inovar e diferenciar &agrave; mesa, os congelados foram sempre op&ccedil;&atilde;o para os portugueses.</p>
<p>Em alimenta&ccedil;&atilde;o, congelados foi das categorias mais escolhidas pelos portugueses, retirada da arca mais de 125 milh&otilde;es de vezes no P5 (ano m&oacute;vel a terminar em maio 2021). Sendo apenas ultrapassada pela comida pronta.</p>
<p>Na categoria de congelados, falamos de um mundo, onde o principal destaque foi para Snacks, Peixe e Marisco, com um forte crescimento em valor.</p>
<p>Durante a crise pand&eacute;mica, apresentou sempre crescimentos acima de frescos e no ver&atilde;o acelerou para os dois d&iacute;gitos, atingindo j&aacute; em 2021, o seu pico com um incremento de mais de 24% em valor. Na verdade, falamos de um consumo j&aacute; bastante enraizado, praticamente todos n&oacute;s compramos, desde sempre, algum tipo de produto congelado. Mas agora, compramos mais quantidade e mais vezes. A duplica&ccedil;&atilde;o de produtos congelados mais que cresceu e tamb&eacute;m se bateram records em alguns deles: exemplo de vegetais crus, que conseguiram o maior alcance dos &uacute;ltimos quatro anos &ndash; chegam agora a mais 79% das fam&iacute;lias portuguesas.</p>
<p>O h&aacute;bito/frequ&ecirc;ncia de compra tem sido o grande impulsionador do mercado &ndash; cada fam&iacute;lia portuguesa compra agora, em m&eacute;dia, 31 vezes ao ano Vs. 27 em 2019. E gastamos mais 46&euro; do que h&aacute; 2 anos: 223&euro; Vs. 177&euro;</p>
<p><strong>Mas quem s&atilde;o os grandes impulsionadores?</strong></p>
<p>Fam&iacute;lias e Jovens s&atilde;o os adeptos desde sempre, mas s&atilde;o os jovens os que ainda det&eacute;m o maior potencial para a categoria. Por consequ&ecirc;ncia, lares mais maduros, como os reformados e adultos sem filhos &eacute; o grande desafio. Estes continuam a distinguir e a dedicar mais o seu gasto a produtos frescos.</p>
<p>Quando se analisa a n&iacute;vel regional, a dicotomia Norte Vs. Sul tamb&eacute;m &eacute; clara. Os nortenhos s&atilde;o o grande desafio dos congelados, enquanto que a Grande Lisboa e toda a zona Sul prioriza os congelados. Ao n&iacute;vel de classes sociais, &eacute; a alta a que mais se destaca neste tipo de produtos, apresentando o maior gasto m&eacute;dio da categoria: mais de 297&euro;, em m&eacute;dia, ao ano, e comprando mais de 53Kg.</p>
<p>E de onde chegam estes produtos aos congeladores dos portugueses? O p&oacute;dio &eacute; do canal do momento: Online, que tamb&eacute;m neste universo foi o que mais recrutou novos compradores e cresceu. Seguidamente dos Discounts alem&atilde;es: Lidl e Aldi, os players mais desenvolvidos na categoria, alavancados sobretudo em Gelados, Sobremesas e Refei&ccedil;&otilde;es Prontas.<br />Seguidos dos Tradicionais e Intermarch&eacute;.</p>
<p>Pese embora os congelados tenham beneficiado da pandemia e continuem a bom ritmo (apesar de mais lento), nenhum crescimento &eacute; constante para sempre! Falamos de um universo amplo e que det&eacute;m din&acirc;micas muito distintas. Vemos por exemplo, um afastamento do comprador a Vegetais, Carne e Peixe preparados. Mas&hellip; ent&atilde;o n&atilde;o queremos praticidade? O preparado n&atilde;o &eacute; conveniente? H&aacute; congelados mais essenciais que outros? <br />A import&acirc;ncia de compreender a evolu&ccedil;&atilde;o das tend&ecirc;ncias e comportamentos do consumidor a cada realidade/produto &eacute; essencial. Porque, o que esperamos quando esta fase passar? Vamos redefinir h&aacute;bitos e rotinas? Mantemos? &Eacute; tempo de preparar o futuro pr&oacute;ximo, para que quando &ldquo;isto&rdquo; passar, tenhamos as nossas marcas e mercados preparados &ldquo;on time&rdquo;.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 25 Aug 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Congelados-so-a-categoria-do-ano</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Escolha da comida animal: mais emocional que racional]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Escolha-da-comida-animal--mais-emocional-que-racional</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Grande%20Consumo%20Marco%20Abril.pdf">Grande Consumo</a></p>
<p>Bem mais do que um guardi&atilde;o ou uma simples companhia, ter um animal de estima&ccedil;&atilde;o pode trazer benef&iacute;cios como a redu&ccedil;&atilde;o do stress e combate &agrave; depress&atilde;o, al&eacute;m da alegria proporcionada por estes bichinhos. Por isso, num novo contexto onde passa-se mais tempo do que nunca dentro de casa e h&aacute; isolamento social e familiar, os animais de estima&ccedil;&atilde;o passam a ser mesmo como um membro da fam&iacute;lia e garantir a boa alimenta&ccedil;&atilde;o deste membro acaba por ser fundamental.</p>
<p>Atualmente, a categoria de Pet Food j&aacute; atinge mais de 62% dos lares portugueses e no ano passado, mesmo diante da pandemia, os compradores foram com maior frequ&ecirc;ncia &agrave;s lojas e investiram mais na alimenta&ccedil;&atilde;o dos seus animais, evidenciando assim o cuidado com eles.</p>
<p>Os lares sem filhos foram os que mais apostaram em Pet Food em 2020, o que refor&ccedil;a a necessidade de uma companhia extra num ano t&atilde;o dif&iacute;cil.</p>
<p>O crescimento foi transversal relativamente aos canais de venda. Tanto a Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna, como os canais especializados e mesmo o canal online (que cresceu somente no ano passado a quota que previa ser atingida em nove anos na Europa), tiveram compradores de Pet Food mais regulares e que investiram mais na categoria.</p>
<p>Tanto os portadores de c&atilde;es como de gatos dedicaram-se mais &agrave; compra dos alimentos para os seus companheiros. Os produtos que proporcionam uma refei&ccedil;&atilde;o diferenciada ou mesmo um mimo ao animal, foram os que mais atra&iacute;ram novos compradores. Assim, a tend&ecirc;ncia do aumento da procura por alimentos de indulg&ecirc;ncia no FMCG acaba por ocorrer tamb&eacute;m em Pet Food, ou seja, o comprador aposta em um miminho para si, mas tamb&eacute;m proporciona essa experi&ecirc;ncia ao seu fiel companheiro.<br /> <br />Entretanto, os produtos que oferecem a alimenta&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica do animal tamb&eacute;m apresentam crescimento e tem um comprador mais dedicado que aumenta o valor investido na categoria, mas j&aacute; n&atilde;o faz stock como fazia antes do in&iacute;cio da pandemia, refor&ccedil;ando assim a constante preocupa&ccedil;&atilde;o com o animal. Outro ind&iacute;cio de maior cuidado &eacute; a evolu&ccedil;&atilde;o positiva dos produtos que proporcionam maior nutri&ccedil;&atilde;o e priorizam a sa&uacute;de do animal.</p>
<p>Relativamente &agrave;s novidades do mercado, a alimenta&ccedil;&atilde;o natural (biol&oacute;gicos, org&acirc;nicos&hellip;), apesar de ainda atingir um nicho de mercado, tamb&eacute;m tem se mostrado atrativa, refor&ccedil;ando assim a semelhan&ccedil;a na tend&ecirc;ncia de comportamento da alimenta&ccedil;&atilde;o do consumidor versus do animal.</p>
<p>Em resumo, o comprador atual de Pet Food procura muito mais do que somente uma ra&ccedil;&atilde;o regular. O objetivo deste shopper &eacute; garantir a sa&uacute;de e bem estar do seu animal, prolongar seus anos de vida e proporcionar momentos e experi&ecirc;ncias &uacute;nicas a si e ao seu pet.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 05 Aug 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Escolha-da-comida-animal--mais-emocional-que-racional</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Nem tudo a pandemia levou em Higiene e Beleza?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Nem-tudo-a-pandemia-levou-em-Higiene-e-Beleza</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Hipersuper%20Marco%202021.pdf">Hipersuper</a></p>
<p>A &uacute;ltima d&eacute;cada foi um carrossel de emo&ccedil;&otilde;es no mundo de Higiene e Beleza (H&amp;B). Com o pa&iacute;s a sair da crise financeira, as marcas perceberam que para crescer neste mercado n&atilde;o bastava chegar a mais compradores. Esses compradores teriam que ganhar uma nova rotina mais completa de H&amp;B e comprar mais produtos de categorias distintas. Com estas mudan&ccedil;as que progressivamente foram ganhando for&ccedil;a entre os portugueses, em 2018 a Kantar lan&ccedil;ou a pergunta: &ldquo;Ser&aacute; a beleza cada vez mais importante?&rdquo;. Na altura os dados revelaram que 75% dos portugueses consideravam que deveriam dedicar mais tempo a cuidar de si, um incremento de mais de 100 mil indiv&iacute;duos face a 2015. No entanto, tamb&eacute;m revelaram que a sa&uacute;de da sua pele era o aspeto em que mais a sua preocupa&ccedil;&atilde;o tinha aumentado naqueles tr&ecirc;s anos. Apesar de haver um maior desejo por cuidarem mais de si mesmos, o facto de a sua prioridade residir cada vez mais em produtos &ndash; mais caro &ndash; para a sa&uacute;de da pele, acabava por limitar a compra de outras categorias, tornando a sua compra mais seletiva.</p>
<p>Progressivamente, com o decorrer de 2018 e 2019, a normaliza&ccedil;&atilde;o destes produtos mais especializados nas rotinas dos portugueses come&ccedil;ou a dar frutos e H&amp;B passou a registar novos recordes de vendas neste per&iacute;odo. At&eacute; que chegou a Covid-19, interrompendo o ciclo de crescimento deste mercado, precisamente no momento em que se encontrava mais saud&aacute;vel, e gerando em 2020 perdas na ordem dos &euro;33 milh&otilde;es, face &agrave;s vendas de 2019. Os compradores passaram a comprar menos vezes e a gastar menos em cada compra, uma vez que o seu sortido voltou a abandonar categorias de valor acrescentado, como Maquilhagem, Perfumes, Protetores Solares ou Cremes de Rosto, para se passar a concentrar mais nas categorias de Higiene, como Sabonetes, Gel de Banho ou Shampoo.</p>
<p>O trabalho desenvolvido pelas marcas ao longo dos &uacute;ltimos anos, no sentido de levar cada comprador a investir em mais categorias, foi posto em causa. Em 2020 tornou-se mais clara a discrep&acirc;ncia socioecon&oacute;mica entre compradores com menor n&iacute;vel de rendimento, que foram obrigados a fazer mais escolhas e a comprar uma menor variedade de produtos, e os compradores com mais rendimentos, que mantiveram as suas cestas completas de H&amp;B.</p>
<p>No entanto, numa altura dif&iacute;cil para este mercado, &eacute; preciso saber olhar para as oportunidades e perceber, dentro do contexto atual, quais as din&acirc;micas que foram menos afetadas, e que poder&atilde;o continuar a gerar valor no futuro. A verdade &eacute; que nem tudo a pandemia levou...</p>
<p><strong>O que n&atilde;o levou a pandemia?</strong></p>
<p><strong></strong>A import&acirc;ncia do comprador masculino em H&amp;B manteve-se intacta. Dentro do grupo de portugueses que fazem cestas mais completas de H&amp;B, um em cada quatro s&atilde;o homens. Se em 2016 estes homens representavam 9% de todo o valor gerado no mercado, em 2020 j&aacute; valem 12%. Um impacto demasiado importante para ser ignorado, mas que ainda tem potencial para ser trabalhado. Quando olhamos para o carrinho de compras destes homens, percebemos que continua a conter fundamentalmente produtos de Higiene e menos Tratamentos. Existe uma oportunidade de especializa&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>A pandemia tamb&eacute;m n&atilde;o levou o fen&oacute;meno das marcas da distribui&ccedil;&atilde;o (MDD). Contrariamente &agrave;s marcas de fabricante (MDF), as MDD n&atilde;o s&oacute; conseguiram continuar a ganhar compradores em 2020, como tamb&eacute;m cresceram 10% em valor, o que as coloca, &agrave; entrada desta nova crise, na sua melhor posi&ccedil;&atilde;o de sempre face &agrave;s MDF. O seu crescimento n&atilde;o assenta num grupo espec&iacute;fico de categorias em que t&ecirc;m estado muito fortes, mas sim na capacidade que t&ecirc;m tido no longo prazo de ganhar novos compradores de forma consistente em mais de 90% das categorias.</p>
<p>Por fim, o que n&atilde;o foi levado pela pandemia, mas sim, antes pelo contr&aacute;rio, trazido ou fortemente refor&ccedil;ado pela mesma, foram as vendas Online. Ap&oacute;s v&aacute;rios trimestres de estabilidade ao n&iacute;vel do n&uacute;mero de indiv&iacute;duos que compraram H&amp;B neste canal ao longo de 2019, o crescimento foi imediato ap&oacute;s o primeiro confinamento em 2020. O canal Online em H&amp;B chegou ao final do ano com +26% de compradores face ao registado em 2019. Compradores que tamb&eacute;m trazem consigo uma intensidade de compra superior, tanto ao n&iacute;vel da regularidade como do n&uacute;mero de produtos comprados, relativamente &agrave;quilo que era a m&eacute;dia do canal no pr&eacute;-covid. O canal Online tem deste modo feito face &agrave;s necessidades dos portugueses, n&atilde;o apenas na compra de produtos de Higiene, mas tamb&eacute;m, cada vez mais, em categorias de valor acrescentado, como Perfumes, Cremes de Corpo ou M&aacute;scaras de Cabelo. Em acr&eacute;scimo, &eacute; ainda um canal bastante atrativo para o comprador masculino, anteriormente mencionado. O Online &eacute;, neste momento, respons&aacute;vel por uma fatia maior do budget masculino para H&amp;B do que do feminino.</p>
<p><strong>O que a&iacute; vem?</strong></p>
<p><strong></strong>2021 continuar&aacute; a sujeitar os intervenientes do mercado de H&amp;B a constantes desafios. O ano ainda vai no in&iacute;cio, mas em grande parte do que j&aacute; dele vivemos, as restri&ccedil;&otilde;es &agrave; mobilidade estiveram presentes. &Eacute; uma realidade que n&atilde;o afeta todas as marcas por igual. Os canais de venda especializados acumularam semanas de portas fechadas, o que n&atilde;o ajuda a equilibrar as perdas sentidas em 2020. No ano passado as Farm&aacute;cias, Perfumarias, Cat&aacute;logo e Lojas Monomarca tiveram todos perdas de valor de duplo d&iacute;gito em H&amp;B.<br />Se ao longo da &uacute;ltima d&eacute;cada, o trabalho das marcas foi o est&iacute;mulo &agrave; duplica&ccedil;&atilde;o entre categorias, &agrave; entrada dos novos anos 20 dever&atilde;o acrescentar um novo desafio &agrave;quele que j&aacute; tinham anteriormente: o incremento da duplica&ccedil;&atilde;o entre canais. Estar presente em mais canais incrementa a probabilidade de manter os pontos de contacto com os compradores, a base para o crescimento sustentado.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 26 Jul 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Nem-tudo-a-pandemia-levou-em-Higiene-e-Beleza</guid>
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         <title><![CDATA[Haja sempre bacalhau na despensa dos portugueses]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Haja-sempre-bacalhau-na-despensa-dos-portugueses</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Hipersuper%20Janeiro%202021.pdf">Hipersuper</a></p>
<p>Que os portugueses estiveram mais tempo em casa em 2020 e por isso desenvolveram a maioria das categorias dentro do lar j&aacute; n&atilde;o &eacute; novidade. Alter&aacute;mos h&aacute;bitos de compra tentando evitar as compras ao fim de semana, reduzimos a frequ&ecirc;ncia da nossa ida &agrave;s lojas, aproveit&aacute;mos mais tempo em casa para cozinhar mais, e acab&aacute;mos por ser induzidos a ter mais consumo dentro de casa, tanto em momentos como em quantidade.</p>
<p>O Bacalhau &eacute; h&aacute; muito uma escolha f&aacute;cil para a maioria dos portugueses, pois permite o armazenamento durante longos per&iacute;odos de tempo sem deteriorar e que pode resultar num variad&iacute;ssimo leque de op&ccedil;&otilde;es no prato. Em Mar&ccedil;o de 2020 (P3), no pr&eacute;-confinamento, a categoria sofreu um boost fora do esperado, momento em que os portugueses procuraram Bacalhau para armazenar. Tamb&eacute;m em Novembro de 2020 (P12) houve um aumento anormal da categoria dentro dos lares, que podem ter antecipado a compra do Natal para &ldquo;fintarem&rdquo; as medidas mais restritivas que se anteviam.</p>
<p>Quando falamos de praticidade e variedade de pratos do bacalhau sabemos que em 22% das ocasi&otilde;es de consumo este produto &eacute; procurado pela sua conveni&ecirc;ncia, sendo consumido pelo menos uma vez por semana. No entanto, mesmo com as &ldquo;mil e uma formas de cozinhar Bacalhau&rdquo; dispon&iacute;veis, o m&eacute;todo mais b&aacute;sico acaba por ser o mais usado, quase 40% das vezes o Bacalhau &eacute; cozido.</p>
<p>Neste contexto, uma categoria como o Bacalhau, que est&aacute; presente em mais de 90% dos lares, cresceu a dois d&iacute;gitos no &uacute;ltimo ano (findo a 6 de Dezembro de 2020). O crescimento da categoria foi motivado por um maior consumo per capita, cada lar comprou mais 2,4Kgs de Bacalhau, chegando aos 19Kgs num ano. Isto significa que cada consumidor comeu mais 1 kg de Bacalhau no decorrer de 2020, chegando aos 7,7Kgs por pessoa.</p>
<p>Mais de 50% do crescimento do volume da categoria deve-se aos Lares mais velhos (acima de 50 anos), aqueles que provavelmente mais procuraram refugiar-se em casa durante os momentos mais complicados da pandemia. Tal como acontece no FMCG, as classes mais altas, que em 2020 passaram mais tempo em casa e aumentaram o seu consumo dentro do lar, s&atilde;o respons&aacute;veis por uma importante fatia do crescimento de Bacalhau. Isto faz com que o rendimento dispon&iacute;vel destes lares venha impactar diretamente o aumento do Gasto M&eacute;dio da categoria.</p>
<p>A din&acirc;mica do Bacalhau &eacute; um espelho da realidade do Seco/Salgado que domina a categoria, representando 84% do volume total. Esta variedade cresceu cimentada numa maior compra m&eacute;dia por lar. No entanto, tamb&eacute;m o Bacalhau Congelado foi uma op&ccedil;&atilde;o para os portugueses, continuando a conquistar compradores (mais 67 mil lares), cresceu nos lares portugueses em 2020, associado &agrave; tend&ecirc;ncia de praticidade e facilidade de prepara&ccedil;&atilde;o, bem como o f&aacute;cil armazenamento.</p>
<p>Para al&eacute;m de estarem a consumir mais, os portugueses est&atilde;o tamb&eacute;m mais atentos &agrave; origem do produto, sendo que tanto o Bacalhau da Noruega, da Isl&acirc;ndia e at&eacute; o do Atl&acirc;ntico est&atilde;o a ser mais procurados em detrimento de bacalhau de origem desconhecida, que se encontra em queda.</p>
<p>Adicionalmente, os portugueses deram prioridade a bacalhau de maiores dimens&otilde;es na sua cesta em 2020. O Bacalhau Especial (+de 3 Kgs) foi o que mais cresceu face ao ano anterior e o Gra&uacute;do (de 2 a 3 kgs) foi segundo, sendo agora l&iacute;der de mercado dentro do Bacalhau Seco/Salgado. Por outro lado, o Bacalhau Crescido (de 1 a 2 Kgs) que antes era l&iacute;der de mercado, perde 3% do seu volume para outros bacalhaus. Esta troca de consumo de um segmento barato para outros mais caros, influencia tamb&eacute;m o aumento do Gasto M&eacute;dio em Bacalhau, e pode espelhar o investimento das classes mais altas na categoria.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 02 Jul 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Haja-sempre-bacalhau-na-despensa-dos-portugueses</guid>
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      <item>
         <title><![CDATA[Mimosa, Compal e Delta sÃ£o as marcas mais escolhidas]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Mimosa-Compal-e-Delta-so-as-marcas-mais-escolhidas</link>
         <description><![CDATA[<ul>
<li>Mimosa &eacute; a marca mais escolhida em Portugal, pela nona vez consecutiva</li>
<li>Delta &eacute; a marca de bebidas mais escolhida (subiu da quarta para a terceira posi&ccedil;&atilde;o)</li>
<li>Renova &eacute; a primeira marca de cuidado do lar no ranking (s&eacute;tima posi&ccedil;&atilde;o)</li>
<li>A Colgate &eacute; a primeira marca de higiene no ranking (14&ordf; posi&ccedil;&atilde;o)</li>
<li>9 em cada 10 marcas do Top 10 s&atilde;o portuguesas</li>
<li>A Coca-cola, a marca mais escolhida no mundo, ocupa a 10&ordf; posi&ccedil;&atilde;o em Portugal</li>
<li>Coca-Cola reentra no Top 10</li>
<li>Ca&ccedil;arola foi a marca que mais cresceu em Consumer Reach Points (CRP&rsquo;s)</li>
<li>Mais marcas a crescer em 2020</li>
</ul>
<p>A Mimosa continua a ser a marca de FMCG mais escolhida pelos consumidores em Portugal, pela nona vez consecutiva. De acordo com o relat&oacute;rio anual global das marcas mais escolhidas Brand Footprint da Kantar, a Mimosa foi retirada das prateleiras 44 milh&otilde;es de vezes. Esta marca foi seguida pela Compal e pela Delta, que foram ambas retiradas das prateleiras 17 milh&otilde;es de vezes.</p>
<p>O Top 10 das marcas mais escolhidas em Portugal inclui tamb&eacute;m a Terra Nostra (quarto lugar), a Gresso (quinto lugar) e Nobre (sexto lugar). Renova, Agros, Milaneza e Coca-Cola ocupam as restantes posi&ccedil;&otilde;es do Top 10. Coca-Cola reentra no Top 10.</p>
<p>O ranking Brand Footprint mede quantas vezes as marcas FMCG s&atilde;o compradas no ponto de venda, considerando quantos lares compraram cada marca e quantas vezes o fizeram durante um ano (CRP&rsquo;s)</p>
<p>Entre as 50 marcas mais escolhidas em Portugal, a Ca&ccedil;arola foi a marca que mais cresceu em CRP&rsquo;s (36%), mas tamb&eacute;m a marca portuguesa que mais compradores ganhou em 2020, que lhe permitiu subir 18 posi&ccedil;&otilde;es no ranking, situando-se agora na 41&ordf; posi&ccedil;&atilde;o. Marcas como Bimbo, Coca-Cola, Super Bock, Milka, Nova A&ccedil;ores, Gallo, Marg&atilde;o, Fula, Nacional, Ol&aacute;, Delta, Vaqueiro, Oliveira da Serra e &Aacute;guas de Penacova cresceram em CRP&rsquo;s entre 23% e 8%. Slide 20.</p>
<p>Apesar de a maior parte das marcas presentes no Top 50 serem de alimenta&ccedil;&atilde;o e bebidas, existem tamb&eacute;m marcas de higiene e beleza e de cuidado do lar. A Colgate, a Nivea e a Dodot s&atilde;o as &uacute;nicas marcas de higiene e beleza presentes no Top 50 e as mais escolhidas em Portugal neste setor, estando na 14&ordf;, 17&ordf; e 50&ordf; posi&ccedil;&otilde;es, respetivamente. Relativamente a cuidado do lar, Renova (s&eacute;tima posi&ccedil;&atilde;o), Fairy (31&ordf; posi&ccedil;&atilde;o), Cif (33&ordf;posi&ccedil;&atilde;o), Sonasol (37&ordf; posi&ccedil;&atilde;o) e Comfort (46&ordf;posi&ccedil;&atilde;o), sendo tamb&eacute;m as &uacute;nicas marcas de cuidado do lar presentes no Top 50.</p>
<p>Apesar de algumas movimenta&ccedil;&otilde;es neste ranking, o Top 25 de marcas em Portugal tem sido fortemente consistente e 17 das marcas do top 25 marcaram presen&ccedil;a neste rankings nos &uacute;ltimos cinco anos. Em Portugal, temos apenas duas novas entradas no Top 25 no &uacute;ltimo ano, as marcas Pescanova e Super Bock.</p>
<p>No ranking destacam-se quatro marcas que tiveram um forte crescimento, pelas estrat&eacute;gias que desenvolveram em 2020. S&atilde;o elas Nacional, Pescanova, Super Bock e Nova A&ccedil;ores.</p>
<p>A Nacional, que ocupa o 16&ordm; lugar do ranking (subiu duas posi&ccedil;&otilde;es em rela&ccedil;&atilde;o a 2019), conseguiu, atrav&eacute;s da inova&ccedil;&atilde;o, captar da melhor forma a tend&ecirc;ncia de mais prepara&ccedil;&atilde;o de refei&ccedil;&otilde;es em casa e de cozinhar mais de raiz, crescendo em CRP&rsquo;s e com retorno em valor. O maior n&uacute;mero de compradores e mais presen&ccedil;a em loja, permitiram-lhe crescer em todo o seu portfolio de produtos.</p>
<p>A Pescanova, que ocupa o 21&ordm; lugar do ranking (subiu seis posi&ccedil;&otilde;es em rela&ccedil;&atilde;o a 2019), &eacute; o exemplo de como o ajuste promocional, com a aposta nos formatos familiares levou a um crescimento efetivo de CRP&rsquo;s e tamb&eacute;m a um maior retorno em valor para a marca.</p>
<p>A Super Bock, que ocupa o 22&ordm; lugar do ranking (subiu 11 posi&ccedil;&otilde;es em rela&ccedil;&atilde;o a 2019), apesar das quebras do consumo fora de casa, conseguiu captar os espa&ccedil;os de consumo que a pandemia e o mais tempo em casa trouxeram. Cresceu acima da m&eacute;dia das categorias de bebidas, chegando a mais compradores dentro de casa.</p>
<p>A Nova A&ccedil;ores, que ocupa a 38&ordf; posi&ccedil;&atilde;o (subiu seis posi&ccedil;&otilde;es em rela&ccedil;&atilde;o a 2019) teve um dos maiores crescimentos em CRP&rsquo;s. Em 2020 ganhou compradores, fruto de uma estrat&eacute;gia integrada, em que a inova&ccedil;&atilde;o e a comunica&ccedil;&atilde;o da &ldquo;pastagem 365 dias em pasto verde&rdquo;, associadas a um benef&iacute;cio espec&iacute;fico como 0% de lactose, resultaram da melhor forma no aproveitamento de algumas tend&ecirc;ncias de consumo da atualidade.</p>
<p>&ldquo;O facto de em 2020 ter havido mais marcas a crescer, prova que, mesmo em contextos de crise, &eacute; poss&iacute;vel crescer e, neste sentido, a atra&ccedil;&atilde;o de novos compradores &eacute; mais importante do que nunca&rdquo;, afirma Marta Santos, Manufacturers Sector Director, acrescentando que &ldquo;impulso no Online, Inova&ccedil;&atilde;o, Promo&ccedil;&atilde;o, Ponto de venda e Comunica&ccedil;&atilde;o s&atilde;o fundamentais para o crescimento das marcas.</p>
<p>Para saber mais sobre o Brand Footprint da Kantar, explore os dados, visitando <a href="https://www.kantar.com/campaigns/brand-footprint/explore-the-data">https://www.kantar.com/campaigns/brand-footprint/explore-the-data</a></p>
<p><strong>Brand Footprint: O estudo</strong><br />O Brand Footprint da Kantar, Worldpanel Division, &eacute; um estudo anual, com base em 73% da popula&ccedil;&atilde;o mundial. Um total de 54 pa&iacute;ses, em cinco continentes &ndash; cobrindo 89% do PIB global. Como parte do estudo, a Kantar monitoriza mais de 23.500 marcas em bebidas, alimenta&ccedil;&atilde;o, l&aacute;cteos, sa&uacute;de e beleza e limpeza do lar.</p>
<p><strong>Brand Footprint: Ranking Top 50</strong> <br />O ranking anual das 50 marcas mais escolhidas em todo o mundo, revela quais as marcas que est&atilde;o a atingir o sucesso global, dando insights que ajudam as marcas de FMCG a definir targets globais com mais precis&atilde;o e a melhorar o crescimento global dos seus neg&oacute;cios. Distingue-se de outros rankings de marcas, dando informa&ccedil;&atilde;o sobre o comportamento real do consumidor, em vez de atitude. O Consumer Reach Point &eacute; a base deste ranking. Uma m&eacute;trica inovadora que mede quantos lares em todo o mundo est&atilde;o a comprar determinada marca (penetra&ccedil;&atilde;o) e com que frequ&ecirc;ncia (escolha do consumidor), dando uma representa&ccedil;&atilde;o real da escolha do comprador.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 17 Jun 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Mimosa-Compal-e-Delta-so-as-marcas-mais-escolhidas</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Webinar Brand Footprint: as marcas mais escolhidas]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar-Brand-Footprint-marcas-mais-escolhidas</link>
         <description><![CDATA[<p>Apesar de 2020 ter sido um ano at&iacute;pico, 56% das marcas em Portugal conseguiram crescer em n&uacute;mero de compradores e em frequ&ecirc;ncia de compra (CRP&rsquo;s) neste per&iacute;odo, acima da m&eacute;dia a n&iacute;vel mundial.</p>
<p>No dia <strong>17 de junho</strong>, iremos revelar o <strong>ranking portugu&ecirc;s</strong> <strong>Brand Footprint</strong>, com as m<strong>arcas mais escolhidas em Portugal</strong>, mas tamb&eacute;m de onde vem o crescimento dessas marcas e quais tiveram o melhor desempenho, em tempos de Covid-19.</p>
<p>O relat&oacute;rio deste ano demonstra a tend&ecirc;ncia dos &uacute;ltimos anos, 55% das marcas do Top 25 Brand Footprint portugu&ecirc;s s&atilde;o locais.</p>
<p>Neste webinar, <strong>Marta Santos</strong>, Sector Director, ir&aacute; apresentar as principais conclus&otilde;es para o nosso pa&iacute;s:</p>
<ul>
<li>Como cresceram as marcas em 2020?</li>
<li>As marcas FMCG mais escolhidas em 2020</li>
<li>Online e Out of Home</li>
</ul>
<p>Registe-se no webinar para saber quais as marcas que cresceram mais em 2020, como conseguiram e o que devem esperar de 2021.</p>
<p>Dia: ter&ccedil;a-feira, 17 de junho<br />Hora: 10.00h<br />Dura&ccedil;&atilde;o: 30 minutos</p>
<p><a href="https://event.on24.com/eventRegistration/EventLobbyServlet?target=reg20.jsp&amp;referrer=&amp;eventid=3220073&amp;sessionid=1&amp;key=42F76E6E4996DCE55E88FCAD0BDC7DA7&amp;regTag=&amp;V2=false&amp;sourcepage=register">Registe-se</a></p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 04 Jun 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar-Brand-Footprint-marcas-mais-escolhidas</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Gorduras alimentares com os portugueses]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Gorduras-alimentares-com-os-portugueses</link>
         <description><![CDATA[<p><span>Artigo original publicado na&nbsp;</span><a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Distribuicao%20Hoje%20Dezembro%202020%20Janeiro%202021.pdf">Distribui&ccedil;&atilde;o Hoje</a></p>
<p>Na cozinha portuguesa, h&aacute; muitos anos que as gorduras alimentares fazem parte do dia-a-dia da confe&ccedil;&atilde;o de pratos. Desde os mais simples, como fazer um refogado at&eacute; &agrave; pastelaria, o azeite, &oacute;leo, margarina e manteiga s&atilde;o ingredientes essenciais. No &uacute;ltimo ano, quase 100% da popula&ccedil;&atilde;o comprou pelo menos uma vez um destes produtos, refor&ccedil;ando assim que na cozinha dos portugueses as gorduras alimentares n&atilde;o podem faltar.</p>
<p><strong>Mas quais as preferidas? H&aacute; algumas mais essenciais que outras?</strong></p>
<p><strong></strong>Por mais que se fale de uma alimenta&ccedil;&atilde;o mais equilibrada e menos rica em gorduras saturadas, os &oacute;leos, ainda hoje, desempenham o papel principal: no &uacute;ltimo ano, pelo menos 8 em cada 10 portugueses compraram para as suas casas este produto. Por outro lado, o azeite, cujos benef&iacute;cios se t&ecirc;m evidenciado nos &uacute;ltimos anos, ocupa o segundo lugar no ranking das gorduras alimentares com mais compradores. Por&eacute;m, nos &uacute;ltimos meses, encurta o seu distanciamento para manteigas (terceira categoria do ranking), outro produto cujos impactos para a sa&uacute;de t&ecirc;m sido muito discutidos.</p>
<p>A verdade &eacute; que j&aacute; todos vimos as nossas av&oacute;s a fritar um bife em margarina ou a recusarem grelhar os riss&oacute;is no forno. No nosso pa&iacute;s onde 58% da popula&ccedil;&atilde;o tem mais de 50 anos &eacute; dif&iacute;cil mudar h&aacute;bitos que j&aacute; v&ecirc;m de h&aacute; muitas gera&ccedil;&otilde;es. E &eacute; por isso que vemos que &eacute; esta gera&ccedil;&atilde;o que est&aacute; mais ligada a este tipo produtos e onde h&aacute; mais resist&ecirc;ncia &agrave; mudan&ccedil;a de h&aacute;bitos.</p>
<p>Em completa oposi&ccedil;&atilde;o, vemos as gera&ccedil;&otilde;es mais novas, at&eacute; aos 34 anos, a resistirem &agrave;s gorduras alimentares. De facto, parecem procurar alternativas que lhes permitam uma alimenta&ccedil;&atilde;o mais natural/saud&aacute;vel. Para este target o mercado tem-se movimentado no sentido de oferecer alternativas mais apelativas &agrave; base das gorduras naturais, como o &oacute;leo de coco ou a combina&ccedil;&atilde;o dos &oacute;leos de frutos secos com margarinas. No entanto, a express&atilde;o que estes produtos t&ecirc;m &eacute; pouco sustent&aacute;vel para o desenvolvimento do mercado como um todo e por isso continua a ser um desafio conquistar a compra dos mais jovens.</p>
<p><strong>Sabia que&hellip; Os jovens provavelmente desconhecem para que servem as diferentes tipologias de azeite?</strong> Em m&eacute;dia os compradores at&eacute; aos 34 anos, compram apenas um tipo de azeite enquanto que os compradores de 50 anos e mais compram dois. Isto pode evidenciar que os mais velhos diferenciam e valorizam os diferentes azeites (virgem, refinado e extra virgem) consoante a sua utiliza&ccedil;&atilde;o, por exemplo para o tacho e para a mesa. E o mesmo n&atilde;o acontece para os lares mais jovens.</p>
<p>Um outro fen&oacute;meno que veio alterar o paradigma do uso das gorduras &eacute; a altera&ccedil;&atilde;o dos h&aacute;bitos de consumo em consequ&ecirc;ncia da pandemia. N&atilde;o s&oacute; os portugueses passaram a dedicar mais tempo &agrave; cozinha, como a prolifera&ccedil;&atilde;o de tend&ecirc;ncias como o &ldquo;home made&rdquo; ou &ldquo;p&atilde;odemia&rdquo; trouxerem oportunidades sem precedentes. No que diz respeito &agrave;s gorduras alimentares, estas passaram a estar mais regularmente na cozinha dos portugueses, determinando o crescimento de valor na ordem dos dois d&iacute;gitos.</p>
<p>Se &eacute; verdade que existe uma rela&ccedil;&atilde;o positiva com o passar mais tempo em casa e o FMCG, a quest&atilde;o que n&atilde;o quer calar &eacute;, e quando tudo isto passar&hellip;? Como &eacute; que vou continuar a desenvolver as minhas categorias? Podemos ir buscar a resposta ao fen&oacute;meno das marmitas, quando h&aacute; uns anos atr&aacute;s passamos por uma crise e onde assistimos a um crescimento grande deste fen&oacute;meno. Mesmo ap&oacute;s a sa&iacute;da da troika e a retoma da economia vimos este exemplo a permanecer no dia-a-dia de muitas pessoas. Assim, &eacute; essencial que as gorduras alimentares fa&ccedil;am hoje parte do prato dos portugueses, para que amanh&atilde; sejam parte dos seus h&aacute;bitos.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 27 May 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Gorduras-alimentares-com-os-portugueses</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Marcas conseguem aumentar compradores em 2020]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Marcas-conseguem-aumentar-compradores-em-2020</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Coca-Cola continua a ser a marca mais escolhida do mundo </em></p>
<p style="text-align: center;"><em>e as suas vendas online crescem 50%&nbsp;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-align: justify;">Dettol, Vim e Lifebuoy foram as marcas que mais cresceram em 2020, em todo o mundo. O relat&oacute;rio Brand Footprint, da Kantar, uma an&aacute;lise detalhada do verdadeiro comportamento do comprador, em 2020, indica que 29 em cada 50 marcas do top cresceram no n&uacute;mero de vezes que foram escolhidas, seja pelo aumento do n&uacute;mero de lares a comprar, seja pela frequ&ecirc;ncia de compra ou as duas, durante a pandemia.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Pelo nono ano consecutivo, a Coca-Cola &eacute; a marca mais escolhida em todo o mundo, sendo escolhida 6,5 bilh&otilde;es de vezes durante o ano, um aumento de 4%, face ao ano passado, no que diz respeito &agrave;s compras para dentro do lar. No entanto, as suas vendas fora de casa ca&iacute;ram 20% relativamente&nbsp;ao ano passado, visto que a maioria das principais economias viveram confinamentos, tendo impactado o seu desempenho. Tal como as compras online de FMCG aceleraram durante a pandemia, tamb&eacute;m a Coca-Cola aumentou as suas vendas de ecommerce em 50%, sendo escolhida 59 milh&otilde;es de vezes online.</p>
<p style="text-align: justify;">Colgate, Lifebuoy, Maggi e Lays completam as cinco marcas mais escolhidas, com o crescimento de 15% da Lifebuoy elevando-a para al&eacute;m das tr&ecirc;s bili&otilde;es de vezes escolhida e empurrando-a para a terceira posi&ccedil;&atilde;o, vinda da quinta posi&ccedil;&atilde;o, empurrando Maggi e Lay's para uma posi&ccedil;&atilde;o abaixo, cada uma delas.</p>
<p style="text-align: justify;">A Dettol foi a marca que mais cresceu no ano, com um aumento de 39%, levando-a a ser escolhida quase 1,4 bili&atilde;o de vezes, passando para a 16&ordf; posi&ccedil;&atilde;o do ranking, vinda da 27&ordf; posi&ccedil;&atilde;o em 2019. Este aumento, mais do dobro do crescimento de 2019 e quatro vezes o seu crescimento m&eacute;dio na &uacute;ltima d&eacute;cada, foi impulsionado por um aumento na penetra&ccedil;&atilde;o, com um em cada quatro lares escolhendo Dettol durante o ano, em compara&ccedil;&atilde;o com um em cada cinco em 2019, juntamente com um aumento de 10% na frequ&ecirc;ncia de compra.</p>
<p style="text-align: justify;">As marcas de higiene e de comida de conveni&ecirc;ncia foram as que mais beneficiaram com a pandemia. Juntamente com o crescimento de Dettol dentro dos lares de todo o mundo, Lifebuoy, Vim e Palmolive tamb&eacute;m aumentaram as suas taxas de penetra&ccedil;&atilde;o. Enquanto que na categoria de comida de conveni&ecirc;ncia, Maggi, Oreo, Heinz, Lays e Barilla foram todas escolhidas por mais lares em 2020, em compara&ccedil;&atilde;o com 2019.</p>
<p style="text-align: justify;">O crescimento foi alcan&ccedil;ado, apesar dos compradores reduzirem o n&uacute;mero de idas &agrave;s lojas, o gasto m&eacute;dio por ocasi&atilde;o aumentou 11%. Como resultado, os consumidores expandiram as suas op&ccedil;&otilde;es de compra e quase dois ter&ccedil;os (64%) das 50 marcas do top encontraram compradores adicionais durante 2020.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Outras conclus&otilde;es</strong>:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">A &Iacute;ndia e os Estados Unidos foram os mercados mais importantes para o crescimento das 50 marcas do top em 2020, contribuindo com 55%.</li>
<li style="text-align: justify;">A propor&ccedil;&atilde;o de marcas em crescimento que eram de tamanhos m&eacute;dio e grande aumentou de 50% para 54%.</li>
<li style="text-align: justify;">A quota de mercado das marcas globais no total das vendas caiu em v&aacute;rias regi&otilde;es. A quota de mercado das marcas locais cresceu 36.7%.</li>
<li style="text-align: justify;">O top 50 do ranking permanece bastante consistente, com 44 das 50 marcas a aparecerem nos &uacute;ltimos cinco anos.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Como a Kantar j&aacute; identificou no seu relat&oacute;rio Winning Omnichannel, a pandemia acelerou as compras de FMCG online, aumentando as vendas em 45%. Como resultado disto, a Coca-Cola, Heinz, Nescaf&eacute;, Colgate e Lay&rsquo;s foram as cinco marcas mais escolhidas online. A L&rsquo;Or&eacute;al Paris foi a marca mais bem sucedida online, com 17% das suas vendas a serem feitas online. O seu crescimento online de 35% compensou, parcialmente, as suas perdas em lojas f&iacute;sicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Marta Santos, Sector Director, afirma: &ldquo;2020 foi um ano desafiante, mas as marcas FMCG mantiveram-se consistentes e responsivas &agrave;s tend&ecirc;ncias do consumidor. A pandemia de Covid-19 alterou o crescimento anteriormente lento das marcas de FMCG, para um crescimento mais r&aacute;pido na maior parte das marcas do Top 50, em 2020. Com a penetra&ccedil;&atilde;o a ser o impulsionador mais importante para o crescimento das marcas, 88% das marcas aumentaram o n&uacute;mero de compradores que as escolheram. Em 2020, h&aacute; um crescimento global mais consistente, com ganhos em compradores vis&iacute;veis em mais mercados, a n&iacute;vel global".&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Top 25 das marcas mais escolhidas mundialmente</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br /><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Brand_Footprint_Top_25_Global.jpg" alt="Brand_Footprint_Top_25_Global.jpg" width="600" height="314" /></strong></p>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;</div>
<div>&nbsp;<strong>Top 20 das marcas mais escolhidas mundialmente Online</strong></div>
<div><strong><br /><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Brand_Footprint_Top_20_Online_Global.jpg" alt="Brand_Footprint_Top_20_Online_Global.jpg" width="600" height="438" /></strong></div>
<div>
<p><span style="font-size: x-small;">Mercados inclu&iacute;dos no ranking: Argentina, Bol&iacute;via, Brasil, Am&eacute;rica Central, Chile, China Continental, Col&ocirc;mbia, Fran&ccedil;a, GB, Gr&eacute;cia, Indon&eacute;sia, Irlanda, Mal&aacute;sia, M&eacute;xico, Peru, Filipinas, Portugal, Coreia do Sul, Espanha, Taiwan, Tail&acirc;ndia e Vietname</span></p>
</div>
<div>
<p><strong>Fonte</strong>: Relat&oacute;rio Brand Footprint da Kantat. Aceda ao Top 50 completo em:&nbsp;<a href="http://www.kantar.com/brandfootprint">http://www.kantar.com/brandfootprint</a></p>
</div>]]></description>
         <pubDate>Wed, 19 May 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Marcas-conseguem-aumentar-compradores-em-2020</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Webinar: Os Masterchefs Portugueses]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar-Os-Masterchefs-Portugueses</link>
         <description><![CDATA[<p><span>N&atilde;o &eacute; novidade para ningu&eacute;m que, no &uacute;ltimo ano, os h&aacute;bitos de consumo mudaram bastante. Devido &agrave; pandemia, foram feitas mais refei&ccedil;&otilde;es em casa e menos fora de casa.</span><br /><br /><span>Que implica&ccedil;&otilde;es teve esta situa&ccedil;&atilde;o em toda a rotina e din&acirc;mica dos lares em Portugal? O que consumiram mais dentro de casa? Cozinharam mais? Fizeram o mesmo n&uacute;mero de refei&ccedil;&otilde;es que faziam anteriormente? Tentaram reproduzir o consumo fora de casa, dentro de casa?</span><br /><br /><span>No webinar &ldquo;Os Masterchefs portugueses&rdquo;,&nbsp;</span><strong>Carolina Jord&atilde;o</strong><span>, Client Director, ir&aacute; responder a estas perguntas, fazendo o overview das altera&ccedil;&otilde;es do consumo das fam&iacute;lias em Portugal, no ano de 2020.</span><br /><br /><span>Contamos consigo!</span><br /><br /><strong>Dia</strong><span>: 13 de maio 2021</span><br /><strong>Hora</strong><span>: 10.00h</span><br /><strong>Dura&ccedil;&atilde;o</strong><span>: 30 minutos</span></p>
<p><a href="https://event.on24.com/eventRegistration/EventLobbyServlet?target=reg20.jsp&amp;referrer=&amp;eventid=3165206&amp;sessionid=1&amp;key=FDD12B11F269176E6907BFB7B018D09F&amp;regTag=&amp;V2=false&amp;sourcepage=register">Registe-se</a></p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 05 May 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar-Os-Masterchefs-Portugueses</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[MudanÃ§as em Refrigerantes: nem todos sÃ£o beneficiados]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Mudanas-em-Refrigerantes--nem-todos-so-beneficiados</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>O que tem vindo a acontecer</strong></p>
<p><strong></strong>Em 2018, a implementa&ccedil;&atilde;o de um imposto sobre a quantidade de a&ccedil;&uacute;car adicionado &agrave;s bebidas (e o seu agravamento em 2019) alterou o consumo de Refrigerantes em Portugal. As op&ccedil;&otilde;es com g&aacute;s (mais afetadas pelo imposto) sofreram perdas, n&atilde;o s&oacute; pelo aumento de pre&ccedil;o, mas tamb&eacute;m porque o consumidor ficou mais alerta com a perce&ccedil;&atilde;o de &ldquo;bebida com a&ccedil;&uacute;car adicionado&rdquo;, e, em consequ&ecirc;ncia alterou, os seus h&aacute;bitos. Os portugueses mudaram o consumo de Refrigerantes Com G&aacute;s para categorias como Sumos &amp; N&eacute;ctares e at&eacute; mesmo &Aacute;guas, na procura por uma op&ccedil;&atilde;o mais natural/saud&aacute;vel/menos processada. O mercado foi for&ccedil;ado a repensar estrat&eacute;gias para gerar mais valor nesta categoria t&atilde;o afetada: as marcas reinventaram promo&ccedil;&otilde;es, packs, litragens e at&eacute; mesmo receitas para otimizarem o seu portf&oacute;lio. Em 2020, o mundo defronta uma pandemia, que est&aacute; a mudar a vida das pessoas por todo o planeta. Nos portugueses, esta mudan&ccedil;a teve impacto nos seus h&aacute;bitos de consumo.</p>
<p><strong>De fora para dentro</strong></p>
<p><strong></strong>Em Portugal, as restri&ccedil;&otilde;es impostas limitam sobretudo as movimenta&ccedil;&otilde;es de pessoas na rua e recomendam a perman&ecirc;ncia dentro do lar (com o trabalho remoto a ser uma realidade para muitos), levando a que houvesse mudan&ccedil;as nos h&aacute;bitos dos portugueses. Com mais tempo em casa, o portugu&ecirc;s adaptou-se e tentou minimizar o impacto deste tempo mais &ldquo;confinado&rdquo; na sua forte cultura de conv&iacute;vio. Com as limita&ccedil;&otilde;es a que o canal HORECA foi sujeito e o distanciamento social recomendado, os momentos de refei&ccedil;&atilde;o e grupo/conv&iacute;vio deste canal perderam-se ou, pelo menos, alteraram-se. No entanto, as categorias de Bebidas (com &aacute;lcool e sem &aacute;lcool), muito fortes nestes momentos agora perdidos, tiveram crescimentos bastante interessantes de compras para dentro do lar, na tentativa dos consumidores de recriarem esses h&aacute;bitos, ainda que noutro ambiente. No que diz respeito a Refrigerantes, &eacute; principalmente nos segmentos com g&aacute;s que se v&ecirc; esta tend&ecirc;ncia de incorpora&ccedil;&atilde;o de compras do Out Of Home (OOH) para dentro de casa, com crescimentos em volume por lar e conquista de mais lares para a categoria. Ao contr&aacute;rio do esperado, esta din&acirc;mica &eacute; mais intensa no desconfinamento, a partir de Junho, do que durante a quarentena, o que pode indicar algum desconforto dos portugueses em retomar h&aacute;bitos no OOH. Adicionalmente, vemos tamb&eacute;m novos h&aacute;bitos em casa a ganharem express&atilde;o, por exemplo, &Aacute;gua T&oacute;nica, usada normalmente para misturar com Gin, conquista lares no Year to Date (YTD) a acabar em setembro, atingindo o seu m&aacute;ximo de penetra&ccedil;&atilde;o dos &uacute;ltimos 3 anos durante o per&iacute;odo de Ver&atilde;o, ganhando 4 pp de penetra&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><strong>Nem todos s&atilde;o beneficiados</strong></p>
<p><strong></strong>Num ano em que os portugueses est&atilde;o a ir menos vezes &agrave;s compras, os lares n&atilde;o s&oacute; compram mais vezes Refrigerantes (vs YTD 2019) como este &eacute; o driver de crescimento da categoria, com a contribui&ccedil;&atilde;o das op&ccedil;&otilde;es com G&aacute;s. O aumento na regularidade de compra pode ser consequ&ecirc;ncia de uma gest&atilde;o de out-of-pocket, do controlo do espa&ccedil;o de armazenamento na despensa ou mesmo com a pouca perce&ccedil;&atilde;o do consumo di&aacute;rio destes produtos. Aliando este crescimento de ocasi&otilde;es de compra aos 76 mil novos compradores, as bebidas Refrigerantes conseguem um crescimento de 11,3% em volume nos lares portugueses no YTD em an&aacute;lise.</p>
<p>Dentro deste panorama, Colas tem um destaque positivo, conseguindo crescer com base na expans&atilde;o de consumo dos seus compradores. 2020 fica marcado tamb&eacute;m por ser o ano em que op&ccedil;&otilde;es com baixo teor de a&ccedil;&uacute;car de Colas passam a entrar em mais lares do que as op&ccedil;&otilde;es regulares (com 167 mil novos compradores neste YTD). A troca entre os segmentos de Colas e a conquista de lares e crescimento das op&ccedil;&otilde;es com baixo teor de a&ccedil;&uacute;car, que j&aacute; vinha a acontecer, cimenta-se em 2020, fazendo deste segmento l&iacute;der de compras dos Refrigerantes Com G&aacute;s.</p>
<p>Por outro lado, Ice Tea perde interesse para os consumidores, sofrendo uma troca de compra para outros segmentos, principalmente durante o confinamento. O segmento n&atilde;o conseguiu ainda recuperar do afastamento dos compradores (decr&eacute;scimo de 3,7pp de penetra&ccedil;&atilde;o no YTD), mesmo com um impulso positivo nos meses de ver&atilde;o. A perda de Ice Tea associada ao dinamismo de Colas, custa-lhe a lideran&ccedil;a em Refrigerantes. Ice Tea j&aacute; n&atilde;o &eacute; o segmento mais importante nas compras para dentro de casa em 2020.</p>
<p>Outro segmento que acaba por perder mais este ano &eacute; o das Bebidas Desportivas. Mesmo n&atilde;o sendo forte dentro dos lares, a tend&ecirc;ncia de perda do ano anterior estabelece-se ainda mais em 2020, possivelmente afetado tamb&eacute;m com a mudan&ccedil;a de h&aacute;bitos dos portugueses.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 29 Apr 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Mudanas-em-Refrigerantes--nem-todos-so-beneficiados</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Kantar revela os hÃ¡bitos de compras da pandemia em 2020]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Kantar-revela-os-hbitos-de-compras-da-pandemia-em-2020</link>
         <description><![CDATA[<p>O setor de FMCG cresceu 10%, a n&iacute;vel mundial (sem precedentes) em 2020, comparando com os 2.5% de crescimento em 2019, quando a pandemia Covid-19 transformou as nossas vidas. O relat&oacute;rio Winning Omnichannel faz um sum&aacute;rio sobre as compras de mais de um milh&atilde;o de compradores, a n&iacute;vel global, representando o comportamento de 5 bili&otilde;es de pessoas (66% da popula&ccedil;&atilde;o mundial) e 83% do PIB mundial. Algumas conclus&otilde;es do estudo:</p>
<ul>
<li>A compra de comida aumentou 11.4%, uma vez que os lares passaram a fazer mais refei&ccedil;&otilde;es em casa.</li>
<li>As vendas de produtos de cuidado do lar aumentaram 9.8%, &agrave; medida que se foi aumentando o foco na higiene e limpeza, de forma a manter a seguran&ccedil;a.</li>
<li>Com a falta de intera&ccedil;&atilde;o social, o setor de Sa&uacute;de e Beleza ficou est&aacute;vel (0.1%), em compara&ccedil;&atilde;o com o ano de 2019, em que foi o setor que mais cresceu. Com a import&acirc;ncia de lavar as m&atilde;os, os produtos de lavagem de m&atilde;os e de corpo aceleraram de um crescimento de 6% para 16%.</li>
<li>As vendas de ecommerce aumentaram 45.5%, &agrave; medida que os lares optaram por compras de supermercado online. O com&eacute;rcio eletr&oacute;nico representa agora 6,5% das vendas de mercearias em todo o mundo.</li>
<li>Os EUA foi o mercado que mais cresceu (14%), seguido pela Europa Ocidental (11.2%), a Am&eacute;rica Latina (10.1%), a Europa Oriental (6.6%) e a &Aacute;sia (3.1%)</li>
<li>Apesar de as vendas de FMCG in-home atingirem os 10% em 2020, a combina&ccedil;&atilde;o entre in-home e out-of-home revela um decl&iacute;nio entre 2% a 5% para os setores de comida e bebidas (excluindo bebidas alco&oacute;licas).</li>
</ul>
<p>Bebidas, Latic&iacute;nios e Alimenta&ccedil;&atilde;o, que representaram 74% do valor total do FMCG em 2019, cresceram 8.6%, 10.3% e 11.4%, respetivamente, com o consumo fora de casa a ser transferido para dentro de casa, na grande parte do ano de 2020. Do top 20 de categorias mais impactadas positivamente pela Covid-19, 15 pertencem a estes setores. O crescimento das vendas de A&ccedil;&uacute;car e Ado&ccedil;antes, Ervas e Temperos e Azeite demonstra que os lares cozinharam mais em casa em 2020.</p>
<p>2020 colocou-nos mais longe dos bares e dos restaurantes, por isso a compra de bebidas alco&oacute;licas para dentro de casa aumentou 11%, comparando com os 2% em 2019 (Am&eacute;rica Latina, Europa Ocidental e &Aacute;sia).&nbsp;</p>
<p>&ldquo;2020 foi um ano transformador para o FMCG. Quando fizemos as nossas previs&otilde;es em 2019 (antes de existir Covid-19), esper&aacute;vamos o crescimento do FMCG perto dos 2.5%&rdquo;, explica St&eacute;phane Roger, Global Retail &amp; Shopper Director na Kantar, Worldpanel Division. "Desde o a&ccedil;ambarcamento para fazer stock no primeiro trimestre, passando pela transfer&ecirc;ncia do consumo fora de casa para dentro de casa e a falta de intera&ccedil;&atilde;o social, os impactos foram sentidos em todas as regi&otilde;es, pa&iacute;ses, canais, setores e categorias. Este contexto demonstrou a import&acirc;ncia de adapta&ccedil;&atilde;o ao desconhecido, para encontrar novas oportunidades de crescimento. Embora o FMCG tenha beneficiado da pandemia, nenhum crescimento &eacute; constante para sempre, destacando a import&acirc;ncia de compreender a evolu&ccedil;&atilde;o das tend&ecirc;ncias e comportamentos do consumidor e adaptar-se a eles."</p>
<p><strong>Ecommerce duplicou o seu crescimento</strong></p>
<p><strong></strong>A pandemia acelerou o crescimento do ecommerce em quase todos os mercados. Um adicional de 5% das fam&iacute;lias globais fez as suas compras de supermercado pelo menos uma vez online em 2020 - o que equivale a 67 milh&otilde;es de fam&iacute;lias adicionais. Em 2019, o ecommerce teve uma quota de mercado 4,9% no total FMCG, em 2020 com um crescimento de 45,5%, aumentou a sua quota para 6,5% das vendas globais de FMCG. Para efeito de compara&ccedil;&atilde;o, o crescimento do ecommerce em 2019 foi de 18,9%.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: small;"><strong>Quota do canal Ecommerce nas vendas totais de FMCG sales</strong></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-size: x-small;"><strong><br /><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Winning_Omnichannel_grafico_1.png" alt="Winning_Omnichannel_grafico_1.png" width="600" height="215" /></strong></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Veja o relat&oacute;rio completo aqui:&nbsp;<a href="https://kantar.turtl.co/story/omnichannel-2021-i/page/1">https://kantar.turtl.co/story/omnichannel-2021-i/page/1</a></strong></span></p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 21 Apr 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Kantar-revela-os-hbitos-de-compras-da-pandemia-em-2020</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[2021 vs 1Âº. Confinamento - o que mudou?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/2021-vs-1-Confinamento---o-que-mudou</link>
         <description><![CDATA[<p>Como j&aacute; se fazia prever no arranque do ano, os portugueses t&ecirc;m estado, em 2021, tendencialmente mais presentes nas lojas, sempre com um n&uacute;mero m&eacute;dio di&aacute;rio de compradores acima daquilo que foi a m&eacute;dia di&aacute;ria ao longo do ano 2020, ap&oacute;s o aparecimento do primeiro caso de Covid19 (de 2 de Mar&ccedil;o a 31 de Dezembro). Este n&uacute;mero m&eacute;dio de compradores foi gradualmente aumentando, conforme a evolu&ccedil;&atilde;o dos casos di&aacute;rios, ou seja, com os casos a diminuir, foi havendo cada vez mais idas &agrave;s compras de FMCG. Um dos dias com maior aflu&ecirc;ncia &agrave;s lojas, em 2021, foi no dia a seguir &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o do plano de desconfinamento e, consequentemente, a tend&ecirc;ncia das semanas seguintes foi de mais pessoas &ldquo;fora de casa&rdquo;.</p>
<p><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/KANTAR_Infografia_Covid-19 tracking_Abril_2021.png" alt="KANTAR_Infografia_Covid-19 tracking_Abril_2021.png" width="600" height="854" /></p>
<p>No que toca aos h&aacute;bitos de compra, observou-se durante o primeiro confinamento que havia um grande receio de cont&aacute;gio quando se ia &agrave;s compras, uma vez que ainda n&atilde;o se conhecia o comportamento e transmiss&atilde;o do v&iacute;rus, o que levou os lares portugueses a reduzirem o n&uacute;mero de cestas que faziam, mas enchendo o carrinho a cada visita. No entanto, neste segundo confinamento, constatou-se que a tend&ecirc;ncia foi noutra dire&ccedil;&atilde;o, ou seja, compraram mais regularmente e, face ao primeiro, o FMCG manteve-se est&aacute;vel. Se se comparar a m&eacute;dia do primeiro confinamento e a m&eacute;dia deste, os portugueses fizeram quase mais tr&ecirc;s cestas do que faziam e, consequentemente, o tamanho e valor destas foi menor, com as cestas a valerem menos 13,5% cada. Relativamente ao tipo de marcas compradas, os portugueses mantiveram a preocupa&ccedil;&atilde;o de racionalizar o seu budget, continuando a escolher marcas de distribui&ccedil;&atilde;o, sendo que, durante os per&iacute;odos de confinamento estas marcas pesaram quase 39% do total gasto em FMCG. Nesta preocupa&ccedil;&atilde;o na escolha das marcas, poder-se-&aacute; estar a ver os sinais da crise econ&oacute;mica gerada pela pandemia, onde muitas pessoas viram a sua vida alterada (quer por lay-off, quer por terem sido obrigados a fechar os seus neg&oacute;cios) e necessitaram de adaptar a maneira como gerem o seu or&ccedil;amento familiar. J&aacute; a maior aflu&ecirc;ncia e presen&ccedil;a nas lojas poder&aacute; estar relacionada com uma maior experi&ecirc;ncia e capacidade que adquiriram de lidar com a pandemia e as medidas impostas. Ainda que estejam mais &ldquo;relaxados&rdquo; do que no primeiro lockdown, quando se olha para o que era o h&aacute;bito Pr&eacute;-Covid (P1 e P2 2020), est&atilde;o, em 2021, a comprar com uma maior intensidade, isto &eacute;, mais vezes e em maiores quantidades do que faziam, uma vez que passam mais tempo em casa e sem a possibilidade de ir a um restaurante/caf&eacute; (consumo fora de casa) e alocam mais espa&ccedil;o das nossas cestas a marcas da distribui&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Outro fen&oacute;meno que se observou em 2020 foi a descentraliza&ccedil;&atilde;o dos canais de compra, onde Online e Tradicionais ganharam destaque face aos Hiper/Supermercados. No caso do Online, o confinamento foi mesmo a rampa de lan&ccedil;amento do canal, crescendo principalmente via novos compradores. Este segundo confinamento acabou por ser a confirma&ccedil;&atilde;o que o Online &eacute;, sem d&uacute;vida, um canal muito vi&aacute;vel para uma compra segura e pr&aacute;tica, principalmente em per&iacute;odos mais resguardados, mantendo-se com um grande crescimento face ao primeiro confinamento, contrariamente &agrave; tend&ecirc;ncia atual de estabiliza&ccedil;&atilde;o do mercado. O desenvolvimento do canal continua a ser sustentado por um grande crescimento de compradores, sendo que s&oacute; nos dois primeiros meses do ano quase 2 em cada 10 lares portugueses fizeram uma compra Online de FMCG (19%, +8.1pp vs hom&oacute;logo) e face ao primeiro confinamento, houve agora mais 148 mil lares a escolher este canal. Uma das categorias mais beneficiadas no e-commerce, neste confinamento, foram os Frescos, tipicamente adquiridos na loja f&iacute;sica, uma vez que houve mais lares a comprar esta categoria no canal e esteve presente em mais cestas, ganhando assim um maior peso dentro da compra online (+4,4pp Peso Valor). Pode-se, assim, perceber que o canal Online est&aacute; cada vez mais relevante na Distribui&ccedil;&atilde;o em Portugal e est&aacute; a entrar na rotina dos portugueses, havendo cada vez mais lares a comprar no canal, comprando categorias n&atilde;o s&oacute; de stockagem, mas tamb&eacute;m de rotina.</p>
<p><strong>Ficha T&eacute;cnica</strong>: Os dados de compra s&atilde;o baseados no Painel de Lares da Kantar, uma amostra de 4.000 lares participantes, representativos de Portugal Continental, dispersos em mais de 1.000 Pontos de Sondagem, que declaram as suas compras, no per&iacute;odo em an&aacute;lise das primeiras semanas de 2021. Os resultados apresentados t&ecirc;m um n&iacute;vel de confian&ccedil;a de 95%, com erro amostral associado de 1,96%.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 16 Apr 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/2021-vs-1-Confinamento---o-que-mudou</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Conhece o comportamento dos portugueses nas insÃ­gnias?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Conhece-o-comportamento-dos-portugueses-nas-insgnias</link>
         <description><![CDATA[<p><br /><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Kantar_Distribuicao_2020_1_Site.jpg" alt="Kantar_Distribuicao_2020_1_Site.jpg" width="600" height="333" /></p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 06 Apr 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Conhece-o-comportamento-dos-portugueses-nas-insgnias</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Kantar DistribuiÃ§Ã£o 2020 disponÃ­vel em abril]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Kantar-Distribuio-2020-disponvel-em-abril</link>
         <description><![CDATA[<p>Todos os anos, a Kantar, Worldpanel Division, desenvolve um estudo exaustivo sobre o desempenho da Distribui&ccedil;&atilde;o em Portugal, que inclui os principais retalhistas em Portugal (Continente, Pingo Doce, Lidl, Intermarch&eacute;, Auchan, Minipre&ccedil;o, Aldi, E. Leclerc, Canal Tradicional e Canal Online).</p>
<p>Este ano, incorporamos um novo cap&iacute;tulo: Mercadona que desde a sua entrada em 2019, j&aacute; chega a mais de 15% das fam&iacute;lias portuguesas.</p>
<p>Partindo do desempenho global do FMCG (Fast Moving Consuming Good), s&atilde;o analisados os v&aacute;rios tipos de comportamento de compra nos diferentes retalhistas, bem como revelados os tipos de comprador que caracterizam cada ins&iacute;gnia.</p>
<p>S&atilde;o alvo de an&aacute;lise os v&aacute;rios indicadores &ndash; frequ&ecirc;ncia de compra, tamanho das cestas, volume, gasto m&eacute;dio, etc., com um especial foco na Penetra&ccedil;&atilde;o (% de compradores que compra naquele retalhista), naquele a que vulgarmente se chama o momento da verdade &ndash; a escolha de cada marca/local/loja em vez de outra(s), ou mais que outra(s).</p>
<p>Toda esta an&aacute;lise &eacute; complementada pela caracteriza&ccedil;&atilde;o das cestas dos portugueses &ndash; miss&otilde;es de compra: por categorias/macro categorias e com o universo das Marcas da Distribui&ccedil;&atilde;o Vs. Marcas de Fabricante.</p>
<p>Apesar da sua abrang&ecirc;ncia, este relat&oacute;rio pode ser adquirido por cap&iacute;tulos (exemplo: Mercadona, Continente e Online).</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 26 Mar 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Kantar-Distribuio-2020-disponvel-em-abril</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[A estabilidade perturbada do mercado dos combustÃ­veis]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/A-estabilidade-perturbada-do-mercado-dos-combustveis</link>
         <description><![CDATA[<p>Nos anos anteriores ao abalo da Covid-19, o mercado de combust&iacute;veis para uso particular (da popula&ccedil;&atilde;o residente em Portugal) encontrava-se numa tend&ecirc;ncia sustentada de leve crescimento. Sendo verdade que o ritmo j&aacute; n&atilde;o era t&atilde;o pujante como o dos anos imediatamente p&oacute;s-crise 2008-2012, e que o crescimento vinha principalmente do diesel (a gasolina tem estagnado), o setor continuava claramente a beneficiar de um contexto nacional favor&aacute;vel, em que o desemprego diminu&iacute;a e o rendimento das fam&iacute;lias aumentava. Estes fatores econ&oacute;micos, determinantes para este mercado, compensavam largamente tend&ecirc;ncias contr&aacute;rias que se vinham afirmando, mas de forma ainda muito suave em Portugal. Falamos do crescimento de ve&iacute;culos el&eacute;tricos, o ressurgir de antigos meios de locomo&ccedil;&atilde;o como a bicicleta ou ainda a prefer&ecirc;ncia pelos transportes p&uacute;blicos, incentivada pela descida do pre&ccedil;o dos passes sociais. Neste contexto, o que se verificava era uma grande estabilidade a n&iacute;vel das quotas de mercado dos principais atores, sem grandes perturba&ccedil;&otilde;es, a n&atilde;o ser algumas oscila&ccedil;&otilde;es a meio da tabela.</p>
<p>Mas n&atilde;o nos deixemos enganar pelos n&uacute;meros. Se as for&ccedil;as relativas do mercado se t&ecirc;m mantido mais ou menos inalteradas, a verdade &eacute; que n&atilde;o tem faltado iniciativa por parte das empresas do setor no que diz respeito a comunica&ccedil;&atilde;o, lan&ccedil;amentos de parcerias, e inova&ccedil;&atilde;o, onde t&ecirc;m predominado os temas dos combust&iacute;veis de melhor qualidade (e mais &ldquo;verdes&rdquo;), e dos descontos cruzados (uso de cart&otilde;es de alimenta&ccedil;&atilde;o, clubes desportivos, bancos, etc.). Dois objetivos principais nestas a&ccedil;&otilde;es: criar uma imagem mais amig&aacute;vel ambientalmente e combater a concorr&ecirc;ncia baseada apenas em pre&ccedil;o dos postos dos hipermercados. E se estas a&ccedil;&otilde;es podiam n&atilde;o estar a ter um impacto direto na batalha dos n&uacute;meros, foram sem d&uacute;vida contribuindo para a constru&ccedil;&atilde;o da imagem das v&aacute;rias marcas, a famosa Brand Equity. Este dinamismo foi-se revelando tanto nos l&iacute;deres de mercado, como em novos atores. A Prio, por exemplo, tem colocado muitos esfor&ccedil;os em construir uma imagem diferenciada, que associa o low-cost ao selo de qualidade e modernidade (cria&ccedil;&atilde;o de aplica&ccedil;&otilde;es, pagamentos autom&aacute;ticos), conseguindo assim chegar a uma clientela completamente distinta das concorrentes de baixo pre&ccedil;o.</p>
<p>Ora, quando repentinamente chega, em 2020, uma pandemia que obriga grande parte da popula&ccedil;&atilde;o a limitar drasticamente os seus movimentos, &eacute; precisamente na sua Brand Equity que se podem apoiar as empresas. A crise anterior j&aacute; o tinha demonstrado e as empresas aprenderam a li&ccedil;&atilde;o e foram trabalhando nos eixos mais importantes (reputa&ccedil;&atilde;o, prop&oacute;sito) nos anos seguintes &agrave; crise. O estudo BrandZ de 2020 (estudo das top 100 marcas a n&iacute;vel global da Kantar) demonstrou que a varia&ccedil;&atilde;o do valor das marcas com a crise pand&eacute;mica de 2020 foi muito mais contida (tanto positiva como negativamente) do que na crise anterior. Isto explica-se n&atilde;o s&oacute; por haver mais marcas tecnol&oacute;gicas no top 100, mas tamb&eacute;m porque as marcas presentes s&atilde;o mais fortes (em crit&eacute;rios de prop&oacute;sito, diferencia&ccedil;&atilde;o e sali&ecirc;ncia) do que no passado. Ou seja, a for&ccedil;a das marcas criou-lhes resili&ecirc;ncia.</p>
<p>Essa resili&ecirc;ncia viria a ser fundamental num setor como o dos combust&iacute;veis, fortemente impactado pela pandemia. Efetivamente, se em 2019 cada ve&iacute;culo portugu&ecirc;s foi levado ao posto de combust&iacute;vel cerca de 28 vezes ao ano, em m&eacute;dia, em 2020 n&atilde;o cheg&aacute;mos a visitar esses mesmos postos nem 20 vezes ao ano (uma diminui&ccedil;&atilde;o de mais de 30% na regularidade de abastecimento). A este fen&oacute;meno juntou-se tamb&eacute;m uma press&atilde;o sobre os pre&ccedil;os do mercado, que os fez baixar como nunca antes no pico da pandemia, contribuindo para uma queda abrupta do mercado em volume e em valor, que impactou todos os agentes.</p>
<p>Num mercado em forte contra&ccedil;&atilde;o, a concorr&ecirc;ncia torna-se mais aguerrida e &eacute; nesses momentos que acontece uma de duas coisas: ou emergem as for&ccedil;as e vulnerabilidades dos atores, ou, em mercados em que o produto est&aacute; mais banalizado e tem caracter&iacute;sticas de commodity, as op&ccedil;&otilde;es mais baratas ganham espa&ccedil;o. &Eacute; precisamente este segundo efeito que vimos acontecer na nossa vizinha Espanha, em que as marcas brancas de combust&iacute;vel foram as mais resistentes &agrave; queda (sem conseguir crescer, mas caindo menos que as outras), tendo sido privilegiadas pelos utilizadores face aos l&iacute;deres de mercado, numa clara busca de pre&ccedil;o mais baixo. Pelo contr&aacute;rio, em Portugal, em que o mercado sempre mostrou provas de que n&atilde;o se comportava como uma commodity (as marcas brancas t&ecirc;m historicamente um peso menor do que em Espanha e os combust&iacute;veis aditivados, mais caros, t&ecirc;m maior import&acirc;ncia), o que vimos acontecer foi a primeira situa&ccedil;&atilde;o. De facto, as empresas com as maiores redes de distribui&ccedil;&atilde;o e que ofereciam propostas de valor mais fortes aos seus clientes, foram as mais resilientes. Num movimento em que cada condutor se centralizou no seu posto habitual e de maior proximidade, todas as marcas ganharam em fidelidade, tanto em Espanha como em Portugal, mas enquanto em Espanha as marcas brancas foram as que mais refor&ccedil;aram essa fidelidade, em Portugal quem mais refor&ccedil;ou a lealdade dos compradores foram os l&iacute;deres.</p>
<p>Neste contexto, os descontos cruzados com os retalhistas alimentares, que j&aacute; eram importantes no mercado, assumiram um papel mais relevante ainda, em parte pelo mercado alimentar ter ganho alento com a pandemia (transfer&ecirc;ncia de consumo de fora para dentro de casa), mas tamb&eacute;m pelas campanhas que foram sido feitas no sentido de dar destaque a estas parcerias. A din&acirc;mica de parcerias na pr&oacute;pria gest&atilde;o das lojas de conveni&ecirc;ncia dos postos de abastecimento, primeiro entre a BP e o Pingo Doce &amp; Go, e agora o anunciado pela Cepsa com o MyAuchan, s&oacute; vem refor&ccedil;ar esta uni&atilde;o entre setor alimentar e petrol&iacute;fero, que tem sido uma clara aposta de fideliza&ccedil;&atilde;o para ambas as partes e que demonstrou agora ser um elemento de resist&ecirc;ncia em momentos de crise.</p>
<p>Neste que foi um ano at&iacute;pico para todos, certos setores, como o da alimenta&ccedil;&atilde;o ou tecnologia, estiveram &ldquo;no s&iacute;tio certo, &agrave; hora certa&rdquo; e outros foram precisamente o oposto, n&atilde;o podiam funcionar num contexto de restri&ccedil;&otilde;es de movimento (combust&iacute;veis) ou de acesso (cultura). Para estes &uacute;ltimos, poder estar associado &agrave;queles que foram beneficiados foi uma clara vantagem no momento da crise e poder&aacute; continuar a ser no futuro. Assegurarmos que, quando houver liberta&ccedil;&atilde;o de movimentos, temos uma atratividade refor&ccedil;ada e que cri&aacute;mos la&ccedil;os com os nossos clientes nos momentos piores, ser&aacute; o que ir&aacute; garantir que temos condi&ccedil;&otilde;es para defender, o recuperar, o nosso posicionamento mais desejado no futuro.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 25 Mar 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/A-estabilidade-perturbada-do-mercado-dos-combustveis</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Omnicanalidade cada vez mais forte]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Omnicanalidade-cada-vez-mais-forte</link>
         <description><![CDATA[<p><br /><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Teaser_Catman_site.jpg" alt="Teaser_Catman_site.jpg" width="597" height="332" /></p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 22 Mar 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Omnicanalidade-cada-vez-mais-forte</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Novo contexto favorece o crescimento de Chocolates]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Novo-contexto-favorece-o-crescimento-de-Chocolates</link>
         <description><![CDATA[<p>A rela&ccedil;&atilde;o do chocolate com o bem-estar do indiv&iacute;duo j&aacute; n&atilde;o &eacute; novidade. A ci&ecirc;ncia afirma que este alimento &eacute; capaz de aumentar a a&ccedil;&atilde;o da endorfina e dopamina no corpo humano, ambas hormonas respons&aacute;veis pela sensa&ccedil;&atilde;o de relaxamento. Assim, os chocolates destacam-se na nova realidade incerta que estamos a viver e parecem servir mesmo como um calmante em tempos t&atilde;o dif&iacute;ceis.</p>
<p>No estado de emerg&ecirc;ncia, em mar&ccedil;o do ano passado, houve maior regularidade de compra do segmento. Por&eacute;m, foi mesmo no per&iacute;odo de confinamento quando a procura por chocolates disparou. Mais tempo em casa, mais ocasi&otilde;es de consumo e consequentemente, a procura por alimentos de indulg&ecirc;ncia, foram os gatilhos para que o comprador portugu&ecirc;s recorresse ao conforto proporcionado pelos chocolates.</p>
<p>Tabletes de chocolate foi com certeza a categoria de maior destaque neste per&iacute;odo. No &uacute;ltimo ano, mais de 70% da popula&ccedil;&atilde;o comprou a categoria, o que ressalta a busca por um consumo em grande quantidade. Al&eacute;m de apresentar um crescimento bastante significativo e superior aos trimestres anteriores, as tabletes foram capazes de ganhar espa&ccedil;o em diversos tipos de lares. Desde os jovens e adultos, at&eacute; os lares com filhos e tamb&eacute;m os reformados intensificaram o consumo da categoria.</p>
<p>As receitas culin&aacute;rias tamb&eacute;m ganharam relev&acirc;ncia na fase em que o consumidor esteve mais tempo em casa. Por isso, categorias relacionadas com receitas doces e sobremesas, como farinhas, a&ccedil;&uacute;cares, leite condensado e tamb&eacute;m as tabletes de chocolate para culin&aacute;ria destacaram-se no per&iacute;odo de confinamento.</p>
<p>Entretanto, as categorias de chocolate que t&ecirc;m como principal driver a praticidade, como as pastilhas e os bombons, foram menos beneficiadas neste per&iacute;odo.</p>
<p>O chocolate de leite continua a ser o favorito do consumidor portugu&ecirc;s, por&eacute;m, o chocolate negro tem atingido crescimento, muito provavelmente devido &agrave; sua associa&ccedil;&atilde;o com benef&iacute;cios para a sa&uacute;de, devido &agrave;s suas propriedades antioxidantes. J&aacute; o chocolate branco e os com frutos secos, possuem um target mais especifico, mas tamb&eacute;m desenvolvem-se de forma positiva.</p>
<p>No in&iacute;cio da fase de desconfinamento, os chocolates saem do seu auge e desaceleram. Ainda assim, a performance &eacute; superior ao per&iacute;odo pr&eacute;-covid. Durante os meses mais quentes do ano os compradores investiram menos no segmento e compraram menos volume. Ao contr&aacute;rio do que aconteceu no &uacute;ltimo per&iacute;odo (14 de setembro a 11 de outubro), quando as temperaturas voltaram a cair e os casos de covid voltaram a aumentar na Europa.</p>
<p>A verdade &eacute; que apesar dos tempos bastante sombrios que estamos a viver, algumas categorias de FMCG est&atilde;o a ser muito favorecidas por um consumidor que passa mais tempo&nbsp;em casa. Chocolates &eacute; certamente um dos segmentos de maior destaque neste novo cen&aacute;rio e a tend&ecirc;ncia &eacute; que efetivamente continue a ser um companheiro do consumidor portugu&ecirc;s nas ocasi&otilde;es de consumo habituais e tamb&eacute;m nos novos momentos de indulg&ecirc;ncia que este novo contexto trouxe.&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 02 Mar 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Novo-contexto-favorece-o-crescimento-de-Chocolates</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Pet Care: Um universo de extremos]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Pet-Care-Um-universo-de-extremos</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Hipersuper%20Setembro%202020%201.pdf">Hipersuper</a></p>
<p>Mais de metade das fam&iacute;lias portuguesas t&ecirc;m animais de estima&ccedil;&atilde;o em casa, um n&uacute;mero que tem vindo a crescer ao longo dos &uacute;ltimos anos. Todavia, apesar da tend&ecirc;ncia crescente, este mercado pesa cerca de 2% daquilo que os portugueses gastam no total FMCG.</p>
<p>Crescente tamb&eacute;m &eacute; o n&uacute;mero de compradores deste mercado vs. os donos efetivos destes animais. Existe uma boa parte destas vendas que n&atilde;o chega a entrar nos lares portugueses, que correspondem &agrave;s doa&ccedil;&otilde;es a associa&ccedil;&otilde;es/entidades, ou at&eacute; simplesmente a pessoas singulares, que tamb&eacute;m fazem hoje mover este mercado.</p>
<p>As fortes campanhas de sensibiliza&ccedil;&atilde;o t&ecirc;m neste &acirc;mbito um papel fundamental e quando s&atilde;o lideradas e/ou facilitadas por marcas altamente reconhecidas, conseguem resultados fant&aacute;sticos! Exemplo disso, foi a campanha do Lidl &ldquo;Abandono N&atilde;o tem Gra&ccedil;a&rdquo;, que em 2019 bateu recordes: &ldquo;a maior doa&ccedil;&atilde;o de ra&ccedil;&atilde;o animal alguma vez feita em resultado de uma campanha de sensibiliza&ccedil;&atilde;o contra o abandono animal, desenvolvida exclusivamente por uma empresa de retalho&rdquo;. Aliando o desafio no Facebook dos seus f&atilde;s, &agrave;s compras em loja conseguindo cerca de 43 toneladas de ra&ccedil;&atilde;o. Ou, mais recentemente, a &ldquo;N&atilde;o deixe para amanh&atilde; a ajuda que pode dar hoje&rdquo;, do Banco Solid&aacute;rio Animal em per&iacute;odo de pandemia, com o apoio da Miss&atilde;o Continente que conseguiu 21 toneladas, sem os habituais volunt&aacute;rios.</p>
<p>Olhando para a clientela destas duas ins&iacute;gnias, facilmente entendemos o alcance de compradores que fazem nestas lojas as suas compras de FMCG vs. os compradores que compram nelas Pet Food (compras que entram nos lares portugueses). E claro, o potencial que a categoria ainda tem nestas ins&iacute;gnias&hellip; at&eacute; aos 60,6% de penetra&ccedil;&atilde;o do total mercado.</p>
<p>Mas se em tempos pand&eacute;micos se o universo de pet care teve um papel preponderante para uns, para outros tornou-se mais um peso &ndash; a responsabilidade, o trabalho, e a despesa. E os tempos que se avizinham prev&ecirc;em-se dif&iacute;ceis. Os pedidos de ado&ccedil;&atilde;o de animais de companhia dispararam durante o confinamento e o isolamento social, em simult&acirc;neo, aumentaram tamb&eacute;m as situa&ccedil;&otilde;es de abandono e viol&ecirc;ncia aos animais, devido &agrave; deteriora&ccedil;&atilde;o das condi&ccedil;&otilde;es econ&oacute;micas de milhares de portugueses, mas tamb&eacute;m a receios que pudessem transmitir o novo v&iacute;rus aos seres humanos (mas antes, e infelizmente, tamb&eacute;m j&aacute; existiam).</p>
<p>Um universo de extremos, cuidadores (ou n&atilde;o) do 8 ao 80!</p>
<p>Do lado do 80, temos todo um universo premium: linhas de sa&uacute;de, servi&ccedil;os de catering, creches, fot&oacute;grafos, esplanadas e caf&eacute;s, cabeleireiros, lojas de roupa, spas, festivais, pastelarias, existe de tudo! O pet friendly tornou-se um habitu&eacute; e at&eacute; espa&ccedil;os e neg&oacute;cios se renderam: o Alegro Alfragide, o LX Factory, os transportes &ndash; metropolitano, a TAP. Ou at&eacute; as Pousadas de Portugal s&atilde;o exemplos disso &ndash; t&ecirc;m acessos e servi&ccedil;os exclusivos ex: WC&rsquo;s, sinal&eacute;ticas "Bem-vindos C&atilde;opanheiros", etc. Deste lado, a forma de tratamento humano no pet care faz com que os valores e op&ccedil;&otilde;es de consumo e de vida, se transfiram da fam&iacute;lia para o animal de estima&ccedil;&atilde;o. E assistimos neste momento, a um afastamento do segmento seco e maior interesse em h&uacute;mido e snacks tanto nos universos de c&atilde;o, como de gato. Enquanto que a alimenta&ccedil;&atilde;o mais natural e crua ganha relev&acirc;ncia. N&atilde;o obstante, a alimenta&ccedil;&atilde;o seca continua a representar mais de 76% do volume do mercado (YTD P6&rsquo;2020), mas com -1,5 de quota Vs. homologo.</p>
<p>Neste primeiro semestre do ano, cada lar portugu&ecirc;s gastou em m&eacute;dia 58&euro; (+7,1% vs. homologo), num universo que continua a ser liderado por fabricantes &ndash; Nestl&eacute; continua a fortalecer a sua lideran&ccedil;a.</p>
<p>Este novo contexto, favoreceu a Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna de uma forma geral, mas com destaque para o Intermarch&eacute; que ganha relev&acirc;ncia no mercado. Registando compras mais frequentes e maior &euro; investimento. Mesma tend&ecirc;ncia do canal Online. Tal como assistimos de forma geral em FMCG, tamb&eacute;m em no universo de Pet Food o comprador descentraliza as suas compras. Prova disso, &eacute; o crescimento dos Tradicionais neste universo. Por tudo isto, o desafio &eacute; grande - para marcas e retalhistas!</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 18 Feb 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Pet-Care-Um-universo-de-extremos</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Confinamento 2.0: comprador mais preparado]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Confinamento-20--o-comprador-mais-preparado</link>
         <description><![CDATA[<p>Com o plano de vacina&ccedil;&atilde;o j&aacute; em marcha e um relaxamento das restri&ccedil;&otilde;es durante a &eacute;poca das Festas, os lares portugueses arrancaram o ano menos preocupados com o risco de cont&aacute;gio. Isto acabou por se refletir no padr&atilde;o de compra, tendo havido mais compradores nas lojas (maior aflu&ecirc;ncia) e a fazerem cestas de compras mais pequenas. Se compararmos a m&eacute;dia di&aacute;ria de cestas feitas durante o ano de 2020 (desde o dia em que foram confirmados os primeiros casos de Covid-19) com a m&eacute;dia deste ano, verifica-se que os portugueses est&atilde;o a fazer mais 8% de cestas diariamente, podendo isto querer dizer que come&ccedil;aram o ano mais confiantes e foram mais frequentemente &agrave;s compras.</p>
<p>No entanto, com o avan&ccedil;ar da pandemia, o n&uacute;mero de casos di&aacute;rios testados come&ccedil;ou a avan&ccedil;ar a um ritmo galopante e a 6 de Janeiro foi ultrapassada a fasquia dos 10.000 casos em apenas 24 horas, situa&ccedil;&atilde;o que viria a acontecer no resto do m&ecirc;s. Este n&uacute;mero crescente alarmou as fam&iacute;lias portuguesas que, no dia 8 de Janeiro, tiveram um comportamento de compra semelhante ao que j&aacute; tinha sido visto a 3 de Mar&ccedil;o de 2020 &ndash; primeiro dia de corrida &agrave;s lojas ap&oacute;s serem detetados os primeiros casos no pa&iacute;s, ou seja, uma maior aflu&ecirc;ncia &agrave;s lojas e tamb&eacute;m com cestas com um n&uacute;mero de produtos acima da m&eacute;dia. Este padr&atilde;o de compra acabou por estabilizar nos dias seguintes e os portugueses voltaram a ir mais regularmente &agrave;s lojas do que face &agrave; m&eacute;dia di&aacute;ria de 2020, ainda assim, abaixo do que era o hist&oacute;rico e este parece ser o padr&atilde;o que acompanhar&aacute; os pr&oacute;ximos meses. Tem-se verificado tamb&eacute;m que quando &eacute; feita uma altera&ccedil;&atilde;o nas restri&ccedil;&otilde;es &ndash; como in&iacute;cio do confinamento ou fecho das escolas &ndash; os lares sentem uma maior necessidade de refor&ccedil;ar a sua despensa, uma vez que significa haver mais membros do lar a voltarem para casa. Tamb&eacute;m houve uma altera&ccedil;&atilde;o no que diz respeito ao dia de compras, sendo que agora o domingo &eacute; o dia menos escolhido pelos lares, quando em 2020, o dia mais fraco era a segunda-feira (agora &eacute; um dos mais fortes).</p>
<p><br /><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/KANTAR_Infografia_Covid-19 tracking_Fevereiro_2021.png" alt="KANTAR_Infografia_Covid-19 tracking_Fevereiro_2021.png" width="600" height="849" /></p>
<p>Para al&eacute;m da diferen&ccedil;a da rea&ccedil;&atilde;o dos lares portugueses entre o a&ccedil;ambarcamento de 2020 e a entrada num segundo confinamento em 2021, tamb&eacute;m o tipo de produtos que estiveram nas prioridades deles mudou. Cestas carregadas de produtos de grande dura&ccedil;&atilde;o, como conservas (atum, sardinhas, fruta), farinhas, leguminosas (gr&atilde;o e feij&atilde;o seco) e bacalhau seco foram substitu&iacute;das por produtos de compra mais frequente como mais frescos (frutas e legumes, carne e peixe), p&atilde;o de padeiro, iogurtes, caf&eacute; mo&iacute;do, vinho, entre outros. Tamb&eacute;m no cuidado de lar, os portugueses procuraram produtos mais ligados ao bem estar do lar e cuidado com a roupa (uma vez que est&atilde;o mais tempo em casa) escolhendo sobretudo amaciadores, sacos do lixo, ambientadores e esfreg&otilde;es e panos, em detrimento dos len&ccedil;os de papel, lix&iacute;vias, detergente p&oacute; manual e luvas de uso dom&eacute;stico. J&aacute; no caso da Higiene e Beleza, os portugueses j&aacute; conhecem quais as principais necessidades de cuidado pessoal em casa, destacando-se na cesta as fraldas descart&aacute;veis para beb&eacute;s, produtos para o banho como champ&ocirc;s e gel, pensos higi&eacute;nicos e produtos relacionados com a higiene oral.</p>
<p>Podemos assim perceber que todas as mudan&ccedil;as, restri&ccedil;&otilde;es e incertezas ao longo de 2020 tornaram o portugueses em 2021 muito mais experientes durante uma crise pand&eacute;mica e, por isso, mais preparados e flex&iacute;veis para um confinamento eminente. Esta prepara&ccedil;&atilde;o ficou n&atilde;o s&oacute; refletida por uma menor corrida &agrave;s lojas e a&ccedil;ambarcamento generalizado, como tamb&eacute;m ficou refletido pelas escolhas feitas para dentro da cesta, preferindo produtos para o bem estar do lar em vez de len&ccedil;os e desinfetantes e produtos mais frescos em detrimento de produtos &ldquo;de sobreviv&ecirc;ncia&rdquo;.</p>
<p><strong>Ficha T&eacute;cnica</strong>: Os dados de compra s&atilde;o baseados no Painel de Lares da Kantar, uma amostra de 4.000 lares participantes, representativos de Portugal Continental, dispersos em mais de 1.000 Pontos de Sondagem, que declaram as suas compras, no per&iacute;odo em an&aacute;lise das 3 primeiras semanas de 2021. Os resultados apresentados t&ecirc;m um n&iacute;vel de confian&ccedil;a de 95%, com erro amostral associado de 1,96%.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 05 Feb 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Confinamento-20--o-comprador-mais-preparado</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Webinar: O filme de 2020!]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar-O-filme-de-2020</link>
         <description><![CDATA[<p>O ano de 2020 foi um filme! O padr&atilde;o de compra dos portugueses foi mudando em fun&ccedil;&atilde;o do confinamento, depois em fun&ccedil;&atilde;o do desconfinamento e novamente com as restri&ccedil;&otilde;es que se registavam ao fim de semana, em muitas localidades do pa&iacute;s. <br /> <br /> Neste webinar, <strong>Marta Santos</strong> ir&aacute; partilhar o filme de 2020, abordando as v&aacute;rias fases da pandemia, as adapta&ccedil;&otilde;es que os lares portugueses tiveram de fazer com a nova realidade e ir&aacute; lan&ccedil;ar perspetivas para o ano de 2021 em termos de din&acirc;micas do consumidor e da Distribui&ccedil;&atilde;o. <br /> <br /> Contamos consigo!</p>
<p><strong>Dia</strong>: quinta-feira, 11 de fevereiro</p>
<p><strong>Hora</strong>: 10.00h<br /><strong>Dura&ccedil;&atilde;o</strong>: 30 minutos</p>
<p><a href="https://event.on24.com/eventRegistration/EventLobbyServlet?target=reg20.jsp&amp;referrer=&amp;eventid=3006271&amp;sessionid=1&amp;key=1CC1D377571B3C3AC82459AD8989260A&amp;regTag=&amp;V2=false&amp;sourcepage=register">Registe-se</a></p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 04 Feb 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar-O-filme-de-2020</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Dez insights sobre o impacto do COVID-19]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Dez-insights-sobre-o-impacto-que-COVID-19</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao entrarmos em 2021, em algumas regi&otilde;es a sensa&ccedil;&atilde;o &eacute; de regresso ao in&iacute;cio da pandemia, apesar de noutras quase n&atilde;o existirem restri&ccedil;&otilde;es. Reunimos dez insights, revisitando algumas das tend&ecirc;ncias mais importantes que revel&aacute;mos no in&iacute;cio: olhamos para o impacto no crescimento do FMCG, em todo o mundo; a acelera&ccedil;&atilde;o do com&eacute;rcio online por regi&atilde;o; que setores, categorias, fabricantes e marcas se sa&iacute;ram melhor; e como a pandemia impactou verdadeiramente no comportamento de compra.</p>
<p>Como o Covid-19 influenciou o nosso comportamento em 2020 e como achamos que ir&aacute; impactar em 2021:</p>
<ol>
<li>O crescimento do FMCG deve atingir 10% no final do primeiro trimestre de 2021. Mas &eacute; pouco prov&aacute;vel vermos crescimento de dois d&iacute;gitos nas compras para dentro do lar outra vez. Uma corre&ccedil;&atilde;o &eacute; inevit&aacute;vel. A escala e o timing desta corre&ccedil;&atilde;o depender&aacute; de muitas incertezas: a implementa&ccedil;&atilde;o dos planos de vacina&ccedil;&atilde;o, impacto da recess&atilde;o, o teletrabalho p&oacute;s pandemia, as mudan&ccedil;as nas restri&ccedil;&otilde;es e por a&iacute; fora.</li>
<li>O crescimento do FMCG na China est&aacute; em decl&iacute;nio: o crescimento m&eacute;dio global n&atilde;o mostra o quadro completo, dado que a China continental (a que contribui mais) e quatro outros pa&iacute;ses viram um crescimento mais lento do FMCG durante a pandemia do que antes. O fraco desempenho das vendas durante o Ano Novo Chin&ecirc;s &eacute; o principal respons&aacute;vel pelo decl&iacute;nio na China. Este ano, no entanto, dadas as restri&ccedil;&otilde;es agora serem m&iacute;nimas, esperamos um grande retorno neste mercado.</li>
<li>Prev&ecirc;-se que a quota de mercado do com&eacute;rcio online no FMCG chegue aos 12% at&eacute; o final do primeiro trimestre: isto &eacute; o equivalente a dois anos de crescimento da quota em apenas um ano. Contudo, olhando apenas para a Europa, prev&ecirc;-se que o com&eacute;rcio online atinja os 9% de quota de mercado das vendas, tornando-o a tend&ecirc;ncia de retalho mais acelerada do ano. Existem muitos ganhos na Am&eacute;rica Latina tamb&eacute;m, mas de uma forma geral, a quota de mercado mant&eacute;m-se abaixo de 1%. Ser&aacute; este outro sinal de que o Oeste come&ccedil;ou a seguir as tend&ecirc;ncias que v&ecirc;m do Este? Espera-se algum decl&iacute;nio na quota, neste ano, particularmente se a recess&atilde;o se agravar.</li>
<li>O setor de Sa&uacute;de e Beleza passou do crescimento mais r&aacute;pido (em 2019) para o de crescimento mais lento durante a pandemia. O oposto &eacute; verdadeiro para o setor de Alimenta&ccedil;&atilde;o (n&atilde;o inclui comida para consumo fora de casa). De facto, todos os setores FMCG fora de Sa&uacute;de e Beleza beneficiaram por estarmos em casa mais tempo. Espera-se, no entanto, uma forte recupera&ccedil;&atilde;o do setor de beleza, quando conseguirmos sair mais!</li>
<li>O forte crescimento do FMCG tamb&eacute;m &eacute; visto ao n&iacute;vel da categoria, com duas em tr&ecirc;s categorias a cresceram rapidamente durante a pandemia, mais do que antes; Em dez verifica-se o crescimento a dois d&iacute;gitos. O que &eacute; particularmente interessante &eacute; a forma como a pandemia reanimou algumas categorias como Sidras, Air Care e Vinho. No entanto, ficar&atilde;o estas categorias mais vulner&aacute;veis quando a &ldquo;normalidade&rdquo; regressar?</li>
<li>Tr&ecirc;s fabricantes globais cresceram 10% ou mais desde a pandemia. Reckitt Benckiser (RB), Kellogg&rsquo;s e Kraft Heinz. O pequeno-almo&ccedil;o tem sido sempre uma ocasi&atilde;o mais dentro de casa, mas os cereais t&ecirc;m vindo, lentamente, a perder para as alternativas. Contudo, isto n&atilde;o impediu a Kellogg&rsquo;s de ganhar durante a pandemia. A Kraft-Heinz talvez seja menos surpreendente: gostamos de solu&ccedil;&otilde;es de refei&ccedil;&otilde;es que sejam f&aacute;ceis de armazenar e fazer; condimentos como Ketchup tamb&eacute;m cresceram.</li>
<li>As duas marcas que mais crescem em FMCG no mundo s&atilde;o comprovadamente destruidoras do COVID-19: Dettol e Harpic, ambas fabricadas pela RB. Isto n&atilde;o &eacute; surpreendente, uma vez que as nossas rotinas de higiene, claro, mudaram drasticamente no &uacute;ltimo ano. Provavelmente isto ir&aacute; reduzir no futuro, mas manter-se-&aacute; consideravelmente mais elevado do que antes da pandemia.&nbsp;</li>
<li>Por todo o lado, as pessoas foram menos vezes &agrave;s compras, mas compraram mais por cada ida. A Europa viu, novamente, as mudan&ccedil;as mais dram&aacute;ticas no comportamento do consumidor. Contudo, &eacute; pouco prov&aacute;vel que este comportamento consiga reverter para os n&iacute;veis anteriores. Os nossos planos de compras ir&atilde;o ser mais flex&iacute;veis &ndash; menos planeados &ndash; porque podem ser.</li>
<li>Analisando os dados do Reino Unido, verifica-se que (quando se inclui no gasto comida e bebida fora de casa), de uma forma geral, o gasto baixa, apesar do forte crescimento do FMCG para dentro de casa e da comida para entrega em casa. De facto, muitos lares t&ecirc;m vindo a poupar dinheiro, uma vez que os custos com viagens (em trabalho e em f&eacute;rias, em particular) foram reduzidos. Ser&aacute; que ir&atilde;o gastar mais quando for permitido? Pouco prov&aacute;vel, uma vez que os receios com o desemprego e a economia ir&atilde;o aumentar a cautela.</li>
<li>Os efeitos p&oacute;s pandemia &ndash; especialmente como ir&aacute; a economia recuperar &ndash; ir&atilde;o manter-se connosco nos pr&oacute;ximos anos, pelo menos. No slide final da apresenta&ccedil;&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel ver quais os temas que achamos que ir&atilde;o voltar em for&ccedil;a.</li>
</ol>
<p>Nota: Os dados referidos nos insights 1-8 s&atilde;o baseados nos pain&eacute;is de compra FMCG para dentro do lar da Kantar. Mercados inclu&iacute;dos: Argentina, Bol&iacute;via, Brasil, Am&eacute;rica Central, Chile, China Continental, Col&ocirc;mbia, Equador, Fran&ccedil;a, Gr&atilde;-Bretanha, Gana, Gr&eacute;cia, Irlanda, &Iacute;ndia, Indon&eacute;sia, Qu&eacute;nia, Mal&aacute;sia, M&eacute;xico, Peru, Filipinas, Portugal, Ar&aacute;bia Saudita, Coreia do Sul, Espanha, Taiwan, Tail&acirc;ndia, Vietname.</p>
<p>Download da apresenta&ccedil;&atilde;o &agrave; direita.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 21 Jan 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Dez-insights-sobre-o-impacto-que-COVID-19</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Covid ataca Maquilhagem nos seus pontos fortes]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Covid-ataca-Maquilhagem-nos-seus-pontos-fortes</link>
         <description><![CDATA[<p><span>&nbsp;Artigo original publicado na&nbsp;</span><a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Distribuicao%20Hoje%20Outubro%202020%201.pdf">Distribui&ccedil;&atilde;o Hoje</a></p>
<p>Desafios. S&atilde;o uma constante ao longo da vida e quando s&atilde;o alcan&ccedil;ados, depressa aparecem outros mais ambiciosos que d&atilde;o continuidade ao ciclo da procura pelo crescimento. No mercado de Higiene e Beleza, ao longo de muitas d&eacute;cadas, o desafio foi pautado pelo recrutamento de novos compradores. Esse desafio continua a ser v&aacute;lido e importante, mas torna-se cada vez mais complexo, &agrave; medida que as marcas v&atilde;o progressivamente chegando a uma fatia maior da popula&ccedil;&atilde;o. Recrutar os &uacute;ltimos 5% &eacute; mais dif&iacute;cil do que recrutar os primeiros 5%.</p>
<p>Assim, nos &uacute;ltimos cinco anos, as marcas propuseram-se a um novo desafio: a valoriza&ccedil;&atilde;o de cada um dos shoppers que j&aacute; compravam neste mercado. A estrat&eacute;gia delineada para alcan&ccedil;ar esta meta pode ser descrita em duas palavras: &ldquo;expandir rotinas&rdquo;, o que pode tamb&eacute;m ser lido como &ldquo;fazer com que cada comprador compre mais categorias de Higiene e Beleza de forma regular&rdquo;. Isto implicou uma altera&ccedil;&atilde;o no modo como se interpreta o mercado, em que deixa de ser suficiente olhar apenas para o n&iacute;vel total de penetra&ccedil;&atilde;o do mesmo, para o foco passar a ser a penetra&ccedil;&atilde;o de cada uma das categorias individualmente. Se cada categoria chegar a mais compradores, o mercado como um todo beneficiar&aacute;.</p>
<p>Portugal &eacute;, historicamente, um pa&iacute;s em que as categorias essenciais de higiene, como Shampoo ou Dent&iacute;fricos, sempre tiveram uma maior ades&atilde;o do que as categorias de beleza, como a Maquilhagem ou os Cremes de Rosto. Quer isto dizer que recrutar compradores para as categorias de beleza &eacute; mais desafiante do que para as categorias de higiene. No entanto, s&atilde;o precisamente as categorias de beleza que t&ecirc;m a capacidade de expandir rotinas e, ao mesmo tempo, gerar mais valor acrescentado, tratando-se habitualmente de produtos com margens maiores para as marcas.</p>
<p>A persegui&ccedil;&atilde;o desta estrat&eacute;gia deu frutos em Portugal. O n&uacute;mero de compradores nas categorias de beleza aumentou progressivamente, tendo contribu&iacute;do para que em 2019 o mercado de Higiene e Beleza tivesse atingido o seu m&aacute;ximo de valor gerado anualmente. No ano passado, suportadas pela abertura de cada vez mais lojas especializadas, pelo canal Online e tamb&eacute;m por mais op&ccedil;&otilde;es ao n&iacute;vel da marca pr&oacute;pria, as categorias de Cremes e Limpeza de Rosto bem como Maquilhagem, estiveram na linha da frente no que diz respeito ao aumento dos gastos do shopper.</p>
<p>At&eacute; que apareceu o Covid-19. E tudo mudou. Numa primeira fase de grande incerteza e precau&ccedil;&otilde;es redobradas, as categorias de higiene voltaram a assumir o protagonismo. J&aacute; durante o confinamento e posterior reabertura cheia de restri&ccedil;&otilde;es, como o uso de m&aacute;scara, surgiram dilemas in&eacute;ditos. Por um lado, come&ccedil;aram a surgir vozes de desincentivo ao uso de Maquilhagem, com personalidades famosas a mostrar-se sem Make-Up, ou experts a alertarem para os riscos destes produtos em contacto com as m&aacute;scaras, como potenciais causadores de acne. Do outro lado tivemos marcas a lutar pela manuten&ccedil;&atilde;o da relev&acirc;ncia desta categoria, promovendo ofertas e concursos em que as mulheres eram desafiadas a mostrar como se mantinham &ldquo;belas&rdquo; durante estes tempos diferentes. Perante estas duas &ldquo;fa&ccedil;&otilde;es&rdquo; t&atilde;o distintas, qual aquela que prevaleceu durante os &uacute;ltimos seis meses?</p>
<p>Os dados da Kantar relativos &agrave; compra dos portugueses s&atilde;o bastante claros na resposta a esta pergunta. A categoria de Maquilhagem foi a segunda com maiores perdas de compradores (-20%) no primeiro semestre de 2020, por compara&ccedil;&atilde;o ao per&iacute;odo hom&oacute;logo. E foi tamb&eacute;m aquela em que os compradores mais reduziram o gasto durante este per&iacute;odo (-23%), levando consigo produtos complementares, como os Desmaquilhantes, que tamb&eacute;m sofreram a sua maior perda de compradores dos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos.</p>
<p>No caso da Maquilhagem, a recupera&ccedil;&atilde;o adivinha-se complexa. O facto de ainda n&atilde;o estar &agrave; vista o levantamento das restri&ccedil;&otilde;es for&ccedil;adas pela pandemia, como o uso de m&aacute;scara ou o facto de muitos portugueses ainda estarem em teletrabalho, mantem vivo o argumento de quem quer aproveitar este momento para reduzir a necessidade de uso destes produtos. Por outro lado, a categoria foi &ldquo;atacada&rdquo; nos seus pontos mais fortes, que a tinham levado ao sucesso nos &uacute;ltimos anos: o shopper com mais poder de compra foi o que mais reduziu o gasto na categoria, as marcas de fabricante foram as que perderam mais compradores e as lojas especializadas, que foram obrigadas a encerrar durante v&aacute;rias semanas, foram as que mais sofreram tanto em gasto como em n&uacute;mero de compradores. A compra por Cat&aacute;logo, por n&atilde;o exigir uma loja f&iacute;sica, e os Discounts, com vasta oferta de marca pr&oacute;pria a pre&ccedil;os competitivos nesta categoria, foram os &uacute;nicos canais a &ldquo;sobreviver&rdquo; &agrave; nova realidade. Mesmo o canal Online, que serviu de b&oacute;ia de salva&ccedil;&atilde;o a tantas categorias, n&atilde;o fez o mesmo por Maquilhagem, tendo sido principalmente escolhido para a compra de categorias de higiene b&aacute;sica.</p>
<p>Posto isto, &eacute; tempo de olhar para o futuro. Nem todos os desafios s&atilde;o metas a que nos propomos entusiasticamente. Alguns s&atilde;o-nos impostos pela realidade que nos rodeia. Este &eacute; um desses desafios. Um pouco por todo o mundo come&ccedil;am a surgir marcas de beleza que se viram for&ccedil;adas a encerrar de forma definitiva os seus espa&ccedil;os comerciais. Algumas lojas monomarca ou perfumarias, que se tornaram mais competitivas e vantajosas para o shopper, poder&atilde;o, infelizmente, n&atilde;o vir a fazer parte do processo de recupera&ccedil;&atilde;o do mercado. Por outro lado, outros canais, com maior probabilidade de sobreviv&ecirc;ncia, como as Farm&aacute;cias, poder&atilde;o aproveitar este momento para se expandir (com menor concorr&ecirc;ncia) para as categorias de beleza, em que at&eacute; agora estavam apenas a dar os seus primeiros passos. &Eacute; tudo uma quest&atilde;o de oportunidade e de posicionamento.</p>
<p>Noutras crises, o &ldquo;Lipstick Index&rdquo; deu &agrave; categoria de Maquilhagem um sorriso otimista sobre o futuro. Quando o poder de compra era menor, o baton trazia &agrave;s mulheres a beleza que procuravam e um &ldquo;boost&rdquo; de confian&ccedil;a, a um pre&ccedil;o barato. Na crise atual, de rostos tapados, &eacute; improv&aacute;vel que o Lipstick Index possa vir a servir esse mesmo prop&oacute;sito. Como tal, &eacute; tempo de olhar para novas solu&ccedil;&otilde;es, e imperativo para as marcas saberem adaptar-se. Ser&aacute; um &ldquo;Rimel Index&rdquo; a vers&atilde;o 2.0 que representa esta capacidade de adapta&ccedil;&atilde;o?</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 13 Jan 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Covid-ataca-Maquilhagem-nos-seus-pontos-fortes</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[A Moda espera ressurgir em 2021]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/A-Moda-espera-ressurgir-em-2021</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Hipersuper%20Outubro%202020.pdf">Hipersuper</a></p>
<p><strong>Covid-19 quebra o ciclo do t&ecirc;xtil</strong></p>
<p>O t&ecirc;xtil (inclui roupa, cal&ccedil;ado e acess&oacute;rios) foi uma das ind&uacute;strias mais atingidas pela crise sanit&aacute;ria de 2020. A quebra nas visitas &agrave;s lojas, juntamente com um maior tempo em casa e que fez-nos rever e arrumar os nossos guarda-roupas, redescobrindo algumas pe&ccedil;as que t&iacute;nhamos esquecido, condicionou um ano em que esper&aacute;vamos uma recupera&ccedil;&atilde;o importante. Lembremos que este mercado havia crescido em 2018 (12 meses a terminar a 17 de junho de 2018), com tend&ecirc;ncia positiva tanto em valor (+ 2,8%) como em volume (+ 6,3%). Em 2019, no mesmo per&iacute;odo de tempo (12 meses a terminar a 16 de junho de 2019), a tend&ecirc;ncia foi inversa, existindo uma retra&ccedil;&atilde;o sobretudo no volume de pe&ccedil;as compradas, correspondendo a uma queda de -4,5% uma vez que em termos de valor, os indiv&iacute;duos portugueses dedicam mais ou menos o mesmo (-1,2%). Portanto, no ano de 2020, pelo comportamento c&iacute;clico habitual desta categoria, deveria haver um incremento, mas que acabou por ser travado de forma abrupta.</p>
<p>De facto, o primeiro trimestre do ano confirmava esta esperan&ccedil;a de crescimento no setor, com um aumento do gasto em t&ecirc;xtil em 2,5% por parte dos portugueses, incrementando o gasto em vestu&aacute;rio 3,3% e reduzindo ligeiramente em cal&ccedil;ado e acess&oacute;rios. No entanto, no segundo trimestre houve uma queda de 64,5% do gasto realizado em t&ecirc;xteis, comparando com 2019, levando os gastos na categoria a m&iacute;nimos hist&oacute;ricos, apesar do salva-vidas que significaram, neste trimestre, as vendas online, onde foram atingidos 12% das vendas totais do setor.</p>
<p>Com tudo isto, o ano para o setor de t&ecirc;xtil deixa-nos uns valores de quebra entre janeiro e junho de 2020 de 31,5% do gasto realizado pelos portugueses. Com uma queda bastante transversal a todas as categorias, onde observamos uma redu&ccedil;&atilde;o de gastos de 29% com vestu&aacute;rio e que aumenta para uma queda de 40% nos gastos com cal&ccedil;ados e acess&oacute;rios. Um panorama complicado, mas que, ainda assim, come&ccedil;a a dar alguns sinais de recupera&ccedil;&atilde;o no m&ecirc;s de julho, ainda insuficiente para reduzir as grandes quedas anuais.</p>
<p><strong>Retalhistas de FMCG alcan&ccedil;am as sua melhores quotas num mercado reduzido</strong></p>
<p>Nos &uacute;ltimos dois anos ocorreu o &ldquo;boom&rdquo; dos Hipers/Supers, atrav&eacute;s da forte aposta de v&aacute;rias ins&iacute;gnias nesta categoria. Este canal tem vindo a crescer e no segundo trimestre de 2019 alcan&ccedil;ava, em conjunto, 12% do valor do mercado, algo que se repetia no primeiro trimestre de 2020. Com a chegada da crise sanit&aacute;ria, os retalhistas alimentares foram dos poucos estabelecimentos que permaneceram constantemente abertos e com registo de visitas, apesar das limita&ccedil;&otilde;es na venda de alguns produtos, o que os levou a atingir no segundo trimestre de 2020 uma quota de 21% do mercado. Se somarmos a este peso, ao j&aacute; referido canal online (12%), encontramos um panorama no setor de t&ecirc;xtil portugu&ecirc;s, onde o segundo trimestre de 2020, num mercado mais pequeno, um ter&ccedil;o das vendas do setor ficaram nos retalhistas alimentares e no canal online. Uma grande mudan&ccedil;a para o canal especializado que, no primeiro trimestre de 2020 e com um setor em crescimento, fortaleceram as suas posi&ccedil;&otilde;es, capturando 63% dos gastos do mercado.</p>
<p><strong>O futuro do t&ecirc;xtil passar&aacute; por um aumento da omnicanalidade e por reinventar a experi&ecirc;ncia de compra</strong></p>
<p>O consumidor ir&aacute; movimentar-se nos pr&oacute;ximos meses em fun&ccedil;&atilde;o da evolu&ccedil;&atilde;o dos eixos econ&oacute;mico-sanit&aacute;rios e isso afetar&aacute; todos os setores. Por um lado, teremos novos grupos de compradores, haver&aacute; pessoas menos preocupadas e dispostas a reativar os seus gastos, como j&aacute; vimos neste ver&atilde;o, mas haver&aacute; uma grande maioria de pessoas com maiores limita&ccedil;&otilde;es e para quem o pre&ccedil;o ser&aacute; um fator ainda mais determinante. Num setor, onde nos &uacute;ltimos anos, j&aacute; assistimos a uma guerra de pre&ccedil;os agressiva, &agrave; medida que as cadeias muito posicionadas no "pre&ccedil;o baixo" ganham peso no mercado portugu&ecirc;s, veremos como as margens resistem a um novo ajustamento, algo complicado especialmente para as cadeias independentes que enfrentam um grande desafio de sobreviv&ecirc;ncia.</p>
<p>Por outro lado, o setor deve reinventar a sua experi&ecirc;ncia de compra perante uma situa&ccedil;&atilde;o inst&aacute;vel. As lojas f&iacute;sicas precisam de reinventar os seus conceitos de provadores e tempo de perman&ecirc;ncia na loja, para se adaptarem a um consumidor que procura seguran&ccedil;a e inclusive fugir da multid&atilde;o na hora de fazer as suas compras.</p>
<p>Para al&eacute;m disto tudo, est&aacute; o protagonismo do canal online. Como j&aacute; foi demonstrado no segundo trimestre de 2020, em muitos casos, o online ser&aacute; a &uacute;nica forma de contacto com os consumidores e isso &eacute; algo que pode voltar a crescer se enfrentarmos novas limita&ccedil;&otilde;es de mobilidade. De qualquer forma, o crescimento do canal online veio para ficar, quer com compradores exclusivos, quer numa l&oacute;gica mais normal, aliada &agrave;s visitas &agrave;s lojas que ser&atilde;o menores, este canal ser&aacute; a chave da resist&ecirc;ncia do setor nos pr&oacute;ximos anos.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 21 Dec 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/A-Moda-espera-ressurgir-em-2021</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Mergulhamos no mundo que nos dÃ¡ mais sabor!]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Mergulhamos-no-mundo-que-nos-d-mais-sabor</link>
         <description><![CDATA[<p>&gt; Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Grande%20Consumo%20Julho%20Agosto%202020.pdf">Grande Consumo</a></p>
<p>Aquele toque especial e uma distin&ccedil;&atilde;o que n&atilde;o vem s&oacute; no paladar, &ldquo;comer com os olhos&rdquo; &eacute; certamente uma express&atilde;o familiar para a maioria de n&oacute;s. Tendemos a apreciar a comida e as bebidas pela sua apresenta&ccedil;&atilde;o, pelo seu aspeto, e facilmente nos rendemos a alimentos que despertam deliciosamente os nossos sentidos.</p>
<p>Desde as ervas arom&aacute;ticas (frescas ou secas), ao sal, especiarias, passando pela maionese, ketchup, mostarda, molhos refrigerados, entre tantos outros, falamos de uma aventura de paladares para todos os gostos. E prop&oacute;sitos. Por isso, &eacute; dos universos mais relevantes. Um mercado maduro, presente em praticamente todos os lares em Portugal &ndash; mais de 98% dos portugueses compra a categoria, ultrapassando outras que s&atilde;o t&atilde;o basilares &agrave; mesa (e ao seu uso) como massas, arroz ou at&eacute; ovos.</p>
<p>A competi&ccedil;&atilde;o dentro desta categoria &eacute; um desafio constante. Principalmente, quando as m&aacute;ximas de sa&uacute;de, bem-estar e prazer continuam a reger o comprador e o consumidor atual.<br />Em tempos Covid (an&aacute;lise incontorn&aacute;vel nesta altura) n&atilde;o deixou de refor&ccedil;ar o seu posicionamento. E foi das que mais desenvolveu pontos de contacto com os compradores &ndash; das mais escolhidas no ponto de venda no primeiro semestre do ano.</p>
<p>Ainda assim, o seu crescimento foi ultrapassado por categorias mais pequenas, como por exemplo farinhas e legumes secos, como resultado da conjuntura: primeiramente em estado de emerg&ecirc;ncia e depois no confinamento.</p>
<p>O estar mais em casa, com mais predisposi&ccedil;&atilde;o (ou necessidade) para cozinhar e mais momentos de consumo in home alavancou toda uma dedica&ccedil;&atilde;o e imagina&ccedil;&atilde;o. E por isso vimos crescer sem exce&ccedil;&atilde;o todos os segmentos no aux&iacute;lio da inova&ccedil;&atilde;o e criatividade dentro de casa. Desde os pratos, &agrave;s bebidas e at&eacute; a sobremesas e bolos. Naturalmente, existiu tamb&eacute;m uma maior duplica&ccedil;&atilde;o destes produtos &ndash; a conviv&ecirc;ncia cada vez maior nos frigor&iacute;ficos, nas despensas, nas prateleiras e na mesa dos portugueses.</p>
<p>Contudo, Molhos e Temperos manteve a consist&ecirc;ncia de 2019 e conseguiu simultaneamente, incrementar (ainda) mais compradores e desenvolver o seu principal driver de crescimento: a frequ&ecirc;ncia de compra. Que registou o seu m&aacute;ximo hist&oacute;rico de 13.8 ocasi&otilde;es de compra (+8.6% a MAT P6&rsquo;2020 e +16.2% a YTD P7&rsquo;2020). Passando a constar no top 3 de Mercearia salgada com mais h&aacute;bito de compra.</p>
<p>Esta rotina estimulou n&atilde;o s&oacute; o volume da categoria, como principalmente o seu gasto, elevando os crescimentos de valor para dois d&iacute;gitos. Em m&eacute;dia, cada portugu&ecirc;s gasta hoje 23.5&euro; ao ano nesta categoria, +12.1% que o ano passado. Molhos refrigerados, Especiarias e Ervas arom&aacute;ticas foram os que mais contribu&iacute;ram para este aumento.</p>
<p>A proximidade ao comprador e consumidor &eacute; mais do que nunca imperativa. Conhec&ecirc;-los a ambos, compra e uso do nosso produto/da nossa marca, pois s&atilde;o muitas vezes diferentes &ndash; o que procuram, o que esperam do produto &eacute; cada vez mais importante e ir&aacute; determinar a capacidade e sucesso das marcas. Desde os mais saud&aacute;veis e frescos, aos mais indulgentes.</p>
<p>A t&iacute;tulo de exemplo, temos uma marca portuguesa que lan&ccedil;ou o &lsquo;Xaminhas&rsquo;, o primeiro Piri-Piri para crian&ccedil;as produzido no mundo, ideia de uma M&atilde;e que inspirou a Piri-Piri &amp; Co. para que os pequenos possam acompanhar as refei&ccedil;&otilde;es com um molho picante tal e qual como os seus pais. Aqui teremos certamente um comprador muito diferente do consumidor.</p>
<p>De uma forma global, sabemos hoje que os lares mais jovens e fam&iacute;lias, s&atilde;o a grande for&ccedil;a do mercado. Enquanto que os lares mais maduros s&atilde;o e v&atilde;o continuar a ser o grande repto de Molhos (e Temperos)!</p>
<p>Os h&aacute;bitos e o estado da sa&uacute;de dos consumidores condicionam as suas escolhas. A elevada preval&ecirc;ncia de patologias como colesterol, diabetes e tens&atilde;o alta, ditam as suas escolhas de onde resultam novas formas e necessidades de consumo.</p>
<p>Dada a import&acirc;ncia crescente deste target &ndash; os &ldquo;seniores&rdquo; (com mais de 65 anos de idade) representam cerca de 22% da popula&ccedil;&atilde;o atual, em 2048 estima-se que represente cerca de 35%, deixo a reflex&atilde;o para este target no e do futuro!</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 10 Dec 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Mergulhamos-no-mundo-que-nos-d-mais-sabor</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Plantar um novo consumo]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Plantar-um-novo-consumo</link>
         <description><![CDATA[<p><span>Artigo original publicado na&nbsp;</span><a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Hipersuper%20Julho%202020.pdf">Hipersuper</a></p>
<p>O caminho dos consumidores &eacute; feito de escolhas, escolhas essas que podem ser mais ou menos conscientes, planificadas ou fundamentadas. A alimenta&ccedil;&atilde;o transformou-se num pilar de bem-estar essencial, com consequ&ecirc;ncias f&iacute;sicas, psicol&oacute;gicas, ambientais, entre outras, mas cada vez mais com um impacto determinante para os grupos de consumidores que optam por variantes de uma alimenta&ccedil;&atilde;o menos convencional.</p>
<p>Os portugueses t&ecirc;m-se mostrado atentos &agrave; oferta de produtos considerados saud&aacute;veis e 84,8% afirmam que &ldquo;hoje em dia existe maior oferta de produtos saud&aacute;veis em Portugal&rdquo; (Lifestyles Kantar 2019), no entanto, apenas 34,8% dos portugueses afirma que &rdquo;s&oacute; compram produtos que lhes permitam ter uma alimenta&ccedil;&atilde;o mais saud&aacute;vel&rdquo;.</p>
<p>Assistimos assim no nosso pa&iacute;s, a um crescimento de novos produtos, que resultam de diferentes regimes alimentares, desde a oferta de alimentos biol&oacute;gicos, org&acirc;nicos, free froms, &agrave; oferta de alternativas &agrave; prote&iacute;na animal, como por exemplo os produtos Plant Based dos quais falarei um pouco.</p>
<p>Ao analisarmos as refei&ccedil;&otilde;es realizadas pelo consumidor portugu&ecirc;s dentro de casa (Painel de consumo da Kantar &ndash; Usage) identific&aacute;mos que 26% das ocasi&otilde;es de consumo em 2019 j&aacute; foram realizadas sem a presen&ccedil;a de alimentos de origem animal e que, em paralelo, existiu a redu&ccedil;&atilde;o de consumo de Carne e Peixe.</p>
<p>No estudo #WhoCaresWhoDoes, realizado em 2019 e que ter&aacute; uma nova vaga em 2020, pela divis&atilde;o Worldpanel da Kantar a cerca de 70 mil consumidores, de 29 pa&iacute;ses, questionou-se a sua disposi&ccedil;&atilde;o em reduzir a carne para proteger o meio ambiente. Dele resulta que 15% dos europeus afirma &ldquo;evitar em consci&ecirc;ncia, sempre ou frequentemente o consumo de carne, no intuito de proteger o meio ambiente&rdquo;.</p>
<p>Foram ainda encontrados os seguintes resultados:</p>
<ul>
<li>Globalmente, grandes redu&ccedil;&otilde;es relatadas no consumo de carne ainda s&atilde;o raras. Em m&eacute;dia, 56% de todos os entrevistados afirmam que nunca ou raramente evitam carne para salvar o planeta. Apenas 15% afirmam que frequentemente ou sempre preferem uma dieta sem carne.</li>
<li>Entre os pa&iacute;ses encontramos diferen&ccedil;as substanciais na redu&ccedil;&atilde;o declarada de carne: Os tr&ecirc;s pa&iacute;ses em que os consumidores quase n&atilde;o se abst&ecirc;m de pratos &agrave; base de carne s&atilde;o Rep&uacute;blica Checa (77%), R&uacute;ssia (76%) e Brasil (75%).</li>
<li>No outro extremo da escala, os pa&iacute;ses onde a maioria dos consumidores alegam substituir a carne por op&ccedil;&otilde;es vegetarianas incluem Chile (39%), Fran&ccedil;a (22%), &Aacute;ustria (20%), Su&eacute;cia (20%) e China (20%).</li>
</ul>
<p>E por c&aacute;?</p>
<p>A alimenta&ccedil;&atilde;o plant based, &eacute; sem d&uacute;vida, uma compra de muito valor acrescentado, num FMCG onde se luta por gerar valor. Este tipo de alimenta&ccedil;&atilde;o alternativa cresceu 23,9% em valor (MAT T1 2020 vs Hom&oacute;logo), e onde o comprador est&aacute; disposto a pagar quatro vezes mais pelos produtos vs a m&eacute;dia de alimenta&ccedil;&atilde;o considerada &ldquo;normal&rdquo;.</p>
<p>Em Portugal o alcance da alimenta&ccedil;&atilde;o plant based cresceu nos &uacute;ltimos anos a um ritmo forte, entrou em 15,3% dos lares portugueses em 2020 (penetra&ccedil;&atilde;o % ao MAT T1 2020), o que representa uma incorpora&ccedil;&atilde;o de mais 385 mil novos lares compradores, face ao alcance registado em 2018, com apenas 5,8% de penetra&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&Eacute; certo que para l&aacute; dos alimentos plant based, existem outros produtos considerados &ldquo;alternativos&rdquo; que j&aacute; t&ecirc;m um patamar mais desenvolvido de compradores tais como, as bebidas vegetais compradas por 31,1% dos lares, com menor alcance seguem-se os iogurtes plant based com 9,2% e os cremes vegetais uht com 9,0% de penetra&ccedil;&atilde;o, a MAT.</p>
<p>Com um perfil de comprador ainda muito associado a classes sociais com maior disponibilidade financeira, tem nos lares mais independentes ou com crian&ccedil;as at&eacute; 5 anos o seu target core, que j&aacute; se distribui um pouco por todas as regi&otilde;es de Portugal, n&atilde;o sendo apenas uma tend&ecirc;ncia de grandes centros urbanos.</p>
<p>Os grandes desafios passam por contornar uma compra ainda espor&aacute;dica, de um comprador em experimenta&ccedil;&atilde;o que pode efetivamente n&atilde;o ter a necessidade, mas sim a curiosidade de diversificar a sua alimenta&ccedil;&atilde;o, pois apenas 40% dos consumidores compram mais do que uma vez ao ano.</p>
<p>Por outro lado, a diversifica&ccedil;&atilde;o da oferta ao consumidor, com uma gama de produtos mais completa, tem sido chave para continuar a atrair compradores. Falar de alimentos plant based j&aacute; n&atilde;o &eacute; falar apenas de Tofu, Soja ou Seitan, mas sim de uma vasta oferta de alimentos j&aacute; preparados e completamente &agrave; base de alternativas n&atilde;o animais, como hamb&uacute;rgueres, salsichas, alheiras e outros enchidos, e at&eacute; algas, que j&aacute; constituem o top dos alimentos plant based mais procurados pelo consumidor portugu&ecirc;s em 2020.</p>
<p>E se a estes desafios adicionarmos o desafio das marcas continuarem a encontrar espa&ccedil;os de crescimento, esta categoria de produtos tem sido um motor desse crescimento para as marcas de fabricante que det&ecirc;m ainda uma quota de mercado em valor 6% acima da sua m&eacute;dia no total alimenta&ccedil;&atilde;o, mas que j&aacute; s&atilde;o seguidas de muito perto pelas marcas da distribui&ccedil;&atilde;o, que crescendo a dois d&iacute;gitos, tornam-se parte integrante das estrat&eacute;gias da distribui&ccedil;&atilde;o de conquista de compradores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 26 Nov 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Plantar-um-novo-consumo</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Out of home com quebra de 23% atÃ© agosto]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Out-of-home-com-quebra-de-23-at-agosto</link>
         <description><![CDATA[<p>A Kantar apresentou o relat&oacute;rio &ldquo;<a href="https://www.kantar.com/campaigns/food-and-drink-trends-in-the-covid-19-era">Out-of-home food and drinks landscape. COVID-19 impact and the road to recovery</a>&rdquo;, que cobre 11 pa&iacute;ses do mundo (incluindo Portugal) e que aborda duas perspetivas: a diminui&ccedil;&atilde;o do consumo de snacks e bebidas n&atilde;o alco&oacute;licas fora do lar (OOH) e como consequ&ecirc;ncia o aumento da entrega de comida ao domic&iacute;lio.</p>
<p>A Europa &eacute; uma das regi&otilde;es mais afetadas do globo no que diz respeito ao consumo fora de casa e Portugal n&atilde;o &eacute; exce&ccedil;&atilde;o, com uma quebra em valor no consumo fora de casa de 23%, desde o in&iacute;cio de 2020 at&eacute; ao m&ecirc;s de agosto. Durante este tempo, em Portugal, de forma similar ao observado no resto de pa&iacute;ses, o consumo dentro do lar cresceu 3%, mas n&atilde;o chegou para compensar completamente a queda do consumo fora do lar, resultando num crescimento de 0% na combina&ccedil;&atilde;o do consumo de snacks e bebidas n&atilde;o alco&oacute;licas dentro e fora do lar.</p>
<p>H&aacute;, no entanto, um setor que minimizou algumas perdas do consumo fora de casa e esse setor &eacute; o de entregas de comida ao domic&iacute;lio. O home delivery trouxe ao consumidor a possibilidade de replicar os eventos fora de casa, em casa, fazendo chegar os restaurantes &agrave; sua mesa.</p>
<p>Atrav&eacute;s de um question&aacute;rio realizado pela Kantar, na zona da Lisboa a pessoas com menos de 50 anos, 57% dos respondentes afirmaram que utilizaram pelo menos uma vez os servi&ccedil;os de entregas de comida em casa. Dessa percentagem, 7% encomendou pelo menos uma vez por semana ou mais, 26% encomendou entre uma e tr&ecirc;s vezes por m&ecirc;s, enquanto que os restantes 24% encomendaram apenas uma vez.</p>
<p>As raz&otilde;es para tal escolha est&atilde;o relacionadas com a conveni&ecirc;ncia e com o prazer, ou seja, 50% dos respondentes admite que utilizou esta solu&ccedil;&atilde;o por n&atilde;o querer cozinhar, por n&atilde;o saber como confecionar, por n&atilde;o ter comida no frigor&iacute;fico ou simplesmente por n&atilde;o querer sair de casa. Para os outros 50% para proporcionar momentos de prazer, para experimentar algo novo ou por achar que merece.</p>
<p>Ainda em Portugal, 52% deste compradores encomendou a refei&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s do telefone, 40% atrav&eacute;s do site/app do restaurante e 37% f&ecirc;-lo atrav&eacute;s de um agregador de restaurantes (uber eats, glovo, etc).</p>
<p>De acordo com Marta Santos, Sector Director da Kantar, &ldquo;A chegada do outono a uma parte do globo vem acompanhada da temida segunda vaga do Covid-19, que resultou numa s&eacute;rie de restri&ccedil;&otilde;es e confinamento em muitos pa&iacute;ses. J&aacute; come&ccedil;&aacute;mos a ver os impactos deste estado de emerg&ecirc;ncia, que j&aacute; est&aacute; a travar a recupera&ccedil;&atilde;o que se estava a viver nos meses seguintes ao desconfinamento. Os per&iacute;odos do Natal e da passagem de ano ser&atilde;o cruciais para perceber qual o impacto efetivo de tudo isto no consumo fora de casa e se o home delivery ser&aacute; suficiente na recupera&ccedil;&atilde;o do setor&rdquo;.</p>
<p><strong>Sobre o estudo</strong>: Dados a partir do Painel Out of Home da Kantar Portugal, para consumo fora de casa. Dados sobre entregas ao domic&iacute;lio, com base de um question&aacute;rio aplicado a uma amostra de pessoas, que vive na zona de Lisboa, com menos de 50 anos, entre abril e junho de 2020.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 18 Nov 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Out-of-home-com-quebra-de-23-at-agosto</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Consumo 360: Movimentar ao ritmo do consumidor]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Consumo-360--Movimentar-ao-ritmo-do-consumidor</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste contexto &eacute;, ainda, imposs&iacute;vel falar de consumo sem referir o impacto que a pandemia de Covid-19 teve e ainda est&aacute; a ter nas nossas rotinas. &Eacute; importante estar presente no mindset estrat&eacute;gico que todos os momentos de crise sempre revelam novas oportunidades, por&eacute;m esta necess&aacute;ria busca para encontrar novos caminhos de crescimento exige uma reflex&atilde;o profunda e focada sobre o que aconteceu e o que est&aacute; a acontecer para poder antecipar o que ocorrer&aacute; no futuro. A grande quest&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o ao consumo &eacute; perceber n&atilde;o s&oacute; o que mudou no consumo em t&atilde;o pouco tempo, mas quais as tend&ecirc;ncias que se v&atilde;o prolongando e que se podem tornar em mudan&ccedil;as definitivas.</p>
<p><strong>As prioridades de consumo em momentos de crise</strong></p>
<p>O dia 3 de Mar&ccedil;o de 2020 foi o dia em que se confirmaram os primeiros casos do v&iacute;rus em Portugal e em que se registou a maior aflu&ecirc;ncia &agrave;s lojas para abastecimento das despensas de casa neste ano, at&eacute; &agrave; data, revelando-se como ponto de partida para uma intensiva jornada de mudan&ccedil;as no consumo. Durante o m&ecirc;s de mar&ccedil;o aprendemos que as prioridades dos portugueses, al&eacute;m da limpeza e da desinfe&ccedil;&atilde;o, prenderam-se com produtos frescos e b&aacute;sicos que respondessem &agrave; necessidade de nutri&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica e conveni&ecirc;ncia. Por&eacute;m, a for&ccedil;ada aus&ecirc;ncia do consumo fora de casa fez emergir uma necessidade, que apesar de n&atilde;o ser determinante para sobreviver &eacute; importante para viver, o prazer, que representa cerca de metade dos motivos de consumo neste espa&ccedil;o. Tendo em conta esta equa&ccedil;&atilde;o, entre os produtos que inicialmente n&atilde;o entraram nas cestas da crise e que foram aumentando import&acirc;ncia nas escolhas dos portugueses encontramos produtos de snacking, como batatas fritas, chocolates e pastelaria, e bebidas (al&eacute;m de &aacute;gua).</p>
<p><strong>Mais momentos de consumo dentro de casa</strong></p>
<p>Pela sua natureza de consumo, mais ligada ao prazer e ao impulso, os produtos de snacking e bebidas s&atilde;o, em termos relativos, mais importantes na compra de consumo para fora de casa do que para dentro. Por&eacute;m, &agrave; medida que a crise se ia desenrolando estas eram necessidades a suprimir e a sua import&acirc;ncia rapidamente cresceu e no m&ecirc;s de maio, o gasto com estas categorias de produtos, para o consumo dentro de casa, j&aacute; era 40% maior do que nos per&iacute;odos pr&eacute; covid. Esta peculiar mudan&ccedil;a fez aumentar consideravelmente momentos de consumo entre as grandes refei&ccedil;&otilde;es e por sua vez os momentos de contato com marcas que tiveram de ajustar muitas das suas estrat&eacute;gias para acompanhar estes meses at&iacute;picos. Com o progressivo levantamento das restri&ccedil;&otilde;es inerentes &agrave; pandemia, muitos destes momentos de consumo ir&atilde;o certamente desvanecer, mas &eacute; importante n&atilde;o s&oacute; quantificar o quanto, mas que produtos continuar&atilde;o a ser elegidos para fazer parte da rotina dos portugueses e como as marcas podem fazer parte destes momentos.</p>
<p><strong>A gradual recupera&ccedil;&atilde;o do consumo fora de casa</strong></p>
<p>A import&acirc;ncia de manter alguns destes momentos ativos dentro de casa prende-se precisamente com a gradual recupera&ccedil;&atilde;o do consumo fora de casa e pelo tempo inestimado, at&eacute; serem restabelecidos valores normais de presen&ccedil;a e gasto neste espa&ccedil;o de consumo. Com o crescimento dos regimes de alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel adotados sobretudo dentro do lar, os produtos de snacking e bebidas vinham consecutivamente a ganhar import&acirc;ncia nos &uacute;ltimos anos, fora de casa, sendo que no in&iacute;cio de 2020 estes produtos revelavam um crescimento acima dos 10%. Enquanto a total normalidade &eacute; restabelecida, ou se ser&aacute; mesmo restabelecida a curto prazo, as marcas ter&atilde;o de seguir o consumidor e perceber o que est&aacute; a retornar ao antes-covid e as novas rotinas que se est&atilde;o a manter. Na primeira fase de desconfinamento, vamos vendo manter-se o aumento da import&acirc;ncia do consumo on-the-go, da compra na distribui&ccedil;&atilde;o moderna para consumo fora de casa e dos canais de conveni&ecirc;ncia, sendo que os motivos de consumo relacionados com o prazer t&ecirc;m sa&iacute;do ainda mais refor&ccedil;ados.</p>
<p><strong>Manter o equil&iacute;brio para manter o consumidor</strong></p>
<p>Apesar de todas estas mudan&ccedil;as no consumo, especificamente em produtos que n&atilde;o s&atilde;o primeiras prioridades, torna-se ainda mais importante manter o equil&iacute;brio e coordena&ccedil;&atilde;o de esfor&ccedil;os em estrat&eacute;gias em torno do consumidor. Em mercados como os de snacking e bebidas, apesar de serem mais associados ao impulso, t&ecirc;m revelado um gasto constante ao longo do tempo entre o que &eacute; consumido dentro e fora do lar. No caso espec&iacute;fico destes produtos, a soma do gasto feito dentro e fora, apenas esteve realmente abaixo de 2019 em abril, no pico de confinamento geral, estando sempre dentro da m&eacute;dia nos restantes meses. A quantidade comprada para dentro de casa, devido ao maior tamanho unit&aacute;rio, e as maiores restri&ccedil;&otilde;es de or&ccedil;amento, podem ser um obst&aacute;culo ao restabelecimento do consumo fora de casa, pois o pre&ccedil;o quilo/litro tamb&eacute;m tende a ser mais baixo.</p>
<p>&Eacute; definitivamente dif&iacute;cil prever o que ir&aacute; acontecer nos pr&oacute;ximos meses, por&eacute;m seguir de perto as mudan&ccedil;as no comportamento do consumidor ser&aacute; determinante para conseguir antecipar quais poder&atilde;o ser as suas necessidades, n&atilde;o s&oacute; as atuais como tamb&eacute;m e sobretudo as emergentes, que s&atilde;o determinantes no planeamento a largo prazo.&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 04 Nov 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Consumo-360--Movimentar-ao-ritmo-do-consumidor</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Webinar: MudanÃ§as no consumo em Portugal pÃ³s quarentena]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar-Mudanas-no-consumo-em-Portugal-ps-quarentena</link>
         <description><![CDATA[<p>J&aacute; sabemos que a quarentena mudou muito os h&aacute;bitos de consumo dos portugueses dentro e fora do lar. Mas e ent&atilde;o depois da quarentena?</p>
<p>Quais os novos h&aacute;bitos que chegaram para ficar? Quais s&atilde;o os novos &ldquo;espa&ccedil;os de procura" e como &eacute; que as marcas poder&atilde;o capturar estas novas oportunidades?</p>
<p><strong>Marta Santos</strong>,&nbsp;Clients &amp; Analytics Director da Kantar, Worldpanel Division, responder&aacute; a estas quest&otilde;es no Webinar "Mudan&ccedil;as no consumo em Portugal ap&oacute;s a quarentena" no dia <strong>5 de novembro</strong> &agrave;s <strong>10h00</strong>. Ser&atilde;o desvendadas as principais mudan&ccedil;as nos h&aacute;bitos de consumo dentro e fora de casa no Portugal p&oacute;s-quarentena.</p>
<p><strong>Dia</strong>: quinta-feira, 5 de novembro<br /><strong>Hora</strong>: 10.00h<br /><strong>Dura&ccedil;&atilde;o</strong>: 30 minutos</p>
<p><a href="https://event.on24.com/eventRegistration/EventLobbyServlet?target=reg20.jsp&amp;referrer=&amp;eventid=2799094&amp;sessionid=1&amp;key=C6A811D3E86FC3AA1B3F0A6421BC3E91&amp;regTag=&amp;sourcepage=register">Registe-se</a></p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 23 Oct 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar-Mudanas-no-consumo-em-Portugal-ps-quarentena</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Como muda a dinÃ¢mica de lÃ¡cteos com a pandemia?        ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Como-muda-a-dinmica-de-lcteos-com-a-pandemia</link>
         <description><![CDATA[<p><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Infografia_Iogurtes e Leites Outubro 2020.jpg" alt="Infografia_Iogurtes e Leites Outubro 2020.jpg" width="600" height="849" /></p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 20 Oct 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Como-muda-a-dinmica-de-lcteos-com-a-pandemia</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Snacking: a grandeza dos pequenos momentos]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Snacking-a-grandeza-dos-pequenos-momentos</link>
         <description><![CDATA[<p>O momento de consumo &ldquo;Snacking&rdquo;, caracterizado pelos intervalos entre as principais refei&ccedil;&otilde;es, tem sido alvo de discuss&atilde;o sobre a sua import&acirc;ncia para a nossa sa&uacute;de e de que forma se enquadra em regimes alimentares de dietas espec&iacute;ficas, como aumento ou perda de peso. Certo &eacute; que &eacute; s&atilde;o momentos de consumo a ganhar relevo no planeamento das marcas nos &uacute;ltimos anos e uma forma de gerar consumo adicional, que apesar de crescer em dietas estruturadas, continuam a ser mais guiados pela sua maior espontaneidade. Para percebermos melhor a import&acirc;ncia do snacking, iremos dissecar nos pr&oacute;ximos par&aacute;grafos os porqu&ecirc;s e as principais mudan&ccedil;as deste tipo de consumo entre os portugueses.</p>
<p><strong>A import&acirc;ncia dos ciclos di&aacute;rios de consumo</strong></p>
<p>A primeira considera&ccedil;&atilde;o a ter, antes de respondermos a qualquer quest&atilde;o relacionada com os momentos de consumo de snacking, &eacute; que estes variam bastante no plano do tempo e do espa&ccedil;o f&iacute;sico. Na maioria das rotinas dos portugueses este tipo de consumo divide-se em tr&ecirc;s grandes momentos: meio da manh&atilde;, meio da tarde e depois de jantar; variando consoante o local de consumo: se dentro ou fora de casa. Num dia t&iacute;pico portugu&ecirc;s o pequeno-almo&ccedil;o &eacute; tomado em casa, do meio da manh&atilde;, passando pelo almo&ccedil;o, at&eacute; ao meio da tarde, estamos sobretudo a consumir fora de casa, regressando ao conforto do lar para jantar. O p&oacute;s-jantar divide-se bastante entre o consumo dentro e fora de portas. E porque &eacute; t&atilde;o importante ter este ciclo em mente? Porque faz variar fortemente o que consumimos e porque consumimos.<br /> <br /><strong>O snacking dentro de casa</strong></p>
<p>Dentro de casa, do total dos seis momentos de consumo acima mencionados, os tr&ecirc;s relativos a snacking representam 23% da totalidade de ocasi&otilde;es de consumo, sendo que este n&uacute;mero se mant&eacute;m est&aacute;vel ao longo dos &uacute;ltimos anos. Quando o consumo de snacking ocorre dentro de casa, o consumidor procura uma mescla de sa&uacute;de, conveni&ecirc;ncia e prazer. Parece confuso ou at&eacute; mesmo contradit&oacute;rio, mas h&aacute; que ir para al&eacute;m da superf&iacute;cie para encontrar respostas mais concretas. Desta forma, se de manh&atilde; s&atilde;o procurados produtos mais voltados para a sa&uacute;de e conveni&ecirc;ncia, como as frutas e iogurtes, &agrave; tarde a sa&uacute;de abre espa&ccedil;o para a conveni&ecirc;ncia e prazer, como o p&atilde;o as tostas e os bolos, &agrave; noite este passa a ser completamente focado no consumo por prazer, como os gelados e os snacks salgados. O target de consumo nos momentos de snacking dentro de casa tamb&eacute;m &eacute; substancialmente mais s&eacute;nior que fora de casa e, como a Kantar j&aacute; revelou noutras an&aacute;lises, sendo um grupo de consumidores bastante numeroso, tem grandes diferen&ccedil;as entre si, o que faz com que o mesmo produto seja utilizado para v&aacute;rios momentos com diferentes tipo de perce&ccedil;&atilde;o. Outro facto curioso sobre estes momentos de consumo &eacute; que as marcas de fabricante s&atilde;o consumidas 16% acima das grandes refei&ccedil;&otilde;es.</p>
<p><strong>O snacking fora de casa</strong></p>
<p>Fora de casa os momentos de snacking s&atilde;o bem mais comuns do que dentro, representando 56% de todas as ocasi&otilde;es de consumo que fazemos neste espa&ccedil;o e analisando a sua evolu&ccedil;&atilde;o nos &uacute;ltimos anos, verificamos que face a 2016 este n&uacute;mero aumentou 6pp. Tamb&eacute;m se dentro de casa existe uma maior complexidade motivacional, quando ocorre fora de casa o snacking &eacute; consumido por sabor ou prazer em 7 de cada 10 vezes. Por&eacute;m, uma vez mais, fixarmo-nos apenas neste dado n&atilde;o &eacute; suficiente para escortinar todo o potencial deste momento de consumo. A sa&uacute;de &eacute; o motivo de consumo que mais tem crescido no ambiente fora de casa e apesar de em m&eacute;dia surgir em 8% destes momentos, a realidade &eacute; que a sua ascens&atilde;o tem sido vertiginosa, valendo atualmente mais 47% do que em 2016. Este aumento deve-se sobretudo ao maior consumo de &aacute;gua, sumos naturais e consumo de produtos l&aacute;cteos.<br /> <br /><strong>Impacto da pandemia do Covid-19 na rotina de snacking</strong></p>
<p>Os &uacute;ltimos meses colocaram &agrave; prova a rotina do portugueses em rela&ccedil;&atilde;o ao consumo de produtos FMCG e, apesar de ainda ser prematuro fazer previs&otilde;es da forma como se ir&aacute; reatar o consumo ap&oacute;s todas as medidas impostas serem completamente levantadas, alguma pistas ajudam-nos a perceber quais os h&aacute;bitos que poder&atilde;o ter maior dificuldade em serem retomados. Se olharmos para o ambiente dentro de casa, que absorveu a grande parte dos momentos de consumo que estavam a ser realizados fora, sobretudo os de snacking, conseguimos perceber que estes podem ser os primeiros a serem reavidos pelo consumo fora de casa. Face ao n&uacute;mero de ocasi&otilde;es de consumo pr&eacute;-Covid os momentos de snacking j&aacute; recuperaram ap&oacute;s o in&iacute;cio do estado de calamidade 42% destas ocasi&otilde;es, enquanto as refei&ccedil;&otilde;es principais apenas 32%.</p>
<p><strong>Momento, espa&ccedil;o e consumidor-alvo</strong></p>
<p>S&atilde;o estes os tr&ecirc;s grandes pilares de uma estrat&eacute;gia direcionada para os momentos de consumo de snacking que, n&atilde;o deixando de reconhecer o potencial no consumo feito dentro de casa, &eacute; no ambiente fora do lar que atualmente existe maior potencial para serem explorados, seja ao n&iacute;vel de produto e target, como tamb&eacute;m numa maior pan&oacute;plia de locais de consumo que este espa&ccedil;o pode oferecer, tendo em conta que este tipo de consumo continua a ser bastante ligado ao impulso. Estar no momento certo no local mais adequado, revela-se ainda mais determinante.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 14 Oct 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Snacking-a-grandeza-dos-pequenos-momentos</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Iogurtes: segmentos com propÃ³sito continuam a crescer]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Iogurtes-segmentos-com-propsito-continuam-a-crescer</link>
         <description><![CDATA[<p>&gt; Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Hipersuper%20Junho%202020.pdf">Hipersuper</a></p>
<p>J&aacute; parece redundante continuar a falar sobre o tema Covid-19, mas a realidade &eacute; que vivemos tempos extraordin&aacute;rios, onde as nossas escolhas s&atilde;o mais ponderadas do que nunca. O mesmo acontece numa categoria que normalmente chega a todos os lares portugueses: os Iogurtes.</p>
<p>A palavra &ldquo;normalmente&rdquo; n&atilde;o est&aacute; no par&aacute;grafo anterior por acaso, a realidade &eacute; que, ao contr&aacute;rio do que poder&iacute;amos esperar de uma categoria que chega a 97% dos portugueses num ano, os Iogurtes n&atilde;o conseguiram no in&iacute;cio desta crise pand&eacute;mica ser priorit&aacute;rios na cesta e os portugueses afirmam mesmo que n&atilde;o planeiam nas pr&oacute;ximas semanas aumentar a compra destes produtos.</p>
<p>De facto, quando olhamos para o primeiro trimestre do ano, vemos que a compra de iogurtes sofreu um afastamento das cestas do shopper, pois houve uma redu&ccedil;&atilde;o tanto nas ocasi&otilde;es como no tamanho da cesta comprada. Mas esta perda de intensidade de compra n&atilde;o foi um problema s&oacute; do primeiro trimestre deste ano, pois j&aacute; vinha a acontecer h&aacute; algum tempo.</p>
<p>E se olharmos para o que &eacute; o consumo per capita dos portugueses ao dia de hoje, verificamos que &eacute; um dos mais baixos dos &uacute;ltimos anos. No in&iacute;cio de 2017, a compra situava-se nos cerca de 41 Kgs/ano, mas passados tr&ecirc;s anos baixou 3 Kgs, situando agora em 38 Kgs. Ainda que saibamos que Portugal &eacute; um dos pa&iacute;ses da Europa com menor consumo de iogurtes, &eacute; poss&iacute;vel ver esta problem&aacute;tica a intensificar-se cada vez mais.</p>
<p>Esta redu&ccedil;&atilde;o de compra significa que os produtos l&aacute;cteos fermentados ca&iacute;ram na ordem dos 5%, em volume, neste primeiro trimestre do ano. Quando analis&aacute;vamos h&aacute; um ano atr&aacute;s verificava-se que havia uma ligeira recupera&ccedil;&atilde;o, que agora se perdeu.</p>
<p>Algo que &eacute; de senso comum para todos n&oacute;s &eacute; que, quanto mais tempo estamos em casa, mais refei&ccedil;&otilde;es e oportunidades existem para qualquer categoria em FMCG, pois temos mais momentos de consumo para explorar. Uma tend&ecirc;ncia que se tem verificado, atrav&eacute;s de um estudo feito pelo painel de Usage da Kantar, &eacute; que neste confinamento cresceram os momentos de snacking. A pergunta que se coloca &eacute;, sabendo que iogurtes atuam principalmente neste momento porque &eacute; que ent&atilde;o n&atilde;o saem favorecidos? Uma pista que poder&aacute; responder a esta pergunta est&aacute; relacionada com as categorias concorrentes. Estando mais tempo em casa, as fam&iacute;lias podem optar por dar o p&atilde;o com queijo ou os cereais &agrave;s crian&ccedil;as em substitui&ccedil;&atilde;o do iogurte. Ou mesmo os adultos, podem estar a preferir acompanhar o seu lanche com um ch&aacute; ou um caf&eacute;.</p>
<p>Ainda assim, mergulhando nos segmentos que comp&otilde;em esta categoria nem todo o cen&aacute;rio &eacute; negativo. Vemos que os segmentos a que chamamos com prop&oacute;sito, como proteicos, sem lactose, cardiovasculares, defesas ativas ou plant based conseguem vencer neste mercado em decl&iacute;nio. O dinamismo destes pequenos segmentos tr&aacute;s &agrave; luz a import&acirc;ncia de renovar e diferenciar as grandes categorias. Vejamos por exemplo, Iogurtes Normais S&oacute;lidos, que &eacute; o segmento a que mais lares chega (45%) e apresenta um decr&eacute;scimo superior a 3% em volume. E o mesmo acontece com gregos ou magros.</p>
<p>Compreender as raz&otilde;es por tr&aacute;s da compra de iogurtes torna-se cada vez mais essencial. N&atilde;o s&oacute; para motivar o maior consumo deste tipo de produtos como para ser relevante e proporcionar ao comprador uma oferta que v&aacute; de encontro &agrave;s necessidades e interesses atuais.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 08 Oct 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Iogurtes-segmentos-com-propsito-continuam-a-crescer</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Lares portugueses gastam mais 12% em Grande Consumo]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Lares-portugueses-gastam-mais-12-em-Grande-Consumo-em-</link>
         <description><![CDATA[<ul>
<li>Crescem o canal tradicional e o foco no pre&ccedil;o e E-commerce de alimenta&ccedil;&atilde;o come&ccedil;a a descolar</li>
<li>Os dois l&iacute;deres cedem quota num mercado maior e com cada vez mais atores</li>
</ul>
<div>O mercado de FMCG demostrou mais uma vez em 2020 a sua grande resist&ecirc;ncia &agrave;s dificuldades, confirmando-se como um motor do pa&iacute;s, crescendo a um ritmo elevado mesmo ap&oacute;s o confinamento. No total, as fam&iacute;lias portuguesas compraram mais 8% e gastaram mais 12% at&eacute; agora, desde o in&iacute;cio do ano.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Webinar_Retail_grafico_1.jpg" alt="Webinar_Retail_grafico_1.jpg" width="600" height="338" /></div>
<div>
<p>No contexto de uma pandemia, ir &agrave;s lojas tornou-se uma atividade que se procura reduzir, procurando tamb&eacute;m espa&ccedil;os seguros nessas lojas e passando o m&iacute;nimo de tempo poss&iacute;vel dentro delas. Com tudo isto, reduziu-se a frequ&ecirc;ncia de compra em 4% at&eacute; o momento neste ano, bastante impactada pelos per&iacute;odos de confinamento, onde a queda foi at&eacute; aos 12% nas visitas &agrave;s lojas. Por outro lado, compensa-se com cestas cada vez maiores, com uma maior quantidade comprada em cada ato, que mesmo nos &uacute;ltimos meses continua a crescer 8% em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo de 2019 (junho, julho e agosto) e sobe para 11,9% analisando o total dos meses at&eacute; agosto. <br />No que diz respeito aos canais de compra, tanto os &ldquo;Discounts&rdquo;, como os &ldquo;Tradicionais&rdquo; t&ecirc;m demonstrado a sua import&acirc;ncia para o agregado familiar portugu&ecirc;s. Por se tratar de lojas onde o comprador se desloca regularmente, a percep&ccedil;&atilde;o de que pode continuar fazer as suas compras habituais e o n&uacute;mero significativo de lojas por habitante, ajudou ao crescimento de ambos. Com isto os Discounts ganharam 0,5 pontos de quonta at&eacute; agora neste ano, enquanto os Tradicionais cresceram 0,6. Em ambos os casos, o crescimento de produtos frescos tem sido fundamental.</p>
<p><br /><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Webinar_Retail_grafico_3.jpg" alt="Webinar_Retail_grafico_3.jpg" width="600" height="338" /></p>
<p>O E-Commerce alimentar, por outro lado, &eacute; um fen&oacute;meno global, que tamb&eacute;m descolou em Portugal, em 2020. Um em cada tr&ecirc;s lares portugueses j&aacute; comprou produtos de grande consumo online em 2020 e 45% deles repetem este canal de compras pelo menos uma vez. Com tudo isto, foi poss&iacute;vel quebrar muitas barreiras com os consumidores e gerar o h&aacute;bito, o grande desafio deste canal, num pa&iacute;s com muitas lojas f&iacute;sicas por habitante. Em 2020, deu-se um desenvolvimento que seria expect&aacute;vel acontecer nos pr&oacute;ximos tr&ecirc;s ou quatro anos.</p>
<p>Relativamente &agrave; an&aacute;lise das ins&iacute;gnias, o ano de 2020 inicia-se com quotas de mercado similares &agrave;s do fim de 2019. No m&ecirc;s de mar&ccedil;o verificou-se um forte crescimento do Intermarch&eacute; que conseguiu manter nos restantes meses do ano e uma queda na quota Jer&oacute;nimo Martins, num mercado que come&ccedil;ou a crescer na casa dos dois d&iacute;gitos. Durante o confinamento, a Sonae seguiu o mesmo caminho e cedeu alguma quota, sem comprometer a lideran&ccedil;a, n&atilde;o obstante o Lidl atingir os melhores n&uacute;meros do ano, aproximando-se dos 12% do mercado. Nestes &uacute;ltimos meses do chamado &ldquo;novo normal&rdquo;, consolidou-se o crescimento do Lidl e do Intermarche. A Sonae recupera um pouco e &eacute; o DIA / Minipre&ccedil;o quem mais sofre.</p>
<p><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Webinar_Retail_grafico_2.jpg" alt="Webinar_Retail_grafico_2.jpg" width="600" height="338" /></p>
<p>No per&iacute;odo acumulado de 2020 (de janeiro a agosto) verifica-se que as ins&iacute;gnias l&iacute;deres, apesar de cederem alguma da sua quota de mercado, mant&eacute;m as suas posi&ccedil;&otilde;es com muita solidez. Um fen&oacute;meno que tem ocorrido igual em todos os pa&iacute;ses e que responde &agrave; l&oacute;gica de um mercado maior, mas ao mesmo tempo, mais distribu&iacute;do entre os diferentes agentes. Por outro lado, Lidl e Intermarch&eacute; conseguem consolidar o seu crescimento desde o in&iacute;cio da pandemia e ter um bom desempenho em 2020. Algo que quase se pode afirmar tamb&eacute;m para a Auchan que, embora n&atilde;o ganhe quota de mercado, permanece quase est&aacute;vel em neste mercado maior. O Minipre&ccedil;o que ganhou durante as semanas de confinamento, perde terreno nas &uacute;ltimas semanas.</p>
<p>Florencio Garcia, Iberia Retail &amp; Catman Sector Director afirma: &ldquo;<em>Falamos de um mercado maior, num entorno diferente e com mais competidores do que nunca.&nbsp; Conectar com o consumidor e com suas novas necessidades ser&aacute; a chave para reter o m&aacute;ximo de gasto em cada visita &agrave;s lojas, sem d&uacute;vida a m&eacute;trica chave para o &ecirc;xito dos distribuidores nos pr&oacute;ximos tempos</em>&rdquo;.</p>
</div>]]></description>
         <pubDate>Wed, 23 Sep 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Lares-portugueses-gastam-mais-12-em-Grande-Consumo-em-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Sustentabilidade pode trazer 382 biliÃµes Ã s marcas FMCG]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/As-marcas-de-FMCG-podem-beneficiar-em-382-bilies-</link>
         <description><![CDATA[<p>O investimento em inova&ccedil;&atilde;o sustent&aacute;vel ajudar&aacute; as marcas a conquistar o grupo de consumidores Eco-Ativos. Com um 1 d&oacute;lar em cada 5 d&oacute;lares gasto em FMCG (fast moving consumer goods) vindo de um consumidor ambientalmente consciente, o estudo da Kantar Who Cares Who Does demonstra que as credenciais verdes s&atilde;o ben&eacute;ficas tanto para o neg&oacute;cio como para o planeta.</p>
<p>Com a pandemia Covid-19 a manter o foco no ambiente, estas s&atilde;o as principais conclus&otilde;es do estudo:</p>
<ul>
<li>Os res&iacute;duos de pl&aacute;stico s&atilde;o a segunda maior preocupa&ccedil;&atilde;o ambiental, no mundo.</li>
<li>Os Eco-Ativos, o grupo que a Kantar identifica como consistentemente trabalha para reduzir os seus res&iacute;duos de pl&aacute;stico, cresceu de 16% para 20% dos compradores, a n&iacute;vel mundial, desde 2020.</li>
<li>Um em cada cinco compradores afirma que, desde que come&ccedil;ou a pandemia, adquiriu mais h&aacute;bitos amigos do ambiente e 16% est&atilde;o focados em mais iniciativas ambientais. 1</li>
</ul>
<p>&ldquo;Os nossos dados continuam a sugerir que a inova&ccedil;&atilde;o para reduzir o pl&aacute;stico mant&eacute;m-se como uma oportunidade&rdquo;, afirma Natalie Babbage, Global Link Q Director na Worldpanel Division, Kantar. &ldquo;Observ&aacute;mos que os compradores est&atilde;o altamente conscientes das embalagens que compram todas as semanas e isso &eacute; uma das coisas mais importantes em que pensam, quando consideram pessoalmente como podem reduzir o seu impacto ambiental. Embora os compradores tenham verificado menos aspetos da comida durante a pandemia de Covid-19, as etiquetas das embalagens recicladas (+4 pontos percentuais) e de garantia de qualidade (+3 pontos percentuais) est&atilde;o a ser verificadas mais do que antes, demonstrando uma procura de alternativas verdes ao pl&aacute;stico.&rdquo;</p>
<p><strong>A preocupa&ccedil;&atilde;o ambiental &eacute; pessoal</strong></p>
<p>O question&aacute;rio feito a 80.000 consumidores em 19 pa&iacute;ses revela que quase metade (46%) sente-se pessoalmente afetada por problemas ambientais, contudo, s&atilde;o outras pessoas e n&atilde;o as marcas e os l&iacute;deres de opini&atilde;o que encorajam a ser mais verdes. 38% sentem que aquelas pessoas cujas opini&otilde;es s&atilde;o importantes para elas s&atilde;o as que est&atilde;o a influenciar para a mudan&ccedil;a, sendo as crian&ccedil;as (50%) as que mais impactam no comportamento amigo do ambiente, seguido pelos amigos (43%) e companheiros (41%).</p>
<p><br /><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Who_Cares_Who_Does_grafico.jpg" alt="Who_Cares_Who_Does_grafico.jpg" width="600" height="338" align="middle" /></p>
<p>No que diz respeito ao apoio &agrave;s iniciativas verdes, as diferen&ccedil;as mant&eacute;m-se entre a preocupa&ccedil;&atilde;o e realmente fazer algo. 87,5% afirmam que comprar produtos com embalagens reduzidas &eacute; importante para eles2, mas apenas 20% est&atilde;o segmentados como Eco-Ativos, est&atilde;o a tomar medidas regulares diariamente para reduzir os seus res&iacute;duos de pl&aacute;stico.</p>
<p>&ldquo;Observamos que os Eco-Ativos t&ecirc;m prefer&ecirc;ncia por produtos que s&atilde;o naturais ou t&ecirc;m benef&iacute;cios para a sa&uacute;de, portanto para se conseguir ganhar uma parte dos 382 bili&otilde;es de d&oacute;lares que gastam ir&aacute; requerer das marcas que apelem ao estilo de vida dos consumidores&rdquo;, explica Babbage. 37% consideram os fabricantes como o stakeholder mais importante para limitar os danos ambientais (os retalhistas foram considerados os menos importantes com 4,2%), mas apenas 22% da popula&ccedil;&atilde;o consegue nomear um fabricantes que esteja a desenvolver um bom trabalho, quando se trata de iniciativas sustent&aacute;veis.&rdquo; Acrescenta:&rdquo; Para as marcas, o estudo sublinha a necessidade de considerar o que o comprador &ldquo;verde&rdquo; v&ecirc; na prateleira e qu&atilde;o verdadeiramente os materiais s&atilde;o recicl&aacute;veis e reutiliz&aacute;veis.</p>
<p><strong>Sobre Who Cares, Who Does</strong>: O relat&oacute;rio &eacute; baseado nos resultados de um estudo que cobriu mais de 80.000 respondentes de 19 pa&iacute;ses da Europa, Am&eacute;rica Latina, EUA e &Aacute;sia e explora como fabricantes e retalhistas procuram cumprir os seus compromissos ambientais e trazer mais consumidores com eles. Pa&iacute;ses inclu&iacute;dos: EUA, Fran&ccedil;a, Alemanha, Gr&atilde;-Bretanha, It&aacute;lia, Espanha, Portugal, Irlanda, Rep&uacute;blica Checa, Pol&oacute;nia, Eslov&aacute;quia, China, Indon&eacute;sia, Vietname, Argentina, Brasil, Costa Rica, Chile, Col&ocirc;mbia, M&eacute;xico, Peru. O relat&oacute;rio completo est&aacute; dispon&iacute;vel em <a href="https://kantar.turtl.co/story/whocares-who-does-2020-c/page/3?utm_source=Kantar%20Worldpanel%20global%20newsletter&amp;utm_campaign=64865e1671-EMAIL_CAMPAIGN_2020_09_16_07_05&amp;utm_medium=email&amp;utm_term=0_6f20cf9a58-64865e1671-118831469">www.kantar.com/whocareswhodoes</a></p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 16 Sep 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/As-marcas-de-FMCG-podem-beneficiar-em-382-bilies-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Webinar: A evoluÃ§Ã£o do Retalho em Portugal durante 2020]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar-A-evoluo-do-Retalho-em-Portugal-durante-2020</link>
         <description><![CDATA[<p>O ano de 2020 tem sido de altos e baixos para o setor de Retalho, devido &agrave; pandemia que se alastrou pelo mundo. Portugal n&atilde;o foi exce&ccedil;&atilde;o. A Kantar, Worldpanel Division, vai realizar o Webinar &ldquo;A evolu&ccedil;&atilde;o do Retalho em Portugal durante o ano de 2020&rdquo;, no dia <strong>17 de setembro</strong>, pelas <strong>10h00</strong>.</p>
<p>Nestes 30 minutos, <strong>Florencio Garcia</strong>, Iberia Retail &amp; Catman Sector Director ir&aacute; fazer um overview do que se tem passado neste setor, em Portugal, durante este ano, e ir&aacute; divulgar tamb&eacute;m, quem, entre os v&aacute;rios canais e distribuidores, saiu refor&ccedil;ado e que mudan&ccedil;as enfrentam os players, at&eacute; ao final do ano.</p>
<p><strong>Dia</strong>: quinta-feira, 17 de setembro<br /><strong>Hora</strong>: 10.00h<br /><strong>Dura&ccedil;&atilde;o</strong>: 30 minutos</p>
<p><a href="https://event.on24.com/eventRegistration/EventLobbyServlet?target=reg20.jsp&amp;referrer=&amp;eventid=2643085&amp;sessionid=1&amp;key=B115CF574ED0518BE472E4777F6D2816&amp;regTag=&amp;sourcepage=register">Registe-se</a></p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 08 Sep 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar-A-evoluo-do-Retalho-em-Portugal-durante-2020</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Um lacticÃ­nio por dia? JÃ¡ nÃ£o Ã© bem como se fazia?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Um-lacticnio-por-dia-J-no--bem-como-se-fazia</link>
         <description><![CDATA[<p>Historicamente, na cultura alimentar portuguesa e europeia, no geral, os lactic&iacute;nios sempre desempenharam um papel de relevo. Desde a sua confe&ccedil;&atilde;o artesanal da Idade M&eacute;dia at&eacute; &agrave; massifica&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o no s&eacute;culo XX, a presen&ccedil;a destes alimentos sempre foi tida em conta como essencial numa dieta saud&aacute;vel e equilibrada. Por&eacute;m, sobretudo nas &uacute;ltimas duas d&eacute;cadas, t&ecirc;m surgido v&aacute;rios debates n&atilde;o s&oacute; sobre as consequ&ecirc;ncias desta produ&ccedil;&atilde;o em escala, mas tamb&eacute;m sobre a real import&acirc;ncia e necessidade da presen&ccedil;a dos l&aacute;cteos no regime alimentar, contribuindo fortemente para a diminui&ccedil;&atilde;o do consumo que esta ind&uacute;stria tem verificado nos &uacute;ltimos anos. Nos pr&oacute;ximos par&aacute;grafos iremos focar a nossa an&aacute;lise n&atilde;o s&oacute; na evolu&ccedil;&atilde;o da compra, mas sobretudo no impacto das suas alternativas aliment&iacute;cias, na adapta&ccedil;&atilde;o &agrave;s novas rotinas de consumo e no papel desempenhado junto dos portugueses em momento de crise dos quatro mais representativos produtos l&aacute;cteos do mercado: a manteiga, o queijo, os iogurtes e, claro, o leite.</p>
<p><strong>O impacto do crescimento das alternativas l&aacute;cteas</strong></p>
<p>Para percebermos o qu&atilde;o r&aacute;pidas podem ocorrer as mudan&ccedil;as nas prioridades alimentares, em tr&ecirc;s anos, o conjunto destes quatro produtos, passaram de ocupar 13,4% do or&ccedil;amento alimentar dos portugueses em 2016 (excluindo bebidas), para 12,4% em 2019, significando v&aacute;rios milhares de litros e quilos a menos que est&atilde;o a entrar nos lares e tendo como principais protagonistas o leite e os iogurtes. Al&eacute;m da j&aacute; referida import&acirc;ncia da comunica&ccedil;&atilde;o sobre a relev&acirc;ncia nutricional destes produtos, a verdade &eacute; que tamb&eacute;m as alternativas no mercado n&atilde;o s&oacute; t&ecirc;m crescido, como tamb&eacute;m est&atilde;o cada vez mais acess&iacute;veis, em termos de disponibilidade e pre&ccedil;o, tornando-se cada vez mais &ldquo;mainstream&rdquo;. Pensando n&atilde;o s&oacute; nas alternativas vegetais, mas tamb&eacute;m nos produtos sem lactose, verificamos que o seu impacto &eacute; relevante, mas n&atilde;o exclusivo na diminui&ccedil;&atilde;o da compra dos l&aacute;cteos, sendo que esta categoria tem reagido de forma diferente &agrave; dissemina&ccedil;&atilde;o destes produtos.</p>
<p>Observando a intera&ccedil;&atilde;o do Top quatro L&aacute;cteos, com as suas alternativas verificamos outras tantas realidades distintas. O leite &eacute; claramente o mais prejudicado pelas alternativas vegetais e sem lactose, sendo que grande parte do valor perdido nesta categoria tem sido direta e consistentemente absorvido pelos seus hom&oacute;logos n&atilde;o l&aacute;cteos. J&aacute; os Iogurtes apresentam uma rela&ccedil;&atilde;o c&iacute;clica com as suas alternativas, sendo que, em 2019, apesar da quebra geral de consumo, as variedades com lactose t&ecirc;m conseguido reaver algum valor perdido ao longo dos anos, sobretudo devido &agrave; sua oferta funcional, como os cardiovasculares, defesas ativas e mais recentemente dos iogurtes proteicos. Por seu turno, os queijos revelam uma rela&ccedil;&atilde;o est&aacute;vel com as suas alternativas n&atilde;o l&aacute;cteas, quase como um pacto de &ldquo;n&atilde;o agress&atilde;o&rdquo;. &Eacute; verdade que esta &eacute; tamb&eacute;m a categoria em que as alternativas ainda n&atilde;o t&ecirc;m tanta express&atilde;o em termos de oferta de mercado, por&eacute;m &eacute; igualmente verificado um crescimento dos queijos dentro do seu pr&oacute;prio comprador, isto &eacute;, o comprador habitual de queijo tem adquirido cada vez mais queijo. As manteigas apresentam a tend&ecirc;ncia mais diferenciadora dos tr&ecirc;s casos antes apresentados, pois n&atilde;o s&oacute; os resultados dos &uacute;ltimos anos t&ecirc;m sido bastante positivos como tem consistentemente vindo a absorver perdas do seu principal concorrente, as margarinas de mesa.</p>
<p><strong>Dificuldade em acompanhar as altera&ccedil;&otilde;es do consumo portugu&ecirc;s</strong></p>
<p>Foram quase menos 300 mil ocasi&otilde;es de consumo semanais do top quatro nos tr&ecirc;s anos, sendo que o Leite &eacute; respons&aacute;vel por 61% do decr&eacute;scimo deste valor. Uma das quest&otilde;es que levantamos em rela&ccedil;&atilde;o ao consumo de L&aacute;cteos &eacute;, se al&eacute;m da expans&atilde;o das alternativas, estes produtos por si mesmo n&atilde;o se t&ecirc;m integrado na evolu&ccedil;&atilde;o do consumo dos lares portugueses. A primeira quest&atilde;o a que temos de responder &eacute; o que motiva ao consumo dentro dos lares e como este tem evolu&iacute;do? Nos &uacute;ltimos quatro anos, consumo nos lares portugueses tem sido influenciado n&atilde;o s&oacute; nos produtos que escolhemos ter em casa, mas tamb&eacute;m os h&aacute;bitos de consumo que temos fora do lar, sendo que, neste caso, t&ecirc;m crescido substancialmente nos &uacute;ltimos anos. Desta forma, um dos motivos de consumo que mais se alterou dentro do lar foi o h&aacute;bito, que em 2016 representava 45% dos motivos de consumo no lar, passaram em 2019 para 41%. Por outro lado, crescem motivos de consumo como a sa&uacute;de sim, mas sobretudo a conveni&ecirc;ncia e o prazer, colocando-se nova quest&atilde;o: em que medida os l&aacute;cteos acompanham estas mudan&ccedil;as?</p>
<p>Os l&aacute;cteos acompanham esta mesma tend&ecirc;ncia, sendo que a grande diferen&ccedil;a, por&eacute;m &eacute; que esta n&atilde;o &eacute; o habitat natural deste tipo de produtos que, em m&eacute;dia, s&atilde;o consumidos 26% mais via motivos de rotina versus a m&eacute;dia e a maioria deles, apesar de crescerem nos motivos de consumo emergentes, surgem ainda bastante subdesenvolvidos. A maior exce&ccedil;&atilde;o s&atilde;o mesmo os queijos que ao inv&eacute;s do h&aacute;bito, crescem e fazem da sua for&ccedil;a o consumo prazeroso e conveniente. Al&eacute;m do h&aacute;bito de consumo, os iogurtes surgem tamb&eacute;m bem desenvolvidos no consumo por conveni&ecirc;ncia e a manteiga, que &eacute; sobretudo guiada pelo sabor, sendo este fator fulcral para distanciar posicionamento em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s margarinas, algo que os iogurtes n&atilde;o possuem.</p>
<p><strong>Papel dos l&aacute;cteos nas &ldquo;cestas de sobreviv&ecirc;ncia&rdquo;</strong></p>
<p>O &uacute;ltimo &ldquo;teste&rdquo; aos produtos l&aacute;cteos surgiu bem mais recentemente. Com a crise provocada pela expans&atilde;o da epidemia do Covid-19, com todas as restri&ccedil;&otilde;es e mudan&ccedil;as que ocorreram num curto espa&ccedil;o de tempo, ser&aacute; que os portugueses poderiam encontrar nos l&aacute;cteos uma solu&ccedil;&atilde;o fi&aacute;vel para fazer face ao tempo de confinamento? A resposta &eacute; que, face ao per&iacute;odo pr&eacute; covid, delineado pelos dois primeiros meses do ano, o per&iacute;odo de confinamento veio fincar ainda mais que os l&aacute;cteos como um todo v&atilde;o continuar a perder espa&ccedil;o. Em termos absolutos, em maior ou menor grau, todos revelaram um &ldquo;for&ccedil;ado&rdquo; crescimento, face ao que o contexto exigia, mas quando relativizamos estes dados ao total das compras feitas em alimenta&ccedil;&atilde;o os l&aacute;cteos perderam espa&ccedil;o, uma vez mais, n&atilde;o s&oacute; face &agrave;s quotas que vinham a obter nos anos de normalidade, mas sobretudo face ao per&iacute;odo pr&eacute; covid-19. A exce&ccedil;&atilde;o foram as manteigas, que continuam a solidificar o seu espa&ccedil;o. Por&eacute;m, as boas noticias &eacute; que quando comparamos com as suas respetivas alternativas, &agrave; exce&ccedil;&atilde;o do leite, as restantes categorias ganharam espa&ccedil;o sobre as suas alternativas.</p>
<p><strong>Qual o caminho para os produtos l&aacute;cteos?</strong></p>
<p>Se as manteigas se superiorizam &agrave;s suas alternativas e os queijos ainda pouco sentem o impacto dos produtos sem lactose no mercado, os iogurtes, mas sobretudo os leites enfrentam o maior desafio neste meio competitivo. Apesar de n&atilde;o estar a acompanhar de forma mais afincada a evolu&ccedil;&atilde;o do consumo portugu&ecirc;s, em tempos de crise, verificamos que, mesmo n&atilde;o constituindo uma prioridade na alimenta&ccedil;&atilde;o, os iogurtes l&aacute;cteos facilmente destronam as suas alternativas. J&aacute; o Leite apresenta o caso mais desafiante, pois apesar do elevado n&iacute;vel de armazenamento desta categoria observada durante o confinamento, a verdade &eacute; que se desenvolve dentro que uma base de compradores cada vez mais reduzidas, exigindo uma reflex&atilde;o mais profunda sobre os seus alicerces no mundo da alimenta&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 01 Sep 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Um-lacticnio-por-dia-J-no--bem-como-se-fazia</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[A nova beleza dos portugueses]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/A-nova-beleza-dos-portugueses</link>
         <description><![CDATA[<p>&gt; Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Hipersuper%20Maio%202020%201.pdf">Hipersuper</a></p>
<p><strong>Higiene e beleza com o melhor resultado dos &uacute;ltimos quatro anos</strong></p>
<p>Antes de soar o alarme da pandemia de coronav&iacute;rus, o setor de higiene e beleza fechou 2019 com mais compradores face ao ano anterior e crescendo tanto em valor (+1,0%) como volume (+0,9%), batendo o recorde em valor dos &uacute;ltimos quatro anos, ao atingir 767 milh&otilde;es de euros.</p>
<p>Mesmo na entrada no novo ano e com o aumento das restri&ccedil;&otilde;es, os portugueses n&atilde;o travaram este mercado, tendo continuado a aumentar o gasto (+1,8%) e o volume comprado (+3,7%) no primeiro trimestre de 2020. A presen&ccedil;a em loja tinha sido o fator decisivo para o crescimento do mercado de cuidado pessoal (+1,8% / 13,6 dias), com a maioria das categorias a incrementar a rotina de compra em 2019.</p>
<p>Mas inevitavelmente, no primeiro trimestre de 2020 o motor de crescimento de 2019 est&aacute; em queda, uma vez que os portugueses est&atilde;o a ir menos vezes &agrave;s compras de higiene e beleza (menos 1 dia de compra vs mesmo per&iacute;odo de 2019). Assim, a maioria das categorias sofrem perdas na rotina de compra, passando o tamanho das cestas a ser o maior driver de crescimento, com um aumento de +2,9% da compra m&eacute;dia (uds.) e com a maior parte das categorias a conseguir recrutar compradores.</p>
<p>A necessidade de compra de produtos de preven&ccedil;&atilde;o pand&eacute;mica (ex: desinfetante) contribuiu para este crescimento. Mas verificou-se tamb&eacute;m neste momento a antecipa&ccedil;&atilde;o da compra numa tentativa de prever necessidades. Estava assim dado o mote para a compra sobretudo de produtos das categorias de higiene pessoal nos cuidados mais b&aacute;sicos como sabonetes, gel de banho, hidratantes, produtos cabelo e produtos para a barba.</p>
<p><strong>A falta de cuidado em higiene e beleza</strong></p>
<p>Contudo, depois de declarado o estado de emerg&ecirc;ncia, o setor de higiene e beleza teve de enfrentar os efeitos do confinamento, perante o encerramento de perfumarias, do canal profissional e outros estabelecimentos.</p>
<p>Toda essa situa&ccedil;&atilde;o levou &agrave; mudan&ccedil;a das rotinas de higiene e uso de produtos cosm&eacute;ticos, bem como dos padr&otilde;es de compra. Algumas dessas mudan&ccedil;as ser&atilde;o mantidas a m&eacute;dio prazo e outras ser&atilde;o adaptadas &agrave; medida que as restri&ccedil;&otilde;es de conten&ccedil;&atilde;o forem liberadas at&eacute; se atingir o "novo normal".</p>
<p>Os dados Kantar sugerem, por exemplo, que sem acesso a um cabeleireiro, os portugueses tiveram de definir as suas prioridades a cada momento. Tendo por h&aacute;bito entregar os seus cabelos a cuidados de profissionais, sem sal&otilde;es abertos, as mulheres portuguesas come&ccedil;aram agora a mudar para a colora&ccedil;&atilde;o em casa, tendo a compra de colora&ccedil;&otilde;es de cabelo aumentado o gasto nas semanas de confinamento (+1,1 pp do gasto na semana 10 vs a m&eacute;dia em 2020). Desenganem-se queles que pensam que a quest&atilde;o dos cuidados profissionais foi exclusiva das mulheres. Mesmo os homens foram afetados por esta falta de acesso aos servi&ccedil;os profissionais, perante uma crescente preocupa&ccedil;&atilde;o destes em cortar e cuidar do cabelo com mais frequ&ecirc;ncia, correram a agendar os primeiros cortes &agrave;s primeiras aberturas dos barbeiros.</p>
<p><strong>Estar em casa: as descobertas do confinamento</strong></p>
<p><strong></strong>O mercado de produtos de higiene e beleza est&aacute; a mudar em Portugal e no resto do mundo, com a adapta&ccedil;&atilde;o dos h&aacute;bitos e rotinas &agrave;s mudan&ccedil;as necess&aacute;rias para um novo estilo de vida que estamos ainda a descobrir, por for&ccedil;a do contexto pand&eacute;mico.</p>
<p>Os cuidados de higiene e particularmente de embelezamento t&ecirc;m uma forte componente social, mas num momento em que o contacto social est&aacute; reduzido estritamente ao essencial, significar&aacute; que se ir&atilde;o perder ocasi&otilde;es de cuidado e higiene pessoal?</p>
<p>A maquilhagem ser&aacute; sem d&uacute;vida uma das categorias mais impactadas no imediato, uma vez que o uso de m&aacute;scara de prote&ccedil;&atilde;o respirat&oacute;ria oculta grande parte da mesma. Ainda assim, no primeiro trimestre de 2020, a categoria conseguiu atrair compradores (+23%) que procuraram antecipar a sua compra, antes de maiores restri&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>Por outro lado, cuidado pessoal passar&aacute; a n&atilde;o estar focado na impress&atilde;o que causamos nos outros e a ser determinante no nosso pr&oacute;prio bem-estar f&iacute;sico e emocional em tempos de isolamento. O que nos dizem as tend&ecirc;ncias &eacute; que estamos a redescobrir formas e tempo para cuidarmos de n&oacute;s mesmos e recuperar alguns dos rituais de beleza. O cuidado de beleza 'apenas para mim' continuar&aacute; a expandir-se e a fazer parte das rotinas de cuidados regulares que traduzem bem-estar f&iacute;sico e psicol&oacute;gico.</p>
<p>Em Portugal, o mercado de produtos de limpeza facial tinha vindo a crescer no &uacute;ltimo ano, conquistando mais de 155 mil compradores e contando atualmente com 42% de penetra&ccedil;&atilde;o. Os portugueses expandiram a sua rotina de limpeza de rosto em 2019, aumentando a frequ&ecirc;ncia de compra, com mais compradores a entrarem na categoria, atrav&eacute;s das marcas da Mdd Cien e My Label.</p>
<p>Entre outros cuidados, tal como a moda de fazer p&atilde;o em casa que se tornou viral em todas as redes sociais, tamb&eacute;m os cuidados de limpeza facial poder&atilde;o continuar a ser relevante nestes momentos de self care. Uma oportunidade para as marcas de comunicar, acompanhar e guiar o shopper nestes novos rituais de beleza.</p>
<p><strong>Como ser&aacute; o consumo de produtos de higiene e beleza p&oacute;s Covid-19?</strong></p>
<p>A situa&ccedil;&atilde;o de incerteza causada pelo coronav&iacute;rus afetou os h&aacute;bitos e comportamentos de compra dos portugueses e mudou tamb&eacute;m a sua perspetiva em rela&ccedil;&atilde;o ao futuro com 90% dos inquiridos no Survey Kantar (20 a 29 mar&ccedil;o 2020) a revelarem um elevado grau de preocupa&ccedil;&atilde;o com o Covid-19, 68% a esperar um impacto negativo com a economia e 20% preocupados com a hip&oacute;tese de perder o emprego. No caso da China, podemos ver como, ap&oacute;s a 'crise', o consumidor espera ansiosamente voltar a comprar e usar mais produtos de beleza e cuidados pessoais.</p>
<p>Mas o que aprendemos com outros cen&aacute;rios de crise anteriores (2009 a 2013)? O expect&aacute;vel ser&aacute; um maior foco no pre&ccedil;o pago, com um aumento do foco em promo&ccedil;&otilde;es, produtos b&aacute;sicos e nas marcas da distribui&ccedil;&atilde;o. Ali&aacute;s foi neste per&iacute;odo de crise que os portugueses come&ccedil;aram a descobrir as Mdd&rsquo;s. Passados sete anos, as Mdd&rsquo;s continuam presentes na vida dos compradores, tendo contribuindo fortemente para o aumento do gasto em higiene e beleza em 2019 (gasto m&eacute;dio +8,6%, +11,3% em t1 2020) incrementando o seu peso no mercado ao longo dos anos (+1pp / 16,0% YTD T1 2020).</p>
<p>A grande diferen&ccedil;a &eacute; que as Mdd&rsquo;s mostram-se igualmente preparadas para 2020, tanto quanto os fabricantes e atravessam o seu melhor momento em Portugal. Ali&aacute;s, comunicam como qualquer marca de fabricante, inovam e desenvolveram largamente o seu portf&oacute;lio no mercado de cuidado pessoal. A t&iacute;tulo de exemplo, as Mdd&rsquo;s contam j&aacute; com 1 em cada 4 compradores de m&aacute;scaras de cabelo, tendo sido as recrutadoras mais din&acirc;micas em 2019 (+1,4% Mdf&rsquo;s, +21,4% Mdd&rsquo;s, % ev. compradores).</p>
<p>Al&eacute;m das marcas, tamb&eacute;m as lojas de mass market democratizaram a sua oferta ao disponibilizarem produtos de categorias habitualmente dispon&iacute;veis no canal especializado com novos price points. &Eacute; o caso dos perfumes que levaram mais compradores ao mass market (+15,4%) e a um aumento do gasto online (+48,6%).</p>
<p>A procura por produtos b&aacute;sicos experienciada noutros anos de crise poder&aacute; assim estar posta de parte, perante uma oferta t&atilde;o diversificada e de valor acrescentado com aquela que at&eacute; mesmo as marcas de distribui&ccedil;&atilde;o oferecem.</p>
<p>A oportunidade para as marcas poder&aacute; estar nos benef&iacute;cios associados aos produtos de higiene e beleza. Se em anos anteriores v&iacute;amos um foco cada vez maior em naturalidade, esses benef&iacute;cios podem agora continuar a ser relevantes, mas a sa&uacute;de &eacute; agora a prioridade.</p>
<p><strong>Online desenvolve, mas ser&aacute; suficiente para manter o saldo positivo?</strong></p>
<p>Perante a situa&ccedil;&atilde;o atual, h&aacute; sinais positivos que podem contribuir para aliviar parcialmente os efeitos no mercado do confinamento obrigat&oacute;rio. A compra no canal online pode desempenhar um papel relevante a m&eacute;dio prazo para atenuar a inatividade das lojas f&iacute;sicas, perante a reativa&ccedil;&atilde;o gradual e progressiva normalidade do mercado. Em 2019 o online foi mesmo o canal que em mais beneficiou em toda a higiene e beleza crescendo +22,9% em gasto m&eacute;dio e +3,3 pp em penetra&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>As novas tecnologias e infraestruturas online est&atilde;o a mudar o estilo de vida dos portugueses, mais do que as pessoas possam pensar e est&aacute; a causar um impacto significativo nas suas expectativas dos bens e servi&ccedil;os. Simplificando, suas vidas s&atilde;o cada vez mais impulsionadas pela conveni&ecirc;ncia e pela obten&ccedil;&atilde;o do que desejam, quebrando assim mitos quanto &agrave; dificuldade de utiliza&ccedil;&atilde;o ou seguran&ccedil;a deste canal. De acordo com o Kantar Survey sobre altera&ccedil;&atilde;o de consumo durante a pandemia, 25% dos lares portugueses planeiam aumentar a compra via internet.</p>
<p>Seja pela a impossibilidade de visitar as lojas ou pela tentativa de minimizar o risco de cont&aacute;gio, a verdade &eacute; que os compradores n&atilde;o abdicam dos seus produtos. Este ser&aacute; um importante canal para as marcas e fabricantes, n&atilde;o s&oacute; para os players que t&ecirc;m uma estrutura preparada para fazer face &agrave; procura, mas tamb&eacute;m para os que sejam &aacute;geis a criar parcerias e a colocar os seus produtos nos diferentes canais e plataformas online.</p>
<p>Com a queda no consumo e o consequente encerramento de lojas, n&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida de que a crise do Covid-19 ter&aacute; tamb&eacute;m um impacto significativo no setor do cuidado pessoal. Mas &eacute; importante n&atilde;o perder a perspetiva sobre qual foi a trajet&oacute;ria de consumo no setor no ano anterior e relembrar que em 2019 a fatura&ccedil;&atilde;o atingiu valores record. Um valor poss&iacute;vel de voltar a alcan&ccedil;ar, mesmo que demoremos um pouco mais a redescobrir o pote de ouro do outro lado do arco iris.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 11 Aug 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/A-nova-beleza-dos-portugueses</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[O futuro em mente?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/O-futuro-em-mente</link>
         <description><![CDATA[<p>&gt; Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Grande%20Consumo%20Janeiro%20Fevereiro%202020%20.pdf">Grande Consumo</a></p>
<p>&hellip; Mas primeiro os factos:</p>
<ul>
<li>Menos &ldquo;bocas&rdquo; para alimentar: Em 30 anos Portugal perder&aacute; cerca de 1 milh&atilde;o de habitantes, aumentando ainda mais o fosso da (invertida) pir&acirc;mide et&aacute;ria do nosso pa&iacute;s;</li>
<li>Consumidor descrente: Um pa&iacute;s onde a economia mostrou em 2019 alguns sinais de recupera&ccedil;&atilde;o, mas que n&atilde;o levam ao consumidor a sensa&ccedil;&atilde;o de maior confian&ccedil;a (2019 revelou as maiores descidas na confian&ccedil;a do consumidor nos &uacute;ltimos 3 anos);</li>
<li>Consumo mais individual: As fam&iacute;lias em Portugal caracterizam-se por serem constitu&iacute;das por menos elementos, 2,5 em 2017 vs 3,8 em 1960;&nbsp;</li>
<li>A recupera&ccedil;&atilde;o comedida: Um consumidor que enfrentou tempos de crise, de elevada carga fiscal e barreiras or&ccedil;amentais e salariais, que ao entrar no per&iacute;odo de recupera&ccedil;&atilde;o tornou-se especialista na poupan&ccedil;a seletiva, havendo agora maior abertura para gasto, comer fora de casa por exemplo, mas com conten&ccedil;&atilde;o, e por isso em 2019 as fam&iacute;lias portuguesas aumentaram em 4,1% o seu gasto em produtos de grande consumo para o lar;</li>
<li>Novas necessidades de uma esperan&ccedil;a m&eacute;dia de vida mais longa: O grupo comumente considerado por &ldquo;seniores&rdquo; (com mais de 65 anos de idade) que representam cerca de 22% da popula&ccedil;&atilde;o atual, em 2048 estima-se que represente cerca de 35%;</li>
<li>A sa&uacute;de como ponto de partida e n&atilde;o de destino: O estado da sa&uacute;de dos consumidores condiciona as suas escolhas, a elevada preval&ecirc;ncia de patologias como Colesterol, diabetes e tens&atilde;o alta, em consumidores mais envelhecidos condiciona as suas escolhas de produtos de alimenta&ccedil;&atilde;o, e resulta em novas necessidades de consumo;</li>
</ul>
<p><strong>As escolhas que o consumidor (n&atilde;o) faz</strong></p>
<p><strong></strong>S&atilde;o muitos os fatores que caracterizam e condicionam as escolhas dos consumidores, e cada vez a alimenta&ccedil;&atilde;o torna-se numa discuss&atilde;o com tra&ccedil;os epid&eacute;micos, n&atilde;o s&oacute; devido &agrave; respetiva escassez e ao impacto ambiental, mas tamb&eacute;m devido a uma mir&iacute;ade de temas relacionados. O crescimento das taxas de obesidade nos pa&iacute;ses do primeiro mundo, a obsess&atilde;o por alimentos saud&aacute;veis e o impacto da explora&ccedil;&atilde;o animal no meio-ambiente, s&atilde;o alguns exemplos. Estes fatores alimentar&atilde;o, nos pr&oacute;ximos anos, as conversas sobre uma vis&atilde;o diferente dos alimentos com implica&ccedil;&otilde;es ambientais, econ&oacute;micas e geopol&iacute;ticas.</p>
<p>Em Portugal j&aacute; se notam alguns movimentos, tanto por parte das escolhas do consumidor, como da parte da oferta, com muitos players importantes a dedicarem investimento em produtos Plant Based Food. Ao analisarmos as refei&ccedil;&otilde;es realizadas pelo consumidor dentro de casa (Painel de consumo da Kantar &ndash; Usage) identificamos j&aacute; que 26% das ocasi&otilde;es de consumo em 2019 foram realizadas sem a presen&ccedil;a de alimentos de origem animal.</p>
<p>Muitas foram as ocasi&otilde;es durante 2019 em que as Na&ccedil;&otilde;es Unidas pediram uma mudan&ccedil;a no comportamento alimentar humano. Especificamente, a organiza&ccedil;&atilde;o afirmou que dietas &agrave; base de plantas devem substituir a carne para mitigar as mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas. No estudo realizado pela divis&atilde;o Worldpanel da Kantar (em 29 pa&iacute;ses a n&iacute;vel mundial), a cerca de 70 mil consumidores, #WhoCaresWhoDoes, questionou-se a sua disposi&ccedil;&atilde;o em reduzir a carne para proteger o meio ambiente. Foram encontrados os seguintes resultados:</p>
<ul>
<li>Globalmente, as redu&ccedil;&otilde;es no consumo de carne relatado ainda s&atilde;o raras. Em m&eacute;dia, 56% de todos os entrevistados afirmam que nunca ou raramente evitam carne para salvar o planeta. Apenas 16% afirmam que frequentemente ou sempre preferem uma dieta sem carne.</li>
<li>Entre os pa&iacute;ses, encontramos diferen&ccedil;as substanciais na redu&ccedil;&atilde;o declarada de carne: Os tr&ecirc;s pa&iacute;ses em que os consumidores quase n&atilde;o se abst&ecirc;m de pratos &agrave; base de carne s&atilde;o Rep&uacute;blica Checa (77%), R&uacute;ssia (76%) e Brasil (75%).</li>
<li>No outro extremo da escala, os pa&iacute;ses onde a maioria dos consumidores alegam substituir a carne por op&ccedil;&otilde;es vegetarianas incluem Chile (39%), Fran&ccedil;a (22%), &Aacute;ustria (20%), Su&eacute;cia (20%) e China (20%).&nbsp;</li>
</ul>
<p>O consumidor Portugu&ecirc;s tem demonstrado grandes mudan&ccedil;as, n&atilde;o s&oacute; ao n&iacute;vel da redu&ccedil;&atilde;o de consumo de Carne e Peixe, mas tamb&eacute;m dentro do espectro de alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel, ao n&iacute;vel de uma maior procura e refor&ccedil;o da compra de produtos biol&oacute;gicos, que crescem a 2 d&iacute;gitos h&aacute; v&aacute;rios anos (+23% evolu&ccedil;&atilde;o em valor 2019 vs 2018).</p>
<p><strong>O Bem-estar vs Conveni&ecirc;ncia</strong></p>
<p><strong></strong>Uma tend&ecirc;ncia, na verdade &ldquo;A&rdquo; grande tend&ecirc;ncia que veio para ficar, n&atilde;o tem apenas a ver com o bem-estar f&iacute;sico, enquanto sa&uacute;de f&iacute;sica e/ou psicol&oacute;gica, mas coma progressiva escassez de &ldquo;tempo&rdquo; que alimenta a procura por conveni&ecirc;ncia e valor.</p>
<p>Quais os limites na perce&ccedil;&atilde;o do consumidor para um produto/servi&ccedil;o de valor adicional vs um produto / servi&ccedil;o demasiado caro? No final do dia estamos a falar do e com o mesmo consumidor, aquele que procura avidamente promo&ccedil;&otilde;es, e que em 69% das suas cestas leva algum produto em promo&ccedil;&atilde;o, e que assume que promo&ccedil;&otilde;es s&atilde;o uma obriga&ccedil;&atilde;o das marcas que compra e das lojas que visita. Mas que por fim, est&aacute; disposto a pagar mais caro por uma refei&ccedil;&atilde;o pronta, com taxa de entrega acrescida, tudo em prol da praticidade e do seu bem estar.&nbsp;</p>
<p>O consumidor continuar&aacute; a procurar pela melhor oferta &ldquo;MAIS&rdquo;: mais inovadora, mais sustent&aacute;vel, mais saud&aacute;vel, mais conveniente e nem sempre a mais acess&iacute;vel, mas sim a mais vantajosa.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 03 Aug 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/O-futuro-em-mente</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Uma nova dÃ©cada para o Cuidado do Lar]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Uma-nova-dcada-para-o-Cuidado-do-Lar</link>
         <description><![CDATA[<p>&gt; Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Hipersuper%20Marco%202020.pdf">Hipersuper</a></p>
<p>Recuando alguns dias no tempo, &eacute; ineg&aacute;vel que a d&eacute;cada que deix&aacute;mos para tr&aacute;s trouxe mudan&ccedil;as profundas na forma como as sociedades vivem o seu dia-a-dia e beneficiaram das in&uacute;meras inova&ccedil;&otilde;es que chegaram ao mercado. O papel do lar nas nossas vidas tamb&eacute;m mudou. O lar &eacute; cada vez mais um local de bem-estar, de renova&ccedil;&atilde;o de energias e por isso o mercado viu nele uma oportunidade para criar valor. Quantas pe&ccedil;as de roupa deix&aacute;mos de comprar na loja, para passarmos a receb&ecirc;-las em casa atrav&eacute;s da Internet? Quantos jantares fora foram substitu&iacute;dos por uma refei&ccedil;&atilde;o no sof&aacute; entregue pela Glovo ou pela Uber Eats? Quanto deix&aacute;mos de investir em bilhetes de cinema, porque a subscri&ccedil;&atilde;o da Netflix nos trouxe uma oferta de filmes e s&eacute;ries quase sem limites? As mudan&ccedil;as s&atilde;o muitas, mas levanta-se a quest&atilde;o: o nosso lar serve apenas para disfrutarmos ou a sua conserva&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o continuam a ser uma prioridade para os portugueses?</p>
<p>Relativamente ao ano anterior, em 2019 os portugueses compraram o mesmo n&uacute;mero de produtos de Cuidado do Lar (Home Care) em cada ida &agrave;s compras, mas gastaram mais em cada um desses atos. Em acr&eacute;scimo, aumentaram os dias de compra, que se situam agora nos 23 dias ao ano. Ou seja, a cada 2 semanas, entram novos produtos de Home Care nas despensas portuguesas.</p>
<p>Come&ccedil;ando pelo in&iacute;cio, os &euro;151 anuais que os portugueses est&atilde;o a gastar em Home Care s&atilde;o um recorde. &Eacute; o valor mais elevado desde o final de 2015, e representa um acr&eacute;scimo de quase 10% em rela&ccedil;&atilde;o a essa altura. Resta saber se este maior gasto &eacute; algo a que os portugueses s&atilde;o for&ccedil;ados, por via do aumento dos pre&ccedil;os, ou se h&aacute; realmente uma vontade deliberada do shopper para comprar produtos mais caros.</p>
<p>Segmentando o mercado por marcas premium, marcas standard (gama m&eacute;dia) e marcas da distribui&ccedil;&atilde;o, podemos observar que, desde 2016, houve de facto um aumento generalizado dos pre&ccedil;os m&eacute;dios em qualquer um dos grupos de marcas. Ainda assim, os resultados obtidos n&atilde;o foram iguais em todos. Enquanto que os aumentos de pre&ccedil;os das marcas standard, n&atilde;o as impediram de se tornar mais atrativas para 115 mil lares adicionais, as marcas premium e marcas da distribui&ccedil;&atilde;o mantiveram-se praticamente est&aacute;veis em compradores durante o mesmo per&iacute;odo.</p>
<p>Assim, &eacute; seguro dizer que os aumentos de pre&ccedil;os t&ecirc;m os seus limites e &eacute; a exist&ecirc;ncia de mais compradores dispostos a pagar mais por marcas de gama m&eacute;dia que est&aacute; na base dos incrementos verificados no mercado. J&aacute; as marcas premium conseguiram beneficiar de mais compradores em categorias como Amaciadores e Tratamento de Roupa, Detergente para a M&aacute;quina da Loi&ccedil;a, e Limpeza de Cozinha e WC, mas por outro lado perderam muita da sua atratividade em Detergentes da Roupa para as marcas standard. Estas &uacute;ltimas tamb&eacute;m beneficiaram de mais compradores em Detergentes de Loi&ccedil;a Manuais e Limpeza de Cozinha e WC.</p>
<p>Neste sentido, o pr&oacute;prio mix de categorias comprado pelo shopper portugu&ecirc;s assume um papel fundamental na evolu&ccedil;&atilde;o da categoria de Cuidado do Lar. Atualmente, cada lar portugu&ecirc;s compra, ao longo do ano, em m&eacute;dia, metade das categorias de Home Care dispon&iacute;veis no mercado, sendo as categorias de Ambientadores, Amaciadores e Tratamento de Roupa aquelas que mais t&ecirc;m ganho compradores. Todas elas s&atilde;o categorias de valor acrescentado e reveladoras de mudan&ccedil;as nos h&aacute;bitos dos portugueses.</p>
<p>Come&ccedil;ando pelos Ambientadores, comprados anualmente por mais de metade dos lares portugueses, chegaram em 2019 a quase 300 mil lares adicionais comparativamente a 2016, sendo que o seu recrutamento tem sido exponencial. Em 2019 recrutou ao dobro do ritmo que havia atingido em 2018 e em 2020 promete n&atilde;o ficar por aqui. Uma categoria tradicionalmente dividida entre a sua vertente mais qu&iacute;mica, produzida em laborat&oacute;rio, menos ecol&oacute;gica (recorrendo aos sprays, etc.) e uma vertente percebida como mais natural, como os incensos ou as velas, v&ecirc; agora, em 2020, apostas naquilo que pode ser considerado o melhor dos dois mundos: os difusores el&eacute;tricos, cada vez mais &ldquo;alimentados&rdquo; por recargas cuja f&oacute;rmula se torna progressivamente mais natural. Sem d&uacute;vida um benef&iacute;cio para o shopper, mas que tamb&eacute;m sugere margens mais interessantes para os fabricantes.</p>
<p>Por outro lado, o crescimento dos Amaciadores e Tratamento de Roupa tamb&eacute;m foi conseguido gra&ccedil;as a um acr&eacute;scimo, desde 2016, em mais de 200 mil lares compradores em cada um destes tipos de produtos. &Eacute; neste ponto que se come&ccedil;a a formar uma dicotomia entre duas rotinas distintas de lavagem de roupa dentro dos lares portugueses. De um lado temos lares cada vez mais especializados: cerca de 9% dos lares portugueses - aproximadamente 400 mil lares - que entre detergente para m&aacute;quina, detergente manual, detergente para roupa delicada, amaciadores e aditivos, compram ao longo do ano pelo menos 4 destes 5 segmentos.</p>
<p>No reverso da medalha, podemos encontrar mais de 260 mil lares que n&atilde;o compraram nem um destes produtos para as suas despensas, um n&uacute;mero 12% superior ao registado em 2016. Numa sociedade moderna, h&aacute; v&aacute;rios fatores que podem ser atribu&iacute;dos a esta realidade. Por um lado, com cada vez menos indiv&iacute;duos por lar, torna-se frequente encontrar fam&iacute;lias monoparentais ou pessoas a viverem sozinhas, que ao fazerem menos lavagens de roupa semanais, encontram menos motivos para investir numa m&aacute;quina. A crescente mobilidade profissional e consequente mudan&ccedil;a de resid&ecirc;ncia, que faz crescer o mercado de arrendamento, pode ser outro fator a inibir a compra de uma m&aacute;quina. Noutros casos podemos estar apenas a falar de lares cujo apego aos bens materiais se reduziu, preferindo investir noutro tipo de experi&ecirc;ncias. Bens dom&eacute;sticos como m&aacute;quinas de lavar deixam de ser uma prioridade e recorrendo a uma lavandaria self-service - hoje em dia muito mais f&aacute;ceis de encontrar - a sua rotina de lavagem de roupa mudou drasticamente. &Eacute; importante as marcas incorporarem esta realidade nos seus planos, criando novos momentos na rotina, nomeadamente entre lavagens.</p>
<p>Posto isto, e j&aacute; com os olhos postos nos pr&oacute;ximos 10 anos, quais as pistas que o shopper portugu&ecirc;s nos d&aacute; ao entrar na nova d&eacute;cada? Mais tempo em casa, significar&aacute; maior procura por conforto. Maior disponibilidade para gastar, significar&aacute; uma oportunidade para estender o Cuidado do Lar a mais segmentos de produtos. As marcas t&ecirc;m assim uma maior responsabilidade nos pr&oacute;ximos &ldquo;Anos 20&rdquo;: surpreender o comprador com produtos que tornem os seus lares em espa&ccedil;os mais agrad&aacute;veis, e em simult&acirc;neo criar valor, ao trazer produtos mais eficientes que deem &agrave;s pessoas mais tempo para disfrutar desse conforto.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 20 Jul 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Uma-nova-dcada-para-o-Cuidado-do-Lar</guid>
      </item>	
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         <title><![CDATA[Posicionamento: o futuro das cervejas]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Posicionamento--o-futuro-das-cervejas</link>
         <description><![CDATA[<p>Com o encerrar do ano de 2019, al&eacute;m de fazer-se contas ao que passou, &eacute; cada vez mais importante planear o futuro e perceber em que dire&ccedil;&atilde;o nos devemos mover, perante o desenvolvimento de tantas vari&aacute;veis internas e externas. O investimento no consumo privado cresceu de facto, apesar das previs&otilde;es de abrandamento e teve impacto no gasto em FMCG feito para dentro de casa (+4.1%) e tamb&eacute;m nos momentos em que consumimos fora de casa (+3.6%*). Al&eacute;m dos n&uacute;meros, durante o ano que passou, ouvimos falar no aumento dos h&aacute;bitos de alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel, veganismo, vegetarianismo, flexitarianismo e nas mensagens de necessidade de navegarmos rapidamente rumo &agrave; sustentabilidade. Por&eacute;m, como todas as grandes mudan&ccedil;as, estas tamb&eacute;m ir&atilde;o acontecer de forma gradual, pois a rotina do consumidor continuar&aacute; a ser uma das maiores barreiras. Neste contexto, t&atilde;o importante como ser o primeiro a chegar, &eacute; n&atilde;o ficar de fora e perder o rasto a todos estes desenvolvimentos. A categoria em que nos focamos, destaca-se no mundo das bebidas como reunindo &agrave; partida, muitas das condi&ccedil;&otilde;es para se tornar um caso de sucesso no futuro: a cerveja.</p>
<p>A cerveja parece encaixar na perfei&ccedil;&atilde;o e de forma natural, j&aacute; no presente, nestes pergaminhos de produto de futuro: um produto vegan que na sua maioria &eacute; comercializado no formato de vidro e que, quando bebido com modera&ccedil;&atilde;o, at&eacute; tem vindo cada vez mais a ser integrado em regimes de alimenta&ccedil;&atilde;o equilibrados. Apesar de todos os fatores a favor, quando olhamos para o seu crescimento tanto dentro (+1.7% em valor) como fora de casa (+3.1%), a categoria parece ter ficado um quanto aqu&eacute;m do expect&aacute;vel, tendo em conta o desenvolvimento do consumo como um todo. O que iremos dissecar nos pr&oacute;ximos par&aacute;grafos, s&atilde;o algumas das dimens&otilde;es-chave de um produto que parece &agrave; partida pronto para o futuro, deve ter em considera&ccedil;&atilde;o para exponenciar o seu crescimento: falamos de posicionamento.<br /> <br /><strong>Posicionamento das variedades de produto</strong></p>
<p><strong></strong>Uma das chaves para uma categoria &eacute; tirar o m&aacute;ximo partido das suas variedades para conseguir fazer face &agrave; procura nos momentos e locais certos. No caso da cerveja o desenvolvimento das suas variedades parece ser claro, a cerveja branca ser&aacute; sempre a refer&ecirc;ncia, por&eacute;m saber como se movem os consumidores nas restantes variedades pode determinar crescimento no &ldquo;top of mind&rdquo; e &ldquo;on top&rdquo; na fatura&ccedil;&atilde;o. Exemplos disso mesmo tem sido a forma determinante como as cervejeiras souberam responder &agrave; maior procura de um target mais s&eacute;nior e do fator sa&uacute;de no consumo dentro de casa, com o aumento das cervejas sem &aacute;lcool, e como fora de casa o maior crescimento do consumo guiado pelo prazer levou &agrave; maior procura pela oferta da cerveja preta e da artesanal.</p>
<p><strong>Posicionamento no consumo</strong></p>
<p><strong></strong>Neste campo de posicionamento o grau de dificuldade aumenta, porque, para ter sucesso, o produto ter&aacute; de se adaptar &agrave; rotina do consumidor, pois dificilmente a rotina do consumidor se adapta ao produto. No in&iacute;cio falamos dos v&aacute;rios tipos de consumo emergentes, muitos deles ligados &agrave; abstin&ecirc;ncia da prote&iacute;na animal verificada nos lares portugueses. O seu desenvolvimento ser&aacute; gradual, mas estar&atilde;o as cervejas neste momento na rotina deste consumidor? Apesar de no senso comum o consumidor que retira carne e peixe da sua alimenta&ccedil;&atilde;o n&atilde;o ser t&atilde;o ligado &agrave;s bebidas alco&oacute;licas, a verdade &eacute; que, de todo o consumo em bebidas, este apenas realiza menos 6% de ocasi&otilde;es de consumo com &aacute;lcool (**). Por&eacute;m este consumidor &eacute; mais afeto, por exemplo, ao vinho, gerando em m&eacute;dia menos 30% de ocasi&otilde;es de consumo em cerveja do que aquele que se alimenta de prote&iacute;na animal. Neste momento, inclusivamente, quando mais afeto &eacute; o consumidor &agrave; carne, maior a probabilidade de este consumir cerveja. Para al&eacute;m do tipo de consumo, as cervejas continuam a ser consumidas mais ao almo&ccedil;o do que ao jantar. Tendo em conta que no consumo dentro do lar a presen&ccedil;a &eacute; maior ao jantar, este surge como mais um handicap que acaba por ser bem explorado pelo vinho.</p>
<p><strong>Posicionamento no target</strong></p>
<p><strong></strong>O muito falado posicionamento de target acaba por ser o resultado e o fundamento dos dois tipos de posicionamento anteriores. Tendencialmente o target mais jovem est&aacute; mais fora de casa e procura a cerveja em momentos de consumo distintos do consumidor mais s&eacute;nior, sobretudo come&ccedil;ando o consumo no final da tarde e terminando ao final da noite, ao inv&eacute;s de se cingir &agrave;s grandes refei&ccedil;&otilde;es. Por&eacute;m, por detr&aacute;s da idade do consumidor existem mais vari&aacute;veis que o moldam, desde a forma como encara o meio envolvente, o seu estilo de vida e claro a forma como procura o produto. A segmenta&ccedil;&atilde;o do target surge como fator crucial para ser cada vez mais eficiente, n&atilde;o s&oacute; ao n&iacute;vel de custos de comunica&ccedil;&atilde;o e distribui&ccedil;&atilde;o, mas tamb&eacute;m no sentido de ter uma imagem da marca s&oacute;lida e relevante, isto numa altura em que as marcas da distribui&ccedil;&atilde;o bateram em 2019 mais um recorde de share of throat neste mercado: 26% &ndash; quase o dobro do verificado em 2016.</p>
<p>O futuro do consumo e o produto do futuro, convergem na necessidade de perceber sobretudo o consumidor do presente, pois se existem mudan&ccedil;as a acontecer &eacute; este que as est&aacute; a fazer. T&atilde;o importante como termos o produto mais inovador e vanguardista, s&atilde;o as bases de posicionamento com que &eacute; colocado no mercado.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 03 Jul 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Posicionamento--o-futuro-das-cervejas</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Webinar Brand Footprint: as marcas mais escolhidas]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar--Brand-Footprint-as-marcas-mais-escolhidas-em</link>
         <description><![CDATA[<p>As grandes marcas s&atilde;o aquelas que conseguem ser retiradas, em &uacute;ltima inst&acirc;ncia, nas prateleiras das lojas. A publica&ccedil;&atilde;o <strong>Brand Footprint</strong>, da Kantar revela as marcas mais escolhidas em Portugal, no ano de 2019, pelos consumidores e ir&aacute; ser apresentada no dia <strong>30 de junho</strong>, &agrave;s <strong>9h30</strong>.</p>
<p>O relat&oacute;rio deste ano demonstra a tend&ecirc;ncia dos &uacute;ltimos anos, 9 em cada 10 marcas no Top 10 do Brand Footprint s&atilde;o marcas portuguesas.</p>
<p>Neste webinar, <strong>Carlos Cotos</strong>, Country Manager de Portugal, ir&aacute; apresentar as principais conclus&otilde;es para o nosso pa&iacute;s:</p>
<ul>
<li>O ranking das marcas mais escolhidas em Portugal</li>
<li>Principais vias de crescimento das marcas</li>
<li>Reflex&atilde;o sobre o crescente papel das marcas locais</li>
<li>A import&acirc;ncia das sinergias com os principais retalhistas&nbsp;</li>
</ul>
<p>Registe-se neste webinar e tenha uma vis&atilde;o mais pr&oacute;xima das oportunidades de crescimento para a sua marca no mercado FMCG.</p>
<p><strong>Dia</strong>: ter&ccedil;a-feira, 30 de junho<br /><strong>Hora</strong>: 09.30h<br /><strong>Dura&ccedil;&atilde;o</strong>: 30 minutos</p>
<p><a href="https://event.on24.com/eventRegistration/EventLobbyServlet?target=reg20.jsp&amp;referrer=&amp;eventid=2443645&amp;sessionid=1&amp;key=D3DADA861DCC681F6946160DCA813EB1&amp;regTag=&amp;sourcepage=register"><strong>Registe-se</strong></a></p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 22 Jun 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar--Brand-Footprint-as-marcas-mais-escolhidas-em</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[O "amigo fiel", indispensÃ¡vel na mesa dos portugueses]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Oamigo-fiel-indispensvel-na-mesa-dos-portugueses</link>
         <description><![CDATA[<p>Rico em &Oacute;mega 3 e Vitaminas A, D e B12, devido aos m&eacute;todos como &eacute; processada a salga, um dos mais antigos m&eacute;todos de conserva&ccedil;&atilde;o de alimentos, o bacalhau tem benef&iacute;cios para a sa&uacute;de, para al&eacute;m do seu agrad&aacute;vel sabor, sendo o seu conte&uacute;do nutricional mais elevado que o de um peixe fresco.</p>
<p>Denominado no passado de &ldquo;fiel amigo&rdquo; devido a resistir sem se deteriorar por longos per&iacute;odos de tempo, o bacalhau devido &agrave; consist&ecirc;ncia e sabor da sua &ldquo;carne&rdquo; chega &agrave; nossa mesa atrav&eacute;s dos mais diversos modos de prepara&ccedil;&atilde;o j&aacute; que os nossos antepassados nos ensinaram como aproveitar as v&aacute;rias partes deste peixe salgado. Desde as l&iacute;nguas, a bochechas, badanas/abas, passando pelas postas e lombos, as diferentes formas de corte servem de base a mil e uma receitas. Mas &eacute; sob a forma de cozido que o bacalhau &eacute; mais apreciado, 33% das ocasi&otilde;es de consumo das fam&iacute;lias portuguesas que consomem bacalhau &eacute; sob a forma de cozido e fazem-no em m&eacute;dia uma vez por semana, segundo o estudo Painel de Consumo da Kantar.</p>
<p>No entanto &eacute; na &eacute;poca Natal&iacute;cia que o bacalhau tem o seu momento alto na mesa dos portugueses. Entre novembro e dezembro, 65% dos lares portugueses compra Bacalhau seco/salgado ou congelado, representando estas vendas cerca de 30% do total volume vendido de bacalhau para dentro do lar num ano, com o bacalhau seco a representar 89%. Devido &agrave; forte liga&ccedil;&atilde;o dos portugueses com o bacalhau, as promo&ccedil;&otilde;es n&atilde;o trazem benef&iacute;cio &agrave; categoria, com mais de 80% do volume comprado sem ser em promo&ccedil;&atilde;o. O gap do volume comprado com promo&ccedil;&atilde;o, tende a reduzir entre o que &eacute; o pico alto, per&iacute;odo entre novembro e dezembro, face &agrave;s promo&ccedil;&otilde;es entre janeiro e outubro.&nbsp;</p>
<p>At&eacute; ao final de novembro de 2019, 86% dos lares portugueses comprou pelo menos uma vez bacalhau, realizou em m&eacute;dia cinco compras (uma compra a cada 63 dias), gastou +0.4% vs per&iacute;odo hom&oacute;logo, mas comprou -4% em volume. Em m&eacute;dia, o consumo per capita de bacalhau &eacute; cerca de 4kgs (m&eacute;dia de 2,6 pessoas por lar segundo o INE) e o gasto m&eacute;dio por cesta ronda os 25&euro;.</p>
<p>O Bacalhau Seco/Salgado domina e faz a tend&ecirc;ncia do mercado, mas tem vindo a ceder algum espa&ccedil;o para o bacalhau congelado. Numa &eacute;poca em que a conveni&ecirc;ncia &eacute; uma procura constante &ndash; segundo o estudo Lifestyles 2019 da Kantar, 60% dos lares portugueses afirma &ldquo;dar prefer&ecirc;ncia a um produto que ofere&ccedil;a rapidez e facilidade de prepara&ccedil;&atilde;o&rdquo; &ndash; o segmento congelado tem vindo a conquistar os compradores da categoria, principalmente os mais jovens, 13% dos lares compradores de bacalhau congelado tem at&eacute; 34 anos, +30% quando comparando com os compradores de seco/salgado, que se destacam nos lares com 65 anos e mais, target que afirma &ldquo;ter tempo para cozinhar&rdquo; (76%, segundo o estudo Lifestyles 2019 da Kantar).</p>
<p>Chegando a 42% de lares compradores at&eacute; final de novembro de 2019, o bacalhau congelado tem vindo a ganhar consistentemente novos compradores, +5pp vs o mesmo per&iacute;odo de 2015. Em volume cresce 9% vs final de novembro de 2018, enquanto o bacalhau seco/salgado cai 3%, que apresenta tamb&eacute;m uma redu&ccedil;&atilde;o em compradores.</p>
<p>Dentro do bacalhau seco/salgado, o de origem na Noruega &eacute; aquele que se destaca na cesta, representando 58% do volume total de Bacalhau seco/salgado e est&aacute; presente em 59% dos lares compradores do segmento seco, esta variedade tem sido a mais din&acirc;mica, tendo vindo a &ldquo;roubar&rdquo; cada vez mais espa&ccedil;o a origens n&atilde;o conhecidas e/ou n&atilde;o identificadas do comprador. O comprador de bacalhau de bacalhau est&aacute; cada vez mais informado e disposto a adquirir um produto de pesca sustent&aacute;vel. 66% dos lares afirma estar preocupado com o meio ambiente, segundo o Lifestyles Kantar 2019, e para este facto muito tem contribu&iacute;do a comunica&ccedil;&atilde;o quer da distribui&ccedil;&atilde;o moderna, quer de produtores, nos &uacute;ltimos tempos.</p>
<p>Quando falamos do bacalhau seco/salgado, segundo a sua dimens&atilde;o, os portugueses elegem principalmente o Crescido (1 a 2kg), comprado por 36% dos lares portugueses e absorvendo a maior fatia de volume. Seco/salgado &eacute; a &uacute;nica variedade em crescimento (+9%) em rela&ccedil;&atilde;o ao final de novembro de 2019, mas na &eacute;poca natal&iacute;cia a tradi&ccedil;&atilde;o dita outras tend&ecirc;ncias e Especial ganha relev&acirc;ncia na cesta.<br /> <br />Com um pre&ccedil;o m&eacute;dio 25% mais dispendioso que a m&eacute;dia das variedades, Especial &eacute; o escolhido para manter a tradi&ccedil;&atilde;o do &ldquo;fiel amigo&rdquo; &agrave; mesa dos portugueses na Noite de Natal. Uma tradi&ccedil;&atilde;o que apesar das novas tend&ecirc;ncias de conveni&ecirc;ncia e previs&otilde;es do decl&iacute;nio da esp&eacute;cie devido a uma pesca intensiva, n&atilde;o mostra sinais evidentes de afastamento do consumidor portugu&ecirc;s, pelo que se cr&ecirc; que a tradi&ccedil;&atilde;o se manter&aacute; nas pr&oacute;ximas gera&ccedil;&otilde;es.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 09 Jun 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Oamigo-fiel-indispensvel-na-mesa-dos-portugueses</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[PreocupaÃ§Ã£o com Covid-19 diminui, cautela mantÃ©m-se]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Preocupao-com-Covid-19-diminui-mas-cautela-mantm-se</link>
         <description><![CDATA[<p>Os portugueses ganham confian&ccedil;a ap&oacute;s a fase de quarentena provocada pelo Covid-19. Por&eacute;m, mesmo ap&oacute;s o levantamento de algumas medidas com a decreta&ccedil;&atilde;o do estado de calamidade, existem ainda muitas cautelas em rela&ccedil;&atilde;o aos pr&oacute;ximos meses. &Eacute; poss&iacute;vel agrupar estas preocupa&ccedil;&otilde;es em quatro pontos:</p>
<ul>
<li>A preocupa&ccedil;&atilde;o geral face &agrave; epidemia tem vindo a baixar, sobretudo devido &agrave; diminui&ccedil;&atilde;o do receio de cont&aacute;gio, pois perante um clima de algumas incertezas, as preocupa&ccedil;&otilde;es econ&oacute;micas mant&ecirc;m-se elevadas.</li>
<li>O padr&atilde;o de compra em FMCG recupera algumas caracter&iacute;sticas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; consist&ecirc;ncia do in&iacute;cio do ano, com maior presen&ccedil;a c&iacute;clica dos compradores nos finais das semanas. Por&eacute;m ao mesmo tempo, apesar de tend&ecirc;ncia de decr&eacute;scimo, o n&uacute;mero de produtos na cesta mant&eacute;m-se elevado, revelando ainda necessidades de abastecimento seja por conting&ecirc;ncia, seja por ainda n&atilde;o haver predisposi&ccedil;&atilde;o para consumo fora do lar.</li>
<li>Os portugueses prometem ser mais vigilantes sobre as condi&ccedil;&otilde;es de higiene das lojas, privilegiando sobretudo a proximidade. Ao mesmo tempo planeiam ser mais objetivos na compra, passando o menor tempo poss&iacute;vel no estabelecimento, sugerindo mesmo um aumento da compra fora do espa&ccedil;o f&iacute;sico.</li>
<li>No seguimento dos tr&ecirc;s pontos anteriores, os portugueses afirmam que ir&atilde;o fazer uma menor utiliza&ccedil;&atilde;o de transportes p&uacute;blicos, controlo do gasto em restaura&ccedil;&atilde;o e em atividades de lazer ap&oacute;s desconfinamento. Por&eacute;m a promessa de aumento de per&iacute;odo de f&eacute;rias em Portugal, mesmo perante a hip&oacute;tese de n&atilde;o ser obrigat&oacute;rio pode-se revelar uma prioridade eminente.</li>
</ul>
<div><br /><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Corona_virus_3_Infografico.png" alt="Corona_virus_3_Infografico.png" width="618" height="353" /></div>]]></description>
         <pubDate>Fri, 29 May 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Preocupao-com-Covid-19-diminui-mas-cautela-mantm-se</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Brand Footprint: vigor local bate ressurgimento global]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Brand-Footprint-vigor-local-bate-ressurgimento-global</link>
         <description><![CDATA[<ul>
<li>Mais lares em todo o mundo escolheram marcas globais do Top 20.</li>
<li>Coca-Cola, Colgate e Maggi mant&eacute;m-se como as tr&ecirc;s marcas mais escolhidas no mundo</li>
<li>O n&uacute;mero de marcas globais escolhidas pelos consumidores mais de 1 bili&atilde;o de vezes cresce de 17 para 22.</li>
<li>&Iacute;ndia foi o pa&iacute;s que mais contribuiu para os ganhos de 13 das 25 marcas de FMCG.</li>
</ul>
<div>
<p>Globalmente, mais carrinhos de compras est&atilde;o a ser cheios com grandes marcas, com 20 das 25 principais marcas a mostrarem crescimento na frequ&ecirc;ncia com que foram escolhidas pelos consumidores em 2019. De uma maneira geral, as marcas locais tiveram um ano de 2019 mais forte que as marcas globais. Essas s&atilde;o as duas principais conclus&otilde;es do Ranking Brand Footprint 2020 da Kantar, relat&oacute;rio global que mede a frequ&ecirc;ncia com que as marcas s&atilde;o escolhidas, a n&iacute;vel mundial.</p>
<p>O ranking anual, com foco no desempenho de longo prazo das marcas, tamb&eacute;m inclui uma an&aacute;lise especial sobre o desempenho das grandes marcas durante a atual pandemia de COVID-19, com alguns sinais a mostrarem que est&atilde;o a conseguir vencer, em termos relativos.</p>
<p>As principais conclus&otilde;es incluem:</p>
<p><strong>Uma mudan&ccedil;a a favor das marcas globais de grande consumo no Top 25</strong></p>
<ul>
<li><strong></strong>424 bili&otilde;es de escolhas de marca foram feitas ao longo do ano, representando um aumento de 2.6% nos CRPs (Consumer Reach Points) em compara&ccedil;&atilde;o com 2018.</li>
<li>As marcas globais cresceram 2% em CPRs no ano de 2019, em compara&ccedil;&atilde;o com 0% em 2018, mas isso n&atilde;o foi suficiente para derrotar as marcas locais que cresceram 3.1% em CRPs, em todo o mundo.</li>
<li>As marcas globais representam agora uma em cada tr&ecirc;s (34.1%) op&ccedil;&otilde;es de marcas em todo o mundo, enquanto as marcas locais/regionais representam duas em tr&ecirc;s (65.9%) das marcas colocadas nas cestas de compras.</li>
<li>As maiores marcas globais responderam melhor ao desafio colocado pelas locais nos &uacute;ltimos anos, mostrando sua taxa de crescimento mais bem-sucedida do que em qualquer Brand Footprint anterior: 20 das 25 principais marcas (80%) alcan&ccedil;aram crescimento em 2019, em compara&ccedil;&atilde;o com 48% em 2018.</li>
<li>As marcas globais do Top 50 representaram 15.5% de todas as op&ccedil;&otilde;es de marca feitas em 2019 e 24% de crescimento nos itens comprados.</li>
</ul>
<p><strong>Mais marcas escolhidas mais de 1 bili&atilde;o de vezes</strong></p>
<ul>
<li>Existem, atualmente, 40 marcas no mundo colocadas nas cestas de compras dos consumidores mais de um bili&atilde;o de vezes por ano. Adicionalmente &agrave;s 22 &ldquo;marcas bilion&aacute;rias&rdquo; globais, o n&uacute;mero de marcas bilion&aacute;rias locais aumentou de 14 para 18. Todos as 18 s&atilde;o indianas ou chinesas.</li>
<li>Cinco marcas globais juntaram-se ao clube dos bilion&aacute;rios: Brooke Bond, Head &amp; Shoulders, Kinder, Heinz e Oreo.</li>
<li>A Coca-Cola continua a ser a marca mais escolhida no planeta, escolhida nas prateleiras mais de 6 bili&otilde;es de vezes durante o ano, seguida pela Colgate (escolhida 4 bili&otilde;es de vezes e a Maggi ocupando o terceiro lugar (3 bili&otilde;es de vezes).</li>
</ul>
<p><strong>&nbsp;&Iacute;ndia, uma alavanca chave de crescimento</strong></p>
<ul>
<li>A &Iacute;ndia foi o pa&iacute;s que mais contribuiu para o crescimento de 13 das marcas do Top 25, comparando com 8 do Top 25 em 2018, demonstrando a crescente import&acirc;ncia do pa&iacute;s para o sucesso de uma marca.</li>
<li>Os h&aacute;bitos &uacute;nicos de compra dos consumidores indianos tornaram-se mais evidentes em 2019, com as marcas de grande consumo a serem compradas com mais frequ&ecirc;ncia em todo o pa&iacute;s e em quantidades menores.</li>
<li>Marcas locais como Patanjali e Dabur aumentaram sua penetra&ccedil;&atilde;o nacional em 2019, desafiando o dom&iacute;nio e o crescimento dos principais players do mercado e salientando a popularidade global de produtos de beleza naturais e ayurv&eacute;dicos.</li>
</ul>
<p><strong>Setores mais e menos fortes</strong></p>
<ul>
<li>Em todos os setores de FMCG, a competi&ccedil;&atilde;o ficou mais dif&iacute;cil. No geral, apenas 46% das marcas alcan&ccedil;aram crescimento de CRP em 2019, em compara&ccedil;&atilde;o com&nbsp;47% das marcas em 2018, 49% em 2017 e 52% em 2016.</li>
<li>Os CRPs no setor de latic&iacute;nios cresceram 0.7%, sendo que, pelo segundo ano consecutivo, as marcas globais perderam quota de mercado para marcas locais.</li>
<li>O setor da alimenta&ccedil;&atilde;o cresceu 2.7% durante o ano, enquanto a quota de mercado entre marcas globais e marcas locais permaneceu inalterada em 27.6% e 72.4%.</li>
<li>No setor de bebidas, o crescimento de marcas globais superou o crescimento de marcas locais. Como resultado, os players globais aumentaram sua quota de mercado para 38.4%.</li>
<li>A Coca-Cola ganhou impulso pela primeira vez desde 2013. Atualmente, apresenta uma performance muito melhor, sendo escolhida nas prateleiras 6 bili&otilde;es de vezes num ano.</li>
<li>O setor da sa&uacute;de e beleza foi o que teve um crescimento mais r&aacute;pido em CRP, com um aumento de 6.1%. As marcas locais beneficiaram um pouco mais do crescimento em compara&ccedil;&atilde;o as marcas globais. As globais representam agora 59.6% das op&ccedil;&otilde;es de marca, queda de 0.6% vs 2018 - segunda perda sucessiva de quota.</li>
</ul>
<p>Luis Simoes, Chief Strategy Officer Worldpanel Division, Kantar, explica: &ldquo;as marcas FMCG est&atilde;o habituadas a navegar em tempos turbulentos. Em 2019, vimos muita inova&ccedil;&atilde;o em resposta &agrave;s diferentes macrotend&ecirc;ncias. Este talento para a inova&ccedil;&atilde;o ir&aacute; garantir que as maiores marcas do mundo ser&atilde;o capazes de responder aos desafios impostos pelo COVID-19 e pelo mercado FMCG cada vez mais competitivo, reinventando-se com novos formatos, canais digitais e com&eacute;rcio eletr&oacute;nico. O nosso estudo mostra que a inova&ccedil;&atilde;o que ressoa e se adapta &agrave;s novas necessidades dos compradores locais, combinada com o aumento do investimento em mercados emergentes, continuar&atilde;o a ser alavancas significativas do sucesso futuro</p>
<p>O relat&oacute;rio complete pode ser lido aqui <a href="https://kantar.turtl.co/story/brand-footprint-2020">https://kantar.turtl.co/story/brand-footprint-2020</a>. Para saber mais sobre o Brand Footprint da Kantar, explore os dados, visitando <a href="http://www.kantar.com/brandfootprint">http://www.kantar.com/brandfootprint</a>.</p>
<p><strong>As marcas mais escolhidas em todo o mundo</strong></p>
<table border="1">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;">Posi&ccedil;&atilde;o 2019</td>
<td style="text-align: center;">Posi&ccedil;&atilde;o vs 2018</td>
<td style="text-align: center;">Marca</td>
<td style="text-align: center;">CRP (M)</td>
<td style="text-align: center;">CRP crescimento</td>
<td style="text-align: center;">Penetra&ccedil;&atilde;o</td>
<td style="text-align: center;">Escolha do consumidor</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">1</td>
<td style="text-align: center;">=</td>
<td style="text-align: center;">Coca-Cola</td>
<td style="text-align: center;">6.094</td>
<td style="text-align: center;">0,4%</td>
<td style="text-align: center;">42,1%</td>
<td style="text-align: center;">12,3</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">2</td>
<td style="text-align: center;">=</td>
<td style="text-align: center;">Colgate</td>
<td style="text-align: center;">4.157</td>
<td style="text-align: center;">7%</td>
<td style="text-align: center;">59,7%</td>
<td style="text-align: center;">5,9</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">3</td>
<td style="text-align: center;">=</td>
<td style="text-align: center;">Maggi</td>
<td style="text-align: center;">3.117</td>
<td style="text-align: center;">12%</td>
<td style="text-align: center;">32,2%</td>
<td style="text-align: center;">8.2</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">4</td>
<td style="text-align: center;">=</td>
<td style="text-align: center;">Lays</td>
<td style="text-align: center;">2.608</td>
<td style="text-align: center;">8%</td>
<td style="text-align: center;">30,4%</td>
<td style="text-align: center;">7.3</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">5</td>
<td style="text-align: center;">=</td>
<td style="text-align: center;">Lifebuoy</td>
<td style="text-align: center;">2.450</td>
<td style="text-align: center;">8%</td>
<td style="text-align: center;">25%</td>
<td style="text-align: center;">8.3</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">6</td>
<td style="text-align: center;">=</td>
<td style="text-align: center;">Pepsi</td>
<td style="text-align: center;">2.156</td>
<td style="text-align: center;">2%</td>
<td style="text-align: center;">22,8%</td>
<td style="text-align: center;">8</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">7</td>
<td style="text-align: center;">+2</td>
<td style="text-align: center;">Sunsilk</td>
<td style="text-align: center;">1.981</td>
<td style="text-align: center;">8%</td>
<td style="text-align: center;">23,3%</td>
<td style="text-align: center;">7.2</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">8</td>
<td style="text-align: center;">-1</td>
<td style="text-align: center;">Dove</td>
<td style="text-align: center;">1.962</td>
<td style="text-align: center;">5%</td>
<td style="text-align: center;">36,8%</td>
<td style="text-align: center;">4.5</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">9</td>
<td style="text-align: center;">+1</td>
<td style="text-align: center;">Indomie</td>
<td style="text-align: center;">1.907</td>
<td style="text-align: center;">7%</td>
<td style="text-align: center;">4,9%</td>
<td style="text-align: center;">32.9</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">10</td>
<td style="text-align: center;">-2</td>
<td style="text-align: center;">Nescaf&eacute;</td>
<td style="text-align: center;">1.834</td>
<td style="text-align: center;">-2%</td>
<td style="text-align: center;">22,6%</td>
<td style="text-align: center;">6.9</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><br /></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
</div>]]></description>
         <pubDate>Wed, 27 May 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Brand-Footprint-vigor-local-bate-ressurgimento-global</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Mimosa, Compal e Gresso sÃ£o as marcas mais escolhidas]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Mimosa-Compal-e-Gresso-so-as-marcas-mais-escolhidas</link>
         <description><![CDATA[<ul>
<li>A Mimosa &eacute; a marca mais escolhida em Portugal, pela oitava vez consecutiva</li>
<li>Delta &eacute; a marca de bebidas mais escolhida (quarta posi&ccedil;&atilde;o)</li>
<li>Renova &eacute; a primeira marca de cuidado do lar no ranking (s&eacute;tima posi&ccedil;&atilde;o)</li>
<li>A Colgate &eacute; a primeira marca de higiene no ranking (d&eacute;cima primeira posi&ccedil;&atilde;o)</li>
<li>9 em cada 10 marcas do Top 10 s&atilde;o portuguesas</li>
<li>A Coca-cola, a marca mais escolhida no mundo, ocupa a 13&ordf; posi&ccedil;&atilde;o em Portugal</li>
<li>Activia entra no Top 10, em substitui&ccedil;&atilde;o da Colgate</li>
<li>Gallo foi a marca que mais cresceu em Consumer Reach Points1 (CRPs) em 2019</li>
</ul>
<div>A Mimosa continua a ser a marca de FMCG mais escolhida pelos consumidores em Portugal, pela oitava vez consecutiva. De acordo com o relat&oacute;rio anual global das marcas mais escolhidas Brand Footprint da Kantar, a Mimosa foi retirada das prateleiras 34 milh&otilde;es de vezes. Esta marca foi seguida pela Compal e pela Gresso, que foram ambas retiradas das prateleiras 13 milh&otilde;es de vezes.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>O Top 10 das marcas mais escolhidas em Portugal inclui tamb&eacute;m a Delta (quarto lugar), a Terra Nostra (quinto lugar) e Nobre (sexto lugar). Renova, Milaneza, Activia e Agros ocupam as restantes posi&ccedil;&otilde;es do Top 10. Activia entra no Top 10, em substitui&ccedil;&atilde;o de Colgate.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div><strong>As marcas mais escolhidas em Portugal</strong></div>
<div><strong><br /></strong></div>
<div>
<table border="1">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;">Posi&ccedil;&atilde;o</td>
<td style="text-align: center;">Marca</td>
<td style="text-align: center;">Lares a comprarem (%)</td>
<td style="text-align: center;">Frequ&ecirc;ncia</td>
<td style="text-align: center;">CRP (em milh&otilde;es</td>
<td style="text-align: center;">Posi&ccedil;&atilde;o vs 2018</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">1</td>
<td style="text-align: center;">Mimosa</td>
<td style="text-align: center;">86,5</td>
<td style="text-align: center;">8,4</td>
<td style="text-align: center;">34</td>
<td style="text-align: center;">=</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">2</td>
<td style="text-align: center;">Compal</td>
<td style="text-align: center;">60,2</td>
<td style="text-align: center;">5,1</td>
<td style="text-align: center;">13</td>
<td style="text-align: center;">+1</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">3</td>
<td style="text-align: center;">Gresso</td>
<td style="text-align: center;">61,5</td>
<td style="text-align: center;">5,3</td>
<td style="text-align: center;">13</td>
<td style="text-align: center;">-1</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">4</td>
<td style="text-align: center;">Delta</td>
<td style="text-align: center;">50,5</td>
<td style="text-align: center;">5,4</td>
<td style="text-align: center;">12</td>
<td style="text-align: center;">+1</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">5</td>
<td style="text-align: center;">Terra Nostra</td>
<td style="text-align: center;">56,2</td>
<td style="text-align: center;">5,1</td>
<td style="text-align: center;">12</td>
<td style="text-align: center;">+1</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">6</td>
<td style="text-align: center;">Nobre</td>
<td style="text-align: center;">62,4</td>
<td style="text-align: center;">4,3</td>
<td style="text-align: center;">11</td>
<td style="text-align: center;">-2</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">7</td>
<td style="text-align: center;">Renova</td>
<td style="text-align: center;">70,2</td>
<td style="text-align: center;">3,8</td>
<td style="text-align: center;">11</td>
<td style="text-align: center;">+1</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">8</td>
<td style="text-align: center;">Milaneza</td>
<td style="text-align: center;">66,6</td>
<td style="text-align: center;">3,7</td>
<td style="text-align: center;">10</td>
<td style="text-align: center;">-1</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">9</td>
<td style="text-align: center;">Activia</td>
<td style="text-align: center;">41,1</td>
<td style="text-align: center;">5,9</td>
<td style="text-align: center;">10</td>
<td style="text-align: center;">+2</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">10</td>
<td style="text-align: center;">Agros</td>
<td style="text-align: center;">46,2</td>
<td style="text-align: center;">4,9</td>
<td style="text-align: center;">9</td>
<td style="text-align: center;">-1</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div><strong><br /></strong></div>
<div><span style="font-size: x-small;">Fonte: Brand Footprint da Kantar: <a href="https://www.kantar.com/campaigns/brand-footprint">www.kantar/brandfootprint</a></span></div>
<div>&nbsp;</div>
<div>
<div>O ranking Brand Footprint mede quantas vezes as marcas FMCG s&atilde;o compradas no ponto de venda, considerando quantos lares compraram cada marca e quantas vezes o fizeram durante um ano.&nbsp;</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Entre as 50 marcas mais escolhidas em Portugal, a Gallo foi a marca que mais cresceu em CRP&rsquo;s (31%), que lhe permitiu subir 15 posi&ccedil;&otilde;es no ranking, situando-se agora na 25&ordf; posi&ccedil;&atilde;o. As &aacute;guas de Penacova, este ano, foi a segunda marca que mais cresceu em CRP&rsquo;s permitindo-lhe passar para a 33&ordf; posi&ccedil;&atilde;o. Marcas como Cemporcento, Activia, Terra Nostra, Dolce Gusto, Pedras Salgadas, Fula e Bimbo cresceram entre 10% e 20 por cento em CRP&rsquo;s.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Apesar de a maior parte das marcas presentes no Top 50 serem de alimenta&ccedil;&atilde;o e bebidas, existem tamb&eacute;m marcas de higiene e beleza e de cuidado do lar. A Colgate e Nivea s&atilde;o as &uacute;nicas marcas de higiene e beleza presentes no Top 50 e as mais escolhidas em Portugal neste setor, estando na 11&ordf; e 15&ordf; posi&ccedil;&atilde;o, respetivamente. Relativamente a cuidado do lar, Renova (s&eacute;tima posi&ccedil;&atilde;o), Cif (28&ordf; posi&ccedil;&atilde;o), Fairy (31&ordf;posi&ccedil;&atilde;o), Sonasol (53&ordf; posi&ccedil;&atilde;o) e Comfort (44&ordf;posi&ccedil;&atilde;o), sendo tamb&eacute;m as &uacute;nicas marcas de cuidado do lar presentes no Top 50. Skip e Dodot, entraram este ano para o Top 50, ficando respetivamente em 47&ordf; e 49&ordf; posi&ccedil;&otilde;es.&nbsp;</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Tamb&eacute;m sobre marcas com forte crescimento, ainda que fora do Top 50, est&aacute; a marca Dove que conseguiu chegar &agrave; posi&ccedil;&atilde;o 54&ordf; (subiu 10 posi&ccedil;&otilde;es), aumentando presen&ccedil;a atrav&eacute;s da diversifica&ccedil;&atilde;o de targets compradores e expandindo-se em diferentes regi&otilde;es geogr&aacute;ficas.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>&ldquo;Com o objetivo de fortalecer a constru&ccedil;&atilde;o de marcas fortes, aquelas que crescerem com os seus consumidores, aumentado o seu alcance, ser&atilde;o as marcas essenciais que ocupar&atilde;o o seu lugar de destaque na mente dos consumidores, mas tamb&eacute;m, nos distintos canais de compra&rdquo; afirma Marta Santos, Manufacturers Sector Director</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Para saber mais sobre o Brand Footprint da Kantar, explore os dados, visitando&nbsp;<a href="https://www.kantar.com/campaigns/brand-footprint/explore-the-data">https://www.kantar.com/campaigns/brand-footprint/explore-the-data</a></div>
</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>
<div><strong>Nota para os editores:</strong></div>
<div><strong><br /></strong></div>
<div><span style="font-size: small;"><strong>Brand Footprint: O estudo</strong></span></div>
<div><span style="font-size: small;">O Brand Footprint da Kantar &eacute; um estudo anual, com base em 74% da popula&ccedil;&atilde;o mundial. Um total de 1 bili&atilde;o de lares em 52 pa&iacute;ses, em cinco continentes &ndash; cobrindo 85% do PIB global. Como parte do estudo, a Kantar monitoriza mais de 22.900 marcas em bebidas, alimenta&ccedil;&atilde;o, l&aacute;cteos, sa&uacute;de e beleza e limpeza do lar.</span></div>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="font-size: small;"><strong>Brand Footprint: Ranking Top 50&nbsp;</strong></span></div>
<div><span style="font-size: small;">O ranking anual das 50 marcas mais escolhidas em todo o mundo, revela quais as marcas que est&atilde;o a atingir o sucesso global, dando insights que ajudam as marcas de FMCG a definir targets globais com mais precis&atilde;o e a melhorar o crescimento global dos seus neg&oacute;cios. Distingue-se de outros rankings de marcas, dando informa&ccedil;&atilde;o sobre o comportamento real do consumidor, em vez de atitude.&nbsp;</span></div>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="font-size: small;">O Consumer Reach Point &eacute; a base deste ranking. Uma m&eacute;trica inovadora que mede quantos lares em todo o mundo est&atilde;o a comprar determinada marca (penetra&ccedil;&atilde;o) e com que frequ&ecirc;ncia (escolha do consumidor), dando uma representa&ccedil;&atilde;o real da escolha do comprador.&nbsp;</span></div>
</div>]]></description>
         <pubDate>Wed, 20 May 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Mimosa-Compal-e-Gresso-so-as-marcas-mais-escolhidas</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[ConheÃ§a o comportamento dos portugueses nos retalhistas]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Conhea-o-comportamento-dos-portugueses-nos-retalhistas</link>
         <description><![CDATA[<p>O Kantar Distribui&ccedil;&atilde;o &eacute; o relat&oacute;rio anual onde estudamos, de forma exaustiva, o desempenho e posicionamento de todos os retalhistas a operar em Portugal, incluindo os de (ultra) proximidade, tradicionais e online. Ou at&eacute; mesmo o canal especializado, de que s&atilde;o exemplo as (para)farm&aacute;cias.</p>
<p>O alcance deste relat&oacute;rio pode ir a qualquer local/canal onde os portugueses comprem.</p>
<p>Apesar da sua abrang&ecirc;ncia, este relat&oacute;rio pode ser adquirido por cap&iacute;tulos (exemplo: Intermarch&eacute;, Minipre&ccedil;o/Dia e Online).</p>
<p><strong>Como o fazemos?</strong></p>
<p>A estrutura da an&aacute;lise passa por caracterizar cada player do mercado, partindo do desempenho global do mercado de FMCG (Fast Moving Consumer Goods) e identificando as principais movimenta&ccedil;&otilde;es, for&ccedil;as e lacunas de cada um. S&atilde;o analisados os diferentes tipos de comportamento de compra nos diferentes retalhistas e, descobrimos a(s) melhor(es) estrat&eacute;gia(s), conhecendo comprador de cada um deles.</p>
<p>Os diferentes indicadores s&atilde;o todos alvo de an&aacute;lise &ndash; frequ&ecirc;ncia de compra, tamanho das cestas, volume, gasto m&eacute;dio, etc., com um especial foco na Penetra&ccedil;&atilde;o (% de compradores que compra naquele retalhista), naquele a que chamamos o momento da verdade &ndash; a escolha de cada marca/local/loja em vez de outra(s), ou mais que outra(s).</p>
<p>A decomposi&ccedil;&atilde;o da nossa Queen Measure (como lhe chamamos) &eacute; o passo seguinte:</p>
<ol>
<li>Entendendo a intera&ccedil;&atilde;o/ rota&ccedil;&atilde;o de compradores de cada retalhista por compradores novos, fi&eacute;is e perdidos;</li>
<li>Estudando a fidelidade dos compradores: volume/valor perdido por retalhista, duplica&ccedil;&atilde;o de compradores entre ins&iacute;gnias; qu&atilde;o importante &eacute; o retalhista para o seu comprador? Onde complementa as suas compras?</li>
</ol>
<p>Toda esta an&aacute;lise &eacute; complementada pela caracteriza&ccedil;&atilde;o das cestas dos portugueses &ndash; miss&otilde;es de compra: por categorias/macro categorias e com o universo das marcas de distribui&ccedil;&atilde;o Vs. Marcas de fabricante.</p>
<p>A edi&ccedil;&atilde;o deste ano, traz um cap&iacute;tulo do incontorn&aacute;vel tema do momento &ndash; uma an&aacute;lise extra sobre o impacto da Covid-19.</p>
<p>Este relat&oacute;rio n&atilde;o &eacute; est&aacute;tico, nem fechado sobre si mesmo. Entre em contacto connosco e desafie-nos.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 19 May 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Conhea-o-comportamento-dos-portugueses-nos-retalhistas</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Webinar:  Novo normal, consumo depois do confinamento]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar--Novo-normal-consumo-depois-do-confinamento</link>
         <description><![CDATA[<p>Antes do confinamento devido ao Covid-19, o padr&atilde;o de compra dos portugueses j&aacute; tinha come&ccedil;ado a mudar, privilegiando a intensidade do ato de compra ao inv&eacute;s da regularidade, exatamente o oposto do que vinha a ocorrer em 2019.</p>
<p>Entre o per&iacute;odo de confirma&ccedil;&atilde;o do primeiro caso e confirma&ccedil;&atilde;o do estado de emerg&ecirc;ncia registou-se uma enorme aflu&ecirc;ncia &agrave;s lojas, que se foi desvanecendo com o avan&ccedil;ar do estado de emerg&ecirc;ncia. Pass&aacute;mos de cestas de sobreviv&ecirc;ncia no in&iacute;cio, para cestas de conting&ecirc;ncia com o decorrer do tempo.</p>
<p>Neste webinar, a nossa especialista ir&aacute; partilhar os dados mais recentes, bem como a an&aacute;lise aos desafios que se seguir&atilde;o com o fim do estado de emerg&ecirc;ncia e o regresso &agrave; normalidade poss&iacute;vel. Haver&aacute; novos comportamentos do consumidor? Como ir&aacute; reagir? Quais as novas din&acirc;micas que est&atilde;o a ocorrer na Distribui&ccedil;&atilde;o?</p>
<p><strong>Dia</strong><span>: sexta-feira, 08 de maio</span><br /><strong>Hora</strong><span>: 10.00h</span><br /><strong>Dura&ccedil;&atilde;o</strong><span>: 30 minutos</span></p>
<p><strong><a href="https://console.on24.com/eventRegistration/EventLobbyServlet?target=reg20.jsp&amp;referrer=&amp;eventid=2334860&amp;sessionid=1&amp;key=6F3EF006AF358F851C35D063886B11A5&amp;regTag=&amp;sourcepage=register">Registe-se</a></strong></p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 04 May 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar--Novo-normal-consumo-depois-do-confinamento</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[A luta das marcas por um cabelo mais forte]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/A-luta-das-marcas-por-um-cabelo-mais-forte</link>
         <description><![CDATA[<p>&gt; Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Hipersuper%20Dezembro%202019.pdf">Hipersuper</a></p>
<p>Cabelo, uma das grandes prioridades dos Portugueses em Higiene e Beleza. A categoria deste mercado que entra anualmente em mais lares do nosso pa&iacute;s, mas ainda assim, n&atilde;o na sua totalidade. Em Portugal, cerca de 16% dos lares n&atilde;o compra produtos para o cabelo todos os anos, um fen&oacute;meno, atribu&iacute;vel a m&uacute;ltiplos fatores, que v&atilde;o desde o envelhecimento populacional, at&eacute; &agrave; maior utiliza&ccedil;&atilde;o destes produtos em cabeleireiros ou gin&aacute;sios, e que associados a grandes formatos, muito promocionados, levam a que muitos portugueses acumulem nas suas casas quantidades suficientemente grandes para que possam passar confortavelmente mais de um ano sem comprar a categoria.</p>
<p>Apesar deste contexto em que se encontra o mercado dos produtos para o cabelo, no &uacute;ltimo ano, a categoria conseguiu ser suficientemente din&acirc;mica para que, n&atilde;o ganhando novos compradores, fazer com que aqueles que a compraram, gastassem mais dinheiro em rela&ccedil;&atilde;o ao que haviam feito no per&iacute;odo hom&oacute;logo.</p>
<p>Esta valoriza&ccedil;&atilde;o da categoria, surge com v&aacute;rias explica&ccedil;&otilde;es, come&ccedil;ando pelo facto de os Condicionadores e as M&aacute;scaras, segmentos de valor acrescentado, estarem a impulsionar o mercado, contrariamente ao que acontece com os champ&ocirc;s. Na verdade, inversamente ao que se assistiu no passado, um lar portugu&ecirc;s m&eacute;dio j&aacute; n&atilde;o compra apenas champ&ocirc;. O caminho de especializa&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento de uma rotina de beleza, por parte das marcas, fez com que hoje em dia, na maioria dos lares portugueses, j&aacute; se complemente a lavagem do cabelo, com a utiliza&ccedil;&atilde;o de um condicionador ou com a aplica&ccedil;&atilde;o de um tratamento capilar.</p>
<p>Ainda assim, nem todo o caminho est&aacute; feito. Este cuidado adicional com o cabelo, potenciado pela compra de segmentos de valor acrescentado, &eacute; uma tend&ecirc;ncia essencialmente jovem, pelo que ainda h&aacute; muitos compradores pass&iacute;veis de serem convertidos a uma compra cruzada entre os v&aacute;rios segmentos que cada marca coloca no mercado. Neste momento, um fabricante m&eacute;dio de produtos de cabelo, assiste a apenas 32% dos seus shoppers comprarem os seus Amaciadores e a apenas 17% comprarem os seus Tratamentos, estando, pois, muito longe de levar todo o seu portf&oacute;lio aos seus compradores.</p>
<p>A forma para o conseguir fazer &eacute; tudo menos direta, sobretudo num mercado t&atilde;o segmentado como este. No &uacute;ltimo ano, das 10 refer&ecirc;ncias de champ&ocirc; que mais ganharam compradores, 9 delas tinham atributos completamente distintos dos restantes, que iam desde produtos para cabelos brilhantes, at&eacute; aos destinados a cabelos longos, passando por cabelos pintados, finos ou encaracolados. Um &ldquo;sem fim&rdquo; de op&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>Num mercado sem f&oacute;rmulas certas, tamb&eacute;m a estrat&eacute;gia promocional n&atilde;o &eacute; exce&ccedil;&atilde;o e assume valores t&atilde;o variados quanto a diferencia&ccedil;&atilde;o de gamas em que cada marca est&aacute; a apostar. As marcas da distribui&ccedil;&atilde;o j&aacute; entraram na luta das promo&ccedil;&otilde;es, no entanto, ainda s&atilde;o menos de 5% os seus compradores que se limitam a comprar exclusivamente em promo&ccedil;&atilde;o. &Eacute; na luta entre fabricantes que se veem as maiores diferen&ccedil;as promocionais, que podem variar entre os 20% de compradores exclusivos de promo&ccedil;&atilde;o no fabricante menos dependente desta estrat&eacute;gia, at&eacute; aos 60% para o fabricante mais dependente dos &ldquo;promo addicts&rdquo;.</p>
<p>Independentemente do fabricante, a percentagem m&eacute;dia de lares portugueses que s&oacute; compra champ&ocirc; em promo&ccedil;&atilde;o ascendeu aos 42% no &uacute;ltimo ano, um valor j&aacute; historicamente elevado, e cada vez mais entranhado na forma de comprar dos portugueses. Como tal, surgiu a necessidade de acrescentar valor (e pre&ccedil;o) de outras formas mais criativas, sem estar a desafiar as promo&ccedil;&otilde;es, t&atilde;o queridas dos portugueses.</p>
<p>A forma encontrada para o fazer foi a redu&ccedil;&atilde;o do tamanho das embalagens, que se vinham a tornar demasiado grandes ao longo dos &uacute;ltimos anos, contrariando os interesses dos fabricantes, ao praticarem pre&ccedil;os m&eacute;dios por litro mais baixos, e ao mesmo tempo criando entraves aos compradores que queriam experimentar uma nova gama, sem terem que se comprometer a uma embalagem demasiado grande para um produto desconhecido. <br />Esta necessidade de mudan&ccedil;a dos fabricantes foi r&aacute;pida a surtir efeitos. Cerca de metade das principais marcas entraram nesta din&acirc;mica e em menos de 1 ano os formatos de 300+400ml atingiram m&aacute;ximos de penetra&ccedil;&atilde;o, enquanto que os formatos acima de 700ml se viram reduzidos a praticamente metade dos compradores que tinham em 2016. Tamb&eacute;m os &ldquo;formatos de viagem&rdquo; nunca estiveram t&atilde;o presentes nos lineares das lojas, indo precisamente ao encontro desta necessidade. J&aacute; os compradores, parecem ter recompensado as marcas que fizeram este movimento, uma vez que, de modo geral, foram estas as que mais conquistaram os portugueses.</p>
<p>Ainda assim, h&aacute; outra mensagem, um alerta, que os compradores est&atilde;o a transmitir. Podem haver marcas que j&aacute; ultrapassaram o n&iacute;vel &oacute;timo de pre&ccedil;o que o shopper est&aacute; disposto a dar por elas. Em champ&ocirc;, enquanto que at&eacute; agora os aumentos de pre&ccedil;o aos quais os compradores tinham vindo a ser sujeitos anualmente, n&atilde;o estavam a impedir a maior atratividade da categoria, este ano, pela primeira vez desde 2016, essa realidade mudou.</p>
<p>Das 15 marcas com mais compradores de champ&ocirc; no mercado, 11 delas t&ecirc;m um pre&ccedil;o acima da m&eacute;dia, mas ainda assim, quase 65% destas continuaram a aumentar o seu pre&ccedil;o. O problema &eacute; que mais de metade destas marcas perderam compradores em champ&ocirc; ao longo do &uacute;ltimo ano. J&aacute; nos segmentos especializados, de Condicionadores e Tratamento, parecem haver boas not&iacute;cias, uma vez que a rela&ccedil;&atilde;o entre aumento do pre&ccedil;o e ganho de compradores n&atilde;o parece ser t&atilde;o direta, o que pode dar mais margem de &ldquo;manobra&rdquo; para as marcas neste tipo de produtos.</p>
<p>De forma generalizada, &eacute; essa a mensagem que o mercado est&aacute; a passar: nos segmentos especializados o pre&ccedil;o &eacute; um fator menos determinante. &Eacute; por isso que, mais que nunca, &eacute; fora do Mass Market que est&atilde;o a surgir novas formas de criar valor. No mercado atual, a exist&ecirc;ncia de barreiras entre canais, tem que ser algo que faz parte do passado. Se anteriormente os produtos para o cabelo estavam associados &agrave; compra de supermercado, cabeleireiro ou, no limite, &agrave;s farm&aacute;cias, hoje em dia vemos que s&atilde;o as perfumarias, o online e os cat&aacute;logos de venda direta que est&atilde;o a recrutar novos compradores. Assim, n&atilde;o h&aacute; motivo para que os fabricantes n&atilde;o queiram entrar nestes canais, em que podem trabalhar sobre margens maiores, com os seus produtos de cuidado do cabelo. Se na Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna o pre&ccedil;o m&eacute;dio da categoria ronda os &euro;10/litro, no canal Online este valor sobe para &euro;14/litro, e nas Perfumarias ascende aos &euro;19/litro. Cada vez mais marcas veem o canal especializado como uma oportunidade premium para os seus produtos de cabelo, estando, ano ap&oacute;s ano, a gerar crescimentos em valor, e tendo em 2018 atingido o seu melhor per&iacute;odo de sempre, com quase &euro;9 Milh&otilde;es em vendas. O mote perfeito para as marcas expandirem os seus pontos de contacto com o comprador.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 16 Apr 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/A-luta-das-marcas-por-um-cabelo-mais-forte</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Covid-19 e a nova rotina de compra dos portugueses]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Covid-19-e-a-nova-rotina-de-compra-dos-portugueses</link>
         <description><![CDATA[<p>No mais recente estudo Kantar de acompanhamento da opini&atilde;o dos portugueses sobre a crise provocada pelo Covid-19, aplicado entre os dias 27 e 30 de mar&ccedil;o de 2020, o n&uacute;mero de pessoas que afirma uma elevada preocupa&ccedil;&atilde;o com a pandemia subiu de 81 para 90% (% de respostas com a classifica&ccedil;&atilde;o de 8 ou mais, numa escala de 0 a 10). Este aumento de preocupa&ccedil;&atilde;o com a atual crise n&atilde;o se deve tanto ao poss&iacute;vel cont&aacute;gio ou &agrave; compra de m&aacute;scaras e desinfetantes, mas sim com:</p>
<ul>
<li>Impacto negativo na economia (68%, mais 12pp vs a primeira vaga)</li>
<li>Poss&iacute;vel colapso da seguran&ccedil;a social (34%, +9pp vs a primeira vaga)</li>
<li>Perda de emprego (20%, +10pp vs a primeira vaga).</li>
</ul>
<p><strong>Semanas de 22 de mar&ccedil;o a 05 de abril: surgimento de uma nova rotina de compra, a de conting&ecirc;ncia</strong></p>
<p>Esta nova rotina rege-se pelo princ&iacute;pio da conting&ecirc;ncia, que implica ir &agrave;s compras o menor n&uacute;mero de vezes poss&iacute;vel (no dia 5 abril foi atingido um novo valor m&iacute;nimo anual) e levar uma maior quantidade de produtos por cesta (registando o seu m&aacute;ximo de 2020 no dia 4 de abril), que evite a repeti&ccedil;&atilde;o da compra num curto espa&ccedil;o de tempo.</p>
<p>Estas foram as semanas em que abrandou a compra de produtos de higiene e limpeza e em que existiu uma maior dedica&ccedil;&atilde;o do or&ccedil;amento familiar ao abastecimento alimentar. As visitas nesta quarta e quinta semanas de per&iacute;odo Covid-19, comparando com as tr&ecirc;s semanas anteriores, destacaram-se mais pela compra de produtos que permitam uma dose extra de prazer e conforto. Numa altura em que estamos privados de momentos de lazer e de socializa&ccedil;&atilde;o no exterior, ganham um particular destaque os doces e produtos para se confecionarem doces, assim como as bebidas alco&oacute;licas, mas tamb&eacute;m alimenta&ccedil;&atilde;o congelada, desde a carne congelada at&eacute; &agrave;s refei&ccedil;&otilde;es prontas congeladas.</p>
<p><br /><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Corona_virus_2_grafico.png" alt="Corona_virus_2_grafico.png" width="600" height="338" align="middle" /></p>
<p><strong>A import&acirc;ncia de medir o impacto do armazenamento e do canal Online</strong></p>
<p>Relativamente ao armazenamento, analisando individualmente 26 setores de produtos de FMCG, a maioria de portugueses n&atilde;o planeia alterar a quantidade de compra, afirmando mesmo manter o n&uacute;mero de produtos (62,4% em m&eacute;dia) ou n&atilde;o comprar produtos que antes n&atilde;o o planeavam fazer (10,2%). Por&eacute;m existem categorias onde se destaca a inten&ccedil;&atilde;o do aumento de procura acima da m&eacute;dia dos restantes, nomeadamente, os produtos para a limpeza das m&atilde;os, alimentos em conserva, fruta fresca, vegetais, massa, arroz, leite, p&atilde;o, carne e peixe congelados e tamb&eacute;m caf&eacute; e ch&aacute;.</p>
<p>No extremo oposto, dos produtos em que se planeia uma redu&ccedil;&atilde;o da compra est&atilde;o alguns dos que registaram maior compra na quarta e quinta semana, como os doces, bolos, bolachas e as bebidas com &aacute;lcool. Al&eacute;m destes, as batatas, snacks e frutos secos, produtos de hidrata&ccedil;&atilde;o corporal/cremes de beleza, maquilhagem e fragr&acirc;ncias, tamb&eacute;m podem esperar uma diminui&ccedil;&atilde;o na procura nesta fase.</p>
<p>Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; procura pelo canal Online, que at&eacute; ao dia 20 de mar&ccedil;o 10% dos portugueses j&aacute; afirmavam estar a comprar mais neste canal, revela agora uma inten&ccedil;&atilde;o de aumento de compra por parte de 17%, quando se fala em produtos alimentares.</p>
<p><strong>Quais as expetativas dos consumidores em rela&ccedil;&atilde;o ao regresso &agrave; normalidade?</strong></p>
<p>Apenas 13,5% dos consumidores se encontram mais otimistas e acreditam que at&eacute; ao fim de abril se atinja uma nova normalidade de recupera&ccedil;&atilde;o da rotina de vida, sendo que uma fatia importante, 38,9% dos portugueses, n&atilde;o acredita que a sua vida volte &agrave; normalidade at&eacute; ao final do ver&atilde;o.</p>
<p>Muito importante e a ter em conta &eacute; o impacto desta pandemia na disponibilidade or&ccedil;amental das fam&iacute;lias, j&aacute; que na mais recente vaga do estudo, 18% dos portugueses ativos antes da epidemia afirmavam j&aacute; ter perdido o emprego temporariamente.</p>
<p><span>Download de infografia no lado direito da p&aacute;gina.</span></p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 07 Apr 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Covid-19-e-a-nova-rotina-de-compra-dos-portugueses</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Impacto do Covid-19 nas rotinas dos portugueses]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Impacto-Covid-19-as-primeiras-semanas-na-rotina-d</link>
         <description><![CDATA[<p>Quatro semanas depois do primeiro caso de COVID-19 ter sido confirmado em territ&oacute;rio portugu&ecirc;s o n&uacute;mero de casos continua a aumentar e, obrigatoriamente, as rotinas dos portugueses tamb&eacute;m se moldaram a uma nova realidade. Num question&aacute;rio realizado &agrave;s fam&iacute;lias portuguesas pela Kantar Portugal, sobre as suas preocupa&ccedil;&otilde;es e mudan&ccedil;as de h&aacute;bitos face ao momento atual (a primeira vaga realizada entre os dias 13 e 20 de mar&ccedil;o), revelou que o grau de preocupa&ccedil;&atilde;o de 81% dos portugueses j&aacute; era bastante elevado (% de respostas com a classifica&ccedil;&atilde;o de 8 ou mais, numa escala de 0 a 10). Algumas das principais altera&ccedil;&otilde;es identificadas nas rotinas di&aacute;rias foram o ato de lavar mais vezes as m&atilde;os (83%), a redu&ccedil;&atilde;o do consumo fora de casa (77%) e a menor utiliza&ccedil;&atilde;o de transportes p&uacute;blicos (62%).</p>
<p>Por&eacute;m, analisando tamb&eacute;m as compras realizadas at&eacute; ao dia 22 de mar&ccedil;o, o ritual de compra de produtos de grande consumo tem sofrido significativas e constantes altera&ccedil;&otilde;es, neste curto espa&ccedil;o de tempo, num movimento de passagem de compradores com rotinas de elevada &ldquo;consist&ecirc;ncia&rdquo; para compradores de rea&ccedil;&otilde;es de &ldquo;conting&ecirc;ncia&rdquo;.</p>
<p>A Kantar agrupa estas s&uacute;bitas mudan&ccedil;as no padr&atilde;o de compra em tr&ecirc;s momentos de rea&ccedil;&atilde;o dos portugueses, que resultaram em tr&ecirc;s padr&otilde;es de compra completamente distintos:</p>
<p><br /><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Corona_virus_1_grafico.png" alt="Corona_virus_1_grafico.png" width="618" height="350" /></p>
<p><strong>Semana de confirma&ccedil;&atilde;o dos primeiros casos de Covid-19 em territ&oacute;rio nacional</strong></p>
<p><strong></strong>No dia 2 de mar&ccedil;o foram confirmados os primeiros casos em Portugal e a resposta dos portugueses n&atilde;o poderia ter sido mais pronta. No dia seguinte, verificou-se a maior aflu&ecirc;ncia &agrave;s lojas de 2020 (at&eacute; &agrave; data), uma presen&ccedil;a de compradores 51% acima da m&eacute;dia di&aacute;ria verificada durante este ano, um cen&aacute;rio bastante at&iacute;pico, sobretudo por se tratar de um dia de semana, deixando bem marcada a sua preocupa&ccedil;&atilde;o face &agrave; amea&ccedil;a do v&iacute;rus.</p>
<p>Desde o dia 3 de mar&ccedil;o at&eacute; ao final dessa semana, apesar de se ter verificado um aumento natural na compra de produtos alimentares, o principal objetivo desta compra foi sobretudo produtos de higieniza&ccedil;&atilde;o, tanto para o lar como para cuidado pessoal, que registaram um n&uacute;mero de produtos comprados 23% e 22%, respetivamente, acima da m&eacute;dia semanal verificada at&eacute; ao final do m&ecirc;s de fevereiro. No geral, do dia 3 ao dia 8 (domingo) foi registado um aumento no n&uacute;mero total de produtos comprados para os lares na ordem dos 19%.</p>
<p><strong>Semana em que o Covid-19 foi declarado como pandemia</strong></p>
<p>Apesar do pico at&iacute;pico de aflu&ecirc;ncia verificado no dia 3, foi na segunda semana de mar&ccedil;o que se verificaram as mudan&ccedil;as mais consistentes na compra e que maior impacto tiveram no panorama do FMCG em Portugal, mais precisamente a partir do dia 11 de mar&ccedil;o, quando o Covid-19 foi declarado pela OMS como pandemia.</p>
<p>Do dia 11 ao dia 14, dia anterior &agrave; declara&ccedil;&atilde;o das restri&ccedil;&otilde;es no acesso e na afeta&ccedil;&atilde;o dos espa&ccedil;os nos estabelecimentos, verificou-se uma nova &ldquo;onda&rdquo; de desloca&ccedil;&otilde;es &agrave;s lojas. Neste per&iacute;odo, a aflu&ecirc;ncia de compradores esteve 24% acima da m&eacute;dia di&aacute;ria de 2020. Com o n&uacute;mero de recomenda&ccedil;&otilde;es para a perman&ecirc;ncia dentro de casa a expandirem-se, os portugueses foram aumentando consideravelmente o tamanho da cesta por compra, sendo que desta vez o alvo principal n&atilde;o foram s&oacute; os produtos de limpeza, mas tamb&eacute;m a procura pelo armazenamento alimentar, com um registo do n&uacute;mero de produtos comprados 49% e 37%, respetivamente, acima da m&eacute;dia &ldquo;Pr&eacute; Covid-19&rdquo; (at&eacute; ao final do m&ecirc;s de fevereiro). Neste espa&ccedil;o de tempo, a quantidade di&aacute;ria de produtos comprados esteve 45% acima da m&eacute;dia anual, representando assim o grande momento de stockagem das fam&iacute;lias portuguesas.</p>
<p><strong>Das restri&ccedil;&otilde;es ao acesso de estabelecimentos at&eacute; &agrave; declara&ccedil;&atilde;o do estado de emerg&ecirc;ncia</strong></p>
<p><strong></strong>A partir do dia 15 de mar&ccedil;o, quando o acesso &agrave;s lojas foi restringido, ao mesmo n&iacute;vel que a aflu&ecirc;ncia &agrave;s lojas ia diminuindo consideravelmente, o tamanho das cestas aumentava na mesma propor&ccedil;&atilde;o, por&eacute;m nesta altura deixaram de ser batidos recordes de compras e sentia-se o pron&uacute;ncio da esperada retra&ccedil;&atilde;o, ap&oacute;s a intensa procura verificada nas duas semanas anteriores.</p>
<p>Pron&uacute;ncio esse que foi efetivado a partir do dia 19, o dia seguinte &agrave; decreta&ccedil;&atilde;o do estado de emerg&ecirc;ncia em Portugal, a aflu&ecirc;ncia &agrave;s lojas diminuiu drasticamente para os valores mais baixos de 2020 at&eacute; &agrave; data, tendo mesmo chegado no domingo dia 22, ao n&iacute;vel de compradores mais baixo do ano, 42% abaixo da m&eacute;dia di&aacute;ria do ano. Mas com uma grande diferen&ccedil;a, o tamanho de cada cesta nesta data atingiu n&iacute;veis m&aacute;ximos, mas mesmo assim foi inevit&aacute;vel a quebra abrupta das compras de FMCG.</p>
<p>No computo geral, da terceira semana ap&oacute;s a confirma&ccedil;&atilde;o do primeiro caso do v&iacute;rus, o saldo total de produtos comprados ficou na m&eacute;dia, face ao per&iacute;odo pr&eacute; Covid-19, por&eacute;m numa tend&ecirc;ncia clara de decrescimento que se poder&aacute; agravar nas pr&oacute;ximas semanas, at&eacute; se encontrar um novo equil&iacute;brio no padr&atilde;o de compra.</p>
<p>O que conseguimos igualmente retirar destas semanas &eacute; a &ldquo;cesta de sobreviv&ecirc;ncia&rdquo; dos portugueses, os produtos que foram priorizados neste momento de crise, onde n&atilde;o existiu tempo para um planeamento de compras muito antecipado. Quando comparadas as cestas de compra Pr&eacute; e P&oacute;s Covid-19, dentro da alimenta&ccedil;&atilde;o, as duas primeiras semanas a aquisi&ccedil;&atilde;o de produtos frescos (sobretudo as frutas, as verduras e a carne) foi altamente priorit&aacute;ria. Por&eacute;m, a menor capacidade de reposi&ccedil;&atilde;o face &agrave; procura fez com que nem todos os lares tenham tido o mesmo n&iacute;vel de acesso a estes produtos, resultando que no global destas tr&ecirc;s semanas a compra de produtos frescos tenha ficado na m&eacute;dia face ao per&iacute;odo antes da crise. De forma mais consistente surgiu a procura de produtos b&aacute;sicos e de longa dura&ccedil;&atilde;o, destacando-se como principais as leguminosas, sobretudo gr&atilde;o e feij&atilde;o, farinhas, peixes e legumes em conserva, massa e num segundo plano o arroz, azeite, vinagre, sal, a&ccedil;&uacute;car, bolachas e produtos congelados, desde salgados, a verduras at&eacute; &agrave; carne e peixe. Percebemos tamb&eacute;m a import&acirc;ncia dos produtos b&aacute;sicos e limpeza e higiene, sobretudo luvas dom&eacute;sticas/descart&aacute;veis, detergentes para roupa, lix&iacute;via e produtos de papel no geral, n&atilde;o s&oacute; o papel higi&eacute;nico, mas tamb&eacute;m len&ccedil;os, rolos de cozinha e guardanapos. Sabonetes e fraldas foram as grandes prioridades na &aacute;rea da higiene pessoal.</p>
<p><strong>O que acompanhar nas pr&oacute;ximas semanas para antecipar futuro a curto-prazo</strong></p>
<p><strong></strong>Perante uma situa&ccedil;&atilde;o de crise s&uacute;bita, a palavra planeamento provoca em todos os envolvidos um sentimento misto, o da necessidade e o de imprevisibilidade. Existem v&aacute;rias quest&otilde;es a responder e desafios a superar, onde a chave estar&aacute; em transformar barreiras em oportunidades, sendo a maior delas a oportunidade de oferecer aos portugueses o que eles mais necessitam para se adaptarem a esta nova realidade.</p>
<p>Algumas quest&otilde;es que devemos acompanhar no sector de FMCG ser&atilde;o o novo desenvolvimento do canal online, uma maior procura por proximidade, a evolu&ccedil;&atilde;o das compras de armazenamento e os alimentos &ldquo;imunit&aacute;rios&rdquo;:</p>
<ul>
<li>Apenas 10% dos portugueses afirma estar a comprar mais online, isto apesar do congestionamento do canal online, estar&aacute; a sua procura ainda agora a come&ccedil;ar a aumentar?</li>
<li>18% afirma ter efetivamente abastecido com mais produtos de alimenta&ccedil;&atilde;o, querer&aacute; dizer que as cestas volumosas ir&atilde;o continuar?&nbsp;</li>
<li>20% afirma ter come&ccedil;ado a consumir alimentos/vitaminas para melhorar o sistema imunit&aacute;rio, ir&aacute; este ser um fator importante na procura nos pr&oacute;ximos tempos?</li>
</ul>
<div>Download de infografia no lado direito da p&aacute;gina.</div>]]></description>
         <pubDate>Mon, 30 Mar 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Impacto-Covid-19-as-primeiras-semanas-na-rotina-d</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Covid-19: primeiros efeitos no consumo dos Portugueses]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Covid-19-primeiros-efeitos-no-consumo-dos-Portugueses</link>
         <description><![CDATA[<p>Como em outros momentos de crise vividos em Portugal, sobretudo econ&oacute;micos, o impacto na forma como s&atilde;o comprados os produtos em FMCG &eacute; not&oacute;rio, por&eacute;m no momento atual al&eacute;m de not&oacute;rio, o efeito est&aacute; a ser imediato. Em Portugal j&aacute; estamos numa fase de alerta e controlo elevado, mas mesmo antes do apogeu da crise provocada pelo Covid-19 o padr&atilde;o de compra dos portugueses j&aacute; tinha come&ccedil;ado a mudar.</p>
<p>Nos dois primeiros meses de 2020, mesmo antes do v&iacute;rus chegar a Portugal, j&aacute; se come&ccedil;ava a sentir na forma como os portugueses estavam a fazer as suas compras, privilegiando a intensidade do ato de compra (+11% de gasto por compra) ao inv&eacute;s da regularidade (menos um dia de compra que em 2019). Um padr&atilde;o completamente diferente daquele que fez o FMCG atingir elevados n&iacute;veis de crescimento em 2019, onde tivemos um comprador presente nas lojas, como n&atilde;o se registava h&aacute; v&aacute;rios anos.</p>
<p>Dentro deste movimento de armazenamento, foram as categorias de alimenta&ccedil;&atilde;o e bebidas (+10% gasto por ato) que surgiram como as top prioridades dos portugueses, mas rapidamente emergiram os produtos de limpeza caseira (+7%) e de &ldquo;tissues&rdquo; como os len&ccedil;os, os rolos de papel higi&eacute;nico e de cozinha (+8%), numa clara resposta a uma poss&iacute;vel chegada r&aacute;pida do v&iacute;rus a Portugal. Na alimenta&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m da clara aproxima&ccedil;&atilde;o a produtos de conveni&ecirc;ncia, como os enlatados e congelados, foram tamb&eacute;m priorizadas categoria essenciais de elevada rota&ccedil;&atilde;o no ponto de venda, como o peixe, a carne e os ovos.</p>
<p><br /><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Grafico_covid19.png" alt="Grafico_covid19.png" width="632" height="356" /></p>
<p><br />J&aacute; na &aacute;rea de higiene pessoal, mais do que um crescimento avultado (+3%), registaram-se altera&ccedil;&otilde;es importantes no sortido comprado. Produtos n&atilde;o considerados como de primeira necessidade, como os hidratantes corporais, amaciadores e modeladores de cabelo, foram &ldquo;trocados&rdquo; pelos sabonetes, tanto l&iacute;quido como s&oacute;lido, gel de banho e toalhitas, produtos determinantes na higieniza&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>O canal online tamb&eacute;m come&ccedil;ou nesta altura a revelar maior destaque na hora de decidir como fazer a compra de armazenamento, tendo inclusivamente registado em fevereiro o maior n&iacute;vel de gasto por compra dos &uacute;ltimos 12 meses. Para perceber melhor as r&aacute;pidas altera&ccedil;&otilde;es neste canal, em compara&ccedil;&atilde;o direta com o m&ecirc;s de janeiro de 2020, os portugueses come&ccedil;aram a gastar em m&eacute;dia mais +19% por cesta e aumentaram o n&uacute;mero de categorias compradas, de 10 para 13.</p>
<p>Durante as pr&oacute;ximas semanas ou talvez meses, estaremos perante algumas incertezas at&eacute; chegarmos a uma nova &ldquo;normalidade&rdquo; e o grau de rea&ccedil;&atilde;o de todos os players envolvidos, marcas e retalho, ter&aacute; n&atilde;o s&oacute; de ser r&aacute;pida, mas certeira.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 17 Mar 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Covid-19-primeiros-efeitos-no-consumo-dos-Portugueses</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Azeite: entre a tendÃªncia e a tradiÃ§Ã£o]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Azeite-entre-a-tendncia-e-a-tradio</link>
         <description><![CDATA[<p>O consumidor portugu&ecirc;s tem procurado uma alimenta&ccedil;&atilde;o mais saud&aacute;vel. A redu&ccedil;&atilde;o do consumo de a&ccedil;&uacute;car e de sal, a crescente procura de produtos biol&oacute;gicos, e de produtos que se mostrem alternativas vi&aacute;veis ao consumo de alimentos com lactose e gl&uacute;ten, de forma a contornar os seus impactos na sa&uacute;de s&atilde;o uma realidade com presen&ccedil;a crescente na vida dos consumidores.</p>
<p>Contudo numa realidade em que o saud&aacute;vel de hoje &eacute; question&aacute;vel amanh&atilde;, o elemento tradi&ccedil;&atilde;o tem elevado peso na defini&ccedil;&atilde;o das escolhas de consumo. As gorduras alimentares s&atilde;o o exemplo disso. Chegando &agrave; quase totalidade dos lares portugueses as gorduras alimentares crescem mais de 3% face ao ano m&oacute;vel anterior.</p>
<p>Se j&aacute; existem op&ccedil;&otilde;es para o consumo de leite, evitando os efeitos indesejados que a lactose apresenta a intolerantes e se as alternativas a alimentos tipicamente contendo gl&uacute;ten mostram j&aacute; elevada presen&ccedil;a nos lares e um crescimento vigoroso, a verdade &eacute; que hoje em dia existe maior dificuldade em encontrar produtos alternativos &agrave;s gorduras alimentares tradicionais, com estas a surgirem muito mais nos modos de cozinhar evidenciadas no crescimento a dois d&iacute;gitos de cozinhado no forno e ao vapor.</p>
<p>As alternativas ao azeite, a mais consensual gordura da alimenta&ccedil;&atilde;o mediterr&acirc;nea, t&ecirc;m tido dificuldades em desenvolver-se e, embora se preveja um crescimento do n&uacute;mero e potencial de novos produtos na categoria nos pr&oacute;ximos anos, &agrave; semelhan&ccedil;a do que aconteceu com os &oacute;leos de soja, milho, amendoim e coco, o seu estabelecimento em qualidade e quantidade demorar&aacute; pelo menos o tempo de adapta&ccedil;&atilde;o da ind&uacute;stria a outras mat&eacute;rias primas e processos.</p>
<p><strong>A import&acirc;ncia das promo&ccedil;&otilde;es na procura de mais e melhor</strong></p>
<p><strong></strong>No &uacute;ltimo ano m&oacute;vel (a terminar em outubro) o azeite cresceu 5,9% em volume face ao per&iacute;odo hom&oacute;logo, por&eacute;m a motiva&ccedil;&atilde;o do seu consumo face ao ano anterior est&aacute; menos ligada a uma motiva&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel (-3pp) e mais a uma quest&atilde;o de h&aacute;bito (+1,9pp).</p>
<p>Este incremento &eacute; fortemente impactado pelo crescimento do azeite a granel (aumenta dois d&iacute;gitos), numa procura do consumidor em comprar mais diretamente &agrave; fonte, com o objetivo de reduzir o elevado out-of-pocket anual, ao adquirir maiores quantidades.</p>
<p>Todavia, o crescimento em volume do azeite pode dar uma falsa ideia de vigor da categoria. Longe dos valores historicamente elevados de consumo e de lares em que esteve j&aacute; presente, o azeite perde valor (-6.7%) e chega cada vez a menos lares, mostrando grande depend&ecirc;ncia das promo&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>O n&iacute;vel de promo&ccedil;&otilde;es na categoria tem crescido nos &uacute;ltimos anos, mas estas n&atilde;o s&atilde;o por si s&oacute; raz&atilde;o de perda de valor da categoria. O segmento de Virgem Extra &eacute; o mais promocionado crescendo a dois d&iacute;gitos em volume e &eacute; o &uacute;nico que consegue manter uma evolu&ccedil;&atilde;o de valor positiva est&aacute;vel.</p>
<p>J&aacute; no azeite Refinado base, um n&iacute;vel semelhante de volume comprado em promo&ccedil;&atilde;o resulta numa evolu&ccedil;&atilde;o em valor que &eacute; negativa a dois d&iacute;gitos. Na realidade, a uma redu&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;o/litro igual, os dois segmentos reagem de forma diferenciada, fruto de pre&ccedil;os base bastante distintos.</p>
<p>Tamb&eacute;m o padr&atilde;o de dia de consumo de azeite mostra diferen&ccedil;as entre os dois segmentos: enquanto as ocasi&otilde;es de consumo de azeite Refinado caem no fim de semana, o consumo de Virgem extra cresce, num momento em que os consumidores t&ecirc;m mais tempo para cozinhar e procuram disfrutar desse tempo com ingredientes de maior qualidade, mas que demonstra tamb&eacute;m um posicionamento tradicional do azeite face a outra tend&ecirc;ncia de crescente import&acirc;ncia na alimenta&ccedil;&atilde;o, a conveni&ecirc;ncia: o consumo de azeite precisa de tempo.</p>
<p>No geral, os consumidores efetuam um movimento de redu&ccedil;&atilde;o da variedade de gorduras alimentares que compram. Compram menos categorias, mas de forma mais intensiva, reduzindo a duplica&ccedil;&atilde;o e aproveitando para fazer stock enchendo mais a sua cesta, movimento em que as promo&ccedil;&otilde;es demonstram import&acirc;ncia.</p>
<p>Tendo em conta a aposta dos fabricantes nas suas variedades mais premium, pelo valor acrescentado que oferecem, mostra-se necess&aacute;rio para estes perceber como tirar melhor partido das promo&ccedil;&otilde;es evitando a destrui&ccedil;&atilde;o de valor e perceber qual a melhor forma de adaptar o formato &agrave; &ldquo;miss&atilde;o de consumo&rdquo;, considerando n&atilde;o s&oacute; a tend&ecirc;ncia para &ldquo;stockagem&rdquo; e as perdas para azeite a granel, mas tamb&eacute;m o papel que cada tipo de azeite tem no dia a dia do consumo dos portugueses.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 11 Mar 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Azeite-entre-a-tendncia-e-a-tradio</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Bebidas quentes: uma visÃ£o 360 sobre o consumidor]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Bebidas-quentes-uma-viso-360-sobre-o-consumidor</link>
         <description><![CDATA[<p>Ultrapassada a primeira metade de 2019 verificamos que os portugueses voltam a investir mais do seu tempo para estarem em casa e pela primeira vez nos &uacute;ltimos cinco anos foram feitas menos ocasi&otilde;es de consumo fora do lar. Nos primeiros seis meses do ano foram dedicados mais um dia de compra para dentro do lar e menos dois dias de compra fora. No final o saldo geral acaba mesmo por ser negativo, querendo isto dizer que as marcas contaram com menos ocasi&otilde;es de contato com o comprador, logo menor tamb&eacute;m a possibilidade de serem escolhidas. V&aacute;rias s&atilde;o as categorias de produtos que sofrem com estas oscila&ccedil;&otilde;es, mas as que iremos focar a nossa an&aacute;lise s&atilde;o as l&iacute;deres em ocasi&otilde;es de consumo fora de casa e uma das mais presentes tamb&eacute;m dentro do lar. Falamos das bebidas quentes.</p>
<p><strong>Impacto da rotina no consumo de bebidas quentes</strong></p>
<p><strong></strong>Qualquer mudan&ccedil;a na rotina de consumo dos portugueses, em termos de estar mais presente dentro ou fora de casa, &eacute; prontamente notada na regularidade e na forma como consumimos as bebidas quentes. Nos &uacute;ltimos anos tem-se verificado um aumento significativo dos momentos em que consumimos bebidas quentes dentro de casa e progressivamente menos fora, por&eacute;m n&atilde;o significa que estamos a descurar o consumo em cada um destes espa&ccedil;os. Se &eacute; verdade que o gasto efetuado para rechearmos as nossas despensas tem aumentado, quando vamos fora tamb&eacute;m n&atilde;o estamos a gastar menos em cada ocasi&atilde;o de consumo. Em seguida exploramos quatro conceitos que s&atilde;o associados &agrave;s mais recentes tend&ecirc;ncias de consumo e como elas se aplicam ao caf&eacute;: conveni&ecirc;ncia, ecologia, sabor e prazer.</p>
<p><strong>A dist&acirc;ncia entre a conveni&ecirc;ncia e a ecologia</strong></p>
<p><strong></strong>Conveni&ecirc;ncia e ecologia marcam a tend&ecirc;ncia de consumo dentro de casa, onde achocolatados em p&oacute;, ch&aacute;s e cevadas come&ccedil;aram este ano a perder espa&ccedil;o para o convencional caf&eacute;. Por&eacute;m, s&atilde;o cada vez mais evidentes duas formas de encarar o consumo de caf&eacute;. Existe o grupo de consumidores afetos &agrave;s c&aacute;psulas, que guia o seu consumo pela conveni&ecirc;ncia do produto, e um grupo de consumidores que est&aacute; a dinamizar segmentos que j&aacute; reinaram o mundo das bebidas quentes, como o caf&eacute; mo&iacute;do e sol&uacute;vel, mas com motiva&ccedil;&otilde;es n&atilde;o s&oacute; distintas como contr&aacute;rias. Este &eacute; um consumidor mais atento &agrave; atualidade do que &agrave; inova&ccedil;&atilde;o e que &eacute; n&atilde;o s&oacute; motivado por um pre&ccedil;o mais baixo, mas cada vez mais por quest&otilde;es de sustentabilidade dos produtos que adquire. Ambos os grupos est&atilde;o em crescimento, por&eacute;m no imediato &eacute; mais expressivo o crescimento das c&aacute;psulas dentro dos lares, n&atilde;o s&oacute; pela capacidade de facilitar o consumo de caf&eacute;, mas tamb&eacute;m de outras bebidas quentes, conseguindo concentrar numa s&oacute; m&aacute;quina a confe&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rios tipos de bebidas que possam satisfazer as prefer&ecirc;ncias de toda a fam&iacute;lia e convidados, uma combina&ccedil;&atilde;o perfeita para exponenciar motivos de conveni&ecirc;ncia.</p>
<p><strong>Regresso aos velhos h&aacute;bitos de conv&iacute;vio</strong></p>
<p><strong></strong>Quando sa&iacute;mos fora de casa &eacute; cada vez mais evidente a procura pela socializa&ccedil;&atilde;o e por espa&ccedil;os agrad&aacute;veis, mas que sobretudo tenham uma oferta que permita disfrutar ao m&aacute;ximo deste conv&iacute;vio, aumentando a prefer&ecirc;ncia por um momento de consumo de valor acrescentado, mais do que uma rotina solit&aacute;ria. E como se aplica esta realidade &agrave;s bebidas quentes? Mais procura por momentos de prazer, onde seja poss&iacute;vel exponenciar ao m&aacute;ximo o sabor dos produtos que consumo. O caf&eacute; simples continua a ser a principal refer&ecirc;ncia, por&eacute;m &eacute; necess&aacute;rio estar atento a todas as movimenta&ccedil;&otilde;es do consumidor para percebermos que as oportunidades neste mercado v&atilde;o mais al&eacute;m. Por exemplo, cada vez &eacute; menor a aflu&ecirc;ncia ao caf&eacute; pr&aacute;tico e simples das m&aacute;quinas de livre servi&ccedil;o e menos praticado o consumo on-the-go deste tipo de produtos, que nos &uacute;ltimos anos tinham verificado um crescimento exponencial, para dar lugar ao tradicional conv&iacute;vio num estabelecimento comercial. Cada vez mais s&atilde;o pedidas misturas de caf&eacute;, seja com leite ou com natas e, inclusivamente, os ch&aacute;s conseguem uma posi&ccedil;&atilde;o est&aacute;vel face a estas mudan&ccedil;as. Para isto tamb&eacute;m contribuiu o crescimento dos estabelecimentos especializados em bebidas quentes e da maior presen&ccedil;a de marcas premium no mercado de consumo fora de casa.</p>
<p><strong>A import&acirc;ncia de ir al&eacute;m do caf&eacute;</strong></p>
<p><strong></strong>Estas mudan&ccedil;as deixam cada vez mais vincados os momentos de consumo em que cada um destes espa&ccedil;os deve atuar neste mercado. Como j&aacute; acontece na rotina b&aacute;sica dos portugueses, as bebidas quentes come&ccedil;am por ser consumidas dentro de casa, onde quase metade das ocasi&otilde;es s&atilde;o feitas ao pequeno-almo&ccedil;o e acabam &agrave; hora do jantar, deixando mais para fora de casa momentos de consumo entretanto realizados.</p>
<p>Independentemente das diferen&ccedil;as mencionadas entre o consumo dentro e fora de casa, existem alguns pontos em comum a dinamizar. Falamos sobretudo dos momentos de consumo feito ap&oacute;s o jantar, que apesar de n&atilde;o serem os mais fortes em bebidas quentes, movem semanalmente mais de 3 milh&otilde;es de ocasi&otilde;es de consumo. Este gap abre espa&ccedil;o sobretudo &agrave;s alternativas ao caf&eacute;, possibilitando o investimento em categorias que diversifiquem o nosso portf&oacute;lio. No final da noite o consumidor tende a procurar bebidas em que a presen&ccedil;a de cafe&iacute;na n&atilde;o seja t&atilde;o percecionada, por exemplo nos ch&aacute;s, tanto quando est&aacute; na rua, mas sobretudo quando est&aacute; no conforto do seu lar. Tamb&eacute;m neste momento os achocolatados ganham especial relev&acirc;ncia, como um &uacute;ltimo prazer, antes de terminar o dia.</p>
<p><strong>Porqu&ecirc; analisar o consumidor a 360&ordm;?</strong><br />Em suma, cada vez &eacute; mais importante encarar o consumidor como uma circunfer&ecirc;ncia completa e n&atilde;o focar apenas na metade mais vis&iacute;vel, pois a mesma pessoa que tem uma rotina de compra para a sua despensa, tamb&eacute;m a tem quando est&aacute; fora da sua casa. Qualquer altera&ccedil;&atilde;o na sua tipologia de consumo, em qualquer um destes dois ambientes ir&aacute; ter repercuss&otilde;es no outro. Acompanhar e conseguir antecipar tend&ecirc;ncias de consumo &eacute; cada vez mais importante para as marcas ganharem a vantagem de estarem no s&iacute;tio certo, com o produto mais adequado a cada momento.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 28 Feb 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Bebidas-quentes-uma-viso-360-sobre-o-consumidor</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[YouTube adicionado para medir o impacto da publicidade]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/YouTube-adicionado-para-medir-o-impacto-da-publicidade</link>
         <description><![CDATA[<p>A Kantar anunciou a expans&atilde;o da solu&ccedil;&atilde;o Consumer Media Measurement (<a href="https://www.kantarworldpanel.com/pt/solutions/Media">CMM</a>), com a adi&ccedil;&atilde;o dos dados de visualiza&ccedil;&atilde;o do YouTube a este servi&ccedil;o. O CMM combina o comportamento real dos consumidores relativamente aos media, com os seus verdadeiros h&aacute;bitos de compra, medidos pelo <a href="https://www.kantarworldpanel.com/global/Consumer-Panels/FMCG">painel FMCG</a> da Kantar Worldpanel &ndash; que inclui produtos de sa&uacute;de, beleza e para a casa &ndash; de forma a permitir &agrave;s marcas perceber que an&uacute;ncios est&atilde;o a ter verdadeiramente impacto.</p>
<p>O CMM j&aacute; cobre os media tradicionais, incluindo a TV, bem como as plataformas digitais do Facebook. Esta expans&atilde;o ao YouTube significa que este servi&ccedil;o acompanha agora aproximadamente 90% de toda a publicidade e 80% da publicidade digital vista pelo t&iacute;pico consumidor, diariamente. Isto representa a leitura mais completa da efic&aacute;cia da publicidade na ind&uacute;stria de FMCG (fast-moving consumer goods).</p>
<p>O servi&ccedil;o CMM avalia como a probabilidade de um indiv&iacute;duo comprar muda ap&oacute;s a exposi&ccedil;&atilde;o a diferentes influ&ecirc;ncias, incluindo a publicidade. Toda a informa&ccedil;&atilde;o &eacute; recolhida com a devida permiss&atilde;o expl&iacute;cita dos painelistas e num ambiente seguro de privacidade. Trabalhando a um n&iacute;vel individual e avaliando cada forma diferente de media, a Kantar analisa os planos dos anunciantes, medindo a efici&ecirc;ncia de cada &euro;uro gasto em cada media.</p>
<p><strong>Kerry Corke, Global Media Director na Worldpanel Division, Kantar</strong> afirmou: &ldquo;Contabilizar a exposi&ccedil;&atilde;o &agrave;s plataformas digitais como o YouTube, &eacute; vital para os anunciantes que utilizam os resultados do CMM para melhorar a relev&acirc;ncia e o impacto da sua comunica&ccedil;&atilde;o. A publicidade digital cresceu significativamente nos &uacute;ltimos anos, em alguns casos ultrapassando os canais tradicionais em termos de gasto. Estamos constantemente a adaptar as ferramentas para refletir tend&ecirc;ncias e a inclus&atilde;o do YouTube &eacute; a mais recente de um fluxo cont&iacute;nuo de desenvolvimentos planeados&rdquo;.</p>
<p>Os dados de visualiza&ccedil;&atilde;o do YouTube s&atilde;o recolhidos atrav&eacute;s de uma combina&ccedil;&atilde;o de medi&ccedil;&atilde;o passiva das exposi&ccedil;&otilde;es do painelista e t&eacute;cnicas estat&iacute;sticas din&acirc;micas para extrapolar para o grupo demogr&aacute;fico correspondente. Todas as exposi&ccedil;&otilde;es aos media reportadas est&atilde;o ligadas diretamente ao comportamento de compra do painelista correspondente, para perceber o impacto da publicidade nas vendas e no recrutamento de compradores.</p>
<p>Este CMM alargado est&aacute; dispon&iacute;vel em Portugal, Argentina, Brasil, Fran&ccedil;a, Indon&eacute;sia, Espanha, Taiwan, Tail&acirc;ndia, M&eacute;xico, Reino Unido e Vietname.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 12 Feb 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/YouTube-adicionado-para-medir-o-impacto-da-publicidade</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[A vida Ã© curta, comece pela sobremesa!]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/A-vida--curta-comece-pela-sobremesa</link>
         <description><![CDATA[<p>&gt; Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Hipersuper%20Outubro%202019.pdf">Hipersuper</a></p>
<p>Fazemos uma busca r&aacute;pida das not&iacute;cias mais recentes acerca do tema e rapidamente percebemos o porqu&ecirc; de sobremesas ser uma das categorias mais queridas dos portugueses! S&atilde;o lan&ccedil;ados vinhos espec&iacute;ficos para as acompanhar, academias totalmente dedicadas a elas e at&eacute; restaurantes que as tratam com a m&aacute;xima sublimidade &ndash; ser a primeira a ser servida (menu ao contr&aacute;rio chamam-lhe).</p>
<p>E com esta &uacute;ltima, at&eacute; trocamos as voltas &agrave; sua constru&ccedil;&atilde;o morfol&oacute;gica sobre + mesa, com na palavra sobre significando ap&oacute;s, depois, aquilo que sucede e mesa, significando a refei&ccedil;&atilde;o principal que se consome &agrave; mesa. Portanto, sobremesa significa depois da mesa ou aquilo que sucede &agrave; refei&ccedil;&atilde;o principal. Fazendo a associa&ccedil;&atilde;o ao guloso, doce, o famoso pecado ou o reconforto da alma, o mimo.</p>
<p>E &eacute; nesta vis&atilde;o que mais de 85% dos portugueses compram sobremesas &ndash; mousses, pudins, bolos, cremes, gelatinas &ndash; quer sejam prontas ou em p&oacute;. E apesar de ser uma grande maioria, a verdade &eacute; que o n&uacute;mero de compradores tem decrescido paulatinamente nos &uacute;ltimos cinco anos. Por outro lado, quando olhamos a outros indicadores vemos o inverso. O que n&atilde;o deixa de ser curioso! Quem consome sobremesas, compra mais intensivamente, mais vezes, ou seja, sete dias de compra ao ano (+16,7% Vs. 2014), em mais quantidade (+10,2% Vs. 2014) e gasta mais em cada ato de compra, (+5,5% Vs. 2014) valor que ronda j&aacute; os 3&euro;.</p>
<p>Partindo do pressuposto de que uma sobremesa pode ser uma fruta, um doce, guloseima, gelatina, iogurte, ou at&eacute; um mix de v&aacute;rios, o universo competitivo desta categoria &eacute; bastante desafiante. Principalmente quando hoje o comprador se rege com as m&aacute;ximas de sa&uacute;de, bem-estar e prazer.</p>
<p>Mas e se o seu consumo for entre as refei&ccedil;&otilde;es, nos lanches, assumindo o mote de snack? <br />Aqui muda tudo e muda radicalmente. Assim como os seus ingredientes, prop&oacute;sito, embalagem e at&eacute; modo e local de consumo.</p>
<p>Por&eacute;m, tal como acontece em tantas outras categorias, tamb&eacute;m esta se reinventa e os momentos de consumo continuam a ser uns dos drivers mais importantes. E estas ocasi&otilde;es fora das principais refei&ccedil;&otilde;es t&ecirc;m feito toda a diferen&ccedil;a! E &eacute; assim que este mercado tem resistido &agrave; era do saud&aacute;vel, do desporto, da sugar tax, entre outras condicionantes. Respondendo com inova&ccedil;&otilde;es: novos conceitos, novos sabores e novas f&oacute;rmulas.</p>
<p>Exemplos que acompanhamos nos l&iacute;deres de mercado: Royal combina mousse e gelatina, a Condi lan&ccedil;ou Pudins Dupla Del&iacute;cia: pudim de baunilha com mousse de morango ou chocolate por dentro. Pudins Bio, Light, Stevia, gelatinas Antiox em sobremesas em p&oacute;. Mas tamb&eacute;m nas prontas, onde as l&aacute;cteas ocupam um lugar de destaque com Danone e Mimosa a dinamizarem: Danone com nova f&oacute;rmula, 15kcal, &ldquo;esta &eacute; a &lsquo;op&ccedil;&atilde;o tend&ecirc;ncia&rsquo; para os teus snacks de Ver&atilde;o!&rdquo;, &ldquo;Mimosa Iogurte + Gelatina &eacute; o snack perfeito para qualquer momento do dia&rdquo;.</p>
<p>Dentro deste universo, Gelatina continua a ser a l&iacute;der, com mais de 50% de quota de mercado (quer em valor, quer em volume), mas longe do alcance e sucesso atingido em anos passados. Perde atratividade, e com este abandono dos compradores, valor e volume caem a dois d&iacute;gitos. <br />Sendo o segmento de gelatinas prontas o que mais impacta a categoria.</p>
<p>Uma clara evid&ecirc;ncia que n&atilde;o basta inovar e promocionar (esta &uacute;ltima, uma realidade muito portuguesa)!</p>
<p>A proximidade ao comprador e consumidor &eacute; imperativa. Conhec&ecirc;-los a ambos, compra e uso do nosso produto e da nossa marca, s&atilde;o muitas vezes muito diferentes &ndash; o que procuram, o que esperam do produto &eacute; cada vez mais importante e ir&aacute; determinar a capacidade e sucesso das marcas. Por isso, deixo a quest&atilde;o: Conhece bem o seu comprador? E o seu(s) consumidor(es)?</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 04 Feb 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/A-vida--curta-comece-pela-sobremesa</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[PromoÃ§Ãµes: entre o benÃ©fico e o nocivo]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Promoes-entre-o-benfico-e-o-nocivo</link>
         <description><![CDATA[<p>Assistimos em 2019 ao melhor arranque de ano para o FMCG dos &uacute;ltimos 5 anos, seja em valor seja em quantidade de compras. Os portugueses est&atilde;o agora mais presentes no consumo dentro de portas, contrariando o crescimento dos momentos de consumo fora de casa dos &uacute;ltimos anos. Cada lar realizou em m&eacute;dia mais um dia de compra para abastecer a sua despensa, mesmo comprando e gastando o mesmo por visita. Mas, no final, o que significou este fen&oacute;meno para as carteiras dos portugueses? Um n&iacute;vel de poupan&ccedil;a acima dos 8%, o maior de sempre!</p>
<p><strong>Portugueses &agrave; procura de oportunidades ou oportunidades &agrave; procura dos portugueses?</strong></p>
<p><strong></strong>Mais um recibo de compras nas contas do lar parece n&atilde;o ter sido problema, at&eacute; porque estamos perante um ano que tem sido, at&eacute; agora, bastante agitado no que diz respeito &agrave;s promo&ccedil;&otilde;es. Em m&eacute;dia cada lar j&aacute; poupou 86 euros, mais 12 do que no mesmo per&iacute;odo do ano passado. Mesmo com um desconto m&eacute;dio geral mais reduzido (desconto m&eacute;dio de 30,4% vs. 31.4% de 2018), n&atilde;o impediu os portugueses de aproveitar esta &ldquo;onda&rdquo; de promo&ccedil;&otilde;es. Mesmo que se tenha gasto mais 51 euros em compras no total, em cada ato de compra isso refletiu-se num acr&eacute;scimo de gasto por visita de 66 c&ecirc;ntimos. A atividade promocional tem incidido sobretudo em produtos frescos, em alimenta&ccedil;&atilde;o de conveni&ecirc;ncia e tamb&eacute;m de prazer, por&eacute;m analisando separadamente o primeiro e segundo trimestre de 2019, apenas os frescos conseguiram superar o n&iacute;vel de crescimento, de 6,5% para 7,9% em valor, sendo o grande respons&aacute;vel pelo crescimento do FMCG. Isto quer dizer que os frescos s&atilde;o a causa deste aumento de presen&ccedil;a em loja e n&atilde;o as promo&ccedil;&otilde;es?</p>
<p>Os frescos s&atilde;o o fator mais importante no tr&aacute;fego de loja e justificam 87% da varia&ccedil;&atilde;o de ocasi&otilde;es de compras no retalho versus os 72% das promo&ccedil;&otilde;es, sendo mesmo o fator principal na escolha do local de compra. Numa lista de fatores, onde a rela&ccedil;&atilde;o qualidade do produto, pre&ccedil;o e as promo&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m t&ecirc;m lugar de destaque, a qualidade dos frescos surge como essencial para 73,5% dos portugueses (contra 60% do fator ofertas/promo&ccedil;&otilde;es). No cen&aacute;rio atual as promo&ccedil;&otilde;es n&atilde;o v&atilde;o deixar de ser importantes, mas &eacute; cada vez mais necess&aacute;rio ativ&aacute;-las da forma mais eficiente poss&iacute;vel. Apesar de continuar a bater recordes na import&acirc;ncia que ocupam nas compras dos portugueses, a verdade &eacute; que at&eacute; estamos a fazer a mesma percentagem de ocasi&otilde;es de compra com produtos em promo&ccedil;&atilde;o do que em 2016, no primeiro grande pico de ades&atilde;o promocional. Desde esse per&iacute;odo, o valor adicional que as promo&ccedil;&otilde;es trazem ao mercado parece desvanecer, ao mesmo tempo que as marcas surgem mais dependentes destas.</p>
<p><strong>Marcas mais dependentes, e menos eficientes</strong></p>
<p><strong></strong>Se em 2016 as promo&ccedil;&otilde;es explicavam 27% da varia&ccedil;&atilde;o das compras das marcas, em 2019 esse n&uacute;mero sobe para 48%, por&eacute;m isto n&atilde;o quer dizer que existam mais marcas a crescer ou que o aumento das vendas em promo&ccedil;&atilde;o resulte automaticamente em crescimento. Analisando um grupo de quase 400 marcas de fabricante com relev&acirc;ncia no mercado do FMCG, h&aacute; 3 anos 45% delas estavam a crescer e, das marcas que cresciam em promo&ccedil;&atilde;o, 63% delas atingiam um resultado positivo. Atualmente, apesar deste indicador se manter est&aacute;vel (nos 64%) apenas 40% das marcas conseguem crescer como um todo. Se tivermos em conta que o crescimento do FMCG est&aacute; a ser realizado de igual forma por marcas de fabricante e MDD, significa que o crescimento est&aacute; a ser suportado por menos marcas que em 2016. Outro indicador que revela a maior depend&ecirc;ncia perante as promo&ccedil;&otilde;es, &eacute; a percentagem m&eacute;dia de compradores exclusivos em promo&ccedil;&atilde;o por marca, que em 2016 era de 27% e agora se situa nos 29%. Se neste contexto, aumentar atividade promocional n&atilde;o garantir&aacute; crescimento, mas retirar completamente as promo&ccedil;&otilde;es &eacute; igualmente arriscado, qual forma de atua&ccedil;&atilde;o mais segura?</p>
<p>Primeiro, &eacute; importante perceber que durante um evento promocional, apesar das vendas de um produto aumentarem n&atilde;o significa que todas as compras sejam incrementais para a marca. Parte das compras em promo&ccedil;&atilde;o entram na rotina normal do comprador e, mesmo que a compra seja antecipada, n&atilde;o leva a um maior consumo do produto. Por outro lado existe o efeito de canibaliza&ccedil;&atilde;o entre as variedades da pr&oacute;pria marca, havendo neste caso um sacrif&iacute;cio de uma variedade por outra. Uma promo&ccedil;&atilde;o de um produto s&oacute; adiciona realmente valor para uma marca a partir do momento em que est&aacute; a substituir a compra de uma marca concorrente ou leva a uma expans&atilde;o do consumo da categoria onde a marca se insere. Quanto menos vezes ocorrerem estas duas &uacute;ltimas a&ccedil;&otilde;es, menos eficiente est&aacute; a ser a promo&ccedil;&atilde;o e mais devemos repensar a sua continuidade, ou pelo menos a sua continuidade no formato atual.</p>
<p>Em segundo lugar, deve ser cada vez mais defendido o valor da marca, fazer com que as promo&ccedil;&otilde;es surjam &ldquo;on top&rdquo; da rotina de compra e n&atilde;o gerar uma rotina de promo&ccedil;&otilde;es, at&eacute; porque existem outros atributos de produto que continuam a crescer, tais como a sa&uacute;de e a conveni&ecirc;ncia. Apesar da maioria das marcas que apostam em promo&ccedil;&atilde;o crescerem, acabam, por&eacute;m, por sacrificar a sua rentabilidade, e a verdade &eacute; que, feitas as contas, as marcas que crescem fora de promo&ccedil;&atilde;o acabam por ter maior probabilidade de crescer como um todo. Atualmente, 77% das marcas que crescem fora de promo&ccedil;&otilde;es conseguem atingir um resultado de vendas positivo.</p>
<p><strong>A import&acirc;ncia de proteger o valor da marca</strong></p>
<p><strong></strong>Em suma, as promo&ccedil;&otilde;es s&atilde;o importantes e v&atilde;o continuar a s&ecirc;-lo, mas n&atilde;o devem ser o foco exclusivo ou at&eacute; mesmo principal da estrat&eacute;gia de uma marca. H&aacute; que avaliar o que realmente nos traz algo adicional e modificar ou retirar o que n&atilde;o est&aacute; a acrescentar valor, protegendo assim o valor da pr&oacute;pria marca e garantir uma base sustent&aacute;vel de crescimento, que vise n&atilde;o apenas o curto mas tamb&eacute;m o longo prazo.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 20 Jan 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Promoes-entre-o-benfico-e-o-nocivo</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[E-commerce cresceu 7 vezes mais do que o total FMCG]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/E-commerce-cresceu-7-vezes-mais-do-que-o-total-FMCG</link>
         <description><![CDATA[<p>No ano que termina a 30 de junho de 2019, as vendas globais de FMCG online cresceram sete vezes mais r&aacute;pido do que a m&eacute;dia do total das vendas FMCG.</p>
<p>A China continental continua no topo da lista do crescimento das vendas e-commerce em valor, com um crescimento de 36,1% e continua a acelerar. Nos &uacute;ltimos seis meses, as vendas online cresceram 10 pontos de penetra&ccedil;&atilde;o, atingindo os 73% da popula&ccedil;&atilde;o (tr&ecirc;s em cada quatro lares chineses) que comprararam produtos de grande consumo online. Este aumento significa que a China Continental, juntamente com a Coreia do Sul s&atilde;o os mercados mais avan&ccedil;ados do mundo, em termos de vendas online FMCG.</p>
<p><strong>Crescimento FMCG em Valor</strong></p>
<table border="1">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><strong>Pa&iacute;s</strong></td>
<td style="text-align: center;">&nbsp;<strong>Crescimento Total FMCG em Valor (online e offline)</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>Crescimento FMCG Online em Valor</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Brasil</td>
<td style="text-align: center;">5,6%</td>
<td style="text-align: center;">30,9%</td>
</tr>
<tr>
<td>China Continental</td>
<td style="text-align: center;">5%</td>
<td style="text-align: center;">36,1%</td>
</tr>
<tr>
<td>M&eacute;xico</td>
<td style="text-align: center;">4,7%</td>
<td style="text-align: center;">43,5%</td>
</tr>
<tr>
<td>Reino Unido</td>
<td style="text-align: center;">2,4%</td>
<td style="text-align: center;">5,9%</td>
</tr>
<tr>
<td>Taiwan</td>
<td style="text-align: center;">2,2%</td>
<td style="text-align: center;">22%</td>
</tr>
<tr>
<td>Coreia do Sul</td>
<td style="text-align: center;">1,6%</td>
<td style="text-align: center;">13,1%</td>
</tr>
<tr>
<td>Espanha</td>
<td style="text-align: center;">1,3%</td>
<td style="text-align: center;">6,4%</td>
</tr>
<tr>
<td>Tail&acirc;ndia</td>
<td style="text-align: center;">1,2%</td>
<td style="text-align: center;">6%</td>
</tr>
<tr>
<td>Tail&acirc;ndia</td>
<td style="text-align: center;">0,8%</td>
<td style="text-align: center;">43,2%</td>
</tr>
<tr>
<td>Col&ocirc;mbio</td>
<td style="text-align: center;">0%</td>
<td style="text-align: center;">53,5%</td>
</tr>
<tr>
<td>Mal&aacute;sia</td>
<td style="text-align: center;">-2.3%</td>
<td style="text-align: center;">23,3%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-size: x-small;">Fonte: Painel FMCG Worldpanel, Kantar, 12 meses a terminar em junho de 2019</span></p>
<p><strong>E-commerce no FMCG: crescimento anual em valor (%)</strong></p>
<p><br /><strong><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/graphic 2.png" alt="graphic 2.png" width="585" height="195" /></strong></p>
<p><span style="font-size: x-small;">Fonte: Painel FMCG Worldpanel, Kantar, 12 meses a terminar em junho de 2019</span></p>
<p>As economias asi&aacute;ticas continuam a liderar em termos de quota de mercado de vendas online. A Coreia do Sul est&aacute; no topo da tabela, com uma quota de mercado em valor de 20.3%, seguida pela China continental (15,2%) e Taiwan (8,7%).</p>
<p>Na Europa Ocidental, o Reino Unidos tem a maior quota de mercado de vendas online FMCG (7,6%), seguida pela Fran&ccedil;a (6,2%).</p>
<p><strong>Vendas FMCG Online (% do total das vendas online)</strong></p>
<table border="1">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><strong>Quota de mercado Ecommerce (%)</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>12 meses a terminar em junho 2018</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>12 meses a terminar em junho 2019</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Coreia do Sul</td>
<td style="text-align: center;">18,2%</td>
<td style="text-align: center;">&nbsp;20,3%</td>
</tr>
<tr>
<td>China Continental</td>
<td style="text-align: center;">11,8%</td>
<td style="text-align: center;">15,2%&nbsp;</td>
</tr>
<tr>
<td>Taiwan</td>
<td style="text-align: center;">7,3%</td>
<td style="text-align: center;">8,7%&nbsp;</td>
</tr>
<tr>
<td>Reino Unido</td>
<td style="text-align: center;">7,4%</td>
<td style="text-align: center;">7,6%&nbsp;</td>
</tr>
<tr>
<td>Fran&ccedil;a</td>
<td style="text-align: center;">5,9%</td>
<td style="text-align: center;">6,2%&nbsp;</td>
</tr>
<tr>
<td>Espanha</td>
<td style="text-align: center;">2,3%</td>
<td style="text-align: center;">2,4%&nbsp;</td>
</tr>
<tr>
<td>Mal&aacute;sia</td>
<td style="text-align: center;">1,6%</td>
<td style="text-align: center;">2%&nbsp;</td>
</tr>
<tr>
<td>Tail&acirc;ndia</td>
<td style="text-align: center;">1,2%</td>
<td style="text-align: center;">1,6%</td>
</tr>
<tr>
<td>Col&ocirc;mbia</td>
<td style="text-align: center;">0,2%</td>
<td style="text-align: center;">0,3%</td>
</tr>
<tr>
<td>M&eacute;xico</td>
<td style="text-align: center;">0,1%</td>
<td style="text-align: center;">0,1%</td>
</tr>
<tr>
<td>Brasil</td>
<td style="text-align: center;">0,1%</td>
<td style="text-align: center;">0,1%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-size: x-small;">Fonte: Painel FMCG Worldpanel, Kantar, 12 meses a terminar em junho de 2019</span></p>
<p><strong>Crescimento das vendas da Amazon est&atilde;o a abrandar em Fran&ccedil;a</strong></p>
<p>Na Europa, o pa&iacute;s mais desenvolvido em termos de vendas de grande consumo para a Amazon &eacute; o Reino Unido, com 10% do com&eacute;rcio FMCG online. O Reino Unido &eacute; seguido pela Fran&ccedil;a, onde a Amazon atingiu 5% das vendas FMCG online.</p>
<p>Neste &uacute;ltimo ano, o gigante da Internet tem tido dificuldades em manter a sua taxa de crescimento em Fran&ccedil;a &ndash; caiu de 44% para 14%. Este desempenho est&aacute; relacionado com o dinamismo da concorr&ecirc;ncia, especialmente o Carrefour e o Intermarch&eacute;, que abriram muitos pontos de pick up, 232 e 85, respetivamente, no &uacute;ltimo ano. Adicionalmente, o desenvolvimento dos pick-ups pedestres em &aacute;reas urbanas maiores, est&aacute; a dificultar o crescimento da Amazon.</p>
<p>A Amazon ainda n&atilde;o est&aacute; no top of mind no que diz respeito &agrave;s compras de grande consumo no Reino Unido, sobretudo em miss&otilde;es de compra grandes. <strong>Eric Batty</strong>, <strong>global e-commerce business development director, Worldpanel Division, Kantar,</strong> afirma: &ldquo;O principal desafio da Amazon &eacute; atingir cestos de compra maiores &ndash; este pure player n&atilde;o est&aacute;, por enquanto, a apelar a miss&otilde;es de compra de stock e os compradores online tendem a ter uma miss&atilde;o de compra espec&iacute;fica quando compram mercearias na Amazon.&rdquo;</p>
<p><strong>Online ser&aacute; o canal l&iacute;der na &Aacute;sia em 2025</strong></p>
<p>As vendas online ir&atilde;o representar quase um ter&ccedil;o das vendas totais de FMCG na China Continental em 2025 e um quarto na Coreia do Sul. Em Fran&ccedil;a e no Reino Unido, o e-commerce ir&aacute; representar ligeiramente menos de 10% das vendas FMCG.</p>
<p><strong>St&eacute;phane Roger, global shopper and retail director at Worldpanel Division, Kantar,</strong> afirma: Prevemos que em 2025, as vendas globais de supermercado online dupliquem, querendo isto dizer que 10% das vendas globais de FMCG ir&atilde;o acontecer online. A procura cont&iacute;nua de conveni&ecirc;ncia nas &aacute;reas urbanas, a integra&ccedil;&atilde;o online e offline, a cria&ccedil;&atilde;o de novas op&ccedil;&otilde;es diretas ao consumidor e mais tecnologia ir&atilde;o ajudar a atingir novos alvos, para al&eacute;m do perfil atual que mais compra &ndash; fam&iacute;lias com crian&ccedil;as.&rdquo;</p>
<table border="1">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><strong>Pa&iacute;s</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>Previs&atilde;o de Quota de Mercado em Valor FMCG Online(2025)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>China Continental</td>
<td style="text-align: center;">31%</td>
</tr>
<tr>
<td>Coreia do Sul</td>
<td style="text-align: center;">24%</td>
</tr>
<tr>
<td>Reino Unido</td>
<td style="text-align: center;">9%</td>
</tr>
<tr>
<td>Fran&ccedil;a</td>
<td style="text-align: center;">8%</td>
</tr>
<tr>
<td>Brasil</td>
<td style="text-align: center;">3%</td>
</tr>
<tr>
<td>M&eacute;xico</td>
<td style="text-align: center;">3%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><br /></strong></p>
<p><strong>Nota para os editores</strong>:</p>
<p>Estas conclus&otilde;es s&atilde;o baseadas no painel FMCG da Kantar Worldpanel, com dados para os 12 meses a terminar em junho de 2019. Este estudo acompanha mais de 150.000 lares em 21 pa&iacute;ses que fornecem informa&ccedil;&atilde;o extensa e cont&iacute;nua sobre o seu comportamento de compra. Os produtos frescos est&atilde;o exclu&iacute;dos da defini&ccedil;&atilde;o de FMCG online.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><br /></strong></p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 06 Jan 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/E-commerce-cresceu-7-vezes-mais-do-que-o-total-FMCG</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Boas Festas!]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Boas-Festas</link>
         <description><![CDATA[<p>A Kantar Portugal deseja-lhe boas festas!</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 17 Dec 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Boas-Festas</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Snacking In, snacking Out]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Snacking-In-snacking-Out</link>
         <description><![CDATA[<p>&gt; Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Distribuicao%20Hoje%20Setembro%202019.pdf">Distribui&ccedil;&atilde;o Hoje</a></p>
<p>Falar de snacking enquanto uma complexa categoria de produtos, ou um momento de consumo para l&aacute; das refei&ccedil;&otilde;es principais, pode remeter-nos para a eterna quest&atilde;o: quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha?</p>
<p>Se por um lado conseguimos identificar v&aacute;rias e distintas categorias dentro deste universo de snacking, tais como, Barras de Cereais, Barras/Snacks Chocolate, Batatas &amp; Snacks Salgados, Frutos Secos, Sumos de Fruta, Fruta, Queijos, Fiambres, Leite Aromatizado, Iogurtes, Sobremesas Prontas, Tostas, Snacks e Bolos Industriais, Bolachas, Ch&aacute;s e Infus&otilde;es (entre outras). Por outro lado observando as diferentes tend&ecirc;ncias de consumo das mesmas em &ldquo;In Home&rdquo; e em &ldquo;Out of Home&rdquo;, percebemos o quanto s&atilde;o importantes para o consumo Out of Home , onde representam cerca de 25% do volume realizado pelo shopper, versus 16,3% do volume realizado em FMCG dentro do lar.<br /> <br />No entanto, no consumo dentro do lar estas categorias de snacking, no seu conjunto, apresentam estabilidade em volume (-0,1% de evolu&ccedil;&atilde;o em 2018 vs 2017), enquanto que fora do lar est&atilde;o muito mais din&acirc;micas, com um crescimento de +16,4% em volume. Este incremento deve-se a uma compra muito mais frequente, com um consumidor que duplicou o n&uacute;mero de vezes que compra estes produtos fora de casa.</p>
<p>Apesar da estabilidade deste conjunto de categorias snacking dentro do lar, existem algumas que se destacam pela positiva, atraindo um maior n&uacute;mero de lares compradores, tais como as Barras e Snacks de Chocolate, as Batatas Fritas e Snacks Salgados que conquistam, atrav&eacute;s dos drivers de prazer e de conveni&ecirc;ncia, mas tamb&eacute;m os Frutos Secos, que atraem um consumidor mais aliado &agrave; sa&uacute;de e energia.</p>
<p>J&aacute; fora do lar, as categorias que mais se desenvolvem aliam o prazer e o sabor, tais como os Snacks e Bolos, as Bolachas e tamb&eacute;m as Barras de Cereais. No entanto, na conjuga&ccedil;&atilde;o dos drivers prazer e sabor, s&atilde;o os ice snacking que mais crescem, incluindo tanto os gelados tradicionais, como as vers&otilde;es mais healthy, &agrave; base de iogurte.</p>
<p>Se optarmos por analisar por momento de consumo, no fora do lar, onde se verifica maior dinamismo na procura, os produtos que mais se destacam nos momentos de snacking versus a m&eacute;dia s&atilde;o os frutos secos, os chocolates e as barras de cereais, que funcionam como um boost de energia, mas tamb&eacute;m aqui vemos que o consumidor procura solu&ccedil;&otilde;es mais de indulg&ecirc;ncia.</p>
<p>Observemos o caminho do consumidor ao longo do dia. Come&ccedil;a com o pequeno almo&ccedil;o dentro de casa (que representa 28,9% do consumo realizado In Home), mas que realiza as tr&ecirc;s refei&ccedil;&otilde;es seguintes fora de casa, nomeadamente, o snack da manh&atilde;, o almo&ccedil;o e o snack da tarde (que em conjunto representam quase 74% das ocasi&otilde;es realizadas em out of Home). Com um refor&ccedil;o do snack da manh&atilde; e almo&ccedil;o no consumo realizado fora de casa e regressando mais a casa no consumo ao fim do dia, com os momentos de jantar e ap&oacute;s o jantar a ganharem espa&ccedil;o ao fora do lar. &Eacute; interessante perceber como as categorias de snacking beneficiam desta maior predisposi&ccedil;&atilde;o do shopper Portugu&ecirc;s de as consumir mais durante o tempo que est&aacute; fora de casa, em detrimento do consumo anteriormente realizado dentro do lar.</p>
<p>Quando analisamos os locais de compra e falando de In Home, 80% do volume comprado destas categorias &eacute; feito na distribui&ccedil;&atilde;o moderna (DM), e embora o com&eacute;rcio tradicional enquanto canal se destaque neste universo de snacking vs total FMCG (&iacute;ndex de 177 em peso em volume %), &eacute; o Aldi o player da DM mais sobre desenvolvido.</p>
<p>J&aacute; para Out of Home, a realidade no universo de snacking &eacute; um pouco distinta. &Eacute; verdade que o canal impulse tem historicamente um peso e abrang&ecirc;ncia muito elevadas, mas a DM tem ganho uma forte import&acirc;ncia no este consumo on the go, e para estas categorias de snacking apresenta j&aacute; um forte destaque com um &iacute;ndex de desenvolvimento superior a 200%.</p>
<p>Torna-se evidente que tem havido cada vez um melhor aproveitamento da presen&ccedil;a do shopper nas lojas, tanto para o consumo realizado dentro de casa, como essencialmente para o consumo realizado on the go, com um shopper que tem o bot&atilde;o de consumo ligado 24horas, 7 dias por semana e 365 dias no ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 09 Dec 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Snacking-In-snacking-Out</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Ser ou nÃ£o ser saudÃ¡vel, eis a questÃ£o]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Ser-ou-no-ser-saudvel-eis-a-questo</link>
         <description><![CDATA[<p>&gt; Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Hipersuper%20Julho%202019.pdf">Hipersuper</a></p>
<p>Quase 60% dos portugueses afirmam estar preocupados com a sa&uacute;de (e o n&iacute;vel de concord&acirc;ncia est&aacute; a aumentar) e demonstram-no tamb&eacute;m na cozinha, estando a confecionar a comida de forma cada vez mais simples e ligeira, sendo que em praticamente 50% das ocasi&otilde;es de almo&ccedil;o e jantar, cozinham de forma saud&aacute;vel (entre cozidos, crus ou frios e grelhados).</p>
<p>Est&atilde;o tamb&eacute;m a reduzir no a&ccedil;&uacute;car, sal e gorduras e a an&aacute;lise nutricional realizada propositadamente para este estudo verificou que os portugueses est&atilde;o a consumir menos 14% de a&ccedil;&uacute;car, menos 12% de sal e menos 5% de gorduras. As altera&ccedil;&otilde;es de comportamento na compra corroboram esta mudan&ccedil;a de atitude, verificando-se que categorias como margarina culin&aacute;ria, sal, a&ccedil;&uacute;car refinado e refrigerantes perderam espa&ccedil;o nas cestas, enquanto que categorias como mel, frutos secos e &oacute;leo de coco est&atilde;o a ganhar espa&ccedil;o, entre outras categorias vistas agora como mais saud&aacute;veis.</p>
<p>H&aacute; efetivamente um esfor&ccedil;o por parte dos portugueses para reduzirem alguns produtos que consideram mais nocivos para a sa&uacute;de, mas pelo lado da oferta tamb&eacute;m tem havido uma evolu&ccedil;&atilde;o, com as marcas a apostarem cada vez no natural, na origem dos ingredientes e na transpar&ecirc;ncia da composi&ccedil;&atilde;o dos produtos. Os biol&oacute;gicos, superfoods e free from est&atilde;o a ganhar mais relevo no dia-a-dia dos consumidores.</p>
<p>Apesar desta mudan&ccedil;a relativamente significativa, a preocupa&ccedil;&atilde;o com a sa&uacute;de difere de acordo com a idade. Os mais velhos (a partir dos 65 anos), que por raz&otilde;es naturais de idade, procuram manter-se mais saud&aacute;veis e por isso fazem cestas maiores de fruta, legumes e de carne fresca. Quase 80% dos s&eacute;niores admite, hoje em dia, comer menos gorduras e comprar produtos com pouco sal e 35% tenta evitar produtos com cafe&iacute;na, estando nestes tr&ecirc;s indicadores acima da m&eacute;dia nacional. J&aacute; os mais jovens (at&eacute; aos 34 anos) procuram solu&ccedil;&otilde;es que os ajudem cada vez mais no lar e facilitem o seu dia-a-dia dando mais espa&ccedil;o &agrave; conveni&ecirc;ncia e &agrave; praticidade, assim como &agrave; indulg&ecirc;ncia. Quase 90% afirma que gosta de aproveitar a vida ao m&aacute;ximo, 74% d&aacute; prefer&ecirc;ncia &agrave; rapidez e &agrave; facilidade de prepara&ccedil;&atilde;o da comida e ainda 53% gosta de comer produtos pouco saud&aacute;veis quando se sente em baixo. Este grupo destacou-se em 2018 por ter um maior aumento da procura de sopas prontas, tabletes de chocolate e p&atilde;o de cachorro e hamb&uacute;rguer, entre outras categorias.</p>
<p>Preocupa&ccedil;&atilde;o com a sa&uacute;de sim, mas a comida aliada a isto tem de ser prazerosa. Os tr&ecirc;s eixos para o crescimento das categorias de sa&uacute;de ser&atilde;o explorar uma oferta que proporcione tamb&eacute;m o prazer e a indulg&ecirc;ncia no consumo, refor&ccedil;ando as solu&ccedil;&otilde;es ready to eat que em Portugal, comparando com outros pa&iacute;ses europeus tem ainda potencial. A explora&ccedil;&atilde;o do conceito BIO que apresenta um crescimento de 60% e apenas entra ainda em 40% dos lares portugueses, mas ajuda categorias mais estabelecidas como iogurtes, bolachas e massas.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 26 Nov 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Ser-ou-no-ser-saudvel-eis-a-questo</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Maior gasto OOH impulsionado por cafÃ©s e fast food]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Maior-gasto-OOH-impulsionado-por-cafs-e-fast-food</link>
         <description><![CDATA[<p>As pessoas est&atilde;o a gastar mais que nunca em itens para consumo fora do lar, como take away e bebidas quentes, segundo os dados mais recentes da Kantar, l&iacute;der global em dados, insights e consultoria. O &uacute;ltimo relat&oacute;rio da Kantar, &lsquo;Winning food &amp; drink occasions Out-of-Home&rsquo; (Ganhando ocasi&otilde;es na alimenta&ccedil;&atilde;o &amp; bebidas Out-of-Home), revela que o gasto em take away representa 12,3% do gasto total em out of home no Reino Unido, Fran&ccedil;a e Espanha, com os consumidores a gastarem, em m&eacute;dia, 15&euro; a 17&euro; por pedido. Bebidas quentes tamb&eacute;m continuam a aumentar a sua participa&ccedil;&atilde;o nos gastos, com os consumidores dispostos a pagar mais por caf&eacute;s especiais, particularmente no Reino Unido.</p>
<p>As principais tend&ecirc;ncias identificadas pelo estudo revelam:</p>
<p><strong>O canal digital est&aacute; a impulsionar o setor de take away</strong></p>
<ul>
<li>Take away est&aacute; a aumentar rapidamente a sua quota em OOH. No Reino Unido, Fran&ccedil;a e Espanha, representa agora 12,3% do gasto total em out of home.</li>
<li>Este crescimento est&aacute; a ser altamente influenciado pela introdu&ccedil;&atilde;o das novas tecnologias nas entregas de comida, que est&aacute; a aumentar significativamente o gasto por refei&ccedil;&atilde;o.</li>
<li>Como resultado, a diferen&ccedil;a de pre&ccedil;o entre refei&ccedil;&otilde;es preparadas em casa e para entrega est&aacute; a aumenta. Fran&ccedil;a &eacute; o exemplo mais evidente, onde o pre&ccedil;o sobe de 4,70&euro; por refei&ccedil;&atilde;o, quando a comida &eacute; preparada em casa, para 17,70 &euro; quando pedida para entrega; no Reino Unido sobe de 4,20 &euro; para 16,20 &euro; e em Espanha de 4,00 &euro; para 5,30 &euro;.</li>
</ul>
<p><strong>A cultura das especialidades de caf&eacute; est&aacute; a florescer</strong></p>
<ul>
<li>O apetite pelas bebidas quentes on the go n&atilde;o d&aacute; sinal de abrandar, com o Reino Unido (44%) e a Espanha (43%) a liderarem em percentagem na quota dos gastos.</li>
<li>Globalmente, o caf&eacute; representa 80% dos gastos na categoria de bebidas quentes, com o Reino Unido a concentrar 51% deste valor.</li>
<li>As pessoas est&atilde;o a mudar-se para ofertas de caf&eacute; novas e mais caras, com um &iacute;ndice de pre&ccedil;o mais alto; no Reino Unido, 19% de todos os caf&eacute;s consumidos em 2019 foram especialidades de caf&eacute;, em compara&ccedil;&atilde;o com 7% em 2017, com flat whites &ndash; caf&eacute; expresso servido com menos leite vaporizado e espuma que caff&egrave; latte ou cappuccino &ndash; representando 7% do consumo.</li>
</ul>
<p>Os dados do relat&oacute;rio &lsquo;Winning food &amp; drink occasions Out-of-Home&rsquo; foram recolhidos pela app m&oacute;vel exclusiva da Kantar, que regista os produtos comprados para consumo fora do lar &mdash; seja para viagem, consumo no local de compra, no local de trabalho ou noutros lugares. Para gerar uma vis&atilde;o completa do mercado de out of home, o estudo n&atilde;o analisou apenas quais produtos s&atilde;o comprados &ndash; e onde &ndash;, mas tamb&eacute;m quando a compra foi efetuada e se foi para consumo partilhado ou individual. As informa&ccedil;&otilde;es para o relat&oacute;rio cobriram dez mercados ao redor do mundo: Brasil, China, Espanha, Fran&ccedil;a, Indon&eacute;sia, M&eacute;xico, Portugal, Reino Unido, Tail&acirc;ndia e Vietname.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 14 Nov 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Maior-gasto-OOH-impulsionado-por-cafs-e-fast-food</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Webinar: Winning food & drink occasions]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar-Winning-food--drink-occasions</link>
         <description><![CDATA[<p>O consumo fora de casa (OOH) est&aacute; em todo o lado e para as marcas das categorias de snacking e bebidas n&atilde;o alco&oacute;licas &eacute; necess&aacute;rio crescer aqui, para n&atilde;o perderem quota de mercado.</p>
<p>A nossa pr&oacute;xima publica&ccedil;&atilde;o:&nbsp;<strong><em>Winning food &amp; drink occasions</em></strong>&nbsp;aprofunda a din&acirc;mica de out-of-home, que mostra um aumento no gasto, a n&iacute;vel global. Tamb&eacute;m demonstra a crescente import&acirc;ncia da tecnologia na alimenta&ccedil;&atilde;o e como isso est&aacute; a levar a mais gasto em entregas em casa e take-aways - retirando ocasi&otilde;es para cozinhar em casa.</p>
<p>Os nossos especialistas, Maria Josep Mart&iacute;nez, Global OOH Director e Javier S&aacute;nchez, Global OOH Manager ir&atilde;o partilhar as principais conclus&otilde;es num webinar, que se realizar no dia <strong>14 de novembro</strong>.</p>
<p>Inscreva-se no webinar:</p>
<p><a href="https://event.on24.com/eventRegistration/EventLobbyServlet?target=reg20.jsp&amp;referrer=https%3A%2F%2Fwww.kantarworldpanel.com%2Fglobal%2FNews%2FWebinar-Winning-food-and-drink-occasions&amp;eventid=2115830&amp;sessionid=1&amp;key=B634488DDFC00F46DD7B8DC3CD7B61EA&amp;regTag=&amp;sourcepage=register">10h de Lisboa</a></p>
<p><a href="https://event.on24.com/eventRegistration/EventLobbyServlet?target=reg20.jsp&amp;referrer=https%3A%2F%2Fwww.kantarworldpanel.com%2Fglobal%2FNews%2FWebinar-Winning-food-and-drink-occasions&amp;eventid=2116633&amp;sessionid=1&amp;key=64D00630F02987F3FBA57D74A6124451&amp;regTag=&amp;sourcepage=register">16h de Lisboa</a></p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 30 Oct 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Webinar-Winning-food--drink-occasions</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Leite: Explorar momentos e produtos hÃ­bridos ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Leite-Explorar-momentos-e-produtos-hbridos-</link>
         <description><![CDATA[<p>A rela&ccedil;&atilde;o dos portugueses com a alimenta&ccedil;&atilde;o est&aacute; a mudar, &agrave; semelhan&ccedil;a do que acontece noutros pa&iacute;ses da Europa ou at&eacute; mesmo noutras linhas continentais. &Eacute; um facto, existe uma preocupa&ccedil;&atilde;o cada vez mais com sa&uacute;de. De acordo com o estudo mais recente da Kantar Portugal, a preocupa&ccedil;&atilde;o com a sa&uacute;de tem vindo a aumentar e est&aacute; j&aacute; presente na mente de quase 60% dos consumidores portugueses.</p>
<p>Esta preocupa&ccedil;&atilde;o pode traduzir-se a diferentes n&iacute;veis, desde uma simples tentativa de manter uma alimenta&ccedil;&atilde;o diversificada, fazer algumas restri&ccedil;&otilde;es nos n&iacute;veis de a&ccedil;&uacute;car, sal e gorduras ingeridos (atualmente os portugueses est&atilde;o a consumir menos 14% de a&ccedil;&uacute;car, menos 12% de sal e menos 5% de gorduras) a op&ccedil;&otilde;es de dietas mais ou menos exigentes de entre as quais referimos a t&iacute;tulo meramente ilustrativo a dieta Keto, o flexitarianismo, ou o vegetarianismo.</p>
<p>As altera&ccedil;&otilde;es diet&eacute;ticas s&atilde;o muitas vezes vistas com alguma reserva. Quantas destas dietas s&atilde;o apenas uma moda passageira, quantas se tornam efetivamente numa tend&ecirc;ncia e quantas destas s&atilde;o de facto fundamentadas por uma necessidade concreta? A verdade &eacute; que temos acesso a cada vez mais informa&ccedil;&atilde;o sobre o os produtos e &eacute; com base nesse conhecimento mais ou menos fundamentado que cada um de n&oacute;s ter&aacute; individualmente de decidir, quais os crit&eacute;rios que constituem a base da sua alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel.</p>
<p>Um bom exemplo ser&aacute; o caso da perce&ccedil;&atilde;o dos benef&iacute;cios dos latic&iacute;nios na alimenta&ccedil;&atilde;o e como, no caso do leite em concreto, impactou o seu consumo dentro dos lares portugueses. O leite continua ainda hoje a estar presente quase na totalidade dos lares portugueses, com uma taxa de penetra&ccedil;&atilde;o de 99%, mas olhando historicamente ao 1&ordm; trimestre de 2016 verificamos que o leite regista no per&iacute;odo hom&oacute;logo de 2019 menos 38 mil lares compradores que nessa altura e apresenta uma queda em volume de 11.9%. Nos &uacute;ltimos dois anos os portugueses reduziram em 1 dia a frequ&ecirc;ncia de compra de leite (compram 15.2 dias/ano no 1&ordm; trimestre de 2019 vs 16.1 dias/ano no 1&ordm; trimestre 2016).</p>
<p>Quando pensamos em Leite &eacute; quase inevit&aacute;vel pensarmos no quadro familiar pintado nas diferentes campanhas de publicidade deste tipo de produtos, onde todos os elementos do lar ficam com &ldquo;bigodes de leite&rdquo;. Este quadro traz-nos uma liga&ccedil;&atilde;o emocional com o produto, porque o revimos tantas vezes n&atilde;o s&oacute; nos nossos &eacute;crans, mas tamb&eacute;m nas nossas refei&ccedil;&otilde;es em fam&iacute;lia e &eacute; este v&iacute;nculo que &eacute; mais dif&iacute;cil de mudar.</p>
<p>Mas o consumo de leite &eacute; mesmo igual para toda a fam&iacute;lia? Vimos que nos &uacute;ltimos anos houve de facto abandono do consumo de leite, sendo que quem deixa a categoria s&atilde;o essencialmente os mais jovens, com idades at&eacute; 34 anos (-2,4pp), os lares jovens independentes/casais sem filhos (-1.6pp) e os lares com filhos crescidos (-1.2pp). Mas sabemos atrav&eacute;s do estudo &ldquo;Prazer sem culpa, o caminho para a sa&uacute;de&rdquo;, realizado em 2019 pela Kantar, que a procura por uma alimenta&ccedil;&atilde;o mais saud&aacute;vel tem diferentes significados para os consumidores, em que para os mais jovens est&aacute; mais associado a uma moda e o acompanhar das tend&ecirc;ncias, enquanto que para os mais maduros tem o peso da procura por uma maior longevidade e qualidade de vida.</p>
<p>Podemos tamb&eacute;m aplicar o conceito de flexitarianismo &agrave;s bebidas: bebidas sem latic&iacute;nios, por exemplo, est&atilde;o a competir com produtos l&aacute;cteos por participa&ccedil;&atilde;o de mercado - atraindo n&atilde;o apenas consumidores intolerantes &agrave; lactose, mas novos compradores que est&atilde;o a escolher variantes &ldquo;free from&rdquo; como uma alternativa &ldquo;mais saud&aacute;vel&rdquo;.</p>
<p>Se ao reduzir ou at&eacute; mesmo abdicar do consumo de leite, as Bebidas Vegetais e o Leites Sem lactose surgem como alternativa imediata e conquistam cada vez mais adeptos, a verdade &eacute; que os consumidores continuam a explorar outros produtos como escolhas saud&aacute;veis. No &uacute;ltimo ano os portugueses expandiram a sua perce&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de, al&eacute;m dos produtos &ldquo;free from&rdquo;, conquistando cada vez mais adeptos para os produtos Biol&oacute;gicos (+11,4 pp em Penetra&ccedil;&atilde;o no mercado). O portf&oacute;lio de produtos Biol&oacute;gicos cresce 60% nos &uacute;ltimos 2 anos e entram em 4 de cada 10 lares, representando j&aacute; 1,6 milh&otilde;es de compradores em Portugal.</p>
<p>O consumo dentro dos lares dos portugueses est&aacute; a mudar e o maior foco em sa&uacute;de e bem-estar est&aacute; presente em todas as ocasi&otilde;es do dia e o pequeno-almo&ccedil;o n&atilde;o &eacute; exce&ccedil;&atilde;o. As motiva&ccedil;&otilde;es por detr&aacute;s da escolha de produtos a consumir s&atilde;o muito diferentes, dependendo da pessoa, do momento e da motiva&ccedil;&atilde;o, mas h&aacute; um padr&atilde;o no caso do pequeno-almo&ccedil;o: queremos rotina e sa&uacute;de no come&ccedil;o do dia. E &eacute; neste sentido que o leite se torna numa das principais escolhas dos portugueses nos menus matinais, sendo os principais crit&eacute;rios de escolha deste produto o h&aacute;bito (39%) e por ser considerado um produto saud&aacute;vel (26%).</p>
<p>O Leite tem a sua quota de est&ocirc;mago concentrada naquele que continua a ser o momento de consumo mais importante do dia: o pequeno-almo&ccedil;o, representando mais de 80% das ocasi&otilde;es de consumo desta bebida. No menu mais rotineiro do pequeno-almo&ccedil;o dos portugueses o leite est&aacute; presente em 58% das ocasi&otilde;es de consumo, sendo a segunda bebida mais consumida neste momento onde o caf&eacute; ganha destaque (68%). A estes juntam-se ainda o p&atilde;o (56%), a manteiga (32%) e os cereais (18%).</p>
<p>&Eacute; muito importante entender o conjunto competitivo completo dos produtos, sejam eles frescos ou embalados. E neste sentido, coberta a escolha de rotina, vemos que &eacute; na busca por uma alimenta&ccedil;&atilde;o mais saud&aacute;vel que outros alimentos come&ccedil;am a ganhar destaque no pequeno almo&ccedil;o: Frutas, sumos de fruta e ovos.</p>
<p>Se existe potencial a explorar fora dos momentos habituais de consumo de alguns produtos, essa oportunidade est&aacute; tamb&eacute;m aberta ao leite. Se pensarmos o leite &eacute; uma categoria muito alavancada num momento espec&iacute;fico de consumo e que n&atilde;o consegue desenvolver-se no seu momento principal, torna-se cada vez mais relevante conhecer e compreender outros momentos de consumo ainda por explorar.</p>
<p>De facto, existe ainda um padr&atilde;o que transparece nas motiva&ccedil;&otilde;es de consumo nos restantes momentos do dia, sendo o foco na rotina e a sa&uacute;de da manh&atilde; lentamente substitu&iacute;do por op&ccedil;&otilde;es mais permissivas e indulgentes. Come&ccedil;amos com a rotina e a sa&uacute;de, e com o passar do dia preferimos o prazer, o sabor, o prazer e o por fim relaxamento!</p>
<p>Por outro lado, temos tamb&eacute;m de repensar a forma como definimos os diferentes momentos de consumo, se observarmos como as principais refei&ccedil;&otilde;es &ndash; pequeno-almo&ccedil;o, almo&ccedil;o e jantar &ndash; poder&atilde;o at&eacute; mesmo ser substitu&iacute;das por outros novos momentos h&iacute;bridos como &eacute; o caso do Brunch.</p>
<p>De facto, a sa&uacute;de como driver de consumo est&aacute; a crescer originando novas dietas e h&aacute;bitos de consumo, impulsionados por uma popula&ccedil;&atilde;o mais preocupada com a sa&uacute;de e que levam a um mercado cada vez mais fragmentado, que &eacute; mais dif&iacute;cil para os retalhistas e fabricantes navegarem. Por outro lado, trazem tamb&eacute;m novos compradores, novos momentos de consumo de bebidas e novas necessidades dos consumidores tamb&eacute;m est&atilde;o a criar muitas oportunidades para a inova&ccedil;&atilde;o.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 18 Oct 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Leite-Explorar-momentos-e-produtos-hbridos-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Portugueses menos envolvidos com a Moda]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Portugueses-menos-envolvidos-com-a-Moda</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Shopper volta a retrair-se na compra de vestu&aacute;rio</strong></p>
<p>A moda &eacute; c&iacute;clica e a compra de vestu&aacute;rio tamb&eacute;m parece seguir essa tend&ecirc;ncia, pois se h&aacute; um ano atr&aacute;s (12 meses a terminar a 17 de Junho 2018), o mercado de vestu&aacute;rio apresentava uma tend&ecirc;ncia positiva tanto em valor (+2,8%) como em volume (+6,3%), em 2019, no mesmo per&iacute;odo de tempo (13 meses a terminar a 16 Junho 2019), a tend&ecirc;ncia &eacute; inversa, existindo uma retra&ccedil;&atilde;o sobretudo no volume de pe&ccedil;as compradas, correspondendo a uma queda de -4,5% uma vez que em termos de valor os indiv&iacute;duos portugueses dedicam mais ou menos o mesmo (-1,2%).</p>
<p>No entanto, &eacute; uma altera&ccedil;&atilde;o da forma como compramos, pois n&atilde;o temos menos indiv&iacute;duos compradores, 72,4% dos indiv&iacute;duos portugueses compraram pelo menos uma pe&ccedil;a de vestu&aacute;rio, +0,5pp vs o mesmo per&iacute;odo de tempo em 2019. Existe sim uma redu&ccedil;&atilde;o das pe&ccedil;as compradas, sendo que em 2019 compr&aacute;mos cerca de menos duas pe&ccedil;as de roupa vs o ano anterior, mas mantemos a mesma frequ&ecirc;ncia de compra (-0.2%). Esta tend&ecirc;ncia tamb&eacute;m poder&aacute; estar relacionada com o facto de cada vez menos termos esta&ccedil;&otilde;es do ano definidas e ao longo do ano tanto faz frio como calor, desta forma o Shopper sente menor necessidade de altera&ccedil;&atilde;o de vestu&aacute;rio e vai comprando com menor intensidade e impulsividade.</p>
<p>Esta menor impulsividade, faz tamb&eacute;m com que o shopper volte a concentrar as suas compras no fim de semana (sexta-feira a domingo) e quando tem maior disponibilidade para as mesmas. Se nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos existiam mais indiv&iacute;duos a fazer compras durante a semana, sobretudo de segunda-feira a quinta-feira (cerca de 84% dos indiv&iacute;duos vs 80% ao fim de semana), em 2019 esta tend&ecirc;ncia inverte-se e aumenta em 4,5pp o n&uacute;mero de indiv&iacute;duos que fazem compras ao fim de semana, 84,5% vs uma queda de -2.9pp no n&uacute;mero de compradores que fez pelo menos uma compra durante a semana, ou seja, 80,7% dos indiv&iacute;duos. O shopper que faz compras durante o fim de semana procura artigos com um pre&ccedil;o m&eacute;dio mais elevado que a m&eacute;dia, tais como camisa, casacos, polos, fatos banho femininos, etc, mas reduzindo a quantidade de artigos de cada vez que vai &agrave;s compras em -9.6%, sensivelmente menos uma pe&ccedil;a de vestu&aacute;rio que no ano passado.</p>
<p><strong>Homens marcam a tend&ecirc;ncia da compra de Vestu&aacute;rio</strong></p>
<p>Apesar de as Mulheres serem as que det&ecirc;m o maior valor e volume de vestu&aacute;rio, 68% do valor gasto em vestu&aacute;rio &eacute; feito por este target e concentram 74% do volume, s&atilde;o os Homens os que mais impactam na redu&ccedil;&atilde;o de volume no mercado (-14.2%). Esta tend&ecirc;ncia acontece n&atilde;o s&oacute; por menos visitas &agrave;s lojas, mas tamb&eacute;m pela redu&ccedil;&atilde;o daa sua compra em cada visita que fazem, comprando hoje menos cinco pe&ccedil;as que no mesmo per&iacute;odo de tempo de 2018. Esta redu&ccedil;&atilde;o acontece n&atilde;o s&oacute; nos seus pr&oacute;prios artigos, mas tamb&eacute;m na compra de roupa de mulher ou crian&ccedil;as+ beb&eacute;s, em pe&ccedil;as como cal&ccedil;as, cal&ccedil;&otilde;es, saias ou vestidos. Uma tend&ecirc;ncia totalmente inversa &agrave; de 2018, em que compravam mais n&atilde;o s&oacute; para eles, mas tamb&eacute;m para as Mulheres e crian&ccedil;as. Por outro lado, as Mulheres mant&ecirc;m o volume de compra de cada vez que v&atilde;o &agrave;s lojas, comprando menos pe&ccedil;as para elas, mas aumentado o n&uacute;mero de artigos comprados para eles e para as crian&ccedil;as + beb&eacute;s.</p>
<p><strong>Seniors &ldquo;o target&rdquo; tamb&eacute;m em Vestu&aacute;rio</strong></p>
<p><strong></strong>Quando pensamos em moda, associamos sobretudo aos targets mais jovens e a maioria das campanhas &eacute; para eles. Contudo, tal como no FMCG (Produtos de Grande Consumo), &eacute; cada vez mais importante n&atilde;o descurar os targets mais s&eacute;niores (+60 anos) pois estes s&atilde;o, em conjunto com os dos 11 aos 16 anos, os que fogem &agrave; tend&ecirc;ncia negativa do mercado. S&atilde;o o grupo que mais aumenta o volume (+11,7%) e o segundo que mais aumenta valor (+6.8%), sendo o grupo dos 11 aos 16 anos onde o valor mais aumentou (+12.1%). Ao analisarmos a compra verifica-se que &eacute; nos Seniores onde mais aumenta a quantidade comprada, quer seja por mais visitas &agrave;s lojas (+3.9%), quer seja por mais pe&ccedil;as compradas em cada visita (+7.6%), adquirindo num ano cerca de mais duas pe&ccedil;as de vestu&aacute;rio, se compararmos com o mesmo per&iacute;odo de tempo em 2018. S&atilde;o tamb&eacute;m estes targets que mant&ecirc;m um aumento da compra nos &uacute;ltimos dois anos, tanto em valor como em volume, sendo nas lojas especializadas onde mais aumentam o seu valor (+17%) em detrimento dos Hipers e Supers, comportamento esse que tamb&eacute;m seguem os targets dos 11 aos 16 anos.</p>
<p><strong>Cadeias Especializadas voltam a ganhar terreno</strong></p>
<p>Nos &uacute;ltimos 2 anos ocorreu o &ldquo;boom&rdquo; dos Hipers/Supers atrav&eacute;s da forte aposta de uma ins&iacute;gnia do canal Discounts, contudo este canal tem vindo a abrandar e hoje vale cerca de 10% do valor do mercado apenas +0,3pp vs igual per&iacute;odo de tempo em 2017. Enquanto que as cadeias especializadas voltam a refor&ccedil;ar o seu j&aacute; destacado posicionamento em +2,5pp vs 2017, retendo agora a 63% do total do valor gasto em vestu&aacute;rio, existindo tamb&eacute;m menos duplica&ccedil;&atilde;o de clientes entre estes dois canais: 39% dos clientes das Cadeias Especializadas tamb&eacute;m compram em Hipers+Supers em 2019 vs 41% em 2018.</p>
<p>Sendo as cadeias especializadas as que mais se desenvolvem s&atilde;o cadeias como Bershka, Tiffosi ou Springfield das que mais aumentam o seu valor no mercado enquanto que Sport Zone, Tezenis ou Women Secret s&atilde;o das que mais aumentam volume. Para esta tend&ecirc;ncia contribui tamb&eacute;m o facto de serem das lojas que mais aumentam os seus pontos de contacto com o shopper (CRP), ou seja, mais visitas e mais compradores, sendo Tiffosi a &uacute;nica exce&ccedil;&atilde;o pois a perda de clientes n&atilde;o permite um maior aumento de CRP. Ainda assim o bom desenvolvimento destas cadeias n&atilde;o &eacute; suficiente para o dinamismo do mercado de vestu&aacute;rio.</p>
<p>Desta forma &eacute; cada vez mais importante, as cadeias apostarem na inova&ccedil;&atilde;o e terem em conta os princ&iacute;pios estrat&eacute;gicos que envolvam o comprador e as mantenham presentes na sua mente e ao longo de todo o ciclo de vida. Isto porque o shopper portugu&ecirc;s &eacute; muito inst&aacute;vel no que a seguir tend&ecirc;ncias se refere, at&eacute; porque se para 68% dos indiv&iacute;duos a sua apar&ecirc;ncia &eacute; importante, j&aacute; o estar na moda ou seguir tend&ecirc;ncias n&atilde;o parece ser algo fundamental para os Portugueses, pois quando perguntamos se &eacute; importante estar na moda, apenas 20% deles concorda com esta afirma&ccedil;&atilde;o bem como, apenas 17% dos indiv&iacute;duos concorda que gosta que a sua imagem reflita as ultimas tend&ecirc;ncias. Ou seja, estamos perante um comprador que gosta de se sentir bem com o que veste, ainda que n&atilde;o seja seguindo as &uacute;ltimas tend&ecirc;ncias.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 01 Oct 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Portugueses-menos-envolvidos-com-a-Moda</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Nova publicaÃ§Ã£o: A resposta do consumidor ao plÃ¡stico]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Nova-publicao-A-resposta-do-consumidor-ao-plstico</link>
         <description><![CDATA[<p>A sa&uacute;de do nosso planeta est&aacute; numa encruzilhada. Seja pela influ&ecirc;ncia dos media ou pelas atitudes e cren&ccedil;as das gera&ccedil;&otilde;es mais novas, o impacto do pl&aacute;stico no ambiente captou a aten&ccedil;&atilde;o dos consumidores mundialmente.</p>
<p>A ind&uacute;stria de Grande Consumo (FMCG) est&aacute; a enfrentar a sua pr&oacute;pria batalha com o pl&aacute;stico e o alarido p&uacute;blico levou a uma resposta das marcas mais proeminentes, em todo o mundo. Cadeias de supermercados eliminaram os sacos de pl&aacute;stico de utiliza&ccedil;&atilde;o &uacute;nica, enquanto que muitos fabricantes deram passos para reduzir ou remover as embalagens de pl&aacute;stico no ponto de venda ou na sua cadeia de abastecimento.</p>
<p>Este estudo constatou que quase metade (48%) de todos os consumidores, a n&iacute;vel global, espera que os fabricantes assumam a lideran&ccedil;a, afirmando que t&ecirc;m grande parte da responsabilidade para agir sobre estes problemas. E que fazer as mudan&ccedil;as &eacute;, claramente, uma quest&atilde;o de &ldquo;quando&rdquo;, em vez de &ldquo;se&rdquo;, para todos os neg&oacute;cios.</p>
<p><br /><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Regional differences.PNG" alt="Regional differences.PNG" width="600" height="287" /></p>
<p>Mas, at&eacute; que ponto &eacute; que os compradores realmente se preocupam? Ser&atilde;o as suas cr&iacute;ticas e desejos refletidos no seu comportamento de compra? Que regi&otilde;es, pa&iacute;ses e demografias est&atilde;o mais envolvidos com a redu&ccedil;&atilde;o do consumo de pl&aacute;stico? Onde reside a oportunidade para retalhistas e fabricantes?</p>
<p>A Kantar, em colabora&ccedil;&atilde;o com o Europanel e a GFK questionou mais de 65.000 pessoas em 24 pa&iacute;ses, explorando como se sentem relativamente &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o do pl&aacute;stico pelas empresas de FMCG. O que torna este estudo &uacute;nico &eacute; o facto de comparar as respostas com o real comportamento de compra dos nossos painelistas, para perceber verdadeiramente como alteram as suas cestas de compras e o seu relacionamento com as marcas que est&atilde;o a escolher.</p>
<p>Dito isto, retalhistas e fabricantes n&atilde;o podem esperar que os consumidores escolham as suas marcas simplesmente pelas suas &ldquo;credenciais verdes&rdquo; &ndash; e ser &ldquo;verde&rdquo; ou sustent&aacute;vel tem significados diferentes em mercados diferentes. Entendendo esta &ldquo;lacuna verde&rdquo; entre aqueles que dizem que se preocupam e aqueles que realmente fazem alguma coisa, &eacute; poss&iacute;vel descobrir as oportunidades relacionadas com a preocupa&ccedil;&atilde;o do meio ambiente &ndash; e ajudar as marcas a terem um papel importante na defini&ccedil;&atilde;o do futuro do planeta.</p>
<p>Atrav&eacute;s dos links no lado direito da p&aacute;gina, pode fazer o download do relat&oacute;rio.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 10 Sep 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Nova-publicao-A-resposta-do-consumidor-ao-plstico</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[On the go: a complexidade de um consumo conveniente]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/On-the-go-a-complexidade-de-um-consumo-conveniente</link>
         <description><![CDATA[<p>Cada vez mais, o consumidor portugu&ecirc;s &ldquo;pede&rdquo; &agrave;s marcas que se adaptem ao seu estilo de vida e, com o crescente aumento de possibilidades de escolha no mercado, sai a ganhar deste complexo ambiente competitivo quem melhor conseguir dar resposta aos tr&ecirc;s mais importantes motivos de consumo da atualidade: prazer, conveni&ecirc;ncia e sa&uacute;de. Num contexto de maior minuciosidade no planeamento que fazemos das compras para nossa casa e em que cada vez mais &eacute; valorizado o tempo que temos dispon&iacute;vel para fazermos as coisas de que gostamos, &eacute; fulcral haver triggers de consumo em que as marcas se possam destacar, que consigam contornar esta rotina de compra e que aproveitem da melhor forma todos os momentos de consumo.</p>
<p><strong>Mais do que um momento de conveni&ecirc;ncia</strong></p>
<p><strong></strong>Na tentativa de aproveitar todos os minutos dispon&iacute;veis, surgem novas ocasi&otilde;es de consumo e a que nos focamos hoje n&atilde;o necessita de mesa e cadeira para acontecer: falamos do consumo on the go. O consumo em desloca&ccedil;&atilde;o, sem um s&iacute;tio fixo e definido tem vindo a ganhar espa&ccedil;o na rotina dos portugueses e atualmente j&aacute; representa mais de 8% de todos os momentos em que consumimos fora de casa. Este &eacute;, no entanto, um tipo de consumo em constante evolu&ccedil;&atilde;o e que j&aacute; apresenta motiva&ccedil;&otilde;es diferentes das que observ&aacute;vamos h&aacute; alguns anos atr&aacute;s. Os motivos de consumo que mais se destacam neste momento continuam a estar principalmente relacionados com o de colmatar necessidades b&aacute;sicas como a vontade de comer e beber ou simplesmente por h&aacute;bito. Por&eacute;m nos &uacute;ltimos anos tem-se verificado um crescimento de motiva&ccedil;&otilde;es relacionadas com o prazer e, inclusivamente, com a sa&uacute;de. Se em 2016 estes dois motivos de consumo representavam 43% das ocasi&otilde;es de consumo on the go, atualmente j&aacute; representam mais de metade.</p>
<p><strong>As mudan&ccedil;as do consumidor e do consumo</strong></p>
<p>Quando analisamos os produtos com maior afinidade com este momento de consumo, verificamos algumas particularidades na escolha. Por exemplo, se em quase metade das ocasi&otilde;es gerais do consumo fora de casa o caf&eacute; est&aacute; presente, no on the go surgem apenas em um quarto dos momentos e em sentido contr&aacute;rio vemos que a presen&ccedil;a das bebidas energ&eacute;ticas &eacute; seis vezes maior. Tamb&eacute;m dentro do consumo de l&aacute;cteos preferimos as op&ccedil;&otilde;es mais pr&aacute;ticas como o iogurte, ao inv&eacute;s do leite ou que nos refrigerantes damos prioridade &agrave;s variedades sem g&aacute;s, em detrimento dos seus hom&oacute;logos com g&aacute;s, teoricamente menos saud&aacute;veis e com menor resist&ecirc;ncia &agrave; agita&ccedil;&atilde;o. O tipo de consumidor tamb&eacute;m est&aacute; em muta&ccedil;&atilde;o e al&eacute;m de neste momento de consumo continuar a estar bastante ligado aos consumidores mais jovens, at&eacute; 34 anos, est&aacute; igualmente a ganhar bastante afinidade com as restantes faixas et&aacute;rias, abrindo cada vez mais espa&ccedil;o a novos conceitos de oferta e a uma comunica&ccedil;&atilde;o mais diferenciada e abrangente. &Eacute; verdade que mais portugueses est&atilde;o a tornar-se adeptos deste tipo de consumo, mas o que mais est&aacute; a impulsionar este fen&oacute;meno &eacute; a regularidade com que est&aacute; a ocorrer no nosso dia-a-dia, comparando com 2016, em m&eacute;dia, cada portugu&ecirc;s est&aacute; a realizar mais 30% deste tipo de consumo nas suas rotinas. Para isso contribui o facto de, apesar deste momento de consumo ser bastante mais comum nos per&iacute;odos da tarde, estar a crescer bastante nos momentos da manh&atilde;, tanto a meio da manh&atilde; como ao pequeno-almo&ccedil;o.</p>
<p><strong>Ser mais do que um local de passagem</strong></p>
<p>Ainda mais curiosa tem sido a ades&atilde;o aos canais de compra para este tipo de consumo, que tem tido algumas altera&ccedil;&otilde;es, sobretudo nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos. Neste espa&ccedil;o de tempo assistimos ao pico do investimento da distribui&ccedil;&atilde;o moderna n&atilde;o s&oacute; em promo&ccedil;&otilde;es, mas na aposta na proximidade, para mais do que o levar o comprador &agrave; loja, levar a loja ao comprador. A primeira resposta a este crescimento surgiu atrav&eacute;s das m&aacute;quinas de vending, verificando-se um crescimento n&atilde;o s&oacute; em n&uacute;mero, mas principalmente a n&iacute;vel de sortido, procurando estar cada vez mais entrosado com a procura atual. Foram dados passos importantes na oferta de produtos de caracter&iacute;sticas mais completas e saud&aacute;veis. No &uacute;ltimo ano, foi a vez d canal HORECA organizado ganhar algum protagonismo, fazendo da proximidade a sua principal arma, munindo-se igualmente de uma oferta mais atual, sobretudo na &aacute;rea dos snackings. Quem sai a perder desta equa&ccedil;&atilde;o &eacute; o com&eacute;rcio tradicional, como as mercearias, que muitas vezes localizadas em pontos de passagem, t&ecirc;m sentido alguma dificuldade em combater os novos conceitos de oferta e procura.</p>
<p><strong>A import&acirc;ncia de entrar na rotina de consumo</strong></p>
<p>Percebemos assim o qu&atilde;o dif&iacute;cil pode ser responder a estas necessidades quando falamos do tipo de consumo on the go. Nunca foi t&atilde;o importante como agora estar no s&iacute;tio certo com o produto mais adequado, mas tamb&eacute;m oferecer um produto meramente conveniente pode j&aacute; n&atilde;o ser suficiente para conquistar um lugar neste momento de consumo. &Eacute; mais um espa&ccedil;o de consumo em crescimento a ser explorado e que joga com aquele que continua um dos maiores trunfos da compra para o consumo fora de casa: a compra por impulso.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 05 Sep 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/On-the-go-a-complexidade-de-um-consumo-conveniente</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Maior oferta nÃ£o gera mais procura]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Maior-oferta-no-gera-mais-procura</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao falar de iogurtes temos quase imediatamente uma sensa&ccedil;&atilde;o de familiaridade, uma vez que &eacute; uma das categorias do FMCG mais pr&oacute;ximas dos Portugueses. No ano de 2018, Iogurtes estiveram presentes em 96% dos lares Portugueses e apesar de poder ser considerada uma categoria tradicional, est&aacute; longe de ser uma categoria desatualizada.</p>
<p>Cada vez mais temos assistido &agrave; mudan&ccedil;a de necessidades dos compradores, que procuram estar atualizados nas escolhas de produtos que levam para a sua casa. Sa&uacute;de, novidade, bem-estar e prazer convivem e misturam-se na cesta dos Portugueses e iogurtes &eacute; uma das categorias onde existe um claro esfor&ccedil;o para dar resposta a todas as necessidades dos compradores, atrav&eacute;s de uma oferta cada vez mais ampla e completa.</p>
<p>Nos &uacute;ltimos dois anos, o foco foi a explora&ccedil;&atilde;o e o aumento de op&ccedil;&otilde;es que permitissem &agrave; categoria fazer parte de uma dieta que contribua para o bem-estar do consumidor, sendo que aqui Biol&oacute;gicos e Free From (Sem Gl&uacute;ten &amp; Sem Lactose) tiveram um papel chave, ao ganharem adeptos e tamb&eacute;m uma compra mais intensiva, deixando para tr&aacute;s grandes conceitos como Light e Bifidus, que apesar de continuarem a fazer parte dos iogurtes mais comprados nesta categoria, t&ecirc;m dificuldade em encontrar crescimento perante a expans&atilde;o de oferta em segmentos com maior visibilidade no momento. Para al&eacute;m disso, n&atilde;o podemos deixar de fora o destaque para a crescente oferta de Proteicos e Kefir que d&atilde;o cartas, sendo cada vez mais importantes na categoria, ao absorverem compras dos segmentos mais t&iacute;picos de iogurtes.</p>
<p>Em suma, podemos afirmar que iogurtes s&atilde;o uma categoria que se renova e atualiza juntamente com o comprador, de forma a acompanhar as suas necessidades, por essa raz&atilde;o, seria de esperar que o crescimento fosse uma consequ&ecirc;ncia natural desta din&acirc;mica constante, mas que na realidade n&atilde;o se verifica.</p>
<p>Apesar de os tr&ecirc;s primeiros meses de 2019 terem apresentado uma evolu&ccedil;&atilde;o est&aacute;vel em volume vs. 2018, a verdade &eacute; que a longo prazo a categoria revela dificuldades em encontrar fontes de crescimento. H&aacute; j&aacute; alguns anos que Iogurtes fecham o ano sem crescimento, sendo que o grande obst&aacute;culo est&aacute; na cont&iacute;nua redu&ccedil;&atilde;o de compra, com maior destaque para o menor tamanho das cestas, ou seja, compramos cada vez menos quantidade, de cada vez que vamos &agrave;s compras. &Eacute; certo que temos assistido a uma centraliza&ccedil;&atilde;o da oferta em formatos menores, packs de quatro, de dois e at&eacute; mesmo a recupera&ccedil;&atilde;o da compra de iogurtes individuais, no entanto, a compra de packs menores n&atilde;o &eacute; compensada com maiores quantidades. Isto quer dizer que a categoria se mant&eacute;m nos lares Portugueses, mas em menor quantidade.</p>
<p>Nem mesmo a grande atividade promocional se mostra eficaz no incentivo a uma compra mais intensiva, uma vez que o comprador j&aacute; convive de forma bastante natural com as promo&ccedil;&otilde;es no linear. A verdade &eacute; que com uma oferta cada vez mais ampla, variada e com a&ccedil;&otilde;es promocionais permanentes, a categoria continua a perder volume. Quando procuramos respostas para este cen&aacute;rio, rapidamente percebemos que mais do que o comportamento de compra &eacute; necess&aacute;rio compreender a forma de consumo de iogurtes.</p>
<p>O mercado evoluiu no sentido de dar respostas &agrave;s nossas necessidades em todas as &aacute;reas de consumo, da mesma forma que os Iogurtes nos oferecem uma maior possibilidade de op&ccedil;&otilde;es, tamb&eacute;m em categorias semelhantes se verifica esta transforma&ccedil;&atilde;o. Desta forma, o comprador tem &agrave; sua disposi&ccedil;&atilde;o v&aacute;rias solu&ccedil;&otilde;es para a mesma necessidade, o que resulta num consumo mais variado. Iogurtes enfrentam assim uma redu&ccedil;&atilde;o de consumo ao dividirem os seus momentos de consumo com mais categorias, sendo que esta redu&ccedil;&atilde;o acontece, com maior expressividade, nos lares dos 35 aos 49 anos, que historicamente sempre foram a faixa et&aacute;ria mais dedicada &agrave; compra da categoria.</p>
<p>Neste entorno t&atilde;o competitivo, a proximidade ao consumidor com o fim de compreender o que procura e o que espera do produto &eacute; cada vez mais importante e ir&aacute; determinar a capacidade dos fabricantes se desenvolverem no mercado.</p>
<p>Qu&atilde;o bem conhece o consumidor? Esta &eacute; a quest&atilde;o essencial para que todos os esfor&ccedil;os feitos em desenvolver novos produtos seja recompensada, reconhecida e refletida nos resultados da categoria.</p>
<p>Os Portugueses s&atilde;o atipicamente mais adeptos de iogurtes l&iacute;quidos, gostam de fazer as suas pr&oacute;prias misturas, juntando ao seu iogurte frutas, sementes, cereais, etc. Outra caracter&iacute;stica &eacute; o local de consumo, por reconhecerem o lado pr&aacute;tico do produto, os Portugueses levam o seu iogurte para o trabalho, onde a motiva&ccedil;&atilde;o de consumo difere um pouco. Mas n&atilde;o s&oacute; o local de consumo &eacute; importante desvendar, o local de compra tamb&eacute;m est&aacute; a sofrer altera&ccedil;&otilde;es, a solu&ccedil;&atilde;o &ldquo;On the go&rdquo; (consumo fora de cas) tamb&eacute;m &eacute; uma realidade e uma solu&ccedil;&atilde;o cada vez mais v&aacute;lida para o consumidor.</p>
<p>Todas estes detalhes e particularidades do nosso consumidor devem ser consideradas, porque cada uma representa uma oportunidade de crescimento e de diferencia&ccedil;&atilde;o para os fabricantes de iogurtes. No final, dar as respostas certas, no momento e local certo vai determinar se continuaremos a ser sempre a melhor escolha para o nosso co</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 14 Aug 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Maior-oferta-no-gera-mais-procura</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Cerveja sem Ã¡lcool? Sem favor!]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Cerveja-sem-lcool-Sem-favor</link>
         <description><![CDATA[<p>Atualmente, quase 1 em cada 10 litros de cerveja consumidos em Portugal j&aacute; pertence &agrave;s variedades sem &aacute;lcool. Apesar de este n&uacute;mero parecer n&atilde;o amea&ccedil;ar a supremacia de outras bebidas no mercado, a verdade &eacute; que estamos a consumir mais 33% do que em 2017. Tendo em conta que falamos de um produto com menos calorias que a sua hom&oacute;loga com &aacute;lcool, estar&aacute; este aumento de afinidade estritamente relacionado com motivos de sa&uacute;de?</p>
<p><strong>&Agrave; conquista do p&uacute;blico mais jovem</strong></p>
<p>Nos &uacute;ltimos 4 anos regist&aacute;mos uma ades&atilde;o de quase 90 mil novos lares Portugueses &agrave; compra de cerveja sem &aacute;lcool e tamb&eacute;m um incremento de um dia de compra em m&eacute;dia por lar. Uma categoria tradicionalmente mais associada aos targets mais maduros, est&aacute; cada vez mais pr&oacute;xima dos mais jovens. Sendo estes os maiores impulsionadores das novas vagas de alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel, o normal ser&aacute; questionarmo-nos o que outras bebidas estar&atilde;o a sacrificar para passar a consumir cerveja sem &aacute;lcool. A resposta &eacute; poucas, ou quase nenhumas. <br />O processo mais natural de um novo comprador destas variedades de Cerveja passa, na sua maioria, pela substitui&ccedil;&atilde;o das variedades com &aacute;lcool que marcavam presen&ccedil;a nas despensas. Nos novos consumidores jovens este processo n&atilde;o &eacute; t&atilde;o linear assim e encontramos algumas peculiaridades. O aumento da presen&ccedil;a deste produto nas suas despensas n&atilde;o significa que est&atilde;o a deixar de comprar outras bebidas, s&atilde;o adicionados ao sortido das suas despensas. Apenas 20% do crescimento nos jovens surge por substitui&ccedil;&atilde;o por outra categoria de bebidas, seja com ou sem &aacute;lcool.</p>
<p>Tamb&eacute;m na forma como os mais jovens encaram o consumo da cerveja sem &aacute;lcool &eacute; distinto. Se por um lado os consumidores mais maduros, com maior incid&ecirc;ncia de ocasi&otilde;es de consumo dentro do lar, d&atilde;o prefer&ecirc;ncia ao almo&ccedil;o, por outro os mais jovens, mais presentes no consumo fora de casa, reservam espa&ccedil;os de consumo mais para o final do dia, sobretudo para a hora de jantar, que representam quase metade das ocasi&otilde;es. Uma das chaves para o crescimento da cerveja sem &aacute;lcool nos jovens, est&aacute; na capacidade de proporcionar momentos de prazer para este target que o produto possa vir a desenvolver.&nbsp;</p>
<p>Mas apenas quando percebemos o estilo de vida dos consumidores de cerveja sem &aacute;lcool &eacute; que nos apercebemos realmente que o consumo n&atilde;o se restringe &agrave; sa&uacute;de. Apesar de apresentarem uma baixa rela&ccedil;&atilde;o com as restantes bebidas alco&oacute;licas, al&eacute;m de cerveja com &aacute;lcool, e serem da opini&atilde;o que os produtos de baixas calorias sabem t&atilde;o bem como os normais, afirmam abaixo da m&eacute;dia serem praticantes de desporto e fazerem dieta regularmente.</p>
<p><strong>Prazer sem culpa&hellip; e sem esfor&ccedil;o!</strong></p>
<p><strong></strong>Em suma, podemos dizer que estamos perante uma categoria que se encaixa num dos maiores drivers de crescimento para as marcas atualmente, &ldquo;o prazer sem culpa&rdquo;, mas para al&eacute;m disso sem &ldquo;esfor&ccedil;o&rdquo;.</p>
<p>Sem esfor&ccedil;o para o consumidor pois consegue identificar caracter&iacute;sticas no produto que permitem obter prazer, mas tamb&eacute;m para as marcas, pois n&atilde;o s&oacute; n&atilde;o implica abdicar do consumo de outras bebidas menos saud&aacute;veis, como tamb&eacute;m n&atilde;o interfere com o consumo das cervejas com &aacute;lcool por parte deste target mais emergente.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 05 Aug 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Cerveja-sem-lcool-Sem-favor</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[TrÃªs pistas sobre as primeiras compras na Mercadona]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Trs-pistas-sobre-as-primeiras-compras-na-Mercadona</link>
         <description><![CDATA[<p>Para muitos portugueses Mercadona j&aacute; n&atilde;o era um nome totalmente desconhecido, isto porque, h&aacute; um ano, j&aacute; mais de metade dos portugueses tinha pelo menos ouvido falar destes supermercados. Na altura, as principais caracter&iacute;sticas que lhe eram atribu&iacute;das pelo comprador portugu&ecirc;s estavam bastante focadas na boa rela&ccedil;&atilde;o qualidade/pre&ccedil;o e no facto de haver &ldquo;sempre bons pre&ccedil;os&rdquo;.</p>
<p>Que pistas nos d&atilde;o os compradores da Mercadona em Portugal?</p>
<ol>
<li>Nos &uacute;ltimos 6 meses o n&uacute;mero de produtos comprados pelos portugueses na Mercadona j&aacute; tinha duplicado mesmo antes de a ins&iacute;gnia ter aberto as suas primeiras lojas em Portugal. Ainda assim, a chegada do retalhista espanhol &agrave; zona do Grande Porto fez com que cerca de 8 em cada 10 dos seus atuais compradores portugueses sejam completamente novos para a ins&iacute;gnia;</li>
<li>A estrat&eacute;gica abertura de 4 lojas na zona norte de Portugal come&ccedil;a j&aacute; a evidenciar uma importante dinamiza&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica das compras portuguesas. Se anteriormente, metade das compras eram feitas pelos residentes do distrito de Faro e Portalegre que se deslocavam a Espanha, nestas 4 primeiras semanas de Mercadona em Portugal, mais de 70% das compras do retalhista j&aacute; passaram a ser feitas no distrito do Porto;</li>
<li>Sendo o principal impulsionador de compra nas lojas portuguesas, os frescos foram tamb&eacute;m na Mercadona os produtos mais comprados nestas primeiras visitas, sobretudo o p&atilde;o, as frutas, os legumes, mas tamb&eacute;m carne e peixe frescos. Por&eacute;m, comparando com o padr&atilde;o de compra mais comum dos portugueses, encontra-se nestas cestas uma presen&ccedil;a acima de m&eacute;dia de produtos de Higiene, Beleza e Limpeza Caseira, tais como desodorizantes e guardanapos de papel.</li>
</ol>]]></description>
         <pubDate>Wed, 31 Jul 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Trs-pistas-sobre-as-primeiras-compras-na-Mercadona</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Um paÃ­s numa chÃ¡vena de cafÃ©?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Um-pas-numa-chvena-de-caf</link>
         <description><![CDATA[<p>S&atilde;o mais de 16 bili&otilde;es as ocasi&otilde;es de consumo das categorias de bebidas e snacking em Portugal num ano realizadas dentro e for de casa, o que se traduz em 32 ocasi&otilde;es de consumo de um indiv&iacute;duo por semana nestas mesmas categorias.</p>
<p>E apesar da recess&atilde;o econ&oacute;mica que nos acompanha nos &uacute;ltimos anos, 30% delas acontecem fora de casa. N&uacute;mero que, em grande parte, se deve ao caf&eacute;. No fora de casa quase 80% das ocasi&otilde;es de consumo s&atilde;o apenas de caf&eacute;, ou seja, de forma isolada e sem acompanhamento de outro produto.</p>
<p>E a verdade &eacute; que n&atilde;o podemos pensar em Portugal sem pensar em caf&eacute;, sendo este o protagonista no dia-a-dia dos Portugueses e encontrando-se no top 5 das categorias mais consumidas fora de casa nos diferentes momentos.</p>
<p>Se por um lado come&ccedil;amos o nosso dia acompanhando o caf&eacute; com alguns l&aacute;cteos e bolaria, por outro lado, conforme o nosso dia avan&ccedil;a vamos introduzindo os refrigerantes, as &aacute;guas e os sumos, ou j&aacute; na parte da tarde e no jantar, as bebidas alco&oacute;licas. Mas a verdade &eacute; que o caf&eacute; &eacute; sempre o protagonista e nunca acabamos o nosso dia sem o caf&eacute; entre outros produtos mais prazerosos como os gelados, ou os snacks de chocolate.</p>
<p>E tal facto n&atilde;o &eacute; de estranhar se pensarmos que o caf&eacute; &eacute; uma categoria muito acess&iacute;vel em Portugal. Pagamos 0,80&euro; em m&eacute;dia, por um caf&eacute; fora de casa em Portugal valor que fica muito longe dos quase 4&euro; na China, ou quase 3&euro; em UK. Mas n&atilde;o precisamos ir t&atilde;o longe, pois em Portugal, o caf&eacute; (em m&eacute;dia) &eacute; 1&euro; mais barato do que no pa&iacute;s vizinho, Espanha, o que nos leva a pensar na acessibilidade da categoria e o espa&ccedil;o potencial para gerar valor incremental.</p>
<p>Isto torna Portugal no pa&iacute;s com mais adeptos de caf&eacute;: 9 em cada 10 Portugueses bebe caf&eacute; fora de casa de forma regular e tem desenvolvido ao longo do tempo uma forte e enraizada cultura social de beber caf&eacute;.</p>
<p>Muitos de n&oacute;s combinamos beber um caf&eacute;, principalmente nas cafetarias, no final do dia ou no fim de semana, acompanhados pelos nossos amigos, colegas ou familiares, como um ato social. Mas o caf&eacute; &eacute; um elemento t&atilde;o presente na rotina dos Portugueses que bebe-lo sozinho n&atilde;o &eacute; nenhuma barreira para disfrutar desta bebida, e isto verifica-se quando vemos que metade das ocasi&otilde;es de consumo de caf&eacute; fora de casa s&atilde;o feitas sem companhia.</p>
<p>Se pensarmos no que nos leva a beber caf&eacute; encontramos diferentes motivos, tais como o nosso momento de descontra&ccedil;&atilde;o, ou a nossa bebida de prefer&ecirc;ncia, passando pelo sabor, o h&aacute;bito e, principalmente, o prazer.</p>
<p>&Eacute; realmente f&aacute;cil para qualquer consumidor Portugu&ecirc;s ver-se refletido nestes motivos de consumo. Os verdadeiros amantes do caf&eacute; s&atilde;o os que reconhecem e valorizam o sabor e o cheiro de um bom caf&eacute;. Como o caf&eacute; est&aacute; t&atilde;o presente no dia-a-dia dos consumidores e em todos os momentos, faz do h&aacute;bito uma importante raz&atilde;o do seu consumo. E o prazer, porque realmente os Portugueses disfrutam bebendo caf&eacute; sendo este o principal dos drivers de escolha no consumo fora de casa.</p>
<p>Bebemos caf&eacute; sim, mas desde que seja doce. 63% das ocasi&otilde;es de consumo s&atilde;o sempre de caf&eacute; com a&ccedil;&uacute;car e privilegiando o Expresso ao resto das variedades. Variedades de caf&eacute; que s&atilde;o muitas em Portugal, e que at&eacute; podem variar de nome dependendo da regi&atilde;o do pa&iacute;s onde estamos, convertendo o caf&eacute; num elemento nacional, ou mais do que isso, numa paix&atilde;o.</p>
<p>Mas, n&atilde;o nos podemos esquecer que o mercado est&aacute; em cont&iacute;nua mudan&ccedil;a e o consumidor est&aacute; cada vez mais exigente at&eacute; numa categoria t&atilde;o tradicional como o caf&eacute;.</p>
<p>Desta forma temos visto como os principais fabricantes t&ecirc;m feito grandes esfor&ccedil;os por tornar a categoria mais moderna, din&acirc;mica e premium, e adaptando-a &agrave;s novas realidades e exig&ecirc;ncias do consumidor atual. Exemplos deste movimento s&atilde;o a oferta de uma maior conveni&ecirc;ncia via as c&aacute;psulas de caf&eacute; (&uacute;nico segmento de caf&eacute; com crescimento no &uacute;ltimo ano e que j&aacute; conquistou 7 de cada 10 lares Portugueses), ou a preocupa&ccedil;&atilde;o pelo meio ambiente criando op&ccedil;&otilde;es biol&oacute;gicas ou consciencializando os consumidores da import&acirc;ncia da reciclagem das c&aacute;psulas de caf&eacute;, alavancado a sustentabilidade.</p>
<p>Neste contexto, o futuro da categoria passa sem d&uacute;vida por surpreender um consumidor cada vez mais exigente e dedicado, sem esquecer a tradi&ccedil;&atilde;o que remonta &agrave;s ra&iacute;zes do caf&eacute; elevando-o nesta era recente de modernidade e valoriza&ccedil;&atilde;o.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 16 Jul 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Um-pas-numa-chvena-de-caf</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Ganhar na omnicanalidade para crescer no retalho]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Ganhar-na-omnicanalidade-para-crescer-no-retalho</link>
         <description><![CDATA[<p>Em 2018, 96% do crescimento do FMCG aconteceu fora dos hipermercados e dos supermercados. O com&eacute;rcio online cresceu 20%, os discounts apareceram em quase todo o lado e os novos formatos de retalho h&iacute;bridos est&atilde;o-se a tornar-se cada vez mais comuns em todo o mundo.</p>
<p>Enquanto que o crescimento do PIB tem vindo a estabilizar nos &uacute;ltimos anos, crescendo em m&eacute;dia 3.5% ao ano, o crescimento do FMCG tem vindo a desacelerar &ndash; de 6% para 2.1% desde 2012. A tabela em baixo pode sugerir crescimento em cada regi&atilde;o, mas os dados por si s&oacute; nem sempre contam a hist&oacute;ria toda. De facto, 2018 viu um desaceleramento continuado em cada mercado que analis&aacute;mos &ndash; al&eacute;m da China Continental e os EUA.</p>
<table border="1">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><strong>Crescimento FMCG em valor (%)</strong></td>
<td style="text-align: center;">
<p><strong>2017</strong><br /><strong>vs 2016</strong></p>
</td>
<td style="text-align: center;">
<p><strong>2018</strong><br /><strong>vs 2017</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Global</td>
<td style="text-align: center;">1.9%</td>
<td style="text-align: center;">2.1%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">&Aacute;frica &amp; M&eacute;dio Oriente</td>
<td style="text-align: center;">8.8%</td>
<td style="text-align: center;">6.1%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">&Aacute;sia</td>
<td style="text-align: center;">3.1%</td>
<td style="text-align: center;">2.8%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Europa de Leste</td>
<td style="text-align: center;">5.3%</td>
<td style="text-align: center;">1.2%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Europa Ocidental</td>
<td style="text-align: center;">2.7%</td>
<td style="text-align: center;">1.7%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Am&eacute;rica Latina</td>
<td style="text-align: center;">5.7%</td>
<td style="text-align: center;">3.9%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">EUA</td>
<td style="text-align: center;">0.9%</td>
<td style="text-align: center;">1.6%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-size: x-small;">Fonte: Kantar</span></p>
<p>A fragmenta&ccedil;&atilde;o da paisagem FMCG continua. Nos v&aacute;rios canais que analis&aacute;mos, existe uma &oacute;bvia divis&atilde;o entre aqueles cujo desempenho &eacute; bom e aqueles que est&atilde;o a lutar para se manter. O com&eacute;rcio online est&aacute; a superar qualquer outro canal &ndash; atingindo 20.3% de crescimento em 2018, acelerando o seu crescimento de 15% em 2017.</p>
<table border="1">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><strong>% Quota em valor global por canal</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>2017</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>2018</strong></td>
<td style="text-align: center;">
<p><strong>2018 crescimento</strong><br /><strong>(vs 2017)</strong></p>
</td>
<td style="text-align: center;">
<p><strong>Previs&atilde;o </strong><br /><strong>2025</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>&nbsp;Com&eacute;rcio Online</td>
<td>&nbsp;4.3</td>
<td>&nbsp;5.1</td>
<td>&nbsp;20.3</td>
<td>&nbsp;10.1</td>
</tr>
<tr>
<td>&nbsp;Hiper/Super</td>
<td>&nbsp;56.9</td>
<td>&nbsp;55.8</td>
<td>&nbsp;0.1</td>
<td>&nbsp;48</td>
</tr>
<tr>
<td>&nbsp;Discounts</td>
<td>&nbsp;10.3</td>
<td>&nbsp;10.6</td>
<td>&nbsp;5.7</td>
<td>&nbsp;13.4</td>
</tr>
<tr>
<td>&nbsp;Conveni&ecirc;ncia</td>
<td>&nbsp;4.1</td>
<td>&nbsp;4.1</td>
<td>&nbsp;2.5</td>
<td>&nbsp;4.4</td>
</tr>
<tr>
<td>&nbsp;Cash &amp; carry</td>
<td>&nbsp;3.3</td>
<td>&nbsp;3.4</td>
<td>&nbsp;5.4</td>
<td>&nbsp;5.1</td>
</tr>
<tr>
<td>&nbsp;Com&eacute;rcio Tradicional</td>
<td>&nbsp;8.4</td>
<td>&nbsp;8.4</td>
<td>&nbsp;2.4</td>
<td>&nbsp;8.3</td>
</tr>
<tr>
<td>&nbsp;Drogaria e farm&aacute;cia</td>
<td>&nbsp;6.7</td>
<td>&nbsp;6.6</td>
<td>&nbsp;1.0</td>
<td>&nbsp;6.2</td>
</tr>
<tr>
<td>&nbsp;Outros</td>
<td>&nbsp;6.0</td>
<td>&nbsp;6.0</td>
<td>&nbsp;n/a</td>
<td>&nbsp;4.5</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>Fonte: Kantar</span></p>
<p>A nossa publica&ccedil;&atilde;o <strong>Winning Omnichannel &ndash; Finding growth in reinvented retail</strong>&nbsp;explora onde crescer e como ganhar num contexto no qual as vendas globais cresceram apenas 2.1%. Este &eacute; o nosso estudo sobre omnicanalidade mais completo de sempre, com base em dados de 47 pa&iacute;ses, representando 83% do PIB, fornecendo uma imagem &uacute;nica da din&acirc;mica do retalho e do comprador, em todo o mundo.</p>
<p><span><br /></span></p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 05 Jul 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Ganhar-na-omnicanalidade-para-crescer-no-retalho</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[As marcas mais escolhidas em Portugal]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/As-marcas-mais-escolhidas-em-Portugal</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Factos importantes</strong>:</p>
<ul>
<li>A Mimosa &eacute; a marca mais escolhida em Portugal, pela s&eacute;tima vez consecutiva</li>
<li>Delta &eacute; a marca de bebidas mais escolhida (quinta posi&ccedil;&atilde;o)</li>
<li>Renova &eacute; a primeira marca de cuidado do lar no ranking (oitava posi&ccedil;&atilde;o)</li>
<li>A Colgate &eacute; a primeira marca de higiene e beleza no ranking (d&eacute;cima posi&ccedil;&atilde;o)</li>
<li>9 em cada 10 marcas do Top 10 s&atilde;o portuguesas</li>
<li>A Coca-cola, a marca mais escolhida no mundo, ocupa a 18&ordf; posi&ccedil;&atilde;o em Portugal</li>
<li>Dan Up foi a marca que mais cresceu em Consumer Reach Points1 (CRPs) em 2018</li>
</ul>
<p>A Mimosa continua a ser a marca de FMCG mais escolhida pelos consumidores em Portugal, pela sexta vez consecutiva. De acordo com o relat&oacute;rio anual global das marcas mais escolhidas Brand Footprint da Kantar, a Mimosa foi retirada das prateleiras 34 milh&otilde;es de vezes. Esta marca foi seguida pela Gresso e pela Compal, que foram retiradas das prateleiras 14 e 12 milh&otilde;es de vezes, respetivamente.</p>
<p>O Top 10 das marcas mais escolhidas em Portugal inclui tamb&eacute;m a Nobre (quarto lugar), a Delta (quinto lugar) e Terra Nostra (sexto lugar). Milaneza, Renova, Agros e Colgate ocupam as restantes posi&ccedil;&otilde;es do Top 10.</p>
<p><strong>As marcas mais escolhidas em Portugal</strong></p>
<table border="1">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><strong>Posi&ccedil;&atilde;o</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>Marca</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>Lares a comprarem</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>Frequ&ecirc;ncia</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>Consumer Reach Points (milh&otilde;es)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">1</td>
<td style="text-align: center;">Mimosa</td>
<td style="text-align: center;">86,4</td>
<td style="text-align: center;">8,5</td>
<td style="text-align: center;">34</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">2</td>
<td style="text-align: center;">Gresso</td>
<td style="text-align: center;">62,5</td>
<td style="text-align: center;">5,4</td>
<td style="text-align: center;">14</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">3</td>
<td style="text-align: center;">Compal</td>
<td style="text-align: center;">60,1</td>
<td style="text-align: center;">4,9</td>
<td style="text-align: center;">12</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">4</td>
<td style="text-align: center;">Nobre</td>
<td style="text-align: center;">64,2</td>
<td style="text-align: center;">4,5</td>
<td style="text-align: center;">12</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">5</td>
<td style="text-align: center;">Delta</td>
<td style="text-align: center;">50,9</td>
<td style="text-align: center;">5,4</td>
<td style="text-align: center;">11</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">6</td>
<td style="text-align: center;">Terra Nostra</td>
<td style="text-align: center;">55,9</td>
<td style="text-align: center;">4,4</td>
<td style="text-align: center;">10</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">7</td>
<td style="text-align: center;">Milaneza</td>
<td style="text-align: center;">65,4</td>
<td style="text-align: center;">3,7</td>
<td style="text-align: center;">10</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">8</td>
<td style="text-align: center;">Renova</td>
<td style="text-align: center;">68,4</td>
<td style="text-align: center;">3,5</td>
<td style="text-align: center;">10</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">9</td>
<td style="text-align: center;">Agros</td>
<td style="text-align: center;">44,6</td>
<td style="text-align: center;">4,7</td>
<td style="text-align: center;">9</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">10</td>
<td style="text-align: center;">Colgate</td>
<td style="text-align: center;">62,6</td>
<td style="text-align: center;">3,1</td>
<td style="text-align: center;">8</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-size: x-small;">Fonte: Brand Footprint da Kantar: <a href="http://www.kantarworldpanel.com/brandfootprint">www.kantarworldpanel.com/brandfootprint</a></span></p>
<p>O ranking Brand Footprint mede quantas vezes as marcas FMCG s&atilde;o compradas no ponto de venda. Mede quantos lares compraram cada marca e quantas vezes o fizeram durante um ano.</p>
<p>Entre as 50 marcas mais escolhidas em Portugal, a Dan Up foi a marca que mais cresceu em CRP&rsquo;s (50%), que lhe permitiu subir 26 posi&ccedil;&otilde;es no ranking, situando-se agora na 38&ordf; posi&ccedil;&atilde;o. A Bimbo, este ano foi a segunda marca que mais cresceu em CRP&rsquo;s (no ano passado tinha sido a primeira), permitindo-lhe passar para a 19&ordf; posi&ccedil;&atilde;o. Marcas como Comfort e Cif (ambas da Unilever), cresceram entre 20 e 30 por cento em CRP&rsquo;s e Cigala (arroz), Penacova, Cemporcento e Gresso cresceram entre 10% e 20% em CRP&rsquo;s.</p>
<p>Apesar de a maior parte das marcas presentes no Top 50 serem de alimenta&ccedil;&atilde;o e bebidas, existem tamb&eacute;m marcas de higiene e beleza e de cuidado do lar. A Colgate e Nivea s&atilde;o as &uacute;nicas marcas de higiene e beleza presentes no Top 50 e as mais escolhidas em Portugal neste setor, estando na 10&ordf; e 13&ordf; posi&ccedil;&atilde;o, respetivamente. Relativamente a cuidado do lar, Renova (oitava posi&ccedil;&atilde;o), Cif (26 posi&ccedil;&atilde;o), Fairy (31&ordf;posi&ccedil;&atilde;o), Sonasol (33&ordf; posi&ccedil;&atilde;o) e Comfort (47&ordf;posi&ccedil;&atilde;o), sendo tamb&eacute;m as &uacute;nicas marcas de cuidado do lar presentes no Top 50.</p>
<p>&ldquo;O ranking Brand Footprint da Kantar mostra claramente que as marcas que aumentam a sua base de compradores conseguem alcan&ccedil;ar o crescimento. Num mercado de soma zero como o FMCG em Portugal, &eacute; crucial que as marcas continuem a diferenciar-se e a apostar em estrat&eacute;gias de conquista de novos consumidores, sendo este o driver fundamental para uma performance positiva&rdquo; afirma Marta Santos, Manufacturers Sector Director.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Nota para os editores</span></strong>:</p>
<p><strong>Brand Footprint: O estudo</strong></p>
<p>O Brand Footprint da Kantar &eacute; um estudo anual, com base em 72% da popula&ccedil;&atilde;o mundial. Um total de 1 bili&atilde;o de lares em 49 pa&iacute;ses, em cinco continentes &ndash; cobrindo 85% do PIB global. Como parte do estudo, a Kantar monitoriza mais de 21.400 marcas em bebidas, alimenta&ccedil;&atilde;o, l&aacute;cteos, sa&uacute;de e beleza e limpeza do lar.</p>
<p><strong>Brand Footprint: Ranking Top 50</strong></p>
<p>O ranking anual das 50 marcas mais escolhidas em todo o mundo, revela quais as marcas que est&atilde;o a atingir o sucesso global, dando insights que ajudam as marcas de FMCG a definir targets globais com mais precis&atilde;o e a melhorar o crescimento global dos seus neg&oacute;cios. Distingue-se de outros rankings de marcas, dando informa&ccedil;&atilde;o sobre o comportamento real do consumidor, em vez de atitude.</p>
<p>O Consumer Reach Point &eacute; a base deste ranking. Uma m&eacute;trica inovadora que mede quantos lares em todo o mundo est&atilde;o a comprar determinada marca (penetra&ccedil;&atilde;o) e com que frequ&ecirc;ncia (escolha do consumidor), dando uma representa&ccedil;&atilde;o real da escolha do comprador.</p>
<p><strong>Metodologia e &Acirc;mbito</strong></p>
<p><strong></strong>Este ano, o ranking analisou mais de 21.400 marcas e um bili&atilde;o de lares, em 49 pa&iacute;ses, em cinco continentes, nos &uacute;ltimos 12 meses, at&eacute; novembro de 2018.</p>
<p><strong>Cr&eacute;ditos</strong><br />O Brand Footprint &eacute; uma publica&ccedil;&atilde;o que resulta da iniciativa da Kantar e o ranking &eacute; criado em colabora&ccedil;&atilde;o com a GfK na &Aacute;ustria, B&eacute;lgica, Rep&uacute;blica Checa, Dinamarca, Alemanha, Hungria, It&aacute;lia, Pol&oacute;nia, R&uacute;ssia, Eslov&aacute;qua, &Aacute;frica do Sul e Su&eacute;cia, com a IRI no EUA, com a Intage no Jap&atilde;o e com a CTR, na China.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 03 Jul 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/As-marcas-mais-escolhidas-em-Portugal</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Beleza cada vez mais importante?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Beleza-cada-vez-mais-importante-para-os-portugueses</link>
         <description><![CDATA[<p>&gt; Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Distribuicao%20Hoje%20Maio%202019.pdf">Distribui&ccedil;&atilde;o Hoje</a></p>
<p>Beleza &eacute; um nome feminino. Define-se como a qualidade do que &eacute; belo ou agrad&aacute;vel; excel&ecirc;ncia; perfei&ccedil;&atilde;o agrad&aacute;vel &agrave; vista e que cativa o esp&iacute;rito. Diria at&eacute; parte integrante daquilo que &eacute; a felicidade. Todavia, n&atilde;o deixa de ser um conceito subjetivo!</p>
<p>Belo &eacute; ser natural, ter bem-estar f&iacute;sico e estar em forma, ser saud&aacute;vel. Ou, por outro lado, ser sofisticado, estar sempre &ldquo;na moda&rdquo;, usar as &uacute;ltimas novidades: a cor deste ver&atilde;o nos l&aacute;bios e sombras de olhos. Fazer aquele &uacute;ltimo e inovador tratamento de est&eacute;tica, e mudar a cor de cabelo a cada 6 meses. Ou ent&atilde;o, um mix de todos estes cen&aacute;rios!</p>
<p>Todos os dias saem novidades de beleza, maquilhagem, cosm&eacute;tica e as redes sociais anunciam frequentemente novas tend&ecirc;ncias. Uma imensid&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o que assenta num universo de in&uacute;meros produtos, portfolios infindos e novos lan&ccedil;amentos que n&atilde;o abrandam.</p>
<p>&Eacute; verdade que somos hoje mais informados, mais tecnol&oacute;gicos, tudo parece ser mais pr&aacute;tico. Temos tudo facilitado e &agrave; m&atilde;o. Mas a verdade &eacute; que n&oacute;s, portugueses, continuamos a dizer que nos falta tempo, tempo para cuidar mais de n&oacute;s mesmos &ndash; 75% dos portugueses declara que deveria dedicar mais tempo a cuidar de si mesmo.</p>
<p>Temos, por um lado, um mercado atuante, por outro, compradores predispostos a ele. Todavia, Higiene e Beleza em Portugal n&atilde;o consegue crescer. N&atilde;o materializamos as nossas inten&ccedil;&otilde;es. Ano ap&oacute;s ano, o mercado perde compradores e ressente-se, tanto em valor, como em volume. Dif&iacute;cil para quem est&aacute; nos bastidores&hellip; como &eacute; que os players definem estrat&eacute;gias? E logram ser rent&aacute;veis? Ao mesmo tempo que inovam e promocionam incessantemente? N&atilde;o esquecendo o grande desafio que temos a n&iacute;vel demogr&aacute;fico, somos cada vez menos e as proje&ccedil;&otilde;es n&atilde;o s&atilde;o de todo animadoras.</p>
<p>Contudo, parece ser um mercado apetec&iacute;vel. No final de 2018 chegou a Portugal a marca norte-americana Younique trazendo o universo dos cat&aacute;logos e das reuni&otilde;es f&iacute;sicas para o mundo online. A &uacute;ltima grande not&iacute;cia foi a entrada da Amazon neste universo atrav&eacute;s da sua marca pr&oacute;pria Belei na categoria de cosm&eacute;tica/ skincare. Contando j&aacute; com um portfolio simp&aacute;tico de 12 produtos: cremes hidratantes, revitalizantes, s&eacute;runs, etc. E seguindo as grandes movimenta&ccedil;&otilde;es de sustentabilidade e preocupa&ccedil;&otilde;es ambientais, apostando em embalagens de material reciclado.</p>
<p>Voltando ao nosso mercado, o ano de 2018 pautou-se pelos recordes das marcas pr&oacute;prias ou da distribui&ccedil;&atilde;o - se &eacute; que ainda lhe podemos chamar assim. Pois s&atilde;o verdadeiras Marcas. Trabalhadas ao n&iacute;vel de fabricantes, com investimentos e estrat&eacute;gias muito bem delineados e que recolheram os seus frutos.</p>
<p>Fazem cada vez mais parte da rotina dos portugueses, com uma taxa de penetra&ccedil;&atilde;o de 70% (Vs. 80% marcas de Fabricante) e ultrapassando j&aacute; os &euro;100 Milh&otilde;es de euros. Somam ainda v&aacute;rios pr&eacute;mios neste universo de Beleza, testados pelos portugueses e revelando qualidade, n&iacute;vel de efic&aacute;cia e claro, sem esquecer o pre&ccedil;o &ndash; Pr&eacute;mio Top Beleza, que distingue produtos de beleza, cosm&eacute;tica e bem-estar.</p>
<p>Fecharam o 1&ordm; trimestre de 2019 a crescer acima do mercado, tanto em valor, como em volume. Retalhistas como a Sonae e Discounts (Lidl e Aldi) foram os grandes dinamizadores.</p>
<p>Maquilhagem foi em 2018 a categoria mais din&acirc;mica neste universo de MDD&rsquo;s crescendo a 2 d&iacute;gitos (a par de Higiene Intima) vs. total mercado +2,4% em valor. Por&eacute;m, as MDD&rsquo;s em Maquilhagem apenas aportam um quarto dos seus compradores (ainda&hellip;). Mas apresentam j&aacute; uma crescente regularidade de compra e taxa de repeti&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Apesar do push dado pelas MDD&rsquo;s, tamb&eacute;m os fabricantes valorizaram este mercado, impulsionando dias de compra e pre&ccedil;o m&eacute;dio pago. Maquilhagem &eacute; das categorias mais priorit&aacute;rias para os portugueses. A par de Perfumes, Tratamento e Limpeza do rosto &ndash; categorias mais caras. Secundarizando categorias mais b&aacute;sicas. Seletividade, portanto! N&atilde;o podemos comprar tudo e fazemos escolhas.</p>
<p>Dizem-nos que as mulheres portuguesas s&atilde;o das mais conservadoras em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; maquilhagem. Efetivamente temos 75% dos portugueses que acredita que a beleza natural &eacute; a mais importante. Todavia, a categoria tem ganho cada vez mais espa&ccedil;o na rotina dos portugueses. Assim como h&aacute;bitos mais sofisticados de cuidado e tratamento da pele, especialmente, limpeza de rosto &ndash; categorias cada vez mais de uso combinado.</p>
<p>Em jeito de conclus&atilde;o, temos assistido a uma mudan&ccedil;a de padr&atilde;o e estamos mais requintados no ritual de beleza. No entanto, continuamos na cauda da europa no que se refere ao gasto m&eacute;dio efetuado em produtos de maquilhagem, disparidade que n&atilde;o se regista noutras categorias ex. cuidado e tratamento de cabelo.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 12 Jun 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Beleza-cada-vez-mais-importante-para-os-portugueses</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Vendas globais online FMCG cresceram 20% em 2018]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Vendas-globais-online-FMCG-cresceram-20-em-2018</link>
         <description><![CDATA[<p>As vendas online dos produtos de grande consumo (FMCG) cresceram 20.3% em 2018 e representam, agora, 5.1% das vendas, mundialmente, de acordo com dados da Kantar. O crescimento foi estimulado pelos EUA e pela China Continental, que juntos representam 84% do crescimento global em e-commerce, gra&ccedil;as ao sucesso da Amazon, Alibaba, JD.com e Walmart. Em Portugal, o crescimento das vendas online foi de 5.9%.</p>
<table border="1" frame="box" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><strong>Pa&iacute;s</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>Evolu&ccedil;&atilde;o FMCG Online 2018</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Global</td>
<td style="text-align: center;">20.3%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">EUA*</td>
<td style="text-align: center;">35.9%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">China Continental</td>
<td style="text-align: center;">32.3%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Taiwan</td>
<td style="text-align: center;">31.9%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">It&aacute;lia</td>
<td style="text-align: center;">26.3%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Coreia do Sul</td>
<td style="text-align: center;">14.0%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Alemanha</td>
<td style="text-align: center;">11.5%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Espanha</td>
<td style="text-align: center;">9.1%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><strong>Portugal</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>5.9%</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Fran&ccedil;a</td>
<td style="text-align: center;">5.7%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Reino Unido</td>
<td style="text-align: center;">3.5%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Jap&atilde;o</td>
<td style="text-align: center;">0.8%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: left;"><span style="font-size: x-small;">*Estimativa Kantar &amp; US Commerce Department</span></p>
<p>A elevada penetra&ccedil;&atilde;o das compras online nas economias asi&aacute;ticas &eacute; feita sobretudo atrav&eacute;s de smartphone, querendo dizer que estes pa&iacute;ses continuam a liderar em termos de compra online FMCG. 19% das vendas FMCG na Coreia do Sul v&ecirc;m do com&eacute;rcio online, a maior por&ccedil;&atilde;o em todo o mundo. A China Continental &eacute; a seguinte, com 14% e espera-se que em 2025 ultrapasse a Coreia do Sul.</p>
<p>Na Europa Ocidental 4,1% das vendas de produtos de grande consumo vieram do com&eacute;rcio online, liderado pelo o Reino Unido, em que estas representam 7.2%, seguido da Fran&ccedil;a, cujas vendas online representam 5.6%. No entanto o crescimento de compradores nestes dois pa&iacute;ses foi mais lento do que no ano anterior. Em Portugal, o com&eacute;rcio online de FMCG representa 1.6% do total das vendas. Na Holanda, o e-commerce cresceu quase 35%.</p>
<table border="1" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><strong>Pa&iacute;s</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>Quota de Mercado FMCG Online 2018</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Global</td>
<td style="text-align: center;">5.1%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Coreia do Sul</td>
<td style="text-align: center;">19.1%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">China Continental</td>
<td style="text-align: center;">14.0%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Taiwan</td>
<td style="text-align: center;">8.2%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Jap&atilde;o</td>
<td style="text-align: center;">7.7%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Reino Unido</td>
<td style="text-align: center;">7.2%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Fran&ccedil;a</td>
<td style="text-align: center;">5.6%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Holanda</td>
<td style="text-align: center;">4.5%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">EUA<strong>*</strong></td>
<td style="text-align: center;">4.4%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Rep&uacute;blica Checa</td>
<td style="text-align: center;">3.3%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Dinamarca</td>
<td style="text-align: center;">2.6%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Espanha</td>
<td style="text-align: center;">2.4%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">&Aacute;ustria</td>
<td style="text-align: center;">2.3%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">R&uacute;ssia</td>
<td style="text-align: center;">2.2%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Mal&aacute;sia</td>
<td style="text-align: center;">1.8%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">It&aacute;lia</td>
<td style="text-align: center;">1.7%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><strong>Portugal</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>1.6%</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Alemanha</td>
<td style="text-align: center;">1.5%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Hungria</td>
<td style="text-align: center;">1.5%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Eslov&aacute;quia</td>
<td style="text-align: center;">1.2%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Pol&oacute;nia</td>
<td style="text-align: center;">1.1%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Argentina</td>
<td style="text-align: center;">0.6%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Cro&aacute;cia</td>
<td style="text-align: center;">0.6%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Bulg&aacute;ria</td>
<td style="text-align: center;">0.3%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Indon&eacute;sia</td>
<td style="text-align: center;">0.2%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Chile</td>
<td style="text-align: center;">0.2%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Col&ocirc;mbia</td>
<td style="text-align: center;">0.2%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">&Iacute;ndia</td>
<td style="text-align: center;">0.1%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Filipinas</td>
<td style="text-align: center;">0.1%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Brasil</td>
<td style="text-align: center;">0.1%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-size: x-small;">*Estimativa Kantar &amp; US Commerce Department</span></p>
<p><strong>&nbsp;Pure Players lideram crescimento</strong></p>
<p>Globalmente, s&atilde;o os Pure Players online como a Amazon, Alibaba e JD.com que est&atilde;o a ganhar no e-commerce, uma vez que continuam a atrair novos compradores. Os Pure Players representam agora 72% das vendas online, apresentando um crescimento coletivo de 29% em 2018. Nesta competi&ccedil;&atilde;o, os retalhistas que operam online e offline cresceram apenas 3%. Reduzir os tempos de entrega ou entregas gr&aacute;tis ou mais baratas poderia ajudar os retalhistas multicanais a reduzir esta diferen&ccedil;a.</p>
<p>Os pure players gigantes est&atilde;o a dominar nos dois lados do mundo &ndash; a Amazon representa 53% de todas as compras FMCG online nos EUA. No entanto, na Europa, ainda n&atilde;o conseguiu atingir resultados semelhante, com 8.8% e 5% de quota de mercado na Alemanha e na Fran&ccedil;a, respetivamente, subindo para 3.2% em Espanha e 1% no Reino Unido.</p>
<table border="1" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><strong>Pa&iacute;s</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>Pure Players</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>Retalho tradicional</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Global</td>
<td style="text-align: center;">71.8%</td>
<td style="text-align: center;">28.2%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">China Continental</td>
<td style="text-align: center;">99,1%</td>
<td style="text-align: center;">0.9%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Taiwan</td>
<td style="text-align: center;">92.7%</td>
<td style="text-align: center;">7.3%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">EUA*</td>
<td style="text-align: center;">60.0%</td>
<td style="text-align: center;">40.0%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Dinamarca</td>
<td style="text-align: center;">52.8%</td>
<td style="text-align: center;">47.2%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Alemanha</td>
<td style="text-align: center;">48.4%</td>
<td style="text-align: center;">51.6%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">R&uacute;ssia</td>
<td style="text-align: center;">43.0%</td>
<td style="text-align: center;">57.0%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Espanha</td>
<td style="text-align: center;">24.4%</td>
<td style="text-align: center;">75.6%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Reino Unido</td>
<td style="text-align: center;">16.2%</td>
<td style="text-align: center;">83.8%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">&Aacute;ustria</td>
<td style="text-align: center;">11.7%</td>
<td style="text-align: center;">88.3%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-size: x-small;">*Estimativa Kantar &amp; US Commerce Department</span></p>
<p><strong>Eric Batty</strong>, <strong>Global E-commerce Business Development Director</strong> na Worldpanel Division, Kantar, afirma que &ldquo;Enquanto que as vendas online dos retalhistas multicanais na Euorpa tendem a focar-se em comida e produtos tradicionais de comida e bebida, as vendas da Amazon s&atilde;o mais orientadas para o cuidado pessoal. Em Fran&ccedil;a, por exemplo, a Amazon &eacute; a l&iacute;der online em cuidado pessoal, em comida e bebida est&aacute; em s&eacute;timo. Ainda neste pa&iacute;s, os retalhistas tradicionais encontraram o sucesso atrav&eacute;s do click-and-collect, com o E.Leclerc 20 vezes maior que a Amazon em vendas de alimentos online, gra&ccedil;as aos seus pontos de recolha DRIVE.&rdquo;</p>
<p><strong>Pr&oacute;ximos anos</strong></p>
<p>A Kantar prev&ecirc; que o canal online representar&aacute; perto de um ter&ccedil;o do total FMCG na China, em 2025 e um quarto na Coreia do Sul. No Reino Unido e em Fran&ccedil;a estes n&uacute;meros dever&atilde;o atingir os 9% e 8%, respetivamente, nesse tempo.</p>
<p><strong>St&eacute;phane Roger</strong>, <strong>Global Shopper and Retail Director</strong> na Worldpanel Division, Kantar, afirma: &ldquo;Em 2025, o com&eacute;rcio online representar&aacute; 10% do gasto em FMCG, em todo o mundo, duas vezes o atual. A integra&ccedil;&atilde;o offline e online, tecnologia inteligente e as op&ccedil;&otilde;es diretas ao consumidor ir&atilde;o ajudar a atrair novos compradores online, onde a penetra&ccedil;&atilde;o &eacute; atualmente de 21%.&rdquo;</p>
<table border="1" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><strong>Pa&iacute;s</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>Previs&atilde;o Quota de Mercado FMCG Online 2025</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Global</td>
<td style="text-align: center;">10%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">China Continental</td>
<td style="text-align: center;">31%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Coreia do Sul</td>
<td style="text-align: center;">24%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Taiwan</td>
<td style="text-align: center;">20%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">EUA*</td>
<td style="text-align: center;">12%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Reino Unido</td>
<td style="text-align: center;">9%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Fran&ccedil;a</td>
<td style="text-align: center;">8%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Argentina</td>
<td style="text-align: center;">3%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Brasil</td>
<td style="text-align: center;">3%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">M&eacute;xico</td>
<td style="text-align: center;">3%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-size: x-small;">*Estimativa Kantar &amp; US Commerce Department</span></p>
<p><span style="font-size: x-small;">______________________________________________</span></p>
<p><span style="font-size: x-small;">Estas conclus&otilde;es s&atilde;o baseadas em dados Kantar, GFK e Intage para 12 meses, a terminar em dezembro de 2018. Este estudo acompanha 428 mil lares, que fornecem informa&ccedil;&atilde;o exaustiva e cont&iacute;nua do seu comportamento de compra, em 46 pa&iacute;ses.</span><br /><span style="font-size: x-small;">Europa Ocidental inclui &Aacute;ustria, Dinamarca, Fran&ccedil;a, Alemanha, It&aacute;lia, Holanda, Portugal, Espanha e Reino Unido.</span></p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 07 Jun 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Vendas-globais-online-FMCG-cresceram-20-em-2018</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Omnishopper: o comprador de Higiene & Beleza em 2019]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Omnishopper-o-comprador-de-Higiene--Beleza-em-2019</link>
         <description><![CDATA[<p>&gt; Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Hipersuper%20Abril%202019.pdf">Hipersuper</a></p>
<p>O mercado de Higiene e Beleza (H&amp;B) voltou a surpreender em 2018. N&atilde;o pela incr&iacute;vel performance dos indicadores de compra em Portugal, mas sim pela capacidade que este mercado apresenta, ano ap&oacute;s ano, para se revolucionar numa multitude de aspetos que o mant&eacute;m sempre fresco, cheio de novidades, e de novos paradigmas.</p>
<p>&Eacute; cada vez mais evidente que, na realidade portuguesa, as quest&otilde;es demogr&aacute;ficas come&ccedil;am a tornar-se mais relevantes, e a terem impacto direto na forma como compramos. Os jovens de hoje em dia, notoriamente mais interessados e despertos para H&amp;B, n&atilde;o surgem em n&uacute;mero e poder de compra suficientes para que o mercado como um todo possa beneficiar e crescer em volume (-2% vs. 2017) e, por isso, os esfor&ccedil;os passam por valorizar cada vez mais cada venda, algo que foi em parte alcan&ccedil;ado, uma vez que n&atilde;o se registaram perdas de valor no &uacute;ltimo ano.</p>
<p>Ainda assim, estes resultados parecem escassos, quando cada vez mais portugueses admitem desejar poder dedicar mais tempo a cuidar de si mesmos. A explica&ccedil;&atilde;o &eacute; simples: escolhas. No &uacute;ltimo ano os portugueses optaram por dar prioridade a categorias mais caras, como Perfumes, Tratamento e Limpeza do rosto ou Maquilhagem, e gastando mais nestas, cortaram nas restantes, mantendo os pratos da balan&ccedil;a em equil&iacute;brio. A oferta promocional do mercado, perfeitamente est&aacute;vel e normalizada, tamb&eacute;m n&atilde;o consegue ser um fator diferenciador nesta equa&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Posto isto, &eacute; caso para dizer que os portugueses ainda n&atilde;o conseguem materializar por completo todas as suas inten&ccedil;&otilde;es em H&amp;B. Se por um lado existe o desejo de cuidarem mais de si, a prefer&ecirc;ncia pelo uptrade de categorias, obriga a escolhas que for&ccedil;osamente tornam a compra mais seletiva.</p>
<p>Mas n&atilde;o criemos ilus&otilde;es ao colocar toda a responsabilidade do lado dos compradores. As marcas podem fazer mais. Se n&atilde;o, como explicar, em 2019, que cerca de metade dos portugueses ainda n&atilde;o acreditem totalmente na ret&oacute;rica das marcas, e na efici&ecirc;ncia dos seus produtos?</p>
<p>&Eacute; nesta conjuntura que surge no mercado de H&amp;B uma progressiva necessidade de constante reinven&ccedil;&atilde;o, apesar de isso expor os compradores a escolhas ainda mais complexas, em virtude da oferta cada vez maior que t&ecirc;m &agrave; sua disposi&ccedil;&atilde;o. Desde as Marcas da Distribui&ccedil;&atilde;o (MDD) at&eacute; aos grandes Fabricantes, todo o mercado est&aacute; em a&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>As MDD em H&amp;B trabalharam, no &uacute;ltimo ano, como verdadeiras marcas, e &eacute; assim que devem ser encaradas. As suas estrat&eacute;gias implementadas de marketing e trade foram desde a comunica&ccedil;&atilde;o com figuras p&uacute;blicas, at&eacute; ao apelo direto &agrave; &ldquo;portugalidade&rdquo; com produtos produzidos em territ&oacute;rio nacional, passando por extens&otilde;es e especializa&ccedil;&otilde;es de portf&oacute;lios ou por rebrandings amplamente comunicados. N&atilde;o &eacute; de admirar, mas ainda assim de salientar, que pela primeira vez, o mercado das MDD em H&amp;B tenha ultrapassado os &euro;100 Milh&otilde;es em 2018. E muitos outros recordes foram batidos: a quantidade comprada, o gasto efetuado e a frequ&ecirc;ncia de compra de cada indiv&iacute;duo, foram todos eles os maiores de sempre no mundo das MDD.</p>
<p>A resposta por parte dos grandes Fabricantes foi pronta, e as estrat&eacute;gias est&atilde;o bem definidas em v&aacute;rios quadrantes. Provavelmente, a mais f&aacute;cil de identificar ser&aacute; a aquisi&ccedil;&atilde;o de outras empresas mais pequenas de H&amp;B, startups - ou se lhes quisermos chamar indie brands - cuja premissa passa por dar resposta &agrave;s necessidades de v&aacute;rios nichos com potencial de crescimento identificado. Frequentemente ligadas &agrave; naturalidade dos produtos, preocupa&ccedil;&otilde;es ambientais, ou do simples afastamento ao conceito de grande multinacional, as indie brands permitem aos maiores players do mercado chegar a compradores aos quais as suas marcas mais generalistas da grande distribui&ccedil;&atilde;o n&atilde;o conseguem chegar, tratando-os como indiv&iacute;duos &uacute;nicos, e claro, trabalhando desde a base com produtos de valor acrescentado.</p>
<p>Mas as estrat&eacute;gias v&atilde;o para al&eacute;m das marcas. O uso da tecnologia tamb&eacute;m desbloqueia novos pontos de contacto com os compradores. Os medidores do n&iacute;vel de pH da pele ou grau de exposi&ccedil;&atilde;o a raios UV podem agora ser facilmente emparelhados a qualquer smartphone, que depois ir&aacute; sugerir o produto mais indicado para cada caso. Ou mesmo nos pr&oacute;prios espa&ccedil;os de compra, onde j&aacute; come&ccedil;am a surgir as primeiras perfumarias com mais ecr&atilde;s de realidade aumentada espalhados pela loja do que produtos nas prateleiras &agrave; espera de serem comprados, sempre com o intuito de potenciar o melhor aconselhamento. Este &eacute; o momento de as marcas lan&ccedil;arem o desafio de criarem elas pr&oacute;prias intera&ccedil;&otilde;es com os compradores que at&eacute; agora n&atilde;o eram poss&iacute;veis.</p>
<p>A verdade &eacute; que com a oferta de produtos, marcas e modelos de intera&ccedil;&atilde;o a crescer exponencialmente, a fideliza&ccedil;&atilde;o de cada comprador &eacute; cada vez mais uma miragem. Mas o que, por um lado parece ser nefasto, por outro pode tamb&eacute;m trazer vantagens e oportunidades. A infidelidade dos compradores deixa-os mais inclinados a testar experi&ecirc;ncias diferentes, abrindo mais portas a um mercado de H&amp;B multicanal. Em Portugal, s&oacute; cerca de 10% dos compradores adquire produtos de H&amp;B em 3 ou mais canais de compra distintos, mas este &eacute; um n&uacute;mero que tem vindo consistentemente a crescer nos &uacute;ltimos 5 anos, e &eacute; importante que continue nesta trajet&oacute;ria. O comprador multicanal &eacute; muito mais apelativo, e em quantos mais canais comprar, melhor. Em m&eacute;dia, quem compra H&amp;B em 3 canais distintos tem o dobro da assiduidade em loja, adquire 2 vezes mais produtos, e gasta 4 vezes mais do que os compradores que s&oacute; compram em 1 canal. Em 2018 o mercado portugu&ecirc;s moveu-se justamente neste sentido. Apesar dos grandes retalhistas da distribui&ccedil;&atilde;o continuarem a liderar isoladamente em n&uacute;mero de compradores, no &uacute;ltimo ano, o gasto que os portugueses fizeram neste canal foi desviado para as lojas mais especializadas, como as monomarcas, as farm&aacute;cias e parafarm&aacute;cias, as perfumarias ou a compra por cat&aacute;logo. Ainda assim, o grande vencedor do ano no que diz respeito ao aumento do gasto por indiv&iacute;duo foi mesmo o Online, com um acr&eacute;scimo de +15% vs. 2017.</p>
<p>Esta evolu&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; de estranhar, uma vez que &eacute; em H&amp;B que o Online mais brilha, sendo respons&aacute;vel por gerar uma fatia maior de todo o valor criado anualmente neste mercado (2,3%), comparativamente ao mercado de Higiene do Lar (1,7%), ou Alimenta&ccedil;&atilde;o e Bebidas (1,3%). &Eacute; certo que qualquer um destes valores ainda reflete aquilo que s&atilde;o os primeiros passos dos maiores Fabricantes de H&amp;B no mundo digital, mas o sucesso neste canal est&aacute; intimamente ligado &agrave; rapidez com que as marcas atuam, e as primeiras tendem a ganhar vantagem. Isto verifica-se porque, se h&aacute; plataforma em que a fidelidade do comprador sai beneficiada, &eacute; no Online: com carrinhos de compra digitais que replicam a &uacute;ltima compra realizada num s&oacute; click, subscri&ccedil;&otilde;es de reabastecimento em que mais unidades de um produto s&atilde;o enviadas automaticamente para a resid&ecirc;ncia dos consumidores &agrave; medida que v&atilde;o sendo necess&aacute;rias, ou com a maior diversidade promocional, ser fiel a uma marca Online &eacute; um fator extra de conveni&ecirc;ncia, que nas lojas f&iacute;sicas j&aacute; n&atilde;o tem tanta express&atilde;o.</p>
<p>De qualquer modo, &agrave; semelhan&ccedil;a do que acontece em Fran&ccedil;a ou Reino unido, para citar alguns exemplos Europeus em que o grande salto do Online j&aacute; foi dado, tal s&oacute; poder&aacute; ser replicado em Portugal quando come&ccedil;arem a surgir sinergias entre grandes pure players do Online com os retalhistas l&iacute;deres do Offline. A intera&ccedil;&atilde;o entre canais &eacute;, por isso, cada vez mais essencial para o sucesso. Num per&iacute;odo em que j&aacute; mais de meio milh&atilde;o de portugueses afirmam consultar diariamente dicas de beleza online, e que estes mesmos compradores gastam mais 16% em H&amp;B do que a m&eacute;dia, &eacute; cada vez mais importante tirar partido deste fen&oacute;meno para capitaliz&aacute;-lo em novas vendas, independentemente de estas se virem a concretizar online ou offline.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 28 May 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Omnishopper-o-comprador-de-Higiene--Beleza-em-2019</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Brand Footprint, o novo ranking FMCG jÃ¡ disponÃ­vel]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Brand-Footprint-o-novo-ranking-FMCG-j-disponvel</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><em>A Coca-Cola &eacute; a marca mais consumida mundialmente, pelo s&eacute;timo ano consecutivo e lidera o exclusivo &ldquo;clube bilion&aacute;rio&rdquo;</em></strong></p>
<p><strong>Factos importantes</strong>:</p>
<ul>
<li style="text-align: left;">17 marcas globais foram escolhidas das prateleiras mais de um bili&atilde;o de vezes, em 2018 e fazem parte do &ldquo;clube bilion&aacute;rio, juntamente com 14 marcas locais da China e da &Iacute;ndia.</li>
<li style="text-align: left;">As marcas locais aumentaram o n&uacute;mero de vezes que foram escolhidas pelos consumidores, com a sua quota a aumentar para 64.8% versus 35.2% das marcas locais.&nbsp;</li>
<li style="text-align: left;">A Coca-Cola mant&eacute;m-se como a marca mais escolhida do mundo &ndash; pelo s&eacute;timo ano consecutivo.</li>
<li style="text-align: left;">A Colgate &eacute; a segunda marca mais escolhida mundialmente e &eacute; a &uacute;nica escolhida por mais de metade dos lares, a n&iacute;vel mundial &ndash; com 60,5% de penetra&ccedil;&atilde;o.</li>
</ul>
<p>De acordo com a edi&ccedil;&atilde;o 2019 do relat&oacute;rio Brand Footprint da Kantar, existem 17 marcas globais de grande consumo que foram escolhidas pelos consumidores mais de um bili&atilde;o de vezes e 14 marcas locais que est&atilde;o neste exclusivo &ldquo;clube bilion&aacute;rio&rdquo;.</p>
<p><strong>Marcas globais</strong></p>
<p>O ranking Brand Footprint mede quais as marcas que est&atilde;o a ser compradas por mais consumidores e com mais frequ&ecirc;ncia. A n&iacute;vel global, a Coca-Cola &eacute; a marca mais escolhida, tendo sido retirada das prateleiras 5.9 bili&otilde;es de vezes, num ano. A Colgate e a Maggi mantiveram ambas as suas posi&ccedil;&otilde;es no p&oacute;dio, sendo tamb&eacute;m as marcas mais escolhidas de cuidado pessoal e de alimenta&ccedil;&atilde;o, respetivamente. A Colgate continua a ser a &uacute;nica marca escolhida por mais de metade da popula&ccedil;&atilde;o global &ndash; estando presente em 6 em cada 10 lares (60.5%), enquanto a Maggi continuou o seu forte desempenho, cimentando o seu lugar como a terceira marca mais escolhida do mundo.</p>
<p><strong>Marcas locais e globais</strong></p>
<p>O relat&oacute;rio demonstra que as marcas locais cresceram em 2018, sendo a escolha de 64.8% dos consumidores, versus 35.2% das marcas globais, um ganho de 0.3% de quota, representando um desaceleramento, comparando com os 0.5% de 2017. A maior conquista para as marcas locais aconteceu na categoria de sa&uacute;de e beleza, conseguindo crescer 0.7% o n&uacute;mero de vezes que os consumidores a escolhem.</p>
<p>Embora as marcas locais tenham ganho quota de mercado, fabricantes globais como a Unilever mostraram como ganhar a n&iacute;vel local, ao adaptarem produtos aos mercados locais em marcas como Surf Excel.</p>
<p>O Brand Footprint revela que, para as marcas globais, &eacute; imperativo ganhar nos seus mercados grandes &ndash; das 50 primeiras marcas do ranking que cresceram no seu mercado n&uacute;mero um, 82% cresceram a n&iacute;vel global e para aquelas que n&atilde;o cresceram no seu mercado n&uacute;mero um, 91% n&atilde;o cresceram.</p>
<p><strong>Tabela 1. As 17 marcas bilion&aacute;rias de grande consumo Brand Footprint&nbsp;</strong></p>
<table border="1" frame="border">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 2px; text-align: center;">Ranking</td>
<td style="width: 2px; text-align: center;">
<p>Marca</p>
</td>
<td style="width: 4px; text-align: center;">Lares a comprarem pelo menos uma vez (Penetra&ccedil;&atilde;o)</td>
<td style="width: 2px; text-align: center;">Frequ&ecirc;ncia</td>
<td style="width: 2px; text-align: center;">Atos de compra (consumer reach points)</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">1</td>
<td style="text-align: center;">Coca-Cola</td>
<td style="width: 4px; text-align: center;">41.9%</td>
<td style="width: 2px; text-align: center;">12,3</td>
<td style="width: 2px; text-align: center;">5965</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">2</td>
<td style="text-align: center;">Colgate</td>
<td style="width: 4px; text-align: center;">60.5%</td>
<td style="width: 2px; text-align: center;">5.5</td>
<td style="width: 2px; text-align: center;">3872</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">3</td>
<td style="text-align: center;">Maggi&nbsp;</td>
<td style="width: 4px; text-align: center;">31.2%</td>
<td style="width: 2px; text-align: center;">7.5</td>
<td style="width: 2px; text-align: center;">2698</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">4</td>
<td style="text-align: center;">Lifebuoy&nbsp;</td>
<td style="width: 4px; text-align: center;">26.3%</td>
<td style="width: 2px; text-align: center;">7.5</td>
<td style="width: 2px; text-align: center;">2297</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">5</td>
<td style="text-align: center;">Lay's&nbsp;</td>
<td style="width: 4px; text-align: center;">29.6%</td>
<td style="width: 2px; text-align: center;">6.6</td>
<td style="width: 2px; text-align: center;">2247</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">6</td>
<td style="text-align: center;">Pepsi&nbsp;</td>
<td style="width: 4px; text-align: center;">22.7%</td>
<td style="width: 2px; text-align: center;">7.6</td>
<td style="width: 2px; text-align: center;">2001</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">7</td>
<td style="text-align: center;">Nescaf&eacute;&nbsp;</td>
<td style="width: 4px; text-align: center;">22.7%</td>
<td style="width: 2px; text-align: center;">7.5</td>
<td style="width: 2px; text-align: center;">1958</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">8</td>
<td style="text-align: center;">Dove&nbsp;</td>
<td style="width: 4px; text-align: center;">37.1%</td>
<td style="width: 2px; text-align: center;">4.3</td>
<td style="width: 2px; text-align: center;">1833</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">9</td>
<td style="text-align: center;">Sunsilk/Sedal/Seda&nbsp;</td>
<td style="width: 4px; text-align: center;">23.5%</td>
<td style="width: 2px; text-align: center;">6.7</td>
<td style="width: 2px; text-align: center;">1821</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">10</td>
<td style="text-align: center;">Indomie&nbsp;</td>
<td style="width: 4px; text-align: center;">4.7%</td>
<td style="width: 2px; text-align: center;">33.1</td>
<td style="width: 2px; text-align: center;">1782</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">11</td>
<td style="text-align: center;">&nbsp;Knorr</td>
<td style="width: 4px; text-align: center;">&nbsp;27.4%</td>
<td style="width: 2px; text-align: center;">5.5</td>
<td style="width: 2px; text-align: center;">1757</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">12</td>
<td style="text-align: center;">Lux&nbsp;</td>
<td style="width: 4px; text-align: center;">&nbsp;30.4%</td>
<td style="width: 2px; text-align: center;">4.1</td>
<td style="width: 2px; text-align: center;">1428</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">13</td>
<td style="text-align: center;">Sunlight&nbsp;</td>
<td style="width: 4px; text-align: center;">11.3%</td>
<td style="width: 2px; text-align: center;">10.3</td>
<td style="width: 2px; text-align: center;">1355</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">14</td>
<td style="text-align: center;">Downy&nbsp;</td>
<td style="width: 4px; text-align: center;">13.7%</td>
<td style="width: 2px; text-align: center;">8.3</td>
<td style="width: 2px; text-align: center;">1316</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">15</td>
<td style="text-align: center;">Nestl&eacute;&nbsp;</td>
<td style="width: 4px; text-align: center;">25.0%</td>
<td style="width: 2px; text-align: center;">4.5</td>
<td style="width: 2px; text-align: center;">1299</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">16</td>
<td style="text-align: center;">Vim&nbsp;</td>
<td style="width: 4px; text-align: center;">16.7%</td>
<td style="width: 2px; text-align: center;">5.4</td>
<td style="width: 2px; text-align: center;">1041</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">17</td>
<td style="text-align: center;">Sprite</td>
<td style="width: 4px; text-align: center;">24.8%</td>
<td style="width: 2px; text-align: center;">3.6</td>
<td style="width: 2px; text-align: center;">1037</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h6 style="text-align: left;">Fonte: Brand Footprint Kantar</h6>
<p><strong>Tabela 2. Quota de Mercado de marcas locais e globais&nbsp;</strong></p>
<table border="1" frame="border">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;" rowspan="2">&nbsp;&nbsp;</td>
<td style="text-align: center;" colspan="2"><strong>2017</strong></td>
<td style="text-align: center;" colspan="2"><strong>2018</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><strong>Marcas globais</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>Marcas locais</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>Marcas globais&nbsp;</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>Marcas locais</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Total FMCG</td>
<td style="text-align: center;">35.5%</td>
<td style="text-align: center;">&nbsp;64.5%</td>
<td style="text-align: center;">35.2%</td>
<td style="text-align: center;">64.8%</td>
</tr>
<tr>
<td>Alimenta&ccedil;&atilde;o</td>
<td style="text-align: center;">&nbsp;28.0%</td>
<td style="text-align: center;">72.0%</td>
<td style="text-align: center;">27.7%</td>
<td style="text-align: center;">72.3%</td>
</tr>
<tr>
<td>Bebidas</td>
<td style="text-align: center;">39.5%</td>
<td style="text-align: center;">60.5%</td>
<td style="text-align: center;">39.5%</td>
<td style="text-align: center;">60.5%</td>
</tr>
<tr>
<td>Latic&iacute;nios</td>
<td style="text-align: center;">19.8%</td>
<td style="text-align: center;">80.2%</td>
<td style="text-align: center;">19.4%</td>
<td style="text-align: center;">80.6%</td>
</tr>
<tr>
<td>Beleza e Cuidado Pessoal</td>
<td style="text-align: center;">61.4%</td>
<td style="text-align: center;">38.6%</td>
<td style="text-align: center;">60.7%</td>
<td style="text-align: center;">39.3%</td>
</tr>
<tr>
<td>Cuidado do lar</td>
<td style="text-align: center;">47.4%</td>
<td style="text-align: center;">52.6%</td>
<td style="text-align: center;">47.3%</td>
<td style="text-align: center;">52.7%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h6>Fonte: Brand Footprint Kantar</h6>
<p><strong>Josep Montserrat, CEO Worldpanel Division, Kantar, explicou</strong>: &ldquo;As marcas globais de FMCG t&ecirc;m grandes oportunidades para crescer, considerando as especificidades dos mercados locais e adaptando a sua oferta &agrave;s escolhas, prefer&ecirc;ncias e comportamento de compra dos consumidores locais. As marcas que consigam responder ao desafio com agilidade continuar&atilde;o a crescer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: x-small;"><strong>Nota para os editores</strong>:</span></p>
<p><strong><span style="font-size: x-small;">Brand Footprint: O estudo</span></strong><br /><span style="font-size: x-small;">O Brand Footprint da Kantar &eacute; um estudo anual, com base em 72% da popula&ccedil;&atilde;o mundial; um total de 1 bili&atilde;o de lares em 49 pa&iacute;ses, em cinco continentes &ndash; cobrindo 85% do PIB global. Como parte do estudo, a Kantar monitoriza mais de 21.400 marcas de bebidas, alimenta&ccedil;&atilde;o, l&aacute;cteos, sa&uacute;de e beleza e cuidado do lar.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: x-small;">Brand Footprint: Ranking Top 50</span></strong><br /><span style="font-size: x-small;">O ranking anual das 50 marcas mais escolhidas em todo o mundo, revela quais as marcas que est&atilde;o a atingir o sucesso global, dando insights que ajudam as marcas de FMCG a definir targets globais com mais precis&atilde;o e a melhorar o crescimento global dos seus neg&oacute;cios.</span></p>
<p><span style="font-size: x-small;">Distingue-se de outros rankings de marcas, dando informa&ccedil;&atilde;o sobre o comportamento real do consumidor, em vez de atitude. O Consumer Reach Point &eacute; a base deste ranking. Uma m&eacute;trica inovadora que mede quantos lares em todo o mundo est&atilde;o a comprar determinada marca (penetra&ccedil;&atilde;o) e com que frequ&ecirc;ncia (escolha do consumidor), dando uma representa&ccedil;&atilde;o real da escolha do comprador. </span><br /><span style="font-size: x-small;">Para aceder aos rankings globais, regionais, por pa&iacute;ses ou setores e um &iacute;ndice completo de marcas inclu&iacute;das no Top 50 Global, por favor, visite www.kantarworldpanel.com/brandfootprint.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: x-small;">Metodologia e &Acirc;mbito</span></strong><br /><span style="font-size: x-small;">Este ano o ranking analisou mais de 21.400 marcas e 72% da popula&ccedil;&atilde;o global em 49 pa&iacute;ses, em cinco continentes, em 12 meses, at&eacute; novembro de 2018.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: x-small;">Cr&eacute;ditos</span></strong><br /><span style="font-size: x-small;">O Brand Footprint &eacute; uma publica&ccedil;&atilde;o que resulta da iniciativa da Kantar e o ranking &eacute; criado em colabora&ccedil;&atilde;o com a GfK na &Aacute;ustria, B&eacute;lgica, Rep&uacute;blica Checa, Dinamarca, Alemanha, Hungria, It&aacute;lia, Pol&oacute;nia, R&uacute;ssia, Eslov&aacute;quia, &Aacute;frica do Sul e Su&eacute;cia, com IRI nos EUA, com Intage no Jap&atilde;o e CTR na China.</span></p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 15 May 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Brand-Footprint-o-novo-ranking-FMCG-j-disponvel</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Entre fraldas e biberÃµes]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Entre-fraldas-e-biberes</link>
         <description><![CDATA[<p>N&atilde;o podemos falar de nutri&ccedil;&atilde;o infantil e de higiene do beb&eacute; sem primeiro conhecer melhor o contexto macroecon&oacute;mico e populacional atual em Portugal.</p>
<p>No &uacute;ltimo ano Portugal volta a ter mais beb&eacute;s em 2018, mas ainda insuficiente quando comparamos com o n&uacute;mero de nascimentos de alguns anos atr&aacute;s. 2010 registou mais de cem mil nascimentos, 14 mil mais que este &uacute;ltimo ano. Os fatores macroecon&oacute;micos e os anos de recess&atilde;o econ&oacute;mica t&ecirc;m impactado n&atilde;o s&oacute; na natalidade, mas tamb&eacute;m na composi&ccedil;&atilde;o dos lares. As mulheres Portuguesas atrasam cada vez mais o momento de serem m&atilde;es. Segundo dados do INE, fal&aacute;vamos de uma idade m&eacute;dia para ter o primeiro filho por volta dos 26 anos no ano 2000, enquanto que agora nos situamos j&aacute; acima dos 30, e no final temos lares menos numerosos do que no passado, com um n&uacute;mero m&eacute;dio de filhos por mulher de 1,37. Resultado, temos atualmente um cen&aacute;rio adverso relativamente &agrave; natalidade, que juntamente com tend&ecirc;ncia do envelhecimento da popula&ccedil;&atilde;o tornam ainda mais dif&iacute;cil o mercado do universo beb&eacute;s para as grandes marcas.</p>
<p>Os principais fabricantes t&ecirc;m feito um grande investimento nos &uacute;ltimos tempos para se adaptarem melhor &agrave;s tend&ecirc;ncias do mercado e conseguirem assim contornar melhor estas dificuldades externas. Um exemplo disto &eacute; a procura por uma alimenta&ccedil;&atilde;o mais saud&aacute;vel e consciente relativamente ao consumo de a&ccedil;&uacute;cares ou a proced&ecirc;ncia dos ingredientes. De acordo com o estudo Life Styles, da Kantar Worldpanel, 89% dos lares Portugueses afirma que os alimentos sem conservantes/aditivos s&atilde;o mais seguros para as crian&ccedil;as. Desta forma, a tend&ecirc;ncia dos Bio chegou tamb&eacute;m ao universo beb&eacute;, mas ainda sem resultados em destaque j&aacute; que &eacute; um processo lento que de certeza vai ainda demorar tempo.</p>
<p>Este trabalho passa primeiro por conquistar as m&atilde;es, consciencializando-as do benef&iacute;cio e valor adicional destes produtos, tornando-as em consumidoras deste tipo de produtos para depois, de forma natural, seguirem este tipo de alimenta&ccedil;&atilde;o nos seus beb&eacute;s. Isto torna-se ainda mais desafiante quando verificamos que a procura por sa&uacute;de se mant&eacute;m constante em compara&ccedil;&atilde;o com h&aacute; 5 anos atr&aacute;s e o que est&aacute; a mudar &eacute; a oferta e n&atilde;o a procura.</p>
<p>Biol&oacute;gicos e Naturais s&atilde;o cada vez mais procurados, &eacute; verdade, mas n&atilde;o acrescentam volume adicional &agrave;s categorias. O crescimento destes produtos vem pela substitui&ccedil;&atilde;o de outros alimentos saud&aacute;veis que j&aacute; passaram de moda como os sem a&ccedil;&uacute;car ou os magros. <br />Outra tend&ecirc;ncia nos &uacute;ltimos tempos, que n&atilde;o podemos passar por alto, &eacute; a defesa do aleitamento materno. &Eacute; considerado como natural, nutritivo e o alimento mais completo para o rec&eacute;m-nascido e para os primeiros meses de vida do beb&eacute;, e que no final vai atrasando a entrada das m&atilde;es na categoria.</p>
<p>Mesmo neste cen&aacute;rio, 2018 foi um ano positivo para a alimenta&ccedil;&atilde;o infantil, que conseguiu chegar a mais m&atilde;es compradoras e convertendo-as tamb&eacute;m em m&atilde;es mais dedicadas &agrave; categoria: compram mais regularmente e fazem cestas mais valiosas. Mas isto n&atilde;o &eacute; assim para todos os segmentos da alimenta&ccedil;&atilde;o infantil. Ou seja, as m&atilde;es compram com mais frequ&ecirc;ncia os leites infantis para os primeiros meses de vida do beb&eacute;, mas apenas os pacotinhos de fruta para os beb&eacute;s mais crescidos conquistaram m&atilde;es no &uacute;ltimo ano. E aqui tamb&eacute;m encontramos algumas diferen&ccedil;as, j&aacute; que as m&atilde;es est&atilde;o mais dedicadas &agrave;s marcas de fabricante nos primeiros meses de vida do beb&eacute; e compram mais marcas da distribui&ccedil;&atilde;o quando os beb&eacute;s est&atilde;o mais crescidos.</p>
<p>No entanto, na higiene do beb&eacute; verifica-se o contr&aacute;rio. A categoria de higiene de beb&eacute; perde atratividade entre as m&atilde;es compradoras e quem fica, compra mais quantidade destes produtos, embora fa&ccedil;a cestas mais baratas. Verifica-se assim uma grande diferen&ccedil;a entre a predomin&acirc;ncia das marcas da distribui&ccedil;&atilde;o em higiene infantil versus alimenta&ccedil;&atilde;o, j&aacute; que em alimenta&ccedil;&atilde;o as m&atilde;es s&atilde;o mais marquistas e em higiene as marcas da distribui&ccedil;&atilde;o j&aacute; conquistaram esse espa&ccedil;o em categorias como as toalhitas, os cremes hidratantes ou o creme muda fraldas.</p>
<p>Conquistar as m&atilde;es nos meses iniciais do beb&eacute; e tornar o portfolio atrativo e competente para concorrer com as marcas da distribui&ccedil;&atilde;o nos meses posteriores ser&aacute; chave para garantir a fidelidade das m&atilde;es &agrave; marca.</p>
<p>No entanto, em 2019 ser&aacute; muito importante perceber o potencial de alguns dos produtos de alimenta&ccedil;&atilde;o infantil no que diz respeito ao consumo fora do target infantil. N&atilde;o nos podemos esquecer de que produtos como as papas ou os pacotinhos de fruta s&atilde;o tamb&eacute;m procurados pelos adultos, tendo aqui os grandes fabricantes um potencial de crescimento ainda por descobrir.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 02 May 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Entre-fraldas-e-biberes</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[DedicaÃ§Ã£o ao lar mas de forma eficiente]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Dedicao-ao-lar-mas-de-forma-eficiente</link>
         <description><![CDATA[<p>No setor de cuidado do lar no fecho de 2018 assistimos a uma estabiliza&ccedil;&atilde;o do mercado em volume, considerando que apesar de tenhamos registado uma queda de 0.6%, este valor &eacute; bem-vindo enquanto contraste com a queda de 0,8% do &uacute;ltimo ano no periodo hom&oacute;logo.</p>
<p>Mas os n&uacute;meros globais mascaram aquele que &eacute; o comportamento dos lares portugueses em rea&ccedil;&atilde;o ao cuidado do lar.</p>
<p>Todos n&oacute;s provavelmente j&aacute; ouvimos a frase: "Lar doce lar", &eacute; o nosso ref&uacute;gio do stress externo, um lugar para encontrar conforto e passar tempo de qualidade, e &eacute; com este mindset que os h&aacute;bitos de limpeza e cuidado dos lares portugueses est&atilde;o a mudar. De acordo com o estudo Lifestyles da Kantar Worldpanel de 2018, 52% dos compradores (mais 25% do que em 2014) referem estar dispostos a pagar mais por produtos que facilitem as tarefas dom&eacute;sticas.&nbsp;</p>
<p>Esta predisposi&ccedil;&atilde;o para nos libertarmos do peso das tarefas dom&eacute;sticas n&atilde;o significa necess&aacute;riamente que estejamos a dedicamo-nos menos a cuidar do lar. De facto, os h&aacute;bitos de limpeza e cuidado dos lares portugueses est&atilde;o a mudar, uma vez que o comprador est&aacute; &agrave; cada vez mais &agrave; procura de produtos que tornem esta atividade mais eficiente.</p>
<p>A busca pela efici&ecirc;ncia leva a uma compra cada vez mais simplificada, com os compradores a concentrarem-se cada vez mais no grupo de compra eficiente (que compra entre 10 a 18 produtos diferentes), tendo este segmento ganho mais 100 mil compradores no terceiro trimestre de 2018 face ao periodo hom&oacute;logo e representando actualmente 60,7% dos lares portugueses.</p>
<p>Este movimento pr&oacute;-efici&ecirc;ncia faz-se com a transi&ccedil;&atilde;o de cerca de 55 mil compradores dos grupos de compradores b&aacute;sicos (que compra menos de 10 produtos) e compradores especialistas (que compra mais de 18 produtos). Se por um lado existe uma maior predisposi&ccedil;&atilde;o por parte dos compradores b&aacute;sicos para comprar mais produtos de forma a optimizar as tarefas de cuidado do lar, por outro existe uma propens&atilde;o dos compradores especialistas para comprar menos produtos e que optimizem o trabalho dom&eacute;stico. <br /><br />Muitas vezes essa experi&ecirc;ncia de conforto e tranquilidade do lar n&atilde;o se traduz quando estamos frente ao linear de produtos de cuidado do lar onde os consumidores t&ecirc;m um n&uacute;mero crescente de op&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis. Com toda a oferta &eacute; dif&iacute;cil determinar qual o produto certo, porque em &uacute;ltima an&aacute;lise o comprador n&atilde;o se contenta com nada menos que um produto que lhes ofere&ccedil;a benef&iacute;cios e valor.</p>
<p>Existem de facto alguns limites para o investimento, quer de tempo quer financeiro, que os lares portugueses est&atilde;o dispostos a fazer no cuidado do lar. Caber&aacute; &agrave;s marcas oferecer um ponto de vista percept&iacute;vel para que o comprador sinta que vale a pena investir num produto que responder&aacute; da melhor forma &agrave;s suas necessidades do que em outras op&ccedil;&otilde;es de menor valor.</p>
<p>De certa forma foi isso mesmo que as marcas de fabricante conseguiram fazer ao longo de 2018. Contabilizado o volume comprado, as marcas de fabricante conseguiram crescer 0.8% fazendo frente &agrave;s marcas da distribui&ccedil;&atilde;o que por sua vez perderam 1.6% face ao ano hom&oacute;logo. As marcas de fabricante retomam assim o protagonismo no mercado ainda que o tenham conseguido &agrave; custa das promo&ccedil;&otilde;es. De facto 80% dos portugueses diz aproveitar promo&ccedil;&otilde;es o que lhes permite comprar mais as suas marcas preferidas (vs 66% em 2014). <br /><br />Por outro lado, temos tamb&eacute;m um comprador que revela entusiamo com a ideia de algo novo. Embora n&atilde;o seja um sentimento inesperado, est&aacute; a ser intensificado pelo contexto atual do mercado e a tend&ecirc;ncia de sustentabilidade.</p>
<p>Referindo novamente o estudo Lifestyles da Kantar Worldpanel em 2018, 46,3% dos lares portugueses afirmam &ldquo;estar dispostos a pagar mais por produtos de limpeza que contenham ingredientes naturais&rdquo;, o que oferece &agrave;s marcas uma oportunidade para explorar novos neg&oacute;cios mas imp&otilde;e tamb&eacute;m uma responsabiliza&ccedil;&atilde;o para as marcas ajustarem a sua oferta actual, seja atrav&eacute;s da reformula&ccedil;&atilde;o dos seus produtos ou dos materiais que comp&otilde;em as embalagens dos mesmos.</p>
<p>Em &uacute;ltima inst&acirc;ncia, as tend&ecirc;ncias apresentadas sobre os h&aacute;bitos dos lares portugueses exploram a conex&atilde;o entre a compra e a atitude em rela&ccedil;&atilde;o ao cuidado do lar, e como as marcas podem atrair consumidores que est&atilde;o cada vez mais &agrave; procura de produtos e a incorporar comportamentos que melhorem sua qualidade de vida e felicidade.<br /><br /></p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 12 Apr 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Dedicao-ao-lar-mas-de-forma-eficiente</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Prazer sem culpa, caminho para as marcas crescerem]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Prazer-sem-culpa-caminho-para-as-marcas-crescerem</link>
         <description><![CDATA[<p>A Kantar em Portugal, realizou o estudo &ldquo;Prazer sem culpa, o caminho para a sa&uacute;de&rdquo;, onde faz um retrato do consumidor portugu&ecirc;s no que diz respeito &agrave; rela&ccedil;&atilde;o que este tem com a alimenta&ccedil;&atilde;o, com especial foco no saud&aacute;vel versus o prazer.</p>
<p>De acordo com este estudo, quase 60% dos portugueses afirmam estar preocupados com a sa&uacute;de (e o n&iacute;vel de concord&acirc;ncia est&aacute; a aumentar) e demonstram-no tamb&eacute;m na cozinha, estando a confecionar a comida de forma cada vez mais simples e ligeira, sendo que em praticamente 50% das ocasi&otilde;es de almo&ccedil;o e jantar, cozinham de forma saud&aacute;vel (entre cozidos, crus ou frios e grelhados).</p>
<p>Est&atilde;o tamb&eacute;m a reduzir no a&ccedil;&uacute;car, sal e gorduras e a an&aacute;lise nutricional realizada propositadamente para este estudo verificou que os portugueses est&atilde;o a consumir menos 14% de a&ccedil;&uacute;car, menos 12% de sal e menos 5% de gorduras. As altera&ccedil;&otilde;es de comportamento na compra corroboram esta mudan&ccedil;a de atitude, verificando-se que categorias como margarina culin&aacute;ria, sal, a&ccedil;&uacute;car refinado e refrigerantes perderam espa&ccedil;o nas cestas, enquanto que categorias como mel, frutos secos e &oacute;leo de coco est&atilde;o a ganhar espa&ccedil;o, entre outras categorias vistas agora como mais saud&aacute;veis.</p>
<p>De acordo com Marta Santos, Manufacturers Sector Director da Kantar, &ldquo;h<em>&aacute; efetivamente um esfor&ccedil;o por parte dos portugueses para reduzirem alguns produtos que consideram menos bons para a sa&uacute;de, mas pelo lado da oferta tamb&eacute;m tem havido uma evolu&ccedil;&atilde;o, com as marcas a apostarem cada vez no natural, na origem dos ingredientes e na transpar&ecirc;ncia da composi&ccedil;&atilde;o dos produtos. Os biol&oacute;gicos, superfoods e free from est&atilde;o a ganhar mais relevo no dia-a-dia dos consumidores</em>&rdquo;.</p>
<p>Apesar desta mudan&ccedil;a relativamente significativa, a preocupa&ccedil;&atilde;o com a sa&uacute;de difere de acordo com a idade. Os mais velhos (a partir dos 65 anos), que por raz&otilde;es naturais de idade, procuram manter-se mais saud&aacute;veis e por isso fazem cestas maiores de fruta, legumes e de carne fresca. Quase 80% dos s&eacute;niores admite, hoje em dia, comer menos gorduras e comprar produtos com pouco sal e 35% tenta evitar produtos com cafe&iacute;na, estando nestes tr&ecirc;s indicadores acima da m&eacute;dia nacional. J&aacute; os mais jovens (at&eacute; aos 34 anos) procuram solu&ccedil;&otilde;es que os ajudem cada vez mais no lar e facilitem o seu dia-a-dia dando mais espa&ccedil;o &agrave; conveni&ecirc;ncia e &agrave; praticidade, assim como &agrave; indulg&ecirc;ncia. Quase 90% afirma que gosta de aproveitar a vida ao m&aacute;ximo, 74% d&aacute; prefer&ecirc;ncia &agrave; rapidez e &agrave; facilidade de prepara&ccedil;&atilde;o da comida e ainda 53% gosta de comer produtos pouco saud&aacute;veis quando se sente em baixo. Este grupo destacou-se em 2018 por ter um maior aumento da procura de sopas prontas, tabletes de chocolate e p&atilde;o de cachorro e hamb&uacute;rguer, entre outras categorias.</p>
<p>Preocupa&ccedil;&atilde;o com a sa&uacute;de sim, mas a comida aliada a isto tem de ser prazerosa, por isso, Marta Santos afirma: &ldquo;O<em>s tr&ecirc;s eixos para o crescimento das categorias de sa&uacute;de ser&atilde;o explorar uma oferta que proporcione tamb&eacute;m o prazer e a indulg&ecirc;ncia no consumo, refor&ccedil;ando as solu&ccedil;&otilde;es ready to eat que em Portugal, comparando com outros pa&iacute;ses europeus tem ainda potencial. A explora&ccedil;&atilde;o do conceito BIO que apresenta um crescimento de 60% e apenas entra ainda em 40% dos lares portugueses, mas ajuda categorias mais estabelecidas como iogurtes, bolachas e massas</em>.&rdquo;</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 02 Apr 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Prazer-sem-culpa-caminho-para-as-marcas-crescerem</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Kantar torna-se marca Ãºnica]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Kantar-torna-se-marca-nica</link>
         <description><![CDATA[<p>A Kantar, a empresa l&iacute;der em dados, insights e consultoria anunciou que, a partir de 02 de Abril de 2019, todos os servi&ccedil;os e oferta ser&atilde;o entregues sob a marca Kantar. Todas as marcas existentes atualmente ser&atilde;o retiradas.</p>
<p>Sobre a nova estrat&eacute;gia de marca,<strong> Eric Salama</strong>,<strong> CEO da Kantar</strong>, afirma:</p>
<p>&ldquo;A mudan&ccedil;a no nosso branding reflete as altera&ccedil;&otilde;es operacionais que j&aacute; t&ecirc;m vindo a acontecer na nossa empresa e &eacute; orientada pelo desejo de alcan&ccedil;ar a simplicidade, escala e impacto para os nossos clientes. Esta mudan&ccedil;a tornar&aacute; a Kantar mais f&aacute;cil para os clientes nos entenderem e de trabalharem connosco. Eliminar as barreiras para a cocria&ccedil;&atilde;o e colabora&ccedil;&atilde;o intencional em toda a nossa organiza&ccedil;&atilde;o, tornar&aacute; mais f&aacute;cil para a Kantar construir plataformas e ofertas globalmente, que atendam &agrave;s necessidades mais prementes dos nossos clientes.</p>
<p>O an&uacute;ncio de hoje &eacute; seguido por v&aacute;rias iniciativas recentes da Kantar como:</p>
<ul>
<li>O lan&ccedil;amento do Kantar Marketplace, uma nova loja global de research, on-demand.</li>
<li>O novo Brand Guidance Systems da Kantar que integra de maneira inteligente medi&ccedil;&otilde;es de estudos validados mediante entrevistas, com dados de social media, procuras, vendas, meios de comunica&ccedil;&atilde;o e comportamentais para providenciar insights acion&aacute;veis, quando &eacute; necess&aacute;rios para otimizar a performance de uma marca ou campanha.</li>
<li>A integra&ccedil;&atilde;o de big data, intelig&ecirc;ncia artificial e capacidades anal&iacute;ticas numa &uacute;nica divis&atilde;o de an&aacute;lises, que permite obter insights mais potentes para impulsionar o crescimento do neg&oacute;cio.</li>
</ul>
<p><strong>Mandy Pooler</strong>, <strong>CMO da Kantar</strong>, acrescenta:</p>
<p>&ldquo;Juntos, a Kantar consegue perceber mais sobre como as pessoas pensam, sentem, compram, partilham, votam e v&ecirc;m, mais do que qualquer outra companhia. Simplificar a estrat&eacute;gia da nossa marca, &eacute; um subtil mas importante sinal da nossa evolu&ccedil;&atilde;o e da nossa miss&atilde;o &ndash; inspirar as organiza&ccedil;&otilde;es mais importantes do mundo, ao fornecer o conhecimento mais completo poss&iacute;vel das pessoas que servem&rdquo;.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 18 Mar 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Kantar-torna-se-marca-nica</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Kantar Worldpanel na Alimentaria 2019 - Inscreva-se]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Kantar-Worldpanel-participa-na-Alimentaria-2019</link>
         <description><![CDATA[<p><img src="https://www.kantarworldpanel.com/assets/emb_images/4/Agenda_Alimentaria_2019_Site.png" alt="Agenda_Alimentaria_2019_Site.png" width="589" height="668" /></p>
<p>Inscreva-se, enviando um e-mail para portugal@kantarworldpanel.com</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 14 Mar 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Kantar-Worldpanel-participa-na-Alimentaria-2019</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Refrigerantes e o caminho da recuperaÃ§Ã£o pÃ³s-sugar tax]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Refrigerantes-e-o-caminho-da-recuperao-ps-sugar-tax</link>
         <description><![CDATA[<p>Chegou ao final mais um ano desafiante para as marcas do FMCG, que veio confirmar algumas das principais tend&ecirc;ncias que temos vindo a acompanhar desde 2017. Assistimos ao j&aacute; anunciado abrandamento da regularidade promocional e da profundidade de desconto. Estas mudan&ccedil;as tornam o mercado mais perme&aacute;vel &agrave;s marcas de distribui&ccedil;&atilde;o, cada vez mais perspicazes e intensificam o seu processo de afirma&ccedil;&atilde;o, mesmo em setores de mercado onde tradicionalmente a sua influ&ecirc;ncia n&atilde;o era t&atilde;o notada. &Eacute; sobretudo em categorias procuradas pela conveni&ecirc;ncia e pelo prazer, onde historicamente existe uma maior diferen&ccedil;a no pre&ccedil;o, que mais terreno foi ganho aos fabricantes. O que acontece a categorias que n&atilde;o conseguem, teoricamente, responder a todas estas premissas de crescimento? Um dos casos mais salientes s&atilde;o os refrigerantes.</p>
<p><strong>Refrigerantes apresentam sinais positivos</strong></p>
<p>Desde o in&iacute;cio da grande propaga&ccedil;&atilde;o do estilo de alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel, a categoria dos refrigerantes foi uma das primeiras a sentir efeitos adversos na sua performance. Se em 2014 cerca de tr&ecirc;s em cada dez litros comprados em bebidas pertenciam aos refrigerantes, hoje em dia esse registo passou para dois. Mesmo aumentando a press&atilde;o promocional, em contraciclo com o mercado de FMCG, os resultados t&ecirc;m permanecido sempre abaixo do esperado.</p>
<p>Pelo meio, o imposto sobre o a&ccedil;&uacute;car fez com que o mercado perdesse mais compradores nos &uacute;ltimos dois anos do que nos &uacute;ltimos quatro antes do imposto. Ainda assim, perante este cen&aacute;rio, o final de 2018 trouxe not&iacute;cias que prometem animar as marcas: pela primeira vez nos &uacute;ltimos anos, os portugueses est&atilde;o a comprar maior quantidade de refrigerantes com g&aacute;s (+2,3% vs. 2017), o que nos diz que estes est&atilde;o a ser mais importantes para os lares que mant&ecirc;m a compra da categoria, mas falham em recuperar o interesse dos lares que t&ecirc;m deixado de comprar.</p>
<p>Apesar das marcas de distribui&ccedil;&atilde;o estarem bastante ativas tamb&eacute;m neste segmento, a verdade &eacute; que o crescimento &eacute; dividido com as marcas de fabricantes. Mas se s&atilde;o os refrigerantes com g&aacute;s que por norma cont&ecirc;m mais a&ccedil;&uacute;car, porque s&atilde;o os restantes os mais prejudicados? A palavra-chave &eacute; o prazer.</p>
<p><strong>O crescimento de uma nova vaga do &ldquo;prazer&rdquo;</strong></p>
<p>46% dos momentos de consumo dos refrigerantes com g&aacute;s s&atilde;o motivados pelo prazer, sendo este o fator que mais diferencia dos refrigerantes sem g&aacute;s (28% de consumos motivados por prazer). O prazer cresce n&atilde;o s&oacute; em colas e lima-lim&atilde;o sem a&ccedil;&uacute;car adicionado, como tamb&eacute;m em sumos com sabor fruta regulares e nas &aacute;guas t&oacute;nicas que t&atilde;o apetec&iacute;veis s&atilde;o para misturar com gin. A comunica&ccedil;&atilde;o de redu&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&uacute;car na sua composi&ccedil;&atilde;o e o &ldquo;estar na moda&rdquo;, foram dois fatores bastante importantes para os gaseificados ganharem vantagem sobre os seus hom&oacute;logos sem g&aacute;s. Verificamos efetivamente que quase metade do seu crescimento &eacute; realizado por lares que deixaram de comprar refrigerantes n&atilde;o gaseificados para aderir a esta &ldquo;onda de prazer&rdquo;. Por&eacute;m esta procura reflete-se essencialmente n&atilde;o por uma maior ades&atilde;o em n&uacute;mero de compradores, mas no aumento de regularidade com que s&atilde;o compradas estas bebidas, significando que se continua a operar num mercado sem perspetiva imediata de expans&atilde;o. Por seu lado, os refrigerantes sem g&aacute;s acabam por sentir o efeito adverso de um posicionamento na mente do consumidor pouco consensual. Os ch&aacute;s gelados s&atilde;o os maiores representantes deste mesmo facto, em que a fina linha que os separa entre o consumo prazeroso e o saud&aacute;vel, deixa este segmento exposto a concorrentes que t&ecirc;m um posicionamento claro em cada um destes motivos. Neste sentido, al&eacute;m de contar com menos compradores, n&atilde;o s&oacute; v&ecirc;m uma parte do seu territ&oacute;rio a ser perdido diretamente para os refrigerantes com g&aacute;s, mas tamb&eacute;m para as &aacute;guas. Atualmente um a cada quarto litros de refrigerantes sem g&aacute;s que est&atilde;o a deixar de ser consumidos, est&atilde;o a ser diretamente a ser substitu&iacute;dos por &aacute;guas minerais, com e sem sabor.</p>
<p><strong>Consumo dentro e fora de casa: competem ou complementam-se?</strong></p>
<p>A curto prazo, antes mesmo de reconquistar os portugueses que deixaram de comprar, a solu&ccedil;&atilde;o passa por retirar o m&aacute;ximo proveito do target que atualmente ainda &eacute; comprador, estimulando o seu consumo.</p>
<p>Neste momento o consumo dentro e fora de casa apresenta obst&aacute;culos diferentes. Enquanto que dentro do lar a preocupa&ccedil;&atilde;o com a alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel e a procura pela conveni&ecirc;ncia &eacute; mais evidente, fora de casa as categorias de prazer continuam a gerar mais ocasi&otilde;es de compra. Em m&eacute;dia, o neg&oacute;cio feito na compra fora de casa, gera 30% do neg&oacute;cio das categorias de refrigerantes. Mas tendo em conta que ainda n&atilde;o existe perspetiva de que o universo de consumidores de refrigerantes possa aumentar &eacute; importante perceber se estes dois espa&ccedil;os de consumo competem entre si ou complementam-se?</p>
<p>Olhando para os principais representantes dos refrigerantes, colas e ch&aacute;s gelados, apenas metade dos seus consumidores combina o consumo nestes dois espa&ccedil;os. Este facto ajuda-nos a perceber logo &agrave; partida que existe espa&ccedil;o para as marcas potenciarem diferentes estrat&eacute;gias para dentro e fora do lar. Os tr&ecirc;s pontos-chave a delinear s&atilde;o, o consumidor-alvo, os momentos e motivos de consumo. No caso dos refrigerantes as maiores diferen&ccedil;as verificam-se nos dois primeiros pontos. Enquanto fora de casa s&atilde;o as gera&ccedil;&otilde;es entre os 25 e os 49 anos os consumidores em destaque, a verdade &eacute; que dentro de casa as restantes faixas et&aacute;rias, mais novas e mais maduras, representam quase metade das ocasi&otilde;es de consumo. Tamb&eacute;m nos momentos em que os refrigerantes s&atilde;o consumidos existem diferen&ccedil;as not&oacute;rias, sendo que o consumo realizado fora de casa &eacute; mais transversal ao longo do dia, potenciando mais pontos de contato. Estas diferen&ccedil;as permitem explorar v&aacute;rias formas de posicionamento e de diferencia&ccedil;&atilde;o entre a concorr&ecirc;ncia. Embora o consumo caseiro seja mais focado nas principais refei&ccedil;&otilde;es, sobretudo na hora de jantar, existe um padr&atilde;o de consist&ecirc;ncia que n&atilde;o se verifica fora de casa. Dentro do lar o consumo &eacute; mais planeado e regrado, fazendo com o que o h&aacute;bito seja um grande impulsionador do consumo desta categoria, o que n&atilde;o acontece fora do lar, onde tomamos decis&otilde;es mais espont&acirc;neas que preencham necessidades do momento.</p>
<p><strong>Import&acirc;ncia das estrat&eacute;gias al&eacute;m do linear</strong></p>
<p>Em suma, existem v&aacute;rios desafios impostos aos refrigerantes em Portugal que, prometendo n&atilde;o abrandar, v&atilde;o exigir das marcas cada vez maior capacidade de adapta&ccedil;&atilde;o e conhecimento do mercado, que lhes permitam ser &aacute;geis n&atilde;o s&oacute; ao n&iacute;vel da distribui&ccedil;&atilde;o e do linear, mas tamb&eacute;m na mente e na rotina de consumo dos portugueses. &Eacute; necess&aacute;rio que cada marca conhe&ccedil;a as suas barreias e oportunidades dentro e fora do lar para que a complementaridade dos dois espa&ccedil;os de consumo seja poss&iacute;vel. Apesar de o mercado dos refrigerantes estar em sub-rendimento, o potencial de crescimento continua a ser elevado, principalmente porque continua a estar presente em 86% das dispensas portuguesas.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 08 Mar 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Refrigerantes-e-o-caminho-da-recuperao-ps-sugar-tax</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Novo relatÃ³rio: o consumo dentro do lar estÃ¡ a mudar]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Novo-relatrio-o-consumo-dentro-do-lar-est-a-mudar</link>
         <description><![CDATA[<p>O novo relat&oacute;rio &ldquo;Eat, Drink &amp; Be Healthy &ndash;How at-home consumption is changing&rdquo; revela as &uacute;ltimas conclus&otilde;es sobre como o consumo de bebida e comida est&aacute; a mudar em todos o mundo. Por exemplo, detetamos que como os snacks saud&aacute;veis est&atilde;o em alta, com a fruta a liderar o share of stomach e como os menus est&atilde;o a ficar mais simples porque os consumidores preferem refei&ccedil;&otilde;es mais leves, com m&eacute;todos de cozinhar mais limpos e menos ingredientes com prote&iacute;na animal.</p>
<p>Se comprar um produto &eacute; o &ldquo;momento da verdade&rdquo;, o consumo &eacute; o momento da valida&ccedil;&atilde;o &ndash; e &eacute; vital para levar &agrave; satisfa&ccedil;&atilde;o e por consequ&ecirc;ncia &agrave; repeti&ccedil;&atilde;o da compra. A sa&uacute;de e o bem-estar est&atilde;o no centro dos h&aacute;bitos mundiais de comida e bebida, mas enquanto que o pequeno-almo&ccedil;o se mant&eacute;m como o momento mais importante em casa, com a rotina e a sa&uacute;de a liderarem, os consumidores est&atilde;o mais indulgentes &agrave; noite. Esta consci&ecirc;ncia com a sa&uacute;de criou uma maior fragmenta&ccedil;&atilde;o do mercado das bebidas, onde se v&ecirc; como as bebidas vegetais e fermentadas, juntamente com os smoothies e sumos feitos em casa est&atilde;o a ganhar espa&ccedil;o aos bens de marca.</p>
<p><strong>Ganhar <em>share of stomach</em></strong></p>
<p><em></em>O relat&oacute;rio Eat, Drink &amp; Be Healthy explora o quanto os h&aacute;bitos e tend&ecirc;ncias de consumo alteraram-se em todo o mundo, de forma a fornecer &agrave;s marcas e retalhistas que querem ganhar share of stomach, atrav&eacute;s de uma s&eacute;rie de importantes pontos de vista que n&atilde;o se podem esquecer:</p>
<ul>
<li><strong>A imagem global</strong>. De uma maneira geral, a economia est&aacute;vel est&aacute; a transferir o consumo dentro de casa para fora de casa, especialmente em Potugal, Espanha, Fran&ccedil;a e Reino Unido.</li>
<li><strong>O boom dos snacks saud&aacute;veis</strong>. A quantidade ao longo do dia aumentou e tornou-se mais saud&aacute;vel.</li>
<li><strong>As rotinas do pequeno-almo&ccedil;o mant&eacute;m-se</strong>. Os h&aacute;bitos diferem de pa&iacute;s para pa&iacute;s, mas as rotinas com o pequeno-almo&ccedil;o est&atilde;o estabelecidas: cereais, no Reino Unido, soft drinks no M&eacute;xico, refei&ccedil;&otilde;es com &oacute;leo, ovos e especiarias na China Continental e caf&eacute; em Espanha.</li>
<li><strong>A simplifica&ccedil;&atilde;o dos menus.</strong> Menos espa&ccedil;o para as ocasi&otilde;es de sobremesa e um vasto potencial de solu&ccedil;&otilde;es globais de pronto a comer.</li>
<li><strong>Altera&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida das escolhas de bebidas</strong>. Com a sa&uacute;de em mente, hidrata&ccedil;&atilde;o, feito em casa, as bebidas vegetais e os probi&oacute;ticos est&atilde;o a fragmentar a categoria de bebidas.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 21 Feb 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Novo-relatrio-o-consumo-dentro-do-lar-est-a-mudar</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[TendÃªncias do consumidor: Mitos ou factos?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Tendncias-do-consumidor--Mitos-ou-factos</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao longo de 2018 v&aacute;rias tend&ecirc;ncias no consumidor foram sendo abordadas. Mas estas tend&ecirc;ncias s&atilde;o mitos ou realmente factos?</p>
<p><strong>Os Millennials devem ser o grande foco das marcas?</strong></p>
<p>Comecemos por um enquadramento: em Portugal existem cerca de 600 mil lares de Millennials, sendo que s&atilde;o o grupo menos representativo, correspondendo a 14.6% do total dos lares em Portugal Continental. Para se perceber a dimens&atilde;o deste grupo, pode-se comparar com os lares entre 35 e 49 anos, que representam 29.1% do total e os lares entre 50 e 64 anos, que representam 35.5%. No terceiro trimestre de 2018, o gasto m&eacute;dio do Millennials em FMCG foi de 1.313 &euro; e a evolu&ccedil;&atilde;o do seu gasto foi -3.2%. J&aacute; os lares entre 35 e 49 anos gastaram em m&eacute;dia 1.696 &euro; e os lares entre 50 e 64 anos 1.806 &euro;.</p>
<p>Para os Millennials, o pre&ccedil;o &eacute; um fator muito importante e as marcas s&atilde;o menos relevantes. De acordo com o estudo Lifestyles da Kantar Worldpanel, 33% afirma que o &ldquo;pre&ccedil;o &eacute; um fator decisivo&rdquo; na sua compra de FMCG e 97% admite que &ldquo;procura promo&ccedil;&otilde;es&rdquo;. Apenas 28% afirma que &ldquo;&eacute; fiel &agrave;s marcas&rdquo;.</p>
<p>A quest&atilde;o &eacute; que, atualmente, os Millennials n&atilde;o devem ser o foco das marcas, sendo, pois, a estrat&eacute;gia menos &rdquo; lucrativa&rdquo;, mas dever&atilde;o as marcas acompanhar os seus desejos e as suas necessidades, uma vez que ser&atilde;o o futuro da compra. Aqueles querem mais conveni&ecirc;ncia &ndash; 74% d&aacute; prefer&ecirc;ncia &agrave; rapidez e facilidade de utiliza&ccedil;&atilde;o, em compara&ccedil;&atilde;o com 60% da m&eacute;dia. Querem tamb&eacute;m mais tecnologia, afirmando 42% que fazem compras regulares online versus 24% da m&eacute;dia. 30% s&atilde;o &ldquo;early adopters&rdquo; de novos lan&ccedil;amentos, em compara&ccedil;&atilde;o com 18% da m&eacute;dia.</p>
<p><strong>A sa&uacute;de &eacute; uma prioridade na alimenta&ccedil;&atilde;o?</strong></p>
<p>Na &aacute;rea alimentar existem produtos novos a aparecer no mercado constantemente e o que est&aacute; na moda hoje pode j&aacute; n&atilde;o estar no ano a seguir. Assim, para esta an&aacute;lise dividimos os alimentos saud&aacute;veis em cinco grupos diferentes: &ldquo;new healthy&rdquo; (por exemplo, os produtos biol&oacute;gicos, alfarroba, espelta, stevia), &ldquo;necessidades especiais&rdquo; &ndash; por exemplo sem gl&uacute;ten, sem lactose, cardiovasculares, etc. &ldquo;Frutas e legumes frescos&rdquo;, &ldquo;frescos de prote&iacute;na animal&rdquo; e &ldquo;old healthy&rdquo; (sem a&ccedil;&uacute;car, sem sal, light&hellip;). Os produtos &ldquo;new healthy&rdquo; est&atilde;o claramente a crescer relativamente a todos os outros. A evolu&ccedil;&atilde;o em volume deste grupo de alimentos saud&aacute;veis foi de 48%, enquanto que, por exemplo, os alimentos de &ldquo;necessidades especiais&rdquo; cresceram em volume 13%. Os restantes tr&ecirc;s grupos decresceram em valor.</p>
<p>Esta evolu&ccedil;&atilde;o, que se pode dizer exponencial, dos &ldquo;new healthy&rdquo; n&atilde;o significa que os lares portugueses est&atilde;o a comprar mais produtos saud&aacute;veis. Na verdade, os lares est&atilde;o efetivamente a comprar mais alimentos &ldquo;new healthy&rdquo;, mas est&atilde;o a comprar menos dos restantes grupos de alimentos. Apenas 27% do crescimento de &ldquo;new healthy&rdquo; vem de novos compradores, sendo que o restante crescimento vem dos outros grupos. Ali&aacute;s, a &ldquo;alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel&rdquo; &eacute; t&atilde;o relevante em 2018 como o era em 2014, ou seja, em termos de volume, para o total FMCG, representa exatamente o mesmo que em 2014 &ndash; 41%. O shopper est&aacute; a comprar exatamente o mesmo em volume que em 2014, com a diferen&ccedil;a de que est&aacute; a comprar coisas diferentes. Em suma, a procura manteve-se, mas a oferta alterou-se.</p>
<p><strong>A beleza &eacute; cada vez mais importante?</strong></p>
<p>De acordo com o estudo Lifestyles da Kantar Worldpanel os portugueses t&ecirc;m a inten&ccedil;&atilde;o de cuidar mais de si, mas na realidade o que est&aacute; a acontecer &eacute; bem mais b&aacute;sico do que isso &ndash; uma maior preocupa&ccedil;&atilde;o com a sa&uacute;de da sua pele, relegando para segundo plano os rituais de beleza mais profundos. Esta atitude de se ficar pelo b&aacute;sico est&aacute; a ter reflexos na compra da categoria de higiene e beleza, tanto em valor como em volume, decrescendo em ambos os quadrantes. O decrescimento em valor desta categoria est&aacute; tamb&eacute;m relacionado com o aumento da oferta/sofistica&ccedil;&atilde;o das Marcas da Distribui&ccedil;&atilde;o em produtos de beleza, nos &uacute;ltimos tempos, que por serem, em m&eacute;dia, mais baratas, provocam uma diminui&ccedil;&atilde;o do valor transacionado.&nbsp;</p>
<p>Isto tudo para dizer que h&aacute; uma barreira entre aquilo que &eacute; o desejo/inten&ccedil;&atilde;o, que implica mais cuidado consigo pr&oacute;prio e a prioridade que &eacute; a sa&uacute;de da pele. Esta barreira torna a compra de produtos de beleza mais seletiva e menos intensiva. Adicionalmente existe a barreira da confian&ccedil;a, uma vez que apenas 53% dos lares portugueses acredita na efic&aacute;cia dos produtos de beleza.</p>
<p><strong>Dedicamo-nos menos a cuidar do lar?</strong></p>
<p>No que diz respeito ao cuidado do lar e referindo novamente o estudo Lifestyles da Kantar Worldpanel, em 2014 apenas 27.7% dos lares estavam dispostos a pagar mais por produtos que facilitassem as tarefas. Em 2018 esta percentagem subiu para 52%.&nbsp;</p>
<p>Na limpeza do lar os h&aacute;bitos est&atilde;o de facto a mudar, uma vez que o comprador est&aacute; &agrave; procura de produtos que tornem esta atividade mais eficiente. O grupo de compradores eficientes (que compra entre 10 a 18 produtos diferentes) cresceu relativamente ao mesmo per&iacute;odo de 2017 (foram mais 100 mil compradores no terceiro trimestre de 2018). Os grupos de compradores b&aacute;sicos (que compra menos de 10 produtos) e compradores especialistas (que compra mais de 18 produtos) por sua vez diminuiu (menos 55 mil compradores no per&iacute;odo em an&aacute;lise). Existem mais compradores focados em comprar menos produtos que sejam mais eficientes.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 11 Feb 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Tendncias-do-consumidor--Mitos-ou-factos</guid>
      </item>	
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         <title><![CDATA[Kantar DistribuiÃ§Ã£o 2018 jÃ¡ disponÃ­vel]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Kantar-Distribuio-2018-j-disponvel</link>
         <description><![CDATA[<p>O relat&oacute;rio anual Kantar Distribui&ccedil;&atilde;o, com o desempenho das v&aacute;rias ins&iacute;gnias a operar em Portugal, j&aacute; est&aacute; dispon&iacute;vel.</p>
<p>Este estudo inclui an&aacute;lise sobre miss&otilde;es de compra (atrav&eacute;s da caracteriza&ccedil;&atilde;o das cestas dos portugueses), an&aacute;lise do canal online, desempenho, posicionamento, clientela e perfil de comprador de cada uma das ins&iacute;gnias.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 31 Jan 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Kantar-Distribuio-2018-j-disponvel</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Um Natal tradicional, com um toque de conveniÃªncia]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Um-Natal-tradicional-com-um-toque-de-convenincia</link>
         <description><![CDATA[<p>2017 revelou ser um ano desafiante para o setor do Grande Consumo que apresentou dificuldades de crescimento, impactando em particular o volume do sector da Alimenta&ccedil;&atilde;o para dentro dos lares portugueses.</p>
<p>Em 2018 temos vindo a assistir a uma progressiva recupera&ccedil;&atilde;o do setor com o aumento das cestas dos lares portugueses.</p>
<p>Contudo, apesar de estarmos j&aacute; pr&oacute;ximo do final do ano, n&atilde;o podemos ainda &ldquo;fechar contas&rdquo; sem considerar o per&iacute;odo mais importante em vendas: o Natal. De facto, apesar do cen&aacute;rio menos positivo de 2017, foi o Natal que contribuiu em grande medida para minimizar as perdas em FMCG do ano passado. As &uacute;ltimas quatro semanas do ano foram muito boas em termos de volume e de valor, crescendo 5% e 7,5%, respetivamente.</p>
<p>Dezembro continua ainda a ser o m&ecirc;s que concentra mais vendas de produtos alimentares t&iacute;picos das datas festivas, sendo que nos &uacute;ltimos dois anos essas compras t&ecirc;m aumentado no n&uacute;mero de produtos que incluimos no carrinho de compras. De um total de 28 categorias de produtos sazonais consideradas, registou-se um aumento na compra em 23 categorias em 2017, mais seis categorias do que no ano anterior.</p>
<p>&Eacute; tamb&eacute;m curioso perceber que a compra de produtos sazonais nos &uacute;ltimos meses do ano tem reduzido 3,5% em rela&ccedil;&atilde;o a 2016, o que confirma a ideia de que os portugueses n&atilde;o tentaram antecipar as compras sazonais ou fazer stocagem de produtos, reservando mesmo o m&ecirc;s de Dezembro para encher os carrinhos de compras.</p>
<p><strong>O Mix da cesta de produtos sazonais</strong></p>
<p><strong></strong>Os produtos mais comuns nas mesas de Natal ainda s&atilde;o essencialmente os mesmos de h&aacute; dois anos atr&aacute;s. Como manda a tradi&ccedil;&atilde;o, a mesa de natal comp&otilde;e-se com os habituais doces de Natal, al&eacute;m dos quais s&atilde;o de destacar os bombons e chocolates, o marisco, os queijos e o presunto, o bacalhau, todos regados de azeite e bom vinho.</p>
<p>Estes e outros produtos mais sazonais da quadra festiva em 2017, representaram 45,5% das compras de alimenta&ccedil;&atilde;o durante o m&ecirc;s de Dezembro. Os lares portugueses compram cerca de 4,37 kg e gastam 19 euros do seu or&ccedil;amento nestes produtos sazonais em cada visita &agrave;s lojas durante o m&ecirc;s de Dezembro.</p>
<p>Os bombons e chocolates s&atilde;o presen&ccedil;a obrigat&oacute;ria nesta quadra, quer para consumo dentro do lar ou para oferta. 50,4% dos lares portugueses compram bombons e chocolates durante os &uacute;ltimos 3 meses do ano, sendo 38% durante o m&ecirc;s do Natal. No final da quadra natal&iacute;cia acabam por comprar cerca de 900gr e dedicam 15,6 euros do seu or&ccedil;amento a este tipo de produtos.</p>
<p>Apesar da tradi&ccedil;&atilde;o ainda se manter, existem ainda assim alguns produtos que t&ecirc;m vindo a perder peso na cesta natal&iacute;cia: as bebidas espirituosas e o bacalhau seco. Apesar de ser tradicionalmente um dos produtos mais t&iacute;picos nesta &eacute;poca do ano, o bacalhau tem vindo a perder algum protagonismo, pelo menos no seu formato mais tradicional como &eacute; o caso do bacalhau seco.</p>
<p>Habitualmente num produto que exige uma compra antecipada e algo planeada, uma vez que contempla alguns processos antes do consumo (como por exemplo demolhar), a compra de bacalhau seco sofreu um decr&eacute;scimo nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s meses do ano (menos 8,8% em volume em 2017). De facto, tamb&eacute;m aqui confirmamos que os portugueses n&atilde;o tentaram efetivamente antecipar as compras sazonais ou fazer stocagem de bacalhau seco nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s meses do ano.</p>
<p>Mas neste caso o m&ecirc;s de Dezembro tamb&eacute;m n&atilde;o foi reservado para a compra de bacalhau seco, uma vez que neste periodo a queda &eacute; ainda maior (menos 11,9% do volume comprado em 2016). Uma possivel explica&ccedil;&atilde;o para esta altera&ccedil;&atilde;o do padr&atilde;o de compra pode passar pelo adicionar conveni&ecirc;ncia &agrave; tradi&ccedil;&atilde;o, uma vez que em contrapartida vemos o bacalhau congelado a ganhar espa&ccedil;o no carrinho de compras como uma das categorias que mais crescem em volume de compras durante o m&ecirc;s de Dezembro de 2017 e assumindo lugar entre o top 10 de categorias sazonais (mais 3,1% face a 2016).</p>
<p>Se por um lado passamos a privilegiar a conveni&ecirc;ncia, por outro n&atilde;o descuramos a frescura e a qualidade, raz&atilde;o pela qual o peixe e o marisco fresco assumem o p&oacute;dio dos produtos sazonais mais comprados no m&ecirc;s do Natal (mais 9,5% em Dezembro de 2017).</p>
<p>No caso, as bebidas espirituosas, entre as quais o champanhe e o whisky, apesar de h&aacute; dois anos estar entre o top 10 dos produtos sazonais mais comprados na quadra festiva, em 2017 perde 8,3% do espa&ccedil;o na cesta dos compradores portugueses. Ali&aacute;s, no que se refere a bebidas alco&oacute;licas, apenas o vinho continuou a conquistar espa&ccedil;o na cesta sazonal.<br /><br />Mas o que significa isto? Com este mix de produtos sazonais que convivem nas cestas dos compradores portugueses, significar&aacute; que as fam&iacute;lias est&atilde;o dispostas a pagar ou gastar mais pelas suas compras em Dezembro? Na verdade, e como todos bem sabemos, existe um poss&iacute;vel aumento de pre&ccedil;os que frequentemente registados nessas datas e que podem estar na base desta valoriza&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Existem ainda outros fatores que nos podem ajudar a explicar o que torna a cesta natal&iacute;cia mais cara: compramos efectivamente produtos mais caros, premium ou gourmet? No Natal que se avizinha, iremos escolher mais marcas de fabricantes em detrimento das marcas da distribui&ccedil;&atilde;o que j&aacute; fazem parte da nossa cesta habitual? Ou iremos optar por visitar lojas mais especializadas e potencialmente com um &iacute;ndice de pre&ccedil;os mais elevado em vez dos Smart Discouts e Hipers e Supers do nosso dia a dia ao longo do resto do ano?</p>
<p>Apesar da &eacute;poca festiva de 2016 bastante positiva, 2017 revelou-se algo desafiante para algumas categorias (ex: bebidas, sugar tax). Neste sentido, o Natal de 2018 apresenta-se como um desafio para, por um lado, voltar a atingir os valores de venda de 2016 e, por outro lado, contrariar a tend&ecirc;ncia negativa que regist&aacute;mos ao longo de 2017. A quest&atilde;o que se coloca &eacute; se de facto em 2017 foi um ano at&iacute;pico na redu&ccedil;&atilde;o de compra ou se ser&aacute; um padr&atilde;o que veio para ficar. Refletir-se-&aacute; tamb&eacute;m no Natal de 2018 a recupera&ccedil;&atilde;o da confian&ccedil;a econ&oacute;mica, com resultados positivos para os fabricantes e para as marcas?</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 16 Jan 2019 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Um-Natal-tradicional-com-um-toque-de-convenincia</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Os saldos, sempre os saldos!                    ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Os-saldos-sempre-os-saldos</link>
         <description><![CDATA[<p>Ap&oacute;s um ano de 2017 de recupera&ccedil;&atilde;o e crescimento, o Shopper Portugu&ecirc;s volta a estar mais retra&iacute;do na sua compra de vestu&aacute;rio, quer seja porque este ano as condi&ccedil;&otilde;es meteorol&oacute;gicas parecem n&atilde;o ter favorecido a compra de vestu&aacute;rio, o que afastou o shopper das lojas de roupa, quer seja porque 64% dos Portugueses admitem que adaptam as pe&ccedil;as de roupa de outras temporadas, antes de comprar roupa nova, uma inten&ccedil;&atilde;o que aumentou vs o ano anterior em +3.9pp.</p>
<p>A verdade &eacute; que o mercado de vestu&aacute;rio nos &uacute;ltimos 10 per&iacute;odos de 2018 (a terminar a 07 de Outubro) se encontra est&aacute;vel, comparativamente com o ano anterior, tanto em Valor (-0,1%) como em Volume (+1,7%). Por detr&aacute;s desta tend&ecirc;ncia temos uma menor visita &agrave;s lojas (-1,7%) mas tamb&eacute;m a procura por um mix de produtos mais baratos, -1.8% foi o decr&eacute;scimo do pre&ccedil;o m&eacute;dio dos artigos comprados, ainda assim, mantemos o n&uacute;mero de compradores, 67% dos indiv&iacute;duos portugueses fizeram pelo menos uma compra de vestu&aacute;rio (+0,6pp) com uma compra mais volumosa, levando o shopper em m&eacute;dia 3,4 pe&ccedil;as em cada visita (+2.6%).</p>
<p>Esta tend&ecirc;ncia do mercado vem sobretudo da compra da roupa de mulher mas tamb&eacute;m da compra de roupa para crian&ccedil;as + beb&eacute;s, sendo nesta &uacute;ltima onde se verifica uma maior diminui&ccedil;&atilde;o do pre&ccedil;o m&eacute;dio dos artigos adquiridos (-5,3%). Por outro lado, a compra para o segmento masculino apresenta uma tend&ecirc;ncia distinta do mercado, existindo uma real diminui&ccedil;&atilde;o do valor (-3,5%) e do volume (-5,5%) mas com mais assiduidade &agrave;s lojas (+5,4% em frequ&ecirc;ncia de compra) e com um mix de produtos comprados mais caros (+3,3%), no entanto temos menos indiv&iacute;duos a comprar, 47% vs 49% em 2017. O segmento Masculino &eacute; menos comprado pelos pr&oacute;prios Homens, tendo estes diminu&iacute;do a sua compra em cada visita neste segmento em -7,1%, aumentando contudo a sua compra em roupa para as Mulheres, comprando a cada visita cerca de tr&ecirc;s pe&ccedil;as (+ 10% vs o ano anterior) e gastando em m&eacute;dia mais 2&euro; em cada compra que fazem de roupa de mulher. Por outro lado, a Mulher aumenta as pe&ccedil;as de vestu&aacute;rio que compra em cada visita, tanto para ela como para os Homens e as Crian&ccedil;as mas com um mix de produtos comprados mais baratos.</p>
<p>De facto, o comprador Portugu&ecirc;s est&aacute; cada vez mais habituado a comprar &ldquo;barato&rdquo;, sendo n&atilde;o s&oacute; uma realidade dos produtos de grande consumo mas tamb&eacute;m uma realidade que vai sendo cada mais evidente no mercado de vestu&aacute;rio, uma vez que 48% dos indiv&iacute;duos Portugueses admite esperar pelos saldos ou promo&ccedil;&otilde;es para trocar de roupa. Esta inten&ccedil;&atilde;o aumenta em +5,5pp vs o ano passado, levando a uma desvaloriza&ccedil;&atilde;o do mercado em cerca de 7% nos &uacute;ltimos quatro anos, onde as promo&ccedil;&otilde;es voltam a ganhar destaque, sendo que do total do valor gasto no mercado, 43% &eacute; feito em promo&ccedil;&atilde;o, um valor que aumenta em 3,8pp relativamente a igual per&iacute;odo de tempo em 2015. Esta tend&ecirc;ncia est&aacute; muito associada &agrave; extin&ccedil;&atilde;o da &eacute;poca oficial de saldos privilegiando, sobretudo, as cadeias especializadas que podem ter v&aacute;rios momentos, ao longo do ano, onde oferecem ao seu comprador variadas promo&ccedil;&otilde;es, fora das &eacute;pocas de saldos que eram consideradas normais.</p>
<p>Isto permitiu &agrave;s cadeias especializadas aumentarem o seu j&aacute; destacado posicionamento no mercado, representando agora 64% do valor que &eacute; feito em vestu&aacute;rio (+ 4,5pp vs 2015) e a aumentar o seu n&uacute;mero de clientes em quatro anos, chegando agora a 50% dos indiv&iacute;duos (+3,2pp). Sendo que foram cadeias como Tiffosi, Salsa e Zara que mais aumentaram posicionamento no mercado em valor, enquanto MO, Lefties e Bershka foram das que mais aumentaram posicionamento em volume. Contudo, estas tipologias de cadeias tamb&eacute;m saem beneficiadas, por um lado por 58% dos indiv&iacute;duos Portugueses dizerem gostar de comprar roupa em centros comercias, um aumento de 6,2pp vs o ano passado, mas tamb&eacute;m com o aumento da oferta em Outlets onde 75% dos Portugueses concorda que estes s&atilde;o uma boa alternativa para comprar roupa de marca (+1,6% vs o ano passado).</p>
<p>Mas esta procura pelo melhor &ldquo;deal&rdquo; est&aacute; tamb&eacute;m relacionada com o aumento da oferta por parte dos Hipers e Supermercados, que t&ecirc;m apostado forte na comunica&ccedil;&atilde;o deste tipo de produtos, sendo sobretudo o Lidl e o Continente as cadeias que se destacam e contribuem ao crescimento do canal, mas com variantes diferentes. Por um lado, o Lidl cresce hoje sobretudo pelo facto de os seus clientes estarem mais fi&eacute;is, tendo uma compra mais intensiva, v&atilde;o mais vezes &agrave; loja para comprar vestu&aacute;rio mas tamb&eacute;m compram mais de cada vez que v&atilde;o, levando em m&eacute;dia cerca de tr&ecirc;s pe&ccedil;as (+14% vs o ano passado), enquanto o Continente cresce por novos clientes, chegando nestes &uacute;ltimos dez per&iacute;odos a 18% dos indiv&iacute;duos (+2,3pp).</p>
<p>Mas n&atilde;o nos podemos esquecer de um canal que, apesar de ainda pequeno, representa cerca de 3% do total das vendas de vestu&aacute;rio e est&aacute; em constante crescimento quer pela forte ades&atilde;o de v&aacute;rios players quer pelos pr&oacute;prios Portugueses, que &eacute; o canal online. Chega a 8,5% do total dos indiv&iacute;duos compradores de vestu&aacute;rio, +2,2pp vs 2017 e +3,4pp vs 2015. E apesar de este ser ainda um canal de consulta, pois 41% dos indiv&iacute;duos diz consultar os sites online das suas lojas favoritas (+6,2pp vs 2017), a verdade &eacute; que existe um aumento em 2,4pp dos indiv&iacute;duos que dizem que regularmente fazem compras de artigos de Vestu&aacute;rio via Online, sendo estes no entanto ainda um grupo reduzido, representando 15%.</p>
<p>Ainda assim o canal online tem a facilidade de ter v&aacute;rias lojas, v&aacute;rios produtos e v&aacute;rias op&ccedil;&otilde;es a um clique de dist&acirc;ncia. Onde de uma forma c&oacute;moda e pr&aacute;tica os shoppers podem pesquisar e comparar pre&ccedil;os sem sa&iacute;rem de casa. Tamb&eacute;m a informa&ccedil;&atilde;o que podemos receber por e-mail ou pelas redes sociais &eacute; cada vez maior e de facto &eacute; valorizada pelos Portugueses, uma vez que, 49% dos indiv&iacute;duos admite gostar de receber alertas sobre promo&ccedil;&otilde;es/descontos das suas lojas favoritas, via e-mail (+1,6pp vs 2017). &Eacute; a vertente Comodidade e Conveni&ecirc;ncia que os Portugueses cada vez mais procuram e que podem encontrar no canal Online que faz com que este tenha tamb&eacute;m ainda um enorme potencial de crescimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 20 Dec 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Os-saldos-sempre-os-saldos</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[SaudÃ¡vel: Moda passageira ou estilo de vida assumido?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Saudvel-Moda-passageira-ou-estilo-de-vida-assumido</link>
         <description><![CDATA[<p>O ano de 2018 tem vindo a confirmar alguns dos fen&oacute;menos emergentes identificados em 2017: aumento da procura e da oferta de produtos alimentares direcionados para a conveni&ecirc;ncia, maior valoriza&ccedil;&atilde;o do fator pre&ccedil;o sobre a promo&ccedil;&atilde;o e a cont&iacute;nua expans&atilde;o da tend&ecirc;ncia saud&aacute;vel. Estes tr&ecirc;s fatores foram a base para que a queda do mercado da alimenta&ccedil;&atilde;o para dentro dos lares portugueses fosse menor, apesar de ainda n&atilde;o suficiente para atingir o positivo. Perante este cen&aacute;rio, procuramos perceber at&eacute; que ponto a alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel contribui para a performance do mercado e se realmente est&aacute;-se a incorporar no estilo de vida dos portugueses.</p>
<p><strong>Alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel? Sim, mas que seja conveniente</strong></p>
<p><strong></strong>Podem ser definidos alguns setores b&aacute;sicos que nos ajudam a segmentar o que &eacute; a alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel: os produtos frescos, a alimenta&ccedil;&atilde;o embalada saud&aacute;vel de uma nova vaga (alfarroba, espelta, stevia, etc.), de uma vaga anterior (produtos light, sem sal, sem a&ccedil;&uacute;car, etc.) e os produtos embalados para necessidades espec&iacute;ficas (sem gl&uacute;ten, sem lactose, cardiovasculares, etc.). Apesar de &agrave; partida todos eles terem todas as condi&ccedil;&otilde;es para se desenvolverem no atual contexto em que vivemos, a verdade &eacute; que existe um fen&oacute;meno emergente que est&aacute; a desequilibrar a balan&ccedil;a: o fator conveni&ecirc;ncia. Se em 2014 apenas 28% dos portugueses estava &ldquo;disposto a pagar mais para produtos que facilitem as tarefas do lar&rdquo; e 14% darem &ldquo;prefer&ecirc;ncia &agrave; rapidez e facilidade de prepara&ccedil;&atilde;o&rdquo; aquando a compra de um produto, estes n&uacute;meros subiram exponencialmente para 52% e 59%, respetivamente, em 2018 (fonte: estudo anual lifestyles Kantar Worldpanel). N&atilde;o ser&aacute; de estranhar por isso que, atualmente s&atilde;o os &ldquo;novos saud&aacute;veis&rdquo; (+11%volume vs. 2017) e os produtos para necessidades espec&iacute;ficas (+25%volume vs. 2017) os principais impulsionadores da alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel em Portugal.</p>
<p>A origem do crescimento destes dois setores tem no entanto fontes de crescimento distintas. Quase um ter&ccedil;o do crescimento da nova vaga de alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel &eacute; sustentado via troca direta com alguns produtos frescos (16% de frutas e legumes, 15% de origem animal e 5% outros frescos) e mais de um quarto via novos lares no setor que compraram &ldquo;on top&rdquo; das suas compras habituais. De destacar ainda que 18% do crescimento deste setor surge por substitui&ccedil;&atilde;o de produtos da nomeada &ldquo;vaga anterior de saud&aacute;veis&rdquo;. Este setor verifica o maior crescimento em n&uacute;mero de compradores, tendo triplicado a sua presen&ccedil;a nos &uacute;ltimos quatro anos, de 621 mil para 1,9 milh&otilde;es lares portugueses. J&aacute; a alimenta&ccedil;&atilde;o mais direcionada para necessidades espec&iacute;ficas ter registado um crescimento de &ldquo;apenas&rdquo; 12% desde 2014 em compradores (3,3 milh&otilde;es de compradores em 2018), consegue consolidar cada vez mais a sua presen&ccedil;a, fidelizando os portugueses a este tipo de produtos. Deste modo, 43% do crescimento deste sector &eacute; feito pelo aumento da intensidade da compra por lares repetidores.</p>
<p><strong>Aus&ecirc;ncia de consist&ecirc;ncia da compra</strong></p>
<p>No entanto, todo este crescimento tem obrigatoriamente de ser relativizado ao contexto atual predominante em Portugal. Apesar destes dois setores terem duplicado o seu espa&ccedil;o em toda a alimenta&ccedil;&atilde;o continuam a representar apenas um nicho de mercado, 1,8% de todo o volume comprado. Apontando, inclusivamente, o foco &agrave; nova vaga a alimenta&ccedil;&atilde;o&nbsp;saud&aacute;vel embalada, verificamos que apenas pouco mais de metade dos seus compradores repetem a compra num espa&ccedil;o de um ano (vs. 46% em 2014) e apenas 6.3% compra mensalmente qualquer produto deste sector. Comparando por exemplo com as refei&ccedil;&otilde;es prontas, igualmente em crescimento acentuado (6% em volume vs. 2017), mais de 80% dos compradores repetem a compra e um quarto destes regista pelo menos uma compra por m&ecirc;s.</p>
<p><strong>Dificuldade em ultrapassar &ldquo;velhos h&aacute;bitos&rdquo;</strong></p>
<p><strong></strong>Os portugueses est&atilde;o, de facto, mais atentos &agrave; oferta alimentares que apresenta alternativas mais saud&aacute;veis, mas quer isto obrigatoriamente dizer que o nosso estilo de vida est&aacute; mais saud&aacute;vel? Dentro de casa sim, mas dentro dos limites da conveni&ecirc;ncia, e fora do lar a verdade &eacute; que os h&aacute;bitos de vida e consumo n&atilde;o verificam altera&ccedil;&otilde;es disruptivas.</p>
<p>Ainda s&atilde;o poucos os que afirmam fazer dieta para perder peso (22%) e apesar de 45% afirmarem fazer algum tipo de exerc&iacute;cio f&iacute;sico regularmente, a verdade &eacute; que este valor &eacute; igual ao de 2014 e mais baixo do que em 2008 (51%), quando a oferta e procura dos novos setores da alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel se encontravam bastante distantes dos n&iacute;veis atuais. Apesar do crescimento de oferta saud&aacute;vel alimentar tamb&eacute;m quando estamos fora de casa, na realidade continuamos com os &ldquo;velhos h&aacute;bitos&rdquo; e at&eacute; os incrementamos. No consumo fora do lar, as ocasi&otilde;es de consumo de snacks e bebidas (excluindo caf&eacute;) crescem em 15%, um claro sinal de que os momentos de prazer n&atilde;o est&atilde;o a ser oprimidos.</p>
<p><strong>Import&acirc;ncia da alimenta&ccedil;&atilde;o fora das novas vagas saud&aacute;veis</strong></p>
<p><strong></strong>Apesar de ainda ser cedo para afirmar que o crescimento da tend&ecirc;ncia de &ldquo;ser saud&aacute;vel&rdquo; &eacute; apenas uma moda, pelo menos na alimenta&ccedil;&atilde;o, onde n&atilde;o existe um conhecimento profundo generalizado, o que se verifica &eacute; que ainda n&atilde;o &eacute; um estilo de vida plenamente assumido para a grande maioria dos portugueses, n&atilde;o conseguindo, inclusivamente, superiorizar-se ao tamb&eacute;m crescente fen&oacute;meno da conveni&ecirc;ncia. A alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel ir&aacute; continuar a crescer, mas a considerada n&atilde;o t&atilde;o saud&aacute;vel, ir&aacute; continuar a ser bastante importante tanto na rotina dos portugueses, como no desenvolvimento de muitos dos grandes mercados da alimenta&ccedil;&atilde;o.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 07 Dec 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Saudvel-Moda-passageira-ou-estilo-de-vida-assumido</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Gerar crescimento incremental atravÃ©s das promoÃ§Ãµes]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Gerar-crescimento-incremental-atravs-das-promoes</link>
         <description><![CDATA[<p>As promo&ccedil;&otilde;es s&atilde;o um investimento significativo para os fabricantes e para os retalhistas, mas quanto deste investimento gera crescimento incremental de volume?</p>
<p>Este e outros t&oacute;picos relevantes d&atilde;o origem ao mais recente relat&oacute;rio da Kantar Worldpanel: Gerar crescimento incremental atrav&eacute;s de promo&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>Em todos os mercados analisados para este estudo, constat&aacute;mos que mais de um d&oacute;lar em cada cinco gastos em FMCG foram utilizados em promo&ccedil;&otilde;es. Contudo, apesar de as promo&ccedil;&otilde;es poderem ajudar as marcas a crescer, atraindo novos compradores &ndash; assim como estimulando seu retorno &ndash; no longo prazo n&atilde;o t&ecirc;m impacto sobre a penetra&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Atrav&eacute;s dos nossos pain&eacute;is, podemos ver o n&iacute;vel de promo&ccedil;&otilde;es em cada mercado, assim como o aumento nas vendas que estas promo&ccedil;&otilde;es trouxeram. O &ecirc;xito, seja para fabricantes ou para retalhistas, apenas acontece quando as promo&ccedil;&otilde;es conseguem estimular compras adicionais no n&iacute;vel da categoria que n&atilde;o teriam ocorrido de outra forma. Chamamos isto de &ldquo;crescimento incremental&rdquo; &mdash; &eacute; a medida mais eficaz para analisar o desempenho da promo&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Neste novo relat&oacute;rio, identificamos os cinco princ&iacute;pios a levar em considera&ccedil;&atilde;o &agrave; medida que retalhistas e fabricantes recorrem &agrave;s promo&ccedil;&otilde;es para obter crescimento incremental.</p>
<p>Saiba tudo sobre promo&ccedil;&otilde;es fazendo o download do relat&oacute;rio, clicando no atalho &agrave; direita desta p&aacute;gina.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 28 Nov 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Gerar-crescimento-incremental-atravs-das-promoes</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Vendas globais de FMCG online cresceram 13%]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Vendas-globais-de-FMCG-online-cresceram-13</link>
         <description><![CDATA[<p>As vendas online de produtos de grande consumo cresceram globalmente 13% nos &uacute;ltimos 12 meses, a terminar em junho de 2018 e representam agora 6.3% das vendas de FMCG, a n&iacute;vel mundial. Em compara&ccedil;&atilde;o, as vendas do total FMCG cresceram 1.6% (online e offline), embora este seja o crescimento mais lento de e-commerce nos &uacute;ltimos cinco anos.</p>
<p>Os grandes contribuidores para o crescimento online do FMCG s&atilde;o a China Continental e os EUA, crescendo ambos 30% - em linha com a taxa m&eacute;dia de crescimento de vendas FMCG online, na &uacute;ltima d&eacute;cada. No que diz respeito &agrave; quota de mercado de online relativamente &agrave;s vendas totais, as economias asi&aacute;ticas lideram. A Coreia do Sul est&aacute; no primeiro lugar, com uma quota em valor de 19.9%, seguida pela China Continental (9.5%), onde o acesso a zonas rurais &eacute; crucial para expandir a penetra&ccedil;&atilde;o online. Taiwan (8.0%), Jap&atilde;o (7.6%), Reino Unido (7.2%) e Fran&ccedil;a (5.6%) s&atilde;o os seguintes pa&iacute;ses.</p>
<table border="1">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Quota em valor Online</strong></td>
<td>
<p align="center"><strong>12 m/e Junho 2017</strong></p>
</td>
<td><strong>12 m/e Junho 2018</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Global</td>
<td style="text-align: center;">5.8%</td>
<td style="text-align: center;">6.3%</td>
</tr>
<tr>
<td>Coreia do Sul</td>
<td style="text-align: center;">16.6%</td>
<td style="text-align: center;">19.9%</td>
</tr>
<tr>
<td>China Continental</td>
<td style="text-align: center;">7.3%</td>
<td style="text-align: center;">9.5%</td>
</tr>
<tr>
<td>Taiwan</td>
<td style="text-align: center;">6.5%</td>
<td style="text-align: center;">8</td>
</tr>
<tr>
<td>Jap&atilde;o</td>
<td style="text-align: center;">7.6%</td>
<td style="text-align: center;">7.6%</td>
</tr>
<tr>
<td>Reino Unido</td>
<td style="text-align: center;">7.1%</td>
<td style="text-align: center;">7.1%</td>
</tr>
<tr>
<td>Fran&ccedil;a</td>
<td style="text-align: center;">5.2%</td>
<td style="text-align: center;">5.6%</td>
</tr>
<tr>
<td>Espanha</td>
<td style="text-align: center;">2.1%</td>
<td style="text-align: center;">2.3%</td>
</tr>
<tr>
<td>EUA</td>
<td style="text-align: center;">1.7%</td>
<td style="text-align: center;">2.2%</td>
</tr>
<tr>
<td>Portugal</td>
<td style="text-align: center;">1.5%</td>
<td style="text-align: center;">1.7%</td>
</tr>
<tr>
<td>Mal&aacute;sia</td>
<td style="text-align: center;">1%</td>
<td style="text-align: center;">1.5</td>
</tr>
<tr>
<td>Tail&acirc;ndia</td>
<td style="text-align: center;">0.8%</td>
<td style="text-align: center;">1.2%</td>
</tr>
<tr>
<td>Vietname</td>
<td style="text-align: center;">0.3%</td>
<td style="text-align: center;">1.2%</td>
</tr>
<tr>
<td>Argentina</td>
<td style="text-align: center;">0.7%</td>
<td style="text-align: center;">1.1%</td>
</tr>
<tr>
<td>Brasil</td>
<td style="text-align: center;">0.1%</td>
<td style="text-align: center;">0.1%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Pure Players batem concorrentes tradicionais no crescimento online</strong></p>
<p>Os Pure Players como a Amazon, Alibaba e JD.com est&atilde;o a atrair novos compradores, enquanto que os retalhistas tradicionais est&atilde;o observar um decl&iacute;nio nos compradores online. Na &Aacute;sia, os pure players deram passos significativos na consolida&ccedil;&atilde;o do crescimento do seu mercado no ano passado &ndash; s&oacute; na Coreia do Sul, os pure players representam 84.5% do mercado FMCG online e est&atilde;o a atrair tr&ecirc;s em cada quatro compradores de produtos de grande consumo online.</p>
<p><strong>Comportamento de compra online</strong></p>
<p><strong></strong>Quase 9 em cada 10 compradores chineses preferem usar o seu smartphone para fazer compras de FMCG online. Isto contrasta com apenas 29% dos compradores brit&acirc;nicos &ndash; quase metade dos consumidores no Reino Unido utilizam um port&aacute;til, muito id&ecirc;ntico &agrave;s tend&ecirc;ncias em Fran&ccedil;a e Espanha.</p>
<p>Eric Batty, <strong>global e-commerce business development director na Kantar Worldpanel</strong> afirma: &ldquo;o facto de 90% dos consumidores chineses utilizarem os seus smartphone para comprar online produtos de grande consumo demonstra o que pode ser alcan&ccedil;ado. Retalhistas e marcas europeias t&ecirc;m muito a aprender &ndash; t&ecirc;m uma enorme oportunidade para aumentar as vendas numa audi&ecirc;ncia mais din&acirc;mica e conhecedora, que prefere comprar desta forma. No entanto, &eacute; crucial que fa&ccedil;am uma abordagem pa&iacute;s a pa&iacute;s, para perceber que diferentes aparelhos, websites e apps os compradores elegem em diferentes mercados geogr&aacute;ficos".</p>
<p><strong>Modelos de atendimento</strong></p>
<p><strong></strong>As entregas em casa de compras de FMCG online foram adotadas pela maioria dos compradores brit&acirc;nicos e chineses e est&atilde;o a crescer em Fran&ccedil;a e em Espanha. Os consumidores brit&acirc;nicos est&atilde;o cada vez mais a optar por um novo modelo atendimento &ndash; as subscri&ccedil;&otilde;es &ndash; representando um oportunidade para o resto da Europa e China Continental.</p>
<p><strong>Previs&otilde;es</strong></p>
<p><strong></strong>&ldquo;Apenas um quarto da popula&ccedil;&atilde;o mundial faz compras de mercearia online, por isso &eacute; vital atrair novos compradores, proporcionado uma experi&ecirc;ncia de compra conveniente e agrad&aacute;vel tanto online como offline&rdquo;, afirma St&eacute;phane Roger, glo<strong>bal shopper and retail director na Kantar Worldpanel</strong>.</p>
<p>Prevemos que em 2025 o online ir&aacute; representar mais de 10 das vendas globais de FMCG. Enquanto que a China Continental e os EUA continuar&atilde;o a liderar e os mercados asi&aacute;ticos na vanguarda da ado&ccedil;&atilde;o online, ainda h&aacute; muita coisa por fazer a n&iacute;vel mundial - especialmente explorar oportunidades para investir em mercados emergentes como a &Iacute;ndia, Indon&eacute;sia, Brasil, M&eacute;xico e &Aacute;frica.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 22 Nov 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Vendas-globais-de-FMCG-online-cresceram-13</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[A moda da barba: um ganho ou uma perda para as marcas?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/A-moda-da-barba-um-ganho-ou-uma-perda-para-as-marcas</link>
         <description><![CDATA[<p>&gt; Artigo original publicado na <a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Grande%20Consumo%20Setembro%20Outubro%202018%201.pdf">Grande Consumo</a></p>
<p>Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, e desenganem-se os que acreditam que os homens continuam abstra&iacute;dos de temas como a apar&ecirc;ncia f&iacute;sica ou a moda. E nos &uacute;ltimos anos, antes de roupa, cal&ccedil;ado ou acess&oacute;rios, h&aacute; algo bem mais evidente a dar nas vistas no visual masculino.</p>
<p>O deixar crescer e manter a barba est&aacute; a tornar-se quase obrigat&oacute;rio e isso traz mudan&ccedil;as, n&atilde;o s&oacute; para o dia-a-dia dos homens, mas tamb&eacute;m para as marcas que t&ecirc;m como objetivo capitalizar os produtos de barbear. Ao debru&ccedil;armo-nos rapidamente sobre estas mudan&ccedil;as, podemos ser levados a pensar que mais barba, significar&aacute; menos barbear, mas por outro lado uma necessidade acrescida de cuidar e tratar dessa mesma barba, e, como tal, uma nova oportunidade para as marcas crescerem.</p>
<p>No meio destas vari&aacute;veis, o que &eacute; ent&atilde;o verdade e o que &eacute; que mudou efetivamente na forma como os homens portugueses compram produtos de shaving? Contas feitas, estar&aacute; esta mudan&ccedil;a a ser ben&eacute;fica para as marcas?</p>
<p>Comecemos pelo in&iacute;cio: com a prolifera&ccedil;&atilde;o das m&aacute;quinas de barbear, muitas j&aacute; desenhadas para styling, as l&acirc;minas de barbear, compradas por metade dos portugueses, normalmente de 2 em 2 anos, est&atilde;o a assistir desde 2015 a um decr&eacute;scimo anual m&eacute;dio de 3,4% no seu n&uacute;mero de compradores, isto &eacute;, aproximadamente menos 40 mil compradores em cada ano. Esta quebra &eacute; acompanhada de perto pela redu&ccedil;&atilde;o no n&uacute;mero de compradores de gel ou espuma de barbear, tamb&eacute;m a perderem cerca de 44 mil compradores ao ano desde 2015. Em qualquer um dos casos, s&atilde;o os indiv&iacute;duos com maior poder de compra aqueles que mais geram o afastamento em rela&ccedil;&atilde;o a este tipo de produtos e revelam, portanto, uma maior propens&atilde;o para aderir &agrave; moda.</p>
<p>Resta ent&atilde;o perceber se os tratamentos e cuidados adicionais que uma pele com barba exige est&atilde;o a estimular a compra de produtos com este fim, a compensar a redu&ccedil;&atilde;o de compradores de gel ou espuma de barbear, e a justificar esta moda com ganhos de valor significativos. A verdade &eacute; que o ter barba, &agrave; partida um incentivo adicional &agrave; compra de mais produtos de hidrata&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o, acaba por ser contornado pelos portugueses que ao longo dos &uacute;ltimos anos foram adaptando a sua compra, de modo a evitarem um acr&eacute;scimo consider&aacute;vel nos seus gastos em shaving. Se por um lado, ainda h&aacute; quatro anos atr&aacute;s os homens combinavam a compra de um b&aacute;lsamo com uma lo&ccedil;&atilde;o hidratante, hoje em dia a tend&ecirc;ncia vai para que o homem se foque em apenas um deles (favorecendo os b&aacute;lsamos) e os compre mais vezes &ndash; em m&eacute;dia 2 vezes por ano &ndash; mas gastando menos em cada compra. Interessante, e n&atilde;o apenas uma coincid&ecirc;ncia, &eacute; vermos que neste tipo de produtos j&aacute; n&atilde;o s&atilde;o os homens com mais poder de compra quem reduz o gasto, uma vez que registaram um crescimento de 17% no &uacute;ltimo ano. J&aacute; os indiv&iacute;duos com rendimentos inferiores n&atilde;o acompanharam este aumento.</p>
<p>O resultado final de toda esta equa&ccedil;&atilde;o deixa a nu o desafio que o mercado ainda tem pela frente, no sentido de capitalizar efetivamente esta nova moda. Entre o sexo masculino, a categoria de shaving e after shave encontra-se 4% abaixo daquilo que gerava em valor em 2015, o que revela que, apesar de mais homens usarem barba, ainda h&aacute; muitos a abdicar de a tratar com o rigor que seria ideal para as fabricantes. Fabricantes esses, que ainda assim, e contrariamente &agrave; tend&ecirc;ncia que se tem vindo a registar no global de Higiene e Beleza, beneficiam neste mercado espec&iacute;fico de serem menos desafiados pela complexidade que as marcas da distribui&ccedil;&atilde;o (MDD) t&ecirc;m gerado nos &uacute;ltimos anos. Tratando-se da categoria de personal care em que o dom&iacute;nio dos homens na compra &eacute; maior &ndash; quase 60% do volume transacionado &ndash; as MDD ainda t&ecirc;m dificuldade em vingar junto deste tipo de comprador, pelo que nos produtos de shaving ca&iacute;ram quase 30% em valor face a 2015, enquanto as marcas de fabricante conseguiram um t&iacute;mido crescimento de 1% no mesmo per&iacute;odo.</p>
<p>Assim, para este desafio, antes de montarem com sucesso o puzzle, as marcas devem primeiro olhar e perceber as pe&ccedil;as que t&ecirc;m em cima da mesa. Quem s&atilde;o os homens que mais aderiram a esta moda? Quais dever&atilde;o ser os principais visados pela comunica&ccedil;&atilde;o das marcas a fim de se maximizar o valor da categoria? O caminho passa por elaborar uma boa segmenta&ccedil;&atilde;o do mercado, e perceber aquilo que cada consumidor faz. Se o objetivo &eacute; potenciar tratamentos, cuidados e styling da barba, os mais jovens &ndash; abaixo dos 35 anos &ndash; ser&atilde;o os mais atrativos. O n&uacute;mero de jovens a comprar l&acirc;minas no &uacute;ltimo ano foi 50% inferior ao do ano anterior, um claro indicativo da maior preponder&acirc;ncia do barbear a seco - com m&aacute;quina - e que tem como consequ&ecirc;ncia uma queda tamb&eacute;m de 50% no n&uacute;mero de compradores jovens de creme ou espuma de barbear. Por outro lado, &eacute; entre os 25 e os 35 anos que se verificou um maior aumento dos b&aacute;lsamos e lo&ccedil;&otilde;es para barba e pele barbeada, um claro indicativo da maior predisposi&ccedil;&atilde;o dos jovens adultos a serem mais dedicados neste aspeto.</p>
<p>J&aacute; os portugueses acima dos 35 anos, demonstram ser mais conservadores. Em m&eacute;dia, 37% deles comprou l&acirc;minas de barbear no &uacute;ltimo ano (vs. 21% abaixo dos 35 anos), n&atilde;o tendo sido registado um decr&eacute;scimo nesta tend&ecirc;ncia, nem no n&uacute;mero de compradores de creme ou espuma de barbear que tamb&eacute;m se mantiveram est&aacute;veis nesta faixa et&aacute;ria. Contrastando, os produtos que complementam o barbear perderam 65 mil compradores acima dos 35 anos em Portugal ao longo do &uacute;ltimo ano.</p>
<p>Assim sendo, o quadrante em que cada marca se posiciona na moda de usar barba, comercializando produtos mais ou menos conservadores, e com diferentes ofertas de valor, dar&aacute; as melhores respostas sobre o tipo de homem que cada marca estar&aacute; mais apta a atrair.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 09 Nov 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/A-moda-da-barba-um-ganho-ou-uma-perda-para-as-marcas</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Ligue-se aos Centennials, o novo grupo de consumidores]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Ligar-se-aos-Centennials-a-nova-gerao-de-consumidore</link>
         <description><![CDATA[<p>Os primeiros Centennials fizeram 21 anos e t&ecirc;m uma influ&ecirc;ncia consider&aacute;vel. N&atilde;o conseguir conectar-se com os valores, cren&ccedil;as e expectativas dos Centennials, ser&aacute; um grande desafio para o futuro crescimento das marcas, de acordo com o novo relat&oacute;rio da Kantar. &ldquo;Centennials aos 21&rdquo; analisa os comportamentos e expectativas deste grupo global e desafia as marcas e os marketers a redefinir como operam e como podem melhorar a sua envolv&ecirc;ncia com este grupo de consumidores cada vez mais influente.</p>
<p>Representando 35% da popula&ccedil;&atilde;o global, os Centennials, os primeiros dos quais fizeram 21 este ano, tornaram-se numa pot&ecirc;ncia econ&oacute;mica, com uma crescente influ&ecirc;ncia no gasto e na fidelidade a marcas. Este relat&oacute;rio revela uma gera&ccedil;&atilde;o que &eacute;:</p>
<p><strong>Digitalmente dependente, ainda que utilizadora conscienciosa de tecnologia</strong></p>
<ul>
<li>Pega no seu smartphone 30% mais do que as pessoas acima dos 21 anos e passa mais 35% do seu tempo em aparelhos durante o dia. No entanto, pouco mais de um ter&ccedil;o dos Centennilas acredita que utiliza demasiado o seu telem&oacute;vel.</li>
<li>Os Centennials em Fran&ccedil;a, Reino Unido e EUA est&atilde;o ainda mais ligados ao seu smartphone do que os Millenials: em m&eacute;dia os Centennials gastam 2,40 horas por dia no seu telem&oacute;vel, comparando com a m&eacute;dia de 2,12 horas dos Millenials.&nbsp;</li>
<li>Os Centennials mudam rapidamente se a experi&ecirc;ncia que t&ecirc;m com a marca n&atilde;o providencia o que pretendem ou precisam; 62% n&atilde;o utilizam uma app ou website que seja dif&iacute;cil de navegar e 63% afirmam que instalaram um bloqueador de an&uacute;ncios no seu telem&oacute;vel ou computador.</li>
</ul>
<p><strong>Cada vez mais influentes nas decis&otilde;es de compra da fam&iacute;lia</strong></p>
<ul>
<li>As fam&iacute;lias est&atilde;o a recorrer aos seus membros mais novos para reunir informa&ccedil;&atilde;o, comparar avalia&ccedil;&otilde;es e aconselhar sobre o processo de compra: aproximadamente tr&ecirc;s quartos dos Centennials afirmam influenciar as maiores decis&otilde;es de gastos da fam&iacute;lia.</li>
<li>Esta tend&ecirc;ncia prevalece mais quando se olha para as decis&otilde;es de compra relacionadas com alimenta&ccedil;&atilde;o e bebidas (77%), mobili&aacute;rio (76%) e artigos para o lar (73%).</li>
</ul>
<p><strong>Utiliza&ccedil;&atilde;o diferente dos social media relativamente a gera&ccedil;&otilde;es anteriores</strong></p>
<ul>
<li>O modo como usam os social media difere das gera&ccedil;&otilde;es anteriores, com o Facebook a ser utilizado pelos Centennials em m&eacute;dia 11 minutos por dia, em compara&ccedil;&atilde;o ao Snapchat (30 minutos), Facebook Messenger (28 minutos) e Twitter (22 minutos).</li>
<li>Online, os Centennials s&atilde;o mais propensos a se identificarem com suas &ldquo;personas&rdquo; nos social media que outras gera&ccedil;&otilde;es, com 61% a admitir que as coisas que postam dizem muito/algo sobre quem s&atilde;o, em compara&ccedil;&atilde;o a 56% dos Millennials.&nbsp;</li>
</ul>
<p>&Agrave; medida que os Centennials se tornam jovens adultos, eles reformular&atilde;o categorias e poder&atilde;o derrubar ind&uacute;strias. As marcas que souberem onde procurar, poder&atilde;o come&ccedil;ar a interpretar os sinais e a prever sobre como os Centennials influenciar&atilde;o seu futuro. Entender os valores e as motiva&ccedil;&otilde;es desta gera&ccedil;&atilde;o &eacute; um primeiro passo essencial para posicionar-se para o sucesso, &agrave; medida que os Centennials tomam as r&eacute;deas e conduzem os mercados globais.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 26 Oct 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Ligar-se-aos-Centennials-a-nova-gerao-de-consumidore</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Bolachas: atÃ© os velhos hÃ¡bitos podem mudar]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Bolachas-at-os-velhos-hbitos-podem-mudar</link>
         <description><![CDATA[<p>&gt; Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/HiperSuper%20Outubro%202018.pdf">Hipersuper</a></p>
<p>Muitas s&atilde;o as categorias de produtos que procuram estar presentes em todos os lares portugueses, mas poucas s&atilde;o bem-sucedidas nesta &aacute;rdua tarefa. As bolachas est&atilde;o entre aquelas que o conseguem fazer. A verdade &eacute; que quando falamos em bolachas, estamos a falar da quarta categoria comprada por mais portugueses, apenas ultrapassada pelas frutas, legumes e queijo, e que fica &agrave; frente de outros produtos que est&atilde;o muito enraizados na alimenta&ccedil;&atilde;o portuguesa, como o leite, a carne, os iogurtes ou as massas. O que torna as bolachas ainda mais interessantes, &eacute; o facto de n&atilde;o serem compradas apenas de forma espor&aacute;dica: na verdade, compramo-las tantas vezes quanto o leite ou as massas, isto &eacute;, mais de uma vez por m&ecirc;s. E n&atilde;o &eacute; tudo... pois estamos na presen&ccedil;a de uma categoria de alto valor acrescentado para as fabricantes, ao representar 3% de todo o valor gerado por produtos de alimenta&ccedil;&atilde;o no &uacute;ltimo ano.</p>
<p>No entanto, mesmo numa categoria t&atilde;o grande quanto a das bolachas, as mudan&ccedil;as nas prioridades alimentares dos portugueses trouxeram desafios que n&atilde;o se colocavam at&eacute; h&aacute; poucos anos atr&aacute;s.</p>
<p>Sendo muito associadas ao snacking (20% das ocasi&otilde;es de consumo ocorrem ao lanche da tarde, 20% no p&oacute;s-jantar, e 17% ao lanche da manh&atilde;), houve, nos &uacute;ltimos anos, uma mudan&ccedil;a comportamental not&oacute;ria - e para a qual as marcas muito lutaram ao introduzirem novos produtos no mercado &ndash; que tornaram o pequeno-almo&ccedil;o como o momento do dia por excel&ecirc;ncia para o consumo de bolachas (30% das ocasi&otilde;es de consumo).</p>
<p>Ainda assim, o crescimento do segmento de bolachas espec&iacute;ficas para o pequeno-almo&ccedil;o, deve ser olhado com cautela. O seu valor cresceu 20% em apenas quatro anos e neste momento est&aacute; presente nas dispensas de 36% dos lares portugueses, mas enquanto que existem cada vez mais jovens com filhos a comprar este segmento, os compradores mais maduros demonstram que os seus h&aacute;bitos de consumo s&atilde;o mais dif&iacute;ceis de mudar e, mesmo tendo experimentado este tipo de bolachas, foram os que mais deixaram de as comprar no &uacute;ltimo ano.<br />Na verdade, foram aproximadamente 50 mil os lares portugueses maduros que abdicaram do segmento inovador das bolachas de pequeno-almo&ccedil;o nos &uacute;ltimos 12 meses. Mas isto n&atilde;o significa que estes compradores tenham deixado de ser interessantes para as marcas. Simplemente existe uma necessidade cada vez maior de saber segmentar o mercado e perceber com que mensagem e produto cativar diferentes tipo de compradores. No caso destes lares maduros que j&aacute; experimentaram as mais recentes inova&ccedil;&otilde;es do mercado, no &uacute;ltimo ano a sua escolha voltou a pender muito mais para os segmentos tradicionais e mais gulosos (+19 mil compraram waffers e +18 mil compraram palmiers) do que para os segmentos saud&aacute;veis. &Eacute; caso para dizer que alguns h&aacute;bitos n&atilde;o mudam.</p>
<p>Mas a press&atilde;o do mercado em criar novos h&aacute;bitos n&atilde;o vem apenas da pr&oacute;pria categoria de bolachas. A press&atilde;o externa de novos produtos saud&aacute;veis, como os cereais e bebidas de aveia, os cereais de granola ou os iogurtes biol&oacute;gicos conquistam cada vez mais compradores e as bolachas ter&atilde;o que lutar cada vez mais para manter o seu espa&ccedil;o nas cestas dos portugueses. Ainda assim, n&atilde;o se adivinha que t&atilde;o cedo os portugueses abdiquem por completo da categoria, mas &eacute; certo que est&atilde;o a mudar a forma como as consomem, escolhendo-as menos vezes para as suas refei&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>A grande dificuldade das bolachas atualmente, passa por contrariar a menor quantidade que cada comprador est&aacute; a adquirir ano ap&oacute;s ano. Desde 2015, cada lar portugu&ecirc;s tem vindo a reduzir em m&eacute;dia 2,4% na quantidade de bolachas que compra anualmente. &Eacute; uma redu&ccedil;&atilde;o de 1kg em apenas 3 anos, o equivalente a abdicarmos a cada novo ano de mais 1 embalagem t&iacute;pica de bolachas Maria.</p>
<p>Chegou portanto o momento da categoria se renovar, dando aos consumidores aquilo que procuram, com o objetivo de travar a redu&ccedil;&atilde;o do consumo, atrav&eacute;s de produtos inovadores, que sejam compat&iacute;veis com o estilo de vida mais saud&aacute;vel que os portugueses v&atilde;o progressivamente adotando. &Eacute; nesta linha que vemos os novos segmentos aparecer e crescer: as bolachas sem a&ccedil;&uacute;car, sem sal, sem gl&uacute;ten, etc., t&ecirc;m em comum o poder de fazer face a cada um dos desafios da categoria. Em primeiro lugar, porque s&atilde;o estes os segmentos que evitam o abandono da categoria. Em segundo, porque est&atilde;o desenhados para aproveitar ao m&aacute;ximo cada momento de consumo, potenciando cada vez mais a conveni&ecirc;ncia exigida pelos portugueses, atrav&eacute;s de formatos mais adaptados ao consumo on-the-go. Em terceiro lugar, porque com receitas mais saud&aacute;veis, est&atilde;o mais aptos a evitar as progressivas taxas e impostos que certamente continuar&atilde;o a surgir. E por fim, porque se tratam de segmentos de valor acrescentado, transacionados a pre&ccedil;os mais elevados, mas com uma maior perce&ccedil;&atilde;o de valor por parte dos compradores.</p>
<p>Na verdade, os segmentos inovadores - mais saud&aacute;veis - j&aacute; representam mais de 1/4 de todo o volume de bolachas comercializado anualmente, sendo que esta quantidade corresponde a quase 35% de todo o valor gerado pela categoria, ganhando terreno em rela&ccedil;&atilde;o aos segmentos tradicionais.</p>
<p>O caminho que tem (e que est&aacute; a) ser percorrido pelas marcas neste mercado encontra-se bem definido, no entanto, o trabalho feito at&eacute; ao momento ainda n&atilde;o &eacute; suficiente, pois os ganhos dos segmentos saud&aacute;veis n&atilde;o compensam as perdas dos segmentos tradicionais. As promo&ccedil;&otilde;es n&atilde;o garantem o crescimento da categoria (o n&uacute;mero de ocasi&otilde;es em que compramos bolachas em promo&ccedil;&atilde;o aumentou 42% nos ultimos 3 anos, e ainda assim a categoria caiu 6% em volume durante o mesmo per&iacute;odo). Aliar a inova&ccedil;&atilde;o aos h&aacute;bitos mais antigos dos portugueses, trazendo receitas mais saud&aacute;veis &agrave;s bolachas tradicionais que fazem parte da nossa alimenta&ccedil;&atilde;o, poder&aacute; evitar a canibaliza&ccedil;&atilde;o dentro da categoria, expandi-la com valor acrescentado a mais compradores, e assim, formar uma boa estrat&eacute;gia para que ao fim de mais de meia d&eacute;cada a categoria de bolachas possa voltar a crescer.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 22 Oct 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Bolachas-at-os-velhos-hbitos-podem-mudar</guid>
      </item>	
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         <title><![CDATA[Sobremesas LÃ¡cteas quebram regras de iogurtes]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Sobremesas-Lcteas-quebram-regras-de-iogurtes</link>
         <description><![CDATA[<p>Muito j&aacute; se falou da preocupa&ccedil;&atilde;o que existe sobre uma alimenta&ccedil;&atilde;o mais saud&aacute;vel e esta &eacute; uma tend&ecirc;ncia que parece ter vindo para ficar, ao estarmos mais conscientes e informados sobre os benef&iacute;cios dos alimentos que ingerimos. A verdade &eacute; que muita desta preocupa&ccedil;&atilde;o surge numa altura em que estamos constantemente a ser invadidos por informa&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s dos meios de comunica&ccedil;&atilde;o social, que acabam por mexer com as nossas presun&ccedil;&otilde;es do que &eacute; bom ou mau para o nosso corpo, fazendo-nos questionar as nossas escolhas. Uma das discuss&otilde;es mais recentes e controversas que se levantou foi sobre o real papel do leite na nossa alimenta&ccedil;&atilde;o. Com v&aacute;rias opini&otilde;es divergentes sobre o tema, a verdade &eacute; que a rela&ccedil;&atilde;o dos portugueses com o leite se alterou, existindo uma constante redu&ccedil;&atilde;o do seu consumo. Se recuarmos um pouco no tempo e analisarmos o primeiro semestre de 2018 vs. o primeiro semestre de 2014, o leite regista menos 20 mil lares compradores e apresenta uma queda em volume de 19.6%. Neste processo surgiram dois grandes sucessores, foram eles as Bebidas Vegetais e o leite Sem Lactose, que continuam a ganhar adeptos e que, ao se assumirem como substitutos do leite, levaram a que os portugueses procurassem as mesmas alternativas em outros produtos l&aacute;cteos.</p>
<p>A controv&eacute;rsia em torno dos benef&iacute;cios do leite para o nosso bem-estar impactou de forma geral os produtos l&aacute;cteos, dificultando a sua perman&ecirc;ncia no dia-a-dia dos portugueses, efeito a que os Iogurtes n&atilde;o escaparam nem foram excep&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Os Iogurtes s&atilde;o um produto com grande afinidade com os portugueses. No primeiro semestre de 2018 estiveram presentes em 93,3% dos lares, sendo comprados a cada duas semanas mas, apesar desta proximidade, enfrentam uma cont&iacute;nua redu&ccedil;&atilde;o de consumo. A categoria n&atilde;o apresenta crescimento h&aacute; j&aacute; quatro anos consecutivos, onde as cestas mais reduzidas o principal impedimento ao crescimento. O comprador de iogurtes mant&eacute;m-se na categoria, mas leva cada vez menos quantidade de cada vez que a compra. Em rela&ccedil;&atilde;o ao primeiro semestre de 2014, Iogurtes enfrentam uma redu&ccedil;&atilde;o de cestas de -9.3%. Aqui os iogurtes ditos normais, sem qualquer benef&iacute;cio adicional, foram a maior dificuldade, representando 56% da queda em volume dos iogurtes vs. 2014.</p>
<p>Perante uma crescente oferta de produtos na categoria, que aportam todos os tipos de necessidades, de sa&uacute;de ou de sabor, os iogurtes normais foram perdendo, pouco a pouco, o interesse para os portugueses, ao perderem compradores e tamb&eacute;m intensidade de compra. Por outro lado, temos segmentos crescentes, como &eacute; o caso dos Sem Lactose e os Biol&oacute;gicos, que espelham a procura de op&ccedil;&otilde;es mais saud&aacute;veis desencadeada tamb&eacute;m pela contesta&ccedil;&atilde;o dos benef&iacute;cios do leite na nossa alimenta&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Mas n&atilde;o s&oacute; o saud&aacute;vel dinamiza o mercado. A novidade &eacute; um dos fatores que mais agita o mercado dos Iogurtes. Prova disso foi o fen&oacute;meno Skyr que, apenas atrav&eacute;s do boca-a-boca em redes sociais e blogues, criou burburinho e despertou curiosidade. A novidade surgiu em 2017 e em apenas um ano conquistou 957 mil lares compradores, ultrapassando j&aacute; o alcance de segmentos saud&aacute;veis de iogurtes como Soja, Biol&oacute;gicos e Sem Lactose.</p>
<p>Skyr atirou as Marcas da Distribui&ccedil;&atilde;o para a frente das tend&ecirc;ncias, ao serem as pioneiras neste segmento, deixando de ser apenas seguidoras das ac&ccedil;&otilde;es das Marcas de Fabricantes e passaram a criar tend&ecirc;ncias, o que alterou a forma como os portugueses as encaram.</p>
<p>A menor depend&ecirc;ncia de segmentos tradicionais de iogurtes, atrav&eacute;s de mais oferta em segmentos de valor acrescentado e lan&ccedil;amento de novidades, permitiu &agrave;s Marcas da Distribui&ccedil;&atilde;o invadir o territ&oacute;rio das Marcas de Fabricantes, valorizar a oferta junto dos compradores e contrariar a queda do mercado.</p>
<p>No primeiro semestre de 2018 as MDD&rsquo;s mant&eacute;m-se est&aacute;veis em Iogurtes, com uma evolu&ccedil;&atilde;o em volume de +0.9%. Esta estabilidade adv&eacute;m de um comprador mais regular, com mais dias de compra e da capacidade de atrair novos compradores, que cada vez mais duplicam a sua compra entre MDD&rsquo;s e MDF&rsquo;s. No mercado mais promocionado de L&aacute;cteos, as MDD&rsquo;s v&ecirc;m provar que cada vez mais os portugueses, para l&aacute; das promo&ccedil;&otilde;es, procuram a rela&ccedil;&atilde;o qualidade-pre&ccedil;o, reconhecendo assim valor &agrave;s Marcas da Distribui&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><strong>Sobremesas L&aacute;cteas</strong></p>
<p><strong></strong>Se por um lado os Iogurtes t&ecirc;m vindo a combater a redu&ccedil;&atilde;o de consumo de um comprador que cada vez mais procura benef&iacute;cios de sa&uacute;de nos produtos, por outro temos as Sobremesas L&aacute;cteas, que integram Mousses &amp; Liegois, Pudins, Gelatinas L&aacute;cteas e Cremes, e que representam o benef&iacute;cio oposto.</p>
<p>Aqui procuramos ter um bom momento guloso, que nos sacie e de prefer&ecirc;ncia sem muita culpa. Derrubando o estigma do leite, nesta primeira metade de 2018, as Sobremesas L&aacute;cteas cresceram 3.8% em volume, ao conseguirem recrutar um comprador mais dedicado &agrave; compra da categoria, conquistando mais 110 mil compradores que adquirem mais vezes e que enchem mais as suas cestas de cada vez que o fazem.</p>
<p>A recupera&ccedil;&atilde;o da atratividade de Cremes foi fundamental para o desenvolvimento de Sobremesas L&aacute;cteas, sendo respons&aacute;veis por 77% do crescimento em volume, tornam-se na sobremesa mais procurada, assumindo posi&ccedil;&atilde;o que pertencia anteriormente a Gelatinas.</p>
<p>Com maior foco em lares familiares com crian&ccedil;as, Sobremesas L&aacute;cteas ganham agora a aten&ccedil;&atilde;o de jovens independentes sem filhos. Sendo os jovens os mais atentos e adeptos das novas tend&ecirc;ncias saud&aacute;veis como os Free From e Biol&oacute;gicos, s&atilde;o eles quem adere a Sobremesas L&aacute;cteos por transfer&ecirc;ncia de Iogurtes. 43% do volume hoje gerado pelos jovens em Sobremesas, em 2017 era feito em segmentos da categoria de Iogurtes.</p>
<p>N&atilde;o existe de facto uma f&oacute;rmula m&aacute;gica para potenciar o crescimento dos produtos, a preocupa&ccedil;&atilde;o com a nossa sa&uacute;de, assim como a procura por produtos saud&aacute;veis, &eacute; real. No entanto, o disruptividade de sobremesas mostra que existe espa&ccedil;o para criar novos consumos e quebrar as regras com produtos que nos aportem novidade &agrave; rotina.</p>
<p>Quando nos deslocamos a uma loja e, perante o linear, tomamos a decis&atilde;o de comprar determinado produto, compramos uma experi&ecirc;ncia de consumo, algo que nos fa&ccedil;a querer repetir a compra. A ambiguidade entre Iogurtes e Sobremesas L&aacute;cteas afirma que cada compra tem diferentes expectativas e diferentes prop&oacute;sitos, cabe &agrave;s marcas proporcionarem o produto adequado para cada momento de consumo.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 27 Sep 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Sobremesas-Lcteas-quebram-regras-de-iogurtes</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[RefeiÃ§Ãµes prontas: prontas para as refeiÃ§Ãµes!]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Refeies-prontas-prontas-para-as-refeies</link>
         <description><![CDATA[<p>Ultrapassada a primeira metade de 2018, revemos o que se passou no mundo dos &ldquo;fast moving consumer goods&rdquo; (FMCG) e o cen&aacute;rio n&atilde;o &eacute; favor&aacute;vel. Apesar de neste in&iacute;cio de ano o volume comprado pelos portugueses ter quase atingido o positivo (-0,3% vs semestre de 2017), o valor dos produtos comprados teve a sua primeira queda dos &uacute;ltimos anos (-1.5%). Uma das raz&otilde;es por detr&aacute;s deste resultado est&aacute; no aumento pela procura do melhor pre&ccedil;o ao inv&eacute;s da melhor promo&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><strong>Pre&ccedil;o ganha relev&acirc;ncia no crescimento das categorias</strong></p>
<p><strong></strong>Desde meados que 2016 em que ocorreu uma descida geral do desconto m&eacute;dio das promo&ccedil;&otilde;es, que os lares portugueses t&ecirc;m gradualmente descartado gastos &ldquo;extra&rdquo; em produtos mais caros, mesmo estando em promo&ccedil;&atilde;o. Neste contexto, s&atilde;o as marcas de distribui&ccedil;&atilde;o (MDD) que ganham vantagem sobre os fabricantes, que desde ent&atilde;o t&ecirc;m vindo a crescer de forma consistente. Existem por&eacute;m alguns mercados que estimulam simultaneamente o crescimento da MDD e de Fabricantes, sobretudo se forem produtos que est&atilde;o bastante em voga. Um dos casos mais flagrantes s&atilde;o as refei&ccedil;&otilde;es prontas. Conveni&ecirc;ncia continua a n&atilde;o ser tudo, mas tem vindo a ganhar protagonismo e 2018 promete ser um ano de recordes para este mercado.</p>
<p><strong>O triunfo da diversifica&ccedil;&atilde;o da oferta</strong></p>
<p>Mesmo n&atilde;o sendo um mercado com uma elevada press&atilde;o promocional dentro das categorias de alimenta&ccedil;&atilde;o, a verdade &eacute; que a redu&ccedil;&atilde;o acentuada do desconto m&eacute;dio n&atilde;o inibiu o seu crescimento, destacando-se as MDD nas refei&ccedil;&otilde;es congeladas e os Fabricantes nas refrigeradas. A chave est&aacute; no aumento da oferta e da qualidade da mesma, e se tivermos em conta que, por exemplo, as pizzas, que mesmo acompanhando este crescimento, em 2014 valiam 31% do volume gerado neste mercado, atualmente reduziram a sua import&acirc;ncia para 26%.</p>
<p>Globalmente, as refei&ccedil;&otilde;es prontas registam o maior n&iacute;vel de crescimento dos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos, sendo este resultado mais evidente nas refei&ccedil;&otilde;es congeladas (+6.7% vs. +6.0% de crescimento em volume nas refrigeradas). A taxa de penetra&ccedil;&atilde;o anual das refei&ccedil;&otilde;es congeladas ultrapassou inclusivamente os 50%, &eacute; a mais alta de sempre, enquanto as refrigeradas t&ecirc;m mantido consistentemente a sua presen&ccedil;a em 79% dos lares portugueses. Tamb&eacute;m na regularidade de compra tem havido uma evolu&ccedil;&atilde;o consider&aacute;vel. Atualmente os lares dedicam em m&eacute;dia nove dias de compra por ano &agrave;s refei&ccedil;&otilde;es prontas, um dia mais que em 2015, e 22% destes j&aacute; compram estes produtos mensalmente (vs. 18% em 2015). Mas, tendo em conta este constante desenvolvimento, qual est&aacute; a ser o impacto nas restantes categorias de alimenta&ccedil;&atilde;o?</p>
<p>Os principais afetados com o crescimento das refei&ccedil;&otilde;es prontas s&atilde;o os produtos frescos, 65% do crescimento v&ecirc;m de compras transferidas diretamente de produtos frescos. O comprador de refei&ccedil;&otilde;es prontas refrigeradas dispensa com maior intensidade bacalhau seco, peixe e marisco fresco, enquanto o comprador de congeladas, al&eacute;m das prote&iacute;nas marinhas tamb&eacute;m vai dispensando as carnes. N&atilde;o quer dizer este facto que &agrave; medida que os lares que v&atilde;o aderindo com maior regularidade a este mercado deixem completamente de parte os produtos frescos. Se tivermos em conta o comprador mais regular (que compra pelo menos uma vez por m&ecirc;s), a seu volume de compra de frutas tamb&eacute;m cresce exponencialmente (+14%) e os legumes e verduras n&atilde;o s&atilde;o dispensados (+1%).</p>
<p><strong>A sa&uacute;de, a conveni&ecirc;ncia e&hellip; o pre&ccedil;o!</strong></p>
<p>Conseguimos concluir que existe espa&ccedil;o tanto para categorias pr&aacute;ticas, como saud&aacute;veis, existe espa&ccedil;o para fabricantes como para as MDD, a chave &eacute; estar no s&iacute;tio certo com o produto que o comprador procura. Estamos em plena &eacute;poca do produto de &ldquo;valor acrescentado&rdquo;, onde o cuidado com a sa&uacute;de e a prefer&ecirc;ncia por solu&ccedil;&otilde;es de conveni&ecirc;ncia est&atilde;o cada vez mais aliados &agrave; procura pelo melhor pre&ccedil;o. A quest&atilde;o que o comprador atual mais coloca e que os players do mercado ter&atilde;o de responder ser&aacute; &ldquo;qual o retorno que terei ao pagar este valor por este produto?&rdquo;</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 18 Sep 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Refeies-prontas-prontas-para-as-refeies</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Frescos: entre o saudÃ¡vel e o conveniente]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Frescos-entre-o-saudvel-e-o-conveniente</link>
         <description><![CDATA[<p>Os produtos de grande consumo continuam sem dar sinais claros de retorno a uma presta&ccedil;&atilde;o positiva em 2018 e a alimenta&ccedil;&atilde;o continua a ser o setor em maior destaque pela negativa. Um dos principais reflexos deste cen&aacute;rio na alimenta&ccedil;&atilde;o s&atilde;o os frescos, que continuam a &ldquo;lutar&rdquo; por um resultado positivo. Se em 2016 assistimos a uma performance prometedora deste sector, sobretudo com a animadora recupera&ccedil;&atilde;o das frutas e legumes, a verdade &eacute; que os frescos voltam a afastar-se dos lares portugueses. 2018 come&ccedil;a, desta forma, como acabou 2017, com um resultado negativo: -3.2% em volume, ao final do primeiro trimestre. Face ao aumento do consumo fora de cada, a desprioriza&ccedil;&atilde;o dos produtos frescos surge sobretudo do tipo de cesta efetuada. Apesar dos compradores manterem a regularidade de compra anual (52 dias de compra/ano), cada lar est&aacute; a comprar cerca de menos 220gr de produtos por cada ato de compra. 91% da queda dos produtos frescos est&aacute; a ser feita pelos legumes (43%), peixes e maricos (25%) e pelas frutas (23%), consideradas por muitos os grandes &ldquo;motores&rdquo; para uma alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel, que vive hoje em dia o seu apogeu.&nbsp; Mas quer isto dizer que estamos a procurar alternativas ou simplesmente a retirar estes produtos das nossas despensas?</p>
<p><strong>Os frescos e a dicotomia na alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel</strong></p>
<p>Nenhuma destas categorias apresenta um saldo negativo em termos de presen&ccedil;a nos lares, sinal claro que se ir&atilde;o manter nas dispensas, resta saber ent&atilde;o de que forma. 71% de todo o volume perdido pelas categorias de frescos no negativo est&aacute; diretamente relacionado que a quebra na intensidade de compra, por&eacute;m os restantes 29% dizem respeito a compras perdidas diretamente para outras categorias. Os principais destinos s&atilde;o os refrigerados prontos a comer e congelados, mas mais importante &eacute; que quase metades destas perdas diretas (46%) est&atilde;o a ir para a t&atilde;o aclamada a nova vaga de alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel: os sem gl&uacute;ten e sem lactose, os biol&oacute;gicos e produtos naturais, tais como a stevia, espelta ou a granola. Aumenta a procura pela alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel &ldquo;conveniente&rdquo;.</p>
<p>Os legumes, por exemplo, beneficiam em parte com esta forma de planeamento alimentar. Com o crescimento da confe&ccedil;&atilde;o de refei&ccedil;&otilde;es frias dentro do lar, as saladas prontas a comer (4&ordf; gama) chegam agora a quase mais 10 mil de compradores que no ano passado (890 mil no total), por&eacute;m a venda a granel de variedades de legumes com maior aptid&atilde;o para saladas n&atilde;o conseguem resistir, como s&atilde;o os casos da alface (-2.8% em volume) e o tomate (-3,1%). Adicionalmente, legumes identificados com a confe&ccedil;&atilde;o de sopas caseiras est&atilde;o a perder popularidade, sobretudo as batatas, que representam metade da queda (49%) de toda a categoria de legumes.</p>
<p>Na sec&ccedil;&atilde;o da peixaria o principal ponto de fuga s&atilde;o os hom&oacute;logos congelados. A regularidade da compra &eacute; o melhor indicador para entender esta mudan&ccedil;a na rotina de compra de peixe e marisco, pois se h&aacute; dois anos os frescos proporcionavam quase mais tr&ecirc;s dias ao ano de compra na loja que os congelados, atualmente a diferen&ccedil;a &eacute; de apenas um dia (peixe e marisco fresco 9 dias de compra ao ano e congelado 8 dias de compra ao ano). Neste caso, a troca por um produto mais conveniente acaba por penalizar as variedades com um pre&ccedil;o m&eacute;dio por quilo mais elevado: choco, peixe-espada, polvo e sapateira, s&atilde;o alguns dos exemplos mais sonantes de um conjunto de categorias cujo pre&ccedil;o est&aacute; 30% acima da m&eacute;dia deste sector.</p>
<p>Nas frutas a principal mudan&ccedil;a n&atilde;o se justifica pela troca por um produto mais conveniente, mas sim por um mix de compra mais dispendiosa. Se &eacute; verdade que se focarmos na quantidade comprada, falamos atualmente do n&uacute;mero mais baixo dos &uacute;ltimos quatro anos, tamb&eacute;m se verifica uma maior disponibilidade para dedicar uma maior fatia do or&ccedil;amento do lar em frutas. O gasto anual por lar est&aacute; agora fixado nos 140&euro;, mais 14&euro; que em 2016, mas, por outro lado, est&atilde;o a ser &ldquo;dispensados&rdquo; 4 quilos por lar face a esse mesmo per&iacute;odo. Anan&aacute;s, uva, abacate, damasco, papaia e cereja s&atilde;o alguns dos principais impulsionadores desta mudan&ccedil;a, que chegam a atingir um pre&ccedil;o por quilo duas vezes superior &agrave; m&eacute;dia do mercado.</p>
<p><strong>Frescos s&atilde;o determinantes para o crescimento dos retalhistas</strong></p>
<p>Atualmente os portugueses procuram essencialmente duas coisas num local de compra: boa rela&ccedil;&atilde;o qualidade pre&ccedil;o e qualidade dos produtos frescos, sendo que 73% e 74% dos lares, respetivamente, deram a nota m&aacute;xima a estes dois fatores quando questionados sobre o que valorizam na escolha de uma loja. (numa escala de 5). Os frescos continuam, sem d&uacute;vida a ser um ponto de refer&ecirc;ncia, mas ser&aacute; que a distribui&ccedil;&atilde;o consegue corresponder?</p>
<p><br />Apenas um ter&ccedil;o das cadeias de distribui&ccedil;&atilde;o presentes no top 10 de compradores consegue uma perce&ccedil;&atilde;o positiva acima da m&eacute;dia no que diz respeito &agrave; qualidade dos frescos presentes nas suas lojas e realmente apenas metade das principais lojas a operar em Portugal est&atilde;o a gerar mais ocasi&otilde;es de compra em frescos. Quando falamos de tr&aacute;fego nas lojas, os frescos s&atilde;o o principal impulsionador de presen&ccedil;a de compradores. As lojas que mais aumentam o n&uacute;mero de compras de frescos s&atilde;o as que mais crescem em ocasi&otilde;es de compra. Esta rela&ccedil;&atilde;o &eacute; t&atilde;o estreita que quanto maior a dimens&atilde;o da superf&iacute;cie da loja, maior influ&ecirc;ncia os frescos exercem no seu desenvolvimento.</p>
<p><strong>Produtos frescos, alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel e conveni&ecirc;ncia</strong></p>
<p>Fomentar a coexist&ecirc;ncia dos frescos com a crescente oferta de produtos saud&aacute;veis e a procura pelas solu&ccedil;&otilde;es que sejam mais convenientes &eacute; a f&oacute;rmula para atingir o sucesso a curto e m&eacute;dio. Por&eacute;m a aparente simplicidade na nomea&ccedil;&atilde;o destas tr&ecirc;s vari&aacute;veis escondem a complexidade de um comprador ainda mais atento e informado sobre tudo o que o rodeia, que exige um planeamento estrat&eacute;gico rigoroso e cir&uacute;rgico, pois cada vez mais ser o primeiro n&atilde;o significa propriamente o melhor.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 07 Sep 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Frescos-entre-o-saudvel-e-o-conveniente</guid>
      </item>	
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         <title><![CDATA[Soft Drinks jÃ¡ nÃ£o refrescam o consumo In & Out]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Soft-Drinks-j-no-refrescam-o-consumo-In--Out</link>
         <description><![CDATA[<p>&gt; Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/HiperSuper%20Junho%202018.pdf">Hipersuper</a></p>
<p>Nos primeiros 4 meses de 2018 a categoria de Soft Drinks, que incluem refrigerantes com e sem g&aacute;s, registou uma queda em volume de -5.1%, mas com tend&ecirc;ncia crescente em valor. Esta &eacute; uma categoria que se insere nas bebidas, e que entra em 58% dos lares Portugueses, mas que tem sofrido com a redu&ccedil;&atilde;o de compra atrav&eacute;s da diminui&ccedil;&atilde;o da quantidade levada nas cestas. Esta redu&ccedil;&atilde;o acontece na tentativa de controlar os gastos realizados na compra de refrigerantes, tendo em conta que ocorreu um aumento de pre&ccedil;o significativo com a implementa&ccedil;&atilde;o do Sugar Tax, imposto sobre o a&ccedil;&uacute;car nas bebidas, que entrou em vigor em Fevereiro de 2017.</p>
<p>A partir do momento em que o imposto foi aplicado houve um afastamento de compradores &agrave; categoria, com as Colas e os Ice Teas a serem das mais impactadas. Ao sofrerem o maior aumento de pre&ccedil;o foram as que mais sentiram a redu&ccedil;&atilde;o de compra do shopper e as respons&aacute;veis por 100% da queda de Soft Drinks.</p>
<p>No entanto, Colas e Ice Tea apresentam diferen&ccedil;as em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s suas evolu&ccedil;&otilde;es. Neste in&iacute;cio de ano Colas, que chegam a 29,2% dos lares Portugueses, mant&ecirc;m a sua clientela, mas com um padr&atilde;o de compra menos intensivo havendo menos quantidade por cesta. Por outro lado, Ice Tea que tem um maior alcance do que Colas, chegando a 32,3% dos lares Portugueses, enfrenta um cen&aacute;rio mais dif&iacute;cil: al&eacute;m de intensidade de compra perde tamb&eacute;m compradores. S&atilde;o perdas de peso, pois estas 2 categorias representam 70% de tudo o que os lares compram em Soft Drinks.</p>
<p>Esta mudan&ccedil;a de compra esconde duas formas de controlar os gastos, se por um lado se verifica a redu&ccedil;&atilde;o direta do consumo de Soft Drinks dentro de casa, por outro, existe a procura de alternativas menos dispendiosas e que sejam menos impactadas pelo imposto aplicado, e aqui as Colas e Ice Tea t&ecirc;m algo em comum: ambas sofrem com a transfer&ecirc;ncia direta para outras categorias de bebidas, onde as &Aacute;guas t&ecirc;m um papel central.</p>
<p>Neste in&iacute;cio de 2018 as &Aacute;guas chegaram a 69.8% e apresentam um crescimento em volume de 4.5% vs. o per&iacute;odo hom&oacute;logo. Este crescimento deve-se &agrave; capacidade de atrair compradores e tamb&eacute;m de desenvolver uma compra mais intensiva (compra mais frequente e com cestas maiores), beneficiando de um shopper que procura equilibrar os gastos em Soft Drinks mas n&atilde;o s&oacute;. Esta nova realidade das &Aacute;guas leva-nos &agrave; reflex&atilde;o sobre a crescente preocupa&ccedil;&atilde;o dos Portugueses em acompanhar tend&ecirc;ncias saud&aacute;veis na alimenta&ccedil;&atilde;o e a procurar produtos com menor teor de a&ccedil;&uacute;car. Esta preocupa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se restringe apenas &agrave;s Soft Drinks, estendendo-se a outros produtos alimentares como Bolachas, Iogurtes, Chocolates, mas s&atilde;o efectivamente as Colas Sem A&ccedil;&uacute;car os produtos mais procurados dentro deste leque de oferta de baixo teor de a&ccedil;&uacute;car, que em apenas um ano, de 2016 para 2017, ganharam mais 156 mil compradores.</p>
<p><strong>Afinal, o Sugar Tax &eacute; um &ldquo;bicho pap&atilde;o&rdquo;?</strong></p>
<p>T&ecirc;m sido v&aacute;rios os pa&iacute;ses, regi&otilde;es, a sofrerem com a decis&atilde;o de aplica&ccedil;&atilde;o do imposto sobre o a&ccedil;&uacute;car nas bebidas. O mais recente pa&iacute;s onde entrou em vigor foi a Irlanda, em Abril de 2018, Portugal em Fevereiro de 2017, e em Espanha, apenas na regi&atilde;o da Catalunha, em Maio de 2017. Entre os efeitos que se verificam em Portugal e na Catalunha encontram-se algumas semelhan&ccedil;as, tais como, as perdas de compradores com maior incid&ecirc;ncia nas bebidas Soft Drinks com g&aacute;s, acabando por ser as &aacute;guas que beneficiam deste entorno e absorvem a maioria das perdas de soft drinks.</p>
<p>Outra semelhan&ccedil;a entre Portugal e a Catalunha encontra-se nas Colas, onde cada vez mais existe uma passagem de Regular para as vers&otilde;es Baixas em Calorias, sem que neste caso o factor pre&ccedil;o tenha sido determinante nestas altera&ccedil;&otilde;es de consumo e perda de atratividade.</p>
<p>De forma geral, o afastamento &agrave;s Soft Drinks d&aacute;-se essencialmente em lares mais familiares (fam&iacute;lias com filhos), que fazem 62% da queda em volume da categoria. Mas s&atilde;o os lares com crian&ccedil;as mais pequenas (at&eacute; 5 anos) que mais se afastam, n&atilde;o s&oacute; porque quem permanece est&aacute; a comprar menos quantidade, mas tamb&eacute;m por abandono total da compra. Este comportamento revela uma forte preocupa&ccedil;&atilde;o com a sa&uacute;de dos mais pequenos uma vez que 84% dos lares Portugueses afirmam que os produtos sem conservantes nem aditivos s&atilde;o mais seguros para as crian&ccedil;as, preocupa&ccedil;&atilde;o esta que tem vindo a aumentar desde 2013.</p>
<p>As mudan&ccedil;as que se observam na compra explicam tamb&eacute;m as mudan&ccedil;as de consumo. Verifica-se um menor h&aacute;bito de compra de Soft Drinks, que perdem presen&ccedil;a nas cestas maiores do shopper. E ao n&iacute;vel do consumo In Home, esta &eacute; cada vez mais uma bebida consumida de forma espor&aacute;dica, ganhando relev&acirc;ncia no fim-de-semana vs durante a semana uma vez que os motivos que levam ao seu consumo tamb&eacute;m mudam.</p>
<p>O &ldquo;H&aacute;bito&rdquo; que era o principal driver de consumo das Soft Drinks no passado perde destaque para o &ldquo;Prazer&rdquo; que estas bebidas transmitem, associando-se cada vez mais tamb&eacute;m &agrave;s &ldquo;Ocasi&otilde;es Especiais&rdquo;, contrastando claramente com a tend&ecirc;ncia, uma vez mais das &Aacute;guas, que se refor&ccedil;am como a bebida mais escolhida pelo h&aacute;bito, com forte aumento de consumo In Home.</p>
<p><strong>O consumo In &amp; Out-Of-Home em sintonia</strong></p>
<p>No ambiente fora de casa, os consumidores Portugueses procuram igualmente alternativas saud&aacute;veis, em especial na categoria de bebidas. As Soft Drinks s&atilde;o tamb&eacute;m sacrificadas com menos 20% de ocasi&otilde;es de consumo vs igual per&iacute;odo (MAT P4 2018 vs MAT P4 2016). Menos compradores e menos frequ&ecirc;ncia de compra explicam a quebra dos atos de consumo dos Soft Drinks, apesar de assistirmos a um maior gasto e volume por ticket de compra.</p>
<p>Por oposi&ccedil;&atilde;o, &eacute; nas &Aacute;guas que os Portugueses procuram contrariar as bebidas a&ccedil;ucaradas no consumo fora de casa, e encontram essencialmente nas &aacute;guas com g&aacute;s e com sabores essa alternativa. N&atilde;o obstante, os Sumos / N&eacute;ctares e as bebidas da moda (entre elas as Bebidas Espirituosas Mixadas e as Sidras) tem evolu&iacute;do positivamente e ganho destaque no mercado Out-of-Home.</p>
<p>Regra geral, os Portugueses procuram consumir cada vez mais &ldquo;during the day&rdquo; e &ldquo;on-the-go&rdquo;, num regime fora-de-horas &agrave;s refei&ccedil;&otilde;es ditas principais. Claramente, as Soft Drinks perdem express&atilde;o nestes ambientes de consumo isolado ou de refei&ccedil;&otilde;es ligeiras/ snacking onde ganham relev&acirc;ncia as &Aacute;guas, os Sumos e N&eacute;ctares embalados, as Cervejas e as Sidras.</p>
<p><strong><br /></strong></p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 08 Aug 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Soft-Drinks-j-no-refrescam-o-consumo-In--Out</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Smart Discount - O Novo canal emergente em Portugal]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Smart-Discount---O-Novo-canal-emergente-em-Portugal</link>
         <description><![CDATA[<p>2017 foi um ano de recupera&ccedil;&atilde;o para os Portugueses e para Portugal, com forte aumento do turismo mas tamb&eacute;m com outros indicadores positivos como &eacute; o caso da baixa de desemprego, crescimento do PIB, etc., levando a que estejamos mais confiantes e predispostos a outros tipos de gastos. Gastos estes que passam por comprar mais tecnologia, mais carros, mais viagens, mais vestu&aacute;rio mas tamb&eacute;m passarmos mais tempo fora de casa. Esta &uacute;ltima tend&ecirc;ncia leva a que os Portugueses continuem a consumir menos em casa, impactando o crescimento das compras para dentro do lar, nas categorias de FMCG, sobretudo nas de Alimenta&ccedil;&atilde;o Sem Bebidas (-4.0% em volume). Mas existe um target que sai fora desta tend&ecirc;ncia que s&atilde;o os Seniors (50 e mais anos), que representam mais de 60% das ocasi&otilde;es de consumo em FMCG e s&atilde;o os &uacute;nicos que aumentam as ocasi&otilde;es de compra.</p>
<p><strong>E quais os Canais que mais atraem o Shopper?</strong></p>
<p>O canal din&acirc;mico (Hipers/Supers e Discounts) &eacute; aquele onde existe a maior concentra&ccedil;&atilde;o de compras, representando mais de 80% do total do volume feito em FMCG, em 2017, sendo que &eacute; neste canal tamb&eacute;m onde existe um aumento das cestas m&eacute;dias em 2.3pp vs 2014, levando a que tenhamos uma menor impulsividade da compra. No entanto, tamb&eacute;m as promo&ccedil;&otilde;es, que parecem ter atingido o seu ponto m&aacute;ximo, levam a esta tend&ecirc;ncia, uma vez que, pela primeira vez nos &uacute;ltimos cinco anos o n&uacute;mero de compras com promo&ccedil;&atilde;o estabilizou a sua evolu&ccedil;&atilde;o (+0.3% vs 2016), consolidando a sua posi&ccedil;&atilde;o na rotina do Shopper, n&atilde;o tendo este agora necessidade em antecipar as suas compras na procura de redu&ccedil;&otilde;es de pre&ccedil;os.</p>
<p><strong>Ins&iacute;gnias reinventam-se para crescer em 2017</strong></p>
<p>Tamb&eacute;m nas ins&iacute;gnias da Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna existe uma maior competitividade, uma vez que 31% dos lares compraram pelo menos uma vez em 5 ou mais ins&iacute;gnias (+3.6pp vs 2016). Esta forte duplica&ccedil;&atilde;o fez com que as ins&iacute;gnias tivessem de encontrar v&aacute;rias vias de crescimento, por um lado incidindo no sortido/oferta, por outro na expans&atilde;o/remodela&ccedil;&atilde;o. No primeiro caso, todas as ins&iacute;gnias apostaram nas suas marcas pr&oacute;prias, n&atilde;o s&oacute; para os produtos de alimenta&ccedil;&atilde;o mas tamb&eacute;m para os produtos de higiene e beleza, existindo cada vez mais uma valoriza&ccedil;&atilde;o das mesmas com ofertas mais premium. Outra aposta foi o de criar um maior envolvimento com o Shopper, quer seja por via de ofertas/a&ccedil;&otilde;es direcionadas para as crian&ccedil;as, mas tamb&eacute;m nas a&ccedil;&otilde;es sociais, campanhas espec&iacute;ficas tanto nas novas tend&ecirc;ncias saud&aacute;veis, como a&ccedil;&otilde;es dentro da loja. No segundo caso, verificou-se uma grande aposta por parte de todas as ins&iacute;gnias em renova&ccedil;&otilde;es e melhoramentos das suas lojas, para proporcionar uma melhor experi&ecirc;ncia de compra, mas tamb&eacute;m no desenvolvimento de formatos de loja de maior proximidade e conveni&ecirc;ncia. Transversal a todas estas vias de expans&atilde;o est&aacute; o canal Online que, apesar de ainda ser pequeno em Portugal, 1% do total do valor gasto em FMCG, assenta o seu crescimento no recrutamento de novos lares compradores +95 Mil lares vs 2014.</p>
<p>Smart Discounts cada vez mais na mente e na rotina do Shopper Portugu&ecirc;s</p>
<p>Dentro destas tend&ecirc;ncias nasce tamb&eacute;m um novo canal, o Smart Discount que tem como base duas ins&iacute;gnias, Aldi e Lidl que foram das que mais desenvolveram compradores durante o ano de 2017, mas com focos de crescimento diferentes. Por um lado, o Lidl cresce via a sua marca pr&oacute;pria, apostando na valoriza&ccedil;&atilde;o da mesma com ofertas mais premium, enquanto o Aldi cresce sobretudo via a marca de fabricante, mas tamb&eacute;m com a sua marca pr&oacute;pria, concentrando estes dois players mais de 70% do valor gasto na loja, na sua marca pr&oacute;pria. No que se refere &agrave;s categorias de FMCG, o Lidl segue o seu foco em higiene e beleza, sendo esta uma das categorias que mais contribui para o seu crescimento, enquanto Aldi tem em &aacute;guas, legumes e verduras as categorias mais dinamizadoras da ins&iacute;gnia. Em comum t&ecirc;m o tipo de Shopper que os procura, que j&aacute; n&atilde;o s&atilde;o s&oacute; os mais velhos mas tamb&eacute;m os mais jovens.</p>
<p>A sua estrat&eacute;gia de crescimento passa tamb&eacute;m por aberturas de lojas, mas sobretudo por remodela&ccedil;&otilde;es, deixando estas de ter o aspeto de armaz&eacute;m, escuro, desarrumado para passar a ser lojas com corredores amplos, arrumados e com muita luminosidade, o que faz com que algu&eacute;m que entre pela primeira vez nestas lojas n&atilde;o pense num Discount. Tamb&eacute;m a aposta em produtos frescos e focados nas novas tend&ecirc;ncias saud&aacute;veis (produtos biol&oacute;gicos; free from, etc), foi o foco em 2017 com muitas campanhas e a&ccedil;&otilde;es, mostrando que este modelo de Discount est&aacute; a apostar na variedade e est&aacute; consciente das preocupa&ccedil;&otilde;es do Shopper.</p>
<p>S&atilde;o ins&iacute;gnias que j&aacute; n&atilde;o est&atilde;o apenas focadas no pre&ccedil;o, juntando as preocupa&ccedil;&otilde;es com a qualidade, a experi&ecirc;ncia em loja e a responsabilidade social, ou seja, aliam a experi&ecirc;ncia da compra ao Value for Money. Esta tend&ecirc;ncia n&atilde;o &eacute; s&oacute; uma aposta em Portugal, mas uma tend&ecirc;ncia global na Europa, como por exemplo, em Espanha e Reino Unido, que est&aacute; a agitar o panorama do mercado do retalho, trazendo tamb&eacute;m novos desafios para as ins&iacute;gnias l&iacute;deres de todos os pa&iacute;ses, onde estas duas cadeias est&atilde;o a ter um forte desenvolvimento e impacto.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 03 Aug 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Smart-Discount---O-Novo-canal-emergente-em-Portugal</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Consumo fora de casa:  Como adaptar ao novo ambiente]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Consumo-fora-de-casa--Como-adaptar-ao-novo-ambiente</link>
         <description><![CDATA[<p>O mercado Out-of-Home vive tempos de forte procura e, consequentemente, de uma enorme exig&ecirc;ncia por parte dos consumidores portugueses. Esta exig&ecirc;ncia obriga a uma clara metamorfose no posicionamento e estrat&eacute;gia de neg&oacute;cio dos pr&oacute;prios pontos de venda, isto &eacute;, do lado da oferta.&nbsp;Hoje assistimos a cinco grandes exig&ecirc;ncias dos consumidores na ind&uacute;stria do &ldquo;out of home&rdquo;, e em Portugal, elas s&atilde;o tend&ecirc;ncias j&aacute; evidentes:</p>
<ol>
<li>
<p><strong>Prefer&ecirc;ncia por op&ccedil;&otilde;es mais saud&aacute;veis &amp; gourmet</strong>: consumidores procuram por alternativas saud&aacute;veis que fujam &agrave; ideia de alimenta&ccedil;&atilde;o processada, mesmo tendo ainda o preconceito de que a comida &ldquo;fora de casa&rdquo; &eacute; menos saud&aacute;vel da &ldquo;de dentro de casa&rdquo;.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Modifica&ccedil;&atilde;o de itens nos menus de refei&ccedil;&atilde;o</strong>: cadeias de restaura&ccedil;&atilde;o que se focam em criar ofertas espec&iacute;ficas de valor acrescentado e que contrariem a perce&ccedil;&atilde;o negativa relativa &agrave; nutri&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel. Lembramos os menus da McDonalds com a introdu&ccedil;&atilde;o de sopas, leguminosas e fruta.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Aumento de solu&ccedil;&otilde;es de neg&oacute;cio ligados ao servi&ccedil;o de alimenta&ccedil;&atilde;o</strong>: a HORECA dita convencional tem vindo a perder quota para os hipers/supers que procuram dinamizar o neg&oacute;cio explorando as &aacute;reas de &ldquo;take away&rdquo; e a cria&ccedil;&atilde;o de espa&ccedil;os &ldquo;eat-in&rdquo;.&nbsp;</p>
</li>
<li>
<p><strong>Inclina&ccedil;&atilde;o para cozinhas Globais, &Eacute;tnicas e &Eacute;ticas</strong>: o aparecimento de novos conceitos que procuram contrariar o &ldquo;status quo&rdquo; ou responder a nichos que procuram diferencia&ccedil;&atilde;o ou estilos de vida pr&oacute;prios (ex. Restaurantes Veganos, Cel&iacute;acos, etc&hellip;).</p>
</li>
<li>
<p><strong>Servi&ccedil;os com principal foco de atra&ccedil;&atilde;o de millennials</strong>: tentativa do canal HORECA em atrair os consumidores mais jovens, atrav&eacute;s das novas tecnologias, de forma a potenciar servi&ccedil;o, rapidez e acima de tudo experi&ecirc;ncia. &Eacute; o caso da utiliza&ccedil;&atilde;o de plataformas intermedi&aacute;rias como a Zomato, The Fork, McDelivery, Uber Eats e outras.&nbsp;</p>
</li>
</ol>
<p>Por&eacute;m, apesar de assistirmos a uma tend&ecirc;ncia de consumo de bebidas aparentemente mais consciente, em resposta &agrave;s quest&otilde;es de sa&uacute;de e bem-estar, os portugueses n&atilde;o prescindem do consumo de puro &ldquo;guilty-pleasure&rdquo;, procurando nas cervejas (+10% em volume), nas sidras e bebidas espirituosas, sobretudo nos mixers (+3% em volume) essa satisfa&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><strong>Out-of-Home: Uma fonte de crescimento para as marcas</strong></p>
<p>Nos &uacute;ltimos 12 meses (MAT P3 2018), os portugueses geraram mais 10,2 milh&otilde;es de atos de consumo fora de casa (+3,3%) do que nos 12 meses anteriores (MAT P3 2017), totalizando 321 milh&otilde;es de atos de consumo durante esse tempo. O que &eacute; facto &eacute; que estamos a consumir mais vezes fora de casa, a gastar mais (+16%) e a comprar mais unidades (22%).<br />Por outras palavras, o mercado &ldquo;fora de casa&rdquo; &eacute; respons&aacute;vel por mais de 6 milh&otilde;es de atos de compra/consumo adicionais ao mercado &ldquo;dentro de casa&rdquo;, s&oacute; numa semana e cabe &agrave;s marcas que operam &ldquo;dentro e fora&rdquo; capitalizarem ao m&aacute;ximo a sua intera&ccedil;&atilde;o IN &amp; OUT.</p>
<p>Ao dia de hoje, o volume de bebidas (em unidades) &eacute; menor do que h&aacute; um ano m&oacute;vel atr&aacute;s (82% contra 89%), em detrimento de maior procura de snacking/refei&ccedil;&atilde;o ligeira (18% vs 11%). As bebidas quentes, em especial o caf&eacute;, &eacute; um dos principais respons&aacute;veis pela redu&ccedil;&atilde;o do volume de bebidas no Out-of-Home, mas n&atilde;o &eacute; o &uacute;nico.</p>
<p>Com a implementa&ccedil;&atilde;o do Sugar Tax, imposto sobre as bebidas a&ccedil;ucaradas, que entrou em Fevereiro de 2017 e todo o &lsquo;frenesim&rsquo; &agrave; volta do tema, o facto &eacute; que os portugueses tem vindo a reduzir gradualmente o consumo de Soft Drinks a partir desse per&iacute;odo dando espa&ccedil;o &agrave;s &aacute;guas (+24%) e aos sumos/n&eacute;ctares (+9%) para crescer no mercado &ldquo;fora de casa&rdquo;.</p>
<p>Por&eacute;m, apesar de assistirmos a uma tend&ecirc;ncia de consumo de bebidas aparentemente mais consciente, em resposta &agrave;s quest&otilde;es de sa&uacute;de e bem-estar, os portugueses n&atilde;o prescindem do consumo de puro &ldquo;guilty-pleasure&rdquo;, procurando nas cervejas (+10% em volume), nas sidras e bebidas espirituosas, sobretudo nos mixers (+3% em volume) essa satisfa&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><strong>&Aacute;guas: A alternativa saud&aacute;vel mais forte</strong></p>
<p>As &aacute;guas t&ecirc;m tido um desempenho bastante positivo quer &ldquo;In Home&rdquo;, mas tamb&eacute;m &ldquo;Out of Home&rdquo;. Hoje quase 7 em cada 10 portugueses consome &aacute;gua fora de casa, durante o ano (+6pp vs MAT P3 2017), apesar de manter a frequ&ecirc;ncia de consumo (9 vezes). O que explica o sucesso das &aacute;guas no &ldquo;fora de casa&rdquo; &eacute; o facto de haver mais adeptos da categoria, sendo esses novos adeptos mais intensivos no pr&oacute;prio consumo de &aacute;guas e procuram substituir os refrigerantes por &aacute;guas com sabores (+25% de atos de consumo) e &aacute;guas com g&aacute;s (+13% de atos de consumo).</p>
<p>Hoje &eacute; uma evid&ecirc;ncia que a &aacute;gua &eacute; a categoria que mais acompanha o consumidor ao longo dos v&aacute;rios momentos do dia. Desde o pequeno almo&ccedil;o at&eacute; ao ap&oacute;s jantar, a import&acirc;ncia das &aacute;guas ganha uma m&eacute;dia de 13% em cada momento, &agrave; exce&ccedil;&atilde;o do almo&ccedil;o, onde contrariamente, perde import&acirc;ncia.</p>
<p><strong>Refrigerantes: Considerado o inimigo p&uacute;blico</strong></p>
<p>O motivo da implementa&ccedil;&atilde;o do Sugar Tax, &agrave; luz das entidades competentes, serviu um prop&oacute;sito espec&iacute;fico e isso teve impacto &ldquo;direcionado&rdquo; nos h&aacute;bitos de consumo de soft drinks e na consciencializa&ccedil;&atilde;o desses pr&oacute;prios h&aacute;bitos. <br />Um dos impactos do imposto foi promover um consumidor de soft drinks mais seletivo, isto &eacute;, um consumidor de refrigerantes que tem vindo a diminuir o n&uacute;mero m&eacute;dio de diferentes tipos de bebida.</p>
<p>Mas o grande impacto do imposto sobre os soft drinks centra-se na perda de consumidores de um ano para o outro e o facto dos &ldquo;novos&rdquo; consumidores de refrigerantes n&atilde;o terem sido suficientes para compensar os perdidos e dos consumidores que se mantiveram fi&eacute;is ao consumo de refrigerantes terem reduzido a frequ&ecirc;ncia de consumo e conviverem com mais intensidade com as &aacute;guas.</p>
<p>Ali&aacute;s, entre os ex-consumidores e os recentes consumidores de refrigerantes, as &aacute;guas e os sumos/n&eacute;ctares s&atilde;o as categorias transversais: ss que deixam os refrigerantes &ldquo;fogem&rdquo; para as &aacute;guas e sumos/n&eacute;ctares e os recentes consumidores juntam aos refrigerantes as &aacute;guas e os sumos/n&eacute;ctares.</p>
<p><strong>Sumos e N&eacute;ctares: O complemento saud&aacute;vel e nutritivo</strong></p>
<p>A categoria de sumos e n&eacute;ctares t&ecirc;m vindo a tentar manter a sua posi&ccedil;&atilde;o no mercado de Out-of-Home (8% de atos de consumo no T. OOH), face a uma forte procura das &aacute;guas nesta dimens&atilde;o. Este ano, os portugueses (42%) consumiram +9% de sumos e n&eacute;ctares (embalados) do que no ano anterior e explicam a sua procura por motivos de aliar sabor com alternativa saud&aacute;vel.</p>
<p>S&atilde;o precisamente nos momentos do dia mais valorizados pelos consumidores &ldquo;Out-of-Home&rdquo; que a categoria ganha maior relev&acirc;ncia, nomeadamente no pequeno almo&ccedil;o e lanche da manh&atilde;, e faz-se acompanhar por refei&ccedil;&otilde;es ligeiras ou atrav&eacute;s de consumo isolado, ela pr&oacute;pria considerada como forma de nutri&ccedil;&atilde;o.<br />N&atilde;o admira que os sumos e n&eacute;ctares tenham maior atrac&atilde;o junto da popula&ccedil;&atilde;o mais jovem e dos jovens adultos, em plena vida ativa, e com maior presen&ccedil;a de consumo nos pr&oacute;prios locais de trabalho/universidades quando comparado com outros tipos de bebidas.</p>
<p><strong>Cervejas: Fi&eacute;is consomem mais</strong></p>
<p><strong></strong>A cerveja &eacute; igualmente uma das categorias que ganha destaque pela positiva, com um crescimento de 10% em volume (unidades). Apesar de haver menos portugueses a consumir cervejas fora de casa este ano (39% vs 43%) e se tenha diminu&iacute;do a frequ&ecirc;ncia de consumo (-14%), dos que consomem a categoria consomem mais quantidade por cada ato de consumo.<br />As marcas nacionais de refer&ecirc;ncia aumentam volume, mas perdem espa&ccedil;o para as novidades Craft/Artesanais que j&aacute; contam com um peso de 8% do volume e das marcas de Hiper/Super (com peso de 7% do volume).</p>
<p>Sendo o per&iacute;odo da tarde e noite os grandes momentos de consumo de cerveja, &eacute; no &ldquo;after dinner&rdquo; que a categoria ganha mais espa&ccedil;o no mercado. Al&eacute;m disso, a procura de cervejas tem perdido for&ccedil;a nos pontos de venda considerados convencionais. Hoje, os canais de impulso (vendas ambulantes, quiosques e esta&ccedil;&otilde;es de servi&ccedil;o) e o retalho (distribui&ccedil;&atilde;o moderna e minimercados locais) tem potenciado um novo alento &agrave; categoria.<br />O efeito de prolifera&ccedil;&atilde;o de diferentes pontos de venda apostando cada vez mais na ultra-proximidade complexifica as regras do jogo, sobretudo no canal Horeca, e tem potenciado mais neg&oacute;cio para algumas categorias, como &eacute; o exemplo das cervejas.</p>
<p><strong>OOH. Cada vez mais complexo e em plena metamorfose</strong></p>
<p>Em conclus&atilde;o, o mercado fora de casa est&aacute; a viver tempos &aacute;ureos e com fortes intera&ccedil;&otilde;es entre as categorias, os targets, os pontos de venda e os momentos de consumo. Estas din&acirc;micas exigem muito das marcas, n&atilde;o s&oacute; pensando em diferentes estrat&eacute;gias entre a dimens&atilde;o In Home e Out of Home, como tamb&eacute;m no pr&oacute;prio ambiente competitivo e de profunda metamorfose que se encontra o mercado fora de casa.</p>
<p>Para os profissionais da ind&uacute;stria, torna-se necess&aacute;rio cada vez mais monitorizar as mudan&ccedil;as nos h&aacute;bitos de consumo dos portugueses dentro e fora de casa e, assumir os atos de compra e consumo como um dos principais Key Performance Indicators a ter em conta.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 13 Jul 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Consumo-fora-de-casa--Como-adaptar-ao-novo-ambiente</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[MDD's democratizam charcutaria "premium"]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/MDDs-democratizam-charcutaria-premium</link>
         <description><![CDATA[<p>2017 prometia ser risonho para os frescos, depois de em 2016 terem encontrado o caminho da recupera&ccedil;&atilde;o, mas na realidade este mercado voltou a terminar o ano no negativo. A compra dos frescos parece, deste modo, perder prioridade nas dispensas perante o crescente consumo fora de casa dos portugueses. Frutas, legumes e verduras foram as categorias com maior protagonismo neste volte-face, juntando-se assim &agrave; carne, ao peixe e ao p&atilde;o no grupo negativo. Por&eacute;m existem duas categorias que conseguem permanecer est&aacute;veis apesar do contexto desfavor&aacute;vel, curiosamente ambas bastante mais ligadas ao sabor e prazer do que ingredientes de uma alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel: a pastelaria (-0.1% versus 2016) e a charcutaria (-1.1% versus 2016), no caso desta &uacute;ltima, acaba por ganhar peso no mundo dos frescos, ainda que n&atilde;o verifique um crescimento efetivo.</p>
<p>Se at&eacute; 2016 a charcutaria lutava contra a perda de dias de compra, indicador que desde ent&atilde;o tem-se mantido est&aacute;vel, a mais recente barreira ao crescimento prende-se com a redu&ccedil;&atilde;o do volume na cesta por visita (-1.8% vs. 2016). Em m&eacute;dia, os portugueses mant&ecirc;m o gasto de 141&euro; anuais, por&eacute;m est&atilde;o a comprar mais caro (+2.6% no pre&ccedil;o/kg final pago). Perante este cen&aacute;rio, de facto, os portugueses est&atilde;o a comprar menos, mas com variedades mais caras, sendo que o mercado est&aacute;, igualmente, a ser impactado pela redu&ccedil;&atilde;o da intensidade promocional. Ambos os cen&aacute;rios ocorrem tanto nos queijos como nas carnes, embora com enquadramentos distintos.</p>
<p><strong>Queijos: de regresso &agrave; produ&ccedil;&atilde;o nacional</strong></p>
<p>Os queijos t&ecirc;m sido nos &uacute;ltimos anos a for&ccedil;a maior da charcutaria e os bons resultados conseguidos t&ecirc;m alavancado o mercado, sobretudo em 2016, e evitado que se registasse perdas maiores neste sector. Por&eacute;m os resultados de 2017 refletem um abrandamento global, sobretudo devido &agrave; redu&ccedil;&atilde;o da quantidade por cesta, que ainda assim n&atilde;o comprometem totalmente a performance da categoria (-0.2% volume de compras vs. 2016). Verificou-se, de facto, uma quebra substancial nas compras com produtos em promo&ccedil;&atilde;o (-13%) e uma descida no desconto m&eacute;dio (18% vs. 21%), e se em 2016 as promo&ccedil;&otilde;es representavam 20% do volume de compras de queijo, esse valor fixa-se agora nos 17%. Mesmo com o crescimento das compras fora de promo&ccedil;&atilde;o (+3.5%), a categoria ressentiu-se com a quebra de variedades como o queijo para barrar e o queijo de cabra, mas, sobretudo, dos queijos frescos e estrangeiros, que em 2016 cresciam&nbsp;exponencialmente. As perdas destas variedades v&ecirc;m sobretudo das marcas de fabricante, n&atilde;o s&oacute; pelo impacto da redu&ccedil;&atilde;o promocional, mas tamb&eacute;m devido ao investimento das marcas dos distribuidores em tornar as suas marcas mais &ldquo;premium&rdquo;, aumentando competitividade ao n&iacute;vel do pre&ccedil;o nos segmentos de queijo onde o valor/Kg &eacute; mais elevado. O equil&iacute;brio no desempenho dos queijos &eacute; conseguido pelo crescimento cont&iacute;nuo de segmentos ligados &agrave; produ&ccedil;&atilde;o nacional e &agrave; conveni&ecirc;ncia, com as variedades de flamengo e outras t&iacute;picas portuguesas &agrave; cabe&ccedil;a, seguidas pelo queijo ralado. Nestas variedades tanto fabricantes e MDD t&ecirc;m conseguido aproveitar esta oportunidade no mercado.&nbsp;</p>
<p><strong>Carnes: da rotina semanal para ocasi&otilde;es especiais</strong></p>
<p>Nas carnes de charcutaria o cen&aacute;rio &eacute; mais desafiante. &Agrave; semelhan&ccedil;a do que acontece nos queijos, as carnes tamb&eacute;m verificaram um abrandamento do n&uacute;mero de compras em promo&ccedil;&atilde;o, embora n&atilde;o t&atilde;o significativo (-3%). O principal obst&aacute;culo est&aacute; em converter esta redu&ccedil;&atilde;o da venda promocional em vendas regulares (-1.9% volume de vendas), que representam 87% do volume desta categoria. Ainda assim os portugueses logram comprar variedades mais caras, onde o mix de produtos comprados pago &eacute; 3% mais caro do que em 2016. Analisando o consumo feito nos lares portugueses percebemos como as altera&ccedil;&otilde;es em algumas rotinas est&atilde;o a desequilibrar o desempenho dos principais produtos de carne: enchidos, presunto e fiambre. A verdade &eacute; que apesar de existirem mais portugueses a consumir variedades com pre&ccedil;o superior &agrave; m&eacute;dia de enchidos (por exemplo os salames, paio e painho) e presunto, as ocasi&otilde;es de consumo tendem a diminuir. Nestes produtos existe um aumento da procura por momentos de prazer, sobretudo no consumo partilhado t&iacute;pico de fim de semana, em detrimento do uso rotineiro, como nas refei&ccedil;&otilde;es. O fiambre verifica a tend&ecirc;ncia oposta, regista um menor n&uacute;mero de consumidores, mas os que se mant&ecirc;m est&atilde;o a consumir mais vezes. Neste caso a procura por alternativas mais saud&aacute;veis (fiambre de frango e per&uacute;) promove a inclus&atilde;o destes produtos nas grandes refei&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias, como o almo&ccedil;o ou jantar. &Agrave; semelhan&ccedil;a dos queijos, estes segmentos mais &ldquo;premium&rdquo; t&ecirc;m sido explorados com sucesso pelas MDD, que j&aacute; geram cerca de 48% de todo o volume vendido nas carnes de charcutaria. Este crescimento das MDD tanto nos queijos como nas carnes acaba por ser influenciado pela tipologia de loja em que s&atilde;o comprados os produtos.</p>
<p><strong>Distribui&ccedil;&atilde;o: Discounts marcam posi&ccedil;&atilde;o</strong></p>
<p>Em 2016 assistimos a um &ldquo;boom&rdquo; do canal tradicional: mais compradores, maior frequ&ecirc;ncia de compra, mais quantidade comprada por ato, mas em 2017 este canal foi trocado pela compra nos Discounts, que com oferta predominantemente de marca pr&oacute;pria, t&ecirc;m sido nos &uacute;ltimos anos a principal refer&ecirc;ncia no crescimento do conceito de compra de proximidade. O canal tradicional perdeu quase 5% dos compradores e registou uma quebra de 4% no n&uacute;mero de compras efetuadas, tendo mesmo 27% das compras perdidas sido diretamente transferidas para os Discounts. Esta transi&ccedil;&atilde;o foi feita sobretudo por lares familiares, os mais numerosos, que apesar de n&atilde;o ser a tipologia de lar que mais de identifica com o canal tradicional s&atilde;o os que, globalmente, maior quantidade compram e maior gasto dedicam aos produtos de charcutaria.<br />Deste modo, o principal desafio no mercado da charcutaria prende-se com a capacidade das marcas oferecem produtos que consigam ser competitivos com n&atilde;o s&oacute; a n&iacute;vel de pre&ccedil;o, mas igualmente que se destaquem pela diferencia&ccedil;&atilde;o e por uma perce&ccedil;&atilde;o de qualidade superior. Torna-se necess&aacute;rio procurar dinamizar mais momentos de consumo e voltar a criar uma liga&ccedil;&atilde;o com os produtos menos &ldquo;premium&rdquo;, sobretudo nas carnes. &Eacute; ainda importante perceber como lidar com o crescimento do conceito de canal de proximidade, mas n&atilde;o esquecendo que as cadeias de h&iacute;per e supermercados ainda geram 69% de todo o volume de compras neste mercado.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 03 Jul 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/MDDs-democratizam-charcutaria-premium</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Online, cash & carry e discounts ganham quota mercado]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Online-cash--carry-e-discounts-ganham-quota-mercado</link>
         <description><![CDATA[<p>A Kantar Worldpanel lan&ccedil;ou o &uacute;ltimo relat&oacute;rio &ldquo;Winning Omnichannel: Finding growth in reinvented retail&rdquo;. Esta publica&ccedil;&atilde;o revela que em 2017, 76% do crescimento em valor dos bens de grande consume (FMCG) veio de canais fora dos hipermercados e supermercados. Os tr&ecirc;s canais que mais crescem globalmente s&atilde;o o canal online, (+15%) os discounts (+5,2%) e os cash &amp; carry (+4.4%). Estes canais superam os hipermercados e supermercados, que continuam a ser, de longe, os canais mais relevantes, mas a crescer mais lentamente, em termos globais (+0,8).</p>
<p>A Kantar Worldpanel prev&ecirc; que em 2020, 15.3% dos produtos FMCG ser&atilde;o vendidos por estes tr&ecirc;s canais &ndash; canal online, (+15%) os discounts (+5,2%) e os cash &amp; carry. O canal online ser&aacute; o que ir&aacute; crescer mais at&eacute; 2020, representando 7,2% do mercado global, impulsionado pelo aumento de penetra&ccedil;&atilde;o da Internet em mercados como &Aacute;frica e &Aacute;sia.</p>
<p><strong>Tabela 1: Quota de Mercado Global FMCG por canal</strong></p>
<table border="1" frame="border">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><strong>Canais</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>2015</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>2016</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>2017</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 10pt; line-height: 115%; font-family: Arial, sans-serif;">Previs&atilde;o 2020</span></strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Hipermercados &amp; Supermercados</td>
<td style="text-align: center;">50,8%</td>
<td style="text-align: center;">49,8%</td>
<td style="text-align: center;">49,2%</td>
<td style="text-align: center;">48,4%</td>
</tr>
<tr>
<td>Discounts</td>
<td style="text-align: center;">5,1%</td>
<td style="text-align: center;">5,2%</td>
<td style="text-align: center;">5,3%</td>
<td style="text-align: center;">6,0%</td>
</tr>
<tr>
<td>Conveni&ecirc;ncia</td>
<td style="text-align: center;">5,4%</td>
<td style="text-align: center;">5,5%</td>
<td style="text-align: center;">5,5%</td>
<td style="text-align: center;">5,8%</td>
</tr>
<tr>
<td>Online</td>
<td style="text-align: center;">4,8%</td>
<td style="text-align: center;">5,4%</td>
<td style="text-align: center;">5,8%</td>
<td style="text-align: center;">7,2%</td>
</tr>
<tr>
<td>Com&eacute;rcio Tradicional</td>
<td style="text-align: center;">18,5%</td>
<td style="text-align: center;">18,6%</td>
<td style="text-align: center;">18,4%</td>
<td style="text-align: center;">18,4%</td>
</tr>
<tr>
<td>Cash &amp; Carry</td>
<td style="text-align: center;">1,3%</td>
<td style="text-align: center;">1,6%</td>
<td style="text-align: center;">1,8%</td>
<td style="text-align: center;">2,1%</td>
</tr>
<tr>
<td>Outros</td>
<td style="text-align: center;">14,1%</td>
<td style="text-align: center;">13,9%</td>
<td style="text-align: center;">14%</td>
<td style="text-align: center;">12,1%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-size: x-small;">Fonte: Kantar Worldpanel</span></p>
<p><strong>St&eacute;phane Roger</strong>, Global Shopper e Retail Director, da Kantar Worldpanel, afirmou: &ldquo;O mercado global de FMCG cresceu apenas 1,9% no ano passado, enquanto que o PIB cresceu quase 4%. Al&eacute;m desta m&eacute;dia, o crescimento est&aacute; fragmentado entre a explos&atilde;o do canal online e discounts e as dificuldades dos hipermercados e supermercados.&rdquo;</p>
<p><strong>A evolu&ccedil;&atilde;o do Mercado FMCG global</strong></p>
<p>O mercado FMCG global cresceu 1,9% em 2017. Mercados menos maduros como &Aacute;frica, Am&eacute;rica Latina e &Aacute;sia s&atilde;o aqueles que apresentam taxas de crescimento mais elevadas (+8,8%, 7,3% e 4,3%, respetivamente). Em contraste, na Europa Ocidental o mercado cresceu 2,2% (influenciado pela infla&ccedil;&atilde;o no Reino Unido, no contexto do Brexit) eo EUA, o maior contribuinte para o gasto de FMCG no mundo, teve um crescimento quase est&aacute;vel (+0,5%). A procura est&aacute; a diminuir por tr&ecirc;s raz&otilde;es fundamentais: o crescimento da popula&ccedil;&atilde;o est&aacute; a desacelerar, as pessoas est&atilde;o a fazer a gastar menos em FMCG, seja pelo facto de comprarem menos ou por estarem a escolher MDD e est&atilde;o tamb&eacute;m a comprar com menos frequ&ecirc;ncia.</p>
<p><strong>Tabela 2: Crescimento FMCG em valor em 2017</strong></p>
<table border="1" frame="border">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><strong>Regi&otilde;es</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>Crescimento 2017</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Global</td>
<td style="text-align: center;">1,9%</td>
</tr>
<tr>
<td>&Aacute;frica</td>
<td style="text-align: center;">8,8%</td>
</tr>
<tr>
<td>&Aacute;sia</td>
<td style="text-align: center;">4,3%</td>
</tr>
<tr>
<td>Am&eacute;rica Latina</td>
<td style="text-align: center;">7,3%</td>
</tr>
<tr>
<td>EUA</td>
<td style="text-align: center;">0,5%</td>
</tr>
<tr>
<td>Europa Ocidental</td>
<td style="text-align: center;">2,2%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-size: x-small;">Fonte: Kantar Worldpanel</span></p>
<p><strong>Adaptar a estrat&eacute;gia da Distribui&ccedil;&atilde;o aos compradores</strong></p>
<p>As marcas que adaptam a sua estrat&eacute;gia de distribui&ccedil;&atilde;o &agrave; evolu&ccedil;&atilde;o esperada dos canais em cada regi&atilde;o ter&atilde;o mais possibilidades de ser bem-sucedidas. O canal online continua a crescer rapidamente na &Aacute;sia, na qual j&aacute; tem uma quota de mercado de 7,3%. Os discounts s&atilde;o mais fortes na Europa, particularmente na Europa de Leste, onde t&ecirc;m 27,7% das vendas em FMCG e em algumas partes da Am&eacute;rica Latina como a Col&ocirc;mbia (21%) e M&eacute;xico (18,8%). Por oposi&ccedil;&atilde;o, em mercados como o Brasil a Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna mant&eacute;m-se relativamente subdesenvolvida e os cash &amp; carry est&atilde;o a crescer rapidamente, representando atualmente 10,6% das vendas.</p>
<p><strong><strong>Tabela 3: Quota de Mercado FMCG em valor por canal (2017)</strong></strong></p>
<table border="1" frame="border">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><strong>Regi&otilde;es</strong></td>
<td><strong>Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna</strong></td>
<td><strong>Com&eacute;rcio Tradicional e Outros</strong></td>
<td><strong>Canal Online</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Global</td>
<td>61,8%</td>
<td>31,8%</td>
<td>5,8%</td>
</tr>
<tr>
<td>&Aacute;frica</td>
<td>76%&nbsp;</td>
<td>24%</td>
<td>-</td>
</tr>
<tr>
<td>&Aacute;sia</td>
<td>51,8%</td>
<td>40,9%</td>
<td>7,3%</td>
</tr>
<tr>
<td>Am&eacute;rica Latina</td>
<td>55%</td>
<td>44,9%</td>
<td>0,1%</td>
</tr>
<tr>
<td>EUA</td>
<td>88,2%</td>
<td>9,9%</td>
<td>1,9%</td>
</tr>
<tr>
<td>Europa Ocidental</td>
<td>85,6%</td>
<td>8,8%</td>
<td>5,6%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-size: x-small;">Fonte: Kantar Worldpanel</span></p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 20 Jun 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Online-cash--carry-e-discounts-ganham-quota-mercado</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Mimosa, a marca mais escolhida em Portugal]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Mimosa-a-marca-mais-escolhida-em-Portugal</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Factos mais importantes:</strong></p>
<ul>
<li>A Mimosa &eacute; a marca mais escolhida em Portugal pela sexta vez consecutiva</li>
<li>Delta &eacute; a marca de bebidas mais escolhida (quarta posi&ccedil;&atilde;o)</li>
<li>A Colgate &eacute; a primeira marca de higiene e beleza no ranking (12&ordf; posi&ccedil;&atilde;o)</li>
<li>Bimbo, Gresso e Fula foram as marcas que mais cresceram em Consumer Reach Points (CRPs) em 2017</li>
<li>9 em cada 10 marcas do Top 10 s&atilde;o portuguesas</li>
<li>A Coca-cola, a marca mais escolhida no mundo, ocupa a 17&ordf; posi&ccedil;&atilde;o em Portugal</li>
</ul>
<div>
<p>A Mimosa continua a ser a marca de FMCG mais escolhida pelos consumidores em Portugal, pela sexta vez consecutiva. De acordo com o relat&oacute;rio anual global das marcas mais escolhidas Brand Footprint da Kantar Worldpanel, a Mimosa foi retirada das prateleiras 34 milh&otilde;es de vezes. Esta marca foi seguida pela Gresso e pela Compal, que foram retiradas das prateleiras 13 milh&otilde;es de vezes.</p>
<p>O Top 10 das marcas mais escolhidas em Portugal inclui tamb&eacute;m a Delta (quarto lugar), Nobre (quinto lugar) e Renova (sexto lugar). A Terra Nostra ganhou presen&ccedil;a nos lares portugueses, conseguindo ganhar seis posi&ccedil;&otilde;es, sendo a s&eacute;tima marca mais escolhida no pa&iacute;s. As restantes posi&ccedil;&otilde;es do Top 10 s&atilde;o ocupadas pela Milaneza, Agros e Corpos Danone.</p>
<p><strong>Tabela 1 &ndash; As marcas mais escolhidas em Portugal</strong></p>
<table border="1" frame="border">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span>Posi&ccedil;&atilde;o</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>Marca</span></td>
<td style="text-align: center;">
<p><span>Penetra&ccedil;&atilde;o (</span><span style="text-align: center;">%)</span><span style="text-align: center;">&nbsp;</span></p>
</td>
<td style="text-align: center;">Frequ&ecirc;ncia&nbsp;</td>
<td style="text-align: center;"><span>Consumer Reach Points (milh&otilde;es)</span>&nbsp;</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">1</td>
<td style="text-align: center;">Mimosa</td>
<td style="text-align: center;">86,4&nbsp;</td>
<td style="text-align: center;">8,7</td>
<td style="text-align: center;">34</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">2</td>
<td style="text-align: center;">
<p>Gresso</p>
</td>
<td style="text-align: center;">&nbsp;61,5</td>
<td style="text-align: center;">4,9</td>
<td style="text-align: center;">13</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">3</td>
<td style="text-align: center;">Compal</td>
<td style="text-align: center;">&nbsp;61,3</td>
<td style="text-align: center;">5</td>
<td style="text-align: center;">13</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">4</td>
<td style="text-align: center;">Delta</td>
<td style="text-align: center;">&nbsp;50,5</td>
<td style="text-align: center;">5,5</td>
<td style="text-align: center;">12</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">5</td>
<td style="text-align: center;">Nobre</td>
<td style="text-align: center;">&nbsp;62,4</td>
<td style="text-align: center;">4,3</td>
<td style="text-align: center;">11</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">6</td>
<td style="text-align: center;">Renova</td>
<td style="text-align: center;">&nbsp;68,8</td>
<td style="text-align: center;">3,6</td>
<td style="text-align: center;">11</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">7</td>
<td style="text-align: center;">Terra Nostra</td>
<td style="text-align: center;">&nbsp;56,2</td>
<td style="text-align: center;">4,3</td>
<td style="text-align: center;">10</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">8</td>
<td style="text-align: center;">Milaneza</td>
<td style="text-align: center;">&nbsp;66,6</td>
<td style="text-align: center;">3,7</td>
<td style="text-align: center;">10</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">9</td>
<td style="text-align: center;">Agros</td>
<td style="text-align: center;">&nbsp;46,1</td>
<td style="text-align: center;">4,9&nbsp;</td>
<td style="text-align: center;">10</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">10</td>
<td style="text-align: center;">Corpos Danone</td>
<td style="text-align: center;">&nbsp;45,9</td>
<td style="text-align: center;">4,9&nbsp;</td>
<td style="text-align: center;">10</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-size: x-small;">Fonte: Relat&oacute;rio Brand Footprint da Kantar Worldpanel. Aceda ao Top 50 completo em&nbsp;<a href="http://www.kantarworldpanel.com/brandfootprint">www.kantarworldpanel.com/brandfootprint</a></span></p>
<p>O ranking Brand Footprint mede quantas vezes as marcas FMCG s&atilde;o compradas no ponto de venda. Mede quantos lares compraram cada marca e quantas vezes o fizeram durante um ano.</p>
<p>Entre as 50 marcas mais escolhidas em Portugal, a Bimbo foi a marca que mais cresceu em CRP&rsquo;s (62%), que lhe permitiu subir 32 posi&ccedil;&otilde;es no ranking, situando-se agora na 39&ordf; posi&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Apesar de a maior parte das marcas presentes no Top 50 serem de alimenta&ccedil;&atilde;o e bebidas, existem tamb&eacute;m marcas de higiene e beleza e de cuidado do lar. A Colgate e Nivea s&atilde;o as &uacute;nicas marcas de higiene e beleza presentes no Top 50 e as mais escolhidas em Portugal, estando na 12&ordf; e 14&ordf; posi&ccedil;&atilde;o, respetivamente. Relativamente a cuidado do lar, Renova (sexta posi&ccedil;&atilde;o), Fairy (32&ordf; posi&ccedil;&atilde;o), Sonasol (36&ordf;posi&ccedil;&atilde;o) e Cif (38&ordf; posi&ccedil;&atilde;o), sendo tamb&eacute;m as &uacute;nicas marcas de cuidado do lar presentes no Top 50.</p>
<p>O ranking do Brand Footprint mostra que as marcas que cresceram aumentaram a sua base de compradores. &ldquo;As estrat&eacute;gias para se conseguir novos consumidores s&atilde;o mais bem sucedidas do que aquelas que t&ecirc;m como objetivo aumentar a fidelidade e a frequ&ecirc;ncia de consumo&rdquo;, afirmou Blandine Meyer, Commercial Director da Kantar Worldpanel Portugal. &ldquo;As marcas para crescer t&ecirc;m de ter como prioridade encontrar novos compradores&rdquo;.</p>
<p><span style="font-size: x-small;"><br /></span></p>
<p><strong><br /></strong></p>
</div>]]></description>
         <pubDate>Thu, 07 Jun 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Mimosa-a-marca-mais-escolhida-em-Portugal</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[17 marcas globais de FMCG no clube dos bilionÃ¡rios]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/17-marcas-globais-de-FMCG-no-clube-dos-bilionrios</link>
         <description><![CDATA[<p style="text-align: center;">A Coca-Cola &eacute; a marca mais escolhida em todo o mundo pela sexta vez consecutiva, de acordo com a edi&ccedil;&atilde;o 2018 do relat&oacute;rio Brand Footprint da Kantar Worldpanel.</p>
<p style="text-align: center;">16 outras marcas foram escolhidas mais de um bili&atilde;o de vezes, num ano de consumo, a n&iacute;vel mundial.</p>
<p><strong>Factos a destacar</strong>:</p>
<ul>
<li>A Coca-Cola continua a ser a marca mais escolhida do mundo &ndash; pelo sexto ano consecutivo</li>
<li>A Colgate &eacute; a segunda marca mais escolhida no ranking e &eacute; a &uacute;nica escolhida por mais de metade da popula&ccedil;&atilde;o mundial &ndash; 62% de penetra&ccedil;&atilde;o</li>
<li>A Maggi &eacute; a marca com presen&ccedil;a global que mais cresce dentro do Top 50 &ndash; com 14% de crescimento em Consumer Reach Points (CRPs)</li>
<li>As marcas locais continuam a roubar quota em 2017, representando 64.6% de todo o gasto em marcas versus as marcas globais que arrecadam 35.4%.</li>
</ul>
<div>
<p>De acordo com a edi&ccedil;&atilde;o 2018 do relat&oacute;rio Brand Footprint da Kantar Worldpanel, existem 17 marcas que s&atilde;o escolhidas pelos consumidores mais de um bili&atilde;o de vezes, anualmente, a n&iacute;vel global. O ranking Brand Footprint mede quais as marcas que est&atilde;o a ser mais compradas pelos consumidores e com mais frequ&ecirc;ncia.</p>
<p>A Coca-Cola &eacute; a marca mais escolhida do mundo, sendo retirada das prateleiras 5.8 bili&otilde;es de vezes, num ano. A Colgate e a Maggi atingem ambas posi&ccedil;&otilde;es de p&oacute;dio, sendo as marcas de cuidado pessoal e de alimenta&ccedil;&atilde;o mais escolhidas. A Colgate &eacute; a &uacute;nica marca escolhida por mais de metade da popula&ccedil;&atilde;o mundial &ndash; 62% de penetra&ccedil;&atilde;o. A Maggi &eacute; marca que mais cresce dentro do Top 50 &ndash; com 14% de crescimento em Consumer Reach Points (CRPs), o que ajudou a subir uma posi&ccedil;&atilde;o e ficar no terceiro lugar do ranking, este ano.</p>
<p>Seis das 17 marcas escolhidas mais do que um bili&atilde;o de vezes num ano s&atilde;o detidas pela Unilever, que lidera o ranking de fabricantes com 36 bili&otilde;es CRPs por ano. O portf&oacute;lio da Unilever inclui Lifebuoy, na quarta posi&ccedil;&atilde;o e Sunsilk e Knorr no Top 10. Dove, Lux e Sunlight s&atilde;o tamb&eacute;m marcas da Unilever que est&atilde;o no clube de bilion&aacute;rios. Duas marcas da Pepsico &ndash; Lay&rsquo;s e Pepsi &ndash; juntamente com Nescaf&eacute; e Indomie (uma marca muito bem sucedida na &Aacute;sia e em &Aacute;frica) completam as restantes posi&ccedil;&otilde;es no Top 10. Nestl&eacute;, Downy da P&amp;G, Palmolive e Sprite s&atilde;o as outras marcas que se juntaram este ano ao clube exclusivo mas marcas globais que s&atilde;o escolhidas pelos consumidores mais do que um bili&atilde;o de vezes, anualmente.</p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>Tabela 1. As 17 marcas bilion&aacute;rias no ranking global de FMCG do Brand Footprint</strong></span></p>
<table border="1" frame="border">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;">Posi&ccedil;&atilde;o</td>
<td style="text-align: center;">Marca</td>
<td style="text-align: center;"><span>Penetra&ccedil;&atilde;o %</span></td>
<td style="text-align: center;">
<p align="center">Frequ&ecirc;ncia</p>
</td>
<td style="text-align: center;">Consumer Reach Point (CRP)</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">1</td>
<td style="text-align: center;"><span>Coca-Cola</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>41.3%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>12.7</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>5817</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">2</td>
<td style="text-align: center;">Colgate&nbsp;</td>
<td style="text-align: center;"><span>61.6%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>5.7</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>3886</span>&nbsp;</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">3</td>
<td style="text-align: center;">Maggi&nbsp;</td>
<td style="text-align: center;"><span>30.4%</span>&nbsp;</td>
<td style="text-align: center;"><span>7.4</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>2489</span>&nbsp;</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">4</td>
<td style="text-align: center;"><span>Lifebuoy</span>&nbsp;</td>
<td style="text-align: center;"><span>27.5%</span>&nbsp;</td>
<td style="text-align: center;"><span>7.8</span>&nbsp;</td>
<td style="text-align: center;"><span>2375</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">5</td>
<td style="text-align: center;"><span>Lay&rsquo;s</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>29.1%</span>&nbsp;</td>
<td style="text-align: center;"><span>6.4</span>&nbsp;</td>
<td style="text-align: center;"><span>2073</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">6</td>
<td style="text-align: center;"><span>Pepsi</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>22.7%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>7.8</span></td>
<td style="text-align: center;">1<span>971</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">7&nbsp;</td>
<td style="text-align: center;"><span>Nescaf&eacute;</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>22.3%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>7.9</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>1955</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">8&nbsp;</td>
<td style="text-align: center;"><span>Indomie</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>4.7%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>4.9</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>1817</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">9&nbsp;</td>
<td style="text-align: center;"><span>Sunsilk/Sedal/Seda</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>23.8%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>6.8</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>1799</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">10&nbsp;</td>
<td style="text-align: center;"><span>Knorr</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>27.1%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>5.8</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>1748</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">11&nbsp;</td>
<td style="text-align: center;"><span>Dove</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>36.8%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>4.3</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>1748</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">12&nbsp;</td>
<td style="text-align: center;"><span>Lux</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>32.6%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>4.2</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>1526</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">13&nbsp;</td>
<td style="text-align: center;">Nestl&eacute;</td>
<td style="text-align: center;"><span>28.5%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>4.5</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>1439</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">14&nbsp;</td>
<td style="text-align: center;"><span>Sunlight</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>11.4%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>10.4</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>1322</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">15&nbsp;</td>
<td style="text-align: center;"><span>Downy</span></td>
<td style="text-align: center;">&nbsp;<span>4.2%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>8.2</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>1290</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">16&nbsp;</td>
<td style="text-align: center;"><span>Palmolive</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>16.2%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>6.1</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>1105</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">17&nbsp;</td>
<td style="text-align: center;">Sprite&nbsp;</td>
<td style="text-align: center;">&nbsp;<span>24.8%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>3.8</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>1040</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-size: x-small;">&nbsp;Fonte: Relat&oacute;rio Brand Footprint da Kantar Worldpanel</span></p>
<p><strong>Marcas locais e marcas globais</strong></p>
<p>O relat&oacute;rio mostra tamb&eacute;m que as marcas locais cresceram em 2017, representando 64.6% do total gastos com marcas versus as marcas globais, com 35.4% de quota.</p>
<p>As marcas globais s&atilde;o mais fortes, mas continuam a perder quota nas categorias de limpeza do lar e beleza e cuidado pessoal, representando 47% e 58.4% do gasto por setor, respetivamente. Foi apenas no setor de bebidas que as marcas globais se destacaram, ganhando quota &agrave;s marcas locais, tr&ecirc;s anos consecutivos (38.3% globais versus 61.7% locais).</p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>Tabela 2. Quota de Mercado das marcas globais e marcas locais</strong></span></p>
<table border="1" frame="border">
<tbody>
<tr>
<td>&nbsp;</td>
<td style="text-align: center;" colspan="2">2016</td>
<td style="text-align: center;" colspan="2">2017</td>
</tr>
<tr>
<td>&nbsp;</td>
<td style="text-align: center;">Marcas globais</td>
<td style="text-align: center;">Marcas locais</td>
<td style="text-align: center;">Marcas globais</td>
<td style="text-align: center;">Marcas locais</td>
</tr>
<tr>
<td>Total FMCG</td>
<td style="text-align: center;">35.8%</td>
<td style="text-align: center;">64.2%</td>
<td style="text-align: center;">35.4%</td>
<td style="text-align: center;">64.6%</td>
</tr>
<tr>
<td>Alimenta&ccedil;&atilde;o</td>
<td style="text-align: center;">27.1%</td>
<td style="text-align: center;">72.9%</td>
<td style="text-align: center;">26.6%</td>
<td style="text-align: center;">73.4%</td>
</tr>
<tr>
<td>Bebidas</td>
<td style="text-align: center;">38.2%</td>
<td style="text-align: center;">61.8%</td>
<td style="text-align: center;">38.3%</td>
<td style="text-align: center;">61.7%</td>
</tr>
<tr>
<td>L&aacute;cteos</td>
<td style="text-align: center;">20.6%</td>
<td style="text-align: center;">79.4%</td>
<td style="text-align: center;">20.0%</td>
<td style="text-align: center;">80.0%</td>
</tr>
<tr>
<td>Beleza e Cuidado Pessoal</td>
<td style="text-align: center;">58.8%</td>
<td style="text-align: center;">41.2%</td>
<td style="text-align: center;">58.4%</td>
<td style="text-align: center;">41.6%</td>
</tr>
<tr>
<td>Limpeza do lar</td>
<td style="text-align: center;">47.7%</td>
<td style="text-align: center;">52.3%</td>
<td style="text-align: center;">47.0%</td>
<td style="text-align: center;">53.0%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-size: x-small;">Fonte: Relat&oacute;rio Brand Footprint da Kantar Worldpanel</span></p>
<p><strong>Brand Footprint: O estudo</strong><br />O Brand Footprint da Kantar Worldpanel &eacute; um estudo anual, com base em 73% da popula&ccedil;&atilde;o mundial. Um total de 1 bili&atilde;o de lares em 43 pa&iacute;ses, em cinco continentes &ndash; cobrindo 75% do PIB global. Como parte do estudo, a Kantar Worldpanel monitoriza mais de 18.000 marcas em bebidas, alimenta&ccedil;&atilde;o, l&aacute;cteos, sa&uacute;de e beleza e limpeza do lar.</p>
<p><strong>Brand Footprint: Ranking Top 50</strong> <br />O ranking anual das 50 marcas mais escolhidas em todo o mundo, revela quais as marcas que est&atilde;o a atingir o sucesso global, dando insights que ajudam as marcas de FMCG a definir targets globais com mais precis&atilde;o e a melhorar o crescimento global dos seus neg&oacute;cios. Distingue-se de outros rankings de marcas, dando informa&ccedil;&atilde;o sobre o comportamento real do consumidor, em vez de atitude.</p>
<p>O Consumer Reach Point &eacute; a base deste ranking. Uma m&eacute;trica inovadora que mede quantos lares em todo o mundo est&atilde;o a comprar determinada marca (penetra&ccedil;&atilde;o) e com que frequ&ecirc;ncia (escolha do consumidor), dando uma representa&ccedil;&atilde;o real da escolha do comprador.</p>
<p><strong>Metodologia e &Acirc;mbito</strong><br />Este ano, o ranking analisou mais de 18.000 marcas e um bili&atilde;o de lares, em 43 pa&iacute;ses, em cinco continentes, nos &uacute;ltimos 12 meses, at&eacute; novembro de 2017.</p>
<p><strong>Cr&eacute;ditos</strong><br />O Brand Footprint &eacute; uma publica&ccedil;&atilde;o que resulta da iniciativa da Kantar Worldpanel e o ranking &eacute; criado em colabora&ccedil;&atilde;o com a IMRB no Bangladesh e Sri Lanka, com a GfK na Alemanha, R&uacute;ssia, Italia e &Aacute;frica do Sul e com a IRI nos EUA.</p>
</div>]]></description>
         <pubDate>Wed, 16 May 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/17-marcas-globais-de-FMCG-no-clube-dos-bilionrios</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[O que Ã© doce nunca amargou]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/O-que--Doce-nunca-Amargou</link>
         <description><![CDATA[<p>Em Portugal temos assistido a uma crescente procura por produtos mais saud&aacute;veis, o que revela uma preocupa&ccedil;&atilde;o com o bem-estar e tamb&eacute;m que o shopper Portugu&ecirc;s est&aacute; atento ao que o rodeia e que acompanha as tend&ecirc;ncias do momento. No entanto, n&atilde;o deixamos de procurar produtos que nos saibam bem e que nos proporcionem um momento de satisfa&ccedil;&atilde;o, porque, afinal de contas, parte da nossa alegria est&aacute; em comer o que gostamos. Em 2017, 30% das categorias que conseguiram fechar o ano no positivo, contrariando a dificuldade que existe em crescer em FMCG, s&atilde;o categorias de prazer, assim, seria de esperar que as sobremesas, que incluem sobremesas em p&oacute; (mousses, pudins, gelatinas e bolos) e sobremesas prontas (mousses, pudins, gelatinas, bolos e cremes), espelhassem esta realidade, o que na verdade n&atilde;o acontece.</p>
<p>Depois de tr&ecirc;s anos consecutivos de crescimento, as sobremesas quebraram o ciclo com uma evolu&ccedil;&atilde;o em volume de -1.2% (vs. 2016). Apesar de 85% dos lares Portugueses continuarem a comprar sobremesas, a verdade &eacute; que reduziram o seu consumo, diminuindo a sua regularidade de compra e tamb&eacute;m a quantidade que levam na cesta de cada vez que compram.</p>
<p>Esta redu&ccedil;&atilde;o de consumo d&aacute;-se essencialmente nos lares mais jovens sem filhos, que desde 2014 tinham vindo a aproximar-se da categoria e agora fazem o caminho inverso. Em 2017 menos 36 mil jovens compraram sobremesas, reduzindo tamb&eacute;m a quantidade que levam nas suas cestas. Esta invers&atilde;o coincide com o facto de serem precisamente os lares Jovens a revelar maior preocupa&ccedil;&atilde;o com a sa&uacute;de e os mais seguidores das novas tend&ecirc;ncias de produtos saud&aacute;veis como, Sem Lactose, Sem Gluten, Biol&oacute;gicos, Espelta e Granola. Aqui o benef&iacute;cio do bem-estar parece prevalecer sobre o prazer, levando &agrave; desprioriza&ccedil;&atilde;o da compra de sobremesas, pelo menos no seu consumo dentro de casa.</p>
<p><strong>Sobremesas com realidades distintas</strong></p>
<p><strong></strong>Mas a verdade &eacute; que existem realidades distintas dentro das sobremesas j&aacute; que as em p&oacute; e as prontas t&ecirc;m um desenvolvimento oposto, uma vez que respondem a necessidades de consumo diferentes. As diferen&ccedil;as s&atilde;o percebidas pelo shopper, que duplica menos a sua compra entre sobremesas em p&oacute; e prontas, optando apenas por comprar uma das duas.</p>
<p>Com um prop&oacute;sito mais tradicional e n&atilde;o tendo o conceito de praticidade incutido no seu consumo, existe um desinteresse por parte dos Portugueses em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s sobremesas em p&oacute;, que acabam por ser a maior dificuldade da categoria. Sobremesas em p&oacute;, que vinham de 2016 com um crescimento acima dos 5% em volume, em 2017 ficam no negativo ao perder compradores, regularidade de compra e quantidade na cesta do shopper. O afastamento acontece de maneira transversal aos v&aacute;rios tipos de oferta. Mas s&atilde;o realmente as Gelatinas, que representam 72% de tudo o que &eacute; comprado em sobremesas em p&oacute;, o principal foco de desinteresse ao perderem mais de 180 mil compradores.</p>
<p>As sobremesas em p&oacute; s&atilde;o consumidas exatamente como uma sobremesa tradicional, ap&oacute;s uma refei&ccedil;&atilde;o e por esta raz&atilde;o, o almo&ccedil;o e o jantar s&atilde;o os momentos onde conseguem ter presen&ccedil;a. Esta complementaridade &agrave;s refei&ccedil;&otilde;es limita a expans&atilde;o do consumo para outros momentos e torna o produto quase exclusivo do consumo caseiro. O que acaba por ser mais desafiante na procura de oportunidades de desenvolvimento, uma vez que os Portugueses est&atilde;o consomem cada vez mais fora de casa, onde o driver de escolha difere do de dentro de casa.</p>
<p>&Eacute; certo que o saud&aacute;vel esteve em destaque nas escolhas de produtos em 2017, mas os Portugueses revelaram que existe um benef&iacute;cio ainda mais importante na decis&atilde;o de compra: a comodidade. 35% das categorias em FMCG que terminaram o ano no positivo visam facilitar o dia-a-dia do consumidor, j&aacute; que ele procura produtos que se encaixem na sua rotina cada vez mais preenchida.</p>
<p>&Eacute; esta uma das principais vantagens das sobremesas prontas e que lhes permite permanecer est&aacute;vel em volume, embora n&atilde;o t&atilde;o din&acirc;mica como nos &uacute;ltimos 3 anos.</p>
<p>Este dinamismo era mantido pela constante capacidade de gelatinas prontas atra&iacute;rem compradores, na sua maioria jovens, que atrav&eacute;s da op&ccedil;&atilde;o light, procuravam uma alternativa menos cal&oacute;rica para os seus snacks. Em 2017 esta din&acirc;mica altera-se, com o afastamento dos &ldquo;jovens saud&aacute;veis&rdquo;, as gelatinas caem e por outro lado segmentos com mousses prontas e pudins prontos, mais indulgentes, recuperam com algum impulso de inova&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>A verdade &eacute; que em sobremesas prontas a oferta &eacute; vasta e responde &agrave;s necessidades latentes do consumidor Portugu&ecirc;s, os principais motivos por que s&atilde;o consumidas &eacute; pelo sabor, comodidade e sa&uacute;de, espelhando as preocupa&ccedil;&otilde;es do dia-a-dia de todos os Portugueses.</p>
<p>Todas estas caracter&iacute;sticas transportam sobremesas prontas para momentos n&atilde;o t&atilde;o t&iacute;picos da categoria tais como o lanche da tarde, preenchendo os espa&ccedil;os entre as refei&ccedil;&otilde;es onde as sobremesas em p&oacute; ainda n&atilde;o conseguiram chegar.</p>
<p><strong>Qual o futuro?</strong></p>
<p><strong></strong>Para definir a estrat&eacute;gia para cada um dos segmentos &eacute; essencial compreender que a necessidade e o prop&oacute;sito do shopper na procura de sobremesas prontas e sobremesas em p&oacute; s&atilde;o diferentes. Desta forma os dois tipos de oferta completam-se mantendo a sua identidade, o que &eacute; necess&aacute;rio &eacute; olhar para fora da categoria e entender que os Portugueses continuam em busca de produtos que lhes d&ecirc;em prazer, sem esquecer a sa&uacute;de, mas que est&atilde;o cada vez mais exigentes. Desta forma o &ldquo;ser bom e saboroso&rdquo; mostra-se insuficiente, h&aacute; a necessidade de ir mais al&eacute;m e facilitar a vida do consumidor e surpreend&ecirc;-lo.</p>
<p>Um dos caminhos poder&aacute; passar por expandir os atributos saud&aacute;veis de sobremesas e integr&aacute;-las nas novas tend&ecirc;ncias, o que j&aacute; est&aacute; a ser feito por algumas marcas neste mercado atrav&eacute;s de uma oferta diferenciadora e inovadora free from: Sem Gl&uacute;ten e Sem Lactose. &Eacute; essencial compreender o impacto que tem no consumidor a informa&ccedil;&atilde;o &agrave; qual est&aacute; exposto e descobrir de que forma podem as sobremesas adaptar-se &agrave;s mudan&ccedil;as das suas necessidades e preocupa&ccedil;&otilde;es. Porque, no final, nunca v&atilde;o deixar de ter momentos que lhe &ldquo;adocem&rdquo; a vida.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 08 May 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/O-que--Doce-nunca-Amargou</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Portugueses gastam em mÃ©dia 55â¬ fora de casa]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Portugueses-gastam-em-mdia-55--fora-de-casa</link>
         <description><![CDATA[<p>O novo relat&oacute;rio Out-of-Home (OOH) da Kantar Worldpanel demonstra que o consumo fora de casa representa quase metade (41%) dos gastos globais em snacks e bebidas n&atilde;o-alco&oacute;licas. Em algumas categorias como o caf&eacute;, as compras fora de casa representam 70% do gasto total, dando indica&ccedil;&otilde;es sobre as oportunidades para retalhistas e marcas de fabricantes, que atualmente n&atilde;o estejam a considerar estrat&eacute;gias para o consumo fora de casa.</p>
<p>Este relat&oacute;rio analisa dados dos pain&eacute;is de consumidores da Kantar Worldpanel em Portugal, no Brasil, na China, em Fran&ccedil;a, na Indon&eacute;sia, no M&eacute;xico, em Espanha, na Tail&acirc;ndia e no Reino Unido. Tamb&eacute;m revela alguns comportamentos de compra ao n&iacute;vel local. 98% dos consumidores portugueses s&atilde;o ativos no mercado OOH, gastando em m&eacute;dia 55 &euro; ao ano, num total de 60 visitas. Aqui, a Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna representa 10% de todo o gasto fora de casa.</p>
<p><strong>Padr&otilde;es regionais &uacute;nicos para OOH</strong></p>
<p>O relat&oacute;rio demonstra que o comportamento de compra fora de casa est&aacute; mais desenvolvido no Reino Unido, onde os compradores gastam em m&eacute;dia 424 &euro; anualmente &ndash; quase o dobro de Espanha, o mercado com o segundo maior gasto (181 &euro;).</p>
<p>Os compradores tailandeses s&atilde;o os que compram com mais frequ&ecirc;ncia fora de casa, com uma m&eacute;dia de 214 visitas ao ano &ndash; mais de uma vez a cada dois dias. O Reino Unido est&aacute; logo atr&aacute;s (199), seguido pelo M&eacute;xico (105) e Espanha (102).</p>
<p><strong>Onde ocorre a compra fora do lar?</strong></p>
<p>Hot&eacute;is, restaurantes e caf&eacute;s (horeca) t&ecirc;m um desempenho mais forte na Europa, com 83% do gasto fora de casa dos portugueses a ser feito nestes s&iacute;tios e 60% dos espanh&oacute;is.</p>
<p>Fora da Europa, os canais de impulso e o com&eacute;rcio tradicional representam uma grande parte da propor&ccedil;&atilde;o gasta em OOH. No Brasil, por exemplo, 36% das compras de snacks fora de casa acontecem em canais de impulso, enquanto que 85% do total de ocasi&otilde;es na Indon&eacute;sia ocorrem em mercados.</p>
<p><span style="font-size: small;"><strong><em>Tabela 1: Gasto Out-of-home versus In-home (snacks e bebidas n&atilde;o-alco&oacute;licas)</em></strong></span></p>
<table border="1">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;">&nbsp;</td>
<td style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: x-small;">Total 9 pa&iacute;ses&nbsp;</span></strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: x-small;">Portugal</span></strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: x-small;">Fran&ccedil;a</span></strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: x-small;">Reino Unido</span></strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: x-small;">Espanha</span></strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: x-small;">Brasil</span></strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: x-small;">China</span></strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: x-small;">M&eacute;xico</span></strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: x-small;">Indon&eacute;sia</span></strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: x-small;">Tail&acirc;ndia</span></strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left;"><strong><span style="font-size: x-small;">% Fora do lar</span></strong></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">41%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">27%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">24%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">42%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">46%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">47%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">48%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">49%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">63%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">66%</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left;"><strong><span style="font-size: x-small;">% Dentro do lar</span></strong></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">59%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">73%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">76%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">58%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">54%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">53%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">52%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">51%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">37%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">34%</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong style="font-size: small;"><em>Tabela 2: Comportamento de compra anual Fora de Casa</em></strong></p>
<table border="1">
<tbody>
<tr>
<td>&nbsp;</td>
<td><strong><span style="font-size: x-small;">Portugal</span></strong></td>
<td><strong><span style="font-size: x-small;">Fran&ccedil;a</span></strong></td>
<td><strong><span style="font-size: x-small;">Reino Unido</span></strong></td>
<td><strong><span style="font-size: x-small;">Espanha</span></strong></td>
<td><strong><span style="font-size: x-small;">Brasil</span></strong></td>
<td><strong><span style="font-size: x-small;">China</span></strong></td>
<td><strong><span style="font-size: x-small;">M&eacute;xico</span></strong></td>
<td><strong><span style="font-size: x-small;">Indon&eacute;sia</span></strong></td>
<td><strong><span style="font-size: x-small;">Tail&acirc;ndia</span></strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span style="font-size: x-small;">% Penetra&ccedil;&atilde;o</span></strong></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">98%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">95%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">95%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">98%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">100%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">100%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">100%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">100%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">100%</span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span style="font-size: x-small;">Frequ&ecirc;ncia</span></strong></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">60</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">49</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">199</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">102</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">80</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">84</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">105</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">77</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">214</span></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong><span style="font-size: x-small;">Gasto por ocasi&atilde;o (&euro;)</span></strong></p>
</td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">0,9 &euro;</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">3,4 &euro;</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">2,1 &euro;</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">1,9 &euro;</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">2 &euro;</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">1.5 &euro;</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">1.4 &euro;</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">0,2 &euro;</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">0,7 &euro;</span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span style="font-size: x-small;">Gasto por comprador (&euro;)</span></strong></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">55 &euro;</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">168 e</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">424 &euro;</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">181 &euro;</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">158 &euro;</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">129 &euro;</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">151 &euro;</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">20 &euro;</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">149 &euro;</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;<strong style="font-size: small;"><em>Tabela 3: Onde ocorre a compra fora do lar?</em></strong></p>
<table border="1">
<tbody>
<tr>
<td>&nbsp;</td>
<td>&nbsp;</td>
<td>&nbsp;</td>
<td>&nbsp;</td>
<td style="text-align: center;" colspan="2"><span style="font-size: x-small;"><strong>Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td>&nbsp;</td>
<td><strong><span style="font-size: x-small;">Horeca</span></strong></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Impulso</strong></span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Com&eacute;rcio Tradicional</strong></span></td>
<td style="text-align: center;">
<p><span style="font-size: x-small;"><strong>Lojas de Conveni&ecirc;ncia</strong></span></p>
<p><span style="font-size: x-small;"><strong>Minimercado</strong></span></p>
</td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Hipers/Supers</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Portugal</strong></span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">83%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">7%&nbsp;</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">0%&nbsp;</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">2%&nbsp;</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">&nbsp;8%</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Fran&ccedil;a</strong></span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">53%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">40%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">0%&nbsp;</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">1%&nbsp;</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">6%&nbsp;</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Indon&eacute;sia</strong></span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">2%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">0%&nbsp;</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">85%&nbsp;</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">11%&nbsp;</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">2%&nbsp;</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Espanha</strong></span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">63%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">20%&nbsp;</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">0%&nbsp;</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">2%&nbsp;</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">15%&nbsp;</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Brasil</strong></span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">22%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">35%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">22%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">3%</span></td>
<td style="text-align: center;">
<p><span style="font-size: x-small;">18%</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Reino Unido</strong></span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">43%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">34%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">0%&nbsp;</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">9%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">15%</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left;"><span style="font-size: x-small;"><strong>M&eacute;xico</strong></span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">15%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">14%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">33%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">22%</span></td>
<td style="text-align: center;">
<p><span style="font-size: x-small;">15%</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left;"><span style="font-size: x-small;"><strong>China</strong></span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">34%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">7%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">15%</span></td>
<td style="text-align: center;">
<p><span style="font-size: x-small;">21%</span></p>
</td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">22%&nbsp;</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Tail&acirc;ndia</strong></span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">20%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">10%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">&nbsp;24%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">42%</span></td>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;">4%&nbsp;</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><br /></strong></p>
<p><strong>Fora de casa &eacute; incremental &agrave; Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna</strong></p>
<p>2 &euro; em cada 10 &euro; gastos na Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna s&atilde;o para consumir fora de casa.</p>
<p>&Agrave; medida que a Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna prolifera nos mercados em desenvolvimento, tem havido um efeito indireto no consumo fora de casa. Na Tail&acirc;ndia e no M&eacute;xico o consumo fora de casa representa mais de metade do gasto de snacks e bebidas n&atilde;o-alco&oacute;licas na distribui&ccedil;&atilde;o moderna (59% e 55% respetivamente), seguidos da China (39%) e Indon&eacute;sia (38%).</p>
<p><strong>Maria Josep Mart&iacute;nez, diretora global Out-of-home director, afirmou</strong>: &ldquo;Cada pa&iacute;s tem os seus pr&oacute;prios costumes, o que torna a adapta&ccedil;&atilde;o da oferta OOH nas v&aacute;rias regi&otilde;es dif&iacute;cil. As pessoas compram em v&aacute;rios tipos de canais, de acordo com as suas necessidades e o tipo de canais locais existentes t&ecirc;m um grande impacto nas compras fora de casa. N&atilde;o h&aacute; uma abordagem &uacute;nica para todas as situa&ccedil;&otilde;es&rdquo;.</p>
<p>As marcas t&ecirc;m a oportunidade de rever o comportamento em cada mercado, percebendo as diferen&ccedil;as essenciais e a estrutura de canais. Para os retalhistas e fabricantes que estejam dispostos a criar uma estrat&eacute;gia OOH, os benef&iacute;cios podem ser significativos&rdquo;.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 24 Apr 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Portugueses-gastam-em-mdia-55--fora-de-casa</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[2017 foi o ano das FarmÃ¡cias e ParafarmÃ¡cias ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/2017-foi-o-ano-das-Farmcias-e-Parafarmcias-</link>
         <description><![CDATA[<p>&gt; Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/HiperSuper%20Abril%202018.pdf">Hipersuper</a></p>
<p>Desde o final da crise que a reposi&ccedil;&atilde;o do gasto em Higiene &amp; Beleza (H&amp;B) tem sido uma prioridade para os portugueses. O ritmo a que este mercado volta a crescer em valor tem sido sistematicamente superior ao da m&eacute;dia do FMCG, e 2017 n&atilde;o foi exce&ccedil;&atilde;o, com H&amp;B a crescer +1%, enquanto Alimenta&ccedil;&atilde;o e Bebidas se ficaram pelos +0.6%. Este crescimento n&atilde;o se regista devido &agrave; atratividade da categoria, que hoje em dia tem quase menos 100 mil lares compradores do que h&aacute; tr&ecirc;s anos atr&aacute;s, mas sim pelas caracter&iacute;sticas da compra que &eacute; feita, tanto em termos do sortido de produtos, como dos canais escolhidos para os comprar, que s&atilde;o mais valiosos.</p>
<p>Vivemos num per&iacute;odo em que os produtos de higiene b&aacute;sica, ainda que fortemente promocionados, e sempre com novas f&oacute;rmulas, como os shampoos, desodorizantes ou sabonetes, j&aacute; n&atilde;o s&atilde;o um atrativo nem uma fonte de recrutamento para a maioria das marcas. O que os compradores procuram cada vez mais s&atilde;o produtos especializados, de beleza, como cremes de rosto, maquilhagem ou perfumes, n&atilde;o s&oacute; para uso pr&oacute;prio, mas tamb&eacute;m para oferta, ou n&atilde;o fossem estas as tr&ecirc;s categorias de H&amp;B mais oferecidas pelos portugueses no Natal de 2017. Um cabaz de compra com esta gama de produtos gera, naturalmente, mais valor ao final do ano, do que um cabaz de produtos menos exclusivos.</p>
<p>O facto de os portugueses procurarem especialmente este tipo de produtos especializados, convida-os tamb&eacute;m a visitar mais os canais que est&atilde;o focados nestas categorias. 2017 foi mesmo o ano das Farm&aacute;cias e Parafarm&aacute;cias, que conseguiram atrair mais de 170 mil compradores. As lojas monomarca e as perfumarias tamb&eacute;m recrutaram (64 mil e 53 mil compradores respetivamente). Parte deste sucesso vem indubitavelmente da capacidade que estes canais tiveram para se adaptar &agrave;s preocupa&ccedil;&otilde;es que os portugueses t&ecirc;m com o pre&ccedil;o. O Mass Market, atrav&eacute;s da grande aposta nas marcas da distribui&ccedil;&atilde;o com qualidade, e respetiva resposta das marcas de fabricante via promo&ccedil;&atilde;o, habituaram os portugueses a entrar numa din&acirc;mica de pre&ccedil;os mais baixos, que for&ccedil;a agora os canais especializados a entrar nesta mesma espiral de luta pelo pre&ccedil;o para se manterem relevantes.</p>
<p><strong>Portugueses s&atilde;o obrigados a esfor&ccedil;os maiores que os Espanh&oacute;is</strong></p>
<p>Falar no mercado de H&amp;B sem falar em pre&ccedil;o &eacute;, por isso, cada vez mais complicado atualmente. No &uacute;ltimo ano, mais de metade das categorias do mercado reduziram o seu pre&ccedil;o m&eacute;dio em sensivelmente -7%, mas ainda assim podemos argumentar que os portugueses continuam a ter raz&otilde;es de queixa neste &acirc;mbito. Basta uma simples compara&ccedil;&atilde;o com Espanha para percebermos que em Portugal, mesmo sem ter em conta fatores como a diferen&ccedil;a de sal&aacute;rios m&eacute;dios entre os dois pa&iacute;ses, pagamos por cada produto um pre&ccedil;o final consideravelmente superior ao dos nossos vizinhos. E isso tamb&eacute;m tem impacto sobre o n&uacute;mero final de produtos que os portugueses compram ao longo do ano. Por exemplo, em Portugal o pre&ccedil;o m&eacute;dio de uma embalagem de gel de banho &eacute; 44% superior ao pre&ccedil;o praticado em Espanha. Os portugueses compram em m&eacute;dia 4 unidades do produto ao longo do ano, enquanto que os espanh&oacute;is compram 6. Este exerc&iacute;cio resulta de igual forma em todas as categorias de H&amp;B que analisemos. Direta ou indiretamente o comprador portugu&ecirc;s acaba por ser muito menos intensivo que o espanhol. Enquanto que em Espanha cada indiv&iacute;duo faz em m&eacute;dia compras de H&amp;B a cada tr&ecirc;s semanas, em Portugal teremos que esperar um m&ecirc;s para vermos a compra seguinte acontecer. No final do ano, o comprador portugu&ecirc;s acaba por gastar -35% em H&amp;B do que o comprador espanhol.</p>
<p>Em acr&eacute;scimo, esta realidade tamb&eacute;m tem consequ&ecirc;ncias ao n&iacute;vel dos canais de compra que portugueses e espanh&oacute;is escolhem. O canal especializado &eacute; muito mais acess&iacute;vel a um comprador espanhol do que a um portugu&ecirc;s, que paga um pre&ccedil;o m&eacute;dio 41% superior. Depois destes n&uacute;meros, n&atilde;o surpreende ver que em Espanha este tipo de lojas cheguem a 56% dos indiv&iacute;duos, enquanto que em Portugal n&atilde;o chegam a 30%.</p>
<p><strong>Que armas usar em Portugal em 2018?</strong></p>
<p>Neste sentido, mas tendo em conta que &eacute; irrealista acreditar que a curto/m&eacute;dio prazo o pre&ccedil;o da higiene e beleza ser&aacute; o mesmo para portugueses e espanh&oacute;is (devido a custos de produ&ccedil;&atilde;o, transporte, margens, etc.), como podem as marcas continuar a lutar para crescerem no nosso pa&iacute;s?</p>
<p>Historicamente o mercado de H&amp;B tem sido dos mais inovadores, e vai muito al&eacute;m daquilo a que frequentemente assistimos em Alimenta&ccedil;&atilde;o, em que uma vasta parte das novidades se limitam a novos sabores. Em H&amp;B, muitas das inova&ccedil;&otilde;es que est&atilde;o a surgir tiram proveito da mais avan&ccedil;ada tecnologia para alterar a forma como a utiliza&ccedil;&atilde;o e intera&ccedil;&atilde;o com os produtos &eacute; feita. Em 2018 chegam-nos alguns exemplos: para al&eacute;m das m&aacute;quinas de limpeza e esfolia&ccedil;&atilde;o do rosto que come&ccedil;aram por ser produtos exclusivos e agora se est&atilde;o a expandir ao Mass Market, n&atilde;o teremos que esperar at&eacute; ao final do ano para termos detetores de raios UV que trazemos sempre connosco, colados a uma unha, sem necessidade de uma bateria, e que nos informam a qualquer momento, atrav&eacute;s de liga&ccedil;&atilde;o ao <em>smartphone</em>, se estamos demasiado expostos a este tipo de amea&ccedil;a solar; com esta informa&ccedil;&atilde;o do seu lado, come&ccedil;a o trabalho de aconselhamento das marcas sobre os seus produtos que mais se adequam &agrave; situa&ccedil;&atilde;o de cada utilizador.</p>
<p>No que diz respeito &agrave; inova&ccedil;&atilde;o por canais, a Amazon j&aacute; come&ccedil;ou a disponibilizar amostras de produtos de H&amp;B. Esta forma de promo&ccedil;&atilde;o deixa assim de ser um trunfo exclusivo do canal offline; o online encontrou a f&oacute;rmula para tamb&eacute;m capitalizar este tipo de a&ccedil;&otilde;es de marketing.</p>
<p><strong>&Eacute; poss&iacute;vel fazer mais por <em>Natural Beauty</em>?</strong></p>
<p>Por fim, e provavelmente o mais relevante, que nos vai acompanhar ao longo de todo ano, ser&aacute; uma continuidade da tend&ecirc;ncia de <em>Natural Beauty<strong> </strong></em>que vimos crescer em 2017. Mas qual o impacto que os fortes investimentos neste tipo de produtos tiveram at&eacute; ao momento? Mais uma vez, alargando fronteiras e analisando compradores da Europa Ocidental, Estados Unidos e Brasil, percebemos que at&eacute; ao momento 49% dos compradores ainda n&atilde;o se mostram interessados nestes produtos; 46% dizem estar interessados mas no momento da compra acabam por optar por outras alternativas; e apenas 5% dos compradores est&atilde;o interessados em produtos naturais, comprando-os efetivamente.</p>
<p>Ainda assim, estamos expostos, quase diariamente, a comunica&ccedil;&atilde;o sobre este tipo de produtos: somos impactados por mensagens de produtos livres de parabenos, silicones, corantes, perfumes, etc. Enquanto esta &eacute; uma via absolutamente v&aacute;lida para dar a conhecer estes produtos, a verdade &eacute; que podem ser encontrados outros caminhos para os apresentarmos e tornar mais impactantes, por ventura, at&eacute; para aqueles 49% que atualmente n&atilde;o d&atilde;o relev&acirc;ncia a produtos com estas caracter&iacute;sticas. Na Europa Ocidental, o conceito de <em>Natural Beauty</em> est&aacute; de facto intimamente ligado aos produtos que n&atilde;o t&ecirc;m ingredientes nocivos para o corpo (60% dos indiv&iacute;duos fazem esta associa&ccedil;&atilde;o). Mas h&aacute; interpreta&ccedil;&otilde;es diferentes pelo Mundo: nos Estados Unidos vamos encontrar 43% dos indiv&iacute;duos para os quais o conceito de <em>Natural Beauty</em> representa produtos que n&atilde;o t&ecirc;m ingredientes nocivos para o ambiente, e se formos ao Brasil, 40% ir&atilde;o associ&aacute;-los a produtos que mant&ecirc;m o <em>look</em> natural do utilizador. Com esta expans&atilde;o de horizontes sempre presente, existe um leque muito maior de realidades ainda por explorar, que poder&atilde;o levar o conceito de <em>Natural Beauty</em> ainda mais longe.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 12 Apr 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/2017-foi-o-ano-das-Farmcias-e-Parafarmcias-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Encontrar novos compradores atravÃ©s da publicidade]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Encontrar-novos-compradores-atravs-da-publicidade</link>
         <description><![CDATA[<p>A Kantar Worldpanel lan&ccedil;ou um novo relat&oacute;rio &ndash; &ldquo;Investimento em media: porque se deve tamb&eacute;m considerar a quantidade de novos compradores".</p>
<p>No fim do ano de 2018, o setor mundial de m&eacute;dia valer&aacute; mais de 550 bili&otilde;es de d&oacute;lares. Com este n&uacute;mero a crescer e com as marcas de grande consumo a serem respons&aacute;veis por um quarto deste gasto, perceber o impacto da publicidade &eacute; crucial. O crescimento das marcas de grande consumo est&aacute; diretamente relacionado com a descoberta de novos compradores, por isso &eacute; importante assegurar que o gasto em media est&aacute; a ajudar neste crescimento.</p>
<p>A Kantar Worldpanel conduziu uma s&eacute;rie de an&aacute;lises para isolar os efeitos que a publicidade multicanal tem nas marcas de grande consumo, em todo o mundo, focando-se no impacto que os media t&ecirc;m no comportamento do comprador. A curto prazo cria um aumento direto nas vendas, mas o efeito media n&atilde;o termina com a campanha &ndash; a publicidade pode alargar o impacto de uma campanha muito para al&eacute;m do seu fim. &nbsp;</p>
<p><strong>Encontrar novos compradores</strong></p>
<p>A base de compradores de uma marca nunca &eacute; est&aacute;tica. Em m&eacute;dia, metade dos compradores que compra determinada marca num ano, n&atilde;o ir&aacute; comprar essa mesma marca no ano seguinte. Constat&aacute;mos que, para o crescimento de uma marca, s&atilde;o necess&aacute;rios novos compradores. De todas as marcas de grande consumo que crescem, a n&iacute;vel global, 9 em cada 10 conseguiu aumentar a penetra&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Relacionado o crescimento da marca diretamente &agrave; descoberta de novos compradores significa que tem de garantir que a publicidade est&aacute; a apoiar este crescimento. Colocar o comprador no cora&ccedil;&atilde;o da sua an&aacute;lise de media permite o crescimento a curto e a longo prazo.</p>
<p>Neste relat&oacute;rio, analisamos como funciona na pr&aacute;tica e o que isso significa para as marcas que querem aumentar o impacto da publicidade nas vendas.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 05 Apr 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Encontrar-novos-compradores-atravs-da-publicidade</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Kantar DistribuiÃ§Ã£oo 2017 jÃ¡ disponÃ­vel]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Kantar-Distribuio-2017-j-disponvel</link>
         <description><![CDATA[<p>O relat&oacute;rio anual Kantar Distribui&ccedil;&atilde;o, com o desempenho das v&aacute;rias ins&iacute;gnias a operar em Portugal, j&aacute; est&aacute; dispon&iacute;vel.</p>
<p>Este estudo inclui an&aacute;lise sobre miss&otilde;es de compra (atrav&eacute;s da caracteriza&ccedil;&atilde;o das cestas dos portugueses), an&aacute;lise do canal online, desempenho, posicionamento, clientela e perfil de comprador de cada uma das ins&iacute;gnias.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 27 Mar 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Kantar-Distribuio-2017-j-disponvel</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Queijos a explorar novos momentos de consumo]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Queijos-a-explorar-novos-momentos-de-consumo</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Compradores adoptam h&aacute;bitos saud&aacute;veis de consumo</strong></p>
<p>O &ldquo;Saud&aacute;vel&rdquo; est&aacute; cada vez mais no centro das vidas dos Portugueses. &Agrave; medida que o ritmo da vida moderna aumenta, com a constante conectividade proliferam tamb&eacute;m as imagens nas redes sociais de refei&ccedil;&otilde;es saud&aacute;veis e alternativas alimentares, bem como diferentes planos de treino f&iacute;sico e m&eacute;todos de relaxamento. Parece haver um foco deliberado dos consumidores para abordagens mais orientadas para o bem-estar e cuidado pessoal, priorizando tempo e esfor&ccedil;os dedicados a si mesmos. Cada vez mais os consumidores desenvolvem as suas pr&oacute;prias dietas saud&aacute;veis e assistimos a uma transi&ccedil;&atilde;o para um estilo de vida mais orientado para h&aacute;bitos de <em>&ldquo;Slow Food &amp; Slow Living&rdquo;, </em>fazendo escolhas conscientes e informadas para atingir efetivamente o bem-estar fisico e mental.</p>
<p>Sem d&uacute;vida que o primero desafio da altera&ccedil;&atilde;o para um estilo de vida mais saud&aacute;vel passa pelas boas pr&aacute;ticas na escolha dos produtos a consumir, dando prioridade a produtos com um teor inferior de gorduras, produtos com menor teor de sal, menor percentagem de calorias e at&eacute; sem aditivos e conservantes.</p>
<p>Mas se por um lado a tarefa da escolha dos consumidores encontra-se mais facilitada pela acessibilidade da informa&ccedil;&atilde;o sobre a composi&ccedil;&atilde;o e benef&iacute;cios dos produtos, por outro os consumidores s&atilde;o tamb&eacute;m cada vez mais bombardeados com informa&ccedil;&otilde;es conflitantes sobre quais os ingredientes recomendados e quais devem ser evitados.</p>
<p>Neste sentido, o setor dos produtos l&aacute;cteos foi um dos mais impactados durante o ano de 2017, devido &agrave; perce&ccedil;&atilde;o negativa em rela&ccedil;&atilde;o ao leite, com uma perda de 8% em volume no leite, dificultando assim o desenvolvimento da categoria, onde apenas o Leite Sem Lactose cresce 22% em volume e surgindo como uma das op&ccedil;&otilde;es <em>healthy</em> que mais atraem compradores (+2,4 pontos percentuais de Penetra&ccedil;&atilde;o).</p>
<p>Para al&eacute;m dos produtos l&aacute;cteos, o ano de 2017 ficou marcado por uma tend&ecirc;ncia de crescimento dif&iacute;cil em todo o mercado de Alimenta&ccedil;&atilde;o &amp; Bebidas, que enfrenta o desafio da perda em volume devido &agrave; redu&ccedil;&atilde;o da quantidade nas cestas dos lares, sendo o setor da alimenta&ccedil;&atilde;o em casa o mais afetado (2,7% de redu&ccedil;&atilde;o em volume).</p>
<p><strong>A mudan&ccedil;a do paradigma nos momentos de consumo</strong></p>
<p>No entanto, as mudan&ccedil;as nos h&aacute;bitos alimentares dos portugueses para uma alimenta&ccedil;&atilde;o mais saud&aacute;vel parecem ter n&atilde;o s&oacute; repercuss&otilde;es na escolha dos produtos mas tamb&eacute;m nos momentos de consumo per si. Apesar de comprarem cada vez menos quantidade em cada ida &agrave; loja, os compradores optam tamb&eacute;m por fazer compras com maior frequ&ecirc;ncia e repartir o consumo entre diferentes ocasi&otilde;es.</p>
<p>De acordo com o estudo de Usage da Kantar Worldpanel, que aprofunda a utiliza&ccedil;&atilde;o e consumo dos produtos comprados pelos lares, de uma forma global, com o intuito de adoptar uma alimenta&ccedil;&atilde;o mais natural e salutar, os compradores parecem tender cada vez mais para a redistribui&ccedil;&atilde;o do consumo ao longo do dia, passando de tr&ecirc;s refei&ccedil;&otilde;es principais mais &ldquo;pesadas&rdquo; para a reparti&ccedil;&atilde;o do consumo em refei&ccedil;&otilde;es mais ligeiras, em menores quantidades em cada refei&ccedil;&atilde;o, bem como a confe&ccedil;&atilde;o das suas marmitas saud&aacute;veis para consumir fora de casa.</p>
<p>Assistimos tamb&eacute;m a uma tend&ecirc;ncia de altera&ccedil;&atilde;o de consumo de alguns produtos nos diferentes momentos como &eacute; o caso particular da categoria de Queijos que, de forma surpreendente, perde destaque num dos seus principais momentos de consumo - o Pequeno-almo&ccedil;o (onde perde 13% em ocasi&otilde;es de consumo semanais) &ndash; para ganhar destaque noutros momentos do dia, passando a ser um alimento mais utlizado na hora do Almo&ccedil;o (onde ganha 23% em ocasi&otilde;es de consumo semanais).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Os novos rituais no Pequeno-almo&ccedil;o </span></p>
<p>Na verdade, apesar da perda no global da categoria de Queijos no momento do Pequeno-almo&ccedil;o, &eacute; importante estar atento aos novos comportamentos saud&aacute;veis dos consumidores, de forma a identificar novas oportunidades de desenvolvimento nesta categoria.</p>
<p>Com o foco na sele&ccedil;&atilde;o de ingredientes e produtos mais naturais e saud&aacute;veis, os consumidores trocam as manteigas e os queijos com maior teor de gordura por queijo fresco para barrar no p&atilde;o ao pequeno-almo&ccedil;o (que cresce 19% em ocasi&otilde;es de consumo), sendo que este tipo de queijo parece ser percecionado como uma melhor alternativa para a sa&uacute;de.</p>
<p>A percep&ccedil;&atilde;o negativa do leite tem tamb&eacute;m aqui um papel importante, com o Leite Sem Lactose a surgir como uma das escolhas com maior evolu&ccedil;&atilde;o (cresce 77% em ocasi&otilde;es de consumo).</p>
<p>Como op&ccedil;&atilde;o para uma dieta equilbrada &eacute; tamb&eacute;m dado um maior destaque aos valores nutricionais das frutas frescas (+6%) e aos sumos de Fruta (+25%). O consumo de p&atilde;o aumenta (padeiro e tostas) mas acompanhado por novos ingredientes naturais ou tradicionais como o Mel e as Compotas. Volta tamb&eacute;m a ser dado foco no pequeno-almo&ccedil;o aos cereais, muitas vezes acompanhados de iogurtes fermentados (Skyr).</p>
<p><strong>Que Shoppers mais consomem Queijos?</strong></p>
<p>Constatamos ainda que entre as diferentes tipologias de lares, o target com maior consumo semanal de Queijo est&aacute; entre os mais seniores, desenvolvendo acima da m&eacute;dia do mercado, durante o ano de 2017 e sendo entre estes consumidores onde existe o maior potencial de expans&atilde;o.</p>
<p>De facto existe um potencial de neg&oacute;cio entre o target mais senior, considerando n&atilde;o s&oacute; a proje&ccedil;&atilde;o da evolu&ccedil;&atilde;o demogr&aacute;fica onde a assistiremos a um maior envelhecimento da popula&ccedil;&atilde;o e gradual aumento da esperan&ccedil;a m&eacute;dia de vida, mas tamb&eacute;m pelas necessidades muito espec&iacute;ficas de bem-estar e sa&uacute;de inerentes &agrave; idade.</p>
<p><strong>E quais as op&ccedil;&otilde;es que mais atraem o shopper?</strong></p>
<p>De uma forma geral, independentemente dos diferentes momentos de consumo, os Queijos Frescos e o Requeij&atilde;o, assim com outros Queijos (como por exemplo a Mozzarellla Fresca) s&atilde;o apontados como aqueles onde mais recai a escolha no consumo semanal, aumentando 23% e 11% respetivamente.</p>
<p>A versatilidade de confe&ccedil;&atilde;o e facilidade de prepara&ccedil;&atilde;o deste tipo de queijos torna-os um ingrediente que facilmente se adapta &agrave;s op&ccedil;&otilde;es mais saud&aacute;veis e naturais, que s&atilde;o atualmente prioridade nas dietas dos consumidores. As caracter&iacute;sticas destes produtos permitem que, inclusivamente sejam facilmente utilizados numa multiplicidade de receitas caracter&iacute;sticas da dieta mediterr&acirc;nica, a que os Portugueses est&atilde;o habituados. Por estes motivos s&atilde;o frequentemente op&ccedil;&atilde;o na prepara&ccedil;&atilde;o das refei&ccedil;&otilde;es do Almo&ccedil;o e Jantar.</p>
<p>Para al&eacute;m das caracte&iacute;sticas funcionais do produto, os consumidores parecem guiar cada vez mais as suas escolhas, associando a conveni&ecirc;ncia ao prazer, ou seja, atav&eacute;s destas op&ccedil;&otilde;es de queijos os consumidores parecem conseguir escrever suas pr&oacute;prias defini&ccedil;&otilde;es de "saud&aacute;vel", mantendo o interese em op&ccedil;&otilde;es convenientes sem prescindir do sabor, tornando-se assim uma &ldquo;indulg&ecirc;ncia permiss&iacute;vel&rdquo;.</p>
<p>Parece assim existir abertura no mercado para uma variedade de formatos e formula&ccedil;&otilde;es naturais e saud&aacute;veis de queijos, que na verdade permitam aos consumidores olhar para os ingredientes, produtos e fazer combina&ccedil;&otilde;es que de forma a preencher as suas necessidades nutricionais, f&iacute;sicas, ou benef&iacute;cios emocionais.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 23 Mar 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Queijos-a-explorar-novos-momentos-de-consumo</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Novo painel de consumidores em Marrocos]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Novo-painel-de-consumidores-em-Marrocos</link>
         <description><![CDATA[<p>A Kantar Worldpanel continua a aumentar a sua presen&ccedil;a em &Aacute;frica, com o lan&ccedil;amento de um novo painel de consumidores em Marrocos. O novo painel ir&aacute; permitir &agrave;s marcas locais e globais uma compreens&atilde;o completa dos h&aacute;bitos de compra FMCG da popula&ccedil;&atilde;o deste pa&iacute;s. Com 33 milh&otilde;es de habitantes, Marrocos &eacute;, atualmente, a quinta maior economia em &Aacute;frica, ap&oacute;s duas d&eacute;cadas cont&iacute;nuas de crescimento do PIB.</p>
<p>Este novo painel ir&aacute; combinar a experi&ecirc;ncia da Kantar Worldpanel em gerir pain&eacute;is, com o profundo conhecimento do mercado marroquino proporcionado pelos especialistas da Kantar TNS, j&aacute; presentes no terreno.</p>
<p>O painel ter&aacute; 1500 lares urbanos e semi-rurais. Os primeiros dados ir&atilde;o compreender o primeiro trimestre de 2018 e estar&atilde;o dispon&iacute;veis em Maio.</p>
<p>Este lan&ccedil;amento faz parte do comprometimento da Kantar Worldpanel em apoiar a expans&atilde;o dos seus clientes em &Aacute;frica, que levou &agrave; abertura de novos pain&eacute;is, nos &uacute;ltimos anos, incluindo Nig&eacute;ria, Qu&eacute;nia, Gana, Egipto e mais recentemente a Costa do Marfim.</p>
<p>Idriss El Ganari, Director de Business Development para &Aacute;frica e M&eacute;dio Oriente afirma: &ldquo;Marrocos oferece muitas oportunidades &agrave;s marcas globais de FMCG para encontrar novas fontes de crescimento. As mudan&ccedil;as r&aacute;pidas de comportamento e a expans&atilde;o do retalho nas zonas urbanas e semi-rurais d&atilde;o acesso a muitas categorias e marcas a novos consumidores&rdquo;.</p>
<p>Josep Montserrat, CEO da Kantar Worldpanel acrescenta: &ldquo; Na Kantar Worldpanel estamos comprometidos em descobrir novas oportunidades para os nossos clientes, onde quer que estejam. Fornecer insights sobre como aproveitar essas oportunidades em &Aacute;frica tem sido uma &aacute;rea muito importante em termos de investimento e estamos muito satisfeitos por lan&ccedil;ar o nosso sexto painel de consumidores nas economias mais relevantes de &Aacute;frica. Oferecemos um conhecimento &uacute;nico dos consumidores e shoppers em &Aacute;frica aos nossos clientes, ajudando-os a impulsionar o seu crescimento neste continente&rdquo;.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 19 Mar 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Novo-painel-de-consumidores-em-Marrocos</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Natal em casa salva FMCG em 2017]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Natal-em-casa-salva-FMCG-em-2017</link>
         <description><![CDATA[<p>O setor do Grande Consumo continua a apresentar dificuldade em crescimento, ao fechar o ano de 2017 com -2,7% em volume. O principal respons&aacute;vel por esta situa&ccedil;&atilde;o &eacute; a diminui&ccedil;&atilde;o do volume comprado em cada ato de compras (-3,5%).</p>
<p>O setor mais impactado em volume foi a Alimenta&ccedil;&atilde;o dentro de casa (tend&ecirc;ncia que j&aacute; se mant&eacute;m desde o terceiro trimestre de 2017), sendo que bebidas conseguiram crescer e limpeza caseira e higiene e beleza foram setores est&aacute;veis. Dentro das categorias mais negativas, 15% correspondem a categorias afetadas pelo imposto do a&ccedil;&uacute;car, 60% s&atilde;o categorias de alimenta&ccedil;&atilde;o, 10% categorias infantis e 15% categorias de limpeza caseira. A conveni&ecirc;ncia e o prazer guiaram os compradores em 2017, j&aacute; dentro das categorias com melhor desempenho, 35% s&atilde;o de conveni&ecirc;ncia e 30% s&atilde;o de prazer.</p>
<p>Apesar deste cen&aacute;rio menos positivo, o Natal contribuiu em grande medida para minimizar as perdas em FMCG no ano. As &uacute;ltimas quatro semanas do ano foram muito boas em termos de volume e de valor, crescendo 5% e 7,5%, respetivamente. Para isto muito contribuiu que os Portugueses passassem o Natal em casa &ndash; quando questionados antes do Natal, 79% j&aacute; afirmavam que o passariam em casa, de acordo com o estudo LinkQ de Natal 2017, da Kantar Worldpanel.</p>
<p>No que diz respeito &agrave; distribui&ccedil;&atilde;o, os discounts (Lidl e Aldi) e Pingo Doce foram os mais din&acirc;micos neste per&iacute;odo de Natal. Com efeito, estas tr&ecirc;s ins&iacute;gnias juntas contribu&iacute;ram em volume 86% para o crescimento do FMCG nas &uacute;ltimas quatro semanas do ano, conseguindo ter compradores incrementais face ao Natal de 2016. Este aumento de compradores deu-se, sobretudo atrav&eacute;s da Marcas da Distribui&ccedil;&atilde;o (MDD). Em compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo de 2016, o Lidl aumentou o seu n&uacute;mero de compradores de MDD em 138 mil, o Pingo Doce em mais 110 mil e o Aldi em mais 96 mil compradores.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 14 Mar 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Natal-em-casa-salva-FMCG-em-2017</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[ConveniÃªncia do Ã³leo desafia os benefÃ­cios do azeite]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Convenincia-do-leo-desafia-os-benefcios-do-azeite</link>
         <description><![CDATA[<p>O fecho do ano de 2017 veio refor&ccedil;ar as tend&ecirc;ncias que se foram notando ao longo do ano: os lares portugueses est&atilde;o mais optimistas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s suas economias, despendendo mais do seu dinheiro fora de casa, em categorias como alimenta&ccedil;&atilde;o e vestu&aacute;rio, mas com comportamento oposto dentro de casa. De facto, parece que nos habitu&aacute;mos a racionalizar e gerir melhor o que compramos para dentro do lar e desta forma o FMCG continua sem evolu&ccedil;&atilde;o positiva, com -2,7% em volume vs. 2016, tendo a alimenta&ccedil;&atilde;o como foco de racionaliza&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>O aumento cont&iacute;nuo do consumo fora de casa faz com que tamb&eacute;m a redu&ccedil;&atilde;o do tamanho das cestas para dentro de casa seja cont&iacute;nua, ou seja, compramos menos quantidade cada vez que vamos &agrave;s compras.</p>
<p>A verdade &eacute; que as refei&ccedil;&otilde;es fora de casa s&atilde;o c&oacute;modas e prazerosas, e dentro de casa n&atilde;o poderia ser diferente. Os portugueses procuram este conforto atrav&eacute;s dos produtos que levam para dentro do lar, selecionando aqueles que lhes proporcionem prazer e que lhes roubem o menor tempo poss&iacute;vel na sua prepara&ccedil;&atilde;o. Desta forma, s&atilde;o as categorias de conveni&ecirc;ncia e prazer que contrariam a tend&ecirc;ncia geral e conseguem crescer em volume.&nbsp;</p>
<p>Sendo Portugal um pa&iacute;s cuja base da alimenta&ccedil;&atilde;o &eacute; a dieta Mediterr&acirc;nica, as Gorduras Alimentares fazem parte da cultura quando preparamos uma refei&ccedil;&atilde;o, chegando a 99% dos lares portugueses, e por essa raz&atilde;o, sofrem diretamente com esta aus&ecirc;ncia de refei&ccedil;&otilde;es em casa e tamb&eacute;m com a procura pelo mais pr&aacute;tico.</p>
<p>As Gorduras Alimentares seguem a tend&ecirc;ncia do total alimenta&ccedil;&atilde;o e fecham o ano no negativo com uma evolu&ccedil;&atilde;o de -2,7% em volume vs. 2016, mantendo a regularidade de compra mas, &agrave; semelhan&ccedil;a do total alimenta&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o conseguem evitar a redu&ccedil;&atilde;o do tamanho das cestas do shopper.</p>
<p>Azeite &eacute; a categoria mais comprada, representando 41% do volume comprado em Gorduras Alimentares e &eacute; tamb&eacute;m a maior respons&aacute;vel pela evolu&ccedil;&atilde;o negativa da categoria. Em 2017 menos 4 mil compradores adquiriram Azeite e os que se mantiveram na categoria reduziram o tamanho da cesta em -2,2%. Ao contr&aacute;rio de &Oacute;leo que, apesar de ter tamb&eacute;m as cestas reduzidas, mant&eacute;m os seus compradores e ganha regularidade de compra.</p>
<p><strong>Um ano dif&iacute;cil para azeite</strong></p>
<p>V&aacute;rios fatores fizeram com que o &Oacute;leo se mostrasse mais resistente que o Azeite, entre eles est&aacute; a quest&atilde;o pre&ccedil;o.</p>
<p>&Agrave; semelhan&ccedil;a de outras categorias de FMCG, em Azeite o comprador movimenta-se sempre em busca da melhor oferta. Por quest&otilde;es relacionadas com a mat&eacute;ria-prima, a categoria sofreu um encarecimento e, ainda que as marcas tenham feito o esfor&ccedil;o para manter o n&iacute;vel promocional, o comprador reagiu ao reduzir a sua cesta com o fim de reduzir tamb&eacute;m os seus custos. Desta forma, Azeite perde ocasi&otilde;es de compra em promo&ccedil;&atilde;o ao mesmo tempo que &Oacute;leo se desenvolve ao ganhar ocasi&otilde;es de compra em promo&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Mas n&atilde;o s&oacute; o encarecimento de Azeite deu a vantagem a &Oacute;leo, tamb&eacute;m as quest&otilde;es de comodidade tiveram um papel fundamental. O facto de os portugueses estarem mais fora de casa &eacute; um desafio para todas as categorias de Alimenta&ccedil;&atilde;o, mas &eacute; o comportamento que adoptamos dentro de casa que pode ser um obst&aacute;culo ou um aliado.</p>
<p>Na busca pela conveni&ecirc;ncia, os portugueses aproximaram-se de categorias como Peixe e Marisco Congelado n&atilde;o preparado, Pratos Prontos Congelados e Salgados Congelados, produtos que sugerem uma maior utiliza&ccedil;&atilde;o do &Oacute;leo na sua prepara&ccedil;&atilde;o. Em oposi&ccedil;&atilde;o, os frescos como Prote&iacute;nas e os Legumes foram menos priorit&aacute;rios, o que colocou o Azeite numa posi&ccedil;&atilde;o de desvantagem, pela proximidade que tem a este tipo de produtos. E quando se pergunta quais os motivos que levaram ao consumo, em Azeite destaca-se o facto de ser saud&aacute;vel, enquanto em &Oacute;leo o consumidor afirma que &eacute; pelo facto de ser r&aacute;pido e c&oacute;modo na prepara&ccedil;&atilde;o dos alimentos.</p>
<p>Assim, apesar de existir de facto uma maior preocupa&ccedil;&atilde;o com a sa&uacute;de e a alimenta&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o em geral, entre o Azeite e &Oacute;leo prevaleceu a comodidade aliada ao melhor pre&ccedil;o.</p>
<p><strong>Margarinas e Manteigas</strong></p>
<p>Tamb&eacute;m as Margarinas &amp; Manteigas sofrem com a redu&ccedil;&atilde;o das cestas, sendo as Manteigas que mais sentem este impacto ao n&atilde;o conseguirem evitar a queda. &Eacute; atrav&eacute;s da op&ccedil;&atilde;o de Manteiga Magra que a categoria entra no negativo ao perder compradores e intensidade de compra. Apenas a op&ccedil;&atilde;o de Manteiga normal sem sal mant&eacute;m o n&iacute;vel de compra de 2016.</p>
<p>No entanto aqui, n&atilde;o &eacute; o facto de os portugueses estarem mais fora de casa que impede o crescimento destas categorias, uma vez que o consumo de Manteigas &amp; Margarinas se centra no pequeno-almo&ccedil;o e aqui a tend&ecirc;ncia &eacute; oposta, os portugueses est&atilde;o a reduzir as ocasi&otilde;es de consumo do pequeno-almo&ccedil;o fora do lar.</p>
<p>Se nas grandes refei&ccedil;&otilde;es em casa o facto de um produto nos poupar tempo &eacute; essencial, na primeira refei&ccedil;&atilde;o do dia as preocupa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o distintas. Aqui, Margarinas &amp; Manteigas enfrentam categorias concorrentes, em que se alia o prazer mas que permitam essencialmente come&ccedil;ar bem o dia, com produtos em que reconhecemos o benef&iacute;cio para o nosso bem-estar. Neste sentido, os lares portugueses est&atilde;o a incluir mais no seu pequeno-almo&ccedil;o categorias como Leite sem Lactose, Sumos de Fruta, Iogurtes funcionais, &Aacute;guas minerais, Cereais e Fruta.</p>
<p>Mas n&atilde;o s&oacute;, categorias complementares ao consumo de Margarinas &amp; Manteigas como Tostas Embaladas e P&atilde;o Fresco tamb&eacute;m aumentam o consumo neste momento, no entanto, est&atilde;o a ser utilizadas tamb&eacute;m com op&ccedil;&otilde;es mais gulosas como Queijo para Barrar, Doces e Mel.</p>
<p>Desta forma, as Gorduras Alimentares enfrentam diferentes desafios nos v&aacute;rios momentos de consumo, enquanto nas refei&ccedil;&otilde;es principais a praticidade &eacute; o fator essencial, fora delas o factor benef&iacute;cio alia-se ao prazer e fazem frente a Margarinas &amp; Manteigas.</p>
<p>Sendo que o maior desafio de todos &eacute; perceber como podem as Gorduras Alimentares facilitar a confe&ccedil;&atilde;o das refei&ccedil;&otilde;es e como se podem tornar mais sedutoras nas pequenas refei&ccedil;&otilde;es, a fim de recuperar proximidade com o consumidor melhorando a sua qualidade de vida dentro de casa.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 09 Mar 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Convenincia-do-leo-desafia-os-benefcios-do-azeite</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Qualidade e preÃ§o: o futuro das bebidas quentes]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Qualidade-e-preo-o-futuro-das-bebidas-quentes</link>
         <description><![CDATA[<p>A liga&ccedil;&atilde;o dos Portugueses &agrave;s bebidas quentes verifica-se com o alcance destas, sendo que chegaram a 96% dos lares em 2017. Eles gastaram, em m&eacute;dia, 78,50&euro; nas compras desta categoria no &uacute;ltimo ano com uma frequ&ecirc;ncia de compra de uma vez por m&ecirc;s. O que no final leva a categoria a fechar o ano no positivo em valor (+6,6%) e conseguir estabilidade em volume (+2.8%).</p>
<p>Mas se olharmos mais ao detalhe para as v&aacute;rias bebidas quentes encontramos algumas diferen&ccedil;as. A verdade &eacute; que a procura da conveni&ecirc;ncia por parte dos Portugueses faz com que a categoria de c&aacute;psulas seja aquela que desde o seu in&iacute;cio esteja a ganhar compradores tornando a vida dos portugueses mais simples. A categoria de c&aacute;psulas foi capaz de recrutar lares compradores em 2017 (+2,3 pp de penetra&ccedil;&atilde;o vs. 2016) de forma significativa, chegando j&aacute; a estar presente nas compras de 66% dos lares.</p>
<p>Os m&eacute;todos tradicionais do caf&eacute; tentam resistir a esta onda de mudaan&ccedil;a nos interesses do shopper, e embora a quantidade comprada seja maior devido ao formato, n&atilde;o &eacute; suficiente para compensar a menor atratividade nesta forma tradicional de beber caf&eacute;.</p>
<p>Os importantes esfor&ccedil;os dos fabricantes de c&aacute;psulas, e tamb&eacute;m das marcas pr&oacute;prias (mdd&rsquo;s), no desenvolvimento e inova&ccedil;&atilde;o das c&aacute;psulas t&ecirc;m sido chave para conquistar os verdadeiros amantes do caf&eacute;, que valorizam n&atilde;o s&oacute; o sabor deste, assim como tamb&eacute;m a conserva&ccedil;&atilde;o e o cheiro.</p>
<p>&nbsp;Neste sentido, 2017 esteve marcado pela revolu&ccedil;&atilde;o das c&aacute;psulas compat&iacute;veis com os tr&ecirc;s principais sistemas onde as marcas de distribui&ccedil;&atilde;o t&ecirc;m o protagonismo. A sua renova&ccedil;&atilde;o da imagem, tornando-as como marcas mais <em>premium</em> e a abrang&ecirc;ncia de oferta para todos os sistemas de c&aacute;psulas fez com que tenham conseguido uma performance positiva neste fecho do ano, ficando ainda mais atrativas (+5,7 pp de penetra&ccedil;&atilde;o vs. 2016). Cada vez mais adeptos rendem-se a uma escolha mais econ&oacute;mica, de qualidade e compat&iacute;vel com todos os sistemas.</p>
<p>&nbsp;A atratividade das marcas pr&oacute;prias vai mais al&eacute;m das c&aacute;psulas. As mdd&rsquo;s impactam fabricantes de bebidas quentes de forma geral, sendo inclu&iacute;das nas cestas de forma mais regular e repetida.</p>
<p>Deixando de lado o protagonismo das c&aacute;psulas, n&atilde;o podemos esquecer a abrang&ecirc;ncia na oferta das bebidas quentes e dos targets atingidos por elas. Porque n&atilde;o falamos apenas de caf&eacute;, mas tamb&eacute;m de categorias como as bebidas de cereais, os ch&aacute;s e as infus&otilde;es que completam a oferta de bebidas quentes dos Portugueses.</p>
<p>De forma geral, ch&aacute;s e infus&otilde;es &eacute; a categoria que mais est&aacute; a sentir o afastamento do shopper perdendo -2,3 pp de penetra&ccedil;&atilde;o no &uacute;ltimo ano. E apesar dos esfor&ccedil;os por introduzir esta categoria tamb&eacute;m no universo das c&aacute;psulas a verdade &eacute; que estas n&atilde;o est&atilde;o a atingir o objetivo esperado para os fabricantes, e nem as mdd&rsquo;s conseguem atrair compradores nesta categoria.</p>
<p>De todos os momentos de consumo do dia dentro de casa, os Portugueses preferem o depois de jantar como o momento perfeito para o ch&aacute; ou a infus&atilde;o. Momento do dia que continua a ser o &uacute;nico a incrementar ocasi&otilde;es de consumo (+4,6% ocasi&otilde;es de consumo vs. 2016), prevalecendo o consumo durante a semana em detrimento do fim-de-semana.</p>
<p>Ao falar de bebidas quentes, n&atilde;o podemos esquecer o consumo delas fora de casa. Em 2017, s&atilde;o menos os portugueses (-2 pp de penetra&ccedil;&atilde;o vs. 2016) que consomem bebidas quentes, e quando o fazem, fazem com menos regularidade.</p>
<p>Dados que n&atilde;o deixam de nos surpreender tendo em conta a liga&ccedil;&atilde;o dos portugueses ao caf&eacute;. Mas um ver&atilde;o mais quente e mais prolongado no tempo (Temp. M&aacute;x. M&eacute;dia de 28&ordm; de Abril /Setembro&rsquo;17) explica em parte a perda de compradores e intensidade no consumo de caf&eacute; no OOH.</p>
<p>Sendo os jovens que mais se desconectam com as bebidas quentes, no fora de casa. &Aacute;guas, Cervejas e "Trendy Drinks" (Sidras, Cocktails e Mixers), ou seja, bebidas frescas, s&atilde;o agora as suas escolhas.</p>
<p>Mas n&atilde;o s&oacute; o calor mudou a forma de consumir bebidas quentes fora de casa. O &uacute;ltimo ano esteve marcado por um shopper mais focado no consumo consciente, verificando-se assim a procura de alternativas saud&aacute;veis na escolha de bebidas, fora de casa, e impactando o consumo de bebidas quentes, especialmente do caf&eacute;. E n&atilde;o &eacute; por acaso que os consumidores de caf&eacute; tendem a dispensar o a&ccedil;&uacute;car na forma como tomam caf&eacute; (+3,2 pp de ocasi&otilde;es de consumo de caf&eacute; sem a&ccedil;&uacute;car vs. ano hom&oacute;logo).&nbsp;</p>
<p><strong>O que nos espera em 2018?</strong></p>
<p>Sem nenhuma d&uacute;vida inova&ccedil;&atilde;o e comunica&ccedil;&atilde;o ser&atilde;o chave para o desenvolvimento das bebidas quentes em 2018.</p>
<p>Continuar a apostar na inova&ccedil;&atilde;o ir&aacute; permitir tanto aos fabricantes, mas tamb&eacute;m &agrave;s mdd&rsquo;s, posicionar os seus produtos como refer&ecirc;ncias de um mercado cada vez mais saturado no que diz respeito &agrave; oferta. Um shopper cada vez mais exigente em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; qualidade e pre&ccedil;o e muito ligado &agrave; conveni&ecirc;ncia marcar&aacute; 2018. Estas ser&atilde;o as bases no desenvolvimento de estrat&eacute;gias que dever&atilde;o dar resposta a estas necessidades.</p>
<p>Sem esquecer a import da comunica&ccedil;&atilde;o, de forma a reter o shopper fiel nesta guerra de canibaliza&ccedil;&atilde;o de compradores entra as marcas, nomeadamente em c&aacute;psulas.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 15 Feb 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Qualidade-e-preo-o-futuro-das-bebidas-quentes</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Encontrar novos shoppers em 2018]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Encontrar-novos-shoppers-em-2018</link>
         <description><![CDATA[<p>O ano de 2017 terminou e n&atilde;o poder&iacute;amos deixar de lhe dar uma imagem do que se pode esperar em 2018. Pedimos &agrave; nossa equipa de especialistas em todo o mundo coment&aacute;rios sobre tend&ecirc;ncias que ser&atilde;o mais importantes para atrair novos compradores.</p>
<p>D&ecirc; uma vista de olhos pelos v&iacute;deos em baixo.</p>
<p><a href="https://vimeo.com/kantarworldpanel/review/247130771/beeac55a19">UK</a></p>
<p><a href="https://vimeo.com/kantarworldpanel/review/247473164/1a9d912a80">Espanha</a></p>
<p><a href="https://vimeo.com/kantarworldpanel/review/248163063/20f1aaf0bc">Fran&ccedil;a</a></p>
<p><a href="https://vimeo.com/kantarworldpanel/review/247138403/e44a8ac7f1">&Aacute;sia</a></p>
<p><a href="https://vimeo.com/kantarworldpanel/review/248123936/31e2e4d4f5">Am&eacute;rica Latina</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 17 Jan 2018 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Encontrar-novos-shoppers-em-2018</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Afinal o Natal ainda Ã© o que era]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Afinal-o-Natal-ainda--o-que-era</link>
         <description><![CDATA[<p>As elevadas temperaturas e a aus&ecirc;ncia de chuva dos &uacute;ltimos meses deste ano fizeram-nos esquecer o calend&aacute;rio e damos por n&oacute;s a ser surpreendidos com a proximidade da &eacute;poca festiva. Com a entrada em Dezembro elaboramos listas de presentes e intensificamos as compras na tentativa de evitar a correria de &uacute;ltima hora. Mas ser&aacute; este o cen&aacute;rio para todas as categorias de produtos?</p>
<p>De acordo com um estudo realizado pela Kantar Worldpanel sobre a alimenta&ccedil;&atilde;o durante a quadra natal&iacute;cia, 7 em cada 10 indiv&iacute;duos refere ainda n&atilde;o ter planeado o seu menu para as refei&ccedil;&otilde;es festivas. Esta aparente in&eacute;rcia e descontra&ccedil;&atilde;o est&aacute; na verdade relacionada com o facto desta ser uma quadra em que imperam as tradi&ccedil;&otilde;es e onde tendemos a repetir rituais trazendo para a mesa os pratos e sabores que nos s&atilde;o mais familiares. Na verdade, cerca de 77% dos inquiridos planeia manter o mesmo menu das refei&ccedil;&otilde;es festivas em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior.</p>
<p>Por outro lado, entre os indiv&iacute;duos que tencionam alterar o menu encontram-se em particular aqueles que procuram aliar a conveni&ecirc;ncia &agrave; tradi&ccedil;&atilde;o, comprando alguns ou at&eacute; mesmo a totalidade dos pratos j&aacute; preparados para levar para casa. A altera&ccedil;&atilde;o do menu das refei&ccedil;&otilde;es festivas &eacute; tamb&eacute;m justificada pela vontade de variar o menu em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior bem como ao facto de encontrarem conforto ao apresentar uma ementa que sabem ser do agrado de toda a fam&iacute;lia.</p>
<p>Mas para a grande maioria dos indiv&iacute;duos o Natal &eacute; sem d&uacute;vida uma &eacute;poca mais familiar em que a grande maioria dos pratos s&atilde;o confecionados em casa (79%). Nestes lares prevalecem assim os h&aacute;bitos e costumes passados ao longo dos anos e replicados numa ementa onde se d&aacute; destaque aos pratos confecionados de forma tradicional (54%).</p>
<p>Assim, na ementa mais tradicionalista o bacalhau com legumes tem presen&ccedil;a obrigat&oacute;ria na ceia de Natal. Nestes lares coloca-se o habitual Bolo Rei ou Bolo Rainha no centro da mesa, acompanhado por broas, sonhos e rabanadas, frutos secos, bombons e chocolates e outros doces festivos.</p>
<p>Este &eacute; com certeza o quadro mais comum na maior parte dos lares Portugueses, tornando Dezembro o m&ecirc;s que concentra mais vendas para os produtos alimentares t&iacute;picos destas datas e dos produtos necess&aacute;rios para a confec&ccedil;&atilde;o dos pratos festivos. Este aumento das compras ocorre especialmente em produtos protagonistas dos menus tradicionais como &eacute; o caso do bacalhau, os frutos secos e as frutas cristalizadas, bem como outras categorias de produto como as farinhas, o a&ccedil;&uacute;car, o &oacute;leo e as especiarias.</p>
<p><strong>Uma quadra natal&iacute;cia com tudo a que temos direito</strong></p>
<p>Nesta quadra t&atilde;o especial e com a mesa farta imperam inevitavelmente os momentos de prazer &agrave; mesa, onde n&atilde;o h&aacute; espa&ccedil;o para dietas ou restri&ccedil;&otilde;es, com 36,5% dos inquiridos a referir comer sem restri&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>H&aacute; quem v&aacute; ainda mais al&eacute;m assumindo que durante a &eacute;poca festiva procura escolher produtos de qualidade superior, Gourmet ou Premium. Em nome da tradi&ccedil;&atilde;o deleitam-se assim com iguarias como o marisco, o cabrito e a lampreia de ovos.</p>
<p>Com tantos excessos cometidos ao longo de toda a quadra festiva haver&aacute; ainda espa&ccedil;o para uma alimenta&ccedil;&atilde;o e escolhas saud&aacute;veis na quadra natal&iacute;cia?</p>
<p>De facto, nem sempre imperam apenas as tradi&ccedil;&otilde;es. Cerca de 25% dos inquiridos refere procurar fazer escolhas alimentares mais saud&aacute;veis mesmo durante a &eacute;poca festiva, sendo estes na sua maioria motivados por restri&ccedil;&otilde;es alimentares ou dietas espec&iacute;ficas como por exemplo diabetes, intoler&acirc;ncia ao Gl&uacute;ten ou &agrave; Lactose.</p>
<p>Mas seja por existir necessidades de dietas alimentares espec&iacute;ficas ou por uma quest&atilde;o de h&aacute;bitos alimentares saud&aacute;veis j&aacute; enraizados, &eacute; possivel fazer escolhas mais saud&aacute;veis sem perder o encanto das celebra&ccedil;&otilde;es natal&iacute;cias.</p>
<p>De uma forma geral, verifica-se uma tend&ecirc;ncia para a redu&ccedil;&atilde;o das quantidades consumidas entre os indiv&iacute;duos com uma maior &ldquo;consci&ecirc;ncia&rdquo; alimentar. Assim, procuram n&atilde;o cometer excessos de maior evitando em particular os doces e sobremesas.</p>
<p>Por outro lado, procuram tamb&eacute;m fazer algumas substitui&ccedil;&otilde;es e privilegiar alguns alimentos mais saud&aacute;veis como por exemplo a escolha de carnes mais magras como o peru (48% opta por incluir o peru nas suas refei&ccedil;&otilde;es festivas como uma alternativa mais saud&aacute;vel).</p>
<p>Ao longo dos &uacute;ltimos anos os Portugueses t&ecirc;m vindo demostrar uma crescente aten&ccedil;&atilde;o para uma alimenta&ccedil;&atilde;o mais saud&aacute;vel e natural. Mais do que apenas por motivos de preocupa&ccedil;&atilde;o com a sa&uacute;de, procuram essencialmente o bem estar num corpo e mente s&atilde;os.</p>
<p>Resta agora saber se a ressaca dos excessos cometidos durante a &eacute;poca festiva ser&aacute; o mote para um foco ainda maior numa alimenta&ccedil;&atilde;o mais saud&aacute;vel. Esta ser&aacute; com certeza uma das tend&ecirc;ncias que a Kantar Worldpanel acompanhar&aacute; de perto e a que procurar&aacute; dar resposta.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 27 Dec 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Afinal-o-Natal-ainda--o-que-era</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Bolachas: uma batalha contra a substituiÃ§Ã£o]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Bolachas-uma-batalha-contra-a-substituio</link>
         <description><![CDATA[<p>&gt; Artigo original publicado na <a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Hipersuper%20Dezembro%202017.pdf">Hipersuper</a></p>
<p>N&atilde;o s&atilde;o todas as categorias de produtos que gozam do estatuto de estar presentes em todos os lares Portugueses. Mas as bolachas s&atilde;o uma delas. Na verdade, quando falamos em bolachas, estamos a falar da 4&ordf; categoria comprada por mais portugueses, apenas ultrapassada pelas frutas, legumes e queijo, e ficando &agrave; frente de outros produtos que est&atilde;o muito enraizados na alimenta&ccedil;&atilde;o portuguesa, como o leite, a carne, os iogurtes ou as massas. Mas o que torna as bolachas ainda mais interessantes, &eacute; o facto de n&atilde;o serem compradas apenas de forma espor&aacute;dica: na verdade, compramo-las tantas vezes quanto a carne, o leite ou os iogurtes, ou seja, em uma de cada quatro vezes em que vamos &agrave;s compras. E n&atilde;o &eacute; tudo... pois estamos perante uma categoria de alto valor acrescentado para as fabricantes, ao representar 3% de todo o valor gerado por produtos alimentares no &uacute;ltimo ano.</p>
<p>No entanto, mesmo numa categoria t&atilde;o grande quanto a das bolachas, as mudan&ccedil;as nas prioridades alimentares dos portugueses trouxeram desafios que n&atilde;o se colocavam at&eacute; h&aacute; poucos anos atr&aacute;s.</p>
<p>Habitualmente associadas aos momentos de snacking, e sendo consumidas fundamentalmente depois do jantar (23% das ocasi&otilde;es de consumo), lanche da tarde (22%) e lanche da manh&atilde; (16%), as bolachas encontram nestes momentos de consumo cada vez mais a concorr&ecirc;ncia de novas op&ccedil;&otilde;es saud&aacute;veis, que conquistam cada vez mais compradores, como os cereais e bebidas de aveia, os cereais de granola ou os iogurtes biol&oacute;gicos. N&atilde;o se adivinha que t&atilde;o cedo os portugueses abdiquem por completo das bolachas, mas &eacute; certo que est&atilde;o a mudar a forma como as consomem, sendo escolhidas menos vezes em cada refei&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Assim, a grande dificuldade desta categoria no presente, passa por contrariar a menor quantidade de bolachas que cada comprador est&aacute; a adquirir ano ap&oacute;s ano. Desde 2013, os portugueses t&ecirc;m vindo a reduzir em m&eacute;dia 2,4% na quantidade de bolachas comprada anualmente. &Eacute; uma redu&ccedil;&atilde;o de mais de 1,2kg em menos de 4 anos, o equivalente a abdicarmos a cada ano que passa de menos 1 embalagem t&iacute;pica de bolachas Maria.</p>
<p>E ainda n&atilde;o estamos a considerar os efeitos sobre o consumo que as medidas propostas para o Or&ccedil;amento de Estado de 2018 poder&atilde;o causar, designadamente o novo imposto sobre o sal que, a ser implementado, ser&aacute; um encargo extra a incidir sobre produtos como as bolachas ou biscoitos.</p>
<p>Chegou portanto o momento da categoria se renovar, dando aos consumidores aquilo que procuram, com o objetivo de travar a redu&ccedil;&atilde;o do consumo, atrav&eacute;s de produtos inovadores, que sejam compat&iacute;veis com o estilo de vida mais saud&aacute;vel que os portugueses v&atilde;o progressivamente adotando. &Eacute; nesta linha que vemos novos segmentos aparecer e crescer: bolachas sem a&ccedil;&uacute;car, bolachas sem sal, receitas destinadas ao pequeno-almo&ccedil;o, etc, t&ecirc;m em comum o poder de fazer face a cada um dos desafios da categoria. Em primeiro lugar, porque s&atilde;o estes os segmentos que evitam o abandono da categoria. Em segundo, porque est&atilde;o desenhados para aproveitar ao m&aacute;ximo cada momento de consumo, sendo muitas vezes espec&iacute;ficos para o pequeno-almo&ccedil;o, para os lanches ou para o p&oacute;s-jantar. Em terceiro lugar, porque com receitas mais saud&aacute;veis, est&atilde;o mais aptos a evitar as progressivas taxas e impostos que podem vir a surgir. E por fim, porque se tratam de segmentos de valor acrescentado, transacionados a pre&ccedil;os mais elevados, mas com uma maior perce&ccedil;&atilde;o de valor por parte dos compradores.</p>
<p>Na verdade, as bolachas sem a&ccedil;&uacute;car, sem sal e bolachas de pequeno-almo&ccedil;o j&aacute; representam 27% de todo o volume de bolachas comercializado anualmente, sendo que esta quantidade corresponde a 35% de todo o valor gerado pela categoria, ultrapassando os segmentos tradicionais que est&atilde;o em queda.</p>
<p>O caminho que tem (e que est&aacute; a) ser percorrido pelas marcas neste mercado encontra-se bem definido, no entanto, o trabalho feito at&eacute; ao momento ainda n&atilde;o &eacute; suficiente, pois os ganhos dos segmentos saud&aacute;veis ainda n&atilde;o compensam na totalidade as perdas dos segmentos tradicionais. As promo&ccedil;&otilde;es n&atilde;o garantem o crescimento da categoria (o n&uacute;mero de ocasi&otilde;es em que compramos bolachas em promo&ccedil;&atilde;o aumentou 27% nos ultimos 3 anos, e ainda assim a categoria caiu 6% em volume durante o mesmo per&iacute;odo). Inovar &eacute; por isso a melhor alternativa para que ao fim de mais de meia d&eacute;cada a categoria de bolachas possa voltar a crescer como um todo e de forma sustentada.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 12 Dec 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Bolachas-uma-batalha-contra-a-substituio</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[ComÃ©rcio online global de FMCG cresce 30% ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Comrcio-online-global-de-FMCG-cresce-30-</link>
         <description><![CDATA[<p>As vendas de FMCG online cresceram 30% nos 12 meses at&eacute; mar&ccedil;o de 2017, de acordo com o relat&oacute;rio &ldquo;The Future of E-commerce in FMCG&rdquo;, da Kantar Worldpanel.</p>
<p>O estudo demonstra que o canal online representa 4.6% das vendas de FMCG, a n&iacute;vel global. Enquanto este canal est&aacute; a crescer, o mercado de FMCG, como um todo, est&aacute; lento, aumentando apenas 1.3%, no mesmo per&iacute;odo. O e-commerce contribui com um valor recorde de 36% para o crescimento global do FMCG e continuar&aacute; a ultrapassar o crescimento do retalho offline. &ldquo;As nossas proje&ccedil;&otilde;es indicam que em 2025, o FMCG online ser&aacute; um neg&oacute;cio de 170 bili&otilde;es de d&oacute;lares e ter&aacute; 10% da quota de mercado&rdquo;, afirma St&eacute;phane Roger, Global Shopper and Retail Director da Kantar Worldpanel.</p>
<p>Em Portugal, neste per&iacute;odo, o canal online cresceu 3.4% em termos de valor absoluto, mantendo a mesma quota de mercado em valor de 2016, situando-se nos 0.9% do total FMCG.</p>
<p>De acordo com Blandine Meyer, Commercial Director da Kantar Worldpanel em Portugal, &ldquo;em Portugal, a evolu&ccedil;&atilde;o da compra de FMCG online est&aacute; muito dependente das a&ccedil;&otilde;es realizadas pelos players para atrair compradores para este canal&rdquo;.&nbsp;</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Principais conclus&otilde;es do relat&oacute;rio:</span></p>
<p><strong>Destaques globais</strong></p>
<p><strong></strong>Em termos de crescimento em valor absoluto, os seis principais contribuidores s&atilde;o as economias mais fortes como a China, os EUA, a Coreia do Sul, o Reino Unido, o Jap&atilde;o e a Fran&ccedil;a. No ano passado, o valor cresceu 52% na China, 41% na Coreia do Sul, 31% nos EUA, 8% no Reino Unido, 7% em Fran&ccedil;a e 5% no Jap&atilde;o.</p>
<p>Contudo o setor FMCG online tamb&eacute;m se est&aacute; a expandir em novos mercados. Houve um crescimento significativo em valor, por exemplo, na Tail&acirc;ndia (104%) e Vietname (69%), onde o com&eacute;rcio online ainda est&aacute; num est&aacute;gio inicial.</p>
<p><strong style="font-size: 1em;">Europa</strong></p>
<p><strong style="font-size: 1em;"></strong>A Europa continua a ser um continente dividido.Com 5.6% de quota de mercado em 2016, &eacute; o segundo maior mercado online do mundo, depois da &Aacute;sia. Enquanto o Reino Unido e a Fran&ccedil;a permanecem na frente do canal online &ndash; com 7.5% e 5.6% de quota de mercado respetivamente &ndash; a Alemanha (1.7%) e a Holanda (2.6%) est&atilde;o bastante atr&aacute;s.</p>
<p>Al&eacute;m disto, h&aacute; sinais que indicam que o canal online est&aacute; a abrandar na Europa. Mercados maduros como a Fran&ccedil;a e o Reino Unido &ndash; enquanto ainda evoluem &ndash; est&atilde;o a faz&ecirc;-lo a um ritmo mais lento.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</p>
<p><strong style="font-size: 1em;">EUA</strong></p>
<p>Conhecidos pela prefer&ecirc;ncia por formatos de grandes hipermercados, a penetra&ccedil;&atilde;o online do FMCG cresceu rapidamente nos EUA, nos &uacute;ltimos meses, atingindo 30% do total da popula&ccedil;&atilde;o. Prev&ecirc;-se que o valor gasto anual online em comida e bebidas alco&oacute;licas possa atingir este ano os 20 bili&otilde;es de d&oacute;lares.~</p>
<p><strong style="font-size: 1em;">Am&eacute;rica do Sul</strong></p>
<p>Houve um pequeno aumento no gasto online de FMCG na Am&eacute;rica Latina, nos &uacute;ltimos 12 meses. A falta de confian&ccedil;a nos m&eacute;todos de pagamento, juntamente com a enorme popularidade dos formatos de discount torna a Am&eacute;rica Latina numa das regi&otilde;es mais dif&iacute;ceis para as marcas serem bem-sucedidas online.</p>
<p>Em toda a Am&eacute;rica Latina, o com&eacute;rcio online est&aacute; muito atr&aacute;s relativamente aos m&eacute;todos tradicionais de fazer compras. A exce&ccedil;&atilde;o &eacute; a Argentina, onde o com&eacute;rcio online &eacute; muito mais utilizado em compara&ccedil;&atilde;o com o resto da regi&atilde;o.&nbsp;</p>
<p><strong>Previs&otilde;es 2025</strong></p>
<p>As proje&ccedil;&otilde;es da Kantar Worldpanel mostram que em 2025 o FMCG online ser&aacute; um neg&oacute;cio de 170 bili&otilde;es de d&oacute;lares e ter&aacute; 10% do total da quota de mercado em valor.</p>
<p>A Coreia do Sul e a China continuar&atilde;o a liderar neste aspeto e a &Aacute;sia em geral manter-se-&aacute; como a principal no que diz respeito &agrave; ades&atilde;o online. A grande impuls&atilde;o global vir&aacute; dos EUA, que ter&aacute; um aumento de quota de mercado de 1.5% para 8%, em 2025. Isto pode ser atribu&iacute;do ao desenvolvimento dos modelos de click and collect, entregas e subscri&ccedil;&atilde;o e a acelera&ccedil;&atilde;o de modelos disruptivos.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 21 Nov 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Comrcio-online-global-de-FMCG-cresce-30-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Novas tendÃªncias aquecem Congelados!]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Novas-Tendncias-aquecem-Congelados</link>
         <description><![CDATA[<p>No primeiro semestre de 2017, 24 semanas a terminar em 18 de Junho, temos visto v&aacute;rias mudan&ccedil;as que impactam o nosso dia-a-dia. Este ano verificou-se um melhoramento macroecon&oacute;mico do pa&iacute;s, o n&iacute;vel de confian&ccedil;a econ&oacute;mica registou o valor mais positivo desde 2000 e tivemos um Ver&atilde;o que nos aqueceu a todos com temperaturas acima das que estamos habituados. Todos estes factores em conjunto influenciam o comportamento do shopper Portugu&ecirc;s levando a que cada vez mais das suas ocasi&otilde;es de consumo sejam feitas fora de casa. Esta realidade est&aacute; a impactar diretamente o desenvolvimento da compra de produtos de grande consumo (FMCG) dentro do lar, reduzindo a necessidade de ir com a mesma frequ&ecirc;ncia &agrave;s lojas e de levar tantos produtos nas suas cestas. Por consequ&ecirc;ncia, a Alimenta&ccedil;&atilde;o &eacute; quem mais sofre com estas altera&ccedil;&otilde;es, verificando uma quebra no volume de vendas de -5%.</p>
<p>Dentro da Alimenta&ccedil;&atilde;o, s&atilde;o os Congelados que mais sentem o afastamento do comprador, cerca de 50 mil lares deixaram de comprar a categoria nos primeiros seis meses de 2017, quebrando desta forma um ciclo de atratividade constante que se vinha a verificar desde 2014. Apesar da perda de compradores, os Congelados est&atilde;o a sentir um aumento da compra por parte dos lares mais fi&eacute;is, impedindo uma queda mais acentuada para este mercado (-1,9% vs. 2016).</p>
<p>Ainda que com perdas significativas em compradores n&atilde;o podemos deixar de real&ccedil;ar que esta &eacute; uma categoria de grande alcance, em seis meses Congelados entraram em 93% dos lares Portugueses, que procuram a categoria essencialmente atrav&eacute;s de Peixe e Vegetais n&atilde;o preparados.</p>
<p><strong>O que mudou na motiva&ccedil;&atilde;o de compra destes Produtos?</strong></p>
<p>A fuga de compradores acontece essencialmente porque os Portugueses est&atilde;o a modificar o seu comportamento em rela&ccedil;&atilde;o a estes produtos, passando a duplicar menos a sua compra entre os Frescos e os Congelados. Apesar de n&atilde;o aumentarem o consumo de Frescos, a verdade &eacute; que se tornam mais exclusivos e dedicados &agrave; compra destes produtos. Esta tend&ecirc;ncia verifica-se em praticamente todos os segmentos de Congelados, sendo a Carne Preparada Congelada e os Vegetais Congelados os principais respons&aacute;veis por este abandono, enquanto os segmentos mais simples, de maior conveni&ecirc;ncia e prazer mostram uma maior resist&ecirc;ncia ao conseguirem reter os seus compradores, entre eles est&atilde;o Refei&ccedil;&otilde;es Prontas, Batatas e Snacks.</p>
<p>Se por um lado sabemos que o shopper est&aacute;-se a dedicar menos &agrave; compra de Congelados vemo-lo a gastar mais ao incluir variedades mais caras na sua cesta tal como Peixe e Marisco e Refei&ccedil;&otilde;es Prontas. Mas estes gastos t&ecirc;m motiva&ccedil;&otilde;es diferentes, se por um lado o aumento dos gastos em Peixe e Marisco acontece por haver mais ocasi&otilde;es de compra em promo&ccedil;&atilde;o, em Refei&ccedil;&otilde;es Prontas acontece precisamente o oposto, o aumento de ocasi&otilde;es de compra verifica-se fora de promo&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>
<p>A conveni&ecirc;ncia prevalece sobre o pre&ccedil;o e devolve a atratividade a Refei&ccedil;&otilde;es Prontas, que j&aacute; ganham adeptos desde 2016, recuperando 34% das perdas de compradores de 2014 e 2015. E de facto apesar de a promo&ccedil;&atilde;o j&aacute; fazer parte da nossa rotina, existem alguns &ldquo;luxos&rdquo;, como o seu tempo, que os Portugueses n&atilde;o dispensam e afirmam que est&atilde;o dispostos a pagar mais por produtos que lhe permitam reduzir o tempo dedicado &agrave;s tarefas dom&eacute;sticas.</p>
<p><strong>Estar&atilde;o estas mudan&ccedil;as a redefinir o mercado de Congelados?</strong></p>
<p>A percep&ccedil;&atilde;o do mercado de Congelados parece estar a mudar mesmo a n&iacute;vel de quem compra. Talvez por ser uma categoria que proporciona um menor esfor&ccedil;o de compra, a n&iacute;vel de idas &agrave; loja e praticidade, os Congelados est&atilde;o mais ligados aos lares mais jovens, at&eacute; aos 34 anos, que s&atilde;o o core target destes produtos. No entanto, &eacute; aqui que a categoria sofre o maior abandono, cerca de 68% das perdas em compradores s&atilde;o em lares desta faixa et&aacute;ria.</p>
<p>Os jovens Portugueses parecem estar a construir uma rela&ccedil;&atilde;o de maior responsabilidade com a sua alimenta&ccedil;&atilde;o, tendo preocupa&ccedil;&otilde;es distintas, s&atilde;o eles os que mais aderem &agrave;s novas tend&ecirc;ncias de saud&aacute;vel. A crescente preocupa&ccedil;&atilde;o dos jovens traz uma consequ&ecirc;ncia para Congelados onde o afastamento se d&aacute; essencialmente atrav&eacute;s de Pizzas congeladas e onde as Refei&ccedil;&otilde;es Prontas, mencionadas anteriormente, n&atilde;o ganham adeptos.</p>
<p>No entanto, apesar de em menor n&uacute;mero os jovens tornam-se mais fi&eacute;is &agrave; categoria, os que permanecem dedicam-se mais &agrave; compra da mesma, tornam-se mais frequentes ao mesmo tempo que aumentam a quantidade nas suas cestas. Vegetais crus congelados s&atilde;o o principal foco desta intensifica&ccedil;&atilde;o dos jovens na categoria, reflectindo a sua procura pela alimenta&ccedil;&atilde;o mais &ldquo;saud&aacute;vel&rdquo; mencionada acima.</p>
<p>Al&eacute;m do &ldquo;Quem&rdquo; esta nova perce&ccedil;&atilde;o do mercado transforma tamb&eacute;m o &ldquo;Onde&rdquo;. A compra de Congelados centra-se nos Hipers e Supers, onde o Continente tem um papel fundamental, uma vez que em 6 meses 53% dos lares compraram a categoria nesta ins&iacute;gnia. No entanto &eacute; nos Hipers e Supers que est&aacute; a maior dificuldade no desenvolvimento destes produtos, sendo aqui onde a categoria perde espa&ccedil;o nas cestas que a definem, as ditas cestas de despensa, com maior volume e variedade de produtos e de menor regularidade. &Eacute; nos Discounts, onde Congelados j&aacute; chegam a mais 50% dos seus compradores, impulsionados pela atractividade do Lidl, que a categoria consegue mais ocasi&otilde;es de compra e atrav&eacute;s de cestas de tamanho m&eacute;dio, n&atilde;o t&atilde;o t&iacute;picas deste mercado.</p>
<p>Uma maior presen&ccedil;a em cestas mais pequenas e de maior regularidade, maior procura no canal Discount e afastamento a Hipers e Supers, transformam Congelados numa categoria de maior proximidade do comprador. Apesar de menos compradores a verdade &eacute; que a categoria torna-se mais presente dentro do lar dos que a mant&eacute;m na sua cesta.</p>
<p>Esta maior proximidade com o comprador Portugu&ecirc;s pode ser um ponto de partida para um novo ciclo de Congelados. Incentivar uma compra mais impulsiva atrav&eacute;s de ofertas inovadoras que equilibrem tr&ecirc;s importantes fatores (pre&ccedil;o, conveni&ecirc;ncia e sa&uacute;de) &eacute; a principal oportunidade para a categoria numa altura de tantas transforma&ccedil;&otilde;es do mercado. Uma vez que os Portugueses parecem estar mais atentos, informados e preocupados com a qualidade do que levam para dentro do seu lar.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 06 Nov 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Novas-Tendncias-aquecem-Congelados</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Mudam-se os tempos mudam-se os momentos]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Mudam-se-os-tempos-mudam-se-os-momentos</link>
         <description><![CDATA[<p>As bebidas quentes em Portugal s&atilde;o uma categoria de destaque j&aacute; que entraram em 96% dos lares no &uacute;ltimo ano m&oacute;vel (MAT) a terminar no segundo de trimestre 2017, levando-os &agrave; compra destes produtos em m&eacute;dia uma vez por m&ecirc;s. Uma categoria que ajuda &agrave; valoriza&ccedil;&atilde;o de FMCG, j&aacute; que cresce 5% em valor (vs o MAT hom&oacute;logo) enquanto em volume se encontra menos positiva, mantendo est&aacute;vel a sua base de compradores.</p>
<p>Mas se por um lado, quando olhamos para bebidas quentes o cen&aacute;rio parece favor&aacute;vel, por outro lado, se olharmos mais em detalhe para as diferentes categorias de produtos come&ccedil;amos a identificar realidades distintas. Existem claramente duas formas diferentes de comprar bebidas quentes, em c&aacute;psulas, o m&eacute;todo que conquista novos compradores (+2,5 pp de penetra&ccedil;&atilde;o vs o mesmo per&iacute;odo de 2016) mas que ainda chega a 64% dos lares Portugueses, enquanto que os m&eacute;todos &ldquo;tradicionais&rdquo; com quase 90% de penetra&ccedil;&atilde;o se encontram a perder o interesse do shopper.&nbsp;</p>
<p>Quando falamos de bebidas quentes inclu&iacute;mos todos os tipos de caf&eacute;: c&aacute;psulas, gr&atilde;o, mo&iacute;do e sol&uacute;veis, mas n&atilde;o s&oacute;, tamb&eacute;m bebidas de cereais, ch&aacute;s e infus&otilde;es. O leque de bebidas quentes &eacute; realmente abrangente, tanto ao n&iacute;vel de mix de produto, como de marcas e de targets. E &eacute; uma categoria onde a for&ccedil;a da marca ainda est&aacute; muito associada &agrave; qualidade, pelo que as marcas da distribui&ccedil;&atilde;o (MDD) t&ecirc;m uma quota de mercado em valor abaixo da m&eacute;dia em FMCG. Estas marcas est&atilde;o a perder presen&ccedil;a nos lares, exceto nas c&aacute;psulas, onde para al&eacute;m de j&aacute; terem os seus pr&oacute;prios sistemas fechados de c&aacute;psulas, oferecem tamb&eacute;m um portf&oacute;lio compat&iacute;vel com as tr&ecirc;s principais marcas de fabricantes (MDF) desta categoria, continuando assim a conquistar adeptos. J&aacute; nos ch&aacute;s e infus&otilde;es &eacute; onde a MDD mais apresenta dificuldade em conquistar novos compradores, com uma fuga superior a 3 pontos de penetra&ccedil;&atilde;o, impedindo o seu crescimento.</p>
<p>No panorama geral, os ch&aacute;s e infus&otilde;es est&atilde;o a sentir uma maior dificuldade neste momento de p&oacute;s crise, j&aacute; que nos &uacute;ltimos anos tiveram uma tend&ecirc;ncia promissora, como resultado da aposta em inova&ccedil;&atilde;o pelas marcas, mas encontram-se actualmente a perder compradores tanto por mdf&rsquo;s como mdd&rsquo;s, e nem o sistema de ch&aacute; em c&aacute;psulas se apresenta como uma alternativa est&aacute;vel de crescimento &agrave;s saquetas.</p>
<p>Os &uacute;ltimos anos t&ecirc;m sido agitados para as bebidas quentes, n&atilde;o s&oacute; pelo aparecimento de uma nova forma de &ldquo;armazenamento&rdquo;, em c&aacute;psulas, mas tamb&eacute;m pelo peso que o consumo realizado fora do lar tem nesta categoria (82% das ocasi&otilde;es de consumo s&atilde;o realizadas fora do lar). Os Portugueses voltaram a sair mais, ajudando &agrave; recupera&ccedil;&atilde;o do consumo de bebidas quentes fora de casa, que cresce 7,8% em ocasi&otilde;es em detrimento da redu&ccedil;&atilde;o da compra que reduz -2,0% por lar.</p>
<p>No caso dos ch&aacute;s e infus&otilde;es as diferen&ccedil;as encontradas em rela&ccedil;&atilde;o ao momento do dia privilegiado para os consumir destacam-se cada vez mais pelo in&iacute;cio do dia (pequeno almo&ccedil;o e a meio da manh&atilde;) para consumir ch&aacute;s e infus&otilde;es fora de casa enquanto dentro de casa, o final do dia &eacute; cada vez mais o momento escolhido pelos consumidores. Em particular o momento depois do jantar que ganha quase 5% de share de ocasi&otilde;es de consumo.</p>
<p>Mas falemos do rei dos produtos mais consumidos na rua, o Caf&eacute;, que &eacute; consumido fora de casa por 82,6% dos indiv&iacute;duos. Mais de metade dos atos de consumo fora de casa &eacute; de caf&eacute;, com prefer&ecirc;ncia destacada pelo espresso, mas aten&ccedil;&atilde;o! a tend&ecirc;ncia &eacute; para aumentar o volume de caf&eacute; vs &ldquo;curtos/italiana&rdquo;, j&aacute; que o &ldquo;caf&eacute; cheio&rdquo; e o &ldquo;abatanado&rdquo; est&atilde;o a ganhar peso nas escolhas do consumidor Portugu&ecirc;s.</p>
<p>Outra tend&ecirc;ncia no consumo de caf&eacute; no fora do lar &eacute; a de redu&ccedil;&atilde;o/ substitui&ccedil;&atilde;o ou at&eacute; mesmo a retirada por completo do &ldquo;a&ccedil;&uacute;car&rdquo;, j&aacute; que 46% dos indiv&iacute;duos consome este produto sem a&ccedil;&uacute;car, com forte destaque para as mulheres dos 25 aos 34 anos de idade, e tamb&eacute;m 11% encontra no ado&ccedil;ante uma alternativa (tamb&eacute;m elas mulheres dos 35 aos 49 anos de idade).</p>
<p><strong>E qual o futuro das bebidas quentes dentro de casa?</strong></p>
<p>Muitos t&ecirc;m sido os desafios encontrados para as marcas que ambicionam crescer no setor de FMCG, mais ainda em categorias como as bebidas quentes que j&aacute; celebram mais de 10 anos desde a sua &uacute;ltima grande reinven&ccedil;&atilde;o, as c&aacute;psulas. No entanto, &eacute; ponto assente que a conveni&ecirc;ncia veio para ficar enquanto driver, e cada vez mais os lares Portugueses exigem solu&ccedil;&otilde;es que facilitem o seu dia-a-dia. Quando confrontados com a seguinte afirma&ccedil;&atilde;o &ldquo;Estou disposto a pagar mais por produtos que me facilitem as tarefas do lar", 52% concorda com a mesma, pelo que tudo indica que as c&aacute;psulas vieram dar resposta a esta exig&ecirc;ncia.</p>
<p>As c&aacute;psulas t&ecirc;m encontrado nas bebidas quentes espa&ccedil;o para se expandirem, para al&eacute;m dos caf&eacute;s, elas est&atilde;o tamb&eacute;m nos ch&aacute;s, nas especialidades de caf&eacute;s e nas bebidas de cereais. Mas &eacute; no caf&eacute; que t&ecirc;m a posi&ccedil;&atilde;o mais forte, s&atilde;o compradas por 97,3% dos compradores de c&aacute;psulas, mas no &uacute;ltimo MAT foram as bebidas de cereais em c&aacute;psulas que mais conquistaram adeptos vs o formato tradicional.&nbsp;</p>
<p>Mas levar as c&aacute;psulas a novos lares come&ccedil;a a ser uma miss&atilde;o dif&iacute;cil j&aacute; que analisando a tend&ecirc;ncia da penetra&ccedil;&atilde;o a longo prazo percebemos que desde o in&iacute;cio de 2017 as c&aacute;psulas n&atilde;o conseguiram entrar em mais lares mantendo est&aacute;vel a sua abrang&ecirc;ncia, encontrando ainda potencial para conquistar lares menos jovens e menos familiares.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 02 Nov 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Mudam-se-os-tempos-mudam-se-os-momentos</guid>
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         <title><![CDATA[Beleza e Moda voltam Ã  prioridade dos Portugueses]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Beleza--Moda-voltam-s-prioridades-dos-Portuguese</link>
         <description><![CDATA[<p>&gt; Artigo original publicado na <a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Distribuicao%20Hoje%20Outubro%202017.pdf">Distribui&ccedil;&atilde;o Hoje</a></p>
<p>Numa &eacute;poca em que se fala cada vez mais de recupera&ccedil;&atilde;o econ&oacute;mica em Portugal, o b&aacute;sico j&aacute; n&atilde;o &eacute; suficiente para os portugueses. Para al&eacute;m de fazermos mais refei&ccedil;&otilde;es fora de casa (+7,4% vs. hom&oacute;logo), de gastarmos mais em turismo ou em tecnologia, tamb&eacute;m queremos investir mais em n&oacute;s pr&oacute;prios.</p>
<p>A recupera&ccedil;&atilde;o de Beauty (Higiene e Beleza) &amp; Fashion (Vestu&aacute;rio) j&aacute; &eacute; uma prioridade comparativamente ao que ocorre no mercado de Alimenta&ccedil;&atilde;o &amp; Bebidas.</p>
<p>H&aacute; dois anos volt&aacute;mos a gastar mais em Beauty (+3% vs hom&oacute;logo), e ao longo deste ano mantiv&eacute;mos esta tend&ecirc;ncia, &agrave; qual tamb&eacute;m adicion&aacute;mos um aumento do gasto em Fashion (+4,7%). O fator pre&ccedil;o j&aacute; s&oacute; &eacute; fundamental para apenas 28% dos compradores de Beauty, e em Fashion h&aacute; menos 306 mil portugueses a considerarem o pre&ccedil;o como a condicionante mais importante no momento da compra.</p>
<p>Para al&eacute;m disto, contrariamente ao que acontece em Alimenta&ccedil;&atilde;o &amp; Bebidas, em Beauty &amp; Fashion n&atilde;o sacrific&aacute;mos o n&uacute;mero de produtos comprados ao longo dos &uacute;ltimos anos. Ao longo deste &uacute;ltimo ano em Alimenta&ccedil;&atilde;o &amp; Bebidas compr&aacute;mos -8.1% de produtos comparativamente com 2014. J&aacute; em Beauty aument&aacute;mos o n&uacute;mero de produtos comprados em +5,2%, e em Fashion +3.2%.</p>
<p>Mas n&atilde;o se trata apenas de quantidade. Tendemos a cuidar mais de n&oacute;s para nos sentirmos mais &ldquo;bonitos&rdquo;. Por isso, considerando que mais de metade dos portugueses gostam de ser aconselhados no momento da compra, em Beauty &amp; Fashion procuramos lojas mais especializadas, e &eacute; nelas que estamos a gastar mais, em detrimento da Grande Distribui&ccedil;&atilde;o. Em Alimenta&ccedil;&atilde;o &amp; Bebidas, a tend&ecirc;ncia &eacute; totalmente contr&aacute;ria: vemos o consumo numa &oacute;tica de acessibilidade e conveniencia, e por isso &eacute; na Grande Distribui&ccedil;&atilde;o que aumentamos o valor (+2.1% vs hom&oacute;logo).</p>
<p>Quando analisamos o comportamento dos jovens em Beauty, 31% destes compra em multicanal (vs 25% da m&eacute;dia em Portugal), e em Fashion, os jovens visitam em m&eacute;dia 5 lojas especializadas por ano (vs 4 da m&eacute;dia portuguesa), percebemos que esta tend&ecirc;ncia ser&aacute; cada vez mais real e, por isso, um fator obrigat&oacute;rio para as grandes marcas terem em conta nas suas estrat&eacute;gias.</p>
<p>No Mass Market, os principais retalhistas come&ccedil;am a perceber esta necessidade de especializa&ccedil;&atilde;o, e tanto o Lidl como a Auchan est&atilde;o a mudar as suas estrat&eacute;gias. O Lidl continua a expandir as suas cole&ccedil;&otilde;es de roupa assinadas por estilistas conceituadas, enquanto a Auchan d&aacute; uma nova vida aos seus corredores de Beauty, com produtos da sua pr&oacute;pria marca. Estas iniciativas permitiram a estes retalhistas serem os &uacute;nicos que est&atilde;o a ganhar compradores em ambas as &aacute;reas.</p>
<p>O facto de comprarmos em canais mais especializados, tamb&eacute;m propicia a compra de categorias mais especializadas. Em Beauty os produtos de higiene n&atilde;o ganham compradores. O recrutamento vem das categorias de tratamento (cremes de rosto e protetores solares) e de beleza (maquilhagem e perfumes). Em Fashion, a roupa mais conservadora n&atilde;o atrai compradores, sendo que o crescimento &eacute; feito pelas categorias mais trendy (bermudas, tops, vestidos, saias, leggings, etc.). De facto, a grande maioria dos portugueses (84%) admite gostar de cuidar de si pr&oacute;prio, e mais de metade escolhe roupa que os faz sentir mais jovens.</p>
<p>&Eacute; importante perceber o que levou estes produtos a superiorizarem-se &agrave;queles que s&atilde;o essenciais.</p>
<p>Observando as caracter&iacute;sticas do mercado em que os portugueses compraram ao longo dos &uacute;ltimos anos, percebemos facilmente que, para al&eacute;m das din&acirc;micas promocionais que dominaram as categorias de alimenta&ccedil;&atilde;o, em Beauty &amp; Fashion fomos muito al&eacute;m disso. Temos vindo a reinventar a aproxima&ccedil;&atilde;o ao shopper, com din&acirc;micas que criam mais <em>engagemnt</em> com os consumidores, e n&atilde;o se regem apenas pelo fator pre&ccedil;o. Enquanto que, no &uacute;ltimno ano, em Alimenta&ccedil;&atilde;o &amp; Bebidas as ocasi&otilde;es de compra em promo&ccedil;&atilde;o foram de 65%, em Beauty foram de apenas 25%, e em Fashion existem mais 385 mil portugueses que admitem j&aacute; n&atilde;o esperar por saldos ou promo&ccedil;&otilde;es para comprar novo vestu&aacute;rio.</p>
<p>Em Beauty, novos produtos explodiram no mercado, como s&atilde;o exemplo as &Aacute;guas Micelares, virtualmente inexistentes h&aacute; 3 anos atr&aacute;s. Foram criadas campanhas que d&atilde;o nova vida aos produtos que j&aacute; existiam, como os g&eacute;is de vaselina, que passam a ter usos para as mais diversas situa&ccedil;&otilde;es ao longo de todo o dia, estimulando a frequ&ecirc;ncia com que os usamos. As marcas conseguem criar produtos com carater&iacute;sticas que lhes permitem agradar a todos os targets geracionais desde o seu primeiro dia no mercado, e muitos destes produtos expandem o portef&oacute;lio das marcas a categorias em que ainda n&atilde;o estavam presentes. Para completar a aproxima&ccedil;&atilde;o ao shopper com produtos inovadores, as marcas abrem novas lojas, totalmente especializadas, em n&uacute;mero recorde, o que as torna muito dif&iacute;ceis de n&atilde;o serem encontrados nos principais pontos comerciais.</p>
<p>Em Fashion, a din&acirc;mica das cole&ccedil;&otilde;es mudou. Em muitos casos, as marcas est&atilde;o mais r&aacute;pidas, e deixam de ter novos produtos apenas &agrave; chegada das novas cole&ccedil;&otilde;es, conseguindo introduzir novidades constantes ao longo de todo o ano, de forma a manter ativo o interesse do comprador na marca.</p>
<p>Beauty e Fashion, s&atilde;o bons exemplos de que as promo&ccedil;&otilde;es n&atilde;o s&atilde;o tudo, e que para crescerem no longo prazo, as marcas devem ter em conta princ&iacute;pios estrat&eacute;gicos que envolvam o comprador e as mantenham presentes na sua mente e ao longo de todo o ciclo de vida.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 16 Oct 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Beleza--Moda-voltam-s-prioridades-dos-Portuguese</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Diz-me o que pequeno-almoÃ§as dir-te-ei quem Ã©s]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Diz-me-o-que-pequeno-almoas-dir-te-ei-quem-s</link>
         <description><![CDATA[<p>Para os anglo-sax&oacute;nicos, o pequeno-almo&ccedil;o (<em>breakfast</em>) deriva de <em>breaking the fast</em>, ou seja quebrar o jejum. Sendo a primeira refei&ccedil;&atilde;o do dia &eacute; por essa raz&atilde;o indubitavelmente a mais importante.</p>
<p>Se at&eacute; h&aacute; uns anos, institui&ccedil;&otilde;es mundiais como a Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de destacaram a import&acirc;ncia do pequeno-almo&ccedil;o, hoje em dia este tornou-se o momento de culto para os adeptos de uma alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel e um estilo de vida preocupado pela beleza e o bem-estar. E o papel das redes sociais tornou-se crucial na amplifica&ccedil;&atilde;o desta atitude: ou acuse-se quem nunca partilhou ou nunca recebeu uma partilha de algum amigo a &ldquo;reinventar&rdquo; o seu pequeno-almo&ccedil;o nos <em>social media</em>?</p>
<p>Mas, de que forma os portugueses vivem o pequeno-almo&ccedil;o? Que produtos valorizam na primeira refei&ccedil;&atilde;o do dia? Mais em casa ou mais fora de casa? Mais saud&aacute;vel ou mais prazer?&nbsp;</p>
<p><strong>Pequeno-Almo&ccedil;o fora de casa ganha express&atilde;o</strong></p>
<p>A maioria dos portugueses (92,2%) elege a casa como espa&ccedil;o habitual para tomar o pequeno-almo&ccedil;o e cerca de 64% dos portugueses f&aacute;-lo pelo menos uma vez fora de casa, ao longo do ano.</p>
<p>Apesar da maioria dos atos de consumo no pequeno-almo&ccedil;o serem feitos dentro de casa (72% vs 28% fora de casa), os portugueses est&atilde;o a tomar mais vezes a primeira refei&ccedil;&atilde;o do dia, no <em>out-of-home</em>.&nbsp;</p>
<p><strong>Pequeno-Almo&ccedil;o em casa &eacute; cada vez mais diversificado</strong></p>
<p><strong></strong>Em m&eacute;dia, os portugueses que tomam o pequeno-almo&ccedil;o em casa fazem-no em 6 dias da semana. Isto significa que os portugueses s&atilde;o fi&eacute;is ao espa&ccedil;o-casa na primeira refei&ccedil;&atilde;o do dia e fazem quest&atilde;o de n&atilde;o &ldquo;sair &agrave; rua&rdquo; em jejum.</p>
<p>Quando comparamos com a dimens&atilde;o <em>out-of-home</em>, o pequeno-almo&ccedil;o em casa &eacute; claramente mais alargado e diversificado (em m&eacute;dia 5 produtos diferentes IN Home contra 2 produtos no OOH).</p>
<p>Globalmente, os t&iacute;picos produtos como Leite, Bebidas Quentes, P&atilde;o de Padeiro, Margarina/Manteiga, Cereais, Queijo e Fiambre fazem parte da variedade que marcam presen&ccedil;a na mesa dos portugueses, na primeira refei&ccedil;&atilde;o do dia. Mas, cada um destes produtos tem diferentes n&iacute;veis de import&acirc;ncia.</p>
<p>O leite &eacute; claramente o produto &ldquo;estrela&rdquo; e absorve 60% do total das ocasi&otilde;es de consumo no pequeno-almo&ccedil;o. Seguem-se as bebidas quentes (54%), o p&atilde;o de padeiro (46%), as manteigas/margarinas (32%) e os cereais de pequeno-almo&ccedil;o (17%).</p>
<p>Por&eacute;m, a novidade surge quando se torna evidente a import&acirc;ncia que os portugueses est&atilde;o a depositar na fruta, no primeiro momento do dia. As frutas est&atilde;o a ganhar espa&ccedil;o, por oposi&ccedil;&atilde;o ao leite, cereais e &agrave;s bebidas quentes. A procura por frutas tipicamente portuguesas e ricas em diversos nutrientes, como a Banana, Ma&ccedil;&atilde; P&ecirc;ra e Laranja &eacute; a mais not&oacute;ria.</p>
<p>De entre os portugueses, s&atilde;o as mulheres e as faixas et&aacute;rias mais jovens o p&uacute;blico mais ass&iacute;duo ao pequeno-almo&ccedil;o em casa.</p>
<p><strong>Pequeno-Almo&ccedil;o fora de casa &eacute; mais individual e &ldquo;guloso&rdquo;</strong>&nbsp;</p>
<p>Em ambiente fora de casa, as &ldquo;rotinas&rdquo; no pequeno-almo&ccedil;o tendem a ser diferentes das rotinas em casa. O consumo &eacute; sobretudo feito de forma individual e s&atilde;o sobretudo os homens e as faixas et&aacute;rias dos 35/49 anos os que mais dinamizam a primeira refei&ccedil;&atilde;o do dia no <em>out-of-home</em>.</p>
<p>Al&eacute;m disso, as pessoas que tomam o pequeno-almo&ccedil;o fora de casa est&atilde;o presentes em mais momentos de consumo durante o dia (em m&eacute;dia 5 momentos fora de casa vs 3 das restantes pessoas), sendo sobretudo mais ass&iacute;duas nos per&iacute;odos matinais (ex. lanche da manh&atilde;).</p>
<p>O caf&eacute; &eacute; o produto destaque, presente em 73% dos atos de consumo no pequeno-almo&ccedil;o fora de casa. Apesar dos portugueses acordarem com uma predisposi&ccedil;&atilde;o mais &ldquo;saud&aacute;vel&rdquo; logo pela manh&atilde;, na realidade impera a procura por produtos que garantam maior prazer, como sumos/n&eacute;ctares e a pastelaria (sobretudo avulso).</p>
<p>Existe igualmente uma tend&ecirc;ncia para aumento da presen&ccedil;a dos iogurtes e leites, categorias que est&atilde;o a perder espa&ccedil;o no canal <em>in home</em>.</p>
<p>&Eacute; nas cafetarias e pastelarias/padarias que a maioria destes portugueses se encontra a esta hora do dia, mas com cada vez maior apet&ecirc;ncia para procurar novos espa&ccedil;os alternativos, como em Hipers/Supers/Discounts.&nbsp;</p>
<p><strong>Em conclus&atilde;o</strong>, pensar em posicionar uma marca/produto no pequeno-almo&ccedil;o, como forma procurar novos momentos de consumo, ter&aacute; de ter em conta as necessidades e a predisposi&ccedil;&atilde;o do consumidor dentro e fora do lar. Globalmente, os produtos que respondem a motivos de consumo ditos &ldquo;saud&aacute;veis&rdquo; ganham cada vez mais espa&ccedil;o IN e &eacute; no OUT onde existe mais abertura para cometer alguns &ldquo;pecados alimentares&rdquo;.</p>]]></description>
         <pubDate>Sat, 07 Oct 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Diz-me-o-que-pequeno-almoas-dir-te-ei-quem-s</guid>
      </item>	
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         <title><![CDATA[Worldpanel Plus lanÃ§ado no Reino Unido]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Worldpanel-Plus-lanado-no-Reino-Unido</link>
         <description><![CDATA[<p>A Kantar Worldpanel lan&ccedil;ou no Reino Unido o Worldpanel Plus - um novo servi&ccedil;o que ser&aacute; a maior amostra da empresa neste pa&iacute;s. O Worldpanel Plus ir&aacute; aproveitar o smartphone para fornecer informa&ccedil;&otilde;es sobre os motivos por tr&aacute;s de qualquer ida &agrave;s compras, em qualquer loja, sempre e onde quer que seja.</p>
<p>Utilizando uma aplica&ccedil;&atilde;o de smartphone criada para o efeito - Shoppix -, o Worldpanel Plus permite aos painelistas registarem as suas compras e as motiva&ccedil;&otilde;es por tr&aacute;s das suas decis&otilde;es, em tempo real. Os utilizadores fotografam os seus recibos atrav&eacute;s da aplica&ccedil;&atilde;o, a&ccedil;&atilde;o esta que pode desencadear um inqu&eacute;rito para perceber as suas decis&otilde;es de compra.</p>
<p>Este &uacute;ltimo lan&ccedil;amento faz parte de um programa de investimento que est&aacute; a decorrer e que permite assegurar que a Kantar Worldpanel forne&ccedil;a a melhor e mais precisa informa&ccedil;&atilde;o sobre o consumidor. Acompanhar as motiva&ccedil;&otilde;es que est&atilde;o por tr&aacute;s das decis&otilde;es de compra dos consumidores muito pr&oacute;ximo do momento da compra, ir&aacute; permitir &agrave; Kantar Worldpanel apoiar os seus clientes nas decis&otilde;es estrat&eacute;gicas de neg&oacute;cio mais rapidamente do que nunca.</p>
<p>O Worldpanel Plus foi desenvolvido em resposta &agrave; procura de um mercado de consumo em r&aacute;pida evolu&ccedil;&atilde;o. Os compradores enfrentam um aumento de op&ccedil;&otilde;es num n&uacute;mero cada maior de mercados e plataformas; marcas, retalhistas e fabricantes precisam de um conhecimento mais profundo das a&ccedil;&otilde;es dos consumidores e as suas motiva&ccedil;&otilde;es de forma a aproveitar as oportunidades de crescimento e avaliar o seu pr&oacute;prio desempenho.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 28 Sep 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Worldpanel-Plus-lanado-no-Reino-Unido</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Gatos mais presentes nos lares portugueses]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Gatos-mais-presentes-nos-lares-portugueses</link>
         <description><![CDATA[<p>No ano de 2017 verificam-se algumas dificuldades para a categoria de Pet Food, com 53.5% dos lares Portugueses a comprarem pelo menos uma vez alimenta&ccedil;&atilde;o para c&atilde;es e gatos, no &uacute;ltimo ano m&oacute;vel (52 semanas a terminar em 18 de junho de 2017), embora sem conseguir conquistar mais lares com presen&ccedil;a de animais, face ao mesmo per&iacute;odo do ano passado.</p>
<p>O comportamento de compra da categoria perde intensidade nas cestas e embora o shopper v&aacute; mais vezes &agrave; loja &agrave; procura destes alimentos, quando compra gasta menos dinheiro e enche menos a cesta que h&aacute; um ano.&nbsp;</p>
<p>Os lares portugueses est&atilde;o menos dedicados &agrave; compra da categoria, embora se tenha tornado num shopper mais repetidor. Esta repeti&ccedil;&atilde;o de compra &eacute; impulsionada sobretudo pelo segmento &ldquo;Seco&rdquo;, que continua a ser op&ccedil;&atilde;o principal na alimenta&ccedil;&atilde;o dos animais de estima&ccedil;&atilde;o dos portugueses, chegando a 89.8% dos lares com presen&ccedil;a de animais. No entanto, &eacute; o segmento H&uacute;mido que se torna mais atrativo, entrando em mais lares no &uacute;ltimo ano m&oacute;vel e refor&ccedil;ando uma maior intensidade de compra.</p>
<p>Por outro lado, Snacks perde dinamismo. Se h&aacute; um ano se falava deste segmento como sendo chave para o desenvolvimento da categoria, em 2017 Snacks perde atratividade e n&atilde;o consegue entrar em mais lares com presen&ccedil;a de animais. Mesmo assim, n&atilde;o podemos esquecer que devido ao seu n&iacute;vel de pre&ccedil;o m&eacute;dio mais elevado continua sendo o segmento mais valorizado e capaz de desenvolver positivamente o gasto por ato de compra.</p>
<p><strong>Segmento gato mais atrativo e valorizado</strong></p>
<p>Estamos a falar duma categoria onde a atratividade encontra-se estabilizada e, embora a prefer&ecirc;ncia pelos c&atilde;es (70.6%) continue, &eacute; o segmento gato quem consegue conquistar mais lares portugueses (64.7%) neste &uacute;ltimo ano m&oacute;vel.</p>
<p>Se, de forma geral, o perfil de lares com c&atilde;o segue o mesmo padr&atilde;o do perfil do lar portugu&ecirc;s com presen&ccedil;a de animais de estima&ccedil;&atilde;o, ou seja, pessoas maiores de 35 anos, de classe social alta e lares pequenos (1-2 pessoas) e sem presen&ccedil;a de crian&ccedil;as, quando olhamos para lares com gato encontramos algumas diferen&ccedil;as. Quase de forma transversal, todos os diferentes targets contribuem para o desenvolvimento da atratividade do segmento de gato. Isto &eacute;, apenas os mais jovens e os lares com presen&ccedil;a de crian&ccedil;as at&eacute; os 5 anos, n&atilde;o contribuem para o desenvolvimento de compradores do segmento gato.</p>
<p>Esta maior atratividade do segmento gato &eacute; ben&eacute;fico para a categoria e para os principais fabricantes, em termos de valor. Se para c&atilde;o o segmento mais econ&oacute;mico continua a ganhar for&ccedil;a (representa quase 70% do valor) quando falamos de gato &eacute; o segmento Super Premium que continua a ganhar espa&ccedil;o e j&aacute; representa um quarto da quota de mercado em valor em gato.</p>
<p><strong>2017, o momento da verdade para Fabricantes</strong></p>
<p>Os fabricantes podem encontrar no segmento gato a sua oportunidade de gerar valor num entorno onde as marcas de distribui&ccedil;&atilde;o conseguem alargar e fidelizar a sua clientela. O dinamismo de algumas ins&iacute;gnias de FMCG, com incr&iacute;veis esfor&ccedil;os no desenvolvimento das suas marcas pr&oacute;prias, tornando-as tamb&eacute;m marcas premium e por isso gerando confian&ccedil;a nos consumidores, tamb&eacute;m chegou a Pet food.</p>
<p>Isto significa uma barreira ao desenvolvimento de marcas de fabricantes na distribui&ccedil;&atilde;o moderna, tendo em conta que o shopper portugu&ecirc;s est&aacute; mais dedicado a fazer as compras de alimenta&ccedil;&atilde;o de animais nestas superf&iacute;cies, onde a marcas pr&oacute;prias est&atilde;o a ser bem-sucedidas.</p>
<p>Os fabricantes podem encontrar o seu potencial no canal especializado, j&aacute; que, ao contr&aacute;rio da grande distribui&ccedil;&atilde;o, conseguem alargar a sua base de compradores versus h&aacute; um ano atr&aacute;s e desenvolvem um shopper mais dedicado: mais frequente nas suas compras, que enche mais as cestas e gasta mais dinheiro nestas lojas.</p>
<p>Alargando o olhar para al&eacute;m da performance positiva que as lojas especializadas est&atilde;o a ter, a verdade &eacute; que a grande distribui&ccedil;&atilde;o continua a liderar a procura de pet food pelos Portugueses. A conveni&ecirc;ncia dos donos, que podem incluir estes produtos juntamente com o resto das compras do lar, o n&iacute;vel promocional que estas superf&iacute;cies costumam oferecer e o desenvolvimento das marcas de distribui&ccedil;&atilde;o como mais gourmet, fazem com que seja realmente dif&iacute;cil que estas lojas possam competir com a grande distribui&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Este cen&aacute;rio leva a que fabricantes tenham de refor&ccedil;ar as estrat&eacute;gias para as suas linhas de produto e criar argumentos, n&atilde;o s&oacute; atrav&eacute;s da qualidade e da inova&ccedil;&atilde;o, para mostrarem &agrave;s grandes superf&iacute;cies o que podem ganhar com eles e constru&iacute;rem assim a chave do sucesso conjunto.</p>
<p>Isto ir&aacute; ser muito importante para o futuro desenvolvimento da categoria, onde atualmente a distribui&ccedil;&atilde;o moderna, com foco nas marcas pr&oacute;prias, n&atilde;o consegue conquistar mais lares, nem tornar o comprador de pet food mais intensivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 15 Sep 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Gatos-mais-presentes-nos-lares-portugueses</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Millennials: Preparar o futuro conhecendo o hoje]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Millennials-Preparar-o-futuro-conhecendo-o-presen</link>
         <description><![CDATA[<p>Com uma popula&ccedil;&atilde;o cada vez mais envelhecida, uma das mais baixas taxas de natalidade da Europa, sem garantia de renova&ccedil;&atilde;o de gera&ccedil;&atilde;o (1,23 nascimentos por mulher em 2015), mais lares, mas com menos pessoas por habita&ccedil;&atilde;o, menor consumo <em>per capita</em> - este &eacute; o retrato de um pa&iacute;s que est&aacute; em regress&atilde;o populacional desde 2010. O cen&aacute;rio pode n&atilde;o parecer o mais favor&aacute;vel para o desenvolvimento dos &ldquo;players&rdquo; de mercado, sobretudo no mercado de produtos de grande consumo (FMCG). Uma das maiores vantagens competitivas para fazer face a este cen&aacute;rio est&aacute; na capacidade de previs&atilde;o, antecipar tend&ecirc;ncias para estar um passo &agrave; frente dos competidores. Onde deve estar, portanto, centrado este planeamento a m&eacute;dio/longo prazo? Nos Millennials!</p>
<p>Considerando que apesar de atualmente, com idades compreendidas entre os 15 e os 35 anos, os Millennials representarem cerca de 22% da popula&ccedil;&atilde;o portuguesa e apenas 14% dos lares s&atilde;o &ldquo;governados&rdquo; por uma pessoa desta gera&ccedil;&atilde;o, dentro de 10/15 anos este grupo ser&aacute; o respons&aacute;vel por 30% do que &eacute; comprado no FMCG. Por&eacute;m, este grupo vai ganhar especial relev&acirc;ncia em categorias onde a concorr&ecirc;ncia entre fabricantes &eacute; maior, onde o Marketing e Comunica&ccedil;&atilde;o ganham especial relev&acirc;ncia e onde o peso dos atuais Millennials pode chegar at&eacute; 50% das vendas.</p>
<p><strong>Mas, ent&atilde;o, qual o comportamento de compra dos Millennials em 2017?</strong></p>
<p>Hoje em dia, os Millennials independentes na gest&atilde;o do seu or&ccedil;amento ainda n&atilde;o sentem necessidade de estarem tantas vezes nas lojas, n&atilde;o s&oacute; pelo adiamento do nascimento do primeiro filho, mas porque tamb&eacute;m j&aacute; fazem um maior planeamento das compras e s&atilde;o mais intensivos na procura de promo&ccedil;&otilde;es, resultando em 20% mais quantidade de compra por ato e em menos 14 dias de compra por ano do que a m&eacute;dia de lares global.</p>
<p>Seja dentro ou fora de casa, apresentam um padr&atilde;o de consumo bastante consistente no que diz respeito a produtos de prazer ou de impulso, com destaque para as bebidas refrigeradas, os gelados, chocolates, batatas e snacks.</p>
<p>Os produtos saud&aacute;veis tamb&eacute;m fazem parte das suas dispensas, mas enquanto as gera&ccedil;&otilde;es mais maduras compram com maior intensidade produtos frescos, os Millennials recorrem &agrave; alimenta&ccedil;&atilde;o embalada como forma de equilibrarem o seu regime alimentar. S&atilde;o sobretudo os produtos sem lactoses/sem gl&uacute;ten, produtos de origem biol&oacute;gica e os produtos integrais os favoritos desta nova gera&ccedil;&atilde;o de compradores.</p>
<p><strong>omo podem as marcas chegar aos Millennials?</strong></p>
<p>Se considerarmos os 4 P&rsquo;s do marketing de Jerome McCarty - produto, pre&ccedil;o, pra&ccedil;a/distribui&ccedil;&atilde;o e promo&ccedil;&atilde;o - conseguimos definir alguns dos mais importantes requisitos que influenciam a compra de um Millenial.</p>
<p>procura por produtos inovadores &eacute; constante e apelativa, 25% destes assumem mesmo que &ldquo;s&atilde;o dos primeiros a comprar produtos novos quando aparecem no mercado&rdquo; (versus 16% da m&eacute;dia global), de prefer&ecirc;ncia que respondam a dois dos maiores <em>drivers </em>de compra para esta gera&ccedil;&atilde;o: a conveni&ecirc;ncia e o prazer ocasional, que lhes permita aproveitarem a vida ao m&aacute;ximo.</p>
<p>A avalia&ccedil;&atilde;o sobre o pre&ccedil;o n&atilde;o passa despercebida, mas apesar de afirmarem, acima da m&eacute;dia, que comparam sempre os pre&ccedil;os das diferentes marcas antes de escolherem uma, se a qualidade do produto for percecionada, n&atilde;o se importam de pagar mais para o adquirir.</p>
<p>S&atilde;o os maiores adeptos das grandes superf&iacute;cies comerciais, pela facilidade de encontrarem uma maior variedade de produtos concentrada num s&oacute; espa&ccedil;o e isso faz com que as 46% das suas compras FMCG estejam concentradas nas ins&iacute;gnias com maior espa&ccedil;o de loja, Continente e Jumbo. Por&eacute;m se tivermos em conta o espec&iacute;fico mercado dos produtos de beleza, verificamos que s&atilde;o o tipo de comprador com menor taxa de exclusividade &agrave;s ins&iacute;gnias da grande distribui&ccedil;&atilde;o, 35% destes tamb&eacute;m compram em locais especializados, como as perfumarias, lojas monomarca e farm&aacute;cias. Este &eacute; um dos exemplos mais flagrantes de que o esfor&ccedil;o monet&aacute;rio pode ser feito se for reconhecida qualidade acrescida, visto que na distribui&ccedil;&atilde;o moderna os pre&ccedil;os em produtos de beleza s&atilde;o 20% mais baixos que a m&eacute;dia.</p>
<p>Se por um lado a gera&ccedil;&atilde;o Millenial parece-nos exigente e complexa, por outro &eacute; a mais atenta &agrave; realidade que a rodeia e, por consequ&ecirc;ncia, &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o das marcas. Por exemplo, 75% afirma que se informa &ldquo;sobre os produtos nos an&uacute;ncios de TV&rdquo; (versus 63% da m&eacute;dia global) e quando a pretende um conhecimento mais profundo 85% utiliza &ldquo; a Internet para procurar informa&ccedil;&otilde;es sobre um produto/marca&rdquo; (versus 64% da m&eacute;dia global). A atividade promocional nas lojas tamb&eacute;m &eacute; bastante relevante na compra, n&atilde;o s&oacute; a n&iacute;vel de desconto de pre&ccedil;o, mas igualmente em atividades que incluam o envolvimento em concursos ou passatempos ou a utiliza&ccedil;&atilde;o de cart&atilde;o de fidelidade. Este facto abre a porta a momentos de contato que v&atilde;o para al&eacute;m do ato de compra e facilita a cria&ccedil;&atilde;o e a gest&atilde;o de uma rela&ccedil;&atilde;o com o cliente.</p>
<p><strong>Gerar rela&ccedil;&otilde;es de qualidade e assegurar o futuro</strong></p>
<p>Os Millennials s&atilde;o muito mais que um nicho de mercado interessante, s&atilde;o a gera&ccedil;&atilde;o que ir&aacute; garantir a gest&atilde;o dos lares portugueses dentro de alguns anos, que ir&aacute; ter uma perspetiva muito pr&oacute;pria, necessidades espec&iacute;ficas, onde o n&iacute;vel relacional com as marcas ser&aacute; uma das pe&ccedil;as-chave para atrair a sua prefer&ecirc;ncia.</p>
<p>Para garantir que no futuro existir&aacute; uma liga&ccedil;&atilde;o ao target que ir&aacute; dominar as novas tend&ecirc;ncias de compra em FMCG dentro de alguns anos, &eacute; necess&aacute;rio que esta rela&ccedil;&atilde;o seja fomentada antecipadamente. Por&eacute;m n&atilde;o basta ser o primeiro, porque se por um lado existem mais meios para fazer chegar informa&ccedil;&atilde;o esta ter&aacute; de ser feita com qualidade, correndo o risco de ser apenas mais uma entre muitas.&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 18 Aug 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Millennials-Preparar-o-futuro-conhecendo-o-presen</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[VerÃ£o potencia crescimento de 33% "fora de casa"]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Vero-potencia-crescimento-de-33-fora-de-casa</link>
         <description><![CDATA[<p>S&atilde;o v&aacute;rios os factores que potenciam o momento positivo sobre o &ldquo;estado de esp&iacute;rito&rdquo; dos portugueses. Para al&eacute;m dos indicadores macro econ&oacute;micos apresentados, o comportamento fora de casa igualmente ajuda a explicar como os portugueses est&atilde;o a lidar com o contexto em que vivem.</p>
<p>Perceber as din&acirc;micas de consumo dos portugueses quer dentro de casa, quer fora tornam-se factores cr&iacute;ticos de sucesso para o crescimento das marcas e, neste mercado do &ldquo;fora de casa&rdquo;, existe uma crescente oportunidade para as marcas crescerem.</p>
<p>Mas qual o potencial do mercado &ldquo;out of home&rdquo; em rela&ccedil;&atilde;o ao &ldquo;In Home&rdquo;? Qual a for&ccedil;a da &eacute;poca balnear nesta dimens&atilde;o? E como se vive multicanalidade em Portugal em compara&ccedil;&atilde;o com o mercado Espanhol?</p>
<p><strong><em>Out-of Home</em></strong><strong> potencia 6 milh&otilde;es de compras adicionais ao <em>In Home</em>, por semana</strong></p>
<p>No primeiro trimestre, os portugueses estagnaram o seu consumo dentro de casa (In Home), em detrimento de um maior consumo fora de casa (Out-of-Home). Na realidade, face ao mesmo per&iacute;odo do ano passado, fizemos +4%de &nbsp;atos de compra e gastamos +7% em cada ticket de compra fora de casa, no mercado das Bebidas e Snacking.&nbsp;</p>
<p>Uma mensagem clara para as marcas, que t&ecirc;m o privil&eacute;gio de estarem presentes nesta dimens&atilde;o &ldquo;exterior&rdquo;, significa que o mercado &ldquo;fora de casa&rdquo; corresponde a 6 milh&otilde;es de atos de compra adicionais ao mercado &ldquo;dentro de casa&rdquo;, por semana. E significa que por semana, mais de 3 milh&otilde;es de portugueses compram algum produto fora de casa. &Eacute; esta a atividade deste mercado a que as marcas n&atilde;o podem estar alienadas.</p>
<p>N&atilde;o obstante, tendo em conta que para as marcas crescerem necessitam de exponenciar o n&uacute;mero de compradores da sua marca, o mercado &ldquo;out-of-home&rdquo; &eacute; igualmente uma via para acrescentar novos compradores para as marcas.</p>
<p>Em termos m&eacute;dios, tendo em conta as 7 principais categorias de Bebidas &amp; Snacking no out-of-home, 23% dos compradores s&atilde;o exclusivos deste canal. Significa, que quase um quarto dos compradores de bebidas &amp; snacking n&atilde;o seriam contemplados se deix&aacute;ssemos de ter mercado &ldquo;fora de portas&rdquo; em Portugal&hellip;</p>
<p>A um n&iacute;vel detalhado, das 7 categorias analisadas, os Gelados, as Cervejas e os Sumos/N&eacute;ctares s&atilde;o as categorias que apresentam maior depend&ecirc;ncia na din&acirc;mica dos compradores exclusivos fora de casa, por oposi&ccedil;&atilde;o aos Vinhos e &agrave;s Batatas Fritas.</p>
<p><strong>Ver&atilde;o potencia crescimento de 33% no mercado &ldquo;out-of-home&rdquo;</strong></p>
<p>Naturalmente, a din&acirc;mica do mercado out-of-home est&aacute; associada a um comportamento sazonal, onde o ver&atilde;o &eacute; o per&iacute;odo &ldquo;estrela&rdquo; durante o ano, para a maioria das categorias de bebidas e snacking, excluindo as bebidas quentes.</p>
<p>&Eacute; um momento de curt&iacute;ssimo prazo onde n&atilde;o s&oacute; as marcas investem fortemente para obter um retorno direto, como os seus resultados ser&atilde;o alvo de profunda an&aacute;lise no desenvolvimento das estrat&eacute;gias para o pr&oacute;ximo ano.</p>
<p>Globalmente, tendo em conta 2016, o per&iacute;odo de ver&atilde;o potencia um crescimento de 33% em valor no mercado fora de casa, se excluirmos as bebidas quentes. Mas &eacute; na categoria de snacking que o crescimento &eacute; mais evidente (+55%), apesar do seu peso ser menor vs bebidas.</p>
<p>No caso das bebidas &ldquo;frias&rdquo; &eacute; expect&aacute;vel um crescimento de 27% durante o ver&atilde;o em compara&ccedil;&atilde;o com o per&iacute;odo que antecede a &eacute;poca balnear.&nbsp;</p>
<p><strong>Multicanalidade intensifica-se em Portugal, mas ainda &eacute; menor do que em Espanha</strong></p>
<p>Os portugueses elegem o canal HoReCa (incluindo canais de impulso) como local favorito para comprar produtos para consumo fora do lar. S&oacute; este canal representa 93% do total de atos de compra no out-of-home.</p>
<p>Por&eacute;m, o canal alimentar (grande distribui&ccedil;&atilde;o + com&eacute;rcio tradicional de alimenta&ccedil;&atilde;o) mostra-se como uma alternativa cada vez mais conveniente e <em>on the go</em>. Quase seis em cada dez portugueses j&aacute; compram neste canal para consumo exclusivo fora de casa.&nbsp;</p>
<p>Mas o que &eacute; surpreendente &eacute; que a duplica&ccedil;&atilde;o entre o canal HoReCa mais convencional e o retalho alimentar j&aacute; representa 25% da popula&ccedil;&atilde;o e com tend&ecirc;ncia de crescimento. Significa, que quase tr&ecirc;s em cada dez portugueses escolhem simultaneamente o canal HoReCa e/ou o Retalho Alimentar para comprar produtos para consumo no exterior.</p>
<p>Neste sentido, as marcas, para captar o maior n&uacute;mero de compradores poss&iacute;vel e potenciar maior frequ&ecirc;ncia de compra, t&ecirc;m de marcar a sua presen&ccedil;a em diversos canais, tendo em conta a interac&ccedil;&atilde;o entre os diferentes canais, em diferentes momentos de consumo e para diferentes p&uacute;blicos.&nbsp;</p>
<p>Por&eacute;m apesar da multicanalidade se ter intensificado no Out-of-Home em Portugal, na realidade ela &eacute; ainda menor do que o se verifica em Espanha. Em m&eacute;dia, os portugueses durante o ano recorrem a cerca de quatro tipos de estabelecimento distintos para consumo fora de casa, ao passo que Espanha esse n&uacute;mero chega quase aos seis.</p>
<p>Por temas culturais e da pr&oacute;pria oferta comercial, os portugueses concentram o seu consumo de Out-of-Home nas cafetarias, restaurantes e fast foods, na distribui&ccedil;&atilde;o moderna e em pastelarias/padarias. J&aacute; os espanh&oacute;is apresentam uma maior transversalidade entre canais, como por exemplo entre os restaurantes, fast food, distribui&ccedil;&atilde;o moderna, bares e outros.</p>
<p>Concluindo, o mercado fora de casa est&aacute; a viver em terreno positivo e com grandes din&acirc;micas entre as categorias e nos canais. Para as marcas que operam no mercado &ldquo;In Home&rdquo; e &ldquo;Out of Home&rdquo; simultaneamente &eacute; cr&iacute;tico olhar para o consumo exterior como fonte de neg&oacute;cio estrat&eacute;gico para captar novos compradores e com isso novos atos de compra, em novos momentos de consumo.</p>
<p>Estamos todos expectantes sobre os resultados do consumo das marcas fora de casa, no p&oacute;s ver&atilde;o.&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 01 Aug 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Vero-potencia-crescimento-de-33-fora-de-casa</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Hipers e supers perdem quota mercado globalmente]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Hipers-e-supers-perdem-quota-de-mercado-a-nvel-gl</link>
         <description><![CDATA[<ul>
<li>
<p>A quota de mercado de hipermercados e supermercados est&aacute; a diminuir, &agrave; medida que os formatos de &nbsp;online, discounts e tradicionais prosperam.</p>
</li>
<li>
<p>Em 2021, os hipermercados e supermercados representar&atilde;o menos de metade do com&eacute;rcio total.</p>
</li>
<li>
<p>Hipermercados e supermercados crescem pouco sobretudo no Reino Unido, Coreia do Sul e Per&uacute;.</p>
</li>
</ul>
<p>O <strong>Winning Omnichannel</strong> da Kantar Worldpanel &ndash; relat&oacute;rio anual sobre os canais de FMCG &ndash; demonstrou a diminui&ccedil;&atilde;o da quota de mercado dos hipermercados e supermercados em todo o mundo. Em 2016, o valor das vendas FMCG destes canais cresceu apenas 0.7%, enquanto que o gasto no canal online cresceu 26%, discounts 5.1% e cash &amp; carry 4.1%.</p>
<p><strong>Tabela 1: Quota de mercado global FMCG e crescimento em 2016, por canal</strong>&nbsp;</p>
<div>
<table border="1" cellpadding="5">
<tbody>
<tr>
<td>Canal</td>
<td style="text-align: center;">Quota mercado global 2015</td>
<td style="text-align: center;"><span>Quota mercado global 2016</span></td>
<td style="text-align: center;">% Aumento valor (yoy)</td>
</tr>
<tr>
<td>Online</td>
<td style="text-align: center;">3.8%</td>
<td style="text-align: center;">&nbsp;4.6%</td>
<td style="text-align: center;">&nbsp;26.0%</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Discounts</p>
</td>
<td style="text-align: center;">&nbsp;5.5%</td>
<td style="text-align: center;">5.6%&nbsp;</td>
<td style="text-align: center;">5.1%&nbsp;</td>
</tr>
<tr>
<td>Conveni&ecirc;ncia</td>
<td style="text-align: center;">&nbsp;4.6%</td>
<td style="text-align: center;">4.6%&nbsp;</td>
<td style="text-align: center;">4.1%&nbsp;</td>
</tr>
<tr>
<td>Cash &amp; Carry</td>
<td style="text-align: center;">&nbsp;1.1%</td>
<td style="text-align: center;">1.4%&nbsp;</td>
<td style="text-align: center;">4.1%&nbsp;</td>
</tr>
<tr>
<td>Hipers e supers</td>
<td style="text-align: center;">&nbsp;53.2%</td>
<td style="text-align: center;">52.0%&nbsp;</td>
<td style="text-align: center;">0.7%&nbsp;</td>
</tr>
<tr>
<td>Tradicionais</td>
<td style="text-align: center;">&nbsp;26.1%</td>
<td style="text-align: center;">26.1%&nbsp;</td>
<td style="text-align: center;">3.2%&nbsp;</td>
</tr>
<tr>
<td>Porta a porta</td>
<td style="text-align: center;">&nbsp;0.8%</td>
<td style="text-align: center;">0.8%&nbsp;</td>
<td style="text-align: center;">0.7%&nbsp;</td>
</tr>
<tr>
<td>Drogaria e farma</td>
<td style="text-align: center;">&nbsp;0.6%</td>
<td style="text-align: center;">0.6%&nbsp;</td>
<td style="text-align: center;">0.9%&nbsp;</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>A previs&atilde;o &eacute; que a quota de mercado de hipers e supers em FMCG des&ccedil;a ainda mais, at&eacute; 48% do gasto global em FMCG em 2021, com o canal online a crescer 7.5% e os discounts 6.5 %.&nbsp;</p>
<p><strong>Online</strong></p>
<p>A percentagem de compras online FMCG continua a crescer, sobretudo nos mercados onde o e-commerce est&aacute; mais desenvolvido como a Coreia do Sul, China e Reino Unido.&nbsp;</p>
<p><strong>Tabela 2: Quota em valor do canal online em cada mercado e percentagem de crescimento do gasto em FMCG no canal online, por mercado.</strong> (A quota de mercado &eacute; a percentagem das compras FMCG online versus o total de compras em todos os canais.)&nbsp;</p>
<div>
<table border="1" cellpadding="5">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span>Canal Online - mercados que mais crescem</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>Quota Mercado 2016</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>Crescimento 2016/2015</span></td>
</tr>
<tr>
<td>China Continental</td>
<td style="text-align: center;">5.7%</td>
<td style="text-align: center;">53%</td>
</tr>
<tr>
<td>Coreia do Sul</td>
<td style="text-align: center;">19.7%</td>
<td style="text-align: center;">41%</td>
</tr>
<tr>
<td>Taiwan</td>
<td style="text-align: center;">5.7%</td>
<td style="text-align: center;">36%</td>
</tr>
<tr>
<td>Espanha</td>
<td style="text-align: center;">1.7%</td>
<td style="text-align: center;">29%</td>
</tr>
<tr>
<td>Portugal</td>
<td style="text-align: center;">1.0%</td>
<td style="text-align: center;">24%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
&nbsp;
<table border="1" cellpadding="5">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span>Canal Online - mercados que menos crescem</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>Quota Mercado 2016</span></td>
<td style="text-align: center;"><span>Crescimento 2016/2015</span></td>
</tr>
<tr>
<td>Fran&ccedil;a</td>
<td style="text-align: center;">5.5%</td>
<td style="text-align: center;">8%</td>
</tr>
<tr>
<td>Reino Unido</td>
<td style="text-align: center;">7.3%</td>
<td style="text-align: center;">8%</td>
</tr>
<tr>
<td>Argentina</td>
<td style="text-align: center;">0.8%</td>
<td style="text-align: center;">7%</td>
</tr>
<tr>
<td>Jap&atilde;o</td>
<td style="text-align: center;">7.4%</td>
<td style="text-align: center;">5%</td>
</tr>
<tr>
<td>EUA</td>
<td style="text-align: center;">1.5%</td>
<td style="text-align: center;">5%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p><strong><br /></strong></p>
<p><strong>Discounts</strong></p>
<p>Os discounts s&atilde;o o segundo canal que mais cresce em 2016 com uma evolu&ccedil;&atilde;o positiva em valor de 5.1%. A Col&ocirc;mbia foi o pa&iacute;s em que este canal mais cresceu &ndash; 124% - pa&iacute;s onde se registou mais de 600 aberturas de lojas em 2016.</p>
<p><strong>Tabela 3: Quota em valor dos discounts em cada mercado e percentagem de crescimento do gasto em FMCG em discounts, por mercado.</strong> (A quota de mercado &eacute; a percentagem das compras FMCG em discounts versus o total de compras em todos os canais.)</p>
<table border="1" cellpadding="5">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;">Discounts - mercados que mais crescem</td>
<td style="text-align: center;">Quota Mercado 2016</td>
<td style="text-align: center;">Crescimento 2016/2015</td>
</tr>
<tr>
<td>Col&ocirc;mbia</td>
<td style="text-align: center;">7.0%</td>
<td style="text-align: center;">124%</td>
</tr>
<tr>
<td>Argentina</td>
<td style="text-align: center;">8.6%</td>
<td style="text-align: center;">32%</td>
</tr>
<tr>
<td>Brasil</td>
<td style="text-align: center;">1.6%</td>
<td style="text-align: center;">13%</td>
</tr>
<tr>
<td>Reino Unido</td>
<td style="text-align: center;">9.2%</td>
<td style="text-align: center;">11%</td>
</tr>
<tr>
<td>Equador</td>
<td style="text-align: center;">12.5%</td>
<td style="text-align: center;">7%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><br /></strong></p>
<p><strong>Hipermercados e supermercados</strong></p>
<p><strong></strong>Este canal continua a crescer, mas a um ritmo lento de 0.7%. Teve algum sucesso em regi&otilde;es em desenvolvimento da Am&eacute;rica Latina, mas est&aacute; a lutar contra os discounts no Reino Unido e em Espanha, no Per&uacute;, onde o canal tradicional domina e na Coreia do Sul, onde o canal online est&aacute;-se a tornar o canal dominante.</p>
<p><strong>Tabela 4: Quota em valor dos Hipers e Supers em cada mercado e percentagem de crescimento do gasto em FMCG nos Hipers e Supers, por mercado.</strong>(A quota de mercado &eacute; a percentagem das compras FMCG dos Hipers e Supers versus o total de compras em todos os canais.)</p>
<table border="1" cellpadding="5">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;">Hipers e Supers - mercados que mais crescem</td>
<td style="text-align: center;">Quota Mercado 2016</td>
<td style="text-align: center;">Crescimento 2016/2015</td>
</tr>
<tr>
<td>Argentina</td>
<td style="text-align: center;">30.1%</td>
<td style="text-align: center;">25%</td>
</tr>
<tr>
<td>Am&eacute;rica Central</td>
<td style="text-align: center;">16.3%</td>
<td style="text-align: center;">20%</td>
</tr>
<tr>
<td>Brasil</td>
<td style="text-align: center;">53.7%</td>
<td style="text-align: center;">16%</td>
</tr>
<tr>
<td>Indon&eacute;sia</td>
<td style="text-align: center;">7.9%</td>
<td style="text-align: center;">11%</td>
</tr>
<tr>
<td>M&eacute;xico</td>
<td style="text-align: center;">18.8%</td>
<td style="text-align: center;">10%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table border="1" cellpadding="5">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;">Hipers e Supers - mercados que menos crescem</td>
<td style="text-align: center;">Quota Mercado 2016</td>
<td style="text-align: center;">&nbsp;Crescimento 2016/2015</td>
</tr>
<tr>
<td>Mal&aacute;sia</td>
<td style="text-align: center;">&nbsp;70.2%</td>
<td style="text-align: center;">&nbsp;-1%</td>
</tr>
<tr>
<td>Espanha</td>
<td style="text-align: center;">&nbsp;66.5%</td>
<td style="text-align: center;">&nbsp;-1%</td>
</tr>
<tr>
<td>Reino Unido</td>
<td style="text-align: center;">&nbsp;62.7%</td>
<td style="text-align: center;">&nbsp;-3%</td>
</tr>
<tr>
<td>Per&uacute;</td>
<td style="text-align: center;">&nbsp;15.8%</td>
<td style="text-align: center;">&nbsp;-5%</td>
</tr>
<tr>
<td>Coreia do Sul</td>
<td style="text-align: center;">&nbsp;55.1%</td>
<td style="text-align: center;">&nbsp;-7%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com&eacute;rcio Tradicional</strong></p>
<p>Nas regi&otilde;es em desenvolvimento, onde a distribui&ccedil;&atilde;o moderna ser&aacute; o pr&oacute;ximo passo, o com&eacute;rcio tradicional e outros formatos (porta-a-porta, cash &amp; carry e farm&aacute;cias) ainda t&ecirc;m um bom desempenho. Em &Aacute;frica, por exemplo, onde o pre&ccedil;o e a conectividade s&atilde;o fatores fundamentais, o com&eacute;rcio tradicional representa em m&eacute;dia de 69.4% de quota em valor.</p>
<p>O gasto em FMCG nestes canais est&aacute; a crescer mais que o total FMCG em 50% das regi&otilde;es em todo o mundo.</p>
<p><strong>Tabela 5: Quota em valor do Com&eacute;rcio Tradicional em cada mercado e percentagem de crescimento do gasto em FMCG no Com&eacute;rcio Tradicional</strong>. (A quota de mercado &eacute; a percentagem das compras FMCG do Com&eacute;rcio Tradicional versus o total de compras em todos os canais.)&nbsp;</p>
<div>
<table border="1" cellpadding="5">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;">Com&eacute;rcio Tradicional - mercados que mais crescem</td>
<td style="text-align: center;">Quota Mercado 2016</td>
<td style="text-align: center;">Crescimento 2016/2015</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left;">Argentina</td>
<td style="text-align: center;">40.8%</td>
<td style="text-align: center;">27%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left;">Brasil</td>
<td style="text-align: center;">24.8%</td>
<td style="text-align: center;">15%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left;">Gana</td>
<td style="text-align: center;">99.7%</td>
<td style="text-align: center;">8%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left;">Taiwan</td>
<td style="text-align: center;">56.3%</td>
<td style="text-align: center;">6%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left;">Vietname</td>
<td style="text-align: center;">78.5%</td>
<td style="text-align: center;">5%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table border="1" cellpadding="5">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;">Com&eacute;rcio Tradicional - mercados que menos crescem</td>
<td style="text-align: center;">Quota Mercado 2016</td>
<td style="text-align: center;">Crescimento 2016/2015</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left;">M&eacute;xico</td>
<td style="text-align: center;"><span>37.9%</span></td>
<td style="text-align: center;">0%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left;">Espanha</td>
<td style="text-align: center;"><span>10.8%</span></td>
<td style="text-align: center;">-1%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left;">Tail&acirc;ndia</td>
<td style="text-align: center;"><span>52.2%</span></td>
<td style="text-align: center;">-1%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left;">Portugal</td>
<td style="text-align: center;">2.5</td>
<td style="text-align: center;">-1%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left;">Ar&aacute;bia Saudita</td>
<td style="text-align: center;"><span>36.9%</span></td>
<td style="text-align: center;">-5%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>]]></description>
         <pubDate>Fri, 28 Jul 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Hipers-e-supers-perdem-quota-de-mercado-a-nvel-gl</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Moda cresce na cesta do supermecado]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Moda-cresce-na-cesta-do-supermecado</link>
         <description><![CDATA[<p>Ap&oacute;s se ter assistido a uma retra&ccedil;&atilde;o em anos anteriores, o Shopper portugu&ecirc;s volta a estar mais confiante, apostando, acima de tudo, em &aacute;reas que lhe d&atilde;o mais prazer, como a compra de produtos tecnol&oacute;gicos, mais viagens, mais carros mas tamb&eacute;m mais vestu&aacute;rio. Compra esta que tem vindo a recuperar desde o final de 2016 e que come&ccedil;a com um in&iacute;cio de ano bastante positivo (+ 4.2% em volume), de acordo com o painel Fashion da Kantar Worldpanel, dados relativos ao primeiro trimestre deste ano.</p>
<p>Este comportamento fez com que o ano de 2017 tenha tido o melhor arranque dos &uacute;ltimos cinco anos com os Indiv&iacute;duos mais presentes nas lojas, seja por mais assiduidade (+7.2% em frequ&ecirc;ncia de compra) seja tamb&eacute;m por maior atratividade (+263 mil clientes a comprarem pelo menos uma vez uma pe&ccedil;a de roupa).</p>
<p>Este maior envolvimento com a moda pode tamb&eacute;m implicar um novo record de penetra&ccedil;&atilde;o, que aconteceu em 2013, ano em que percentagem de indiv&iacute;duos a comprarem roupa atingiu os 71,3%. Ap&oacute;s niveis de clientela abaixo dos 68% em anos anteriores, neste &uacute;ltimo ano a terminar a 26 Mar&ccedil;o 2017 chegamos, novamente, a mais de 70% dos compradores de Vestu&aacute;rio. A roupa para Homens &eacute; o segmento de mercado que est&aacute; a atrair mais clientes,&nbsp; representando neste primeiro trimestre 47.8% do total dos clientes de Vestu&aacute;rio, +6.3pp vs ano anterior.</p>
<p>E falando de Shopper, tamb&eacute;m aqui a diminui&ccedil;&atilde;o da natalidade, que tem subido nos &uacute;ltimos 2 anos mas &eacute; ainda muito longe dos n&iacute;veis de 2010 ou 2011, tem um impacto directo pois a &uacute;nica tipologia de roupa que n&atilde;o se desenvolve &eacute; de crian&ccedil;as+beb&eacute;s, sendo os targets Non Millenium (45 anos e mais) os principais dinamizadores do mercado mas com uma procura por artigos jovens como &eacute; o caso de Cal&ccedil;as Casuais, Jeans, T-shirts, Roupa Desportiva, Leggings, cal&ccedil;&otilde;es/Bermudas e Jaquetas Casuais representando este tipo de roupa 16% do seu volume +3pp vs 2016.</p>
<p>Artigos mais &ldquo;trendy&rdquo; que s&atilde;o tamb&eacute;m os que crescem no mercado mas com um shopper mais contido na quantidade de artigos que compra em cada visita &agrave; loja, pois hoje metade do retorno de vestu&aacute;rio adv&eacute;m de cestas de uma ou duas categorias de produto e 65% das ocasi&otilde;es de compra destinam-se apenas &agrave; compra de uma (+3,0pp vs 2013). Compra esta que tamb&eacute;m tem um foco maior em produtos com um pre&ccedil;o m&eacute;dio mais baixo, pois se compararmos o Top 10 de artigos que mais crescem e perdem, tanto em volume como em valor, os que crescem apresentam um pre&ccedil;o m&eacute;dio que ronda os 16&euro;, enquanto que os artigos que mais decrescem o pre&ccedil;o m&eacute;dio ronda os 24&euro;.</p>
<p>Esta procura por produtos mais baixos est&aacute; relacionada sobretudo com dois retalhistas, um dentro da distribui&ccedil;&atilde;o moderna, que neste &uacute;ltimo ano a terminar a 26 Mar&ccedil;o de 2017 concentra 24% do total do volume comprado em vestu&aacute;rio, com um aumento vs 2014 de 2,3pp e outro dentro das cadeias especializadas que lideram com 54% do volume. Pelo lado das cadeias da distribui&ccedil;&atilde;o moderna temos o Lidl, que chega, neste primeiro trimestre de 2017, a 11% dos indiv&iacute;duos compradores de vestu&aacute;rio, tornando-se na loja com mais clientes, tendo um aumento vs 2014 de 3,4pp. Por outro lado, nas cadeias especializadas temos a Primark que segue a liderar as mesmas,tendo conseguido neste primeiro trimestre 2017 chegar a 7% dos clientes +1.0pp vs 2014.</p>
<p>Para finalizar n&atilde;o podemos esquecer o canal online que apesar de ainda ser pequeno em Portugal, tem tido uma grande aposta por quase todos os players de vestu&aacute;rio, atingindo o seu melhor n&iacute;vel de clientes este ano. Ap&oacute;s um decr&eacute;scimo no inicio de 2016, neste &uacute;ltimo ano a terminar a 26 Mar&ccedil;o de 2017 chega a 5% (+1.2pp vs 2016) e a crescer a duplo digito tanto em valor como em volume. No entanto, este &eacute; ainda uma canal mais para consulta do que para compra, pois apenas 14% dos ind&iacute;viduos diz que regularmente faz compras de artigos de vestu&aacute;rio via Online vs 40% que diz ver os sites das suas lojas preferidas para informar-se, mas cuja compra faz na loja. Ou seja, este &eacute; um canal din&acirc;mico, mas ainda com um enorme potencial.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 18 Jul 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Moda-cresce-na-cesta-do-supermecado</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Estar no sÃ­tio certo como produto certo]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Estar-no-stio-certo-como-produto-certo</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Porque &eacute; cada vez mais importante para o sucesso das marcas e retalhistas?</strong></p>
<p>Como se previa o in&iacute;cio de 2017 n&atilde;o tem sido positivo para o mundo dos <em>Fast-Moving Consumer Goods </em>(FMCG), apesar de existir maior atividade fora do lar entraram menos artigos para as dispensas dos portugueses. As raz&otilde;es para este contexto podem ser v&aacute;rias, desde a retra&ccedil;&atilde;o populacional verificada nos &uacute;ltimos anos e consequente altera&ccedil;&atilde;o do padr&atilde;o de consumo no lar e o consequente menor consumo <em>per capita</em>, at&eacute; &agrave; diminui&ccedil;&atilde;o do efeito estimulante das promo&ccedil;&otilde;es, com o maior armazenamento de produtos de m&eacute;dia/longa dura&ccedil;&atilde;o. Resultado: os compradores n&atilde;o sentem necessidade de dedicar tantos dias para ir &agrave;s compras!</p>
<p>Atualmente a chave para o crescimento assenta cada vez mais em ser &ldquo;escolhido&rdquo; pelo maior n&uacute;mero de compradores, em aproveitar ao m&aacute;ximo os momentos de contacto para aumentar a nossa base de compradores ao inv&eacute;s de promover uma maior quantidade compra do produto ou fidelizar via repeti&ccedil;&atilde;o da compra.</p>
<p><strong>Mais compradores garantem crescimento das marcas</strong></p>
<p>Em 2016, 78% das marcas que conseguiram incrementar o seu n&uacute;mero de lares compradores atingiram o crescimento. Nos &uacute;ltimos anos a atividade promocional tem promovido bastante a entrada de mais marcas para os lares, sobretudo na alimenta&ccedil;&atilde;o embalada onde desde 2013 os portugueses est&atilde;o a adicionar &agrave;s cestas, em m&eacute;dia, uma marca nova todos anos. Por&eacute;m este &ldquo;efeito promocional&rdquo; parece estar a esgotar-se e mesmo tendo em conta que 72% das marcas aumentaram o n&uacute;mero de compradores em promo&ccedil;&atilde;o, apenas 63% destas conseguem realmente alargar a sua base global de compradores.</p>
<p>Criar alternativas &agrave; depend&ecirc;ncia promocional come&ccedil;a agora a ser bastante relevante na estrat&eacute;gia das marcas, mas na verdade apenas 9% das marcas ganham compradores sem aumentar a sua clientela promocional. Embora este n&uacute;mero pare&ccedil;a baixo quase que duplicou em rela&ccedil;&atilde;o a 2015. Procurar efici&ecirc;ncia deve ser a prioridade para assegurar a sustentabilidade.</p>
<p>A efici&ecirc;ncia das marcas n&atilde;o passa apenas pela estrat&eacute;gia promocional, mas por tamb&eacute;m procurar estar presente no momento da decis&atilde;o de compra, procurar a oferta certa para o comprador certo.</p>
<p><strong>Como se aplica esta realidade ao retalho?</strong></p>
<p>O mundo do retalho dentro Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna est&aacute; cada vez mais competitivo, desde o crescente investimento na moderniza&ccedil;&atilde;o dos espa&ccedil;os de compra e de refei&ccedil;&atilde;o at&eacute; ao m&eacute;todo de pagamento e recolha das compras, contribuindo para que os lares portugueses optem cada vez mais por comprar em menos lojas. Se tivermos em conta as 7 ins&iacute;gnias que maior volume de vendas gera no FMCG, verificamos que a duplica&ccedil;&atilde;o de compradores entre estas tem vindo a diminuir em cerca de 1%/ano, nos &uacute;ltimos quatro anos. Cada vez mais a tend&ecirc;ncia &eacute; para a compra se centrar entre 3 e 4 ins&iacute;gnias, sendo que &eacute; neste intervalo que encontramos pela primeira vez a maioria dos lares portugueses (50,1%).&nbsp;&nbsp;</p>
<p>O caminho mais eficaz para o crescimento da qualquer retalhista tamb&eacute;m se baseia no n&uacute;mero de compradores que consegue atrair e os casos mais vis&iacute;veis registam-se aquando a abertura de novos estabelecimentos, sobretudo fora das suas zonas de maior influ&ecirc;ncia. &Eacute; neste ponto de que surge a quest&atilde;o: se j&aacute; chego a 60, 70 ou 80% dos lares portugueses &eacute; poss&iacute;vel crescer por novos compradores? Em termos absolutos &eacute; mais desafiante, mas em termos relativos existe um amplo espa&ccedil;o por preencher, isto &eacute;, a penetra&ccedil;&atilde;o das v&aacute;rias categorias dentro da loja.</p>
<p>Mesmo analisando as categorias das lojas a um n&iacute;vel mais macro, dentro das ins&iacute;gnias do top 7, verificamos que o n&iacute;vel de aproveitamento m&eacute;dio se situa nos 65%, significa que um em cada tr&ecirc;s compradores n&atilde;o est&aacute; a comprar a categoria na ins&iacute;gnia.</p>
<p>Dentro dos &ldquo;corredores&rdquo; com melhor aproveitamento, surgem os frescos, as mercearias salgadas e doces e os l&aacute;cteos, naturalmente ligadas &agrave; maior regularidade da sua compra e &agrave; maior quantidade de produtos oferecidos, embora n&atilde;o signifique que todos tenham um alto rendimento. Quanto menos vezes a categoria &eacute; comprada menor &eacute; o espa&ccedil;o para que essa compra seja efetuada em mais retalhistas e menor &eacute; a oportunidade de chegar a um comprador adicional mais dif&iacute;cil ser&aacute; obter um melhor aproveitamento de compradores.</p>
<p>Aumentar a fidelidade &agrave;s ins&iacute;gnias n&atilde;o est&aacute; propriamente pendente do comprador levar mais quantidade do mesmo produto de um estabelecimento, mas sim em levar uma maior pan&oacute;plia de produtos. O principal desafio das lojas &eacute; perceber, face ao tipo de comprador que as visita, se a oferta dentro das v&aacute;rias categorias est&atilde;o a ser os mais eficazes e onde existe espa&ccedil;o para aproximar daquilo que os clientes procuram, para desta forma rentabilizar ao m&aacute;ximo a sua presen&ccedil;a na loja.</p>
<p><strong>Identificar caminhos para aumentar pontos de contacto</strong></p>
<p>Saber o qu&ecirc;, onde e a que pre&ccedil;o colocar nas prateleiras continuam a ser os fatores determinantes para que seja poss&iacute;vel satisfazer os requisitos do comprador naquele momento, para que n&atilde;o sinta necessidade de procurar outra marca ou deslocar-se a outra loja. Este ser&aacute; o principal desafio dos v&aacute;rios intervenientes do mercado para os pr&oacute;ximos anos, pois tudo aponta para que se continue a acentuar o cen&aacute;rio da redu&ccedil;&atilde;o de momentos de contacto e o abrandamento da efic&aacute;cia da atividade promocional.&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 12 Jul 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Estar-no-stio-certo-como-produto-certo</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Emergentes ultrapassam desenvolvidos em gasto FMCG]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Emergentes-ultrapassam-desenvolvidos-em-gasto-FMCG</link>
         <description><![CDATA[<p>O gasto em FMCG em mercados emergentes cresceu 34 bili&otilde;es de d&oacute;lares em 2016, um aumento de 6% em rela&ccedil;&atilde;o ao ano passado, enquanto que as vendas em mercados desenvolvidos estabilizaram.</p>
<p class="BodyA">Foi divulgado o quinto estudo anual Brand Fooprint da Kantar Worldpanel, com o ranking das marcas FMCG mais escolhidas em todo o mundo.</p>
<p class="BodyA">Factos mais importantes: marcas</p>
<ul>
<li class="BodyA">Coca-Cola continua a ser a marca mais escolhida em todo o mundo pelo quinto ano consecutivo.</li>
<li class="BodyA">Colgate &eacute; a segunda marca mais escolhida e &eacute; a &uacute;nica marca escolhida por mais de 50% da popula&ccedil;&atilde;o mundial.</li>
<li class="BodyA">Dettol &eacute; a marca que mais cresce no ranking, entrando no Top 50 pela primeira vez.</li>
<li class="BodyA">Sunsilk entrou para o Top 10 com um aumento de 12% de Consumer Reach Points.</li>
</ul>
<div>
<p class="BodyA">Factos mais importantes: O setor FMCG mundial</p>
<ul>
<li class="BodyA">Cada decis&atilde;o de consumidor por uma marca vale 1,92 d&oacute;lares</li>
<li>Mercados emergentes representam 51% do gasto em FMCG</li>
<li>Marcas locais representam 72% para o crescimento do Mercado em 2016&nbsp;</li>
</ul>
<div>
<p class="BodyA">Os mercados emergentes representam agora 51% do gasto global em FMCG, quando h&aacute; tr&ecirc;s anos representavam 48%. Esta &eacute; a principal conclus&atilde;o do &uacute;ltimo <a href="http://www.brandfootprint-ranking.com/">Kantar Worldpanel Brand Footprint</a>, o ranking das marcas de FMCG mais escolhidas em todo o mundo.</p>
<p class="BodyA">Este estudo mostra tamb&eacute;m que, com o pouco crescimento dos mercados desenvolvidos, os pa&iacute;ses emergentes foram respons&aacute;veis por todo o crescimento em valor do FMCG, acrescentando 34 bili&otilde;es de d&oacute;lares a este setor, ao longo do ano. Os pa&iacute;ses que mais contribu&iacute;ram foram a R&uacute;ssia (14%), o Sri Lanka (9%), a Indon&eacute;sia e as Filipinas (6%).</p>
<p class="BodyA">&nbsp;<strong><span style="text-decoration: underline;">Crescimento do FMCG por regi&atilde;o</span></strong></p>
<p class="BodyA">O crescimento do gasto global em FMCG abrandou para 3% no ano passado, caindo de 4% em rela&ccedil;&atilde;o a 2015, mas varia significativamente de pa&iacute;s para pa&iacute;s. &Aacute;frica e M&eacute;dio Oriente tiveram um crescimento em valor de 8% em FMCG. As vendas na Am&eacute;rica Latina tamb&eacute;m cresceram rapidamente, com o gasto a crescer 9% - muito influenciado pela infla&ccedil;&atilde;o elevada.</p>
<p class="BodyA">Os EUA e a Europa tiveram um crescimento moderado no ano passado. Os EUA viram as suas taxas de crescimento descerem 1% em rela&ccedil;&atilde;o a 2015. Na Europa, o crescimento passou de 4% em 2015 para 2% em 2016. A &Aacute;sia sofreu o desaceleramento mais profundo, caindo de 6% de crescimento em valor, em 2015 para 2% em 2016.&nbsp;</p>
<p class="BodyA"><strong><span style="text-decoration: underline;">Crescimento FMCG por categoria:</span></strong></p>
<p class="BodyA"><strong></strong>A categoria de sa&uacute;de e beleza sofreu o maior abrandamento em 2016, apenas com 1% de crescimento. Cuidado do lar teve o melhor desempenho com 4% de crescimento, enquanto que alimenta&ccedil;&atilde;o e bebidas atingiram um crescimento de 3% - em linha com a m&eacute;dia global.</p>
<p class="BodyA"><strong><span style="text-decoration: underline;">O valor da escolha</span></strong></p>
<p class="Body">Este ano, a Kantar Worldpanel quantificou o valor m&eacute;dio para uma decis&atilde;o do consumidor, ou seja, o custo m&eacute;dio pago pelo comprador cada vez que escolhe uma marca. A m&eacute;dia da decis&atilde;o por uma marca na prateleira custa ao consumidor 1,92 d&oacute;lares, sendo que o valor dessa decis&atilde;o varia largamente por categoria. Comprar marcas de alimenta&ccedil;&atilde;o vale menos que produtos de sa&uacute;de e de beleza, mas s&atilde;o compradas com mais frequ&ecirc;ncia.</p>
<p class="Body"><br /> <strong><span style="text-decoration: underline;">Marcas locais e globais</span></strong></p>
<p class="Body">O estudo tamb&eacute;m demonstra que as marcas locais cresceram 2,6%. As marcas locais s&atilde;o particularmente fortes em categorias de alimenta&ccedil;&atilde;o e bebidas, sendo escolhidas 74% das vezes em alimenta&ccedil;&atilde;o e 67% em bebidas.</p>
<p class="Body">Em 2016, a diferen&ccedil;a de pre&ccedil;os entre marcas globais e marcas locais reduziu ao ponto de praticamente desaparecer. Ser uma marca global j&aacute; n&atilde;o significa que ter&aacute; automaticamente um pre&ccedil;o premium. As marcas globais t&ecirc;m, atualmente, que trabalhar mais para convencer os consumidores de que a escolha por elas oferece garantia de qualidade e confere prest&iacute;gio.</p>
<p class="Body"><strong><span style="text-decoration: underline;">Brand Footprint: snapshot</span></strong></p>
<p class="Body">O Brand Footprint mede a escolha do consumidor atrav&eacute;s de uma m&eacute;trica chamada CRP (Consumer Reach Point). Existem, agora, 21 marcas que s&atilde;o escolhidas mais de 1 bili&atilde;o de vezes. Dentro do Top 10, marcas como Sunsilk (+12%), Colgate (+1%) e Nestl&eacute; (+1%) conseguiram aumentar o seu CRP no &uacute;ltimo ano &ndash; com a Sunsilk a entrar pela primeira vez para o Top 10 das marcas mais escolhidas.</p>
<p class="BodyA"><br /> <strong>Josep Montserrat, Global CEO, Kantar Worldpanel explica:</strong><em><br /> &ldquo;Serem escolhidas por mais pessoas, com mais frequ&ecirc;ncia &eacute; a forma das marcas cresceram. Perceber onde encontrar as oportunidades mais valiosas &ndash; seja numa regi&atilde;o emergente com popula&ccedil;&atilde;o em crescimento ou inovando para atender a necessidades por explorar num mercado mais desenvolvido &ndash; &eacute; cr&iacute;tico para todas as marcas.</em></p>
<p class="BodyA"><em>Com o Brand Footprint procuramos quantificar o valor da escolha do consumidor e partilhar alguns dos melhores exemplos de estrat&eacute;gias de marcas que conseguiram crescer.&rdquo;</em></p>
<p class="BodyB"><strong>NOTA PARA OS EDITORES:</strong></p>
<p class="BodyB"><strong>Brand Footprint: O estudo<br /> </strong>O Brand Footprint da Kantar Worldpanel &eacute; um estudo anual, com base em 73% da popula&ccedil;&atilde;o mundial. Um total de 1 bili&atilde;o de lares em 43 pa&iacute;ses, em cinco continentes &ndash; cobrindo 75% do PIB global. Como parte do estudo, a Kantar Worldpanel monitoriza 200 categorias de FMCG em todo o mundo, em bebidas, alimenta&ccedil;&atilde;o, sa&uacute;de e beleza e cuidado do lar.</p>
<p class="BodyB"><strong>Brand Footprint: Ranking Top 50 </strong><br /> O ranking anual das 50 marcas mais escolhidas em todo o mundo, revela quais as marcas que est&atilde;o a atingir o sucesso global, dando insights que ajudam as marcas de FMCG a definir targets globais com mais precis&atilde;o e a melhorar o crescimento global dos seus neg&oacute;cios.</p>
<p class="BodyB">O Consumer Reach Point &eacute; a base deste ranking. Uma m&eacute;trica inovadora que mede quantos lares em todo o mundo est&atilde;o a comprar determinada marca (penetra&ccedil;&atilde;o) e com que frequ&ecirc;ncia, dando uma representa&ccedil;&atilde;o real da escolha do comprador.</p>
<p class="BodyB">Para aceder aos rankings globais, regionais, por pa&iacute;s e por setores completos e um &iacute;ndice de marcas inclu&iacute;das no Top 50 Global, por favor, visite <a href="http://www.kantarworldpanel.com/brand-footprint-ranking">www.kantarworldpanel.com/brand-footprint-ranking</a>.</p>
<p class="BodyB"><strong>Metodologia e &Acirc;mbito<br /> </strong>Este ano, o ranking analisou 15.300 marcas e um bili&atilde;o de lares, em 43 pa&iacute;ses, em cinco continentes, nos &uacute;ltimos 12 meses, at&eacute; novembro de 2016.&nbsp;</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Factos importantes sobre o estudo</span></strong></p>
<p class="BodyA"><strong><em>Marcas mais escolhidas</em></strong></p>
<ul>
<li>Coca-Cola continua a ser a marca mais escolhida em todo o mundo e &eacute; a n&uacute;mero um em nove pa&iacute;ses. Os compradores compraram Colgate mais de 6 bili&otilde;es de vezes no &uacute;ltimo ano.</li>
<li>Maggi &eacute; marca n&uacute;mero um em alimenta&ccedil;&atilde;o</li>
<li>Colgate &eacute; a marca n&uacute;mero um em sa&uacute;de e beleza</li>
<li>Sunlight &eacute; a marca n&uacute;mero um em cuidado do lar</li>
</ul>
<p class="BodyA"><em><strong><em><br clear="all" /> </em></strong></em></p>
<p><strong><em>&nbsp;</em></strong></p>
<p class="BodyA"><em><br /></em></p>
</div>
</div>]]></description>
         <pubDate>Fri, 23 Jun 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Emergentes-ultrapassam-desenvolvidos-em-gasto-FMCG</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Consumo fora de casa Ã© oportunidade para marcas ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Consumo-fora-de-casa--oportunidade-para-marcas-</link>
         <description><![CDATA[<p>Portugal vive perante uma explos&atilde;o de acontecimentos positivos a surgir praticamente todos os dias: turismo a crescer exponencialmente; Lisboa como a capital mais &ldquo;cool&rdquo; da Europa; Porto como melhor destino para f&eacute;rias 2017; visita do Papa no &acirc;mbito das comemora&ccedil;&otilde;es do centen&aacute;rio das apari&ccedil;&otilde;es de F&aacute;tima; outras &ldquo;apari&ccedil;&otilde;es&rdquo; de celebridades internacionais no nosso pa&iacute;s; a vit&oacute;ria sem precedentes de Portugal na Eurovis&atilde;o; e, por &uacute;ltimo o ciclo de resultados macroecon&oacute;micos positivos que temos vindo a assistir na economia, no emprego e na confian&ccedil;a dos portugueses.</p>
<p>Nas palavras de Pedro Mexia, &ldquo;ser&aacute; que temos estrutura para aguentar tanta felicidade&rdquo;?</p>
<p>A nossa preocupa&ccedil;&atilde;o &eacute; perceber se esta &ldquo;felicidade&rdquo; se materializa em maior consumo e se existem mudan&ccedil;as na forma como os portugueses consomem.&nbsp;</p>
<p><strong>Out-of-Home &eacute; &ldquo;aparentemente&rdquo; uma pequena fatia mercado do grande consumo</strong></p>
<p><strong></strong>Em 2016, aproximadamente 20% do total gasto pelos portugueses em bebidas &amp; snacking, dentro e fora de portas, &eacute; exclusivo do canal out-of-home (OOH). Parece pouco, mas na realidade este canal potencia 5,6 milh&otilde;es de atos de compra adicionais ao canal In Home (IH), por semana. Isto significa que as marcas de bebidas e snacking t&ecirc;m uma oportunidade clara de crescer para al&eacute;m do linear e de elas pr&oacute;prias expandirem o mercado.</p>
<p>Nos primeiros 3 meses deste ano, os portugueses mostram maior predisposi&ccedil;&atilde;o para consumo OOH do que de In Home. Consumimos com maior regularidade (+4% em atos de consumo) e gastamos mais por cada vez que vamos consumir fora de casa (+7% gasto por ato de consumo).</p>
<p>E se nos dias que correm o sucesso das marcas est&aacute; directamente correlacionado com capta&ccedil;&atilde;o de (novos) compradores, o mercado fora de casa tem aqui um papel expressivo permitindo &agrave;s marcas alcan&ccedil;arem 23% de compradores &ldquo;extra&rdquo; ao In Home, na categoria de Bebidas e Snacking.</p>
<p><strong>Mix de confian&ccedil;a, tempo e mais oferta levam a um maior consumo nas refei&ccedil;&otilde;es principais</strong></p>
<p>Os <em>breaks</em> do dia (meio da manh&atilde; e/ou meio da tarde) mant&ecirc;m-se como os momentos com maior atividade no out-of-home, mas as refei&ccedil;&otilde;es principais ganham espa&ccedil;o no in&iacute;cio deste ano, sobretudo o almo&ccedil;o (+1,6p de shr% ocasi&otilde;es de consumo).</p>
<p>Se no primeiro trimestre de 2016 os principais momentos do dia (pequeno almo&ccedil;o, almo&ccedil;o e jantar) pesavam 45% do total das ocasi&otilde;es de consumo de bebidas e snacking, nos primeiros tr&ecirc;s meses deste ano esse peso aproxima-se dos 50%.&nbsp;</p>
<p>Como consequ&ecirc;ncia, categorias habitualmente ligadas ao acompanhamento da refei&ccedil;&atilde;o principal saem refor&ccedil;adas neste per&iacute;odo do ano, como refrigerantes e &aacute;guas minerais. Por oposi&ccedil;&atilde;o, categorias como caf&eacute;, leite com chocolate e pastelaria embalada que concentram muito do seu consumo fora das refei&ccedil;&otilde;es principais perdem algum espa&ccedil;o no mercado.</p>
<p><strong>Multicanalidade intensifica-se no out-of-home</strong></p>
<p>Na era multicanal, as marcas deparam-se com uma multiplicidade de &ldquo;interfer&ecirc;ncias&rdquo; na sua rela&ccedil;&atilde;o com o consumidor. O processo de decis&atilde;o deixou de ser linear para se tornar um processo complexo, sendo cada vez mais dif&iacute;cil captar a aten&ccedil;&atilde;o, tempo e espa&ccedil;o da marca no consumidor.</p>
<p>No consumo fora de casa esta multicanalidade &eacute; bem evidente ao verificarmos que mais de metades dos portugueses (56%) compram pelo menos um produto para consumo out of home, fora do canal convencional neste mercado, o canal HoReCa.</p>
<p>Apesar de este canal captar a maioria dos atos de consumo no out-of-home (93%), canais como a Grande Distribui&ccedil;&atilde;o e o Retalho Alimentar mais tradicional ganham cada vez mais espa&ccedil;o atingindo j&aacute; os 8% de ocasi&otilde;es de consumo no OOH, durante o ano.</p>
<p>Mais interessante &eacute; verificar a duplica&ccedil;&atilde;o do consumidor out-of-home entre os v&aacute;rios macro canais. Quase 1/3 (29%) dos portugueses escolhe HoReCa e Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna para comprar produtos para consumo fora de casa e, 4% f&aacute;-lo exclusivamente na Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna, ainda que seja residual.</p>
<p>Tal como acontece no mercado In Home onde as compras dos portugueses est&atilde;o centradas na Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna, s&atilde;o os mais jovens que est&atilde;o a impulsionar a procura por alternativas ao principal canal out-of-home, reduzindo a presen&ccedil;a no HoReCa e aumentando nos Hipers/Supers e Retalho alimentar tradicional.&nbsp;</p>
<p>Em conclus&atilde;o, o consumo fora de casa &eacute; uma oportunidade crescente para as marcas, n&atilde;o s&oacute; por viver um momento positivo de predisposi&ccedil;&atilde;o para maior consumo e gasto, mas como tamb&eacute;m pelo valor sin&eacute;rgico que os diferentes canais de compra podem aportar ao contacto com as marcas, em diferentes momentos de consumo.</p>
<p>&Eacute; fundamental adequar o posicionamento, a estrat&eacute;gia e a comunica&ccedil;&atilde;o das marcas neste canal t&atilde;o din&acirc;mico que muitas vezes segue em modo autom&aacute;tico.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 08 Jun 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Consumo-fora-de-casa--oportunidade-para-marcas-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Como vai o negÃ³cio da saÃºde?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Como-vai-o-negcio-da-sade</link>
         <description><![CDATA[<p>&gt; Artigo original publicado na <a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/HiperSuper%20Maio%202017.pdf">Hipersuper</a></p>
<p>Sim, a sa&uacute;de &eacute; um neg&oacute;cio e dos s&eacute;rios!</p>
<p>Falar de um tema t&atilde;o atual como a sa&uacute;de, que &eacute; uma preocupa&ccedil;&atilde;o crescente nas sociedades e economias mais desenvolvidas com o aumento da preval&ecirc;ncia de doen&ccedil;as - como a obesidade, diabetes, hipertens&atilde;o e intoler&acirc;ncias / alergias alimentares - e consequentemente o seu custo indireto para o governo, que tem desenvolvido esfor&ccedil;os na preven&ccedil;&atilde;o das mesmas, &eacute; um assunto que concentra a aten&ccedil;&atilde;o de todos.</p>
<p>H&aacute; sem d&uacute;vida uma atitude positiva em rela&ccedil;&atilde;o a esta tend&ecirc;ncia mais saud&aacute;vel que est&aacute; em crescimento, e que demonstra por um lado um aproveitamento de oportunidades por parte dos fabricantes e distribuidores deste potencial de neg&oacute;cio, e por outro lado uma maior consciencializa&ccedil;&atilde;o dos Portugueses que v&atilde;o apostando num estilo de vida mais saud&aacute;vel.</p>
<p>A verdade &eacute; que a mentalidade dos Portugueses parece estar a mudar, e assiste-se a uma transi&ccedil;&atilde;o de um lifestyle apoiado em dietas pontuais de emagrecimento para a ado&ccedil;&atilde;o efetiva de um estilo de vida mais saud&aacute;vel e regular, com uma aproxima&ccedil;&atilde;o a uma ingest&atilde;o inferior de gorduras, produtos com menor teor de sal, menor % de calorias e at&eacute; sem aditivos e conservantes.</p>
<p>Nota-se em Portugal esta procura crescente do consumidor por alternativas mais saud&aacute;veis, que visem melhorar a sua qualidade de vida, ou simplesmente pelo seguimento de uma tend&ecirc;ncia mais &ldquo;healthy&rdquo; em que acabam por optar por um estilo de vida mais equilibrado, saud&aacute;vel e natural. A compra dos produtos de alimenta&ccedil;&atilde;o de bebidas mais saud&aacute;veis em 2016 em Portugal cresceu +2,4% em volume quando o pr&oacute;prio setor de alimenta&ccedil;&atilde;o e bebidas no total teve uma performance mais negativa, num sector de Fast Moving Consumer Goods (FMCG) que tem tido dificuldades em recuperar.</p>
<p>De tudo o que os lares Portugueses compraram de Alimenta&ccedil;&atilde;o e de Bebidas no ano de 2016, os produtos considerados saud&aacute;veis j&aacute; ocupam 6,1% do volume. E neste grupo de produtos consideramos tudo o que tenha aveia, espelta, soja, granola, alfarroba, ou que seja sem lactose, sem gl&uacute;ten, com baixo teor / sem sal ou a&ccedil;&uacute;car, integral, magro ou light, n&atilde;o esquecendo os produtos biol&oacute;gicos ou funcionais, passando pelas fibras, bifidus e cardiovasculares.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">E quais as op&ccedil;&otilde;es que mais atraem o shopper?</span></p>
<p>Entre as op&ccedil;&otilde;es healthy que mais atraem compradores encontramos os produtos Sem Lactose (+9,7 pontos percentuais de % Penetra&ccedil;&atilde;o), produtos de Aveia (+9,5pp), seguidos de produtos com Granolas (+6,7pp). Mas de forma global, a tend&ecirc;ncia de ganho de compradores &eacute; transversal a todos as op&ccedil;&otilde;es mais saud&aacute;veis que se v&atilde;o multiplicando e desdobrando no setor de grande consumo.</p>
<p>Os produtos &ldquo;free from&rdquo; em Portugal, isolando os produtos sem gl&uacute;ten e sem lactose, tiveram um aumento de 56% nas vendas, e j&aacute; entraram em 31.4% dos lares Portugueses. Num benchmark com UK, verificou-se um aumento de 36% nas vendas, sendo comprados por mais de metade da popula&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>E aparentemente o pre&ccedil;o n&atilde;o &eacute; uma barreira &agrave; compra, j&aacute; que em m&eacute;dia o shopper de alimenta&ccedil;&atilde;o e bebidas saud&aacute;veis paga por estes produtos mais do dobro do que paga pelas op&ccedil;&otilde;es standard destes produtos. &Eacute; uma associa&ccedil;&atilde;o perfeita, como j&aacute; dizia o velho ditado Portugu&ecirc;s: junta-se o &uacute;til ao agrad&aacute;vel, por um lado um consumidor disposto a pagar mais por produtos diferenciados e com benef&iacute;cios associados, e fabricantes e retalhistas que podem e devem proporcionar cada vez mais uma oferta vasta e completa abrangendo as principais categorias em FMCG, acrescentando assim valor a este mercado.</p>
<p>E de forma surpreendente s&atilde;o as categorias que mais apresentam dificuldade de desenvolvimento em FMCG que mais dinamizam o sector dos produtos saud&aacute;veis, tais como os Leites que s&atilde;o respons&aacute;veis por mais de metade do crescimento do volume de alimenta&ccedil;&atilde;o e bebidas saud&aacute;veis. Ali&aacute;s, se aos leites, juntarmos os iogurtes e os queijos, obtemos uma contribui&ccedil;&atilde;o de 80% dos l&aacute;cteos ao crescimento deste mercado &ldquo;healthy&rdquo;. &Eacute; importante n&atilde;o esquecer que os l&aacute;cteos, no global, apresentaram uma tend&ecirc;ncia negativa ao fecho do ano de 2016, de -2,9% em volume.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Diversificar para crescer!</span></p>
<p>Os produtos saud&aacute;veis s&atilde;o cada vez mais um driver para diversificar o consumo e potenciar o gasto em FMCG, sendo que a inova&ccedil;&atilde;o associada &agrave; tend&ecirc;ncia saud&aacute;vel em categorias mais maduras e estabelecidas poder&aacute; ser um eixo de recupera&ccedil;&atilde;o destes mercados. Tal como vemos em leites, iogurtes ou queijos, os gatilhos de crescimento est&atilde;o associados essencialmente &agrave;s variedades de sem lactose, op&ccedil;&otilde;es light / magras ou biol&oacute;gicas que levam assim ao est&iacute;mulo de consumo, via targets diferenciados ou momentos, de categorias mais adormecidas nas suas variedades mais &ldquo;b&aacute;sicas&rdquo;.</p>
<p>E n&atilde;o se trata unicamente de um crescimento em compradores mas tamb&eacute;m do combate &agrave; gradual desintensifica&ccedil;&atilde;o da compra que se tem verificado em l&aacute;cteos de forma global, com cestas menos volumosas, e que nas vertentes mais saud&aacute;veis apresentam uma din&acirc;mica ativa, com mais visitas e cestas ligeiramente mais cheias.</p>
<p>Excluindo os produtos considerados magros e light, que s&atilde;o os que t&ecirc;m o maior alcance nos lares Portugueses, j&aacute; que s&atilde;o comprados por 91,4% deles, constatamos que a tipologia de lares compradores que mais foi atra&iacute;da por estas op&ccedil;&otilde;es em 2016 foram os reformados seguindo-se os Jovens Independentes e Casais Jovens sem Filhos.</p>
<p>S&atilde;o targets que se encontram nas extremidades opostas da pir&acirc;mide et&aacute;ria, e onde se por um lado nos lares mais jovens a penetra&ccedil;&atilde;o destes produtos j&aacute; &eacute; mais elevada, por outro nos reformados &eacute; onde existe o maior potencial de expans&atilde;o. N&atilde;o s&oacute; porque neste target a penetra&ccedil;&atilde;o destes produtos &eacute; a mais baixa, mas tamb&eacute;m considerando a projec&ccedil;&atilde;o da evolu&ccedil;&atilde;o demogr&aacute;fica, assistiremos a um maior envelhecimento da popula&ccedil;&atilde;o e gradual aumento da esperan&ccedil;a m&eacute;dia de vida, o que implicar&aacute; por parte dos fabricantes o refor&ccedil;o da oferta de produtos adaptados a um target s&eacute;nior, mas cada vez mais em maior escala, e com necessidades muito espec&iacute;ficas de bem-estar e sa&uacute;de.</p>
<p>Curiosamente, o target mais senior, neste caso os Reformados, reservam grandes potenciais de neg&oacute;cio, seja pelas car&ecirc;ncias nutricionais inerentes &agrave; idade, seja pelas suas pr&oacute;prias op&ccedil;&otilde;es de compra, que em 2016 mais se destacaram em produtos de Alfarrobas e Sem Sal ou com Baixo de Teor de sal, demonstrando aqui uma maior proximidade com uma preocupa&ccedil;&atilde;o natural com este tema.</p>
<p>Em Portugal, &eacute; a Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna (DM) quem mais tem aproveitado esta nova tend&ecirc;ncia em Alimenta&ccedil;&atilde;o e Bebidas Saud&aacute;veis, e tem-se adaptado de forma gradual, aumentando a oferta e dando maior visibilidade a este tipo de alimenta&ccedil;&atilde;o. S&atilde;o assim as ins&iacute;gnias principais de FMCG, as que mais se t&ecirc;m ajustado e que oferecem agora ao consumidor um amplo portfolio de solu&ccedil;&otilde;es, que aproveitando uma ida &agrave;s compras para FMCG, pode complementar a sua compra com produtos para um consumo mais espec&iacute;fico e mais individualizado.&nbsp;</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Os Portugueses tamb&eacute;m est&atilde;o mais saud&aacute;veis na cozinha? </span></p>
<p>Na verdade, o consumidor Portugu&ecirc;s tem mostrado que sofre de alguma &ldquo;bipolaridade&rdquo;. Com a mesma facilidade com que procura produtos mais saud&aacute;veis, coloca tamb&eacute;m na cesta alimentos que o ajudam a economizar tempo no seu dia-a-dia, na tentativa de combater a sensa&ccedil;&atilde;o de nunca sobrar tempo livre. Assim, assistimos a uma era em que tanto crescem produtos mais saud&aacute;veis, como alimentos preparados que proporcionam ao consumidor refei&ccedil;&otilde;es j&aacute; prontas, mas que nem sempre se mostram as melhores amigas de uma alimenta&ccedil;&atilde;o equilibrada.</p>
<p>No entanto, de acordo com o estudo de Usage, que aprofunda a utiliza&ccedil;&atilde;o e consumo dos produtos comprados pelos lares, na cozinha dos Portugueses ainda predomina um estilo de prepara&ccedil;&atilde;o mediterr&acirc;nica, com os pratos frios, na sua maioria saladas como um dos acompanhamentos mais recorrente, seguidos de refei&ccedil;&otilde;es cozidas e grelhadas.</p>
<p>As op&ccedil;&otilde;es de produtos de alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel encontram tamb&eacute;m nas refei&ccedil;&otilde;es prontas um potencial de crescimento, havendo espa&ccedil;o para um consumidor preocupado cada vez mais em adicionar valor &agrave; sua sa&uacute;de e estilo de vida, que procura tamb&eacute;m otimizar o seu tempo dispon&iacute;vel, apoiando-se em solu&ccedil;&otilde;es que atrav&eacute;s da conveni&ecirc;ncia e praticidade o ajudem a compensar um estilo de vida moderno e agitado.</p>]]></description>
         <pubDate>Sat, 20 May 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Como-vai-o-negcio-da-sade</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Detergente Roupa: PromoÃ§Ã£o sobrepÃµe-se Ã  InovaÃ§Ã£o]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Detergente-de-Roupa-Promoo-sobrepe-se--Inova</link>
         <description><![CDATA[<p>&gt; Artigo original publicado na&nbsp;<a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/Grande%20Consumo%20Marco%20Abril.pdf">Grande Consumo</a></p>
<p>Fechado este primeiro trimestre do ano e, de acordo com todas as expectativas, o mercado FMCG nacional fecha a negativo, -4.2% em volume. Os portugueses continuam a cortar na quantidade comprada e apresentam agora (tamb&eacute;m) uma tend&ecirc;ncia negativa na frequ&ecirc;ncia de compra. A alimenta&ccedil;&atilde;o continua a ser o maior trav&atilde;o do mercado, apenas com Take Away no positivo (cresce 8.1% volume). Por outro lado, o mercado de DPH (Drogaria e Produtos de Beleza) resiste, maioritariamente, via Higiene Pessoal. Mas Limpeza Caseira tamb&eacute;m contribui positivamente. Esta &uacute;ltima &eacute; das macrocategorias mais din&acirc;micas do &uacute;ltimo ano, n&atilde;o s&oacute; pela grande press&atilde;o promocional &ndash; das mais fortes, como pelo alto n&iacute;vel de inova&ccedil;&atilde;o que tem apresentado, sendo claramente potenciada por nela se concentrarem os maiores fabricantes mundiais.</p>
<p><strong>Lavagem e Tratamento de roupa</strong><br />Lavagem e Tratamento de roupa (Detergente Roupa M&aacute;quina, M&atilde;o, Roupa Delicada, Aditivos Roupa M&aacute;quina e Amaciadores) &eacute; a categoria mais importante do mercado de Limpeza Caseira, e apresenta um crescimento constante, quase que proporcional ao aumento da depend&ecirc;ncia promocional. Em 2016, mais de 35% das compras foram exclusivamente feitas em promo&ccedil;&atilde;o, quando h&aacute; tr&ecirc;s anos n&atilde;o ultrapassavam os 20%. Tend&ecirc;ncia que, ao que parece, ir&aacute; continuar em 2017. Segundo os dados do primeiro trimestre, o volume promocionado continua a crescer +2.8% e &eacute; respons&aacute;vel por todo o crescimento da categoria &ndash; todo o incremento vem em exclusivo das promo&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>Por outro lado, esta atividade promocional tem dado mais espa&ccedil;o &agrave;s marcas de fabricante (MDF&rsquo;s) para o seu desenvolvimento e experimenta&ccedil;&atilde;o. O shopper leva para casa, em m&eacute;dia, tr&ecirc;s marcas de fabricante de lavagem e tratamento de roupa, fazendo com que a esta duplica&ccedil;&atilde;o cres&ccedil;a a um ritmo de 4% ao ano. Estas, neste primeiro trimestre do ano, j&aacute; det&ecirc;m cerca de 70% do mercado, com presen&ccedil;a em mais de 57% dos lares em Portugal Vs. 32,2% de MDD&rsquo;s (marcas de distribui&ccedil;&atilde;o).</p>
<p><strong>Detergente Roupa M&aacute;quina</strong><br />Detergente Roupa M&aacute;quina, sendo o segmento mais importante, foi e dever&aacute; continuar a ser o principal impulsionador deste mercado, recuperando agora o positivismo em termos de volume, que at&eacute; ent&atilde;o tem sido penalizado pela altera&ccedil;&atilde;o de formatos/ tipologias do mercado.</p>
<p>As inova&ccedil;&otilde;es mudaram os h&aacute;bitos das donas de casa, que abandonam cada vez mais o cl&aacute;ssico e eficiente P&oacute;, preferindo as inovadoras c&aacute;psulas e as novas f&oacute;rmulas de l&iacute;quidos. Mas a troca de segmentos n&atilde;o tem sido a &uacute;nica quest&atilde;o que influencia a quantidade comprada e usada. Depois da crise, o portugu&ecirc;s mudou os seus h&aacute;bitos e ao que parece a aprendizagem, racionaliza&ccedil;&atilde;o e poupan&ccedil;a enraizou-se no dia-a-dia e em todos os campos. Quest&otilde;es como comprar m&aacute;quinas de lavar roupa com maior capacidade (at&eacute; 12 kg), atraso do ritmo das lavagens (esperar at&eacute; que a m&aacute;quina esteja cheia), al&eacute;m do uso, mesmo que pontual, das in&uacute;meras lavandarias self-service que t&ecirc;m surgido, tamb&eacute;m t&ecirc;m de ser tidas em conta.</p>
<p>Por outro lado, no campo das promo&ccedil;&otilde;es, o Detergente Roupa M&aacute;quina apresenta j&aacute; mais compras dentro que fora de promo&ccedil;&atilde;o. Sendo o &uacute;nico segmento a gerar mais volume em promo&ccedil;&atilde;o (que fora). Em termos concretos, compra-se em m&eacute;dia mais meio quilo de Detergente Roupa M&aacute;quina em promo&ccedil;&atilde;o. Mas o que traz ao mercado toda esta din&acirc;mica?<br />Os principais efeitos passam pela stockagem, menor presen&ccedil;a do shopper no ponto de venda e, apenas assegurando compradores em promo&ccedil;&atilde;o. Algo que j&aacute; conseguimos constatar nestes primeiros meses do ano, pois o segmento &eacute; travado pela forte perda de compradores, -2,6pp (pontos percentuais) comparativamente ao trimestre hom&oacute;logo. Em termos absolutos, Detergente Roupa M&aacute;quina perde 93 mil compradores.</p>
<p><strong>Formatos: L&iacute;quidos e C&aacute;psulas Vs. P&oacute; e Concentrados</strong><br />Assistimos nos &uacute;ltimos anos a uma clara transfer&ecirc;ncia nos formatos de detergentes. L&iacute;quidos t&ecirc;m vindo a ser cada vez mais a escolha dos lares em Portugal, sendo hoje em dia o segmento l&iacute;der e cada vez mais destacado. Neste &uacute;ltimo trimestre, foi o &uacute;nico a conseguir desenvolver todos os indicadores do mercado: mais dias de compra, mais volume comprado, maior repeti&ccedil;&atilde;o de compra, e mais compradores (totalmente em contraciclo &ndash; o &uacute;nico a incrementar penetra&ccedil;&atilde;o), marcando j&aacute; presen&ccedil;a em mais de 35% dos lares em Portugal. Mais do dobro dos compradores de P&oacute;, que &eacute; o segundo segmento do mercado com uma base de compradores (na casa dos 14%).</p>
<p><strong>P&oacute; e Concentrados caem cada vez mais em desuso nos lares portugueses. &nbsp; &nbsp;</strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Por outro lado, estes &uacute;ltimos dados mostram-nos que apesar do comprador estar a aderir &agrave;s inova&ccedil;&otilde;es, s&atilde;o as promo&ccedil;&otilde;es que ditam a presen&ccedil;a na cesta e por consequ&ecirc;ncia nos lares. Vejamos o exemplo do segmento de C&aacute;psulas que abrandou a sua atividade promocional e perde todo o dinamismo que tinha vindo a adquirir em 2016. Depois de um ano em crescimento, &eacute; travado neste in&iacute;cio de 2017 precisamente pela perda de compradores, menos 53 mil Vs. o per&iacute;odo hom&oacute;logo. Neste caso, qual ser&aacute; o papel da inova&ccedil;&atilde;o. Ser&aacute; que as promo&ccedil;&otilde;es destr&oacute;iem mais do que constr&oacute;iem?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>&nbsp;</strong></p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 12 May 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Detergente-de-Roupa-Promoo-sobrepe-se--Inova</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[RefeiÃ§Ãµes prontas: conveniÃªncia nÃ£o Ã© tudo]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Refeies-prontas--convenincia-no--tudo</link>
         <description><![CDATA[<p>Como se previa no final de 2016, a compra de produtos de grande consumo para o lar n&atilde;o est&aacute; a ter um in&iacute;cio de ano f&aacute;cil. Os lares mant&eacute;m a regularidade de compra, mas levam menos produtos em cada cesta, sobretudo nas compras de alimenta&ccedil;&atilde;o. &Eacute; verdade que nos &uacute;ltimos anos, com o contexto econ&oacute;mico dif&iacute;cil, os lares aprenderam a poupar e gastar menos, mas a recupera&ccedil;&atilde;o econ&oacute;mica parece n&atilde;o ter levado a consumir mais em casa, mas sim a consumir mais fora do lar, o que tem impacto na compra de produtos de alimenta&ccedil;&atilde;o para o lar.</p>
<p>No entanto, esta &eacute; uma realidade mais aplicada aos maiores centros urbanos (distritos de Lisboa, Porto, Braga e Set&uacute;bal), pois nas regi&otilde;es mais associadas ao &ldquo;interior&rdquo; de Portugal n&atilde;o se faz notar o impacto desta tend&ecirc;ncia e a alimenta&ccedil;&atilde;o embalada logra o crescimento. Apenas quando falamos de categorias alimentares consideradas saud&aacute;veis &eacute; que se regista um crescimento transversal.</p>
<p>Apesar do cen&aacute;rio adverso, uma das categorias em ascens&atilde;o no in&iacute;cio de 2017 est&aacute; bastante ligada &agrave; procura pela conveni&ecirc;ncia, s&atilde;o as refei&ccedil;&otilde;es j&aacute; preparadas (congeladas e frescas) &ndash; +5,8% em volume de compras. Nunca um in&iacute;cio de ano teve tanta procura dos produtos deste mercado: 2,2 milh&otilde;es de lares portugueses (+290 mil que em 2013) geraram 4,4 milh&otilde;es de ocasi&otilde;es de compra (+685 mil que em 2013). Por&eacute;m, apesar dos recentes resultados positivos, o crescimento constante dos momentos de compra destes produtos nem sempre tem sido acompanhado por um maior volume de compras.</p>
<p><strong>Mas porque nem sempre se atingiu o crescimento?</strong></p>
<p><strong></strong>A verdade &eacute; que a maioria das compras &eacute; bastante influenciada por lares que apenas s&atilde;o ocasionais nestas categorias. Embora durante o ano de 2016 tenha chegado a 86% dos lares portugueses, este mercado apenas conseguiu atingir uma m&eacute;dia mensal de compradores de 35%. Existem, na realidade, mais portugueses a afirmar que levam frequentemente comida preparada para casa, mas este n&uacute;mero ainda se situa nos 15%, mesmo tendo em conta que a variedade destes produtos continua a crescer.</p>
<p>O facto de os frescos estarem a crescer dificulta o desenvolvimento, pois apesar de no global haver mais ocasi&otilde;es de compra a incluir refei&ccedil;&otilde;es prontas, est&atilde;o a ocorrer simultaneamente trocas diretas com produtos frescos n&atilde;o preparados. De todas as ocasi&otilde;es perdidas 68% foram trocas com frescos.</p>
<p>As refei&ccedil;&otilde;es prontas n&atilde;o s&atilde;o de facto compras de primeira necessidade, isto &eacute;, a ida &agrave;s compras unicamente para comprar estes produtos ainda est&aacute; longe de ser uma realidade e apenas 17% das ocasi&otilde;es de compra s&atilde;o registadas em cestas pequenas, que ocorrem por espontaneidade ou para responder a uma necessidade imediata. Encontra-se sobretudo bastante desenvolvida em miss&otilde;es de compra onde convivem com nove ou mais categorias, t&iacute;picas de armazenamento de despensa.</p>
<p>Se por um lado a conveni&ecirc;ncia &eacute; um dos drivers que cada vez mais move a compra, por outro existem barreiras que podem dificultar a dissemina&ccedil;&atilde;o de novos produtos nas despensas. De facto, a maioria dos portugueses admite dar prefer&ecirc;ncia &agrave; rapidez e facilidade de prepara&ccedil;&atilde;o de produtos, mas quando falamos de alimenta&ccedil;&atilde;o cresce a prefer&ecirc;ncia por produtos com pouco sal e a no&ccedil;&atilde;o de que os produtos baixos em calorias sabem t&atilde;o bem como os normais. Nem mesmo a atividade promocional incentiva a experimenta&ccedil;&atilde;o, sendo que o seu principal efeito &eacute; a consolida&ccedil;&atilde;o do padr&atilde;o de compra dos lares mais regulares, que ainda assim s&oacute; aproveitam a promo&ccedil;&atilde;o em 24% das suas compras.</p>
<p><strong>Pronto a comer no balc&atilde;o de atendimento ou pr&eacute; embalado?</strong></p>
<p>Na maioria das vezes a compra de refei&ccedil;&otilde;es prontas congeladas e refrigeradas/frescas s&atilde;o feitas em ocasi&otilde;es de compra separadas, apenas em 5% das vezes se encontram na mesma cesta. Atualmente o r&aacute;cio de volume de compras situa-se nos 80% para 20% com vantagem para as n&atilde;o congeladas, que s&atilde;o as que mais se t&ecirc;m expandido nos &uacute;ltimos anos, sobretudo via compra por atendimento, que representa cerca de 47% deste mercado.</p>
<p>Estas diferen&ccedil;as s&atilde;o explicadas sobretudo pela oferta existente, com maior variedade que nas refei&ccedil;&otilde;es congeladas. Se tivermos como refer&ecirc;ncia as pizas, que s&atilde;o o prato mais vendido na sec&ccedil;&atilde;o dos congelados (66% das ocasi&otilde;es de compra), nos n&atilde;o congelados apenas representam 29% das ocasi&otilde;es de compra.</p>
<p>Perante este cen&aacute;rio a verdade &eacute; que o crescimento das refei&ccedil;&otilde;es prontas foi exclusivo &agrave;s congeladas em 2016, este promete ser mais transversal em 2017. Nos dois primeiros per&iacute;odos do ano as congeladas registaram um aumento de compradores de 2% e as refrigeradas 4%. J&aacute; o atendimento est&aacute; a ganhar compradores na ordem dos 8% em rela&ccedil;&atilde;o ao arranque do ano passado, apesar de contar praticamente com as mesmas ocasi&otilde;es de compra do per&iacute;odo hom&oacute;logo (+0,1%).</p>
<p>O papel da distribui&ccedil;&atilde;o moderna tem sido determinante para o desenvolvimento do mercado das refei&ccedil;&otilde;es prontas, n&atilde;o s&oacute; a n&iacute;vel de variedade de refei&ccedil;&otilde;es congeladas, mas tamb&eacute;m com o crescente desenvolvimento das &aacute;reas de atendimento das superf&iacute;cies comerciais, tanto em n&uacute;mero de balc&otilde;es como em espa&ccedil;os para refei&ccedil;&atilde;o dentro das lojas.</p>
<p><strong>Quais as perspetivas para 2017?</strong></p>
<p>Maior preocupa&ccedil;&atilde;o com o que se come, a que pre&ccedil;o se compra e quais as alternativas que rentabilizam o tempo, s&atilde;o estes os tr&ecirc;s grandes pilares de reflex&atilde;o dos portugueses quando fazem as suas compras, sobretudo quando falamos de lares com adultos at&eacute; aos 50 anos, que embora ainda n&atilde;o cheguem a metade da popula&ccedil;&atilde;o (44%) ir&atilde;o s&ecirc;-lo num futuro n&atilde;o muito distante. A realidade &eacute; que lidamos com um comprador cada vez mais exigente e complexo.</p>
<p>Em 2017, o crescimento do cuidado com a sa&uacute;de e o bem-estar &eacute; um dado adquirido, resta saber como ir&aacute; o mercado das refei&ccedil;&otilde;es prontas continuar a enquadrar-se numa envolvente com a qual ainda surge sem grande liga&ccedil;&atilde;o. Neste sentido, alguns movimentos nicho est&atilde;o a despontar n&atilde;o s&oacute; dentro, mas igualmente fora dos canais da distribui&ccedil;&atilde;o moderna. Poder&aacute; ser este um elo de liga&ccedil;&atilde;o entre as prioridades dos portugueses?</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 20 Apr 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Refeies-prontas--convenincia-no--tudo</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[10 formas de colocar uma marca na lista de compras]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/10-formas-de-colocar-uma-marca-na-lista-de-compras</link>
         <description><![CDATA[<p>Num mercado relativamente est&aacute;vel, o e-commerce &eacute; a &aacute;rea das compras de grande consumo que est&aacute; a crescer. No ano passado, o crescimento foi de 15%, atingindo um valor de 48 bili&otilde;es de d&oacute;lares e a previs&atilde;o &eacute; que cres&ccedil;a at&eacute; aos 150 bili&otilde;es de d&oacute;lares, globalmente, em 2025.</p>
<p>Para serem bem-sucedidas online, as marcas precisam de entrar na lista de compras, para come&ccedil;ar &ndash; 55% dos compradores online utilizam a mesma lista de uma compra para a outra, de acordo com estudo global recente da Kantar Worldpanel.</p>
<p>A taxa de repeti&ccedil;&atilde;o em Fran&ccedil;a, por exemplo, cresceu de 25% para um hipermercado m&eacute;dio para mais de 40% online, em muitas categorias de grande consumo.</p>
<p>Aqui est&atilde;o dez coisas que se dever&aacute; fazer para assegurar o clique do comprador:</p>
<ol>
<li><strong>Ganhar a batalha que antecede o clique </strong>-&nbsp;Conseguir entrar na lista de compras n&atilde;o acontece apenas online. Quanto mais predispostas as pessoas estiverem para escolher uma marca, maior ser&aacute; a probabilidade de entrar na lista e menos probabilidade ter&aacute; o consumidor de considerar outras marcas. As marcas precisam de vir &agrave; mente, no momento em que algu&eacute;m pensa em comprar determinada categoria. Investir em media, redes sociais e rela&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas ir&aacute; ajudar que as marcas fiquem na mente das pessoas antes de iniciarem o processo de compra.&nbsp;</li>
<li><strong>Diferenciar para justificar o n&iacute;vel de pre&ccedil;o </strong>-&nbsp;Adicionar marcas a uma lista de compras &eacute; um processo mais deliberativo do que fazer compras na loja, onde o design da embalagem e a localiza&ccedil;&atilde;o ajudam a desencadear um comportamento habitual de compra. As marcas premium precisam de pensar sobre quais as qualidades que melhor as diferenciam, justificando o n&iacute;vel de pre&ccedil;o, assegurando-se que estas qualidades s&atilde;o vis&iacute;veis online. Deixar que a embalagem fale por si, colocando-a em todas as comunica&ccedil;&otilde;es &ndash; online e offline &ndash; e facilmente associada a ideias significativas, que a diferenciam da concorr&ecirc;ncia.</li>
<li><strong>Promover para atrair </strong>-&nbsp;As promo&ccedil;&otilde;es s&atilde;o mais importantes online do que dentro da loja. Globalmente, 40% dos produtos s&atilde;o comprados em promo&ccedil;&atilde;o online, comparando com 20%, normalmente. Embora as promo&ccedil;&otilde;es de pre&ccedil;o a longo termo possam ser desafiadoras, &eacute; uma boa forma de atrair compradores no curto prazo e de entrar na lista de compras. Uma vez que a marca est&aacute; na lista, dever&aacute; ser atingido o retorno ao longo do tempo, a partir da quota ganha.&nbsp;</li>
<li><strong>Oferecer o volume certo -&nbsp;</strong>As compras online s&atilde;o geralmente utilizadas para reabastecer e para efeito de stock. Gasto e volume tendem a ser, em m&eacute;dia, tr&ecirc;s vezes mais elevados online. Uma solu&ccedil;&atilde;o sensata &eacute; a de adaptar a oferta online para embalagens maiores. Criar algo de diferente tamb&eacute;m dever&aacute; ajudar a ultrapassar a poss&iacute;vel canibaliza&ccedil;&atilde;o da oferta dentro da loja.&nbsp;</li>
<li><strong>Tornar a compra mais f&aacute;cil </strong>-&nbsp;Integrar a comunica&ccedil;&atilde;o da marca noutras atividades online, fazendo do online uma forma mais natural de compra. A Maybelline na China, recentemente, organizou uma demonstra&ccedil;&atilde;o de maquilhagem em direto, integrando um bot&atilde;o de compra no v&iacute;deo, para que os espectadores pudessem comprar a marca, enquanto assistiam. Esta t&eacute;cnica tamb&eacute;m foi utilizada pela Bird&rsquo;s Eye, no Reino Unido, ao entregar produtos diretamente a partir de um an&uacute;ncio no Facebook para a cesta de um retalhista escolhido. Integrar a compra noutra atividade torna a integra&ccedil;&atilde;o de um produto numa lista de compras quase autom&aacute;tica.</li>
<li><strong>Oferecer uma solu&ccedil;&atilde;o </strong>- Uma das vantagens do online &eacute; o facto de v&aacute;rios items poderem ser colocados na cesta de uma s&oacute; vez, em vez de se mover de sec&ccedil;&atilde;o em sec&ccedil;&atilde;o, numa loja. As marcas que percebem isto podem trabalhar em v&aacute;rias categorias para entregar uma refei&ccedil;&atilde;o ou solu&ccedil;&atilde;o de ocasi&atilde;o em vez de apenas um produto que tornar&aacute; a vida do cliente mais f&aacute;cil.</li>
<li><strong>Responder a diferentes necessidades </strong>-&nbsp;Criar gamas especiais ou outros pontos de diferencia&ccedil;&atilde;o poder ser uma forma de aproveitar as oportunidades online. O espa&ccedil;o de prateleira online &eacute; virtualmente ilimitado, por isso, crie sabores especiais ou f&oacute;rmulas que podem n&atilde;o ser atrativas para o p&uacute;blico em geral. Oferecer uma maior escolha, levar&aacute; &agrave; fidelidade e ao aumento das vendas.</li>
<li><strong>Ligar os pontos </strong>-&nbsp;Torne o website da marca um local em que se facilita a compra online, al&eacute;m de preparar os compradores para a compra offline. As marcas precisam focar-se nos pontos de contacto chave como o website ou redes sociais para reduzir a fric&ccedil;&atilde;o da compra online.</li>
<li><strong>Utilizar a marca offline para ganhar a experimenta&ccedil;&atilde;o </strong>-&nbsp;A boa e fora de moda amostra pode ter uma grande influ&ecirc;ncia na experimenta&ccedil;&atilde;o. Por exemplo, a Procter &amp; Gamble pretende duplicar o seu investimento em amostras de detergentes, aumentando o seu alcance de 17 milh&otilde;es de lares para 30 milh&otilde;es no ano fiscal de 2017. Quer a amostra seja entregue na casa das pessoas, ou entregue na loja ou eventos, n&atilde;o existe substituto para a experi&ecirc;ncia pessoal.</li>
<li><strong>Explorar os dados -&nbsp;</strong>Os marketers inteligentes ir&atilde;o utilizar o e-commerce e outros dados para entender o caminho para a compra online e maximizar as vendas. Que compradores est&atilde;o mais predispostos a escolher determinada marca? Como se pode alcan&ccedil;&aacute;-los antes de come&ccedil;arem a compra? O que os ir&aacute; motivar a colocar a marca na sua lista? Fontes de dados que combinam dados comportamentais e atitudinais ir&atilde;o ajudar a responder a estas quest&otilde;es e permitir&atilde;o &agrave; marca atingir o seu m&aacute;ximo potencial no e-commerce.</li>
</ol>]]></description>
         <pubDate>Tue, 04 Apr 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/10-formas-de-colocar-uma-marca-na-lista-de-compras</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[O convÃ­vio de dois extremos em Higiene e Beleza]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/O-convvio-de-dois-extremos-em-Higiene-e-Beleza</link>
         <description><![CDATA[<p>&gt; Artigo original publicado na <a href="http://mkt.kantarworldpanel.com/Portugal/KWP/Noticias/HiperSuper%20Marco%202017.pdf">Hipersuper</a></p>
<p>2017 &eacute; um ano de mudan&ccedil;as. De forma hol&iacute;stica, o mercado de Higiene e Beleza (H&amp;B) est&aacute; em transforma&ccedil;&atilde;o, com novidades que surgem tanto do lado da oferta, como do lado da procura, e as mudan&ccedil;as que surgem n&atilde;o ter&atilde;o apenas impacto no decorrer deste ano, mas sim na forma como iremos comprar a m&eacute;dio/longo prazo.</p>
<p>&Eacute; um facto que os consumidores t&ecirc;m gostos diferentes. A oferta personalizada tem sido cada vez mais uma exig&ecirc;ncia, mas h&aacute; uma forte tend&ecirc;ncia para que essas diferen&ccedil;as se possam agrupar em dois extremos distintos. Se por um lado, nos produtos de grande consumo, quer dentro ou fora de casa, vemos a procura por sa&uacute;de crescer, por outro lado vemos tamb&eacute;m a busca do prazer como algo muito real. Em 2017 &eacute; cada vez mais claro que esta dualidade tamb&eacute;m chegou ao mercado de H&amp;B, onde vemos consumidores com gostos completamente distintos conviverem. De um lado da moeda temos aqueles que procuram um look t&atilde;o natural quanto poss&iacute;vel, do outro temos aqueles que procuram o look mais exc&ecirc;ntrico que os produtos que est&atilde;o no mercado lhes possam dar.</p>
<p>S&atilde;o dois mundos aparentemente antag&oacute;nicos que as marcas t&ecirc;m que saber balancear. &Eacute; estar ao n&iacute;vel das expectativas daqueles para quem a compra de produtos de beleza org&acirc;nicos e sem qu&iacute;micos &eacute; um fator decisivo, e ao mesmo tempo, estar l&aacute; para os que querem a Make Up mais arrojada ou as cores de cabelo mais vibrantes.</p>
<p>Mas o desafio para as marcas ainda vai mais al&eacute;m, uma vez que dever&atilde;o compatibilizar estas exig&ecirc;ncias do consumidor com o facto de estes quererem uma rotina de beleza cada vez mais simples, acess&iacute;vel e <em>on-the-go</em>. A ascens&atilde;o dos <em>kits</em> de beleza, f&aacute;ceis de transportar para qualquer lugar, &eacute; um exemplo primordial deste desejo por produtos pr&aacute;ticos. Ou seja, a necessidade constante de introduzir inova&ccedil;&atilde;o no mercado, nunca foi t&atilde;o essencial para estimular o crescimento.</p>
<p>Outro fator fundamental nesta equa&ccedil;&atilde;o &eacute; o pre&ccedil;o, que, na Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna (DM), volta a beneficiar as marcas da distribui&ccedil;&atilde;o (MDD) relativamente &agrave;s marcas de fabricante (MDF). As MDD t&ecirc;m, de facto, vindo a superar-se, e j&aacute; associam o seu pre&ccedil;o apelativo a novas din&acirc;micas que lhes permitem competir com as MDF usando os mesmo argumentos que estas. Por isso, j&aacute; n&atilde;o s&atilde;o as &ldquo;simples&rdquo; MDD. S&atilde;o marcas. Desde as suas gamas muito completas de produtos em todas as categorias, &agrave; introdu&ccedil;&atilde;o de inova&ccedil;&otilde;es no mercado, e redobrando a sua presen&ccedil;a nos media, as MDD em H&amp;B j&aacute; est&atilde;o presentes em 70% dos lares portugueses. A conquista dos jovens &eacute; um dos pr&oacute;ximos desafios, mas j&aacute; h&aacute; trabalho a ser feito nesse sentido. O seu posicionamento no mercado, com um pre&ccedil;o que &eacute; em m&eacute;dia 60% inferior ao das MDF nas principais categorias, e o alargamento do seu portf&oacute;lio a produtos org&acirc;nicos, poder&atilde;o pavimentar o seu caminho at&eacute; estes consumidores.</p>
<p>&Eacute; natural que as MDF tenham dificuldades em fazer frente a esta nova vaga de pre&ccedil;o com qualidade, por isso, a sua atua&ccedil;&atilde;o para atrair o consumidor tem que ser cada vez mais estrat&eacute;gica. A promo&ccedil;&atilde;o sem limites j&aacute; n&atilde;o &eacute; suficiente para recrutar compradores atrav&eacute;s da luta pelo pre&ccedil;o. Quando se assiste a 75% das categorias de H&amp;B a aumentar a sua actividade promocional em 2016 face a 2015, mas apenas metade destas a conseguir recrutar novos compradores, n&atilde;o h&aacute; d&uacute;vidas de que as promo&ccedil;&otilde;es t&ecirc;m que ser repensadas e feitas de forma mais cir&uacute;rgica. A competitividade resultante de um pre&ccedil;o mais atrativo deve estar cada vez mais de m&atilde;os dadas com produtos relevantes e direcionados a cada tipo de consumidor. A resposta dos consumidores masculinos aos produtos criados especificamente para si, &eacute; demonstrativa de que uma oferta focada e especializada &eacute; muito mais bem sucedida do que uma oferta simplesmente barata.</p>
<p>Mas havendo cada vez mais ferramentas &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o das marcas, &eacute; imprescind&iacute;vel que estas mantenham os consumidores envolvidos. Desde <em>apps</em> que analisam o rosto ou cabelo dos seus utilizadores para facilitarem a compra de produtos espec&iacute;ficos para as suas necessidades, at&eacute; &agrave;s que permitem encontrar os seus sal&otilde;es de cabeleireiro preferidos mais pr&oacute;ximos, nunca os portugueses foram t&atilde;o adeptos de comprar H&amp;B online como agora. Na verdade, 2016 foi mesmo o melhor ano de sempre neste aspeto, com 385 mil portugueses a comprar H&amp;B online, um avan&ccedil;o lento, mas que representa um aumento de 7% face aos n&uacute;meros de 2015, e o nascimento de uma nova alternativa de compra em Portugal.</p>
<p>Nos espa&ccedil;os f&iacute;sicos, a especializa&ccedil;&atilde;o e personaliza&ccedil;&atilde;o s&atilde;o igualmente palavras de ordem. As lojas monomarca tamb&eacute;m registaram recordes de compradores em 2016 (400 mil compradores - o equivalente a mais 7% do que em 2015), gra&ccedil;as &agrave; sua capacidade de reunir num s&oacute; conceito estes dois atributos, a um pre&ccedil;o competitivo. Como tal, poderemos contar nos pr&oacute;ximos tempos com um ambiente muito mais concorrencial neste canal de compra, com entradas de mais marcas no mercado, e expans&atilde;o das marcas j&aacute; nele presentes. Mais interessante ainda, ser&aacute; a resposta a esta ascens&atilde;o que os retalhistas da Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna (DM) ter&atilde;o que dar para se manterem relevantes e estancarem a perda de compradores que t&ecirc;m registado ao longo dos &uacute;ltimos anos. O renascer da DM est&aacute; a come&ccedil;ar a fazer-se em 2017. J&aacute; existem marcas <em>premium</em>, at&eacute; agora exclusivas de lojas monomarca, &agrave; venda neste canal, e &eacute; neste caminho de reinven&ccedil;&atilde;o que os retalhistas ter&atilde;o que continuar, apresentando novas armas para continuarem a combater no mercado de H&amp;B.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 01 Mar 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/O-convvio-de-dois-extremos-em-Higiene-e-Beleza</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Frescos mais presentes nas cestas]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Frescos-mais-presentes-nas-cestas</link>
         <description><![CDATA[<p>Com o t&eacute;rmino de 2016 as compras em FMCG mantiveram a tend&ecirc;ncia para a estabiliza&ccedil;&atilde;o verificada ao longo do ano. Se por um lado as a&ccedil;&otilde;es promocionais conseguem levar os portugueses &agrave;s lojas com maior consist&ecirc;ncia e desinibir o receio de fazer um ou outro gasto extra, por outro a categoria de frescos uma das categorias alimentares com menor press&atilde;o promocional &eacute; uma das que mais contribui ativamente para a performance do mercado.</p>
<p>Os frescos est&atilde;o a surgir com maior regularidade nas cestas, verificando-se um aumento m&eacute;dio do n&uacute;mero de compradores semanais na ordem dos 2%. Frutas, Legumes e Pastelaria lideram este aumento de tr&aacute;fego, mas se as duas primeiras j&aacute; chegavam &agrave; quase totalidade dos lares portugueses, a pastelaria regista ainda um aumento de compradores na ordem dos 3%. A exce&ccedil;&atilde;o a esta regra encontra-se na carne, peixe e mariscos, que revelaram maior dificuldade em superar a concorr&ecirc;ncia dos seus hom&oacute;logos congelados n&atilde;o preparados, muito devido &agrave; maior competitividade de pre&ccedil;o, tamb&eacute;m impulsionada pelo crescente investimento promocional nestas categorias. Com este impulso, o mercado dos frescos atinge o pico mais alto dos &uacute;ltimos cinco anos em volume de vendas em FMCG, representando agora 28.6%. (36.8% em valor).</p>
<p><strong>Mas, ent&atilde;o, o que mudou nos lares portugueses?</strong></p>
<p>Nos &uacute;ltimos anos t&ecirc;m-se verificado uma mudan&ccedil;a de mentalidade em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; alimenta&ccedil;&atilde;o caseira, &eacute; o apogeu da preocupa&ccedil;&atilde;o sobre a sa&uacute;de e o bem-estar e muitos lares est&atilde;o a procurar as alternativas mais saud&aacute;veis, desde os cereais, passando pelas bebidas e at&eacute; mesmo nos momentos de prazer.</p>
<p>Alguns h&aacute;bitos na confe&ccedil;&atilde;o de refei&ccedil;&otilde;es caseiras tamb&eacute;m est&atilde;o a mudar. E se mesmo sem uma perce&ccedil;&atilde;o clara e consciente desta mudan&ccedil;a, a verdade &eacute; que grande parte dos lares est&aacute; a despender mais tempo nas suas cozinhas para confecionar as grandes refei&ccedil;&otilde;es do dia (almo&ccedil;o e jantar), deixando de parte as refei&ccedil;&otilde;es r&aacute;pidas, que por norma s&atilde;o menos saud&aacute;veis.<ins cite="mailto:Pereira,%20Ana%20(KWLIB)" datetime="2017-01-17T11:06"> </ins></p>
<p>&Eacute; perante este contexto que os frescos ganham vantagem e recuperam a sua import&acirc;ncia nos h&aacute;bitos alimentares e nas cestas de compra. Atualmente os frescos j&aacute; surgem em 93% das cestas dedicadas &agrave; alimenta&ccedil;&atilde;o (vs. 89% em 2012).</p>
<p><strong>Quem s&atilde;o os principais impulsionadores dos frescos?</strong></p>
<p>Apesar de ser um fen&oacute;meno com tend&ecirc;ncia para se generalizar, conseguimos destacar alguns targets espec&iacute;ficos neste desenvolvimento. Embora exista algum incremento no volume comprado junto dos lares mais jovens, &eacute; a partir dos 35 anos que existem mais ocasi&otilde;es de compra dedicadas aos frescos, sobretudo fora das zonas da grande Lisboa e Porto, sendo nos distritos do interior do pa&iacute;s, como Beja, &Eacute;vora e Vila Real que encontramos o Top 3 de crescimento. Lares com filhos pequenos s&atilde;o os que menos abdicaram de alterar um regime alimentar mais pr&aacute;tico em detrimento dos frescos, obst&aacute;culo que n&atilde;o foi verificado nos de crian&ccedil;as acima dos 6 anos ou mesmo sem crian&ccedil;a.</p>
<p><strong>Qual o impacto na distribui&ccedil;&atilde;o destas mudan&ccedil;as?</strong></p>
<p>O ano de 2016 ficou marcado pela crescente tend&ecirc;ncia de concentra&ccedil;&atilde;o das compras numa menor variedade de lojas, muito devido &agrave; capacidade dos grandes centros em oferecer uma grande variedade e quantidade de produtos em promo&ccedil;&atilde;o, por&eacute;m os frescos parecem contrariar este prisma. Se de facto no global existem menos lares a visitarem 4 ou mais ins&iacute;gnias (45,2%, menos 3.8pp que em 2015), quando restringimos esta an&aacute;lise ao mundo dos frescos a tend&ecirc;ncia &eacute; inversa, registando um aumento de 1pp versus 2015. Para al&eacute;m deste aumento dentro da Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna (DM), a presen&ccedil;a do canal tradicional nas compras de frescos tamb&eacute;m se faz notar, tendo subido para 65% o n&uacute;mero de lares que est&aacute; a optar por comprar frescos dentro e fora da DM.</p>
<p>Se &agrave; primeira vista este comportamento poderia ser uma amea&ccedil;a para a DM, a verdade &eacute; que pode facilmente transformar-se numa oportunidade. A principal vantagem da DM &eacute; a sua capacidade de juntar num s&oacute; espa&ccedil;o uma oferta mais alargada e promover a variedade na cesta atrav&eacute;s das promo&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>Sendo os frescos a macro categoria que mais ocasi&otilde;es de compra gera nas lojas &eacute; a que menos depende de atividade promocional para gerar compras adicionais.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Os frescos conseguem, inclusivamente, obter uma percentagem de compras em promo&ccedil;&atilde;o acima da m&eacute;dia (39% versus a m&eacute;dia de 36%), mesmo praticando n&iacute;veis de desconto abaixo da m&eacute;dia do mercado (27% versus 32% no total do FMCG). Mas se os frescos se vendem por si s&oacute; qual a vantagem das promo&ccedil;&otilde;es nestas categorias?</p>
<p>O consumidor n&atilde;o s&oacute; v&ecirc; nos frescos a &ldquo;alternativa mais saud&aacute;vel&rdquo; como tamb&eacute;m procura diversidade. As promo&ccedil;&otilde;es permitem isso mesmo, que o consumidor tenha acesso a produtos apetec&iacute;veis, mas que normalmente n&atilde;o constam na lista de compras. Os casos mais flagrantes s&atilde;o as frutas, os legumes, o p&atilde;o fresco e a charcutaria. As frutas e os legumes vendem em promo&ccedil;&atilde;o produtos que surgem apenas em 20% das cestas destas categorias e que contemplam pre&ccedil;os por quilo 37% e 56%, respetivamente, acima da m&eacute;dia. Nas promo&ccedil;&otilde;es da padaria verifica-se maior procura pelas variedades de cereais, enquanto na charcutaria abrem-se portas para as marcas de fabricante, sobretudo nos queijos.</p>
<p><strong>Este crescimento &eacute; para continuar?</strong></p>
<p>Apesar de se prever um in&iacute;cio de ano 2017 a afastar-se do positivo (previs&otilde;es Kantar Worldpanel apontam para uma perda de 1,3% at&eacute; ao final do 1&ordm; semestre), sobretudo atrav&eacute;s das mercearias, l&aacute;cteos e congelados, os frescos v&atilde;o continuar a encher as despensas dos portugueses. A implementa&ccedil;&atilde;o de um regime alimentar mais saud&aacute;vel &eacute; para continuar, resta saber qual vai ser a resposta das marcas neste sentido, tendo em conta que lidamos com consumidores cada vez mais atentos e informados e que o impacto das promo&ccedil;&otilde;es j&aacute; n&atilde;o &eacute; o mesmo de outrora.&nbsp;</p>
<p><strong><br /></strong></p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 01 Feb 2017 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Frescos-mais-presentes-nas-cestas</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Kantar Worldpanel celebra parceria com o Facebook]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Kantar-Worldpanel-celebra-parceria-com-o-Facebook</link>
         <description><![CDATA[<p>A Kantar Worldpanel celebrou uma parceria global com o Facebook que permite incorporar a exposi&ccedil;&atilde;o &agrave; publicidade no Facebook em dispositivos m&oacute;veis (smartphones e tablets), no servi&ccedil;o de Consumer Mix Model (CMM) da Kantar Worldpanel.</p>
<p>Esta ferramenta de CMM melhorada, combina dados da exposi&ccedil;&atilde;o a publicidade no Facebook em dispositivos m&oacute;veis (adicionalmente aos dados de PCs) com os dados cont&iacute;nuos do painel de compras dos consumidores da Kantar Worldpanel, proporcionando &agrave;s marcas uma avalia&ccedil;&atilde;o da efic&aacute;cia das suas campanhas de publicidade.</p>
<p>O cen&aacute;rio publicit&aacute;rio tem testemunhado nos &uacute;ltimos anos uma mudan&ccedil;a muito r&aacute;pida, &agrave; medida que as marcas se orientaram cada vez mais para formatos digitais. Em Abril o Facebook anunciou que as suas receitas publicit&aacute;rias do primeiro trimestre de 2016 cresceram cerca de 57%, para 5.2 bili&otilde;es de USD, com os anunciantes a serem cada vez mais atra&iacute;dos pela sua grande base de utilizadores.</p>
<p>A ferramenta de CMM permite &agrave;s marcas, e aos anunciantes, compreenderem o impacto das campanhas publicit&aacute;rias nas vendas reais e a contribui&ccedil;&atilde;o do Facebook, e de outros meios, para o ROI (Return on Investment). Isto ajud&aacute;-los-&aacute; a optimizar o planeamento de meios e, em &uacute;ltima an&aacute;lise, a melhorar a efici&ecirc;ncia dos seus investimentos de media.<br />Os pain&eacute;is de compra da Kantar Worldpanel s&atilde;o j&aacute; amplamente utilizados pela comunidade de anunciantes em todo o mundo para compreender o efeito da publicidade multimeios. As suas m&eacute;tricas levam em conta promo&ccedil;&otilde;es no ponto de venda e a lealdade do consumidor para formar a imagem completa do que se esconde por detr&aacute;s do comportamento de compra dos consumidores.</p>
<p>Este novo servi&ccedil;o da Kantar Worldpanel est&aacute; agora dispon&iacute;vel no Reino Unido, Fran&ccedil;a, Espanha, Portugal, Brasil, &Iacute;ndia, Coreia do Sul e Taiwan, seguindo-se ainda em 2016 a &Aacute;sia Pac&iacute;fico e a Am&eacute;rica Latina.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 24 Jun 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Kantar-Worldpanel-celebra-parceria-com-o-Facebook</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Primark lidera em Portugal]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/VesturioCalado-um-mercado-estvel-mas-muito-dinmico-nas-lojas-</link>
         <description><![CDATA[<p>A cadeia Primark conseguiu em 2015 consolidar a sua lideran&ccedil;a relativamente ao mercado de Vestu&aacute;rio e Cal&ccedil;ado em Portugal. Num mercado que fechou 2015 globalmente est&aacute;vel, a chave desta lideran&ccedil;a come&ccedil;a logo na penetra&ccedil;&atilde;o j&aacute; alcan&ccedil;ada, com 17,4% dos portugueses como clientes desta empresa irlandesa. Um valor impressionante considerando que todas as Lojas &ldquo;Independentes&rdquo; do pa&iacute;s (n&atilde;o pertencentes a cadeias) t&ecirc;m no seu conjunto 25,8% de penetra&ccedil;&atilde;o. Por outro lado, a Primark encontra-se entre as lojas que conseguem uma maior percentagem de clientes repetidores. Considerando uma an&aacute;lise por lojas/cadeias no mercado &ldquo;Fashion&rdquo;, em 2015, a Primark tem a lideran&ccedil;a em valor, com uma quota de 6,1%, e em volume, com uma quota de 11,9%. Um primeiro lugar obtido em apenas tr&ecirc;s anos! O crescimento da Primark, no ano passado adv&eacute;m, em parte, do aumento - em mais de 10% - da clientela captada. Mas tamb&eacute;m pelo aumento do pre&ccedil;o m&eacute;dio dos produtos que os consumidores compraram nesta cadeia.</p>
<p>Se em vez de lojas/cadeias, considerarmos as empresas que det&ecirc;m v&aacute;rias ins&iacute;gnias ou marcas de roupa, nesse caso o Grupo Inditex continuou l&iacute;der em Portugal, em 2015, reunindo as ins&iacute;gnias Zara, Bershka, Stadivarius, Massimo Dutti, e outras. Mas est&aacute; a perder, em termos gerais, frequ&ecirc;ncia de compra nas suas lojas, o que penalizou particularmente o seu desempenho no ano passado. Esta redu&ccedil;&atilde;o da frequ&ecirc;ncia, em cerca de -14,5%, n&atilde;o &eacute; compensada pelo incremento de clientela que obteve, nem pelo aumento do volume comprado, em cada ato de compra, vari&aacute;vel que tamb&eacute;m cresceu.</p>
<p>A sua ins&iacute;gnia principal &ndash; a Zara &ndash; teve em 2015 um ano pouco conseguido, apesar de alguns pontos positivos. Esta ic&oacute;nica marca, cai em volume e em valor, apesar de ter uma redu&ccedil;&atilde;o do seu pre&ccedil;o m&eacute;dio comprado, talvez para compensar o consider&aacute;vel aumento ocorrido em 2014. Mas o facto que mais penalizou a Zara foi a j&aacute; mencionada redu&ccedil;&atilde;o da frequ&ecirc;ncia de compra, o que n&atilde;o est&aacute; sequer em linha com a tend&ecirc;ncia geral verificada neste mercado. Por outro lado, como ponto positivo, apresenta um promissor aumento de compradores, a dois d&iacute;gitos. Mas, uma vez mais, este aumento de clientela, pode ser considerado uma recupera&ccedil;&atilde;o do que aconteceu em 2014, onde tinha perdido muitos compradores, face a 2013.<br />Este &eacute; um mercado com uma forte din&acirc;mica entre ins&iacute;gnias/marcas, mais do que no seu valor total, que se manteve est&aacute;vel em 2015, face a 2014.</p>
<p>Fonte: Kantar Worldpanel (Portugal) - Painel &ldquo;Fashion&rdquo;, Ano 2015.<br /><br /></p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 18 Apr 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/VesturioCalado-um-mercado-estvel-mas-muito-dinmico-nas-lojas-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[DM: alternativa no consumo fora de casa]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/DM--alternativa-no-consumo-fora-de-casa</link>
         <description><![CDATA[<p>Nos &uacute;ltimos anos vimos surgir caf&eacute;s, pastelarias e restaurantes, dentro das lojas de Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna (DM) do Grande Consumo. Por outro lado, muitos consumidores usam as lojas DM para comprar produtos para consumo imediato ou feito fora de casa. Claramente uma alternativa ao consumo em &ldquo;Horeca&rdquo; tradicional. <br /><br />O novo painel da Kantar Worldpanel do consumo &ldquo;Out-of-Home&rdquo; permite aferir tamb&eacute;m este tipo de comportamento dos consumidores. Os resultados dizem que 40% dos portugueses j&aacute; fizeram algum tipo de compra na Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna para consumo fora de casa. Os produtos mais procurados s&atilde;o, sobretudo, os de ordem mais pr&aacute;tica. &Aacute;gua, pastelaria, refrigerantes, chocolates, batatas embaladas e iogurtes l&iacute;quidos. O momento do Almo&ccedil;o &eacute; uma ocasi&atilde;o onde a procura da DM para este tipo de consumo &eacute; j&aacute; significativa, mas os per&iacute;odos a meio da manh&atilde; e sobretudo a meio da tarde s&atilde;o as principais ocasi&otilde;es de consumo.<br /><br />Quem est&aacute; a aderir mais a este tipo de ponto de vendas&atilde;o os consumidores mais jovens, entre os 18 e os 34 anos, respons&aacute;veis por 42% das ocasi&otilde;es deste tipo de consumo. As raz&otilde;es deste comportamento de consumo dividem-se em 3 finalidades. Consumo no local de trabalho, no pr&oacute;prio local de compra e ainda ao consumo na rua, conhecido por &ldquo;on-the-go&rdquo;. Sobre as ins&iacute;gnias DM que lideram este movimento, o Continente e o Pingo Doce, s&atilde;o as duas primeiras.<br /><br />Fonte: Kantar Worldpanel (Portugal) - Painel &ldquo;Out-Of-Home&rdquo;<br /><br /></p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 18 Apr 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/DM--alternativa-no-consumo-fora-de-casa</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Sinais de crescimento no inÃ­cio de 2016]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Sinais-de-crescimento-no-incio-de-2016</link>
         <description><![CDATA[<p>As primeiras 8 semanas de 2016 deram-nos um sinal positivo, com um crescimento de 2% no volume FMCG comprado pelos lares portugueses. Um dos setores que mais contribui para este crescimento foi a &aacute;rea de DPH. Destacam-se os produtos de Drogaria, com um crescimento de 9%, em volume, face a id&ecirc;ntico per&iacute;odo do ano passado. Mas os produtos Alimentares tamb&eacute;m crescem, embora de forma mais modesta, com uma varia&ccedil;&atilde;o inferior a 1%. Particularmente os produtos Frescos Perec&iacute;veis, est&atilde;o a crescer a bom ritmo, com +7% para os Legumes e Verduras, 10,5% para o Peixe e Marisco ou ainda mais 6% para a Carne Fresca. Nos L&aacute;cteos apenas o linear dos Iogurtes cresce, invertendo a tend&ecirc;ncia do ano passado e passando a crescer +9,5%, ao contr&aacute;rio da categoria Leite que continua, uma vez mais, em queda.</p>
<p><br /><strong>Frescos impulsionam o Canal Tradicional e o Online.</strong><br />O canal Online cresce 30% em volume nos primeiros dois meses de 2016, impulsionado sobretudo por um incremento no n&uacute;mero de compradores e por um aumento da frequ&ecirc;ncia de compra neste canal.<br />Este in&iacute;cio de 2016 d&aacute; tamb&eacute;m bons sinais ao Canal Tradicional, pois o volume comprado cresceu, neste canal, a dois d&iacute;gitos, face ao per&iacute;odo hom&oacute;logo do ano passado. Praticamente todos os tipos de formato, dentro do Tradicional, est&atilde;o a crescer, incluindo as Feiras, os Talhos e as Peixarias, formatos especializados em produtos frescos perec&iacute;veis, categorias que est&atilde;o com maior procura neste in&iacute;cio de ano, como j&aacute; vimos.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 18 Apr 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Sinais-de-crescimento-no-incio-de-2016</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Efeito perverso das promoÃ§Ãµes no shopper portuguÃªs]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/As-promoes-continuam-a-transformar-o-mercado-e-o-shopper-</link>
         <description><![CDATA[<p>As promo&ccedil;&otilde;es cont&iacute;nuas e praticamente garantidas a cada semana, tornam o shopper portugu&ecirc;s menos impulsivo na forma de comprar. Talvez por isso o shopper portugu&ecirc;s est&aacute; a reduzir o n&uacute;mero de visitas &agrave;s lojas (-3%) e volta a preferir comprar cestas grandes, ao fim de semana, comportamento que representa agora 53% das compras das fam&iacute;lias portuguesas. Dados relativos a 2015, no mercado total FMCG.&nbsp;<br /><br />Em algumas categorias j&aacute; &eacute; vis&iacute;vel o efeito de destrui&ccedil;&atilde;o do valor da marca, por redu&ccedil;&atilde;o da fidelidade &agrave; marca habitual. Nesses mercados vemos que o comprador est&aacute; mais fiel &agrave; ins&iacute;gnia da distribui&ccedil;&atilde;o do que &agrave; marca do produto, pois 48% dos atos de recompra s&atilde;o feitos na mesma ins&iacute;gnia, o que compara com apenas 33% dos atos de compra feitos na mesma marca. Este facto n&atilde;o traz valor adicional &agrave; ins&iacute;gnia nem aos fabricantes, pois as vendas s&atilde;o feitas a mais baixo valor.&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 18 Apr 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/As-promoes-continuam-a-transformar-o-mercado-e-o-shopper-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Moda no Canal Online]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Est-a-crescer-o-volume-comprado-pelos-Portugueses-</link>
         <description><![CDATA[<p>O canal Online cresceu no mercado &ldquo;Fashion&rdquo; (Vestu&aacute;rio), no &uacute;ltimo trimestre de 2015. No entanto a sua penetra&ccedil;&atilde;o ainda &eacute; limitada. Na verdade apenas 2,3% dos portugueses compraram roupa via web nestre &uacute;ltimo trimestre. No entanto, a verdade &eacute; que este canal est&aacute; a conseguir aumentar muito a frequ&ecirc;ncia de compra (+16%). Isso fez com que o vlolume total comprado cres&ccedil;a em &nbsp;+30,5%. Um valor assin&aacute;vel, num mercado que em 2015 esteve est&aacute;vel, em Portugal. Importa ainda acrescentar que h&aacute; uma descida do pre&ccedil;o m&eacute;dio comprado (-4,7%) da roupa via internet. Podemos concluir, que o shopper online portugu&ecirc;s est&aacute; a comprar mais quantidade de roupa, mas a optar por comprar a um pre&ccedil;o m&eacute;dio menor.&nbsp;</p>
<p>Fonte: Painel "Fashion" - Kantar Worldpanel<br /><br /></p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 18 Apr 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Est-a-crescer-o-volume-comprado-pelos-Portugueses-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Que mudanÃ§as no shopper para 2016? ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Que-mudanas-no-shopper-para-2016-</link>
         <description><![CDATA[<p>Em termos de tend&ecirc;ncias, as quatro principais altera&ccedil;&otilde;es expect&aacute;veis para 2016, no shopper portugu&ecirc;s de FMCG, devem ser as seguintes:</p>
<p>1- <strong>Um consumidor mais otimista.</strong> Mais confiante de acordo com a tend&ecirc;ncia do indice de confian&ccedil;a do INE. O esperado aumento do consumo privado para 2016. No Grande Consumo, prev&ecirc;-se um crescimento superior a 1,7% em volume.</p>
<p>2- <strong>Sa&iacute;remos mais.</strong> Estamos a retomar alguns h&aacute;bitos de consumo alimentar fora de casa, que at&eacute; j&aacute; cresceu 10% no gasto em jantares, do 1&ordm; para o 2&ordm; semestre de 2015.</p>
<p>3- <strong>O Shopper concentrar&aacute; mais as suas Compras.</strong> Os novos h&aacute;bitos de compra apontam para que, em 2016, os lares reforcem as compras de 6&ordf;feira a Domingo, (j&aacute; valem mais de 53% do total).</p>
<p>4- <strong>Os &ldquo;Frescos&rdquo; com mudan&ccedil;as positivas em 2016.</strong> Os &ldquo;Frescos&rdquo; continuar&atilde;o a ser estrat&eacute;gicos para a DM, geradores de traf&eacute;go e catalizadores da frequ&ecirc;ncia de compra. Embora nenhuma &aacute;rea do FMCG para os Lares deva ter um crescimento muito forte, prevemos um crescimento de 3% nos Frescos Perec&iacute;veis.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 02 Mar 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Que-mudanas-no-shopper-para-2016-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Fecho de 2015 dÃ¡ sinais positivos]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Fecho-de-2015-d-sinais-positivos</link>
         <description><![CDATA[<p>O fecho do ano 2015 traz finalmente um ligeiro crescimento (+0,7%) no volume de FMCG comprado pelos lares portugueses, ap&oacute;s tr&ecirc;s anos de quedas. Um valor ainda t&iacute;mido, mas positivo. Se no 1&ordm; semestre a tend&ecirc;ncia continuava negativa face a 2014, o 2&ordm; semestre deu-nos um crescimento de +2%, sobre o per&iacute;odo hom&oacute;logo, suficiente para terminar o ano com +0,7%.<br /><br />Previs&atilde;o 2016 &ndash; FMCG<br />As previs&otilde;es que a Kantar Worldpanel pode avan&ccedil;ar, para 2016, apontam para crescimento do FMCG, relativamente ao consumo dos lares de Portugal Continental, em cerca de +1,7%, em volume. Nos sectores principais, prevemos uma continua&ccedil;&atilde;o da queda dos L&aacute;cteos. Em sinal contr&aacute;rio, esperamos alguma recupera&ccedil;&atilde;o para a Mercearia Doce e nos produtos Frescos Perec&iacute;veis, que dever&atilde;o apresentar crescimentos de 2,6% e 3,1%, respectivamente.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 01 Mar 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Fecho-de-2015-d-sinais-positivos</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[CafÃ© fora de casa: Uma paixÃ£o e hÃ¡bito nacional]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Caf-fora-de-casa--Uma-paixo-e-hbito-nacional</link>
         <description><![CDATA[<p>Quase 80% dos portugueses participantes no nosso painel &ldquo;Out-of-Home&rdquo; consomem caf&eacute; fora de casa, o que &eacute; bem demostrativo da for&ccedil;a deste h&aacute;bito nacional. E &eacute; um h&aacute;bito bastante social, pois 57% das ocasi&otilde;es de consumo de caf&eacute; fora de casa s&atilde;o partilhadas com outras pessoas. Diga-se ainda que, apesar do consumo de caf&eacute; dentro de casa ter crescido muito nos &uacute;ltimos anos, na verdade ainda s&oacute; representa 12% das ocasi&otilde;es de consumo de caf&eacute;. A esmagadora maioria (88%) &eacute; realizada fora de casa. Informa&ccedil;&atilde;o do Painel OOH da Kantar Worldpanel, relativa a 2015.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 01 Mar 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Caf-fora-de-casa--Uma-paixo-e-hbito-nacional</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[FMCG em Espanha terÃ¡ ano estÃ¡vel em 2016]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/FMCG-em-Espanha-ter-ano-estvel-em-2016</link>
         <description><![CDATA[<p>O mercado espanhol do Grande Consumo dever&aacute; manter-se est&aacute;vel em 2016, seguindo a tend&ecirc;ncia verificada em 2015, de acordo com a Kantar Worldpanel Espanha. O mercado, no entanto, cresceu em valor no ano passado (+1,8%), resultado do aumento de pre&ccedil;os no FMCG que aconteceu nos &uacute;ltimos meses de 2015.</p>
<p>Como sabemos o FMCG &eacute; um mercado complexo e sens&iacute;vel. Mas, se n&atilde;o houver surpresas nos pr&oacute;ximos meses, podemos esperar um ano est&aacute;vel em Espanha. Esta estbiliza&ccedil;&atilde;o est&aacute; naturalmente ligada &agrave; estagna&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o espanhola e &agrave;s mudan&ccedil;as j&aacute; ocorridas no mercado espanhol, em termos dos h&aacute;bitos de compra do shopper. Um estado de espirito mais confiante e otimista do consumidor, a continua&ccedil;&atilde;o da guerra nos produtos &ldquo;Frescos Per&iacute;civeis&rdquo; aberta pelos grande retalhistas, e ainda alguma europeiza&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos alimentares, na cozinha e na mesa, s&atilde;o fatores j&aacute; estabelecidos em 2015 e que devem continuar a desenvolver-se em 2016.</p>
<p>De referir ainda que 2015 foi um ano bom para a Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna em Espanha, com a grande maioria das ins&iacute;gnias a incrementar a sua posi&ccedil;&atilde;o no mercado. O Grupo Dia e o Lidl lideraram os crescimentos, sobretudo por expans&atilde;o da sua rede de lojas.<br /><br />Mais informa&ccedil;&atilde;o sobre o mercado espanhol est&aacute; dispon&iacute;vel num relat&oacute;rio que resume a situa&ccedil;&atilde;o do mercado em 2015, com detalhe sobre as principais tend&ecirc;ncias em Espanha, perspectivando tamb&eacute;m o ano de 2016, no FMCG.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 26 Feb 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/FMCG-em-Espanha-ter-ano-estvel-em-2016</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Como medir o efeito real da Publicidade?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Como-medir-o-efeito-real-da-Publicidade</link>
         <description><![CDATA[<p>&Eacute; poss&iacute;vel medir - de forma sistem&aacute;tica - o efeito das campanhas publicit&aacute;rias em TV, isolando o seu efeito nas vendas. Esta nova solu&ccedil;&atilde;o da Kantar Worldpanel integra o comportamento real de compra na avalia&ccedil;&atilde;o da publicidade, para poder medir o retorno da audi&ecirc;ncia obtida por uma campanha, em termos de compras reais, causadas por essa publicidade.<br />Desta forma, conseguimos saber quantos s&atilde;o e quem s&atilde;o os consumidores que est&atilde;o a reagir positivamente &agrave; campanha, comprando a marca. E saber se s&atilde;o novos compradores, ou se s&atilde;o os compradores habituais que compram mais quantidade, ou ent&atilde;o mais frequentemente. E que quantidade compram, em concreto.</p>
<p><br /><strong>Como &eacute; feita a an&aacute;lise?</strong><br />Comparando as compras feitas por um grupo que teve contacto com a publicidade, com um grupo de compradores - de id&ecirc;ntico perfil e id&ecirc;ntico comportamento de compra - que n&atilde;o teve esse contacto. Considera-se que a campanha publicit&aacute;ria foi eficaz quando o grupo exposto apresentar compras da marca publicitada que sejam, pelo menos, 5% superiores ao valor feito pelo grupo n&atilde;o exposto a essa publicidade.<br />Mas mais do que avaliar o incremento nas vendas, esta nova ferramenta, permite entender quais os vetores que contribu&iacute;ram para esse aumento, do ponto de vista da rea&ccedil;&atilde;o dos consumidores, pois integra todo o comportamento de compra do shopper. Ou seja, n&atilde;o &eacute; feita apenas uma quantifica&ccedil;&atilde;o do ROI, como al&eacute;m disso se descortinam quais os fatores (KPI&rsquo;s) que contribuiram para esse resultado.<br /><br />Outra inova&ccedil;&atilde;o importante &eacute; a possiblidade de criar targets menos generalistas e muito mais espec&iacute;ficos. O caso t&iacute;pico das &ldquo;Donas at&eacute; aos 45 anos&rdquo;, &eacute; na realidade um grupo que cont&eacute;m pessoas com h&aacute;bitos de consumo totalmente distintos entre si. Agora poder-se-&aacute; planear para um target de Media da mesma forma que a marca define o seu target e objetivos de marketing. Ou seja, podemos dirigir a comunica&ccedil;&atilde;o para os &ldquo;clientes perdidos&rdquo; da marca, ou ent&atilde;o para os &ldquo;menos fi&eacute;is&rdquo; ou ainda para os compradores da concorr&ecirc;ncia. Entre outros exemplos. Agora h&aacute; um n&uacute;mero infind&aacute;vel de possibilidades, abrindo-se novas fronteiras, para o planeamento e para a avalia&ccedil;&atilde;o de publicidade.<br /><br />Realiz&aacute;mos um primeiro estudo sobre a efic&aacute;cia efetiva da publicidade em televis&atilde;o, no FMCG, abrangendo 28 campanhas, emitidas em televis&atilde;o durante 2015. Para quantificar quais tiveram &ldquo;&ecirc;xito&rdquo; consider&aacute;mos como crit&eacute;rio que o grupo impactado pela publicidade teria de comprar pelo menos +5% da marca publicitada, face a um grupo de controlo, n&atilde;o impactado. O que conclu&iacute;mos &eacute; que neste grupo de 28 campanhas se verificaram grandes diferen&ccedil;as de desempenho no impacto das vendas obtidas, atribu&iacute;veis &agrave; publicidade. O que prova que h&aacute; um consider&aacute;vel espa&ccedil;o para os benef&iacute;cios desta nova ferramenta, quer na parte de melhoria do planeamento, quer na parte de avalia&ccedil;&atilde;o de campanhas.</p>
<p>Estas novas solu&ccedil;&otilde;es de Media da Kantar Worldpanel est&atilde;o dispon&iacute;veis em Portugal para publicidade no setor FMCG e no setor dos Combust&iacute;veis Autom&oacute;veis. E s&atilde;o aplic&aacute;veis para os investimentos realizados em televis&atilde;o e no meio digital. E ainda permitem an&aacute;lises cross media (double screen).<br />Portugal junta-se assim ao n&uacute;mero de pa&iacute;ses que tem dispon&iacute;vel um sistema efetivo para estudar o efeito da publicidade em televis&atilde;o e em digital. A partir de agora a publicidade pode passar a incluir a vari&aacute;vel &ldquo;shopper&ldquo; e o seu comportamento de compra, com tudo o que isso envolve.</p>]]></description>
         <pubDate>Sat, 30 Jan 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Como-medir-o-efeito-real-da-Publicidade</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA["Wells" domina o canal ParafarmÃ¡cia]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Mais-de-80-da-penetrao-deste-Canal-vm-desta-insgnia-</link>
         <description><![CDATA[<p>No &uacute;ltimo ano ficou evidente a clara prefer&ecirc;ncia do consumidor portugu&ecirc;s pela ins&iacute;gnia &ldquo;Wells&rdquo; em termos do canal Parafarm&aacute;cia, para comprar produtos de Beauty. Na realidade mais de 80% da penetra&ccedil;&atilde;o conseguida por este canal &eacute; obtida por esta ins&iacute;gnia. No ano m&oacute;vel MAT P8 2015, verifica-se que a penetra&ccedil;&atilde;o da Wells para produtos de Beauty &eacute; j&aacute; praticamente igual ao conjunto das farm&aacute;cias portuguesas. Ou seja, obt&eacute;m um valor de 8,7% face a 9,3% do Canal Farm&aacute;cia. A ins&iacute;gnia &ldquo;Wells&rdquo; apresenta um crescimento da frequ&ecirc;ncia de compra de +8% neste &uacute;ltimo ano, bem como um consider&aacute;vel aumento do volume por ato de compra.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 14 Jan 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Mais-de-80-da-penetrao-deste-Canal-vm-desta-insgnia-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[As promoÃ§Ãµes sÃ³ fazem crescer 50% das marcas]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Para-um-conjunto-de-154-marcas-FMCG-apenas-50-das-marcas-consegue-crescer-em-Volume</link>
         <description><![CDATA[<p>J&aacute; sabemos que este ano a frequ&ecirc;ncia de compra continua a cair (-3%), apesar do aumento significativo das a&ccedil;&otilde;es promocionais. Na realidade 87% das categorias de produtos embalados aumenta as promo&ccedil;&otilde;es, enquanto 73% aumenta tamb&eacute;m o desconto m&eacute;dio concedido. Hoje sabemos tamb&eacute;m que 64% das cestas cont&ecirc;m uma promo&ccedil;&atilde;o, e que o desconto m&eacute;dio concedido aumentou para um novo record de 34%, considerando dados at&eacute; P10 deste ano.<br />Mas importava sobretudo conhecer o seu efeito na conquista de compradores para as marcas. Se analisarmos os efeitos das promo&ccedil;&otilde;es para um conjunto de 154 marcas FMCG, constatamos que apenas 50% das marcas consegue crescer em Volume. Esta informa&ccedil;&atilde;o vem dar for&ccedil;a &agrave; necessidade de fazer uma gest&atilde;o aprimorada das promo&ccedil;&otilde;es, escolhendo o n&iacute;vel de promo&ccedil;&atilde;o ideal e o tipo de promo&ccedil;&atilde;o que melhor responde aos objetivos estrat&eacute;gicos de cada empresa e de cada marca.<br />Uma an&aacute;lise feita ao &ldquo;FMCG sem frescos&rdquo;, em que se retira o valor das promo&ccedil;&otilde;es, conclui que o valor real do mercado est&aacute; a cair, globalmente, -2,6% em valor, este ano, at&eacute; P10 YTD 2015.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 14 Jan 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Para-um-conjunto-de-154-marcas-FMCG-apenas-50-das-marcas-consegue-crescer-em-Volume</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Regressa o consumo de refeiÃ§Ãµes fora do lar]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Regressa-o-consumo-de-refeies-fora-do-lar</link>
         <description><![CDATA[<p>Importa estudar a rela&ccedil;&atilde;o dos portugueses com as refei&ccedil;&otilde;es, para encontrar oportunidades de crescimento na &aacute;rea &ldquo;Food&rdquo;. Algumas conclus&otilde;es do estudo USAGE, que foram recentemente apresentadas publicamente, indicam que h&aacute; um conjunto de mudan&ccedil;as nos lares portugueses.<br /><br /><strong>Portugueses est&atilde;o a fazer mais refei&ccedil;&otilde;es fora de casa</strong><br />Abordando as tend&ecirc;ncias sobre o que cozinhamos e, sobretudo, como nos comportamos relativamente &agrave;s refei&ccedil;&otilde;es, conclu&iacute;mos que os portugueses est&atilde;o a fazer mais refei&ccedil;&otilde;es fora de casa, em compara&ccedil;&atilde;o com h&aacute; um ano atr&aacute;s. Em especial nos Jantares, onde h&aacute; um crescimento de 25% de gastos, face a Outubro do ano passado. Esta diferen&ccedil;a de comportamento est&aacute; habitualmente ligada a uma subida dos &iacute;ndices de confian&ccedil;a, fato que verificamos, realmente, nos indicadores do INE. Esta altera&ccedil;&atilde;o na confian&ccedil;a parece estar relacionada com a redu&ccedil;&atilde;o das ocasi&otilde;es de consumo alimentar dentro de casa, que neste &uacute;ltimo Ver&atilde;o, passaram de 21 para apenas 19 ocasi&otilde;es. E esta redu&ccedil;&atilde;o de consumo caseiro &eacute; praticamente transversal a todos os momentos de consumo, ao longo do dia. Apesar disso verificamos, que a meio da manh&atilde;, o almo&ccedil;o e o meio da tarde s&atilde;o as ocasi&otilde;es onde mais cresce o consumo fora de casa.<br /><br />Como podemos resumir o &ldquo;estado de esp&iacute;rito&rdquo; dos portugueses em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s refei&ccedil;&otilde;es e ao comportamento de consumo alimentar, neste momento?<br /><br />1) Passamos menos tempo em casa. Fazemos este ano menos 2 momentos de consumo em casa, em cada semana.<br />2) Estamos mais confiantes e gastamosmais 25% em jantares fora de casa.<br />3) Estamos a gerir melhor o tempo. E passamos menos tempo na cozinha.<br />4) Compramos produtos mais convenientes e mais r&aacute;pidos de consumir.<br />5) Estamos mais gulosos. Pelo que dizemos e pelo que compramos, +5% de calorias.<br />6) Aumenta a pr&aacute;tica de desporto e o investimento em lazer.<br /><br />Por fim, um facto curioso: comparativamente com Espanha, Fran&ccedil;a e Reino Unido, fica claro que as nossas fam&iacute;lias dedicam mais tempo a preparar as refei&ccedil;&otilde;es. Temos um tempo m&eacute;dio de 62 minutos para o Almo&ccedil;o + Jantar, em m&eacute;dia. Um valor que &eacute; 37% superior ao de Fran&ccedil;a e ao do Reino Unido. E &eacute; 17% superior ao tempo m&eacute;dio dos nossos vizinhos espanh&oacute;is.<br /><br />Fonte: Estudo USAGE &ndash; Kantar Worldpanel</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 14 Jan 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Regressa-o-consumo-de-refeies-fora-do-lar</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[HÃ¡ oportunidades para crescer em bebidas?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Se-consumirmos-1-copo-mais-por-semana-voltamos-a-nveis-de-2012-</link>
         <description><![CDATA[<p>Com uma penetra&ccedil;&atilde;o superior a 98% e uma frequ&ecirc;ncia de compra de 2 vezes por m&ecirc;s, o sector de Bebidas acaba por ser um dos maiores e mais maduros dentro do FMCG. No entanto, esta &aacute;rea apresenta algumas dificuldades, pois regista uma queda praticamente cont&iacute;nua nos &uacute;ltimos 4 anos. Este ano a tend&ecirc;ncia mant&eacute;m-se, embora a ritmo menor que nos anos anteriores. Em 2012 cada lar comprava 210 litros de bebidas; e em 2015 a compra por lar diminui at&eacute; aos 189lts. As quedas s&atilde;o mais relevantes nos Refrigerantes com g&aacute;s e na Cerveja. E a categoria de &Aacute;gua sem g&aacute;s &eacute; a &uacute;nica categoria que n&atilde;o decresce.<br />Importa, por tudo isto, tentar encontrar pistas para conseguir crescer. E existem realmente oportunidades que podem fazer crescer este mercado. H&aacute; v&aacute;rios dados que o indicam.<br />Em termos de comportamento de compra, vemos que num total de 14 categorias que formam o sector das Bebidas, apenas 4 superam uma penetra&ccedil;&atilde;o anual de 60% dos lares. Existe portanto espa&ccedil;o para crescer, desde logo na penetra&ccedil;&atilde;o individual destas categorias e consequentemente no seu n&iacute;vel de duplica&ccedil;&atilde;o. De forma pr&aacute;tica, isto traduz-se, em duas hip&oacute;teses para crescimento:<br />1. Estar presente em mais cestas. Apenas 25% das cestas em Portugal levam uma bebida. Esta percentagem desce at&eacute; 6% nas cestas de necessidade imediata (at&eacute; 3 categorias), as mais habituais, pois representam uma em cada duas compras que um lar faz.</p>
<p>2. Comprar mais bebidas em cada cesta de compra. As cestas que cont&ecirc;m bebidas levam em m&eacute;dia 1.5 categorias em 14 potenciais. Mesmo naquelas cestas com maior quantidade de produtos, cestas de despensa (mais de 14 produtos diferentes), o n&uacute;mero m&eacute;dio de bebidas diferentes &eacute; s&oacute; de 1.9.<br />Quer portanto em termos de melhor aproveitamento de compras, quer em termos de cabaz m&eacute;dio existe espa&ccedil;o para comprarmos mais bebidas.<br />Obviamente que crescer passa por conseguir aumentar o consumo per capita. Bastaria que se conseguisse que cada portugu&ecirc;s acrescentasse um copo (200ml) por semana, e o impacto sobre o sector seria t&atilde;o relevante que voltar&iacute;amos aos mesmos n&iacute;veis de compra por lar que t&iacute;nhamos em 2012.<br />Para conseguir esta retoma de consumo as estrat&eacute;gias por marca e categoria de certeza que ser&atilde;o diferentes. Mas seja qual for a estrat&eacute;gia de certeza que ter&aacute; que passar por conhecer, analisar, avaliar e decidir qual o papel da categoria (e especialmente de cada marca) segundo:<br />- O momento em que &eacute; consumida ou queremos que seja consumida, adicionalmente.<br />- A raz&atilde;o que leva a consumir essa categoria ou a marca<br />- O consumidor final (perfil) do produto e da marca</p>
<p>Numa fileira j&aacute; fortemente promocionada em 2014, vemos que este ano, 63% das categorias ainda aumenta a press&atilde;o promocional e tamb&eacute;m o desconto m&eacute;dio concedido. Face ao desempenho da &aacute;rea, conclu&iacute;mos que n&atilde;o cresce nem em volume, nem em valor, por esta via.<br />Analisando o consumo feito fora e dentro de casa, &eacute; poss&iacute;vel concluir que as oportunidades mais prov&aacute;veis para o crescimento, se encontram no consumo fora das refei&ccedil;&otilde;es principais. Na verdade, quer Cerveja, quer Colas, Lima-Lim&atilde;o ou mesmo Ice Tea est&atilde;o muito pouco desenvolvidos nesses momentos de consumo.<br />Um maior conhecimento das vari&aacute;veis de consumo e do comportamento do shopper, permitir&aacute;, seguramente, tomar a&ccedil;&otilde;es mais acertadas para fazer expandir e crescer este mercado novamente.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 14 Jan 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Se-consumirmos-1-copo-mais-por-semana-voltamos-a-nveis-de-2012-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Online cresce 30% em 2015 no FMCG em Portugal]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Online-cresce-30-em-2015-no-FMCG-em-Portugal</link>
         <description><![CDATA[<p>Em 2015 as compras FMCG feitas Online crescem mais de 30,2% em Volume. Os dados do &uacute;ltimo ano m&oacute;vel, at&eacute; 6 de Dezembro 2015, comprovam um crescimento de 17,8% em penetra&ccedil;&atilde;o (compradores), bem como um crescimento de 23% na frequ&ecirc;ncia de compra. Uma tend&ecirc;ncia contr&aacute;ria ao que se passa no conjunto total deste mercado. Nestes &uacute;ltimos 12 meses, cerca de 6,1% das fam&iacute;lias portuguesas experimentaram este canal.<br />O bom comportamento deste canal emergente reflete-se igualmente no crescimento de 9,5% da Compra M&eacute;dia por Lar. Por outro lado h&aacute; alguma redu&ccedil;&atilde;o do ticket m&eacute;dio, que passa para 59&euro; por ato de compra, neste ano m&oacute;vel. Um valor que, no entanto, &eacute; quase o dobro do valor m&eacute;dio nacional (36&euro;). Este dado refor&ccedil;a a convic&ccedil;&atilde;o que os compradores portugueses Online fazem cestas grandes e valiosas.<br />Em sentido contr&aacute;rio ao Canal Online est&aacute; a Pra&ccedil;a, que cai -12.7%, face ao per&iacute;odo hom&oacute;logo. Na base desta queda est&aacute; sobretudo a perca de compradores, em -22%, face ao ano passado.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 14 Jan 2016 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Online-cresce-30-em-2015-no-FMCG-em-Portugal</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Mimosa Ã© a marca mais escolhida pelas famÃ­lias]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Mimosa--a-marca-mais-escolhida-pelas-famlias</link>
         <description><![CDATA[<p>No Top3 das marcas mais escolhidas em Portugal, duas s&atilde;o marcas portuguesas. Este ano a Danone ocupa o 2&ordm;lugar e &eacute; a &uacute;nica marca n&atilde;o local presente no p&oacute;dio.</p>
<p>O estudo mundial Brand Footprint &eacute; &uacute;nico e distinto de todos os outros estudos e rankings de marcas pois d&aacute; informa&ccedil;&atilde;o com base no comportamento real do comprador em vez de atitudes ou opini&otilde;es.</p>
<p>Os resultados para Portugal podem ser tamb&eacute;m consultados no site <a href="http://www.brandfootprint-ranking.com.%20">www.brandfootprint-ranking.com. </a></p>
<p>O indicador CRP &eacute; a base deste ranking e constitui uma m&eacute;trica de cariz inovador que representa quantas vezes uma marca foi escolhida pelos consumidores ao longo de um ano. D&aacute;-nos uma representa&ccedil;&atilde;o real e verdadeira da escolha dos compradores, sem margem para d&uacute;vidas.&nbsp;</p>
<p>No site j&aacute; mencionado pode aceder e explorar os dados sobre Portugal e sobre todos os restantes pa&iacute;ses englobados.&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 21 Jul 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Mimosa--a-marca-mais-escolhida-pelas-famlias</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[PenetraÃ§Ã£o Ã© mais importante que a FidelizaÃ§Ã£o. ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Para-o-crescimento-a-penetrao--um-fator-mais-importante-do-que-a-fidelizao</link>
         <description><![CDATA[<p>Um recente estudo feito a n&iacute;vel global, prova que uma substancial percentagem dos compradores de uma marca num ano n&atilde;o a ir&aacute; comprar no pr&oacute;ximo ano. Em termos m&eacute;dios, a base de compradores de uma marca consiste em cerca de 50% por compradores que se mant&eacute;m no ano passado e 50% de compradores que s&atilde;o novas aquisi&ccedil;&otilde;es (mesmo que alguns deles tenham comprado a marca em anos anteriores). Para fazerem crescer a sua base de compradores, as marcas podem focar-se em tentar reter mais os seus compradores atuais ou ent&atilde;o em tentarem adquirir mais novos compradores.</p>
<p>Quais destas estrat&eacute;gias &eacute; mais comum entre as marcas que mais crescem? Uma investiga&ccedil;&atilde;o que abrangeu 1800 grandes marcas em sete pa&iacute;ses (n&atilde;o incluindo Portugal) mostrou que as marcas que tinham uma penetra&ccedil;&atilde;o em crescimento tinham praticamente o mesmo n&iacute;vel de fuga de clientes do que as marcas que perderam penetra&ccedil;&atilde;o. O que faz com que cres&ccedil;am &eacute; a sua capacidade de atrair mais clientes: Em m&eacute;dia, a contribui&ccedil;&atilde;o de altas taxas de aquisi&ccedil;&atilde;o de compradores &eacute; 2,5 vezes maior do que o impacto de elevadas taxas de fideliza&ccedil;&atilde;o. Este resultado, uma vez mais, suporta a import&acirc;ncia do foco na aquisi&ccedil;&atilde;o de clientes novos.</p>
<p><br />(OLIVER KOLL , June 2015, Europanel)</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 21 Jul 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Para-o-crescimento-a-penetrao--um-fator-mais-importante-do-que-a-fidelizao</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Colgate comprada por metade dos lares do mundo. ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/A-Cola-Cola-continua-a-ser-a-marca-n1-ou-seja-a-mais-escolhida-do-mundo-</link>
         <description><![CDATA[<p>A Coca-Cola continua a ser a marca n&ordm;1, a marca mais escolhida do mundo, pelo terceiro ano consecutivo, apesar de ter perdido alguns pontos.</p>
<p>A Colgate &eacute; a &uacute;nica marca que foi comprada por mais de metade dos lares do mundo, de acordo com o relat&oacute;rio &ldquo;Brand Footprint&rdquo; da Kantar Worldpanel, um estudo anual sobre as 50 marcas mais escolhidas no mercado FMCG global.</p>
<p>O Brand Footprint &eacute; &uacute;nico e distinto de todos os outros estudos e rankings de marcas pois d&aacute; informa&ccedil;&atilde;o com base no comportamento real do comprador em vez de atitudes ou opini&otilde;es.</p>
<p>O indicador CRP &eacute; a base deste ranking e &eacute; uma m&eacute;trica inovadora que representa quantas vezes uma marca foi escolhida pelos consumidores ao longo de um ano. D&aacute;-nos uma representa&ccedil;&atilde;o real e verdadeira da escolha dos compradores. Alguns resultados relevantes da edi&ccedil;&atilde;o deste ano:</p>
<ul>
<li>A marca Dove da Unilever sobe, pela primeira vez, para o Top 10 das marcas mais escolhidas.</li>
<li>Tr&ecirc;s das marcas Top 10 com crescimento mais r&aacute;pido, s&atilde;o da Pepsico: Doritos, Lays e Cheetos.</li>
<li>A marca Downy continua a ser a marca FMCG de crescimento mais r&aacute;pido, pelo segundo ano consecutivo.</li>
<li>A marca Lifebouy tem o mais forte crescimento do CRP dentro do Top10, devido a um aumento de 12% no gasto dos seus consumidores.</li>
<li>A extens&atilde;o das Marcas, a sua ambi&ccedil;&atilde;o global e os prep&oacute;sitos sociais est&atilde;o entre os fatores chave de sucesso das Marcas.</li>
</ul>
<p>Josep Montserrat, Global CEO da Kantar Worldpanel, disse:&nbsp;&ldquo;O Brand Footprint &eacute; o maior estudo sobre as marcas FMCG em todo o mundo, fornecendo conclus&otilde;es chave para conduzir ao crescimento e ao sucesso. Este ano revelamos que as marcas FMCG que crescem seguem uma regra simples, o crescimento depende da penetra&ccedil;&atilde;o: reter e aumentar o n&uacute;mero de compradores que escolhem uma marca.</p>
<p>Para obter um entendimento ainda melhor do crescimento de uma marca, o relat&oacute;rio deste ano inclui mais coment&aacute;rios de especialistas, do que nunca. Voces v&atilde;o ouvir Chief Offices globais e regionais acerca das suas estrat&eacute;gias de crescimento. H&aacute; ainda um foco adicional em tend&ecirc;ncias para o futuro, identificadas pelos especialistas da Kantar Worldpanel&rdquo;</p>
<p>Pode aceder ao Top 10 mundial e a explora&ccedil;&atilde;o dos dados no site indicado.&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 21 Jul 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/A-Cola-Cola-continua-a-ser-a-marca-n1-ou-seja-a-mais-escolhida-do-mundo-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Vendas Online FMCG devem ser 130 mil milhÃµes 2025]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Vendas-Online-FMCG-devem-ser-130-mil-milhes-2025</link>
         <description><![CDATA[<p>O recente relat&oacute;rio da Kantar Worldpanel &ldquo;Accelerating the growth of e-commerce: 2015 Edition&rdquo; &ndash; antev&ecirc; que as vendas on-line no FMCG devem atingir 130 mil milh&otilde;es (USD) no fim de 2025, revelando o real potencial do mercado global do e-commerce para o Grande Consumo.<br />Crescendo em 2014 cerca de 28% as vendas online no FMCG est&atilde;o a crescer de forma importante, particularmente nos mercados mais avan&ccedil;ados em termos de e-commerce. Com efeito, os mercados que est&atilde;o a ter maior crescimento, no canal digital, s&atilde;o os situadas na Asia, sendo a China o que mais cresce (+34%) seguido pela Coreia do Sul (+22%). Na Europa o e-commerce no FMCG cresce de forma relavante, 20% no Reino Unido e 12% em Fran&ccedil;a. A import&acirc;ncia das vendas online no FMCG em mercados avan&ccedil;ados de e-commerce ir&aacute; duplicar nos pr&oacute;ximos 10 anos e a Kantar Worldpanel estima que as vendas digitais devem atingir 30% na Coreia do Sul, 15% na China e pelo menos 10% na Fran&ccedil;a e no Reino Unido.</p>
<p>Saiba mais e solcite o relatorio, edi&ccedil;&atilde;o 2015, no link indicado.&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 21 Jul 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Vendas-Online-FMCG-devem-ser-130-mil-milhes-2025</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[1Âº. de Maio 2015 aumenta o trÃ¡fego no FMCG em 5%]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/21-dos-lares-foram-as-compras-no-feriado-</link>
         <description><![CDATA[<p>Este &uacute;ltimo 1&ordm; Maio levou cerca de 1/5 dos lares portugueses a fazerem compras FMCG. Comparativamente ao mesmo feriado do ano passado, houve este ano um aumento de 5% no tr&aacute;fego. Este aspeto &eacute; relevante porque a tend&ecirc;ncia dos &uacute;ltimos meses tem sido uma constante redu&ccedil;&atilde;o das visitas &agrave;s lojas do Grande Consumo.</p>
<p>Em termos das prefer&ecirc;ncias pelas diferentes ins&iacute;gnias da distribui&ccedil;&atilde;o, neste dia, vemos que 33,8% dos lares compraram no Continente e que 43,3% dos compradores foram ao Pingo Doce. Este valor representa +6pp versos a m&eacute;dia semanal, no caso do Pingo Doce, o que indica uma afinidade dos compradores com este dia nesta ins&iacute;gnia, em particular. Face ao 1&ordm; Maio do ano passado, foi o Continente quem melhorou mais, pois em termos de atratividade de compradores passou de 20.1% do ano passado para 33.8% em 2015.</p>
<p>A ins&iacute;gnia Lidl e o Minipre&ccedil;o quem aproveitou menos bem, este feriado, com valores de penetra&ccedil;&atilde;o inferiores as suas m&eacute;dias semanais de 2015. Outros operadores e os Tradicionais tamb&eacute;m n&atilde;o aproveitaram da melhor forma este dia, em que a maioria das fam&iacute;lias ativas n&atilde;o foi trabalhar.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 08 May 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/21-dos-lares-foram-as-compras-no-feriado-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Retoma do consumo nÃ£o atinge o FMCG]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/As-famlias-esto-a-comprar--21-do-volume-FMCG-face-a-2014</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste primeiro trimestre de 2015 as fam&iacute;lias compraram menos volume FMCG que caiu -2,1% face h&aacute; um ano atr&aacute;s. O volume comprado no Grande Consumo pelos lares continua &ndash; como desde h&aacute; 4 anos &ndash; em redu&ccedil;&atilde;o praticamente constante.<br />E esta queda do consumo FMCG &eacute; originada tamb&eacute;m pela continua&ccedil;&atilde;o da tend&ecirc;ncia de redu&ccedil;&atilde;o das visitas &agrave;s lojas. A frequ&ecirc;ncia de compra cai -2,3%, nestes primeiros tr&ecirc;s meses do ano. Sem que exista alguma compensa&ccedil;&atilde;o por via do volume em cada ato de compra, que cai tamb&eacute;m -0,8%.</p>
<p>Estes indicadores seguem ali&aacute;s a mesma tend&ecirc;ncia da informa&ccedil;&atilde;o do INE para o com&eacute;rcio a retalho de produtos alimentares, relativa aos primeiros dois meses de 2015, que indicam igualmente uma queda ligeira do consumo nesta &aacute;rea em particular. Se em termos macroecon&oacute;micos vemos que os &iacute;ndices de confian&ccedil;a do consumidor est&atilde;o a melhorar, conclu&iacute;mos que isso n&atilde;o afeta, ainda, o consumo FMCG das fam&iacute;lias portuguesas.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 06 May 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/As-famlias-esto-a-comprar--21-do-volume-FMCG-face-a-2014</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Mais promoÃ§Ãµes no inÃ­cio de 2015]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Desconto-Mdio-atinge-novo-record-agora-em-31-Poupana-anual-em-76lar-</link>
         <description><![CDATA[<p>O ano 2015 iniciou de forma similar a 2014 no que se refere &agrave; atividade promocional. Mas durante as primeiras 8 semanas de este ano o n&uacute;mero de cestas que cont&ecirc;m um artigo em promo&ccedil;&atilde;o elevou-se at&eacute; 55%. Como pode observar-se, trata-se do valor mais elevado dos &uacute;ltimos 15 per&iacute;odos. Adicionalmente o Desconto M&eacute;dio, atinge agora, neste in&iacute;cio de ano, novo valor record, com -31,4%, conforme consta no gr&aacute;fico.</p>
<p>Note-se que esta informa&ccedil;&atilde;o tem por universo o mercado &ldquo;FMCG sem frescos&rdquo; e tem por base apenas as promo&ccedil;&otilde;es presentes em folhetos da Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 06 May 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Desconto-Mdio-atinge-novo-record-agora-em-31-Poupana-anual-em-76lar-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[31% dos Portugueses nÃ£o comprou roupa em 2014 ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/A-maioria-dos-compradores-escolhe-cadeias-low-cost-e-mix-de-produto-mais-barato-</link>
         <description><![CDATA[<p>O ano de 2014 terminou com apenas 69% dos portugueses a comprarem pelo menos uma pe&ccedil;a de roupa. Houve por isso 31% que n&atilde;o comprou sequer uma pe&ccedil;a, durante todo o ano. Adicionalmente, os consumidores est&atilde;o a comprar pe&ccedil;as mais baratas e menos pe&ccedil;as por cada ato de compra. Sem surpresa, o mercado caiu -3,4% em volume em 2014, comparativamente a 2013. Por outro lado vemos a continua&ccedil;&atilde;o do crescimento das cadeias &ldquo;low-cost&rdquo; que naturalmente ajudam a reduzir o pre&ccedil;o m&eacute;dio das roupas compradas, em termos globais. <br /><br />A ins&iacute;gnia mais din&acirc;mica, em 2014, foi o Lidl pois obteve o maior crescimento em volume, ganhando quota. Destacaram-se tamb&eacute;m, a &ldquo;Primark&rdquo;, que lidera o mercado em volume, a &ldquo;Mo&rdquo; (Ex-Modalfa), a &ldquo;Bershka &rdquo;, a &ldquo;Auchan&rdquo; e a &ldquo;H&amp;M&rdquo;, todas com ganhos de quota em volume, face a 2013.&nbsp;Ao longo de 2014 verificamos que praticamente em todos os meses, com exce&ccedil;&atilde;o do primeiro trimestre, houve uma retra&ccedil;&atilde;o dos compradores nas lojas, o que fez regredir este mercado.<br /><br />Os saldos e as promo&ccedil;&otilde;es continuam a ter um peso importante neste setor, representando cerca de 36% do valor de todas as compras. Cerca de metade dos portugueses aproveitam este mecanismo promocional. Esta situa&ccedil;&atilde;o tem-se mantido praticamente inalterada desde 2012. Na realidade, os saldos t&ecirc;m perdido alguma relev&acirc;ncia, pois verificamos picos de vendas como efeito das promo&ccedil;&otilde;es, que muitas vezes antecipam os saldos oficiais. Uma das consequ&ecirc;ncias &eacute; que isso ajuda que exista hoje uma menor sazonalidade na venda de roupa, que est&aacute; agora melhor distribu&iacute;da ao longo do ano.<br /><br />As chamadas &ldquo;Lojas Independentes&rdquo; continuam em queda, pois os consumidores est&atilde;o a preferir cada vez mais as cadeias de roupa bem como o canal &ldquo;Hiper/Supermercado&rdquo;, que cresce 7,5% em volume. Tamb&eacute;m o canal &ldquo;Feiras&rdquo; e &ldquo;Outros Locais&rdquo; (inclui Lojas dos Chineses) n&atilde;o tiveram em 2014 um ano positivo, pois decresceram em volume, cerca de 24% e 10% respectivamente. As cadeias de distribui&ccedil;&atilde;o moderna alimentar (FMCG) continuam a desempenhar um papel importante neste mercado, pois em volume, ocupam o 2&ordm; e 3&ordm; lugar do rankings das ins&iacute;gnias, respetivamente o Continente e o Lidl. Em valor, a Zara continua l&iacute;der no mercado de roupa, em Portugal Continental.<br /><br />Com o n&uacute;mero de compradores sem crescer, (at&eacute; reduz 0,7pp em 2014), &eacute; de destacar o aumento de 18% no volume comprado de roupa no Canal Internet. E aqui nesta defini&ccedil;&atilde;o de canal n&atilde;o inclu&iacute;mos as marcas que vendem em Cat&aacute;logo e Online, pois falamos apenas dos operadores que, em Portugal, vendem roupa e cal&ccedil;ado exclusivamente por via Internet. Um canal que importa acompanhar atentamente este ano.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 06 May 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/A-maioria-dos-compradores-escolhe-cadeias-low-cost-e-mix-de-produto-mais-barato-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[DPH com bom inÃ­cio de ano, cresce 1,7% em volume ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/So-os-lares-mais-novos-que-mais-contribuem-</link>
         <description><![CDATA[<p>Avaliando a globalidade do mercado FMCG, no 1&ordm; Trim de 2015, vemos valores de decrescimento face a 2014, mas na &aacute;rea do DPH vemos o contr&aacute;rio, com um crescimento de +1,7% no per&iacute;odo hom&oacute;logo.</p>
<p>E este crescimento foi poss&iacute;vel n&atilde;o obstante o shopper estar &ndash; tamb&eacute;m nesta &aacute;rea &ndash; a reduzir as suas idas &agrave;s ins&iacute;gnias. Com efeito, o crescimento de 3,8% no Volume por Ato verificado neste trimestre foi suficiente para obter este resultado.</p>
<p>O tipo de comprador que mais dinamiza esta fileira &eacute; composto por donas de casa at&eacute; aos 34 anos, com um crescimento que se destaca em 12% face ao total do mercado. S&atilde;o as donas de casa acima dos 50 anos que continuam em retra&ccedil;&atilde;o nesta &aacute;rea. Mas recordamos que este tamb&eacute;m &eacute; o grupo et&aacute;rio que mais volume representa no nosso mercado.</p>
<p>Refira-se ainda que a &aacute;rea com maior crescimento neste trimestre, dentro do DPH, foi a categoria de Lava Loi&ccedil;a M&aacute;quina. Houve um consider&aacute;vel aumento nos lares que compraram, neste trimestre, produtos para m&aacute;quina de lavar loi&ccedil;a &agrave; m&aacute;quina, acima de 10pp, face ao per&iacute;odo hom&oacute;logo de 2014.&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 06 May 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/So-os-lares-mais-novos-que-mais-contribuem-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Frescos sÃ£o os 1Âºs responsÃ¡veis pela queda do FMCG]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/O-primeiro-trimestre-de-2015-v-os-Frescos-em-queda-forte</link>
         <description><![CDATA[<p>Se nos anos mais recentes sempre v&iacute;amos na &aacute;rea dos produtos &ldquo;Frescos Perec&iacute;veis&rdquo;, como uma zona de crescimento no Grande Consumo, o 1&ordm; trimestre refor&ccedil;ou a tend&ecirc;ncia negativa do &uacute;ltimo trimestre de 2014. Foi precisamente este conjunto de categorias o vetor que mais contribui para uma queda do volume comprado pelos lares no FMCG. Que foi de -2,1% para o total FMCG.Face ao mesmo per&iacute;odo de 2014, esta fileira cai -5% do volume. Este aspeto estar&aacute; ligado &agrave; continua redu&ccedil;&atilde;o das visitas as lojas, nos ultimos seis meses.&nbsp;<br /><br />Esta redu&ccedil;&atilde;o de compra nos &ldquo;Frescos&rdquo; apesar de praticamente transversal &eacute; mais acentuada nos lares da parte norte de Portugal Continental, exclu&iacute;ndo o Grande Porto. E nas fam&iacute;lias com donas de casa com idades superiores a 35 anos. Destacamos ainda a redu&ccedil;&atilde;o forte verificada nos lares da Classe Baixa, neste trimestre.<br /><br />A sec&ccedil;&atilde;o de Mercearia Salgada &eacute; a segunda &ldquo;respons&aacute;vel&rdquo;, caindo -3%, e a importante fileira dos L&aacute;cteos tem a 3&ordf; maior contribui&ccedil;&atilde;o na redu&ccedil;&atilde;o em volume, pois retraem -6% sobre o ano transato. Esta redu&ccedil;&atilde;o dos L&aacute;cteos segue uma tend&ecirc;ncia que temos vindo a referir desde h&aacute; dois anos a esta parte e onde o Leite e Iogurtes acaba por ter um papel relevante na tend&ecirc;ncia.</p>
<p>Entrando um pouco mais no detalhe, podemos acrescentar que dentro dos &ldquo;Frescos&rdquo; as categorias &ldquo;Frutas&rdquo;, &ldquo;Legumes&rdquo; e &ldquo;Bacalhau Seco&rdquo; s&atilde;o as que mais retrairam no trimestre em an&aacute;lise. Diga-se ainda que dentro de Mercearia Salgada s&atilde;o os produtos b&aacute;sicos da alimenta&ccedil;&atilde;o das fam&iacute;lias portuguesas, nomeadamente o Azeite, o Arroz e ainda Sopas &amp; Caldos que pior comportamento tiveram nestes primeiros meses de 2015, face ao per&iacute;odo hom&oacute;logo.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 06 May 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/O-primeiro-trimestre-de-2015-v-os-Frescos-em-queda-forte</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Mais 28% de PromoÃ§Ãµes Menos 2% de Compras, no FMCG]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/O-volume-promocional-aumentou-28-mas-as-compras-reduziram--21-durante-o-1T-de-2015-face-a-2014</link>
         <description><![CDATA[<p>Aparentemente a resultante entre o contexto socioecon&oacute;mico, o shopper portugu&ecirc;s e as estrat&eacute;gias do conjunto de operadores no Grande Consumo n&atilde;o tem conseguido evitar a cont&iacute;nua redu&ccedil;&atilde;o do volume comprado pelas fam&iacute;lias portuguesas no FMCG nos &uacute;ltimos quatro anos. Uma vez mais isso aconteceu no 1&ordm; trimestre de 2015, pois os lares compraram -2,1% volume face h&aacute; um ano atr&aacute;s. Apesar do aumento em 28% do volume promocional verificado este trimestre o resultado continua a ser uma redu&ccedil;&atilde;o global das quantidades compradas. Mais significativa &eacute; ainda a queda verificada na oferta MDD onde, apesar de este ano surgirem este ano maior n&uacute;mero atos de compra com promo&ccedil;&otilde;es neste tipo de oferta, isso n&atilde;o evitou uma queda do volume das MDD em -4,4%, quase o dobro do verificado no mercado Total FMCG. As promo&ccedil;&otilde;es s&oacute; parecem estar a ter um efeito positivo no crescimento do volume comprado de Marcas de Fabricante, que crescem 3,2% nestes primeiros meses do ano.</p>
<p>Se em termos macroecon&oacute;micos vemos que os &iacute;ndices de confian&ccedil;a do consumidor est&atilde;o a melhorar, conclu&iacute;mos que isso n&atilde;o afeta, ainda, o consumo FMCG das fam&iacute;lias portuguesas. Nem afeta o consumo de outros bem &ldquo;n&atilde;o dur&aacute;veis&rdquo; como seja o mercado de Roupa, que tem uma queda de -3% em id&ecirc;ntico per&iacute;odo temporal.</p>
<p>Importa precisar que a informa&ccedil;&atilde;o sobre promo&ccedil;&otilde;es considera apenas as promo&ccedil;&otilde;es constantes nos folhetos promocionais da distribui&ccedil;&atilde;o moderna em produtos embalados, excluindo os produtos Frescos. O universo de lares considerados &eacute; para Portugal Continental. A amostra do painel de lares da Kantar Worldpanel &eacute; composta por 4.000 lares, representativos do universo em estudo.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 05 May 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/O-volume-promocional-aumentou-28-mas-as-compras-reduziram--21-durante-o-1T-de-2015-face-a-2014</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[25 anos de Painel de Lares em Portugal]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Desde-1990-a-informar-sobre-o-comportamento-de-compra-do-consumidor-portugus-</link>
         <description><![CDATA[<p>A Kantar Worldpanel &eacute; a herdeira direta da empresa que em 1990 criou o primeiro painel de lares no nosso pa&iacute;s. Nestes 25 anos houve uma grande evolu&ccedil;&atilde;o em termos t&eacute;cnicos e metodol&oacute;gicos. Em 2015 temos um painel de lares com uma amostra quatro vezes superior &agrave; inicial e uma metodologia de recolha que utiliza aparelhos eletr&oacute;nicos especiais para a leitura de c&oacute;digo de barras e recolha de informa&ccedil;&atilde;o sobre os produtos comprados pelos lares portugueses. Por outro lado temos hoje n&atilde;o um, mas cinco pain&eacute;is especializados, em que adicionalmente ao FMCG servem para aferir e acompanhar tamb&eacute;m o Combust&iacute;vel Autom&oacute;vel (Petrol Panel), o mercado do Vestu&aacute;rio e do Cal&ccedil;ado (Fashion Panel), m&atilde;es com beb&eacute;s (BabyPanel) e o mercado de produtos de beleza e higiene pessoal (Beauty Panel). A equipa tamb&eacute;m cresceu e somos j&aacute; perto de uma centena em Portugal, fruto da lideran&ccedil;a que os clientes nos atribu&iacute;ram.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 12 Mar 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Desde-1990-a-informar-sobre-o-comportamento-de-compra-do-consumidor-portugus-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[O inicio de 2015...vem de 2014]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Os-dois-primeiros-meses-de-2015-indicam-continuao-da-queda-do-volume-no-FMCG-</link>
         <description><![CDATA[<p>Os dois primeiros meses de 2015 mostram uma continua&ccedil;&atilde;o da queda do mercado FMCG, no que respeita ao volume comprado pelos Lares. O mercado cai em volume, (-3%) e cai tamb&eacute;m em frequ&ecirc;ncia de compra (-4,3%) em compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo hom&oacute;logo de 2014.<br />Em termos de tend&ecirc;ncia de consumo por categorias, destaca-se o crescimento do Peixe Fresco em +8,4% em volume. Quase todas as categorias FMCG verificam uma redu&ccedil;&atilde;o do volume comprado nos dois primeiros meses do ano (YTD P2 2015). As exce&ccedil;&otilde;es s&atilde;o o j&aacute; mencionado Peixe Fresco, a &ldquo;Comida Pronta&rdquo;/&rdquo;TakeAway&rdquo; que continua a crescer continuamente h&aacute; 4 anos (agora +5,5% em volume) e muito especialmente a &aacute;rea de Drogaria, impulsionada sobretudo pelo desempenho positivo dos &ldquo;Detergentes M&aacute;quina Loi&ccedil;a&rdquo; e dos &ldquo;Aditivos&rdquo; quer para Roupa, quer para Loi&ccedil;a. Na realidade, a &aacute;rea de Drogaria cresce 3,7% em volume e cerca de 1% em compradores, face ao ano passado.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 12 Mar 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Os-dois-primeiros-meses-de-2015-indicam-continuao-da-queda-do-volume-no-FMCG-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[O que fazer com as PromoÃ§Ãµes em 2015? ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/99-dos-lares-aproveitam-promoes-que-esto-presentes-em-51-dos-atos-de-compra</link>
         <description><![CDATA[<p>As promo&ccedil;&otilde;es est&atilde;o hoje presentes em 51% dos atos de compras no mercado &ldquo;FMCG Sem Frescos&rdquo;, realizados pelos 99% lares de Portugal Continental que as utilizam.<br />Este fen&oacute;meno tem obviamente um custo para o mercado e para todos os operadores do FMCG, retalhistas e fabricantes. A Kantar Worldpanel estima que o mercado perdeu cerca de 5% de todo o valor do &ldquo;FMCG sem Frescos&rdquo;, s&oacute; pelo fator promo&ccedil;&otilde;es, sem ser compensado pelo aumento do volume. Pelo contr&aacute;rio, o comportamento de compra do shopper est&aacute; fazer cair o volume comprado.<br />Um caminho que o mercado pode tomar em 2015 &eacute; ajustar melhor as promo&ccedil;&otilde;es, reduzindo o seu custo e/ou melhorando o seu retorno.<br />As recomenda&ccedil;&otilde;es da Kantar Worldpanel sobre a gest&atilde;o das promo&ccedil;&otilde;es, para esta a&ccedil;&atilde;o de ajustamento, passam por tr&ecirc;s pontos fundamentais, a saber:<br /><br />1) MEDIR QUAL &Eacute; O INCREMENTO REAL DA PROMO&Ccedil;&Atilde;O. OU SEJA, QUAL &Eacute; O REAL VOLUME ROUBADO &Agrave; CONCORR&Ecirc;NCIA OU QUAL &Eacute; A REAL EXPANS&Atilde;O DA CATEGORIA.<br /><br />2) AJUSTAR AS PROMO&Ccedil;&Otilde;ES AO QUE FAZ E QUANDO FAZ MAIS SENTIDO.<br /><br />3) FAZER UM TRABALHO DE CARIZ &ldquo;WIN-WIN&rdquo; ENTRE RETALHISTA/FABRICANTE, PARA GERAR MAIS VALOR, COM INSTRUMENTOS PR&Oacute;PRIOS A ESSE OBJETIVO.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 12 Mar 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/99-dos-lares-aproveitam-promoes-que-esto-presentes-em-51-dos-atos-de-compra</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Uma VisÃ£o do Mundo com Pistas para Crescer em 2015]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Uma-Viso-do-Mundo-com-Pistas-para-Crescer-em-2015</link>
         <description><![CDATA[<p>Em termos internacionais vemos muitas marcas e retalhistas que encontraram formas para crescer apesar de terem contextos desafiantes. Para inspirar o seu sucesso, os nossos especialistas presentes em v&aacute;rios pontos do globo d&atilde;o-lhe neste v&iacute;deo as tend&ecirc;ncias chave para seguir em 2015. Desfrute deste v&iacute;deo com votos de um excelente 2015. Siga o link indicado.&nbsp;<br /><br />Junte-se a conversa em #Consumers2015 (Video KWP 2015)</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 12 Mar 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Uma-Viso-do-Mundo-com-Pistas-para-Crescer-em-2015</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[2014: Aprendemos a Viver com Menos ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/2014-Aprendemos-a-Viver-com-Menos-</link>
         <description><![CDATA[<p>O ano de 2014 fechou com uma queda em volume de -3% sobre o ano anterior, no mercado Total FMCG, comprado pelos Lares Portugueses. O consumidor portugu&ecirc;s realmente aprendeu a viver com menos quantidade, uma vez que o volume FMCG comprado pelas fam&iacute;lias portuguesas cai h&aacute; 4 anos consecutivos.<br />Esta queda do volume, em 2014, resulta sobretudo de uma redu&ccedil;&atilde;o da frequ&ecirc;ncia de compra em -4,5%, uma tend&ecirc;ncia que se veio a verificar ao longo de todo o ano. O pequeno aumento do volume por ato, de apenas +0,6% n&atilde;o foi suficiente para compensar e n&atilde;o impede, portanto, a queda global do volume comprado.<br />A esperada recupera&ccedil;&atilde;o do FMCG ainda n&atilde;o acontece e nem o Natal conseguiu contribuir positivamente, pois nas &uacute;ltimas 8 semanas do ano o volume caiu -4%.<br />Conseguir reverter a redu&ccedil;&atilde;o no tr&aacute;fego nas lojas, ser&aacute; um dos principais desafios para 2015. Mas os vetores de crescimento, para 2015, podem passar tamb&eacute;m por identificar novas oportunidades nos momentos de consumo, adaptar a estrat&eacute;gia das marcas a cada retalhista, ajustar as promo&ccedil;&otilde;es a cada grupo-alvo, ou ainda tentar antecipar os momentos de maior presen&ccedil;a do &ldquo;shoppers&rdquo; de um produto, no ponto de venda.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 12 Mar 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/2014-Aprendemos-a-Viver-com-Menos-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[O Bacalhau continua bom e fiel]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Uma-opo-alimentar-que-continua-a-ajudar-as-familias-portugueses</link>
         <description><![CDATA[<p>No &uacute;ltimo ano o bacalhau foi comprado por 89% dos lares de Portugal Continental. Em m&eacute;dia foi comprado cerca de 6 vezes por ano, ao ritmo de 2,7kg por cada ato de compra. O volume comprado pelas fam&iacute;lias em 2014 &eacute; praticamente igual ao comprado em 2013.<br />Realmente Portugal continua a ser um mercado muito forte para este peixe, pois o seu consumo per capita &eacute; cerca de 6 vezes maior do que o consumo em Espanha, por exemplo. No entanto, no pa&iacute;s vizinho o pre&ccedil;o m&eacute;dio &eacute; 50% mais elevado do que em Portugal.<br />O bacalhau &eacute; uma categoria muito importante para a Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna, que &eacute; respons&aacute;vel por 89% das compras em volume, em Portugal Continental.<br />Mas a import&acirc;ncia que o comprador de bacalhau tem para a Distribui&ccedil;&atilde;o n&atilde;o passa apenas pelo valor intr&iacute;nseco da categoria. Em Portugal este &ldquo;shopper&rdquo; &eacute; bastante valioso, muito para al&eacute;m da categoria em si, pois visita mais frequentemente as lojas do que a m&eacute;dia, gasta mais dinheiro em FMCG e al&eacute;m disso, sempre que compra Bacalhau, faz cestas maiores, gastando mais.<br />Para esta categoria, as hip&oacute;teses para crescer em 2015, devem residir sobretudo no tipo e na frequ&ecirc;ncia de utiliza&ccedil;&atilde;o do produto. O estudo USAGE indica que h&aacute; ainda muitas ocasi&otilde;es de consumo n&atilde;o exploradas. Neste momento j&aacute; cerca de 1 em cada 7 refei&ccedil;&otilde;es leva bacalhau. Sobre a forma de confe&ccedil;&atilde;o verificamos que a forma mais popular de preparar bacalhau &eacute; &ldquo;cozido&rdquo; (em 30% das refei&ccedil;&otilde;es) um prato que tem grande afinidade com a popula&ccedil;&atilde;o mais s&eacute;nior (+50anos). O segundo e terceiro pratos mais populares e que tem valores id&ecirc;nticos (cerca de 12% das refei&ccedil;&otilde;es, cada) s&atilde;o o bacalhau &ldquo;assado&rdquo; e &ldquo;&agrave; braz&rdquo;.<br />Sobre o tipo de bacalhau comprado, continuamos a ver um crescimento ligeiro do bacalhau &ldquo;congelado&rdquo; (+1,1%), embora o &ldquo;seco&rdquo; tenha ainda 89% de quota de mercado em volume. E sobre o bacalhau seco&rdquo; temos de dizer que h&aacute; agora uma prefer&ecirc;ncia pelo gra&uacute;do (cresce 34%) e pelo &ldquo;especial&rdquo; (+25%).</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 12 Mar 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Uma-opo-alimentar-que-continua-a-ajudar-as-familias-portugueses</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[ReduÃ§Ã£o do Volume no Consumo em 4 mercados]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Reduo-do-Volume-no-Consumo-em-4-mercados</link>
         <description><![CDATA[<p>Nos produtos de consumo n&atilde;o dur&aacute;veis, como seja o caso dos produtos de Grande Consumo Alimentar e N&atilde;o Alimentar, o caso dos Combust&iacute;veis Autom&oacute;veis, os produtos de Beleza, ou a compra de Vestu&aacute;rio, o comportamento do consumidor portugu&ecirc;s teve um padr&atilde;o &uacute;nico em 2014 e foi sempre comprar menos quantidade. Se no FMCG a queda do volume foi de -3%, no Vestu&aacute;rio foi tamb&eacute;m de -3%, no Combust&iacute;vel Auto foi de -1% e na &aacute;rea de &ldquo;Beauty&rdquo; a queda no volume foi de -6,9%. Refor&ccedil;a-se assim a ideia que as fam&iacute;lias portuguesas apreendem a viver com menos quantidade. Associado a esta queda do volume est&aacute; a redu&ccedil;&atilde;o da frequ&ecirc;ncia de compra, que cai igualmente nos quatro mercados mencionados. Ou seja, podemos concluir que o &ldquo;shopper&rdquo; portugu&ecirc;s, em 2014, comprou menos volume e visitou menos os pontos de venda, nestes quatro mercados.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 11 Mar 2015 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Reduo-do-Volume-no-Consumo-em-4-mercados</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[25% dos Shoppers sÃ³ compram Ã³leo em PromoÃ§Ã£o]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/25-dos-Shoppers-s-compram-leo-em-Promoo</link>
         <description><![CDATA[<p>As cinco categorias onde h&aacute; mais compradores que aproveitam as promo&ccedil;&otilde;es s&atilde;o os Iogurtes, o &Oacute;leo Alimentar, as Cervejas, o Azeite e as Conservas Peixe. Dentro destas h&aacute; que destacar que 25,3% dos compradores de &Oacute;leo apenas compram o produto se estiver em promo&ccedil;&atilde;o. No caso das Cervejas esse valor &eacute; de 22% de compradores &ldquo;exclusivos em promo&ccedil;&atilde;o&rdquo;.<br />S&atilde;o sinais claros do elevado n&iacute;vel de habitua&ccedil;&atilde;o &agrave;s promo&ccedil;&otilde;es que se verifica hoje no mercado portugu&ecirc;s do Grande Consumo. Referimo-nos, claro, apenas consumo dos Lares e no per&iacute;odo acumulado do ano de 2014, at&eacute; ao P10.<br />Com o objetivo de aprofundar este tem a Kantar Worldpanel vai promover no pr&oacute;ximo dia 14 de Novembro um Semin&aacute;rio Online sobre Promo&ccedil;&otilde;es e como se pode estudar a sua efic&aacute;cia.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Dados a YTD P10 2014 / Consumo FMCG dos Lares de Portugal Continental.&nbsp;</span></p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 11 Nov 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/25-dos-Shoppers-s-compram-leo-em-Promoo</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Canal Tradicional perde acima de -15% nos Frescos]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Canal-Tradicional-perde-acima-de--15-nos-Frescos</link>
         <description><![CDATA[<p>Apesar de alguns produtos tipicamente fortes no canal Tradicional, como seja a Fruta, a Carne e o Bacalhau estarem este ano no topo das prefer&ecirc;ncias dos compradores portugueses, sendo das poucas categorias que crescem em volume, a performance do Canal Tradicional piora em 2014, em termos acumulados e at&eacute; Outubro &uacute;ltimo.<br />Na realidade tem uma queda superior a 15% no volume vendido aos lares de produtos Frescos perec&iacute;veis, sendo que a sua quota de mercado, neste setor em particular, cai de 21,3% no ano passado para 18%, este ano.<br />Esta redu&ccedil;&atilde;o do volume comprado pelos lares ao Canal Tradicional tem origem numa redu&ccedil;&atilde;o de compradores, em cerca de menos 100 mil lares, este ano. Mas tamb&eacute;m contribuiu ainda mais fortemente uma forte redu&ccedil;&atilde;o da frequ&ecirc;ncia de compra, em -9%, portanto mais do dobro da redu&ccedil;&atilde;o sentida globalmente no mercado portugu&ecirc;s.<br /><br /><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;">Dados a YTD P10 2014 / Consumo FMCG dos Lares de Portugal Continental.</span></span></p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 11 Nov 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Canal-Tradicional-perde-acima-de--15-nos-Frescos</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[VerÃ£o Frio arrefeceu o Grande Consumo]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Vero-Frio-arrefeceu-o-Grande-Consumo</link>
         <description><![CDATA[<p>As temperaturas mais baixas do que o habitual no Ver&atilde;o de 2014 tiveram as esperadas consequ&ecirc;ncias no consumo de &ldquo;Bebidas&rdquo; dentro do lar (Cerveja + Agua + Softdrinks), com destaque para os &ldquo;Refrigerantes com G&aacute;s&rdquo; que ca&iacute;ram mais de 10% neste trimestre, face ao mesmo trimestre de 2013. Por outro lado as &ldquo;Frutas&rdquo; foram outra das categorias que mais ca&iacute;ram, com -8,2%, acompanhadas pelos &ldquo;Legumes e Verduras&rdquo;, que perderam -6,2%. Mesmo a importante categoria da &ldquo;Carne&rdquo; cai -5,3%, neste estio mais frio do que a m&eacute;dia dos &uacute;ltimos 25 anos. Falamos sempre de dados do 3&ordm; TRIM 2014, para o consumo dos Lares Portugueses.<br />As tend&ecirc;ncias espec&iacute;ficas do 3&ordm; Trimestre sobre o comportamento de compra dos Lares, indicam uma continuidade sobre o resto do ano no que diz respeito &agrave; redu&ccedil;&atilde;o da frequ&ecirc;ncia de compra, que caiu uns expressivos -6%. Ou seja a redu&ccedil;&atilde;o da frequ&ecirc;ncia de compra no 3&ordm;trim ainda se agudiza sobre os trimestres anteriores. Esta redu&ccedil;&atilde;o da frequ&ecirc;ncia &eacute; ligeiramente compensada pelo aumento do volume por ato, que cresce neste per&iacute;odo +2,6%, mas isso n&atilde;o impede, mesmo assim, de fazer cair o volume do mercado Total FMCG, em -4,2%.<br />Beauty cai 10% em volume no 3&ordm; Trimestre 2014.<br />Para o sector Beauty este ver&atilde;o foi realmente frio e negativo, com uma queda no consumo dos lares de -10% no volume, sobre o ano anterior. N&atilde;o s&oacute; ca&iacute;ram as categorias mais sazonais com ca&iacute;ram tamb&eacute;m os shampoos e amaciadores. Independemente do crescimento ou decrescimento em volume, a verdade &eacute; que praticamente todas as categorias de Beauty perderam compradores neste trimestre. E esta redu&ccedil;&atilde;o de compradores verificou-se de forma praticamente id&ecirc;ntica em todos os Canais de Distribui&ccedil;&atilde;o, mas a redu&ccedil;&atilde;o do volume afetou particularmente o canal Especializado, pois a sua quota em volume cai de 4,1% para 3,3%, em benef&iacute;cio claro do canal Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna, muito agressivo em promo&ccedil;&otilde;es nesta &aacute;rea.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Dados do 3&ordm;Trimestre 2014 / Consumo FMCG dos Lares de Portugal Continental</span></p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 11 Nov 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Vero-Frio-arrefeceu-o-Grande-Consumo</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Longe das Lojas...Longe das Vendas]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Longe-das-LojasLonge-das-Vendas</link>
         <description><![CDATA[<p>Os Portugueses continuam com um controlo apertado sobre as suas compras em FMCG e particularmente este ano reduzem a sua frequ&ecirc;ncia de compra, em -4,4%, at&eacute; Outubro de 2014, face ao per&iacute;odo hom&oacute;logo. Esta menor presen&ccedil;a nas lojas n&atilde;o est&aacute; a ser compensada por um aumento do volume comprado em cada ato de compra, que apenas cresce 1%.</p>
<p>Ou seja, os Portugueses continuam a reduzir o volume comprado, que cai agora -2,8%, em termos globais, num processo for&ccedil;ado ou volunt&aacute;rio de otimiza&ccedil;&atilde;o das compras no Grande Consumo. Este processo de redu&ccedil;&atilde;o feito pelos Lares, verifica-se desde 2010, de forma lenta, mas constante, ao longo destes &uacute;ltimos quatro anos.<br />Estes dados indicam tamb&eacute;m que as a&ccedil;&otilde;es promocionais dos retalhistas ou dos produtores n&atilde;o est&atilde;o a conseguir &ndash; em termos globais - aumentar nem a frequ&ecirc;ncia de compra, nem a compra por ato, de forma a conseguir fazer crescer o mercado, em termos de volume total comprado.<br />O aumento no Consumo Privado (INE) que se verifica este ano &eacute; causado por outras componentes, que n&atilde;o as compras feitas pelas fam&iacute;lias no Grande Consumo, uma vez que os lares portugueses continuam a reduzir e a otimizar as compras FMCG, como demonstra a cont&iacute;nua queda do volume comprado, pelo menos at&eacute; Outubro &uacute;ltimo.<br />Dados a YTD P10 2014 / Consumo FMCG dos Lares de Portugal Continental.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 11 Nov 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Longe-das-LojasLonge-das-Vendas</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA["Brisas de MudanÃ§a" no 1Âº. Semestre 2014]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Brisas-de-mudana-no-1-Semestre-de-2014</link>
         <description><![CDATA[<p>Se a redu&ccedil;&atilde;o da frequ&ecirc;ncia de compra &eacute; o elemento mais distintivo do comportamento do shopper neste semestre, h&aacute; no entanto outras interpreta&ccedil;&otilde;es a apontar para poder entender o que est&aacute; a acontecer com o consumidor portugu&ecirc;s no 1&ordm; Sem 2014, no grande consumo.</p>
<p>As informa&ccedil;&otilde;es que nos chegam dos lares apontam para uma redu&ccedil;&atilde;o significativa da frequ&ecirc;ncia de compra de -3,5%. E o ligeiro aumento da cesta de compras em +1,2% n&atilde;o chega para a compensar, o que faz cair o mercado total em -1,5% no volume FMCG comprado.</p>
<p>Esta queda do volume total FMCG de -1,5% &eacute; ainda mais significativa pois compara com o primeiro semestre de 2013 onde se tinha verificado uma das maiores quedas de sempre no volume total comprado pelo pelos lares, que foi de -3,7%, recordamos. E isto acontece num dos mercados teoricamente mais est&aacute;veis e resistentes de entre todos os sectores.</p>
<p>Esta tend&ecirc;ncia afeta de igual modo quer a compra em MDF, quer a compra em MDD, pois ambas as ofertas sofrem a mudan&ccedil;a do comportamento de compra dos Portugueses. Ou seja a redu&ccedil;&atilde;o da frequ&ecirc;ncia de compra e a redu&ccedil;&atilde;o do volume total comprado.</p>
<p>Por outro lado, as compras com Promo&ccedil;&otilde;es pesam j&aacute; 19% de todas as compras feitas pelos lares no mercado &ldquo;FMCG sem Frescos&rdquo; no 1&ordm; semestre de 2014.</p>
<p><strong>Mais Promo&ccedil;&otilde;es = Menos Visitas?</strong><br />Cerca de 58% dos lares reduziram a frequ&ecirc;ncia de compra neste semestre. Mas quem mais reduz a frequ&ecirc;ncia de compra s&atilde;o os Lares Com Filhos que s&atilde;o precisamente aqueles que mais fazem compras com Promo&ccedil;&otilde;es. Parece verificar-se que um peso superior de compras em Promo&ccedil;&atilde;o est&aacute; a contribuir para uma redu&ccedil;&atilde;o da frequ&ecirc;ncia de compra mas sem ter a contrapartida de um aumento do volume total comprado. No extremo oposto o segmento dos Reformados foi quem menos reduziu a frequ&ecirc;ncia de compra (apenas -0,7%) e onde as Promo&ccedil;&otilde;es menos pesam nas compras (14,4% versos os 19% para o Total Portugal).</p>
<p>Se analisarmos os &uacute;ltimos 4 anos fica claro que os lares portugueses percorrem um caminho de &ldquo;otimiza&ccedil;&atilde;o&rdquo; do consumo FMCG, reduzindo o volume comprado em -11% desde 2010. Esta realidade, quer seja for&ccedil;ada pelas dificuldades ou fruto de um esfor&ccedil;o de poupan&ccedil;a, leva-nos a concluir, globalmente, que h&aacute; maior frugalidade no comprador portugu&ecirc;s.<br />Apesar da frequ&ecirc;ncia de compra ser agora id&ecirc;ntica &agrave; de 2012, n&atilde;o podemos falar num regresso ao comportamento de compra que acontecia antes desta crise, pela simples raz&atilde;o que agora compramos menos quantidade FMCG.</p>
<p><strong>P6: Um sinal positivo</strong><br />Talvez seja um sinal positivo o facto de nas &uacute;ltimas semanas do semestre &ndash; o P6 &ndash; apresentar pela primeira vez em tr&ecirc;s anos uma varia&ccedil;&atilde;o positiva face ao per&iacute;odo hom&oacute;logo, no volume total comprado pelos lares. Talvez seja um sinal, que a consolidar-se nos pr&oacute;ximos meses, possa representar uma mudan&ccedil;a de tend&ecirc;ncia na crescente redu&ccedil;&atilde;o do volume total no fmcg.<br /><br /></p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 28 Jul 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Brisas-de-mudana-no-1-Semestre-de-2014</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[O pequeno-almoÃ§o estÃ¡ a sair de casa?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/O-pequeno-almoo-est-a-sair-de-casa</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste primeiro semestre 46% das categorias perdem frequ&ecirc;ncia de compra, no mercado FMCG, no que respeita ao consumo dos lares em Portugal Continental. Mas destas categorias 35% s&atilde;o de produtos habitualmente consumidos ao &ldquo;pequeno-almo&ccedil;o&rdquo;.</p>
<p>E esta redu&ccedil;&atilde;o acontece mesmo verificando que estas mesmas categorias tiveram uma press&atilde;o promocional e mesmo um &ldquo;desconto m&eacute;dio&rdquo; dessas promo&ccedil;&otilde;es, acima da m&eacute;dia do mercado. &Eacute; o caso particular dos Iogurtes e dos Cereais do Pequeno-Almo&ccedil;o onde a sua press&atilde;o promocional atingiu respetivamente 38,8% e 25,4% de share.</p>
<p>Indica portanto uma clara redu&ccedil;&atilde;o do consumo dentro de casa destas categorias em particular. Ou talvez um regresso a h&aacute;bitos antigos.</p>]]></description>
         <pubDate>Sun, 27 Jul 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/O-pequeno-almoo-est-a-sair-de-casa</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[O volume FMCG cai hÃ¡ 4 anos, consecutivamente]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/O-volume-FMCG-cai-h-anos-consecutivamente</link>
         <description><![CDATA[<p>No que diz respeito ao comportamento de compra dos lares portugueses, h&aacute; uma tend&ecirc;ncia constante desde 2010 que se traduz em comprar sistematicamente cada vez menos volume FMCG desde 2010, o que demostra uma aparente tend&ecirc;ncia para uma frugalidade dos compradores neste mercado do FMCG, tradicionalmente um dos mais est&aacute;veis de todos os setores econ&oacute;micos.</p>
<p>Em quatro anos reduzimos em Portugal em -11% o volume FMCG comprado pelos Lares. Um efeito claro desta crise iniciada em 2009, como se v&ecirc; na tabela seguinteOs dados seguintes demostram o que acabamos de indicar:</p>
<table border="1" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>&nbsp;</td>
<td style="text-align: center;">YTD P6 2010</td>
<td style="text-align: center;">YTD P6 2011</td>
<td style="text-align: center;">YTD P6 2012</td>
<td style="text-align: center;">YTD P6 2013YTD</td>
<td style="text-align: center;">YTD P6 2014</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Gasto Medio&nbsp; (&euro;)</td>
<td style="text-align: center;">989,4</td>
<td style="text-align: center;">953,1</td>
<td style="text-align: center;">1010,5</td>
<td style="text-align: center;">1021,5</td>
<td style="text-align: center;">995,4</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Compra Media&nbsp; (Kg/L)</td>
<td style="text-align: center;">658,2</td>
<td style="text-align: center;">633,1</td>
<td style="text-align: center;">621,4</td>
<td style="text-align: center;">598,7</td>
<td style="text-align: center;">584,7</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Sat, 26 Jul 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/O-volume-FMCG-cai-h-anos-consecutivamente</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Mimosa Ã© a marca mais escolhida em Portugal ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Mimosa--a-marca-mais-escolhida-em-Portugal-</link>
         <description><![CDATA[<p>Mais pessoas em Portugal escolheram a Mimosa do que qualquer outra marca de alimenta&ccedil;&atilde;o, de acordo com ranking das Marcas FMCG Mais Escolhidas do Mundo &ldquo;Brand Footprint&rdquo; da Kantar Worldpanel, para o mercado nacional de grande consumo. No seu segundo ano, o ranking e relat&oacute;rio Brand Footprint descrevem as estrat&eacute;gias ganhadoras que as marcas globais de FMCG mais bem-sucedidas est&atilde;o a utilizar, bem como as principais tend&ecirc;ncias do setor.</p>
<p>O ranking revela as marcas que est&atilde;o a ser compradas pela maioria das pessoas, com mais frequ&ecirc;ncia, nas &aacute;reas de alimenta&ccedil;&atilde;o, bebidas, sa&uacute;de e beleza e cuidado com o lar.</p>
<p>O Top10 das marcas mais escolhidas em Portugal, onde existem 5 marcas portuguesas, &eacute; de acordo com o relat&oacute;rio Brand Footprint da Kantar Worldpanel, o seguinte:</p>
<table border="1" align="center">
<tbody>
<tr>
<td># 2013</td>
<td>Marca</td>
<td>CRP Absoluto 2013</td>
</tr>
<tr>
<td>1</td>
<td>Mimosa</td>
<td>31.348.497</td>
</tr>
<tr>
<td>2</td>
<td>Danone</td>
<td>25.368.746</td>
</tr>
<tr>
<td>3</td>
<td>Compal</td>
<td>12.503.205</td>
</tr>
<tr>
<td>4</td>
<td>Nobre</td>
<td>11.021.250</td>
</tr>
<tr>
<td>5</td>
<td>Coca-Cola</td>
<td>9.789.893</td>
</tr>
<tr>
<td>6</td>
<td>Renova</td>
<td>9.283.982</td>
</tr>
<tr>
<td>7</td>
<td>Planta</td>
<td>8.693.471</td>
</tr>
<tr>
<td>8</td>
<td>Colgate</td>
<td>8.467.254</td>
</tr>
<tr>
<td>9</td>
<td>Iglo</td>
<td>8.300.461</td>
</tr>
<tr>
<td>10</td>
<td>Delta</td>
<td>8.108.479</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>A marca fabricada pela Lactogal, a Mimosa &ndash; conhecida marca de leite, manteiga, iogurtes e queijo &ndash; est&aacute; presente em 88% dos Lares Portugueses e foi escolhida mais de 31 milh&otilde;es de vezes no ano passado, um valor praticamente id&ecirc;ntico ao que aconteceu em 2012, o que diz bastante sobre a fidelidade do consumidor a esta marca.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">NOTA IMPORTANTE:</span></strong></p>
<p>Para aceder aos rankings global, regional, por pa&iacute;s, por setor e &iacute;ndice completo das marcas inclu&iacute;das no Top 50 Global, por favor visite <a href="http://www.kantarworldpanel.com/brandfootprint">www.kantarworldpanel.com/brandfootprint</a></p>
<p><strong>Metodologia Brand Footprint</strong></p>
<p>O relat&oacute;rio Brand Footprint da Kantar Worldpanel baseia-se em 66% da popula&ccedil;&atilde;o mundial; num total de 956 milh&otilde;es de lares de 35 pa&iacute;ses e 68% do PIB global. O ranking completo abrange mais de 200 categorias de FMCG, monitorizadas em todo o mundo pela Kantar Worldpanel, nos setores de bebidas, alimenta&ccedil;&atilde;o, sa&uacute;de e beleza, cuidado do lar, bebidas alco&oacute;licas, confeitaria e fraldas. O ranking baseia-se numa m&eacute;trica inovadora criada pela Kantar Worldpanel designada como Consumer Reach Point, que mede cada vez que um consumidor escolhe uma marca. Os dados para o relat&oacute;rio deste ano foram recolhidos ao longo de 52 semanas entre Outubro de 2012 e Outubro de 2013. Todos os dados dizem respeito a compras efetuadas para o lar.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 11 Jul 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Mimosa--a-marca-mais-escolhida-em-Portugal-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[E-commerce FMCG cresce 17 biliÃµes dÃ³lares em 2016]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/E-commerce-FMCG-crescer-17-bilies-dlares-em-2016</link>
         <description><![CDATA[<p>&nbsp;Um estudo lan&ccedil;ado hoje pela Kantar Worldpanel revela as estrat&eacute;gias para os distribuidores e as marcas aproveitarem o crescimento previsto das vendas on-line no mercado FMCG. A Kantar Worldpanel antecipa que o e-commerce ser&aacute; respons&aacute;vel por 53 bili&otilde;es de d&oacute;lares das vendas globais de FMCG em 2016 &ndash; um aumento de 17 bili&otilde;es de d&oacute;lares (47%), face aos atuais 36 bili&otilde;es de d&oacute;lares (Os produtos frescos n&atilde;o est&atilde;o inclu&iacute;dos nesta defini&ccedil;&atilde;o de FMCG).</p>
<p>O estudo, que &eacute; baseado na an&aacute;lise profunda dos h&aacute;bitos de compra de 100 mil compradores em 10 dos maiores mercados on-line, prev&ecirc; que o e-ccomerce seja respons&aacute;vel por 5,2% das vendas globais de FMCG em 2016 &ndash; um aumento de 3.7% face ao atual.</p>
<p>Prev&ecirc;-se que a &Aacute;sia ser&aacute; o grande mercado de crescimento. A Coreia do Sul continuar&aacute; na sua posi&ccedil;&atilde;o de lideran&ccedil;a, com o on-line a ser respons&aacute;vel por 13.8% das vendas de FMCG em 2016. Atualmente, 55% dos compradores coreanos compram on-line, um valor excecionalmente alto, que n&atilde;o tem compara&ccedil;&atilde;o com qualquer outro pa&iacute;s do mundo. A quota de mercado FMCG on-line continuar&aacute; a crescer rapidamente em Taiwan e na China, atingindo 4.5% e 3.3% de quota de mercado do total FMCG, respetivamente.</p>
<p>O Reino Unido foi o pioneiro do mercado FMCG on-line na Europa. Os compradores brit&acirc;nicos compram na Internet uma vez por m&ecirc;s e as suas cestas de compras s&atilde;o cinco vezes maiores do que em offline (na maior parte dos pa&iacute;ses as cestas de compras on-line s&atilde;o duas vezes maiores que as cestas offline). No entanto, o crescimento impressionante da oferta &ldquo;click and collect&rdquo; em Fran&ccedil;a, conhecida como &ldquo;Drive&rdquo;, far&aacute; com que este pa&iacute;s ultrapasse o Reino Unido em 2016, com 6.1% de quota de mercado vs 5.5%, respetivamente.</p>
<p>O crescimento das vendas on-line de FMCG apresenta uma grande oportunidade para distribuidores e marcas. Os atuais compradores on-line, tipicamente de classe m&eacute;dia e classe alta, tendem a favorecer produtos de marca, em detrimento das marcas da distribui&ccedil;&atilde;o sendo o on-line uma plataforma ideal para as marcas. Em Fran&ccedil;a, 55% dos consumidores on-line voltam a usar a mesma lista para cada compra, sendo essencial para as marcas assegurar a sua presen&ccedil;a nas listas de compras, se pretendem beneficiar do crescimento previsto.</p>
<p align="center"><strong>An&aacute;lise por pa&iacute;s do mercado FMCG on-line&nbsp;</strong></p>
<table border="1" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>&nbsp;</td>
<td>Quota mercado FMCG on-line 2013</td>
<td>Percentagem compradores on-line 2013</td>
<td>Compra m&eacute;dia compras on-line vs m&eacute;dia 2013</td>
<td>Tamanho cesta compras on-line vs m&eacute;dia 2013</td>
<td>Quota mercado FMCG online 2016</td>
</tr>
<tr>
<td>Coreia do Sul</td>
<td>&nbsp;10.2</td>
<td>55&nbsp;</td>
<td>8&nbsp;</td>
<td>2.3&nbsp;</td>
<td>13.8&nbsp;</td>
</tr>
<tr>
<td>Fran&ccedil;a</td>
<td>&nbsp;3.9</td>
<td>30&nbsp;</td>
<td>5&nbsp;</td>
<td>2.0&nbsp;</td>
<td>6.1&nbsp;</td>
</tr>
<tr>
<td>Reino Unido</td>
<td>&nbsp;4.9</td>
<td>22&nbsp;</td>
<td>12&nbsp;</td>
<td>4.8&nbsp;</td>
<td>5.5&nbsp;</td>
</tr>
<tr>
<td>Taiwan</td>
<td>&nbsp;3.2</td>
<td>36&nbsp;</td>
<td>4&nbsp;</td>
<td>2.4&nbsp;</td>
<td>4.5&nbsp;</td>
</tr>
<tr>
<td>China</td>
<td>&nbsp;1.9</td>
<td>28&nbsp;</td>
<td>3&nbsp;</td>
<td>1.7&nbsp;</td>
<td>3.3</td>
</tr>
<tr>
<td>Portugal</td>
<td>&nbsp;0.9</td>
<td>8&nbsp;</td>
<td>3&nbsp;</td>
<td>2.4&nbsp;</td>
<td>1.4&nbsp;</td>
</tr>
<tr>
<td>Espanha</td>
<td>&nbsp;1.0</td>
<td>14&nbsp;</td>
<td>2&nbsp;</td>
<td>2.3&nbsp;</td>
<td>1.2&nbsp;</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>St&eacute;phane Roger, Global Shopper e Retail Director na Kantar Worldpanel, explica: &ldquo;Embora o on-line tenha uma pequena quota de mercado neste momento, todos os pa&iacute;ses est&atilde;o a verificar um crescimento consider&aacute;vel. O futuro pertence aos distribuidores e marcas que aproveitem as oportunidades que s&atilde;o proporcionadas, para aumentar os seus mercados alvo. A introdu&ccedil;&atilde;o lenta e tardia do on-line pode prejudicar as vendas e a quota de mercado.&rdquo;</p>
<p>O estudo divulga as barreiras que impedem distribuidores e marcas de se envolverem com o canal on-line. Mostra que a maiorias destas s&atilde;o apenas uma perce&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o correspondem &agrave;s experi&ecirc;ncias reais dos consumidores. Entre elas est&atilde;o o medo de que a presen&ccedil;a on-line canibalize as vendas nas lojas f&iacute;sicas e que os consumidores se tornem menos fi&eacute;is caso comprem on-line &ndash; o estudo mostra que o oposto &eacute; verdade para os dois cen&aacute;rios.</p>
<p>St&eacute;phane Roger continua: &ldquo;Uma das principais preocupa&ccedil;&otilde;es dos players FMCG &eacute; que o e-commerce retire o gasto do canal f&iacute;sico. No entanto, isto &eacute; tamb&eacute;m um dos maiores equ&iacute;vocos. Ter uma oferta on-line ajuda a garantir vendas adicionais, em vez de canibalizar o gasto das lojas f&iacute;sicas.&rdquo;</p>
<p>O estudo divulga tamb&eacute;m as estrat&eacute;gias que os distribuidores e as marcas est&atilde;o a utilizar para ganharem quota de mercado, em diferentes ambientes locais de retalho, desde a Coreia Sul, China, Fran&ccedil;a e Reino unido. Isto implica refor&ccedil;ar as compras por impulso, tornar as compras on-line mais divertidas e utilizar as &uacute;ltimas t&eacute;cnicas de compras de conveni&ecirc;ncia.</p>
<p><a href="http://www.kantarworldpanel.com/dwl.php?sn=news_downloads&amp;id=529">Clique aqui para fazer o download do estudo</a></p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 18 Jun 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/E-commerce-FMCG-crescer-17-bilies-dlares-em-2016</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[PromoÃ§Ãµes finalmente em anÃ¡lise sistemÃ¡tica]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Promoes-finalmente-em-anlise-sistemtica</link>
         <description><![CDATA[<p>Foi j&aacute; apresentado publicamente o estudo da Kantar Worldpanel sobre o efeito das promo&ccedil;&otilde;es realizadas no setor FMCG, um tema bastante requerido pelo mercado.</p>
<p>No &uacute;ltimo ano houve em Portugal uma press&atilde;o promocional sem precedentes, que levantou uma s&eacute;ria de quest&otilde;es fundamentais para a gest&atilde;o do neg&oacute;cio do Grande Consumo e da Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna. Desde logo, interroga&ccedil;&otilde;es sobre qual seria o incremento real das vendas promocionais neste mercado. Ser&aacute; que as mesmas mec&acirc;nicas promocionais serviriam bem para todas as categorias? E para todas as marcas? E qual o efeito das promo&ccedil;&otilde;es nas vendas das ins&iacute;gnias? E nas categorias? Ou seja, precisamos conhecer qual &eacute; o retorno do investimento promocional, o que agora pode ser feito pois j&aacute; h&aacute; em Portugal um estudo sistem&aacute;tico sobre as Promo&ccedil;&otilde;es no FMCG, desenvolvido pela Kantar Worldpanel, considerando a &oacute;tica dos compradores.</p>
<p>Praticamente todos os Lares de Portugal Continental (99%) compraram pelo menos um produto em Promo&ccedil;&atilde;o durante 2013, considerando apenas o mercado do Grande Consumo (FMCG). Estas promo&ccedil;&otilde;es estiveram presentes em 40% de todos os atos de compra realizados durante o ano passado, pelas fam&iacute;lias portuguesas, com pelo menos um produto. Um resultado curioso foi saber que o desconto m&eacute;dio global obtido pelos consumidores, no conjunto de todas as compras, foi de 27%.</p>
<p>Estas conclus&otilde;es s&atilde;o resultado do estudo sistem&aacute;tico sobre Promo&ccedil;&otilde;es que &eacute; realizado a partir de agora pela Kantar Worldpanel. Neste processo identificamos mais de 85 tipos diferentes de promo&ccedil;&otilde;es presentes nos folhetos promocionais da DM. Destaque-se ainda que estas promo&ccedil;&otilde;es s&atilde;o feitas em cerca de 94% dos casos, nos produtos de Marca de Fabricante.</p>
<p>Assim e partir de agora as promo&ccedil;&otilde;es podem ser avaliadas trimestralmente e em cont&iacute;nuo.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 16 May 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Promoes-finalmente-em-anlise-sistemtica</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Coca-Cola continua a ser a mais escolhida do mundo]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Coca-Cola-continua-a-ser-a-marca-mais-escolhida-do-mundo</link>
         <description><![CDATA[<p>A marca Coca-Cola continua a ser a marca mais escolhida do mundo, pelo segundo ano consecutivo no ranking Brand Footprint da Kantar Worldpanel, sobre o mercado do Grande Consumo. Esta conhecida marca de refrigerantes foi escolhida 5,9 mil milh&otilde;es de vezes em 2013, cerca de 124 milh&otilde;es mais do que em 2012. Este crescimento de 2% veio sobretudo da Am&eacute;rica Central, Col&ocirc;mbia, Alemanha, Irlanda, M&eacute;xico, R&uacute;ssia e Tail&acirc;ndia.</p>
<p>O ranking Brand Footprint revela as marcas que foram compradas por mais pessoas e mais frequentemente, em 35 pa&iacute;ses em todo o mundo, nas &aacute;reas da Alimenta&ccedil;&atilde;o, Bebidas, Sa&uacute;de, Higiene Pessoal e Beleza e nas &aacute;reas da Limpeza e Cuidados Dom&eacute;sticos. O relat&oacute;rio sublinha as estrat&eacute;gias vencedoras que as mais bem-sucedidas marcas do setor FMCG est&atilde;o a empregar, indicando ainda as tend&ecirc;ncias chave da ind&uacute;stria.</p>
<p>Alguns destaques sobre as Marcas e Categorias presentes neste ranking:</p>
<ul>
<li><strong>Colgate &eacute; a marca mais escolhida do mundo na &aacute;rea de Higiene Pessoal e Beleza</strong> &ndash; A pasta de dentes favorita do mundo viu crescer o seu resultado em 3%, atingindo 3,6 mil milh&otilde;es de atos de compra. &Eacute; a marca mais escolhida da sua categoria em 18 pa&iacute;ses, bem como tem a maior base de clientes do mundo, tendo sido comprada por 6 em cada 10 lares, a n&iacute;vel global.</li>
<li><strong>Maggi &eacute; a marca Alimentar mais escolhida</strong> &ndash; A marca propriedade da Nestl&eacute; para temperos, sopas instant&acirc;neas e molhos apela &agrave; emo&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico com uma comunica&ccedil;&atilde;o focada no bom sabor da comida caseira. Os seus produtos foram escolhidos 2 mil milh&otilde;es de vezes no &uacute;ltimo ano, um crescimento de 4%.</li>
<li><strong>&ldquo;Iced Tea&rdquo; &eacute; a categoria que mais rapidamente cresceu no mercado FMCG em todo o mundo</strong> &ndash; Conseguiu adicionar 15 milh&otilde;es de novos compradores no &uacute;ltimo ano, um crescimento de 12%.</li>
<li>S<strong>nacks s&atilde;o comprados por 80% dos lares mundiais e continuam a crescer</strong> &ndash; Lay&rsquo;s (N&ordm;8), Oreo (N&ordm;24), Cheetos (N&ordm;38) e Doritos (N&ordm;49) est&atilde;o entre as 10 marcas que mais crescem dentro do Top 50. Estas marcas destacaram-se ao ganharem novos compradores e aumentando a frequ&ecirc;ncia de compra com o desenvolvimento de novos produtos, localizando sabores e uma comunica&ccedil;&atilde;o inovadora.</li>
<li><strong>Oreo bem-sucedida na China</strong> &ndash; A bolacha favorita a n&iacute;vel mundial recrutou 19 milh&otilde;es de compradores no &uacute;ltimo ano, mais do que qualquer outra marca do ranking. Foi particularmente bem-sucedida na China, onde &eacute; atualmente a marca de bolachas n&uacute;mero 1, ap&oacute;s alguns anos de cont&iacute;nuo investimento e crescimento.</li>
</ul>
<p>Para aceder aos rankings global, regional, por pa&iacute;s, por setor e &iacute;ndice completo das marcas inclu&iacute;das no Top 50 Global, por favor visite&nbsp;<a href="http://www.brandfootprint-ranking.com/home/">http://www.brandfootprint-ranking.com/home/</a></p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 15 May 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Coca-Cola-continua-a-ser-a-marca-mais-escolhida-do-mundo</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Uma nova visÃ£o de 360Âº sobre a Beleza]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Uma-nova-viso-de-360-sobre-a-Beleza-360-</link>
         <description><![CDATA[<p>O mercado e os consumidores de &ldquo;Beauty&rdquo; passam a ser, a partir deste ano, monitorizados por um novo painel com uma amostra com 7000 indiv&iacute;duos, representativa da popula&ccedil;&atilde;o com 15 e mais anos. Temos assim uma acrescida capacidade de cobertura dos diferentes canais de venda e distribui&ccedil;&atilde;o dos produtos da &aacute;rea de &ldquo;Beauty&rdquo; e &ldquo;Higiene Pessoal&rdquo; incluindo o canal direto (Cat&aacute;logos), o Online, as cadeias Especializadas, as Perfumarias, as Farm&aacute;cias e Para-farm&aacute;cias, as cadeias DM e ainda todos os outros locais de compra destes produtos. Ou seja, um painel que permite uma vis&atilde;o integrada do consumidor a 360&ordm; sobre todos os canais de venda destas categorias, permitindo uma an&aacute;lise completa sobre as intera&ccedil;&otilde;es entre as diferentes marcas e diferentes canais.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 13 May 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Uma-nova-viso-de-360-sobre-a-Beleza-360-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Usage: como encontrar novas oportunidades no Uso?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Usage-como-encontrar-novas-oportunidades-no-Uso</link>
         <description><![CDATA[<p>Para poder crescer h&aacute; que encontrar novas oportunidades. Um estudo exaustivo sobre os h&aacute;bitos de uso dos produtos e do seu consumo permite descortinar a presen&ccedil;a - ou a oportunidade de presen&ccedil;a &ndash; das marcas no consumo dos Portugueses. Este novo estudo &ldquo;Usage&rdquo; permite n&atilde;o apenas aferir toda uma &aacute;rea de &ldquo;usos e atitudes&rdquo; como fazer a liga&ccedil;&atilde;o direta do uso ao comportamento de compra, permitindo insights e recomenda&ccedil;&otilde;es novas que podem permitir aproveitar novas formas de crescimento.</p>
<p>Os primeiros resultados divulgados abordaram a forma como os Portugueses cozinham e os h&aacute;bitos associados, bem como os momentos de consumo respetivos. Assim, sabemos que numa base semanal existem, em m&eacute;dia, 42 momentos distintos de consumo alimentar, dos quais 19 s&atilde;o ocasi&otilde;es de consumo em casa.</p>
<p>A investiga&ccedil;&atilde;o sobre o que as pessoas comem nesses momentos e as respetivas marcas usadas d&atilde;o de imediato uma no&ccedil;&atilde;o da presen&ccedil;a e da oportunidade potencial de mais presen&ccedil;a e mais consumo para as marcas de produtos alimentares. Deste modo, podemos agora conhecer a compra e a utiliza&ccedil;&atilde;o. Por exemplo a an&aacute;lise sobre o pequeno-almo&ccedil;o caracteriza-nos os h&aacute;bitos atuais dos portugueses nesta refei&ccedil;&atilde;o, indicando claramente alguma oportunidades de desenvolvimento. Por outro lado, podemos auditar as fontes de consumo de uma marca. Por exemplo a marca MIMOSA, que foi considerada em 2012 a marca mais presente nos lares portugueses, com 87% de penetra&ccedil;&atilde;o, (1&ordm; lugar no indicador CRP - Consumer Reach Point) tem o seu neg&oacute;cio fundamentado sobretudo no momento do &ldquo;Pequeno-almo&ccedil;o&rdquo;. Na verdade, os resultados do estudo provam que a Mimosa tem uma penetra&ccedil;&atilde;o elevada (20%) nos lares, relativamente ao &ldquo;Pequeno-Almo&ccedil;o&rdquo;. Mas a sua penetra&ccedil;&atilde;o &eacute; de apenas 7,5% no momento do &ldquo;Lanche da Tarde&rdquo; ou mesmo s&oacute; de 2% por ocasi&atilde;o do &ldquo;Almo&ccedil;o&rdquo;. Ofertas mais direcionadas para diferentes momentos de consumo podem claramente expandir o neg&oacute;cio de uma marca.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 12 May 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Usage-como-encontrar-novas-oportunidades-no-Uso</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Pequeno-AlmoÃ§o com o Consumidor - Dia 3 de Abril]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Pequeno-Almoo-com-o-Consumidor-Dia---3-de-Abril</link>
         <description><![CDATA[<p>&Eacute; j&aacute; no pr&oacute;ximo dia 3 de Abril o evento anual da Kantar Worldpanel &ldquo;Pequeno-Almo&ccedil;o com o Consumidor&rdquo;, edi&ccedil;&atilde;o de 2014. Inscreva-se e marque j&aacute; na sua agenda.</p>
<p>Este ano temos uma novidade importante. Vamos pedir que ajude a Unicef com uma doa&ccedil;&atilde;o, o que lhe permite&nbsp;fazer a&nbsp;inscri&ccedil;&atilde;o no nosso evento anual. Veja como &eacute; f&aacute;cil. E faz bem!</p>
<p>Muitas vezes queremos ajudar quem mais precisa. Mas por falta de &ldquo;tempo&rdquo; ou porque simplesmente &ldquo;n&atilde;o se proporciona&rdquo; acabamos por n&atilde;o o fazer. A Kantar tem uma liga&ccedil;&atilde;o muito especial com a Unicef, angariando fundos de v&aacute;rias formas, por via do nosso projeto &ldquo;Brighter Futures&rdquo;. Este ano pedimos a todas as empresas que queiram inscrever algu&eacute;m no nosso evento &ldquo;Pequeno-Almo&ccedil;o com o Consumidor&rdquo; &ndash; a 3 de Abril 2014 - que fa&ccedil;am primeiro uma doa&ccedil;&atilde;o de 100 euros para a Unicef! As vossas contribui&ccedil;&otilde;es v&atilde;o fazer a diferen&ccedil;a!&nbsp;Para saber mais sobre este programa visite o nosso site www.kantarworldpanel.com ou ent&atilde;o os links:</p>
<p><a href="http://www.kantarworldpanel.com/global/About-us/Partnership-with-UNICEF">http://www.kantarworldpanel.com/global/About-us/Partnership-with-UNICEF</a></p>
<p><a href="http://www.unicef.org.uk/UNICEFs-Work/Our-supporters/Organisations/Corporate-partners/Kantar/">http://www.unicef.org.uk/UNICEFs-Work/Our-supporters/Organisations/Corporate-partners/Kantar/</a></p>
<p>Como posso inscrever-me e fazer a doa&ccedil;&atilde;o &agrave; Unicef?</p>
<p>As empresas ou pessoas que se queiram inscrever no &ldquo;Pequeno-Almo&ccedil;o com o Consumidor&rdquo; apenas ter&atilde;o de fazer o seguinte:<br />1) Ir ao site&nbsp;<a href="http://www.kantarbrighterfutures.com/">http://www.kantarbrighterfutures.com/</a><br />2) Selecionar que &eacute; uma doa&ccedil;&atilde;o relativa &agrave; Kantar Worldpanel<br />3) Clicar na op&ccedil;&atilde;o &ldquo;Fundraising event&rdquo;<br />4) No campo sobre o local onde foi feita a angaria&ccedil;&atilde;o de fundos escrever &ldquo;PAC&rdquo;<br />5) Indicar o montante em euros da doa&ccedil;&atilde;o (100&euro;) da sua empresa<br />6) Indicar o nome da pessoa que faz o processo de doa&ccedil;&atilde;o<br />7) Indicar o nome e morada da empresa que faz a doa&ccedil;&atilde;o.<br />8) Proceder ao pagamento por Cart&atilde;o de Cr&eacute;dito.</p>
<p>Depois s&oacute; ter&aacute; de enviar o comprovativo e o nome das pessoas inscritas para o nosso endere&ccedil;o: portugal@kantarworldpanel.com e logo lhe confirmamos a inscri&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>
<p>Se acaso a vossa empresa tiver alguma dificuldade administrativa em fazer doa&ccedil;&otilde;es, a Kantar Worldpanel poder&aacute; emitir uma fatura de inscri&ccedil;&atilde;o no evento ("Inscri&ccedil;&atilde;o na Conferencia "Pequeno-Almo&ccedil;o com o Consumidor") no valor de 100&euro; +Iva, fazendo depois uma doa&ccedil;&atilde;o &agrave; Unicef de igual valor.&nbsp;</p>
<p>Por quest&otilde;es de limita&ccedil;&atilde;o de espa&ccedil;o as empresas "n&atilde;o clientes" da Kantar Worldpanel apenas podem inscrever&nbsp;quatro&nbsp;pessoas no evento, por&nbsp;cada doa&ccedil;&atilde;o de 100&euro;.&nbsp;</p>
<p>Pedimos a&nbsp;todas&nbsp;as empresas interessadas que fa&ccedil;am o mais rapidamente possivel a sua inscri&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>
<p>O espa&ccedil;o &eacute; limitado.&nbsp;Obrigado.&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><br /><br /></p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 26 Feb 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Pequeno-Almoo-com-o-Consumidor-Dia---3-de-Abril</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Sinais de esperanÃ§a para 2014?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Sinais-de-esperana-para-2014</link>
         <description><![CDATA[<p>Apesar do volume comprado pelos Lares Portugueses no FMCG ter ca&iacute;do -1,5%, h&aacute; um conjunto de sinais positivos ou de recupera&ccedil;&atilde;o, que d&atilde;o boas indica&ccedil;&otilde;es para 2014. Recorde-se que no primeiro semestre de 2013 o volume chegou a cair -3,7% o que constituiu o pico da crise neste mercado. A recupera&ccedil;&atilde;o em especial do terceiro trimestre veio amenizar o balan&ccedil;o do ano. Esta pequena queda do mercado do consumo das fam&iacute;lias portuguesas (-1,5%) que a Kantar Worldpanel reporta para o FMCG est&aacute;, curiosamente, em linha com a tend&ecirc;ncia divulgada pelo INE sobre o consumo em geral no retalho, que caiu -1,8% em 2013. Tamb&eacute;m aqui &eacute; poss&iacute;vel ver alguma recupera&ccedil;&atilde;o relativa, pois em 2012 tinha ca&iacute;do -5,8%.</p>
<p>Em termos de comportamento do Shopper, 2013 foi um ano de clara procura por parte do consumidor pelo melhor neg&oacute;cio poss&iacute;vel (a tend&ecirc;ncia &ldquo;Best Deal&rdquo; j&aacute; reportada), o que resultou em cestas mais pequenas e numa maior frequ&ecirc;ncia de compra. &Eacute; importante notar que h&aacute; tr&ecirc;s anos consecutivos que h&aacute; uma redu&ccedil;&atilde;o do volume total comprado em FMCG pelos lares portugueses, sinal claro de racionaliza&ccedil;&atilde;o e conten&ccedil;&atilde;o do &ldquo;shopper&rdquo;. Por outro lado, em termos de organiza&ccedil;&atilde;o das compras e da &ldquo;lista de compras&rdquo; &eacute; poss&iacute;vel aferir que a lista mais frequente em 2012 &eacute; praticamente a mesma em 2013, em termos das categorias preferidas. O aumento da frequ&ecirc;ncia de compra ajuda a subir a import&acirc;ncia da &ldquo;segunda lista&rdquo; mais frequente. Um sinal positivo prende-se com o facto da Classe Social Alta ter j&aacute; retomado o consumo, crescendo em volume 4,7%, em 2013, uma tend&ecirc;ncia ainda isolada fase aos restantes grupos sociais</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 25 Feb 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Sinais-de-esperana-para-2014</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[A epopeia das cÃ¡psulas de cafÃ©]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/A-epopeia-das-cpsulas-de-caf</link>
         <description><![CDATA[<p>Se h&aacute; uns anos, quando surgiu o caf&eacute; em c&aacute;psulas, algu&eacute;m dissesse que em poucos anos, haveria quase metade dos lares portugueses a comprar caf&eacute; em c&aacute;psulas, seria possivelmente considerado louco. O argumento do pre&ccedil;o - sempre o pre&ccedil;o &ndash; foi visto na altura como um obst&aacute;culo intranspon&iacute;vel para a massifica&ccedil;&atilde;o deste produto.</p>
<p>E no entanto, e se em 2010 apenas uns quase elitistas 14% dos lares compravam c&aacute;psulas, rapidamente esse valor subiu para 26% em 2011 e at&eacute; 38% em 2012. Ou seja, mais do que duplicou a Penetra&ccedil;&atilde;o em dois anos. Atingindo finalmente 49,5% dos lares em 2013!</p>
<p>Isto foi poss&iacute;vel porque as m&aacute;quinas surgiram com valores mais acess&iacute;veis, criando-se o conceito de &ldquo;luxo acess&iacute;vel&rdquo;, a que se juntou a tend&ecirc;ncia de maior consumo dentro de casa dos &uacute;ltimos anos e o sucesso finalmente aconteceu. Criando valor e fazendo crescer uma categoria que parecia estar num ciclo de vida de &ldquo;maturidade&rdquo;.</p>
<p>E o caf&eacute; em c&aacute;psulas tem um pre&ccedil;o barato? Sabemos que n&atilde;o, em termos de pre&ccedil;o/Kg, mas a sua conveni&ecirc;ncia, qualidade, o consumo dentro do lar, bem como a redu&ccedil;&atilde;o dos custos de acesso e tamb&eacute;m a redu&ccedil;&atilde;o do pre&ccedil;o por embalagem foram mais do que suficientes para seduzir metade dos Lares Portugueses. Num caminho que ainda n&atilde;o parou de crescer.</p>
<p>No entanto, o caf&eacute; mo&iacute;do 250g continua a ser o maior segmento em volume, pesando 41% do volume total consumido pelos lares e tem ainda um maior volume por ato do que o segmento de c&aacute;psulas de caf&eacute;s. Mas cada vez mais pr&oacute;ximo est&atilde;o as c&aacute;psulas, que pesaram 33,9% do volume, em 2013. Dados do painel de lares de Kantar Worldpanel, com uma amostra de 4.000 lares, representativa de Portugal Continental.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 24 Feb 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/A-epopeia-das-cpsulas-de-caf</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Portugal e Irlanda: o mesmo destino no FMCG?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Portugal-e-Irlanda-o-mesmo-destino-no-FMCG</link>
         <description><![CDATA[<p>&Eacute; frequente ouvir falar que a Irlanda poderia ser um exemplo para Portugal no que diz respeito &agrave; recupera&ccedil;&atilde;o econ&oacute;mica e financeira. Sabemos bem o impacto que este per&iacute;odo de austeridade teve em Portugal, num mercado habitualmente resiliente como &eacute; o FMCG, provocando um pico da queda em volume de -3,7% no 1&ordm; Sem 2013. Mas enquanto 2013, em Portugal, terminou ainda negativo (-1,5%) o mercado irland&ecirc;s do grande consumo j&aacute; cresce, embora apenas 0,8%. Mas verificamos que o shopper irland&ecirc;s tem muitas diferen&ccedil;as de comportamento face ao comprador portugu&ecirc;s. Na Irlanda compra-se mais em cada visita (+1%) e fazem-se menos visitas (-1%). Em Portugal acontece precisamente o contr&aacute;rio.</p>
<p>Outra diferen&ccedil;a relevante ser&aacute; o canal HardDiscount, que na Irlanda consegue apresentar uma oferta que o seu Shopper considera competitiva, fazendo subir a sua quota de mercado, de 11,6% para 13% do mercado. Em Portugal, em 2013, este canal perde -1,5pp de quota. Por outro lado, a MDD na Irlanda cresce mais de 6% e fica com uma quota de 48%, situa&ccedil;&atilde;o oposta ao ocorrido em Portugal, onde a marca do distribuidor recua -5,5%. H&aacute; no entanto um importante ponto em comum, ambos os pa&iacute;ses parecem ter uma ligeira recupera&ccedil;&atilde;o do consumo. Um sinal de esperan&ccedil;a para 2014, em ambos os pa&iacute;ses.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 19 Feb 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Portugal-e-Irlanda-o-mesmo-destino-no-FMCG</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Kantar Worldpanel expande-se para Ãfrica]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Kantar-Worldpanel-expande-se-para-frica</link>
         <description><![CDATA[<p>A Kantar Worldpanel expande-se para &Aacute;frica com o lan&ccedil;amento de um novo painel de consumidores na Nig&eacute;ria, Qu&eacute;nia e Gana.</p>
<p>O novo painel representa a primeira etapa da expans&atilde;o da Kantar Worldpanel prevista para &Aacute;frica. A empresa espera lan&ccedil;ar pain&eacute;is em mais mercados africanos num futuro pr&oacute;ximo.</p>
<p>Esta expans&atilde;o resulta da alian&ccedil;a com outra empresa do grupo Kantar, a TNS RMS. Esta parceria combina o conhecimento profundo e a experi&ecirc;ncia local da TNS RMS e a perspetiva internacional e de lideran&ccedil;a global em pain&eacute;is de consumidores da Kantar Worldpanel.</p>
<p>Com a maior popula&ccedil;&atilde;o de &Aacute;frica e com a segunda maior economia, a Nig&eacute;ria &eacute; um mercado chave para as empresas globais de FMCG. O painel de 3.000 lares j&aacute; existente neste pa&iacute;s foi melhorado e relan&ccedil;ado para refletir a crescente import&acirc;ncia do pa&iacute;s.</p>
<p>No Qu&eacute;nia e no Gana, a Kantar Worldpanel e a TNS RMS criaram pain&eacute;is completamente novos para ajudar as marcas de FMCG a encontrarem caminhos de crescimento nestes dois outros mercados altamente interessantes.</p>
<p>Os primeiros dados sobre a Nig&eacute;ria e o Qu&eacute;nia j&aacute; est&atilde;o dispon&iacute;veis e est&atilde;o a ser entregues aos clientes atrav&eacute;s do WorldpanelOnline, a plataforma de entrega de dados da Kantar Worldpanel.</p>
<p>Josep Montserrat, CEO Global da CEO Kantar Worldpanel afirmou: &ldquo;Com uma popula&ccedil;&atilde;o de mais de um bili&atilde;o, que dever&aacute; aumentar em 50% at&eacute; 2030, &Aacute;frica &eacute; um importante mercado de crescimento para as empresas de FMCG e representa uma grande oportunidade para novos neg&oacute;cios. Queremos que os nossos clientes descubram e tenham acesso a estes mercados de grande crescimento, raz&otilde;es pelas quais nos expandimos para &Aacute;frica&rdquo;</p>
<p>Adeola Tejumola, CEO da TNS RMS WECA afirmou: &ldquo;&Aacute;frica est&aacute;-se a desenvolver rapidamente e esta alian&ccedil;a estrat&eacute;gica com a Kantar Worldpanel &eacute; um passo importante para as marcas de FMCG que querem ter uma vis&atilde;o cr&iacute;tica e conhecimento sobre o consumidor africano. Com amostras robustas, recolha de dados mais precisa e novas ferramentas de an&aacute;lise, esta parceria ir&aacute; gerar insights para os nossos clientes e ir&aacute; ajud&aacute;-los a integrar uma perspetiva internacional que a Kantar Worldpanel traz, quando procurem por oportunidades de crescimento.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 18 Feb 2014 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Kantar-Worldpanel-expande-se-para-frica</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Factos que deve saber sobre a China ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Aumento-dirio-no-nmero-de-pessoas-com-acesso-ao-grande-consumo</link>
         <description><![CDATA[<p>Como sabemos a for&ccedil;a do mercado FMCG na China &eacute; a sua dimens&atilde;o, mas tamb&eacute;m o seu potencial de crescimento, com o aumento di&aacute;rio no acesso aos produtos de grande consumo de mais pessoas. Em 2011, os lares chineses destinaram 24.8% do seu or&ccedil;amento familiar &agrave; alimenta&ccedil;&atilde;o e bebidas n&atilde;o alco&oacute;licas, enquanto que no mesmo per&iacute;odo os lares portugueses destinaram apenas 13%. Para os lares chineses esta &eacute;, ali&aacute;s, a rubrica onde gastam mais dinheiro, &agrave; frente mesmo de custos com a casa, &aacute;gua, eletricidade, etc. Nesse mesmo ano e de acordo com a Kantar Worldpanel o total FMCG cresceu em valor 18.3% e em volume 7.4%, sendo que mais compradores, com cestas maiores s&atilde;o a raz&atilde;o desta performance.</p>
<p><strong>Os chineses adoram marcas</strong></p>
<p>60% dos chineses consideram que &ldquo;marcas conhecidas t&ecirc;m mais qualidade&rdquo; e 45% acham que &ldquo;a marca &eacute; importante quando fazem compras FMCG&rdquo;. No entanto, apesar de gostarem muito de marcas, apenas 24% &ldquo;compram somente a marca de comida ou bebida favorita&rdquo; e 75% optem por &ldquo;escolher a marca no ponto de venda&rdquo;.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 03 Dec 2013 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Aumento-dirio-no-nmero-de-pessoas-com-acesso-ao-grande-consumo</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Hora de Estudar a "Expandability" ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Avaliar-o-comportamento-individual-dos-shoppers-da-sua-marca-de-forma-que-podermos-ter-um-indicador-que-de-forma-rpida-que-permita-quantificar-esta-capacidade-de-expanso-e-logo-o-sucesso-da-ao</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste ano, o &ldquo;volume por ato&rdquo; &eacute; a vari&aacute;vel que explica praticamente a totalidade da contra&ccedil;&atilde;o no FMCG, com uma queda do -1,7% a YTD P10. Neste contexto uma das quest&otilde;es &eacute; saber que os operadores do mercado se devem ajustar &agrave; tend&ecirc;ncia, e de que forma, ou se n&atilde;o devem ajustar-se. Antes de alterem a sua oferta e fazerem promo&ccedil;&otilde;es de quantidade ou altera&ccedil;&otilde;es de formato, tanto os fabricantes como os retalhistas podem estudar e conhecer as capacidades das suas marcas para crescerem realmente via a&ccedil;&otilde;es nas embalagens, seja mudando-as de forma permanente, seja via promo&ccedil;&otilde;es de quantidade. Falamos do conceito de &ldquo;expans&atilde;o de uma marca&rdquo;. Com este objetivo, a proposta que fazemos na Kantar Worldpanel &eacute; avaliar o comportamento individual dos shoppers da sua marca, de forma que podermos ter um indicador, que de forma r&aacute;pida, que permita quantificar esta capacidade de expans&atilde;o e logo o sucesso da a&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Adicionalmente ganha relev&acirc;ncia o estudo do efeito das promo&ccedil;&otilde;es, ao n&iacute;vel das clientelas, de forma a aferir que tipo de clientes (da marca ou da concorr&ecirc;ncia?) que est&atilde;o a aproveitar a promo&ccedil;&atilde;o, qual a promo&ccedil;&atilde;o mais eficaz e o seu efeito a m&eacute;dio e longo prazo na constru&ccedil;&atilde;o ou destrui&ccedil;&atilde;o de valor, e na fideliza&ccedil;&atilde;o ou conquista de novos clientes. Este &eacute; o tipo de objetivos atingidos pelo estudo PromoAdvisor.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 03 Dec 2013 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Avaliar-o-comportamento-individual-dos-shoppers-da-sua-marca-de-forma-que-podermos-ter-um-indicador-que-de-forma-rpida-que-permita-quantificar-esta-capacidade-de-expanso-e-logo-o-sucesso-da-ao</guid>
      </item>	
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         <title><![CDATA[Os Lares compraram mais FMCG este VerÃ£o]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/H-um-crescimento-do-volume-comprado-no-3T-face-ao-homlogo-algo-que-j-no-acontecia-desde-h-4-trimestres</link>
         <description><![CDATA[<p>OS LARES COMPRARAM MAIS ESTE VER&Atilde;O</p>
<p>Os resultados do 3&ordm;T 2013 sobre o consumo fmcg realizado pelos lares d&atilde;o um crescimento que - de algum modo - est&aacute; em linha com o crescimento do PIB e sobretudo com a melhoria do &Iacute;ndice de Confian&ccedil;a do Consumidor (Fonte: INE) (indicador menos negativo). Com efeito h&aacute; um crescimento do volume comprado (+1,4%) neste trimestre face ao hom&oacute;logo, algo que j&aacute; n&atilde;o acontecia desde h&aacute; 4 trimestres. H&aacute; igualmente um crescimento das MDF em 5,4% em volume algo ainda mais significativo pois j&aacute; n&atilde;o acontecia h&aacute; mais de seis (6) trimestres consecutivos! Na realidade a quota em volume da MDF atinge agora o valor de 47,9%, que &eacute; o valor mais alto dos &uacute;ltimos 6 trimestres.</p>
<p>O comportamento do shopper portugu&ecirc;s est&aacute; a refor&ccedil;ar a ideia de um modo de compra ativo na procura do &ldquo;best deal&rdquo; e com a tend&ecirc;ncia de reduzir o tamanho do ato de compra. Existe um aumento da frequ&ecirc;ncia de compra +3,6% neste 3&ordm;T o que nos d&aacute; claramente a ideia deste procura ativa, refor&ccedil;ada pelo aumento do n&uacute;mero m&eacute;dia de ins&iacute;gnias visitadas e ainda h&aacute; a manuten&ccedil;&atilde;o da tend&ecirc;ncia de um ato de compra com menor volume (-3,0% no 3&ordm;T). A compra com um menor &ldquo;volume por ato&rdquo; &eacute; espec&iacute;fica deste ano onde ente indicador variou entre -4,3%, -5,3% e agora -3%, face ao ano passado. Significativa a queda da MDD no volume por ato que cai -8% e que n&atilde;o &eacute; compensada pelo aumento da frequ&ecirc;ncia de compra, resultando numa queda do volume comprado de -3,6% para a MDD.</p>
<p>Em termos conclusivos, vemos que uma maior frequ&ecirc;ncia de compra &eacute; o principal driver deste trimestre e mesmo com a redu&ccedil;&atilde;o do volume por ato, o volume total fmcg comprado pelos lares cresceu em 1,4%, o que &eacute; de assinalar! Este crescimento no trimestre n&atilde;o impede que no acumulado do ano o mercado esteja ainda negativo em -1,7%, em termos de volume.</p>
<p>Infelizmente os dados de Outubro, quer em termos de &Iacute;ndice de Confian&ccedil;a, quer em termos de volume fmcg comprado pelos lares, parecem indiciar que esta aparente recupera&ccedil;&atilde;o do mercado n&atilde;o foi mais do que um &ldquo;namoro de ver&atilde;o&rdquo;, com caracter fugaz. S&oacute; os pr&oacute;ximos meses podem dizer se estamos, ou n&atilde;o, em algum caminho de melhoria.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 03 Dec 2013 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/H-um-crescimento-do-volume-comprado-no-3T-face-ao-homlogo-algo-que-j-no-acontecia-desde-h-4-trimestres</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[O VerÃ£o aquece a Roupa em 15%]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Uma-recuperao-do-valor-e-do-volume-no-mercado-do-Vesturio--sem-dvida-uma-boa-notcia</link>
         <description><![CDATA[<p>Este foi um Ver&atilde;o bastante positivo para o setor do Vestu&aacute;rio. Apesar do mercado ter ca&iacute;do no 1&ordm; S 2013 cerca de -10,7% em valor e tamb&eacute;m -6,7% em volume, verifica-se que no 3&ordm; Trimestre h&aacute; uma recupera&ccedil;&atilde;o clara neste mercado, pois o valor cresceu +8,1% face ao per&iacute;odo hom&oacute;logo e em volume o crescimento &eacute; mesmo de 15,3%, o que &eacute; sem d&uacute;vida uma boa not&iacute;cia. Este grande aumento das compras efetuadas resulta de um substancial aumento dos &ldquo;Shoppers&rdquo;, uma vez que a Penetra&ccedil;&atilde;o cresceu 9 pontos percentuais, sinal da maior atratividade deste mercado, neste trimestre. Estes compradores procuram um pre&ccedil;o m&eacute;dio mais baixo, que reduziu -6,2%, relativamente ao ano passado. Por outro lado a frequ&ecirc;ncia de compra est&aacute; a reduzir-se -4,6%, mas o volume por ato de compra est&aacute; est&aacute;vel. Em conclus&atilde;o podemos afirmar que este mercado est&aacute; a crescer quase e s&oacute; devido ao maior n&uacute;mero de pessoas que est&aacute; agora a comprar roupa. E apesar de procurar pre&ccedil;os mais baixos e de reduzir a frequ&ecirc;ncia de compra, o importante aumento de compradores &eacute; causa suficiente para o mercado estar a crescer 15% em volume neste trimestre, face ao per&iacute;odo hom&oacute;logo. Este crescimento &eacute; transversal a todos os segmentos (Senhora, Homem, Crian&ccedil;a) mas foi mais acentuado na Roupa Masculina e Crian&ccedil;a.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 02 Dec 2013 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Uma-recuperao-do-valor-e-do-volume-no-mercado-do-Vesturio--sem-dvida-uma-boa-notcia</guid>
      </item>	
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         <title><![CDATA[Volume cai 3.7% no primeiro semestre de 2013]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Volume-cai-37-no-primeiro-semestre-de-2013</link>
         <description><![CDATA[<p>No primeiro semestre de 2013, o volume caiu -3,7% no mercado FMCG, resultado que confirma uma recess&atilde;o de consumo num mercado bastante resistente &agrave;s crises. Esta queda &eacute; praticamente transversal a todas as macro-categorias, com exce&ccedil;&atilde;o de congelados e de comida pronta/take away, que confirmam assim a tend&ecirc;ncia positiva para a comida pr&aacute;tica dentro do lar. Por outro lado, as macro-categorias que mais ca&iacute;ram em volume foram os L&aacute;cteos (-7,1%), as Bebidas (-5,9%) e tamb&eacute;m a Drogaria. J&aacute; a macro-categoria Beauty sem Higiene Feminina cresceu 4,5% em volume e 2% em volume por ato .<br />Em termos de comportamento de compra, os dados do painel de lares da Kantar Worldpanel indicam que o volume comprado por ato caiu -4,9% e &eacute;, assim, o respons&aacute;vel direto pela queda global de volume j&aacute; reportada.<br />Esta informa&ccedil;&atilde;o confirma que a vari&aacute;vel Volume ganha uma import&acirc;ncia determinante para identificar o comportamento atual do shopper no grande consumo. O volume por ato em queda &eacute; uma evid&ecirc;ncia consolidada neste primeiro semestre do ano, quer no valor total do mercado FMCG, quer por macro-categoria, quer por ins&iacute;gnia de distribui&ccedil;&atilde;o .<br />A vari&aacute;vel frequ&ecirc;ncia de compra iniciou o ano com tend&ecirc;ncia negativa mas acabou o YTD P6 positivo face ao ano passado. De qualquer forma, n&atilde;o consegue inverter a queda do volume total comprado.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 05 Jul 2013 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Volume-cai-37-no-primeiro-semestre-de-2013</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Auchan e Pingo Doce ganham compradores  ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Auchan-e-Pingo-Doce-ganham-compradores--</link>
         <description><![CDATA[<p>Quer a Auchan quer o Pingo Doce conseguiram aumentar a sua penetra&ccedil;&atilde;o neste semestre, atraindo mais lares, +1,6pp e +0,4pp respetivamente. Por outro lado, o Continente perdeu 0,7%, mantendo uma penetra&ccedil;&atilde;o de 78,3% neste semestre. Id&ecirc;ntica redu&ccedil;&atilde;o ligeira de penetra&ccedil;&atilde;o para o Intermarch&eacute;, que chegou a 38,2% dos lares. Dados sempre relativos ao YTD P6 2013.<br />H&aacute; importantes diferen&ccedil;as de desempenho entre as ins&iacute;gnias ao n&iacute;vel da frequ&ecirc;ncia de compra neste contexto. O Pingo Doce aumentou +8,6% a sua frequ&ecirc;ncia de compra, sendo o maior incremento do mercado. Por&eacute;m, em cada cesta o volume comprado em todas as ins&iacute;gnias sofreu quebras. Esta queda &eacute; menor no caso do Pingo Doce caindo -1,1% e mais acentuada no E. Leclerc com -13,4%. O canal Tradicional apresentou um comportamento distinto, conseguindo aumentar a quantidade por ato de compra, apesar de perder compradores e de perder frequ&ecirc;ncia de compra.<br />Fazendo uma an&aacute;lise comparativa YTD para os primeiros seis per&iacute;odos deste ano, &eacute; poss&iacute;vel ver a diferen&ccedil;a de performance, em termos de penetra&ccedil;&atilde;o, entre as diferentes ins&iacute;gnias da DM , relativamente ao per&iacute;odo hom&oacute;logo do ano passado.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 04 Jul 2013 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Auchan-e-Pingo-Doce-ganham-compradores--</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Cliente menos frequente faz diferenÃ§a Pingo no Doce ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Clientela-menos-frequente-faz-diferena-no-Pingo-Doce-</link>
         <description><![CDATA[<p>Os resultados do primeiro semestre trouxeram a novidade das duas principais ins&iacute;gnias do mercado terem agora uma frequ&ecirc;ncia de compra semelhante, devido &agrave; melhoria do Pingo Doce neste indicador. Ambos tiveram uma frequ&ecirc;ncia ligeiramente acima de 10 vezes para 24 semanas.<br />Aprofundando um pouco mais a an&aacute;lise conclui-se que, embora ambas as ins&iacute;gnias (Continente e Pingo Doce), tenham uma id&ecirc;ntica fatia do mercado que vai semanalmente l&aacute; comprar, (7,7% e 6,5% respetivamente) a grande diferen&ccedil;a no comportamento das clientelas regista-se no grupo de clientes que visita mais esporadicamente as ins&iacute;gnias em an&aacute;lise. Tradicionalmente, o Pingo Doce tinha uma fatia importante de clientes com frequ&ecirc;ncia baixa . Por frequ&ecirc;ncia baixa considera-se os que visitam de 6 em 6 semanas a ins&iacute;gnia. Este ano, esse segmento de clientela reduziu-se no Pingo Doce, mas continua a ser ainda mais importante do que no Continente. O Pingo Doce tem 42% da sua clientela total que visitou a ins&iacute;gnia somente at&eacute; quatro vezes, nas primeiras 24 semanas de 2013.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 03 Jul 2013 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Clientela-menos-frequente-faz-diferena-no-Pingo-Doce-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[As marcas FMCG mais fortes do mundo]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Mimosa--a-marca-n1-em-Portugal</link>
         <description><![CDATA[<p>O primeiro ranking das marcas globais do Grande Consumo (Fast Moving Consuming Goods) lan&ccedil;ado pela Kantar Worldpanel divulga as marcas que s&atilde;o mais compradas pelo maior n&uacute;mero de consumidores e mais frequentemente.</p>
<p>&Eacute; a Coca-Cola que lidera o Ranking Brand Footprint da Kantar Worldpanel, como a marca mais escolhida em todo o mundo, sendo escolhida 5.3 mil milh&otilde;es de vezes ao ano. O fabricante de bebidas atinge o primeiro lugar, combinando uma elevada penetra&ccedil;&atilde;o de 44%, com a maior frequ&ecirc;ncia de compra (15 vezes por ano, em m&eacute;dia), significando por isso que &eacute; escolhida num total de 5.3 mil milh&otilde;es de vezes ao ano.</p>
<p>O relat&oacute;rio real&ccedil;a as oportunidades de crescimento que existem. Existe apenas uma marca em todo o mundo &ndash; a Colgate &ndash; que consegue atingir mais de metade da popula&ccedil;&atilde;o mundial (65% de penetra&ccedil;&atilde;o), com os seus produtos de higiene oral.</p>
<p>O Ranking Brand Footprint da Kantar Worldpanel demonstra a for&ccedil;a das marcas em 32 pa&iacute;ses, no grande consumo, em setores como a alimenta&ccedil;&atilde;o, bebidas, sa&uacute;de, beleza e cuidado do lar. Utiliza para o seu calculo uma nova m&eacute;trica denominada Consumer Reach Point que mede &ndash; pela primeira vez &ndash; quantos lares em todos o mundo est&atilde;o a comprar uma marca (a sua penetra&ccedil;&atilde;o) e com que frequ&ecirc;ncia (o n&uacute;mero de vezes que os compradores adquirem essa marca)</p>
<p>Este c&aacute;lculo &uacute;nico da penetra&ccedil;&atilde;o e da frequ&ecirc;ncia ajuda os fabricantes de FMCG a perceber qual o seu alcance global e a abrang&ecirc;ncia da marca, no que diz respeito &agrave; cesta de compras e providencia um guia vital sobre que regi&otilde;es apresentam mais oportunidades.</p>
<p>As marcas globais mais fortes do ranking t&ecirc;m demonstrado a sua capacidade para perceber e responder &agrave;s necessidades locais e alcan&ccedil;ar os consumidores mais remotos nas &aacute;reas rurais de mercados emergentes, construindo maiores redes de distribui&ccedil;&atilde;o. Contudo, todas as marcas t&ecirc;m ainda muito espa&ccedil;o para recrutar mais compradores em novas geografias, novos targets, novos segmentos ou em novas ocasi&otilde;es.</p>
<p>S&oacute;nia Antunes, Managing Director da Kantar Worldpanel Portugal afirma: &ldquo;&Agrave; medida que a press&atilde;o para manter e aumentar o crescimento se intensifica para os fabricantes FMCG, a base de expans&atilde;o de consumidores da marca e o aumento significativo da sua fidelidade s&atilde;o fatores mais cr&iacute;ticos do que nunca. Atualmente, as marcas exigem an&aacute;lises mais aprofundadas sobre o alcance da sua atratividade e comportamento face &agrave; cesta, em compara&ccedil;&atilde;o com os concorrentes e procuram adicionalmente as oportunidades de crescimento em todo o mundo. O relat&oacute;rio Brand Footprint permite conhecer isto. Revela quais as marcas que est&atilde;o a alcan&ccedil;ar o sucesso global e fornece insights que ir&atilde;o ajudar outras marcas com ambi&ccedil;&otilde;es internacionais a definir os seus targets globais de forma mais precisa e a melhorar o crescimento global do seu neg&oacute;cio.&rdquo;</p>
<p>Top 10 Marcas Globais FMCG &ndash; Brand Footprint:</p>
<p>Coca-Cola<br />Colgate<br />Nescaf&eacute;<br />Pepsi<br />Lifebuoy<br />Maggi<br />Pantene<br />Knorr<br />Lays<br />Dove</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 02 May 2013 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Mimosa--a-marca-n1-em-Portugal</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[E quando vai acabar esta crise? ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/E-quando-vai-acabar-esta-crise-</link>
         <description><![CDATA[<p>H&aacute; quem diga que Portugal est&aacute; em crise quase desde a funda&ccedil;&atilde;o, mas perante a presente situa&ccedil;&atilde;o, pergunt&aacute;mos aos Portugueses, quando pensam que esta crise vai acabar. Para a grande maioria, 76% dos lares, a crise acaba em 3 anos, portanto em 2015. H&aacute; no entanto pessoas mais otimistas que julgam que a crise acaba j&aacute; dentro de um ano, portanto no final de 2013 ou 2014. S&atilde;o resultados do estudo Kantar Worldpanel &ldquo;H&aacute; luz nesta crise?&rdquo;. E a resposta maiorit&aacute;ria &eacute; &ldquo;Sim&rdquo;&hellip; em 2015.</p>
<p>A conjuntura atual altera o comportamento de consumo, como demonstra a informa&ccedil;&atilde;o do painel de lares da Kantar Worldpanel, mas quisemos aprofundar o tema e descobrimos que 40% dos lares fazem comida em casa para levar para fora, numa comprova&ccedil;&atilde;o e quantifica&ccedil;&atilde;o da moda da &ldquo;marmita&rdquo; que a maioria de n&oacute;s deve conhecer. Em 2009 apenas 29% dos lares tinha este h&aacute;bito.</p>
<p>De acordo o estudo h&aacute; ainda um envolvimento de todos os elementos do lar no combate aos gastos, para 89% dos lares. A procura de promo&ccedil;&otilde;es continua a ser uma tend&ecirc;ncia e uma motiva&ccedil;&atilde;o do consumidor portugu&ecirc;s, sendo isso afirmado por 85% dos lares.</p>
<p>A caracteriza&ccedil;&atilde;o destes perfis e atitudes de consumo pode ser cruzado com as marcas dos produtos FMCG, abrindo uma nova dimens&atilde;o de an&aacute;lise e seguramente descortinando insights de novo valor.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 08 Feb 2013 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/E-quando-vai-acabar-esta-crise-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Que liÃ§Ãµes de 2012 para 2013? ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Lies-de-2012-para-2013-</link>
         <description><![CDATA[<p>Que ensinamentos tirar da din&acirc;mica do consumidor e do mercado FMCG de 2012, que possam ser aproveitados para 2013? H&aacute; sem d&uacute;vida um grande n&uacute;mero, apesar da incerteza deste ano, com previs&otilde;es macroecon&oacute;micas para todos os gostos e onde muitas pessoas nem sabem ainda que sal&aacute;rio l&iacute;quido v&atilde;o receber mensalmente.</p>
<p>No ano passado, como sabemos, foi o primeiro ano da presente crise, onde se deu um ajustamento real e s&eacute;rio do padr&atilde;o de compra dos Portugueses. A subida do IVA ajudou nessa mudan&ccedil;a, bem como a necessidade generalizada de racionalizar gastos familiares.</p>
<p>Se em 2010 havia cerca de 28% dos lares que n&atilde;o sentia, ou sentia pouco a crise, esse valor reduzir para 16% em 2012, de acordo com o estudo Kantar Worldpanel &ldquo;H&aacute; luz nesta crise?&rdquo;, recentemente divulgado &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o social.</p>
<p>A an&aacute;lise por Distritos diz-nos que h&aacute; realmente muitas diferen&ccedil;as de impacto e de comportamento de compra, mesmo em rea&ccedil;&atilde;o &agrave; conjuntura. Assim, se a n&iacute;vel global e com destaque para as grandes zonas urbanas, h&aacute; uma maior frequ&ecirc;ncia de compra e uma procura maior de produtos frescos para consumo no lar, vemos, pelo contr&aacute;rio, que nos distritos do interior a tend&ecirc;ncia &eacute; uma redu&ccedil;&atilde;o da ida &agrave;s lojas e um menor consumo de produtos, em especial de produtos frescos, imaginamos que por recurso &agrave; produ&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria e a trocas.</p>
<p>Mas em termos gerais, podemos identificar para 2013 as seguintes tend&ecirc;ncias:</p>
<ul>
<li>As ocasi&otilde;es de compra devem aumentar e reduz-se a cesta m&eacute;dia por ato de compra, o que implica mais presen&ccedil;a em loja, mesmo que se mantenham os dias de compra.</li>
<li>Alimenta&ccedil;&atilde;o Fresca continuar&aacute; a ser o foco principal do Shopper mas n&atilde;o nos Distritos do Interior, onde a conten&ccedil;&atilde;o de consumo &eacute; mais acentuada.</li>
<li>O &ldquo;out-of-pocket&rdquo; ganhar&aacute; peso na decis&atilde;o do consumidor.</li>
<li>&ldquo;B&aacute;sico&rdquo; redefine-se, desenhando um novo conjunto de produtos essenciais, construindo o novo padr&atilde;o de consumo, e um &ldquo;novo normal&rdquo;.</li>
</ul>]]></description>
         <pubDate>Wed, 06 Feb 2013 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Lies-de-2012-para-2013-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[27% tÃªm dificuldades em comprar bens essenciais]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/27-dos-lares-tm-dificuldades-em-comprar-bens-essenciais</link>
         <description><![CDATA[<p>De acordo com o nosso estudo &ldquo;H&aacute; luz nesta crise?&rdquo; a crise n&atilde;o &eacute; sentida da mesma forma pelos lares portugueses. Assim, em fun&ccedil;&atilde;o da avalia&ccedil;&atilde;o que os lares fazem da forma como est&atilde;o a sentir esta crise, segment&aacute;mos os lares portugueses em quatro clusters: os &ldquo;Outsiders&rdquo;, que representam 0.6% dos lares e &ldquo;n&atilde;o sentem a crise e sentem que n&atilde;o precisam de economizar&rdquo;; os &ldquo;Interiores&rdquo; que representam 16% dos lares &ldquo;n&atilde;o sentem a crise de momento, mas economizam por precau&ccedil;&atilde;o&rdquo;; os &ldquo;Urbanos&rdquo;, que &ldquo;sentem um pouco a crise e cuidam mais das despesas n&atilde;o essenciais&rdquo;, representando 57% da popula&ccedil;&atilde;o portuguesa e, por fim, os &ldquo;Impactados&rdquo; &ndash; 27% dos lares e que afirmam &ldquo;sentir a crise e ter dificuldades em cobrir as necessidades essenciais&rdquo;. Este &uacute;ltimo valor &eacute; superior aos 18% de pobres (limiar da pobreza) indicados pelo INE para 2011 e d&aacute; uma melhor ideia da dimens&atilde;o e do impacto das presentes dificuldades.</p>
<p>O segundo maior grupo, os Impactados, s&atilde;o sobretudo compostos por casais com filhos, entre os 35 e os 49 anos, pertencem &agrave; classe m&eacute;dia baixa. Este segmento em 2011 representava 22% da popula&ccedil;&atilde;o portuguesa. T&ecirc;m grande prefer&ecirc;ncia pelas Marcas da Distribui&ccedil;&atilde;o (MDD&rsquo;s), j&aacute; que a quota de valor que gastam nas MDD&rsquo;s &eacute; bastante superior &agrave; m&eacute;dia do total nacional &ndash; 43% vs. 38%. Particularmente neste grupo o consumo de refrigerantes, leite especial, leite de soja, molhos refrigerados e caf&eacute; sol&uacute;vel desceu bastante, face ao ano de 2011.</p>
<p>O maior grupo, os Urbanos, vivem, sobretudo nas grandes metr&oacute;poles, pertencem &agrave; classe alta e m&eacute;dia e s&atilde;o ativos. J&aacute; fizeram um ajustamento no consumo FMCG, sendo que o novo padr&atilde;o de consumo est&aacute; focado nos produtos alimentares frescos ou take away, para refor&ccedil;ar o consumo em casa. Reduz nos refrigerantes e iogurtes e em todos os outros produtos que n&atilde;o considera ess&ecirc;ncias. Compram, sobretudo, marcas de fabricantes, embora o valor que gastam em MDD esteja muito pr&oacute;ximo da m&eacute;dia nacional (37%).</p>
<p>O grupo &ldquo;Interiores&rdquo; corresponde sobretudo a lares residentes no Interior do pa&iacute;s, compostos entre uma a duas pessoas e s&atilde;o, em grande parte, reformados. Este grupo, em 2011 representava 20.5% dos lares portugueses e tinha outra composi&ccedil;&atilde;o mais heterog&eacute;nea. Hoje, de todos os grupos, s&atilde;o os mais marquistas. O valor que gastam em MDD est&aacute; abaixo da m&eacute;dia nacional (34%).</p>
<p>Apesar das diferen&ccedil;as entre os v&aacute;rios grupos, fica claro que est&aacute; a desenhar-se um novo padr&atilde;o de consumo para o conjunto dos lares de Portugal Continental, que &eacute; mais contido, refletido e racional, e que poder&aacute; ser considerado o &ldquo;novo normal&rdquo;, que ir&aacute; vigorar nos pr&oacute;ximos anos. Este novo padr&atilde;o de consumo traduz-se na procura sistem&aacute;tica de op&ccedil;&otilde;es mais em conta, em mais consumo alimentar em casa, sobretudo, escolhendo produtos frescos, para na redu&ccedil;&atilde;o de categorias menos essenciais.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 05 Feb 2013 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/27-dos-lares-tm-dificuldades-em-comprar-bens-essenciais</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Os cremes BB mudam a cosmÃ©tica com o "tudo em um"]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Os-cremes-BB-mudam-a-cosmtica-com-o-tudo-em-um</link>
         <description><![CDATA[<p>O segmento dos cremes BB &ldquo;tudo em um&rdquo; est&aacute; a explodir no mercado espanhol, pois quase meio milh&atilde;o de espanholas j&aacute; o utiliza algum dia da semana nas suas rotinas de cuidado facial, segundo revela o &uacute;ltimo relat&oacute;rio sobre h&aacute;bitos de higiene e cuidado pessoal da consultora Kantar Worldpanel de Espanha.</p>
<p>Conclui-se desta informa&ccedil;&atilde;o que o uso destes crems se concentra principalmente entre o publico jovem e que uma em cada tr&ecirc;s utilizadoras de cresmes BB em Espanha tem entre 24 e 44 anos. Ficamos tamb&eacute;m a saber que este produto n&atilde;o tem uma utiliza&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria, como acontece com os cremes hidratantes, mas antes que se usa, em m&eacute;dia, 4 dias da semana. Este valor indica que existe uma grande oportunidade neste segmento, com um caminho promissor de crescimento.</p>
<p>Em Portugal o recentemente lan&ccedil;ado Painel de Indiv&iacute;duos &ldquo;Beauty&rdquo; poder&aacute; dar indica&ccedil;&otilde;es claras sobre o desenvolvimento destes cremes no nosso mercado. Os primeiros resultados devem ficar dispon&iacute;veis em Maio de 2013.</p>
<p>Relativamente a Espanha, sabemos que h&aacute; uma consider&aacute;vel diferen&ccedil;a face a Alemanha e Reino Unido onde sete em cada dez mulheres consideram os cremes BB como produtos de maquilhagem, enquanto no pa&iacute;s vizinho se considera estes cremes tanto de maquilhagem como creme hidratante. Esta perce&ccedil;&atilde;o em conjunto com a valoriza&ccedil;&atilde;o de outras utiliza&ccedil;&otilde;es do creme, como seja a prote&ccedil;&atilde;o solar e ser contra sinais de envelhecimento, confirmam o forte posicionamento &ldquo;multi-benef&iacute;cio&rdquo; no mercado espanhol deste produto.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 01 Feb 2013 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Os-cremes-BB-mudam-a-cosmtica-com-o-tudo-em-um</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[China: Grandes Oportunidades em Cidades Pequenas]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/China-Grandes-Oportunidades-em-Cidades-Pequenas</link>
         <description><![CDATA[<p>O desaceleramento tanto da economia como do mercado FMCG em 2012 na China n&atilde;o impede que as cidades &ldquo;menores&rdquo; brilhem mais. A sua dimens&atilde;o consider&aacute;vel e o seu poder econ&oacute;mico s&atilde;o garantia de novas oportunidades. H&aacute; cada vez mais fabricantes e retalhistas que planeiam e tentam construir uma estrat&eacute;gia de desenvolvimento neste mercado, como resposta &agrave;s altera&ccedil;&otilde;es atuais na China, com um novo padr&atilde;o de neg&oacute;cio no retalho, o aumento dos custos com rendas imobili&aacute;rias e a desacelera&ccedil;&atilde;o do crescimento r&aacute;pido na China.</p>
<p>Cobrindo 40.000 lares na China, a Kantar Worldpanel revela que o mercado de cidades de n&iacute;vel m&eacute;dio e inferior &eacute; &uacute;nico no que diz respeito &agrave; expans&atilde;o de categorias, desenvolvimento de canais de venda e crescimento de marca de fabricantes.</p>
<p>Para identificar o padr&atilde;o das cidades de n&iacute;vel m&eacute;dio/inferior, a Kantar Worldpanel China divide as categorias FMCG em tr&ecirc;s n&iacute;veis, de acordo com a penetra&ccedil;&atilde;o: Est&aacute;vel (penetra&ccedil;&atilde;o acima dos 80%, por exemplo, &oacute;leo e arroz), Desenvolvimento (penetra&ccedil;&atilde;o entre 40% e 80%, como shampoo e chocolate) e Emergente (penetra&ccedil;&atilde;o abaixo dos 40%, como caf&eacute; e m&aacute;scara facial).</p>
<p>Estas cidades constituem uma nova realidade que &eacute; necess&aacute;rio entender para conquistar. Em primeiro lugar, o rendimento da fam&iacute;lia &eacute; um driver cr&iacute;tico. O rendimento m&eacute;dio dos lares de cidades de n&iacute;vel inferior aumentou 88% nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos. Em segundo lugar, o aumento da contribui&ccedil;&atilde;o das fam&iacute;lias jovens com filhos de 40.6% para 42.9% para categorias emergentes ajudou ao crescimento destas em cidades de n&iacute;vel inferior. Observa-se um aumento significativo da penetra&ccedil;&atilde;o de categorias emergentes nestas fam&iacute;lias, como por exemplo, bebidas funcionais, cosm&eacute;ticos, mints e toalhetes, etc. O crescimento r&aacute;pido de categorias emergentes tamb&eacute;m beneficia da expans&atilde;o da distribui&ccedil;&atilde;o moderna, o desenvolvimento r&aacute;pido do e-commerce e as lojas especializadas em determinadas categorias, como por exemplo de cosm&eacute;ticos.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 31 Jan 2013 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/China-Grandes-Oportunidades-em-Cidades-Pequenas</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Aprender com o presente, para ver 2013]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Aprender-com-o-presente-para-ver-2013</link>
         <description><![CDATA[<p>Esta crise &ldquo;recente&rdquo; j&aacute; tem uns quatro anos. Mas do ponto de vista do comportamento do shopper portugu&ecirc;s, s&oacute; agora h&aacute; transforma&ccedil;&otilde;es s&eacute;rias. Sab&iacute;amos at&eacute; que no in&iacute;cio da &ldquo;crise&rdquo; a conten&ccedil;&atilde;o do consumo era em grande parte conduzida pela press&atilde;o social e medi&aacute;tica. Mas depois, o &ldquo;medo&rdquo; transformou-se em &ldquo;realidade&rdquo;. Em 2010 havia j&aacute; 22% dos lares que realmente tinham grandes dificuldades, mesmo no consumo FMCG. A grande maioria dos lares, no entanto, &ldquo;apenas&rdquo; procurava gastar menos. Na realidade pouco alterou os seus h&aacute;bitos e os n&iacute;veis no grande consumo. A principal altera&ccedil;&atilde;o relevante foi a redu&ccedil;&atilde;o do consumo alimentar fora de casa, como sabemos. Ora isso fez desenvolver o consumo alimentar dentro dos lares. Em 2011 cresceram muito as categorias de take away e de refrigerados como solu&ccedil;&otilde;es alternativas convenientes, mais econ&oacute;micas face ao consumo na restaura&ccedil;&atilde;o. Mas de resto, a procura era orientada mais a pre&ccedil;o (MDD, promo&ccedil;&otilde;es) do que orientada para uma mudan&ccedil;a real no padr&atilde;o de consumo das fam&iacute;lias portuguesas.</p>
<p>Este ano trouxe algo de verdadeiramente novo. Algo que at&eacute; agora n&atilde;o era uma tend&ecirc;ncia clara e significativa e agora j&aacute; &eacute;. Falamos da redu&ccedil;&atilde;o de consumo ou do (quase) abandono de algumas categorias, consideradas menos essenciais. Por outro lado, a compra de bens alimentares pelos lares intensificou-se ainda mais. O canal &ldquo;Horeca&rdquo; foi novamente penalizado em 2012, como validam as associa&ccedil;&otilde;es do setor.</p>
<p>De acordo com o painel de lares da Kantar Worldpanel, o consumo dos lares em produtos de grande consumo (FMCG) cresceu 7.4% em valor, no primeiro semestre de 2012, devido sobretudo ao aumento do IVA em produtos alimentares, a que se somou o refor&ccedil;o do consumo alimentar de que j&aacute; fal&aacute;mos. Verific&aacute;mos que algumas categorias de produto ca&iacute;ram muito e outras subiram bastante, conforme iremos analisar e tentar explicar o racional do shopper portugu&ecirc;s neste momento. Mas o volume comprado decresceu 0.7%, num processo de clara otimiza&ccedil;&atilde;o do consumo FMCG pelos lares portugueses.</p>
<p>Vimos ainda um refor&ccedil;o da intensa atividade promocional das ins&iacute;gnias. Por outro lado, as MDD continuam a crescer, mas a novidade do 2&ordm;Trimestre &eacute; a sua desacelera&ccedil;&atilde;o. Mas atingem novo recorde de quota (38,4%) em resultado de uma pol&iacute;tica de aumento de pre&ccedil;os que reduziu o gap de pre&ccedil;os entre MDF e MDD, em particular nas categorias onde a quota das MDD era j&aacute; mais dominante. Na realidade, o pre&ccedil;o m&eacute;dio comprado das MDD, em geral, aumentou cerca de 9%, no 1&ordm; Semestre 2012, embora a justifica&ccedil;&atilde;o possa tamb&eacute;m advir de alargamento do sortido oferecido. Mas o sinal de que estamos perante uma nova etapa no ciclo de vida das MDD &eacute; claro e estamos claramente a atingir uma fase de maturidade desta oferta, existindo no entanto, ainda espa&ccedil;o para crescimento.</p>
<p>Houve no primeiro&nbsp;semestre de 2012 um aumento significativo do consumo de produtos alimentares frescos, mercearia salgada e doce, que cresceram em volume 6.7%, 5.3% e 3.5%, respectivamente. A ideia de que confeccionar refei&ccedil;&otilde;es em casa fica mais barato ganha cada vez mais adeptos, permitindo que as categorias referidas atr&aacute;s tenham crescimentos significativos, em contra-ciclo com o total FMCG. Os produtos refrigerados e congelados ca&iacute;ram neste &uacute;ltimo caso 2%.</p>
<p>As categorias que sofreram um agravamento de pre&ccedil;o devido ao aumento do IVA, como bebidas n&atilde;o alco&oacute;licas (&aacute;guas, sumos e refrigerantes), foram naturalmente das mais afetadas, com um decrescimento em volume de 11.2%. Outra das categorias mais afectadas neste per&iacute;odo foram os l&aacute;cteos que sofreram uma quebra em volume de 2.5%.</p>
<p>O desempenho das diversas macrocategorias demonstra que os lares est&atilde;o agora mais focados nos produtos mais b&aacute;sicos, revelando uma desofistica&ccedil;&atilde;o do consumo. Poder-se-ia mesmo dizer que o perfil e o padr&atilde;o de consumo que existia nos anos 80 e 90 est&atilde;o de volta.</p>
<p>A principal li&ccedil;&atilde;o da leitura do gr&aacute;fico &eacute; que realmente o consumidor est&aacute; em total processo de &ldquo;ajustamento&rdquo;, o que representa voltar a tr&aacute;s alguns anos no que diz respeito a evolu&ccedil;&atilde;o do consumo dos lares portugueses.</p>
<p>Em termos de comportamento de compra existem tamb&eacute;m diferen&ccedil;as importantes. Agora estamos mais &ldquo;profissionalizados&rdquo; no sentido de estarmos, enquanto shoppers, a otimizar o processo de compra. Se em 2011 verificava-se uma maior frequ&ecirc;ncia na ida &agrave;s lojas, em termos de dias, o mesmo j&aacute; n&atilde;o acontece no primeiro semestre deste ano. Ou seja, os lares portugueses foram menos dias &agrave;s compras, mas em cada dia foram a mais lojas, com o objectivo de encontrarem os melhores neg&oacute;cios e preferindo concentrar as suas compras. Por outro lado compram menos categorias dentro de uma determinada macrocategoria, o que &eacute; mais um sinal da &ldquo;desofistica&ccedil;&atilde;o&rdquo; do consumo.</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 25 Oct 2012 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Aprender-com-o-presente-para-ver-2013</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA["BACK TO BASICS" em 2012 ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/BACK-TO-BASICS-em-2012-</link>
         <description><![CDATA[<p>Para al&eacute;m de um consumo que em volume pouco muda, verificamos outras e mais importantes altera&ccedil;&otilde;es, que se prendem &ndash; pela primeira vez &ndash; com reais e relevantes mudan&ccedil;as no padr&atilde;o de consumo, na escolha dos produtos que os lares portugueses compram este ano.</p>
<p>Uma das grandes tend&ecirc;ncias deste semestre &eacute; o facto de os lares portugueses estarem a deslocar-se menos &agrave;s lojas, mas estarem a aumentar o atos de compra por dia, ou seja, v&atilde;o menos dias &agrave;s compras (-1.2%), mas num dia visitam v&aacute;rias lojas, na procura da melhor oferta. A consequ&ecirc;ncia disto &eacute; o aumento dos atos de compra no mesmo dia, em tr&ecirc;s milh&otilde;es.</p>
<p>O shopper est&aacute; diminuir a sua compra de forma transversal em categorias como congelados, l&aacute;cteos e bebidas e higiene lar e pessoal. Em congelados verifica-se mesmo o abandono da categoria por parte de 6% das fam&iacute;lias, sendo que em volume decresceu 2.2%. L&aacute;cteos decresceu em volume 2.5% e bebidas n&atilde;o alco&oacute;licas decresceu 11.2%. Higiene do lar e pessoal decresceu tamb&eacute;m em volume 3.2%.</p>
<p>Em compensa&ccedil;&atilde;o, categorias como frescos, mercearia salgada e mercearia doce cresceram em volume 6.7%, 5.3% e 3.5%, respetivamente. O desempenho positivo destas macrocategorias vem refor&ccedil;ar a tend&ecirc;ncia de aumento de as fam&iacute;lias fazerem mais refei&ccedil;&otilde;es no lar e o facto de terem percebido que confecionar refei&ccedil;&otilde;es em casa fica mais barato.</p>
<p>Analisando a quota de est&ocirc;mago (volume comprado pelos lares a dividir pelo n&uacute;mero de pessoas que compram, a dividir pelo n&uacute;mero m&eacute;dio de pessoas que comp&otilde;em os lares de Portugal Continental) verifica-se, claramente, que h&aacute; um retorno do shopper ao b&aacute;sico. Categorias como ovos, frutas, legumes, carne, arroz, bacalhau seco, azeite e peixe e marisco conseguem aumentar a sua quota de est&ocirc;mago no primeiro semestre de 2012. Ao contr&aacute;rio, categorias como refrigerantes sem g&aacute;s, sopas e caldos, refrigerantes sem g&aacute;s, vinhos e cerveja perdem quota de est&ocirc;mago. H&aacute; nesta atitude dos lares um certo regresso &agrave; frugalidade, focada no essencial e no menos dispendioso, como medida de ajustamento aos tempos que se vivem. Este &eacute; um perfil de consumidor t&iacute;pico dos anos 80/90, que renasce.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 23 Oct 2012 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/BACK-TO-BASICS-em-2012-</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[A maturidade da MDD?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/A-maturidade-da-MDD</link>
         <description><![CDATA[<p>A quota de mercado em valor das MDD&rsquo;s (Marcas da Distribui&ccedil;&atilde;o) atingiu um novo m&aacute;ximo no primeiro semestre de 2012, chegando aos 38.4% &ndash; um crescimento de 11%, face ao mesmo per&iacute;odo do ano passado, de acordo com o painel de lares da Kantar Worldpanel. Apesar deste desempenho em valor, as MDD&rsquo;s cresceram apenas 1.7% em volume.</p>
<p>A MDD entra num ciclo novo, com a estabiliza&ccedil;&atilde;o em volume, crescendo n&atilde;o atrav&eacute;s da intensifica&ccedil;&atilde;o de consumo por parte dos lares que j&aacute; compravam MDD, mas por troca direta com as marcas de fabricantes. Estas decresceram em volume 8.1%, revelando uma maior racionaliza&ccedil;&atilde;o do shopper quando compra marcas de fabricantes.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
         <pubDate>Thu, 18 Oct 2012 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/A-maturidade-da-MDD</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Pingo Doce cresce mais de 30% com promoÃ§Ã£o de Maio]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Pingo-Doce-cresce-mais-de-30-com-promoes-de-Maio</link>
         <description><![CDATA[<p>A Kantar Worldpanel realizou um estudo especial sobre a a&ccedil;&atilde;o promocional do Pingo Doce do 1&ordm; Maio, cujas principais conclus&otilde;es agora divulgamos.</p>
<p>Este estudo apenas afere o impacto junto dos compradores particulares, ou seja, os lares, n&atilde;o contabilizando outros poss&iacute;veis clientes, como a Restaura&ccedil;&atilde;o, por exemplo.</p>
<p>Os resultados apontam para que esta a&ccedil;&atilde;o tenha sido aproveitada por mais de 183 mil lares, ou seja, cerca de 5,3% dos Lares de Portugal Continental. Estima-se portanto que mais de 275 mil pessoas acorreram &agrave;s lojas &ldquo;Pingo Doce&rdquo; neste dia, s&oacute; relativos aos lares compradores.</p>
<p>O perfil destes clientes aponta para pessoas que s&atilde;o sobretudo da Grande Lisboa, Casais com Filhos e com 4 ou mais pessoas no agregado familiar.</p>
<p>Curiosamente destes lares compradores no Pingo Doce, cerca de 53% realizou compras noutra loja neste mesmo dia, sendo o Continente a loja mais visitada.</p>
<p>Analisando todo o m&ecirc;s de Maio, e n&atilde;o apenas o dia 1, verifica-se um crescimento do Pingo Doce relativamente ao m&ecirc;s anterior, na generalidade dos indicadores. Na realidade, analisando a quadrisemana P4 versus P5, conclui-se um crescimento da sua Quota de Mercado, relativa ao valor consumido pelos Lares de Portugal Continental, de 5,8 pontos percentuais, ou seja um crescimento em quota superior a 32%.</p>
<p>Este crescimento praticamente n&atilde;o se d&aacute; por conquista de novos clientes mas muito mais por maior fideliza&ccedil;&atilde;o do gasto dos clientes &ldquo;Pingo Doce&rdquo;. No total do per&iacute;odo analisado o Gasto M&eacute;dio cresce quase 38% no &ldquo;Pingo Doce&rdquo;.</p>
<p>Em consequ&ecirc;ncia, praticamente todos os seus concorrentes descem em Quota, mas o menos afetado &eacute; a ins&iacute;gnia &ldquo;Continente&rdquo;. Os Mosqueteiros e o Canal Tradicional est&atilde;o entre os mais afetados, ao n&iacute;vel da quota de mercado, para este m&ecirc;s.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 08 Jun 2012 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Pingo-Doce-cresce-mais-de-30-com-promoes-de-Maio</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Petrol: Hipers perdem quota em Fevereiro e Maio]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Combustveis-Hipers-perdem-quota-em-Fevereiro-e-Maro-2012</link>
         <description><![CDATA[<p>O mercado de combust&iacute;veis para Particulares acentuou a sua queda no primeiro trimestre de 2012, com o valor deste mercado a cair 3.1%, ainda que o pre&ccedil;o m&eacute;dio tenha aumentado 8.1%, em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo do ano passado.</p>
<p>A tend&ecirc;ncia negativa manteve-se tamb&eacute;m em volume, com um decrescimento de 10.3% o que &eacute; muito significativo da conten&ccedil;&atilde;o dos consumidores. Praticamente todas as vari&aacute;veis neste mercado tiveram quebras significativas: o n&uacute;mero m&eacute;dio de abastecimentos decresceu 2.4%, o volume m&eacute;dio por abastecimento decresceu 6.5% e o gasto m&eacute;dio por autom&oacute;vel caiu 1.9%. Apenas o gasto m&eacute;dio por abastecimento cresceu 1.1%, mas devido ao aumento do pre&ccedil;o m&eacute;dio, j&aacute; referido atr&aacute;s. Resumido, o aumento do pre&ccedil;o m&eacute;dio levou menos consumo, com menos abastecimentos e a uma menor quantidade comprada de em cada abastecimento.</p>
<p>Os aumentos constantes do pre&ccedil;o m&eacute;dio por litro conduziram, pela primeira vez desde 2010, &agrave; perda de compradores. O perfil dos clientes que deixaram de abastecer s&atilde;o sobretudo lares que pertencem &agrave;s classes m&eacute;dia e baixa, na sua maioria s&atilde;o mulheres, cujos carros t&ecirc;m entre 7 e 11 anos, com idades a partir dos 35 anos.</p>
<p>No primeiro trimestre de 2012 os hipermercados refor&ccedil;aram a sua posi&ccedil;&atilde;o em termos de quota de mercado em volume, representando 32.2% do total do volume abastecimentos, em Portugal Continental.</p>
<p>Os meses de Fevereiro e Mar&ccedil;o deste ano revelaram uma altera&ccedil;&atilde;o no panorama dos combust&iacute;veis em Portugal.</p>
<p>Se at&eacute; aqui a quota de mercado em volume dos hipers tinha vindo sempre a crescer, nestes dois meses, estes perdem consecutivamente, de acordo com o painel Petrol da Kantar Worldpanel.</p>
<p>Vejamos os n&uacute;meros desde h&aacute; quatro anos: em 2008 os hipers tinham um peso em volume de 18.1%, sendo que no ano a seguir passaram para 24.3%. Em 2010 conseguiram atingir 28.3% e em 2011 ultrapassaram a barreira dos 31.5% de peso em volume. Analisando apenas o m&ecirc;s de Janeiro de 2012, os hipers conseguem atingir ainda quase 35 % de quota em volume.</p>
<p>Em Fevereiro de 2012 o peso em volume dos hipers baixou para 31.4% e em Mar&ccedil;o baixou ainda mais para 30.6%.</p>
<p>Esta situa&ccedil;&atilde;o pode parecer um contra-senso tendo em conta que nestes dois meses o pre&ccedil;o m&eacute;dio por litro dos combust&iacute;veis j&aacute; tinha atingido valores muito elevados. No entanto, isto pode ser explicado pelo facto de os clientes habituais dos hipers serem mais sens&iacute;veis aos pre&ccedil;o e dado o aumento dos pre&ccedil;os reduziram drasticamente&nbsp;o consumo de combust&iacute;vel.</p>
<p>De referir tamb&eacute;m que no primeiro trimestre de 2012 o combust&iacute;vel adquirido em promo&ccedil;&atilde;o j&aacute; representou 65.7% do volume abastecido pelos condutores portugueses.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 06 Jun 2012 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Combustveis-Hipers-perdem-quota-em-Fevereiro-e-Maro-2012</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[InovaÃ§Ã£o: Catman Online em Portugal]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Inovao-Catman-Online-em-Portugal</link>
         <description><![CDATA[<p>Este ano lan&ccedil;aremos em Portugal a &ldquo;insight delivery tool&rdquo; Worldpanel Online. O primeiro m&oacute;dulo foi apresentado no dia 20 de Junho, onde a Kantar Worldpanel&nbsp;lan&ccedil;ou publicamente o novo software web CATMAN ONLINE.</p>
<p>Tem como miss&atilde;o principal permitir e potenciar uma nova forma de Gest&atilde;o de Categorias, baseadas no comportamento de compra do consumidor, no potencial das marcas e no aproveitamento das clientelas, visando otimizar o valor de uma categoria.</p>
<p>Tem um conjunto de an&aacute;lises dispon&iacute;veis e gr&aacute;ficos automatizados. Disp&otilde;e de duas vis&otilde;es distintas, mas complementares, para analisar a informa&ccedil;&atilde;o. A vis&atilde;o do &ldquo;Key Account Manager&rdquo; e a vis&atilde;o do &ldquo;Category Manager&rdquo;. Esta aplica&ccedil;&atilde;o estar&aacute; dispon&iacute;vel de imediato no mercado portugu&ecirc;s, permitindo aos clientes um acesso cont&iacute;nuo ao software e &agrave; sua base de dados, de forma a terem total liberdade de utiliza&ccedil;&atilde;o, via web.</p>
<p>Se pretender informa&ccedil;&atilde;o adicional sobre este tema, ligue-nos ou envie um e-mail a ana.pereira@kantarworldpanel.com.</p>]]></description>
         <pubDate>Tue, 05 Jun 2012 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Inovao-Catman-Online-em-Portugal</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Os Consumidores Urbanos IbÃ©ricos]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Os-Consumidores-Urbanos-Ibricos</link>
         <description><![CDATA[<p>De acordo com os estudos demogr&aacute;ficos, o consumidor ib&eacute;rico est&aacute; mais urbano, concentrando-se mais nas grandes cidades, devido ao abandono das zonas rurais, nas &uacute;ltimas tr&ecirc;s a quatro d&eacute;cadas. O estudo &ldquo;Iberian Citysumers&rdquo; da Kantar Worldpanel vem agora abordar estes consumidores.</p>
<p>Apesar de serem popula&ccedil;&otilde;es urbanas de intensidade relativamente semelhante, existem grandes diferen&ccedil;as de comportamento de consumo entre as popula&ccedil;&otilde;es das sete principais cidades ib&eacute;ricas (Lisboa, Porto, Madrid, Barcelona, Val&ecirc;ncia, Bilbao e Sevilha). As caracter&iacute;sticas locais, a demografia, a economia e, sobretudo, a cultura local, influenciam e determinam a forma como consomem, em cada uma destas cidades da Pen&iacute;nsula Ib&eacute;rica, quando se fala no grande consumo nos lares.</p>
<p>Estas sete cidades representam apenas 2% da superf&iacute;cie total da pen&iacute;nsula, mas correspondem a 28% da popula&ccedil;&atilde;o total e o seu peso no gasto em valor em FMCG &eacute; de 32% do total.</p>
<p>Para as marcas, &eacute; importante n&atilde;o pensar em &ldquo;cidades&rdquo;, mas sim em &ldquo;cidade&rdquo;, com particularidades pr&oacute;prias. Este estudo permitiu perceber que as dicotomias Norte-Sul e Portugal-Espanha n&atilde;o s&atilde;o suficientes nem reais para explicar a realidade e que existem oportunidades de micro-activa&ccedil;&atilde;o eficientes em cada cidade.</p>
<p>Se quiser conhecer as principais conclus&otilde;es deste estudo, contacte a Kantar Worldpanel.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 23 Mar 2012 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Os-Consumidores-Urbanos-Ibricos</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[As redes sociais e o FMCG]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/As-redes-sociais-e-o-FMCG</link>
         <description><![CDATA[<p>O consumidor portugu&ecirc;s est&aacute; cada vez mais ligado e presente na Internet.</p>
<p>De acordo com o estudo &ldquo;Life Styles&rdquo; da Kantar Worldpanel, em 2011, 58% dos lares portugueses tinham Internet em casa, 10.3% acederam a sites de compras online e quase sete em cada 100 lares fez pelo menos uma compra de produtos de grande consumo na rede. No entanto, este canal s&oacute; vale hoje 0,6% do mercado das compras de grande consumo, embora a tend&ecirc;ncia seja para aumentar e em 2015 este gasto possa atingir os 2.6%.</p>
<p>As redes sociais t&ecirc;m adquirido grande import&acirc;ncia em Portugal e um em cada dois portugueses tem um perfil no Facebook. Na realidade, 80% da popula&ccedil;&atilde;o online portuguesa est&aacute; presente nesta rede social.</p>
<p>O tipo de rela&ccedil;&atilde;o com o Facebook permite fazer uma segmenta&ccedil;&atilde;o dos lares de Portugal Continental em quatro grupos, em fun&ccedil;&atilde;o do tempo que despendem com a Internet: os &ldquo;No Show&rdquo;, que n&atilde;o est&atilde;o presentes e representam 20% dos lares portugueses, os &ldquo;Present&rdquo;, frequentam pouco o Facebook e cada utiliza&ccedil;&atilde;o tem em m&eacute;dia 30 minutos, representando 5% dos lares, os &ldquo;Sociais&rdquo;, acedem todos os dias entre 30 minutos e uma hora e s&atilde;o o grupo maior, representando 51% dos lares e por fim os &ldquo;Superfan&rdquo;, que acedem todos os dias ao Facebook e est&atilde;o ligados durante mais de duas horas por dia, representando 24% dos lares.</p>
<p>Os &ldquo;superfan&rdquo; acedem, normalmente, &agrave; Internet a partir de dois locais distintos e t&ecirc;m 1.3 equipamentos. Utilizam, sobretudo, o correio electr&oacute;nico e as redes sociais. A p&aacute;gina que mais visitam &eacute; o Facebook, 21% afirmam ter mais de 500 amigos nesta rede social e 71% s&atilde;o f&atilde;s de p&aacute;ginas. S&atilde;o lares jovens sem filhos, maioritariamente residentes na faixa litoral do pa&iacute;s e pertencem &agrave; classe m&eacute;dia e m&eacute;dia baixa.</p>
<p>Curiosamente, este grupo consumiu mais FMCG no lar, no &uacute;ltimo ano. Com efeito, gastou mais 16% em valor e 14,8% em volume, seguindo a tend&ecirc;ncia de menos consumo fora do lar. A sua rela&ccedil;&atilde;o com a Internet parece favorecer tamb&eacute;m o seu consumo em compras online, para o FMCG, uma vez que de 2010 para 2011 cresceu em valor 83% valor, mas o seu peso no gasto total do FMCG &eacute; ainda diminuto. Refira-se ainda que este grupo cresceu 15.5% no canal offline.</p>
<p>Os &ldquo;superfan&rdquo; procuram sobretudo conveni&ecirc;ncia e pre&ccedil;o, uma vez que &ldquo;compram frequentemente comida preparada para levar para casa&rdquo;, &ldquo;n&atilde;o t&ecirc;m muito tempo para cozinhar&rdquo;, s&atilde;o &ldquo;menos fi&eacute;is &agrave;s marcas&rdquo; e o peso que as MDD&rsquo;s t&ecirc;m nas suas compras de FMCG est&aacute; acima da m&eacute;dia nacional.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 23 Mar 2012 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/As-redes-sociais-e-o-FMCG</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[O Consumidor "Smart Downtrading Shopper"]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/O-Consumidor-Smart-Downtrading-Shopper</link>
         <description><![CDATA[<p>Consideramos que uma parte dos consumidores portugueses, em consequ&ecirc;ncia da conjuntura, se est&aacute; a transformar em &ldquo;smart downtrading shopper&rdquo; que &eacute;, basicamente, um consumidor que tende a comprar sistematicamente mais barato ou com a melhor rela&ccedil;&atilde;o pre&ccedil;o/fun&ccedil;&atilde;o, s&oacute; escolhendo marcas mais caras quando v&ecirc; valor claro para si.</p>
<p>Isto quer dizer que pode comprar a op&ccedil;&atilde;o mais barata numa categoria e a marca mais cara noutra categoria ou &aacute;rea de consumo, dependendo do que considerar ser a op&ccedil;&atilde;o mais racional e adequada. &Eacute; sobretudo urbano e com estruturas familiares muito distintas, sendo que a classe social deixa de ser fator de diferencia&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Est&aacute; preocupado com a crise e representa 57% dos lares. Concentra cada vez mais as suas compras FMCG na Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna e aumenta a frequ&ecirc;ncia de compra, mas reduz as quantidades em cada acto. Faz menos refei&ccedil;&otilde;es fora de casa. Reduz o consumo de combust&iacute;vel e de vestu&aacute;rio. Tem grande liga&ccedil;&atilde;o &agrave; Internet e &agrave;s redes sociais.</p>
<p>Na pr&aacute;tica, analisando as suas compras, existe um downtrading generalizado no comportamento do shopper quando vai &agrave;s compras, substituindo o mais caro pelo mais barato ou pelo mais conveniente e, sobretudo, para comer em casa. Categorias como &aacute;guas com g&aacute;s, iogurtes sa&uacute;de (bifidus, L. Casei, etc), vinhos, p&atilde;o fresco, carne fresca, peixe e marisco fresco e bacalhau seco est&atilde;o a ser substitu&iacute;das por &aacute;guas sem g&aacute;s, iogurtes tradicionais, Iced Tea, p&atilde;o industrial, carne congelada, conservas de atum e salsichas e bacalhau congelado.</p>]]></description>
         <pubDate>Fri, 23 Mar 2012 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/O-Consumidor-Smart-Downtrading-Shopper</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Higiene pessoal e beleza em crescimento ]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Mercado-de-higiene-pessoal-e-beleza-em-crescimento-em-tempos-de-crise</link>
         <description><![CDATA[<p>O mercado de higiene pessoal e beleza conseguiu, curiosamente, crescer em valor 3.3% no YTD P09 11 (nove primeiros meses do ano), em grande medida devido ao aumento do n&uacute;mero de compradores e ao aumento do pre&ccedil;o m&eacute;dio dos produtos em quase 4%, de acordo com o painel de indiv&iacute;duos da Kantar Worldpanel.</p>
<p>As categorias de produtos para cabelo e tratamento de rosto foram aquelas que n&atilde;o permitiram um crescimento maior ao mercado de higiene pessoa e beleza, j&aacute; que ambas decresceram, no primeiro caso cerca de 1% e no segundo caso 10% em valor.</p>
<p>Ainda assim, mais de metade das categorias de higiene pessoal e beleza conseguiram crescer, destacando-se &ldquo;maquilhagem para olhos&rdquo;, &ldquo;escovas de dentes el&eacute;ctricas&rdquo; e &ldquo;cremes de m&atilde;os&rdquo; com crescimentos consider&aacute;veis e muito acima das restantes categorias.</p>
<p>Este &eacute; claramente um mercado dominado pelas Marcas de Fabricantes, mas ainda assim, as Marcas da Distribui&ccedil;&atilde;o (MDD&rsquo;s) conseguiram refor&ccedil;ar ligeiramente a sua posi&ccedil;&atilde;o. Assim, as MDD&rsquo;s atingiram agora um peso em valor de 10.1% no per&iacute;odo em an&aacute;lise, quando nos nove primeiros meses de 2010 tinham uma quota de 9.6%.</p>
<p>Para a performance positiva da MDD do Continente, em Beauty, contribuiu o crescimento da sua marca My Label, que foi praticamente lan&ccedil;ada este ano, pois apesar de j&aacute; existir, foi este ano que teve o apoio de fortes investimentos em comunica&ccedil;&atilde;o, incluindo publicidade em televis&atilde;o.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 09 Nov 2011 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Mercado-de-higiene-pessoal-e-beleza-em-crescimento-em-tempos-de-crise</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Uma InsÃ­gnia de Fabricante, em Portugal?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Uma-Insgnia-de-Fabricante-em-Portugal</link>
         <description><![CDATA[<p>A empresa F&aacute;bricas Lusitana, que det&eacute;m as marcas Branca de Neve e Espiga, decidiu criar uma loja online chamada e-mercearia (www.e-mercearia.com), onde tem &agrave; venda diretamente ao consumidor os seus produtos.</p>
<p>Embora o foco seja em grande parte a exporta&ccedil;&atilde;o, esta loja dever&aacute; estar aberta a outras marcas, de outros fabricantes, pelo que ser&aacute; a primeira Ins&iacute;gnia de &ldquo;Fabricante&rdquo;, em Portugal, a vender diretamente do fabricante ao consumidor final.</p>
<p>Em Portugal, os &uacute;nicos servi&ccedil;os deste g&eacute;nero que existem pertencem &agrave;s marcas de caf&eacute;s Nespresso e Delta Q que t&ecirc;m um sistema pr&oacute;prio de distribui&ccedil;&atilde;o dos produtos, em que realmente h&aacute; uma venda direta ao consumidor, mas trata-se n&atilde;o s&oacute; de apenas um produto, como n&atilde;o &eacute; uma ins&iacute;gnia onde se podem vender v&aacute;rios produtos e v&aacute;rias marcas, como &eacute; o caso da &ldquo;e-mercearia&rdquo;.</p>
<p>No estrangeiro existem, tamb&eacute;m, experi&ecirc;ncias de lojas de Fabricantes, como a Danone e a Procter &amp; Gamble, que vendem diretamente ao consumidor, mas numa l&oacute;gica de loja exclusiva para esse fabricante.</p>
<p>No caso da nova ins&iacute;gnia &ldquo;e-mercearia&rdquo;, ap&oacute;s a recep&ccedil;&atilde;o da encomenda, a entrega da mercadoria ser&aacute; feita em dois dias e na morada especificada pelo cliente.</p>
<p>A ideia de criar uma plataforma online para venda direta ao consumidor surgiu da necessidade que as marcas de fabricantes t&ecirc;m de vender para um p&uacute;blico mais vasto que o nacional ou adicionalmente por dificuldade em por &agrave; venda todas as refer&ecirc;ncias em todas as lojas da Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna, devido naturalmente, &agrave; complexidade e dimens&atilde;o do mercado ou ainda por simples quest&otilde;es de espa&ccedil;o. Por outro lado, h&aacute; consumidores no estrangeiro, em especial emigrantes, que querem produtos portugueses e n&atilde;o os encontram &agrave; venda nos locais habituais onde fazem compras. Agora j&aacute; os poder&atilde;o adquirir.</p>
<p>De acordo com a F&aacute;bricas Lusitana este &eacute; um projecto que est&aacute; a aberto a parcerias com outras marcas de fabricantes, j&aacute; que as marcas ganham, n&atilde;o s&oacute;, mais um canal de distribui&ccedil;&atilde;o dos seus produtos alternativo, como a pr&oacute;pria loja online fica enriquecida e ganha dinamismo.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 09 Nov 2011 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Uma-Insgnia-de-Fabricante-em-Portugal</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[InovaÃ§Ã£o Shopper Marketing: Catman Online]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Inovao-Shopper-Marketing-Catman-Online</link>
         <description><![CDATA[<p>O novo Catman Online &eacute; uma aplica&ccedil;&atilde;o inform&aacute;tica de nova gera&ccedil;&atilde;o para ajudar na Gest&atilde;o de Categorias e Marcas, usando como base a informa&ccedil;&atilde;o do painel de lares da Kantar Worldpanel.</p>
<p>Este software &eacute;, portanto, &ldquo;web based&rdquo; com as vantagens inerentes de acesso, sendo bastante intuitivo e f&aacute;cil de utilizar. Permite fornecer argumentos para negocia&ccedil;&otilde;es mais potentes de Fabricantes com a Distribui&ccedil;&atilde;o e vice versa, ou seja, tamb&eacute;m da Distribui&ccedil;&atilde;o para com os Fabricantes, mas de uma forma inovadora, mais sofisticada e mais fundamentada. E ao mesmo tempo de forma simples e clara.</p>
<p>Para uma demonstra&ccedil;&atilde;o ou para mais informa&ccedil;&otilde;es&nbsp;contacte o seu consultor habitual da Kantar Worldpanel.</p>
<p>Este novo sistema &eacute; uma inova&ccedil;&atilde;o importante em particular para a actividade de trade marketing, permitindo obter melhores resultados comerciais num contexto particularmente dif&iacute;cil, uma vez que fica mais f&aacute;cil a procura de aspectos a corrigir, bem como detetar novas oportunidades de neg&oacute;cio.</p>
<p>Uma das inova&ccedil;&otilde;es principais prende-se com as duas abordagens distintas, mas complementares, que permite. Existem duas op&ccedil;&otilde;es principais de trabalho: uma vis&atilde;o &ldquo;Account Manager&rdquo; e uma vis&atilde;o &ldquo;Category Manager&rdquo;, que, de alguma forma, representam &oacute;pticas distintas, ou seja, a vis&atilde;o do fabricante e a vis&atilde;o do distribuidor, conseguindo-se aqui compatibilizar estas abordagens ao n&iacute;vel do objetivo final de desenvolvimento do neg&oacute;cio, numa filosofia win-win.</p>
<p>O Catman Online permite medir a performance de uma determinada categoria ou de uma marca numa categoria, nas principais ins&iacute;gnias, no sentido de identificar as amea&ccedil;as e os pontos fortes ou fracos dessa mesma categoria ou marca, e assim detetar sinergias ou oportunidades de neg&oacute;cio, conseguindo elaborar argumentos potentes para uma negocia&ccedil;&atilde;o mais fundamentada e objetiva.</p>
<p>Por exemplo, no que diz respeito ao desempenho dentro das ins&iacute;gnias, &eacute; poss&iacute;vel aferir qual o posicionamento da categoria e de uma marca em an&aacute;lise, nas v&aacute;rias ins&iacute;gnias, indicando como &eacute; que as ins&iacute;gnias ajudam a desenvolver o mercado e quais os segmentos e as marcas mais relevantes em cada ins&iacute;gnia.</p>
<p>Esta nova ferramenta vem permitir n&atilde;o s&oacute; uma novo paradigma negocial, em real parceria e com benef&iacute;cios evidentes para Distribuidores e Fabricantes, como ainda o faz com quase total autonomia dos utilizadores finais, uma vez que a aplica&ccedil;&atilde;o &eacute; muito f&aacute;cil de usar e dispon&iacute;vel sempre onde h&aacute; Internet, durante todos os dias (e noites) e durante todo o ano.</p>
<p>As amea&ccedil;as e os pontos fortes definem-se percebendo como se constr&oacute;i a quota de mercado de cada ins&iacute;gnia, quantos compradores consegue atrair a ins&iacute;gnia, quantos compradores adquiriram determinada marca, qual a fidelidade dos compradores de cada ins&iacute;gnia e de cada marca e para que outras ins&iacute;gnias vai o gasto dos compradores.</p>
<p>Qual o potencial que a ins&iacute;gnia tem para a categoria, quais as ins&iacute;gnias que t&ecirc;m maiores oportunidades de desenvolver a categoria e como demonstrar a necessidade de incorporar ou refor&ccedil;ar as marcas numa determinada ins&iacute;gnia permitem detectar oportunidades de neg&oacute;cio.</p>
<p>O Catman Online conta, assim, com v&aacute;rias vantagens, entre as quais, o facto de o acesso ser feito online, sem necessidade de instala&ccedil;&atilde;o de qualquer aplica&ccedil;&atilde;o. Para al&eacute;m disso, tem menus de acesso espec&iacute;ficos guiados e operativos. A entrega de resultados &eacute;, assim, imediata. O ambiente de trabalho tem templates j&aacute; pr&eacute;-definidos, tornando-o muito user friendly. &Eacute; ainda mais eficiente, j&aacute; que podem ser inclu&iacute;das entre 50 a 170 vari&aacute;veis, podendo, ainda ser pr&eacute;-definida a l&iacute;ngua do cliente. Nesta nova solu&ccedil;&atilde;o est&atilde;o inclu&iacute;das as novas amostras de 4.000 lares e de 5.000 indiv&iacute;duos, permitindo uma maior cobertura de mercados, logo tamb&eacute;m uma maior pot&ecirc;ncia anal&iacute;tica.</p>
<p>Este novo software pode constituir o princ&iacute;pio de uma grande altera&ccedil;&atilde;o na forma como se negoceia e se gere marcas e categorias, pois permite simula&ccedil;&otilde;es e uma muito maior fundamenta&ccedil;&atilde;o das decis&otilde;es.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 09 Nov 2011 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Inovao-Shopper-Marketing-Catman-Online</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Os Distritos mais "Marquistas" de Portugal]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Os-Distritos-mais-Marquistas</link>
         <description><![CDATA[<p>A Kantar Worldpanel disponibiliza este ano a an&aacute;lise de categorias ou de ins&iacute;gnias, por Distritos.</p>
<p>Inclui, naturalmente, os 18 distritos de Portugal Continental, no sentido de encontrar oportunidades ou pontos fracos a melhorar.</p>
<p>Esta an&aacute;lise permite &agrave;s marcas e &agrave;s ins&iacute;gnias adaptarem as suas estrat&eacute;gias a um n&iacute;vel mais micro, tendo em conta que os h&aacute;bitos de compra em cada Distrito, s&atilde;o bastante diferentes. E medir os resultados.</p>
<p>Ou seja, temos um recurso novo que permite responder &agrave;s necessidades estrat&eacute;gicas de execuss&atilde;o regional, permitindo elaborar planos operacionais de &ldquo;geo-marketing&rdquo; de forma concreta e sobretudo mensur&aacute;vel.</p>
<p>Numa abordagem muito simples de quotas de mercado de Marcas de Fabricantes versus Marcas da Distribui&ccedil;&atilde;o e tendo por base os primeiros oito meses do ano, verifica-se que Bragan&ccedil;a &eacute; o distrito em que as MDD&rsquo;s t&ecirc;m mais peso (41.2%), embora seja, tamb&eacute;m, em termos nacionais, aquele que menos peso tem em valor para o total FMCG. De referir que no per&iacute;odo em an&aacute;lise, a quota de mercado das MDD&rsquo;s, no total nacional foi de 36.6%.</p>
<p>Destacam-se tamb&eacute;m os distritos de Viana do Castelo (39,5%), Aveiro (38,7%), Braga (38%), Castelo Branco (37,5%), Guarda (37,3%), Coimbra (37,1%), Porto (36,9%) e Santar&eacute;m (36,9%), cujo peso em valor das MDD&rsquo;s &eacute; superior ao total em Portugal.</p>
<p>&Eacute;vora e Beja s&atilde;o dos distritos mais &ldquo;marquistas&rdquo;, j&aacute; que as MDD&rsquo;s representam no total FMCG apenas 33,4% e 33,9%, respectivamente, do gasto das fam&iacute;lias a&iacute; residentes.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 09 Nov 2011 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Os-Distritos-mais-Marquistas</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Lares compram mais produtos grande consumo na Web]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Lares-Portugueses-compram-mais-produtos-de-grande-consumo-na-Web</link>
         <description><![CDATA[<p>Em Portugal no ano de 2010, houve o mesmo n&uacute;mero de lares portugueses a comprarem produtos FMCG online, que em 2009, ou seja, 3.2%, correspondente a 125.000 lares.</p>
<p>Embora o n&uacute;mero de compradores online esteja est&aacute;vel, todos os restantes indicadores cresceram, em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo de 2009. Sen&atilde;o vejamos, 32% dos lares repetiram a compra em 2010, enquanto que em 2009 haviam repetido 26%. O gasto m&eacute;dio passou de 132,93 &euro; em 2009 para 195,94 &euro;, que corresponde a um aumento de 47%. A fidelidade era de 6% em 2009 e foi de 8% em 2010, registando um crescimento de 42%.</p>
<p>Os compradores online gastaram mais 50% em produtos de grande consumo no canal online, contra apenas 10% de gasto no total Portugal e gastaram mais 15% em FMCG do que os n&atilde;o compradores online.</p>
<p>75% das compras que s&atilde;o efectuadas via online s&atilde;o feitas nos dias &uacute;teis da semana e apenas 25% s&atilde;o feitas ao fim de semana. No entanto, nos dias &uacute;teis h&aacute; uma redu&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o a 2009, j&aacute; que nesse ano 82% das compras online eram feitas de segunda a sexta feira.</p>
<p>Em 2010, o perfil s&oacute;cio-demogr&aacute;fico dos lares compradores online corresponde a residentes nas &aacute;reas urbanas de Lisboa e do Porto, s&atilde;o, sobretudo, casais com filhos at&eacute; cinco anos e jovens casais s&oacute;s/casais jovens sem filhos e pertencem &agrave; classe alta. As donas de casa destes lares t&ecirc;m idades compreendidas entre os 35 e os 49 anos de idade e fam&iacute;lia tem, em m&eacute;dia, tr&ecirc;s membros. A dona-de-casa &eacute; activa e adepta das novas tecnologias.</p>
<p>H&aacute; uma diferen&ccedil;a de perfil em rela&ccedil;&atilde;o ao ano de 2009, j&aacute; que nesse ano eram residentes nas &aacute;reas de Lisboa, correspondiam a casais com filhos at&eacute; cinco anos e casais adultos sem filhos e pertenciam &agrave; classe media.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 19 Sep 2011 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Lares-Portugueses-compram-mais-produtos-de-grande-consumo-na-Web</guid>
      </item>	
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         <title><![CDATA[Espanha: 1/5 dos lares faz compras pela web em FMCG]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Espanha-Um-Quinto-dos-lares-j-faz-compras-pela-Internet-em-FMCG</link>
         <description><![CDATA[<p>O n&uacute;mero de lares espanh&oacute;is que realizou alguma compra de Grande Consumo atrav&eacute;s do canal Web cresceu 43% em apenas tr&ecirc;s anos, segundo os dados da Kantar Worldpanel Espanha.</p>
<p>Segundo esta an&aacute;lise, se em 2008 12% dos lares haviam escolhido a rede para fazer algumas das suas compras de alimenta&ccedil;&atilde;o e drogaria, no fim de 2010 estes j&aacute; s&atilde;o 17% da popula&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Os lares jovens e monoparentais s&atilde;o os grandes impulsionadores desta evolu&ccedil;&atilde;o, j&aacute; que realizaram 42% de todo o gasto registado no canal online durante o ano de 2010, enquanto que nos restantes canais estes lares representaram apenas 28% da factura&ccedil;&atilde;o total.</p>
<p>A an&aacute;lise da Kantar Worldpanel revela tamb&eacute;m que &ldquo;nuestros hermanos&rdquo; gastam em m&eacute;dia 62 &euro; em cada compra feita pela Internet, quando o gasto m&eacute;dio das cestas offline em 2010 &eacute; de 49 &euro;. Isto ocorre porque os lares aproveitam para realizar mais compras de despensa neste canal. Ou seja, quase metade do gasto (44%) destina-se a produtos de alimenta&ccedil;&atilde;o e bebidas embalados (conservas, leite, azeite, cereais, massas aliment&iacute;cias&hellip;) e 30% a produtos frescos perec&iacute;veis (frutas, verduras, carne, peixe&hellip;), enquanto que nos restantes canais os frescos representam 51% das compras e a alimenta&ccedil;&atilde;o embalada apenas uma quarta parte (26%). Observa-se nos &uacute;ltimos anos uma tend&ecirc;ncia convergente de os frescos online adquirirem cada vez mais peso, dentro das compras atrav&eacute;s de Internet.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 19 Sep 2011 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Espanha-Um-Quinto-dos-lares-j-faz-compras-pela-Internet-em-FMCG</guid>
      </item>	
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         <title><![CDATA[Domingos contribui para o crescimento da DM]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Abertura-aos-Domingos-contribui-para-crescimento-da-Distribuio-Moderna</link>
         <description><![CDATA[<p>No primeiro trimestre de 2011, a Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna contrariou a tend&ecirc;ncia de decrescimento que ocorreu no mercado de FMCG.</p>
<p>Se este &uacute;ltimo decresceu 1.3% em valor e 2.2% em volume, j&aacute; a Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna conseguiu crescer 1.4% em valor, apesar de em volume estar est&aacute;vel, com menos 0.4%.</p>
<p>A abertura dos hipermercados ao domingo, que aconteceu em praticamente todo o pa&iacute;s, com excep&ccedil;&atilde;o de dois ou tr&ecirc;s concelhos, ajudou ao crescimento da Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna, em detrimento sobretudo da sexta-feira e do s&aacute;bado. Na verdade, a abertura aos domingos contribuiu em 64% para o crescimento em valor da Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna, enquanto que a ter&ccedil;a-feira contribuiu em 28% e a segunda-feira em 8%.</p>
<p>Como seria de esperar, com esta nova op&ccedil;&atilde;o de dia de compra, o comportamento do shopper portugu&ecirc;s mudou um pouco, j&aacute; que reorganizou as suas compras, comprando menos &agrave; sexta-feira e ao s&aacute;bado, para passar a comprar mais ao Domingo.</p>
<p>Assim, analisando o peso em valor que cada dia tem, verifica-se que no primeiro trimestre de 2010 a sexta-feira tinha 15,2%, passando a ter j&aacute; neste ano 14.8% e o s&aacute;bado representava em valor 23.5% e passou a representar 22.3% no primeiro trimestre de 2011. J&aacute; o Domingo, cuja abertura era poss&iacute;vel apenas de manh&atilde;, representou 16.4% do valor total do FMCG no primeiro trimestre de 2011, quando no mesmo per&iacute;odo de 2010 representava 14.8%.</p>
<p>O Continente e a Auchan foram, naturalmente, as ins&iacute;gnias mais beneficiadas com esta altera&ccedil;&atilde;o. Assim, o Continente cresceu 62.2% em valor neste dia e o Jumbo cresceu 42% em valor. Sempre valores relativos ao aumento no Domingo, recordando que j&aacute; estavam abertos da parte da manh&atilde;.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 19 Sep 2011 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Abertura-aos-Domingos-contribui-para-crescimento-da-Distribuio-Moderna</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Shopper soberano na crise]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Shopper-soberano-na-crise</link>
         <description><![CDATA[<p>Os indicadores de confian&ccedil;a do consumidor portugu&ecirc;s mant&ecirc;m-se negativos em Agosto 2011 (Dados Eurostat), m&ecirc;s onde, na Uni&atilde;o Europeia, nem mesmo os consumidores alem&atilde;es apresentam um &ldquo;score&rdquo; positivo. Os desafios e as conting&ecirc;ncias para Portugal s&atilde;o agravados pelos aumentos a n&iacute;vel mundial dos pre&ccedil;os das mat&eacute;rias-primas e o elevado pre&ccedil;o do petr&oacute;leo, factores muito importantes para o FMCG.</p>
<p>No que diz respeito ao consumo dos lares de Portugal Continental a informa&ccedil;&atilde;o da Kantar Worldpanel indica que existem dois momentos distintos neste primeiro semestre, correspondentes ao primeiro trimestre e ao segundo trimestre. No primeiro trimestre verificou-se uma forte retrac&ccedil;&atilde;o do consumo em FMCG, com menos gasto e menos quantidade comprada por acto, ligeiro aumento dos actos de compra e menos compras no tradicional. No segundo trimestre registou-se uma pequena recupera&ccedil;&atilde;o no consumo do lar, havendo menos retrac&ccedil;&atilde;o no gasto por acto de compra e estabilidade na compra por acto de compra, bem como um ligeiro aumento das visitas &agrave;s lojas. A quota das MDD&rsquo;s continuou, no segundo trimestre, a crescer, mas desacelerando face ao primeiro trimestre deste ano.</p>
<p>Se analisarmos os primeiros 8 meses de 2011, ou melhor, as oito primeiras quadri-semanas, podemos concluir que o consumo est&aacute; em n&iacute;veis praticamente id&ecirc;nticos ano passado, com uma varia&ccedil;&atilde;o de +0,3% em valor, tamb&eacute;m em consequ&ecirc;ncia do aumento de pre&ccedil;o m&eacute;dio comprado em +0,6% e um volume ligeiramente menor.</p>
<p>Mas no entanto, o comportamento do shopper mudou bastante. Enquanto no ano passado havia compras mais planeadas e maiores em cada acto de compra, o driver este ano &eacute; bastante diferente. O consumidor portugu&ecirc;s est&aacute; a dar prioridade a um menor gasto por cada acto de compra e a uma compra mais frequente. Claramente h&aacute; uma preocupa&ccedil;&atilde;o com o &ldquo;out-of-pocket&rdquo; e com a procura das melhores ofertas, aumentando consequentemente a frequ&ecirc;ncia de compra. Nesta em particular importa destacar que a procura est&aacute; agora mais focada na Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna, na esperan&ccedil;a de melhores pre&ccedil;os, em forte detrimento do canal Tradicional. Importa ainda destacar a prefer&ecirc;ncia maiorit&aacute;ria dos Lares Portugueses pelas ins&iacute;gnias Continente e Pingo Doce, que sai refor&ccedil;ada nestes primeiros meses do ano.</p>
<p>Em termos globais sobre as diferentes macro-categorias, verifica-se a continua&ccedil;&atilde;o do crescimento da &aacute;rea de TakeAway (+5% em valor), quer por aumento da procura do consumidor, quer por aumento da oferta dispon&iacute;vel na Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna, consolidando uma op&ccedil;&atilde;o &agrave;s refei&ccedil;&otilde;es &ldquo;fora de casa&rdquo; que junta os vectores &ldquo;conveni&ecirc;ncia&rdquo; e &ldquo;pre&ccedil;os baixos&rdquo; num mix de sucesso na presente conjuntura. Ou seja, assistimos a algum crescimento das categorias do sector Alimenta&ccedil;&atilde;o, onde 40% das categorias aumentaram a sua frequ&ecirc;ncia de compra. Em sentido contr&aacute;rio est&atilde;o algumas categorias consideradas &ldquo;n&atilde;o vitais&rdquo;, sendo o sector de DPH uma das principais v&iacute;timas das actuais prefer&ecirc;ncias do shopper.</p>
<p>Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna</p>
<p>No contexto dif&iacute;cil, a Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna apresentou-se muito din&acirc;mica, refor&ccedil;ando o seu posicionamento de &ldquo;ajuda ao consumidor&rdquo; na sua premente procura pela poupan&ccedil;a. Os retalhistas apostaram forte ainda e sempre na constru&ccedil;&atilde;o de marca para as suas ins&iacute;gnias, construindo confian&ccedil;a junto dos consumidores, em especial os dois principais concorrentes. Destaque-se ainda o investimento em comunica&ccedil;&atilde;o sobre o vector de apoio &agrave; produ&ccedil;&atilde;o nacional, destacando a qualidade e frescura dos alimentos portugueses, tend&ecirc;ncia que foi seguida por praticamente todas as cinco principais ins&iacute;gnias. Outro aspecto novo foi a clara inicia&ccedil;&atilde;o do Pingo Doce na realiza&ccedil;&atilde;o de &ldquo;promo&ccedil;&otilde;es&rdquo; e ainda nas parcerias &ldquo;MDD+MDF&rdquo;, a que se seguiu a recente aposta nos &ldquo;cabazes promocionais&rdquo;, com o claro objectivo de ganhar fideliza&ccedil;&atilde;o do gasto da sua clientela.</p>
<p>As Marcas da Distribui&ccedil;&atilde;o (MDD&rsquo;s) cresceram 8% em valor, que se traduziu num aumento da sua quota de mercado para 36.6% &ndash; quando no primeiro semestre de 2010 tinham uma quota em valor de 33.7%. Este valor &eacute; v&aacute;lido para o Total FMCG sem Frescos.</p>
<p>Neste ano verificaram-se importantes desenvolvimentos de MDD&rsquo;s em categorias em que tradicionalmente o consumidor prefere marcas de fabricantes. Sen&atilde;o vejamos, o Pingo Doce lan&ccedil;ou um iogurte para beb&eacute;s, o Continente lan&ccedil;ou um leite em p&oacute; transi&ccedil;&atilde;o e relan&ccedil;ou a sua marca pr&oacute;pria de beleza &ndash; MyLabel &ndash; no segmento feminino e alargou a gama ao segmento masculino, investindo fortemente em comunica&ccedil;&atilde;o. Ali&aacute;s, este desenvolvimento na categoria de beleza permitiu um crescimento exponencial de algumas MDD&rsquo;s como, por exemplo, &ldquo;hidrata&ccedil;&atilde;o e tratamento de cabelo&rdquo;, que cresceu 383%, face ao mesmo per&iacute;odo de 2010, &ldquo;modeladores de cabelo&rdquo; que cresceu 40.4% e &ldquo;tratamento de corpo&rdquo;, que cresceu 32.2%.</p>
<p>No ranking das ins&iacute;gnias, o Continente continua l&iacute;der, agora que a reconvers&atilde;o de todas lojas Modelo em Continente est&aacute; efectuada. Com esta uniformiza&ccedil;&atilde;o de todas as lojas, o Continente conseguiu atingir uma quota de mercado em valor de 33%, seguido do Pingo Doce, com um peso de 17%, relativo ao consumo dos lares. Estas duas ins&iacute;gnias distanciam-se, assim, cada vez mais dos restantes players do mercado. Ali&aacute;s, o Continente foi a &uacute;nica ins&iacute;gnia da Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna que conseguiu crescer no primeiro semestre do ano, atrav&eacute;s da conquista de novos compradores e gerando mais frequ&ecirc;ncia de compra.</p>]]></description>
         <pubDate>Mon, 19 Sep 2011 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Shopper-soberano-na-crise</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Sainsbury lidera setor da DistribuiÃ§Ã£o resiliente]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Sainsbury-lidera-um-sector-da-Distribuio-resiliente</link>
         <description><![CDATA[<p>Os n&uacute;meros mais recentes da Kantar Worldpanel UK relativamente ao setor da Distribui&ccedil;&atilde;o no Reino Unido, correspondente ao per&iacute;odo de 12 semanas que terminou em 26 de Dezembro de 2010, demonstram diferentes destinos para os sector FMCG e n&atilde;o FMCG, no per&iacute;odo festivo.</p>
<p>Enquanto que o sector FMCG teve um Natal pr&oacute;spero com um crescimento assinal&aacute;vel de 5.1%, o setor n&atilde;o FMCG sofreu uma quebra de vendas na ordem dos 2.3%. Isto reflete o pessimismo dos &uacute;ltimos relat&oacute;rios de com&eacute;rcio de Natal de alguns retalhistas n&atilde;o-alimentares.</p>
<p>Edward Garner, Director de Comunica&ccedil;&atilde;o da Kantar Worldpanel UK afirma: &ldquo;A perturba&ccedil;&atilde;o causada pela neve antes do Natal fez com que muitos consumidores s&oacute; se aventurassem para fora de casa para fazerem compras de supermercado essenciais. As ruas principais s&atilde;o normalmente mais movimentadas neste per&iacute;odo, mas neste Natal os compradores preferiram comprar produtos n&atilde;o FMCG como DVDs, brinquedos e livros, enquanto faziam as suas compras de FMCG. O aumento dos n&iacute;veis de gastos em vez do n&uacute;mero de compradores foi a for&ccedil;a por detr&aacute;s do forte aumento do sector FMCG, neste per&iacute;odo&rdquo;.</p>
<p>Historicamente a Sainsbury cresce durante o Natal, porque os compradores optam por gamas mais premium. Este ano n&atilde;o foi diferente e culminando um per&iacute;odo de crescimento consistente que come&ccedil;ou em 2004, a Sainsbury foi o &uacute;nico retalhista do Top 4 que aumentou a sua quota de mercado neste per&iacute;odo &ndash; de 16.3% no mesmo per&iacute;odo de 2009 para 16.6%.</p>
<p>A Tesco manteve a sua quota de mercado inalterada de 30.5%, mas tanto a Asda como a Morrisons tiveram pequenas quebras na quota de mercado de 0.1%. No entanto, as marcas pr&oacute;prias Premium dos retalhistas do Top 4 cresceram 11%, em rela&ccedil;&atilde;o ao ano de 2009.</p>
<p>A Waitrose tamb&eacute;m teve um crescimento robusto de 9.4%, ajudado pelo consider&aacute;vel media buzz &agrave; volta do seu Delia Smith e da sua receita de oferta Heston Blumenthal.</p>
<p>Depois de alguns meses turbulentos, os discounts Aldi e Lidl cresceram acima do mercado neste per&iacute;odo, com os n&iacute;veis de gasto a aumentarem significativamente. Isto aconteceu possivelmente pelas localiza&ccedil;&otilde;es urbanas convenientes, que permitiram evitar a neve e tamb&eacute;m alguns compradores continuam &agrave; procura do value for Money, num m&ecirc;s onde se gastam sempre mais.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 23 Feb 2011 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Sainsbury-lidera-um-sector-da-Distribuio-resiliente</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Quotas das InsÃ­gnias da DistribuiÃ§Ã£o Moderna]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Quotas-das-Insgnias-da-Distribuio-Moderna</link>
         <description><![CDATA[<p>No que diz respeito &agrave; quota de mercado das ins&iacute;gnias, considerando o mercado FMCG para os Lares Portugueses, vemos que o Continente continua a ser l&iacute;der, com uma quota de mercado de 16.8%, seguido de muito perto pela Jer&oacute;nimo Martins (Pingo Doce+Feira Nova), com uma quota de mercado de 16.1%.</p>
<p>O Modelo ocupa o terceiro lugar, com uma quota de mercado de 15.1%. Juntas, as duas ins&iacute;gnias da Sonae representam 31,9% do valor gasto pelos lares portugueses em FMCG, seguindo-se a Jer&oacute;nimo Martins com os citados 16,1%. Estes dois operadores conseguem obter a prefer&ecirc;ncia dos consumidores e reter cerca de 46 euros em cada 100 gastos pelas fam&iacute;lias de Portugal Continental.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 23 Feb 2011 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Quotas-das-Insgnias-da-Distribuio-Moderna</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[As InsÃ­gnias sobrepÃµem-se aos Canais?]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/As-Insgnias-sobrepem-se-aos-Canais</link>
         <description><![CDATA[<p>Verificamos que, em Portugal, houve uma importante altera&ccedil;&atilde;o no sector da Distribui&ccedil;&atilde;o Moderna.</p>
<p>At&eacute; agora estudar a Distribui&ccedil;&atilde;o importava considerar os chamados &ldquo;Canais&rdquo; (Hiper, Super, Hard Discount) por serem um vector importante no comportamento de compra do shopper portugu&ecirc;s. Mas hoje a situa&ccedil;&atilde;o &eacute; j&aacute; diferente.</p>
<p>A transforma&ccedil;&atilde;o de algumas ins&iacute;gnias em verdadeiras marcas, num esfor&ccedil;o continuado, em especial nos &uacute;ltimos cinco anos, fez com que o &ldquo;canal&rdquo; deixasse hoje de ter tanta relev&acirc;ncia enquanto factor explicativo dos comportamentos de compra. Prova disso &eacute;, por exemplo, o facto do tamanho da &ldquo;cesta m&eacute;dia&rdquo; n&atilde;o ter hoje grande diferen&ccedil;a entre um hiper, um super ou um hard discount. Por outro lado, os canais j&aacute; n&atilde;o determinam desempenhos. Ins&iacute;gnias presentes no mesmo canal t&ecirc;m performances totalmente contr&aacute;rias. Vemos o surgir de ins&iacute;gnias com perfil multi assortment. Ou seja, vemos algumas ins&iacute;gnias que passam a desenvolver v&aacute;rios tipos de miss&atilde;o de compra. Algumas desenvolvem tipos de compra at&eacute; contradit&oacute;rios com o que seria pr&oacute;prio do canal onde est&atilde;o classificadas. Por exemplo, o Continente ou o Lidl desenvolvem tamb&eacute;m cestas de compra pequenas. Ou o caso do Pingo Doce que desenvolve as chamadas &ldquo;Cestas Grandes&rdquo; antes t&iacute;picas de um Hipermercado, mesmo descartando o efeito de integra&ccedil;&atilde;o do Feira Nova.</p>
<p>Esta situa&ccedil;&atilde;o &eacute; tamb&eacute;m consequ&ecirc;ncia de um forte envolvimento emocional com o consumidor, muitas vezes sob uma capa de racionalidade aparente. Este factor poder&aacute; ser de tal maneira forte que pode at&eacute; sobrepor-se &agrave; l&oacute;gica de &ldquo;Miss&otilde;es de Compra&rdquo; correlacionadas com &ldquo;Canais&rdquo; quando o consumidor seleccionava uma ins&iacute;gnia em fun&ccedil;&atilde;o do tamanho e tipo da sua &ldquo;miss&atilde;o de compra&rdquo; da ocasi&atilde;o. Agora a decis&atilde;o pode ser mais &ndash; tendencialmente &ndash; por uma, ou outra ins&iacute;gnia, em fun&ccedil;&atilde;o do seu mind-set, ou seja da sua maior prefer&ecirc;ncia por uma ins&iacute;gnia com quem ter&aacute; maior envolvimento emocional, afinidade ou prefer&ecirc;ncia. As justificativas para essa escolha podem variar, mas o desenvolvimento de verdadeiras marcas/ins&iacute;gnias conduz habitualmente para uma diferencia&ccedil;&atilde;o menos racional e mais emocional nas escolhas dos consumidores. Aqui e em especial no contexto de crise actual, funcionar&aacute; tamb&eacute;m e sobretudo o conceito de &ldquo;pre&ccedil;o percepcionado&rdquo; que, como sabemos, &eacute; sempre influenciado pela marca, sendo hoje um factor absolutamente cr&iacute;tico para as diferentes ins&iacute;gnias da Distribui&ccedil;&atilde;o. O Pingo Doce ser&aacute; um desses casos, ajudado neste momento, n&atilde;o s&oacute; pela sua imagem de marca, pela sua USP, pelo seu &ldquo;pre&ccedil;o percepcionado&rdquo; mas tamb&eacute;m pela pr&oacute;pria estrutura diversificada das suas lojas.</p>
<p>Os exemplos mais claros destas ins&iacute;gnias que se est&atilde;o a transformar em verdadeiras marcas s&atilde;o talvez o Pingo Doce e o Continente.</p>
<p><strong>Branding das MDD's</strong></p>
<p>Curiosamente, em mat&eacute;ria de estrat&eacute;gia de &ldquo;branding&rdquo; para a MDD quer o Continente, quer o Pingo Doce optaram ambos por um estrat&eacute;gia bastante pr&oacute;xima ao fazer coincidir a marca da MDD com a marca da Ins&iacute;gnia (com a excep&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea de DPH). Totalmente diferente do que faz, por exemplo, os Mosqueteiros, o E.Leclerc, o Lidl ou o Jumbo. Ser&aacute; que esta simples diferen&ccedil;a face, por exemplo, &agrave; maioria dos players retalhistas de origem estrangeira, teve consequ&ecirc;ncias relevantes e positivas na efic&aacute;cia da comunica&ccedil;&atilde;o e no refor&ccedil;o simult&acirc;neo de imagem entre ins&iacute;gnia e produto de marca da distribui&ccedil;&atilde;o?</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 23 Feb 2011 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/As-Insgnias-sobrepem-se-aos-Canais</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[MDD's podem crescer em 2011]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/MDDs-podem-crescer-em-2011</link>
         <description><![CDATA[<p>Como sabemos, tem sido grande e crescente a aceita&ccedil;&atilde;o das Marcas de Distribuidor por parte dos consumidores portugueses, nos &uacute;ltimos anos.</p>
<p>No ano de 2010, de acordo com a informa&ccedil;&atilde;o do painel de lares da Kantar Worldpanel, cerca de 34,2 euros em cada 100 euros gastos pelas Fam&iacute;lias Portugueses v&atilde;o para a MDD no mercado do grande consumo. Foi entre 2007 e 2009 que se verificaram os maiores crescimentos, quer em oferta, quer em procura por parte dos consumidores.</p>
<p>Recordamos que apenas h&aacute; cinco anos eram os Discounts os seus grandes impulsionadores, enquanto hoje em dia se verifica uma aposta consolidada e generalizada deste tipo de oferta de que resulta at&eacute; uma clara converg&ecirc;ncia do peso das MDD&rsquo;s nas diversas ins&iacute;gnias. Ainda assim, os discounts continuam a ser aqueles cujo peso das MDD&rsquo;s &eacute; em muito superior &agrave; quota do total Portugal &ndash; no Lidl, que &eacute; a ins&iacute;gnia mais importantes para estas marcas, as MDD&rsquo;s t&ecirc;m um peso em valor de 64.2%, enquanto que no Minipre&ccedil;o aquelas representam 53.3%. A quota de MDD&rsquo;s Jer&oacute;nimo Martins (Pingo Doce e Feira Nova) &eacute; tamb&eacute;m superior &agrave; m&eacute;dia nacional, ainda que n&atilde;o atinja os 50% de quota, com um peso de 41.1%. Nas ins&iacute;gnias Auchan (Jumbo e P&atilde;o de A&ccedil;&uacute;car) e os &ldquo;Mosqueteiros&rdquo;, talvez pela oferta de marcas de fabricantes ser bastante alargada, as MDD&rsquo;s t&ecirc;m menos peso. Ainda assim, no Continente estas &uacute;ltimas j&aacute; representam 30.5%, enquanto que no Intermarch&eacute; t&ecirc;m um peso de 23.4% e na Auchan 21.6%.</p>
<p>Se analisarmos as categorias onde as MDD t&ecirc;m hoje uma maior quota de mercado encontramos no &ldquo;Top 10&rdquo; categorias onde as MDD j&aacute; representam entre 95% a 60% do valor do mercado dessas categorias. As MDD&rsquo;s s&atilde;o claramente mais fortes nas categorias de Alimenta&ccedil;&atilde;o. Oito das categorias que est&atilde;o no Top 10 com mais peso em MDD&rsquo;s s&atilde;o de Alimenta&ccedil;&atilde;o e apenas duas de N&atilde;o-Alimenta&ccedil;&atilde;o. Nas categorias de &ldquo;bases de pizza/tartes&rdquo;, &ldquo;massas recheadas&rdquo; e &ldquo;batatas congeladas&rdquo; as MDD&rsquo;s t&ecirc;m hoje um peso superior aos 80% em valor. As categorias de n&atilde;o alimenta&ccedil;&atilde;o representadas no Top 10 s&atilde;o &ldquo;len&ccedil;os de papel&rdquo; e guardanapos de papel&rdquo;, com pesos superiores a 70%.</p>
<p>Habitualmente cerca de 85% dos lares que experimentam MDD&rsquo;s ficam fi&eacute;is a esses produtos. Perspectivando 2011 e de acordo com um estudo da Kantar Worldpanel especificamente sobre os lares que se sentiram no passado recente uma dificuldade econ&oacute;mica, verificou-se que efectivamente estes consumidores aderiram muito &agrave;s MDD&rsquo;s como uma das solu&ccedil;&otilde;es de poupan&ccedil;a. Mas, mais do que isso, foi poss&iacute;vel concluir que esses lares continuar&atilde;o a consumir MDD&rsquo;s, de forma regular, mesmo ap&oacute;s terem, posteriormente, entrado em per&iacute;odo de maior desafogo econ&oacute;mico. Ou seja, uma vez criado o h&aacute;bito e a repeti&ccedil;&atilde;o de compra, a tend&ecirc;ncia geral ser&aacute; manter o comportamento.</p>
<p>Apesar de no &uacute;ltimo ano o crescimento das MDD&rsquo;s ter abrandado, o que acontece naturalmente por j&aacute; ter parado a sua expans&atilde;o, pelo lado da oferta, pensamos que se houver uma agudiza&ccedil;&atilde;o da crise e sobretudo um aumento das mat&eacute;rias-primas, durante este ano de 2011, &eacute; poss&iacute;vel e previs&iacute;vel o crescimento da quota das MDD&rsquo;s.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 23 Feb 2011 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/MDDs-podem-crescer-em-2011</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[Como resumir a dinÃ¢mica do Consumidor FMCG em 2010]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Como-resumir-a-dinmica-do-Consumidor-FMCG-em-2010</link>
         <description><![CDATA[<p>O mercado de FMCG, no que respeita ao consumo dos Lares Portugueses, decresceu em valor no ano de 2010, face ao ano de 2009, de acordo a informa&ccedil;&atilde;o da Kantar Worldpanel para Portugal (-1.3%).</p>
<p>Esta &eacute; uma tend&ecirc;ncia que se verificou ao longo do ano de 2010, devido em grande medida &agrave; descida do pre&ccedil;o m&eacute;dio comprado, que neste per&iacute;odo foi de -0.8%. Ainda assim, n&atilde;o estimulou o consumo dos lares portugueses, j&aacute; que em volume o FMCG decresceu tamb&eacute;m 0.8%. O aumento em volume verificado de 2008 para 2009 n&atilde;o se repetiu de 2009 para 2010. Uma das raz&otilde;es prende-se com os naturais limites do consumo alimentar dentro de casa.</p>
<p>As quebras em valor verificadas no Total FMCG atingiram as categorias de &ldquo;alimenta&ccedil;&atilde;o e bebidas&rdquo; e tamb&eacute;m as categorias &ldquo;n&atilde;o alimentares&rdquo; (limpeza da casa e higiene pessoal). Na verdade, a quebra nas categorias &ldquo;n&atilde;o alimentares&rdquo; foi superior &agrave;s de &ldquo;alimenta&ccedil;&atilde;o&rdquo; e at&eacute; ao Total FMCG. Com efeito, as categorias n&atilde;o alimentares decresceram -2.6% em valor e -5.8% em volume, embora o pre&ccedil;o m&eacute;dio tenha crescido +2.8%. No que diz respeito &agrave;s categorias de alimenta&ccedil;&atilde;o e bebidas decresceram em valor 1%, mas em volume cresceram 1%, refor&ccedil;ando a tend&ecirc;ncia dos consumidores realizarem a maioria da alimenta&ccedil;&atilde;o dentro do lar.</p>
<p><strong>Tend&ecirc;ncias do shopper</strong></p>
<p>Em fun&ccedil;&atilde;o de uma clara tend&ecirc;ncia de maior planifica&ccedil;&atilde;o dos actos de compra, verificou-se que no in&iacute;cio de 2010 houve um regresso &agrave;s cestas maiores, com consequ&ecirc;ncias na diminui&ccedil;&atilde;o da frequ&ecirc;ncia de compra, implicando que os consumidores estejam mais ausentes dos pontos de venda. Durante todo este ano a tend&ecirc;ncia manteve-se com uma quebra na ordem dos 5% da frequ&ecirc;ncia de compra dos produtos de grande consumo, refor&ccedil;ando a disciplina de planeamento e conten&ccedil;&atilde;o dos actos de compra.</p>
<p>Em conclus&atilde;o, sobre o ano de 2010 identificam-se quatro tend&ecirc;ncias importantes no consumo em Portugal: refor&ccedil;o na compra de MDD&rsquo;s, procura em fun&ccedil;&atilde;o do pre&ccedil;o mais baixo e/ou promo&ccedil;&otilde;es, a substitui&ccedil;&atilde;o de algumas categorias por outras categorias similares ou substitutivas, mas mais baratas e ainda a tend&ecirc;ncia de maior conveni&ecirc;ncia na &aacute;rea alimentar.</p>
<p>As MDD&rsquo;s j&aacute; atingem uma quota de mercado em valor de 34.2%, no mercado FMCG (sem produtos frescos perec&iacute;veis). Portugal est&aacute; cada vez mais pr&oacute;ximo dos n&iacute;veis mais elevados de MDD dentro da Europa Ocidental.</p>
<p>Como vimos, a procura do melhor pre&ccedil;o est&aacute; intimamente relacionada com a procura pela promo&ccedil;&atilde;o, como uma fonte de redu&ccedil;&atilde;o de gastos. Com efeito, de acordo com o estudo Life Styles, da Kantar Worldpanel, 80% dos lares portugueses admite &ldquo;procurar produtos em promo&ccedil;&atilde;o&rdquo;, valor cerca de 10 pontos percentuais mais alto do que em 2008.</p>
<p>Parece evidente que os lares portugueses est&atilde;o claramente a substituir algumas categorias por outras mais baratas. Por exemplo, em vez de legumes e verduras est&atilde;o a comprar vegetais congelados. Por sua vez, o peixe e marisco fresco est&aacute; a ser substitu&iacute;do por peixe e marisco congelado carne fresca e congelada e bacalhau seco. Os iogurtes OLF est&atilde;o a ser substitu&iacute;dos por iogurtes normais e os gelados mais caros por sobremesas l&aacute;cteas mais acess&iacute;veis. At&eacute; alguns refrigerantes est&atilde;o ser trocados por &aacute;gua.</p>
<p>Mas a conveni&ecirc;ncia e pequenos prazeres s&atilde;o tamb&eacute;m drivers importantes no fim do ano de 2010. Categorias como toda a &aacute;rea de &ldquo;Take Away&rdquo;, a carne preparada congelada, sopas preparadas, especiarias/ervas arom&aacute;ticas, molhos refrigerados, boi&otilde;es infantis, sumos infantis, azeitonas e leite infantil tiveram crescimentos significativos em valor entre os 14% e os 80%.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 23 Feb 2011 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/Como-resumir-a-dinmica-do-Consumidor-FMCG-em-2010</guid>
      </item>	
      <item>
         <title><![CDATA[57% volume em Ã© realizado a preÃ§o reduzido]]></title>
         <link>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/57-do-volume-abastecido-em-Portugal-j--realizado-com-reduo-de-preo</link>
         <description><![CDATA[<p>O mercado de combust&iacute;vel de particulares est&aacute; cada vez mais promocionado em busca do melhor pre&ccedil;o, entre a procura do pre&ccedil;o baixo nos Hipermercados e as diversas promo&ccedil;&otilde;es existentes.</p>
<p>No YTD P12 (per&iacute;odo acumulado entre 31 de Janeiro e 05 de Dezembro de 2010) quase 30% do volume de combust&iacute;vel foi abastecido em promo&ccedil;&atilde;o. Ali&aacute;s, 61% dos automobilistas abasteceram pelo menos uma vez em promo&ccedil;&atilde;o e 4% abasteceram exclusivamente em promo&ccedil;&atilde;o. Na realidade hoje 57% do volume comprado &eacute; realizado com redu&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;o face &agrave; tabela dos principais operadores, isto considerando o volume comprado com promo&ccedil;&atilde;o e nos Hipermercados</p>
<p>Mais de 33% do volume abastecido &eacute; feito ao fim de semana, que &eacute; a base de muitas promo&ccedil;&otilde;es de alguns players do mercado. &Eacute; curioso verificar que a utiliza&ccedil;&atilde;o da promo&ccedil;&atilde;o aumenta ou diminui conforme o pre&ccedil;o m&eacute;dio do combust&iacute;vel. Sen&atilde;o vejamos, no YTD P12 2008, o volume abastecido em promo&ccedil;&atilde;o representou 31% e nesse ano o pre&ccedil;o dos combust&iacute;veis estava mais elevado. O ano de 2009 pautou-se por uma baixa de pre&ccedil;os acentuada e no YTD P12 2009, o volume abastecido em promo&ccedil;&atilde;o desceu para 27.1%. Como se viu anteriormente, no ano de 2010 esta percentagem voltou a subir, j&aacute; que foram registadas subidas acentuadas no pre&ccedil;o dos combust&iacute;veis. J&aacute; o volume abastecido nos Hipermercados tem crescido consecutivamente. No YTD P12 2008 os Hipermercados representaram 17.8% do volume total abastecido pelos particulares e no YTD P12 2009 tiveram um peso de 23.8%.</p>
<p>Os Hipermercados continuam a estimular o crescimento do mercado de combust&iacute;veis, ou seja, 69% do crescimento em volume dos combust&iacute;veis no segmento particular &eacute; realizado por Hipermercados. Com efeito, este canal j&aacute; representa 28.3% do volume particular em Portugal, enquanto que as cinco maiores marcas a operar em Portugal (Galp, BP, Repsol, Cepsa e Total) representam 63.8%. O n&uacute;mero de automobilistas que abastece em Espanha representa 4% do volume, menos do que em 2008, onde chegou a representar 5.3% do total. Nesse mesmo ano eram cerca de 600 mil os automobilistas que abasteciam no pa&iacute;s vizinho. No per&iacute;odo em an&aacute;lise s&atilde;o cerca de 440 mil.</p>
<p>Em 2010, os Hipermercados desenvolveram tamb&eacute;m pequenos abastecimentos, quando at&eacute; aqui se caracterizavam sobretudo por grandes abastecimentos, ou seja, dep&oacute;sitos cheios. No YTD P12, 2010 25% do volume abastecido em Hipermercados correspondeu a 20 Litros em m&eacute;dia, o que representa um crescimento de 64% face ao mesmo per&iacute;odo de 2009. Existiram no YTD P12 2010 mais 4.6 milh&otilde;es de abastecimentos com menos de 20 litros, que correspondem a mais 88% do crescimento dos Hipermercados.</p>]]></description>
         <pubDate>Wed, 23 Feb 2011 12:00:00 +0000</pubDate>
         <guid>https://market.worldpanelbynumerator.com/pt/news/57-do-volume-abastecido-em-Portugal-j--realizado-com-reduo-de-preo</guid>
      </item>	
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